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Personalidade, cognição, inteligência e qi

Novamente, a correlação avaliativa entre qi e os componentes que compõe o intelecto humano.

QI e cognição

A inteligência como a conhecemos parece se relacionar muito bem com a cognição. A cognição se consiste nos atributos mais técnicos ou mecânicos de nossas capacidades que quando acompanhada por testes cognitivos, adquire uma contextualidade ou unilateralidade que nos faz remeter à metáforas que se relacionam ao trabalho, isto é, a capacidade de oferece-lo a partir de parâmetros pré-estabelecidos. A inteligência, mesmo a humana, existe sem a necessidade de qualquer parâmetro, mesmo a cultura. Portanto, a correlação entre qi e cognição será significativa se os parâmetros usados para a sua mensuração estão muito próximos da realidade, ao se analisar a memória, o tempo de reação, a capacidade de se fazer analogias e a de reconhecer padrões, dentre outros aspectos importantes de nossas cognições. No entanto, como eu já expus diversas vezes aqui e se consiste em uma de minhas críticas-mestras ao determinismo dogmático dos testes cognitivos, qi não mensura a ”inteligência” em um estado dinâmico, mas em um estado inerte, em uma sala qualquer de uma universidade qualquer, com lápis e caderno a tira colo, um psicólogo como um cão de guarda, um relógio cronometrando o tempo e perguntas de-contextualizadas. E isso não é ”mundo real”.

Meu modelo conceitual, diga-se, muito simples e didático de ser entendido, para a inteligência, se consiste na interação entre a cognição e a personalidade. A personalidade, nossa constância comportamental, tem grande impacto em nossa cognição. Isso ainda não quer dizer que se a isolássemos todos seriam iguais. Mas continuará tendo um grande impacto. No texto sobre os leste asiáticos e as suas primorosas capacidades de concentração, eu a defini como a habilidade de se isolar os efeitos constantes da personalidade na cognição. É como se mudássemos o som de uma música instrumental, por exemplo, aumentando alguns ritmos e reduzindo outros (por exemplo, enfatizando o som do piano em uma música multi-instrumentalizada ou orquestrada) ou como como quando modificamos as cores da tela de uma televisão. Sendo mais capazes de controlarem suas personalidades na execução de tarefas do dia a dia, os leste asiáticos também tendem a se saírem melhor em testes cognitivos, justamente por causa desta capacidade. Não é que o qi mensure esta habilidade, mas é que a mesma tende a se relacionar com aqueles que conseguem se concentrar em baterias de testes que exigem a exposição de conhecimento e que muitas vezes será extrínseco àquele que melhor apetece a personalidade de cada um. Ninguém ou a maioria não gosta de fazer testes cognitivos ou provas escolares, mas aqueles que gostam, serão mais propensos também a serem melhores na concentração para executá-los. Eu me concentro bem para escrever estes textos. Apenas uma dica de que a ”concentração” também dependerá do contexto de enfatização ou centralização.

Qi e personalidade

Algumas pesquisas tem sugerido que os mais introvertidos sejam mais propensos a pontuarem alto em testes cognitivos. Não parece ser preciso falar mais sobre isso se no texto acima eu já mostrei o porquê dos leste asiáticos, que são mais introvertidos que os brancos europeus e que os negros africanos, serem melhores, em média, não apenas nesta tarefa, mas também a qualquer outra que exija concentração, mesmo que se faça com base em assuntos que estão extrínsecos às suas personalidades. Um exemplo muito elucidativo. A capacidade asiática de trabalhar exaustivamente em empregos da indústria tecnológica, de dedicarem boa parte das horas de seus dias em atividades repetitivas e que exigem grande concentração porque necessitam de perfeccionismo, por exemplo, no encaixe de peças mecânicas. Não é que eles nasceram mais predispostos ou empaticamente recíprocos (tolerantes seria o termo mais adequado) para o trabalho repetitivo e de longas jornadas. Mas é que eles são melhores no isolamento ou neutralização da personalidade, que por sua vez nos incita para a interação interpessoal e para ”investimentos na própria felicidade” (alimentar nossas próprias existências), na dedicação extrínseca, isto é, de atividades que não estão plenamente relacionadas com as exigências pessoais. Aqueles que são mais extrovertidos ou que são mais distraídos, incapazes de filtrar os eventos e estímulos externos que são constantemente interpretados por nossas personalidades, serão mais propensos a pontuarem mais baixo nos testes cognitivos assim como também em relação a todas as outras atividades que são similares a esta, isto é, que exige a concentração.

”Eu – quero – fazer este teste, mas o céu está tão bonito nesta tarde e eu estou com a cabeça em outros assuntos”

Qi e inteligência

”Como” a inteligência poderia ser entendida como ”cognição + personalidade”, então minha constante afirmação de que os testes cognitivos meçam-na de maneira parcial se consiste em uma possível verdade, porque quando não estamos em um estado de concentração para resolver questões ”quase-escolares”, estaremos no mundo real, usando nossos atributos cognitivos e intelectuais ou com base na interação destes com a personalidade, interagindo ”de” verdade.

Todos os meus textos sobre este assunto não visam na completa negação de qualquer fiabilidade remota dos testes cognitivos em sua tarefa de acessar e expressar o intelecto humano mas no melhor entendimento de todas as variáveis que estão relacionadas e principiando por duas vias fundamentais, o realismo e a diversidade.

Aquele que é excepcional em sua capacidade de pensar criticamente, de refletir o pensamento, enfim, de ser um legítimo intelectual, não será O MAIS inteligente em comparação a todo resto, a partir de uma comparação total, porque para que pudéssemos fazer esta afirmação, nós deveríamos concluir com base em método científico exemplar, que o intelectual seria como um polímata pluritalentoso em relação a totalidade das atividades humanas que requerem o uso da inteligência, bom em tudo. E isto, ele não é.

As sociedades humanas, talvez, toda a complexidade natural, exige a cooperação de peças de diversas naturezas e todos os sistemas sociais humanos tem buscado pelo elixir da comunhão de todas essas peças visando na maximização de sua eficiência, mas tratando-os como se fossem (e de fato, infelizmente, são) ”animais” de fazenda e aqueles que detém o poder, como fazendeiros. Isso está gritando ”diversidade cognitiva”.

E o realismo, como eu já falei aqui e diversas vezes neste blogue, se dá com base na análise da inteligência no mundo real, sob todas as suas perspectivas e a partir do momento em que denominamos a cognição como inteligência, nós estaremos destituindo a mesma de seu conceito mais holístico e provável de ser assim como também enfatizando a qualidade do trabalho, tratando a todos como reles escravos semi-assalariados.

Por que que os leste asiáticos, em média, são melhores para fazer testes cognitivos?? Como que isso pode afetar as suas capacidades criativas, em média, é claro. E mais alguns ”plus” sobre criatividade…

Porque eles são melhores na capacidade de concentração.

Redefinição de concentração = capacidade de isolar a influencia da personalidade ou constancia comportamental sobre a cognição. A capacidade de se separar uma da outra para atingir um estado de neutralidade/inércia de pensamento ou na focalização de certa tarefa.

Uma das razões para que os leste asiáticos se saiam, em média (e uniformemente), melhores na realização de testes cognitivos, provas escolares dentre outras tarefas cognitivas similares, se dá justamente por causa de suas maiores capacidades de concentração, que nada mais seria, tal como eu redefini acima, na capacidade de se isolar a personalidade da cognição.

Por outro lado, uma maior capacidade de concentração pode resultar também em uma menor ‘vulnerabilidade’ para a distração, que é um preditivo essencial para a ”incubação criativa”. Esta que se consiste na alteração (voluntária ou não) do estado mental na busca por percepções incomuns ou associações remotas. Outro fator é que as pessoas criativas tendem a construir um arcabolso de internalizações (real aprendizado) diversificadas de longo prazo, que se dão justamente por causa de suas constantes tendencias para ”distrações”. Outro possível complemento é de que os leste asiáticos, em média, por causa de maior conformismo, serão menos propensos a pensarem diferente assim como também a externalizarem seus pensamentos, em relação ao grupo. As vivencias de boa parte dos leste asiáticos não irá resultar em na construção de uma arcabolso de percepções variadas e internalizadas, a matéria prima para a criação intuitiva de ideias divergentes.

Quando nos concentramos, o fazemos por duas razões

  • para neutralizar o pensamento ou torná-lo inerte, isto é, indiferente em relação aquilo que está acontecendo ”lá fora”,
  • focar em um conjunto de assuntos restritos, como fazer uma tarefa repetitiva, que exige atenção a detalhes.

Os leste asiáticos, em média, são muito bons neste tipo de capacidade, se comparados a todos os outros grupos raciais.

Ao invés de nos perguntarmos apenas o porque de serem, em média, ”menos criativos” que os caucasianos europeus (ainda que, apesar de muitas evidencias, necessite de maior e melhor investigação), também se este (suposto/muito provável) déficit não pode ter reverberado positivamente em relação a outros aspectos, partindo daquele pensamento de toda perda tem consigo um ganho, muitas vezes, impensado.

A concentração se consiste também na aglomeração da atenção em relação a alguns pontos apenas, por exemplo, se eu te pedir para que olhe para um pião rodopiando e não tire seus olhos dele até que comece a perder a velocidade.

A ”incubação criativa”, parte de um estado de ”distração” ou de foco descentralizado, o completo oposto da capacidade de concentração. Ao invés de se focalizar um pião, voce o observa, mas também tudo aquilo que está acontecendo ao seu redor, o canto dos pássaros… e pode pensar em uma associação entre ambos, seja para construir uma poesia, tipo

”tal como o pião, incessante em seu movimento circular, 

abraça o canto dos pássaros, em um mesmo movimento de criar…”

Etapas para a construção da criatividade e o porque dos criativos e dos inteligentes de não serem geniais

A criatividade é preponderante e essencialmente relevante durante as primeiras etapas da criação de ideias divergentes. Primeiramente, durante aquilo que denomino de ”incubação criativa”, assessorada pela distração, dá-se a colheita (muitas vezes ”inconsciente”) de percepções incomuns que serão internalizadas pela memória emotiva e/ou de longo prazo e que serão úteis para a construção intuitiva de ideias divergentes e potencialmente úteis. A produção de associações remotas com este arcabolso de percepções, retidas a partir de vivencias constantes, também se consiste em uma atividade puramente criativa.

O desenvolvimento destas ideias, no entanto, exigirá muito mais da inteligencia, do que da criatividade, ainda que esta continue muito relevante durante todo o processo. Portanto, os criativos não-geniais, tenderão a produzir ideias divergentes, mas sem o ”acabamento” necessário que possam torná-las ”produtos de genios”, seja para as artes, a filosofia, a ciencia ou qualquer outra área. Em compensação, os inteligentes clássicos ou mantenedores de alto nível assim como também os solucionadores de problemas de alto nível (os quase-genios), que são naturais dependentes das criações dos genios, serão melhores no acabamento destas ideias. O genio é capaz de fazer os dois, ou seja, todo o processo do pensamento tipicamente humano, criativo, intuitivo, instintivo, reflexivo e construtivo.

