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O paradoxo do ateu ”modinha”…. e a histeria anti-sábia dos estúpidos…

O ‘paradoxo” do ateu ”modinha”…

Se sabe tanto sobre evolução então por que continua a acreditar apenas no papel da cultura como transformadora do comportamento humano ”ou” ”um que de Lamarck” ??

Os ateus, isto é, uma boa parte deles, são alguns dos maiores crentes no papel fundamental, tanto da educação quanto da cultura, como promotoras do desenvolvimento cognitivo e do comportamento humano. Há uma parcial verdade aí, mas ao se desprezar o papel da biologia comportamental e cognitiva e sua interação com o meio (cultura e educação), se estará principiando por pressupostos essencialmente equivocados, se tudo aquilo que é incompleto e é dado como completo, assim o será.

A contradição ”ou” paradoxo mais engraçado daqueles que também são fervorosos defensores das teorias darwinianas, é a de que as utilizam principalmente como argumentos contra o criacionismo mas que não as entendam em seu todo, porque foram e são conquistados  justamente por resquícios sofisticados do antropocentrismo, que são a essencia de qualquer ”religião”.

A Terra não é o centro do universo, nós também não somos o centro da Terra e de sua biodiversidade. Mas, de acordo com o behaviourismo e seus ”uber-especialistas”, o ser humano é tão magicamente superior aos outros animais, que as regras (quase) universais de predomínio (essencial e óbvio) genético ou biológico no comportamento e na capacidade cognitiva, não são, supostamente, aplicáveis a ele.

Deus não existe, porque, segundo o resquício de pensamento mágico que predomina em muitas mentes ateias, nós é quem somos os deuses!!

Só que não, continuamos sendo animais tal como os outros e como papai Darwin disse, reagimos de maneira muito similar aos eventos, isto é, de maneira que NÂO DA para desprezar o papel de nossas predisposições genéticas nas interações de curto a longo prazo com o meio. Seria metaforicamente falando, como imaginar um jogo de futebol, com apenas um time.

O ponto chave que nos faz diferentes, estranhamente diferentes das outras espécies, é justamente nossos instintos atrasados ou maiores autoconsciencias (claro, que com sua variação devidamente exaltada). Neste meio caminho, entre o pensar e o reagir, construíremos ao longo de nossas vidas, um arcabolso de vivencias únicas, que serão enriquecidas por símbolos, abstrações e o seu uso constante tal como na matemática ou mesmo, no vocabulário, o uso de palavras, nossas reflexões. Todo este mundo complexo que se abre entre o pensar e o reagir para os humanos, nos demais animais, tende a se dar de maneira predominantemente instantânea, isto é, o pensar/agir ou agir instintivamente, nos fará mais suscetíveis a uma panaceia de possíveis destinos ou maior probabilidade de caminhos a serem tomados, e que serão sofisticados quanto a sua complexidade, em nossos ambientes antropomorfizados. Mas a essencial relação entre o homem e o seu meio, isto é, sua biologia e não apenas a comportamental e o seu ambiente de interação e vivência, permanecerá simples de se entender, basicamente, ”’genes em interação com o meio”’. Nós que somos os nossos genes. Portanto, quando estivermos falando de genética, nós estaremos falando de nós mesmos, não apenas em relação aos órgãos dos quais temos pouca familiaridade consciente e constante, tal como o coração ou os rins, desprezando aqueles que são constantemente afetados por crises de ”piriri”, mas especialmente de nossos cérebros e de seu produto único, que é o mais relevante para nós, ou seja, as nossas mentes.

Voltando a pauta principal desta parte do texto, os ateus ‘modinhas’ renegam o criacionismo em prol do darwinismo, mas quando debatem sobre o comportamento humano, se utilizam do lamarckismo, leia-se, educação e cultura, como únicos e fundamentais influências em relação ao mesmo, o que claramente se consiste em uma incompletude conceitual ou má interpretação das teorias darwinianas.

Falar sobre influencia genética no comportamento humano, assim como também de hereditariedade de caracteres via seleção  (o básico-do-básico da teoria da seleção natural) remete em suas cabeças pedantes a

  • eugenia
  • nazismo
  • preconceito
  • racismo

isto é, eles apregoam uma carga fundamentalmente ideológica sobre a teoria que mais se utilizam para refutar os argumentos tolos dos criacionistas, enquanto que, convenientemente, renegam a parte ”politicamente incorreta” das ideias de Darwin, especificamente quando estas são aplicáveis aos seres humanos.

Alguns adjetivos para este tipo de abordagem argumentativa e pessoal-ideológica:

Estúpido, conveniente ou tendencioso, irracional, desonesto.

Aceitar que existam diferenças cognitivas entre as populações humanas (em média), por exemplo, não significa que se estará defendendo a volta do nazismo ou o preconceito contra essas populações (ainda que muitos daqueles que apresentam facilidade para internalizá-las, defendam causas ou ações parecidas). Neste caso, o preconceito negativo direcionado à pessoas perigosas, de qualquer grupo humano, se consiste apenas no básico da sobrevivência, mitigando ou evitando futuros perigos em relação às mesmas via interações altamente desarmônicas. Novamente, todas as palavras abstratas e mesmo as literais, dependendo do contexto, são amorais em sua raiz conceitual. Mesmo o preconceito negativo, depende do contexto. Quando falamos de abstrações, estaremos falando irrevogavelmente de contextos para que se evite a injustiça de análise, conclusão ou tratamento.

A grande proporção de ateus, ou, ao que parece, que estão fortemente inclinados para favorecer boa parte dos pressupostos behaviouristas que nada mais são do que o lamarckismo sofisticado, nos mostra que muitos fãs de Charles Darwin são de analfabetos funcionais, e pasmem, especialmente em relação às suas teorias, ao determinarem, via influencias midiáticas e culturais, que o ser humano é tão divino que não pode ser equiparado aos outros animais, especificamente em relação aos fenômenos que, em linguagem moderna, resultarão em uma ”inevitável” discussão sobre nazismo, eugenia, preconceito e racismo.

Sim, ”somos tod(l)os iguais”, ”racismo é doença”, ”preconceito é burrice”, deixem os imigrantes virem para aquele país, dê-lhes educação e por esforço repetitivo, se tornarão inteligentes, cultos e empáticos e ainda por cima passarão estas virtudes recém-adquiridas para os seus futuros filhinhos. Que lindo!! Que ideota!!

Os ateus modinhas e/ou os ateus médios, deveriam ou poderiam utilizar seus (supostos) conhecimentos e empatia/ reciprocidade em relação às ideias darwinianas e tomarem a realidade de seus cotidianos a seu favor. Qualquer pseudo-religião sabe instintamente que o que importa é

  • população
  • genética

Pseudo-religiões atraem indivíduos suscetíveis de serem convencidos por seus discursos metafisicamente humanistas e culturalmente tendenciosos (a moralidade subjetiva). Estes indivíduos se casam entre si e produzem um cluster genético e quanto mais tempo ou maior a pressão seletiva (mais aglomeração geográfica), mais perfeita será a sincronia entre as suscetibilidades comportamentais das pessoas e a sua cultura, com cada vez menor debandada de ”fiéis”.

Se o ateu quer transformar todo mundo em ateu, então deveria começar por ele mesmo, se casando com uma moça ateia e tendo muitos filhos com ela, chamando os seus amigos ateus, criando uma cultura, isto é, uma superestrutura que combina ideologia com cooperação grupal mútua (em outras palavras, vantagens para ”fazer valer apena”), basicamente o que todas as pseudo-religiões tem feito desde a muito tempo.

