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O poeta, arrependido porém decidido

Se existe uma palavra mal educada e verdadeira que possa descrever o espírito de um poeta, não resta dúvida de que seja o ”arrependimento”. Os mais sublimes versos já escritos, em sua maioria, estão constituídos deste sentimento que tem potencial para ser corrosivo. O poeta chora pelas estrelas que pode ver, porque se pudesse, se tivesse uma força profunda e mesquinha dentro de seu ser, se cegaria para que não mais cheirasse o aroma de sua própria profundidade e de sua consequente consciência de morte. O poeta ama a vida que tem, mas a odeia também. Sua alegria ao encontrar a beleza de toda a natureza, respirando arte em seu estado mais puro e singelo, é contagiante, tal como falar de amantes inflamadas de paixões desconcertantes ou de juras de amor alçadas no esplendor da juventude, todo o sentir sem o filtro de verdades e certezas, estéreis de vivência e de consumação, que se consistem todas as matrizes de padrões de ilusão coletiva, que é o ato de dizer sem agir, de abusar das palavras, açoitá-las com a língua como um chicote, na tentativa de lutar contra a constante maré da liberdade associativa chamada verdade absoluta, a mãe de todas as filhas, as verdades imaturas ou que dependem da hierarquia e combinação para se sustentarem, imaturas como peças desgarradas de um quebra cabeças ou de mentes frescas e pueris que estão apenas tateando o mundo. O poeta sempre se arrepende e despeja este lamento de uma improvável recuperação, em seus versos mais tristes e solenes, emana dor de uma ação, um desenvolvimento inato, de sair do conforto de bênçãos sem substrato, em direção à meia verdade, entre o mundo do misticismo consciente de animais evoluídos em seu ato mais conhecido, mentir pra si mesmo e viver, e a verdade apessoal, assombrosa de um universo que não responde aos choramingos teus. Se arrepende, mas não tem volta, porque este é o seu lugar, se desenvolve, independente da escola ou da igreja, porque é certo que estas meias certezas te engolirão como seta do destino a lhe apontar, desde cedo sente o teu coração se apertar, mais e mais, sente medo mas não tem como se desvencilhar, não é cientista, frio em seus cálculos, másculo em sua bravura de olhar sem paixões, porque o poeta é o último dos místicos e o primeiro dos céticos, é o intermediário estado da melancolia, que é apaixonada e teimosa entre os espíritos que crêem, e  é bem mais contida e metódica, o cientista sem ter a sede e razão de viver, vive porque sabe que é aquilo que deseja fazer, sua mente lhe prepara antes de nascer, é um ser sem tempero, teu sabor e o teu cheiro não tem artifícios de paladar,  degustas a vida sem vivenciar toda a sua brisa de atitudes e de sentires, é tão certo de ti quanto é de sua realidade. Por este lado, se parece um bocado com o místico, ora dogmático, ora catártico, ora poético, a caminho da bílis triste deste tipo, o mais errante em estar certo de si é o poeta. Este é o que menos sabe, e talvez seja o mais sábio, neste aspecto, ele não duvida, ele vive a dúvida. tem mais perguntas que respostas, porque tem mais angústias que alegrias, é feminino, instável, temperamental, apaixonado pela vida, curioso sobre a morte e incapaz de estabelecer amizade com a dúvida. esta mais lhe parece com a mulher que casou por dote, que fode sem qualquer amor, ainda que sinta desejo na penetração, é um casal que se aguenta pela inércia do equilíbrio que emanam entre si. Funcionam de um jeito, mas precisam sacrificar o outro, onde se basearia no amor. Arrependido, o poeta é, mas está decidido a continuar seu caminho solitário, sociedades de poetas mortos existem, mas não existem as sociedades de poetas vivos, parecem se repelir quando tentam se encontrar e conviver, talvez porque precise do contraste, de triste, basta ele, o poeta e seu cantarolar.

Do amor ao ódio, por que eu comecei a odiar o hbd??? E por que a ”minha” verdade é muito mais correta que a dos demais**

