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Literalizando os ”argumentos” dos esquerdolas

Nessas últimas semanas, ocorreram diversos arrastões na cidade merdavilhosa. No meio da praia, no meio do calor da multidão, no meio de turistas nacionais e internacionais, de trabalhadores de todas as classes sociais que só estavam à procura de um lugar ao sol. São cenas que se repetem com certa frequência nesta cidade-desespero que consegue reunir o que há de pior entre os morros remanescentes da paisagem natural de outrora, quando não tínhamos retardados europeus e seus mascotes africanos ”farofando” em cima de terras quase virgens. Existem muitas razões para que ”jovens” cometam este tipo de atitude, mas nenhuma delas se aproxima em excelência em relação ao fator genético ou predisposições biológicas para explicar o ponto de ruptura que resulta neste tipo execrável de comportamento. Em todas as outras espécies, isto é, seres vivos que habitam este planeta, nós já sabemos que os seus comportamentos são essencialmente modulados por seus arcabouços biológicos em interação com o ambiente. O ambiente é importante e muitas vezes contribuirá para selecionar os mais contextualmente adaptados, modificando o comportamento das espécie. No entanto, estas modificações tendem a ocorrer a longo prazo, claro, dependendo do tamanho e complexidade da mesma. Portanto, o ambiente pode alterar o comportamento dos seres vivos, mas apenas ou especialmente com base em mudanças de padrões seletivos e de longo prazo. A mudança não pode ser plenamente efetuada em indivíduos, isto é, ao longo de uma vida, um indivíduo conseguir alterar completamente o seu comportamento (a não ser se for em ambientes extremos, que provoquem mudanças forçadas e de alto risco como no caso do ‘suposto’ experimento soviético da privação do sono). As mudanças se dão de modo intergeracional, isto é, se certo grupo começa a selecionar para maior inteligência e isso significará, reduzir o número de filhos dos ”menos inteligentes” e paralelamente aumentar o número de filhos dos ”mais inteligentes”, nós teremos no final deste processo, uma mudança coletiva (média) de capacidade cognitiva que poderá ser observada mesmo a nível individual, isto é, o ”average joey” se tornar mais inteligente do que seus antecessores. Mas na verdade, o que aconteceu não foi que mudanças no ambiente alteraram o comportamento de indivíduos, em vida, isto é, fulano nasceu predisposto a ser assim e o ambiente o fez mais predisposto a se comportar de outro jeito. Com 4 anos era sádico, com 16 anos se tornou responsável. Isso pode acontecer, parcialmente, mas não é a regra e mesmo que fosse, quando falamos de vida ou bio, então devemos analisar tanto o ambiente quanto o indivíduo e principiar pelo pressuposto que me parece o mais lógico, de que a reação constante do ser vivo é mais importante do que a paisagem em que se está inserido. O bom moço que vive em um ambiente extremamente deprimido de bons estímulos, que não se corrompe com a miséria que o cerca, é um exemplo muito visceral sobre a importância da genética ao invés apenas ou fundamentalmente das condições ambientais, na modulação de nosso comportamento. Pessoas de personalidade forte  são o pesadelo para qualquer behaviourista. Em ambientes ricos, com pais maravilhosos, não é muito raro nos depararmos com a existência de filhos de má índole. Seremos predominantemente constantes em nossas técnicas de interação, mesmo nós seres humanos que somos bem mais plásticos neste quesito do que as outras espécies, que são muito mais instintivas. No entanto, isso ainda não significa que seremos totalmente modificáveis porque isso nos induziria a concluir que o livre arbítrio existe em sua totalidade e é completamente plástico entre nós. Em um mundo narcisista, cheio de ”crânios” que sabem tudo, cheio de selfies, afirmar que somos limitados, é como cometer alguma blasfêmia porque ao fazermos esta afirmação, estaremos abrindo portas para outros tipos de pensamentos que ”nossas” ”amáveis” zelites definem como ”perigosos” como por exemplo, afirmar que a educação ”correta” não irá reduzir a disparidade cognitiva média entre grupos raciais humanos.

Todo mundo que lida com cachorros, sabe que existem variações significativas de comportamentos médios entre as muitas raças que tem sido produzidas via domesticação e ênfase seletiva. Todo mundo sabe que o pastor alemão tende a ser mais predisposto a atos violentamente instintivos e o mesmo se aplica aos pitbulls. Todo mundo sabe da tranquilidade do São Bernardo e sabe que existem cães que são mais inteligentes do que outros, especialmente no que diz respeito àquilo que é determinado como parâmetro de inteligência dentro de um contexto de domesticação, isto é, o animal não-humano sendo analisado quanto à sua capacidade de responder a comandos humanos ou de fazer leitura facial do seu dono, enquanto que os animais ”selvagens” costumam ser analisados com base em suas capacidades de sobrevivência e ”adaptação” (sendo que os mais espertos costumam se adaptar, mais do que se conformarem com os ditames de seus hábitats).

Fim do antropocentrismo. Não somos tão especiais assim como imagina. Ok, somos muito singulares mediante muitas perspectivas, é claro, não tem como negar. Mas isso não significa que sejamos todos racionalmente aptos para fazer as melhores escolhas a todo momento ou em grande parte do tempo, porque não somos, mesmo muitas das pessoas mais inteligentes (mediante certas perspectivas dimensionais) também não serão predominantemente racionais. Na verdade, apenas o sábio que poderia ser considerado como alguém que é predominantemente racional ( predominante não irá indicar totalidade).

Ainda que acredite na existência parcial do livre arbítrio, isso não significará que o mesmo existirá em toda a sua potencialidade. E é aquilo que mais vemos.

Por causa de padrões seletivos que nós não temos nada que ver em termos de ação individualmente literal, até mesmo porque isso se consistiria em uma impossibilidade de espaço e tempo, as populações humanas tem variado consideravelmente em termos de capacidade cognitiva assim como também em termos de comportamento. E a cultura, que não veio do nada, muitas vezes (na maioria das vezes) expressará a paisagem cognitiva e comportamental médias destes grupos. Quanto maior for a complexidade de uma sociedade, maiores serão as chances de ênfase unidimensional em alguns de seus atributos, tal como tem acontecido hoje em dia nas sociedades ocidentais com base na inculcação da ”culpa branca” ou ”altruísmo patológico” (eu diria mais, ingenuidade e estupidez). O aumento da subjetividade quanto à percepção e à experiência tende a se dar em sociedades altamente complexas, por causa da estupidez e intolerância natural medianas para aceitar/entender as múltiplas perspectivas mas também por causa de uma maior relatividade em ambientes muito confortáveis onde que a tolerância para comportamentos indiretos como as artes, aumentará consideravelmente, se não estamos lutando com garras e dentes por nossa sobrevivência, se estamos dentro de uma fazenda humana, menos perigosa do que estar em contato direto com a natureza selvagem.

Por que eu dei um breve rasante em todos estes fatores**

Foi para prepará-los para a explicação literalizada daquilo que os esquerdolas ou esquerdistas afirmam aforisticamente, sem qualquer substância analítica e holística dos fatos e acontecimentos de nossos cotidianos.

A grande maioria destes estúpidos/ingênuos/narcisistas  cognitivamente inteligentes e intelectualmente acéfalos (não muito diferente dos conservadores neste último aspecto) tem usado a desculpa da ”educação”, a palavrinha mágica da ”modernidade”, para explicar como que ”arrastões de jovens da periferia” poderão ser evitados a partir de um breve futuro. ”Faltou educação”.

Pra quem vive boa parte do seu tempo longe destes problemas, é fácil bancar o bonzinho, gente boa que não quer ”ofender” ninguém. No entanto, quem mais irá sofrer com estes seres problemáticos será justamente a classe trabalhadora que sua dia e noite para ganhar o seu parco dinheirinho e ”pasmem”, eles serão os tipos mais ”reacionários” dentre todas as classes sociais, porque desde cedo precisam conviver com estes seres ”injustiçados” pela sociedade. Em partes, é verdade que o mundo não tem sorrido com grande frequência para muitos destes ”jovens”, que tendem a vir de lares extremamente disfuncionais, na corda bamba da falta do básico na mesa da cozinha. Mas como sempre eu falo, sempre haverão pessoas que não se deixarão levar pela miséria em que vivem e tentarão erguer suas vidas longe do crime, de maneira digna e honesta. Em um mesmo ambiente, sob as mesmas condições sociais e econômicas, algumas (na verdade eu não sei quantificar quanto que seriam) pessoas não se deixarão abater pela situação e serão inclusive melhores em termos de moralidade e honestidade do que uma gorda fração de pessoas de classes mais abastadas. E isso é uma grande injustiça.

No entanto, poder-se-ia usar a racionalidade para justificar que em um dia de cão muitos adultos possam querer descontar todas as suas frustrações em cima dos outros. Em partes isso poderia ser relevado como justificativa.  Mas estamos falando de jovens e pré adolescentes. Alguns que são crianças. São pessoas extremamente jovens que estão cometendo crimes, não estamos falando de adultos que tomaram ódio da sociedade em que vivem e passam a viver no mundo do crime explícito. Estamos falando de crianças e adolescentes.

 

Tolerabilidade e reciprocidade

 

Toleramos aquilo que não gostamos e seremos positivamente recíprocos àquilo que nos faz bem. Eu jamais roubei nada de ninguém até agora e não foi apenas por causa da educação dada pelos meus pais mas especialmente por simples reconhecimento de padrão racional e coerente. Eu não faço com os outros aquilo que não desejo que façam comigo. Nada mais racional do que a empatia vista por este prisma mecânico de interação interpessoal. A empatia cognitiva, mediante o meu conceito: ”para que possamos internalizar uma ideia, uma teoria, uma conduta, devemos sentir empatia por ela”. Por exemplo, se tornar vegetariano.

Meu nível de tolerância para a violência irracional ou feita por motivação fútil é muito baixo. Isso se aplica a todos os tipos de comportamentos que não são racionais. E obviamente em relação a todas as formas de crimes tal como o roubo. O famoso ladrão de galinhas, isto é, aquele que rouba para poder dar de comer aos seus filhos, existe, mas não é a regra. Na maioria das vezes as pessoas roubarão dos outros por pura falha de caráter e que tem uma clara origem biológica, do próprio ser. Estamos todos subordinados a estas duas vias de reação, a tolerância por aquilo que nos incomoda, e a reciprocidade positiva, altruísmo ou empatia (mesmo que se for apenas ideacional) por aquilo que nos motiva a continuar na labuta diária da autoconservação.

Os esquerdolas acreditam  que a suposta falta de educação  foi a causadora destes tipos de comportamentos, então bastará colocar os ”mal educados” em uma escola de boas maneiras civis, para que possam se tornar como você ou eu. Não existe genética, não existem predisposições, não existe o ser e sua reação, mas apenas as circunstâncias, dizem eles. Alterem as condições e teremos seres totalmente reformados. E se alguns deles consegue rever suas ações e ”melhorar” (muita calma nessa hora porque o melhorar também pode ser quantificado e ”algumas” melhorias não parecem ser tão boas assim tal como o garoto pobre que consegue se tornar jogador de futebol, larga a vida de quase-crime que sentenciava o seu futuro, mas continua a praticar pequenos delitos só que de colarinho branco) então os esquerdolas olharão para esta exceção tal como se representasse a regra.

O mundo é terra plana para essas mentes cabeças de vento. Se somos todos iguais então estudar sobre genética comportamental seria como enxugar gelo, devem pensar.

Literalizando o ”argumento” dos esquerdolas.

As crianças e adolescentes que causaram furor nas praias cariocas, nestes ‘últimos dias’ (não significa que não voltará a acontecer e nem que se consistam em casos isolados), ao saírem arrastando pertences alheios, sem qualquer pingo de respeito ou dignidade, não tiveram uma boa educação (os pais e os professores deles devem ser uns lixos…. e vale ressaltar que, infelizmente, muitos bons pais de origem humilde acabam tendo filhos problemáticos). Portanto, devem ser ”reeducados”.

Literalizando a ideia de ”reeducação”

A primeira tentativa de lavagem cerebral amadora e fortemente embasada em pensamento positivo não deu certo. Então vamos colocá-los novamente em instituições estatais onde ”será feito” a reestruturação de conduta comportamental civilizada.

Eles sairão de lá novinhos em folha e nunca mais cometerão estes tipos de crimes.

 

Mundo real

 

Essas crianças e adolescentes que já sinalizam predisposições comportamentais anti-sociais desde à tenra idade, deixando implícito o papel da transmissão inter-geracional de caracteres, leia-se, hereditariedade, no comportamento humano,  não melhorarão suas condutas de maneira radical tal como a grande maioria dos esquerdolas acreditam apenas por causa de uma ”melhor educação”.

