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Tempo de reação contextualizado e novamente o exemplo do ”intelectual esquerdista”…

… que parece demorar um século pra perceber o que acontece à sua volta.

Exemplos muito interessantes.

Relendo o livro de Yoáni Sánchez e mais especificamente a dedicatória do sociólogo Demétrio Magnoli, que deu uma aula sobre história cubana, algo me chamou atenção nesta parte: a tomada (retardatária) de consciência de alguns escritores e artistas (de esquerda) quanto ao barco furado da ditadura castrista. Isto é, depois de décadas defendendo o regime comunista, eles se deram conta que o mesmo era ruim e decidiram… debandar como bons covardes que são. Incrível, como pode ser possível acreditar em algo, ver que este algo não está tendo bons efeitos, pelo contrário, só está piorando, não realizar qualquer básica correlação entre atitudes positivas e negativas que um bom governo deve tomar… enfim ficar pensando ”na morte da bezerra”, tentando pegar moscas só com uma mão, lerdando por décadas a fio, vendo tudo acontecer ao redor e depois deste tempo pra lá de longo de letargia, constatar que algo não vai bem e… debandar, cair fora, deixar os outros a deus dará***

Outro exemplo, apenas muito recentemente que o meu irmão esquerdista começou a acreditar, ainda que muito timidamente, que o DESgoverno atual sob a tutela desastrosa e vil de incomPtentes não era aquilo que suas propagandas lhe mostrava…. E se fosse uma situação de alto risco, isto é, em que houvesse a necessidade de se PENSAR RÁPIDO, será que ele teria agido mais agilmente*** Ou será que teria deixado o seu oponente com sono e perdido a luta***

O tempo de reação contextualizado se caracteriza por nossa capacidade de reagir cognitiva/intelectualmente às intempéries multifacetadas, de longo a curto prazo, que nos encapsulam e de maneira rápida. É a nossa velocidade para entender o mundo, para capturar a imagem maior, o contexto e SOBREVIVER.

Percebendo que o meu irmão esquerdista pareça estar fazendo um esforço para entender o que realmente se passa em ”nosso” país, eu percebo que talvez, mais do que falta de caráter, muitos esquerdistas iguais a ele seriam na verdade extremamente lentos para capturarem a imagem maior e para primarem (ou não) por ela, isto é, por aquilo que realmente importa. O mesmo parece acontecer com a maioria dos meus colegas de faculdade que estão longe de serem pessoas ruins, pelo contrário, são tão legais (diferente de bom… não que sejam ”não-bons,rsrsrs) que talvez tenham completa incapacidade de farejar malandragem e psicopatia.

Também o tenho como exemplo para falar sobre a relação entre  memória ineficaz e déficit de conscienciosidade. Se  o cérebro não guardou, então não deve ser importante, não acham*** 😉

”Tem lutado por um mundo melhor… lutou pela revolução…. e depois de décadas a fio vendo todas as suas verdades serem desmanchadas uma a uma, constata tarde demais que algo não anda bem em seu país….”

Também se assemelha à ideia reducionista porém precisa de que ”cometer o mesmo erro” seja burrice. Se pra ti, ser lerdo e burro forem a mesma coisa…

O ”humanista” que ficou 2 a 3 décadas recebendo muitas das benesses de um governo autoritário e idiota e apenas no final deste período resolveu olhar para o lado e pensar por conta própria, questionando as verdades absolutas internalizadas, é humanista e intelectual apenas no papel e no status quo, porque no mundo real, será uma baratinha tonta estúpida, conivente com a maldade.

Na contramão da lerdeza dos intelectuais de esquerda (nem todos, alguns que serão do tipo psicopata de alto funcionamento), os ”brancos nacionalistas” ( e grupos homólogos ao redor do mundo) apareceriam como velocirraptors em suas respectivas capacidades para farejar incongruências holísticas em suas áreas de vivência, isto é, tempo de reação culturalmente contextualizado ou real. Por serem mais instintivos e por darem maior importância ao mundo real, àquilo que importa, mesmo  que se faça por meio de uma abordagem pleistocênica, destituída de maior complexidade,  do que à abstrações caprichosas, os brancos nacionalistas demonstrarão clareza de pensamento por mais que esta se faça pragmática demais e tenda a resultar em excessivas generalizações. Ainda assim, é muito melhor do que o mundo de crenças esquerdistas que tanto me angustia.

Ainda assim é necessário nos questionar se o contexto fosse outro, a mesma situação se daria, isto é, lerdeza de reação por parte dos esquerdistas-de-coração e agilidade por parte dos brancos (ou de qualquer outra ”cor”) nacionalistas. Para internalizar ”novas diretrizes” morais, os esquerdistas aparentam melhor capacidade, mas aí nós temos de olhar para os dois grupos e observar as características biológicas que tendem a predominar em ambos, se tenderemos a abraçar memes culturais que sejam convenientes para as nossas próprias sobrevivências pessoais.

O esquerdista médio (que não é um psicopata ou sociopata) está mais perto de um homossexual médio, do que um branco nacionalista médio poderia estar naturalmente. Ao defender o direito ou seria melhor a necessidade fisiológica das minorias sexuais de vivenciarem as suas predisposições mais agudas, muitos esquerdistas apenas estarão defendendo a si mesmos para estarem livres em sua experimentação ou mesmo parcialmente, se tendem a ser mais pacíficos, menos dominantes e mais andróginos em biologia comportamental sexual (ainda que isso não tenha a necessidade de resplandecer em comportamento homossexual).

Portanto, não basta ter uma certa capacidade cognitiva ou intelectual específica para que possa entender o contexto e ser muito bom em tempo de reação no mundo real, porque talvez pareça ser necessário ter um conjunto de variáveis biológicas (e isso inclui perfil cognitivo ‘e” de personalidade) que, estejam em conluio com o mesmo ou que sejam radicalmente opostas a ele, tal como acontece com os dois grupos de exemplificação.

Esta breve constatação abre portas para a ideia de ”perspectiva existencial” que eu estou para desenvolver, se conseguir afogar o excesso de ideias e pensamentos que ainda não consegui postar no blogue.

Pobre Yoáni

Direito de ”ir” e ”vir”

Ainda me lembro do dia em que comprei o livro de Yoáni Sánchez, popular blogueira cubana, por uma bagatela de uns 10-20 reais na universidade, no ano de 2009. Também me lembro da primeira vez em que li o seu pequeno e contundente livro. O meu encantamento por sua força, ousadia e brilhantismo com as palavras foi o suficiente para me tornar um quase-fã de sua luta e de sua pessoa. Para quem já passou mais de um terço da vida sob a marcação cerrada de milicos da esquerda, tendo de engolir toda a sorte de injustiças e estupidez diárias em um país de ”faz-de-contas”, não era de se esperar que a liberdade fosse a primeira necessidade a vir em sua cabeça. Yoáni tem vivido em um país onde as pessoas não podem entrar ou sair sem que ocorra a autorização do governo. Não bastam as motivações pessoais, um passaporte e dinheiro para poder deixar ou entrar na ilha de Fidel. Você também precisa conquistar a confiança dos milicos que estão no poder para poder viajar. O desejo de Yoáni, de ter o direito de ir e vir, parece totalmente lógico a partir do momento em que nos colocamos em seu lugar, nos seus um terço de vida soterrados em um mundo em que o mínimo de liberdade tem sido sistematicamente negado. No entanto, existe a real necessidade de que esta possibilidade se faça com responsabilidade e conhecimento absoluto ou ao menos aquele que tem sido produzido até agora. Isto é, não basta universalizarmos o direito humano de ir e vir, porque precisamos precisar, especificar locais e humanos antes de darmos o veredito final. Yoáni e sua família bem que poderiam viver em qualquer lugar visto que não parecem se consistir em ameaça para nenhuma nação, muito pelo contrário. No entanto, os aforismos humanísticos em que são produzidas generalizações do tipo…

”todo homem”, ”toda mulher”, ”todo o ser humano precisa de educação”….

…. são portais verbais ideais para a manipulação usual de psicopatas dentre outros tipos de estúpidos anti-sábios.

Eu não sei se Yoáni está informada ou mesmo deseja se informar de maneira correta sobre aquilo que está acontecendo no mundo fora de sua ilha, até mesmo em lugares tão próximos como Miami onde que se concentra boa parte da diáspora cubana.

Ontem eu pensei que se ela vivesse em um país relativamente livre como o Brasil ou os EUA (se comparado à Cuba), é provável que repetiria com alguma substância mais vistosa os mesmos discursos daqueles que a acusam de ser uma espiã do governo americano, isto é, os esquerdistas. Posso e quero estar equivocado quanto a isso porque eu não consigo lidar com comportamentos que se baseiam fundamentalmente na conveniência, é desonesto e irracional demais. Mas é uma possibilidade.

Yoáni, tal como parece acontecer com uma grande proporção de talentos verbais, deve ser do tipo que renega qualquer possibilidade de enfatizar questões raciais, de maneira holística e substancial, isto é, realista, quanto aos problemas que assolam o seu ou qualquer outro país. Casada com um homem mestiço, Yoáni é provável que se juntasse ao coro dos ”somos todos macacos’#” se fosse exposta à histeria coletiva ”moderna” que é orquestrada pela ”mídia” e que tem finalidades potencialmente totalitárias.

É provável que sua luta não possa ser estendida à outras freguesias mas apenas ou fundamentalmente àquela que lhe fez refém desde sempre aos caprichos de pessoas mentalmente perturbadas em meio a um cenário bucolicamente tropical.

Talvez ela não possa, não deva e não queira fazê-lo. Afinal de contas, quem que em seu ”juízo perfeito” se poria no lugar dos brancos sul africanos deste início de século XXI*** Quem que escolheria o lado dos ”opressores”** Apenas um reacionário racista e homofóbico, é possível de pensar.

Yoáni deseja que todos tenham o direito de ir e vir. Mas ao tratar o ser humano como um ser que necessite apenas da educação para poder ser como ela, inteligente e racional, então, seu desejo poderá se transformar em um pesadelo consumado, por exemplo, se algumas centenas de milhares de haitianos decidirem migrar para a ilha ao lado. Eu não tenho nada contra qualquer ser, humano ou não-humano, ao menos que seja de boa índole. Mas por causa de processos seletivos dos quais ninguém tem culpa, algumas populações se tornaram muito menos problemáticas do que outras.

Nunca é a raça fisiológica, é sempre a raça mental, especialmente se esta tiver um quê de psicopatia e/ou sociopatia.

Eu gostaria que todos aqueles que fossem responsáveis e sábios pudessem ter o direito de ir e vir.

”Somos todos” é apenas um desdobramento aforístico de uma tendência irracional, a de coletivizar indivíduos e suas idiossincrasias pessoais e de subgrupos. Ainda é fato que alguns traços serão universais.

Yoáni quer uma vida normal para os cubanos, de acordo com os parâmetros modernos. Concordo totalmente. Mas a liberdade que tanto almeja, em outras costas, se tornou anarquia. Sem sabedoria não tem freio, ou é um seco sim ou um seco não. A liberdade desmedida é apenas uma forma antônima do mesmo totalitarismo que mantém blogueiros cubanos tolhidos de direitos individuais básicos como a livre expressão e também dos cidadãos trabalhadores e sedentários que também terminaram por se tornarem reféns do tiranismo mundialista.

A liberdade que Yoáni tanto zela está tirando a segurança de muitas pessoas, que antes tinham o direito de ir e vir em cidades como Los Angeles ou São Paulo. A maldade tem apenas uma face e é a da psicopatia, seja por meio de ditadores ou de perigos urbanos travestidos de arrogância e nenhuma consideração pelo próximo. Ao sair ou se conseguir derrubar o sistema castrista, Yoáni se deparará com outras frentes totalitárias cada vez mais explícitas e ousadas convergindo para o mais do mesmo que a espécie mais inteligente deste planeta tem sempre caminhado, o buraco negro da ignorância e do ódio espumoso contra a mais evoluída das virtudes humanas, a sabedoria.

Franzir a testa como uma característica intermediária entre desenvolvimento completo e ativo do lobo frontal e julgamento moral e ”testa pequena”. E por que que os judeus parecem ser mais prováveis de franzirem a testa**

Pessoas de testas pequenas seriam mais propensas a franzir a testa** Os judeus são mais propensos a terem testas pequenas** E são mais propensos a franzirem as suas testas quando estão falando** E essa linguagem não-verbal, será que reverbera em alguma idiossincrasia possivelmente vantajosa que está acontecendo nesta parte do cérebro** E porque algumas ou muitas pessoas não precisam franzir a testa quando falam** (como eu por exemplo…< =))

Darwin e as características intermediárias….