O que que testes de qi tem a ver com tirar leite de vaca??

Testes de qi ”aculturais” se utilizam da mesma técnica de mensuração de capacidade que é praxe nas escolas. Em outras palavras, eles medem a capacidade na realização de tarefas cognitivas que o sistema  exige (e geralmente, a maioria, se não, todas as sociedades humanas exigem, em maior ou menor grau) ou a capacidade de oferecer trabalho.

A inteligencia humana, é óbvio que não se resumirá a testes cognitivos, porque como eu já disse aqui, eles são estáticos, isto é, mensuram parte do intelecto humano em um mundo que não está movimento (e estamos a todo momento em movimento, sem levar em consideração os tetraplégicos dentre outros tipos), a partir de critérios mais ou menos neutros, como a sequencia de números ou o tempo de reação, mas que não são aplicados a contextos reais. De fato, se quisermos avaliar a inteligencia humana, devemos principiar pela

  • capacidade de detectar padrões (entender a realidade)
  • capacidade de aprendizado (uma versão sofisticada do reconhecimento de padrões)
  • capacidade de memorizar e de ser eficiente no uso deste arcabolso de conhecimentos.

Principiar e não finalizar. Se alguém é muito bom no reconhecimento de padrões em um teste de qi, isso não significa que será igualmente bom para reconhece-los em um contexto, em um mundo real.

Todos eles devem ser contextualizados, mas não apenas isso, porque não basta mensurá-los a partir de um contexto específico, porque são muitos. Seria e é interessante que o façamos também a partir de um não-contexto ou contexto neutro, isto é, universal. Ou mesmo, um contexto fluido. Eh verdade que queiramos ou não, tenderemos a responder de acordo com que as circunstancias se apresentam pra nós, assim como também, a partir de nossas tendencias mais instintivas, mais agudas de respostas, especialmente se não estivermos cientes da necessidade da reflexão ou crítica do pensamento (lembrem-se, nosso cérebro analisa, precisamos rebater as suas análises se quisermos de fato começar a pensar por conta própria). Mas isso não significa que o ser humano se consista em um ser que é essencialmente moldado por suas vivencias, ainda que o faça em muitos aspectos importantes. A vivencia existe, porque é captada e porque é um produto neuro-cultural de nossa autoconsciencia. Mas a sua existencia não é uma prova de que sejamos como um corpo-mente vazio de substancia biológica, que precisa interagir com o seu meio para que possa existir, por si mesmo. Isso não faz sentido.

Para escravos ”e” trabalhadores inconscientes (Porcamente assalariados), mede-se a capacidade de oferecer trabalho. Eh útil pra que?? Da mesma maneira que se mensura a capacidade cognitiva ou biológica na possibilidade de oferecer qualquer utilidade em animais domésticos. O ser humano não pode dar leite (sem piadas de cunho sexual por favor) como as vacas, mas pode ser usado enquanto uma espécie (muito) cognitivamente prodigiosa, ou seja, em proveito de suas capacidades intelectuais. Ele pode ser usado e é importante frisar isto.

Mas este uso é baseado em honestidade, um acordo mútuo, entre patrão e funcionário??

Tal como eu sugeri em um texto anterior, em animais ”selvagens”, mensura-se a sua capacidade de sobreviver e/ou ”se” adaptar a um determinado ambiente. Em compensação, em animais ”domesticados”, mensura-se a sua capacidade de se sujeitar as ordens de superiores ou na sua capacidade de oferecer trabalho de qualidade. A inteligencia do cachorro doméstico se dá com base em sua capacidade de resposta a bola que está sendo jogada a sua frente ou a de passar por todos os obstáculos em um concurso tolo de pessoas tolas. Também se mensura a sua capacidade de ler as intenções de seus donos e de acatá-las, quando possível.

Mas e a sua capacidade de sobreviver sozinho, de ser livre???

Os seres humanos que estão muito amalgamados pelo conforto e segurança da civilização, mas que também foram sendo selecionados para serem mais mansos, perderam as suas capacidades para solucionar problemas reais que se relacionam com a suas próprias sobrevivencias. Se tornaram demasiadamente especializados e perderam a capacidade de pensamento holístico, isto é, crítico, objetivo e transcendente. O ser humano domesticado é demasiadamente preguiçoso para pensar por conta própria, mesmo quando não parece haver a necessidade de pensamento profundo. Por exemplo, eles são tão preguiçosos, que raramente se questionam sobre as notícias que estão sendo diariamente despejadas em suas mentes.

A neutralidade contextual ou real da mensuração da inteligencia humana, parece ter um viés político subliminar ou que ainda não foi percebido por boa parte das pessoas que se dedicam a esta enfatização intelectual, isto é, a inteligencia (pressupõe-se). Ao menos em termos de inteligencia a partir de uma perspectiva qualitativa e evolutiva, o contexto artificial da sociedade em que vivemos, determina conceitualmente o ”mundo real”, isto é, pagar as contas em dia, trabalhar, casar, interagir com as pessoas ao redor, etc… Mas o mundo real, ainda que também seja o mundo criado pelos humanos, é, especialmente, aquele que está independente de nossos caprichos culturais de massa. E nós também somos reais, e ainda mais reais, quando nos vemos separados desta artificialidade.

Portanto, quando separamos a cognição da personalidade, e principiamos a análise (daquilo que restou) da inteligencia, a partir de um conjunto de obrigações técnicas, memória, tempo de reação, capacidade de aprendizado e de interação social, PARA atender perfeitamente os ditames que são enfatizados pelo sistema, nós não estaremos mensurando a mesma de maneira abrangente e objetiva, mas especialmente a qualidade do trabalho que o homem pode oferecer ao sistema, a partir de critérios lógicos de cognição, mas sem a personalidade como influencia, inclusive na construção do caráter, se o sistema precisa de uma massa acrítica, conformista e tecnicamente eficiente para que possa continuar com o seu reinado de Ciudad de Lagado.

O que leite de vaca e testes de qi tem em comum??

Qi e mundo real, analogias interessantes

Será que as pessoas de maior qi serão mais propensas a entender o mundo, literalmente, tal como realmente é ou está??

Será que as pessoas de maior qi serão mais rápidas para encontrar problemas e contradições, em seus respectivos cotidianos mas também em relação ao contexto social maior em que estão encapsuladas?? (e não apenas no seu ambiente de trabalho).

Será que as pessoas de maior qi tenderão a analisar corretamente cada notícia, em tempos de ”big mídia”, a que estão sendo expostas, para fazer jugalmentos corretos??

Este tipo de questão poderia ser aplicada ao mundo real?? Representa o mundo real??

No mundo de hoje, fala-se muito em teorias de conspiração. Algumas beiram ao ridículo, como os lagartos alienígenas de David Icke (ainda que, nunca se sabe… até agora, a meu ver, as chances de que esta teoria esteja factualmente correta, pareça se situar em torno de 2%…. Novamente, grandes chances de estar errado, mas minha mente não pode  simplesmente jogá-la na lata do lixo sem esperar por próximos capítulos).

