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A universalidade conceitual e prática da inteligência e a singularidade antropocêntrica da sabedoria

Todos os seres vivos são inteligentes!!!

A inteligência não é apenas humana, na verdade, nada daquilo que o ser humano ”aprisiona” em suas palavras é apenas pertencente a si, visto que se consiste na captura do fenômeno da existência do qual participa brilhante e deprimentemente. Mesmo, delinear o ser humano como se fosse separado do ”resto” não é o certo a se fazer, se somos a continuidade evolutiva de tudo aquilo que existe neste planeta e ”talvez” de todo o universo.

Como eu já expus certa vez, a inteligência é contextual, diversificada e complexa e esta panaceia de possibilidades conceituais é tamanha que inevitavelmente nos fará caminhar para o terreno pantanoso da relatividade niilista da realidade. Seria o lógico a se fazer se há tantos caminhos.

Mas se precisamos continuar no caminho da evolução então será necessário escolher novos meios para entender a inteligência singular humana, ainda que contínua a todas as outras, distinta e poderosa, a ponto de ser possível nos indagarmos sobre ”ela”, uma expansão sofisticado e poderosa da percepção.

E  também já falei, a sabedoria seria antônima à inteligência por ser una e objetiva em suas características. Não é contextual, não é diversificada e nem mesmo complexa, ainda que possa se sofisticar. A sabedoria é produto direto da singularidade mental humana ainda que não possa ser tratada como ”totalmente pertencente ao ser humano”, por também se consistir em uma manifestação fenomenológica, será muito mais íntima ao nosso espírito enquanto espécie do que a inteligência.

Estamos todos sofisticadamente inteligentes, mesmo o mais estúpido dos seres humanos. Mas poucos serão sábios ou humanamente inteligentes. E algumas nações ou coletividades humanas tem mostrado certo bafo de sabedoria em suas construções.

Portanto, esta se consiste em uma nova maneira de se investigar sobre o intelecto humano, ao dar ênfase à sabedoria do que necessariamente à própria inteligência por se consistir em um conceito universal ao passo que a primeira seria singular ou segregada ao nosso nível ou potencial de entendimento quanto à realidade/verdade.

Criatividade e sabedoria se resumem em pura capacidade perceptiva, as diferenças (novamente) entre inteligência cognitiva (conhecimentos específicos) e intelectual (gerais)

 

Percepção é a alma do negócio chamado conhecimento

 

No texto sobre a metáfora do Megazord para explicar a complementaridade da criatividade sobre a inteligência eu determinei que a primeira poderia ser entendida como uma peça e a segunda como o corpo do monstrengo de massinha que alegrou muitas infâncias. Neste texto ou melhor, 3 pequenos textos, eu tentarei mostrar que:

  • criatividade e sabedoria se caracterizam essencialmente pela capacidade perceptiva, divergente e convergente
  • que isso indica estilos cognitivos diferentes (e mostrarei que estilos cognitivos não são a mesma coisa que perfis)
  • e que a inteligência (personalidade+cognição), que pode ser dividida entre inteligência intelectual e cognitiva,  também pode exibir diferenças quanto às suas reverberações acumulativas de conhecimento…

Criatividade e sabedoria, percepção divergente e convergente

 

Para aprender, precisamos sentir na pele, isto é, experimentar, ou então observar. Na verdade, mesmo quando experimentamos antes de observar, é necessário fazer análises críticas em relação à experiência que vivenciamos. Os mais intelectualmente capazes tenderão a observar antes de aprender na marra, se é que a experiência de fato possa ser considerada como um forte preditivo causal para o aprendizado. No mais, os mais prováveis de aprenderem com os seus erros, com a experiência pura e simplesmente, isto é, destituída de certo e errado (observação e não julgamento), ou por meio de observações quanto aos padrões que estão a se suceder, se repetir com certa frequência e com certa coerência construtiva, tenderão a ser de sábios genotípicos, que eu já determinei como aqueles que não necessitam do acúmulo de experiências, redução drástica de um novo horizonte de novas vivências e do papel dos hormônios, isto é, a velhice, para se ”tornarem” ricos em sabedoria. A maturidade mental aparece cedo na vida destas pessoas enquanto que virá tarde na vida de boa parte dos seres humanos.

Criatividade conceitualmente lógica e/ou precisa, se consiste na capacidade de capturar percepções remotamente relacionadas ou divergentes ao contexto explicitamente lógico. A criatividade se baseia na lógica intuitiva, isto é, na extrapolação radical ou contínua porém ponderada dos pressupostos que já estão dentro do arcabouço acumulado de conhecimentos da humanidade. A criatividade é a percepção daquilo que não está explicitamente perceptível.

A sabedoria, especialmente em sua dimensão cognitiva, se caracterizaria pela capacidade de capturar e internalizar percepções convergentes, isto é, que estão mais explícitas e menos contextualmente divergentes e de acessá-las em momentos oportunos visando com isso evitar o cometimento dos mesmos erros do passado ou de se antecipar a eles, se a percepção internalizada não ter se dado com base em experiência mas em observação de padrões lógicos, isto é, não precisou experimentar visto que compreendeu antes de precisar passar por isso.

A inteligência do trabalhador, semi-escravo ou humano domesticado,  que se consistiria basicamente apenas nos atributos cognitivos, destituídos de uma grande expressão da inteligência em sua total funcionalidade e talvez, em sua funcionalidade mais caracteristicamente humana, se faz com base na inexistência da percepção ou ao menos do desprezo pela necessidade de acessá-la, se um bom trabalhador trabalha, ao invés de questionar.

Estilos cognitivos entre a inteligência (predominantemente) intelectual e inteligência (predominantemente) cognitiva

Perfis cognitivos desejam indicar a construção semântico-abstrata (isto é, que não é organicamente literalizada) de um tipo de personalidade em relação a um determinado tipo de cognição. Eles, basicamente, se constituiriam no meu novo conceito sucinto e pedante para inteligência. No entanto, para que possa ser determinado como ”inteligência”, existe a real necessidade de se analisar ou determinar a que grau de eficiência funcional esta interação (cognição + personalidade) se dará.

Estilos cognitivos por sua vez se caracterizariam pela expressão funcional, isto é, aquilo que o perfil reverbera enquanto um agente de ações reais e multifacetadas que compõe nossas realidades pessoais. O perfil portanto é uma composição meramente conceitual enquanto que o estilo é a tendência e expressão de comportamento cognitivo desta composição.

 

Conhecimentos gerais e inteligência intelectual

 

Aqueles que são bons em adquirir conhecimentos gerais tenderão a ser mais criativos do que aqueles que forem melhores para adquirir conhecimentos mais específicos. A explicação lógica de correlação entre criatividade e conhecimentos gerais se daria por causa da incubação criativa, isto é, o período de internalização de curto a longo prazo de percepções variadas para a posterior composição de novas ideias ou associações. Portanto a captura mais diversificada de percepções se consiste na matéria prima para o pensamento divergente, especialmente no que diz respeito à criação de ideias conceitualmente novas ou mesmo a emersão de associações implícitas ou que ainda não haviam sido pensadas.

São prováveis tendências hipotéticas, mas talvez o que mais importe para a incubação caracteristicamente criativa não seja exatamente o potencial intrínseco para a aquisição de conhecimentos gerais, mas a capacidade de associar ideias contextual-explicitamente ilógicas, independente da envergadura da diversidade potencial de conhecimentos adquiridos. Isso sem falar que conhecimentos e percepções não são exatamente a mesma coisa. Portanto, podemos ter polímatas que terão pobreza quantitativa e qualitativa de percepções (matéria prima essencial para a criatividade) assim como também tipos cognitivamente super-específicos como muitos autistas e que terão grande qualidade ecleticamente quantitativa de percepções, isto é, encontrar ”assunto” mesmo em uma cabeça de alfinete. Muitas e talvez, na maioria das vezes, será justamente aquilo que a maioria define como irrelevante que será mais percebido por mentes genuinamente criativas.

 

Conhecimentos específicos e inteligência cognitiva

 

Os cognitivamente inteligentes tenderão a ser de mantenedores técnicos, isto é, bons para usar a cognição na memorização de atividades que são requeridas pelo sistema. Isso exige especialização cognitiva e para muitos casos, haverá uma forte correlação entre o tipo de trabalho que executa e o perfil/estilo cognitivo. Quanto menos pessoalmente específico for o trabalho, mais provável de ser diverso em  relação às pessoas que estarão empregadas nele. Alguns trabalhos reverberarão parte essencial da cognição ‘e” personalidade  das pessoas, enquanto que outros serão mais generalistas nesta correlação.

No mais, pode-se dizer que enquanto que aqueles ”com cultura” ou ”conhecimentos gerais”, serão mais propensos a

  • entender o contexto
  •  a serem anti-sociais, especialmente em termos de maquiavelismo

… aqueles com maior predisposição para uma compilação acumulativa mais homogênea ou conhecimentos mais específicos serão mais propensos a

– não entender o contexto

– não serem anti-sociais clássicos ou maquiavélicos

 

Criativos tendem a compilar  as essências conceituais mais hierarquicamente fundamentais das ideias para que possam construir novas sem maior aprofundamento. E a tendência para terem memórias incomuns e diversificadas, não apenas em relação àquilo que coletam subconscientemente mas também em relação àquilo que se esquecem ou interpretam de maneira equivocada,  contribuirá para esta predisposição mais arraigada  na compilação heterogênea de percepções e conhecimentos ou conhecimentos gerais.

Saber um pouco de tudo

‘ou” (aspas parcial que deseja indicar relativa relatividade, 😉 )

aplicar a sabedoria em tudo, tal como eu tenho feito (e acredito que muitos sábios também o façam) e tentar entender o mundo a partir deste prisma de observação.