Eu tenho uma certa implicância em relação aos cristãos. Eu não gosto de pessoas que tagarelam bondade com a bíblia na mão mas fazem exatamente o contrário no mundo real, no mundo das ações.
A maioria das pessoas se encostam nas pseudo religiões porque elas oferecem palavras fáceis e doces, de ESPERANÇA, em relação à única certeza de nossas vidas, a morte. Elas não o fazem em média por razões nobres mas porque são incapazes de  entender  o mundo de maneira literal, Real e por isso procuram por este tipo de pensamento positivo clássico. A incapacidade de produzir percepções realistas quanto à vida anda de mãos dadas com a falta de vontade ou curiosidade para fazê-lo bem como pela covardia que se substancializa a partir destas predisposições fenotipicamente expressadas.
Manter estes sistemas opressores, primitivos, unilaterais, que continuam a perpetuar a falsa moralidade, a moralidade da ignorancia ou da hipocrisia, moralidade subjetiva, não é uma tarefa para pessoas sábias. Pelo contrário, nós temos a obrigação de derrubar por terra estes transtornos em prol de uma Cultura que possa fazer a vida na Terra evoluir.
A maioria dos cristãos e especialmente os mais fervorosos, se pintam como os ”defensores da moral e dos bons costumes”, em outras palavras, eles se apropriam da bondade e a usam como escudo, um escudo egocêntrico, de superioridade. A bíblia aparece como outra arma a ser usada. Mas na verdade, ninguém tem o monopólio da bondade, em termos conceituais e consequentemente, práticos, a não ser que de fato, possa entende-la de maneira visceral.
A multidão de cristãos que repetem como papagaios a moralidade subjetiva que está escrita em suas bíblias, portanto, não tem qualquer estrutura cognitiva ‘e’ psicológica para poderem julgar alguém com base no ”conhecimento” que engoliram sem sentir e entender o sabor.
Este é mais um quase-ótimo texto de Bruce Charlton, um dos blogueiros hbds, em que aponta para uma possibilidade conceitual e taxionômica para o tipo de personalidade que tende a predominar nos gênios ( vamos desprezar aqui as minhas contribuições que o sir, sorrateiramente tem utilizado em seu blogue e sem dar o legítimo reconhecimento a quem lhe apontou o caminho, vamos desprezar esta parte ok?? ).
O texto é quase excelente, porque no final, Charlton tenta manipular seus leitores ( metade deles que não precisam ser manipulados para se alinharem a ele) ao introduzir sua moral cristã usando termos como ”anti social”, ”mimado”… Charlton, o conhecedor e amigo dos ”gênios” ainda solta de maneira absolutamente irracional que.. Os gênios savant, do tipo social, não podem ser líderes, eles devem ser excluídos de qualquer cargo de liderança. Você está me acompanhando caro leitor??!
Os gênios sociais servem apenas como conselheiros. Os líderes, isto é, aqueles que receberão os louros da liderança, devem ser outros. Os gênios desta natureza devem usados de maneira conveniente.
Eu que já não rezo uma ave Maria faz uns 5,6 anos (nem de fingimento) devo ser um degenerado perverso. Nosso querido sir, ao contrário de mim, é um ser ímpar, acima do bem e do mal.
Charlton deve detestar muitos gênios porque ao contrário dele, o gênio empático, principalmente, sabe das inúmeras contradições que povoam uma bíblia, sem falar de todos os conflitos que todas as pseudo  religiões tem provocado.
A conveniência novamente. Charlton tem uma agenda política conservadora e cristã. Tal como um judeu da mídia  a todo momento fala de holocausto, a todo momento tenta alinhar suas palavras com qualquer coisa que expresse a versão judaica da história judaica, Charlton tenta alinhar, arrebatar o seu rebanho dentro da sua linha de pensamento. Bem, todos nós quando estamos tentando convencer alguém de alguma coisa, manipulamos histrionicamente ou não os fatos de maneira que possam se alinhar ao pensamento central. O que Charlton faz é justamente este tipo de manipulação histrionica. Ele é o novo Cesare Lombroso, com sua vontade e talento para estudar o fenômeno da genialidade humana, mas com os mesmos déficits no conhecimento de empatia e de moralidade.

Ele continua com a sua teoria de que ”a evolução produziu o genio para se sacrificar em prol da sociedade em que vive”. Sim, Darwin foi um dos responsáveis pela popularização desta maneira de pensar sobre a evolução.

A evolução não faz nada, porque é uma palavra que resume um conjunto complexo de circunstancias e eventos.

Natureza e evolução são maneiras de dizer

Mas saiba que muita gente deve ter dificuldades para entender esta parte. Como sempre, tende-se a literalizar abstrações e os resultados são quase sempre deprimentes.

A explicação de Charlton para a existencia do genio (savant social ou sábio) humano cai por terra, a partir do momento em que não houve qualquer seleção totalmente auto-dirigida para selecioná-lo como o mártir sábio que endireita a sociedade em que vive, sussurrando conselhos aos ouvidos do líder.

Bruce Charlton é apenas um em uma miscelania de tipos neoconservadores ou conservadores clássicos que usam a ciencia ou o conhecimento com o intuito de forçar a sua agenda pessoal favorita.

A partir disso, ele dá o valor que quiser aos seus estudos. Ele captura informações, percepções ou reflexões para que possam entrar em conformidade com a sua agenda neoconservadora cristã, onde que impera um tipo de moralidade subjetiva.

E não é o único, porque em todos os blogues hbds algo semelhante está a acontecer. Ao invés de buscarem pela pureza dos significados e portanto da verdade e a partir disso principiar pela harmonização, o fazem com o intuito de aparelhamento as suas ideias unilaterais.

Talvez eu estejam sendo muito duro em relação a eles se todo mundo faz isso, talvez devesse expandir meu ódio a humanidade em geral e não apenas a um grupo. Mas o conhecimento que esta comunidade está a tentar monopolizar ou ao menos conceber como ”seu”, é muito importante porque é um dos que mais se aproximam da verdade absoluta, da verdade objetiva + verdadeira subjetiva ou abstrata. E suas implicações poderão ser muito negativas.

