Arquivo de Tag | poesias

Alguns uivos cantantes…

Volta o tempo…

Volta por favor,
Volta um pouco, deixe-me lembrar de ti,
Deixe-me senti-lo novamente,
Volte, não precisa ficar, que fique a sensação, daquele tempo, volte já,
Não tem como retornar??
Todo dia, eu fico a me lembrar, é recorrente, os momentos são muitos, mas a vontade é a de sempre,
Relembrar, lamentos por sua implacável mudança,
Que culpa eu tenho, não quero esta desventurança de medi-lo,
Sensações, momentos, como que tudo é ruim e lento, quando o vivemos,
E como é doce e bucólico, quando lembramos,
Volte pra mim, quero sentir como não se houvesse o vento de partir,
Como se passado e presente estivessem aqui,
De ficar suspenso e não ressentir, que o passar do tempo me dói aqui,
Volte, por favor, só um pouquinho, por que não?

O ódio de instinto

Inflama o recinto, sinto na flor da pele, todo o meu corpo se contorce, a frustração de não poder reagir, a vontade sobre humana de agredir, de dissecar o lixo humano, de fazê-Lo agonizar até perder a Voz, o ato de praticar justiça, de limpar a sujeira, de conter o espectro da destruição, de segurar o furacão pelos cabelos, de chutar gente má pela barriga, de se alegrar ao ver o sangue escorrer livre, e abençoar o chão frio, de fazer com as próprias mãos, aquilo que abnegam por uma falsa razão, uma tolerância pelo errado, pelo mal encarnado, pelo corruptor desgarrado e pronto para atacar vítimas indefesas, a mente se esquenta e o coração aguenta, se enche de espinhos, se torna um mensageiro, o anjo guerreiro, que não é a negação metafísica da ação, mas uma harmonização abrupta, da força pela luz, pela luta e não de uma reza fajuta, de um mantra sem sentido, de um eterno esperar por uma justiça divina, não, deve-se agir agora, se o que vê é tão na cara, tão real, vê o mal ganhar e se sente no dever de reagir, de matar a maior de todas as doenças, a indiferença pela excrescência do humano abismal, deve haver o reagir, de salvar quem pode te fazer sorrir, não são os anjos que merecem morrer, mas se são fracos por demasia, é a sua vertente guerreira que deve assumir, o vento da morte anti natural deve ser contido, de preferência revertido e se consumir sem matar nenhum companheiro, de graça e virtude.

Coração pulsa n’alma

oh saudade me saúda, murmura meu amor de aquarela,

pinta forte, cores de querer,

n’alma uma nau sem destino, vagando bela e constante por águas de um martírio,
amar demais, querer se entregar ao sabor do toque e da leve dor,
sentir sem choque, este estranho pudor,
ruboriza-me a face e me faz fácil para sorrir,
sonho-me tonto e o transe enquanto eu existir,
pulo no lágo n’alma do coração do meu partir,
parto as cores do meu cheiro, do nosso entrelaçar,
sussuros de desespero de tanto amar.

Corpo frio, cabeça quente

Que a alma está viva, a lamentar por esta vida, a vive-la sob uma catártica alegria,
Que o corpo em espiral, torto e inútil, serve como a carcaça de um moribundo, que está suspenso em energia artificial,
Que minha mente é totalitária, parasita minha energia vital,
Uma criança mimada a gritar atenção,
Pulso gélido e angelical,
Vento cortante derruba o fraco calor do meu corpo,
Que se esquenta por poesias que o meu sol produz,
Numa constância e  nunca em um esperado frenesi,
Palavras inúteis para maioria, de formigas atômicas em suas tarefas coloquiais,
Essenciais para quem só tem quentura por suas formosas curvas existenciais,
Palavras suas, ou minhas,
O que importa é trabalhar,
Minhas asas estão em minha cabeça,
Meu vigor é indiferente aos músculos não esculpidos,
Está latente e sussurrando aos meus ouvidos,
O ato de tudo dar um toque de alegria em seu brilho,
E de julgar torpes sem sentido,
Mas disto eu preciso,
Porque basta-me o instinto,
Que a intuição eu ei de amar,
Ao natural, ao verdadeiro, corpo frio exposto ao Sol, cabeça quente mesmo na manhã mais fria,
Dia e noite, noite e dia,
A bailarina em seu pivô eterno, o tempo passa mas fica, se arrasta e modifica, acumula mil fantasias e realizações,

Realiza, reza a missa e eu rezo o meu terço de poesias.
Realiza, reza a missa e eu rezo o meu terço de poesias.