 

A velocidade do pensamento, o natural e o esforço

O pensamento mais orgânico e rápido de nossas mentes se chama intuição. de tão veloz, muitos os chamam de inconsciente ou inspiração. mas se esquecem que sua velocidade é de perder o fôlego, de tão rápido, não podemos perceber. o esforço foi feito antes de se conseguir nota-lo. pensamentos naturais brotam de nossa personalidade e de nossa cognição. não tem como para-los, vem do instinto. são reações que expressam nosso pensar, nosso bem ou mal estar. em alguns pensantes, quando há febre, as ideias nascem sem parar e as regurgita em versos únicos ou ensaios de estudar profundo, todo o fenômeno a rodear.
alguns pensamentos podem ser seguidos, pode-se senti-los, do nascimento ao parto, nosso útero cerebral. o pensamento consciente e esforçado se baseia no preparo, para melhorar. onde se antecipa à naturalidade, porque se fazem intervenções. antes de nascer quente, em convecção, se manipula, oh indigente, e se produz um castiçal, um produto. educar para memorizar. especializa-se visando no trabalho que irá encapsula-lo. nada disso é criativo, nem sábio. é cognição sendo dada, para plantations  a sustenta-la, chamado civilização. decorar é a nova lição, estéril em esplendor, repetitiva em sua ação. são correntes de uma grande engrenagem. a antitese da naturalidade intuitiva é o esforço em vão, é tentar ultrapassar fronteiras da própria razão, é ter esperança que a decepção é só um mal necessário enquanto que é o fim inicial, tentá-lo é desafiar os mais primordiais principios da criação, a inteligência. talentos podem brotar, mas somos únicos e ainda cabemos em subgrupos. se não pode aceitar isso,me desculpe, mas mude de profissão, se estiver em algum campo onde que se sabe por sapiencia que  este espectro, entre o natural e o esforçado, é um fato consumado, baseado em perceções de pensamento abstrato e de concreto.

Por que a ”doença mental” persiste entre os seres humanos**

Porque a grande maioria é composta por doentes mentais tecnicamente funcionais…

Se voce (”ainda”) acredita nessas fantasias, então desculpe mas é provável que tenha algum deficit de percepção lógico-racional, semelhante a de um esquizofrenico típico e portanto se consistir em um ”doente mental”.

Voce está doida pra ter um casaco de pele ”liiiiiiindo”’ destes pra poder fazer inveja nas inimiga e mandar beijinho no ombro** Mas e os animais que são caçados e assasinados para alimentar a sua estupidez tipicamente feminina*** Se voce respondeu afobada e vergonhosamente que sim, que está doidinha pra ter em mãos (e costas) estes belos casacos, então me desculpe mas é provável que tenha algum déficit de percepção empática e seja como uma prima de quarto grau de um psicopata, ou seja uma doente mental. Ou uma avoada que não sabe fazer contas simples. De um jeito ou de outro, voce estará errada e com probleminha na cabeça ok**

Voce já viu uma cena dessas ou similar e nunca fez nada para acabar com a briga ou pior, até achou graça em um marmanjo sádico fazendo maldades com um garoto magro e de óculos** Então filhote, eu acredito de boa fé que exista algo de errado com voce, especialmente se tentar dar qualquer justificativa quanto as suas atitudes do ”passado”.

Tu pensas que guerras são de alguma maneira justificáveis** (sim, eu tenho batido muito nesta tecla, mas por que será**). Novamente, tem algo de psycho que eu estou percebendo em ti… não me leve a mal.

Voce acha mesmo que não existem diferenças entre as raças humanas** Ok, de o nome que voce quiser a elas, raças, grupos, sindicatos bio-locais, não interessa… voce deve estar percebendo que as moças acima não são iguais não é** Pois me perdoe, porque se voce pensa que sim, que raça é ”apenas cor da pele”, eu sinto lhe informar que está ou é meio biruta!! Uma ou um doente mental, não tenho dúvidas!!

E assim por diante….

Quantas pessoas do seu meio social que voce conhece que tem algum tipo de senso lógico sobre o mundo, que pode ver algo e inferir alguma observação racional sobre aquilo, que pode capturar a imagem maior, aquilo que realmente importa, que é objetiva, mas que não é super rídiga nesta objetividade, que está sempre se policiando em seu comportamento mais irracional ou instintivo e busca sempre solucionar os problemas que aparecem no seu caminho, que prefere as virtudes da essencia do que as superficialidades da aparencia, que não se importa com regras sociais subjetivas e dá enfase naquilo que é correto, harmonioso, enriquecedor, que não é rendida por seu excesso de bondade e que portanto sabe ser justa também para tudo aquilo que está irrevogavelmente errado, que sabe ou aprende a separar o literal do abstrato…**

Quantas pessoas, com ou sem alguma instabilidade emocional, com ou sem alguma personalidade extrema, com ou sem alguma melanina, com ou sem alguns pontos a mais em qi, que voce conhece que não são doentes mentais tecnicamente funcionais***

BM, o brasileiro médio e sua canastrice sem fim

A ”família tradicional brasileira” (e especialmente a ”carioca”), tem dificuldade de se situar

O panamericano de 2007 foi palco de um dos eventos mais vergonhosos da história da ginástica artística. Isso se deu por causa das constantes vaias direcionadas as atletas estrangeiras. Esperar-se-á meu caro leitor, que em um esporte extremamente individual e perfeccionista como é a ginástica artística, a plateia evitará torcer contra a(o)s ginastas que não gostam ou que são de outros países, enfim, que evitará torcer tal como se faz no futebol ou no volei.

Só que…

… o brasileiro médio ”parece” ter um déficit de capacidade de percepção porque não existe outra explicação para dar em relação a esta histórica tragicomédia que fez muito tupiniquim decentemente inteligente sentir vergonha de ‘sua’ nacionalidade.

Então, eu, como o bom samaritano que sou, resolvi comentar sobre este acontecido em um vídeo no youtube, recentemente. O resultado foi que uma BM, uma brasileira média (”de” qi 87 e extrovertida), resolveu me afrontar, me acusando de ser chato. O meu comentário não foi nada demais, não xinguei ninguém, não dancei um tango com o politicamente incorreto (até então), nada… Mas a topeira achou que sim, que o simples fato de pensar diferente dela, já foi o suficiente para que postasse o seu comentário inútil, do tipo que troca o CH pelo X na palavra chato. Algum neuronio a vista**

Além da ousadia de uma inconsequente lunática, do Xato, ela ainda postou a frase em letras maiúsculas, o tal caps lock.

Eu tive de me rebaixar e o resultado foi ainda mais aterrador visto que a miss demencia ainda me xingou de outros impropérios e me ameaçou de processo por ”racismo”, claro porque eu também não deixei barato.

O mundo da ”igualdade” abstrata, formentada pela elite de mattoides esquerdistas, funciona exatamente desta maneira. Os psicopatas manipulam a narrativa da opinião pública, leia-se, das massas naturalmente zumbis e as fazem atacar qualquer dissidente. O povo, que geralmente é burro, depreda a sua própria liberdade de pensar. E esta lavagem cerebral (que eu já falei que necessita de predisposições para que possa ser bem sucedida) parece ter um efeito fantástico em relação aqueles de menor capacidade intelectual. Eu não vou precisar voltar ao exemplo do clássico ‘‘A revolução dos bichos” de George Orwell.

Eu já comentei que debates reais não existem ou que são muito raros (não confundir com discussões). O debate se consistiria em uma pluralidade de opiniões, ideias, teses… mas o que geralmente acontece é justamente o contrário, pois não existe uma pluralidade de ideias a serem ”debatidas”, mas uma pluralidade de pontos de vista de um mesmo conjunto de ideias. Não se discute racismo com base em psicologia, sociologia, história, biologia, política, sob os seus mais diversos aspectos e pontos de vista, quase todos eles que estarão mais ou menos certos ou errados. Se discute racismo com base nos pontos de vista da esquerda política e portanto não existe uma pluralidade de ideias, de todos os lados. Se não existem debates então não existe democracia em sua plenitude. Mas acalmem-se porque as palavras podem ser manipuladas e a democracia em seu aspecto negativo pode ser tranquilamente comprovada em nossos cotidianos.

A democracia existe apenas como uma ferramenta de manipulação da opinião pública, onde que prevalecerá o consenso público, formado por nauseantes repetições da narrativa dominante. As pessoas não internalizam aquilo que é indubitavelmente certo e errado, porque se todos pudessem faze-lo, então a maioria dos governos corruptos e injustos cairiam por terra. Elas apenas internalizam as ordens dos seus superiores. Eh um adestramento constante do homem-animal e voce está dentro deste sanatório.

Eu tenho batido nesta tecla diversas vezes aqui sobre a necessidade de internalizarmos a percepção como uma das mais importantes características da inteligencia, e não apenas dos seres humanos. E tenho dado alguns exemplos sobre como que a incapacidade perceptiva pode ser decisiva em nosso cotidiano, para o bem e para o mal.

Ao nos imaginarmos hipoteticamente dentro de um estádio e nos vermos sentados na arquibancada assistindo as apresentações de atletas em um esporte individual e perfeccionista, nossas percepções se adaptariam a esta realidade, ao reduzir o volume da voz, torcer mais polidamente, mas principalmente, evitar torcer contra os atletas de outros países.

Em condições ideiais de interação ”homem e ambiente”, nós esperaríamos que esta adaptação acontecesse. Mas vejam só que o público brasileiro comprovou que o que parece racionalmente impossível pode ser possível de acontecer.

