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Literalizando os ”argumentos” dos esquerdolas

Nessas últimas semanas, ocorreram diversos arrastões na cidade merdavilhosa. No meio da praia, no meio do calor da multidão, no meio de turistas nacionais e internacionais, de trabalhadores de todas as classes sociais que só estavam à procura de um lugar ao sol. São cenas que se repetem com certa frequência nesta cidade-desespero que consegue reunir o que há de pior entre os morros remanescentes da paisagem natural de outrora, quando não tínhamos retardados europeus e seus mascotes africanos ”farofando” em cima de terras quase virgens. Existem muitas razões para que ”jovens” cometam este tipo de atitude, mas nenhuma delas se aproxima em excelência em relação ao fator genético ou predisposições biológicas para explicar o ponto de ruptura que resulta neste tipo execrável de comportamento. Em todas as outras espécies, isto é, seres vivos que habitam este planeta, nós já sabemos que os seus comportamentos são essencialmente modulados por seus arcabouços biológicos em interação com o ambiente. O ambiente é importante e muitas vezes contribuirá para selecionar os mais contextualmente adaptados, modificando o comportamento das espécie. No entanto, estas modificações tendem a ocorrer a longo prazo, claro, dependendo do tamanho e complexidade da mesma. Portanto, o ambiente pode alterar o comportamento dos seres vivos, mas apenas ou especialmente com base em mudanças de padrões seletivos e de longo prazo. A mudança não pode ser plenamente efetuada em indivíduos, isto é, ao longo de uma vida, um indivíduo conseguir alterar completamente o seu comportamento (a não ser se for em ambientes extremos, que provoquem mudanças forçadas e de alto risco como no caso do ‘suposto’ experimento soviético da privação do sono). As mudanças se dão de modo intergeracional, isto é, se certo grupo começa a selecionar para maior inteligência e isso significará, reduzir o número de filhos dos ”menos inteligentes” e paralelamente aumentar o número de filhos dos ”mais inteligentes”, nós teremos no final deste processo, uma mudança coletiva (média) de capacidade cognitiva que poderá ser observada mesmo a nível individual, isto é, o ”average joey” se tornar mais inteligente do que seus antecessores. Mas na verdade, o que aconteceu não foi que mudanças no ambiente alteraram o comportamento de indivíduos, em vida, isto é, fulano nasceu predisposto a ser assim e o ambiente o fez mais predisposto a se comportar de outro jeito. Com 4 anos era sádico, com 16 anos se tornou responsável. Isso pode acontecer, parcialmente, mas não é a regra e mesmo que fosse, quando falamos de vida ou bio, então devemos analisar tanto o ambiente quanto o indivíduo e principiar pelo pressuposto que me parece o mais lógico, de que a reação constante do ser vivo é mais importante do que a paisagem em que se está inserido. O bom moço que vive em um ambiente extremamente deprimido de bons estímulos, que não se corrompe com a miséria que o cerca, é um exemplo muito visceral sobre a importância da genética ao invés apenas ou fundamentalmente das condições ambientais, na modulação de nosso comportamento. Pessoas de personalidade forte  são o pesadelo para qualquer behaviourista. Em ambientes ricos, com pais maravilhosos, não é muito raro nos depararmos com a existência de filhos de má índole. Seremos predominantemente constantes em nossas técnicas de interação, mesmo nós seres humanos que somos bem mais plásticos neste quesito do que as outras espécies, que são muito mais instintivas. No entanto, isso ainda não significa que seremos totalmente modificáveis porque isso nos induziria a concluir que o livre arbítrio existe em sua totalidade e é completamente plástico entre nós. Em um mundo narcisista, cheio de ”crânios” que sabem tudo, cheio de selfies, afirmar que somos limitados, é como cometer alguma blasfêmia porque ao fazermos esta afirmação, estaremos abrindo portas para outros tipos de pensamentos que ”nossas” ”amáveis” zelites definem como ”perigosos” como por exemplo, afirmar que a educação ”correta” não irá reduzir a disparidade cognitiva média entre grupos raciais humanos.

Todo mundo que lida com cachorros, sabe que existem variações significativas de comportamentos médios entre as muitas raças que tem sido produzidas via domesticação e ênfase seletiva. Todo mundo sabe que o pastor alemão tende a ser mais predisposto a atos violentamente instintivos e o mesmo se aplica aos pitbulls. Todo mundo sabe da tranquilidade do São Bernardo e sabe que existem cães que são mais inteligentes do que outros, especialmente no que diz respeito àquilo que é determinado como parâmetro de inteligência dentro de um contexto de domesticação, isto é, o animal não-humano sendo analisado quanto à sua capacidade de responder a comandos humanos ou de fazer leitura facial do seu dono, enquanto que os animais ”selvagens” costumam ser analisados com base em suas capacidades de sobrevivência e ”adaptação” (sendo que os mais espertos costumam se adaptar, mais do que se conformarem com os ditames de seus hábitats).

Fim do antropocentrismo. Não somos tão especiais assim como imagina. Ok, somos muito singulares mediante muitas perspectivas, é claro, não tem como negar. Mas isso não significa que sejamos todos racionalmente aptos para fazer as melhores escolhas a todo momento ou em grande parte do tempo, porque não somos, mesmo muitas das pessoas mais inteligentes (mediante certas perspectivas dimensionais) também não serão predominantemente racionais. Na verdade, apenas o sábio que poderia ser considerado como alguém que é predominantemente racional ( predominante não irá indicar totalidade).

Ainda que acredite na existência parcial do livre arbítrio, isso não significará que o mesmo existirá em toda a sua potencialidade. E é aquilo que mais vemos.

Por causa de padrões seletivos que nós não temos nada que ver em termos de ação individualmente literal, até mesmo porque isso se consistiria em uma impossibilidade de espaço e tempo, as populações humanas tem variado consideravelmente em termos de capacidade cognitiva assim como também em termos de comportamento. E a cultura, que não veio do nada, muitas vezes (na maioria das vezes) expressará a paisagem cognitiva e comportamental médias destes grupos. Quanto maior for a complexidade de uma sociedade, maiores serão as chances de ênfase unidimensional em alguns de seus atributos, tal como tem acontecido hoje em dia nas sociedades ocidentais com base na inculcação da ”culpa branca” ou ”altruísmo patológico” (eu diria mais, ingenuidade e estupidez). O aumento da subjetividade quanto à percepção e à experiência tende a se dar em sociedades altamente complexas, por causa da estupidez e intolerância natural medianas para aceitar/entender as múltiplas perspectivas mas também por causa de uma maior relatividade em ambientes muito confortáveis onde que a tolerância para comportamentos indiretos como as artes, aumentará consideravelmente, se não estamos lutando com garras e dentes por nossa sobrevivência, se estamos dentro de uma fazenda humana, menos perigosa do que estar em contato direto com a natureza selvagem.

Por que eu dei um breve rasante em todos estes fatores**

Foi para prepará-los para a explicação literalizada daquilo que os esquerdolas ou esquerdistas afirmam aforisticamente, sem qualquer substância analítica e holística dos fatos e acontecimentos de nossos cotidianos.

A grande maioria destes estúpidos/ingênuos/narcisistas  cognitivamente inteligentes e intelectualmente acéfalos (não muito diferente dos conservadores neste último aspecto) tem usado a desculpa da ”educação”, a palavrinha mágica da ”modernidade”, para explicar como que ”arrastões de jovens da periferia” poderão ser evitados a partir de um breve futuro. ”Faltou educação”.

Pra quem vive boa parte do seu tempo longe destes problemas, é fácil bancar o bonzinho, gente boa que não quer ”ofender” ninguém. No entanto, quem mais irá sofrer com estes seres problemáticos será justamente a classe trabalhadora que sua dia e noite para ganhar o seu parco dinheirinho e ”pasmem”, eles serão os tipos mais ”reacionários” dentre todas as classes sociais, porque desde cedo precisam conviver com estes seres ”injustiçados” pela sociedade. Em partes, é verdade que o mundo não tem sorrido com grande frequência para muitos destes ”jovens”, que tendem a vir de lares extremamente disfuncionais, na corda bamba da falta do básico na mesa da cozinha. Mas como sempre eu falo, sempre haverão pessoas que não se deixarão levar pela miséria em que vivem e tentarão erguer suas vidas longe do crime, de maneira digna e honesta. Em um mesmo ambiente, sob as mesmas condições sociais e econômicas, algumas (na verdade eu não sei quantificar quanto que seriam) pessoas não se deixarão abater pela situação e serão inclusive melhores em termos de moralidade e honestidade do que uma gorda fração de pessoas de classes mais abastadas. E isso é uma grande injustiça.

No entanto, poder-se-ia usar a racionalidade para justificar que em um dia de cão muitos adultos possam querer descontar todas as suas frustrações em cima dos outros. Em partes isso poderia ser relevado como justificativa.  Mas estamos falando de jovens e pré adolescentes. Alguns que são crianças. São pessoas extremamente jovens que estão cometendo crimes, não estamos falando de adultos que tomaram ódio da sociedade em que vivem e passam a viver no mundo do crime explícito. Estamos falando de crianças e adolescentes.

 

Tolerabilidade e reciprocidade

 

Toleramos aquilo que não gostamos e seremos positivamente recíprocos àquilo que nos faz bem. Eu jamais roubei nada de ninguém até agora e não foi apenas por causa da educação dada pelos meus pais mas especialmente por simples reconhecimento de padrão racional e coerente. Eu não faço com os outros aquilo que não desejo que façam comigo. Nada mais racional do que a empatia vista por este prisma mecânico de interação interpessoal. A empatia cognitiva, mediante o meu conceito: ”para que possamos internalizar uma ideia, uma teoria, uma conduta, devemos sentir empatia por ela”. Por exemplo, se tornar vegetariano.

Meu nível de tolerância para a violência irracional ou feita por motivação fútil é muito baixo. Isso se aplica a todos os tipos de comportamentos que não são racionais. E obviamente em relação a todas as formas de crimes tal como o roubo. O famoso ladrão de galinhas, isto é, aquele que rouba para poder dar de comer aos seus filhos, existe, mas não é a regra. Na maioria das vezes as pessoas roubarão dos outros por pura falha de caráter e que tem uma clara origem biológica, do próprio ser. Estamos todos subordinados a estas duas vias de reação, a tolerância por aquilo que nos incomoda, e a reciprocidade positiva, altruísmo ou empatia (mesmo que se for apenas ideacional) por aquilo que nos motiva a continuar na labuta diária da autoconservação.

Os esquerdolas acreditam  que a suposta falta de educação  foi a causadora destes tipos de comportamentos, então bastará colocar os ”mal educados” em uma escola de boas maneiras civis, para que possam se tornar como você ou eu. Não existe genética, não existem predisposições, não existe o ser e sua reação, mas apenas as circunstâncias, dizem eles. Alterem as condições e teremos seres totalmente reformados. E se alguns deles consegue rever suas ações e ”melhorar” (muita calma nessa hora porque o melhorar também pode ser quantificado e ”algumas” melhorias não parecem ser tão boas assim tal como o garoto pobre que consegue se tornar jogador de futebol, larga a vida de quase-crime que sentenciava o seu futuro, mas continua a praticar pequenos delitos só que de colarinho branco) então os esquerdolas olharão para esta exceção tal como se representasse a regra.

O mundo é terra plana para essas mentes cabeças de vento. Se somos todos iguais então estudar sobre genética comportamental seria como enxugar gelo, devem pensar.

Literalizando o ”argumento” dos esquerdolas.

As crianças e adolescentes que causaram furor nas praias cariocas, nestes ‘últimos dias’ (não significa que não voltará a acontecer e nem que se consistam em casos isolados), ao saírem arrastando pertences alheios, sem qualquer pingo de respeito ou dignidade, não tiveram uma boa educação (os pais e os professores deles devem ser uns lixos…. e vale ressaltar que, infelizmente, muitos bons pais de origem humilde acabam tendo filhos problemáticos). Portanto, devem ser ”reeducados”.

Literalizando a ideia de ”reeducação”

A primeira tentativa de lavagem cerebral amadora e fortemente embasada em pensamento positivo não deu certo. Então vamos colocá-los novamente em instituições estatais onde ”será feito” a reestruturação de conduta comportamental civilizada.

Eles sairão de lá novinhos em folha e nunca mais cometerão estes tipos de crimes.

 

Mundo real

 

Essas crianças e adolescentes que já sinalizam predisposições comportamentais anti-sociais desde à tenra idade, deixando implícito o papel da transmissão inter-geracional de caracteres, leia-se, hereditariedade, no comportamento humano,  não melhorarão suas condutas de maneira radical tal como a grande maioria dos esquerdolas acreditam apenas por causa de uma ”melhor educação”.