Outras não são sequer teorias, porque se consistem em fatos, só que são politicamente incorretos. Por exemplo, costuma-se agregar (ou, as pessoas são direcionadas para esta ação) a teoria dos reptilianos com a ”conspiração dos judeus para o domínio mundial”. Tem até um desenho, os ratinhos Pink e o Cérebro, que elucida de maneira simples esta ”teoria”.
😉
No entanto, ”conspirações de grupos” acontecem a todo momento!!! Especialmente em sociedades tribalistas. Conspirações são a técnica fundamental para se fazer política nos dias de hoje e talvez, desde sempre. A competição entre famílias e indivíduos, nos ambientes de trabalho, no ambiente familiar, em todos os lugares, tende a se dar com base em pequenas ”conspirações”, em blefes. Mentimos, mentimos muito, consciente e inconscientemente. Apresentamos o que temos de melhor durante nossas interações interpessoais ou sociais e a maioria, joga pra baixo do tapete, aquilo que ”não lhes convém”.
No entanto, uma grande proporção de pessoas das quais  identificamos como ”mais inteligentes”, rirão da sua cara quando lhes disser que acredita em um ou duas ”teorias de conspiração”, que não são realmente ”teorias”, mas que foram propositalmente colocadas no mesmo rótulo para serem desacreditadas.
Em um mundo ”ideal” (ou forçadamente ideal), os mais inteligentes deveriam superar os medianos e os menos inteligentes em todos os quesitos que estão diretamente relacionados com o básico da existencia
-sobrevivencia
-adaptação
-reprodução
Mas eles não fazem. Se a idealização da inteligencia, tal como a conhecemos, não está funcionando, então devemos pensar qual que poderia ser a razão para esta situação, onde que aqueles que são premiados com status intelectual a partir da ”meritocracia” moderna, não são, em média, capazes de entender o mundo em que vivem e de agir com base neste entendimento, ou seja, o básico da existencia!!!
O meu palpite é que a inteligencia, que é parcialmente capturada em testes cognitivos, não leva em consideração a influencia da personalidade. Talvez fale disso separadamente em outro texto, com novos desdobramentos (eu gostei desta palavra, rs), mas por agora, eu vou dizer aquilo que tenho desenvolvido sobre o assunto. A personalidade é a constancia comportamental enquanto que a inteligencia, é a interação da parte técnica, cognição, ou seja, de nosso cérebro, de nossas capacidades puramente cognitivas, em relação a ”personalidade”, que literalmente falando, se consistiria na consciencia corporal semantica e sinestésica ( com base em fatores hormonais, fisio-cerebrais, corporais, etc) e que por sua vez, estarão acopladas para a interação com o mundo de fora. Nossa clausura natural. A inteligencia, portanto, é uma resposta a problemas (se quiser enfatizar por este prisma) ou a busca por soluções, que se faz com base na interação ”cognição + personalidade”. Personalidade é constante, internamente variável ou plástica, que chamamos de temperamento e ou comportamento, ainda que não sejam os mesmos, porque o temperamento desemboca no comportamento (o temperamento externalizado, literalizado), tal como os rios que desembocam em oceanos. A cognição, é a nossa capacidade mecanica ou cerebral de responder a uma multitude de eventos das mais diversas naturezas, ao passo que a inteligencia é o uso integrado de ambas, cognição e personalidade. Em estado de descanso, todos nós podemos usar nossas capacidades cognitivas mais ”puras” ou de natureza técnica. Mas geralmente, por causa de nossa constancia comportamental ou personalidade, ao ficarmos diante de uma bateria de testes cognitivos, seremos modulados pela interação da mesma sob a cognição.
Seria interessante pensar se não poderia existir uma espécie de sincronização de cognição e personalidade e se isso não poderia se localizar dentro do espectro da sabedoria.
Os testes de qi, segundo os seus maiores entusiastas, são a representação fidedigna de inteligência e portanto, pessoas com grandes pontuações no mesmo, serão capazes de aplicar este conhecimento, especialmente a partir do fator (psicométrico) g, ou capacidade para encontrar padrões, no mundo real. Em outras palavras, os psicometricamente inteligentes terão menor chances de cometer erros em suas análises do que os demais. Mas isso não parece estar acontecendo. Na verdade, parece que os mais inteligentes, segundo estes critérios, são em média, mais propensos, não apenas a cometer estes erros mas também a compartilhá-los via hierarquia sócio-cognitiva, muito semelhante à fictícia república de Lagado.
Os psicometristas, ou, boa parte deles, interpretam o conceito de ”mundo real”, com base em suas próprias perspectivas de ”seres contextualmente adaptados”, que nascem premiados com o tipo ideal de interação cognição+personalidade e que terão grandes chances de passarem com louvor pelas etapas meritocráticas unilaterais (confucianas) que o sistema construiu. Em suas cabeças, a partir do momento em que as pessoas de maiores capacidades psicometricamente cognitivas, forem melhores, em média, na adaptação ao contexto moderno e ‘civilizado” em que estão, então isso significará que a mesma analogia também poderá ser aplicada a todo resto. O mundo real para essas pessoas não é principiado pela  observação por todos os poros da relação ”homem e meio”, mas fundamentalmente, pelo  homem, em sua capacidade de oferecer trabalho de qualidade ao sistema. Eh como mensurar a capacidade de uma vaca de produzir leite ou de um boi de produzir ”boa carne”, não se está analisando inteligencia, em todas as suas perspectivas, mas a capacidade de ”formigas operárias” para atenderem ao sistema a que estão (sendo) subjulgadas. Este tipo de análise parte de uma série de pressupostos
– a inteligencia é apenas uma tendencia para respostas mecanicas que estão diretamente relacionado com o trabalho industrial ou ”atividades repetitivas”, que são requeridas pelo sistema,
– portanto a inteligencia não é uma constante, em igualmente constante interação com a personalidade,
– personalidade não influencia a cognição, ‘porque são dois elementos conceituais separados’ (a personalidade não é parte da cognição).
Será que a maioria de nossos gênios psicométricos são realmente capazes de entender o mundo, principiando pela capacidade de adaptação e/ou sobrevivencia??
Então vamos agora imaginar alguns exemplos retidos dos testes de qi, dentre outros testes psicométricos, só que aplicados na vida real
Sequências de números
0,1,3,6,10
Objetividade
Mesmo em uma ilha deserta, existem inúmeras distrações que poderão custar a vida daquele que habita este local hipotetizado. Portanto, há de se principiar por uma clara objetividade de ideias, ideais (ideias futuristas, que poderão ser transformadas em ações construtivas de longo prazo), ações, de curto a longo prazo, interpretações semanticas e ações. Quanto mais claras, precisas e abrangentes forem todas essas particularidades, maior será a capacidade de se mitigar perigos em qualquer ambiente.
 Vivemos em um labirinto mental. Pressupõe-se que ”o mais inteligente”, a partir desta perspectiva ou sabedoria, será também o mais apto para perceber a realidade que se encontra escondida.
Exemplo de aplicação do reconhecimento de padrões lógicos no mundo real a partir da tal ”teoria de conspiração sobre a dominação mundial de um certo povo”.
Algumas dezenas de milhões de pessoas que estão cultural e geneticamente relacionadas, ”dominam” (isto é, sua ínfima elite) a maior superpotencia de nossa era e por tabela, o resto do mundo.
”Para saber quem te governa, voce precisa  descobrir quem você não tem permissão para criticar” Voltaire
Este grupo, também detém o poder em todas as demais nações ocidentais mais poderosas e ainda em relação a superpotencia da atualidade, ”a mais poderosa”, esta tem grande influencia no resto do mundo, por causa dos meios de comunicação modernos e também por sua exuberancia suavemente totalitária.
Alguns amadores debatedores lhe perguntará ”como pode ser possível que uma população tão pequena, possa ser capaz de dominar uma nação de 320 milhões de almas”**
Ou é desonesto (isto é, sabe da verdade mas prefere esconde-la e negar diante de ti que concorda com os seus pressupostos), ou é estúpido e por causa do seu ”preconceito” (negativo), prefere defender aquele que está acusando de fazer isto ou aquilo (claro, menos o homem branco, este voce pode depenar a vontade).
Apenas fale sobre padrões hierárquicos, que não há a necessidade de domínio de cada pedaço de um país para dominá-lo, basta dominar os pontos mais hierarquicamente importantes. Por exemplo, voce não precisa ter o controle de cada pedaço do Brasil para dominá-lo, basta dominar as principais metrópoles (São Paulo e Rio de Janeiro) mais a capital federal, para que possa ter o controle de quase todo o território, ainda mais em tempos de globalização, onde tudo está mais conectado.
Associações verbais ou semânticas
”baixas taxas de natalidade nativa está para redução populacional nativa assim como imigração de massa está para substituição demográfica”
ou
”islam está para intolerancia assim como liberdade está para ”viver em um ambiente sem a tal religião da paz” ”.
Mundo real, contextualizado.
Para falar sobre os dois temas acima, ou melhor, para entende-los, existe a necessidade mínima de se ter real conhecimento em
– demografia
– estatística básica
– história
– pensamento lógico-dedutivo
– pensar na mãe e na sua própria liberdade.
Apenas pelos discursinhos de prezinho que predominam nas ”humanidades”, especialmente sobre o segundo exemplo, pode-se perceber que a relação entre ”capacidade de associação semantica ou verbal a partir de uma perspectiva real” e ”maiores pontuações em testes de qi verbal”, não parece ser assim tão significativa, se em cada departamento de ciencias humanas nós vamos encontrar uma quase unanimidade em relação aos pressupostos docemente totalitários que se consiste o pseudo-socialismo coletivista oligárquico.
Inteligencia não é apenas cognição… que não é apenas qi.
Os hormonios também podem estar tendo um grande papel para a castração voluntária de muitos destes ”humanistas”. Eles só querem um mundo melhor, mas seus hormonios, os impedem de conseguir visualizar de maneira coerente este tal ”mundo visionário de igualdade e properidade coletiva”.
Tempo de reação
O tempo de reação se relaciona guturalmente com
– capacidade de se antecipar a ocorrencia de problemas, diga-se, que em sua maioria serão estúpidos,
– capacidade de se praticar justiça ou evitar a injustiça,
– múltiplas utilidades cognitivas como ser ágil em debates,
– capacidade de sobrevivencia.
Exemplo das eleições no brasil
Ainda existem muitos seres delirantes que continuam a acreditar na inocencia candida do desgoverno atual que imola este país, que é desgraçado desde o nascimento. Em outras palavras, o lobo já lhe mostrou que deseja comer a sua carne fresca e gorda. Já disse pra que serve o seu nariz grande, suas orelhas de abano grandes, sua boca grande, suas mãos peludas e grandes, e já está afiando o garfo, babando e olhando com cara de psicopata pra voce. E, só pra não perder o hábito de ser sacana, o lobo ainda está lhe fazendo cair em confusão ao afirmar que não pretende fazer aquilo que seu próprio corpo está sinalizando, está dizendo.
 
se olha como prostituta, se veste como prostituta, ganha dinheiro com sexo, então é o que??
Muitos ”genios psicométricos”, pelo que está parecendo, não costumam ser muito bons na hora de reagir. O fazem em um sala fria, quando tem um conometro ao seu lado, que está sendo manuseado por um psicólogo. Em um mundo real, onde pensamentos e ações tomam forma real, impactam pessoas ao redor e mesmo em outros continentes, o fulaninho genial é mais lerdo que uma tartaruga de greve.
tempo de reação ainda para
contradições
‘é socialista mas gosta de tomar caviar”
quer igualdade. mas usufrui da desigualdade.
Isso deveria ser simples.
Se diz que é uma coisa, mas faz outra, então isso se consiste em uma clara contradição e deveria ser motivo de repúdio, no mínimo, para começo de conversa, por pessoas que são verdadeiramente racionais.
E as diferenças entre estar adaptado e/ou de ser cognitivamente inteligente (mas não em termos de personalidade) e de ser adaptável
Os ”mais adaptados” são conscientemente melhores para o ato de se adaptar ou modular o comportamento para aderir as exigencias ambientais??
Não.
A maioria daqueles que ocuparão posições laborais confortáveis em ”nossas” sociedades ”modernas”, já terão um belo de um empurrão por parte da ”mãe”-natureza ao nascerem contextualmente perfeitos para seus respectivos macro-ambientes sociais. Eh como se fosse um animal não-humano que estivesse perfeitamente adaptado ao ambiente onde vive, ao seu hábitat. Portanto, quando ”é o ambiente, que por um sopro de sorte, ”te seleciona” ”, isso não se consistirá em uma qualidade reativa, isto é, uma capacidade, mas uma vantagem apessoal, que lhe foi dada pelo novelo de circunstancias favoráveis.
O talento ao nível do genio para a adaptação, independente dos contextos naturais que se apresentarem, encontrar-se-á fortemente presente em
psicopatas de alto funcionamento
e
sábios.

”Inteligencia’ entre os generos

Homens mais masculinos tenderão a ter a testa em formato quadricular. Seu queixo também será mais pontudo e seu semblante menos socialmente convidativo. Os olhos serão menores, apontando para menor proporção de traços de natureza neotenica. As mulheres mais femininas apresentarão o tipo de rosto quase que o oposto do ”mais masculino”, visto que sua testa tenderá a ser menor e em formato arredondado e as feições mais gracilizadas ou menos robustas. Homens também serão mais propensos a terem rostos mais largos e robustos do que as mulheres. São médias, lembre-se sempre disso. E eu também estou usando em excesso os termos ”tendem”, por alguma razão…

Mesmo que esta imagem abaixo esteja mostrando um homem de rosto relativamente menos masculino, ainda se pode notar com grande consistencia as diferenças marcantes dos rostos mais comuns em mulheres e os mais comuns em homens (que serão relativamente raros de serem encontrados no sexo oposto).

