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Corrigindo algumas de minhas frases mais comuns: ” o esquerdismo não está totalmente errado”

” o esquerdismo não está totalmente errado porque defende os direitos das mulheres, dos homossexuais, das minorias étnicas e raciais, da essência em relação à aparência, dos mais humildes….”

Mas será que defende mesmo**

Vamos ser sinceros aqui…

O esquerdismo não é filosofia mas política, não foi criado para aumentar a luminosidade da razão, mas para escurecê-la. O termo ”esquerdismo” não tem nada de bom assim como nada daquilo que contenha ”ismos” e que obedeça à regras dualistas de pseudo-complementaridade entre todos os seus axiomas artificiais visando outras finalidades. Em um mundo honesto os fins nunca justificam os meios. A continuidade de ações (positivas, por favor) deve obedecer à regras coerentes que perdurarão durante todo o processo construtivo. É um jogo aberto, limpo e não sujo.

O esquerdismo não foi criado para acabar com a pobreza ou com injustiças (reais) de tratamento de todas as estirpes tal como o ”racismo” ou a ”homofobia”.

A palavra racismo para combater o ódio racial

ou

para calar a dissidência contra o genocídio sofisticado de povos de raça branca.

A palavra homofobia para combater o preconceito contra as minorias sexuais

ou

também para desestruturar a família ”tradicional” e novamente promover a internalização de uma neo-palavra que isenta certos ”grupos” de qualquer tipo de crítica enquanto que os mesmos são jogados ao deus dará, alimentando as suas fraquezas e se expondo a toda a sorte de doenças sexualmente transmissíveis. Quem ama, cuida.

Multiculturalismo, novamente para acabar com preconceitos culturais (neste sentido eu devo ser o mais preconceituoso de todos visto que detesto todas as culturas humanas) e para acabar com o ”racismo”

ou

para promover a miscigenação racial, imigração em massa (especialmente para os países de maioria branca) e ideologia globalista ou internacionalista (a anti-matéria da ”tradição”)    …. enquanto que tem um ”país” que clama do alto de um Everest de hipocrisia a sua ”singularidade etno-cultural” como justificativa para não acolher meio (terceiro) mundo em seu território de não mais que 20 mil quilômetros quadrados.

Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Mais velho que Matusalém.

Secularismo e ateísmo para a popularização do pensamento científico que via de regra precisa(ria) rejeitar qualquer forma de pensamento mágico para se focar na observação literalizada da fenomenologia do ser e do existir (matéria inanimada ou organismo e todas as suas respectivas possibilidades de entendimento e manipulação)

ou

para substituir a ”religião” cristã e relativizar a moralidade, tal como o diabo gosta. 😉

Tudo lindo, tirando o feio!!

Os mais vigorosos defensores de todos estas diretrizes ideacionais e ativas parecem fazer o exato oposto

”Façam aquilo que nós lhes dissemos, mas não façam aquilo que fazemos” (número 2)

Aí alguém mais esperto irá lhe mostrar os dados de miscigenação extra-grupo, homossexualidade, adoções interraciais e taxas de fecundidade desta ”população” de onde desovam a maioria dos ”ativistas sociais” mais influentes.

Uma contra-argumentação muito esperta porém desonesta, visto que ao se enfatizar apenas a parte secular desta oligarquia coletivista milenar (oops) e cruzando os dedos para que o oponente seja mais um ”mediano” com preguiça intelectual e analítica, se estará desviando do núcleo demográfico dos mesmos que permanece muito fértil e primitivamente tradicional. A mentalidade prática de um ser cerebral: o que mais importa é a sobrevivência do grupo. Portanto não importa muito se os seculares que são mais inteligentes não estão tendo filhos ou debandando em massa para a mistura racial, o que importa é que o núcleo de onde todos eles vieram continue fértil e coeso.