Charlton deseja que ou mais genios savant sociais acatem suas propostas unilaterais e entrem em sintonia com suas crenças cristãs e neodarwinianas. Pra ele, assim como também para grande maioria das pessoas, as suas crenças estão absolutamente corretas. NOSSAS crenças nunca estarão plenamente corretas, ao menos se fossemos como Deus.

Por que a ”minha” verdade é muito mais correta do que as dos demais**

O que eu tenho ou expresso de superior em comparação ao Charlton**

Bem, Charlton não é uma pessoa diplomática. Ele tem suas vacas sagradas unilaterais. Não é ruim ter preferencia, é ruim quando essas preferencias não são perfeitas.

Por exemplo, a minha preferencia pelos virtuosos é superior a preferencia de Bruce Charlton pelos judeus, porque enquanto que os virtuosos serão em média, uniformemente melhores do que os demais grupos de comparação, ”os” judeus não serão.

Portanto, mesmo a ideia de grupos versus indivíduos, podem ter as suas generalizações racionais mediante certas perspectivas, a partir do momento em que o grupo se consistir em uma reunião uniforme de semelhanças como a bondade dos virtuosos.

Nem todo judeu é assim, mas todo virtuoso será assado. A virtude é o elemento agregador do grupo de virtuosos ao passo que a judaicidade, étnica (a mais importante), cultural, religiosa ou espiritual, serão OS elementos agregadores, não há uniformidade, especialmente a do tipo que enfatiza atributos objetivamente positivos.

Charlton acredita que a verdade encontra-se na bíblia e no livro de Phillipe Rushton… As verdades estão em todo lugar. Eu não estou preocupado ”com elas” porque são subjetivas, unilaterais e podem ser aplicadas para as mais diversas serventias. As palavras podem mudar de tom de costa a costa. Eu estou preocupado com a verdade absoluta, a unção entre a verdade literal ou objetiva e a verdade abstrata ou subjetiva. Portanto, as verdades ou o conjunto de factos, dogmas, factoides e mitologias que Charlton se alimenta ou tem se alimentado em toda a sua vida, não são absolutas, porque nem a bíblia, nem os livros de Darwin ou Rushton deterão toda a verdade. A verdade absoluta é ”a verdade de Deus”, que nenhum bípede desajeitado é capaz de ter ou de encontrar, mas o exercício desta tarefa se consiste na legítima religião, que o budismo e taoísmo orientais chegaram mais perto. Portanto, vale apena exercitar a pura religião de um ser que está dotado de um maior horizonte de conhecimentos do que apenas o instinto de reagir e se conservar.

Eu não tento capturar a minha verdade, mas A verdade, mesmo aquelas que são expressadas em metáforas mitológicas.

Charlton está em uma constancia normativa de pensamento em que a narrativa unilateral ou instintiva o mantém preso dentro de uma perspectiva menor, mais acanhada, de animal menos reflexivo. Nesta perspectiva, o anti-natural, aquilo que ele diz que a ”evolução não poderia conservar”, só poderia ser uma forma de perversão, a perversão dos desígnios naturais.

Se fosse um real moralista objetivo, Charlton evitaria fazer e acreditar nessas premissas ou ao menos seria mais honesto ao acusar grande parte da natureza não-humana de ser igualmente perversa. Mas a perversidade de Charlton é tão subjetiva quanto de um católico ou de um evangélico. Não é indubitavelmente certo ou errado, pois se prende a contradições.

A virtuosidade dos virtuosos não é contraditória, talvez o pleonasmo possa ser considerado como a manifestação mais pura de causalidade. Mas, como um cristão, cheio de amor e em busca da palavra de Deus, Charlton não parece estar muito preocupado em generalizar suposta virtuosidade em grupos que se agregam por meio de um parametro diversificado ou sem valor moral objetivo assim como também para generalizar negativamente.

Tudo isso se resume a

agenda pessoal cristã, socialmente conservadora e neodarwinista

subjetividade de julgamento e portanto potencial injustiça de julgamento

pensamento ”animal”, pragmático, duro e anti-humano

Os hbds tem parte da fonte do conhecimento mais realista, mais condizente com a verdade, mas suas cabeças continuam a se expressarem como atores ou aqueles que estão dentro do cenário e não como juízes neutros. Não são de observadores da cena, não estão pensando e talvez sequer tenham a capacidade inata para pensar com as suas respectivas personalidades-Deus, são de atores e todo ator é vaidoso. Eles querem fama, reconhecimento material, intelectual, querem que escolas americanas ou britanicas tenham os seus nomes ou ao menos almejam provar pra si mesmos que são melhores.

Charlton e a maioria dos hbds acham que o mundo é bom, ruim são as pessoas estúpidas ”de” baixo qi. Elimine-as e viveremos em um paraíso. Eh evidente que não é bem assim eu eu vou provar o porque em um próximo texto.