 

O que é educação comportamental**

 

Novamente ”a minha ideia” sobre a empatia cognitiva. Somos expostos a todo momento a estímulos ambientais como livros, uma bola de futebol ou uma boneca da Barbie, assim como também à ideias e argumentos racionais de conduta ou comportamento. Por exemplo, quando eu era criança, eu me condicionei a pedir desculpas, repetir umas cinco vezes esta palavra, depois de ter praticado alguma conduta ou exposição de pensamento ruins ou de mal tom. ”Funcionou”. Mas é muito cedo dizer que se minha mãe não tivesse me dito isso eu não teria aprendido até o ano em que comemorei o meu vigésimo sexto aniversário. E não é apenas cedo como também equivocado sugerir que este método empregado por minha mãe irá funcionar em todo mundo.

A ideia de educação se assemelha ligeiramente à ideia de lavagem cerebral, que eu demonstrei ou acredito que demonstrei, que está sendo usada de maneira equivocada pelas pessoas. A educação, nas escolas ou mesmo aquela que nossos pais acreditam de maneira literal e profunda, nada mais se assemelharia àquela imagem do filme ”Laranja Mecânica” que se tornou mundialmente famosa.

Não, não faltou educação a estes grupelhos descidos do morro que tocaram o terror em banhistas cariocas e continuarão a fazê-lo, em grupo ou a conta-gotas. Faltou a esterilização de suas mães ou ao menos, um planejamento familiar fortemente intrusivo para que seus pais evitassem encher os seus barracos, símbolo da ineficiência e brutalidade estatais em conluio com uma dupla herança desvantajosa, bio-econômica, de crianças que na maioria das vezes, serão apenas como eles. E não os culpo totalmente, porque o ambiente em que vivem contribui para exaltar as já muito evidentes dificuldades naturais de adaptação em uma sociedade industrial (e dependendo do caráter deles, em qualquer sociedade, mesmo nas de caçadores coletores).

Alguém com tolerância para praticar o mal irracional, em qualquer ambiente, será um estorvo para aqueles que o repele naturalmente.

A educação comportamental assim como no caso da cultura se consiste em uma tentativa de sincronização entre o comportamento (a nível individual) e o ambiente social e simbólico (isto é, que expressa toda a panaceia abstrata que emana da mente humana como emoções, ideias, etc). Novamente, a metáfora do boomerang ou do jogo de Squash, só que agora direcionado para a reciprocidade/internalização de condutas e rotinas. Eu aprendo organicamente que roubar os outros é imoral e não apenas ou fundamentalmente porque a professora ou professor disse. Eu posso internalizar uma conduta e/ou rotina com base na própria captura de percepções ou por meio da verbalização de terceiros, onde o educador aparecerá como um dos mais prováveis a comunicarem esta regra de etiqueta básica.

A métafora das migalhas de pão do clássico João e Maria para falar um pouco sobre o pensamento racional

Depois de algum tempo de experiencias em debates pela internet eu tenho chegado a algumas conclusões quanto aos padrões de similaridade e discordancia entre os tipos de argumentos e/ou pensamentos. A memória não serve apenas para memorizar mas também para ser acessada quando for necessário, isto é, manipulada, para que possa ser útil em algum momento durante a colmeia de argumentos em um debate qualquer ou para qualquer outra atividade na vida real que exija o uso da inteligencia (cognição + personalidade).

Migalhas de pão de João e Maria

Isso se assemelha metaforicamente (ou não) a construção de um pensamento racional, lógico, coerente e com uma estrutura que é fácil de ser entendida. A construção de um pensamento se assemelha a construção de uma casa ou a um trabalho academico, uma monografia.

Então, pensemos….

nós temos milhões de estudantes universitários espalhados ao redor deste planeta, que fazem suas monografias sem ter pensado que sua estrutura lógica e simples, não se limita apenas À mesma, mas também a tudo na vida, incluindo aí na construção de argumentos. Deve haver uma coerencia de longo prazo.

Quando começamos a debater e especialmente em debates longos, tendemos a nos esquecer daquilo que falamos no início. E a pessoa que for mais aguda neste déficit, será ainda mais suscetível de se contradizer, sem ao menos perceber, especialmente em debates acalorados.

O pensador racional e coerente (se os dois adjetivos não são sinonimos mútuos) está sempre buscando por informações que utilizou em etapas anteriores de um debate ou na criação de textos científicos ou filosóficos. A interação entre as ideias de diferentes micro-períodos cronológicos do debate é intensa. E o pensador racional brilhante se destoará não apenas por ser vigilante quanto a própria suscetibilidade de contradições mas também em relação aos oponentes.

O pensador racional e coerente pode voltar até aos seus primeiros argumentos de um debate qualquer e tenderá a estar sempre reutilizando estas ideias.

Se pode voltar ao início então pode fazer como João e Maria e seguir as migalhas de pão que usaram para demarcar o caminho percorrido.

Debatedores irracionais e incoerentes entram em contradição a todo momento. São desorganizados e parecem utilizar suas argumentações apenas para vencer os duelos verbais, de maneira pragmática, ao invés de defender aquilo que não apenas acredita mas que tem certeza de que está predominantemente correto. No entanto, as pessoas que são predominatemente estúpidas não podem saber com requintes de precisão se seus argumentos estarão predominantemente certos ou errados. Elas sempre partirão de que estarão plenamente corretos. E é comum também vermos uma ”coincidencia” entre o pensamento dominante e os argumentos destas pessoas. Parece claro que para qualquer forma de totalitarismo unilateral, estas pessoas defenderão aquilo que é do ”senso comum” e não aquilo que é fundamentalmente correto/certo.

Suas estratégias são de curto prazo. Quanto mais irracional for o indivíduo, maior será a tolerancia ao pensamento contraditório. E aí, é importante diferenciar a ambiguidade que caracteriza as múltiplas perspectivas, da contradição.

As múltiplas perspectivas se consistem na análise multidimensional da fenomenologia, de qualquer natureza. Portanto, aquilo que está certo em uma perspectiva, pode não estar certo em outra, em um mesmo assunto.

Por exemplo, ‘‘ a homossexualidade é uma abnormalidade. a homossexualidade é natural”.

Ambas as sentenças estão certas, para as suas respectivas perspectivas comparativas. De fato, se compararmos a homossexualidade com a reprodução, a essencia para a continuidade natural da vida (sexuada), a mesma se consistirá em uma abnormalidade. No entanto, isso não quer indicar que não poderá ser natural, porque se consiste em um espectro de fenotípicos similares e fundamentalmente identicos em suas atribuições mais enfáticas, isto é, a predisposição de longo prazo para o engajamento no relacionamento homossexual, que por sua vez se localizará dentro de um espectro ou variação maior de sexualidade. Eh abnormal porque se fosse a regra, não existiríamos ou seríamos uma espécie muito menor em nossa demografia (ufa!! isso é bom!!). Eh natural porque está dentro da variação sexual humana, assim como também em outras espécies.

Contradição seria analisar as duas sentenças sobre uma mesma perspectiva ou de maneira unilateral. Por exemplo. ”Os homossexuais são anormais e naturais”. Mas, supostamente, naturalidade seria o quase-antonimo de abnormalidade. Aí no caso, talvez fosse preciso usar o termo ”paranormalidade” ‘ou’ ”impossibilidade” para que pudesse fazer mais efeito. Outro exemplo, agora em relação a contradição com base em enfatização unilateral ou dualista. ”Os homossexuais são anormais porque o sexo é (apenas) para procriação”.

Bem, então, o beijo, o sexo anal e o sexo oral e mesmo o sexo heterossexual recreativo, também deveriam ser considerados como anormais. Não é??

Todos os tipos de argumentações assim como também de macro-ações ou diretrizes verticais ou hierarquicamente impostas, derivam da moralidade subjetiva ou contextual.

A tolerancia pela contradição conceitualmente correta e que não se consiste em qualquer produto analítico das múltiplas perspectivas, tem grande serventia para psicopatas, lunáticos, especialmente do tipo narcisista estúpido ( o trivial idiota útil) e para o estúpido clássico. E se queremos melhorar a sociedade, então devemos começar a parar de tolerar as contradições que quase sempre serão potencialmente danosas a nós e a tudo aquilo que nos envolve, em nossas respectivas empreitadas existenciais involuntárias.

Confissões de um nunca-adolescente, astutamente indolente

A dádiva de se nascer incompleto

A dádiva de nascer incompleto. incompleto, criança pra sempre, que pulou a adolescência, que é um pequeno prodígio, que suas habilidades aterrissaram pueris em tenra idade, e não mais evolui por sua cognição, o faz com base no intelecto, aquilo que lhe restou, incompleto, que com seus pés descalços, olha infantil e pra sempre o fará, desenvolve a infância, sem nunca superar a barreira da ”vida adulta”, amadurece na simplicidade, arrogância vulcânica e passageira, na pureza lasciva de ser a sua eterna esperança de uma vida ”adulta”, pequeno em seus passos, potente em suas asas, continua a imaginar o impossível, a sempre ver o lado bom, e a estar espantado com a obscuridade  humana, a de ser o incompleto sábio, que vive do lado de fora da realidade contextual, que está fora dos muros do castelo, o observa por um teleférico ou balão de pensares, navegares por mundos nunca dantes pensados, se sente amado por sua dádiva, a de ser único, solitário e transeunte de perguntas e teorias, incompleto, que parou antes que todos, que não cresceu mais, que precisou ser capaz de se inventar, no desolador descompasso de seu pulsar, de sua vida intrepidamente interrompida, neotenica de alma, anciã de sabedoria, se criativiza para sobreviver a si próprio, é um constante conflito, um ínfimo universo ativo dentro de ti, o filho que sempre será, pervertido em seus passos mais animais, de certo que tudo conspirou contra o singular, e veja só, que lindo, teus grandes olhos testemunha noite e dia a contradição de ser uma aberração, mais anomalo que o bípede insano regular e ainda mais humano, mais particular, porque o auto conhecer é toda a hora, a cada minuto, vislumbrar o próprio instinto que troca luvas por sapatos, os pés pelas mãos, que é tão artificial do que uma torre parisiense ou uma obra de arte, e tal qual, duro de ferro ou de material, apenas observa os tropeços habituais de sua sina humanidade.

Filho do fenômeno, filho sem pai

filho d da raridade, filho sem pai nem mãe, filho que nasceu do fenômeno, da singularidade, do milagre ou padrões únicos, filho sem família, sem eira nem Beira, que não tem conchavos, que não é de uma máfia de genes, que é livre, até demais, que é louco em ser o contraventor-mor, que contradiz contradições, que é o fogo forte de um corpo fraco, que sente que todo o dia é diferente, que se sente e sempre se sentirá como um vento solitário, que de repente, faz balançar folhas de bananeiras e continua a sua caminhada, só.

Paixões são certezas e nós lutamos por elas

paixões são certezas, nós lutamos por elas, quando lutamos por nós mesmos, refletimos como um espelho aquilo que nossos neurônios se identificam de Imediato, racionalizamos a emoção e isso se chama ideologia, misturamos o pensamento racional para enfeitar nosso instinto sem filtro, que se expressa sem ser perguntado, nosso ponto fraco, nossas indissolúveis vaidades, transformadas em argumentos, nos enganamos e queremos enganar a todos, não pensamos pelos outros, em direção a neutra razão, mas para dar um sentido lógico à nossa vaidade essencial, e é por isso que ainda não deixamos a infância, como macacos-crianças, idealizamos, cristianizamos as virtudes transformando-as em metafísica, porque não podemos abandonar a nossa própria sombra chamada paixão, auto empatia em cada pseudo debate, mostrar-se mais do que fazê-lo sem compromisso tendencioso, não são fogueiras de egos, são salas cheias de espelhos, a verdade também está dentro de ti, mas tu és apenas parte da realidade. todos nós agimos como pequenos totalitários quando usamos nossas mentes prodigiosas para vender o próprio produto, a nós. ”Me compre, venha comigo, me adore, eu sou mais eu, que se dane a verdade ou a harmonia de todas as magnitudes de verdades, as pequenas e múltiplas peças que a compõe, eu sou um planeta e tudo gira em torno de mim, eu não vou equilibrar minha força aos outros planetas e produzir uma harmonia de sistemas solares ou lunares, e é por isso que eu só posso vos dar o meu caos chamado egoísmo alienado”.