O esquerdismo é uma arma psicológica que foi criada com o intuito de provocar a rendição das populações de raça branca ao redor do mundo, sem que fosse necessário o uso da força, ainda que medidas sutilmente vigorosas já tivessem sido tomadas como a supressão da pluralidade objetiva e contextualmente crítica de ideias, pensamentos, propostas e ações (isto é, que se consiste exatamente na crítica ao contexto atual, coisa que a maioria dos ”brancos nacionalistas” estão a fazer, ainda que sem substância e numa letargia de dar pena). É uma mistura de ”convencimento”, força por meios jurídicos, mídia ”e” alimentação de ideias estúpidas.

Portanto, ao nos debruçarmos em cima da maioria dos pressupostos que são levantados pelos esquerdolas sobre comportamento, raças humanas ou moralidade, nós estaremos apenas caindo em seus truques baratos porém espertos de nos fazer perder tempo discutindo sobre as suas ideias torpes, confusas e equivocadas (em sua maioria) enquanto que o mundo lá fora está a se/ser  esfacelar/esfacelado.

Eu sou contra pseudo-religiões, sou contra culturas que nada mais são do que irmãs bivitelinas, comportamentalmente parecidas das ”religiões”, sou contra tratamentos realmente injustos porque sempre primo pela precisão harmônica (sabedoria como técnica de interação interpessoal), sou a favor de um certo nível de pluralidade humana isto é, de alguma diversidade de tipos humanos.

Mas sou totalmente contra este tipo sinistro de desonestidade E que ao invés de reduzir ao máximo possível os conflitos evitáveis humanos e suas reverberações extra-espécie, apenas os aumenta de maneira vertiginosa.

O esquerdismo é um grande blefe que se pinta como o epítome da moralidade humana mas foi criado para que outras zelites pudessem se apoderar do poder de maneira total, destronando as já existentes ou se aliando a elas, se boa parte daqueles que detém o poder não são os seres mais virtuosos que a humanidade já produziu.

Não é a sabedoria racionalizada visando obviamente a harmonia mas um meio de se conquistar e manter o poder.

Seria de bom tom e inteligente que deixássemos de levar tão a sério os ”argumentos” dos esquerdolas em relação à maioria dos assuntos que se intrometem e manipulam. Talvez, mais como um estudo antropológico de suas intenções e maneiras de racionalizar do que como um embate real sobre fatos palatáveis.

O esquerdismo se apropriou da moralidade universal ou de seus desdobramentos analíticos, não é a sua base filosófica visto que a utiliza para outras finalidades.

Fica a dica filhote! 😉

Destruindo a ”herança” catastrófica da ”história humana”

Voce quer uma nova guerra?? Voce foi um dos responsáveis diretos, literais, da escravidão?? Voce precisa checar o seu privilégio?? Isto é, voce é um multimilionário?? Por que voce precisa herdar os erros de outros, seja no presente ou no passado, se não foi voce quem os cometeu?? Existe a possibilidade de ser considerado culpado sem ter cometido o crime do qual está sendo acusado?? E isso não seria uma forma de injustiça??

Até agora, temos sido herdeiros dos problemas dos outros, herdeiros do passado, da história estúpida da espécie a que pertencemos em termos de biologia e taxonomia. Mas se quiser parar de ser tratado como gado, primeiro, valorize e enfatize sua singularidade absurdamente óbvia como um indivíduo que tem um tempo limitado de vida e que é responsável apenas por suas ações. E segundo, ao literalizar a sua realidade enquanto um ser temporário que habita um espaço e tempo específico, faça valer os seus direitos principiando por este prisma, que é uber-lógico por excelencia. Ao tornar jurídica a sua autoconsciencia, então, começará a se ver como alguém e não como uma peça substituível de uma engrenagem fria e calculista que o encapsula e que vigia por sua subserviencia voluntária.

Eu rejeito totalmente um passado de guerras, genocídios, invasões, toda a sorte de estupidez que tem sido a narrativa bio-existencial de nossa espécie, porque eu não sou mais um ser humano, mas um pós-humano, que busca superar esta letargia mortal e pestilenta chamado ”história humana”.