Analogia entre o pássaro cuco, psicopatia e judeus

Lendo Charles Darwin, me deparei e me impactou sua breve explicação sobre o instinto comportamental do pássaro cuco, de sua ”psicopatia” natural ao sentenciar má sorte a outros pássaros, digamos, que são mais trabalhadores e conscienciosos.

Me surpreendeu ainda mais quando li sobre a existencia de instintos intermediários, entre a capacidade de se produzir ninhos perfeitos em comparação a de se aproveitar deles, astutamente. O cooperador, o parasita e aquele que tenta cooperar, pra si mesmo, mas não é capaz de faze-lo e termina ”escolhendo” por uma ”vida de crimes” (sic!!). O meliante cuco não sabe ser de outro jeito e alguns deles, até tentam, mas suas habilidades não estão direcionadas para esta finalidade. A mesma analogia para os seres humanos**

O psicopata mas especialmente os tipos intermediários, são aqueles que falham ao tentar entender o outro e agir apropriadamente, isto é, empaticamente. A partir desta tentativa frustada, se voltam aquilo que lhes é mais fácil de ser desenvolvido, o elástico de existencia e sobrevivencia, o de menor esforço pra ser esticado, se aproveitar do trabalho alheio em benefício próprio.

Meu conhecimento em neurociencia é por deveras, de igual natureza, deficitária. No entanto, eu sei que existe uma relação entre ter uma testa ampla e caráter, a famosa e ”pseudo-científica” fisiognomia, tão comum no século XIX. Eh evidente que, nem todo aquele que for provido de grande testa, que será dotado de um grande caráter (assim como também o contrário irá acontecer), mas é possível que muitos o farão e isso pode indicar algum grau positivo de correlação. Pessoas de testas menores, tenderiam a ser menos prováveis de estarem providas de um caráter moral altamente desenvolvido. As explicações que parecem superficiais por causa  desta aparencia, reverberam na verdade, na realidade de dentro da epiderme, o cérebro. Se nossa moralidade reside em nossa testa, então poder-se-ia sugerir que algumas correlações positivas, tanto para o caráter moral desenvolvido quanto para o oposto, se relacionam consistemente com esta parte de nossos cranios.

E aquele que franze a testa para falar** Percebam que eu, por exemplo, que sou dotado de uma grande testa, não preciso franzir a testa para falar. Na verdade, quando tento faze-lo, me observando no espelho, meus olhos se esbugalham e mais pareço alguém com um breve e subtil ataque psicótico.  No entanto, são muitos os judeus que o fazem e com uma certa tendencia para também terem testas pequenas.

Eu já li por alto, que o ato de franzir a testa pode estar indicando um hábito não-verbal que está relacionado a contar  mentiras, porque para manipular a realidade, necessita-se de maior exercício mental, do que para ”apenas” observar e relacionar padrões evidentes ou potencialmente evidentes, lógicos. Mentir é um ato de criatividade e não é incomum observarmos o quão engenhosos podem ser os criminosos, nas articulações de seus crimes.

O pássaro cuco ”desenvolveu” (isto é, foi selecionado pelo ambiente) estratégias incomuns para ”cuidar” de seus filhos que poderiam ser definidas mediante certa perspectiva como um hábito deficiente, se ele não pode construir o próprio ninho de sua cria.

No caso da possível relação (quase tudo dentro de uma panaceia espectral de similaridades tende a se relacionar, mesmo quando encontramos correlações estatísticas negativas) entre instinto intermediário e personalidades anti-sociais em humanos, a incapacidade judaica de construção de seu próprio país, que ainda hoje, depende da ajuda externa para ser funcional, parece caber perfeitamente as maos deste pensamento analógico.

Sem guerreiros e agricultores…

No passado, assim como hoje em dia, a grande maioria das populações humanas se encontravam distribuídas de maneira mais ou menos equilibrada, entre os diferentes tipos de seres humanos, para ocuparem diferentes tipos de profissões. Os judeus são uma destas exceções porque desde a um bom tempo que exibem uma distribuição ”deficitária” de perfis humanos para todo o tipo de trabalho. Agricultores, guerreiros ou soldados, parecem ser muito poucos entre os judeus, especialmente em sua cepa mais inteligente, os judeus europeus ou ashkenazi. Eles se especializaram de tal maneira, isto é, com base na seleção natural urbana, em busca de perfis ocupacionais de mesma natureza, que perderam uma boa parte de seus trabalhadores manuais, de músculos, suor, alegrias simples e (desnecessário) sofrimento. Não haveria como ter qualquer tipo de revolução do proletariado entre os judeus, porque o próprio proletariado judeu é muito diminuto se comparado a nações onde há um grande predomínio deste tipo ”simples” de trabalhador. A evolução da inteligencia judaica significou a redução de sua diversidade ocupacional, hierárquica, que é tão comum nas sociedades humanas. A partir deste déficit (subjetivo), os judeus perderam qualquer capacidade de produzir sua própria casa, seu próprio ninho e tiveram de migrar para outras nações.

Eh por deveras interessante pensar qual que teria sido o efeito de seus livros ”sagrados” na seleção da panaceia de comportamentos e personalidades (ambos, excepcionais) que predomina entre eles hoje em dia e talvez, desde a muito tempo. Também é interessante pensar no papel da inteligencia espacial mais baixa em relação a este déficit em perfis ocupacionais (psicológico-fisiológico-cognitivo) mais manuais.

O judeu é a primeira cepa humana predominantemente cerebral e sua incapacidade de produzir com as mãos, parece reverberar em todo o resto de sua complicada, recorrente e confusa história.

Muitos judeus franzem a testa para falar, claro que muitos gentios também  o fazem, mas eu tenho a leve impressão de que este ”tique” seja mais comum entre eles do que entre os gentios. Também se nota alguma tendencia para este tique entre povos do mediterraneo.

O estereótipo autista em relação as suas expressões faciais, mais duras, menos emocionalmente reativas, expressam alguma combinação incomum e extrema que está acontecendo dentro, em seus cérebros. Eu até penso que se a natureza é economica e sempre pende para a tentativa de harmonizar (a natureza é uma filósofa natural, ainda que com trejeitos psicopáticos), então, os músculos que não estão sendo usados para expressar emoções por meio da face, podem ter sido recrutados para outras funções, como pensar por exemplo.

Seria interessante analisar se as pessoas que franzem sempre a testa para falar, sejam um pouco diferentes daquelas que não o fazem.

Novo combo de pensamentos, poesias e filosofias

1- Contribuiçoes do espectro do savantismo ( incluindo obviamente o  autismo ) para a civilização.

Beethoven, Michelangelo, Sócrates, Confúcio, o índio xamã ou o arquiteto que projetou as piramides do Egito. Todos eles tinham algo em comum. Foram solapados pelo eco da precisão cognitiva que se caracteriza o núcleo espectral dos savant e dos autistas que são parcialmente savants. Se não fosse por estas variações de cognição e personalidade, as civilizações não teriam florescido (e enegrecido o manto verde)…

Belos olhos de reflexão,

mãos que flamam pela precisão,

nascido para moldar, para humanizar elementos sem vida evidente,

para enfaixar as mãos de areia e pedra da mãe Terra, para refletir nossas angústias e alegrias, 

para confirmar o poder de despóticos absolutos,

para aumentar a fantasia daqueles que se esquivam do mundo real,

mentes que nasceram diferentes, que se banham em água ardente do pensar e do pesar,

mentes únicas, a singularidade que transforma o pó latente em alegoria divina,

a fonte única de onde brota todo o talento humano… o sábio que em frances, se traduz savant,

e reluz a rebeldia da antropoessencia.

 

2- Democracia é irracional, a maioria nunca esteve predominantemente certa sobre nada.

 

Em um mundo em que ”somos todos iguais”, a democracia faz sentido. Mas as massas sempre foram estúpidas e talvez sempre serão. Então, o poder do ”povo”, significa por si próprio, a idiocracia, o estúpido impondo suas distorções da realidade a partir de diretrizes sussuradas por psicopatas, o sistema de indivíduos psicopáticos manipulando a opinião da multidão de mentes dependentes e voce e eu, eu e voce, no meio de toda esta loucura.

A conformidade só funciona para aquilo que é lógico, racional, empático e holístico.

A democracia não é uma virtude,

idiocrática em sua plenitude,

as massas são uma aglomeração de mentes dependentes,

o senso comum não substitui aquilo que está sempre certo,

o infinito das respostas perfeitas, é superior a frivolidade daquelas da igreja,

ou da universidade…

O poder do povo, é o zumbir do lobo,

que surrura travessuras e gostosuras,

As pessoas devem aceitar com alegria que os representantes de Deus possam e mereçam governá-los,

que sua balança de amor e razão não virá para doutriná-los mas para se achá-los em meio a teia do existir,

deixe o sábio transcender o seu ato, de consumir a sua conservação presenteando o paraíso que tanto quis…

 

3- Todos os animais (e todos os seres vivos) tem as suas respectivas ”religiões” instintivas ou instinto específico, que podem ser chamadas de ego-especismo.

 

Negar a realidade e amar a si próprio, ”desprezando” as demais espécies, não é uma particularidade humana… não mesmo.

A alienação especiecista é a pedra filosofal-naturalista…

Todo ser vivo tem o seu cristo.

Vive dentro de tua matriz,

cheira o teu cheiro mas não daqueles do outro lado do rio,

sente aquela sensação que apenas os teus podem sentir,

cria um Deus todo poderoso que na verdade é apenas a metalegorização de sua mente de multidões,

precisa estar conectado com os teus iguais, de um jeito ou de outro,

porque a união faz a força e a força quem faz é a natureza,

Se aliena sem ter qualquer consciencia disso,

Se sente o centro das atenções, porque o ego é o fogo da conservação,

da mesma maneira que formigas minúsculas esbanjam músculos de cooperação,

tudo é centrismo, tudo é centrado, é centrico e é alimentado pelo excentrico,

A inconsciencia egocentrica da espécie é a religião primordial,

Talvez o próprio universo também se aliena quanto aquilo que lhe causa desgosto ”ou” que não lhe é familiar,

Somos crianças, mas criança é apenas mais uma palavra,

Todo ser tem o seu Deus e todo Deus é o reflexo ”perfeito” de si,

Alguns se veem no espelho e penteiam seus cabelos cacheados, outros vivem o espelho, sem precisar deste objeto quebrável para alimentar a sua chama…

 

4- Parasitismo e a alegorizaçao Cultural do déficit. O exemplo ”darwiniano”.

 

Eu já comentei aqui que não existe maldade a partir de uma perspectiva evolutiva, mas sim, um déficit em certo atributo cognitivo que expresssa cooperação.

Em minha recente leitura do livro ”Seleção Natural” de Charles Darwin, eu encontrei a mesma constatação que cheguei sobre este assunto. O parasitismo, uma das manifestações da ”maldade” na natureza, na verdade, se constitui fundamentalmente em um déficit cognitivo em que as espécies dotadas deste ‘perfil’, ”se especializam” neste tipo de comportamento. Eles só sabem fazer isso… da mesma maneira que os predadores não tem culpa, ninguém tem pra sermos bem sinceros e hiperrealistas.

Da mesma maneira que o matemático desde a tenra infancia já demonstra grande motivação para estudar matemática, o psicopata apenas se utiliza de sua técnica de auto-conservação, produzindo a sua cultura neurológica habitual, o parasitismo ou o predadorismo.

Não estou defendendo bandido, estou defendendo uma maneira realmente racional, holística e diplomática de solucionar os problemas morais humanos e nada mais correto do que mesclar nossa maneira de alegorizar, humanizar a realidade, com a realidade que é independente de um viés feito por um observador, é porque é.

O exemplo dos pássaros cuco é muito interessante visto que algumas espécies ainda conseguem construir o próprio ninho. Só que estes ninhos serão de baixa qualidade ou serão construídos em lugares inapropriados. Observa-se aí uma tentativa de se produzir algo por um ”parasita”, só que como ele não é capaz de faze-lo, acaba explorando o trabalho alheio. Sim, novamente a lamúria esperta que poderá ser usada por muitos psicopatas…

”Eu nasci assim e só sei fazer isso”

Faz sentido.