O conhecimento dos próprios limites é a sabedoria

o conhecimento dos próprios limites é a sabedoria, a verdadeira e derradeira educação . a vida pode ser de um enriquecer profundo, mas especialmente para quem nasce curioso e ávido para obter seus maiores tesouros, sua procura é natural e algumas descobertas  se fazem com base no atropelo, de tanto procurar, tropeça naquilo que tanto almejava, ninguém nasce pronto, nasce potencial, para melhorar a si mesmo, construir seu próprio castelo, único, de tamanho certo, encomendado pelos deuses do mistério, lobotomia esta que chamam educação, acreditam que o sentido da mudança se faz ao natural, mas é certo que transformações não são nada sem a participação do essencial, a essência, que não podemos aumentar o tamanho de montanhas tímidas ou de modificar o estado da água, além daqueles que já conhecemos, que tudo obedece a limites e que o ser humano e seu comportamento, obedecem às mesmas leis que regem as formas inanimadas de existência, que a física prova nossa imutabilidade relativamente maleável, que tem muros que jamais poderão ser superados, transpostos. Que não há nada de errado em aceita-los, é pra isso que existe a criatividade ou adaptabilidade. o adaptar é modificar positivamente as duas forças que estão em constante atrito, o conjunto de variáveis inanimadas e abstratas, frutos do pensar complexo de criaturas bizarras e as variáveis biológicas que compõem essas pequenas Nações de um só cidadão, estes universos em ebulição pueril, que todos nós somos. Somos físico,e temos limites próprios assim como também possibilidades, conscientes ou não. que bom, não somos iguais, somos únicos ainda que estatisticamente aglomeráveis. A relatividade prova a existência de múltiplas perspectivas, mas certos olhares são quase tão abrangentes e corretos quanto toda a comunhão de todos estes, são hierarquicamente relevantes . Alguns olham com tamanha precisão, que faíscas de antemão, se projetam como deleite de sua enormidade enquanto capacidade de acerto. a educação não tem como princípio fazer-nos senhores de nossos próprios destinos mas de nossas obrigações enquanto ferramentas relativamente dispensáveis do sistema, que corrompe todos os nossos sentidos, enquanto que clamamos pela vida, liberta porém com responsabilidade, a maior de todas as formas de educação é o autoconhecimento, é o verdadeiro ato de evoluir enquanto ser humano, de também  ser útil pra si, e será pelo conhecer dos próprios limites que se poderá mensurar o tamanho de cada corpo e de seu potencial mais evidente. o meio não dita quem eu sou, minha adaptação é constante e talvez inconsciente, meu espectro de aprendizado não é infinito, eu preciso tatear cada parte do meu ser de pensamentos, de atividades. eu sempre monto  um novo quebra cabeças, mas minhas peças são as mesmas, minha comunhão de variáveis biológicas, as peças que precisam ser conectadas às minhas é que podem variar muito, eu dou a minha assinatura de interação a esta constante construção. o ambiente não sou eu, ainda que como o poeta morto vivo, este profundo místico e atipicamente racional, o empiricista das paixões, possa considerar-me como copiador compulsivo da realidade, do ambiente por si mesmo, de espelhar minhas ações a ele e de tentar espezinhar cada ponto de ruptura, meu sistema é supra-perfeito, porque busca a fidedigna representação da realidade.

Algumas bençãos…

Intuição, o elo perdido
Agir sem pensar, mas pensando em segredo, sem se perceber, o bater perfeito de asas, o pulo do gato, o farejo de um cão, a destreza de um leão, já nascem sabendo, lhes é natural ser um gênio da própria ação, à intuição, de pouco empenho e muita natureza, ao natural, com certeza. Pensar pela intuição, os animais sempre fazem. É pelo instinto que se comunica diretamente com nosso espírito, que a razão não nos deixa ver. O humano e seu destino de ser uma mistura, de saber sabendo do de saber sentindo, pela emoção, por estilo da criação, ainda dizem que o animal não é criativo, inventam-se uma vez e vivem então. Repetem o mesmo hábito, mas  aperfeiçoam com a intenção, de viver a vida.
É um jogo de escolhas, o sentir pela força da emoção intimista, de sentir-se e entender esta sensação, ou de privar-se, em busca de uma explicação, seja por um sacerdote ou lendo Don Quixote. Encontrar-se, enquanto que os animais já sabem de si, não se iludem com a ilusão, de ser o que não se espera,  se é.
O gênio em sua criação se degenera ao estado de um não-humano, de um fenômeno, uma manifestação, de confiar em si mesmo, de expor sua singularidade, de revelar parte de seu segredo, de seu pacto com Deus, ao qual todos os seres fazem. Ser mais animal, responder reagindo, mas depois de uma intensa reflexão, de alguns segundos, sorrindo para a razão, mostra seu amor pela verdade, por aquilo que se pode tocar, com mãos de fadas ou sons que exalam,  a confiança de seu instinto, a força em seu destino, e seguir.
Do anjo ao demônio, da empatia à razão
Fazer o bem?? Vamos todos então, só que poucos te entenderão. Vives a contemplar a sabedoria, espelhares teu espírito, em anestesia, a toda a realidade, podes ver o simples e o porquê de sua contorção, o homem está nu pra ti e não é por segundas intenções, és preciso em suas maquinas, de repente, se alucina, sente, percebes donde o erro brota, chamam-lhe o pervertido, mas quem faz o mal não é meu amigo, é o verdadeiro, o descabido estúpido, que não podes ver toda a pintura, bela, soturna, complexa e Simples, podes gravar todos os passos da bailarina, em seu único rodopio, seu peão, é o tempo, passado, presente e o que vem pela frente,
Nasceste um anjo, e terminaste demente de humanidade, de tão demasiadamente, sabe reconhecer os de ti, sabe reconhecer reflexos de espelho, de alma,
Tornaste o vilão, o próprio diabo, o peso do juízo, estão todos a afogar e você se sobressai alado, a observar, congelado pelo ar, frio desta montanha melancolia, tua identidade a te contestar como uma filha a um pai, quem eu sou, quem são eles, por que és tão diferente?? Por que está sempre ausente, solitário no meu pensamento.
Empaticamente, racional, que podes fazer o bem forte e enfraquecer o mal, mas quem liga, são todos boçais, tocando tambores de horrores, são todos uns animais, alguns são seus senhores, não podes fazer nada, tu não és ninguém, és um sonhador incompetente, um narciso que ainda não quebrou o espelho, que poucos vêem, não é interessante para a destruição coletiva chamado massa, que atropelam qualquer um que esteja a sua frente, não é um encantador de crinas inconscientes, não está aqui, teu corpo frágil sim, teu espírito apenas sobrevoa a terra, vermelha, humana ou verde, Amarela, cor de sede, tu tens fome de ação mas se perde em seu palacete de emoções, de sensações e percepções. Não é fatalismo, é a razão. Não crie expectativas e talvez…
A metáfora do avatar para explicar o gênio
Aquele que domina todos os elementos, que tem um grande potencial, um grande horizonte associativo, que vê padrões simples em seu mundo abstrato, que não confunde complexidade com confusão, que continua a pensar depois de adentrar a um mundo de múltiplas perspectivas, de muitas dimensões, que pode ver todos os lados de um  objeto inanimado e de fazer o mesmo ao fenômeno humano. O avatar, um gênio, o sábio que pode modificar os ventos e criar novas trajetórias. Ele não é dual, mas sente o atrito da competição, da dualidade, dentro de si. Ele não a vive, a entende, e cria a partir deste conhecimento, de sua singularidade, da interação de seu intelecto e de sua necessidade, única, poderosa e custosa.
Água não pode com o fogo, e este com o vento, a terra absorve a todos, mas pode ser perturbada por cada um de maneiras diferentes. E o genio, o avatar, lhe entende.

Concurso de miss QI**

Matemáticos gostam de mensurar as coisas e lhes dar um valor dimensional. Ainda estamos um pouco longe, creio eu, de uma realidade em que a matemática possa mensurar totalmente a complexidade. Na matemática não existe meio termo, ou a conta está certa ou não está. Não existem números ou resultados totalmente quebrados, visto que todos eles partem de uma premissa em que se afirma que todo o resultado matemático será exato. Mesmo uma dízima periódica será entendida como exata.

A complexidade se caracteriza pela existencia tanto daquilo que é exato, quanto do que não é. Por meio de uma convergencia de padrões, a matemática poderá conseguir mensurar parcialmente a complexidade em um futuro próximo ou distante. Vejam o exemplo da balança de peso. Nós temos o valor quantitativo, isto é, o nosso peso. Temos o percentual de gordura no corpo. Temos a distribuição deste valor, que tenderá a ser homogeneo em pessoas predominantemente saudáveis e heterogeneo em pessoas com desequilíbrio do sistema corpo-mente, como eu. Temos a velocidade com que nosso corpo processa os alimentos que comemos ou metabolismo. Enfim. Todas essas variáveis apresentam um padrão matemático. A sobreposição destas fórmulas matemáticas para a produção de novas, poderá prover uma melhor análise da complexidade que uma simples balança de peso não é capaz de fazer sozinha.

O exemplo do peso é interessante para mostrar o quão complexo pode ser, mas nada se compara em complexidade a mente humana, ao menos neste planeta. Pode parecer trivial pra nós nos os questionamentos sobre Deus, vida após a morte, morte, etc… Mas se pararmos pra pensar, isso se consiste em uma enorme evolução existencial, em algo absolutamente fantástico (claro, partindo da ideia de que não saibamos o quão comum possa ser a auto consciencia no ou nos universos).

Ainda que seja muito interessante e fundamental mensurarmos as coisas, até mesmo para que possamos nos antever ao desenrolar de seus respectivos comportamentos e mitigar desarmonias, esta tarefa deve sempre ser feita com muita parcimonia e o determinismo matemático deve, portanto, ser evitado. São as múltiplas perspectivas baby!!

Qual é a semelhança entre concursos de beleza internacionais e os testes de qi***

Este Santo, que já é meio louco, agora deve estar finalmente começando a desenvolver dementia praecox, só que não. De fato, nós podemos encontrar diversas semelhanças entre os dois.

Primeira semelhança

– Ambos medem seus objetos de interesse com base na aparencia e não na essencia,

Segunda semelhança

– Se se medem com base na aparencia, então isso significa que também medirão com base em um cenário estático, em condições perfeitas de temperatura e pressão (ideais ou irrealistas),

Terceira semelhança

– Partem de um viés unilateral ou tendencioso. Por exemplo, mulheres narigudas estão para feiura assim como  pessoas ”de” baixo qi estão para estupidez (ou recentemente com o fenomeno da padronização da ”beleza oficial” com base nas modelos fashion esqueléticas, o quesito ”altura”, sendo tomado como importante na mensuração da beleza),

Quarta semelhança

– Se já não fosse hilário porém pertinente fazer esta comparação, ainda podemos encontrar semelhanças nas respectivas dinamicas de ambos onde que fatores subjetivos negativos tenderão a ter grande influencia na expressão e apreciação popular de ambos os atributos, beleza e inteligencia. A linda garota pobre que mora em algum rincão tem grandes chances de jamais ter sua beleza apreciada e valorizada (de maneira cavalheiresca) do em comparação a uma pobre menina rica, de pai industrial e mãe socialite. Da mesma maneira que um jovem que é filho de pais universitários, terá muito mais chances para desenvolver uma carreira academica bem sucedida do que um jovem intelectualmente talentoso sem eira nem beira.

Quinta semelhança

Ambos são usados como status. Ao contrário de peso ou beleza, a inteligencia, no entanto, tende a ser mais difícil de ser capturada. Se parece ridículo perguntar qual é o peso de uma pessoa gorda ou magra demais ou redundante ao elogiar a beleza de uma pessoa extremamente bonita, ao menos pode parecer mais útil saber ”qual é o qi” do ser hipotético que voce está interagindo.

A inteligencia é muito mais complexa do que peso e beleza, principalmente porque tem uma grande e diversificada função em nossas sociedades.

Sexta semelhança

As misses universos não são as mulheres mais bonitas do mundo porque ganharam o concurso. Mesmo se o concurso fosse baseado em parametros mais objetivos, ainda assim, é por deveras complicado determinar que a miss Paraguay seja alguns pontos mais bela que a miss Chile (Chi-chi-chi Le-le-le) ou mesmo que a minha vizinha não possa ser tão ou mais bela que muitas dessas moças. A beleza é subjetiva MAS não é niilista, que não é a mesma coisa.

Estático, tendencioso e ridículo.

Existem concursos de beleza, fora toda a politicagem que deve vir embutida, porque ”precisamos’ de eventos para marcar a nossa caminhada existencial, mesmo aqueles que pareçam ridículos para os mais sapientes. E eventos não servem apenas para marcar o tempo (mesmo que esta marca evapore como o formato de mão que fazemos com as mãos molhadas no chão dourado pelo sol) mas também a hierarquia de quem participou dele, especialmente como protagonistas e antagonistas.