Desprezam o papel colossal de suas tão amadas ”elites cognitivas” em relação ao desenrolar da estória de idiotices da espécie humana, desprezam o sofrimento alheio, são frios com suas calculadoras a tira colo.

E eu não quero mais participar disso…

Jornalistas sensacionalistas clamam por hostilidades sem substancia para ter mais audiencia…

Eu que faço o exato oposto no sentido de ser lido por mais leitores (ao invés de uma agenda política bem estabelecida eu decidi por uma não-agenda, virtualmente, por exemplo), tenho aprendido a conter meus ímpetos e aperfeiçoo a minha duvidosa capacidade de escrita, com base em objetividade, julgamento correto, ou seja, holístico, ser verbalmente crítico, algumas vezes cruel, com aqueles que merecem, mas sempre buscando dar uma lição de moral, a partir da neutralidade, sempre em busca da

holisticidade

objetividade

neutralidade

sabedoria

criatividade

e inteligencia, e não apenas a cognição.

A metáfora do garoto bolha, a onipresença do dogmatismo na mente humana e a bolha hbd

Por mais inteligente e racional que uma comunidade científica, filosófica ou intelectual possa ser, sempre haverão algumas toneladas de dogmatismo no ar. Mesmo entre os cranios que participam da comunidade hbd, os dogmas continuam a ser perpetuados. Eles são mais sofisticados, são mais trabalhados, são mais racionais… mas ainda assim continuam sendo dogmas. O que são dogmas se não a negação da verdade, da neutralidade** O que é a verdade senão a comunhão de todos as perspectivas**

O famoso garoto bolha pode ser usado como uma metáfora pertinente para comunidades ideológicas que aos poucos vão se fechando em seu próprio círculo, sua bolha, desprezando que muitas de suas ideias possam não estar totalmente corretas.

A bolha hbd é um exemplo, onde, apesar da negação quanto ao caráter claramente político do grupo, visto que também buscam analisar objetivamente os fenomenos bem como a própria natureza, no entanto, baseando-se em regulações quanto aquilo que deve ser dito e aquilo que não deve. Sim, ”mesmo” neste grupo, ainda continuam existindo vacas sagradas.

Alguns exemplos. O totem ”qi é totalmente perfeito para medir a inteligencia humana e isto basta”, se tornou viral entre eles. Mas esperem, primeiro, o qi se divide em subgrupos, no mínimo, isso deveria ser levado em conta. Só que pra eles, o fator g tornaria desnecessária uma análise mais específica . Será***

Outro totem, ”inteligencia se correlaciona com renda, logo, os mais inteligentes também serão os mais ricos”. São tão numerosos os casos de genios que estiveram longe de serem ricos enquanto vivos, que me faz pensar se realmente, as pessoas tolas que mantém sistemas opressores sejam realmente ”as mais inteligentes”.

Algumas verdades não tão verdadeiras assim, são ainda mais graves tal como por exemplo a explicação biologicamente determinista de que ”as guerras e os conflitos no mundo árabe são causadas fundamentalmente por causa de uma maior endogamia da população local”. Mas onde estaria a moderna politica israelense em todo este contexto****

Recentemente, mais uma bolha de pensamento circular que despreza todas as possibilidades de fora e tenta sempre encaixar por meio de viés pessoal a sua estrutura interconectada de pensamento lógico auto-alienador. Sir Bruce Charlton afirmou categoricamente que não existem mais genios capazes de modificar a sociedade para melhor atualmente, em lugar nenhum. Os já habituados, sabem que ele é conservador, religioso e acredita firmemente que a população ocidental emburreceu enquanto que eu acredito que ela sempre foi burra e que existem mais fatores ambientais, indiretamente genéticos, que são os principais responsáveis por esta situação. Charlton despreza completamente qualquer possibilidade de pensar na suposta teoria de conspiração de que ”os” judeus seriam os principais arquitetos do mundo que ele tanto odeia. Faz isso porque é ingenuo quanto a esta possibilidade muito lógica ou será porque está mancomunado com os outros para acobertar e empurrar a ideia de ”altruísmo patológico branco” como principal causa****

Uma das principais vacas sagradas da comunidade hbd, que não deveria ser, não apenas por causa da racionalidade que dizem ter, mais do que outros, é justamente sobre as idiossincrasias únicas, que estão acumuladas justamente entre os judeus, especialmente os ashkenazim. Mas isso não está acontecendo. Ainda que flertem um pouco fora do neoconservadorismo em que estão chafurdados, não é o suficiente para que possam de fato abraçar a verdade sob todas as suas nuances. Ninguém está aqui sugerindo um ”novo” ”holocausto”. Estou apenas querendo ajudar, e apenas com a verdade que de fato poderemos ajudar uns aos outros. Do contrário, mesmo o mais bem intencionado não conseguirá  solucionar os problemas de uma situação hipotética.

Portanto, mesmo nos mais seletos grupos de seres humanos cientificamente racionais, ainda haverá uma proporção considerável de dogmatismo, o limite artificial e arbitrário da investigação honesta e a comunidade hbd é um destes grupos, infelizmente…

A ideologia do qi e o conceito puro para ideologia

Quem tem mente fechada precisa de uma ideologia pra viver.