Inteligencia e  estereótipos que podem ser factuais com a realidade 

As profissões onde existe um predomínio de um dos generos, nos sugere que certas habilidades e tipos de personalidade serão mais comuns entre homens do que entre mulheres e vice-versa, ainda que fatores culturais tenham um papel, dependendo da profissão, que poderá ser menos ou mais relevante. Por exemplo, na medicina. No passado, por causa de razões puramente culturais, as faculdades de medicina eram quase que exclusivamente masculinas (como quase todos os outros departamentos de ensino superior). Com a emancipação feminina, o percentual de médicos homens foi se reduzindo drasticamente e hoje em dia, me parece que são as mulheres que predominam ligeiramente nesta profissão, ao menos nas faculdades. Como existe uma panaceia de profissões que se relacionam com a medicina, então ainda será relativamente complicado sugerir que exista igualdade ou mesmo superioridade das mulheres, porque por exemplo, um dermatologista, será, em média, é claro, o profissional de uma profissão menos cognitivamente exigente, se comparado com um cirurgião ou um neurocientista. Em compensação, em algumas profissões como a de físico ou engenheiro, o percentual de mulheres, ainda que também tivesse aumentado em relação aos anos mais agudamente patriarcais, não atingiu a mesma proporção como no caso da medicina (muito menos, diga-se). Aí cabem voces meus leitores, decidirem se será sempre bom que as mulheres consigam superar os homens ou se não estaremos sendo injustos com o sexo ‘forte”. Outro exemplo bastante elucidativo se dá justamente nas humanidades, onde que parece existir um predomínio feminino entre os estudantes, porque justamente numa das faculdades mais dificeis deste departamento, a filosofia, esta prevalencia não acontece. Em compensaçao, nos departamentos de psicologia e educação, há uma clara dominação feminina. Ninguém está obrigando as mulheres a escolherem por esta ou aquela profissão ou faculdade (em média). No entanto, o percentual delas que decidem fazer faculdade de filosofia é muito mais baixo do que em comparação as outras ciências  humanas. A filosofia, além de ser uma das faculdades mais difíceis das humanidades, também é uma das menos ”femininas”, de natureza puramente analítica (ainda que tenha sucumbido a subjetividade política moderna que transformou as humanidades em piada pronta, em partes isso é verdade!). Também é interessante pontuar que parece não haver um grande predomínio de professoras universitárias, mesmo nas humanidades. Há um certo equilíbrio, que não se repete em faculdades de ciencias exatas.

Como foi mostrado no gráfico acima, e qualquer professor atento e perceptivo também poderá constatar, os homens apresentam uma distribuição de inteligencia técnica mais ampla e heterogenea, com menos deles entre os tipos medianos de inteligencia (técnico-quantitativa ou qi) e uma maior proporção entre os mais e os menos inteligentes, a partir destes critérios psicométricos. Em compensação, nós temos uma distribuição quase que oposta entre as mulheres, com mais delas entre aqueles de inteligencia mediana do que entre os de maior ou menor inteligencia. Se o currículo escolar está projetado para as médias coletivas de cada contexto geográfico, então isso nos ajuda a explicar em partes porque tantos meninos são mais acometidos por dificuldades de aprendizagem ou que são mesmo menos cognitivamente inteligentes do que seus pares do sexo oposto. Isto é, mais meninos e rapazes tem mais problemas na escola, de diversas naturezas, mas principalmente de personalidade arredia e de cognição, enquanto que, coletivamente falando, as meninas costumam se sair muito melhor. Parece um pouco óbvio que o fator testosterona está tendo um papel crucial em praticamente todas as diferenças de genero. O testosterona que é a mutação que produz o homem, nos faz (nós homens), mais mutantes do que as mulheres. Isso explica a prevalencia masculina em todos os ramos mais extremos de comportamento, da liderança a criminalidade, do gênio ao estúpido, do altruísta ao psicopata. Em compensação, o XX feminino, parece ter muitas vantagens tais como uma saúde mais equilibrada e menor incidencia de problemas psiquiátricos. As mulheres podem ser comparadas aos leste asiáticos. Ambos apresentam maiores médias de inteligencia técnica, são mais saudáveis, mais pacíficos (em tempos de paz’) e menos socialmente dominantes. Em compensação, para ambos os casos, existe uma falta de talento criativo da mais alta estirpe, assim como também de todos os males que o excesso de testosterona pode causar. Ainda que existam discussões sobre se os leste asiáticos tenham mesmo menores níveis de testosterona, em média, e que os métodos de medição dos hormonios sexuais, ainda necessitem de melhorias, muitas das características corporais que tem predominado no grupo, parece sugerir superficialmente que detenham menores valores do hormônio masculino . Há de se ressaltar sobre a distribuição cronológica do testosterona e sua variação a nível diário. Homens leste asiáticos, em média, podem até ter mais testosterona circulante do que os europeus caucasianos e os negros africanos, mas esta distribuição, diária e a longo prazo, parece se dar de maneira mais equilibrada, que explicaria a tendência para o tipo de comportamento menos histrionico entre eles.
Em uma faculdade de educação infantil, especialmente para o jardim de infância, há um grande predomínio de mulheres.

Em compensação, em profissoes que exigem grandes habilidades técnicas ou de natureza puramente espacial, há um claro predomínio masculino. Os homens e especialmente os tipos mais cognitivamente masculinos (incluindo aí as mulheres mais masculinas), são muito melhores para construir casas ou consertar qualquer dispositivo mecânico do que as mulheres.
No entanto, vivemos em tempos de estereotipofobia. A sabedoria popular, mais dualista e menos detalhista que sempre imperou no passado, foi substituída por mentiras ”brancas”. As pessoas continuam discriminando a verdade e preferindo por ilusões que melhor lhe aquecem os corações, mas a conta sempre chega e alguém terá de pagá-la.
É complicado sugerir que os homens sejam naturalmente propensos a serem superiores, em média, às mulheres no quesito cognitivo. Bem, nós temos as guerras para mostrar que esta afirmação aforistica está equivocada em muitas de suas perspectivas mas não em todas . A própria inteligência, se consiste em uma definição conceitual carregada de emoção e de critérios relativamente arbitrários que desprezam a imagem maior, que é complexa, diversa e contextual e se delimita a partir de considerações unilaterais, tal como os crentes no ”design inteligente” que desprezam o processo doloroso que torna possível a perfeição da natureza ou o seu produto final, também fazemos algo parecido em relação às correlações sobre inteligência, ao desprezarmos os reais fatores ambientais ou circunstanciais que geralmente terão grande impacto por nos encapsularem e limitarem nossas ações, que também serão fortemente influenciadas por nossas biologias comportamentais . Você não precisa negar o ambiente para crer no determinismo natural da genética. Nós mudamos pouco e mesmo quando somos mais inconstantes, isso não quer indicar que não exista a ação dos genes na modulação desta predisposição, a plasticidade comportamental humana não nega a predominância de nossas predisposiçoes genéticas, não teria como, quem crê no determinismo behaviourista é um crente inconsciente, que acredita em uma superioridade excepcional do ser humano, como se fossemos divinos. Não precisamos de divindades particulares para sermos excepcionais.  Todas as pseudo-lógicas populares da modernidade cairão por terra neste blogue.
Talvez a superioridade absoluta do homem sobre a mulher se dê apenas nos nichos mais significativos de capacidade cognitiva. Por exemplo, entre os sábios, é provável que haverão menos mulheres do que de homens. Há uma incidência diminuta destes fenótipos na populações humanas de qualquer maneira. A humanidade é super estimada, homens e mulheres também. Talvez fosse melhor mudarmos o foco e ao invés de nos questionarmos sobre ”quem é o mais inteligente”, nos perguntássemos sobre ”quem é menos estúpido”, faz mais sentido.

Ainda que seja provável que de fato  exista essa predominância masculina, o coletivo também é muito importante e apenas pela proporção de gêneros na criminalidade  já nos mostra que tal superioridade a partir de um viés unilateral  não se sustenta quando aplicamos as múltiplas perspectivas. Homens e mulheres são complementares e um poderia aprender mais com o outro se fossem mais sábios. De todos os países oficiais, muito poucos são aqueles em que as mulheres viverão menos que os homens. As mulheres sofrem menos pressão psicológica do que os homens nas sociedades humanas, ainda que também sejam cruéis com elas. Também não restam dúvidas quanto aos maiores níveis de empatia feminina. É verdade que as sociedades estão fortemente tendenciosas no favorecimento dos homens em relação às profissões de maiores ganhos materiais bem como também de realização profissional. Eles valorizam mais quem produz do que quem cuida. Também é verdade que ainda existe muito preconceito negativo por exemplo quando uma mulher ocupa um cargo de liderança. Mas isso não prova que os gêneros não  se difiram em termos de personalidade e cognição, ainda que essas diferenças sejam causadas pelos processos de seleção natural que continuam a operar dentro dos ambientes antropomorfizados. Muitas mulheres brilhantes tem dado as suas contribuições à sociedade, das mais diversas maneiras. E não é necessário ter um intelecto portentoso para fazê-lo visto que em comunidades das redes sociais que são especializadas no cuidado com os animais não-humanos de tez doméstica,  há um predomínio significativo de mulheres cognitivamente medianas que dedicam parte de suas vidas na mitigação do sofrimento desnecessário de animais não-humanos indefesos rente à anomalia humana.
Como eu sempre falo aqui, ”menos emoção irracional, mais razão e ponderação” na hora de se falar sobre esses assuntos. Nenhum grupo de seres humanos será infinitamente superior ao outro, todos, de todas as naturezas, apresentarão forças e fraquezas, serão imperfeitos.

Homens também serão mais propensos a terem rostos mais largos e robustos do que as mulheres. São médias, lembre-se sempre disso. E eu também estou usando em excesso os termos ”tendem”, por alguma razão…

Mesmo que a primeira imagem esteja mostrando um homem de rosto relativamente menos masculino, ainda se pode notar com grande consistencia as diferenças marcantes dos rostos mais comuns em mulheres e os mais comuns em homens (que serão relativamente raros de serem encontrados no sexo oposto).

”Comendo o abacaxi” chamado educação, parte 87

Professores americanos tendem a pontuar em torno de 110 em testes de qi, especialmente aqueles que pertencem as raças branca e leste asiática. Já os professores das minorias cognitivas menos coletivamente ”inteligentes”, tendem a pontuar mais baixo, mas (quase) sempre em torno de 5-10 pontos acima da média do seu grupo (parece ser um padrão universal). Testes de qi são relativamente bons, em termos qualitativos (e predominantemente bons, em termos quantitativos) na mensuração dos neurotípicos e quanto mais distante da ”normalidade neurológica”, menor será a relação entre pontuações de qi e ”tamanho quantitativo” da inteligência. Como eu sempre falo aqui, não é nem 8 nem 80. Não é ”qi não mede inteligência”… ou ”qi mede totalmente a inteligência”. As melhores e mais corretas das conclusões geralmente se localizarão no meio de um espectro de  respostas possíveis ”e” lógicas.

