Arquivo de Tag | religião

Corrigindo algumas de minhas frases mais comuns: ” o esquerdismo não está totalmente errado”

” o esquerdismo não está totalmente errado porque defende os direitos das mulheres, dos homossexuais, das minorias étnicas e raciais, da essência em relação à aparência, dos mais humildes….”

Mas será que defende mesmo**

Vamos ser sinceros aqui…

O esquerdismo não é filosofia mas política, não foi criado para aumentar a luminosidade da razão, mas para escurecê-la. O termo ”esquerdismo” não tem nada de bom assim como nada daquilo que contenha ”ismos” e que obedeça à regras dualistas de pseudo-complementaridade entre todos os seus axiomas artificiais visando outras finalidades. Em um mundo honesto os fins nunca justificam os meios. A continuidade de ações (positivas, por favor) deve obedecer à regras coerentes que perdurarão durante todo o processo construtivo. É um jogo aberto, limpo e não sujo.

O esquerdismo não foi criado para acabar com a pobreza ou com injustiças (reais) de tratamento de todas as estirpes tal como o ”racismo” ou a ”homofobia”.

A palavra racismo para combater o ódio racial

ou

para calar a dissidência contra o genocídio sofisticado de povos de raça branca.

A palavra homofobia para combater o preconceito contra as minorias sexuais

ou

também para desestruturar a família ”tradicional” e novamente promover a internalização de uma neo-palavra que isenta certos ”grupos” de qualquer tipo de crítica enquanto que os mesmos são jogados ao deus dará, alimentando as suas fraquezas e se expondo a toda a sorte de doenças sexualmente transmissíveis. Quem ama, cuida.

Multiculturalismo, novamente para acabar com preconceitos culturais (neste sentido eu devo ser o mais preconceituoso de todos visto que detesto todas as culturas humanas) e para acabar com o ”racismo”

ou

para promover a miscigenação racial, imigração em massa (especialmente para os países de maioria branca) e ideologia globalista ou internacionalista (a anti-matéria da ”tradição”)    …. enquanto que tem um ”país” que clama do alto de um Everest de hipocrisia a sua ”singularidade etno-cultural” como justificativa para não acolher meio (terceiro) mundo em seu território de não mais que 20 mil quilômetros quadrados.

Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Mais velho que Matusalém.

Secularismo e ateísmo para a popularização do pensamento científico que via de regra precisa(ria) rejeitar qualquer forma de pensamento mágico para se focar na observação literalizada da fenomenologia do ser e do existir (matéria inanimada ou organismo e todas as suas respectivas possibilidades de entendimento e manipulação)

ou

para substituir a ”religião” cristã e relativizar a moralidade, tal como o diabo gosta. 😉

Tudo lindo, tirando o feio!!

Os mais vigorosos defensores de todos estas diretrizes ideacionais e ativas parecem fazer o exato oposto

”Façam aquilo que nós lhes dissemos, mas não façam aquilo que fazemos” (número 2)

Aí alguém mais esperto irá lhe mostrar os dados de miscigenação extra-grupo, homossexualidade, adoções interraciais e taxas de fecundidade desta ”população” de onde desovam a maioria dos ”ativistas sociais” mais influentes.

Uma contra-argumentação muito esperta porém desonesta, visto que ao se enfatizar apenas a parte secular desta oligarquia coletivista milenar (oops) e cruzando os dedos para que o oponente seja mais um ”mediano” com preguiça intelectual e analítica, se estará desviando do núcleo demográfico dos mesmos que permanece muito fértil e primitivamente tradicional. A mentalidade prática de um ser cerebral: o que mais importa é a sobrevivência do grupo. Portanto não importa muito se os seculares que são mais inteligentes não estão tendo filhos ou debandando em massa para a mistura racial, o que importa é que o núcleo de onde todos eles vieram continue fértil e coeso.

O esquerdismo é uma arma psicológica que foi criada com o intuito de provocar a rendição das populações de raça branca ao redor do mundo, sem que fosse necessário o uso da força, ainda que medidas sutilmente vigorosas já tivessem sido tomadas como a supressão da pluralidade objetiva e contextualmente crítica de ideias, pensamentos, propostas e ações (isto é, que se consiste exatamente na crítica ao contexto atual, coisa que a maioria dos ”brancos nacionalistas” estão a fazer, ainda que sem substância e numa letargia de dar pena). É uma mistura de ”convencimento”, força por meios jurídicos, mídia ”e” alimentação de ideias estúpidas.

Portanto, ao nos debruçarmos em cima da maioria dos pressupostos que são levantados pelos esquerdolas sobre comportamento, raças humanas ou moralidade, nós estaremos apenas caindo em seus truques baratos porém espertos de nos fazer perder tempo discutindo sobre as suas ideias torpes, confusas e equivocadas (em sua maioria) enquanto que o mundo lá fora está a se/ser  esfacelar/esfacelado.

Eu sou contra pseudo-religiões, sou contra culturas que nada mais são do que irmãs bivitelinas, comportamentalmente parecidas das ”religiões”, sou contra tratamentos realmente injustos porque sempre primo pela precisão harmônica (sabedoria como técnica de interação interpessoal), sou a favor de um certo nível de pluralidade humana isto é, de alguma diversidade de tipos humanos.

Mas sou totalmente contra este tipo sinistro de desonestidade E que ao invés de reduzir ao máximo possível os conflitos evitáveis humanos e suas reverberações extra-espécie, apenas os aumenta de maneira vertiginosa.

O esquerdismo é um grande blefe que se pinta como o epítome da moralidade humana mas foi criado para que outras zelites pudessem se apoderar do poder de maneira total, destronando as já existentes ou se aliando a elas, se boa parte daqueles que detém o poder não são os seres mais virtuosos que a humanidade já produziu.

Não é a sabedoria racionalizada visando obviamente a harmonia mas um meio de se conquistar e manter o poder.

Seria de bom tom e inteligente que deixássemos de levar tão a sério os ”argumentos” dos esquerdolas em relação à maioria dos assuntos que se intrometem e manipulam. Talvez, mais como um estudo antropológico de suas intenções e maneiras de racionalizar do que como um embate real sobre fatos palatáveis.

O esquerdismo se apropriou da moralidade universal ou de seus desdobramentos analíticos, não é a sua base filosófica visto que a utiliza para outras finalidades.

Fica a dica filhote! 😉

O paradoxo do ateu ”modinha”…. e a histeria anti-sábia dos estúpidos…

O ‘paradoxo” do ateu ”modinha”…

Se sabe tanto sobre evolução então por que continua a acreditar apenas no papel da cultura como transformadora do comportamento humano ”ou” ”um que de Lamarck” ??

Os ateus, isto é, uma boa parte deles, são alguns dos maiores crentes no papel fundamental, tanto da educação quanto da cultura, como promotoras do desenvolvimento cognitivo e do comportamento humano. Há uma parcial verdade aí, mas ao se desprezar o papel da biologia comportamental e cognitiva e sua interação com o meio (cultura e educação), se estará principiando por pressupostos essencialmente equivocados, se tudo aquilo que é incompleto e é dado como completo, assim o será.

A contradição ”ou” paradoxo mais engraçado daqueles que também são fervorosos defensores das teorias darwinianas, é a de que as utilizam principalmente como argumentos contra o criacionismo mas que não as entendam em seu todo, porque foram e são conquistados  justamente por resquícios sofisticados do antropocentrismo, que são a essencia de qualquer ”religião”.

A Terra não é o centro do universo, nós também não somos o centro da Terra e de sua biodiversidade. Mas, de acordo com o behaviourismo e seus ”uber-especialistas”, o ser humano é tão magicamente superior aos outros animais, que as regras (quase) universais de predomínio (essencial e óbvio) genético ou biológico no comportamento e na capacidade cognitiva, não são, supostamente, aplicáveis a ele.

Deus não existe, porque, segundo o resquício de pensamento mágico que predomina em muitas mentes ateias, nós é quem somos os deuses!!

Só que não, continuamos sendo animais tal como os outros e como papai Darwin disse, reagimos de maneira muito similar aos eventos, isto é, de maneira que NÂO DA para desprezar o papel de nossas predisposições genéticas nas interações de curto a longo prazo com o meio. Seria metaforicamente falando, como imaginar um jogo de futebol, com apenas um time.

O ponto chave que nos faz diferentes, estranhamente diferentes das outras espécies, é justamente nossos instintos atrasados ou maiores autoconsciencias (claro, que com sua variação devidamente exaltada). Neste meio caminho, entre o pensar e o reagir, construíremos ao longo de nossas vidas, um arcabolso de vivencias únicas, que serão enriquecidas por símbolos, abstrações e o seu uso constante tal como na matemática ou mesmo, no vocabulário, o uso de palavras, nossas reflexões. Todo este mundo complexo que se abre entre o pensar e o reagir para os humanos, nos demais animais, tende a se dar de maneira predominantemente instantânea, isto é, o pensar/agir ou agir instintivamente, nos fará mais suscetíveis a uma panaceia de possíveis destinos ou maior probabilidade de caminhos a serem tomados, e que serão sofisticados quanto a sua complexidade, em nossos ambientes antropomorfizados. Mas a essencial relação entre o homem e o seu meio, isto é, sua biologia e não apenas a comportamental e o seu ambiente de interação e vivência, permanecerá simples de se entender, basicamente, ”’genes em interação com o meio”’. Nós que somos os nossos genes. Portanto, quando estivermos falando de genética, nós estaremos falando de nós mesmos, não apenas em relação aos órgãos dos quais temos pouca familiaridade consciente e constante, tal como o coração ou os rins, desprezando aqueles que são constantemente afetados por crises de ”piriri”, mas especialmente de nossos cérebros e de seu produto único, que é o mais relevante para nós, ou seja, as nossas mentes.

Voltando a pauta principal desta parte do texto, os ateus ‘modinhas’ renegam o criacionismo em prol do darwinismo, mas quando debatem sobre o comportamento humano, se utilizam do lamarckismo, leia-se, educação e cultura, como únicos e fundamentais influências em relação ao mesmo, o que claramente se consiste em uma incompletude conceitual ou má interpretação das teorias darwinianas.

Falar sobre influencia genética no comportamento humano, assim como também de hereditariedade de caracteres via seleção  (o básico-do-básico da teoria da seleção natural) remete em suas cabeças pedantes a

  • eugenia
  • nazismo
  • preconceito
  • racismo

isto é, eles apregoam uma carga fundamentalmente ideológica sobre a teoria que mais se utilizam para refutar os argumentos tolos dos criacionistas, enquanto que, convenientemente, renegam a parte ”politicamente incorreta” das ideias de Darwin, especificamente quando estas são aplicáveis aos seres humanos.

Alguns adjetivos para este tipo de abordagem argumentativa e pessoal-ideológica:

Estúpido, conveniente ou tendencioso, irracional, desonesto.

Aceitar que existam diferenças cognitivas entre as populações humanas (em média), por exemplo, não significa que se estará defendendo a volta do nazismo ou o preconceito contra essas populações (ainda que muitos daqueles que apresentam facilidade para internalizá-las, defendam causas ou ações parecidas). Neste caso, o preconceito negativo direcionado à pessoas perigosas, de qualquer grupo humano, se consiste apenas no básico da sobrevivência, mitigando ou evitando futuros perigos em relação às mesmas via interações altamente desarmônicas. Novamente, todas as palavras abstratas e mesmo as literais, dependendo do contexto, são amorais em sua raiz conceitual. Mesmo o preconceito negativo, depende do contexto. Quando falamos de abstrações, estaremos falando irrevogavelmente de contextos para que se evite a injustiça de análise, conclusão ou tratamento.