A moralidade do escravo e outros pratos…

A moralidade do escravo

O funcionário do mês, seu sorriso largo e comprometido, sua alegria incontida, de servir ao sistema, independente do quão injusto e vil possa ser, ele não liga, não está preocupado com estas cousas profundas, apenas com a sua moral, a de ser um perfeito servo, de ser um instrumento em sua capacidade de transmitir sereno a ordem pungente, pulsante que tolhe o caráter negociável do humano comum, com pequenas e sabidas negociações, doses parcimoniosas de harmonia, em ciclos viciáveis de felicidades, pequenas, consumíveis e que precisam de constante manutenção, vícios de uma mente escrava de si mesma, que não teve a sorte de ser elástica em seu próprio conhecer, concebe certezas pela dinâmica que interage, se apaixona em primeira mão por esta fraca visão, trata como verdades aquilo que vê pela televisão, não é plenamente livre, sente que depende de outros para pensar, sem eles, vê-se cego a se esbarrar, não é escravo apenas por sua situação de mundo, pois teu predispor o faz imundo em sua razão, incapaz de interpretar, só sabe ouvir e aceitar, mesmo o de brio mais arisco, ainda será enganado por suas próprias paixões. Há uma eloquente hierarquia de liberdades mentais, se não é a si mesmo a lhe ferir, será o sistema quem lhe dirá o que fazer, como e quando fazer. A moralidade do escravo é a moralidade do regime a lhe forçar, a sua filosofia é a de servir cegamente, de atender ao teu chamado mais instintivo, tua natureza muito apessoal, que incorpora diretrizes de todo um coletivo, ao invés de buscar por seus próprios princípios. não existe individualidade, quando só existem obrigações, a moralidade de abaixar a cabeça e sorrir: ” estou sendo eu mesmo, uma peça de quebra cabeças, e nada mais”. O dever de ser cego vem antes do de ser vivo e ver, isto ou aquilo. Não existem dúvidas, não existem  angústias, apenas o próximo trabalho, o próximo servir impecável, lábios felizes por seu pragmatismo. O crente mais fanático pelas caricatas versões de realidade que a besta humana é brilhante no ato, o lunático perfeito, comporta-se como um lorde, o seu senhor mais altivo, mais seguro de si. Porque quando tem pouco cá dentro, não há muito com que se preocupar, porque o equilíbrio se fará mais fácil em sua gestão. “Eu não me interesso por perguntas ou respostas, sou protetor da ordem que sirvo, de qualquer uma delas, porque eu sou assim, deste jeito.”

Dramas de profundidade

Profundo estado de saber tudo ou ao menos de procurá-lo, de ser implacável, de construir seu próprio sistema, de ser a sua própria nação, de amar em profundidade, de sentir na carne, toda a angústia de perdas mais do que prováveis, de estar ciente do tempo, que pode não existir mesmo independente de ti, mas que existe em seu próprio corpo, drama o de sempre buscar pelo vento frio, ao invés do sol de inverno, que esquenta nosso espírito. Que aprenda a preferir pelo sol e a de fazer arte com  palavras de alegria, com a alma a dançar e não a sentir a dor de seu passar, do vento a nos devorar, que a consumação se faça com sorriso, vivemos e continuamos a faze-lo, tudo é experiencia, é experimento, tu és um rato de ensaio, mordendo o próprio rabo sem sair do lugar.

Saudades que se perdem ao sabor do tempo…

…que passa e nos leva sem pedir licença, que me faz ve-los por suas mãos a silenciar a presença, triste bença do despedir, que se renove pelo novo desejo de se reunir, novamente, e sempre… mesmo quando não mais houver como, que este eco faça parte de ti, uma ferida ou uma nova camada de alma, de amar infinitamente quem alegra a sua vida, bendita seja.