Esta discrepância psicométrica entre a inteligência técnico-escolástica dos professores e de seus alunos ( que geralmente pontuarão na média de seus grupos estatísticos mais caracteristicos) nos quer indicar alguma coisa, não??

Será que a suposta transferência de conhecimento dos professores para os seus alunos, os farão tão inteligentes quanto eles??

A resposta mais coerente, madura e lógica é um NÃO, porque a inteligência, independente de sua dimensão ( escolástica, intelectual, sinestésica…), é

-genética e hereditária em sua origem,

-e individualmente limitada.

A confusão entre causalidade e correlação

 

É o acesso à educação que aumenta a inteligência das pessoas?  Ou são as pessoas mais escolasticamente inteligentes que tiram melhor proveito dos anos escolares??

O ”combo” bom sistema educacional + uma população com potencial coletivo cognitivo igualmente bom, é muito provável de resultar em um país desenvolvido.

As diferenças  dos sistemas educacionais ao redor do mundo não são significativas. Os melhores sistemas educacionais tendem a ter menor número de alunos por classe, maior acesso à tecnologia,  melhor infraestrutura,  professores ”mais preparados” ( e mais inteligentes, em média, também…ou…  são os Professores mais inteligentes e conscienciosos QUE são melhores pra lecionar**). Todos estes fatores fazem um bom sistema de ensino.

Mas são apenas resultados de sociedades que conseguem prover maior segurança e funcionalidade a longo prazo aos seus habitantes. Como eu já falei uma vez aqui, em uma sociedade onde que as pessoas são mais ou menos responsáveis por suas ações, pode-se mensurar com base em simples panaceia de observações, o quão inteligente eles serão, em média, coletivamente falando. Portanto, se voce tem uma população pequena e que é fortemente dependente do estado para gerir as suas vidas, pode ser menos provável de se observar esta correlação entre comportamento inteligente e inteligencia.

Quantos professores que voce conhece que são polímatas***

 

Poucos, muito poucos. A maioria dos professores são especializados em sua área e tem um conhecimento invariavelmente razoável em outras áreas. Quem sabe muito de portugues, saberá um pouco (ou muito) menos de matemática, claro que com as suas devidas exceções exaltadas. No mais, esta mais parece ser uma característica de pessoas com inteligencia geral acima da média, em termos de qi, 5 a 10 pontos acima da média (100) que tendem a ter.

Os próprios professores, aplicam, separadamente, um conjunto de conhecimentos variados e ascendentemente complexos ( que aumentam de dificuldade ao longo dos anos), que eles mesmos ”não conseguem” aprender, de maneira uniforme, depois de anos na escola (e muitas vezes de especialização no ensino superior). A proporção de conhecimento adquirido pelos próprios professores  durante os anos escolares não deve ser mais do que 50%, em relação a todas as matérias e maior para a sua própria matéria de especialização, é claro. E seus alunos, que tendem a ter inteligencia média, especialmente se for em escolas públicas comuns, e abaixo da média, em escolas públicas de bairros pobres, terão internalizado entre 10 e 30%, em média, do conhecimento passado em maçantes 16 anos de escola.

Resumindo o dramalhão sem sentido da escola

”Os professores, em média, tentam forçar os seus alunos a aprender de maneira mais ou menos uniforme, um conjunto muito variado e discrepante de conhecimentos, que eles mesmos não conseguiram aprender desta maneira e nesta quantidade. Eles aplicam aos seus alunos, critérios quase impossíveis de ”aprendizado ascendente, acumulativo e uniforme” dos mesmos conhecimentos que eles mesmos não conseguiram aprender.

O cérebro é um músculo mas nem todo mundo, aliás, a maioria, não terá motivação intrínseca ou energia natural para usá-lo com menor parcimônia do que  habitualmente se faz entre as massas.  Mas o professor médio não está preocupado com essas ”idiossincrasias”, porque ele realmente acredita que sejamos todos iguais ou que apesar das claras diferenças de capacidade entre os seus alunos, todos, se forem suficientemente motivados, serão capazes de ”aprender” e no mesmo ritmo e nível . Aprender o quê?? 30% ”de” matemática, 40% ”de” português, 10% ”de” inglês, 10% ”de” ciências biológicas??? Além do valor quantitativo, será que internalizarão estes conhecimentos e saberão demonstrar que tem domínio sobre eles por meio de exemplificaçoes, analogias e/ou metáforas no mundo real??? A resposta vocês já sabem! O professor não é auxiliado por conhecimento em comportamento humano, que o setor do RH, de qualquer empresa, costuma ter.

Tipos de personalidade??

Não.

Tipos de. inteligência??

Não.

Motivações pessoais dos alunos??

Não.

Vamos ser sinceros aqui. Você joga o seu filho em um ambiente potencialmente hostil, especialmente se ele for especial ( virtuoso),  para fingir que ele irá conseguir memorizar E aprender ao menos metade daquilo que ”estudou” e que estar[a sob a tutela de um tolo irresponsável que não é auxiliado por conhecimento prático e legítimo em psicologia, mas por ideologias ultrapassadas ( aliás, que nunca foram atuais, porque sempre estiveram equivocadas… e sempre ressaltando as exceções de professores astutos e aqueles que estão abertos a aprender com os próprios erros).

Por favor não culpe os professores. Em quase todas as profissões nós iremos nos deparar com  situações semelhantes. O sistema não quer qualidade quantitativa, ele quer quantidade qualitativa. Quer muitos especialistas técnicos que irão repassar as suas diretrizes.
A escola parece ter várias funções, além daquela que fomos manipulados para acreditar que fosse a fundamental.

Inculcar ideologias, manter uma das  frações não produtivas das nações ocupada enquanto que seus pais estão no trabalho e servir de pretexto para manipular a maioria da população sobre a suposta igualdade cognitiva dos seres humanos.
viu só?? Seu filho é um ”’rato de laboratório” e você acredita que a escola seja uma coisa boa pra ele.

Então temos professores que tem médias de inteligência técnico-quantitativa, acima da média ( não tanto porque muitos acabam bancando o tolo ”idealista” ), que acreditam que possam transformar o seu filho, mais ou menos naquilo que eles mesmos são, em uma pessoa com inteligência acima da média. Se seu filho for acima da média, não será muito difícil de ”ensiná-lo”, ainda que motivações pessoais, personalidade e estilos cognitivos sejam muito influentes no desempenho de crianças, adolescentes e adultos nestes tipos de funções técnico-repetitivas.
A maioria dos professores exigem que os seus alunos aprendam uniformemente e com excelência aquilo que passaram no quadro negro, mas nem o próprio professor é capaz de atender as exigências que impõe aos seus pupilos. Enquanto que infligem sofrimento intelectual ao pessoal do fundo da sala, que geralmente, terão motivações consistentemente discrepantes em relação a ”prestar atenção nas aulas” e/ou que serão menos inteligentes, os professores ainda por cima serão suscetíveis de agirem como doces tiranos em relação aos estudantes mais inteligentes e questionadores. Não tente questionar professores, eles não costumam gostar deste tipo de atitude.

Para passar de ano, sem qualquer ajuda extra ( isto é, empurrão), você precisa ”ter” um qi médio ( que geralmente acompanhará a média Nacional), no mínimo. Nos EUA, por exemplo, a média necessária para passar no Colégio público, deve se situar em torno de 100. Apesar disso, sabemos que sempre se desenvolvem maneiras de se ”burlar” esses imperativos, até porque muitas pessoas não serão capazes de passar de ano na escola. Assim como acontece no Brasil, há um excesso de aprovações ou boas notas no boletim, que em circunstâncias ( pseudo)  meritocráticas, seria reduzido de maneira significativa.  Eu por exemplo, que suspeito que tenha grande discrepância entre a minha inteligência geral e os tipos mais especializados, especialmente a inteligência verbal, sempre tive muita dificuldade nas matérias de exatas, matemática, física, química. E até em biologia. Motivações intrínsecas distintas ( ou mente ”independente”), perfil e estilo cognitivo, me desfavoreceram na hora de acompanhar a turma nessas matérias.
Se partindo da ideia de que a média necessária para não entrar em recuperação ou mesmo repetir de ano,  possa ser equivalente a uma média de qi 89, no Brasil, ou um pouco mais que isso, se pontuações em comportamento  costumam inflar de maneira não-cognitiva as notas, então as minhas habilidades matemáticas, é provavel, de que serão muito baixas ou ao menos, bem abaixo da média ”universal” ( padrão britânico)  de qi. Minha capacidade  cognitiva ( técnica)  em ”exatas” ( e de lambuja, em química), devem estar bem abaixo da média, talvez tão baixas quanto 80 ( mas o mais provável é que ”se situe” em torno  de 90).
E se não fosse pela facilidade de se passar na recuperação, em escolas públicas brasileiras, talvez eu tivesse ficado preso na escola por mais uns 3 anos.
Tal como foi encontrado neste estudo com crianças prodígio, discrepâncias em pontuações psicométricas, parecem ser muito comuns em tipos talentosos. E como eu ja pincelei aqui, a motivação intrínseca intensa e naturalmente motivada pode ser explicada, em partes ( ou fundamentalmente ) com base nestes perfis cognitivos muito especializados e mais fracos em ”g” ( psicometrico ).

 

Mas nem tudo esta perdido no reino da educação

 

Minhas críticas à educação costumam ser muito ácidas, talvez para você meu caro leitor, mas são necessárias, porque o modelo de escola que temos não é apenas ultrapassado, porque não seria tão ruim se fosse ”só” isso (ultrapassado porém bom), porque é completamente equivocado. Parte-se de premissas essencialmente erradas e provoca muito sofrimento, psicológico e cognitivo a milhões de seres humanos.
Mas nem tudo está perdido, porque pelo que parece, a escola se faz fundamental em muitos aspectos cognitivos não é porque é fraca em muitas perspectivas que será uma negação completa. Um outro exemplo pessoal, prático e simples. Se não fosse pela escola, eu, provavelmente, não teria aprendido tabuada. A escola, em condições ideais, serviria para transmitir o conhecimento humano milenar acumulado de geração em geração. No entanto, os seres humanos são cognitivamente diversos e esta transmissão serão muito variável, tanto em termos quantitativos, quanto em termos qualitativos. O método é imperfeito porque tem de se desprezado com veemência a diversidade cognitiva que impera entre os seres humanos. Portanto, ainda há salvação no Reino da educação, mas se ignora imperativamente necessário reforma-lo, porque já passou a muito da hora de fazê-lo.