 

O que é educação comportamental**

 

Novamente ”a minha ideia” sobre a empatia cognitiva. Somos expostos a todo momento a estímulos ambientais como livros, uma bola de futebol ou uma boneca da Barbie, assim como também à ideias e argumentos racionais de conduta ou comportamento. Por exemplo, quando eu era criança, eu me condicionei a pedir desculpas, repetir umas cinco vezes esta palavra, depois de ter praticado alguma conduta ou exposição de pensamento ruins ou de mal tom. ”Funcionou”. Mas é muito cedo dizer que se minha mãe não tivesse me dito isso eu não teria aprendido até o ano em que comemorei o meu vigésimo sexto aniversário. E não é apenas cedo como também equivocado sugerir que este método empregado por minha mãe irá funcionar em todo mundo.

A ideia de educação se assemelha ligeiramente à ideia de lavagem cerebral, que eu demonstrei ou acredito que demonstrei, que está sendo usada de maneira equivocada pelas pessoas. A educação, nas escolas ou mesmo aquela que nossos pais acreditam de maneira literal e profunda, nada mais se assemelharia àquela imagem do filme ”Laranja Mecânica” que se tornou mundialmente famosa.

Não, não faltou educação a estes grupelhos descidos do morro que tocaram o terror em banhistas cariocas e continuarão a fazê-lo, em grupo ou a conta-gotas. Faltou a esterilização de suas mães ou ao menos, um planejamento familiar fortemente intrusivo para que seus pais evitassem encher os seus barracos, símbolo da ineficiência e brutalidade estatais em conluio com uma dupla herança desvantajosa, bio-econômica, de crianças que na maioria das vezes, serão apenas como eles. E não os culpo totalmente, porque o ambiente em que vivem contribui para exaltar as já muito evidentes dificuldades naturais de adaptação em uma sociedade industrial (e dependendo do caráter deles, em qualquer sociedade, mesmo nas de caçadores coletores).

Alguém com tolerância para praticar o mal irracional, em qualquer ambiente, será um estorvo para aqueles que o repele naturalmente.

A educação comportamental assim como no caso da cultura se consiste em uma tentativa de sincronização entre o comportamento (a nível individual) e o ambiente social e simbólico (isto é, que expressa toda a panaceia abstrata que emana da mente humana como emoções, ideias, etc). Novamente, a metáfora do boomerang ou do jogo de Squash, só que agora direcionado para a reciprocidade/internalização de condutas e rotinas. Eu aprendo organicamente que roubar os outros é imoral e não apenas ou fundamentalmente porque a professora ou professor disse. Eu posso internalizar uma conduta e/ou rotina com base na própria captura de percepções ou por meio da verbalização de terceiros, onde o educador aparecerá como um dos mais prováveis a comunicarem esta regra de etiqueta básica.

A raposa pode ser politicamente incorreta, mas a seleção natural é apolítica

A natureza é mais complexa do que uma linha reta e perfeita. E este caos organizado que a faz ser tão fantástica e complicada. Eis aqui mais uma demonstração quanto a complicada simplicidade que se consiste a natureza, especificamente a humana. Sim, a raposa é politicamente incorreta, mas a seleção natural (ou de qualquer outra natureza) é trivial e é ainda mais trivial se seres autoconscientes puderem manipulá-la a bel prazer. Por meio deste texto do blog do Peter Frost, voces poderão conhecer um pouco sobre a inteligencia (média) coletiva de uma população africana, os Igbo. Boa leitura!

Hbd, descontentes e suas vacas sagradas

 

 

Como a dogmalogia se manifesta entre alguns hbds em relação a uma de suas vacas mais sagradas.

 

”Stephen Jay Gould é (foi) um embromador que promoveu a teoria da inexistencia de raças humanas porque tem um qi verbal alto (e baixa capacidade matemática) e não porque ele tem uma agenda tribalista de retardado!!”

 

Stephen Jay Gould é um biólogo evolucionista judeu-americano que é bastante popular, tal como

 

Freud

e

Einstein…

 

Porque é muito inteligente, porque escreve muito bem, porque criou teorias muito interessantes e até mesmo que podem estar certas em relação a muitos aspectos da antropologia, mas também porque é um homem judeu que tem uma agenda judaica que foi e ainda é exaustivamente promovida pela mídia dominada por judeus. Sua agenda judaica se consiste

– no ”multiculturalismo”, especialmente nas nações europeias,

– no ‘anti-racismo”, promoção da miscigenação racial com o intuito de eliminar ”a raça branca” da existencia,

– na imigração em massa, teoria da inexistencia das raças humanas e a teoria do ser humano como uma folha de papel em branco ou ”determinismo ambiental”.

 

Me deparei com este texto de um dos supostos cranios da comunidade hbd (Stephen Hsu), falando de Stephen J Gould e de sua desonestidade academica  ( como meio de promover a agenda político-tribalista de seu povo.. bem… esta parte o Steve ”se esqueceu” de comentar) ao inventar teorias interessantes que ”validam” a hipótese equivocada da inexistencia de raças humanas e de diferenças intelectuais entre elas.

Uma pessoa racional e muito bem informada, concluiria que a principal causa desta panaceia de atitudes deploráveis deste homem se daria justamente pelo fato de ser um dos agentes da ”intelligentsia -marxista-” na promoção da agenda política (evolutiva) judaico-talmudista de longo prazo. A eliminação das populações caucasianas decantadas ou europeias, via miscigenação, com o provável intuito de dominação mundial. Antes que os ”céticos” de plantão apareçam para me acusar de ser mais um ”conspiracionista” doido e irracional, percebam que ”dominações mundiais” por um povo ou por povos relacionados, tem sido algo muito comum de acontecer na estória humana. Mongóis** Vikings** Imperialismo europeu** Império do Meio chines (ao menos em sua área de influencia)**

Portanto…

Voltando ao intuito deste texto. Stephen Hsu acusou a inteligencia verbal e déficits matemáticos de seu xará como a principal causa de sua desonestidade ou seria melhor, de sua suposta ingenua irracionalidade na construção de suas teorias erroneas. Um tagarela de grande capacidade verbal que, por causa de sua deficiencia em cálculo, acabou produzindo uma série de teorias que parecem interessantes, por causa da maneira com que foram verbalmente construídas mas que estão equivocadas, vejam só, porque o Stephen judeu não tem acuidade com números. A culpa é da inteligencia verbal….

Agenda judaica de Gould na promoção da ideologia anti-racista (onde que a negação da existencia de raças foi fundamental)***

Não, nem de desonestidade ele foi acusado. A culpa é por causa de sua inteligencia verbal inferior.

Além de andar em círculos e evitar pisar em cima do dogma ou vaca sagrada hbd (judeus) , não satisfeito, Hsu ainda generalizou todos os tipos que se assemelham cognitivamente ao Gould como ”estúpidos”!!!

E não duvidem se o Stephen sino-americano for arrogante, esta parece ser a regra entre muitos hbds.

Ser arrogante e estúpido.

 

Sim, eu não duvido que MUITOS daqueles com inteligencia verbal elevada e déficits matemáticos possam ser incapazes de produzir teorias científicas (isto é, racionais, convergentes). MAS, isso é uma regra para todos os subgrupos cognitivos humanos mais generalizados. E MUITOS tipos que são matematicamente inteligentes também serão alocados para dentro desta maioria comum humana de irracionais.

 

Quando não existe sabedoria, a inteligencia se torna perigosa… e o cinema ”americano’ tem mostrado isso com grande frequencia.

Exterminadores do futuro, aliens, robos etc…

A realidade também nos mostra que a inteligencia sem sabedoria pode e será um grave perigo para a harmonização. E o Hbd, infelizmente, parece ser uma das provas desta verdade.

Múltiplas inteligencias, judeus asquenazes e caucasianos europeus ”continuação da parte 3”

A hierarquia das múltiplas inteligencias entre os caucasianos europeus

Fechando com chave de ouro esta minha tentativa de unir duas teorias que ao longo destas últimas duas décadas, tem sido usadas justamente como argumentos opostos, de competição e conflito, eu redijo o texto sobre como se daria a distribuição hierárquica das ”múltiplas” inteligencias entre os caucasianos europeus.

Como ”a” raça mais diversificada da humanidade em praticamente todos os aspectos palatáveis, os caucasianos, que eu estou preferindo denominar de ”caucasóides” (em uniformidade com os mongolóides e os negróides ou seria melhor, africanóides), tem se destacado assombrosamente desde a muito tempo. Não se sabe o tamanho real de contribuições criativas que os povos brancos da Europa bem como do Oriente Médio e Africa do norte tem legado ao mundo. O que se tem conhecimento até agora é a de que tem sido muito grande. Mesmo os judeus asquenazes que eu falei no texto anterior, são parte deste grande ramo racial humano.

A comunidade hbd, preferindo por uma estranha humildade, tem nos contado sobre as proezas de leste asiáticos e de judeus asquenazes, sobre a sombra dos caucasóides europeus. Graças aos testes cognitivos, foi criado o mito de inferioridade cognitiva branca em comparação a estes dois grupos, mas não parece fazer muito sentido, especialmente, olhando para o espetáculo de dor e beleza que tem se constituído a civilização ocidental.

Primeiro, os brancos são tão diversificados que não dá para julgarmos como se fossem todos similares. Mas se pode fazer isso com certa cautela em relação aos leste asiáticos por exemplo.

Segundo, como eu tenho sempre falado, os testes cognitivos não podem substituir o conceito perceptualmente holístico de inteligencia que a psicologia tem desenvolvido. Sim, existe uma clara correlação entre qi e inteligencia, mas, não são a mesma coisa.

Terceiro, mesmo as comparações de notas escolares (como o teste PISA) ou testes cognitivos, não parecem corroborar para uma visualização realista da inteligencia dos muitos povos europeus em comparação por exemplo, as populações leste asiáticas ou aos asquenazes. E mesmo estas comparações, tem se mostrado falhas, se os finlandeses, em ambientes escolares menos exigentes, tem conseguido excelentes resultados, que se assemelham aos resultados dos leste asiáticos, em ambientes escolares e familiares hiper competitivos e de grande cobrança. A menina loura finlandesa que passa o dia brincando com seus amigos e que estuda uma hora por dia em comparação a menina sul coreana que passa 8 horas massacrantes em frente a livros e cadernos…. **** (Talvez os asiáticos melhorem ao longo do tempo neste quesito, se é verdade que tendem a amadurecer mais lentamente em comparação aos europeus)

O intelecto humano, não restam dúvidas, será mais complexo e por mais neutras e abrangentes que possam ser estes tipos de avaliações comparativas, estas não estão conseguindo desenvolver uma análise completa de todos estes quebra cabeças e não devemos nos contentar apenas com elas. Isso sem levar em conta possíveis manipulações de resultados, será possível que mesmo para o PISA possam praticar estes atos infantis****

As denominações de comportamento das chamadas ”subraças europeias” por intermédio dos velhos antropologistas, pode ser uma boa maneira de tentar compreender em como se dariam tais diferenças internas.

No mais, vou eu, tentar sozinho, estabelecer esta hierarquia cognitiva com base em minha lógica intuitiva.

Hierarquia****

Parece surpreendente pensar que não  exista uma hierarquia cognitiva entre os europeus. E talvez, este equilíbrio possa ser a chave para o sucesso ”do” grupo no estabelecimento de civilizações bem como pelo seu predomínio substancialmente significativo até esta data.

Portanto, nós temos os leste asiáticos, com maiores habilidades de memorização e de inteligencia não-verbal. Temos os asquenazes, com maiores habilidades verbais, intrapessoais e interpessoais e temos os africanóides subsaarianos, com maiores habilidades sinestésico-corporal e interpessoal. O outlier cognitivo são os povos brancos, que parecem ser mais ou menos equilibrados em todos os tipos de inteligencia que foram delineadas por Howard Gardner. Não apenas isso, visto que genios de todos os tipos cognitivos tem aparecido nas sociedades europeias.

Tal como eu disse no texto anterior, mesmo as diferenças quantitativas de inteligencia entre as populações humanas ainda não estão plenamente bem estabelecidas, se crianças finlandesas podem se sair tão bem no teste internacional de educação quanto as coreanas, fazendo metade do esforço em comparação as orientais.

A Coreia do Sul ainda conseguiu se sair melhor que a Finlandia em alguns aspectos economicos, mas muitos fatores geográficos (como tamanho da população) e circunstanciais devem ser levados em conta.

Portanto, em termos de inteligencia linguístico-verbal e lógico-matemática, os caucasóides europeus, como um grupo, não parecem se sair tão mal assim em relação aos leste asiáticos, como alguns gostam de imaginar. E na verdade, talvez essas possíveis diferenças estatísticas, não resplandeçam de maneira correta a realidade que podemos tocar. Alguns dos maiores escritores de todos os tempos, foram de brancos (assim como também de mestiços, vide os mestres das literaturas francesa e russa, respectivamente). O genio europeu produziu a revolução industrial e boa parte da revolução tecnológica subsequente como a invenção da eletricidade, do telefone, da televisão e do computador. Parece haver uma grande e diversificada proporção de pessoas talentosas entre os europeus, que infelizmente não está sendo possível de se analisar, por causa dos muitos problemas de ordem disgenica que parecem estar afetando as populações brancas como a imigração em massa e a reprodução desequilibrada de estúpidos ao invés de indivíduos mais talentosos.