O problema maior seria se de fato alguns deles tomassem esta iniciativa e no entanto, espalhassem suas visões distorcidas e perigosas da realidade. Teríamos uma massa de zumbis mentalmente sofisticados repetindo os seus mantras de certezas absolutas, acusando os outros que destoassem de seus pressupostos de pseudo-cientistas, irracionais… em outras palavras, teríamos o totalitarismo do ateu ”modinha” e ou do ateu médio no mundo, que ao invés de usar o diálogo e o didatismo, se utilizariam de métodos mais obtusos para calar a boca da dissidência, sem qualquer tentativa de harmonização entre os grupos envolvidos.

Estúpidos complicam aquilo que deveria ser simples de ser entendido!! 

Este blogue, assim como muitos outros, se baseia no esclarecimento de algumas obviedades simples, e outras, nem tanto, porém que são entendíveis, a partir de uma perspectiva racionalmente otimista.

  • Matar o seu vizinho porque estava com vontade não é uma coisa legal.
  • Ser empaticamente nepotista com os seus filhos e desprezar um virtuoso que não é o seu parente, não é legal.
  • Chame do que quiser, os seres humanos são logicamente falando, diversos e isto que indicar que no mínimo exista alguma diversidade biológica entre eles. Espécies de pássaros que vivem em ilhas vizinhas porém distintas, tendem a desenvolver diferentes pressões seletivas e fenótipos. Muitos destes eventos tendem a acontecer a longo prazo, isto quer indicar que nós não veremos boa parte deles durante nossos períodos de vida. Mas isso não significa que não aconteçam.
  • Não somos todos iguais, ok??
  • O fato da inteligencia ser diversa, contextual e complexa, não quer indicar que não seja hereditária e baseada em predisposições ou potencial.
  • educação é acreditar que por esforço repetitivo, todos ou ao menos ” a maioria” poderá se tornar ”mais inteligente”. Ainda que exista ou sobreviva alguma verdade nisso, não quer dizer que ”basta a educação” para que possamos ver uma melhoria significativa da sociedade. Educação comportamental para dificilmente educáveis é uma perda de tempo, a não ser que você os entenda, isto é, sua psicologia média, e passe a aplicar o segundo tipo de educação que eu demonstrei neste texto. A Coreia do Sul, o exemplo mais comumente usado pelos ”especialistas” em educação, não conseguiu se tornar a nação que é hoje em dia, apenas por causa da ”educação” que foi empregada, mas especialmente porque seu povo já apresentava potencial a nível coletivo para produzir e sustentar uma nação de primeiro mundo. Se o básico da educação comportamental (superficial e portanto, igualmente superficial em empatia, mas é melhor que nada) como não jogar lixo na rua, não abordar mulheres na rua como se estivesse no cio, etc, não são facilmente internalizadas ou mesmo, dificilmente internalizados pela ‘população’ (em média), então vamos nos questionar o quão difícil será para que possam passar do básico no ”entendimento por padrões lógicos de comportamento e raciocínio”, para o mais complexo, como fazer contas, entender o significado das palavras, ser empático no ambiente de trabalho, ser tolerante com gratificações de longo prazo, ser organizado e ciente do dever civil de zelar pelo respeito ao bem comum, como não roubar, não matar, não brigar por motivações fúteis….. Estão percebendo que ”o buraco é muito mais embaixo” do que estão pensando.

O estúpido incapaz de auto-correção intelectual, apresenta grande dificuldade para entender, aceitar ou internalizar o básico, não apenas do conhecimento humano, mas principalmente em relação ao reconhecimento de padrões (especialmente em relação aquilo que é mais importante, mais visceral para o bem estar individual, coletivo e de todos as formas de vida deste planeta). O mesmo é anterior a transformação de percepções em certezas úteis e deveria ser fácil para a maioria de nós, aceitá-las e ou entende-las. Só que ‘por incrível que possa parecer”, o ser humano médio parece ser muito prodigioso em sua habilidade de ser medíocre (ainda que um cabeçudo medíocre e especial) ao confundir o simples com o complexo, novamente a minha metáfora quanto ao estrabismo natural de ”nossa” espécie. Ao ”confundirmos” o básico, o simples, caminharemos também para transformar a complexidade do pensamento em um show de horrores bizarro, isto é, expandir o errado, transformando-o em um monstro cada vez mais gordo e forte. A ideologia do igualitarismo, que é superficial, tendenciosa e que foi criada por razões obscuras, que não são conhecidas pelo ”grande público”, é um exemplo significativo desta realidade. Se a ideia-mãe está errada então é muito provável que a continuidade desta ideia também se fará igualmente equivocada, ainda que se possa melhorá-la ou mesmo adaptá-la corretamente, especialmente quando temos gênios com grande capacidade de manipulação semântica e simbólica.

A tempestade no copo d’água, a famosa expressão que deseja indicar excessos emocionais em relação a ‘trivialidades cotidianas’, dependerá do contexto, moral ou situacional adequado, porque o que é considerado como reação exagerada por alguns, poderá ser considerado como um atitude normal por outros. No entanto, é evidente que algumas ideias (que não são apenas ideias) estarão muito mais corretas do que outras. Você sabe o porquê de ir ao banheiro. Sabe que para construir uma casa, você precisa de cimento e argamassa.

Questões ”apessoais” são menos ”polêmicas”. 😉

Entendendo o esquerdismo

Entendendo (ou, tentando entender) o esquerdismo:

Esquerdistas ou ( socialmente)  liberais são mais propensos a serem
ansiosos,

depressivos ( homens  fortemente conservadores também reportaram maior incidência de depressão mas bem menos que entre os fortemente esquerdistas ),

a sofrerem de fadiga crônica

a terem transtorno bipolar e transtorno sazonal de humor,

a terem sono mais instável e a terem maior frequência de sonhos com temática homossexual.

Por que os esquerdistas insistem sobre a supostamente ”enorme” influência de ”fatores ambientais” para explicar o comportamento humano ao invés da genética??

Boa parte dos argumentos feitos pelas pessoas, mesmo as de maior inteligência, em conversas e debates televisivos ou no cotidiano, são baseados em auto-projeção. Quando defendemos qualquer ideia, é muito provável de estarmos defendendo a nós mesmos. Não é um debate de ideias neutras retidas de uma apanhado de hipóteses racionais, mas sim de teor ideológico, e isto quer indicar, dualista ou extremista, tribalista e pessoal. Os socialmente conservadores não escolheram a sua ”ideologia de vida”, eles SÃO conservadores, em algum grau importante e difícil de ser mudado ou que  se relaciona umbilicalmente com a sua essência existencial ( reprodução e/ou sobrevivência) . As pessoas que sao mais emocionalmente instáveis podem de fato serem mais influenciadas pelas intempéries ambientais do que em relação aquelas que são mais emocionalmente controladas. Portanto, pode-se dizer que especialmente para os socialmente liberais ou esquerdistas, os ”fatores ambientais” ou ”não-genéticos” podem ter um maior impacto em suas respostas reativas de curto e longo prazo  do que por  exemplo, em relação aos conservadores ou a pessoas mais emocionalmente maduras. Quando nega qualquer participação genética no comportamento humano, o esquerdista médio está apenas fazendo auto projeção, que não seria muito diferente do que dizer ”Eu sou mais influenciado pelo que acontece de curto a longo prazo comigo… e isso deve acontecer com todo mundo”.
Claro que a conhecida ignorância esquerdista em relação a lógica ou coerência mental e ciência, especialmente  a biológica, também interfere no produto final ou  suas argumentações coletivamente uníssonas e holisticamente equivocadas.
No entanto, algo mais profundo do que apenas ”estupidez”, deve ter maior importância  na deflagração das crenças esquerdistas sobre behaviourismo. Da mesma maneira que a explicação para o comportamento habitual de conservadores médios, fervorosamente religiosos, perpassa as crenças filosóficas no livre arbítrio (autisticamente literalizado), que chamamos de predisposição genética, o mesmo acontecerá com qualquer grupo ou mesmo a nível de  indivíduo. Eu não duvidaria que as pessoas que são mais emocionalmente instáveis fossem também mais propensas a acreditar que seu comportamento fosse fundamentalmente modulado pelo ambiente e não a partir da atuação em conjunto  das intempéries ambientais e  de fatores genéticos ou nós mesmos, tal como que é compreendido por boa parte dos cientistas da área. O esquerdismo também parece se relacionar de maneira distinta com o narcisismo em comparação ao conservadorismo. Narcisistas em média são mais propensos a fazer considerações retidas de suas próprias opiniões. Não é errado fazer isso, eu mesmo uso a todo momento esta técnica aqui no blogue, o problema se dá  quando fazemos generalizações ilógicas ou inferências equivocadas, o famoso exemplo