Não é apenas percepção, também é empatia. Ainda ”temos” de dar ”graças a Deus” pelo fato deste lamentável acontecido ter se dado no panamericano, que não é lá um evento de porte supra-internacional. E se fosse em um campeonato mundial** A olimPIADA está aí…

O brasileiro médio que ataca o ator americano de Hollywood por dizer certas verdades sobre o país, é o mesmo que tem dificuldade de se situar ou se adaptar as intempéries ambientais. Educação, polidez, comedimento, em eventos como os da ginástica artística…

…ou mesmo, o famoso ”jogar lixo no lixo”

Outro exemplo espetacular para demonstrar o quão ”superiores” são os brasileiros médios em ”empatia” e ”hospitalidade”.

Eh o costume comentar sobre as enormes diferenças de temperamento que existem entre brasileiros (médios, especialmente) e japoneses. Certa vez eu vi em um programa de televisão, esta mesma observação, proferida por um bailarino do Cirque du Soleil, sobre a polidez perfeita do público japones diante de suas fantásticas estripulias circenses de altíssimo nível, em comparação a ”alegria” ”exuberante” do público brasileiro. Claro que o público que tem dinheiro pra assistir a uma noite de apresentações do circo mais badalado do mundo, deve pertencer as classes mais abastadas do país, especialmente em um país de capitalismo selvagem como é o Brasil.

Durante a Copa do Mundo no Brasil, que alguns dizem ter sido ”A copa das copas”, os torcedores japoneses humilharam o ridículo orgulho nacional em relação a suposta empatia e consequente hospitalidade coletiva do brasileiro, ao mostrarem como se portar, jogando o lixo que produziram, no lixo, o básico do básico da educação comportamental.

Os jogadores loiros da Alemanha (que ”alguns” esquerdopatas gostam de chamar de nazistas) também demonstraram ”como é que as pessoas decentes agem” em contraste ao show de egos (egoísmo) e dinheiro a perder de vista que se configura a ”seleção nacional” de futebol.

Não é a toa que alemães e japoneses se parecem tanto.

Mas quem pensa que o BM se consista apenas naquele tipo bem mediano, bem conhecido e demograficamente predominante, se engana, porque muitos daqueles que acusam os outros de serem BM, também o são, até mesmo uns gringos recém nacionalizados.

O termo BM foi originado pelos blogueiros do Desfavor, um site interessante, com um bom nível de inteligencia e que geralmente não será visitado pelo típico brasileiro médio. No entanto, o blogue ou site (eu realmente não sei muito bem qual seria a diferença entre os dois), não é tão superior em sua erudição intelectual como eles pensam, porque ”politicamento correto” e ”politicamente incorreto”, tambem terão lugar.

E eu comprovei ”pessoalmente” esta não-tão-superior-superioridade dos ”desfavorianos” em relação ao espécime que catalogaram, ao me atrever (eu sempre me atrevo) a expor opiniões que são escandalosamente dissonantes daquelas que reinam naquele recinto. O resultado foi…

bem, foi deles agirem exatamente como  BM’s, que a maioria deles são, ao caluniarem o sábio que vos escreve mesmo quando pedi parcimonia, respeito e que refutassem apenas os pontos.

A canastrice do BM, o brasileiro médio, não tem fim e não tem preconceito de classe cognitiva, nem de nacionalidade. Basta vestir a camisa verde amarela sem um pingo de real racionalidade (que tem de ser holística), empatia, filosofia (a técnica da harmonia) e caráter para agir exatamente como o ser lunático que não é capaz de entender o mundo tal como ele é e principiar por esse realismo extremamente necessário.

Mais uma compilação de ideias…

O excesso de ideias continua a me afetar e por isso vou continuar a regurgitá-las verbalmente por meio deste combo de pensamentos, ao invés de textos individuais, mas nem todos, alguns assuntos merecem destaque… Não que estas ideias não sejam merecedoras de destaque, mas ou eu faço isso ou vou perde-las mais cedo ou mais tarde.

1- O gênio científico não é necessariamente criativo, pois tenderá a ser perceptivo. As diferenças entre percepção e criatividade e a interação entre as duas.

Darwin foi criativo***

Sua obra foi um monumento científico de tez criativa, mas o mais provável é que não ou que ele foi do tipo descontínuo ( o tipo que geralmente tem poucas ideias e as trabalha melhor, especialmente ao nível Darwin de qualidade). Darwin foi mais perceptivo do que criativo. Percepção e criatividade se complementam mas não são a mesma coisa. A criatividade não-recreativa seria como a extrapolação perceptiva, encontrar OU fazer novas associações de ideias, padrões nas mais diversas áreas. A criatividade neste aspecto, em seu aspecto mais conceitualmente puro, poderia ser entendida como uma expansão da percepção, uma capacidade melhorada desta mesma função.

A percepção interage com a criatividade no sentido de funcionar como matéria prima para o seu desenvolvimento, pois sem a observação e captura de padrões interessantes, incomuns ou potencialmente revolucionários, não haverá terreno para se desenvolver a criatividade, mas geralmente a criatividade não sucederá a percepção inicial, pois o processo se fará em conjunto, no mesmo espaço e lugar.

 

2- Cultura com estrutura ( pseudo religiões), Cultura sem estrutura ( movimento hippie).

 

Sem um núcleo de alimentação transcendental, a cultura morrerá. Será como o cometa que passa rente a atmosfera de um planeta e não como um satélite que faz parte dele.

 

3- Se não existe o livre arbítrio… Então é necessário inventa-lo ou ao menos a livre reflexão.

 

A cultura do livre arbítrio é a cultura da genialidade, da criatividade, da inteligencia. Eh a possibilidade de amplificação de nossa capacidade por meio da educação objetiva.

 

4- A metáfora da vida por meio de uma peça de teatro. Os atores, os diretores, a plateia e os autores ( escritores).

 

A maioria seria como os atores que são manipulados pelos diretores que por sua vez, se utilizam de peças de escritores ou autores (e algumas vezes, deles mesmos).

Mas e a plateia**

Seriam nossos mortos**

5- A raridade do bissexual. Analogia com ambidestria. Homossexual puro, homossexual fluido, bissexual, heterossexual fluido ou misto e o heterossexual puro.

 

A maior parte dos auto-declarados bissexuais serão na verdade de hétero ou homo misto ou fluído. O bissexual puro ou por excelencia é tão raro quanto o ambidestro.

 

6- Homofobia?? Não, homoaversao!

 

Mesmo que seja verdade que existam ”homofóbicos”, a maior parte daqueles que são denominados assim pela mídia, são na verdade de homoaversos. Aversão não é o mesmo que fobia.

 

7- O mundo é feito por enérgicos e não necessariamente por inteligentes ou sábios.

 

O fenomeno hbd, dentre outros tipos…. os comunicadores cheios de energia geralmente o fazem movidos por narcisismo ou por boas intenções. No entanto, sem a inteligencia certa, o máximo que farão será a sofisticação dos problemas que já existem.

 

8- A degeneração do homossexual no mundo moderno e não o homossexual como a degeneração per si.

Eu tenho a impressão de que em um passado ”dentro-do-armário”, os homossexuais se comportavam melhor e também havia alguma espécie de seleção entre eles do que hoje em dia, em que virou moda ser ”sexualmente curioso”.

A degeneração da modernidade não tem como um dos tótens principais de expressão a homossexualidade, mas na construção de um contexto sexualmente livre onde que a mesma aparecerá naturalmente como uma possibilidade.

A degeneração dos próprios homossexuais parece se dar por diversos fatores, dentre eles a popularização deste fenomeno comportamental e posterior vulgarização. O homossexual médio dos tempos ”modernos” é ainda mais sexualmente viciado e agressivo ao passo que, na minha opinião, o homossexual médio do tempo de nossos bisavós parecia ser mais discreto e menos animalesco em seu comportamento.

 

9- O que vem primeiro, o comportamento ou a seleção? O exemplo judeu. Vc é o que vc faz.

 

Parece que existem estágios de seleção (natural, sexual ou antropomórfica). O primeiro estágio é o da própria seleção com base em enfatizações coletivas anteriores (selecionar os mais bonzinhos, os mais espertos, os mais sábios ou os mais altos…). O segundo estágio seria o da prática do resultado desta seleção, a colheita, como quando uma espécie atinge o seu optimum evolutivo.  O terceiro estágio seria o da competição, como quando outras espécies igualmente completas em sua trajetória evolutiva, passam a disputar o mesmo espaço e ou os mesmos alimentos. O quarto estágio seria o da sobrevivencia coletiva, como quando a competição entre as espécies atinge o seu nível mais perigoso e potencial para a extinção ou ao menos para a redução demográfica.

Os judeus são ou parecem ser um exemplo interessante a ser demonstrado. Quando os judeus já estavam trabalhando como mercadores e atravessadores em suas regiões tradicionais de moradia, isso nos parece indicar que eles haviam passado pela fase instável de seleção, a seleção per si, quando os descontentes são expulsos ou saem por vontade própria do grupo e ou os tipos mais condizentes com a proposta de grupo são selecionados. Se voce é aquilo que voce faz, então o judeu mercador, atravessador ou conselheiro real, já é o resultado, o produto de estágios anteriores e não alguém em provação.

No entanto, tais estágios sugeridos parecem se manifestar em diferentes níveis no mesmo espaço e no mesmo tempo. Portanto, os tipos mais condizentes com a proposta cultural de uma coletividade, que serão aqueles de optimum evolutivo, conviverão com aqueles que ainda estão passando pelo processo assim como também em relação aqueles que estão tentando sobreviver. E se o sobreviver vier antes do viver, então isso significa que estará em maior stress do que aquele que ”vive” ”apenas”.

 

10- Hipótese para o aparecimento da pele clara. Mutação para o albinismo parcial recessivo ao invés de adaptação ao ambiente.