A grande proporção de ateus, ou, ao que parece, que estão fortemente inclinados para favorecer boa parte dos pressupostos behaviouristas que nada mais são do que o lamarckismo sofisticado, nos mostra que muitos fãs de Charles Darwin são de analfabetos funcionais, e pasmem, especialmente em relação às suas teorias, ao determinarem, via influencias midiáticas e culturais, que o ser humano é tão divino que não pode ser equiparado aos outros animais, especificamente em relação aos fenômenos que, em linguagem moderna, resultarão em uma ”inevitável” discussão sobre nazismo, eugenia, preconceito e racismo.

Sim, ”somos tod(l)os iguais”, ”racismo é doença”, ”preconceito é burrice”, deixem os imigrantes virem para aquele país, dê-lhes educação e por esforço repetitivo, se tornarão inteligentes, cultos e empáticos e ainda por cima passarão estas virtudes recém-adquiridas para os seus futuros filhinhos. Que lindo!! Que ideota!!

Os ateus modinhas e/ou os ateus médios, deveriam ou poderiam utilizar seus (supostos) conhecimentos e empatia/ reciprocidade em relação às ideias darwinianas e tomarem a realidade de seus cotidianos a seu favor. Qualquer pseudo-religião sabe instintamente que o que importa é

  • população
  • genética

Pseudo-religiões atraem indivíduos suscetíveis de serem convencidos por seus discursos metafisicamente humanistas e culturalmente tendenciosos (a moralidade subjetiva). Estes indivíduos se casam entre si e produzem um cluster genético e quanto mais tempo ou maior a pressão seletiva (mais aglomeração geográfica), mais perfeita será a sincronia entre as suscetibilidades comportamentais das pessoas e a sua cultura, com cada vez menor debandada de ”fiéis”.

Se o ateu quer transformar todo mundo em ateu, então deveria começar por ele mesmo, se casando com uma moça ateia e tendo muitos filhos com ela, chamando os seus amigos ateus, criando uma cultura, isto é, uma superestrutura que combina ideologia com cooperação grupal mútua (em outras palavras, vantagens para ”fazer valer apena”), basicamente o que todas as pseudo-religiões tem feito desde a muito tempo.

O problema maior seria se de fato alguns deles tomassem esta iniciativa e no entanto, espalhassem suas visões distorcidas e perigosas da realidade. Teríamos uma massa de zumbis mentalmente sofisticados repetindo os seus mantras de certezas absolutas, acusando os outros que destoassem de seus pressupostos de pseudo-cientistas, irracionais… em outras palavras, teríamos o totalitarismo do ateu ”modinha” e ou do ateu médio no mundo, que ao invés de usar o diálogo e o didatismo, se utilizariam de métodos mais obtusos para calar a boca da dissidência, sem qualquer tentativa de harmonização entre os grupos envolvidos.

Estúpidos complicam aquilo que deveria ser simples de ser entendido!! 

Este blogue, assim como muitos outros, se baseia no esclarecimento de algumas obviedades simples, e outras, nem tanto, porém que são entendíveis, a partir de uma perspectiva racionalmente otimista.

  • Matar o seu vizinho porque estava com vontade não é uma coisa legal.
  • Ser empaticamente nepotista com os seus filhos e desprezar um virtuoso que não é o seu parente, não é legal.
  • Chame do que quiser, os seres humanos são logicamente falando, diversos e isto que indicar que no mínimo exista alguma diversidade biológica entre eles. Espécies de pássaros que vivem em ilhas vizinhas porém distintas, tendem a desenvolver diferentes pressões seletivas e fenótipos. Muitos destes eventos tendem a acontecer a longo prazo, isto quer indicar que nós não veremos boa parte deles durante nossos períodos de vida. Mas isso não significa que não aconteçam.
  • Não somos todos iguais, ok??
  • O fato da inteligencia ser diversa, contextual e complexa, não quer indicar que não seja hereditária e baseada em predisposições ou potencial.
  • educação é acreditar que por esforço repetitivo, todos ou ao menos ” a maioria” poderá se tornar ”mais inteligente”. Ainda que exista ou sobreviva alguma verdade nisso, não quer dizer que ”basta a educação” para que possamos ver uma melhoria significativa da sociedade. Educação comportamental para dificilmente educáveis é uma perda de tempo, a não ser que você os entenda, isto é, sua psicologia média, e passe a aplicar o segundo tipo de educação que eu demonstrei neste texto. A Coreia do Sul, o exemplo mais comumente usado pelos ”especialistas” em educação, não conseguiu se tornar a nação que é hoje em dia, apenas por causa da ”educação” que foi empregada, mas especialmente porque seu povo já apresentava potencial a nível coletivo para produzir e sustentar uma nação de primeiro mundo. Se o básico da educação comportamental (superficial e portanto, igualmente superficial em empatia, mas é melhor que nada) como não jogar lixo na rua, não abordar mulheres na rua como se estivesse no cio, etc, não são facilmente internalizadas ou mesmo, dificilmente internalizados pela ‘população’ (em média), então vamos nos questionar o quão difícil será para que possam passar do básico no ”entendimento por padrões lógicos de comportamento e raciocínio”, para o mais complexo, como fazer contas, entender o significado das palavras, ser empático no ambiente de trabalho, ser tolerante com gratificações de longo prazo, ser organizado e ciente do dever civil de zelar pelo respeito ao bem comum, como não roubar, não matar, não brigar por motivações fúteis….. Estão percebendo que ”o buraco é muito mais embaixo” do que estão pensando.

O estúpido incapaz de auto-correção intelectual, apresenta grande dificuldade para entender, aceitar ou internalizar o básico, não apenas do conhecimento humano, mas principalmente em relação ao reconhecimento de padrões (especialmente em relação aquilo que é mais importante, mais visceral para o bem estar individual, coletivo e de todos as formas de vida deste planeta). O mesmo é anterior a transformação de percepções em certezas úteis e deveria ser fácil para a maioria de nós, aceitá-las e ou entende-las. Só que ‘por incrível que possa parecer”, o ser humano médio parece ser muito prodigioso em sua habilidade de ser medíocre (ainda que um cabeçudo medíocre e especial) ao confundir o simples com o complexo, novamente a minha metáfora quanto ao estrabismo natural de ”nossa” espécie. Ao ”confundirmos” o básico, o simples, caminharemos também para transformar a complexidade do pensamento em um show de horrores bizarro, isto é, expandir o errado, transformando-o em um monstro cada vez mais gordo e forte. A ideologia do igualitarismo, que é superficial, tendenciosa e que foi criada por razões obscuras, que não são conhecidas pelo ”grande público”, é um exemplo significativo desta realidade. Se a ideia-mãe está errada então é muito provável que a continuidade desta ideia também se fará igualmente equivocada, ainda que se possa melhorá-la ou mesmo adaptá-la corretamente, especialmente quando temos gênios com grande capacidade de manipulação semântica e simbólica.

A tempestade no copo d’água, a famosa expressão que deseja indicar excessos emocionais em relação a ‘trivialidades cotidianas’, dependerá do contexto, moral ou situacional adequado, porque o que é considerado como reação exagerada por alguns, poderá ser considerado como um atitude normal por outros. No entanto, é evidente que algumas ideias (que não são apenas ideias) estarão muito mais corretas do que outras. Você sabe o porquê de ir ao banheiro. Sabe que para construir uma casa, você precisa de cimento e argamassa.

Questões ”apessoais” são menos ”polêmicas”. 😉

Novamente, o mau uso do termo ”lavagem cerebral” e um exemplo bastante elucidativo de como que isso se manifestaria literalmente….