‘eu não concordo que os negros sejam menos inteligentes, porque eu mesmo conheço muitos que são muito mais inteligentes que muito branco”.

Os esquerdistas também podem ser mais propensos a sofrerem de transtorno pós traumático. A hiper sensibilidade emocional que no passado era denominada como histeria, pode ter um papel para as constantes atitudes de extrema intolerância por parte deles quando se deparam com opiniões que destoem das suas. A incoerência mental é uma característica marcante entre muitos esquerdistas. A partir daí abrem-se brechas para muitas especulações.

A hipótese ”inteligente mas nem tanto”, se daria pela possibilidade de que o esquerdista médio seja a representação média das pessoas de inteligência (técnica ou cognição) razoavelmente-alta, de nível de estudante a professor universitário, principalmente das humanidades. Que não é uma assumidade cognitiva mas também não é um ‘‘average Joey”. Quando comparamos esquerdistas e conservadores clássicos, vemos diferenças pronunciadas entre suas capacidades médias, apenas pelo que  suas ideologias dizem. Por exemplo, o esquerdista médio tende a ser ateu e a duvidar da narrativa bíblica ou de qualquer outra religião, ainda que ensaie alguma tolerância superficial para a pluralidade religiosa ( menos o cristianismo porque seus Mestres lhe ordenaram que fosse assim ).  Em compensação, o conservador médio, em média ( e bota média nisso),  tende a acreditar literalmente nestas estorinhas de início de civilização. O pensamento mágico é uma característica importante em sociedades pré-civilizadas e uma boa parte dos conservadores por acreditarem nestes papos de igreja, são mais prováveis de serem mentalmente ”primitivos”.

O esquerdista médio e as cepas mais evoluídas de conservadores se assemelham mais entre si no sentido de que são menos propensos a terem crenças baseadas em pensamento mágico ou que não pode ser comprovado. Neste aspecto, o esquerdista será em média, superior ao conservador médio ou clássico. Mas uma boa parte das crenças que os esquerdistas dizem seguir não estão enraizadas nem na lógica intuitiva nem em lógica empírica. Por exemplo, a maioria dos ateus, que dizem acreditar e entender a teoria da seleção natural de Charles Darwin, também tendem a se definirem vagamente  como ”anti racistas”. O ateu médio adora postar em redes sociais que ”somos todos iguais” ou que ”os cérebros das raças são os mesmos”. O ateu médio que tem boas chances de ser mais voltado pra esquerda no espectro ideológico / político, é mais esperto ao renegar que as metáforas milenares da bíblia sejam factuais mas entra em coma racional ao entrar no coro dos behaviouristas comportamentais ao negar qualquer participação genética no comportamento humano.

Darwin é melhor que Jesus, mas Lamarck ganhou de Darwin???  quando o conservador médio, o religioso literal, se depara com o básico da ciência, sua cabeça tende a entrar em pane. Já o esquerdista, ainda terá alguma tolerância com a ciência, mas sabemos que é  muito baixa e não é suficiente para torná-lo incrivelmente inteligente ou ao menos predominantemente racional.

A hipótese ”estúpidos no poder” e ”senso comum” 

Se baseia no fato de que existe um trabalho por de trás do palco em que se almeja colocar esquerdistas em posições de poder. Se sabemos que eles costumam ser péssimos governantes, então uma explicação plausível para fazerem isso é a de que estes agentes secretos ( ou nem tanto)  desejam  sabotar nações, especialmente as ocidentais, com outras finalidades em vista. Os esquerdistas aparecem perfeitos para a função porque seus líderes costumam ser de psicopatas ( dos conservadores também ) enquanto que os seus seguidores  costumam ser de pessoas muito ingênuas ( e estúpidas, ingenuidade extrema é uma forma de estupidez) . Isso sem falar no braço eleitoral demograficamente relevante, que é composto por dependentes ‘pobres’. É por isso que dizem que o esquerdismo se consiste em um regime facistóide com um sorriso no rosto. Nas sociedades hierárquicas e primitivas dos seres humanos, aqueles que detém o poder, são os que ditam as regras de convívio e as crenças que vão predominar. Sim, racionalidade, empatia, inteligência, criatividade, sabedoria, são palavras ideais para mundos ideais, na realidade humana, ganha quem é mais forte.

O famoso ”consenso popular”.

Portanto, se os esquerdistas dizem que os homossexuais são extremamente superiores aos heterosexuais, então com base em chantagem e repetição constante nos meios de comunicação, este exagero se tornará a mais pura verdade. E o esquerdista médio se tornará convencido de que as suas ideias estão corretas se celebridades e pseudo-cientistas carreiristas lhes disserem que o que acredita esta correto.

A hipótese  ” Born that’way”

Acreditamos ou somos forçados a acreditar que inteligência seja sinônimo  de racionalidade. Mas a inteligência é um termo muito vago e racionalidade, segundo muita gente, se baseia no ”senso comum” e não naquilo que é, na verdadeira causalidade conceitual e literal!! Portanto, ser cognitivamente inteligente, não será um salvo conduto para ser tambem mais racional, e o fenomeno do esquerdismo nas frações inteligentes nos mostram que esta realidade está parcialmente correta.  O pensamento lógico racional é oriundo de duas variáveis essenciais da vida, sobrevivência e reprodução. Estamos a todo momento pensando numa maneira de mitigar potenciais riscos de morte.