Este exemplo foi usado por Darwin para mostrar como que o ”instinto” pode variar entre as espécies. O mesmo pode ser comparado ao caso dos seres humanos ‘anti-sociais”, em que a tentativa de ser empático, na maioria das vezes terminará em desastre.

 

A maldade, que a mãe natureza me pregou,

com um prego que fez sangrar o coração de imaginação cristã,

resvalou sangue e me fez gostar de ti,

tornou-me um alguém que foi em direção a outro caminho,

que ao invés de construir, prefere aproveitar daquilo que os outros produziram,

é o instinto, tudo aquilo que minha mente guardou e pode fazer,

vítimas, eu, o predador, ou eu, o parasita,

ei de conquistá-las,

esta mente inconsequente não evoluiu para buscar por Deus, a perfeição,

não me culpe mas me ajude, 

eu não tenho culpa,

e nem voce.

 

5- Não confunda humildade com auto depreciação.

 

Nem precisaria de um mini texto para comentar sobre este título. Pessoas orgulhosas e até mesmos aquelas que são narcisistas podem ser humildes. Duvida**

A personalidade, assim como a inteligencia, é multidimensional, a nível individual. Depende apenas de qual perspectiva de interação que estivermos falando. Não é contraditório, é individualmente diverso e complexo.

 

Comigo não meu irmão,

eu sou orgulhoso de mim, 

mas prego a humilde reflexão,

eu não sou um, mas vários,

pois me concentro em 3 personas,

nada de auto depreciação,

pra isso, basta-me a dúvida.

 

6- Algumas diferenças qualitativas de tipos mais generalizados de ”genios”.

 

A relação entre predisposições psicopatológicas e genialidade, parece se dar principalmente no reino dos genios artísticos, filosóficos e ou literários.

Eh sempre importante especificar de qual grupo que estamos falando…

No entanto eu tenho a impressão de que a incidencia de ”personalidades extremas” será muito mais comum entre os grandes genios do que em relação aqueles que definimos como tal mas que serão mais como ”semi-genios” ou ”superdotados de alto funcionamento”…

Parece que a incidencia de ”psicopatologias” também tenderá a ser elevada entre os grandes genios da ciencia. Lembre-se, estamos falando de poucos indivíduos e não de uma multidão na casa das centenas de milhares.

A relação organicamente correlativa entre genio e ”personalidades extremas” parece se assemelhar aquela que existe entre o mesmo e o canhotismo. Em uma multidão de superdotados ”comuns”, nós teremos poucos canhotos porque os mais altos níveis de inteligencia neurotípica serão caracterizados pela predominancia de atributos fisiológicos e neurológicos contextualmente positivos ou que estão sob forte seleção e aperfeiçoamento.

No entanto, quanto mais alto subirmos a montanha do intelecto, mais perigos encontraremos.

Médias acumulam maior fitness ou saúde enquanto que os extremos, quase sempre terão como resultado algum tipo de desequilíbrio.

Os mais altos níveis de sapiencia da espécie me parece ter uma tez filosófica profunda, porque ao contrário da ideia termaniana de super funcionalidade, os grandes genios caminhariam para serem o bio-produto de desordens organicas. Isso prova a teoria lombrosiana que define o genio como alguma forma de ”doença mental”, enquanto que também prova a teoria termaniana sobre a funcionalidade acima da média do ”superdotado comum”. A natureza filosófica da genialidade se dá por causa da quase-necessidade de haver alguma desordem organica que possa elevar a autoconsciencia, uma das características mais significativas desta condição única e poderosa.

6.1- … e o ‘genio sábio’ como o verdadeiro representante de ”Deus” no mundo, nada de padres (ao menos se forem sabiamente geniais). O ”homem por inteiro”, a antítese da dualidade primordial.

Deus é a perfeição onde vivemos, é o todo, é tudo. Nós somos parte deste grande e misterioso organismo fenomenológico que ”a tudo” encapsula. Somos filhos do atrito, eu já disse. E somos atritos tal como nosso grande e singular pai, porque filho de peixe, peixinho é, filho de Deus, atrito é.

Os sábios são aqueles que mais aproximam da verdade divina, a busca pela perfeição, se toda a cadeia desarmonica predisporá o organismo a sua própria destruição.

Ao contrário dos ”representantes de Deus”, que nós nos habituamos a conhecer, apenas aquele que é dotado de grande capacidade empática, holística e racional é que poderá ser considerado, tratado como tal. Todas as hierarquias eclesiásticas são apenas a tentativa de emular aquilo que pode ser visto a olho nu, a busca incessante por Deus, pela verdade ou verdades absolutas que o sábio é tão talentoso na prática.

Apenas aquele que pode ver os dois lados deste mundo naturalmente instintivo e competitivo, em que vivemos, que poderá desenvolver as respostas mais sábias, mais apropriadas para cada situação. Um rei salomão sem trono. A inércia de mantras e a retroalimentação das incertezas existenciais de pessoas inseguras com base na invenção de estorinhas fantasiosas, não representa a sabedoria. Apenas o sábio que poderá faze-lo.

 

Perfil incomum de personalidade x cognição

 

A singularidade do comportamento e da personalidade em conluio com a ”cognição” (a capacidade técnica= memória, capacidade de replicação do conhecimento ‘adquirido’…) podem ser importantes meios de se avaliar o potencial criativo. A personalidade singular por si só já é uma forma de manifestação criativa, tal como as plumas de cor incomum de uma ave, por exemplo.

 

7- Herança vertical de ideias e as mesmas como prelúdio a ação…

 

Se voce for uma pessoa honesta ou dentro do espectro maior de honestidade, então será mais propenso a transformar as suas ideias em ações. Para pessoas onde os fins não justificam os meios, as ações são o caminho natural das ideias. As ideias são embriões que poderão nascer e se tornar ”realidade”.

A herança vertical de ideias é outra proposta interessante onde que caminharemos para internalizar ideias, especialmente quando são produções independentes ou herdá-las, quando são de outras pessoas.

Da mesma maneira que compramos coisas e guardamos em nossas casas, também fazemos o mesmo com as ideias.

 

8- Aprendendo a entender testes de personalidade: “vc está fazendo isso errado”.

 

Santoculto, o idealista (INFP) racional (INTJ).

Todos nós somos um pouco de tudo,
Não existe ou então é muito raro um perfil ”puro” de personalidade,
Se entenda primeiro, compare seu auto julgamento com os resultados dos testes e chegue num consenso depois, baseado em neutralidade e parcimônia.

 

9- Tamanho da população fundadora para explicar comportamento coletivo predominantemente tribalista.

 

Tipo de personalidade,

Tamanho da população fundadora de uma determinada etnia, raça ou povo,

Enfatização cultural coletiva (seleção dos mais adaptados a proposta cultural e ou ostracismo ou expulsão dos menos adaptados) ou ciclo da cultura, a retroalimentação de uma proposta hierárquico-coletiva,

Seleção com base na conformidade comportamental ”ou” des-seleção dos inconformistas.

 

10- O extremismo do hábito equivocado em todas as suas manifestações.

Crenças fantasiosas potencialmente conflitivas está para o alcoolismo…

O dogmático estúpido é um alcoolatra viciado em ideias equivocadas.

Algumas pessoas se viciam em drogas, álcool, sexo, outras, ou muitas, se viciam em ideias equivocadas.

Pode controlar o vício, mas alguns serão tão acopláveis a personalidade e a cultura neurológica, tal como o vício de drogas pesadas como o ”crack”, que serão muito difíceis de serem removidos.

Vale ressaltar que nem todo dogma que será ruim, mas geralmente, dá-se uma enfase de natureza negativa a esta palavra, que significa que seja o certo a se fazer.

As ideias de maior hereditariedade ou força serão aquelas que se comunicarão mais intensamente com a essencia da personalidade. Portanto, algumas ideias são naturalmente compradas por certos tipos de personalidade e cultura neurológica (a interação entre cognição e personalidade e a construção da própria cultura, o valor semantico que damos a vida, a nível individual e personalizado).

 

11- O problema do conflito entre empatia e honestidade.

 

As pessoas muito honestas podem parecer muito brutas em relação aos outros.

 

12- Epigenetica, a seleção natural dos ”excluídos”. Quanto mais selecionado for um traço, mais fixo se tornará, mais demograficamente generalizado será e mais ”perfeito” será, especialmente em termos de saúde.

 

13- A onipresença do ”savantismo” no Reino animal não-humano. E o equilíbrio dos sentidos da espécie humana como marcador de sua singularidade, a razão da complexidade do seu cérebro e de sua capacidade de entender globalmente a realidade percebida.

 

Todos os animais não-humanos apresentam hiper-especialidades cognitivas, tal como os savants humanos…

O ”savantismo”, a super simetria cognitiva, parece estar onipresente entre os animais não-humanos enquanto que parece estar mais equilibrado entre os mamíferos mais próximos de nossa espécie e de nós mesmos.

Seríamos consideravelmente mais equilibrados em todas as funções organicas (e mentais), que justificaria nossa excepcionalidade mental. Super olfato* Super visão* Super paladar* Não, apenas humano, ”equilibrado” e ”capaz” de entender a realidade com todos os sentidos.

Por que a ”doença mental” persiste entre os seres humanos**

Porque a grande maioria é composta por doentes mentais tecnicamente funcionais…

Se voce (”ainda”) acredita nessas fantasias, então desculpe mas é provável que tenha algum deficit de percepção lógico-racional, semelhante a de um esquizofrenico típico e portanto se consistir em um ”doente mental”.

Voce está doida pra ter um casaco de pele ”liiiiiiindo”’ destes pra poder fazer inveja nas inimiga e mandar beijinho no ombro** Mas e os animais que são caçados e assasinados para alimentar a sua estupidez tipicamente feminina*** Se voce respondeu afobada e vergonhosamente que sim, que está doidinha pra ter em mãos (e costas) estes belos casacos, então me desculpe mas é provável que tenha algum déficit de percepção empática e seja como uma prima de quarto grau de um psicopata, ou seja uma doente mental. Ou uma avoada que não sabe fazer contas simples. De um jeito ou de outro, voce estará errada e com probleminha na cabeça ok**

Voce já viu uma cena dessas ou similar e nunca fez nada para acabar com a briga ou pior, até achou graça em um marmanjo sádico fazendo maldades com um garoto magro e de óculos** Então filhote, eu acredito de boa fé que exista algo de errado com voce, especialmente se tentar dar qualquer justificativa quanto as suas atitudes do ”passado”.

Tu pensas que guerras são de alguma maneira justificáveis** (sim, eu tenho batido muito nesta tecla, mas por que será**). Novamente, tem algo de psycho que eu estou percebendo em ti… não me leve a mal.

Voce acha mesmo que não existem diferenças entre as raças humanas** Ok, de o nome que voce quiser a elas, raças, grupos, sindicatos bio-locais, não interessa… voce deve estar percebendo que as moças acima não são iguais não é** Pois me perdoe, porque se voce pensa que sim, que raça é ”apenas cor da pele”, eu sinto lhe informar que está ou é meio biruta!! Uma ou um doente mental, não tenho dúvidas!!

E assim por diante….

Quantas pessoas do seu meio social que voce conhece que tem algum tipo de senso lógico sobre o mundo, que pode ver algo e inferir alguma observação racional sobre aquilo, que pode capturar a imagem maior, aquilo que realmente importa, que é objetiva, mas que não é super rídiga nesta objetividade, que está sempre se policiando em seu comportamento mais irracional ou instintivo e busca sempre solucionar os problemas que aparecem no seu caminho, que prefere as virtudes da essencia do que as superficialidades da aparencia, que não se importa com regras sociais subjetivas e dá enfase naquilo que é correto, harmonioso, enriquecedor, que não é rendida por seu excesso de bondade e que portanto sabe ser justa também para tudo aquilo que está irrevogavelmente errado, que sabe ou aprende a separar o literal do abstrato…**

Quantas pessoas, com ou sem alguma instabilidade emocional, com ou sem alguma personalidade extrema, com ou sem alguma melanina, com ou sem alguns pontos a mais em qi, que voce conhece que não são doentes mentais tecnicamente funcionais***

BM, o brasileiro médio e sua canastrice sem fim

A ”família tradicional brasileira” (e especialmente a ”carioca”), tem dificuldade de se situar

O panamericano de 2007 foi palco de um dos eventos mais vergonhosos da história da ginástica artística. Isso se deu por causa das constantes vaias direcionadas as atletas estrangeiras. Esperar-se-á meu caro leitor, que em um esporte extremamente individual e perfeccionista como é a ginástica artística, a plateia evitará torcer contra a(o)s ginastas que não gostam ou que são de outros países, enfim, que evitará torcer tal como se faz no futebol ou no volei.