A escola consegue reunir um conjunto variado de conhecimentos que tem sido acumulados desde a milenios, infelizmente, menos aqueles de natureza prática, para nos fazer mais inteligentes em nossas atitudes do que em nossas ideias, se as ideias tem como finalidade as ações. No entanto, o ser humano não é extremamente sensível a ”intervenções ambientais”. A interação entre genes (nós) e ambiente(s) se dá de duas maneiras

  • negociação
  • reciprocidade

Quando internalizamos uma ideia, boa, neutra ou ruim, caminharemos para sermos ”empaticamente” recíprocos a ela. ”Quando o santo bate”. Nossa personalidade ”e” cognição aceitam ou entendem uma ideia, como jogar lixo no lixo ou parar de comer carne. Isso é reciprocidade, entre um ser de carne e osso (ou seja, voce e eu), e uma abstração, que é um prelúdio a ação.  No entanto, nós também podemos negociar. Tal como acontece na cidade de Singapura, onde que, neste caso em específico, não houve exatamente (pelo que parece) uma negociação, mas foi determinado pelo bem geral da micro-nação endinheirada, que mascar chicletes, poderá se dar apenas com autorização médica e com ressalvas que parecem ser muito duras para o padrão ocidental, porque se for pego emporcalhando as ruas, então terá de se submeter a uma série de procedimentos tais como a exposição pública (leia-se, humilhação) e pagar alguma multa de valor astronomico ”para” tal ato. Pode parecer um exagero, mas a tolerancia zero é que a tende a ser mais efetiva na inibição de certo comportamento, abrangendo uma boa parcela da população, desde aqueles que estão mais propensos a acatá-la, até aqueles que só o fazem na base da chantagem. Portanto, a ”negociação”, como o sistema escolar, podem servir de incentivo. Outro exemplo, absurdo e inútil, a partir do momento que continua a cometer os mesmos erros e a negar a diversidade cognitiva natural, porém menos capenga que a crença esquerdista em igualdade. Dar dinheiro as crianças e adolescentes, para ”incentivá-los” a estudar. Se tem um recompensa, a maioria irá se esforçar um pouco mais. Mas como eu já falei aqui, se não é natural, este esforço terá grandes chances de ser em vão.

Se não fosse pela escola, talvez, eu não tivesse aprendido tabuada. Portanto, ainda existe um saída para a mesma, que será de evoluir, finalmente!!

A escola, em condições ideais, é o local onde que parte de todo tesouro de conhecimento humano acumulado estará sendo transmitido ou na tentativa de faze-lo. Mas  há de se entender como que funciona os seres humanos em todas as suas pluralidades individuais e de se jogar no lixo ideologias que desprezam o indivíduo em prol de abstrações vagas.

A psicologia, a neurociencia, a filosofia, sabedoria e a criatividade estão aí.

Regressão à média, as metáforas das zonas de impacto de uma bomba, das células e da hierarquia das cidades

Regressão à média e a metáfora das zonas de impacto de uma bomba e continuidade geográfica de propagação de similaridades fenotipicas…

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Uma bomba atomica cai, hipoteticamente (pelo amor que voce tenha a Deus), em uma área de planície e sem vegetação. Sua área de impacto, vista do alto, nos mostra onde foi o seu centro de difusão (de destruição) e o seu alcance. Qualquer quantidade geograficamente organizada, apresentará um centro, uma área de borda entre o centro e a ”fronteira”, e a fronteira, que se delimita com a área que não sofreu qualquer impacto. O mesmo, por que não, poderia ser aplicado as quantificações demográficas, de todas as naturezas. O estereótipo vive no centro, o ”average joey”, de Lagos, Tóquio, Maputo ou Paris (de preferencia, antes da invasão alógena por razões políticas heterogeneas). O estereótipo de uma célula é o seu núcleo, assim como acontece com a Terra e qualquer planeta.

Assim como também  acontece conosco, todos nós temos nossos próprios estereótipos. O estereótipo que é o conjunto limitado de características que nos definem de imediato (ou quase, se voce não for prendado a contar mentiras sobre si), nossa personalidade, nosso(s) instinto(s). Por exemplo, nós temos todas as nossas características fisiológicas. No entanto, é provável que algumas sejam mais evidentes do que outras, como um nariz grande, ou bonito, ou torto ou que apresenta um formato diferente. Quando um caricaturista talentoso exagera nossas protuberancias mais idiossincráticas em um desenho, podemos ver com maior detalhismo as regiões de nosso corpo que chamam mais a atenção das outras pessoas e de nós mesmos. Exatamente o mesmo pode ser aplicado as nossas personalidades.

Eh a estrutura que sustenta qualquer aglomeração quantitativa de natureza sistemica ou internamente dinamica (que é por si mesma uma forma primordial de abstração ou agrupamento de indivíduos) como acontece com ”populações”. A prevalencia demográfica se localiza no centro ou pode ser entendida como tal.

A regressão a média (em termos de inteligencia e comportamento) será uma tendencia, especialmente, para as pessoas que apresentarem uma grande heterogeneidade cognitiva, e principalmente quando tiverem muitos parentes que personificam o ”cara das ruas” de sua raça, etnia, povo, grupo ideológico ou máfia. A regressão a média é aplicável a todas as populações indivíduos que apresentam uma longa dinamica interna de acasalamentos sem estratificação social demarcada (que possa manter certos grupos, relativamente separados dos outros), sem diferenciações internas, porque sem esta aglomeração diferencial de características hereditárias, o compartilhamento de genes será maior, reduzindo as chances de passar as próprias características (que são mais bio-estatisticamente raras) para os filhos.

Todos nós temos as nossas próprias ”médias estatísticas”, para todos os tipos de comportamento, como a ‘cognição’, o componente técnico que produz a inteligencia humana. Portanto, quando viemos de famílias com longo histórico de diferenciação fenotípica (em algum aspecto, e neste caso, especificamente, algumas dimensões da inteligencia e ou da cognição), haverão maiores chances de passarmos adiante as nossas próprias médias ou que se aproximam delas, sem ter de haver o fenomeno da regressão a média. Por exemplo, as chances para que um libanes cristão mais inteligente possa regredir a média libanesa, que é calculada a partir de todas as populações que vivem no Líbano, incluindo a maioria muçulmana, será bem menor do que em relação a um libanes muçulmano, de mesmo nível psicometricamente quantitativo de inteligencia, por causa do diferencial fenotípico endogamico que a família do primeiro tem gerado entre si e transmitido a gerações de maneira sucessiva, em comparação ao libanes muçulmano, que tem sido englobado dentro de um contexto seletivo maior e menos vantajoso. Mesmo que a tendencia muçulmana de endogamia (excessiva e sem qualquer critério seletivo mais significativo para ”inteligencia”) tenda a renegar a ideia de compartilhamento de genes entre as famílias e a redução do diferencial fenotípico, isso não significa então que a média muçulmana será melhor, se parece notório que isto não se consiste na verdade dos fatos. A endogamia, que será muitas vezes excessiva, entre eles, contribui para diminuir as suas médias de capacidade cognitiva (e talvez também em relação a flexibilidade comportamental) enquanto que a manutenção destas médias, funciona como um mecanismo de retroalimentação, mantendo o mesmo cenário cognitivo que parece já se arrastar por séculos entre estas populações.

Vamos continuar tentando entender como que funcionaria este sistema. O núcleo, a área mais densa e fundamental de uma célula, ou a zona central de impacto de uma bomba atomica, ou a métropole mais importante, que influencia todas as outras áreas, são outras duas metáforas que nos ajudam a entender o mecanismo a regressão a média só que desta vez ‘visto de cima’ ( o diferencial deste texto). Ambos apresentam uma hierarquia de atração, onde que o mais denso e central ou o mais populoso, irá atrair os menos, respectivamente, densos e populosos. São Paulo atrai Campinas, Santo André, Carapicuiba, Itu (cidades do interior do estado de São Paulo). E dentro deste sistema hierárquico, evidentemente que teremos as subdivisões de atração, onde que o São Paulo atrai Campinas que por sua vez atrai Itu, do maior para o menor, de maneira gradual. O mesmo princípio, talvez, possa ser aplicado a hierarquia hereditária coletiva, onde que os tipos mais preponderantes (os ”average joey’s”), atrairão os tipos menos preponderantes que por sua vez atrairão os tipos mais raros.

Isso pode nos ajudar a explicar o porque da regressão a média ser uma tendencia mais forte para os negros americanos mas não para alguns grupos de africanos, como os igbos, em termos de inteligencia, visto que o primeiro se caracterizaria por sua raridade estatística que não é o resultado de seleção diferenciativa para esta finalidade, ou seja, é apenas parte, mais extrema, de uma variação maior do mesmo conjunto de características que englobam a sua população. Em compensação, no caso Igbo, nós temos os resultados esperados de uma enfase seletiva. Se a média de qi dos Igbos for em torno de 100, por exemplo, uma média de qi 120, não será assim tão distante da média, quanto a mesma média para uma população onde que a maioria pontua em torno de 89. O mesmo pode ser demonstrado, por exemplo, no caso de um pigmeu com 1,80 cm de altura, se a média de altura do seu grupo gira em torno de 1,40-1,50 cm.

As maiores metrópoles costumam ter grande influencia sobre as cidades de menor porte porque terã maior maior população e maior economia. A preponderancia demográfica de certos tipos, também age da mesma maneira em relação aos grupos menores, especialmente se estes não forem seletivamente coesos. O núcleo mais denso onde se concentram as pessoas ”medianas”, seja para qualquer traço, será, em condições normais, de maior atração. No mercado de acasalamento, e onde não existe qualquer tipo de ”especiação” ou ao menos de diferenciação fenotípica por  endogamia (dependendo do tamanho desta população), a regressão a média, especificamente em relação a inteligencia (que é o exemplo mais importante neste texto), será uma forte tendencia, porque as pessoas que nascem mais ”espertas” que as demais, carregarão uma grande proporção de genes do seus parentes mais medianos. Em outras palavras, eles são os sortudos, que ”pegaram os palitos maiores” no mercado dos melhores genes da família, mas apresentam grandes semelhanças genéticas com os seus parentes, irmãos, tios, pais, que geralmente não tiveram a mesma ”sorte”. O resultado portanto será que esta raridade estatística seja pouco provável de ser passada as outras gerações, aos filhos. Podemos comparar também com um balde de tinta azul em que voce joga um pouco de tinta amarela. A cor que jogou não irá modificar a mais predominante, mas poderá aparecer a superfície, diluída, quando voce for misturando as duas.