Outra teoria, complementar as outras é claro, é a de que o aumento da complexidade mental tenda a resultar em perfis cognitivos ”aberrantes”, tal como eu sugeri no texto ”pai yuppie, filho hippie”. E que o esquerdismo possa ser tal como um perfil intelectual intermediário (novamente, pegando a ideia de que algumas características sejam intermediárias). Interessante que quando eu tinha 18 anos de idade, fui solapado por ideias claramente esquerdistas. Por exemplo, eu me lembro que quando comecei a estudar demografia mais a fundo, fiquei muito feliz com o multiculturalismo na Itália (mais especificamente) e me encontrava ansioso por mudanças demográficas, isto é, que a população italiana se tornasse mais e mais ”diversa” e ”menos branca”. Sim, eu tinha 18,19 anos, um ano depois de ter entrado na faculdade. Será que em termos de idade mental, o esquerdista médio poderia ter parado na casa dos 18 anos**** Faz até um certo sentido visto que apesar dos claros déficits cognitivos holísticos (ou morais), eles tendem a ser mais preocupados com situações que denota maior amadurecimento. O caráter intermediário do esquerdista médio nos mostraria que ele se encontraria entre um conservador clássico ou médio, que tem poucas certezas sobre a sociedade (capitalista) em que vive e entre intelectuais de grande capacidade. Meio filósofos que acabam morrendo no meio de uma lagoa, chamado esquerdismo. Será**

Um estudo recente onde que foram produzidos ratos de laboratório mais inteligentes, descobriu-se que além da  maior capacidade (óbvia) de aprendizado ( e adestramento??), estes ratos geneticamente modificados também se tornaram  menos alertas a perigos iminentes de vida, como por exemplo em relação à presença de gatos, seu predador habitual, no mesmo ambiente em que se encontram. Menores níveis de ansiedade podem ser bons para o aumento da capacidade cognitiva ( aprendizado ou adestramento**) , mas também podem resultar na redução da capacidade de vigília, de sobrevivência.

Alguma semelhança com os esquerdistas???

Sabe-se que o parasita toxoplasma quando infecta o cérebro de ratos, provoca a indução do comportamento suicida, que faz com que o rato afetado sinta uma mórbida atração pelo gato, seu maior e mais conhecido predador.

E imaginem que o mesmo parasita parece estar relacionado com o comportamento suicida entre os seres humanos. (e eu fico imaginando, cá com meus botões, se eu não tenho esta galerinha em minha cachola). Claro que todo ser humano tem microorganismos em seu corpo, e como eu já falei algumas vezes aqui, existe uma diversidade de tipos e funções. Sem falar que nossos genes, de acordo com a minha hipótese, seriam relíquias coevolutivas dos primeiros microorganismos, das primeiras formas de vida, e nós seríamos como os seus bolores.

Alguma semelhança com os esquerdistas e sua conduta com criminosos violentos** (ou predadores humanos).

O esquerdismo ideológico pende neurologicamente para a dominância ”anomala” do lado direito do cérebro, que explicaria a ocorrência mais elevada de disturbios de humor entre eles como ansiedade e depressão.

Hipótese, esquerdismo como déficit na capacidade de reconhecimento holístico de padrões (aquilo que realmente importa, reprodução-sobrevivencia) .

Uma recente pesquisa encontrou que enquanto que os conservadores tendem a ser de pensadores holísticos, os esquerdistas tendem a ser de pensadores analíticos. Um pouco complicado resumir uma possível complexidade correlativa apenas desta maneira, mas parece fazer sentido, conceitualmente falando, que os conservadores sejam mais atentos com a imagem maior, ainda que de maneira pleistocenica, enquanto que os esquerdistas sejam mais propensos no pensamento analítico ou que busca detalhes dentro desta imagem maior.

Influencias ambientais seriam encapsuladas por interações genéticas entre os seres envolvidos e em relação ao meio em que vivem**

O fator genético no comportamento humano parece, conceitualmente falando, mais relacionado com uma suposição de natureza holística enquanto que o fator ambiental ou circunstancial se assemelha com uma suposição de natureza analítica.

Parece evidente que o esquerdista médio tenha uma tendencia para ter déficits na capacidade de pensamentos de natureza holística, de capturar a imagem maior. Sua ingenuidade, em partes, pode ser explicada justamente por este déficit.

Animais domesticados são socializáveis e treináveis. Conservadores também seriam mais como animais domesticados, mas de uma cepa mais antiga.

Hipótese” todas as alternativas anteriores, tudo junto e mischturado”

O mais provável de ser,

o esquerdismo é uma predisposição comportamental inata, lembrem-se da minha metáfora da piscina para explicar a hereditariedade e expressão de comportamentos , que tende a ”acometer” uma importante parcela das pessoas que ”pertencem” ou podem ser alocadas dentro da ”elite cognitiva”, que em jargão unilateral psicométrico, quer dizer, que ou aquele que pontua acima de 120 em testes de qi e que também tende a ser mais comum em pessoas com nível (de estudante) universitário de capacidade (técnica ou) cognitiva. Existe um complo(t) conspiracionista que tem como uma de suas estratégias, usar pessoas (relativamente) inteligentes e muito ingenuas como pelotão de apaziguamento reativo, isto é, aqueles jovens mais artísticos que gostam de chamá-lo de ”racista, homofóbico, misógino” (e em parte eles tem razão, a verdade está em todo lugar) assim como também o grupo de carreiristas oportunistas (em jargão psiquiátrico, psicopatas de alto funcionamento), mentirosos profissionais, que se utilizam de toda a sorte de chantagem emocional, pseudo-científica e ou semantica para manter o trem suicida chamado ”Ocidente” no caminho em que está trilhando.

”Racismo”, ”homofobia” (apesar de aspeá-los, isso não quer indicar que esteja desmerecendo as suas existencias negativas dentro das interações humanas), ”misoginia”, são usados como armas verbal-semanticas e emocionais para calar a dissidencia mas também como distrações, além de toda a sorte de indústria recreativa, inclusive e talvez especialmente a cultural, para  as massas  de todas as cepas cognitivas em relação ”aquilo que realmente importa”, ainda que, o bom e civilizado tratamento a todos os tipos neutros e virtuosos (especialmente) de seres humanos também seja algo que importe e muito. No entanto, estas expressões vagas de ordem não tem como intuito ”fazer o bem”, mas fazer o mal disfarçado de bem, ” os fins justificam os meios”, dizem. Os esquerdistas, como eu vou falar em outro texto, parecem ser mais geneticamente mutantes que os conservadores, em alguns aspectos, por exemplo, na grande proporção de homossexuais dentre outros tipos de sexualmente fluidos, de maior incidencia de distúrbios de humor etc…

Ingenuos, menos tribalistas (porque tendem a serem menos parecidos com os seus pais e parentes***), menos sexualmente dimórficos, mais criativos, mais intelectualmente orientados, sendo selecionados para ocupar posições de poder…. e também com déficits em pensamento holístico**

Os uber-especialistas behaviouristas

Os uber especialistas behaviouristas: não pergunte aos teus olhos, pergunte a eles, aos uber especialistas behaviouristas.

Você está andando nas ruas e vendo todo tipo de gente, a maneira como andam, as roupas que vestem, o olhar, a postura corporal,  a maneira como interagem umas com as outras, seus olhos e seu cérebro complexo de bípede meio desastrado, estão fazendo uma narrativa direta sobre tudo o que está acontecendo ao seu redor, e esses relatórios constantes são basicamente o reconhecimento de padrões similares, dissimilares ou contraditórios. Geralmente, os padrões contraditórios chamam-lhe mais a atenção como uma pessoa cega e seu cão guia, um travesti, uma pessoa muito alta, muito bonita ou muito feia. A todo momento seu cérebro prodigioso estará fazendo julgamentos tendenciosos ou diretamente corretos sobre o que se passa diante te ti . É raro vermos uma pessoa tentando se passar por outra, usando uma roupa que não tem nada a ver com ela, nossa personalidade também é não-verbal, nossas vestimentas, nossa linguagem corporal, tudo o que usa está gritando aquilo que você é. Eh claro que em um ambiente socialmente neutro onde que por exemplo todos usam terno e gravata ou roupa sóbria, como a multidão de empresários do primeiro filme da trilogia Matrix,  haverá uma tendência para nos uniformizarmos em aparência, mas será apenas na superfície porque por dentro de roupas iguais, agiremos diferente (desprezando a possiibilidade de que pessoas que consigam empregos de colarinho branco tendam a ser mais parecidas em termos de personalidade e cognição).