O provável equilíbrio de perfis cognitivos, pode indicar uma tendencia de seleção igualitária ou então pode ser uma herança muito antiga em comum de talentos que podem ter sido direcionados por eventos seletivos ao longo dos séculos. Se a psicognomia estiver correta, então a maior quantidade de mutações fisiológicas como mudanças na cor dos cabelos, podem estar tendo algum papel mutacional na cognição europeia. Uma maior variedade de fenótipos fisiológicos poderia reverberar em uma maior variedade comportamental, psicológica e cognitiva*** Quem sabe…

Pode ser possível que a real diversidade fenotípica do ”homem branco” possa ter um grande efeito em sua capacidade coletiva de produzir e sustentar civilizações avançadas assim como também a nível individual. Enquanto que parece existir pouca diversidade comportamental entre os leste asiáticos, entre os caucasóides, muitos subgrupos poderão ser encontrados. Talvez possamos ver alguma relevancia científica nos infernais filmes de ”besteirol americano” que pincelaram nossas sessões da tarde. E pode legitimar parcialmente alguns populares estereótipos, como a ideia de uniformidade oriental.

Para todos os tipos de inteligencia que se relacionam mais intimamente com a criatividade como a visual-espacial (criatividade convergente), a existencial e a intrapessoal (autoconhecimento e uso deste  para a autoexpressão, presume-se que a maior parte dos genios criativos, se não todos eles, sejam fortemente propensos ao autoconhecimento e que este fator incida diretamente em suas capacidades criativas) parecem estar muito bem desenvolvidas entre as elites cognitivas  europeias (isto é, aqueles com as maiores capacidades inatas em cada tipo) ou de descendencia. O talento criativo europeu talvez seja o maior diferencial deste grupo em relação ao resto assim como também o seu tremendo sucesso civilizacional.

Vale ressaltar que para que uma civilização possa florescer completamente, é necessário que muitos fatores circunstanciais ou ambientais, assim como também momentos de sorte, estejam em conluio para com este tipo de macro-transcendencia coletiva. Sabe-se que muitas vezes, a civilização europeia esteve a beira de sua extinção, durante a expansão dos impérios mongol e otomano …  e como por exemplo mais realista, nos dias modernos, em que estamos vivendo.

Talvez não precise me alongar mais neste texto, se o x da questão eu já consegui encontrar. Sim, a inteligencia coletiva dos povos europeus se destaca por causa de sua tendencia para o equilíbrio e com uma grande presença de talentosos e genios em todas as categorias cognitivas, mas talvez eu ainda tenha de delinear com mais precisão (pedante) o porque desta minha impressão.

Apesar das realizações já estabelecidas e conhecidas, as populações nórdicas parecem ter produzido menos do que comparado a outros povos europeus (não em termos per capita, mas ainda assim, não muito impressionante). Em termos artísticos e por exemplo, arquitetonicos, nada se compara ao genios italianos da renascença, estes que também se destacaram  maravilhosamente pelo talento nas artes. Este período de esplendor criativo europeu, pode ser melhor explicado por fatores ambientais positivos e com uma pequena porém importante participação genética. Sim, é possível que a tensão intra-racial existente no norte e centro italianos (mistura de subraças europeias como os nórdicos, dináricos, mediterraneos e alpinos), possam ter reverberado nesta potencialidade criativa, que com uma grande quantidade de fatores ambientais favoráveis, tornou possível a emergencia para fama, de muitos mestres das artes, da filosofia e da ciencia. Um bom ambiente não pode modificar os genes das pessoas e faze-las mais espertas, mas pode ser útil para encontrar e catapultar o genio. Também pode ser útil para fazer o genio se concentrar em suas habilidades mais inflamadas.

A capacidade corporal-sinestésica também está equilibradamente bem distribuída entre os europeus e seus descendentes, sem falar nas olimpíadas e nos muitos esportes inventados pelo genio europeu.

O componente nórdico, especialmente em mescla com outras subraças europeias, parece ser o toque de mestre na produção de genios criativos europeus. Mas não bastam por si só, porque o aparecimento de indivíduos geniais depende de muitos fatores, biológicos (para a produção de genios biológicos, que todos eles são) e ambientais (fatores circunstanciais favoráveis para o desenvolvimento, externalização e uso do talento dos genios). O fenótipo raro do genio, especialmente o criativo e o científico, costumam depende de muitos fatores biológicos de natureza epigenética como a idade mais avançada dos pais, uma predisposição para psicopatologias, dentre outros. O aparecimento do genio equivaleria a um milagre ou sorte, como quando um conjunto de condições de diversas naturezas se combinam para produzi-lo.

A inteligencia existencial parece estar muito bem desenvolvida entre as classes filosóficas europeias, isto é, aqueles que realmente podem ter o direito de se auto denominarem filósofos, onde se exclui qualquer um que ao invés de usar a sua capacidade analítica e perceptual muito alargada como senha para pertencer a este grupo, mascará a sua vigarice por de trás de papéis estéreis como ”diploma de filosofia”. Não se fazem filósofos, nunca se fazem seres humanos, se fazem condições ideais para que os seres humanos possam expressar as suas culturas neurológicas, inatas, específicas e limitadamente plásticas.

Sendo o europeu muito diverso, deve-se sempre especificar sobre quais tipos cognitivos e comportamentais a que estaremos falando.

A inteligencia naturalista europeia também está muito bem desenvolvida em suas classes cognitivas de especialização, vide o potencial científico de muitos europeus. Nesta grande diversidade, os tipos mais estúpidos assim como também, diversos tipos de estúpidos, também serão mais comuns de serem notados. Ao contrário do leste asiático, que parece mais ponderado mesmo no erro, os mais estúpidos também tenderão a nascer entre os europeus.

Mas qual seria então os pontos fracos dos europeus*** O calcanhar de aquiles que os tornam tão vulneráveis a manipulação de grupos estrangeiros**

A inteligencia interpessoal europeia também é equilibrada e com a sua respectiva classe de genios sociais, mas com relação a inteligencia intrapessoal, eu vejo talvez a mais contundente e menos equilibrada entre todos os tipos. E pasmem, se estiver correto, então a mais equilibrada e engenhosa das variedades humanas, serão mais deficientes, justamente em um dos mais importantes aspectos cognitivos humanos, a capacidade para o autoconhecimento. Paradoxal pensar que nas populações com a maior proporção de genios, seja desprovida desta capacidade.

E se o asquenaze judeu é realmente muito inteligente neste aspecto, então pode ser possível que tenhamos encontrado a substancia química judia que altera a mente coletiva europeia, a deficiencia na capacidade de autoconhecimento. Esta forma de estupidez abre espaço para todos os problemas europeus como a tendencia de impressionamento e posterior hipnose, a capacidade de aceitar inconscientemente, diferentes tipos de realidades.

A relação entre este déficit e a potencialidade europeia para o genio, parece ser menos linear do que imaginamos. No mais, encerro esta série de textos, por enquanto…

Múltiplas inteligencias, judeus asquenazes e caucasianos europeus parte 3

Continuando (e terminando) a série sobre diferenças raciais qualitativas de inteligencia por meio da teoria das múltiplas inteligencias de Howard Gardner assim como também a reutilização da metáfora da vespa parasita e da aranha.

Os caucasóides europeus são o grupo racial mais fenotipicamente diverso (especialmente no que diz respeito a coloração da pele, cabelos e olhos) dentre todas as variedades humanas. Na verdade, as múltiplas perspectivas bem como a relatividade taxionomica, aparecem aí como uma boa maneira de se buscar entender o porque desta diversidade. Por exemplo, muitos raciologistas dividem as populações mongolóides em ”leste asiáticos” (chineses, japoneses e coreanos) e ”sudeste asiáticos” (filipinos, indonésios, tailandeses, malaios…). A explicação para esta divisão se dá justamente pelo fato dos primeiros serem mais racialmente decantados (”puros” no jargão pseudo-científico mais perto de voce) enquanto que os segundos são mais racialmente mestiços. Entenda da seguinte maneira, enquanto que os japoneses são 95% geneticamente mongolóides, os filipinos seriam em média 80% ”mongolóides”. Eu não sei quanto seria a proporção racial mais precisa que essas populações apresentam (especialmente a segunda), mas me parece um exemplo elucidativo. As populações caucasóides mais racialmente decantadas seriam justamente, usando a mesma analogia, aquelas que se localizam no noroeste e no norte da Europa. Poderíamos imaginar Vietnã e Laos tal como Itália e Grécia, em termos genéticos, comportamentais e fenotípicos, isto é, no meio do caminho entre a depuração máxima já estabelecida (Japão, Suécia**) até o limite de miscigenação em que apesar da mescla, ocorre alguma preservação de fenótipo proto-caucasóide (Indonésia, Arábia Saudita**) . Portanto, em resumo desta parte quase-inútil do texto, vamos considerar todos os europeus de descendencia predominantemente nativa (no mínimo de 95%) como brancos, independente de seu fenótipo ou inteligencia mas mantendo o apreço pelas diferenças qualitativas e de grupos.

Dentre os caucasóides, destacam-se os judeus, especialmente aqueles que (também) são de linhagem europeia. Estes são genericamente denominados como ”ashkenazim” ou asquenazes. Na verdade, muitos asquenazes, especialmente aqueles que tem descendencia na Europa Ocidental, podem  ter sangue sefardita, a população judia de origem ibérica, que se dispersou e se misturou depois de sua expulsão e conversão em massa na Espanha e em Portugal. O mais importante no entanto, de se ter em mente, é que esta população apresenta particularidades genéticas que obviamente reverberarão em todos os outros aspectos biológicos.

Em termos cognitivos, temos aprendido parcialmente e até confusamente por meio da comunidade hbd que os judeus asquenazes apresentam elevada inteligencia verbal, isto é, cristalizada, combinada como inteligencia visuo-espacial mediana. Também aprendemos que os brancos caucasóides tendem a apresentar uma inteligencia (qi, ou inteligencia técnico-quantitativa) mais baixa em comparação aos leste asiáticos assim como também aos próprios judeus e sem grandes discrepancias internas de pontuação em testes de qi. No entanto, eu tenho quase a plena certeza de que os ”brancos caucasóides” são muito mais variáveis, também neste aspecto, e que não se poderia estabelecer de maneira precoce que ”seriam” ”menos inteligentes” apenas por estes resultados em testes cognitivos. Como eu gosto de dizer, quanto maior a capacidade, mais subjetivo e relativo será o julgamento e a comparação. Quem é mais inteligente, um genio filosófico ou um genio matemático***

Muitos poderiam sugerir que o matemático seja o mais inteligente, mas será mesmo* Na verdade, é complicado estabelecer quem seria o mais inteligente, primeiro porque as diferenças quantitativas entre os dois não são tão significativas e segundo que justamente por causa das diferenças qualitativas, que qualquer julgamento tendencioso para um dos lados, já poderá ser considerado como injusto. Esta comparação serve de entrada para a metáfora que melhor explica os intelectos da dupla ”do barulho” na espécie humana, os caucasóides judeus e os caucasóides europeus.

A primeira imagem do post nos mostra uma relação parasitária entre a vespa e a aranha. A vespa, minúscula porém evolutivamente complexa e ”inteligente”, se agarra a primeira aranha que encontrar e parte para uma luta inicial para atingir a mente de sua potencial presa. A partir do momento em que a vespa consegue o domínio ao introduzir-lhe substancias químicas que hipnotizam a mente da aranha, a relação parasitária estará estabelecida.

O mundo ocidental até os anos 50, era vigoroso, 25% da população mundial era de origem europeia. As maiores potencias do mundo eram quase todas europeias ou de extração europeia. O total domínio mundial que os europeus e seus descendentes conseguiram estabelecer até aquela época, não se compara aos dias atuais, em que a demografia destas populações está a morrer incessantemente. Além desta dramática e cada vez mais notável fragilidade, imigrações em massa aumentam ainda mais o que de fato se consiste em um genocídio sofisticado e programado, visando limpar da superfície terrestre, boa parte das populações europeias e de descendencia. Para aqueles que argumentam tolamente que o tal ”genocídio branco” não passa de mais uma teoria de conspiração, então basta visitar o cenário cultural, demográfico e político da pequena e distante Nova Zelandia, de paisagens naturais deslumbrantes. Por que diabos alguém se preocuparia em ”brasilizar” um país distante e ”irrelevante” como a Nova Zelandia**

Pergunte ”ao” judeu. Os judeus parecem ser o exato oposto do homem branco em muitos aspectos. Se o homem branco se olhasse no espelho, talvez visse um homem pálido com barba por fazer (ou por manter) e um kippah adornando o ”cocuruto”. Se a cultura tem um papel muito importante nos processos seletivos, ao propiciar o ostracismos dos dissidentes fenotípicos e favorecimento proto-nepotista daqueles que estão em conluio com as regras sócio-cognitivas estabelecidas, por auto ajustamento (adaptação) ou simplesmente por encaixe perfeito (por exemplo, o homem predominantemente conservador em uma sociedade de igual natureza), então poderíamos imaginar o que dois livros ”sagrados” podem ter em comum.