Da mesma maneira que uma miss universo não é a mais bela do mundo, muito menos alguém que pontuou consistentemente alto em testes cognitivos que também não será o mais inteligente. Eventos e suas posteriores reverberações temporárias apresentam uma tendencia para o encapsulamento arbitrário da realidade, onde que os ”louros da fama” são dados aos ”vencedores” enquanto que a moral da história é dada ao resto e especialmente aos ”perdedores”. O contexto e uma riqueza de variáveis serão desprezadas no caminho.

Voce já deve ter ouvido muitos conselhos de comparação dos seus pais. ”Veja como aquele rapaz é bem sucedido. Por que voce não pode ser como ele**”.

Eh importante mensurar as pessoas a partir de si próprio e buscar por um denominador comum ou neutralidade, a técnica do autoconhecimento e sua possível reverberação em busca da verdade ou hiperrealidade. Mas eu não vejo onde que resultados matemáticos ou pontuações de inteligencia, possam ser concebidas como valor inestimável para o entendimento da mente e do comportamento humano e não-humano.

Como eu sempre digo, não há problema em falar de qi e de pontuações pessoais de qi, ainda que seja irremediavelmente narcisista faze-lo. O problema, como sempre, se consiste nos excessos que eventualmente serão produzidos.

”qi” não pode substituir inteligencia e mais, não pode substituir o ser.

Da mesma maneira que existe uma grande diversidade de belezas, o mesmo acontecerá com a inteligencia e não serão os testes de qi que nos mostrarão essa riqueza de maneira detalhada.

Onde que eu quero chegar depois de enrolar tanto neste texto** Voces devem estar se perguntando…

Bem, eu quero chegar ao ponto em que o ridículo de se analisar, mensurar e escolher arbitrariamente algumas mulheres para servirem de símbolo de beleza, é aplicável, cambiável em relação aos excessos dos fetichistas de qi. Eles enfatizam tanto as suas pontuações em testes cognitivos e desprezam todas as outras formas de manifestação da inteligencia, da nano a macro escala, que não há qualquer empecilho moral e racional que possa conter esta possibilidade de analogia sarcástica e remota. Si, si puede!!

”Psicometristas concluíram que os testes de qi são o ultimato da mensuração da inteligencia. Tal como se concluíssemos que a balança de peso fosse o ultimato da mensuração do mesmo”.

O fato de que boa parte dos psicometristas sejam de matemáticos, pode nos ajudar a entender o porque da incapacidade predominante deste grupo para analisar, criticar, sofisticar e desenvolver conceitualmente o seu objeto de interesse. Não são capazes de se aprofundarem em suas próprias áreas de especialização (que me parece ser superficial apenas).

Os calorosos debates sobre qi (já entendido como um substituto para inteligencia) expressam apenas o enorme narcisismo que acomete a muitos daqueles que estão mais inclinados para enfatizar estas questões que estão atreladas a inteligencia, porque estamos mais naturalmente predispostos para enfatizar aquilo em que somos mais fortes, o meu princípio filosófico de auto conservação. Mas alguns são mais narcisistas do que talentosos.

Portanto, como conclusão,  o fetichismo do qi se assemelha ou mesmo poderia ser endereçado as mesmas motivações filosóficas que nos fazem dar audiencia a qualquer outro concurso de comparação. O ”mais popular”, o ”mais rico”, o ”mais alto”, o ”mais bonito”… Somos carentes e precisamos de todas essas bobagens para enfrentar o vazio da profunda incerteza. No entanto, todos esses eventos costumam causar graves sequelas especialmente porque ao invés de se parecerem com um piquenique coletivo, mais se assemelharão a ”brincadeiras” de mau gosto das crianças que ainda somos… Acaso o superficialismo do fetichismo sobre qi for tomado como verdades absolutas por alguma administração estatal sem qualquer análise crítica e holística, nós veremos um novo desenrolar de desarmonias nesta sociedade. A sabedoria é a verdadeira revolução radical dos costumes e do homem.

Portanto, miss US tem QB (quociente de beleza) 130 enquanto que a miss Suíça terá um qb de 150.

O concurso de beleza transforma a sua principal atração, justamente a beleza, em algo estéril, comercializável, midiaticamente popular e portanto, abstratizado, irreal, irrealista, intocável.

Os testes cognitivos fazem o mesmo com a inteligencia, onde que não se busca analisá-la em cenários realistas ou reais, buscando a sua real captura. Tal como o cristianismo, segundo Nietzche, transformou a virtude em algo intocável, a ”inteligencia” engessada, petrificada pela nova Medusa ideológica ( o fetichismo sobre qi), transformou a ”inteligencia” em um valor, comercializável, estéril, sem vida, sem emoção, sem realização. A sandice é tanta que até mesmo as realizações reais são colocadas em segundo plano.

Criatividade e sabedoria (as duas almas que dão vida a inteligencia humana) não são importantes, dizem estes neocrentes, apenas a suposta ”inteligencia” improdutiva, infértil que 3 dígitos pedantes conseguiram capturar.

Pontuações em testes de qi são o meio mais fácil de aparentar genialidade….

Mundo real por favor!!!

A necessidade de uma nova abordagem filosófica à inteligência e criatividade

Se continuarmos a deixar que os mecanicistas se perpetuem no completo domínio da (real) ciencia cognitiva, então caminharemos para a destruição de tudo aquilo de positivo que faz da humanidade uma entidade biológica tão única e diversa.

O ser humano não é apenas uma máquina organica que interage com o meio em que está com base em ação e reação puramente instintiva. A autoconsciencia é nossa capacidade de auto projeção para o meio de interação, dando-lhe simbolismos existenciais ou de vivencia. A trajetória de indivíduos, mesmo dos mais conformistas, serão únicas mediante a complexidade de nossos ambientes mas principalmente de nossas percepções inatas, de como que as interpretamos. Tudo aquilo que gostamos se torna parte de nós e expressará parte de nossas personalidades, de nossas almas. E portanto, serão extensões de nossa forma física e organica, materializadas ou abstratizadas, idealizadas a longo prazo.

Existe uma grande necessidade para a manutenção e sofisticação deste tipo de análise dentro das ciencias humanas menos abstratas, visto que com  o avanço da tecnologia bem como de supostas certezas que nela estão embutidas, a possibilidade de que as múltiplas perspectivas mas especialmente, aquelas que se baseiam na análise emotiva e interativa, possam ser excluídas de diagnósticos psiquiátricos, cotidianos e interpretações científicas, se tornará cada vez mais real e perigosa.

 

Inteligencia e suas 3 idades

 

Contextualidade, diversidade e complexidade

 

Contextualidade

 

A inteligencia é contextual, porque os ambientes antropomorfizados que são construídos pelos seres humanos, tendem a postular por parametros gerais de meritocracia e de organização hierárquica da sociedade, com base na seleção adaptativa que quase sempre será unilateral em sua natureza, isto é, promove a melhor adaptação de uns em detrimento de outros. Portanto, diferentes ambientes, exigem diferentes habilidades de diferentes níveis qualitativos e quantitativos. Como as sociedades humanas, mesmo as mais ”avançadas”, estão bem longe de serem perfeitas, então a percepção de contextualidade ou subjetividade de favorecimento, se torna ainda mais significativa.

Estas falhas graves e estúpidas que permanecem a monopolizar as vidas humanas, produzem conflitos, aumentando a diversidade, positiva e negativa, de percepções e de experimentações. Os problemas humanos funcionam pseudo-logicamente como complementos para o vazio existencial que predomina sem a cultura e tudo aquilo que a envolve. Mediante uma perspectiva científica, os atropelos macro-administrativos e organizacionais humanos tem como resultado o direcionamento enfatizado para um determinado caminho coletivo transcendental. No entanto, quase toda a evolução, por se basear-se na predominancia da inconsciencia coletiva, tende a produzir toda a sorte de conflitos, mazelas e desigualdades mortíferas. A adaptação é caótica porque tende a ser inconsciente. O ambiente muda, mudam as técnicas de adaptação e muitos perecerão durante e depois da fase transitória. São excessos de um mundo dinamico que não é capaz de se organizar perfeitamente, metafórica e hiper-transcendentalmente falando, a busca por Deus. Em uma sociedade onde o básico da convivencia e da comunhão se encontra em estado de desenvolvimento deplorável, poucos serão aqueles que buscarão por essas verdades profundas, bem como no sentido de organizar a cultura com base no realismo existencialista e posterior humildade objetiva.

Portanto, as falhas nas estruturas sociais, funcionam como potencialidade para a exploração existencial-filosófica, assim como também para o melhor entendimento do porque de tantos estúpidos ocuparem lugar de destaque e de serem tratados de maneira completamente desmedida. Em relação a inteligencia mediante uma perspectiva técnica, a aparencia de sua funcionalidade em um cenário contextual, apesar de não ser completamente baseado apenas na aparencia, muitas vezes, deverá ser negativamente enfatizada, porque ao ”construirmos” nossas sociedades a partir de uma unilateralidade cognitivo-meritocrática (provas de múltipla escolha para concursos públicos ao invés de uma avaliação prática e portanto objetiva, por exemplo), tenderemos a complicar o avanço objetivo, holístico e realista de uma investigação empiricista sobre a diversidade cognitiva se a maior parte das pessoas estão em profissões que não expressam suas predisposições inatas (A escravidão que prepondera em contraste a técnica de auto-conservação moderna).

 

Diversidade 

 

Justamente por sermos uma espécie muito variada, que também teremos mentes cognitivamente variadas, por obviedade. Em uma sociedade meritocraticamente justa, todos os tipos de mentes cooperativas seriam valorizados. Deveria ser óbvio a se observar e constatar para as mentes mecanicistas sobre a diversidade cognitiva humana, mas eu tenho a impressão de que muitos deles estão realmente iludidos sobre a suposta perfeição dos testes cognitivos, afinal de contas, eles  devem pensam

”Isso funcionou pra mim.”

Exatamente. A empatia parcial que eu tenho falado aqui, a ideia de auto projeção e não na tentativa de diálogos de mentes. Nos colocamos no lugar do outro sem tentar entende-lo. Os mecanicistas não podem entender porque muitas pessoas não são bem sucedidas como eles. Então, eles, pseudo-parcial-empaticamente, se colocarão no lugar destas pessoas, se auto projetando. A educação se baseia nisso. A educação e por conseguinte, a cultura, se baseiam na transmissão vertical de conhecimento e de regras. Aquilo que deu certo pra mim, pode ou ”vai dar” certo pra ti.

Mas isso não é factual e nos mostra que esta crença se encontra redondamente equivocada.

A diversidade cognitiva humana é real e se não há qualquer análise que busque enfatizá-la, então não haverá uma real investigação quanto a inteligencia, mas apenas em relação a parte dela, que é o que está acontecendo, especialmente, dentro da psicometria.

 

Complexidade

 

Os seres humanos são individualmente mais complexos do que os outros animais e isso explica em parte a nossa autoconsciencia mais aflorada. Os ambientes criados ”por nós”, também se caracterizam pela complexidade de atritos, de situações únicas e de complementos ou harmonias percebidas. Nossa percepção ou nossa técnica de entendimento da realidade, aumenta ainda mais a complexidade, porque tenderemos, inconsciente a conscientemente, a interpretar um contínuo de vivencias únicas e ou que serão percebidas como tal.

A diversidade cognitiva não se dá apenas mediante caráter demográfico, mas também a partir de nível individual e se podemos dar simbolismos a nossas vivencias, de maneira única e poderosa, então, isto pode ser reverberado como uma condensação de fatores de diversas ordens que influenciam em nossas interações com o meio em que estamos ou no qual somos subjugados, bem como pela maneira com que expressamos ou não estas predisposições.

Um exemplo sobre a singularidade da existencia humana se dá por meio das ideias. Eu por exemplo, tive uma ideia hoje de manhã, que pode ajudar a desbaratar ainda mais as nuvens de chuva forte que ameaçam cair em cima da bio-diversidade comportamental e sexual humanas. Eu tive uma ideia que é muito provável que poderia não ter mais em nenhum outro momento, se a capacidade intuitiva e portanto proto-inconsciente é predominantemente caótica (ainda que dependa de fixação mental anterior e ideação constante). A singularidade da mente humana e sua auto projeção ao seu meio, promoverá muitos destes momentos únicos. Se não fosse pelo smartphone que uso para caminhar, eu poderia ter me esquecido desta ideia. Claro que a possibilidade hipotética de ter ideias únicas ou aparentam ser desta natureza, variará justamente a partir do seu grau de singularidade. No entanto, não parecem restar dúvidas que a capacidade de produzir auto percepções  é rara em um mundo onde o instinto domina.