Só que…

… o brasileiro médio ”parece” ter um déficit de capacidade de percepção porque não existe outra explicação para dar em relação a esta histórica tragicomédia que fez muito tupiniquim decentemente inteligente sentir vergonha de ‘sua’ nacionalidade.

Então, eu, como o bom samaritano que sou, resolvi comentar sobre este acontecido em um vídeo no youtube, recentemente. O resultado foi que uma BM, uma brasileira média (”de” qi 87 e extrovertida), resolveu me afrontar, me acusando de ser chato. O meu comentário não foi nada demais, não xinguei ninguém, não dancei um tango com o politicamente incorreto (até então), nada… Mas a topeira achou que sim, que o simples fato de pensar diferente dela, já foi o suficiente para que postasse o seu comentário inútil, do tipo que troca o CH pelo X na palavra chato. Algum neuronio a vista**

Além da ousadia de uma inconsequente lunática, do Xato, ela ainda postou a frase em letras maiúsculas, o tal caps lock.

Eu tive de me rebaixar e o resultado foi ainda mais aterrador visto que a miss demencia ainda me xingou de outros impropérios e me ameaçou de processo por ”racismo”, claro porque eu também não deixei barato.

O mundo da ”igualdade” abstrata, formentada pela elite de mattoides esquerdistas, funciona exatamente desta maneira. Os psicopatas manipulam a narrativa da opinião pública, leia-se, das massas naturalmente zumbis e as fazem atacar qualquer dissidente. O povo, que geralmente é burro, depreda a sua própria liberdade de pensar. E esta lavagem cerebral (que eu já falei que necessita de predisposições para que possa ser bem sucedida) parece ter um efeito fantástico em relação aqueles de menor capacidade intelectual. Eu não vou precisar voltar ao exemplo do clássico ‘‘A revolução dos bichos” de George Orwell.

Eu já comentei que debates reais não existem ou que são muito raros (não confundir com discussões). O debate se consistiria em uma pluralidade de opiniões, ideias, teses… mas o que geralmente acontece é justamente o contrário, pois não existe uma pluralidade de ideias a serem ”debatidas”, mas uma pluralidade de pontos de vista de um mesmo conjunto de ideias. Não se discute racismo com base em psicologia, sociologia, história, biologia, política, sob os seus mais diversos aspectos e pontos de vista, quase todos eles que estarão mais ou menos certos ou errados. Se discute racismo com base nos pontos de vista da esquerda política e portanto não existe uma pluralidade de ideias, de todos os lados. Se não existem debates então não existe democracia em sua plenitude. Mas acalmem-se porque as palavras podem ser manipuladas e a democracia em seu aspecto negativo pode ser tranquilamente comprovada em nossos cotidianos.

A democracia existe apenas como uma ferramenta de manipulação da opinião pública, onde que prevalecerá o consenso público, formado por nauseantes repetições da narrativa dominante. As pessoas não internalizam aquilo que é indubitavelmente certo e errado, porque se todos pudessem faze-lo, então a maioria dos governos corruptos e injustos cairiam por terra. Elas apenas internalizam as ordens dos seus superiores. Eh um adestramento constante do homem-animal e voce está dentro deste sanatório.

Eu tenho batido nesta tecla diversas vezes aqui sobre a necessidade de internalizarmos a percepção como uma das mais importantes características da inteligencia, e não apenas dos seres humanos. E tenho dado alguns exemplos sobre como que a incapacidade perceptiva pode ser decisiva em nosso cotidiano, para o bem e para o mal.

Ao nos imaginarmos hipoteticamente dentro de um estádio e nos vermos sentados na arquibancada assistindo as apresentações de atletas em um esporte individual e perfeccionista, nossas percepções se adaptariam a esta realidade, ao reduzir o volume da voz, torcer mais polidamente, mas principalmente, evitar torcer contra os atletas de outros países.

Em condições ideiais de interação ”homem e ambiente”, nós esperaríamos que esta adaptação acontecesse. Mas vejam só que o público brasileiro comprovou que o que parece racionalmente impossível pode ser possível de acontecer.

Não é apenas percepção, também é empatia. Ainda ”temos” de dar ”graças a Deus” pelo fato deste lamentável acontecido ter se dado no panamericano, que não é lá um evento de porte supra-internacional. E se fosse em um campeonato mundial** A olimPIADA está aí…

O brasileiro médio que ataca o ator americano de Hollywood por dizer certas verdades sobre o país, é o mesmo que tem dificuldade de se situar ou se adaptar as intempéries ambientais. Educação, polidez, comedimento, em eventos como os da ginástica artística…

…ou mesmo, o famoso ”jogar lixo no lixo”

Outro exemplo espetacular para demonstrar o quão ”superiores” são os brasileiros médios em ”empatia” e ”hospitalidade”.

Eh o costume comentar sobre as enormes diferenças de temperamento que existem entre brasileiros (médios, especialmente) e japoneses. Certa vez eu vi em um programa de televisão, esta mesma observação, proferida por um bailarino do Cirque du Soleil, sobre a polidez perfeita do público japones diante de suas fantásticas estripulias circenses de altíssimo nível, em comparação a ”alegria” ”exuberante” do público brasileiro. Claro que o público que tem dinheiro pra assistir a uma noite de apresentações do circo mais badalado do mundo, deve pertencer as classes mais abastadas do país, especialmente em um país de capitalismo selvagem como é o Brasil.

Durante a Copa do Mundo no Brasil, que alguns dizem ter sido ”A copa das copas”, os torcedores japoneses humilharam o ridículo orgulho nacional em relação a suposta empatia e consequente hospitalidade coletiva do brasileiro, ao mostrarem como se portar, jogando o lixo que produziram, no lixo, o básico do básico da educação comportamental.

Os jogadores loiros da Alemanha (que ”alguns” esquerdopatas gostam de chamar de nazistas) também demonstraram ”como é que as pessoas decentes agem” em contraste ao show de egos (egoísmo) e dinheiro a perder de vista que se configura a ”seleção nacional” de futebol.

Não é a toa que alemães e japoneses se parecem tanto.

Mas quem pensa que o BM se consista apenas naquele tipo bem mediano, bem conhecido e demograficamente predominante, se engana, porque muitos daqueles que acusam os outros de serem BM, também o são, até mesmo uns gringos recém nacionalizados.

O termo BM foi originado pelos blogueiros do Desfavor, um site interessante, com um bom nível de inteligencia e que geralmente não será visitado pelo típico brasileiro médio. No entanto, o blogue ou site (eu realmente não sei muito bem qual seria a diferença entre os dois), não é tão superior em sua erudição intelectual como eles pensam, porque ”politicamento correto” e ”politicamente incorreto”, tambem terão lugar.

E eu comprovei ”pessoalmente” esta não-tão-superior-superioridade dos ”desfavorianos” em relação ao espécime que catalogaram, ao me atrever (eu sempre me atrevo) a expor opiniões que são escandalosamente dissonantes daquelas que reinam naquele recinto. O resultado foi…

bem, foi deles agirem exatamente como  BM’s, que a maioria deles são, ao caluniarem o sábio que vos escreve mesmo quando pedi parcimonia, respeito e que refutassem apenas os pontos.

A canastrice do BM, o brasileiro médio, não tem fim e não tem preconceito de classe cognitiva, nem de nacionalidade. Basta vestir a camisa verde amarela sem um pingo de real racionalidade (que tem de ser holística), empatia, filosofia (a técnica da harmonia) e caráter para agir exatamente como o ser lunático que não é capaz de entender o mundo tal como ele é e principiar por esse realismo extremamente necessário.

O idiota absoluto, o esquerdista ( e psicopata sádico não adaptado) e o conservador, o psicopata sádico adaptado.

Para criticar, zombar, desdenhar, desejar coisa ruim e até mesmo colocar em prática toda esta má fé, em relação aos seus ”não-aliados”, esquerdistas e conservadores, mais uma vez, são identicos. Mudam os bodes expiatórios, mas as intenções proto-psicopáticas e primitivas continuam sendo as mesmas.

A ”raça branca” que os esquerdistas tanto odeiam, pode ser comparada em pé de igualdade aos ”homossexuais” que os direitistas tanto detestam. Claro que, nem todo esquerdista será um racista anti-branco e nem todo conservador direitista que será um homoaversivo.

Eu já comentei com voces que a norma na ”natureza”, é o sucesso dos mais adaptados e o que vemos no mundo animal, é justamente a propagação das espécies mais agressivas. A natureza é linda, ”perfeita”…. mas é psicopática também.

Não adianta voce ser super empático com o seu filho e não tentar ter o mínimo de empatia em relação ao filho do vizinho, se isso for o certo a se fazer.

Os judeus ashkenazis por exemplo, não podem ser considerados como psicopatas completos, porque nutrem um grande carinho em relação aos seus próprios. No entanto, toda esta empatia, parece se concentrar apenas para aqueles de dentro de suas comunidades ao passo que em comparação ao resto, os ”forasteiros”,  eles agem exatamente como psicopatas (não apenas agem como psicopatas… não todos eles, é claro).

E a mesma regra de ouro no reino animal pode ser observada entre os seres humanos.

Racionais**

Não.

Empáticos**

Também não.

O ser humano médio é mais racional e empático que um primata médio, mas ainda estará bem longe da perfeição nestes dois quesitos.

Esquerdista ou socialmente liberal, o idiota absoluto da esquerda e extra-psicopático não-adaptado

Todos estes mequetrefes aqui de cima foram presos porque faziam parte de uma máfia de ”imigrantes” ”asiáticos” (terminologia britanica para os imigrantes asiáticos, do subcontinente indiano, do oriente médio e leste asiático) que explorava a prostituição de milhares de meninas brancas na cidade de Rotherham, na Inglaterra.

Da mesma maneira que os esquerdistas brasileiros, em média, desprezam completamente as vítimas fatais de criminosos mirins (ou não) justamente pensando no bandido, como se ele fosse o único a merecer alguma consideração, os esquerdistas britanicos fazem o mesmo ao não  se abalarem com esta notícia acima porque

– as vítimas são da raça branca, europeia, caucasiana

e porque os algozes são parte do sonho multiculturalista que tanto ”zelam”.

As meninas e adolescentes britanicas da classe trabalhadora, que são brancas como porcelana pura, não merecem qualquer sentimento mesmo se suas vidas tiverem sido transtornadas por psicopatas de origem imigrante e que professam a tal religião ”da paz”.

Os esquerdistas ”são” um anjo para com aqueles que são protegidos por sua ideologia, como as tais ”minorias”, ou que fazem parte do seu grupo de ideólogos (eles mesmos).

E são o próprio diabo em relação aqueles que não compactuam com os seus pressupostos.

-Proteção do meio ambiente,

-Direitos dos animais não-humanos,

-Direitos dos negros ou qualquer outra MINORIA (que com a imigração em massa, deixarão de ser apenas minorias).

– Direitos dos homossexuais ou de qualquer outra minoria comportamental potencialmente neutra (sim, muitos homossexuais são extremamente impulsivos e se tornam vetores de dsts dentro da própria comunidade, ameaçando aqueles que não foram infectados, mas eu disse certa vez que ao invés de uma expansão ”degenerativa”, este tipo de comportamento tende a ser de natureza implosiva, sem causar grande avaria em relação aqueles que não estão dentro do grupo).

Eu concordo totalmente e assino em baixo em relação a todos estes pressupostos. Claro que com base em uma análise justa, holística, em que realmente farão todos felizes, satisfeitos e seguros, especificamente em relação aos dois últimos.

Mas em relação a estes aqui

– Direito total e sem nenhum critério ao aborto,

– Legalização das drogas,

– Contra a redução da maioridade penal

… eu sou bem mais reticente especialmente em relação ao último, ainda que concorde que as cadeias brasileiras já estejam superlotadas, mas por que será** Será que é por que tem muito bandido neste país** Mas se o comportamento é geneticamente predisposto então… isso significaria que muitos (mas não todos) brasileiros carregam genes que os predispõe ao comportamento criminoso** Elementar que a grande maioria dos esquerdistas negarão esta possibilidade.