A bíblia prega a rendição divina e a bondade cega enquanto que o talmud judeu prega o exato oposto, a malandragem como regra de ouro, especialmente em relação aos goys tolos (além de crueldade de tratamento).

Pessoas inteligentes e empáticas quase sempre buscarão de uma maneira ou de outra, torta ou correta, a igualdade de condições assim como também a justiça. Uma grande proporção de pessoas inteligentes é o pesadelo de qualquer parasita humana com pretensões de dominação, e quão mais espertas elas se tornarem, mais perceptivas serão e mais difícil ficará o jogo do parasita para cultivar escravos.

A disgenia funciona como uma maneira preventiva de se evitar que a classe de escravos se torne suficientemente inteligente para impor um equilíbrio as regras do jogo e até mesmo a extinção dessas diferenças.

Mas como o psicopata é ”fominha” e não pode evitar o parasitismo inconsequente, acabará por depredar o ambiente que construiu para ser o rei, justamente porque não pode controlar a sua ganancia. Eh uma crescente entrópica que terminará em ruínas e destruição. A mentalidade talmúdica do mundo moderno e talvez de sempre, de que os menos inteligentes sejam mais fáceis de serem escravizados, não se sustenta a partir do momento em que não existe uma classe-tampão, que separe a elite psicótica, da subclasse, igualmente psicótica. Se só existir a elite e outra classe, de subjugados, os riscos de um ”aristocracídio” serão muito maiores. As massas que lambem os pés enrugados da rainha Elizabeth, são brancas e nativas. O imigrante trabalhador, de classe baixa, pouco se importa para com estes tipos de convenções hierárquicas ainda que tenha predisposições parecidas de respeito a autoridade.

Múltiplas inteligencias, judeus e brancos

Como pouco se sabe até agora sobre a real natureza do judeu médio em termos comportamentais, psicológicos e cognitivos (obrigado hbd!!) bem como pela distribuição destas características fundamentais que os tornam únicos (em suas próprias perspectivas mas também mediante tamanho impacto que tem produzido em todo mundo via ”ocidente”), então, não se poderá afirmar absolutamente nada ainda que minhas observações sempre sejam capturadas por intermédio da ”lógica intuitiva”.

Com relação aos brancos europeus, ainda haverá a necessidade de detalhar as muitas diferenças de cada população, por exemplo, entre italianos e finlandeses. No entanto, para não nos perdermos dentro desta diversidade, eu vou usar alguns exemplos mais gerais ao invés de estabelecer um conjunto de características para cada povo.

JUDEUS ASQUENAZES 

Como eu disse acima, sabemos por agora, que os judeus asquenazes tendem a apresentar uma elevada ou maior inteligencia verbal, que pode ser acessada com certa fiabilidade, por meio de testes de qi, em combinação epistática com inteligencia não-verbal ou visuo-espacial deprimida. Quase todos os estudos com uma boa amostra representativa, encontraram uma média de qi verbal entre os judeus asquenazes, variando de 107 até 111 e um qi visuo-espacial em torno de 98. Se a média de qi verbal do americano europeu nativo, por exemplo, for mesmo de 103, com pouca variação nas pontuações mediante uma perspectiva coletiva, então a vantagem judia poderá não ser tão alta assim como imaginávamos.

Eu nunca entendi o porque de darem tanta enfase na inteligencia verbal judia, enquanto que para os leste asiáticos por exemplo, quase sempre se usou o parametro de ”qi performance” ou ”qi geral” para comparar as suas médias de qi. Seria mais justo se para todos os grupos, fossem usados os mesmos critérios. Então, como uma espécie de ”artifício estatístico”, os judeus asquenazes ”são mais” inteligentes, por causa do qi verbal maior. No entanto, os leste asiáticos tem qi visuo-espacial maior (só que com uma combinação epistática diferente em comparação aos europeus ou a maioria dos europeus com maior inteligencia espacial) e os europeus são muito variados e com vantagens que não estão presentes nem nos leste asiáticos, nem nos judeus asquenazes. Afirmar que os judeus sejam mais mais inteligentes é um equívoco, mas negá-lo também será. Justamente por isso que nós temos as múltiplas perspectivas para serem usadas como bússola de julgamento e detecção de erros e acertos. Mais a frente por meio da metáfora da aranha e da vespa parasita, eu vou mostrar-lhes porque este concurso de quem é o povo mais inteligente, especialmente nos mais altos níveis de inteligencia, se consiste em uma relativa perda de tempo.

Em relação a inteligencia ”lógico-matemática”, justamente por serem parte da chamada inteligencia cristalizada, isso sem levar em conta que existe a necessidade de ser bom com números para ser um bom comerciante, não parecem restar dúvidas quanto a maior habilidade judaica neste quesito, mas que sem características psicopáticas de personalidade, não costumam ser muito boas para o sucesso financeiro, vide aqueles com maior inteligencia matemática e características comportamentais mais autistas. A combinação epistática de personalidade cognitiva (o modelo integrada de inteligencia) que parece ser a mais comum entre os judeus é justamente aquela em que habilidades matemáticas encontram-se em harmonia com capacidade de manipulação, tanto para abstração quanto para as relações interpessoais. O fenótipo cognitivo e ocupacional do comerciante, bom em números e na lábia, parece fazer muito sentido aqui.

Portanto, com relação a certos atributos de inteligencia cristalizada, ou seja, verbal-linguística e lógico-matemática, tudo leva a crer que os judeus asquenazes sejam cognitivamente superiores em comparação as outras populações.

A comunidade hbd nos faz acreditar que a maior inteligencia cristalizada dos judeus asquenazes seja a principal razão para o seu estrondoso sucesso nas sociedades ocidentais. No entanto, eles parecem estar se esquecendo do grande talento judeu para a mímica comportamental bem como pela capacidade psicopática e sábia de entender a alma humana, especialmente a ocidental. A hierarquia de inteligencias desta população não terá como principal ”prata da casa” a inteligencia verbal (incluindo aí a matemática) mas sim, a inteligencia interpessoal. Repito que sem o talento de manipulação perceptual, os judeus asquenazes seriam tão bem sucedidos quanto os nerds matemáticos com déficits em inteligencia interpessoal, ou seja, provavelmente muito menos do que conseguiram até agora (e pelo que parece, isso já aconteceu outras vezes). O paradoxo da sabedoria (e da psicopatia) se aplica perfeitamente ao judeu.

A inteligencia intrapessoal também parece ser uma qualidade bem desenvolvida entre os asquenazes, porque geralmente, para ser um bom manipulador, voce precisa ter autoconhecimento, porque o processo de manipulação se dá por comparação interpessoal, ou seja, observar aquilo que a sua presa ou o seu amigo é bom, que é ruim,  daquilo que gosta e do que não gosta, desenvolvendo para si um grande arcabouço de autopercepções para serem usadas no jogo social.

A inteligencia musical também parece relativamente bem desenvolvida entre os judeus asquenazes, claro, entre a sua classe criativa principalmente. Observa-se no entanto que existem diferenças culturais marcantes entre o modelo de alta, média e baixa cultura musical europeia e o modelo asquenaze. A cultura neurológica judaica parece se diferenciar em comparação a europeia por causa de uma maior variedade bem como também de combinação de misturas incomuns de ritmos e estilos, mas talvez essas diferenças não sejam assim tão significativas e o talento europeu seja até superior. O judeu não parece ter problemas para mesclar ritmos africanos com ópera. No entanto, não duvido que os ouvidos europeus, especialmente os mais especializados, possam ver este tipo de criatividade, como abusiva e grosseira.

A baixa inteligencia visuo-espacial dos judeus nos ajuda a explicar a baixa presença de talentos nesta área cognitiva, especialmente em relação ao talento artístico para pintura. Não precisamos pensar muito quanto a isso, se eu apenas lhes disser que foram os judeus que inventaram a obtusa ”arte abstrata”.

A super talentosa pintora convergente clássica, Akiane Kramarik, americana de ascendencia lituana, que eu já comentei aqui, parece ser o oposto em personalidade em comparação a ”menina judia média”. Ao invés do narcisismo e do talento verbal e de manipulação, voce tem uma jovem de grande inteligencia visuo-espacial e com espiritualidade aflorada.

A inteligencia naturalista, que eu defini como uma espécie de inteligencia instintiva-analítica, ou seja, uma sofisticação mental de nosso instinto de sobrevivencia, só que de longo prazo, também parece ser bem desenvolvida entre os asquenazes. A inteligencia naturalista tende a se conectar não-linearmente com as inteligencias interpessoal e intrapessoal e talvez possa até ser uma espécie de comunhão das duas.

Mas muitas especulações quanto a moderna inteligencia judia, devem ou deveriam ser feitas e infelizmente, eu não tenho encontrado esta ávida investigação dentro da hbdosfera.  Por exemplo, muitos dizem que antes das leis napoleonicas sobre a ”emancipação judaica”, os judeus deram poucas contribuições intelectuais, seja na filosofia, nas artes ou nas ciencias. Desprezando-se a grande participação ”deste” povo (isto é, de grupos de indivíduos, geralmente de homens, que já morreram) na conquista e colonização das Américas e posteriormente de outros continentes, pouco se sabe sobre as suas reais contribuições (positivas ou negativas, que já não seriam contribuições) antes da revolução francesa.

Os judeus mais decantados, ou seja, os ortodoxos, não parecem ser muito inteligentes, mas principalmente por causa dos padrões de casamentos endogamicos, isto é, consanguíneos, que geralmente reduzirão a plasticidade comportamental e consequente especialização diversificada de funções que dela derivará. Se o marcador ”realizações intelectuais, artísticas, tecnológicas ou científicas” pode ser uma boa maneira de se analisar a inteligencia de uma população, então os judeus de antes da ”emancipação” promovida por Napoleão, em nada se parecerão com os judeus modernos, que batem quase todos os recordes em ”contribuições” ou ao menos em externalizações intelectuais, artísticas, políticas, culturais, tecnológicas e científicas. Muitas possibilidades de explicações. A proibição dos judeus para o exercimento de cargos em alguma área que exige elevada inteligencia, podem ter contribuído para esta provável ou aparente discrepancia de realizações. A pobreza de boa parte do população, que não é o caso, especialmente dos judeus ocidentais, ou o nepotismo das classes europeias mais ricas na ocupação de cargos que exigem elevada inteligencia, que também não parece ser o caso.

Fatores ambientais sozinhos não podem explicar totalmente o vazio de contribuições positivas dos judeus europeus ou asquenazes antes da revolução francesa. Bíblia** Alcorão** Bem, talvez se possa dizer que as religiões monoteístas que substituíram o panteão de deuses originais indo-arianos, tenham sido ”contribuições”. Também se poderia dizer que graças a fé cristã, derivada do judaísmo (mas completamente diferente dele, em muitos aspectos importantes), a população europeia se tornou mais ”inteligente”, resultando em uma sociedade mais cívica e civilizada. Será**

A contribuição judaica por meio do islamismo, tem ceifado por séculos qualquer tipo de florescimento civilizacional duradouro e impactante no Oriente Médio. A religião hindu não foi um empecilho para que muitas das mais fundamentais descobertas em matemática por exemplo, fossem feitas no subcontinente indiano. A Grécia clássica politeísta também foi uma grandiosa potencia intelectual e científica. Portanto, agradecer ”aos” judeus (isto é, a um grupo remoto e já falecido de indivíduos de origem judia) pela fé cristã em que um homem judeu é louvado e tratado como o salvador e que agora está sendo usada para promover o próprio genocídio da população europeia, não parece ser a coisa certa, inteligente e holística de se fazer.