A ideologia é uma caricatura ou deformação da realidade baseado na ênfase de pressupostos unilaterais. A verdade é completa, holística e não há a necessidade de inventá-la, apenas de observar e tirar as suas próprias conclusões, a verdade objetiva.

Como o psicopata de alto funcionamento te manipula

O psicopata te manipula ao dissolver a verdade em muitas, produzindo as ideologias (ou dogmalogias). Voces já repararam que a ideologia ”esquerdista” é um complemento da ideologia ”conservadora” ou ”direitista” ***

Se ambas se ajudassem, fariam uma sociedade muito mais evoluída, aí sim, a verdade estaria entre as principais prioridades dos manejadores das estruturas sociais.

O conceito puro da palavra ideologia, parece bem menos do que demonstra em sua prática. Dogmas não são o mesmo que ideias, ainda que derivem delas. Dogmas são ”verdades absolutas”, retidas de pressupostos unilaterais, isto é, como quando uma informação diversificada, complexa, cheia de variáveis, é reduzida a um conjunto muito limitado de significados. O céu é azul= dogma. O céu é azul, mas pode ser cinza, alaranjado… conclusões retidas de observação simples…  Ideias constroem teorias, conclusões são baseadas em observações. Portanto, as conclusões são mais importantes que ideias. As ideias são possíveis conclusões, vivemos o presente e não o futuro, quem vive de ideias, não vive o presente, que se baseia em conclusões.

Eu tenho um parente de sangue, que não vou revelar sequer o parentesco, que é um mentiroso patológico. Suas mentiras são muito bem construídas, brilhantemente bem construídas, especialmente para o seu público de otários (isto é, boa parte das pessoas que me rodeiam, meus parentes… ). O que ele faz de mais para ser bem sucedido** (vale ressaltar que suas mentiras são tão loucas, que é bem mais difícil mante-las por muito tempo sem ser pego no ato.)

Simples, para uma pessoa, ele conta parte de sua ”estorinha delirante”. Para outra pessoa, ele conta a outra parte da mesma estorinha. Para uma terceira, ele conta a parte que as duas pessoas anteriores não foram informadas. Ele espalha a verdade pelo ambiente, metaforicamente falando, tal como se eu espalhasse pedaços de um quebra cabeças pela sala. Quem é curioso por natureza, procurará pelas peças que faltam para completar o quebra cabeças não é**

Pois bem, eu sou filho de pessoas não muito curiosas, digamos assim…. =((

Portanto, se estamos sob a ”tutela” de gente assim, então uma boa maneira para entender a verdade não será de buscá-la em uma ideologia, mas em todas elas, porque neste momento, a verdade se encontra dispersa .

A ideologia do qi

Voces devem estar se perguntando o porque desta fotografia de Tiamat, o famoso dragão de várias cabeças do clássico desenho, Caverna do Dragão… Pois bem, esta é a finalidade de boa parte das ideologias. A sua transformação em um monstro descontrolado que destrói tudo aquilo que se relaciona com a verdade e a nobreza. Já notaram que as ideologias (culturas dogmáticas como as dogmalogias tal como o esquerdismo e religiões tradicionais) parecem como um buraco negro que traga tudo aquilo que está em harmonia** Nós seríamos como as estrelas, débeis por causa de nossa individualidade frágil, que são tragadas por buracos negros de caos e destruição.

As ideologias apresentam metástase, tal como a um cancer e podem fazer de uma potencial civilização de sabedoria tal como algumas nações do Oriente Médio antes do endurecimento cognitivo causado pelo islam, em cadáveres moribundos ou em mortos vivos com suas lembranças de um passado, presos em um passado, não, não meus amigos, a maior parte dos modernos muçulmanos não se lembram do passado em que produziam grandes pensadores, poetas e cientistas. Eles só pensam no tal profeta. È uma sangria desatada para ter certeza de que depois da morte, haverá vida e uma vida luxuosa. Não os culpo, já que o mesmo se sucede com quase todo o resto de religiosos ao redor do mundo. Também, quem foi que disse que depois da morte haveria luxo** Faraós… Quer mais supremacia antropocentrica do que esta****

A ideologia do qi, que outros chamam de ”fetiche”, já está passando dos limites, e assim como o dragão de muitas cabeças, Tiamat, esta crença unilateral, simplista e arbitrária, parece caminhar para destruir tudo aquilo que se relaciona com sabedoria, pasmem, com a inteligencia em seu estado mais puro.

Se voce não for capaz de aceitar conclusões lógicas retidas de observações intuitivas, racionais e holísticas, então é provável que padeça de algum nível de Síndrome do pensamento dogmático.

Os dogmáticos fetichistas de qi acreditam que

– qi é inteligencia, é o seu conceito,

– só existe um tipo de inteligencia, e ela é medida por testes de qi,

– as pessoas TEM iq, alto, médio, baixo…,

– qualquer traço (real ou estatístico) será menos importante que o qi,

– … porque o qi se RELACIONA com a maioria dos traços ”positivos” (muita calma nessa hora, ajustamento social é um traço positivo, do tipo,  crianças sádicas de alto qi que gostam de azucrinar a vida de outras crianças, podem se tornar adultos ”bem sucedidos e ajustados”.)