Tudo aquilo que vê, ou seja, todos os seus preconceitos estarão predominantemente corretos. Ao olhar para um casal ‘gay’ se beijando, o seu cérebro ficará em alerta porque estará avistando um padrão contraditório, não apenas mediante a narrativa social que tiver sido inserido desde criança mas também ou principalmente por razões puramente cognitivas. Nós somos únicos porque podemos policiar nossos preconceitos e tentar aceitar aquilo que nossos cérebros interpretam como erro, um bug no sistema. Fazemos isso porque somos mais complexos, mentalmente falando, porque gostamos de exercitar nossas cabeçonas grandes,  seja por conveniência de gado ou por empatia. Os estereótipos representam as características predominantes de um grupo. O jeito afeminado ou másculo, respectivamente, de homens e mulheres  homossexuais, a insolência simpática de muitos negros, o jeito calmo e reservado de muitos leste asiáticos, a maior seriedade dos nórdicos, o jeito mais leve e espalhafatoso de muitos italianos, principalmente os do sul ou Mezzogiorno. Alguns estereótipos são exagerados, por exemplo, a ideia da ”loura burra” ou a ”psicopatia dos ateus”, tendem a ser caricaturas baseadas em preconceito negativo, quando analisamos grupos pessoalmente antipatizados por nossas próprias cabeças, frisando as características negativas ou inventando, exagerando outras. Geralmente detestaremos aqueles que se destoem significativamente de nós, em termos de personalidade, mas também de fisiologia e cognição.
No entanto, vivemos em uma época em que existe um grupo de pessoas que ‘desejam’ explicar por meio de uma ciência fajuta, que aquilo que estamos vendo não é aquilo que estamos vendo, estamos nos enganando, eles tem a resposta, por que??? porque sao mais estudados, são mais inteligentes??? tem um discurso científico na ponta da língua??

Os mais espertos usam uma explicação didática para dizer que a contribuição genética no comportamento humano seja perto de zero, que o fato de um jovem negro andar com os braços soltos demais, de forma dominante, olhando com uma cara de deboche e arrogância, com um boné ridiculamente virado para um dos lados, é apenas o produto do seu meio, ele é uma marionete do seu ambiente e se tivesse sido criado no bairro mais rico da cidade, por um lorde e uma professora de boas maneiras para classes abastadas, teria uma personalidade completamente diferente, seria polido, educado e consciencioso.

O rei está nu, mas os uber especialistas e sua ciência behaviourista de enrolação vão lhes dizer, se for politicamente correto, que o rei não está nu, apesar de sua flacidez pálida evidente, brilhando no teu rosto. Os uber especialistas estão acima da você e de mim, eles aparecem em programa de televisão, publicam trabalhos, você não deve desconfiar de suas credenciais, eles podem, você não. A sua capacidade de  reconhecimento de padrões básicos, o seu radar natural, a base de uma  pirâmide chamada inteligência,  não são científicos, se o hyperscienza não publicar, então não é científico, se atenha a isso, você pode enxergar mas não pode entender nada daquilo que está vendo. Voce é como um cego que precisa de um cão guia, os nossos amigos behaviouristas*** Os uber especialistas behaviouristas sabem e vão salvá-lo de sua própria incapacidade básica. Todos os dias, principalmente você que é um observador, que levanta todos os dias e bate perna no centro da cidade, está interpretando errado tudo o que está vendo, é um preconceituoso.

Na escola não existem diferenças em inteligência, mas talvez nós pudéssemos mudar um pouco este termo para ”adestramento”. Alguns cachorros podem ser ensinados, outros não, chamamos isso de inteligência. o cachorro adestrado internalizou um conjunto de informações que lhe foram sucessivamente impostas por seus superiores. ”O  inteligente ”não negocia” a sua liberdade, não conversa com os seus superiores na tentativa de ser menos inferior a eles, o inteligente é o que melhor se adestra para serví-los”, chamamos isso de ”testes cognitivos”.

Portanto, só para frisar novamente, sobre esta parte uber-importante…

Voce não sabe de nada, se está vendo padrões de similaridade comportamental entre grupos, está errado, está tudo errado, fica a dica, deixe que os uber-especialistas behaviouristas lhes digam o que de fato voce está vendo. Voce não entende nada de realidade, seu cérebro prodigioso está com defeito, só quem foi ”mais educado” que pode lhe dizer, e mais, eles são especialistas, eles tem a scienza a favor deles, voce não, voce é um consumidor daquilo que eles produzem, não pode chegar as suas próprias conclusões.

Mas lembre-se das exceções virtuosas, elas são muito, muito importantes, exceções ou maiorias virtuosas, ainda que esta última seja bem mais rara e não-tão-virtuosa assim…

Preconceito linguístico e a necessidade de se aceitar a diversidade cognitiva

Somos todos iguais porém diferentes**** As múltiplas perspectivas te explicam, he!!

Muitas pessoas escrevem errado. Eu mesmo sou uma delas. Minha maior fraqueza linguística se chama concordancia verbal e voces já devem ter notado. Eu não consigo acertar e talvez nunca consiga. Se eu me concentrasse apenas nisso, talvez, mas deixaria de lado as minhas paixões habituais como biologia e psicologia e acabaria me defasando nelas. A que preço** Para escrever super certinho***

O preconceito linguístico é um daqueles tipos de pré julgamentos, totalmente baseados em dogmas irracionalmente sofisticados como educação e livre arbítrio, que não são tão importantes para os zumbis do politicamente correto, que vivem a jogar pedras nos outros que saem deste cerco totalitário.

Eles evitam dizer que os menos inteligentes tendem a ter piores vocabulários ou mesmo, que tendem a ser menos inteligentes. Por outro lado, os acusam de preguiça mental por não conseguirem chegar ao mesmo nível que eles. Alguém pode com isso***

O tamanho do vocabulário bem como por outras idiossincrasias cognitivas, é um bom modo de medir inteligencia VERBAL. Ainda  não significará que todo aquele com vocabulário perfeito será mais inteligente. Algumas questões em relação a estas competições de inteligencia que a psicologia mainstream promove tais como, qual seria a relevancia disto*** Inflar os egos de alguns e murchar o de outros*** Criar um novo status social**

Ainda que medir e hierarquizar seja importante, cria-se uma arena emocional embutida, que na minha opinião é completamente desnecessária.

O caso do preconceito linguístico é uma demonstração clara da estupidez de muitos dos auto declarados ”mais inteligentes”, que fingem ser bonzinhos respeitando a psicose do politicamente correto, mas que escondem um deplorável elitismo pedante e enfadonho.