A mistura intra-racial com gentios europeus, poderia ser uma explicação para o repentino aumento da inteligencia judaica, se todos os judeus de antes da emancipação cívica tivessem sido como os ortodoxos atuais, ultra religiosos, fanáticos e levando um estilo de vida perto da idade da pedra, se comparado com os dias modernos ou com momentos de iluminação de genios individuais em algum momento da história humana. Ao contrário da ideia de eugenia por séculos, que não pode explicar a (provável) falta de realizações significativas dos judeus durante a renascença ou a partir da dominação mundial europeia. Será que se os amish passassem a se casar fora, ou parte desta população e a praticar eugenia, isto é, promovendo o aumento da inteligencia da população, nós teremos uma versão germanica de vespas parasitas humanas**

Em conluio com a hipótese da miscigenação racial recente com os gentios, os judeus asquenazes também podem ter criado um braço secular de contato com o mundo exterior por meio da endogamia (casamento fora), resultado de acasalamentos com parentes de outras famílias judaicas mas principalmente com pessoas de fora da comunidade, porque se for verdade que os asquenazes são muito próximos em termos de genética, então a melhor maneira para endogamizar uma parte da população, será criando ”mestiços inteligentes” e este pode ter sido o caso. Combinado com todas essas possibilidades genéticas ou biológicas, que fogem ao discurso padrão atual, que corrobora em direção a teoria de Gregory Cochran,  fatores ambientais poderosos como a lenta porém constante dominação de judeus ricos em relação a toda a sociedade ocidental, transformando o ocidente no playground de seus filhos, é muito provável que tenham tido grande impacto na maneira como os judeus são percebidos assim como eles mesmos promovem esta percepção ultra-mega-master positiva, tal como se tivessem descido das nuvens para nos iluminar. O excesso de judeus no mundo do cinema se deve ao talento inato judeu, ou é apenas mais um produto de intenso nepotismo, provocado pela dominação judaica nos cargos mais influentes da sociedade****

Em termos de esportes bem como de talento ”físico”, a impressão que se tem é a de que enquanto que muitos judeus serão o tipo oposto do esportista, o famoso nerd americano, moreno, de olhos castanhos, óculos e narizes grandes a tiracolo, corpo débil, fraco, magro e pálido, outros serão justamente do tipo mais talentoso para práticas físicas recreativas (que nossa sociedade de retardados ”paga uma grana”, não sei porque causa, motivo, razão ou circunstancia… talvez porque sejamos todos retardados, muitos mais que os outros). Os judeus parecem ser muito variados em diversos aspectos, mas até onde vai esta variação e até onde a psicopatia ou atributos relacionados, se distribui entre eles, ainda é um grande mistério.

A inteligencia existencial poderia ser entendida como o ultimato de desenvolvimento da inteligencia emocional e o judeu médio parecer ser muito deprimido neste aspecto também. Ainda que muitas das ações que eles já reivindicaram pioneiramente como a luta pelos direitos civis de negros, pelo respeito a diversidade sexual, sejam em suas respectivas superfícies, algo muito belo de ser feito, o percurso de suas ações não estão a nos levar a um mundo melhor, mas a um mundo brutal, de divisões e de estupidez. Será que isso foi planejado também**

Os direitos civis dos negros americanos na verdade foi planejado para faze-los se misturar a população branca (e eliminar esta última via miscigenação) mas não para melhorar suas vidas e dar-lhe mais dignidade** Os efeitos das práticas, ditas, ”socialistas”, não tem sido muito boas e na verdade, poderia-se dizer que estão tendo um efeito devastador na vida de muitas famílias afroamericanas nos EUA.

Para um povo, que pode estar em sua maioria, apoiando as modernas políticas genocidas e injustas contra os caucasóides europeus, isso sem levar em conta a Palestina, nas guerras de desestabilização no Oriente Médio, o que parece mais faltar é justamente a tal inteligencia emocional, que em seus níveis mais profundos, nos levará a um novo mundo, da hiperrealidade, de dúvidas, de humildade e de sabedoria, a verdadeira sabedoria, onde todos esses conflitos tolos, são vistos exatamente como eles são, infantis. E para um povo que se pinta de cores brilhantes, justamente a mais poderosa e imponente de todos os tipos de inteligencia, mais parece lhes faltar. Talvez eu possa estar sendo injusto em relação aos judeus que lutam contra este atual estado lamentável e primitivo de coisas. Talvez não, se boa parte destes judeus dissonantes não tiverem em mente, segundas e terceiras intenções.

Como o texto ficou muito longo, a minha análise para os caucasóides europeus e seus descendentes, ficará para o próximo post.

Sou anti-racista e pró-branco, posso**

Nas cabecinhas ocas e vazias, abertas para passar correntes de ar, dos esquerdopatas, o racismo é o pecado original. Bem, se voces pedirem para nossos queridos tolinhos para explicarem o que isto significa, eles lhes darão respostas extremamente simplistas e claramente enviesadas em considerações de terceiros, tal como bons tolos que são, sempre fazem. A diferença entre um dogmático de esquerda e um dogmático de direita, especialmente do tipo religioso, é inexistente quanto a essencia, porque ambos são estúpidos, fanáticos, lunáticos e não entendem como funcionam abstrações, visto que as literalizam quando não é pra ser feito.

Na cabeça dos dogmáticos, não existe meio termo, não existe diversidade, complexidade de circunstancias ou opiniões mas existem pseudo-contradições. Sim, como eu já mostrei, faz um certo tempo já, a maior parte das pessoas veem o mundo em uma perspectiva estrábica, confundindo objetividade com subjetividade. A culpa fundamental se encontra em suas mentes dualistas, que não podem aceitar a sabedoria.

O evangelho de lavagem cerebral (que eu também já mostrei que necessita de predisposições inatas anteriores, tudo depende da genética) dos dogmáticos de esquerda lhes ensina que o homem branco é a personificação abstrata, literalizada, do mal e portanto do pecado original.

‘homem” branco= mal

”homem’ não-branco= bom

Quem já leu ” A revolução dos bichos” entenderá claramente o que estou tentando dizer.

Portanto, qualquer coisa que se aproxime de uma simpatia pela cultura, nações ou mesmo por pessoas ”brancas”, será imediatamente reconhecido como ”pecado original do racismo”.

Em uma cabeça racional sadia, o racismo se consiste na sistemática perseguição, injusta, contra indivíduos de uma ”raça”, sem levar em consideração muitas variáveis objetivas que poderão ser mais condizentes em relação a diferentes situações cotidianas.

Em uma cabeça esquerdopática e doente (algumas vezes a patologização é necessária, especialmente em relação aos patologizadores oficiais, os da situação, que tem o poder de infringir sofrimento aos seus ”subalternos” ), o racismo se consiste basicamente em ”homem branco”.

Quem viu o filme Toy Story 3, deve se lembrar deste macaquinho, o cagueta que acusa todos aqueles que tentam fugir da escolinha de jardim de infancia distópica que parte dos brinquedos do Andy foram parar.

A imigração em massa de alógenos mais a baixa fecundidade da população nativa, mais a lavagem cerebral coletiva da população branca para a miscigenação racial e auto-ódio racial, irá resultar em seu desaparecimento, aka, genocídio.

Isso parece bem simples de entender meu caro leitor, mas para a mente esquerdopática, é como se fosse física quantica, é como dar inúmeras voltas entre a porta de casa e a esquina ao lado, e nunca chegar na esquina. Os famosos dogmas ou factoides, mesmo que tenha uma linha reta para voce ir do ponto A até o ponto B, se voce tiver uma mente dogmática e o dogma se localizar exatamente no ponto B, voce nunca chegará ao ponto final.

Eu sou anti-racista porque sou contra qualquer forma de injustiça. E eu sou pró-causa branca, porque os indivíduos brancos não tem culpa das bobagens que suas elites (e cada vez mais, ”suas” zelites) fazem e já fizeram no passado. Nós não podemos culpar cada indivíduo da raça caucasiana europeia pela escravidão na Africa. Eu mesmo, não tenho culpa de absolutamente nada.

Em um mente racional e sadia, a minha explicação fará todo o sentido, menos para dogmáticos dentre outros tipos de estúpidos.

Uma tragédia anunciada, a explosão demográfica africana

4 bilhões de africanos até 2100*** Parem de pensar em estatísticas e populações e se coloquem no lugar de um africano, em um continente ecologicamente falido e com bilhões de pessoas, vivendo no limite da subsistencia…

Eu fico pra cometer um assassinato quando escuto das mulas esquerdoidas que

se preocupam com o bem estar da humanidade

que desejam um mundo melhor

que são moralmente superiores a nós

São**

Se voce começar a ”debater” com esta gente doente que a explosão demográfica na Africa se consiste em uma tragédia humana e ecológica anunciada, eles provavelmente te acusarão de racismo, indagarão se ”os africanos também não podem se expandir demograficamente, tal como os europeus fizeram até a década de 60”. Os idiotas úteis, que mal tocam na superfície dos problemas, não apenas dos seres humanos, mas de todo o planeta, são tão verdadeiramente insanos (a incapacidade de entender a realidade) que seriam capazes de continuar a sacrificar milhões de africanos em prol de sua cultura dogmática (pseudo-religião). Tal como boa parte dos dogmáticos irracionais, que são insanos, os esquerdopatas continuam a suprimir o diálogo honesto e necessário sobre esta tragédia anunciada.

Não é ”racismo” sugerir que os africanos precisam parar de ter muitos filhos e que precisam parar de migrar em massa para os outros países.

A tragédia demográfica africana tem uma série de causas

– a ”ajuda humanitária” (dar esmolas, um gigante e maltrapilho ”bolsa família”) ocidental

– a tentativa de desenraizamento cultural total dos africanos, jogando-os em modelos de sociedade que exigem pensamento a longo prazo

e a incapacidade africana (em média) de controlar o tamanho de suas famílias

Os resultados a longo prazo (se já não são evidentes a curto prazo)

– brutal desigualdade social

– destruição total das áreas verdes e genocídio dos animais silvestres (onde algumas ”antas do oriente” estão a participar alegremente)

– morte de milhões, muitos deles de inocentes, causado por uma completa incapacidade de sustentabilidade de uma grande população (imaginem a Etiópia com 120 milhões de habitantes, atualmente tem uns 80).

Os esquerdoidos foram uns dos responsáveis pela brutal ”descolonização” da Africa, em que a crescente infraestrutura moderna criada pelo homem branco, foi entregue a população local, e quase que imediatamente corroída, por causa da incapacidade dos mesmos em geri-las. Enquanto faziam sexo livre e fumavam maconha no bucólico Woodstock, milhões pereciam do outro lado do atlantico sul. Na verdade, é elementar que alguém que tenha uma cultura diferente, não se preocuparia em manter uma cultura alógena, muito simples… No entanto, o pouco de ”progresso” a moda ocidental que foi plantado na Africa, poderia ajuda-la a longo prazo. Além do mais, as guerras de descolonização, como sempre neste continente, foram brutais.

O principal problema africano é a demografia. A Africa nunca foi o continente com a maior população. Este equilíbrio demográfico foi a chave, tanto para a sustentabilidade das tribos, quanto para a sustentabilidade ecológica. Não mais….

Os conservadores também tiveram um grande papel neste estado de coisas, com suas pretensões quase sempre expansionistas, retidas de suas perspectivas de ”raça mestre”.

A Africa mais parece aquele brinquedo, que depois de um tempo, se desgasta e é descartado. Desprezar os efeitos de uma explosão demográfica na Africa e toda a sorte de problemas graves que isso ocasionará, é ser totalmente conivente com o mal e não falo mediante uma perspectiva egoísta ou mesmo racista, mas principalmente, mediante uma perspectiva humanista.

Apenas se coloquem no lugar de um africano ou de uma africana, daqueles que comprovam que ”todos podemos ser iguais”, desde que comunguem com características cognitivas e motivações similares, e imaginem um mundo superlotado, ultra desigual, poluído, extremamente violento. Isso é ter real empatia.

E isso não é racismo, mesmo que como um ser humano mortal e proto-primata, eu, todos nós tenhamos uma vontade de ter as melhores maçãs, apenas se coloque no lugar de um africano…

Diferenças raciais em estupidez

Somos todos burros#

Brancos ”são” idiotas, negros ”são” burros,  judeus ”são” mentirosos, infantis e sádicos, leste asiáticos ”são” zumbis conformistas, quer mais??

Aborígenes, bem, ”são” aborígenes, ameríndios ”são” ”sem sorte”…

Quando você se aprofunda na ”ciência galtoniana”, se acostuma com os ”elogios” assim como também com os ”insultos” em relação às raças humanas. Portanto, por que não destilarmos nosso veneno (isto é, a verdade) sob todas estas abstrações similarmente fisiológicas ao invés de principiarmos pela desigualdade (que é real) de conceituações positivas ou negativas??? Partindo da minha lógica sobre o humor. Ou devemos rir de tudo e de todos ou então não devemos rir de nada nem de ninguém. Soa dualista, mas é porque me parece ser a única solução plausível para o problema da ”liberdade de expressão”. Quem está na chuva é pra se molhar.

O que mais caracteriza a ”espécie humana”, não é a sua maior inteligência, esta que só se manifesta completamente em alguns poucos grupos de indivíduos, mas justamente na sua capacidade de fazer ”trapalhadas” em escala global, cada um com o seu ”estilo cognitivo” para cometer burrices…

”Brancos” ”são” ”idiotas”

O tipo de estupidez que mais acomete aqueles que denominamos como brancos, isto e, os caucasianos europeus, é a idiotice. O caso sueco é interessante. O povo sueco conseguiu transformar o seu país em um dos melhores do mundo para se viver desde o final da ”segunda guerra”. No entanto, uma parte nada desprezível deles está neste momento, convidando o mundo inteiro para viver a ”dolce vita” perto do círculo polar ártico. A ingenuidade dos suecos tem atingido um nível tão alto, assim como dos outros povos nórdicos, que já poderia ser qualificada como idiotice. A pergunta que não quer calar é, por que será que as pessoas não estudam**

Não é difícil dedicar ao menos meia hora por dia para aprender um pouquinho mais sobre, imigração, estatísticas (taxa de fecundidade nativa baixa está para suicídio coletivo), geopolítica, mas o mais importante, a sabedoria.