– TODAS ou 99,99% das pessoas ”de” qi maior, serão mais inteligentes (semelhante ao clássico comentário de um esquerdopata sobre a favela, onde ”99,9999% das pessoas que vivem na favela são boas”,

– As pessoas mais ricas tem qi maiores, logo, elas merecem estar onde estão e ganhando o que ganham (do tipo, um indivíduo ”de” qi 140, ganha 2 milhões por mes, enquanto que 2 milhões de pessoas de qi 100 ganham mil, claro, a desigualdade é natural, dizem),

– As pessoas são inteligentes PORQUE TEM qis mais altos, e não do tipo, as pessoas são inteligentes porque são inteligentes. QI, definitivamente, para essas pessoas, substituiu por completo o conceito holístico de inteligencia,

– Todos os genios tem qi muito alto porque quanto maior o qi, maior a inteligencia…..

São alguns dos principais mandamentos desta ideologia. Os resultados deste monstro em mutação já são conhecidos por aqueles que visitam com frequencia este blogue.

Estas pessoas louvam certos artistas e ”celebridades cognitivas” por seus qis altos e não por suas reais realizações. As pessoas estão mais preocupados com realizações puramente escolásticas, estéreis, inclusive os testes cognitivos, do que com realizações que realmente são impressionantes e objetivas com relação a manifestação em ”tempo real” da inteligencia, sabedoria ou criatividade (ou em combinação).

E justamente por causa disso que certas cantoras, como do texto anterior, que são talentosas, mas que não são genios, acabam sendo consideradas como tal, apenas por causa de suas ”pontuações altas em testes cognitivos”.

Eu fico imaginando se as crianças e adolescentes que são selecionados para estudarem em escolas especiais, para superdotados, são em sua maioria, de genios, ou se são como os termites, são excepcionalmente inteligentes, especialmente quando comparados aos demais. O genio não é comparável, porque ele será de outra grandeza, existencial, cognitiva, perceptiva…. O genio quase não faz parte da variação natural de capacidade cognitiva, porque ele tenderá a ser sobrenatural, em um sentido realista.

Talvez o genio nem seja o mais inteligente e aqueles com os maiores qis, sejam, mas o genio não precisa de grande inteligencia, se comparada as demais pessoas, porque ele não é mais um animal do gado, só que de qualidade, ele é o fazendeiro. Esta é a diferença fundamental entre o nerd ou o ”perfeito termite” conformista e o genio real.

Dogmatismo e Inteligência

As eleições brasileiras de 2014 para presidente e governador, apresentaram padrões interessantes de votos, onde um importante percentual de estudantes e professores universitários votaram no partido da ”esquerda” política. A relação entre preferência política pela esquerda e inteligência técnica ou qi não é uma tendência observada apenas no Brasil, mas também é uma realidade para a maioria das nações ocidentais (bem como de  nações não-ocidentais como a Índia). Apesar das constantes mudanças de preferências políticas (dentro de um determinado limite) por parte das pessoas ”mais inteligentes” em muitas nações, parece claro que uma  alta proporção daqueles ”com” qi  acima de 120 sempre apoiarão partidos e ideologias esquerdistas do que partidos e ideologias conservadoras ou nenhuma ideologia.

O problema da crença política é quando ela atropela a lógica, a racionalidade e a realidade. E é muito comum disto acontecer.

Tal como acontece com os esportes, a arena política parece ser apenas mais uma versão moderna das velhas guerras tribais humanas.

O dogmatismo não é apenas a lavagem cerebral (em conluio com predisposições genéticas) habitual das religiões, especialmente as monoteístas. A ideologia parece ser a substituta ideal da religião. Na verdade, a crença ideológica é diretamente derivada da religião.

O dogmatismo se baseia em uma panaceia de factoides, isto é, de fatos incompletos ou meias verdades, que no entanto, são retratados como a mais pura verdade.

Mediante a ótica das múltiplas perspectivas, nada está 100% errado nem está 100% certo. No entanto, alguns pontos de vista estão mais próximos da verdade do que outros.

O dogma da ideologia da esquerda será o ponto de análise mais importante deste texto, visto que servirá como demonstração da desconexão entre inteligência técnica e sabedoria, que se consiste na verdadeira inteligência, aquela que encapsula todos os demais tipos de inteligência.

A crença esquerdista dita uma série de dogmas que como sempre acontece, são pintados como verdades absolutas.