Sobre as drogas, bem, as drogas são um vício e se fossem tal como erva de gato, eu não me preocuparia. Eu até acharia divertido tomar um somma de vez em quando pra ampliar minha capacidade imaginativa, de maneira artificial, diga-se. A sensação produzida por esta ”erva” hipotética, não duvido, de que seria muito interessante. Só que o problema é que a maconha é apenas a ponta de um iceberg chamado tráfico internacional de drogas. Isso sem falar que a substancia a longo prazo pode ter consequencias ruins ao cérebro, da mesma maneira que o cigarro costuma ter em relação aos pulmões. Eu não tenho uma opinião plenamente formada sobre este assunto porque é necessário pensar em muitas questões e não apenas o simples ato de fumar um baseado. Sou a favor da legalização, mas com mudanças substancialmente significativas em relação a todo o resto que se relaciona com a maconha, como o próprio tráfico.

O aborto é uma medida paliativa que visa mascarar falta de responsabilidade, não de todas as mulheres que se utilizam dele, mas de muitas. Em um mundo com camisinha dentre outros métodos disponíveis na farmácia mais próxima de voce, as desculpas para serem usadas como argumentos a favor do aborto, escaceiam ou envelhecem.

Ainda que com relação a muitas questões, os esquerdistas estejam bem mais corrretos que os direitistas, eu tenho a nítida impressão de que sempre acabam

– tendo argumentos ruins e piorando a ideia original

– ou, escolhendo o pior lado de uma situação como acontece no caso da redução da maioridade penal.

Os esquerdistas não trocam os pés pelas mãos apenas em algumas destas questões muito sensíveis e importantes para cada cidadão trabalhador de uma nação, porque eles também vestem a camisa de força de maneira vigorosa, quando tentam argumentar a favor de uma igualdade galgada em mentiras apoiadas pela Unesco.

Eu sou a favor da igualdade social, mas com base em racionalidade porque as pessoas não são naturalmente iguais.

Para aqueles que pensam o contrário…

… além de negarem as obviedades sobre a natureza comportamental e biológica humana

– que é variável,

– que é desigual (especialmente a partir de determinados contextos… contextos sempre existirão ainda que seja necessaŕio apelar pela neutralidade, sempre),

– que isto implica em diferenças entre populações… povos, etnias, raças,

– que dentro desta diversidade desigual, essas populações, por causa de seus respectivos históricos evolutivos, evoluíram para se comportarem de certa maneira, obviamente, em média, e que esta regra, se aplica a todos os traços, inclusive aqueles que despertam sensibilidades, tais como a inteligencia,

que as pessoas tem o direito de escolha quanto a ”se” miscigenarem ou não,

que as pessoas tem o direito a escolha se desejam imigração (em massa) em seus países ou não,

… o chamado ”senso comum”, os esquerdistas ainda se utilizam de generalizações grosseiras, torpes, para fundamentar os seus argumentos e seus ativismos sociais, patrocinados pelas elites globalistas, é claro.

O idiota absoluto da esquerda, raciocinou que, como foram ”os brancos” que colonizaram e depredaram as nações ”do sul”, então, todos eles devem pagar por aquilo que, enquanto indivíduos temporalmente vivos, nunca tiveram qualquer culpa. Eu já expliquei sobre estes pormenores. Eu, que sou ”branco” (um whigger), nasci no final da década de 80, não sou culpado por nenhum crime que foi cometido ”pela” coletividade demográfica a que pertenço (na verdade foram cometidos a mando das elites em suas respectivas épocas e por grupos de psicopatas… em outras palavras, psicopatas que estão no poder criaram a ”culpa branca” para jogar a culpa do seu grupo mental, que sempre está aprontando das suas, nas costas de uma abstração demográfica, com intenções potencialmente genocidas).

Além de generalizarem grupos, desumanizando-os, eles também criam narrativas extremamente simplistas, infanto-juvenis para justificarem

– a imigração em massa para os países de populações brancas, que com taxas de fecundidade muito baixas, caminharão para serem extintas.

E esta guerra psicológica também é real e com consequencias reais tais como os estupros cometidos contra mulheres brancas nos países europeus.

Zero empatia para os ”brancos” (que não são esquerdistas),

zero empatia para os sírios e ou os líbios,

Zero empatia para as vítimas de crimes urbanos, muitas vezes que serão da classe trabalhadora, aquela que os esquerdistas juraram defender, na época da revolução ”russa”…

Se não tem empatia, qualquer remorso e ainda justifica o mal, então só pode ser algum tipo de psicopata.

O idiota absoluto da direita, o conservador, o extra-psicopata adaptado

Do lado direito do cabo de força evolutivo-dualista, os conservadores não ficam atrás na categoria ”psicopata com o inimigo, anjo com o aliado” (e rigoroso em relação aos ”filhos problemáticos”). Um quinto da população branca americana é composta por esquerdistas ou (socialmente) liberais, enquanto que o percentual de conservadores é provável de ser bem maior.

O conservador médio americano

– votou em Bush e votaria no mister Burns dos Simpsons,

– ojeriza vegetarianos, acha que os homossexuais não devem ter o direito de se casar, e mais, se fosse possível, até os colocaria novamente na lista negra da psiquiatria,

– generaliza minorias (ainda são minorias), especialmente os negros, desprezando os seus virtuosos,

– acha que o mundo é perfeito, que a (pseudo) religião está sempre certa, que aqueles que não conseguem construir um padrão de vida sustentável ou estável, são totalmente culpados por suas situações,

lamentam um mundo em que o sadismo da humilhação grátis e perseguição sistemática possam ser combatidos,

– acreditam que guerras são sempre justificáveis,

– negam o aquecimento global e ainda são capazes de minimizar os efeitos da industrialização sobre a natureza…

Além das idiossincrasias políticas, os conservadores também se diferenciam dos seus algozes da esquerda, apenas pelos tipos de bodes expiatórios e justificativas de persegui-los, porque em relação ao fator psicopatia, eles são quase tão tranquilamente carniceiros quanto os vermelhinhos.

Os conservadores são os psicopatas moderados evolutivamente adaptados, que perpetuam as suas fantasias e irracionalidades de grupo desde a muito tempo.

Frieza em relação aqueles que não compactuam com suas agendas evolutivas, afagos para aqueles que o fazem.

A tal subjetividade que eu tenho falando tanto se caracteriza justamente por essa incapacidade de entender a imagem maior, o contexto geral e a de buscar pela sabedoria.

O idiota absoluto ou o ser humano médio, será

– tendenciosamente ”empático”

e

– predominantemente irracional

Sua hipocrisia (irracionalidade) é o seu principal argumento.

E no meio das duas antas, uma anta chamada judiaria organizada, que é muito mais (primitivamente) inteligente porém igualmente psicopática em sua raiz, orquestra o show de horrores que o ocidente (ou acidente) se transformou.

E depois eu é que sou taxado de doido, conspiracionista, que não tem ”senso comum”.

Se voce concordou com tudo ou quase tudo aquilo que escrevi neste texto, então concordará comigo que a humanidade possa ser considerada como um grande sanatório e que nós sejamos os poucos reais normais (naturais, racionais e empáticos).

Novo combo de ideias e pensamentos…

1- Multiversos como ”uma” grande máquina com suas roldanas emparelhadas e… alguns universos se expandem ”de trás” pra frente e influenciam ou estão totalmente relacionados com os universos que se expandem ”apenas pra frente” (onde que nós supostamente estaríamos).

Acordei as 5 horas da matina depois de ter esta ideia. Uma ideia louca** Sim. Sem nenhuma possibilidade de comprovação* Sim.

Então, voces devem se perguntar

”Por que que ele está fazendo isso** Ele não tem medo de bancar o ridículo**”

E eu respondo que não. Porque não estou fazendo nada demais, é uma ideia interessante, divertida, que pode estar (grandes chances) errada, mas nada está 100% certo ou errado. E eu tenho esta segurança para poder ”bancar o ridículo”.

Nosso cérebro, segundo os mecanicistas descarteanos, é uma maravilhosa máquina de engenharia natural ou da seleção natural. Nós aprendemos a replicar os mesmos mecanismos que nos fazem pensar ou que faz a ave bater asas e voar, a cobra dar o bote e o leão caçar com velocidade e destreza a sua pobre e azarada presa. Se tudo que aquilo se conserva, que funciona, parte dos mesmos mecanismos das nossas máquinas artificiais de matéria prima retorcida e trabalhada, então por que não pensar o mesmo para o universo ou multiversos**

O grande multiverso também seria como uma grande máquina, em seu todo, que se conserva, que é dinamica, que existe, que funciona, onde que as roldanas poderiam ser metaforizadas como os universos que compõe esta grande, misteriosa e por agora, indecifrável ”coisa”, existencia, onde vivemos ( nos estressamos, principalmente, rsrs) e onde morreremos.

E mais, porque enquanto que em nosso universo, a expansão do pergaminho de informações que já existe desde quando estava a uma nano-nano-infitésima escala, em uma matéria super concentrada, do tamanho da cabeça de um alfinete (A mesma ideia de pergaminho pra nós), se dá  em um sentido horário, outros universos, por que não, poderiam se expandir em um sentido anti-horário ou se contrair. Retroalimentação**** Sei lá… apenas tentei.

A ideia de que tudo se repete e que voltaremos a viver… bem, quem sabe…. a energia que sai de um universo em expansão, em direção a um universo em retração ou contração (que anda em sentido anti-horário) e que volta a outro universo expansivo…. novamente…

ou

o universo que está se retraindo nada mais seria do que o outro universo que está se expandindo, um empurra empurra infernal compadre!!!

2- ”Educação” como o cavalo de Troia para a disgenia em larga escala. Querem transformar seus netos em escravos perfeitos, baby!! 

A educação irá resolver todos os nossso problemas…

Com a introdução de uma educação de qualidade, a próxima geração, por meio de esforço repetitivo, Lamarck al dente ou a milanesa, se tornará

menos violenta

mais educada

mais culta

mais inteligente e produtiva.

O método de ensino escolar não evoluiu desde que as primeiras crianças ocidentais começaram a estudar em escolas estatais. E pelo andar da carruagem e intelecto de boa parte dos professores, é provável que não evoluirá a não ser que algum louco, daqueles que querem realmente o mudar o mundo, de um tapa na cabeça destas pessoas pra acordarem pra vida.

A educação é a aplicação da ideia lamarckiana em que, por esforço repetitivo, os organismos possam se modificar e ainda por cima poderão passar hereditariamente essas transformações. Sabemos que isso é predominantemente mentira.

Seu filho menos ”inteligente” (se vc tiver um e ele for mesmo ”menos inteligente” que a média), não se tornará mais inteligente se começar a ”devorar” livros. Muitas pessoas super educadas, em um sentido academico, tem informação ”de sobra” (que pode não ser útil, vide o caso das ”humanidades”) sobre um determinado assunto mas não sabem como manipulá-lo. Memorização sem ação, é apenas memorização. Isso é contraprodutivo e nos mostra que as pessoas já nascem assim ou assado. Sim, se pode melhorar alguma coisa assim como também se pode piorar e algumas vezes passar essas transformações a sua prole, com base em hábitos alimentares péssimos, vício (pesado) em drogas, ter filho cedo ou tarde, etc… No geral, o esforço repetitivo intelectual não vai fazer o seu filho mais inteligente, não a curto prazo (talvez, fosse necessário analisar isso a longo prazo, mas é pouco provável que seja verdade). Tudo nos leva a crer que Lamarck não acertou em boa parte de sua teoria. Pessoas inteligentes jamais se tornaram inteligentes, talvez as suas ações possam ter se tornado mais espertas, mas não a sua essencia.

No mais, podemos notar que a tentativa de transferencia macica de informação, do professor aos seus alunos, encontra a barreira genética, em que apenas os alunos mais tecnicamente inteligentes (de inteligencia geral elevada) que conseguirão absorver uma grande proporção deste conhecimento (desprezando o potencial destes alunos para manipular ou inovar com base nestes conhecimentos adquiridos).

Esta super enfase na educação, por parte da mídia psicopática, é muito, muito estranha. Vender o peixe estragado pescado por Lamarck para o povo, induzindo-o a disgenia genética e ficar com o salmão darwiniano, isto é, as elites. Pois é o que parece.