amish socialmente liberais, ateístas e homossexuais??
Se voce, hipoteticamente falando, fosse um professor e pesquisador na área de psicologia comportamental e conseguisse transformar um grupo de homens amish, que são heterossexuais, fervorosamente religiosos e socialmente conservadores, no seu exato oposto, ou seja, em homossexuais, ateus e socialmente liberais, por meio de maciça propaganda audiovisual, associando a sua ”religião” (cultura dogmática) com o típico comportamento ocidental e urbano, mais extremo, especialmente em relaçao a homossexualidade, então voce poderia escrever em seu trabalho que conseguiu fazer lavagem cerebral neste grupo de pessoas selecionadas.
Hoje em dia, em tempos de liberalismo social e demo(oligo)cracia, acredita-se que a maioria dos ocidentais estejam sofrendo ou sendo vítimas de lavagem cerebral. Pode ser verdade que as táticas usadas pelos ”engenheiros sociais” se consistam de fato em técnicas de hipnotismo coletivo. No entanto, outros fatores também devem ser levados em consideração. Por exemplo, a capacidade mental média da população alvo e as suas suscetibilidades comportamentais inatas ou biológicas, isto é, que são o resultado de maior epigenética, além da carga genética, diretamente produzida pela concepção primordial, do pai e da mãe.
O caso da homossexualidade é interessante. A maioria dos teóricos políticos conservadores, acreditam que o aumento ou suposto aumento (o que também poderia ser, ”maior visibilidade”) dos casos de homossexuais assumidos, seja um produto direto da lavagem cerebral que está sendo orquestrada pelo estado, por motivações escusas e sinistras (ainda que não tire este mérito deles, a parte final desta frase). No entanto, eles estão se esquecendo que genes e ambiente tem um papel mais do que fundamental na modulação de certas tendencias, de maneira complexa. Por exemplo, o aumento da idade dos pais para constituírem famílias (que tende a resultar em maior carga mutacional na criança), mais um ambiente cultural aberto para a diversidade comportamental, podem estar tendo um papel para muitos ”casos’. Da mesma maneira, o aumento da obesidade na população, que costuma ter como resultado, a redução do testosterona em homens e o aumento do mesmo em mulheres, em média, também podem ter um papel no aumento de casos de homossexuais, que por causa da cultura menos ranzinza a este estilo de vida, se tornam mais confiantes para ”se assumirem”.
Portanto, a conclusão ”lavagem cerebral” não parece fazer muito sentido para explicar este contexto (e vários outros).
Para que se possa diagnosticar como lavagem cerebral, deve haver uma modificação abrupta ou significativa do comportamento, de maneira que, processos naturais (predisposição ou estupidez, aceitação cega da narrativa imposta) não possam ter sido os principais vilões de tal situação.
Algo pouco provável que vá acontecer  é justamente o exemplo acima, dos amish. Primeiro, em relação a possibilidade de que uma universidade se sujeite a este tipo de estudo altamente imoral e arrisque sua integridade metodológica (momento de risos nesta parte, porque a tal integridade científica não parece ser uma constante, especialmente em termos morais, se temos cobaias humanas e não-humanas sendo usadas e descartadas, de maneira cruel). Segundo, pela igual improbabilidade de que qualquer grupo de amish ou de outros tipos super religiosos, pudessem aceitar a se sujeitarem a este tipo de experimento. Terceiro e último, ainda previamente especulativo. A possibilidade hipotética de que os amish possam modificar completamente o seu comportamento habitual, apenas para se adaptarem a ”religião” amish, ultra-reformada. Se isso acontecesse, minha aposta, seria de que a maioria destes homens se desligariam da ”religião”, ou mesmo, fundassem uma nova ceita, que preservasse os antigos preceitos. Aqueles que aceitassem, é provável que modulariam suas predisposições mais escondidas com o novo ambiente cultural.
Mas então por que que tantos ocidentais estão acreditando nos memes culturais da narrativa dominante tal como ”não existem raças humanas**” ou ”somos todos iguais”.
Primeiramente, é importante nos perguntar, qual que seria o real número ou percentual de ocidentais que acreditam de coração nestes memes. Claro que estou me referindo aos ”ocidentais nativos” ou de origem predominantemente europeia. Se de fato, tivermos um percentual estatisticamente robusto, isto é, com grande, gorda amostra de pessoas que foram questionadas, então nós poderíamos ter maiores certezas quanto a isso.
Suscetibilidades para internalizarem os memes culturais modernos, parecem se dar por duas vias
– estupidez na capacidade de interpretação da narrativa oficial + preguiça intelectual para investigação espontanea e pessoal + déficit na capacidade de capturar a imagem maior, o contexto, ”aquilo que importa” e relativismo niilista ou falta de idealismo, especialmente em relação ou em direção a ”oposição contextual” que é conservadora ou ”oposição natural” a favor da sabedoria prática e literal (que poderia ser resumido como ”psicologia e/ou cognição de gado),
– predisposições comportamentais contextualmente específicas (tal como no caso de ”se assumir” homossexual em tempos de desfiles coloridos por grandes cidades).
”Os” ocidentais estão sendo vítimas de lavagem cerebral??
resposta correta mais provável
Sim, parcialmente, porque técnicas de propaganda como repetição de frases populares de efeito como ”somos todos iguais” estão sendo empregadas diariamente por meio da mídia.
No entanto, não são todas as pessoas que estão modificando radicalmente o seu comportamento, mas apenas alguns grupos que, por meio de um ambiente mais aberto, estão decidindo se mostrarem do jeito que vieram ao mundo, não em termos literais, mas bio-culturais. A enfatização também tem um efeito. Antes, a família era o centro das atenções nas sociedades ocidentais. Hoje, são ”os” homossexuais, ”as” minorias étnicas, ”os” desajustados, que tomaram ou que foram colocados como exemplos morais a serem seguidos. No entanto, o alcance da narrativa é limitada, e sempre haverão pessoas que serão blindadas em relação a certos memes, mas não em relação a outros. Os memes culturais podem e parecem funcionar como chamariz, como um convite para assumir ou internalizar uma nova rotina de comportamentos que, por inúmeras razões, estavam sendo mantidos dentro de si, sem serem externalizados. O mundo humano é muito complexo. Por exemplo, a falta de mulheres para manter relacionamento, podem fazer com que alguns a muitos homens, se utilizem da máxima ”quem não tem cão, caça com gato”, e mantenham relações sexuais com outros homens. Muitas vezes, serão a vontade e a oportunidade que falarão mais alto (o mundo humano é complexo, mas tão pragmático quanto o ”mundo animal”. E neste exemplo, o pragmatismo parece ser mais importante para servir como explicação do que a complexidade dos ambientes sociais humanos, 😉 ).
Para terminar este texto, volto a repetir que, para que haja de fato, lavagem cerebral, existe a real necessidade de modificação abrupta do comportamento por causas não-naturais ou artificiais, em outras palavras, apenas em ambientes hermeticamente fechados, secretos ou fora da vigilancia da ética profissional, que se poderá modificar completamente o comportamento de um indivíduo ou de vários deles, apenas por propaganda. O que a propaganda tem causado aos ”ocidentais” é justamente a confusão mental, advinda da falta de sincronização ou coerencia correlativa entre aquilo que se ve e que se entende instintivamente, daquilo que está sendo dito que é, claro, com um queijo suíço de buracos de múltiplas exceções.
A estupidez das massas, isto é, de uma boa parte das pessoas, que tendem a ser
– intelectualmente mediocres,
– intelectualmente preguiçosas para evitar a mediocridade,
– energicamente extrovertidas para socializarem o máximo possível, sem se questionar se muitas das diretrizes impostas estejam corretas.
… é uma das causas principais para a sua letargia habitual.
Predisposições comportamentais e a capacidade humana de se adaptar a contextos impostos por seus ”superiores” (o equivalente ao fazendeiro de ”A revolução dos bichos” de George Orwell), especialmente em relação aos grupos que estão comportamental e também, implicitamente predispostos, amplia a ideia de que a lavagem cerebral seja muito efetiva, quando na verdade, está sendo utilizada para outras finalidades.
A ideia de lavagem cerebral se assemelha a da educação, onde que os princípios igualitários absurdos da filosofia revolucionária, desde a queda da Bastilha, que nos tratam como uma massa indissociável e essencialmente oca, preconizam que a causa para as nossas falhas, sejam inerentemente exteriores, porque ”seríamos” oprimidos (que está correto, mas nem tanto) enquanto que a minoria abastada seria de opressores. De fato, somos oprimidos, muito oprimidos,  e existe uma minoria opressora, mas também existe uma reciprocidade, onde que nossas tendencias para a estupidez, nos tornarão vítimas ideais para qualquer forma de opressão, porque quem não entende a realidade, está passível de manipulação, desde as mais sofisticadas até as mais tolas.

Entendendo o esquerdismo

Entendendo (ou, tentando entender) o esquerdismo:

Esquerdistas ou ( socialmente)  liberais são mais propensos a serem
ansiosos,

depressivos ( homens  fortemente conservadores também reportaram maior incidência de depressão mas bem menos que entre os fortemente esquerdistas ),

a sofrerem de fadiga crônica

a terem transtorno bipolar e transtorno sazonal de humor,

a terem sono mais instável e a terem maior frequência de sonhos com temática homossexual.

Por que os esquerdistas insistem sobre a supostamente ”enorme” influência de ”fatores ambientais” para explicar o comportamento humano ao invés da genética??

Boa parte dos argumentos feitos pelas pessoas, mesmo as de maior inteligência, em conversas e debates televisivos ou no cotidiano, são baseados em auto-projeção. Quando defendemos qualquer ideia, é muito provável de estarmos defendendo a nós mesmos. Não é um debate de ideias neutras retidas de uma apanhado de hipóteses racionais, mas sim de teor ideológico, e isto quer indicar, dualista ou extremista, tribalista e pessoal. Os socialmente conservadores não escolheram a sua ”ideologia de vida”, eles SÃO conservadores, em algum grau importante e difícil de ser mudado ou que  se relaciona umbilicalmente com a sua essência existencial ( reprodução e/ou sobrevivência) . As pessoas que sao mais emocionalmente instáveis podem de fato serem mais influenciadas pelas intempéries ambientais do que em relação aquelas que são mais emocionalmente controladas. Portanto, pode-se dizer que especialmente para os socialmente liberais ou esquerdistas, os ”fatores ambientais” ou ”não-genéticos” podem ter um maior impacto em suas respostas reativas de curto e longo prazo  do que por  exemplo, em relação aos conservadores ou a pessoas mais emocionalmente maduras. Quando nega qualquer participação genética no comportamento humano, o esquerdista médio está apenas fazendo auto projeção, que não seria muito diferente do que dizer ”Eu sou mais influenciado pelo que acontece de curto a longo prazo comigo… e isso deve acontecer com todo mundo”.
Claro que a conhecida ignorância esquerdista em relação a lógica ou coerência mental e ciência, especialmente  a biológica, também interfere no produto final ou  suas argumentações coletivamente uníssonas e holisticamente equivocadas.
No entanto, algo mais profundo do que apenas ”estupidez”, deve ter maior importância  na deflagração das crenças esquerdistas sobre behaviourismo. Da mesma maneira que a explicação para o comportamento habitual de conservadores médios, fervorosamente religiosos, perpassa as crenças filosóficas no livre arbítrio (autisticamente literalizado), que chamamos de predisposição genética, o mesmo acontecerá com qualquer grupo ou mesmo a nível de  indivíduo. Eu não duvidaria que as pessoas que são mais emocionalmente instáveis fossem também mais propensas a acreditar que seu comportamento fosse fundamentalmente modulado pelo ambiente e não a partir da atuação em conjunto  das intempéries ambientais e  de fatores genéticos ou nós mesmos, tal como que é compreendido por boa parte dos cientistas da área. O esquerdismo também parece se relacionar de maneira distinta com o narcisismo em comparação ao conservadorismo. Narcisistas em média são mais propensos a fazer considerações retidas de suas próprias opiniões. Não é errado fazer isso, eu mesmo uso a todo momento esta técnica aqui no blogue, o problema se dá  quando fazemos generalizações ilógicas ou inferências equivocadas, o famoso exemplo

‘eu não concordo que os negros sejam menos inteligentes, porque eu mesmo conheço muitos que são muito mais inteligentes que muito branco”.

Os esquerdistas também podem ser mais propensos a sofrerem de transtorno pós traumático. A hiper sensibilidade emocional que no passado era denominada como histeria, pode ter um papel para as constantes atitudes de extrema intolerância por parte deles quando se deparam com opiniões que destoem das suas. A incoerência mental é uma característica marcante entre muitos esquerdistas. A partir daí abrem-se brechas para muitas especulações.

A hipótese ”inteligente mas nem tanto”, se daria pela possibilidade de que o esquerdista médio seja a representação média das pessoas de inteligência (técnica ou cognição) razoavelmente-alta, de nível de estudante a professor universitário, principalmente das humanidades. Que não é uma assumidade cognitiva mas também não é um ‘‘average Joey”. Quando comparamos esquerdistas e conservadores clássicos, vemos diferenças pronunciadas entre suas capacidades médias, apenas pelo que  suas ideologias dizem. Por exemplo, o esquerdista médio tende a ser ateu e a duvidar da narrativa bíblica ou de qualquer outra religião, ainda que ensaie alguma tolerância superficial para a pluralidade religiosa ( menos o cristianismo porque seus Mestres lhe ordenaram que fosse assim ).  Em compensação, o conservador médio, em média ( e bota média nisso),  tende a acreditar literalmente nestas estorinhas de início de civilização. O pensamento mágico é uma característica importante em sociedades pré-civilizadas e uma boa parte dos conservadores por acreditarem nestes papos de igreja, são mais prováveis de serem mentalmente ”primitivos”.

O esquerdista médio e as cepas mais evoluídas de conservadores se assemelham mais entre si no sentido de que são menos propensos a terem crenças baseadas em pensamento mágico ou que não pode ser comprovado. Neste aspecto, o esquerdista será em média, superior ao conservador médio ou clássico. Mas uma boa parte das crenças que os esquerdistas dizem seguir não estão enraizadas nem na lógica intuitiva nem em lógica empírica. Por exemplo, a maioria dos ateus, que dizem acreditar e entender a teoria da seleção natural de Charles Darwin, também tendem a se definirem vagamente  como ”anti racistas”. O ateu médio adora postar em redes sociais que ”somos todos iguais” ou que ”os cérebros das raças são os mesmos”. O ateu médio que tem boas chances de ser mais voltado pra esquerda no espectro ideológico / político, é mais esperto ao renegar que as metáforas milenares da bíblia sejam factuais mas entra em coma racional ao entrar no coro dos behaviouristas comportamentais ao negar qualquer participação genética no comportamento humano.

Darwin é melhor que Jesus, mas Lamarck ganhou de Darwin???  quando o conservador médio, o religioso literal, se depara com o básico da ciência, sua cabeça tende a entrar em pane. Já o esquerdista, ainda terá alguma tolerância com a ciência, mas sabemos que é  muito baixa e não é suficiente para torná-lo incrivelmente inteligente ou ao menos predominantemente racional.