O estrábico olho da razão

Eu vejo sem ver,

eu vejo com os olhos que não existem,

eu vejo quando se somam estes dois que todos temos,

quando forço o centro da testa, tudo se atesta,

até o testamento sem cláusulas, a clausura da mente,

onde vive o anjo e a serpente,

ou onde depois da soma,

se transformam em razão ardente,

a paixão do auto conhecer,

mais narciso não há de ser,
Eu posso sentir minha mente,

e por isso que posso entendê-la, a empatia,
Que o escravo não se conhece,

ri de direitos e valoriza seus afazeres,

não tem paixão por si mesmo,

tem sentimentos confusos e rasos,

enfadonho são seus pensamentos,

infantis na seriedade, adultos em condicionamentos,

nasceu pra ser cavalgado,

triste é o cavalo que sente falta da sela e nada da vida interpela,

feliz aquele que crina o vento com ousadia, que rasga o Verde manto das florestas frias do Norte,

que orgulhoso, ama a si, seu porte,

poente é o Sol do Oriente,

mas a bússola nos engana para outra direção,

de pólo induzido a ser o próprio Centro,

alguns são escravos de seu brilho,

que cegos, se rendem porque não tem pavio,

outros são deuses de sua própria tormenta, não abaixa a cabeça, a aguenta,

porque usa a sua visão sem olhos, os olhos da razão,

o terceiro que divide a mente e que conquista montanhas de compreensão,

que não é um trem sem governo, é um novo mundo a girar na própria órbita, que sempre conversa consigo mesmo,

um debate pomposo de cavalheiros ou uma fanfarra de frases vulgares do pulgueiro,

o cortiço ou o salão,

porque este é o princípio da criação,

dualidade é um deus de sapiência e adoração.

O ciclo natural da Cultura

A Cultura não é apenas o hábito,
Mas também o seu produto,
É um ciclo natural que se alimenta pela repetição, pelo caminho das pedras, é o embaraço do mesmo novelo,
Que por hábito e biologia, se faz hereditária,
Que tudo aquilo que faz, é tudo aquilo que é,
Que expressa o que seus genes lhe sussurraram,
El sopro da vida, quando teu pergaminho ainda estava embrulhado,
Que certos hábitos podem fazê-lo singular,
Quer fumo ou bebida, quer uma doença que na natureza é sinônimo de morte,
Na humana teia pode ser sinônimo de vida, a mais vivida, a mais vívida, a mais amada e odiada,
Aquela que pode queimar ardente e se apagar muito cedo,
O precoce grito de desespero,
E de aceitação,
Aceitar que nossas identidades são emprestadas,
Que somos todos um único ser,
Que tudo, até a distância entre eu e voce, é vida,
Que vida, que energia, somos a eletricidade de mil presságios, somos anjos sem asa,
Somos o encanto do breve bocejar,
E partiremos ao coletivo profundo, quando trocarmos de pele,
Mas seremos únicos porque somos únicos padrões, dentre bilhões de velas que se sucedem e se apagam, nós somos e sempre seremos únicos,
Mesmo o mais singelo ser. Não estamos separados do Deus que nos acalenta em seu colo de estrelas, pois o somos, seus filhos por hereditariedade, seu circo mágico de pulgas,
Ainda continua sendo, não temos controle, mas podemos ascender nossa maturidade, podemos ser deuses nesta brevidade…