Poeira da vaidade, a vacuidade da juventude de alma de um sábio

A poeira da vaidade, canticos de solapagem, a dedilhar pontífices e seus artifícios, de manter o pasto salgado, que levanta a comunhão microscópica de eventos e de saberes, estes que tu viste ao sabor do auto-contemplar, que o límpio reflexo de ti fez-se sem precisar faze-lo, e que se apaixonaste por tua’lma, rica de vivencias únicas, amante de si, coadjuvante de tuas paixões mais intrínsecas, mística e anaĺítica, que ve teus padrões nascendo de tua fonte mais pura, o instinto, de sua vacuidade enferma como um morto vivo a observar a cena mais natural e inconsciente, de tua abrupta energia e sobriedade soturna, de seus extremos e de sua desenvoltura ao perceber-se a sombra, viste tons de brilhos reluzentes, das cores mais puras, até aqueles que lembram o teu lado mais sombrio e inquietante, teu ato de agir como um amante do calor, do sol e de tua influencia, de teu humor em tempos quentes, de ser como ao ambiente e não ser convulsivo por tuas influencias mais pestilentas, como por raro aconteceste.

Auto entrevista com Santoculto, um santo muito louco, parte 1

hbd, qi, diferenças raciais, existência de raças humanas, filosofia, política e achismos desvairados…

Vamos começar a primeira auto entrevista de que eu tenho notícia da estória humana e quiçá da esquina com a rua dos bobos, número zero…

Hbd ou Hb-d**

 

Resp= e isto importa** Bem, eu deixei a ”diversidade” em separado porque os hbds não parecem curtir muito esta palavra e sua bio-significancia.

 

Voce odeia a comunidade hb–d por que eles acreditam que a homossexualidade seja uma doença  ou quase isso**

Resp= o que é isso** (raiva,raiva,raiva)… hum,hum… rsrs… não. Não é apenas isso. Eu sou diferente da maior parte, bem, sejamos sinceros aqui, de todos eles, os que tem blogue, porque eu não tenho uma agenda neoconservadora a tira colo. Sim, o fato de ”ser” um homossexual fluido que é inseguro quanto ao seu futuro sexual e que passou a considerar o sexo como uma necessidade fisiológica como fazer coco e jamais como um imperativo impulsivo evolutivo natural que atinge boa parte da população neurotípica, contribuiu consideravelmente. O pacote dualista, primitivo, estúpido, generalizador e que se utiliza da comunicação por palavras para incitar futuros conflitos inte-gurupais, se baseia na expiação ao estilo ”brincadeira da berlinda” de todos os defeitos ”do” ”grupo”, desumanizando-o. O dia que eu ouvir qualquer elogio destes retardados da gringolandia em relação ao (um dos) grupo(s) a que pertenço, mediante essa perspectiva , pode ter certeza que eu vou dar um duplo twist carpado no carpete aqui de casa.. claro.. que em pensamento (ninguém pediu para especificar a promessa-).

A comunidade hb-d se apropria de um conhecimento demasiadamente importante e o utiliza para empurrar um conjunto de considerações de natureza política, unilateral e potencialmente danosa a muitas partes envolvidas. Bem, cada um faz o que quer e depois quem paga o pato somos nós. Se não posso me juntar a eles e por que, com que razão racional que eu poderia…. e se vejo que não estão realmente buscando a verdade derradeira dos fatos mas também como maneira de combiná-la com a sabedoria, então eu não tenho nada que fazer lá a não ser bancar o advogado do diabo.

Algumas pessoas se definem como racionais, acusando o resto da humanidade de não ser, mas essas pessoas deveriam expiar a si próprias para entender se são realmente estes feijões mágicos, raros e especiais.