A hipótese ”estúpidos no poder” e ”senso comum” 

Se baseia no fato de que existe um trabalho por de trás do palco em que se almeja colocar esquerdistas em posições de poder. Se sabemos que eles costumam ser péssimos governantes, então uma explicação plausível para fazerem isso é a de que estes agentes secretos ( ou nem tanto)  desejam  sabotar nações, especialmente as ocidentais, com outras finalidades em vista. Os esquerdistas aparecem perfeitos para a função porque seus líderes costumam ser de psicopatas ( dos conservadores também ) enquanto que os seus seguidores  costumam ser de pessoas muito ingênuas ( e estúpidas, ingenuidade extrema é uma forma de estupidez) . Isso sem falar no braço eleitoral demograficamente relevante, que é composto por dependentes ‘pobres’. É por isso que dizem que o esquerdismo se consiste em um regime facistóide com um sorriso no rosto. Nas sociedades hierárquicas e primitivas dos seres humanos, aqueles que detém o poder, são os que ditam as regras de convívio e as crenças que vão predominar. Sim, racionalidade, empatia, inteligência, criatividade, sabedoria, são palavras ideais para mundos ideais, na realidade humana, ganha quem é mais forte.

O famoso ”consenso popular”.

Portanto, se os esquerdistas dizem que os homossexuais são extremamente superiores aos heterosexuais, então com base em chantagem e repetição constante nos meios de comunicação, este exagero se tornará a mais pura verdade. E o esquerdista médio se tornará convencido de que as suas ideias estão corretas se celebridades e pseudo-cientistas carreiristas lhes disserem que o que acredita esta correto.

A hipótese  ” Born that’way”

Acreditamos ou somos forçados a acreditar que inteligência seja sinônimo  de racionalidade. Mas a inteligência é um termo muito vago e racionalidade, segundo muita gente, se baseia no ”senso comum” e não naquilo que é, na verdadeira causalidade conceitual e literal!! Portanto, ser cognitivamente inteligente, não será um salvo conduto para ser tambem mais racional, e o fenomeno do esquerdismo nas frações inteligentes nos mostram que esta realidade está parcialmente correta.  O pensamento lógico racional é oriundo de duas variáveis essenciais da vida, sobrevivência e reprodução. Estamos a todo momento pensando numa maneira de mitigar potenciais riscos de morte.

Outra teoria, complementar as outras é claro, é a de que o aumento da complexidade mental tenda a resultar em perfis cognitivos ”aberrantes”, tal como eu sugeri no texto ”pai yuppie, filho hippie”. E que o esquerdismo possa ser tal como um perfil intelectual intermediário (novamente, pegando a ideia de que algumas características sejam intermediárias). Interessante que quando eu tinha 18 anos de idade, fui solapado por ideias claramente esquerdistas. Por exemplo, eu me lembro que quando comecei a estudar demografia mais a fundo, fiquei muito feliz com o multiculturalismo na Itália (mais especificamente) e me encontrava ansioso por mudanças demográficas, isto é, que a população italiana se tornasse mais e mais ”diversa” e ”menos branca”. Sim, eu tinha 18,19 anos, um ano depois de ter entrado na faculdade. Será que em termos de idade mental, o esquerdista médio poderia ter parado na casa dos 18 anos**** Faz até um certo sentido visto que apesar dos claros déficits cognitivos holísticos (ou morais), eles tendem a ser mais preocupados com situações que denota maior amadurecimento. O caráter intermediário do esquerdista médio nos mostraria que ele se encontraria entre um conservador clássico ou médio, que tem poucas certezas sobre a sociedade (capitalista) em que vive e entre intelectuais de grande capacidade. Meio filósofos que acabam morrendo no meio de uma lagoa, chamado esquerdismo. Será**

Um estudo recente onde que foram produzidos ratos de laboratório mais inteligentes, descobriu-se que além da  maior capacidade (óbvia) de aprendizado ( e adestramento??), estes ratos geneticamente modificados também se tornaram  menos alertas a perigos iminentes de vida, como por exemplo em relação à presença de gatos, seu predador habitual, no mesmo ambiente em que se encontram. Menores níveis de ansiedade podem ser bons para o aumento da capacidade cognitiva ( aprendizado ou adestramento**) , mas também podem resultar na redução da capacidade de vigília, de sobrevivência.

Alguma semelhança com os esquerdistas???

Sabe-se que o parasita toxoplasma quando infecta o cérebro de ratos, provoca a indução do comportamento suicida, que faz com que o rato afetado sinta uma mórbida atração pelo gato, seu maior e mais conhecido predador.

E imaginem que o mesmo parasita parece estar relacionado com o comportamento suicida entre os seres humanos. (e eu fico imaginando, cá com meus botões, se eu não tenho esta galerinha em minha cachola). Claro que todo ser humano tem microorganismos em seu corpo, e como eu já falei algumas vezes aqui, existe uma diversidade de tipos e funções. Sem falar que nossos genes, de acordo com a minha hipótese, seriam relíquias coevolutivas dos primeiros microorganismos, das primeiras formas de vida, e nós seríamos como os seus bolores.

Alguma semelhança com os esquerdistas e sua conduta com criminosos violentos** (ou predadores humanos).

O esquerdismo ideológico pende neurologicamente para a dominância ”anomala” do lado direito do cérebro, que explicaria a ocorrência mais elevada de disturbios de humor entre eles como ansiedade e depressão.

Hipótese, esquerdismo como déficit na capacidade de reconhecimento holístico de padrões (aquilo que realmente importa, reprodução-sobrevivencia) .

Uma recente pesquisa encontrou que enquanto que os conservadores tendem a ser de pensadores holísticos, os esquerdistas tendem a ser de pensadores analíticos. Um pouco complicado resumir uma possível complexidade correlativa apenas desta maneira, mas parece fazer sentido, conceitualmente falando, que os conservadores sejam mais atentos com a imagem maior, ainda que de maneira pleistocenica, enquanto que os esquerdistas sejam mais propensos no pensamento analítico ou que busca detalhes dentro desta imagem maior.

Influencias ambientais seriam encapsuladas por interações genéticas entre os seres envolvidos e em relação ao meio em que vivem**

O fator genético no comportamento humano parece, conceitualmente falando, mais relacionado com uma suposição de natureza holística enquanto que o fator ambiental ou circunstancial se assemelha com uma suposição de natureza analítica.

Parece evidente que o esquerdista médio tenha uma tendencia para ter déficits na capacidade de pensamentos de natureza holística, de capturar a imagem maior. Sua ingenuidade, em partes, pode ser explicada justamente por este déficit.

Animais domesticados são socializáveis e treináveis. Conservadores também seriam mais como animais domesticados, mas de uma cepa mais antiga.

Hipótese” todas as alternativas anteriores, tudo junto e mischturado”

O mais provável de ser,

o esquerdismo é uma predisposição comportamental inata, lembrem-se da minha metáfora da piscina para explicar a hereditariedade e expressão de comportamentos , que tende a ”acometer” uma importante parcela das pessoas que ”pertencem” ou podem ser alocadas dentro da ”elite cognitiva”, que em jargão unilateral psicométrico, quer dizer, que ou aquele que pontua acima de 120 em testes de qi e que também tende a ser mais comum em pessoas com nível (de estudante) universitário de capacidade (técnica ou) cognitiva. Existe um complo(t) conspiracionista que tem como uma de suas estratégias, usar pessoas (relativamente) inteligentes e muito ingenuas como pelotão de apaziguamento reativo, isto é, aqueles jovens mais artísticos que gostam de chamá-lo de ”racista, homofóbico, misógino” (e em parte eles tem razão, a verdade está em todo lugar) assim como também o grupo de carreiristas oportunistas (em jargão psiquiátrico, psicopatas de alto funcionamento), mentirosos profissionais, que se utilizam de toda a sorte de chantagem emocional, pseudo-científica e ou semantica para manter o trem suicida chamado ”Ocidente” no caminho em que está trilhando.

”Racismo”, ”homofobia” (apesar de aspeá-los, isso não quer indicar que esteja desmerecendo as suas existencias negativas dentro das interações humanas), ”misoginia”, são usados como armas verbal-semanticas e emocionais para calar a dissidencia mas também como distrações, além de toda a sorte de indústria recreativa, inclusive e talvez especialmente a cultural, para  as massas  de todas as cepas cognitivas em relação ”aquilo que realmente importa”, ainda que, o bom e civilizado tratamento a todos os tipos neutros e virtuosos (especialmente) de seres humanos também seja algo que importe e muito. No entanto, estas expressões vagas de ordem não tem como intuito ”fazer o bem”, mas fazer o mal disfarçado de bem, ” os fins justificam os meios”, dizem. Os esquerdistas, como eu vou falar em outro texto, parecem ser mais geneticamente mutantes que os conservadores, em alguns aspectos, por exemplo, na grande proporção de homossexuais dentre outros tipos de sexualmente fluidos, de maior incidencia de distúrbios de humor etc…

Ingenuos, menos tribalistas (porque tendem a serem menos parecidos com os seus pais e parentes***), menos sexualmente dimórficos, mais criativos, mais intelectualmente orientados, sendo selecionados para ocupar posições de poder…. e também com déficits em pensamento holístico**

Qi ‘não é” inteligencia parte 127…. e a sabedoria como o hiper desenvolvimento (de natureza inata) de habilidades cognitivas essenciais (reconhecimento de padrões)

Qi não é inteligencia, qi se correlaciona com inteligencia # (traduzindo= hashtag)

Tal como eu já falei sobre as possivelmente verídicas diferenças entre as inteligencias de predador e a de neotenico, a escola assim como também a psicometria, visam conceituar unilateralmente apenas um tipo de inteligencia, aquela que melhor se adere as necessidades do sistema. Poder-se-ia dizer ainda que quase todos os modelos psicológicos de comportamento, usados para categorizar os tipos de personalidade e julgar atitudes, sejam baseados em um contexto social particular, o ocidente urbano e moderno, e isto também quer indicar um viés (preconceito potencialmene negativo) político.

Os cachorros (domésticos) mais inteligentes, são aqueles que aprendem com maior facilidade os comandos de seu ”dono”. Isso é ser mais inteligente**

Para um cachorro domesticado, sim. Mas não será para ser realmente inteligente. O inteligente absoluto ou o sábio, mais do que qualquer outro, sempre se questiona em relação as verdades absolutas (de momento e milenares) que estão sendo socializadas em seu ambiente.

Por que existem reis e rainhas** Por que algumas pessoas ganham muito mais do que as outras sendo que fazem muito menos para merecer** Por que muitos retardados mentais se tornam ”famosos” e também entram na folha de pagamento da classe parasita e inútil da nação** Por que eu tenho de fazer um exame público, generalista, disputar vagas de emprego com outras trocentas pessoas** Por que não pode ter emprego pra todos** Por que pessoas ricas falam em ”igualdade”, se elas mesmas são ricas e portanto, desiguais em relação aos outros** Por que as pessoas, em média, ”preferem” acreditar em ideias equivocadas (envernizadas de ”fatos”) do que de tirar as suas próprias conclusões** (ainda que estejam apenas parcialmente corretas) . Por que existem guerras*** Por que dizem uma coisa mas fazem outra** Por que poucos são coerentes a longo prazo com os seus pensamentos e ações***

Se voce pontuar 230 em um teste de qi e for uma pessoa politicamente acrítica e intelectualmente raquítica, ainda assim, uma multidão de losers, que eu chamo delicadamente de ”iqtards”, irão te louvar como o mais novo ”genio” da paróqia.