Repare que nesta bolha maior, pequenas bolhas apareceram dentro de sua estrutura. O processo de diferenciação fenotípica, pode ser metaforicamente representada desta forma, em que temos pequenas bolhas aparecendo paralelas a bolha maior. Por exemplo, os libaneses católicos, que segundo as ”más línguas”, seriam mais cognitivamente prodigiosos que os seus vizinhos muçulmanos, são um exemplo de uma pequena população que por causa do diferencial religioso no padrão de acasalamento, evoluíram de maneira relativamente distinta, especialmente quanto a cognição, em comparação as populações vizinhas.  Pode-se, no entanto, dizer que seja comum que ocorram ”corredores” de acasalamento, seja por  meio da conversão de indivíduos de fora do grupo, seja por causa da secularização de certos grupos de dentro da população, que são mais relaxadas quanto as origens étnicas e culturais de seus potenciais conjuges de acasalamento.

Todas as populações tem os seus ”average joey”, o núcleo mais denso ou a predominancia fenotípica.

Na minha ”tentativa de desenho” mais acima deste post, eu tentei mais ou menos demonstrar como que se daria a atração em direção ao núcleo, a média de uma população. Percebam que haverão casos e casos, tanto a nível familiar, quanto a nível populacional, em que aqueles que são mais suscetíveis de ”sofrerem” de regressão a média em seus filhos, de fato, serão mais heterogeneos em seus arcabolsos genéticos, os famosos casos de pessoas inteligentes que nascem de parentes menos capazes. Neste caso, a inteligencia será mais epigenética ou indireta e complexamente hereditária ( que depende de um maior conjunto de variáveis para produzí-la) do que no caso de um casal inteligente que apresenta diferencial fenotípico em comparação a população que o encapsula, de menor capacidade cognitiva, em média, é claro, e que portanto, será mais predisposto a transmitir sua inteligencia para os seus filhos, sem vivenciar a regressão a média.

Vale ressaltar que a exogamia também pode produzir (obviamente) diferenciação fenotípica de natureza cognitiva. Na verdade, é o que mais parece acontecer em países como o Brasil. Se não se casa dentro da família pra manter os ”mesmos” genes, então se pode casar partindo-se de outros critérios como classe social, tipos de personalidade e de cognição (parte técnica da inteligencia). Pessoas que trabalham nas mesmas profissões, tem níveis educacionais e de renda mais parecidas, e que também tendem a compartilhar muitas similaridades de comportamento, crenças e nível de cognição, são mais propensas a se casarem entre si. Esta realidade também pode ser muito boa para evitar a ”regressão a média”, mas a diversidade ou a heterogeneidade de possíveis combinações, serão maiores, porque apesar das extratificações sociais (que tendem a ser marcantes e estáveis), muitas pessoas que conseguem ascender socialmente, tenderão a vir ”de baixo”, da hierarquia piramidal.

Qi ‘não é” inteligencia parte 127…. e a sabedoria como o hiper desenvolvimento (de natureza inata) de habilidades cognitivas essenciais (reconhecimento de padrões)

Qi não é inteligencia, qi se correlaciona com inteligencia # (traduzindo= hashtag)

Tal como eu já falei sobre as possivelmente verídicas diferenças entre as inteligencias de predador e a de neotenico, a escola assim como também a psicometria, visam conceituar unilateralmente apenas um tipo de inteligencia, aquela que melhor se adere as necessidades do sistema. Poder-se-ia dizer ainda que quase todos os modelos psicológicos de comportamento, usados para categorizar os tipos de personalidade e julgar atitudes, sejam baseados em um contexto social particular, o ocidente urbano e moderno, e isto também quer indicar um viés (preconceito potencialmene negativo) político.

Os cachorros (domésticos) mais inteligentes, são aqueles que aprendem com maior facilidade os comandos de seu ”dono”. Isso é ser mais inteligente**

Para um cachorro domesticado, sim. Mas não será para ser realmente inteligente. O inteligente absoluto ou o sábio, mais do que qualquer outro, sempre se questiona em relação as verdades absolutas (de momento e milenares) que estão sendo socializadas em seu ambiente.

Por que existem reis e rainhas** Por que algumas pessoas ganham muito mais do que as outras sendo que fazem muito menos para merecer** Por que muitos retardados mentais se tornam ”famosos” e também entram na folha de pagamento da classe parasita e inútil da nação** Por que eu tenho de fazer um exame público, generalista, disputar vagas de emprego com outras trocentas pessoas** Por que não pode ter emprego pra todos** Por que pessoas ricas falam em ”igualdade”, se elas mesmas são ricas e portanto, desiguais em relação aos outros** Por que as pessoas, em média, ”preferem” acreditar em ideias equivocadas (envernizadas de ”fatos”) do que de tirar as suas próprias conclusões** (ainda que estejam apenas parcialmente corretas) . Por que existem guerras*** Por que dizem uma coisa mas fazem outra** Por que poucos são coerentes a longo prazo com os seus pensamentos e ações***

Se voce pontuar 230 em um teste de qi e for uma pessoa politicamente acrítica e intelectualmente raquítica, ainda assim, uma multidão de losers, que eu chamo delicadamente de ”iqtards”, irão te louvar como o mais novo ”genio” da paróqia.

Agora, se voce pontuar 105 em um teste de qi mas for o tipo de pessoa que está sempre se questionando sobre o porque das coisas serem assim e não assado, pode esquecer, a maioria, e nós sabemos, que maiorias humanas costumam ser diversificadamente medíocres, um arco íris de vergonhas alheias coletivas, nem dará atenção pra voce, porque afinal de contas, ”o genio é aquele que pontua muito alto em testes de qi”. Quem sempre reclama (daquilo que merece ser criticado, pelo bem da inteligencia, sabedoria, empatia… virtuosidades) é um ”recalcado”, porque tem ”inveja”, é o novo ”argumento” dos humanos super domesticados que chamamos de ”esquerdistas” (não ”todos”, é claro).

Eh interessante perceber que ”até mesmo” alguns ‘mensaleiros”, admitem que seus resultados em testes cognitivos não são atestados de genialidade, talvez de grande inteligencia convergente. Genialidade é diferente de inteligencia escolástica, podem se correlacionar, mas não são sinonimos, de ser um produto do outro.

A ”educação” pode ser resumida da seguinte maneira

Avaliação de longo prazo sobre a capacidade dos semi-escravos para aprenderem um conjunto superficial de habilidades cognitivas que são ideais para sustentar o maquinário sócio-hierárquico do sistema piramidal vigente.

A educação também parece servir como uma maneira de

  • inculcar a ideologia dominante desde cedo nas cabeças de intelecto mediano ou com qualquer outra fraqueza (contextual porém decisiva) psicológica,
  • manter os filhos dos trabalhadores sob o cuidado do estado, para que os pais possam trabalhar como quase-escravos em tempo integral e encher os cofres de uma ínfima parcela demográfica

O ser humano, em um ambiente culturalmente carregado, precisa (precisa mas não tem, por razões genéticas ) ser provido de razoável a grande capacidade no reconhecimento de padrões, tanto de buscar a imagem maior, quanto de ser bom para o pensamento analítico ou detalhista. Percebam que o cenário cultural em que se está inserido é de fundamental importancia para que  se possa modular a capacidade individual (e coletiva) de se responder apropriadamente a cada uma das múltiplas interações que participamos a nível diário, de curto a longo prazo. A inteligencia bruta ou sabedoria se encontra dentro do conceito de Geografia, é a técnica de interação entre o homem e o seu meio, sempre buscando pela conservação, de si, mas também do ambiente em que se encontra, porque dependemos da saúde do mesmo para que possamos sobreviver em segurança.

Analisamos a inteligencia dos animais ”selvagens” ou que não foram domesticados, por meio de seu comportamento no meio em que vive. Os animais não-humanos mais inteligentes são aqueles que melhor se adaptam ao ambiente. Existe um espectro (sempre existe) entre o grau de preponderancia na seleção dos mais adaptados pelo ambiente e do próprio ser, isto é, manipulando o ambiente, ao invés de ser manipulado por ele. Sabe-se que os mais adaptados tendem a ser os mais inteligentes, ainda que o fator contexto, também seja de grande relevancia. Então, nós temos uma variação de uma determinada espécie, que está adaptada, sobre certas circunstancias, mas que não estará adaptada sobre circunstancias discrepantes. Nós temos dois vencedores para contextos ambientais distintos. O ser humano tem uma janela evolutiva de oportunidade para selecionar o seu tipo mais talentoso nesta tarefa, o criativo objetivo ou prático. A criatividade é o próprio livre arbítrio. A partir do momento em que podemos modificar uma resposta reativa instintiva por outra, isso já pode ser considerado como uma capacidade criativa, de não usar sempre as mesmas respostas e também como uma capacidade de escolha, ainda que como eu sempre digo, seja limitada.

 

 

Em matemática, para aprender um idioma, para entender as leis da física ou para criá-las, para entender filosofia, para amarrar o cadarço dos seus sapatos, para fazer sexo, em tudo, reside aquilo que os psicometristas cunharam de ”fator g” ou capacidade para reconhecer padrões. Esta é a base da inteligencia, da cognição e todos os seres vivos apresentam esta capacidade, se consiste no próprio ato de viver. A fiação neurológica que se ramifica como galhos de árvore por nosso corpo, também se fará presente e influente em quase todos os animais e explica o porque de ”quando se tem asas, elas devam ser usadas para alguma coisa”. Claro que a partir daí, nós vamos ter desde as águias, que são prodigiosas nesta capacidade, até as galinhas e os pinguins, mas as asas também podem servir pra nadar, emulando a função de remos em uma canoa, e as aves predominantemente aquáticas ”sabem” (organicamente, consciencia corporal, a consciencia da clausura) disso.

No entanto, muitos ou a maioria dos psicometristas, também acreditam que os testes cognitivos possam analisar com grande eficiencia o fator g. Talvez isso seja verdade para a capacidade de adaptação dentro do contexto escolástico, fordista, da sociedade em que vivemos. Mas não parece ser positivamente correlativo para o verdadeiro fator g, a base da inteligencia que entendemos como reconhecimento de padrão. Aí reside a diferença da ”inteligencia do animal domesticado” ou neotenico, em comparação ao ”animal selvagem” ou ”não-domesticado”.

Os cachorros  mais inteligentes são aqueles que são mais rápidos e eficientes na memorização de comandos repetidos por seus ”donos”. O trabalho semi-escravo nas ”civilizações” se baseia no mesmo tipo de adestramento que fazemos com os outros animais, se chama gratificação psicológica”. Nos mandam fazer uma tarefa, geralmente que será de natureza técnica e repetitiva e nos dão ”dinheiro” ou o biscoitinho como recompensa. O politicamente correto é como ”se fingir de morto”. Eh uma orquestra onde que as pessoas são convencidas a cooperar com o sistema, de alguma forma.

A análise cognitiva dos lobos, se dá com base em sua capacidade de adaptação no ambiente e isto se relaciona com a ”base da inteligencia”, que a sustenta, a capacidade de reconhecimento de padrões, detalhistas e globais ou ”imagem maior”.