Palavras sem raiz…

Pode algum elemento não ter uma origem, pode algo nascer sem ter um progenitor, pode uma vida não ter tido um ”ovo”?? Pode uma palavra não ter significado?? Pode ela, por si mesma, ser o seu significado sem significado? Pode algo neste planeta ser totalmente livre de qualquer regra?? Pode a pedra fina rasgar o solo?? Pode a gravidade ser a irmã mais nova da gravidez, e não ser tão grave?
Rebobinia, curuchartil, megdolaslon, tipit, ilria, chxatla, topeejklç, kjkpççxwy…

O infinito reflexo da existencia

Luzes lançam-se loucas e irresponsáveis, pintando o quadro da realidade,

Fazem triangulos, quadrados, toda sorte de miragens,

Espelhamos a nós mesmos, tudo é um espelho, tudo é reflexo,

Tudo reflete, refletimos o universo que borbulha bilhões de existencias diversas,

bolhas de calor que nascem nesta atmosfera santa e suave,

Onde brota esta vida-verso, o espaço é menos condensado,

A liberdade da maçã sagrada,

que comemos para mexer nossos pés e braços,

para abraçar nossos semelhantes e envenenar nossos temores distantes,

Camadas de dureza que ao céu escuro cheio de estrelas, de histórias enérgicas,

esmaga qualquer respirar, mas que no calor que emana do núcleo da célula-Terra,

esquenta a frieza de um véu composto de mistérios e incertezas,

nossos dragões e monstros apavorantes, nossa condição de amante daquilo que somos,

e daquilo que não sabemos, amantes sádicos que amam a solidão de experimentar a morte,

mesmo sem saber no que isso realmente se consiste,

Coexistimos com um espelho de realidades e refletimos nosso bolor de vidas passadas,

de células muito antigas, da essencia de tudo aquilo que existe, de tudo aquilo que sabemos e tememos, ou esperamos,

Nós somos a origem,

Nossa morada atraiu vidas sufocadas pelo escuro manto da matéria,

Agora cá aqui estamos,

como estrelas vibrantes que se condensaram a riqueza deste solo,

do centro a superfície, nos tornamos.

Eu odeio a vida porque eu odeio a morte..

Mesmo o mais primordial, ainda há de se escolher.

Muros não existem pra serem escalados.

Existem pra dividir uma escolha da outra.

É um jogo voraz, tragicômico.

Que este Deus vá pro inferno, que seja pulverizado milhões de vezes, bilhões, que seja pisoteado, este ser supremo do deboche, esta divindade da dor.
Eu ODEIO a escolha, eu odeio encruzilhadas, porque eu amo e odeio a tudo.

Se o tudo pudesse ser conquistado, eu não mais odiaria as partes que lutam entre si por sua atenção e sacrifício ..

Mas então qual seria a graça da vida?!?

o sacrifício da provação,

por que devem existir espinhos,

quem foi que os colocou aí??

Inteligencia verbal pura ou abstrata versus conhecimentos gerais + vocabulário, o ”fator g” na vida real e o fenomeno dos humanos que cresceram sem convívio com outros de sua espécie

(((( que coisinhas lindas meu Deus)))) 

Pra que serve a comunicação social***

Para ser usada na sobrevivencia.

A inteligencia ”verbal”, apreciada a partir de uma perspectiva naturalista, funcionará principalmente a partir da comunicação oral e para encontrar padrões semanticos, vocabularizados ou não, a capacidade de se comunicar mas também de catalogar uma multitude de padrões e quanto maior e mais preciso ou útil forem estes padrões, mais desenvolvida será a capacidade de sobrevivencia, mas também de sobrevivenciabilidade, que se consiste no ato de manipular conscientemente as armas de defesa visando a auto conservação, diferente da própria sobrevivencia que não tem um conceito mais especializado ou que é mal compreendida, visto que boa parte dos animais se utilizam de sua cognição para sobreviver, ao passo que o ser humano pode usar a sua inteligencia, uma sofisticação da cognição como maneira de interagir com o seu meio. Capturamos padrões e nos comunicamos oralmente com as outras pessoas ou guardamos para nós, como informações que poderão ser úteis. .