 

A explicação habitual para a variação de um traço dentro de uma espécie se dá com base na ”adaptação” as demandas do ambiente. Portanto, para explicar a variação na cor da pele das populações humanas, prioriza-se a ideia de que quando os seres humanos chegaram nas regiões de clima frio, o seu corpo foi ”lamarckiamente” se adaptando as condições. Outra explicação, menos fantasiosa, nos diz que houve uma seleção para aqueles de pele mais clara. Mas como pode ser possível que a pele clara e especialmente a pele praticamente albina de muitos milhões de norte europeus, pode ter sido selecionada se os primeiros caucasianos sequer tinham pele clara*** A explicação mais recente para a pele clara dos europeus assim como também dos leste asiáticos, é a de que os neandertais lhes legaram os genes para esbranquiçá-la. Como, quando e por que certos grupos de neandertais se tornaram mais claros** Mas como tudo isso pode ser possível, se nos dizem que a variação de um traço tende a se dar sem qualquer grande razão, apenas porque varia* A resposta para o enigma variedade, por agora, é por ele mesmo, varia porque varia, ora pois.

A pele clara, especialmente dos caucasianos europeus e principalmente dos norte europeus, segundo esta minha hipótese, se deu por causa de uma constancia de combinações genéticas ao longo da pré história  que resultou na redução da produção da melanina e que estes genes são parentes distantes dos mesmos genes que produzem o fenótipo albino em humanos. Em resumo, se consiste em uma mutação heterozigota dos mesmos genes que causam albinismo.

Não houve adaptação lamarckiana, não houve seleção específica no início deste evento (a fundação da raça caucasiana). O produto destas combinações genéticas (via miscigenação racial com neandertais* extermínios ou genocídios, doenças, etc) foi o aparecimento de uma maior variedade na cor da pele, não necessariamente aquela como conhecemos hoje em dia. E ao longo do tempo, a contínua seleção das pessoas com estes genes para pele mais clara resultou na transmissão generalizada destes fenótipos para toda população ou com base na seleção negativa, isto é, com base na eliminação dos grupos mais atávicos.  Existem grandes chances de estar errado** Sim…

 

11- A teoria do patógeno judeu pra explicar o aumento da inteligência ou astúcia desta população.

 

Uma ”infecção” seria a responsável pela homossexualidade, leia-se, masculina e exclusiva. No entanto, a manifestação heterozigota da Doença de Gaucher em pacientes judeus seria apenas ”a evolução fazendo o seu papel”. Manipulação ao estilo kosher, a gente ve por aqui!!

e como um adendo muito importante para este assunto

 

11.1- Evolução como doença & adaptação por heterozigose.

 

Diferentes ambientes podem ter diferentes tipos e quantidades de patógenos ou microrganismos. Ambientes quentes apresentariam microrganismos ”agressivos” enquanto que ambientes frios teriam menos microrganismos ou que seriam menos agressivos. Inteligência e criatividade evoluíram por heterozigose e seleção, tal como a anemia falciforme.

Os mais altos níveis de capacidade cognitiva, intelectual e criativa, é muito provável de serem versões heterozigotas de doenças ou anomalias do sistema corpo-mente tal como a Anemia falciforme ou a Doença de Gaucher. Mas como são

complexas

e

estão sob forte seleção, especialmente a inteligencia

… então serão menos prováveis de serem encontradas conjuntamente com as suas versões homozigotas.

Eu já sugeri que as personalidades extremas sejam como fenótipos-estirão que se relacionam com o guarda-chuvas ”inteligencia” e que em combinação com alto perfil cognitivo, podem produzir grande capacidade, ao nível de genio.

A metáfora da camisa de força como a consciencia primária. Eu não posso sair do meu corpo sabia** E voce**

12- Níveis de consciência: níveis de cognição e inteligência.

1- consciência corporal primária: ‘auto’ reconhecimento do aprisionamento dentro do corpo. Cognição puramente ativa. Nano-consciencia.

2- consciência corporal secundária: auto reconhecimento do aprisionamento do corpo, sensação ampliada de consciência. Cognição predominantemente ativa (pode sentir a reação mas não pode agir).

3- instinto: o limiar da cognição consciente ou inteligência. Reação instintiva , ativa ou reativa. (pode reagir complexamente a sensação ou reagir).

4- cognição instintiva: reação instintiva ou reativa com  lampejos de auto consciência.

5- cognição auto consciente: reação instintiva + reflexiva, condição humana.

6- auto consciência: reação reflexiva ( reação instintiva em câmera lenta ). Capacidade de se adaptar, criatividade prática ou adaptabilidade. Consciência sobre a seleção natural, sexual ou de qualquer outro tipo, consciência corporal ampliada por empatia genuína, internalização de padrões ou sistemas e busca pela harmonia, princípio da auto conservação estendida ao ambiente.

A consciencia primária sabe apenas de si mesmo e de maneira extremamente simples enquanto que a auto consciencia não sabe apenas de si mesmo, de maneira complexa, mas também constrói um sistema de fatos ou verdades com base na amplitude de reconhecimento ou consciencia. Sabe de si, complexamente, dos tipos iguais, inferiores e sabe complexamente do ambiente.

 

13- Seleção sem evolução ou por conservação.

 

água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.

 

Quanto mais intensa for a seleção para determinado conjunto de traços ou fenótipo, mais fixo ele se tornará e mais divergente se tornará.

 

Seleção sem uma enfase unilateral, será mais por conservação do que por evolução.

Decepção Hbd final

Um Adeus cheio de ódio aos neoconservadores sionistas, arrogantes, psicopáticos, classicistas e idiotas que compõe a maioria deste antro de desinformação sofisticada e de pedantismo intelectual gritante em triste e morosa combinação com uma incapacidade de acessar a sabedoria, que na minha opinião, parece muito fácil de se fazer…

Pessoas estúpidas não sabem que são estúpidas, especialmente se forem quantitativamente inteligentes.

Acho que desde quando comecei a usar a internet , mais ou menos no ano de 2008, que passei a seguir os blogues da ”comunidade” ”hbd” (sic!! apenas em 2015 que Hbd Chick resolveu escrever que ”o hbd não é apenas qi”, um pouco tarde pra fazer isso não**). Hbd Chick parece ser a porta-voz do grupo ao persuadir femininamente que apesar de todas as aparencias e evidencias, a comunidade Hbd não é política e portanto não é conservadora… Poupe-me. Quem ela quer enganar**

Infelizmente eu devo ser um dos raros espécimes humanos que está neste exato momento escrevendo um blogue que não fala sobre o mundo mediante uma única perspectiva unilateral, mas que tenta entender, reconciliar e propor um modelo de mundo, baseado na simplicidade e na elegante sabedoria como ferramentas essenciais de convivencia, bem estar e progresso.

Não, eu não caio na suposta neutralidade da natureza política desta comunidade se para cada 10 blogueiros, 9 são conservadores, 7 são neoconservadores, a metástase sofisticada e mais perigosa do conservadorismo psicopático, um mister Burns com esteroides.

Assim como acontece com qualquer outro blogue conservador, fala-se mal daqueles que não são ”amigos dos amigos”, demonizando-os, desumanizando-os por meio de generalizações grosseiras de gente que não sabe o que está dizendo, escreve por ódio e por um sadismo descompromissado e fala-se bem daqueles que ”fazem parte do grupo”. Parece fácil entender o porque de muitos homossexuais se aliarem a ala mais a esquerda do espectro político. Porque em quase todas as religiões, especialmente as monoteístas, eles são retratados como aberrações*** Será que é por causa disso** Eu ”não sei”. Pessoas verdadeiramente inteligentes são perceptivas e usam a sua percepção aguçada para solucionar problemas e como consequencia para harmonizar. São filósofos natos.

A maioria dos blogueiros hbds tem públicos muito específicos e bem demarcados, onde há um claro predomínio de conservadores. Mas a ideia de conservadorismo e esquerdismo, na verdade, esconde uma faceta ainda mais profunda da mente ignóbil humana, o dualismo. Mesmo que não houvesse uma predominancia de conservadores dentro da comunidade hbd, ainda haveria uma predominancia lógica de dualistas. O dualismo vem com naturalidade em nossas mentes, porque se baseia profundamente na ideia de competição. Mas também podemos pensar que os verdadeiros homens ou genios sempre foram poucos, então que não é surpreendente que mesmo nos rincões mais inteligentes, ainda haverá apenas uma minoria de tipos virtuosos. A sabedoria funciona como um meio para conter o pensamento dualista ou monocromático, salpicado de injustiças em potencial.

As vacas sagradas da ”comunidade” hbd

Onde existem vacas sagradas, isto é, grupos ou coletividades intocáveis, existirá a subjetividade e manipulação para análise e julgamento. Na comunidade hbd, judeus e leste asiáticos, e especificamente os chineses, são as vacas sagradas mais importantes. Ambos são retratados como o epítome do intelecto humano, providos de imensa inteligencia enquanto que o mais outlier dos orientais, os japoneses, tendem a ser pouco positivamente falados, sem falar é claro, na tendencia quase que irresistível de evitar falar sobre a superioridade bio-contextual marcante dos europeus.

Talvez, astutamente, os hbds ou aqueles que criaram o ”movimento”, tenham percebido que seja menos ”politicamente incorreto” elogiar não-brancos e caucasóides marginais como os judeus (marginais em vários sentidos e claro, com suas exceções,que devem ser muitas) do que para apontar para o grande elefante branco no meio da sala.