A maioria dos tipos de inteligentes nas sociedades ”modernas”, estão parcial a predominantemente desprovidos desta capacidade, a inteligencia bruta ou ”espectro cognitivo da sabedoria” e é justamente por isso que os tipos de psicopatas de alto funcionamento são tão bons para conquistar o poder e ditar regras totalitárias, oriundas de sua mente megalomaníaca. Porque o psicopata de alto funcionamento é um tipo negativo de sábio, que pode entender todos os padrões de funcionamento do ambiente em que vive e adaptá-los a si próprio. Ele pode não ser um exímio poeta ou um compositor espetacular, um matemático genial, mas será excelente na sua capacidade de ver a realidade bruta por de trás de toda a complexidade de símbolos, alegorias e crendices que permeiam a vida humana, os auto enganos que são tão importantes para o animal com lampejos constantes porém imprecisos de autoconsciencia. ”Precisamos” das muitas ilusões das quais acatamos porque se não teríamos uma grande incidencia de suicídios por causa de uma provável epidemia de depressão existencial. Precisamos ter uma razão para existir, isso é poderoso, raro porém bastante angustiante. E a religião aparece para preencher esta lacuna, não apenas a religião clássica, mas qualquer tipo de idelogia. Precisamos de um caminho para transcender e de ter certezas, mesmo que sejam certezas negativas como a de que o Brasil jamais será um país desenvolvido ou de que o ”mal sempre vence”.

O sábio genuíno, a versão positiva do psicopata, que também é muito prodigioso para entender a realidade, poderia então ser caracterizado cognitivamente como o super desenvolvimento das habilidades intelectuais mais puras, que como eu já disse aqui mais de uma vez, se consiste na base da inteligencia.

Em minha constante e ascendente empreitada na tentativa de desligar a bomba relógio cognitiva da modernidade, a crença dogmática ou dogmalogia na psicometria cognitiva como espetacularmente precisa na medição da ”inteligencia” (provavelmente no plural), faço como conclusão deste texto, uma nova afirmação retida de minhas observações sobre o assunto em pauta, a de que os testes cognitivos meçam habilidades cognitivas que se correlacionam com certas dimensões da inteligencia, mas que por se basearem apenas na analise cognitiva, em um hipotético cenário culturalmente neutro, não pode ser considerado como abrangente. Em outras e distintas porém convergentes considerações, os testes cognitivos se assemelham ao adestramento de animais domesticados e não em relação a toda a multidimensionalidade da inteligencia, esta por sua vez, que tem como base a capacidade holística e detalhista de reconhecer padrões (assim como também de manipulá-los ou produzir novos padrões), o espectro da sabedoria cognitiva.

 

Como dar início a eugenia*** Esterilize as pessoas que odeiam animais não-humanos…

Vamos selecionar as pessoas ”de” maior qi**

Vamos selecionar as pessoas mais altas** Vamos selecionar os mais extrovertidos**

Eh complicado sugerir quais que seriam as ‘melhores’ características pra serem selecionadas em um hipotético futuro eugenico. Mas parece ser fácil e polemico sugerir quais os traços que ”poderíamos” des-selecionar.

Eu sempre busco pela objetividade para lidar com qualquer assunto e ser objetivo e prático, no meu caso, geralmente significará ser empaticamente preciso.

Evoluímos em grupos sociais, não somos predadores solitários, precisamos uns dos outros para sobreviver. Então precisamos encontrar uma maneira de melhorar continuamente a nossa convivencia.

Racionalidade e empatia ou potencial para ação altruísta são duas das mais indispensáveis características que fazem uma sociedade saudável e em constante evolução. Quer comparar Finlandia com Haiti** Não fixe seu olhar comparativo as diferenças coletivas e portanto medianas de inteligencia, olhe também para a empatia e para a racionalidade.

Alguns grupos de seres humanos parecem ser homogeneamente ruins, de baixa qualidade. Por exemplo, eu tenho notado que a média de inteligencia pura ou de percepção entre os ”homofóbicos”, me parece muito baixa, se assemelhando as médias de qi dos pedófilos. Argumentos extremamente ruins, sem qualquer naco de racionalidade e empatia para sustentarem seus pressupostos. Esta é a paisagem comum.

Mas nada se assemelha em termos de déficit de racionalidade empática do que os onívoros que além de comerem os cadáveres de animais não-humanos a uma base diária ainda os odeiam e os maltratam.

Estes sim, são a pior classe de ser humano que existe!!

Em uma eugenia baseada em idade mental realmente adulta, este tipo desapareceria da superfície terrestre, que tal uma viagem só de ida pra Marte**

HBD e psicopatia

Agora, será que os ”sistemizadores” (em sua maioria) de qualquer departamento de antropologia, biologia, genética ou dentro da hbdosfera, olham pra empatia como um importante fator a ser considerado para a eugenia**

Eu tenho a ”leve” impressão de que não…

A empatia extrema seria ”patológica” pra eles. Claro, porque provavelmente não compreendem qual que seria o verdadeiro significado desta palavra, desta expressão semantica de um conjunto real de características, a cooperação e o respeito a existencia alheia.

A partir daí que apareceu uma nova ideia sobre este assunto, sobre aqueles que sistemizam e aqueles que empatizam.

Empatia como a busca por similaridades visando a união, a sistematização como a busca por diferenças visando a categorização e divisão.

O sentir é pela semelhança, é ver a ti nos olhos de uma criança ou de um ancião, é a de buscar similaridades, chamar pelo Deus que mora em outra cidade ou vizinhança,

Categoria é sempre a diferença, se existem grupos, é porque existem incongruencias,

A continuidade de similaridades se dissipa, quando cruza o pequeno e leitoso rio, as cores mudam, as árvores são diferentes, o mato é mais verde, os pássaros tem outras asas, outros bicos, outras certezas,

tudo igual é ruim, empatia é um exercício e não um fato dado,

sistemas são importantes, os padrões, a realidade a lhe contar,

a sabedoria sempre se baseia na união, de dois amantes em abstração,

a união categorizada, o filosofar em prática,

produzir harmonias e melhorar nossos ambientes,

sofisticar e precisar nossa auto existencia, auto reconhecível, crível, e não apenas crer,

quem odeia anjos sem asas, não deves mais aqui estar,

porque problemas já temos muitos, como nossa angústia de pensar,

que estes seres moribundos, involuam ao passado e não mais no presente,

onde empatia e precisão, andarão nuas, de mãos dadas, a se entender e de repente, dar-nos um eterno presente, o bem viver… a tudo, a todos, a todo o ser.

Educação e inteligência?? Ou inteligência-conformidade??

O filtro da ”educação” que aceita apenas os dóceis que se conformam com a ordem dominante.

A correlação positiva entre ”educação”, isto é, anos de educação e ”inteligencia”, tem sido encontrada com frequencia dentro da psicometria e da psicologia cognitiva. Por razões mais do que óbvias, sabe-se que aqueles que conseguem obter um mestrado ou doutorado, tenderão a ser mais inteligentes do que aqueles que tem apenas o ensino fundamental completo. Mas como eu tenho mostrado diversas vezes neste blogue, as famosas médias estatísticas, não podem ser analisadas de maneira vaga ou generalizada, porque geralmente elas esconderão diferenças dos mais variados níveis e que poderão ser até mais importantes para se entender todo o contexto.

Eu tenho a impressão de que os psicometristas não curtam muito a ‘complexidade’ (de camadas) estatística(s) porque usam em excesso a ”navalha de Occam” para inferir suas considerações em relação ao material que estão trabalhando.

Quase todos os estudos que buscam encontrar correlações psicológicas, comportamentais e cognitivas com o modelo escolástico de inteligencia, mensurados por testes de qi e por testes escolares, tem mostrado que pontuar alto nestes testes pode se relacionar a uma panaceia de vantagens, naturais e contextuais, em potencial. Pela lógica, aquele que for dotado de uma qualidade a um nível maior de desenvolvimento, caminhará para levar uma vida melhor, sem grandes atritos ou aflições. Mas quando estamos falando de ”inteligencia” humana, este pensamento lógico-racional se tornará menos contundente.

Eu já mostrei que há de se especificar aquilo que se está falando, sempre, especialmente se estiver relacionado com qualquer atributo ego-humano como a inteligencia. Tudo deve ser especificado porque a mente humana é naturalmente atraída pelo pensamento dualista, instintivo, animal e potencialmente conflitivo.

A psicologia moderna nos diz que aqueles que tenham atributos puramente cognitivos muito elevados é que serão ”mais’ inteligentes. E nada mais. O inteligente é aquele que tem uma capacidade para aprender e armazenar uma grande quantidade de conhecimentos, específico ou geral, de maneira eficiente, rápida e perfeccionista. Apenas isso.

E a partir desta neutralidade moral, fundou-se o perfil reconhecível, pseudo-lógico e aceitável de ”inteligente”, ou seja, apenas aquele que pode realizar as funções técnicas (e intelectuais, em um sentido escolástico) que são necessárias para manter a sociedade (o sistema reinante) a um nível muito alto de qualidade.

Aquele que entende o contexto, a imagem maior e que percebe o pesadelo de escravidão  disfarçada em que vivemos, será reconhecido como um rebelde, um inconformista e sua capacidade natural e de extrema importancia, não será vista como uma manifestação de inteligencia por boa parte do gado. Os psicopatas que estão no poder, sabem detectar  similares potencialmente perigosos e se estes não compactuarem com as suas sandices habituais, então, serão na melhor das hipóteses, ostracizados e na pior, assassinados.

Eu tenho sentido na própria pele os efeitos desta triste e ridícula realidade. A educação superior despreza a criatividade e o pensamento independente, toleram apenas até um certo limite ambas estas características, se forem úteis como combustíveis para validarem e reforçarem as suas verdades (unilaterais) absolutas.

Nos EUA, no Brasil, em boa parte dos países ocidentais, os níveis mais altos de bajulação em relação ao presidente meia-boca da atualidade ou a aceitação aos memes venenosos que são entoados pela ”mídia” serão encontrados entre os graduados, ou seja, a classe mais ”educada”. E esta relação entre docilidade e educação, será ainda mais significativa dentro das ”’humanidades”’. E eu não duvido nem um pouco que esta tendencia também seja muito comum em outras regiões como por exemplo, no extremo oriente.

Portanto, quando estivermos falando da relação entre educação superior e ”inteligencia”, primeiro, precisaremos especificar sobre qual inteligencia de que estamos falando e segundo, buscar pelo  perfil de personalidade que irá acompanhá-la, porque parece evidente que para ser um ”inteligente reconhecível” pelo sistema e por seus subalternos, voce precisa ”ter” ”educação” e precisa acreditar na sociedade em que vive, para se conformar, especialmente se o fizer de maneira pouco consciente ou estúpida.

E assim caminha a desumanidade…

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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