Se apresentamos diferentes tipos de inteligencia, diferentes tipos de personalidade, diferentes níveis para diferentes atributos cognitivos, então será elementar concluir que haverá uma variação no nível do vocabulário também. Culpar uma pessoa por seu vocabulário ruim é cruel. Na maior parte das vezes, especialmente em adultos, a expressão cotidiana do vocabulário, será o máximo de nível que uma pessoa poderá atingir. Mas como vivemos na psicose do ”somos todos iguais”, então, é necessário fazer daqueles que são menos verbalmente inteligentes, de palhaços de circo, para deboche da ”classe educada”. Em outras palavras, o trabalhador que sua todos os dias para fazer algo de mais útil do que, perder tempo em universidades, apoiando ideologias genocidas e analfabetas ou de fazer trabalhinhos toscos, brincando de ”pesquisar”, sem propor nenhuma solução decente, interessante e criativa para população (pode apostar que no mínimo, uns 60% de ”nossa elite cognitiva” se encaixará nesta categoria), é menosprezado por estas abominações da esquerda, como também muitos dos da direita, ainda que no mundo de hoje, não restam dúvidas aos sapientes quanto a periculosidade destes auto declarados anjinhos perfeitos e niilistas. Se tem um cérebro mais complexo, mas não tem capacidade, sabedoria, de fazer um proveito dele e em prol da sociedade que está sendo sustentado, então é um grandioso inútil.

Vale ressaltar que ter um vocabulário ruim necessariamente não significará ser mal educado e vomitar palavrões a gosto e a desgosto.

Voltamos a velha discussão que propus neste blogue, a de que a educação se encontra fundamentalmente equivocada e que suas boas intenções, forçam  diferentes tipos de pessoas, com diferentes níveis e tipos de inteligencias, para se adequarem a uma suposta norma intelectual igualitária, que segundo o evangelho do educador, da qual todos poderão alcançar um dia. Isso não acontece e já passou da hora de pararmos com essas tentativas estúpidas de forçar as pessoas a serem iguais, quando ve-se com clareza que não são.

Voce que não tem um bom vocabulário ou que escorrega na concordancia verbal como eu, não se sinta menor, inferior  em relação aquele que tem. Voce não tem a necessidade de provar a ninguém que é melhor, ninguém tem. Se não está fazendo as merdas que estes altos qis verbais estão, fazendo o nosso único mundo, um lugar pior, então não se acanhe. A adaptabilidade da criatividade ou da sabedoria são medidas muito interessantes. Se a flor é de plástico e feia, de-lhe um aspecto mais bonito. Não é uma questão de disfarçar, mas de mostrar a si mesmo que tem valor, sem a necessidade de buscá-lo por meio dos valores arbitrários que são impostos pelos sistemas de controle social.

E a mais importante, a empatia, que é completamente desprezada ou grosseiramente acoplada a inteligencia, por supostas correlações estatísticas. Onde, em qual lugar dentro da blogosfera especializada em psicologia cognitiva (hbd**) que a empatia é tratada como um traço a ser fundamentalmente considerado, exaltado, querido, necessário******

A maior parte dos seres humanos são na verdade de adultescentes

A maior parte dos seres humanos, ainda não passaram do fim da adolescencia e início da vida adulta. Por isso, a maior parte dos seres humanos são constituídos por adultescentes. A idade mental próxima dos 20 anos, resume adequadamente o comportamento primitivo a qual boa parte da humanidade está predisposta e se consiste em

– Aceitar as guerras e acreditar que façam parte do percurso natural dos eventos,

– Ser incapaz de debater, mas o mais importante, saber capturar ”comentários lógicos, racionais, sábios ou holísticos e diplomáticos”,

– Dar pouco valor a vida, humana e não-humana, em prol de simbologias vazias de significado, como ”diplomas”, dinheiro…,

– Ser tendencioso e preconceituoso (isto é, realmente preconceituoso), reduzindo a diversidade de tipos a generalizações deformadas. Não dar valor a excepções ou a maiorias virtuosas,

– Acreditar em abstrações ou fantasias, assim como também, não saber entender como funcionam as abstrações. Eh a partir desta incapacidade que se constroem os verdadeiros preconceitos e dogmas,

– Ser incapaz ou predominantemente obtuso para solucionar problemas e lembrar-se de informações úteis para mitigar possíveis conflitos evitáveis,

– Ser indiferente ao sofrimento sem sentido dos outros, seja por falta de empatia ou por estupidez, como quando não consegue entender a realidade,

– Usar o poder, quando o tem, para si próprio e em detrimento dos demais,

– E por fim, talvez uma repetição de cada uma destas características, apresentar grandes tendencias para o pensamento dualista literalizado, isto é, ser extremado sem buscar pelo equilibrio.

Quase todos nós somos adultescentes e pensamos como proto-adultos. A idade mental de boa parte da humanidade ainda está na adolescencia. Isso explica toda a sorte de problemas tolos que nos acometem com frequencia.

”Racismo” ou reação instintiva ao predador???

Pessoas educadas, boas, gentis e prestativas ‘tenderão a ser’ bem tratadas em qualquer lugar do mundo.

Vamos imaginar que você está em uma floresta acampando e depois de alguns dias de descanso e ar puro, um urso gigante e com fome aparece bem na sua frente. Em condições normais, o seu instinto afloraria e seu cérebro mandaria para você, sinais fisiológicos como aumento do suor corporal e da vigília perceptiva, como medidas para te alertar sobre perigo iminente.

Você não conhece o urso, mas ele é maior, mais pesado, mais dominante que você, que é um bípede fracote e esquisito. Você está sendo preconceituoso com o pobre urso, que pode ser um cara.. um animal legal, daqueles que nós levamos pra casa pra cuidar. Mas o preconceito é necessário porque você não conhece o urso pessoalmente e no mais, ele já demonstrou que é um predador.

A espécie humana também apresenta as mesmas divisões que encontramos ”na” natureza com relação à existência de predadores, presas e intermediários.

Mas o que isso tem a ver com ”racismo”???

Devem estar se perguntando…

Simples, tal como o urso é um predador, é muito comum que uma proporção de indivíduos de certas variedades raciais humanas também sejam de predadores e/ou variações intimamente derivadas.

 

O problema é a psicopatia não-decantada e não a raça

 

Quando estamos em uma sociedade com fartura de alimentos, a necessidade intensiva de cooperação diminui e aumenta a circulação de predadores. Enquanto que nas regiões de clima muito frio ou muito severo, a seleção natural tende a favorecer o mais inteligente porque a inteligência, até determinados limites, se relaciona positivamente com maior atratividade física que por sua vez se relaciona com maior saúde. Portanto, logo de início, quando os primeiros seres humanos foram expostos ao clima mais frio ou mais rigoroso, os mais saudáveis, mais atraentes ou com rostos mais gracilizados, sobreviveram mais do que aqueles com características faciais mais robustas ou especialmente, com maior incidência de defeitos fisiológicos. A segunda onda de seleção natural, decantou os tipos mais saudáveis pelos que cooperaram mais.

Nas regiões intertropicais, não há a intensa necessidade de cooperação. O espaço para povoamento e circulação é maior, a fartura de alimentos é maior e sua disponibilidade é constante. Este fator reduz a cooperação, porque não é tão necessária quanto em ambientes de muito clima muito rigoroso.

Este fator pode ajudar a explicar a maior incidência de psicopatas dentro da população negra.

EM MÉDIA, as raças negróides subsaarianas tendem a apresentar uma maior proporção de comportamentos de natureza psicopática, tal como a menor cooperação, a violência, a impulsividade sexual, etc…

É EVIDENTE que não estou afirmando que, ”todo negro africano é assim”, mas é muito mais comum do que nas sociedades euroasiáticas.

Os índices de criminalidade entre as raças humanas se distribui da seguinte forma, os asiáticos do leste (japoneses, chineses, sul coreanos, especialmente) são os menos violentos, especialmente as mulheres asiáticas; os caucasianos europeus são intermediários (norte europeus, especialmente os escandinavos, são os mais pacíficos enquanto que os ”eslavos são” os mais violentos) e os negros subsaarianos e sua diáspora out-of-africa são os mais violentos, claro, mediante uma comparação entre os 3 principais troncos raciais taxionômicos.