Eh interessante pensar que enquanto noticiam sobre mais uma suposta estripulia da suposta organização criminosa de nome ”Isis” e a comentar sobre o quão inferiores são os negros e quão perfeito são os lírios brancos, os hbds parecem desprezar o enorme papel que uma de suas vacas sagradas tem sobre a atual situação que predomina nas nações ocidentais.

A comunidade hbd foi fundada, não-tão-espontaneamente, para mitigar o papel judeu nas transformações hiper-dualistas e conflituosas do mundo ocidental. Eles são a tese da antítese ou esquerdismo e da síntese ou conservadorismo.

Imaginei tolamente que teria algum impacto positivo na comunidade mas vejo que só estou perdendo o meu tempo com eles e não duvido que a recíproca também seja verdadeira.

Os conservadores e os europeus em geral, estão acordando, mas não pense que eles sairão coletivamente de dentro da caverna, porque com o iluminismo, que resultou no esquerdismo moderno, esperar-se-ia que estas luzes pudessem continuar a aumentar a percepção destes grupos quanto ao mundo real. No entanto, muitos deles estão a ficar cegos por causa das luzes do sol e querem voltar para dentro das cavernas, se a maior parte dos conservadores jamais saíram delas.

Não há sabedoria, empatia e criatividade dentro da comunidade hbd, apenas ou especialmente, classicismo do pior tipo onde se dizem absurdos intelectualmente cretinos como ”classe social é geneticamente hereditária”, como se classe social fosse algum atributo fisiológico que pudesse ser passado a partir da concepção biológica.

Além de continuarem a empurrar para todos os lados, o simplismo do fetichismo do qi, também continuam a perpetuar o pensamento dualista tal como ”homossexualidade não é hereditária porque não é vantajosa, logo, é uma doença” ou ”raça negra é inferior e não tem jeito de faze-los mais inteligentes”. A dualidade atinge a sua melhor forma entre mentes de paquidermes inteligentes completamente desprovidos de sabedoria. Sim, como eu já disse antes, pessoas inteligentes sem sabedoria, são perigosas, mesmo com o melhor sorriso no rosto.

Talvez seja um alívio para estes retardados (todo aquele que renega a sabedoria, a inteligencia suprema, é um retardado, nem seria preciso desenvolver sistemas por si próprios, bastava aceitá-la organicamente ) que este Santo traquinas (retardado igual) não mais apareça em seus ambientes cibernéticos para apontar os seus erros. Mas pra mim, será por um lado muito bom que pare de me aborrecer ou que não seja entendido, ainda que também será muito perigoso porque estes idiotas úteis continuarão a manter as correntes da prisão satanista que por conseguinte mantém a todos nós a merce das sombras maquiavélicas, inclusive aqueles que não desejam, como eu.

 

Blogueiros hbds,  vícios e virtudes

 

Bruce Charlton= o mais interessado no estudo sobre o genio humano, não parece entender plenamente como funciona a mente criativa. Tenta desesperadamente encontrar algum fio de racionalidade em suas crenças pseudo-religiosas, a muito ultrapassadas, para modernizá-las, adaptá-las aos seus leitores que são predominantemente de seculares. Sendo um conservador religioso, esperar-se-ia que apontasse para o elefante narigudo no meio da sala, só que até nisso nosso querido sir consegue ser medíocre. Seu blogue sobre genialidade é muito bom, mas há de se ter parcimonia quanto a muitas de suas considerações, considerações morais, principalmente. Algumas delas que realmente me surpreenderam como a ideia de ”capturar e usar os talentos dos genios, para depois deixá-los a merce de suas mentes ultraperceptivas, a deus-dará”. Soou muito, muito mal, ainda mais para quem sempre enche a boca para dizer sobre sua moralidade superior via ”religião”. Também soou muito estranho quando disse que não existem mais genios que possam ”melhorar” a sociedade. Tudo deve se encaixar em sua teoria de que o aumento das mutações causado pelo relaxamento dos processo seletivos, está reduzindo a inteligencia humana, especificamente a europeia e que portanto, não aparecerão mais genios. Ele despreza vários outros fatores, ambientais e biológicos que poderiam contribuir para lhe dar uma visão mais abrangente da situação. Charlton é dos mais abertos para a discussão honesta sobre qi, inteligencia, criatividade e genialidade. Muitos pontos a favor, mas o seu déficit para aceitar a verdadeira religião (inteligencia empática, a busca por Deus e a harmonização perfeccionista), o faz regredir ao nível de capacidade de julgamento moral de um Cesare Lombroso, nada mal, mas também nada muito bom.

Jayman= Inteligente como muitos que existem por aí, ao nível de um professor universitário. Mas em termos de autoconsciencia, transcendencia espiritual (que não é baseada nas bobagens sobrenaturais, mas na literalização ou objetificação da experimentação existencial humana e não-humana), criatividade, sabedoria, enfim, tudo aquilo que diferencia todos aqueles com enorme potencial para o progresso e a harmonização em comparação aqueles que não tem estes predicados, Jayman parece ser muito pobre. Sua inteligencia é lógica e racional ou pseudo-racional (dualista-racional) demais. Suas intenções não parecem ser confiáveis se se define como ”muito liberal” mas bate a perninha sobre a unilateralidade e parcialidade da teoria sobre o patógeno gay e os graves riscos em potencial quanto a esta política científica, parece ser contrário ao nacionalismo branco, porque lhe convém obviamente e por causa das más companhias de um certo ”povo”. Sua posição privilegiada o faz ser comodista e ver o mundo de maneira calma e unilateral ou será que já exibe fortes predisposições para ver o mundo através do seu umbigo** Eh um típico alfa tal como eu mostrei neste texto.

Hbd Chick= Sempre muito simpática com o louco não-louco que vos fala, Hbd Chick ”’apenas’ tem errado gravemente em sua ingenuidade (ou não) em relação aos modernos acontecimentos no Oriente Médio. Tal como já disse algumas vezes aqui, o uso do determinismo genético para culpabilizar os povos de ”religião” muçulmana, ao invés de apontar, novamente, para o elefante zio-narigudo que está a orquestrar todo este banho de sangue, mentiras, de estupidez da pior espécie, é um grave erro, principalmente porque a sofisticação deste argumento é arrebatadora em ouvidos tendenciosos. Levando-se em conta que tem se dedicado muito mais a assuntos de natureza apolítica, tenho pouco a criticar ou dizer sobre ela. Mas é claro que aquele que se acomoda confortavelmente dentro desta maré crescente de neorreacionários, desprezando os efeitos muito negativos desta revanche estúpida de ”povo” contra ”povo”, com certeza que se consistirá em alguém com menor capacidade analítica empático-holística. A questão é, existem pessoas morrendo injustamente por causa de gente extremamente perturbada…. o que fazer** Culpá-los… Sim, vamos culpar os mortos e seus familiares por isso. Desprezar a geopolítica obscura moderna para o Oriente Médio, por um certo povo, é o mesmo que desprezar vidas.

Psychological Comments= eu tenho a impressão de que muitos psicólogos, psiquiatras, enfim, profissionais da saúde mental, sejam de idiotas. O psicometrista (em média) é o matemático fracassado que também fracassará nas humanas. Inventa um novo sistema matemático mas, não sabe interpretar aquilo que está analisando e o pior,  sendo um psicometrista, que ”estuda” a inteligencia, é que justamente não parecem saber o que realmente se consiste a inteligencia, em toda a sua abrangencia, complexidade e diversidade. As famosas 3 idades, complexidade, contextualidade e diversidade. Não posso jogá-lo completamente, por meio deste microcosmo, para o limbo dos burros, porque é factual que o blogueiro do Psychological Comments, não o é. Mas mediante a minha ideia de proporção individual de inteligencia e estupidez, poder-se-ia dizer que para muitos daqueles que conseguem, por meio dos caminhos pseudo-meritocráticos de nossas sociedades, galgarem boas a excelentes posições intelectuais (leia-se, academicas),  suas demonstrações literais, reais de capacidade cognitiva, ‘parece’ que se concentram fundamentalmente em suas notas de faculdade e não na construção criativa e parcimoniosa de sistemas racionais e abrangentes que possam buscar a compreensão de tudo aquilo que almejou estudar.

Steve Sailer= Um dos fundadores do Hbd, Sailer demonstra ter uma panaceia de qualidades relativamente limitadas como repórter e como um homem, daqueles que de fato desejam assim serem chamados, ‘homem’ no sentido mais humano, mais transcendental, aquele que visa superar o mundo abjetivamente primitivo da ”modernidade”, da dualidade, o feitiço primordial que nos mantém presos ao mundo da estupidez. Tal como um colega meu da blogosfera gosta de pontuar, Sailer demonstra ter um típico gosto cultural de ”prole”, característico dos conservadores, grupo a qual pertence. Sem falar de sua relação pessoal, talvez, muito íntima, com um certo ”grupelho” que hoje em dia, deveria estar sob a desconfiança serrada da grande maioria das pessoas decentes. Alguns pormenores de sua vida pessoal, me chamaram a atenção e faz com que os ataques morais dos brancos nacionalistas contra esta pessoa, façam mais sentido. Não vou expo-los porque não é a intenção deste texto. Com relação a ”inteligencia”, é provável que Sailer também tenha sido o fundador da neo-seita do fetiche sobre qi ou ao menos de sua popularização (que por si só já é péssimo), que faz com que muitos passem a substituir o conceito holístico de inteligencia, por pontuações estéreis em testes que medem-na em um estado estático. Também com ele, veio a adoração escancarada dos hbds pelos leste asiáticos (e particularmente por chineses ou ”dog-cat eaters”) e pelos judeus. Sailer chove e não molha, porque não é muito diferente de um blogueiro conservador, neorreacionário típico. Tem mais nome por causa da fundação da comunidade Hbd. No entanto, é ele quem parece orquestrar o andamento da comunidade. Concordo que seguir a linha de raciocínio de blogues como ”Total Fascism” é uma maneira muito estúpida dese agir e que com certeza que afugentaria boa parte dos seus leitores mais cognitivamente ”premiados”, mas é deveras insuportável perceber que, tal como os seus ”algozes”, os direitistas também adoram se pintar com as melhores cores, demonizando unilateralmente, generalizadamente, aqueles ”grupos” que não estão totalmente do lado deles. Sailer não apenas despreza a possibilidade de orquestrar a reunificação das mentes humanas, especialmente as ocidentais, mas também incentiva a continuação desta quebra do espelho que deveria se complementar em ”Deus-sabedoria”.