São eles:

– A crença na igualdade humana, isto é, na igualdade biológica total de todos os 6,8 bilhões de seres humanos,

– A crença que a raça branca é culpada por todos os males da humanidade, que é uma espécie de câncer e que como todo tumor maligno, deve ser eliminada, (obs.: percebam que o sistema de crenças esquerdista entra em contradição ao tratar a raça branca como moralmente inferior, se todos  os seres humanos são iguais?!? Todas as raças seriam igualmente boas e ruins),

– A crença no ”racismo” e no ”preconceito” como ”pecados originais”,

– A crença no determinismo do ambiente como influência fundamental sobre o comportamento e potencial cognitivo humanos e isto implica na total negação do papel genético, entendido por eles como ”pseudo-ciência do século XIX”,

– A crença na inexistência concreta de gêneros,

– A crença no niilismo existencial, contrário à ideia de transcendência…

Este é um exemplo de ”verdades absolutas” que os monossilábicos, ad homineanos e lunáticos esquerdopatas vão te acusar de profanar verbalmente.

O espectro da razão, quanto mais extremo mais dogmático será. 😉

A resposta mais sábia será a mais ponderada, aquela que abarcará todos os pontos de vista e se constituirá na verdade.

O dogmatismo é a manifestação, a externalização de tudo aquilo que nega a sabedoria.

O dogma de esquerda que ”enfeitiça” tantas mentes tecnicamente inteligentes, nega uma série de princípios lógicos, que eles mesmos discriminam verbalmente como ”positivismo”. Ao negar fatos, abre-se um leque infinito de possibilidades para a criação de factoides, visto que em cada fato, está contido uma enorme quantidade de factoides.

Muitas pessoas inteligentes não são sábias. Elas podem ser denominadas como idiotas úteis, no caso esquerdista, ou simplesmente de estúpidas com talentos técnico-utilitários superiores como no caso de outros tipos ideológicos.

O fato é que as pessoas (verdadeiramente) mais inteligentes e portanto que são sábias, terão maior facilidade para encontrar fatos do que as demais. Fatos se relacionam com a realidade. Aquele que pode entender a realidade, pode agir mais inteligentemente em qualquer situação do que aquele que não pode ou que é fraco neste quesito.

O dogmatismo é um conjunto de aforismos baseados em factoides que são literalmente ”comprados” pelas pessoas, pela maior parte delas, que são incapazes de entender a realidade por conta própria e que não apenas funciona como um modelo de pensar e agir (ou não, 😉 ), mas também como meio para socialização.

 

Dogma, psicose e alto qi

A ”psicose” ou o ”espectro da personalidade psicótica” pode apresentar resultados completamente opostos quanto à capacidade de ver a realidade. Parece comum que em famílias com tendências psicóticas, nasça tanto o gênio quanto o psicótico ou lunático.

Lunáticos também podem produzir gênios, mais do que uma pessoa neurologicamente comum poderia fazer. Muitos filhos de gênios historicamente reconhecidos, ou foram medíocres, especialmente se comparado aos pais, ou foram de lunáticos. Isso sem falar dos filhos com autismo e esquizofrenia.

Nos níveis mais altos e nos mais baixos da inteligência técnica ou qi, a personalidade psicótica é muito mais comum do que nos níveis medianos.

Se com o aumento do psicoticismo, aumentam as chances de pontuar muito alto em testes de inteligência (qi), então a surpreendente relação entre alto qi e dogmas se fará presente.

 

Portanto, como conclusão deste pequeno texto, aquele que é melhor na capacidade de captar fatos, será indubitavelmente mais inteligente que aquele que só se prende a factoides, confundindo-os com a verdade.

O mal do homem, Grupos de interesse, Universalidade de Deus e Nepotismo do Diabo

O que diferencia sábios de não-sábios é que o primeiro grupo de uma forma ou de outra, termina ao longo da vida compreendendo a universalidade da virtude. Nós estamos metaforicamente (e por que não, organicamente) constituídos por 3 personas fundamentais que dizem tudo aquilo que somos e fazemos: as duas personas que representam a dinâmica interna e externa da dualidade e a persona-EU, que se caracteriza pela racionalidade de julgamento, de ação e reação.

Nós temos dentro de si, a tese, a antítese e a síntese. O mesmo conflito que externalizamos em nossas dinâmicas sociais acontece em diferentes níveis, para diferentes contextualidades individuais internas. A vida é atrito. A seleção natural é um macro-bioproduto desta realidade. Todas as outras formas de seleção, que nada mais são do que tipos de seleção natural, seguem o mesmo caminho e os mesmos princípios. Muitas verdades absolutas estão plantadas em nossas cabeças, basicamente porque também aderimos com naturalidade aos mesmos princípios que ditam a seleção natural da qual participamos. No entanto, nada é 100% indiscutível. Para que possa ocorrer a seleção natural e ”micro-evolução” ou adaptação contextual da espécie visando a sobrevivência coletiva, é necessário que existam grupos, que existam diferenças encaixáveis e portanto, irreconciliáveis entre estes grupos (obviamente para que possam ser organicamente compreendidos como grupos e não como pertencentes ao mesmo todo). Contextualidade refere-se a subjetividade que por sua vez refere-se à negação da verdade e portanto a negação de Deus.