A educação se constituiria em um cavalo de Troia justamente porque é vendida como uma maravilha transformadora,  enquanto que na realidade, não é nem metade da verdade e ainda com consequencias dramáticas porque enquanto continuarmos sob o seu feitiço, ações e eventos reais estarão acontecendo no mundo dos adultos e transformando as sociedades em que vivemos.

3- Diversidade mutante natural a la Gauche!! Judeus e europeus são muito parecidos (huahuahuahuahuaua) com a diferença que se dá no tamanho populacional visto que ambos selecionaram em maior proporção tipos (mais mutantes) que se relacionam com lateralização anomala. 

Se um conjunto de combinações fenotípicas forem mais selecionadas, é provável que se tornarão mais ativas e evidentes, influenciando no comportamento, na interação inteligencia e personalidade.

Os mais mutantes são aqueles do lado esquerdo do espectro de lateralidade ou bipolaridade. O pólo esquerdo de muitas espécies, são mais mutantes, mas não em todas. Se a minha ideia estiver correta, então as minorias que não estão sendo diretamente selecionadas, serão aquelas com maior carga mutacional e portanto, deletéria. Suas versões heterozigotas e combinações seletivos que ocorrem no meio de um espectro (por exemplo, esquizofrenia versus hiper-racionalidade), podem ser as fonte originais para a diversificação bem como também para a evolução dos organismos vivos.

Por que os caucasianos e os judeus são tão diferentes das outras raças ou proto-raças humanas**

Porque, na minha opinião, eles são o resultado contextual (atual) de uma escolha incomum, onde que ao invés de selecionarem apenas os mais saudáveis (adaptáveis**), também selecionaram em maior proporção aqueles que apresentam vantagens incomuns.

Sim, o caucasiano seria como um leste asiático incompleto que ainda não passou pelos processos seletivos, que reduzem as características psicológicas R-seletivas em direção as características K-seletivas, que predominam no segundo.

Mas talvez, este bojo de características, não seja apenas o efeito de um processo mais lento de evolução, ao contrário do caso asiático. E por que eu acredito nisso**

Bem, porque todas as populações mongolóides se assemelham em termos psicológicos. E talvez, o mesmo padrão possa ser aplicável também ao tronco caucasiano.

Os ashkenazi são uma versão em miniatura demográfica e genética dos caucasianos europeus. Eles apresentam muitas das mesmas características que predominam em europeus, só que de maneira mais histrionicamente. Isso quer indicar que se os ashkenazi começassem a se expandirem demograficamente e a enxugarem a sua diversidade heterozigota, se transformariam mais ou menos como os europeus.

4- O genio, em média, não será como o superdotado típico, que foi analisado por Lewis Terman, mas aquele que hoje em dia seria categorizado como ”’duas excepcional” (ou uma parte deste grupo), por causa da relação com uma maior herança de custos da superdotação, é muito provável que seja como um. E o por que de ”não terem aparecido genios em regiões de clima muito frio” segundo Lombroso*

Regiões de clima muito frio podem ser muito ruins para pessoas com sistema auto imunes frágeis como eu que acredito que os ”duas vezes excepcional” parecem ser providos. Acho que já falei sobre isso, mas não custa nada relembrar. Regiões de clima muito rigoroso, favorecem a conservação e replicação dos mais saudáveis e se a criatividade se consiste na heterozigose de personalidades extremas…..

4- Clima, latitude e altitude determinaram o tipo de vegetação por meio de seleção natural.

Brancos evoluíram em ambientes de clima temperado e apenas aqueles com as características adequadas a esta dinamica climática que sobreviveram em maior proporção, passando os seus genes adiante.

Leste asiáticos evoluíram em ambientes de clima frio, negros subsaarianos evoluíram em ambientes de clima tropical. E os mais adaptados para cada tipo de clima, prosperaram mais e predominaram demograficamente.

Uma hipótese que foi retida a partir de observações nas árvores bem como também no resto da flora terrestre.

Claro que os vegetais são formas de vida que não se movimentam individualmente ainda que possam se expandir coletivamente, povoando outras áreas ou solos. O que é interessante em relação a vegetação, é que as suas espécies estejam adaptadas a  biomas específicos, em média, é claro. Animais também seguem as mesmas tendencias de adaptação climática. E por que não nós, seres humanos**

Especialmente os primeiros, os tipos arcaicos**

Os brancos europeus, em média, são mais propensos a serem de ambivertidos, enquanto que os leste asiáticos amarelos são em média mais propensos a serem de introvertidos e os negros africanos são mais propensos a serem de extrovertidos.

Ambiversão se relaciona com uma personalidade mais contrastante, que sofre mais com as interações ambientais (dentro do ambiente de interação), tal como acontece com as vegetações de clima temperado.

Introversão se relaciona com uma personalidade mais ”fria”, ainda que isso não queira indicar psicopatia enquanto que a extroversão parece se relacionar com uma personalidade mais quente.

Voce prefere montanha ou praia**

Voce sabia que isso pode dizer algo sobre a sua personalidade**

Os introvertidos são mais propensos a preferirem a serenidade e o frio da montanha enquanto que o extrovertido é mais propenso a preferir pela badalação, exuberancia e calor da praia.

A pensar…

5- Ashkenazis são altruístas patológicos consigo mesmos e a matemática simples da empatia, para os seus parentes e para os de fora da família.

O altruísmo patológico foi cunhado a partir do comportamento proto-suicida de muitos brancos em relação a sua própria desapropriação por meio da imigração em massa, baixas taxas de fecundidade e o marxismo cultural empurrando uma cultura toxica para qualquer forma de manifestação de identidade explícita branca, euro-caucasiana, auto-conservável e orgulhosa.

No entanto, as palavras altruísmo e patologia, podem ser usadas para qualquer outro contexto. Lembrem-se das palavras…

Uma mãe superprotetora poderia ser identificada como uma altruísta patológica.

Uma família que usa e abusa do nepotismo visando favorecer os seus filhos, também pode ser considerada como altruísta patológica, a partir do momento em que estão usando o seu altruísmo de maneira destrutiva em relação aqueles que estão em competição direta com os seus pimpolhos.

Qualquer manejo desequilibrado do altruísmo pode ser considerado como uma patologia, voi la!!!

Os judeus, em média, são maravilhosos uns com os outros e são péssimos em relação aos teus ”outsiders”.

Nada muito novo na praça, se o mesmo acontece com qualquer grupo de seres humanos (só que com esteróides cognitivos para o caso ashkenazi).

Psicopatia para quem não é parente,

altruísmo excessivo, mal direcionado e portanto que será patológico, aos da tribo.

Sua família genética não é mais importante que os seus amigos verdadeiros, sua família de alma, vejam só, de genética também…

6- O fenótipo homossexual… 

Quem parece ser homossexual e quem parece ser heterossexual**

Será que este tal ”patógeno” gay é tão poderoso que é capaz de mudar o corpo inteiro do seu hospedeiro e faze-lo menos másculo em sua aparencia**

Minha nova teoria para refutar a ideia de que a homossexualidade seja o resultado de uma infecção exterior causada por um patógeno, tal como se fosse uma gripe permanente.

Na minha opinião, a maneira com que o cérebro se lateriza ”durante” o período pré-natal (ou antes, durante o momento exato da concepção de papi e mami, a ideia do pergaminho…), pode acionar um ou vários microorganismos que todos nós temos em nosso corpo e faze-lo alterar o comportamento sexual ou predispor ao seu ”portador”, o comportamento potencialmente desviante. A homossexualidade (leia-se, masculina e exclusiva), não é causada por infecção exterior, que acontece depois da gravidez, mas se consiste em uma combinação de lateralização anomala dentre outros aspectos biológicos, que fazem com que certo microorganismo passe a agir diretamente no comportamento sexual. Ese mesmo microorganismo, se encontra bloqueado, quando a lateralização e a concepção biológica no geral, se dá de maneira normativa, fazendo a mulher e o homem sexualmente típicos.

O vírus da gripe existe aos milhões e milhões e está sempre passando pelo processo de seleção natural (que é veloz em microorganismos). Quando um elemento não-familiar adentra dentro de nosso organismo, haverá uma tendencia para que o nosso corpo reaja na tentativa de expulsá-lo. Gripe, febre, etc…

Apenas se… o sexo também fosse como uma tosse, uma tentativa de expulsar os microorganismos…

Pensamentos sobre os ashkenazis

Eu tenho tantas ideias que está ficando difícil dedicar um texto para cada uma delas, isso sem falar que ao invés de diminuir, elas só estão aumentando em quantidade.. Como resultado, eu vou tentar aglutinar as ideias de mesmo tema  em um único texto. E o tema principal deste texto aqui é justamente sobre os judeus ashkenazim.

1- Hipótese sobre a precocidade dos judeus (em média)

Superdotação endemica

Nem toda criança precoce se tornará em um adulto superdotado, mas a maioria dos prodígios se tornarão.

Se os judeus ashkenazim apresentam muitas similaridades biológicas em relação ao genio e as demais excepcionalidades humanas, então é de se esperar que as mesmas tendencias que tendem a acometer o genio, também caminharão para ter um papel importante na biologia psicológica dos judeus europeus.

A minissérie brasileira ”Presença de Anita” retrata a breve e precoce vida de uma lolita brasileira. Uma jovem mattoide, excepcional e psicopática.

Insanidade moral do genio e precocidade comportamental para explicar o talento judeu

Muitos genios historicamente reconhecidos do passado se destacaram por suas tendencias para comportamento desviante. Desde preferencias sexuais incomuns a propensão ao crime e a manipulação em prol de benefícios egoístas, foram e são comuns em muitos tipos excepcionais.

Criminologistas do passado evidenciaram que alguns tipos de criminosos tinham cabeças muito grandes e com irregularidades cranianas. Os gregos antigos estavam certos quanto a proporção e harmonia do corpo e sua reverberação no comportamento, ainda que toda a regra tenha a sua exceção e sem falar na complexidade.

Se genios e ”degenerados” ( moralmente objetivo como psicopatas perigosos e moralmente subjetivo como homossexuais) tendem a ser comportamentalmente precoces então há de se questionar se o mesmo não aconteceria com os ashkenazis que reúnem os dois tipos em grande proporção, especialmente o segundo tipo (muitos genios maquiavélicos).

2- Hipótese sobre a memória autobiográfica (narcisista, auto-centrada)

A capacidade de reter uma grande quantidade de informações pertinentes de natureza interpessoal e usá-la em momentos ”oportunos”.

Voce é o tipo de pessoa que retém uma grande ou pertinente quantidade de informações e que costuma surpreender os outros quando fala de vivencias que a maioria já não se lembra mais*** As vivencias ou momentos que a maioria considera como irrelevante**

Pois bem, então voce se parece comigo e é provável que se pareça também com ”os” judeus ashkenazis (isto é, muitos ou a maioria deles).

Este tipo de capacidade de memorização (natural), a autobiográfica, pode ser muito útil no dia a dia porque pode se relacionar com a capacidade de reter informações pessoais, isto é, de outras pessoas, o que gostam de fazer, o que gostam de comer, gosto musical, tipo e nível de inteligencia. A maioria de nós tem esta capacidade mas apenas uma minoria a terá em níveis muito elevados de desenvolvimento. E mais se assemelharão a este tipo aqui de baixo…

3- ”Hipótese” sobre a desinibição moral para explicar o sucesso judeu na rápida captura das sociedades ocidentais (e quem sabe de outros lugares)

Sem ”fair play” fica mais fácil ganhar.

O que muitos chamam de ”moralidade”, nada mais seria do que a manifestação do comportamento dos indivíduos e a generalização destas tendencias por meio da ”moralidade coletiva”, ou seja, aplicar para todos as mesmas regras que são retidas de um predomínio de predisposições visando a organização e sustentação social.

Pessoas fortemente orientadas pela moralidade, que geralmente será pela moralidade subjetiva (cultural), também serão mais propensas a respeitar as leis ou regras de convívio e ”cooperação” (aos regimes semi-escravocratas que predominam em todas as sociedades humanas).

Quem não respeitar essas leis mas for esperto o suficiente para encobrir a sua desonestidade, terá grandes chances de obter sucesso na vida. Essas pessoas burlam os mecanismos de meritocracia (parcial ou unilateral) e muitas vezes serão muito bem sucedidas em seus sucessivos golpes contra o maquinário coletivo de promoção e gestão social e economica. Psicopatas de alto funcionamento são excepcionalmente bons nesta tarefa.