 

Criatividade

 

Enquanto um termo vago (porque é complexo, diverso e contextual), a inteligencia pode ser enfatizada sob qualquer perspectiva. Os mecanicistas se aproveitam de seu domínio sobre as sociedades humanas (e em partes, nos ajuda a explicar a falta de empatia que predominam nas mesmas) via tecnologia e ciencia, para racionalizarem unilateralmente sobre a inteligencia dando-lhe a enfatização que melhor lhe apetecem.

O mesmo pode ser dito sobre a criatividade e com o agravante de que as mentes mecanicistas tendem a ter pouca capacidade de compreensão deste fenomeno porque tem pouco dela em si mesmas. Como eu e muitos outros tem falado, o autoconhecimento é uma maneira muito relevante e interessante para ser usado como complemento, secundário-a-primário, sobre o assunto que se queira desenvolver. E como estamos falando da ciencia que estuda o homem e seu comportamento, então não restam dúvidas quanto a necessidade deste conhecimento, que sob o domínio de uma mente objetiva, holística e (portanto) perspicaz, poderá nos dar grandes contribuições… se quase todas as grandes contribuições anteriores se fizeram exatamente deste jeito, especialmente em seu princípio essencial.

A criatividade é ainda mais filosófica em sua raiz e em seu potencial de análise existencial (do que apenas científica) por causa da correlação indiretamente constante entre a sua manifestação e um estado pré a predominantemente mórbido, demonstrando que ao contrário do mundo lógico, perfeito e reto com uma régua, tal como os mecanicistas tendem a acreditar, a manifestação e a simbologia da fenomenologia comportamental humana e especialmente, aquelas que são mais humanas em sua raiz, estão longe de serem apenas a interação mecanica entre biologia e meio. O que também é bastante paradoxal para ser plenamente compreendido por estes tipos (obviamente que não todos eles), é que a forma mais poderosa de manifestação da mente humana, a sua criatividade, tenda a se manifestar também por causa de condições pré a predominantemente mórbidas. Em outras palavras, a lógica parcial, ”traços superiores e saúde se correlacionam” não se sustentam, se muitas vezes ou na maioria delas, será justamente a combinação entre extremos positivos e negativos que produzirá a amplidão das potencialidades cognitivas humanas.

 

A filosofia a partir de um parametro realista, objetivo e utilitário, isto é, que enfatiza por ”resultados”, aparece como uma possibilidade urgente, na tentativa de analisar todos os meandros que produzem a fiação de interações e conflitos que por sua vez, se consistem as nossas sociedades.

Mentes filosóficas mais objetivas, parecem perfeitas para esta tarefa. Não desprezo o papel da ciencia bem como de perspectivas mecanicistas, mas elas são frias demais e esta frieza não resulta em uma real racionalidade de investigações e conclusões, mas justamente na enfatização tendenciosa de se praticar empatia parcial, vendo o mundo através do próprio umbigo e não a partir dele.

O mundo é, superficial-racionalmente falando, feito por retas e de curvas, assim como também pelas zonas de transição entre ambos. Os mecanicistas enfatizam em excesso as retas, enquanto que as mentes filosóficas dão enfase exacerbada as curvas. Estão parcialmente certos, mas a partir de uma necessidade de análise holística, estarão equivocados.

Inteligencia humana só poderá ser plenamente medida por meio de análise individual e a comparação kanazawana sobre a balança de peso e qi

 

Indivíduos são multidimensionais e suas inteligencias também (qualquer forma de vida, diga-se)

 

Eu cansei de ler em blogues hbd que ”os testes de qi são muito precisos a nível coletivo, mas pouco a nível individual”. Se é verdade que a generalização superficial e mecanicista dos testes os tornem não muito precisos para mensurar a capacidade cognitiva em indivíduos, então  devemos pensar em como que poderíamos mensurar a capacidade humana a partir desta perspectiva. Me parece o óbvio a se fazer. A busca pela análise holística e correta da inteligencia a nível pessoal.

A inteligencia, tal como a verdade, é uma realidade abstrata em seu conceito e em suas considerações iniciais e portanto, também se manifestará a partir de uma complexidade de variáveis entendíveis.

Os testes cognitivos seguem os mesmos passos que a ciencia humana, ou seja, o descarte de um ”excesso” de teorias e a busca por uma espécie de objetividade empiricista baseada em escolhas unilaterais. A desconexão entre mundo real e mundo abstrato-estatístico, aparece como um agravante para o caso da análise sobre a inteligencia humana, visto que tornou-se muito comum julgar resultados do que pessoas. Ainda há outro problema que torna esta especialidade da psicologia, mais patética do que o esperado porque muitos daqueles que exibem motivação intrínseca para o estudo da inteligencia, tenderão a serem providos de egos flácidos. Não há um problema no narcisismo. Há um problema e grave quando o narcisismo é usado para promover mesmo que inconscientemente, agendas pessoais.

Eu já falei que tendemos a projetar nossas mentes ou cultura neurológica em tudo aquilo que interagimos, da escala nano para a escala macro, de curtíssimo a longuíssimo prazo. Matemáticos psicometristas, dos mais interessados no ramo da psicologia cognitiva, acreditam unilateralmente na perfeição dos testes cognitivos, porque estes testes foram e são desenhados por eles. Eh como se um engenheiro determinasse o conceito e as características da inteligencia humana mediante a sua própria perspectiva mental-laboral para o professor de história, o jardineiro e o repórter.

Ainda que os testes de qi assim como também outros tipos de testes psicométricos, apresentem muitas falhas, há de se dar o valor certo que merece e este se fará de acordo com a sua abrangencia. Os testes de qi partem de uma abordagem que se baseia na tentativa de neutralidade mecanica para a detecção da diversidade ou variação quantitativa intelectual humana.

Como eu já alertei muitas vezes aqui, a crença unilateral na fiabilidade perfeita dos testes de qi está firmada nos seguintes pressupostos

– Distribuição linear e quantitativa de capacidade intelectual a partir dos resultados dos testes. Fulano A ”com” qi 140 ”é mais inteligente” que Fulano B ”de” qi 120 enquanto que o mais certo seria

”Fulano A ”com” qi 140 PODE SER mais inteligente (verbal* espacial* matemático* memória de longo prazo* memória de curto prazo* raciocínio**…) do que o Fulano B ”de” qi 120”.

– O resultado dos testes é uma demonstração empírica, abrangente e realista de todas as nuances do intelecto daqueles que foram analisados.

– Todos aqueles ”com” qi acima de 130 (ou 120) são ”genios” (ou) superdotados.

– As pessoas ”mais inteligentes”, ”de” qi maior, serão mais propensas a acertarem mais em suas escolhas e pensamentos do que aqueles com ”menor qi”. Mas não parece ser a plena verdade dos fatos.

 

 

Testes cognitivos foram criados para detectar crianças com deficiencia mental e a metáfora da balança do peso

 

Testes cognitivos são quase tão bons para mensurar inteligencia quanto a balança é para medir nosso peso. No entanto, o peso de nossa inteligencia não se restringe ao seu ”tamanho”, da mesma maneira que o nosso peso corporal não se restringe ao seu valor quantitativo geral. Pessoas com o mesmo peso mas com biótipos, saúde e níveis de agilidade motora diferentes, apresentarão resultados diferentes em relação a panaceia de atividades físicas que praticamos em nossos cotidianos. Vários outros fatores como a velocidade do metabolismo e mesmo, o nível de impulsividade comportamental, também apresentam importante influencia no nosso peso. Portanto, o valor quantitativo de nosso peso na balança, é um resumo ”grosseiro”, porém parcialmente elucidativo sobre esta significativa característica do corpo humano. Também não podemos esquecer dos (verdadeiros) fatores ambientais como mudança de atitude quanto a alimentação, a prática de exercícios físicos ou o inverso como variáveis que influenciam em nossa saúde.

A comparação entre a balança de peso e os testes cognitivos foi realizada inicialmente, ao menos ao meu ver, por intermédio do psicólogo japones Satoshi Kanazawa, que eu tenho citado e refutado aqui no blogue. Da mesma maneira que podemos validar os testes cognitivos por meio desta analogia, também podemos criticá-los através desta mesma comparação e não há nada de errado com isso. A intenção não é invalidar este tipo de mensuração extremamente popular dentro da psicometria, mas enriquece-la, apontando os seus erros e buscando por melhorias especialmente na interpretação dos resultados.

Se fossemos como robos, então, talvez fosse possível constatar  que os testes cognitivos apresentam grande fiabilidade de mensuração, mas não somos e os fatores ambientais são muito importantes para que possamos analisar a população (e os indivíduos, especialmente) de maneira correta, sem deixar pontos sem nó. Eu não estou dizendo que os fatores ambientais possam alterar o núcleo, a essencia de uma pessoa, ao menos se algo muito sério acontecer como fratura cerebral ou alguma doença neuro-infecciosa. Mesmo nessas situações, não devemos prejulgá-las de maneira determinista. Eu estou dizendo que fatores ambientais são importantes porque influenciam na externalização de talentos. Se para muitos, o que diferencia o genio em relação ao inteligente seriam as suas realizações, então por meio desta perspectiva, devemos levar em consideração as influencias externas que podem alavancar um talento inato ou mante-lo no anonimato.

A inteligencia genotípica é praticamente inalterável, mas podemos e geralmente produzimos a partir dela, nosso legado, nossa construção axionomica de fatos, nossa cultura neurológica, que é um bio-produto de nossas interações com o meio, em outras palavras, a inteligencia fenotípica. Vou falar em um próximo texto, a ideia de que a manifestação do genio também tende a se basear na tentativa de adaptação nas sociedades humanas, se aqueles que estão cercados por um ambiente que não se comunica perfeitamente com as suas respectivas mentes, tenderão a lutar contra este estado de coisas, a lei da ação e reação.

 

Testes para mensurar a falta de inteligencia e não, necessariamente, o excesso ou a plenitude dela 

 

Inicialmente, os testes cognitivos foram criados para mensurar deficiencia intelectual. Logicamente falando, por meio da lógica intuitiva, presume-se que quanto maior a inteligencia, mais complexa ela será. No entanto, é complicado atribuir o tamanho da inteligencia como a única variável a ser comparada, se no final das contas, a diversidade cognitiva será grande e a capacidade intelectual será melhor acessada a partir de várias perspectivas e não apenas por meio de alguns parametros.

Portanto, a análise de componentes básicos da inteligencia humana, podem não ser aptos para capturar com precisão a complexidade de um intelecto complexo. Os testes cognitivos são a reverberação de um subgrupo cognitivo de pessoas que determinaram unilateralmente o conceito e a prática da inteligencia. Ainda que muitos resultados relevantes tenham sido encontrados, o inteligente, assim como também todos os demais tipos cognitivos humanos, não se farão apenas com base em resultados neutros, mas também em todos os aspectos da vida, na interação, na percepção, na construção pessoal de códigos morais, paradigmas e paradoxos (desafios**), etc… Como eu tenho falado muitas vezes aqui, a inteligencia mensurada pela psicometria, será técnica, ”utilitária” e inerte.

 

Técnica porque mensura especialidades de igual natureza,

Utilitária porque mensura capacidades que são exigidas dentro das desiguais e injustas sociedades humanas,

e inerte porque mensura parte da inteligencia a partir de um cenário de inércia. Aí cabe a pergunta

 

Será que aqueles que pontuaram mais alto nos testes, reverberarão com fidedignidade esta ”superioridade” em suas vidas pessoais, em seus cotidianos**

 

Se os testes psicométricos tendem a ser baseados em perspectivas unilaterais ou que foram desenvolvidas a partir da perspectiva cognitiva de um determinado grupo de pessoas, então não parece haver qualquer problema em fazer o mesmo jogo e pensar em novos parametros para estabelecer a linearidade ou distribuição da inteligencia, só que com base em múltiplas perspectivas. A arbitrariedade dos parametros que tenho sugerido será menos intensa e injusta em comparação aquela que acompanha a psicometria ‘moderna’, porque além de considerar os achados (que no entanto serão reinterpretados) da mesma, também se baseará na neutralidade analítica a partir da lógica intuitiva da autoconsciencia como o diferenciador-mor da inteligencia humana, o conceito-mãe, a característica definidora da ”humanidade”.