Agora, se voce pontuar 105 em um teste de qi mas for o tipo de pessoa que está sempre se questionando sobre o porque das coisas serem assim e não assado, pode esquecer, a maioria, e nós sabemos, que maiorias humanas costumam ser diversificadamente medíocres, um arco íris de vergonhas alheias coletivas, nem dará atenção pra voce, porque afinal de contas, ”o genio é aquele que pontua muito alto em testes de qi”. Quem sempre reclama (daquilo que merece ser criticado, pelo bem da inteligencia, sabedoria, empatia… virtuosidades) é um ”recalcado”, porque tem ”inveja”, é o novo ”argumento” dos humanos super domesticados que chamamos de ”esquerdistas” (não ”todos”, é claro).

Eh interessante perceber que ”até mesmo” alguns ‘mensaleiros”, admitem que seus resultados em testes cognitivos não são atestados de genialidade, talvez de grande inteligencia convergente. Genialidade é diferente de inteligencia escolástica, podem se correlacionar, mas não são sinonimos, de ser um produto do outro.

A ”educação” pode ser resumida da seguinte maneira

Avaliação de longo prazo sobre a capacidade dos semi-escravos para aprenderem um conjunto superficial de habilidades cognitivas que são ideais para sustentar o maquinário sócio-hierárquico do sistema piramidal vigente.

A educação também parece servir como uma maneira de

  • inculcar a ideologia dominante desde cedo nas cabeças de intelecto mediano ou com qualquer outra fraqueza (contextual porém decisiva) psicológica,
  • manter os filhos dos trabalhadores sob o cuidado do estado, para que os pais possam trabalhar como quase-escravos em tempo integral e encher os cofres de uma ínfima parcela demográfica

O ser humano, em um ambiente culturalmente carregado, precisa (precisa mas não tem, por razões genéticas ) ser provido de razoável a grande capacidade no reconhecimento de padrões, tanto de buscar a imagem maior, quanto de ser bom para o pensamento analítico ou detalhista. Percebam que o cenário cultural em que se está inserido é de fundamental importancia para que  se possa modular a capacidade individual (e coletiva) de se responder apropriadamente a cada uma das múltiplas interações que participamos a nível diário, de curto a longo prazo. A inteligencia bruta ou sabedoria se encontra dentro do conceito de Geografia, é a técnica de interação entre o homem e o seu meio, sempre buscando pela conservação, de si, mas também do ambiente em que se encontra, porque dependemos da saúde do mesmo para que possamos sobreviver em segurança.

Analisamos a inteligencia dos animais ”selvagens” ou que não foram domesticados, por meio de seu comportamento no meio em que vive. Os animais não-humanos mais inteligentes são aqueles que melhor se adaptam ao ambiente. Existe um espectro (sempre existe) entre o grau de preponderancia na seleção dos mais adaptados pelo ambiente e do próprio ser, isto é, manipulando o ambiente, ao invés de ser manipulado por ele. Sabe-se que os mais adaptados tendem a ser os mais inteligentes, ainda que o fator contexto, também seja de grande relevancia. Então, nós temos uma variação de uma determinada espécie, que está adaptada, sobre certas circunstancias, mas que não estará adaptada sobre circunstancias discrepantes. Nós temos dois vencedores para contextos ambientais distintos. O ser humano tem uma janela evolutiva de oportunidade para selecionar o seu tipo mais talentoso nesta tarefa, o criativo objetivo ou prático. A criatividade é o próprio livre arbítrio. A partir do momento em que podemos modificar uma resposta reativa instintiva por outra, isso já pode ser considerado como uma capacidade criativa, de não usar sempre as mesmas respostas e também como uma capacidade de escolha, ainda que como eu sempre digo, seja limitada.

 

 

Em matemática, para aprender um idioma, para entender as leis da física ou para criá-las, para entender filosofia, para amarrar o cadarço dos seus sapatos, para fazer sexo, em tudo, reside aquilo que os psicometristas cunharam de ”fator g” ou capacidade para reconhecer padrões. Esta é a base da inteligencia, da cognição e todos os seres vivos apresentam esta capacidade, se consiste no próprio ato de viver. A fiação neurológica que se ramifica como galhos de árvore por nosso corpo, também se fará presente e influente em quase todos os animais e explica o porque de ”quando se tem asas, elas devam ser usadas para alguma coisa”. Claro que a partir daí, nós vamos ter desde as águias, que são prodigiosas nesta capacidade, até as galinhas e os pinguins, mas as asas também podem servir pra nadar, emulando a função de remos em uma canoa, e as aves predominantemente aquáticas ”sabem” (organicamente, consciencia corporal, a consciencia da clausura) disso.

No entanto, muitos ou a maioria dos psicometristas, também acreditam que os testes cognitivos possam analisar com grande eficiencia o fator g. Talvez isso seja verdade para a capacidade de adaptação dentro do contexto escolástico, fordista, da sociedade em que vivemos. Mas não parece ser positivamente correlativo para o verdadeiro fator g, a base da inteligencia que entendemos como reconhecimento de padrão. Aí reside a diferença da ”inteligencia do animal domesticado” ou neotenico, em comparação ao ”animal selvagem” ou ”não-domesticado”.

Os cachorros  mais inteligentes são aqueles que são mais rápidos e eficientes na memorização de comandos repetidos por seus ”donos”. O trabalho semi-escravo nas ”civilizações” se baseia no mesmo tipo de adestramento que fazemos com os outros animais, se chama gratificação psicológica”. Nos mandam fazer uma tarefa, geralmente que será de natureza técnica e repetitiva e nos dão ”dinheiro” ou o biscoitinho como recompensa. O politicamente correto é como ”se fingir de morto”. Eh uma orquestra onde que as pessoas são convencidas a cooperar com o sistema, de alguma forma.

A análise cognitiva dos lobos, se dá com base em sua capacidade de adaptação no ambiente e isto se relaciona com a ”base da inteligencia”, que a sustenta, a capacidade de reconhecimento de padrões, detalhistas e globais ou ”imagem maior”.

A maioria dos tipos de inteligentes nas sociedades ”modernas”, estão parcial a predominantemente desprovidos desta capacidade, a inteligencia bruta ou ”espectro cognitivo da sabedoria” e é justamente por isso que os tipos de psicopatas de alto funcionamento são tão bons para conquistar o poder e ditar regras totalitárias, oriundas de sua mente megalomaníaca. Porque o psicopata de alto funcionamento é um tipo negativo de sábio, que pode entender todos os padrões de funcionamento do ambiente em que vive e adaptá-los a si próprio. Ele pode não ser um exímio poeta ou um compositor espetacular, um matemático genial, mas será excelente na sua capacidade de ver a realidade bruta por de trás de toda a complexidade de símbolos, alegorias e crendices que permeiam a vida humana, os auto enganos que são tão importantes para o animal com lampejos constantes porém imprecisos de autoconsciencia. ”Precisamos” das muitas ilusões das quais acatamos porque se não teríamos uma grande incidencia de suicídios por causa de uma provável epidemia de depressão existencial. Precisamos ter uma razão para existir, isso é poderoso, raro porém bastante angustiante. E a religião aparece para preencher esta lacuna, não apenas a religião clássica, mas qualquer tipo de idelogia. Precisamos de um caminho para transcender e de ter certezas, mesmo que sejam certezas negativas como a de que o Brasil jamais será um país desenvolvido ou de que o ”mal sempre vence”.

O sábio genuíno, a versão positiva do psicopata, que também é muito prodigioso para entender a realidade, poderia então ser caracterizado cognitivamente como o super desenvolvimento das habilidades intelectuais mais puras, que como eu já disse aqui mais de uma vez, se consiste na base da inteligencia.

Em minha constante e ascendente empreitada na tentativa de desligar a bomba relógio cognitiva da modernidade, a crença dogmática ou dogmalogia na psicometria cognitiva como espetacularmente precisa na medição da ”inteligencia” (provavelmente no plural), faço como conclusão deste texto, uma nova afirmação retida de minhas observações sobre o assunto em pauta, a de que os testes cognitivos meçam habilidades cognitivas que se correlacionam com certas dimensões da inteligencia, mas que por se basearem apenas na analise cognitiva, em um hipotético cenário culturalmente neutro, não pode ser considerado como abrangente. Em outras e distintas porém convergentes considerações, os testes cognitivos se assemelham ao adestramento de animais domesticados e não em relação a toda a multidimensionalidade da inteligencia, esta por sua vez, que tem como base a capacidade holística e detalhista de reconhecer padrões (assim como também de manipulá-los ou produzir novos padrões), o espectro da sabedoria cognitiva.

 

Respeito a (pseudo) religião**

Se eu te respeito e a recíproca é perfeita, então não tem jeito, é assim mesmo, se chama empatia, para que se produza altruísmo, uma mão lava a outra, é uma corrente de simpatia, pela alma amiga ou mesmo desconhecida, mas que com sorrisos de alforria, se liberta de sua escravidão chamada ego egoísta e se torna um ego alquimista, que faz mágicas pensando na harmonia.

Deus é um só, é uno e só pode ser fidedignamente reproduzido por nós, humanos, em seu melhor momento, em sua melhor aparição, ele não tem rosto, porque é tudo.
Eu não respeito quem não merece, respeito quem é sábio, e por isso poucos podem te-lo. Há de se ter paciencia para com aqueles que, a priore, se deixam levar por suas paixões vãs, seu instinto, sua naturalidade que não se harmoniza, mas julga sem racionalizar, sem ter a mente lisa e compacta.
Religião é o ato de tatear no escuro, buscando por um sentido maior para a própria vida, tentar crer sem ter certezas, de buscar pelas respostas mais coesas e profundas de nosso ser.
Religião também pode ser traduzida por amor, pela harmonia, pela estabilidade, pela humanidade, de se encontrar parada rente a um furacão a lhe engolir, e resistir, de observar e pensar, por que** Onde está** para que** Traduzir o seu conceito de ser humano.
Não é uma inquisição de pessoas, mas de ideias, de tentar vence-las, de tornar dúvidas em respostas, de mágica, de alquimia, de misticismo realista. De ver aquilo que sua visão não pode te mostrar, de tentar ver o corpo que te encasula, o gigante céu, sua Lua, e seus mistérios.
A Terra nos dá vida e ar, porque se harmonizou, agora nós precisamos fazer o mesmo. Mas devemos também mante-los, estes selvagens intelectuais que usam seu instinto animal para buscar, para inovar. Só que por agora, não será mais com base na destruição, nas na empatia entre seres vivos e eternamente estáticos, entre o atrito da existencia viva e da existencia morta, que é parte da Terra e não um indivíduo, que não tem juízo de suas ações.
Seu Deus exaltado de seus lábios, não existe, não é ação, é uma estorinha triste de ódio e de destruição, abençoado por seres vis e sem consideração. Chega deste lixo, eu quero a verdadeira religião, é um amor a razão, a pessoas reais, a fazer-se sábio e a sussurar atitudes ideiais.
Eu não respeito quem usa ilusões para viver a realidade. Não respeito cultos de perseguição, sem sentido. que caiam por terra, eu quero a criatividade, a sabedoria e a inteligencia como minhas fés mais profundas, crer em mim mesmo. Eu quero que voltemos ao desenvolvimento da autoconsciencia.

Aqueles que falam muito de Deus…

O que que Deus tem a ver com o amor (ou mesmo, vá lá, o sekço) de duas pessoas*** 

Aaa Deus, teu nome é tão falado, mas poucos sabem o que realmente significa, o que tu realmente és. Estes que gritam teu nome para invocar autoridade moral, são aqueles que menos entendem que tudo aquilo que sobrevive e morre, que está em harmonia, que nos faz ver a noite e o dia, o desabrochar e a morte de uma linda rosa, as boas ações, resplandece o teu verdadeiro significado.