Uma das razões para o sucesso deste tipo se dá justamente pela fraqueza moral que impera nestes mecanismos parcialmente meritocráticos e no final do dia, ganhará aquele que for melhor no engano do sistema, se o próprio sistema já não seria uma dualisticamente frágil e poderosa instituição objetivamente fajuta ou falsa (no que diz respeito aquilo que diz nos meios de comunicação, ou seja, a harmonia social).

4-  A excepcionalidade judaica

Inteligencia e psicopatia

Em condições normais, ambientes de clima muito frio ou inóspito, selecionarão cooperadores que serão mais inteligentes que os não-cooperadores ou cooperadores primitivos (predominantemente instintivos). A relação entre inteligencia e empatia (predominantemente parcial) é natural partindo da ideia de seleção natural ou ”pelo ambiente”. A necessidade de maior cooperação induz a seleção de cooperadores empáticos que tenderão a ser mais inteligentes. O frio aumenta o cuidado.

Inteligencia e psicopatia são inversamente proporcionais, onde que haverá um predomínio de não-empáticos entre os menos inteligentes, que chamamos de ”estúpidos” e maior quantidade de empáticos entre os mais inteligentes. As aparencias enganam. As celebridades, cientistas, enfim, os eminentes mais celebrados na mídia moderna, não serão os mais inteligentes. Em mundo neutro e objetivo, os mais inteligentes serão aqueles que serão melhores para cooperar, de ajudar uma comunidade, se somos seres sociais.

A principal motivação de uma celebridade é a de aparecer, de ser celebrada. Ela tenderá a ser fortemente narcisista. A mídia é um antro de ”psicopatas de jardim”, ou seja, aqueles que estão dentro do espectro de personalidade ”anti-social”.

Praticamente todas as populações humanas mais inteligentes, tenderão a serem mais empáticas, ainda que de maneira parcial e torta, do que as populações menos inteligentes (ou complexamente comportamentais). Cooperação seleciona para maior inteligencia, especialmente a técnica, e em um estado natural.

A inteligencia técnica (”neotenica”) é inversamente proporcional a psicopatia. Os judeus selecionaram as duas.

A excepcionalidade judaica se baseia na presença de traços díspares, a capacidade de cooperar ou de ser técnica ou intelectualmente inteligente, em combinação com características psicopáticas ou anti-sociais, que tendem a se acumularem em sociedades ou populações harmoniosamente disfuncionais (capacidade coletiva para mitigar  mortes e conflitos evitáveis).

Múltiplas inteligencias, judeus asquenazes e caucasianos europeus parte 3

Continuando (e terminando) a série sobre diferenças raciais qualitativas de inteligencia por meio da teoria das múltiplas inteligencias de Howard Gardner assim como também a reutilização da metáfora da vespa parasita e da aranha.

Os caucasóides europeus são o grupo racial mais fenotipicamente diverso (especialmente no que diz respeito a coloração da pele, cabelos e olhos) dentre todas as variedades humanas. Na verdade, as múltiplas perspectivas bem como a relatividade taxionomica, aparecem aí como uma boa maneira de se buscar entender o porque desta diversidade. Por exemplo, muitos raciologistas dividem as populações mongolóides em ”leste asiáticos” (chineses, japoneses e coreanos) e ”sudeste asiáticos” (filipinos, indonésios, tailandeses, malaios…). A explicação para esta divisão se dá justamente pelo fato dos primeiros serem mais racialmente decantados (”puros” no jargão pseudo-científico mais perto de voce) enquanto que os segundos são mais racialmente mestiços. Entenda da seguinte maneira, enquanto que os japoneses são 95% geneticamente mongolóides, os filipinos seriam em média 80% ”mongolóides”. Eu não sei quanto seria a proporção racial mais precisa que essas populações apresentam (especialmente a segunda), mas me parece um exemplo elucidativo. As populações caucasóides mais racialmente decantadas seriam justamente, usando a mesma analogia, aquelas que se localizam no noroeste e no norte da Europa. Poderíamos imaginar Vietnã e Laos tal como Itália e Grécia, em termos genéticos, comportamentais e fenotípicos, isto é, no meio do caminho entre a depuração máxima já estabelecida (Japão, Suécia**) até o limite de miscigenação em que apesar da mescla, ocorre alguma preservação de fenótipo proto-caucasóide (Indonésia, Arábia Saudita**) . Portanto, em resumo desta parte quase-inútil do texto, vamos considerar todos os europeus de descendencia predominantemente nativa (no mínimo de 95%) como brancos, independente de seu fenótipo ou inteligencia mas mantendo o apreço pelas diferenças qualitativas e de grupos.

Dentre os caucasóides, destacam-se os judeus, especialmente aqueles que (também) são de linhagem europeia. Estes são genericamente denominados como ”ashkenazim” ou asquenazes. Na verdade, muitos asquenazes, especialmente aqueles que tem descendencia na Europa Ocidental, podem  ter sangue sefardita, a população judia de origem ibérica, que se dispersou e se misturou depois de sua expulsão e conversão em massa na Espanha e em Portugal. O mais importante no entanto, de se ter em mente, é que esta população apresenta particularidades genéticas que obviamente reverberarão em todos os outros aspectos biológicos.

Em termos cognitivos, temos aprendido parcialmente e até confusamente por meio da comunidade hbd que os judeus asquenazes apresentam elevada inteligencia verbal, isto é, cristalizada, combinada como inteligencia visuo-espacial mediana. Também aprendemos que os brancos caucasóides tendem a apresentar uma inteligencia (qi, ou inteligencia técnico-quantitativa) mais baixa em comparação aos leste asiáticos assim como também aos próprios judeus e sem grandes discrepancias internas de pontuação em testes de qi. No entanto, eu tenho quase a plena certeza de que os ”brancos caucasóides” são muito mais variáveis, também neste aspecto, e que não se poderia estabelecer de maneira precoce que ”seriam” ”menos inteligentes” apenas por estes resultados em testes cognitivos. Como eu gosto de dizer, quanto maior a capacidade, mais subjetivo e relativo será o julgamento e a comparação. Quem é mais inteligente, um genio filosófico ou um genio matemático***

Muitos poderiam sugerir que o matemático seja o mais inteligente, mas será mesmo* Na verdade, é complicado estabelecer quem seria o mais inteligente, primeiro porque as diferenças quantitativas entre os dois não são tão significativas e segundo que justamente por causa das diferenças qualitativas, que qualquer julgamento tendencioso para um dos lados, já poderá ser considerado como injusto. Esta comparação serve de entrada para a metáfora que melhor explica os intelectos da dupla ”do barulho” na espécie humana, os caucasóides judeus e os caucasóides europeus.

A primeira imagem do post nos mostra uma relação parasitária entre a vespa e a aranha. A vespa, minúscula porém evolutivamente complexa e ”inteligente”, se agarra a primeira aranha que encontrar e parte para uma luta inicial para atingir a mente de sua potencial presa. A partir do momento em que a vespa consegue o domínio ao introduzir-lhe substancias químicas que hipnotizam a mente da aranha, a relação parasitária estará estabelecida.

O mundo ocidental até os anos 50, era vigoroso, 25% da população mundial era de origem europeia. As maiores potencias do mundo eram quase todas europeias ou de extração europeia. O total domínio mundial que os europeus e seus descendentes conseguiram estabelecer até aquela época, não se compara aos dias atuais, em que a demografia destas populações está a morrer incessantemente. Além desta dramática e cada vez mais notável fragilidade, imigrações em massa aumentam ainda mais o que de fato se consiste em um genocídio sofisticado e programado, visando limpar da superfície terrestre, boa parte das populações europeias e de descendencia. Para aqueles que argumentam tolamente que o tal ”genocídio branco” não passa de mais uma teoria de conspiração, então basta visitar o cenário cultural, demográfico e político da pequena e distante Nova Zelandia, de paisagens naturais deslumbrantes. Por que diabos alguém se preocuparia em ”brasilizar” um país distante e ”irrelevante” como a Nova Zelandia**

Pergunte ”ao” judeu. Os judeus parecem ser o exato oposto do homem branco em muitos aspectos. Se o homem branco se olhasse no espelho, talvez visse um homem pálido com barba por fazer (ou por manter) e um kippah adornando o ”cocuruto”. Se a cultura tem um papel muito importante nos processos seletivos, ao propiciar o ostracismos dos dissidentes fenotípicos e favorecimento proto-nepotista daqueles que estão em conluio com as regras sócio-cognitivas estabelecidas, por auto ajustamento (adaptação) ou simplesmente por encaixe perfeito (por exemplo, o homem predominantemente conservador em uma sociedade de igual natureza), então poderíamos imaginar o que dois livros ”sagrados” podem ter em comum.

A bíblia prega a rendição divina e a bondade cega enquanto que o talmud judeu prega o exato oposto, a malandragem como regra de ouro, especialmente em relação aos goys tolos (além de crueldade de tratamento).

Pessoas inteligentes e empáticas quase sempre buscarão de uma maneira ou de outra, torta ou correta, a igualdade de condições assim como também a justiça. Uma grande proporção de pessoas inteligentes é o pesadelo de qualquer parasita humana com pretensões de dominação, e quão mais espertas elas se tornarem, mais perceptivas serão e mais difícil ficará o jogo do parasita para cultivar escravos.

A disgenia funciona como uma maneira preventiva de se evitar que a classe de escravos se torne suficientemente inteligente para impor um equilíbrio as regras do jogo e até mesmo a extinção dessas diferenças.

Mas como o psicopata é ”fominha” e não pode evitar o parasitismo inconsequente, acabará por depredar o ambiente que construiu para ser o rei, justamente porque não pode controlar a sua ganancia. Eh uma crescente entrópica que terminará em ruínas e destruição. A mentalidade talmúdica do mundo moderno e talvez de sempre, de que os menos inteligentes sejam mais fáceis de serem escravizados, não se sustenta a partir do momento em que não existe uma classe-tampão, que separe a elite psicótica, da subclasse, igualmente psicótica. Se só existir a elite e outra classe, de subjugados, os riscos de um ”aristocracídio” serão muito maiores. As massas que lambem os pés enrugados da rainha Elizabeth, são brancas e nativas. O imigrante trabalhador, de classe baixa, pouco se importa para com estes tipos de convenções hierárquicas ainda que tenha predisposições parecidas de respeito a autoridade.

Múltiplas inteligencias, judeus e brancos

Como pouco se sabe até agora sobre a real natureza do judeu médio em termos comportamentais, psicológicos e cognitivos (obrigado hbd!!) bem como pela distribuição destas características fundamentais que os tornam únicos (em suas próprias perspectivas mas também mediante tamanho impacto que tem produzido em todo mundo via ”ocidente”), então, não se poderá afirmar absolutamente nada ainda que minhas observações sempre sejam capturadas por intermédio da ”lógica intuitiva”.

Com relação aos brancos europeus, ainda haverá a necessidade de detalhar as muitas diferenças de cada população, por exemplo, entre italianos e finlandeses. No entanto, para não nos perdermos dentro desta diversidade, eu vou usar alguns exemplos mais gerais ao invés de estabelecer um conjunto de características para cada povo.

JUDEUS ASQUENAZES 

Como eu disse acima, sabemos por agora, que os judeus asquenazes tendem a apresentar uma elevada ou maior inteligencia verbal, que pode ser acessada com certa fiabilidade, por meio de testes de qi, em combinação epistática com inteligencia não-verbal ou visuo-espacial deprimida. Quase todos os estudos com uma boa amostra representativa, encontraram uma média de qi verbal entre os judeus asquenazes, variando de 107 até 111 e um qi visuo-espacial em torno de 98. Se a média de qi verbal do americano europeu nativo, por exemplo, for mesmo de 103, com pouca variação nas pontuações mediante uma perspectiva coletiva, então a vantagem judia poderá não ser tão alta assim como imaginávamos.