A sabedoria é o processo mental de prevenção, e não de remediação.  Será que a maioria dos suecos não são capazes de entender que não podem suportar o mundo inteiro em suas fronteiras* Será que eles não sabem que não tem de aguentar sozinhos este dever moral superlativo* Será que não conseguem comparar o comportamento, muitas vezes, violento, destes ”imigrantes”, consigo próprios** Será que não sabem que nunca tiveram qualquer colonia na Àfrica, na Asia ou nas Américas*** E este comportamento não está restrito aos ”loiros escandinavos”, ainda que lá se localize o epicentro do ”esquerdismo branco”, mas em quase todas as nações de extrato racial ”caucasiano europeu”, padrões semelhantes podem ser observados. Meu caro leitor, sejamos francos, se todos os seres humanos fossem como voces ou eu, não haveria a necessidade destas indagações… E fato comprovável.

‘Negros” ”são” ”burros”

Em quase todos os ambientes com uma população, negra, não-selecionada por critérios tais como comportamento ou inteligencia, haverá uma grande tendencia para a criminalidade, desemprego, um aumento considerável de conflitos interpessoais de todas as naturezas… Só  o (pseudo)intelectual que ”gosta” de ”pobre”. Se os brancos são idiotas porque, uma boa parte deles, acreditam em fantasias abstratas ( velho cristianismo como o catolicismo ou o novo cristianismo, o esquerdismo) e apresentam limitada curiosidade intelectual para entender o mundo (ambiente) em que vivem, os negros serão provavelmente o oposto, enquanto que, podem ser bons, por causa do instinto mais aflorado, para entender o ambiente em que vivem, ainda assim, serão em média, é claro, incapazes de compreende-lo com clareza, ao ponto de poderem se antecipar em relação aos problemas que naturalmente aparecerão em suas comunidades. Problemas são tão prolíficos quanto germes. Se o branco tivesse o instinto mais aflorado do negro ou o negro tivesse a maior inteligencia cooperativa dos brancos, a sabedoria poderia aflorar em ambos. Não estou obviamente sugestionando que apenas a miscigenação que poderá sanar este problema.  E fato que ”Deus não deu asa a cobra, mas lhe deu astúcia”.

A burrice afro, em média é claro, pode ser facilmente observada por meio da enorme cadeia de semelhanças ou padrões lógicos, em que, com raras exceções, a pobreza, a criminalidade, a promiscuidade sexual assim como também a baixa cultura, serão constantes. Eu já sugeri que por causa de uma série de eventos predominantemente inconscientes, isto é, que não foram provocados ou direcionados, a hierarquia racial humana foi até agora produzida. Por exemplo, a menor inteligencia dos negros, em média, se deve em parte ou principalmente, porque tiveram menos desafios dramáticos, potencialmente mortíferos, em seus ambientes intertropicais de especialização. Uma maior quantidade de problemas graves, podem ter provocado sucessivos extermínios naturais das populações que deram origem as modernas raças eurasiáticas. Quanto maior a seleção, maior será a enfase para um determinado conjunto de características, sejam elas, mentais ou fisiológicas. Em ambientes com grande fartura de alimentos e menores riscos de vida, como as regiões intertropicais africanas, menos pessoas morreram e não houve a necessidade imperativa de cooperar. O ócio é a oficina do diabo.

Em sociedades que passaram por uma menor quantidade de ”provas de fogo”, a cooperação de grupo se fez menos necessária. Isto praticamente explica a menor inteligencia coletiva e média dos descendentes das populações africanas negras.

”Leste asiáticos” ”são” ”zumbis”

Enquanto que os negros poderiam ser comparados ao comportamento da ”cigarra”, os leste asiáticos (os mais racialmente decantados), poderiam ser comparados as ”formigas”, que são cooperativas, ”hard working” e, praticamente não tem vontade independente.  Existe um excesso de personalidade africana e uma ”falta de personalidade” do típico leste asiático. Se as formigas operárias poderiam ser comparadas a zumbis, então a mesma analogia pode ser feita em relação aos leste asiáticos. Isso pode nos ajudar a explicar o porque dos negros (especialmente os negros americanos) terem uma maior predisposição para a criatividade, especialmente aquela que se relaciona com a personalidade e o talento musical, enquanto que o padrão oposto pode ser verificado entre os leste asiáticos, com exceção dos japoneses, que tem se destacado pela criatividade técnica.

Enquanto que a cigarra, vive pouco, passa a vida cantando e procria sem responsabilidade, as formigas são o exato oposto. =) O clima ancestral dos leste asiáticos, é provável que tenha sido muito mais rigoroso do que aquele em que os negros subsaarianos evoluíram. Não há comparação entre o ambiente onde ainda vivem os inuits, no norte da América setentrional e o ambiente onde vivem os pigmeus, nas florestas equatoriais africanas, por exemplo. Há de se ressaltar que as duas populações passaram por padrões seletivos e que a baixa estatura dos pigmeus e os cranios volumosos dos inuit são os respectivos resultados destes eventos. Em ambientes menos desafiadores, é possível que se selecione mais características fisiológicas adaptativas do que cognitivas.

A extrema cooperação asiática é o resultado direto da supressão da individualidade, o conformismo social e a menor variabilidade comportamental dos leste asiáticos. Não é que não será possível encontrarmos todos os tipos humanos (comportamentais) que temos nas nações ”ocidentais” nas populações asiáticas. Toda população, que não for composta por clones, apresentará sua própria diversidade interna, seja ela, uma construção taxionomicamente proto-arbitrária ou uma construção biológica. As populações asiáticas apresentam uma menor proporção de tipos mais extremos ou exóticos de personalidade, assim como também de manifestações individuais. Pode-se dizer que o ”esquizofrenico oriental” tenderá a ser menos esquizofrenico do que o ”esquizofrenico ocidental”. Mas isso não muda o fato de que, entre todas as populações humanas, eles ”se pareçam” mais com ”zumbis”. A estupidez asiática é a ”falta de vontade própria”. Pensem em uma grande proporção de burocratas. Pensou* Os leste asiáticos tendem a ser basicamente deste jeito. Culpe os concursos públicos chineses, os mais antigos da história humana.

”Judeus” ”são” ”mentirosos”, ”sádicos” e ”infantis”

A coletividade humana mais inteligente do mundo (e não aquela com a maior quantidade e possivelmente, proporção, dos indivíduos mais inteligentes da humanidade), ou seja, os judeus, especialmente os judeus europeus orientais e ocidentais, ou ashkenazim, também são secretamente conhecidos por serem, em média, mentirosos, sádicos e infantis. O politicamente ”correto” é a manifestação cultural de um traço bio-comportamental muito comum entre os judeus, a histeria. Crianças ”mimadas” também costumam ser muito histéricas.

Como  pode ser possível que a população humana mais inteligente ainda seja capaz de produzir guerras para alcançar os seus objetivos** Simples, porque a inteligencia humana é super estimada. E completamente possível que a coletividade humana mais inteligente também possa ser uma das mais sádicas. O ser humano se tornou mais inteligente ao se tornar mais pacífico ou a inteligencia humana se assemelharia mais a perspicácia do parasita***

Contar mentiras (e vantagens) também é uma característica comum em muitos judeus e especialmente dos ”judeus de elite”, que atualmente dominam boa parte dos centros de poder do mundo ocidental. Há de se ressaltar que mentir, pode ser mais criativo do que dizer a verdade, ainda que para se buscar a ”imagem maior” da verdade, ou seja, a verdade per si, também possa ser  considerada como uma tarefa mental homérica. Ainda que vivamos em sociedades que priorizem a aparencia ou a mentira parcial, mesmo que todos estejam fazendo o errado, o moralmente inteligente, deverá sempre fazer o certo.

A naturalidade ou aquilo que é natural, não é o comportamento ou a maioria, mas sim, o comportamento correto, objetivo, que perpetue a harmonia e não a desarmonia.

Uma ”cavalgadura coletiva” faz uma burrice contra outra ”cavalgadura coletiva”, e assim ”caminha a humanidade…

Conclusão

A conclusão deste texto que pode ser considerado ofensivo para alguns e divertido para outros, é a de que, todas as ”populações humanas” apresentam defeitos consideráveis, independente se podem levar o homem a lua ou não, visto que, são poucos os seres humanos que podem compreender perfeitamente esta realidade, e ”não cair em tentação”, isto é, histeria e chantagem assim como também, foram poucos aqueles que conseguiram projetar um foguete espacial e são poucos os que poderão faze-lo novamente no futuro.

Vale sempre ressaltar que, para as pessoas inteligentes, o que mais importa é a inteligencia, independente de quaisquer outros critérios, tal como, para um fofoqueiro, o que mais importa serão as fofocas. Em todas as raças humanas, existem indivíduos inteligentes o suficiente para aceitarem esta realidade, sem chiliques infanto-juvenis, e a inteligencia não é patente de nenhum grupo. Basta selecionar. Finalmente, chegamos a pergunta que não quer calar

Quando é que as pessoas boas irão perceber que elas não são o meio (”educação”) mas o fim (”seleção eugenica”) ***

Ps. ” “, este sinal quer indicar que ”para toda a regra, existem exceções, mas a exceção prova a regra”, ou seja, sim e não, estão certos. Múltiplas perspectivas.

Múltiplas inteligências e diferenças raciais (modelo cognitivo coletivo) parte 1

… mas sem bobagem politicamente correta.

A teoria das múltiplas inteligências, foi desenvolvida pelo psicólogo judeu-americano Howard Gardner, nos anos 80, como contraponto à ”teoria do qi” como representante objetivo e conciso de inteligência. Os defensores dos testes de qi acreditam que os aspectos cognitivos mais importantes possam ser encontrados e avaliados em provas de raciocínio puro e ”culturalmente” neutro. No entanto, é interessante notar que não existe um único teste de qi e portanto, a própria teoria que enfatiza os testes cognitivos, não se baseia em uma única perspectiva.

A teoria das múltiplas inteligências por sua vez se baseia fundamentalmente na ênfase dos estilos cognitivos e de personalidade do que com base em uma tentativa de avaliação neutra e ”às cegas”, tal como foram construídos os testes de qi. Portanto, pode-se dizer que a inteligência humana mediante a perspectiva desta teoria, passaria a ser analisada com base em avaliações psicológicas de rotina como método para construir o perfil cognitivo dos ”pacientes”. A teoria de Gardner apresenta grande potencial como complemento importante para as avaliações psicométricas, mas o seu autor, pensou em uma antítese contra o qi ao invés de uma complementaridade para o mesmo. A atmosfera política dentro da ciência, funcionou como um coquetel molotov para aumentar os ânimos de ambos os lados do ”debate” e não como um melhoramento do entendimento humano sobre a inteligência humana.

Gardner e seus amigos de Harvard ( antro ”liberal” ou esquerdista e esnobe) usaram sua nova teoria, naquele contexto histórico recente, como uma maneira de comprovar a ideia liberal e rasa de que ”todos nós temos um gênio dentro de nós” e de que ”as diferenças raciais em inteligência são principalmente mediante uma perspectiva qualitativa (e não quantitativa”). Ainda que não se possa dizer que esta frase se encontre completamente errada, deve-se entender muito bem o significado de cada fragmento de cada frase de efeito (e politicamente carregada) tal como a palavra ”gênio”.

Gênios são muito raros e não estão igualmente distribuídos entre as raças humanas (principalmente no que se refere à inteligência quantitativa, porque em termos de qualidade, cada região terá potencial para produzir diferentes tipos de excepcionalidade cognitiva ou intelectual humana). As diferenças de inteligência sob os mais diversos aspectos da mente humana, são observáveis a olho nu em todos os grupos populacionais. Os testes de qi são melhores para medir certos aspectos cognitivos, ainda que de maneira superficial, e são mais sinceros quanto aos resultados discrepantes encontrados dentro e entre as populações humanas, em qualquer categoria. Mas a ideia das múltiplas inteligências aparece como um complemento enriquecedor, algo a mais, do que como uma ”teoria rival”. Ciência não é competição, é enriquecimento para o entendimento da realidade.

Integração entre qi e múltiplas inteligências

Portanto, partindo-se desta premissa óbvia e estupidamente coesa, iniciarei uma tentativa de integração entre as duas ”teorias” como maneira de enriquecer as avaliações psicológicas e cognitivas. Primeiro vamos reconhecer rapidamente o que seriam as ”múltiplas” inteligências (ou seria melhor, a combinação entre esses tipos de inteligências) que foram descritas por Gardner.