A neutralização mecanica de componentes culturais dos primeiros testes cognitivos foi uma boa tentativa para tentar mensurar e capturar plenamente a inteligencia humana (e não-humana também). Mas o problema é que somos seres sociais e a partir deste contexto, deveria-se pensar se a empatia cognitiva ( ou sabedoria**) também poderia ser um objeto importante de análise, porque contextualmente falando, aquele que destrói o ambiente em que vive, causa caos e conflitos, aparecerá como uma pessoa ou ser estúpido, se dependemos uns dos outros, se caminhamos para a cooperação, se o próprio universo não possa ser considerado como uma grande força de cooperação. Nós não temos os planetas competindo e se destruindo mutuamente. Portanto o componente ”empatia” aparece como um supremo divisor de águas se a necessidade fundamental da existencia mais evoluída se dá com base na cooperação e não na competição ou no atrito desnecessário. Atritos desnecessários causam destruição e desequilíbrio.

Pelo fato de mensurar o básico da inteligencia em estado estático (e não em interação ou ação), os testes psicométricos terminam por serem apenas bons medidores. Mas a inteligencia, assim como tudo que existe neste mundo, não se restringe apenas sua superfície. Podemos comparar o psicometrista fetichista de qi como um ”religioso” que se ‘contenta’ com as verdades absolutas da bíblia, que não está mais preocupado em sofisticar e ampliar o conhecimento.

 

O genio é um desvio proto-patológico ou uma evolução gradual e natural da inteligencia humana** Novamente o embate sobre a evolução cognitiva humana

A gota de álcool no sangue de Bernard Marx.

 

Os eugenistas conservadores e seus afiliados acreditam que com o aumento da inteligencia humana, saúde e criatividade seguirão a mesma tendencia. No entanto, ao menos no contexto evolutivo-seletivo de agora, pode-se dizer que a criatividade humana equivaleria a anemia falciforme, que afeta muitos milhões de africanos subsaarianos e seus descendentes. Ou seja, em doses heterozigotas, ambas tenderão a serem muito vantajosas, mas todo polimorfismo carrega consigo as desvantagens que estarão muito mais presentes em portadores homozigotos.

Se o genio é a combinação de grande inteligencia e de grande criatividade, especialmente o genio criativo clássico e o genio científico, então esperaremos que mediante estes excessos de excepcionalidades, muitos riscos de ”defeitos” aparecerão tal como acontece com o polimorfismo da criatividade e da anemia falciforme. Máquinas mais complexas são mais vulneráveis a erros e os genios são seres humanos muito complexos. E mais do que isso, porque se o genio, se nós em geral, não somos apenas a replicação exterior de nossas características cerebrais, hormonais e fisiológicas, mas também a manipulação alegórica original ou não das múltiplas percepções e interações que compõem nossas existencias, então talvez mesmo a doença, pode ter um papel importante para a genialidade. Basta vermos a quantidade de nomes famosos que padeceram de alguma doença, mental ou fisiológica. Mesmo que a tuberculose por exemplo, não tenha uma relação direta na promoção de algum fenótipo cognitivo espetacular (e é provável que não tenha, ainda que possa se relacionar com a panaceia de custos que podem acompanhá-lo), ela pode ter um papel na promoção da intensidade perceptiva do genio ou autoconsciencia, se nos tornamos mais alertas quando sentimos que temos algo de errado em nós.

Eu gostaria que o mundo fosse fácil e lógico tal como muitos neoconservadores eugenistas imaginam, mas é possível que a interpretação mais filosófica da existencia fragilizada pela doença, possa ter um papel importante para a genialidade que não é apenas a inteligencia, mas a fenomenologia da inteligencia.

A brilhante metáfora da gota de álcool no sangue de Bernard Marx, por meio da excepcional obra de Aldous Huxley, nos mostra o ”desequilíbrio” do sistema mente-corpo, pode ter um forte papel na construção biológica de fenótipos extremamente raros e portanto originais, como as dos genios.

 

 

Portanto não bastam as análises técnicas da psicometria para entender a inteligencia humana….

Factologia, ideologia e dogmalogia

Vamos separar o joio do trigo. Fatos  não são a mesma coisa que ideias que por sua vez não são a mesma coisa que dogmas.

Fatos são a percepção direta, objetiva da fenomenologia e posterior verbalização categórica e analítica desta panaceia de situações e de personagens.

Ideias são possíveis fatos, são especulações sobre a verdade subjetiva ou abstrata. As ideias estão para a lagarta assim como os fatos estão para a mariposa.

Dogmas são ideias (possíveis fatos) distorcidas ou alegórico-metaforizadas  que foram retidas de percepções objetivas iniciais ou fatos.

Portanto, a factologia é o neologismo que significa o estudo dos fatos ou da realidade.

A idelogia, eu não preciso dizer o que significa porque já é uma palavra conhecida, enquanto que a dogmalogia se consiste no estudo (ou enfase) de metáforas e alegorias que representam de maneira distorcida ‘e’ potencialmente unilateral a realidade ou fatos.

A ciencia está dividida entre a factologia e a ideologia. A filosofia é predominantemente ideológica enquanto que a ”religião” é predominantemente dogmática.

Fatos, ao contrário do que se costuma pensar, apresenta potencial para expansão compreensiva, visto que o mundo está construído em múltiplas perspectivas.

Ideias apresentam o maior potencial expansivo que está acompanhado também por igualmente grande potencial distorcível.

Dogmas são como antigas ideias que foram ossificadas. Dogmas são puramente enfáticos, isto é, baseiam-se na constante retroalimentação de suas crenças e ”tradições” que alegoricamente buscam representar o mundo real. As ideias são o combustível dos dogmas quanto a sua sofisticação. Por exemplo, a ideia criacionista do ”design inteligente” é uma demonstração de enriquecimento ou sofisticação de dogmas cristãos.

A verdade absoluta é o fato, retido tanto da verdade objetiva quanto da subjetiva. Esta é a construção literal e natural da realidade.

O dogma não se baseia em verdades absolutas mas em alegorias absolutas.

Múltiplas inteligencias, judeus asquenazes e caucasianos europeus parte 3

Continuando (e terminando) a série sobre diferenças raciais qualitativas de inteligencia por meio da teoria das múltiplas inteligencias de Howard Gardner assim como também a reutilização da metáfora da vespa parasita e da aranha.

Os caucasóides europeus são o grupo racial mais fenotipicamente diverso (especialmente no que diz respeito a coloração da pele, cabelos e olhos) dentre todas as variedades humanas. Na verdade, as múltiplas perspectivas bem como a relatividade taxionomica, aparecem aí como uma boa maneira de se buscar entender o porque desta diversidade. Por exemplo, muitos raciologistas dividem as populações mongolóides em ”leste asiáticos” (chineses, japoneses e coreanos) e ”sudeste asiáticos” (filipinos, indonésios, tailandeses, malaios…). A explicação para esta divisão se dá justamente pelo fato dos primeiros serem mais racialmente decantados (”puros” no jargão pseudo-científico mais perto de voce) enquanto que os segundos são mais racialmente mestiços. Entenda da seguinte maneira, enquanto que os japoneses são 95% geneticamente mongolóides, os filipinos seriam em média 80% ”mongolóides”. Eu não sei quanto seria a proporção racial mais precisa que essas populações apresentam (especialmente a segunda), mas me parece um exemplo elucidativo. As populações caucasóides mais racialmente decantadas seriam justamente, usando a mesma analogia, aquelas que se localizam no noroeste e no norte da Europa. Poderíamos imaginar Vietnã e Laos tal como Itália e Grécia, em termos genéticos, comportamentais e fenotípicos, isto é, no meio do caminho entre a depuração máxima já estabelecida (Japão, Suécia**) até o limite de miscigenação em que apesar da mescla, ocorre alguma preservação de fenótipo proto-caucasóide (Indonésia, Arábia Saudita**) . Portanto, em resumo desta parte quase-inútil do texto, vamos considerar todos os europeus de descendencia predominantemente nativa (no mínimo de 95%) como brancos, independente de seu fenótipo ou inteligencia mas mantendo o apreço pelas diferenças qualitativas e de grupos.

Dentre os caucasóides, destacam-se os judeus, especialmente aqueles que (também) são de linhagem europeia. Estes são genericamente denominados como ”ashkenazim” ou asquenazes. Na verdade, muitos asquenazes, especialmente aqueles que tem descendencia na Europa Ocidental, podem  ter sangue sefardita, a população judia de origem ibérica, que se dispersou e se misturou depois de sua expulsão e conversão em massa na Espanha e em Portugal. O mais importante no entanto, de se ter em mente, é que esta população apresenta particularidades genéticas que obviamente reverberarão em todos os outros aspectos biológicos.

Em termos cognitivos, temos aprendido parcialmente e até confusamente por meio da comunidade hbd que os judeus asquenazes apresentam elevada inteligencia verbal, isto é, cristalizada, combinada como inteligencia visuo-espacial mediana. Também aprendemos que os brancos caucasóides tendem a apresentar uma inteligencia (qi, ou inteligencia técnico-quantitativa) mais baixa em comparação aos leste asiáticos assim como também aos próprios judeus e sem grandes discrepancias internas de pontuação em testes de qi. No entanto, eu tenho quase a plena certeza de que os ”brancos caucasóides” são muito mais variáveis, também neste aspecto, e que não se poderia estabelecer de maneira precoce que ”seriam” ”menos inteligentes” apenas por estes resultados em testes cognitivos. Como eu gosto de dizer, quanto maior a capacidade, mais subjetivo e relativo será o julgamento e a comparação. Quem é mais inteligente, um genio filosófico ou um genio matemático***

Muitos poderiam sugerir que o matemático seja o mais inteligente, mas será mesmo* Na verdade, é complicado estabelecer quem seria o mais inteligente, primeiro porque as diferenças quantitativas entre os dois não são tão significativas e segundo que justamente por causa das diferenças qualitativas, que qualquer julgamento tendencioso para um dos lados, já poderá ser considerado como injusto. Esta comparação serve de entrada para a metáfora que melhor explica os intelectos da dupla ”do barulho” na espécie humana, os caucasóides judeus e os caucasóides europeus.

A primeira imagem do post nos mostra uma relação parasitária entre a vespa e a aranha. A vespa, minúscula porém evolutivamente complexa e ”inteligente”, se agarra a primeira aranha que encontrar e parte para uma luta inicial para atingir a mente de sua potencial presa. A partir do momento em que a vespa consegue o domínio ao introduzir-lhe substancias químicas que hipnotizam a mente da aranha, a relação parasitária estará estabelecida.

O mundo ocidental até os anos 50, era vigoroso, 25% da população mundial era de origem europeia. As maiores potencias do mundo eram quase todas europeias ou de extração europeia. O total domínio mundial que os europeus e seus descendentes conseguiram estabelecer até aquela época, não se compara aos dias atuais, em que a demografia destas populações está a morrer incessantemente. Além desta dramática e cada vez mais notável fragilidade, imigrações em massa aumentam ainda mais o que de fato se consiste em um genocídio sofisticado e programado, visando limpar da superfície terrestre, boa parte das populações europeias e de descendencia. Para aqueles que argumentam tolamente que o tal ”genocídio branco” não passa de mais uma teoria de conspiração, então basta visitar o cenário cultural, demográfico e político da pequena e distante Nova Zelandia, de paisagens naturais deslumbrantes. Por que diabos alguém se preocuparia em ”brasilizar” um país distante e ”irrelevante” como a Nova Zelandia**

Pergunte ”ao” judeu. Os judeus parecem ser o exato oposto do homem branco em muitos aspectos. Se o homem branco se olhasse no espelho, talvez visse um homem pálido com barba por fazer (ou por manter) e um kippah adornando o ”cocuruto”. Se a cultura tem um papel muito importante nos processos seletivos, ao propiciar o ostracismos dos dissidentes fenotípicos e favorecimento proto-nepotista daqueles que estão em conluio com as regras sócio-cognitivas estabelecidas, por auto ajustamento (adaptação) ou simplesmente por encaixe perfeito (por exemplo, o homem predominantemente conservador em uma sociedade de igual natureza), então poderíamos imaginar o que dois livros ”sagrados” podem ter em comum.

A bíblia prega a rendição divina e a bondade cega enquanto que o talmud judeu prega o exato oposto, a malandragem como regra de ouro, especialmente em relação aos goys tolos (além de crueldade de tratamento).

Pessoas inteligentes e empáticas quase sempre buscarão de uma maneira ou de outra, torta ou correta, a igualdade de condições assim como também a justiça. Uma grande proporção de pessoas inteligentes é o pesadelo de qualquer parasita humana com pretensões de dominação, e quão mais espertas elas se tornarem, mais perceptivas serão e mais difícil ficará o jogo do parasita para cultivar escravos.