O blogueiro americano Robert Lindsay, fez uma observação muito interessante sobre as comparações raciais de comportamento. Percebam que, os homens leste asiáticos, tendem a ser tão pacíficos quanto as mulheres brancas caucasianas. Isto significa que, se uma população não-selecionada de brancos europeus migrar para o Japão, eles poderão engrossar as estatísticas de crimes no país e ganhar o status de ”subclasse”. Comparativamente falando, isso faz muito sentido!!!

A perspectiva comparativa também tem um papel importante.

 

Racismo na Índia e no Suriname???

 

O zumbi esquerdopata mais perto de você, aprendeu e replicou que a principal causa do racismo (branco) é o preconceito. Portanto, mesmo que você já tivesse se situado sobre o comportamento médio negro e mesmo que tivesse chegado à conclusão que, ”não gosta de pessoas negras, em média, sem haver a necessidade de ter uma justificativa racional ou lógica”, o zumbi ainda te acusaria de ser preconceituoso. Mas será que o acusador também não estará sendo preconceituoso contigo???? 😉 (como diriam alguns, ”eu se divirto”)

As explicações populares e totalitárias para o comportamento médio, especialmente de jovens negros, são

Opressão da ”sociedade branca”;

Preconceito;

Falta de oportunidades provocada pelo ”legado da escravidão”;

Falta de ”educação de qualidade”.

 

Os negros não vivem ou convivem somente com as pessoas brancas em suas sociedades brancas, mas também estão espalhados por várias outras regiões, como o Oriente Médio, a Índia e a China. Em todos esses lugares, ”as pessoas nativas tendem a ser preconceituosas” com eles, primeiro, porque os euroasiáticos tendem a ser mais geneticamente parecidos uns com os outros, seja em relação a comportamento ou aparência. Uma das possíveis grandes divergências raciais da espécie humana se dá justamente entre a população negra subsaariana e o ”resto”. Segundo que, os negros não são nativos, portanto o tratamento desconfiado não é apenas uma regalia oferecida aos negros, mas a qualquer um que não seja um local. É a regra em todo mundo, inclusive na África negra, aliás, lá, costuma ser até pior.

Terceiro que, muito provavelmente, o aumento de uma população negra não-decantada nestas regiões, propiciará inevitavelmente ao aumento da criminalidade. Percebam que eu estou usando o adjetivo ”não-decantada”.

As pessoas comuns (mas também vocês e eu) tendem a generalizar bilateralmente sobre  eventos, fenômenos e padrões que se sucedem. Portanto, é muito comum relacionar raça negra com criminalidade. Mediante o velho sistema científico de correlação e causalidade, de fato, mediante uma perspectiva correlativa e causal, isto é verdadeiro, visto que existe uma macro cadeia de similaridades eventos que se sucedem em todos os lugares onde existe uma população negra subsaariana não-decantada.

No entanto, mediante as múltiplas perspectivas, nenhum determinismo unilateral deve prevalecer. É correto afirmar que duas pseudo-contradições possam não apenas ”conviver”, mas também se afirmarem mutuamente.

A violência se correlaciona com a proporção de negros de uma determinada região e é inclusive geneticamente causal. No entanto, esta é apenas uma perspectiva, do objeto abstrato que estamos analisando, visto que, se existem negros pacíficos, e é claro e evidente que existem, então a causalidade será predominantemente correlativa, especialmente porque estamos lidando com uma abstração demográfica.

A predisposição inata para a violência indubitavelmente se relaciona com o espectro da psicopatia.

O problema não é a raça fisiológica, mas a raça mental da psicopatia. A ideia de que o termo ”raça”, só possa ser aplicado para explicar variabilidade fisiológica, não se sustenta, porque raça não está contida no mundo dos reais, parafraseando um professor de matemática mais próximo de você. No entanto, pelo fato de ser uma abstração, não significa que não exista.

Portanto, as razões para que as pessoas em todos os lugares do mundo em que existe uma diáspora subsaariana nativa, desenvolvam mecanismos de defesa (mediante suas mentalidades dualistas e binárias) se dá da mesma maneira quando nos deparamos com uma ameaça natural, isto é, um predador, na natureza, ou seja, o instinto de sobrevivência.

Mas nem todo urso é um predador. 😉

Alguns ursos são menos violentos do que outros.

A pobreza de explicações e a histeria psicótica e megalomaníaca de um esquerdopata ao acusar qualquer pessoa de ”preconceito” sem analisar com requinte de detalhes as motivações do seu algoz do momento, bem como, de principiar pelo DIÁLOGO (palavra mágica na cabeça de grande parte da humanidade, tal como Deus), funciona perfeitamente para os ditames da elite que ”agora” domina as sociedades ocidentais, ou seja, a imposição de pensamentos totalitários pela própria população visando na redução de sua própria liberdade.

Além de ser irracional, também será anti-científico gritar como uma judia histérica de um sanatório vienense do início do século XX, impropérios analfabetos sobre a moral de uma pessoa,

sem conhecê-la

sem conhecer suas motivações

sem buscar por diálogos que busquem o acordo ou a ponderação.

A violência ou a predisposição para cometer crimes:

é predominantemente genético (quer mais?? NÓS somos predominantemente genéticos, nós somos nossos genes. Ainda que outros fatores bio-ambientais também possam ter influência variável na criação de um fenótipo psicopático violento, dependerá de caso para caso),

está indubitavelmente relacionado com o espectro da psicopatia (ainda que existam psicopatas não-violentos ou que, não estão em uma situação ou pressão que o torne violento),

não é patente de nenhuma raça, de nenhuma população aglomerada mediante critérios biológicos, como os canhotos, por exemplo,

pode ser ambientalmente controlada, mas quanto mais forte for o ímpeto inato para transgredir regras de comportamento civilizado (especialmente a moralidade objetiva ou honestidade), maior será a impulso para cometer crimes, portanto, muitos psicopatas com estas predisposições passam incólumes durante anos sem ser identificados, até o primeiro crime.

Todos nós queremos viver em uma sociedade funcional, pacífica, cooperadora e ainda mais agora, também queremos uma sociedade onde as pessoas sejam respeitadas pelo que fazem de bom e não pela roupa que vestem ou por preferências comportamentais anormativas subjetivas ou neutras, isto é, que tenderão a não ter um impacto negativo sobre a harmonia daquela sociedade.

MUITAS pessoas negras também desejam o mesmo. E até poderia dizer que muitos psicopatas inconscientes, do qual, muitos negros poderiam ser caracterizados, também gostariam de viver em sociedades tranquilas, seguras e fartas em qualidades e virtudes. No entanto, por causa de eventos muito antigos, uma boa parte das tribos africanas remanescentes, ”selecionaram” a psicopatia, justamente por causa da necessidade menos intensa de cooperação em ambientes intertropicais. Ou melhor dizendo, os psicopatas se aproveitaram da vida menos conturbada na zona intertropical e procriaram mais, aumentando os conflitos tipicamente masculinos de competição e pulverizando a cooperação de grupo. Isto ainda não quer dizer que não existam tribos pacíficas na África Subaariana e nos mostra que micro-adaptações divergentes da norma local, também aconteceram paralelamente.