Lógico-matemática,

Linguística,

Musical,

Espacial,

Corporal-sinestésica,

Intrapessoal,

Interpessoal,

Naturalista e

Existencial.

Eu não vou explicar o que cada um destes tipos de inteligências significariam, porque eu já deixei disponível o link da wikipedia, que resume bem esta teoria e além do mais, a maioria delas falam por si só. Primeiro eu vou agrupá-las não-concretamente, isto é, deixando mais de uma ideia pseudo-conflitante bailando pela integração conceitualmente móvel de todos os atributos cognitivos, aka, múltiplas perspectivas.

Inteligência intrapessoal e interpessoal se relacionam consideravelmente entre si (isso parece bem óbvio) e poderiam ser agrupadas dentro dos conceitos de ”inteligência emocional” e ”inteligência social”.

Inteligência existencial poderia ser conceituada também como ” extrema autoconsciência”, porque a autoconsciência humana em níveis moderados é excelente para a adaptação, enquanto que nos mais altos níveis (filósofos, sábios e gênios), tenderá a se transformar em uma espécie de capacidade cognitiva (hierarquicamente superior) reflexiva, contemplativa, do que ativa. Este tipo de inteligência que foi proposto por Gardner, parece se relacionar não completamente com inteligência emocional e social visto que para ambas as 3, torna-se necessário algum tipo de percepção super desenvolvida, seja para as exigências adaptativas sociais, emocionais ou sobre auto-percepção.

Inteligência naturalista parece se relacionar com inteligência linguística, porque ambas partem da premissa inicial do raciocínio analítico. A inteligência linguística baseia-se na apreensão de padrões lógicos (ou de detecção de erros em padrões) principalmente nos aspectos verbais, mas isso se estende a todos os ramos onde o uso de palavras é necessário, inclusive naqueles que se localizam fora das ”ciências humanas” como a biologia ou mesmo a física teórica.

Vocês estão percebendo que apesar da ideia de categorização da inteligência humana em várias tipos seja bastante interessante e correta em muitos aspectos, torna-se improvável de ser completamente coesa, porque todos nós temos todos estes tipos de inteligência. O que nos diferencia a nível individual é como se manifesta o fenótipo cognitivo de cada um assim como também a nível coletivo, com quando nós somos transformados em estatísticas.

Inteligência corporal-sinestésica parece se relacionar remotamente com inteligência espacial. Isso pode explicar o porquê de atletas não terem em média um vocabulário extenso e sofisticado.

Assim como acontece com todas as inteligências que foram sugeridas pelo psicólogo americano, a inteligência musical também se baseia na busca por padrões dentro das atividades específicas das quais se relaciona.

Os dois tipos de inteligência que são parcialmente medidos por testes de inteligência são justamente a inteligência lógico-matemática e a inteligência linguística. Os testes cognitivos estão praticamente represados nos dois tipos de inteligência que são diretamente utilitárias, porque a nossa sociedade se baseia em números e palavras. Os números são usados na construção das cidades ou ambientes antropomorfizados assim como também para as translações financeiras enquanto que as palavras são usadas tanto para a comunicação quanto para a organização total da sociedade. Testes de qi verbal medem o tamanho e a sofisticação do vocabulário, que será usado no meio social assim como também como gestor do sistema. A inteligência linguística encapsula a inteligência matemática, esta por sua vez, é dependente do qi verbal, porque as palavras são mais importantes do que os números para gerir e organizar todas as sociedades humanas. Pode-se afirmar que a comunicação é a principal ferramenta de controle e organização de coletividades.

 Breve auto análise como exemplificação

É interessante pensar que matemática e lógica se correlacionem, mas que, como acontece com toda a correlação, existe uma série de possibilidades de combinações entre elas e com outros tipos de capacidade especializada. Isso acontece comigo. Em termos de capacidade matemática, eu constatei deste tenra idade que a tenho em níveis bem modestos. Posso dizer que eu tenho conhecimento cristalizado de matemática até a quinta ou sexta série. A partir disso, eu me perco. Mas por quê???

Porque assim como eu vejo que em relação às palavras, a relação entre linearidade lógica e aplicabilidade, se tornam cada vez menores nos mais altos níveis, isto é, a maioria das pessoas entendem que as palavras que capturam são ”coisas” ou ”objetivos reais” e tal como uma pedra, não podem ser modificadas em suas essências. No entanto, aos mais altos níveis de inteligência ”linguística” e que neste caso, se relaciona com uma combinação de outros atributos cognitivos em harmonia, os significados das palavras não apenas podem ser modificados, mas eles existem para serem modificados. Em outras palavras, as palavras são ”naturalmente” maleáveis.

Algo parecido deve acontecer para os números e como resultado, eu que não sou um super entusiasta da matemática, constato que os números são ”coisas” ou ”objetos” que por falta de vontade e falta de capacidade, não podem ser modificados. Aos baixos níveis de entendimento, a simplicidade sem complexidade, será traduzida para o ”determinismo”. As coisas são como são, porque eu as vejo assim, porque elas não se modificam enquanto eu vivo e porque eu não tenho a capacidade de imaginá-las sob outros ângulos ou perspectivas.

No entanto, em termos de ”inteligência lógica”, eu vejo que sou muito bom (obrigado! 😉 ) e não me sinto naturalmente privado de praticá-la quando eu quero e nem de melhorar o meu conhecimento que está sob o seu domínio abstrato.

Em uma escala de 0 a 100, eu me daria 30 em matemática e 70-80, em lógica, sendo parcimonioso comigo mesmo neste segundo quesito, algo raro de acontecer, especialmente quando estou eu mesmo no meu íntimo.

A minha inteligência ”linguística” também encontra-se bem desenvolvida (naturalmente predisposta para amplitude de conhecimento especializado), mas com alguma heterogeneidade de talentos e fraquezas. Vocês já devem ter notado que eu tenho o costume de ”derrapar” na concordância verbal bem como em muitas regras gramaticais obscuras de nosso idioma, tão difícil para estrangeiros quanto o romeno é para nós.

É difícil determinar minha capacidade musical, porque enquanto eu percebo em mim que tenho talento para o canto e na composição, nunca tive a curiosidade ou o ímpeto de aprender a tocar qualquer instrumento. Inclusive, eu já disse no blog hbd ”Audacious Epigone” que os seres humanos foram inteligentemente estúpidos ao inventarem os instrumentos musicais, porque eles já tinha cordas vocais que poderiam ser usadas como bio-instrumentos naturais, como ”produtores” de sons.

Em termos individuais, é sempre difícil determinar com extrema precisão o tamanho e a qualidade de nossos talentos e fraquezas, especialmente quando são comparados com outros. Pode-se e deve-se medir a capacidade humana não como um resultado inerte e simbólico, mas tal como se fossem vibrações sonoras.

Não vou me estender ao restante da avaliação porque parece óbvio que tenho altos níveis de desenvolvimento cognitivo para capacidade existencial, intrapessoal e surpreendentemente para interpessoal, mas é ainda mais complexo tentar explicar esta parte. Basicamente, tudo aquilo que tenho falado sobre empatia, honestidade e simpatia, corresponde ao grande erro analítico que é miseravelmente cometido com frequência pela psicologia (eu já disse que a psicologia é sofrível??) Também me sinto acima da média (e isto pode significar qualquer coisa, não se esqueçam do preciosismo literal para qualquer tipo de interpretação) em relação à ”inteligência naturalista”, mas deve ser porque esta também se relaciona com ”inteligência lógica”.

A proposta inovadora deste texto (que poderia ser) não é uma exemplificação de autoanálise por intermédio de uma condensação de avaliações psicométricas corriqueiras, estatísticas e matematicamente deterministas (simbologia do número de 2 ou 3 dígitos) com uma avaliação psicológica, retida da teoria de Howard Gardner, mas a introdução da mesma em relação às diferenças cognitivas das raças humanas e mais especificamente dos 3 troncos raciais mais importantes de nossa espécie com breve porém necessária ”pincelada” de algumas etnias (subraças). Portanto vamos iniciar a proposta que foi sugerida.

”Triarquia do qi”

Diferenças raciais através da teoria das múltiplas inteligências (perfil cognitivo coletivo)

A trivial apresentação das diferenças raciais em capacidade cognitiva permeia-se por meio de atribuições utilitárias como quantidade de prêmios Nobel (assim como proporção) por nacionalidade, etnia ou raça, renda per capita, qualidade de vida ou estilos de comportamento. As médias de pontuações em testes de qi também são corriqueiramente usadas como parâmetro comparativo.

Portanto, vamos dar início à tentativa de construção de um perfil cognitivo coletivo das ”raças” humanas.

Negróides africanos subsaarianos

Depois de um século de medição, isto sem falar de nossas percepções pessoais, que alguns chamam de ”preconceito” ”ou” ”generalização” (e na verdade é, mas apenas porque evoluímos para generalizar quando estamos lidando com um grande número de pessoas ou informações, ainda assim, NADA ESTÁ 100% ERRADO e portanto, é parcialmente válido sermos levados por nossos preconceitos desde que não provoquem injustiças), constatou-se que as médias de inteligência técnica ou contextualmente utilitária, medidas por testes cognitivos, encontram-se mais baixas para a população nativa subsaariana do que em comparação a outros povos como os nordeste asiáticos e os europeus.

*generalização = preconceito ruim ou injustiça.

Portanto, em termos de inteligência matemática, linguística e visual-espacial, os negros subsaarianos mostram EM MÉDIA serem menos capazes do que em comparação a outras populações.

A capacidade musical é provavelmente um dos maiores talentos da ”raça negra”, provavelmente como resultado de uma série de combinações fenotípicas complexas como padrões hormonais. Percebam que a música se relaciona consideravelmente com algumas culturas humanas baseadas em tradição oral ou seja, que não apresentam vocabulários próprios.

Deve-se fazer um parênteses em relação à população subsaariana assim como também a qualquer população de caçadores coletores. No caso ”africano”, uma boa parte dos talentos incomuns para música e para o esporte, são mais comuns entre os híbridos de negros e brancos (ou com qualquer outra raça) do que entre a própria população subsaariana original.

Não basta ser talentoso, é necessário que exista uma estrutura social hierárquica que possa externalizar o talento.

A miséria galopante das nações africanas assim como também a inexistência de uma organização estrutural que possa promover o entretenimento cultural (música e esporte por exemplo) podem estar mascarando algum talento natural africano mais estatisticamente generalizado para ambos.

As capacidades cognitivas especializadas nas populações humanas que são contextualmente e bioestatisticamente menos evoluídas, parecem ser mais simplórias do que aquelas que podemos encontrar em populações altamente complexas como a europeia. Uma explicação simples. As populações humanas menos evoluídas nunca necessitaram de um grande e diversificado número de poetas, atores ou de apresentadores de televisão (mobilizadores culturais)  por exemplo para que pudessem sobreviver. Por isso há menos diversidade e ‘qualidade” cognitiva.

Isso  também se aplica à população negra mas com algumas diferenças. Primeiro, os negros subsaarianos apresentam grande diáspora ao redor do mundo, especialmente nas Américas. Segundo, a grande miscigenação que ocorreu na ”diáspora americana”, aumentaram os genes ”cognitivamente complexos” na população híbrida, reduzindo a percepção geral de intensa desigualdade ”cultural” entre brancos e negros. Isso aconteceu principalmente na América Latina. Terceiro e último, os negros foram completamente ocidentalizados, ”perdendo” suas culturas e tradições (na verdade, parece que jamais fizeram grande esforço para mantê-las), diferente de muitas populações ameríndias, que continuam a viver separadas dos ”caras pálidas” e são identificadas como essencialmente diferentes dos ”ocidentais”.

A inteligência corporal-sinestésica é uma das mais desenvolvidas entre os negros. E novamente como uma explicação simples, as populações menos evoluídas da espécie humana, tendem a ser naturalmente adaptadas aos ambientes em que vivem enquanto que as mais evoluídas tenderão a ser mais ”cognitivamente adaptadas”, que quer indicar adaptação dentro dos ambientes antropomorfizados (cidades, sociedades, civilizações) que construíram. Os negros são mais fisicamente robustos do que as outras populações humanas (ainda que isso não reverbere em resistência física).

Em resumo, os negros são como os ameríndios, só que vivem em grande quantidade nos grandes centros urbanos do Ocidente e foram culturalmente ocidentalizados. As pessoas comuns os tratam como iguais porque partilham a mesma cultura.

Isso não significa que não existam negros, ameríndios ou aborígenes tão cognitivamente complexos ou inteligentes quanto a maioria de europeus ou de leste asiáticos. As exceções provam as regras e não há absolutamente nada de errado com isso.