A disgenia funciona como uma maneira preventiva de se evitar que a classe de escravos se torne suficientemente inteligente para impor um equilíbrio as regras do jogo e até mesmo a extinção dessas diferenças.

Mas como o psicopata é ”fominha” e não pode evitar o parasitismo inconsequente, acabará por depredar o ambiente que construiu para ser o rei, justamente porque não pode controlar a sua ganancia. Eh uma crescente entrópica que terminará em ruínas e destruição. A mentalidade talmúdica do mundo moderno e talvez de sempre, de que os menos inteligentes sejam mais fáceis de serem escravizados, não se sustenta a partir do momento em que não existe uma classe-tampão, que separe a elite psicótica, da subclasse, igualmente psicótica. Se só existir a elite e outra classe, de subjugados, os riscos de um ”aristocracídio” serão muito maiores. As massas que lambem os pés enrugados da rainha Elizabeth, são brancas e nativas. O imigrante trabalhador, de classe baixa, pouco se importa para com estes tipos de convenções hierárquicas ainda que tenha predisposições parecidas de respeito a autoridade.

Múltiplas inteligencias, judeus e brancos

Como pouco se sabe até agora sobre a real natureza do judeu médio em termos comportamentais, psicológicos e cognitivos (obrigado hbd!!) bem como pela distribuição destas características fundamentais que os tornam únicos (em suas próprias perspectivas mas também mediante tamanho impacto que tem produzido em todo mundo via ”ocidente”), então, não se poderá afirmar absolutamente nada ainda que minhas observações sempre sejam capturadas por intermédio da ”lógica intuitiva”.

Com relação aos brancos europeus, ainda haverá a necessidade de detalhar as muitas diferenças de cada população, por exemplo, entre italianos e finlandeses. No entanto, para não nos perdermos dentro desta diversidade, eu vou usar alguns exemplos mais gerais ao invés de estabelecer um conjunto de características para cada povo.

JUDEUS ASQUENAZES 

Como eu disse acima, sabemos por agora, que os judeus asquenazes tendem a apresentar uma elevada ou maior inteligencia verbal, que pode ser acessada com certa fiabilidade, por meio de testes de qi, em combinação epistática com inteligencia não-verbal ou visuo-espacial deprimida. Quase todos os estudos com uma boa amostra representativa, encontraram uma média de qi verbal entre os judeus asquenazes, variando de 107 até 111 e um qi visuo-espacial em torno de 98. Se a média de qi verbal do americano europeu nativo, por exemplo, for mesmo de 103, com pouca variação nas pontuações mediante uma perspectiva coletiva, então a vantagem judia poderá não ser tão alta assim como imaginávamos.

Eu nunca entendi o porque de darem tanta enfase na inteligencia verbal judia, enquanto que para os leste asiáticos por exemplo, quase sempre se usou o parametro de ”qi performance” ou ”qi geral” para comparar as suas médias de qi. Seria mais justo se para todos os grupos, fossem usados os mesmos critérios. Então, como uma espécie de ”artifício estatístico”, os judeus asquenazes ”são mais” inteligentes, por causa do qi verbal maior. No entanto, os leste asiáticos tem qi visuo-espacial maior (só que com uma combinação epistática diferente em comparação aos europeus ou a maioria dos europeus com maior inteligencia espacial) e os europeus são muito variados e com vantagens que não estão presentes nem nos leste asiáticos, nem nos judeus asquenazes. Afirmar que os judeus sejam mais mais inteligentes é um equívoco, mas negá-lo também será. Justamente por isso que nós temos as múltiplas perspectivas para serem usadas como bússola de julgamento e detecção de erros e acertos. Mais a frente por meio da metáfora da aranha e da vespa parasita, eu vou mostrar-lhes porque este concurso de quem é o povo mais inteligente, especialmente nos mais altos níveis de inteligencia, se consiste em uma relativa perda de tempo.

Em relação a inteligencia ”lógico-matemática”, justamente por serem parte da chamada inteligencia cristalizada, isso sem levar em conta que existe a necessidade de ser bom com números para ser um bom comerciante, não parecem restar dúvidas quanto a maior habilidade judaica neste quesito, mas que sem características psicopáticas de personalidade, não costumam ser muito boas para o sucesso financeiro, vide aqueles com maior inteligencia matemática e características comportamentais mais autistas. A combinação epistática de personalidade cognitiva (o modelo integrada de inteligencia) que parece ser a mais comum entre os judeus é justamente aquela em que habilidades matemáticas encontram-se em harmonia com capacidade de manipulação, tanto para abstração quanto para as relações interpessoais. O fenótipo cognitivo e ocupacional do comerciante, bom em números e na lábia, parece fazer muito sentido aqui.

Portanto, com relação a certos atributos de inteligencia cristalizada, ou seja, verbal-linguística e lógico-matemática, tudo leva a crer que os judeus asquenazes sejam cognitivamente superiores em comparação as outras populações.

A comunidade hbd nos faz acreditar que a maior inteligencia cristalizada dos judeus asquenazes seja a principal razão para o seu estrondoso sucesso nas sociedades ocidentais. No entanto, eles parecem estar se esquecendo do grande talento judeu para a mímica comportamental bem como pela capacidade psicopática e sábia de entender a alma humana, especialmente a ocidental. A hierarquia de inteligencias desta população não terá como principal ”prata da casa” a inteligencia verbal (incluindo aí a matemática) mas sim, a inteligencia interpessoal. Repito que sem o talento de manipulação perceptual, os judeus asquenazes seriam tão bem sucedidos quanto os nerds matemáticos com déficits em inteligencia interpessoal, ou seja, provavelmente muito menos do que conseguiram até agora (e pelo que parece, isso já aconteceu outras vezes). O paradoxo da sabedoria (e da psicopatia) se aplica perfeitamente ao judeu.

A inteligencia intrapessoal também parece ser uma qualidade bem desenvolvida entre os asquenazes, porque geralmente, para ser um bom manipulador, voce precisa ter autoconhecimento, porque o processo de manipulação se dá por comparação interpessoal, ou seja, observar aquilo que a sua presa ou o seu amigo é bom, que é ruim,  daquilo que gosta e do que não gosta, desenvolvendo para si um grande arcabouço de autopercepções para serem usadas no jogo social.

A inteligencia musical também parece relativamente bem desenvolvida entre os judeus asquenazes, claro, entre a sua classe criativa principalmente. Observa-se no entanto que existem diferenças culturais marcantes entre o modelo de alta, média e baixa cultura musical europeia e o modelo asquenaze. A cultura neurológica judaica parece se diferenciar em comparação a europeia por causa de uma maior variedade bem como também de combinação de misturas incomuns de ritmos e estilos, mas talvez essas diferenças não sejam assim tão significativas e o talento europeu seja até superior. O judeu não parece ter problemas para mesclar ritmos africanos com ópera. No entanto, não duvido que os ouvidos europeus, especialmente os mais especializados, possam ver este tipo de criatividade, como abusiva e grosseira.

A baixa inteligencia visuo-espacial dos judeus nos ajuda a explicar a baixa presença de talentos nesta área cognitiva, especialmente em relação ao talento artístico para pintura. Não precisamos pensar muito quanto a isso, se eu apenas lhes disser que foram os judeus que inventaram a obtusa ”arte abstrata”.

A super talentosa pintora convergente clássica, Akiane Kramarik, americana de ascendencia lituana, que eu já comentei aqui, parece ser o oposto em personalidade em comparação a ”menina judia média”. Ao invés do narcisismo e do talento verbal e de manipulação, voce tem uma jovem de grande inteligencia visuo-espacial e com espiritualidade aflorada.

A inteligencia naturalista, que eu defini como uma espécie de inteligencia instintiva-analítica, ou seja, uma sofisticação mental de nosso instinto de sobrevivencia, só que de longo prazo, também parece ser bem desenvolvida entre os asquenazes. A inteligencia naturalista tende a se conectar não-linearmente com as inteligencias interpessoal e intrapessoal e talvez possa até ser uma espécie de comunhão das duas.

Mas muitas especulações quanto a moderna inteligencia judia, devem ou deveriam ser feitas e infelizmente, eu não tenho encontrado esta ávida investigação dentro da hbdosfera.  Por exemplo, muitos dizem que antes das leis napoleonicas sobre a ”emancipação judaica”, os judeus deram poucas contribuições intelectuais, seja na filosofia, nas artes ou nas ciencias. Desprezando-se a grande participação ”deste” povo (isto é, de grupos de indivíduos, geralmente de homens, que já morreram) na conquista e colonização das Américas e posteriormente de outros continentes, pouco se sabe sobre as suas reais contribuições (positivas ou negativas, que já não seriam contribuições) antes da revolução francesa.

Os judeus mais decantados, ou seja, os ortodoxos, não parecem ser muito inteligentes, mas principalmente por causa dos padrões de casamentos endogamicos, isto é, consanguíneos, que geralmente reduzirão a plasticidade comportamental e consequente especialização diversificada de funções que dela derivará. Se o marcador ”realizações intelectuais, artísticas, tecnológicas ou científicas” pode ser uma boa maneira de se analisar a inteligencia de uma população, então os judeus de antes da ”emancipação” promovida por Napoleão, em nada se parecerão com os judeus modernos, que batem quase todos os recordes em ”contribuições” ou ao menos em externalizações intelectuais, artísticas, políticas, culturais, tecnológicas e científicas. Muitas possibilidades de explicações. A proibição dos judeus para o exercimento de cargos em alguma área que exige elevada inteligencia, podem ter contribuído para esta provável ou aparente discrepancia de realizações. A pobreza de boa parte do população, que não é o caso, especialmente dos judeus ocidentais, ou o nepotismo das classes europeias mais ricas na ocupação de cargos que exigem elevada inteligencia, que também não parece ser o caso.

Fatores ambientais sozinhos não podem explicar totalmente o vazio de contribuições positivas dos judeus europeus ou asquenazes antes da revolução francesa. Bíblia** Alcorão** Bem, talvez se possa dizer que as religiões monoteístas que substituíram o panteão de deuses originais indo-arianos, tenham sido ”contribuições”. Também se poderia dizer que graças a fé cristã, derivada do judaísmo (mas completamente diferente dele, em muitos aspectos importantes), a população europeia se tornou mais ”inteligente”, resultando em uma sociedade mais cívica e civilizada. Será**

A contribuição judaica por meio do islamismo, tem ceifado por séculos qualquer tipo de florescimento civilizacional duradouro e impactante no Oriente Médio. A religião hindu não foi um empecilho para que muitas das mais fundamentais descobertas em matemática por exemplo, fossem feitas no subcontinente indiano. A Grécia clássica politeísta também foi uma grandiosa potencia intelectual e científica. Portanto, agradecer ”aos” judeus (isto é, a um grupo remoto e já falecido de indivíduos de origem judia) pela fé cristã em que um homem judeu é louvado e tratado como o salvador e que agora está sendo usada para promover o próprio genocídio da população europeia, não parece ser a coisa certa, inteligente e holística de se fazer.

A mistura intra-racial com gentios europeus, poderia ser uma explicação para o repentino aumento da inteligencia judaica, se todos os judeus de antes da emancipação cívica tivessem sido como os ortodoxos atuais, ultra religiosos, fanáticos e levando um estilo de vida perto da idade da pedra, se comparado com os dias modernos ou com momentos de iluminação de genios individuais em algum momento da história humana. Ao contrário da ideia de eugenia por séculos, que não pode explicar a (provável) falta de realizações significativas dos judeus durante a renascença ou a partir da dominação mundial europeia. Será que se os amish passassem a se casar fora, ou parte desta população e a praticar eugenia, isto é, promovendo o aumento da inteligencia da população, nós teremos uma versão germanica de vespas parasitas humanas**

Em conluio com a hipótese da miscigenação racial recente com os gentios, os judeus asquenazes também podem ter criado um braço secular de contato com o mundo exterior por meio da endogamia (casamento fora), resultado de acasalamentos com parentes de outras famílias judaicas mas principalmente com pessoas de fora da comunidade, porque se for verdade que os asquenazes são muito próximos em termos de genética, então a melhor maneira para endogamizar uma parte da população, será criando ”mestiços inteligentes” e este pode ter sido o caso. Combinado com todas essas possibilidades genéticas ou biológicas, que fogem ao discurso padrão atual, que corrobora em direção a teoria de Gregory Cochran,  fatores ambientais poderosos como a lenta porém constante dominação de judeus ricos em relação a toda a sociedade ocidental, transformando o ocidente no playground de seus filhos, é muito provável que tenham tido grande impacto na maneira como os judeus são percebidos assim como eles mesmos promovem esta percepção ultra-mega-master positiva, tal como se tivessem descido das nuvens para nos iluminar. O excesso de judeus no mundo do cinema se deve ao talento inato judeu, ou é apenas mais um produto de intenso nepotismo, provocado pela dominação judaica nos cargos mais influentes da sociedade****

Em termos de esportes bem como de talento ”físico”, a impressão que se tem é a de que enquanto que muitos judeus serão o tipo oposto do esportista, o famoso nerd americano, moreno, de olhos castanhos, óculos e narizes grandes a tiracolo, corpo débil, fraco, magro e pálido, outros serão justamente do tipo mais talentoso para práticas físicas recreativas (que nossa sociedade de retardados ”paga uma grana”, não sei porque causa, motivo, razão ou circunstancia… talvez porque sejamos todos retardados, muitos mais que os outros). Os judeus parecem ser muito variados em diversos aspectos, mas até onde vai esta variação e até onde a psicopatia ou atributos relacionados, se distribui entre eles, ainda é um grande mistério.