 

Voce se define como racional e acusa as outras pessoas de não serem. Qual é a diferença entre a sua verdade e a delas** A verdade não é relativa**

 

Resp= Eu, o Santolooouco aqui, em pessoa, não sou racional a partir de muitos parametros de comparação. Por exemplo, em termos evolutivos, eu sou um banana, um pateta, que sente desejos que não se compatibilizam com a ordem ”natural” das coisas. Isso é ser irracional. No entanto, o verdadeiramente, o literalmente irracional, é aquele que ao ver a luz, decide continuar tropeçando dentro da escuridão. Se são tão inteligentes, então por que não podem ver o que eu posso ver**

Porque a racionalidade, ainda que possa ser capturada por mentes incansáveis, também é um dever, ou é principalmente um dever, se ao natural, caminharemos para sermos levados pelos cantos adocicados da sereia na costa sul siciliana.

A verdade, separada em muitas perspectivas (verdade ou realidade), pode ser considerada como relativa. Por exemplo, é verdade que eu estou vendo uma planta a partir do lado esquerdo, da mesma maneira que também é verdade que Joachim está vendo a planta a partir de uma perspectiva panoramica, a partir de cima, do norte em uma rosa dos ventos mais próxima de voce. E também é verdade que Hosana esteja vendo a mesma planta a partir do lado direito. A verdade, enquanto uma entidade dissociada de sua comunhão holística, pode ser considerada como relativa, mas a verdade em si não é relativa, mas diversificada porque se relativiza a partir de muitos angulos de visualização ou perspectiva. Ver parte da verdade e tratá-la como o todo é o mesmo que ser conveniente.

A ”minha” verdade é melhor do que a deles porque é diplomática, menos emotiva em um sentido irracional, racional em um sentido holístico, ao considerar todo o contexto.

 

E onde que as bix… os homossexuais entram nesta história toda**

 

Resp= Bi o que** Sim, eu sou isso também, iiihihihihi… ops, quer dizer, ”os” homossexuais são o grupo mais perseguido de toda a história humana porque não se reproduzir é um ato de extermínio de uma continuação, um legado biológico e especialmente quando voce tem além desta condição biológica, também uma condição cognitiva, mental, consciente, que pode deliberar a favor desta não-continuidade, o bicho pega meu bem!

Nenhum negro, creio eu, já foi discriminado pela própria mãe por ser negro (só se chamasse Soraya e fosse mexicana). Ainda se acredita (mentes atrasadas diga-se) que a homossexualidade seja fundamentalmente uma escolha. Se fosse, então hoje eu gostaria de ser o super macho que conquistar todas as donzelas, já amanhã de manhã, eu botei na cabeça que eu quero ser um ”pervertido” doidivanas.

Não tivemos escolha e na verdade, na altura do campeonato, da minha vida ao menos, é estúpido fazer esta afirmação, pois não há escolha de qualquer maneira e mesmo se tivesse, eu não sei como que poderia sair. Eu penso. Se o ser humano fosse colocado em frente a uma máquina que funcionasse como um genio da lampada que pudesse atender a qualquer desejo de tez puramente biológica, voce teria como resultado muitas aberrações, como um humanoide de asas e rabo de dinossauro ou uma Olívia Palito de boca carnuda.

Por razões éticas, moralmente objetivas, não deveria haver qualquer tipo de perseguição por causa de sexualidade, ao menos se fosse pedofilia ou estupro.

Os hb-ds almejam eliminar a homossexualidade da piscina biológica humana. Está tudo errado e eles querem sofisticar o estragado, fazer um bolo com leite com o prazo de validade vencida.

 

Falando em objetividade. Voce criaste os conceitos de moralidade objetiva, moralidade subjetiva e fez o mesmo em relação a verdade. Poderiam ”nos” explicar o que significam**

 

Resp= (voce criaste…. ai meu pai!!!) Eu escrevi textos falando de todos eles, mas enfim, vou explicar de maneira bastante resumida. Moralidade objetiva ou universalista, tudo aquilo que se encontra a partir de uma perspectiva racional, indubitavelmente certo, neutro ou errado. Moralidade subjetiva ou cultural, justamente aquilo que falei acima, caracteriza-se pela enfatização na unilateralidade da conveniencia ou da escolha de apenas uma ou algumas perspectivas ao invés de comprar o pacote inteiro. A moralidade objetiva é a moralidade completa e serve como neutralização recreativa para as chamadas ”culturas” humanas.