A ”inteligência social” ou interpessoal negra parece outro ser outro atributo muito bem desenvolvido entre os subsaarianos e seus descendentes, principalmente porque eles são conhecidos por serem um dos grupos mais extrovertidos e simpáticos do mundo. Esta elevada capacidade no entanto pode vir com muitos custos como uma maior proporção de tipos psicopáticos. E é justamente isso que acontece com a população negra, especialmente os mais pacíficos e cooperadores, são os primeiros a sofrerem nas mãos dos psicopatas mais carismáticos, impulsivos e egocêntricos que dominam a maior parte das nações africanas ou de maioria negra. Eu já sugeri que os altos índices de violência que encontram-se presentes ”na população negra” (na maior parte destas populações), é resultado direto da maior proporção de psicopatia dentro do grupo. Em um longínquo texto, eu sugeri que os traços psicológicos não estão totalmente acoplados ao fenótipo de ”aparência” física, ainda que com o tempo, esta correlação se torne mais perfeita por causa da seleção.

Capacidades cognitivas mais evoluídas (inteligência intrapessoal ou autoconsciência, inteligência existencial e inteligência naturalista)

Melancolia é um traço fundamental para a genialidade filosófica

Carismáticos, simpáticos, musicais, fisicamente robustos,  menos dotados (em média) dos atributos cognitivos complexos de natureza utilitária que são importantes para criar e sustentar estruturas sociais hierárquicas igualmente complexas, os negros subsaarianos também são propensos a ”padecerem” de  ”grave deficiência” no que diz respeito aos mais altos níveis de complexidade cognitiva humana, os tipos de inteligências mais intimistas e decisivas, ou seja, o panteão de onde brota o gênio humano, como a inteligência existencial, a inteligência intrapessoal e a inteligência naturalista. É divertido pensar que, a complexidade do intelecto humano possa na verdade ter o seu pico justamente dentro das ”inteligências utilitárias” (visual-espacial, verbal e matemática) do que entre as ”inteligências perceptivas”, justamente daquelas que estou falando agora. A ”inteligência utilitária” sustenta as civilizações que são construídas pela ”inteligência perceptiva ou genialidade” e para que isto possa ser possível, as mentes dos ”fazendeiros” (os criadores de sociedades) devem se assemelhar à mente ”primitiva” e ser mais lógica e simples do que a ”utilitária”. Pertencem à grandezas distintas e se o negro médio é sofrível para se adaptar às demandas técnico-utilitárias, então imaginemos o quão difícil será pra eles (isto é, os negros médios ou comuns) para adquirir, entender e manipular a flama da loucura que faz a humanidade dar passos largos para o seu próprio entendimento (se já é difícil para o branco ou leste asiático médio..) Mesmo a maioria dos negros mais inteligentes, ainda serão incapazes de tocar a superfície da sabedoria.

Novamente, não tenho como pretensão aqui sugerir a inferioridade ou superioridade de nenhum povo, população, etnia ou raça. Isso é ciência e não um dramalhão mexicano. O taoísmo é a antítese perfeita para o mundo mentalmente mono-cromático  em que sempre vivemos. E partindo-se dele, eu criei a teoria das múltiplas perspectivas, onde deixamos de lado as emoções instintivas mais baratas e as substituímos por considerações parcimoniosas, holísticas e corretas de abstrações, que se consistem por exemplo qualquer aglomeração numérica de indivíduos, como as raças humanas.

Voltando à análise das capacidades cognitivas gerais (isto é, que também incluem as capacidades ”psicológicas”) da ”raça negra”. Em relação às ”inteligências perceptivas”, existe a real necessidade de se ter uma capacidade de abstração altamente desenvolvida. É notoriamente reconhecido a incapacidade da população negra, em média, para visualizar abstrações das mais diversas naturezas e manipulá-las a bel prazer. Esta capacidade encontra-se acoplada às de caráter utilitário e nos ajuda a entender o porquê da infraestrutura extremamente precária das sociedades negras assim como também o oposto em nações de maioria caucasiana europeia ou nordeste asiática.

A evolução cognitiva humana se dá dos pés à cabeça. As raças menos evoluídas estão fisicamente adaptadas ao ambiente e suas necessidades cotidianas requerem uma mente mais pragmática, prática e menos complexa. A raça negra subsaariana evoluiu em um ambiente tropical, com grande disponibilidade de comida e poucos desafios reais de sobrevivência coletiva. Por um lado, este fator me parece que foi fundamental para a procriação diferenciada de tipos psicopáticos, porque em ambientes com mais perigos, os cooperadores são muito mais importantes e a hierarquia social é mais apaziguada (todos cooperam). Por outro lado, isso produziu o perfil médio de personalidade subsaariana que é carismática, simpática e/ou extrovertida. A evolução da ”mente subsaariana” foi principalmente através do ou para o meio social. Isso explica as suas maiores habilidades sociais, de carisma e extroversão, do que em comparação à maior parte da população eurasiática.

Portanto, podemos resumir o perfil africano em ordem decrescente da seguinte maneira: inteligência interpessoal, inteligência corporal-sinestésica (que eu determinei como a mais primitiva forma de inteligência humana, justamente por se assemelhar com a adaptação predominantemente corporal dos animais ao ambiente), naturalista (principalmente em uma forma mais instintiva do que reflexiva e baseada na captura de padrões sociais, a ideia da ”inteligência de predador” que eu já especulei e se relaciona com a inteligência social, que aqui adquiriu a alcunha de ”inteligência interpessoal”), inteligência musical, inteligência linguística, inteligência lógico-matemática, inteligência visual-espacial, inteligência intrapessoal e inteligência existencial.

No próximo texto eu vou especular sobre o perfil cognitivo coletivo dos leste asiáticos.

Maior incidência de personalidades extremas em filhos de casais de diferentes raças em países desenvolvidos. Correlação ou causalidade??

Filhos de casais mistos (especialmente em países ocidentais de primeiro mundo) estão em maior ‘risco’ (risco que é relativo) de nascerem com déficit de atenção/ hiperatividade e autismo. Parece que existe uma relação entre autismo e mistura racial assim como também com TDAH. No entanto, esta relação parece ser mais uma particularidade endêmica apenas em nações ocidentais de primeiro mundo com uma boa proporção de imigrantes estrangeiros do que um padrão universal. Se realmente houvesse uma relação causal direta entre a ocorrência de personalidades extremas e miscigenação racial, então o Brasil, por exemplo, seria um dos países com a maior incidência de ”transtornos mentais’ em todo mundo. Mas isso não acontece. Portanto, a miscigenação racial sozinha, não é o único fator responsável por esta correlação indiretamente causal. Então o que poderia ser??

 

Aventureiros, nerds, Dopamina e mulheres promíscuas que buscam por novidade

Nerds (proto-autistas) casam com asiáticas e mulheres Tdah-stylish casam ”com qualquer um”.

Imigrantes ou ”nômades modernos”, tendem a apresentar uma série de características comportamentais que se destoam da população sedentária de seus respectivos países. Uma possível e cada vez mais popular explicação para esta diferença pode ser encontrada na presença ou manifestação do polimorfismo da dopamina, especificamente do receptor DRD4. O DRD4 parece se relacionar consideravelmente com as migrações humanas que segundo a teoria ”fora da África”, contribuíram para o povoamento por nossa espécie em quase todos os continentes do planeta pelo menos até a época de Cristóvão Colombo.

Esta maior expressão individual pode exercer uma grande influência no comportamento dos seres humanos, produzindo ansiedade para conhecer novas regiões (busca por novidades e sensações). Também se sabe que este polimorfismo também se relaciona com a manifestação da TDAH. Portanto, a primeira metade do quebra-cabeças já parece ter sido montado. Imigrantes são muito mais propensos a terem este tipo de expressão dos genes dopaminérgicos, isto é, que induzem a determinados tipos de comportamento, dentre eles ”a busca pela novidade”. Portanto, eles são potenciais portadores de bio-condições que quando combinadas com pares iguais (isto é, com o cônjuge nativo exibindo similar bio-condição intensamente dopaminérgica) tenderão a represar as mesmas predisposições dos dois lados de acasalamento, aumentando o risco de combinação genética do pai e da mãe na produção de uma criança com TDAH (E vale ressaltar que as ”personalidades extremas” tendem a se sobreporem, portanto, além do risco para TDAH, os casais interraciais naturalmente dopaminérgicos, também terão maior risco de terem filhos com esquizofrenia, autismo ou transtorno bipolar).

A outra metade do quebra-cabeças se encontra justamente nos pares nativos de acasalamento, ou seja, as populações locais que estão em ‘maior risco’ de se engajarem em um relacionamento interracial (busca por novidades). Esta população ”de risco”, muito provavelmente, também apresentará predisposições iguais para a panaceia de comportamentos que se relacionam a uma ”personalidade dopaminérgica”, isto é, enérgica e que está sempre em busca de novas sensações e/ou por novidades. Por lógica, é consideravelmente mais desafiador iniciar um relacionamento com uma pessoa de outra nacionalidade ou que ”pertença” a outra raça. Portanto, as pessoas (brancas mas também de qualquer outra raça) que são mais comuns de se relacionarem com um estrangeiro ou de outro grupo racial, tenderão a serem mais propensas para este tipo de ”expressão mais alargada da dopamina”. O casal multirracial do Ocidente moderno (e pós-moderno) tem maiores riscos para ter uma criança com personalidades extremas mas também para se separarem.

 

Apenas TDAH?? O fenômeno do homem excedente

 

Os ”genes” das neurodiversidades tendem a se sobreporem como eu disse acima. Como resultado, em famílias com histórico de TDAH, poderá ocorrer também a manifestação de outras condições como o transtorno bipolar, personalidades neurominoritárias não-extremas como ”personalidade esquizotípica” ou personalidade ciclotímica”, psicopatia, autismo, etc…

O aumento dos casos de autismo no mundo ocidental e especialmente nos países ricos, pode se relacionar também com o aumento da miscigenação racial e intrarracial, isto é, de etnias que estão dentro do mesmo tronco racial. O aumento da imigração aliviou a ansiedade da  população excedente de homens brancos (principalmente)  em busca de parceiras (e parceiros, sic!). Como resultado, mais homens brancos, que são costumeiramente rejeitados por mulheres brancas, tem se casado com mulheres estrangeiras e/ou de outras raças, especialmente as asiáticas. É até interessante pensar que, se as nações da Ásia Oriental, são as ”pátrias dos nerds”, então as mulheres desta região podem ser mais propensas para apresentarem estilos de personalidades que são mais compatíveis com os estilos comportamentais dos homens brancos ”nerds”, que são proto-autistas por excelência.

Eu ainda proponho que com relação às taxas de divórcio e infidelidade entre os casais interraciais no mundo ocidental, os casais de brancos (na maioria das vezes de nerds, pelo que parece) com asiáticas, tenderão a apresentar menores índices de divórcio e infidelidade (iguais ou menores que os casais monorraciais de brancos), enquanto que nas outras combinações de acasalamento interracial, terão maiores índices de divórcio e infidelidade.

Portanto, segundo a minha hipótese, que também já foi paralelamente (e parcialmente) desenvolvida por outras pessoas, a correlação entre miscigenação racial e personalidades extremas, é indiretamente causal, porque é um fenômeno específico que depende de determinadas predisposições para que possa se manifestar, como por exemplo:

Similaridades neurobiológicas, ou seja, pares de acasalamento de diferentes raças ‘ou’ etnias com as mesmas predisposições genéticas, aumentando as chances de manifestação de personalidades extremas. (Na verdade, o processo de manifestação homozigota das personalidades extremas parte do mesmo princípio em casais monorraciais)

A miscigenação per si, não é diretamente responsável pela manifestação de transtornos mentais (dentre toda a panaceia de combinações neurominoritárias não-extremas), mas pode provocar o aumento dos ”casos” por causa das predisposições bio-comportamentais das pessoas que são mais propensas a se envolverem em casamentos mistos, tais como, aqueles que estão em busca por sensações (e muito provavelmente são portadores heterozigotos da TDAH) e pela população nativa que tende ”a ser rejeitada” dentro do mercado local ou nativo de acasalamento.

No entanto, ”típicos nerds” ou ”proto-autistas”, também são menos tribalistas e portanto, tendem a estarem mais dispostos a relacionamentos interraciais. Autistas tem o hábito de construírem súbitas interações com pessoas estranhas e também são mais propensos a serem menos tribalistas. Portanto, o fator ”rejeição do mercado interno ou nativo de acasalamento” aparece como um potencial gatilho ambiental para o engajamento de ”proto-autistas” em relacionamentos interraciais, combinado com as predisposições neuro-culturais deste grupo, que tenderão a ser menos tribalistas do que por exemplo, de homens brancos conservadores.

Especialmente para o caso da TDAH, os imigrantes são mais propensos a carregarem a expressão dopaminérgica que se relaciona com ”busca por sensações” e isso por si só contribui para explicar o porquê de serem mais propensos a migrarem de suas terras ancestrais para outras regiões. E são mais propensos a se casarem com os dopaminérgicos nativos, dos países para onde imigraram, que também são mais engajados (ou tem menos limitações) para desenvolver relacionamentos com pessoas de diferentes origens.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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