De fato, ”ter um amigo negro”, não é sinal de hipocrisia, somente na mentalidade UGAUGA, das cavernas, destas pessoas fanático-dogmáticas. 😉

Será por meio das variações dos espectros que poderemos fazer evoluir a ciência, a filosofia e a religião, e não por meio desta mentalidade ”us and them”, ridiculamente primitiva. E no caso deste texto, eu estou me referindo especialmente aos ”esquerdopatas”.

 

 

 

 

 

 

A hipótese dos fatores ambientais (de novo) como interação gene-gene, gene-ambiente

A imagem acima mostra o resultado de um estudo que foi realizado na República Tcheca e onde foi encontrado diferenças marcantes entre o ”rosto médio dos mais inteligentes” (mediante baterias de testes de qi) e o ”rosto médio dos menos inteligentes”.

É evidente que estamos a falar de médias estatísticas e portanto, nem todo inteligente apresentará o tipo de rosto mais comum em seu grupo que foi encontrado na pesquisa tcheca.

No entanto, existem explicações para esta tendência humana universal de avaliar pela aparência.

A primeira delas é a saúde.

Por que a pessoas adoram as celebridades???

Primeiro, porque geralmente elas tendem a ser mais atraentes (ou aparentemente mais atraentes) que as ”pessoas comuns”. A beleza física enfeitiça boa parte dos pares de olhos humanos. Isto é um fato muito fácil de ser constatado. Adoramos ver a beleza porque nutrimos muitos sentimentos inconscientes em relação a este fenótipo como

harmonia

Deus (percebam a hipótese do design inteligente)

saúde

bom caráter

status (as pessoas comuns tendem a ver valor naqueles que estão em maiores níveis de status social, mesmo que tudo leve a crer que injustiças objetivamente não-meritocráticas estejam sendo cometidas)

A mente de boa parte da humanidade pensa (ainda que de maneira primitiva) na beleza como o ideal a ser incorporado, a ser sempre buscado, porque traz grandes recompensas de satisfação para a nossa química cerebral.

É  muito provável que tenhamos percepções parecidas em relação à inteligência que o estudo tcheco parece ter comprovado.

Rosto mais longos, olhos grandes e queixo fraco nos passam uma ideia diferente em relação ao seu exato oposto.

Quando olhamos e comparamos as faces acima, chegamos à conclusão de que o ”rosto inteligente” nos dá uma ideia de serenidade ao passo que o ”rosto menos inteligente” nos dá uma ideia masculina, previamente primitiva, de alguém que é facilmente irritável.

Se somos espécies sociais, então as pessoas consideram que aquele que sabe lidar melhor com os outros, será mais inteligente do que aquele que é menos eficaz na mesma tarefa. E alguém que tem um rosto naturalmente masculino, transbordando testosterona e que olha desafiador, será imediatamente reconhecido como menos inteligente.

A maneira  como vemos e julgamos as pessoas com base em aparência, que muitos denominam como pré-conceito, determinará boa parte de nossas interações.

Quanto mais interações tivermos, mais rápida serão as nossas avaliações. Enxugamos nosso esforço em conhecer mais profundamente as pessoas, quando aumenta a quantidade de interações interpessoais que estamos participando.

Os fatores ambientais tem sido erroneamente determinados como substitutos das predisposições genéticas. Para o resultado de um comportamento qualquer, os ”deterministas ambientais”  tem renegado qualquer influência genética.

Mas isso é negar a própria independência limitada do ser humano como um agente autoconsciente e apto para responder às suas interações com o ambiente por meio de suas predisposições genéticas ou ”armas”.

Hipótese de fatores ambientais como interação gene-gene

Quando você está andando na rua e vê um ”jovem” seguindo em sua direção e ele é

mais alto que você

mais forte que você

mais malemolente no andar do que você

olha quase sempre para frente

… a sua tendência natural será de ficar mais estressado, mais temeroso, porque o seu cérebro irá reconhecê-lo como uma possível ameaça, um risco de vida. Sim, isso é preconceito, sim, isso é necessário. É o mesmo que se encontrássemos um urso no meio da floresta. Predadores também existem dentro das variações espectrais humanas e é muito importante reconhecê-los, especialmente se você for uma pessoa pacífica.

O fator ambiental é a interação do homem com o seu meio, natural ou antropomorfizado. E esta interação  também se dá (especialmente) entre humanos. O fator ambiental é o elemento de interação, a combinação entre as características gerais de indivíduos e suas posteriores sobreposições durante a ação e a reação de um em relação ao outro. O fator ambiental também pode ter outros elementos, não-humanos, como agentes influentes.

O exemplo acima que eu citei, é uma maneira para mostrar como funcionaria a minha hipótese conceitual dos fatores ambientais. E neste caso, a interação foi indireta e sem impacto.

No entanto, ainda somos animais e nossas percepções continuam a estarem sujeitas a tipos de avaliação que se relacionam com

competição

risco de morte

procriação

Portanto, as características físicas das pessoas podem ter um impacto nestes tipos de interações, indiretamente direta (houve a interação direta de aproximação, mas sem o aprofundamento da interação, no caso do exemplo que utilizei e portanto se consiste de abordagem indireta) e sem impacto, assim como também em tipos de interações de longo prazo e diretas.

Os fatores ambientais não se limitariam apenas a este tipo de percepção, visto que se estendem para todas as particularidades biológicas das espécies. Portanto, fatores ambientais não são um bioproduto social inerentemente presente apenas nas sociedades humanas. A diferença entre o impacto ambiental natural entre os humanos e o impacto ambiental natural em outras espécies, é a de que entre os humanos, desde que o ambiente começou a ser antropocenicamente modificado, o impacto do meio natural sobre a biologia humana, foi consistentemente reduzido.

No mais, como breve conclusão deste texto, ao contrário daquilo que ”deterministas genéticos” e ”ambientais” pensam, os fatores ambientais são a interação entre genes e ”ambientes” e quando nos referimos a ambientes antropomorfizados, a interação será principalmente entre genes e genes, ou seja, mediante a perspectiva do indivíduo, as suas predisposições genéticas e probabilidades posteriormente limitadas de respostas a estas interações, se relacionarão com as predisposições de outras pessoas, de maneira direta ou indireta, de impacto e sem impacto, de longo prazo a de curto prazo.

Desde a nossa aparência facial, nossa estrutura corpórea, até nossa inteligência (nossos perfis cognitivos) e nossas culturas neurológicas, todos estes agentes funcionarão como ”exércitos de interação”.

E uma muito provável explicação para a manutenção da desigualdade social nas sociedades humanas se dá justamente por causa de fatores ambientais de longo prazo e hierarquicamente influentes, baseados nas falsas premissas teóricas de inteligência que são secularmente entoadas pelas ”entidades estatais e particulares de educação”.

A causa mais fundamental da desigualdade humana e tudo aquilo que se relaciona  como inveja, aumento da criminalidade (extrapolação de predisposições genéticas a grupos de condicionamento reativo de curto prazo, o criminoso que prefere roubar aquele que produto que está desejando de imediato ao invés de trabalhar para ter dinheiro para comprá-lo) e competição desigual, é justamente a negação do conceito aristoteliano de felicidade, a ideia de ser e viver a natureza biológica e quando somos prensados para obedecer a critérios técnico-utilitários unilaterais, desprezando nossas reais predisposições cognitivas e psicológicas, é inevitável que não ocorra o desequilíbrio de realizações existenciais  bem como da formação de uma sociedade piramidal, desigual por natureza e por morfologia sócio-abstrata.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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