A verdade objetiva é a verdade direta, imediata, que nossos olhos podem ver. Ninguém pode negar que, por exemplo, esteja vendo uma pedra (a não ser um cego, sem humor negro aqui… mas ele pode sentir). A ação de visualizar a pedra e a própria pedra são a comprovação da verdade objetiva ou imediata enquanto que a verdade subjetiva é a construção abstrata ou que não é diretamente literal, materializado. Por exemplo, as estatísticas são uma manifestação da verdade subjetiva. Eh subjetiva porque pode ser manipulada de muitas maneiras, mas algumas formas de manipulação estão mais condizentes com a verdade ou precisão do que outras. A verdade subjetiva é aquela em se pode dizer que seja relativa.

 

Mas os esquerdistas modernos não estão usando a moralidade universal como plataforma política**

 

Resp= Eles dizem que é uma moralidade universal, mas uma moralidade que prega o amor a um grupo e o ódio a outro não é universal, é um engodo.

 

Voce não gosta de cristãos e parece pregar o ódio a eles também não é**

 

Resp= Foram eles que começaram. O cristianismo é uma versão quase tão ou mais hipócrita que o judaísmo. Não há nada de muito nobre nele. Cristãos intelectualmente inteligentes são raros. A maioria é de idiota. Por que* Voce deve estar se perguntando… Porque eles confundem a fantasia ou besteirol que está na escrito nas bíblias e que é entoado por padres ou pastores, com o mundo real. ”A bíblia condena isso”. Então eles transformam esta ordem em algo real, que deve ser praticado no mundo real, sem pensar racionalmente, empaticamente, se isso é verdade e as consequencias de suas ações. Não se questionam e pra mim, aquele que não se questiona é um boçal digno de pena e ódio. Mas eu não prego o ódio e ou a violencia física, mas cozinhá-los em banho maria. Eugenia cognitiva, a real evolução da mente, do cérebro e da alma humanos, são incompatíveis com quase todas as culturas e religiões que a besta humana criou. Ao menos se estas se tornassem recreações contemplativas e sem os seus excessos literalmente danosos a qualquer forma de vida inocente ou dependente de nosso juízo, poderiam ser mantidas. Mas a partir de um prisma lógico, qualquer besteirol fantasioso e potencialmente perigoso que seja tratado como verdade, será visto como idiota para uma boa parte das pessoas inteligentes.

 

Mas então não existem cristãos bons**

 

Resp= Claro que existem mas a exceção prova a regra.

 

O budismo seria a única religião que mais se aproxima do conceito puro de religião**

 

Resp= Sim, foi aquilo que disse. Ainda que o budismo também seja ruim por basear-se em uma completa inércia contemplativa. Não é do tipo, mas que coisa maravilhosa, que fantástico!!!… mas dá mais pro gasto do que o resto, que beira a insanidade genocida abençoada por Santo Dio.

 

Qual é o seu qi** Isto é, quanto voce acha que pontuaria em um teste oficial de qi** O que é qi** Qual é a sua relevancia em relação a vida** Pessoas de qi mais alto são mais inteligentes**

 

Resp= Eu não sei, nunca fiz. O mais provável é que seja alto, tudo leva a crer que sim, mas apenas no componente verbal, que já é qualquer coisa né* Eu tenho um vocabulário sofisticado, sou bom com as palavras, tenho lá as minhas deficiencias, talvez por falta de prática, com concordancia verbal, da mesma maneira que confundo before com after e esquerda com direita. Se quiser duvidar fique a vontade… (grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr).