Mesmo aqueles que nasceram diferentes, que por qualquer razão ou finalidade, não irão participar do jogo de cadeiras que se consiste o ciclo da vida, da renovação, do nascer jovem, do procriar vigoroso e do morrer sábio. E sabemos que alguns, já nascem dotados de grande sabedoria. A morte não é tão odiosa assim, porque suas vidas estão muito entretidas, voltadas para este grande espectro entre o viver e o morrer, entre o ser e o não ser, ou sei lá o que…

Quem usa em excesso o  teu nome como maneira de invocar o seu amor grandioso, superlativo e generoso, o usa apenas como maneira de impressionar aquele que o critica por sua hipocrisia. Portanto, teu nome, teu significado, tua essencia, são virtualmente inexistentes, é uma palavra vaga, sem qualquer teor de racionalidade, se a harmonia é empática, a razão também será. Se a destruição é ilógica ao quebrar o canto harmonico dos pássaros, das máquinas de cartilagem e de energia vital, então tudo aquilo que pode ser construído e expressar harmonia, será racional e portanto empático, cooperativo. Relógios são empáticos, a máquina é empática, apenas entre si ou também para os outros.

Aceitar o diferente, que não será uma tormenta cheia de raios, mas que será a sua própria, deveria já ser um instinto natural na tal espécie inteligente, aquela que se diz tão superior, que trata o resto como animal e trata a si como filhos de ti. Que renegam teus irmãos de transcendencia, que existiram para que nós pudessemos, agora, existir e brilhar, para a categoria dos ”outros”, irrelevantes, inferiores, menores, passíveis de assasinatos sem qualquer razão. Se podemos tratar suas peles como produto a ser comercializado, então onde é que estará a tal sapiencia do homem que se qualificou como tal** Como o sábio, o sapiens, o inteligente, o racional, o único que é criativo, o singular… Deve ser porque ”temos” a tendencia de coletivizar tudo o que de bom já foi feito como ”humanidade”, enquanto que humanos completos, são poucos.

Talvez, todos os defeitos que nos mantém presos a estes pés símios, possam ser oriundos justamente desta fricção entre a identidade humana e a identidade não-humana, animal, do outro, dos genes lixo.

Claro que não é sempre, porque o sempre é sempre muito diverso e não um bloco de concreto, um muro de lamentações e de elucubrações, um muro mas muito mais, e ainda assim é apenas ele. Sim, eu posso ver pessoas onde elas não existem, posso ver rostos onde tem matos ou rochas. Deve ser porque estamos todos muito parecidos em nossas dimensões materiais, porque o ser humano expressa a si mesmo por meio de sua panaceia de símbolos e significados, que se acumulam com o tempo, tal como a areia que se acumula em uma duna, mas que é provável de se dissipar, especialmente, em contato duro e perigoso com tempestades de sua mesma matéria, deste jardim de infancia de pedras minúsculas, de raspagens do elemento inanimado que usamos como ferramentas e que o enfeitamos.

Enfeitamos nossos lábios de mel azedo para falar em nome de ti, por ti, por tua causa, por tua suposta mensagem dada a seres preciosamente escolhidos, tolhidos do barro, sujo e lamacento. Mas na verdade, na realidade, na literalidade, tudo isso não passou de um sonho, de um devaneio, que se coletivizou, conquistou corações, abaixou as calças de milhões, os fez ajoelhar por ti enquanto que aquela estátua e aquela organização, não estavam a te representar.

Por causa de pequenezas da alma, essas pessoas loucas sem suas camisas de força, passaram a acusar qualquer um que não adorasse a ilusão de suas crendices, de sua literatura infanto-juvenil, o tal amor, a tal esperança, a bondade impossível, de tão impossível que só poderia existir no mundo da metafísica. Um desenrolar sem fim de tristezas, de carnicifica dos mais diversos níveis, a aspereza do confuso, o humano evoluiu em sua confusão, em sua ganancia, e não em sua inteligencia, em sua real sabedoria, em sua real criatividade, em sua real empatia. A tecnologia é um engodo, é uma maquiagem quanto a nossa real situação enquanto espécie, enquanto entidade mental coletiva de indivíduos, todos eles, em um algum grau de ilusão, de confusão, de não entender a realidade mas acreditando que está conseguindo faze-lo, consumir a realidade que não é real, elogiar caricaturas grosseiras das curvas reais de um mundo lá fora, que existe independente de sua observação, independente de existires ou não.

Mesmo quando a beleza do amor tenta se consumir no físico, no agora, de qualquer maneira, mas sendo ele, legítimo, característico a sua natureza, que não é perversa, mas significativa, estes adoradores da ilusão, do diabo com roupas brancas e cabelos grandes, o pop star que varou o tempo de sua criação e se consome até hoje, um fogo que queima, arde e mata, aparecem para apontar com seus dedos, suas unhas grandes, sua máscara de simpatia, seu olhar angelical, escondido em uma face iludida e perigosa por causa de sua loucura normal, para generalizar, para tratar como o pobre gado que engorda e mata esta praga que anda ereto e devora a mãe Terra, o estupro que nunca é concedido. A grande ilusão humana, sua tocha que não é o fogo, que apenas o sol pode esquentar sem causar ferimentos nas mãos ou no corpo.

Essas pessoas que não entendem de quase nada, que mal podem entender os seus próprios parentes, que respondem aos seus instintos mais primitivos ou potencialmente prejudiciais, conflitivos, sem reflexão, que não usam o mais elementar de todos os presentes que Deus deu ao humano, aquele que pode procurar-lhe, que pode indagar-lhe, que pode lhe fazer real e não apenas o psicopático de duas caras, que é subjetivo, irracional, contraditório, que prega amor mas prega pregos em nossas mãos calejadas.

O ato de deixar alguns rios seguirem seu rumo, buscarem por si próprios, por seus mares de compreensão, de aumento de entendimento, porque os oceanos são assim, grandes, tudo fica claro e fácil, a água de rio se liberta quando encontra o seu mar. Nem isso, estes seres iludidos, perigosos e inconscientemente falsos são capazes de fazer. Eles são cegos e querem a tudo dar um caráter de Deus, o deus pedra, o deus símbolo, o deus livro, o deus palavras vagas, para enganar teu coração, ruborizar sua face de uma certeza, a eternidade da esperança, a que nunca morre mas também nunca chega, nunca se consome, as tais mensagens de esperanças que são metafísicas demais, e que vem acopladas por juízos de valores, julgamentos e maldições, xingamentos, ódios, se é ela espada que se conquistam e dilaceram corações, então estes deuse falsários, são demonios.

O homem nunca foi tão confuso e continuará assim sendo enquanto não tentar sair desta teia de absurdos, este ninho de cobras, esta fazenda de ilusões, este carnaval de alegorias, de fantasias obscuras, sarcásticas, sem moral, sem a real moral, o amor, a razão, a maturidade, a diversidade real, a empatia, o equilíbrio, porque a própria Terra é o maior sinal de empatia que existe, o sinal de bondade, sua perfeição. E só deixaremos de ser escravos, quando tivermos razão, não aquela, a do ego iludido e confuso, que é extremamente prolífico, mas do ego-deus, do filosofar, sempre em busca da harmonia das ações e reações.

Decepção Hbd final

Um Adeus cheio de ódio aos neoconservadores sionistas, arrogantes, psicopáticos, classicistas e idiotas que compõe a maioria deste antro de desinformação sofisticada e de pedantismo intelectual gritante em triste e morosa combinação com uma incapacidade de acessar a sabedoria, que na minha opinião, parece muito fácil de se fazer…

Pessoas estúpidas não sabem que são estúpidas, especialmente se forem quantitativamente inteligentes.

Acho que desde quando comecei a usar a internet , mais ou menos no ano de 2008, que passei a seguir os blogues da ”comunidade” ”hbd” (sic!! apenas em 2015 que Hbd Chick resolveu escrever que ”o hbd não é apenas qi”, um pouco tarde pra fazer isso não**). Hbd Chick parece ser a porta-voz do grupo ao persuadir femininamente que apesar de todas as aparencias e evidencias, a comunidade Hbd não é política e portanto não é conservadora… Poupe-me. Quem ela quer enganar**

Infelizmente eu devo ser um dos raros espécimes humanos que está neste exato momento escrevendo um blogue que não fala sobre o mundo mediante uma única perspectiva unilateral, mas que tenta entender, reconciliar e propor um modelo de mundo, baseado na simplicidade e na elegante sabedoria como ferramentas essenciais de convivencia, bem estar e progresso.

Não, eu não caio na suposta neutralidade da natureza política desta comunidade se para cada 10 blogueiros, 9 são conservadores, 7 são neoconservadores, a metástase sofisticada e mais perigosa do conservadorismo psicopático, um mister Burns com esteroides.

Assim como acontece com qualquer outro blogue conservador, fala-se mal daqueles que não são ”amigos dos amigos”, demonizando-os, desumanizando-os por meio de generalizações grosseiras de gente que não sabe o que está dizendo, escreve por ódio e por um sadismo descompromissado e fala-se bem daqueles que ”fazem parte do grupo”. Parece fácil entender o porque de muitos homossexuais se aliarem a ala mais a esquerda do espectro político. Porque em quase todas as religiões, especialmente as monoteístas, eles são retratados como aberrações*** Será que é por causa disso** Eu ”não sei”. Pessoas verdadeiramente inteligentes são perceptivas e usam a sua percepção aguçada para solucionar problemas e como consequencia para harmonizar. São filósofos natos.

A maioria dos blogueiros hbds tem públicos muito específicos e bem demarcados, onde há um claro predomínio de conservadores. Mas a ideia de conservadorismo e esquerdismo, na verdade, esconde uma faceta ainda mais profunda da mente ignóbil humana, o dualismo. Mesmo que não houvesse uma predominancia de conservadores dentro da comunidade hbd, ainda haveria uma predominancia lógica de dualistas. O dualismo vem com naturalidade em nossas mentes, porque se baseia profundamente na ideia de competição. Mas também podemos pensar que os verdadeiros homens ou genios sempre foram poucos, então que não é surpreendente que mesmo nos rincões mais inteligentes, ainda haverá apenas uma minoria de tipos virtuosos. A sabedoria funciona como um meio para conter o pensamento dualista ou monocromático, salpicado de injustiças em potencial.

As vacas sagradas da ”comunidade” hbd

Onde existem vacas sagradas, isto é, grupos ou coletividades intocáveis, existirá a subjetividade e manipulação para análise e julgamento. Na comunidade hbd, judeus e leste asiáticos, e especificamente os chineses, são as vacas sagradas mais importantes. Ambos são retratados como o epítome do intelecto humano, providos de imensa inteligencia enquanto que o mais outlier dos orientais, os japoneses, tendem a ser pouco positivamente falados, sem falar é claro, na tendencia quase que irresistível de evitar falar sobre a superioridade bio-contextual marcante dos europeus.

Talvez, astutamente, os hbds ou aqueles que criaram o ”movimento”, tenham percebido que seja menos ”politicamente incorreto” elogiar não-brancos e caucasóides marginais como os judeus (marginais em vários sentidos e claro, com suas exceções,que devem ser muitas) do que para apontar para o grande elefante branco no meio da sala.