A inteligencia verbal vocabularizada se diferencia da inteligencia verbal pura, que se consiste na capacidade de capturar, compreender e comunicar (ou não) um conjunto de informações que estão sendo retidas a partir da interação com o ambiente em que se encontra, de ou dando-lhe,  atribuindo-lhe um valor semantico, uma associação ou analogia. Por exemplo, quando falamos ou pensamos na palavra cachorro, a imagem ou a ideia de cachorro aparece em nossas mentes. O vocabulário é a simbolização de nossas percepções. Eh a fixação da autoconsciencia. Podemos saber que o ”cachorro” é um cachorro apenas por suas características, mas o vocábulo aparece como uma reafirmação de algo que é entendido por pura observação e comparação.

Existe aí claramente uma correlação entre tamanho do vocabulário com alta inteligencia verbal vocabularizada, mas que não será tão necessária para a inteligencia semantica ou inteligencia verbal pura.

Abstrações são padrões que foram capturados do mundo ”real” e manipulados a partir de dentro da mente, por meio da imaginação realista, ou que se consiste em uma realidade maior em comparação aquela que capturamos de imediato, que eu denominei de verdade objetiva, tudo aquilo que nossos olhos podem ver e reconhecer de imediato, a verdade simples. Estatísticas são um exemplo interessante e elucidativo para explicar como se dariam as abstrações, a amplificação sofisticada ou complexa da realidade que nos cerca. A matemática aparece aí como um componente muito importante, mas juntamente a ela, coexiste a capacidade de compreensão de padrões similares ou dissonantes, sem a necessidade de fazer contas para constatar a veracidade destes fatos, é fundamental. A memória guarda similaridades, diferenças e contradições. A matemática aparece como um componente, uma técnica que pode dar um tom mais empírico ou mais consistente aos padrões que capturamos, mas não é 100% necessária, especialmente se voce tiver uma memória verbal muito desenvolvida. A matemática é a técnica de mensuração e manipulação da matéria.

Portanto, quanto maior for o alcance para capturar, entender, reter e manipular padrões semanticos dentro do ambiente de interação, melhores serão as reações que visam mitigar os perigos, e maior será a inteligencia semantica (verbal) pura, que não exige a sofisticação ou mesmo a existencia do vocabulário. Este fator aparece como um componente capaz de melhorar esta capacidade de análise semantica, especialmente dentro dos contextos sociais humanos.

Um indivíduo poliglota ultra-esquerdista que realmente acredita na igualdade racial, é uma demonstração quanto a correlação não-causal entre inteligencia verbal semantica pura e a inteligencia linguística (que determinamos como ”inteligencia verbal”). A lógica não-matemática será a inteligencia ”verbal” pura ou semantica.

A semantica da sobrevivencia,

é a captura de essencias,

é a observação do por do sol e do canto dos pássaros,

é a associação frutífera, do veneno e da labuta,

das diferenças que não podem respirar igualdade absoluta,

da árvore que dá fruta e daquela que dá sombra,

é o valor que damos, o nome ou grunhido que cunhamos,

é a alegoria que internalizamos,

porque o dicionário real é o sentido, do tato a visão,

e a sobrevivencia, é a arte de entender,

imitar aquilo que sustenta a vida,

ou inventar aquilo que pode melhorá-la.

 

Captura e entendimento de padrões como o verdadeiro fator g, o fator modulador da inteligencia humana

 

O fator g foi definido como uma partícula estatística em comum que aparece em todos os testes de qi e que almeja indicar o seguinte

”Todos nós temos uma média de capacidade na execução de todas as tarefas cognitivas, desde dirigir um carro até fazer uma prova de matemática”.

Eu acredito que todos nós tenhamos mesmo uma capacidade média de captura de padrões, mas as médias costumam ser construções estatísticas, especialmente se for baseada em um conjunto estatístico discrepante, com muitas ondulações e outliers. Portanto, haverão médias-g e médias-g.

Os testes de qi enfatizam OU os psicometristas enfatizam a inteligencia geral nos testes de qi e relegam a amplitude cognitiva (forças e fraquezas) a um papel secundário, minoritário e potencialmente proto-patológico.

A inteligencia e portanto a vida não se resumem a testes de qi.