A inteligencia existencial poderia ser entendida como o ultimato de desenvolvimento da inteligencia emocional e o judeu médio parecer ser muito deprimido neste aspecto também. Ainda que muitas das ações que eles já reivindicaram pioneiramente como a luta pelos direitos civis de negros, pelo respeito a diversidade sexual, sejam em suas respectivas superfícies, algo muito belo de ser feito, o percurso de suas ações não estão a nos levar a um mundo melhor, mas a um mundo brutal, de divisões e de estupidez. Será que isso foi planejado também**

Os direitos civis dos negros americanos na verdade foi planejado para faze-los se misturar a população branca (e eliminar esta última via miscigenação) mas não para melhorar suas vidas e dar-lhe mais dignidade** Os efeitos das práticas, ditas, ”socialistas”, não tem sido muito boas e na verdade, poderia-se dizer que estão tendo um efeito devastador na vida de muitas famílias afroamericanas nos EUA.

Para um povo, que pode estar em sua maioria, apoiando as modernas políticas genocidas e injustas contra os caucasóides europeus, isso sem levar em conta a Palestina, nas guerras de desestabilização no Oriente Médio, o que parece mais faltar é justamente a tal inteligencia emocional, que em seus níveis mais profundos, nos levará a um novo mundo, da hiperrealidade, de dúvidas, de humildade e de sabedoria, a verdadeira sabedoria, onde todos esses conflitos tolos, são vistos exatamente como eles são, infantis. E para um povo que se pinta de cores brilhantes, justamente a mais poderosa e imponente de todos os tipos de inteligencia, mais parece lhes faltar. Talvez eu possa estar sendo injusto em relação aos judeus que lutam contra este atual estado lamentável e primitivo de coisas. Talvez não, se boa parte destes judeus dissonantes não tiverem em mente, segundas e terceiras intenções.

Como o texto ficou muito longo, a minha análise para os caucasóides europeus e seus descendentes, ficará para o próximo post.

Brasil, um país de retardados mentais e a verdadeira empatia

Voce é muito inteligente e vive em um país chamado Brasil*** Então venha cá e me de um abraço porque compartilhamos da mesma dor, do mesmo carma.

Eu sou um estranho no ninho. Nasci em um país onde as pessoas são em média

extremamente mal educadas,

fingidas,

muito estúpidas,

escrotas,

… onde as relações do cotidiano se dão na base de tropeços, rasteiras e desentendimentos. Voce precisa aceitar as regras de etiqueta deste paisinho. Primeiro, de aceitar apelidos, ”nem sempre” carinhosos, se não aceitar então é porque é fresco. No Brasil, sensível, especialmente para homens, é o mesmo que viado, bicha, ”queima-rosca”… Voce precisa ser ogro, falar de sexo 24 horas por dia e sobre futebol, é claro, precisa desenvolver um ”vocabulário de ”macho” ”, proferindo palavras chulas que remetem a ato sexual, mesmo se tiver do lado de sua bisavó. Precisa transparecer que sabe de tudo, menos de debater este seu tesouro de conhecimento de maneira objetiva, didática e neutra. Segundo, voce precisa gostar de lixo cultural e de comprar toda a sorte de mantras, frases de efeito estupidificantes, que podem ser úteis na auto-alienação do americano branco (esquerdista e do tipo liberal clássico) de classe média alta, mas que são ainda mais ilógicas em nosso contexto sócio-economico. Terceiro, voce precisa ser arrogante o suficiente para rejeitar argumentos, propostas, premissas ou conselhos que são superiores aos teus, ser teimoso por puro ego.

O Brasil sempre quis ser EUA. Bem, em termos de barbarismo cultural, os dois países até que não estão muito dissonantes. Dois gigantes bobalhões que depredam suas riquezas naturais, destroem o meio ambiente, constroem cidades ”modernas” sem graça e que desprezam a alta cultura. Semelhanças existem sim.

Eu sempre falo aqui da versão tupiniquim maltrapilha, não muito diferente, dos mesmos marxistas de universidade que existem no mundo ocidental mais rico. Eu tenho razão de espezinhar essas pessoas, mas não posso me esquecer da ala mais a direita. Os extremos do espectro político estão povoados por analfabetos funcionais, do pior tipo de gente, dogmáticos, fanáticos, que se fingem de vítimas em situação desvantajosa, mas que quando estão no poder, botam suas garras peçonhentas pra fora.

O direitista extremista acredita que o passado conservador foi uma maravilha. Mas é claro que foi, pra eles parecia uma maravilha, especialmente os mais jovens que não o vivenciaram. Cade a empatia aí******** Cade a empatia em relação aqueles  que num cenário de predomínio cultural conservador típico, não seriam beneficiados***

A psicologia nos presenteou até agora com um amontoado de bobagens sobre como a empatia se manifesta na espécie humana. Pra variar, eles preferem patologizar justamente aqueles que mais parecem ser os verdadeiros empáticos e a aumentar o ego de gente que não sabe como se usa a tal empatia.

Na maior parte das vezes, nós nos auto projetamos em relação ao outro como pseudo-abordagem empática. Não nos colocamos dentro da perspectiva do outro, tentando entende-lo tal como se nos transformássemos nele, neste outro hipotético. Na verdade, nós nos colocamos no lugar, em outra perspectiva e interpretamos com nossa mente e não, por meio de uma tentativa de interpretar com a mente deste outro. Em outras palavras, nos colocamos no lugar, não nos imaginamos na pele da pessoa que estamos analisando.

Auto projeção  não é empática o suficiente para de fato,  nos ajudar a entender o que se passa com o outro… por que pensa assim, por que age assim… Não há uma tentativa de diálogo entre mentes.

Por exemplo, se voce pedir para qualquer pessoa comum para que analise empaticamente a situação de um morador de rua, ela muito provavelmente fará a auto projeção como ”pseudo-abordagem empática” e se colocará em seu lugar. Mas isso não é suficiente, porque voce não deve apenas se imaginar no lugar do outro, mas também precisa se imaginar como se fosse o outro. Esta é a verdadeira abordagem empática.

Talvez não exista um ser humano sob a superfície terrestre que tenha conhecimento inato e ao mesmo tempo consciente dessas diferenças que parecem sutis bem como que usa esta real abordagem empática em seu cotidiano. Se colocar no lugar do outro e se imaginar como se fosse o outro, como se tivesse a mesma mente dele e não usando a sua.

A famosa autista, ”não-empática”, filha de uma ”mãe-geladeira”, Temple Grandin, que nos ensinou isso…..

Ainda que sua empatia não tenha se estendido ao gado que é assassinado diariamente para alimentar a peste humana, com certeza que a sua maneira de pensar, ao menos pra mim, teve e está tendo um papel muito importante em como enxergar as relações humanas e de outras naturezas, de maneira realmente clara, racional, coerente e holística.

Se colocar no lugar, na perspectiva do outro, é apenas uma forma de idealização de empatia parcial. Se todos nós conseguíssemos pensar como o outro, uma boa parte dos conflitos do cotidiano, seriam solucionados quase que imediatamente. Será que um mundo sem conflitos seria monótono** Será que nós necessitamos destes conflitos ”para viver”***

Será que o dinheiro é tão importante assim para o mercado financeiro** Ou será que o que mais importa para manter uma economia girando não seja a permuta, as redes de trocas comerciais**

Se nos países mais ”avançados”, a empatia plena é rara, então cá entre nós, como seria o cenário de nosso ”amado país” *****

Graças a esta incapacidade de se colocar no lugar do outro, tentando entender a sua mente (o diálogo é muito importante nesses casos, deixar o outro dizer o que pensa, o que sente, o porque de agir de tal maneira), o brasileiro médio é incapaz de abordar a superfície da sabedoria.

O autoconhecimento deve vir acompanhado pela capacidade de se conhecer o outro e se antecipar a possíveis conflitos bem como também para possíveis benesses interativas. Todo mundo gosta de pessoas que se preocupam com o bem estar do outro, mas poucos retribuem de maneira ideal esta bela demonstração de empatia. Muitas vezes, este hábito de tratar bem o visitante virá acompanhado por interesses mesquinhos e vemos com frequencia esta ”simpatia” na indústria do turismo. As pessoas sorriem quando veem o dinheiro entrando em suas contas bancárias. Praticamente não existe turismo empático.

A maior parte dos brasileiros não se conhecem o suficiente para evitar problemas de comportamento assim como também pouco sabem sobre as pessoas das quais estão interagindo. ”Não somos mais estúpidos”, apenas mediante UMA perspectiva global comparativa, em inteligencia técnica quantitativa (qi), mas em termos de qualidade também, onde a maior parte dos brasileiros estarão muito abaixo da média mundial, em sua capacidade de estabelecer interações cooperativas e educadas. Ainda que a média mundial neste quesito também se encontre muito baixo de um limite mínimo, ainda não estabelecido, de empatia, porque como sabemos bem, a humanidade é super valorizada. ”Nós somos” muito ruins, mas a média mundial é muito baixa em qualidade.

Com a moderna antagonização política, muito possivelmente de natureza artificial, visto que foi criada por mentes pestilentas, vis, de fora da nação, nota-se com mais clareza o quão defasada é a capacidade do brasileiro médio em entender o mundo ao seu redor e em estabelecer um conjunto harmonioso, coerente, holístico e diplomático de informações hierarquicamente mais importantes, úteis, visando com isso, mitigar a ocorrencia de conflitos evitáveis. A mente dogmática, monocromática, que mal pode pensar em múltiplas perspectivas, predomina no gado humano e não haveria de ser diferente na população deste país de atropelos.

Como eu sugeri algumas vezes, a verdadeira inteligencia, a sabedoria, é basicamente a manifestação da empatia plena e genuína. E não é útil e benéfica apenas em relação as interações humanas mas também para o próprio conhecimento humano, o amor, a paixão ao conhecimento. Os amantes do conhecimento, são apaixonados por ele tal como se fossem apaixonados por um ser, de carne e osso. O amor verdadeiro, produz uma profunda curiosidade para aprender sobre o objeto de regozijo, tal como o amante que deseja conhecer cada particularidade erógena de sua amada.

O esquerdista que trata ”o pobre” tal como se fosse um deficiente físico e mental, que precisa de assessoria e ajuda, de uma maneira torpe e falsa. O direitista que trata as minorias comportamentais tal como um punk, uma gótica ou um homossexual, de maneira desumanizada, ao generalizá-los a grupos disfuncionais. O marxista que ”racionaliza” a ”raça branca” como a representação do mal encarnado na Terra.

Obs. Para a mente perturbada do esquerdista mediano, o ”homem branco” é mal, mas os sociopatas de baixo funcionamento que matam pessoas por motivações fúteis, são seres incompreendidos e injustiçados pela sociedade.

Todos estes estúpidos idiotas úteis, estão demonstrando seus graves déficits em sabedoria, a inteligencia em sua forma mais pura e objetiva, assim como também para demonstrar real empatia, a partir do momento em que desumanizam os seus ”desafetos”, ”os seus monstros de armários”.

E a maioria dos brasileiros parecem se encontrar em algum dos extremos do espectro político, da falsa democracia que vivemos. Ou são os lunáticos esquerdistas, que parecem viver em outra dimensão (uma provável minoria, assim como acontece nos países ocidentais ”ricos”), ou são os dogmáticos direitistas, que odeiam a própria sombra porque é negra. Nenhum deles sabem como demonstrar empatia e isso reverberará em suas reais capacidades cognitivas. Não basta fechar uma prova no colégio e não entender o que se passa ao seu redor. O que é mais importante no mundo REAL, a nota do colégio ou a capacidade de entender o mundo****

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