 

Pumpkin Person= Um dos mais enigmáticos dos blogueiros hbd é justamente o carinha com cara de abóbora. Pumpkin é um devoto, fanático da seita ”qi=inteligencia”. Boa parte de seus posts são dedicados na análise de cada detalhe desta maneira unilateral de se quantificar a inteligencia humana. Seus posts são providos de tentativas bruscas de criatividade, e eu admiro isso nele, talvez porque admire criatividade em qualquer um. Ainda mais em um ambiente fortemente escolástico como é o Hbd, é sempre bom encontrar com pessoas que apresentem semelhanças. Mas pára por aí, porque quando suas teorias não são meio óbvias, isto é, quando ele ou ela tenta arriscar mais, aí o desastre estará fadado a acontecer. Pumpkin parece pertencer mais as massas da comunidade hbd do que a sua elite, que ele tanto elogia. Seu gosto cultural também parece não ser dos melhores e sua capacidade de capturar a genialidade, é quase tão boa quanto a do meu pai, que já falei diversas vezes aqui, em outras palavras, uma capacidade muito mediana e se fosse mais sábio, evitaria tentar continuar neste ”ramo” específico da psicologia cognitiva. O pior de tudo é que não dá para ve-lo como um bem intencionado estúpido que não saiba mensurar suas forças e fraquezas, porque todo bem intencionado estúpido geralmente virá acompanhado por um saco de besteiras potencialmente destrutivas e minha missão, ao menos como aquele que canta a luz no fim do túnel, é a de que se possível, mitigar ao máximo todos os conflitos que brotam das interações humanas. E Pumpkin pouco faz por isso.

 

Lion of Blogosphere = o antigo ”half sigma” (imaginem o porque deste nickname*) é com certeza dos mais hipócritas dos blogueiros. Não mais visito, muito menos comento em seu blogue, até porque ele não mais me aceitaria. Mas é fato palatável para os mais perceptivos que visitam o seu blogue, que sua agenda não é lá muito diferente daquela que está sendo executada pela elite psicopática de judeus, povo do qual descende (e visa ascender também), que está neste momento, dominando boa parte do mundo ocidental e por tabela, todo o resto, apesar de sua demografia limitada. Eu poderia falar de Lion aqui e agora, mas deixo esta tarefa para este blogueiro aqui, que explicou muito bem como funciona o seu jogo de duplo padrão. Apenas acrescentarei sobre a doença que acomete este rapaz, chamado classicismo. Para quem tanto aponta o dedo baseado em julgamento torpe de ”classe social”, Lion parece se esquecer completamente que o que define a elegancia não é a ostentação e ‘nem’ mesmo o dinheiro.

Face to Face = o mais homofóbico de todos os blogues Hbd é justamente o de Face to Face. A maneira como fala dos homossexuais, é tão mal educada, maliciosa e vil que não teria como não comentar sobre. O que o escritor deste blogue faz é literalmente a demonização, anormatização de todo um grupo e só existe uma descrição para este tipo de ação, estupidez. Mesmo se fosse um  genio, nada pode justificar a maneira descortes com que patologiza toda uma classe. Quem não ve exceções, é um potencial genocida. O problema não é dizer verdades sobre ”um grupo”, obviamente caracterizando a sua diversidade interna de exceções e regras. O problema é que além de realizar análises tendenciosas ou unilaterais, ele também usa uma linguagem sórdida, que é desproporcional em um trabalho realmente intelectual.

Não há muito o que se dizer sobre os outros blogueiros, se caminharemos para ver as mesmas tendencias conservadoras que Hbd Chick teima em dizer que não existem. Ok, vamos fingir que acreditamos. Eu poderia falar mais sobre Gregory Cochran mas faltam-me forças agora para continuar a descascar esta cebola. Talvez já tenha comentado sobre ele em outros posts mais antigos sobre homossexualidade.

A proposta deste blogue é fazer filosofia mas também buscar, amadoramente, pelo exercício honesto e sábio da ciencia. Não existe uma ”agenda”, em que a superfície não seja a mesma coisa que o núcleo, demonstrando segundas intenções, como parece existir dentro da comunidade hbd, porque está tudo as claras, honesto e íntegro e a proposta é bem clara, fazer a real filosofia prática ou harmonizar. Não uso uma máscara da sanidade de dia para maquinar durante a noite, estratégias para iludir (ou ”pescar”) as pessoas. O que voces leem aqui não tem filtro e não tem segundas intenções.

No mais, eu só posso agradecer a todos os blogueiros, inclusive aqueles que critiquei aqui, pela amabilidade, mesmo que muitas vezes carrancuda, de aceitarem meus comentários em ingles, ora de pseudo-ghetto que come frango frito, ora de google tradutor. De minha irritabilidade constante ( e eu tenho razões excepcionais para estar assim) e também de minha incapacidade de transcrever de maneira clara, muitas vezes isso aconteceu, aquilo que quis dizer.

Não posso mais continuar a segui-los, mesmo que minhas suspeitas pseudo-proto-paranoicas não se confirmassem, porque estou me tornando alérgico a qualquer tipo de insulto que despreze toda a variedade minoritária de virtuosos que se encontram universalmente presentes nas populações humanas.

Um adeus com raiva mas também  agradecido!!

Tdah** Autismo não-especificado** Ciclotimia** Por que a psiquiatria a muito já se tornou obsoleta*

Com que ”roupa” que eu vou…

Entre 2009 e 2010, me tornei consciente da palavra ”autismo”. A partir disso, eu cheguei ao termo mais rebuscado e científico, ”síndrome de Asperger”. Muitas das características, definidas como sintomas, desta condição se emparelharam consistentemente com as minhas tendencias comportamentais e cognitivas. No entanto, depois de um tempo de encantamento e vontade de estudar e aprender sobre a assunto, eu percebi que não era assim ”tããão autista ou aspie” como eu imaginava ( mas o interesse permaneceu). Ainda que, timidez, relativa dificuldade de lidar com as pessoas e tendencia para motivação intrínseca predominante em interesses intelectuais ou não-sociais específicos, fossem características marcantes de minha personalidade, eu não poderia me considerar como um autista, porque a intensidade e a dificuldade de interação social são ainda maiores para quem de fato, se encontra no número certo para vestir a roupa ou rótulo de autista.

Atualmente, penso em ”autismo não-especificado” ou ”de estar” dentro do espectro maior de ”transtorno invasivo do desenvolvimento”, mas como eu sou muito feliz em ser eu mesmo, não consigo aceitar com sorriso no rosto e docilidade que tenha qualquer tipo de problema cognitivo ou que seja cognitivamente inferior a maior parte das pessoas que não estão no número certo para serem psiquiatricamente rotuladas.

Desde quando fui diagnosticado como ”maníaco-depressivo” durante a minha adolescencia, diagnóstico que rejeitei solenemente, deixei de fazer qualquer relação entre esta personalidade extrema e meu comportamento. Então, durante a onda de ”auto-diagnósticos” em que peguei nesses últimos anos de especialização, finalmente cheguei a conclusão de que poderia ser tal como um ciclotímico, ou seja, que ou aquele que exibe uma manifestação moderada do transtorno bipolar e validaria parcialmente a observação da psicóloga que me diagnosticou com este trans-torno durante a minha adolescencia. No entanto, eu não consegui me ver como uma pessoa psiquiatricamente defasada e que precisa de compensações farmacológicas para que possa funcionar ”idealmente” dentro da sociedade em que estou.

Eu sou relativamente instável em termos emocionais mas não é nada que possa ser considerado como um tormento constante, visto que o que define a manifestação da personalidade extrema (e qualquer outro tipo de personalidade), são justamente a sua constancia e a sua intensidade. Na verdade, depois de mergulhar e me imaginar ”mentalmente perturbado”, eu acabei percebendo que muitas das pessoas que estão ao meu redor é que parecem ser perturbadas e todas elas, se encaixam na categoria de ”normal” ou ”normatizado-padrão”. Eu sou até chato ”as vezes”, muito calmo exteriormente, monomaníaco, que gosta de regras para poder sobreviver no cotidiano (porque se deixar eu fico a devanear sem limites), com uma energia extra mas que não é lá nada muito extravagante. Talvez existam milhões de pessoas iguais a mim que neste exato momento, estejam tentando entender porque até agora não conseguiram ”serem bem sucedidas” em seus respectivos ambientes sócio-cultural-economicos. E talvez, essas pessoas sejam exatamente como a mim, uma pessoa que na verdade é até normal demais, justamente por primar pela naturalidade comportamental, combinada com altas doses de moralidade empática (diferente da moralidade cultural ou moralidade subjetiva) e de racionalidade. E sabemos que este primor pela qualidade cognitivo-comportamental é uma raridade entre aqueles que são julgados como normais. As pessoas ”normais” são enganadas por seus mestres mentais quanto a excepcionalidade da vida e da experiencia humana. Não, é muito menos do que imaginamos. E mesmo se estivesse errado, séculos de conflitos estúpidos, tem mostrado que pensar com o cérebro ”ou com o coração”, são medidas extremas com os mesmos resultados, estupidez em escala industrial.