Como eu mostrei em um outro texto, o ponto fundamental da inteligencia não precisa ser ”medido” em testes cognitivos, pelo menos, não da maneira como tem sido, porque pode ser observado a olho nu, a capacidade de encontrar e de entender conscientemente os padrões que estão em constante interação. Este é o verdadeiro fator g, na minha opinião, a essencia funcional e cognitiva da inteligencia.

Eu não acredito que a média de inteligencia matemática dos taxistas ou dos caminheiros seja muito alta mais alta do que a dos próprios matemáticos. Pode ser que exista mesmo uma tendencia para sermos similarmente bons em todas as tarefas, mas para toda a regra, existirão exceções e exceção necessariamente não precisa indicar patologia.

 

Inteligencia e auto consciencia

O ultimato da inteligencia humana, a auto consciencia.

Vamos imaginar que voce tenha voltado no tempo, quando ainda era apenas um bebe recém nascido. Então, vamos pensar que seus pais resolveram fazer um experimento radical, anti-ético e de longo prazo com voce, colocando-o dentro de uma jaula para ser criado por macacos.

O que voce acha que aconteceria dentro de 10 anos**

Primeiramente, o óbvio, voce não desenvolveria qualquer linguagem remotamente humana e se comunicaria por sinais, grunhidos, enfim, linguagem não-verbal. Eh provável que tivesse dificuldade para ficar ereto, tal como um ser humano típico.

Mas e em relação a auto consciencia***

 

Será que os seres humanos  mais autoconscientes saberiam que não são parentes dos macacos por simples observação comparativa**

Eu acredito que sim, ainda que este entendimento não se baseasse em qualquer forma sofisticada de compreensão, pois se daria com base na simples comparação e na sensação interior, intrínseca, de individualidade, de ser ou estar a parte dos outros, independente de qual identidade biológica que estes outros tivessem. Eu posso estar errado e todos ou a imensa maioria dos seres humanos, se criados separados dos outros de sua espécie, passarão a se comportar exatamente como os animais não-humanos que tem convivido e a ideia de ”identidade comportamental humana” passaria a ser vista como uma ”construção social”.

 

Nós ”somos”…

Eu sou o universo que está aprisionado em meu breve corpo,

Eu sou a experiencia de algo maior, eu sou e tudo aquilo que vive também é,

Eu sou a essencia daquilo que paira no ar, que faz uma folha voar bailante até o solo,

Eu sou o vento errante que assopra a vida em minha armadura desmanchável, mesmo que tudo também esteja impregnado de sua divina glória, ,

Eu sou o raio que produziu a energia de uma primata auto-iludido, Eu sou os dois e sou tudo aquilo que me rodeia,

Eu sou o positivo e negativo, eu sou um baile de máscaras, de tristezas e de alegrias,

Eu estou a procura de um significado, mas ele está dentro de mim,

Eu quero a resposta para a origem da vida, de tudo, do todo, mas eu sei de minha eletricidade que atormenta o silencio misterioso,

Eu sou Deus a procura de Deus,

Eu sou o cachorro que morde o próprio rabo,

Eu sou a sincronicidade perturbada pela noite escura lá fora,

Eu sou o irmão legítimo das estrelas,

E eu sempre serei, porque enquanto vivo, eu também morto, aos braços de Deus, aos braços do vento de matéria que nos empurra para o infinito,

Pois minha ”caixa preta” nunca morre….

Carinho bestial

Meu amor de quatro patas, Minha gata, minha felina,
Linda em suas cores, pomposa em sua pose e elegância, minha filha do existir,
Que me entende tão bem mesmo sem me entender, que me ama mesmo sem saber o significado desta ação,
Teus olhos onde vive o mais aguerrido Verde, de teu carinho essencial, se tornou bestial, pra sempre,
Porque quem nunca se esquece, sempre agradece,
Amadurece em cada batalha perceptiva,
Acalenta meus anos de labuta, abraça-me e me ajuda a entender todo este caos,
Todo este mundo de escrúpulos inescrupulosos,
Que com sua sabedoria de puro instinto, ainda aquecido, adocique a minha matéria deliciosamente preguiçosa,
Que sejamos gatos e gratos em todas as outras vidas.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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