Deus é nossa consciência. Nossa consciência é a parte de nossa mente que nos faz iguais, onde todos os princípios, pressupostos e respostas serão exatamente os mesmos. A ”melhor” resposta mediante uma perspectiva baseada em inteligência, é pragmática e atende às demandas da seleção natural.  Mas o princípio fundamental da existência é a convivência do equilíbrio com o desequilíbrio, enquanto que a seleção natural emula esta realidade. No entanto, nada diz que deve ser sempre assim. Não existem verdades absolutas visto que nenhuma verdade é absoluta, a verdade é apenas um emaranhado de verdades e mentiras que compõe um quebra cabeças. Podemos escolher qualquer verdade unilateral assim como também podemos escolher pela verdade suprema, onde todas as verdades pessoais são reunidas em uma só, a verdade divina, a sabedoria. Ao decidirmos por verdades que legitimem nossos estilos de pensamento e de vida, estaremos amaldiçoando outras pessoas ao calvário e o mesmo acontecerá se outras pessoas sobreporem suas concepções de realidade em cima de nossas concepções.

Todos os extremismos nascem do nascimento de certezas subjetivas, das quais sabemos que em sua grande maioria atenderão à demandas muito particulares, muito contextuais. A negação do extremismo é a aceitação da sabedoria e a mesma é desconstrução do pensamento habitual de seres sapientes, onde buscamos pela realidade, por aquilo que é a verdade e não por aquilo que possa legitimar nossos pontos de vista sobre a verdade. Um indivíduo não é capaz de mover montanhas, apenas um grupo com ideias parecidas pode fazê-lo. Os grupos servem como legitimação de interesses egocêntricos.

Quando nos reunimos em grupos com interesses unilaterais ou extremistas, negamos a racionalidade. Ainda que possa ser plenamente possível criarmos grupos que busquem enfatizar a sabedoria. Neste caso, estaremos usando a artificialidade da dinâmica seletiva da evolução contra a sua universalidade artificial de aplicação.

Quando atendemos ao chamado de Deus que vive em nós, a inteligência universal, todos nós passamos a pensar racionalmente ao estilo do sábio, do gênio. É por isso que a afirmativa ”todos nós temos um gênio adormecido” não é tão inadequada assim como alguns grupos acreditam.

A diferença entre o sábio e o não-sábio é que o segundo grupo não é capaz de acessar naturalmente a consciência do seu EU-universal, que se consiste em Deus e portanto, ”transforma-se” em uma ”marionete do acaso”.

Todos nós temos nosso Deus e ele nos faz iguais enquanto seres potencialmente abertos para entender e seguir a nossa consciência universal, que se consiste na moralidade objetiva, a ação da verdade objetiva e subjetiva, na racionalidade holística, o verdadeiro conceito da sabedoria.

Enquanto que Deus é universal, o Diabo, alegoricamente falando, é situacional, contextual, local. O Diabo é a fração da verdade, tal como quando quebramos um espelho pela metade. Um pedaço completará o outro. No entanto, a quebra do espelho será eterna durante a pressão contextual temporalmente específica.

O Diabo nos faz enxergar a diferença, enquanto que Deus nos faz buscar por semelhanças. O Diabo odeia diálogo e cooperação, se possível, quer apenas guerra. Deus busca sempre pela verdade, que é a compreensão sobre tudo aquilo que ele é e portanto, tudo aquilo que é. Deus quer que você o veja, que veja o TODO, o Diabo quer que você veja que Deus morreu ao despedaçar a verdade. O Diabo é o deus dividido em dois. É a metamorfose degenerativa do Todo. E o ser humano é apenas um desdobramento necessário para que a busca pela compreensão de si fosse iniciada. A real conexão com Deus, com a verdade suprema, se dará por meio da autoconsciência. Por isso o ser humano é extremamente importante para esta auto-antropofagia.

A bondade é universal, a maldade é local. Não comer carne é bondade, comer carne de vaca ou de cachorro é maldade. De início, o imperativo de evitar o consumo de carne ou ao menos a tentativa para suprimir o desejo pelo consumo de vida morta é um dos caminhos para buscarmos Deus, o verdadeiro universalismo.

Nepotismo e justiça universal

A justiça universal e tudo aquilo que é universal, baseia-se no julgamento individual por meio da moralidade objetiva. O nepotismo também pode ser usado por meio da subordinação de leis impostas por grupos em cima de indivíduos atomizados ou de grupos que não estão no poder. Ao impormos NOSSOS pontos de vista em cima de outros, estamos aplicando o nepotismo mental, da mesma maneira se favorecermos nossos parentes sobre outros indivíduos.

A aplicabilidade do verdadeiro moralismo universal, daquilo que é irrevogavelmente ruim e bom, é a introdução da neutralidade, da sabedoria e portanto das leis divinas.

Eu disse, verdadeiro, porque hoje em dia, as elites ”ocidentais” tentam nos empurrar que estão aplicando esta máxima em suas sociedades e com tendências expansionistas quando está claro a extrema subjetividade de discurso e aplicação, uma realidade que não se consiste na negação do ego, acumulado por indivíduos que compartilham interesses mesquinhos e anti-universais comuns, ou seja, os grupos.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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