Eh interessante pensar que enquanto noticiam sobre mais uma suposta estripulia da suposta organização criminosa de nome ”Isis” e a comentar sobre o quão inferiores são os negros e quão perfeito são os lírios brancos, os hbds parecem desprezar o enorme papel que uma de suas vacas sagradas tem sobre a atual situação que predomina nas nações ocidentais.

A comunidade hbd foi fundada, não-tão-espontaneamente, para mitigar o papel judeu nas transformações hiper-dualistas e conflituosas do mundo ocidental. Eles são a tese da antítese ou esquerdismo e da síntese ou conservadorismo.

Imaginei tolamente que teria algum impacto positivo na comunidade mas vejo que só estou perdendo o meu tempo com eles e não duvido que a recíproca também seja verdadeira.

Os conservadores e os europeus em geral, estão acordando, mas não pense que eles sairão coletivamente de dentro da caverna, porque com o iluminismo, que resultou no esquerdismo moderno, esperar-se-ia que estas luzes pudessem continuar a aumentar a percepção destes grupos quanto ao mundo real. No entanto, muitos deles estão a ficar cegos por causa das luzes do sol e querem voltar para dentro das cavernas, se a maior parte dos conservadores jamais saíram delas.

Não há sabedoria, empatia e criatividade dentro da comunidade hbd, apenas ou especialmente, classicismo do pior tipo onde se dizem absurdos intelectualmente cretinos como ”classe social é geneticamente hereditária”, como se classe social fosse algum atributo fisiológico que pudesse ser passado a partir da concepção biológica.

Além de continuarem a empurrar para todos os lados, o simplismo do fetichismo do qi, também continuam a perpetuar o pensamento dualista tal como ”homossexualidade não é hereditária porque não é vantajosa, logo, é uma doença” ou ”raça negra é inferior e não tem jeito de faze-los mais inteligentes”. A dualidade atinge a sua melhor forma entre mentes de paquidermes inteligentes completamente desprovidos de sabedoria. Sim, como eu já disse antes, pessoas inteligentes sem sabedoria, são perigosas, mesmo com o melhor sorriso no rosto.

Talvez seja um alívio para estes retardados (todo aquele que renega a sabedoria, a inteligencia suprema, é um retardado, nem seria preciso desenvolver sistemas por si próprios, bastava aceitá-la organicamente ) que este Santo traquinas (retardado igual) não mais apareça em seus ambientes cibernéticos para apontar os seus erros. Mas pra mim, será por um lado muito bom que pare de me aborrecer ou que não seja entendido, ainda que também será muito perigoso porque estes idiotas úteis continuarão a manter as correntes da prisão satanista que por conseguinte mantém a todos nós a merce das sombras maquiavélicas, inclusive aqueles que não desejam, como eu.

 

Blogueiros hbds,  vícios e virtudes

 

Bruce Charlton= o mais interessado no estudo sobre o genio humano, não parece entender plenamente como funciona a mente criativa. Tenta desesperadamente encontrar algum fio de racionalidade em suas crenças pseudo-religiosas, a muito ultrapassadas, para modernizá-las, adaptá-las aos seus leitores que são predominantemente de seculares. Sendo um conservador religioso, esperar-se-ia que apontasse para o elefante narigudo no meio da sala, só que até nisso nosso querido sir consegue ser medíocre. Seu blogue sobre genialidade é muito bom, mas há de se ter parcimonia quanto a muitas de suas considerações, considerações morais, principalmente. Algumas delas que realmente me surpreenderam como a ideia de ”capturar e usar os talentos dos genios, para depois deixá-los a merce de suas mentes ultraperceptivas, a deus-dará”. Soou muito, muito mal, ainda mais para quem sempre enche a boca para dizer sobre sua moralidade superior via ”religião”. Também soou muito estranho quando disse que não existem mais genios que possam ”melhorar” a sociedade. Tudo deve se encaixar em sua teoria de que o aumento das mutações causado pelo relaxamento dos processo seletivos, está reduzindo a inteligencia humana, especificamente a europeia e que portanto, não aparecerão mais genios. Ele despreza vários outros fatores, ambientais e biológicos que poderiam contribuir para lhe dar uma visão mais abrangente da situação. Charlton é dos mais abertos para a discussão honesta sobre qi, inteligencia, criatividade e genialidade. Muitos pontos a favor, mas o seu déficit para aceitar a verdadeira religião (inteligencia empática, a busca por Deus e a harmonização perfeccionista), o faz regredir ao nível de capacidade de julgamento moral de um Cesare Lombroso, nada mal, mas também nada muito bom.

Jayman= Inteligente como muitos que existem por aí, ao nível de um professor universitário. Mas em termos de autoconsciencia, transcendencia espiritual (que não é baseada nas bobagens sobrenaturais, mas na literalização ou objetificação da experimentação existencial humana e não-humana), criatividade, sabedoria, enfim, tudo aquilo que diferencia todos aqueles com enorme potencial para o progresso e a harmonização em comparação aqueles que não tem estes predicados, Jayman parece ser muito pobre. Sua inteligencia é lógica e racional ou pseudo-racional (dualista-racional) demais. Suas intenções não parecem ser confiáveis se se define como ”muito liberal” mas bate a perninha sobre a unilateralidade e parcialidade da teoria sobre o patógeno gay e os graves riscos em potencial quanto a esta política científica, parece ser contrário ao nacionalismo branco, porque lhe convém obviamente e por causa das más companhias de um certo ”povo”. Sua posição privilegiada o faz ser comodista e ver o mundo de maneira calma e unilateral ou será que já exibe fortes predisposições para ver o mundo através do seu umbigo** Eh um típico alfa tal como eu mostrei neste texto.

Hbd Chick= Sempre muito simpática com o louco não-louco que vos fala, Hbd Chick ”’apenas’ tem errado gravemente em sua ingenuidade (ou não) em relação aos modernos acontecimentos no Oriente Médio. Tal como já disse algumas vezes aqui, o uso do determinismo genético para culpabilizar os povos de ”religião” muçulmana, ao invés de apontar, novamente, para o elefante zio-narigudo que está a orquestrar todo este banho de sangue, mentiras, de estupidez da pior espécie, é um grave erro, principalmente porque a sofisticação deste argumento é arrebatadora em ouvidos tendenciosos. Levando-se em conta que tem se dedicado muito mais a assuntos de natureza apolítica, tenho pouco a criticar ou dizer sobre ela. Mas é claro que aquele que se acomoda confortavelmente dentro desta maré crescente de neorreacionários, desprezando os efeitos muito negativos desta revanche estúpida de ”povo” contra ”povo”, com certeza que se consistirá em alguém com menor capacidade analítica empático-holística. A questão é, existem pessoas morrendo injustamente por causa de gente extremamente perturbada…. o que fazer** Culpá-los… Sim, vamos culpar os mortos e seus familiares por isso. Desprezar a geopolítica obscura moderna para o Oriente Médio, por um certo povo, é o mesmo que desprezar vidas.

Psychological Comments= eu tenho a impressão de que muitos psicólogos, psiquiatras, enfim, profissionais da saúde mental, sejam de idiotas. O psicometrista (em média) é o matemático fracassado que também fracassará nas humanas. Inventa um novo sistema matemático mas, não sabe interpretar aquilo que está analisando e o pior,  sendo um psicometrista, que ”estuda” a inteligencia, é que justamente não parecem saber o que realmente se consiste a inteligencia, em toda a sua abrangencia, complexidade e diversidade. As famosas 3 idades, complexidade, contextualidade e diversidade. Não posso jogá-lo completamente, por meio deste microcosmo, para o limbo dos burros, porque é factual que o blogueiro do Psychological Comments, não o é. Mas mediante a minha ideia de proporção individual de inteligencia e estupidez, poder-se-ia dizer que para muitos daqueles que conseguem, por meio dos caminhos pseudo-meritocráticos de nossas sociedades, galgarem boas a excelentes posições intelectuais (leia-se, academicas),  suas demonstrações literais, reais de capacidade cognitiva, ‘parece’ que se concentram fundamentalmente em suas notas de faculdade e não na construção criativa e parcimoniosa de sistemas racionais e abrangentes que possam buscar a compreensão de tudo aquilo que almejou estudar.

Steve Sailer= Um dos fundadores do Hbd, Sailer demonstra ter uma panaceia de qualidades relativamente limitadas como repórter e como um homem, daqueles que de fato desejam assim serem chamados, ‘homem’ no sentido mais humano, mais transcendental, aquele que visa superar o mundo abjetivamente primitivo da ”modernidade”, da dualidade, o feitiço primordial que nos mantém presos ao mundo da estupidez. Tal como um colega meu da blogosfera gosta de pontuar, Sailer demonstra ter um típico gosto cultural de ”prole”, característico dos conservadores, grupo a qual pertence. Sem falar de sua relação pessoal, talvez, muito íntima, com um certo ”grupelho” que hoje em dia, deveria estar sob a desconfiança serrada da grande maioria das pessoas decentes. Alguns pormenores de sua vida pessoal, me chamaram a atenção e faz com que os ataques morais dos brancos nacionalistas contra esta pessoa, façam mais sentido. Não vou expo-los porque não é a intenção deste texto. Com relação a ”inteligencia”, é provável que Sailer também tenha sido o fundador da neo-seita do fetiche sobre qi ou ao menos de sua popularização (que por si só já é péssimo), que faz com que muitos passem a substituir o conceito holístico de inteligencia, por pontuações estéreis em testes que medem-na em um estado estático. Também com ele, veio a adoração escancarada dos hbds pelos leste asiáticos (e particularmente por chineses ou ”dog-cat eaters”) e pelos judeus. Sailer chove e não molha, porque não é muito diferente de um blogueiro conservador, neorreacionário típico. Tem mais nome por causa da fundação da comunidade Hbd. No entanto, é ele quem parece orquestrar o andamento da comunidade. Concordo que seguir a linha de raciocínio de blogues como ”Total Fascism” é uma maneira muito estúpida dese agir e que com certeza que afugentaria boa parte dos seus leitores mais cognitivamente ”premiados”, mas é deveras insuportável perceber que, tal como os seus ”algozes”, os direitistas também adoram se pintar com as melhores cores, demonizando unilateralmente, generalizadamente, aqueles ”grupos” que não estão totalmente do lado deles. Sailer não apenas despreza a possibilidade de orquestrar a reunificação das mentes humanas, especialmente as ocidentais, mas também incentiva a continuação desta quebra do espelho que deveria se complementar em ”Deus-sabedoria”.

 

Pumpkin Person= Um dos mais enigmáticos dos blogueiros hbd é justamente o carinha com cara de abóbora. Pumpkin é um devoto, fanático da seita ”qi=inteligencia”. Boa parte de seus posts são dedicados na análise de cada detalhe desta maneira unilateral de se quantificar a inteligencia humana. Seus posts são providos de tentativas bruscas de criatividade, e eu admiro isso nele, talvez porque admire criatividade em qualquer um. Ainda mais em um ambiente fortemente escolástico como é o Hbd, é sempre bom encontrar com pessoas que apresentem semelhanças. Mas pára por aí, porque quando suas teorias não são meio óbvias, isto é, quando ele ou ela tenta arriscar mais, aí o desastre estará fadado a acontecer. Pumpkin parece pertencer mais as massas da comunidade hbd do que a sua elite, que ele tanto elogia. Seu gosto cultural também parece não ser dos melhores e sua capacidade de capturar a genialidade, é quase tão boa quanto a do meu pai, que já falei diversas vezes aqui, em outras palavras, uma capacidade muito mediana e se fosse mais sábio, evitaria tentar continuar neste ”ramo” específico da psicologia cognitiva. O pior de tudo é que não dá para ve-lo como um bem intencionado estúpido que não saiba mensurar suas forças e fraquezas, porque todo bem intencionado estúpido geralmente virá acompanhado por um saco de besteiras potencialmente destrutivas e minha missão, ao menos como aquele que canta a luz no fim do túnel, é a de que se possível, mitigar ao máximo todos os conflitos que brotam das interações humanas. E Pumpkin pouco faz por isso.