Eu nunca entendi o porque de darem tanta enfase na inteligencia verbal judia, enquanto que para os leste asiáticos por exemplo, quase sempre se usou o parametro de ”qi performance” ou ”qi geral” para comparar as suas médias de qi. Seria mais justo se para todos os grupos, fossem usados os mesmos critérios. Então, como uma espécie de ”artifício estatístico”, os judeus asquenazes ”são mais” inteligentes, por causa do qi verbal maior. No entanto, os leste asiáticos tem qi visuo-espacial maior (só que com uma combinação epistática diferente em comparação aos europeus ou a maioria dos europeus com maior inteligencia espacial) e os europeus são muito variados e com vantagens que não estão presentes nem nos leste asiáticos, nem nos judeus asquenazes. Afirmar que os judeus sejam mais mais inteligentes é um equívoco, mas negá-lo também será. Justamente por isso que nós temos as múltiplas perspectivas para serem usadas como bússola de julgamento e detecção de erros e acertos. Mais a frente por meio da metáfora da aranha e da vespa parasita, eu vou mostrar-lhes porque este concurso de quem é o povo mais inteligente, especialmente nos mais altos níveis de inteligencia, se consiste em uma relativa perda de tempo.

Em relação a inteligencia ”lógico-matemática”, justamente por serem parte da chamada inteligencia cristalizada, isso sem levar em conta que existe a necessidade de ser bom com números para ser um bom comerciante, não parecem restar dúvidas quanto a maior habilidade judaica neste quesito, mas que sem características psicopáticas de personalidade, não costumam ser muito boas para o sucesso financeiro, vide aqueles com maior inteligencia matemática e características comportamentais mais autistas. A combinação epistática de personalidade cognitiva (o modelo integrada de inteligencia) que parece ser a mais comum entre os judeus é justamente aquela em que habilidades matemáticas encontram-se em harmonia com capacidade de manipulação, tanto para abstração quanto para as relações interpessoais. O fenótipo cognitivo e ocupacional do comerciante, bom em números e na lábia, parece fazer muito sentido aqui.

Portanto, com relação a certos atributos de inteligencia cristalizada, ou seja, verbal-linguística e lógico-matemática, tudo leva a crer que os judeus asquenazes sejam cognitivamente superiores em comparação as outras populações.

A comunidade hbd nos faz acreditar que a maior inteligencia cristalizada dos judeus asquenazes seja a principal razão para o seu estrondoso sucesso nas sociedades ocidentais. No entanto, eles parecem estar se esquecendo do grande talento judeu para a mímica comportamental bem como pela capacidade psicopática e sábia de entender a alma humana, especialmente a ocidental. A hierarquia de inteligencias desta população não terá como principal ”prata da casa” a inteligencia verbal (incluindo aí a matemática) mas sim, a inteligencia interpessoal. Repito que sem o talento de manipulação perceptual, os judeus asquenazes seriam tão bem sucedidos quanto os nerds matemáticos com déficits em inteligencia interpessoal, ou seja, provavelmente muito menos do que conseguiram até agora (e pelo que parece, isso já aconteceu outras vezes). O paradoxo da sabedoria (e da psicopatia) se aplica perfeitamente ao judeu.

A inteligencia intrapessoal também parece ser uma qualidade bem desenvolvida entre os asquenazes, porque geralmente, para ser um bom manipulador, voce precisa ter autoconhecimento, porque o processo de manipulação se dá por comparação interpessoal, ou seja, observar aquilo que a sua presa ou o seu amigo é bom, que é ruim,  daquilo que gosta e do que não gosta, desenvolvendo para si um grande arcabouço de autopercepções para serem usadas no jogo social.

A inteligencia musical também parece relativamente bem desenvolvida entre os judeus asquenazes, claro, entre a sua classe criativa principalmente. Observa-se no entanto que existem diferenças culturais marcantes entre o modelo de alta, média e baixa cultura musical europeia e o modelo asquenaze. A cultura neurológica judaica parece se diferenciar em comparação a europeia por causa de uma maior variedade bem como também de combinação de misturas incomuns de ritmos e estilos, mas talvez essas diferenças não sejam assim tão significativas e o talento europeu seja até superior. O judeu não parece ter problemas para mesclar ritmos africanos com ópera. No entanto, não duvido que os ouvidos europeus, especialmente os mais especializados, possam ver este tipo de criatividade, como abusiva e grosseira.

A baixa inteligencia visuo-espacial dos judeus nos ajuda a explicar a baixa presença de talentos nesta área cognitiva, especialmente em relação ao talento artístico para pintura. Não precisamos pensar muito quanto a isso, se eu apenas lhes disser que foram os judeus que inventaram a obtusa ”arte abstrata”.

A super talentosa pintora convergente clássica, Akiane Kramarik, americana de ascendencia lituana, que eu já comentei aqui, parece ser o oposto em personalidade em comparação a ”menina judia média”. Ao invés do narcisismo e do talento verbal e de manipulação, voce tem uma jovem de grande inteligencia visuo-espacial e com espiritualidade aflorada.

A inteligencia naturalista, que eu defini como uma espécie de inteligencia instintiva-analítica, ou seja, uma sofisticação mental de nosso instinto de sobrevivencia, só que de longo prazo, também parece ser bem desenvolvida entre os asquenazes. A inteligencia naturalista tende a se conectar não-linearmente com as inteligencias interpessoal e intrapessoal e talvez possa até ser uma espécie de comunhão das duas.

Mas muitas especulações quanto a moderna inteligencia judia, devem ou deveriam ser feitas e infelizmente, eu não tenho encontrado esta ávida investigação dentro da hbdosfera.  Por exemplo, muitos dizem que antes das leis napoleonicas sobre a ”emancipação judaica”, os judeus deram poucas contribuições intelectuais, seja na filosofia, nas artes ou nas ciencias. Desprezando-se a grande participação ”deste” povo (isto é, de grupos de indivíduos, geralmente de homens, que já morreram) na conquista e colonização das Américas e posteriormente de outros continentes, pouco se sabe sobre as suas reais contribuições (positivas ou negativas, que já não seriam contribuições) antes da revolução francesa.

Os judeus mais decantados, ou seja, os ortodoxos, não parecem ser muito inteligentes, mas principalmente por causa dos padrões de casamentos endogamicos, isto é, consanguíneos, que geralmente reduzirão a plasticidade comportamental e consequente especialização diversificada de funções que dela derivará. Se o marcador ”realizações intelectuais, artísticas, tecnológicas ou científicas” pode ser uma boa maneira de se analisar a inteligencia de uma população, então os judeus de antes da ”emancipação” promovida por Napoleão, em nada se parecerão com os judeus modernos, que batem quase todos os recordes em ”contribuições” ou ao menos em externalizações intelectuais, artísticas, políticas, culturais, tecnológicas e científicas. Muitas possibilidades de explicações. A proibição dos judeus para o exercimento de cargos em alguma área que exige elevada inteligencia, podem ter contribuído para esta provável ou aparente discrepancia de realizações. A pobreza de boa parte do população, que não é o caso, especialmente dos judeus ocidentais, ou o nepotismo das classes europeias mais ricas na ocupação de cargos que exigem elevada inteligencia, que também não parece ser o caso.

Fatores ambientais sozinhos não podem explicar totalmente o vazio de contribuições positivas dos judeus europeus ou asquenazes antes da revolução francesa. Bíblia** Alcorão** Bem, talvez se possa dizer que as religiões monoteístas que substituíram o panteão de deuses originais indo-arianos, tenham sido ”contribuições”. Também se poderia dizer que graças a fé cristã, derivada do judaísmo (mas completamente diferente dele, em muitos aspectos importantes), a população europeia se tornou mais ”inteligente”, resultando em uma sociedade mais cívica e civilizada. Será**

A contribuição judaica por meio do islamismo, tem ceifado por séculos qualquer tipo de florescimento civilizacional duradouro e impactante no Oriente Médio. A religião hindu não foi um empecilho para que muitas das mais fundamentais descobertas em matemática por exemplo, fossem feitas no subcontinente indiano. A Grécia clássica politeísta também foi uma grandiosa potencia intelectual e científica. Portanto, agradecer ”aos” judeus (isto é, a um grupo remoto e já falecido de indivíduos de origem judia) pela fé cristã em que um homem judeu é louvado e tratado como o salvador e que agora está sendo usada para promover o próprio genocídio da população europeia, não parece ser a coisa certa, inteligente e holística de se fazer.

A mistura intra-racial com gentios europeus, poderia ser uma explicação para o repentino aumento da inteligencia judaica, se todos os judeus de antes da emancipação cívica tivessem sido como os ortodoxos atuais, ultra religiosos, fanáticos e levando um estilo de vida perto da idade da pedra, se comparado com os dias modernos ou com momentos de iluminação de genios individuais em algum momento da história humana. Ao contrário da ideia de eugenia por séculos, que não pode explicar a (provável) falta de realizações significativas dos judeus durante a renascença ou a partir da dominação mundial europeia. Será que se os amish passassem a se casar fora, ou parte desta população e a praticar eugenia, isto é, promovendo o aumento da inteligencia da população, nós teremos uma versão germanica de vespas parasitas humanas**

Em conluio com a hipótese da miscigenação racial recente com os gentios, os judeus asquenazes também podem ter criado um braço secular de contato com o mundo exterior por meio da endogamia (casamento fora), resultado de acasalamentos com parentes de outras famílias judaicas mas principalmente com pessoas de fora da comunidade, porque se for verdade que os asquenazes são muito próximos em termos de genética, então a melhor maneira para endogamizar uma parte da população, será criando ”mestiços inteligentes” e este pode ter sido o caso. Combinado com todas essas possibilidades genéticas ou biológicas, que fogem ao discurso padrão atual, que corrobora em direção a teoria de Gregory Cochran,  fatores ambientais poderosos como a lenta porém constante dominação de judeus ricos em relação a toda a sociedade ocidental, transformando o ocidente no playground de seus filhos, é muito provável que tenham tido grande impacto na maneira como os judeus são percebidos assim como eles mesmos promovem esta percepção ultra-mega-master positiva, tal como se tivessem descido das nuvens para nos iluminar. O excesso de judeus no mundo do cinema se deve ao talento inato judeu, ou é apenas mais um produto de intenso nepotismo, provocado pela dominação judaica nos cargos mais influentes da sociedade****

Em termos de esportes bem como de talento ”físico”, a impressão que se tem é a de que enquanto que muitos judeus serão o tipo oposto do esportista, o famoso nerd americano, moreno, de olhos castanhos, óculos e narizes grandes a tiracolo, corpo débil, fraco, magro e pálido, outros serão justamente do tipo mais talentoso para práticas físicas recreativas (que nossa sociedade de retardados ”paga uma grana”, não sei porque causa, motivo, razão ou circunstancia… talvez porque sejamos todos retardados, muitos mais que os outros). Os judeus parecem ser muito variados em diversos aspectos, mas até onde vai esta variação e até onde a psicopatia ou atributos relacionados, se distribui entre eles, ainda é um grande mistério.

A inteligencia existencial poderia ser entendida como o ultimato de desenvolvimento da inteligencia emocional e o judeu médio parecer ser muito deprimido neste aspecto também. Ainda que muitas das ações que eles já reivindicaram pioneiramente como a luta pelos direitos civis de negros, pelo respeito a diversidade sexual, sejam em suas respectivas superfícies, algo muito belo de ser feito, o percurso de suas ações não estão a nos levar a um mundo melhor, mas a um mundo brutal, de divisões e de estupidez. Será que isso foi planejado também**

Os direitos civis dos negros americanos na verdade foi planejado para faze-los se misturar a população branca (e eliminar esta última via miscigenação) mas não para melhorar suas vidas e dar-lhe mais dignidade** Os efeitos das práticas, ditas, ”socialistas”, não tem sido muito boas e na verdade, poderia-se dizer que estão tendo um efeito devastador na vida de muitas famílias afroamericanas nos EUA.

Para um povo, que pode estar em sua maioria, apoiando as modernas políticas genocidas e injustas contra os caucasóides europeus, isso sem levar em conta a Palestina, nas guerras de desestabilização no Oriente Médio, o que parece mais faltar é justamente a tal inteligencia emocional, que em seus níveis mais profundos, nos levará a um novo mundo, da hiperrealidade, de dúvidas, de humildade e de sabedoria, a verdadeira sabedoria, onde todos esses conflitos tolos, são vistos exatamente como eles são, infantis. E para um povo que se pinta de cores brilhantes, justamente a mais poderosa e imponente de todos os tipos de inteligencia, mais parece lhes faltar. Talvez eu possa estar sendo injusto em relação aos judeus que lutam contra este atual estado lamentável e primitivo de coisas. Talvez não, se boa parte destes judeus dissonantes não tiverem em mente, segundas e terceiras intenções.

Como o texto ficou muito longo, a minha análise para os caucasóides europeus e seus descendentes, ficará para o próximo post.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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