Depois de me ambientar melhor em relação ao meu lado amigável, distraído e sonhador, acabei por me ver dentro da roupa TDAH, as tendencias criativas, inconformistas, a vontade de dizer aquilo que pensa. Bem, mas o fato de compartilhar muitas características e portanto de ter boa pontuação no quesito ”constancia comportamental”, ainda não significará que eu estarei apto para ser diagnosticado como tal, visto que no quesito ”intensidade”, eu não sou, definitivamente, alguém que ”necessite” de remédios para parar quieto no lugar ou ‘prestar atenção’. Se por um lado, eu fiquei feliz por não ter a possibilidade ser marcado como gado de ”baixa qualidade” (contextual), por outro lado, eu fiquei triste, porque além de não ter encontrado até então, nenhuma categoria da qual pudesse vestir, eu também me vi em uma situação de não estar contextualmente adaptado as demandas tecnocráticas da sociedade em que vivo e que isso tem um enorme efeito em meu potencial de adaptabilidade laboral-cognitiva. Se eu não posso adentrar em nenhuma categoria de ”especial” ou ”com necessidades especiais evidentes”, então qualquer tentativa de esclarecer quanto a minha relativa singularidade cognitiva, será entendida como desculpa para o meu desleixo de não tentar ser como o sistema gostaria que fosse.

Também cheguei a pensar sobre a esquizotípia, uma manifestação branda da esquizofrenia, mas todos os meus auto diagnósticos foram baseados em uma clara tentativa de auto-depreciação, que na minha cabeça estranha, tem significado o exato oposto, visto que, se eu posso ou não quero competir por meio de regras subjetivas, com os neurotípicos, então talvez pudesse ser visto como uma aberração de qualidade tal como hoje em dia, faz a mídia satanista ao pintar pessoas que de fato apresentam personalidades extremas em conluio com talentos raros.

Duas conclusões sobre a minha auto investigação psicológica, o meu narcisismo de se sentir especial, mesmo que esta condição especial se baseie em proto-desequilíbrio organico do sistema mente-corpo e a minha vontade de buscar uma explicação aquém daquela que seria a mais possível, a de ser um tipo poético-atávico de superdotado.

Eu tenho uma imaginação poderosa e constante, mas isso não quer indicar esquizotípia, necessariamente, um tipo de julgamento muito subjetivo.

Eu tenho um certo desequilíbrio emocional, mas isso não quer indicar ciclotímia, visto que muitas ou na maior parte das vezes, o meu destemperamento se dá por razões racionalmente complexas, que só eu consigo entender (e na verdade, convenhamos que nem é assim tão difícil para os outros entenderem, o problema é que as pessoas adoram explicações complexas para a simplicidade da naturalidade filosófica). Eu sou como o rabugento empático que não pode aceitar com um sorriso largo no rosto o mundo de atropelos e primitivismo do qual estou mergulhado.

Eu tenho uma certa energia extra e sou meio impulsivo, que nas altas rodas intelectuais, chamam de ”abertura para experiencia”, mas não quer indicar que eu tenha qualquer tipo de descontrole do qual eu não saiba como ou porque se dá, visto que meu autoconhecimento já atingiu pleno desenvolvimento a ponto de sabe-lo ou ao menos de dar-lhe um significado não-psiquiátrico a certas particularidades da minha personalidade ou alma.

Eu não estou sempre distraído ou na maioria das vezes em que estou em proto-devaneio e ainda que possa ser submergido pela distração, o meu controle cognitivo (autoconhecimento) será bom o suficiente para que possa acessar meu estado de alerta para evitá-la. Sabendo que tenho propensão a distração, devaneada por pensamentos ou não, redobro minha atenção, porque a atenção multi-integrada e mundana não vem até mim com naturalidade. Mas a minha auto-vigília sim. O que alguns poderiam determinar como sendo uma dificuldade de atenção, na verdade, pode ser entendido como hiper foco em assuntos pessoais ou que estão intrinsecamente motivados, em outras palavras, eu atendo o chamado da chama que me faz ‘existir’, eu vivo a mim mesmo sem dar grande importancia a escravização dissociativa que o sistema quer que voce faça. Que despreze a sua integridade existencial e que viva como um escravo para enriquecer gente mesquinha, tola e completamente retardada.

Talvez, o que me difira de alguém que aceita o seu diagnóstico psiquiátrico sem pestanejar, seja porque eu tenha ”escolhido” pelo autoconhecimento, sem ter tido a perigosa necessidade de me entregar de bandeja a um ”psico-especialista” que o máximo que poderia fazer, especialmente se fosse um profissional mediano, seria de categorizar minha individualidade em algum tipo de trans-torno dos ditames tecnocráticos e culturais modernos e de denominá-la como excentricidade.

Cultura da personalidade extrema e dar significado racional-criativo-alegórico a percepções, a diferença entre ‘genios’ e ‘loucos’

O que difere um indivíduo que é definitivamente lunático ( o tipo evidente de lunático, porque também temos a grande maioria da humanidade dentro da categoria de tipo não-evidente de lunático, mascarado pela normatividade coletiva), um indivíduo de inteligencia(s) normal (is) provido de uma personalidade extrema, em relação aquele que é definitivamente um genio filosófico (o tipo de excepcional com o mais alto nível de autoconhecimento)**

Na minha opinião,  será a qualidade de significados racional-alegóricos que darão a si mesmos. E para isso, a inteligencia, o controle cognitivo ou autoconhecimento e a criatividade serão fundamentais para separá-los.

Quando o psiquiatra diz ao lunático que ele é lunático, ele tenderá a discordar totalmente do psico-especialista  porque em seu mundo completamente distorcido, a criatividade inconsciente e perigosa estará totalmente descontrolada, se nossa expressão cultural-comportamental exterior nada mais seria do que o espelho de nossa mente em conluio com o ambiente em que estamos inseridos, a cultura neurológica.

Quando o psiquiatra diz ao seu típico paciente (que não é um típico lunático evidente, em outras palavras, é uma pessoa com inteligencia e percepção normais, que no entanto, estará vestido com a roupa existencialista de uma personalidade extrema) que é um lunático, haverão grandes chances de concordancia dele em relação ao diagnóstico final do psico-especialista, afinal de contas, este tipo tem uma percepção normal (e auto percepção principalmente) do mundo e apenas gostaria de ser como todo mundo. Ao invés de ver um desafio encantador, o típico paciente ve sua condição existencialista com pesar, dor (E talvez, para os casos mais extremos, eles estejam corretos em relação a isso, menos quanto ao déficit de autoconhecimento).

Quando o psiquiatria diz ao genio filosófico que ele é um lunático, especialmente se este genio for provido de grande orgulho ou auto estima complexa, haverão grandes chances para a discordancia, mas que ao contrário do lunático evidente, que produz alegorias distorcidas da realidade, de uma tentativa equivocada de auto análise, esta será embasada em uma racionalidade alegórica, dar poesia e beleza a uma experimentação existencial profundamente poderosa, com seus altos e baixos, com suas flores e com seus espinhos. Onde existe um jardim de flores e espinhos, o paciente típico não verá lindas rosas vermelhas, mas um mundo monocromático, preto e branco e dará grande enfase aos espinhos, uma vida de feridas. O lunático evidente confundirá espinhos com as rosas e imaginará o mundo mediante um quadro abstrato, que mais parecerá um rabisco com desenhos não-terminados. Em compensação o genio filosófico verá não apenas as perspectivas de seus primos existencialistas, o mundo de pessimismo, de lamentos e de ”auto achismos” (e se eu fosse ”normal”…), o limbo do ”sacrifício de Andromeda”, o mundo de distorções e desdobramentos de retas, da realidade, do lunático evidente e todo o belo jardim e sua complexidade de sensações. O psiquiatra não pode convencer o genio filosófico de sua loucura contextual, porque enquanto que o psiquiatra pinta o mundo de suas vítimas tal como um limbo de tortura, a mesma manipulação não terá efeito na mente poderosa e auto-consciente deste espécime. Os mais vulneráveis podem ser convencidos de que suas vidas (especialmente a partir da ótica da moralidade objetiva) são fundamentalmente marcadas por espinhos. Imaginemo-los em suas peles, voce que não se conhece, percebe que há um atrito maior entre sua existencia e a dos demais e a partir disso, busca alguém para ajudá-lo a se conhecer e a ver o que está errado com voce. O paciente entrega a sua mente para um psico-especialista que a destroçará ao mostrar-lhe que apenas com medidas artificiais e superficiais que poderá ”se encontrar”. O paciente não é importante, o importante é a possibilidade de faze-lo se conformar dentro da normalidade. Isto não está certo, mas muitos pacientes desejarão apenas isto.

Ainda que seja complexo por demasia reduzir totalmente esta realidade específica, ou seja, o mundo de interações entre psiquiatras, psicólogos e seus pacientes, a uma relação de opressão, pode-se dizer que, pessoas muito vulneráveis sejam tratadas industrialmente, tal como se fossem categorias de produtos ou dos remédios que tomam.

Cada caso é um caso, não para um psiquiatra com muitos pacientes para tentar ajudar.

Talvez o principal erro da psiquiatria seja justamente a tentativa de forçar seus pacientes a vestirem roupas ”de normalidade”. Qualquer pessoa sem potencial inato ao autoconhecimento, que for destituída de sua personalidade e tratada como ”alguém que poderá se adequar a sociedade”, caminhará para alimentar a sua própria doença de alma, ao invés de adaptar as suas dimensões mais aberrantes a roupas mais confortáveis.

A superficialidade da normatividade, na minha opinião, é o mais evidente erro que a psiquiatria está a cometer desde quando foi sistematicamente fundada.