 

Lion of Blogosphere = o antigo ”half sigma” (imaginem o porque deste nickname*) é com certeza dos mais hipócritas dos blogueiros. Não mais visito, muito menos comento em seu blogue, até porque ele não mais me aceitaria. Mas é fato palatável para os mais perceptivos que visitam o seu blogue, que sua agenda não é lá muito diferente daquela que está sendo executada pela elite psicopática de judeus, povo do qual descende (e visa ascender também), que está neste momento, dominando boa parte do mundo ocidental e por tabela, todo o resto, apesar de sua demografia limitada. Eu poderia falar de Lion aqui e agora, mas deixo esta tarefa para este blogueiro aqui, que explicou muito bem como funciona o seu jogo de duplo padrão. Apenas acrescentarei sobre a doença que acomete este rapaz, chamado classicismo. Para quem tanto aponta o dedo baseado em julgamento torpe de ”classe social”, Lion parece se esquecer completamente que o que define a elegancia não é a ostentação e ‘nem’ mesmo o dinheiro.

Face to Face = o mais homofóbico de todos os blogues Hbd é justamente o de Face to Face. A maneira como fala dos homossexuais, é tão mal educada, maliciosa e vil que não teria como não comentar sobre. O que o escritor deste blogue faz é literalmente a demonização, anormatização de todo um grupo e só existe uma descrição para este tipo de ação, estupidez. Mesmo se fosse um  genio, nada pode justificar a maneira descortes com que patologiza toda uma classe. Quem não ve exceções, é um potencial genocida. O problema não é dizer verdades sobre ”um grupo”, obviamente caracterizando a sua diversidade interna de exceções e regras. O problema é que além de realizar análises tendenciosas ou unilaterais, ele também usa uma linguagem sórdida, que é desproporcional em um trabalho realmente intelectual.

Não há muito o que se dizer sobre os outros blogueiros, se caminharemos para ver as mesmas tendencias conservadoras que Hbd Chick teima em dizer que não existem. Ok, vamos fingir que acreditamos. Eu poderia falar mais sobre Gregory Cochran mas faltam-me forças agora para continuar a descascar esta cebola. Talvez já tenha comentado sobre ele em outros posts mais antigos sobre homossexualidade.

A proposta deste blogue é fazer filosofia mas também buscar, amadoramente, pelo exercício honesto e sábio da ciencia. Não existe uma ”agenda”, em que a superfície não seja a mesma coisa que o núcleo, demonstrando segundas intenções, como parece existir dentro da comunidade hbd, porque está tudo as claras, honesto e íntegro e a proposta é bem clara, fazer a real filosofia prática ou harmonizar. Não uso uma máscara da sanidade de dia para maquinar durante a noite, estratégias para iludir (ou ”pescar”) as pessoas. O que voces leem aqui não tem filtro e não tem segundas intenções.

No mais, eu só posso agradecer a todos os blogueiros, inclusive aqueles que critiquei aqui, pela amabilidade, mesmo que muitas vezes carrancuda, de aceitarem meus comentários em ingles, ora de pseudo-ghetto que come frango frito, ora de google tradutor. De minha irritabilidade constante ( e eu tenho razões excepcionais para estar assim) e também de minha incapacidade de transcrever de maneira clara, muitas vezes isso aconteceu, aquilo que quis dizer.

Não posso mais continuar a segui-los, mesmo que minhas suspeitas pseudo-proto-paranoicas não se confirmassem, porque estou me tornando alérgico a qualquer tipo de insulto que despreze toda a variedade minoritária de virtuosos que se encontram universalmente presentes nas populações humanas.

Um adeus com raiva mas também  agradecido!!

Como detectar um seguidor de cultura dogmática (pseudo-religião)

Se tu fazes muita força para convencer os outros e a si mesmo de que tuas crenças são a representação literal e fidedigna da realidade, então, goste ou não, tu serás um dogmático cultural, visto que para entender e explicar o mundo real, basta-lhe o indicador, que apontará para aquilo que nossos olhos podem ver, tocar, contar e sentir…

Quanto a verdade indireta ou abstrata, basta-lhe mostrar que quase todos os eventos, se sucedem mediante uma base coerente e tal como uma ópera sequencialmente lógica, tal como o desenrolar de pergaminhos descritivos quanto a atividades temporalmente longínquas de impérios que hoje estão a ser fotografados por máquinas japonesas, existe uma certa segurança de previsibilidade.

A enfase fanática de muitos ateístas para provar sua descrença, estás a funcionar como um tiro que sai pela culatra. Tão sensíveis para provarem suas crenças, terminam caindo no mesmo fosso a qual todos os outros tipos compartilham morada.

E entender a realidade não é negar a Deus, muito pelo contrário, pois isto é justamente o início da real e sincera busca por ”ele” …

Inconformidade empática-objetiva e a bondade ”oficial”

Segundo qualquer revista ”mainstream” de psicologia mais próxima de voce, alguém que for dotado de grande amabilidade e conscienciosidade, dois dos cinco grandes ”traços” de personalidade, será mais ou menos parecido com o Bob Esponja calça quadrada, uma espécie de funcionário do mes.

A ideia de amabilidade mais parece com um substantivo para ”bondade”. O amável é uma pessoa gentil e boa. Será**

Existem dois tipos de pessoas que poderiam ser chamadas de ”extremamente boas”, justamente, os ”amáveis’, segundo a teoria do ”big five”, e os inconformistas empático-objetivos.

A fundamental diferença entre os dois é a de que enquanto que uma pessoa amável, segundo os critérios de comportamento ”civilizado” da ‘‘psychological today’‘, será alguém que quase sempre se mostrará simpático, atencioso e empático, sem demonstrar grande preocupação com os reais problemas da sociedade, o inconformista empático-objetivo, será exatamente aquele que lutará objetivamente contra o sistema, que quase sempre será corrupto, desonesto e genocida.

A mídia nos empurra que as pessoas boas são comportadas, sempre dispostas a ajudar, que jamais matariam ou fariam qualquer coisa que pudesse atingir outros indivíduos, mesmo que estas ações fossem benéficas a longo prazo. Alguém que esteja sempre com um sorriso largo estampado no rosto e nunca discute sobre assuntos polemicos, que possam ferir as sensibilidades alheias, é o protótipo ideal do ”bondoso cristão”, que oferece a outra face, nunca revida, nunca faz justiça, porque a justiça já está feita, a justiça é atemporal, é divina. Se não fossem por imposições não-democráticas, parte do mundo não teria se pacificado.

Da mesma maneira que, se não fosse pela crescente oposição ao mundo idiocrático que desejam criar, já estaríamos vivendo em uma ditadura a la Coreia do Norte, com 0% de liberdade.

Estando em um ambiente desigual, cruel e estúpido, o verdadeiramente bondoso, imediatamente que se tornará um revoltado, apontando os defeitos e as soluções e para apontar, é necessário dizer o nome dos bois em voz alta. O verdadeiramente bondoso será aquele com uma capacidade de sentir empatia muito elevada, mas que não será cega ou inútil de uma maneira objetiva.

A combinação mais que perfeita do ‘‘bondoso domesticado” será por meio da união embrionária da conscienciosidade e da amabilidade. Uma pessoa destas, será o suprassumo da bondade cristã.

A inconformidade é uma característica selvagem de personalidade. Muitos inconformistas terminam no mundo do crime. A grande maioria dos psicopatas são de outsiders. Nesta panaceia de tipos muito discrepantes entre si, aparecem aqueles que terão uma grande capacidade real de melhorar o mundo.

Em nossas sociedades primitivas, as pessoas negam a verdade natural por suas versões biologicamente prediletas de realidade, seja por meio das culturas dogmáticas tradicionais ou ”religiões”, seja pelo esquerdismo moderno, o culto dogmático ‘atual’ do Ocidente.

As pessoas olham para uma paisagem, mas a ”religião” lhes diz que esta paisagem não é aquilo que é, mas aquilo que a ”religião” diz que é.

A relação entre ”religião” e domesticação é bem conhecida e lógica.

O bondoso domesticado, pode ser gentil e cuidadoso com a maior parte das pessoas e ser incapaz de ”fazer o mal”. Mas ele também será incapaz de se rebelar contra qualquer sistema. Sua bondade não será capaz de ser realmente efetiva como expiadora dos conflitos e defeitos e a resolução deles.

A ideia de que alguém que seja inconformista, tenderá a ser não-empático, não se sustenta, partindo da ideia de que seja muito comum que pessoas comuns e inconformistas tenham uma tendencia para entrar em conflito quanto aos seus interesses.

Simples assim, o inconformista empático, objetivo e inteligente, tenta alertar as pessoas que a sociedade que sustentam é uma cilada, injusta e perigosa. Mas a pessoa comum ao se ver com os seus olhos desvendados, se tornará arisca por causa da tentativa de destruição de suas ilusões e certezas absolutas. Eh como se voce tirasse o chão de uma pessoa, dissesse que não apenas a vida dela fosse uma mentira, mas que a própria pessoa fosse uma mentira. A matrix é sua zona de conforto e sempre será, visto que aquele que não pode, enxergar a realidade e viver paralelamente a sua cultura neurológica ou biológica, sempre precisará destas pessoas para pensar sobre o mundo, nunca por conta própria. Ainda assim, é melhor viver em uma matrix feita por alguém de confiança do que de terceiros e psicopáticos.

A suposta falta de empatia daqueles de alto psicoticismo e propensos a inconformidade, não será uniforme quanto a sua distribuição e muitos dos inconformistas, serão muito mais empáticos do que o ”bondoso domesticado”.

Em uma escala hierárquica de bondade, o inconformista empático, objetivo e especialmente o mais inteligente (o solucionador de problemas, o globalmente inteligente, o pensador profundo e holístico, enfim), será o suprassumo da bondade, não apenas por  causa de sua capacidade de fazer o bem de maneira literal e integral, mas também porque muitas vezes preferirá o sacrifício do  sucesso pessoal em prol da missão (geneticamente predisposta) para espalhar a verdade para as pessoas, mesmo sabendo dos riscos.

A bondade pode ser muito mais forte e poderosa do que imaginamos e temos de aprender a confiar nestas pessoas ainda que, para uma pessoa comum, será difícil de reconhece-las.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

Castro456's Blog

O medo do nada

Delusions of Adequacy

And You Thought You Might Have Had Delusions of Grandeur

PARTO DE IDÉIAS

"Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância." Sócrates.

Pensar Novo

"Saber que você precisa mudar não é suficiente. Você precisa ter a coragem de fazer esta mudança." Robert Kyosaki

Mind Hacks

Neuroscience and psychology news and views.

Inside Perspectives

of Asperger Syndrome and the Neurodiversity Spectrum

Agoraphobia Subliminal Hypnosis

Come out of the woods, the dark, come into the light. As a recovered agoraphobic, I've designed these audios over many years in order to help you. Charles K. Bunch, Ph.D.

Antimidia Blog

Textos sem sentido, para leituras sem atenção, direcionados às pessoas sem nada para fazer.

REBLOGADOR

compartilhamento, humanismo, expressividade, realismo, resistência...