Talvez esta cultura de autoconhecimento, possa ser ensinada para as pessoas…

Sabedoria é a velocidade da captura de percepções ou precocidade de perspicácia holística e empática

Aprendemos ao longo do tempo que os mais velhos seriam mais sábios do que os jovens. Pode ser verdade que com a aproximação da morte, apresentamos a tendencia para nos tornar mais parcimoniosos, serenos e até mesmo infantis, dando valor a cada momento de alegria, por mais simples que possa parecer. Com o começo do fim de uma vida, as lembranças, retidas de percepções, que em sua maioria, serão captadas de maneira inconsciente, se sobreporão as expectativas de novas vivencias que se tornarão cada vez mais escassas. Tudo isto seria sabedoria*

acúmulo de experiencias bem como  pela plena consciencia destas lembranças acumuladas que atinge o seu ápice durante a terceira idade, são entendidos como sabedoria pela maior parte da população.

Mas será que isso acontece com todos**

Talvez o ponto diferencial dos sábios genotípicos em relação aos  sábios fenotípicos, que ou aqueles que se tornarão sábios a partir da velhice (ainda que tenham de haver mais pesquisas sobre o assunto para não confundirmos fraqueza mental e física com sabedoria, se isto se confirmar como um fato, ainda que acredite que a sabedoria cronológica e fenotípica, seja uma realidade para muitas pessoas) se de justamente no momento cronológico em que ocorre o afloramento da auto consciencia que para os sábios genotípicos ocorrerá em tenra idade, enquanto que para o neurotípico, se dará apenas durante a velhice.

Mas sabedoria não é apenas o crescimento exponencial da autoconsciencia mas também da capacidade perceptiva.
Por meio das superexcitabilidades e do desenvolvimento assíncrono de Kazimierz Dabrowski, pudemos entender que as diferenças entre os superdotados e os neurotípicos de inteligencia comum, podem ser plenamente medidas por meio da intensidade das características psicológicas e cognitivas. Os superdotados tendem a ser mais superexcitáveis e tendem a apresentar maiores irregularidades no desenvolvimento geral de suas capacidades cognitivas e psicológicas até o período final de maturação cerebral.

Da mesma maneira que o violinista virtuoso aprende a tocar o instrumento com grande rapidez de aprendizagem ou o prodígio pintor que é capaz de pintar lindamente desde cedo, a precocidade também caracterizará o sábio genotípico. Se a personalidade é como uma piscina e se as características que a compõe estejam, metaforicamente falando, distribuídas por esta piscina e se os ”traços” comportamentais, hierarquicamente mais influentes, se localizem a superfície, então a capacidade perceptiva holística e empática, será um destes traços que influenciarão todo o resto, para este tipo.

Mas como que uma criança ou um jovem poderiam ”se tornar” sábios*

A autoconsciencia é o primeiro fator, responsável por esta possibilidade, ou seja, uma tendencia inata para o autoconhecimento.

O segundo fator seria a capacidade perceptiva que quando acompanhada de uma grande autoconsciencia, capacitará o seu portador com eficácia ou velocidade na captura de percepções holísticas, empáticas e objetivas.

Portanto, todo o acúmulo (predominantemente inconsciente) de experiencias que é agregado a partir da velhice pelos neurotípicos e que pode ser entendido como ”sabedoria fenotípica” (ou sabedoria neurotípica), será sintetizado logo no início da vida pelos sábios genotípicos. A diferença entre ambos se dá…

– na autoconsciencia que resultará…

–  na velocidade de captura de percepções ou de experiencias, aumentando exponencialmente o acúmulo das mesmas e que se consiste em uma forma de…

– precocidade mental específica

O sábio genotípico seria uma espécie de prodígio, em que, tal como acontece com todos os tipos de precocidade cognitiva, seus talentos já se encontrarão aflorados desde cedo.

Déficit de percepção e exemplificação por meio de observações pessoais

Quando voce convive com uma pessoa, mesmo se não for todo o tempo, presume-se, por lógica, que começará a conhece-la melhor, sabendo quais são os seus gostos culturais, musicais, seu perfil qualitativo e quantitativo de inteligencia, se é uma pessoa excentrica ou se é neurocomum… No entanto, esta idealização não parece ser verdadeira para muitos casos, talvez, para a maior parte deles.

A experiencia não te fará um especialista em absolutamente nada. As pessoas confundem experiencia com compreensão aguda de determinada tarefa ou objetivo de estudo intelectual. Se algumas pessoas (autistas e tipos afins por exemplo) podem se tornar especialistas em determinada matéria, com pouquíssimo tempo de ”experiencia”, então a ideia muito popular de esforço enfático ou experimentação de longo prazo, seguido de ”colheita intelectual ou manual dos seus esforços ou experiencias”, não se configurará em realidade factual, na maior parte das vezes (se não em todas).

E este é um exemplo extremamente comum de déficit de percepção. Pode-se resumir este déficit como a incapacidade de distinguir aquilo que é causal daquilo que é correlativo.

No entanto, outras formas de confusão ou de ignorancia, também lhes serão característicos. Dois relatos pessoais que vou mostrar agora, de maneira resumida, mais um acontecimento nacionalmente conhecido.

Mesmo depois de anos, talvez muitos anos, convivendo com meu tio, meu pai demonstra que não o conhece o suficiente para inferir com certa probabilidade de acerto, quais seriam os seus gostos musicais, um daqueles que herdaram os ”genes saltitantes” de minha família materna, que nos fazem ser mais elétricos, excentricos e hiper mentalistas do que aqueles que ”não os tem”, ou que os tem em quantidade pequena, que não é suficiente para dotar-lhes de loucura e criatividade.

Ou o meu pai estava descuidado, quando me perguntou se o meu tio era o que estava chegando em casa, ou de fato, meu pai não sabe que meu tio não é do tipo que escuta Chico Buarque no seu celular. O gosto musical do meu tio beira a infantilidade, por gostar de ouvir pop americano, mesmo sendo um homem de meia idade. Mas o meu pai não sabia e não sabe disso. Mas talvez seja a parte mais importante, ele não deve achar que seja necessário conhecer um pouco sobre a personalidade do meu tio.

Meu pai apresenta um perfil cognitivo tipicamente masculino e talvez (que parece ser muito provável) isso reflita copiosamente em sua personalidade e na extensão dela em interação com o seu meio, ou seja, a cultura neurológica.

Portanto, o talento do meu pai para áreas cognitivamente masculinas, sacrifica a sua capacidade e motivação intrínseca para conhecer mais profundamente a personalidade das pessoas que o cercam. Isto também ajuda a explicar o porque do meu pai ter sido incapaz de desvendar precocemente, as mentiras que o meu tio já inventou. Meu tio precisou tropeçar nas próprias pernas para que o meu pai começasse a desconfiar de sua tendencia latente para mentir.

Ontem fui a padaria para comprar 3 reais de quilo de queijo ralado parmesão. Então, a moça que trabalha na padaria, colocou uma quantidade de queijo ralado no saquinho e mediu a quantidade. Deu dois reais e sessenta centavos. Então, pedi para colocar mais queijo porque pretendia pagar pelos tres reais de quilo. A moça o fez novamente e voltou com tres reais e dezesseis centavos. Então disse que não tinha mais de tres reais e pedi para que retirasse o excesso (dezesseis centavos). Pela lógica, voce retiraria só um pouquinho de queijo, não é meu caro leitor** Mas a moça achou que dezesseis centavos de quilo fosse quase que metade do saco plástico de queijo ralado e retirou bem mais que esta pequena porção. A rotina do seu trabalho a fez cometer este erro tolo de aproximação quantitativa ou ela realmente tem alguma espécie de déficit de percepção***

Talvez a segunda opção seja a mais provável de estar correta.

Casos de déficit de percepção, a inteligencia real, que se baseia na busca e na posterior harmonização de padrões, parecem abundar, mesmo em um mundo onde os discursos mágicos de educação predominam.

O lamentável caso do rapaz que, de boa vontade, tentou desobstruir o bueiro de uma rua em Natal, no nordeste brasileiro, mas que acabou sendo engolido pelo bueiro encharcado de água, nos mostra mais um caso de déficit de percepção, a capacidade de observar, reunir uma quantidade de informações úteis (sabedoria aplicada) e inferir a partir delas quais serão as ações a serem tomadas.

Acaso fosse dotado de uma maior capacidade perceptiva, o rapaz teria calculado mentalmente que a pressão da água sendo puxada pelo bueiro, poderia ser perigoso pra qualquer indivíduo que estivesse muito perto dali, durante a enchente. Ele não precisaria saber matemática, geometria ou física, para entender isso, bastaria, com seus olhos, prever por lógica intuitiva, as possíveis situações que poderiam se suceder em um cenário previamente imaginado.

Meu pai não reuniu um quantidade de informação qualitativa ou útil do meu tio, tanto para se antever aos caprichos cognitivos (mentiras) dele como também para conhecer sobre a sua personalidade bem como a sua cultura neurológica.

A moça da padaria, não soube inferir por lógica intuitiva, que dezesseis centavos de quilo de queijo ralado não ”deve” ser uma quantidade muito grande de material a ser retirado do saco usado para armazenar o alimento triturado.

O rapaz que perdeu a vida ao tentar desobstruir o bueiro de uma rua em Natal, não soube mensurar adequadamente os riscos lógicos que estaria correndo ao ficar muito perto de um buraco sob forte pressão hídrica descendente.

Todos estes casos se baseiam em déficits de percepção. Não pensem que são casos isolados, visto que o ser humano moderno e domesticado, está fortemente deprimido neste quesito fundamental de inteligencia.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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