Testes cognitivos e mais especificamente os testes de qi são tentativas de mensuração da inteligencia com base na aplicação de exercícios mentais ou com algum componente cultural como ”conhecimentos gerais”. As forças dos testes de qi são

– mensuração de habilidades mentais específicas e generalizadas,

– são neutros, especialmente os mais recentes. Mas na verdade, os antigos também não eram lá tão tendenciosos, ainda que fossem menos corretos.

– uso para detecção de alguma idiossincrasia cerebral minoritária.

 

Os pontos fracos são

– parte de um determinismo estatístico onde que os mais inteligentes indubitavelmente deverão pontuar muito alto, o que não se consiste na plena verdade,

– é usado como substituto da teoria ou de qualquer teoria que enfatize a diversidade cognitiva, como aquela do Gardner, desprezando a variação da complexidade intelectual humana e tendo até mesmo algumas implicações políticas muito baixo astral,

– … bem, os testes em si não são ruins. Ruins ou estúpidos são aqueles que os utilizam como verdade absoluta, desprezam o papel da personalidade ou instinto, acham que apenas eles podem ter todas as respostas.

 

Não há qualquer grande relevancia, especialmente se o indivíduo não é auto-consciente o suficiente para saber manejar o seu arcabouço cognitivo natural em seu ambiente de interação, de maneira racional, empática (realmente empática) e que seja proveitosa para si próprio. São números e aqueles que se ateem a esses números estéreis, é porque devem ser inseguros quanto a sua capacidade e ou narcisistas o suficiente para se agarrarem a essas abstrações, ganhar o diploma de genio do populacho e não fazer nada de útil em troca. O jeito mais fácil de ser considerado como tal.

 

Seja sincero. Voce não gosta dos testes porque não tem o qi mais alto*** Fácil** Mas pontuar muito alto nestes testes deve ser muito difícil***

 

Resp= Eu tenho que ouvir isso. Nasci pra sofrer, só pode!! Não meu qirido!! A questão não é comigo, é com eles. Eu nem me acho o tipo de inteligente que a maioria aprecia, como dizem lá pelas cercanias da Cidade do México ou Guarujá ”eles são genios por maioria de votos… porque pontuaram alto nos testes”. Os fetichistas de qi fariam o favor, se fossem inteligentes, de pararem de dar pitaco sobre este assunto.

Se alguém foi muito bem no teste e não fez muito esforço, então é porque é fácil pra ele faze-lo da mesma maneira que é fácil para um acrobata fazer acrobacias. Tem uma tendencia natural, al dente.

 

Mas o acrobata se esforçou muito antes de chegar a perfeição!!

 

Resp= Eu não sabia que tinha que estudar pra fazer teste de qi, primeira vez que eu escuto isso. Não, uma pequena minoria de pessoas em todo mundo que são capazes de pontuar muito alto nos testes. Isso quer indicar que nem por super esforço, é capaz de aumentar as pontuações até o teto máximo já alcançado. E mesmo o acrobata… quem tem dispraxia, não dá pra tentar trabalhar no circo.

 

Mas esta raridade não poderia ser resumida em genialidade**

 

Resp= Talvez, mas não existe apenas este tipo de genio. Este é um dos problemas que eu tenho falado tanto na hbdosfera. Genios podem não ser tão raros assim, raro é o genio que se expressa. Não estou querendo dizer que existem muito mais deles do que acreditamos, veja bem, mas não é tanto assim. Bem, talvez eu esteja confundindo genialidade com talento, que não  é a mesma coisa.

 

Aé** Talento se difere da genialidade em que sentido**

 

Resp= O talentoso até tem uma predisposição mais latente, mas boa parte de seu talento se faz com base no esforço, no desenvolvimento desta predisposição, ao passo que o genio, quase não faz qualquer esforço, é um savant que apenas aplica o seu dom natural. Eh como escrever poemas, não é muito difícil pra mim, basta pensar em algum tema que as rimas vão aparecendo. Eu percebo que os meus melhores poemas, na minha opinião, é claro, vieram de 0% de esforço e apenas intuição. Mas também é possível construir poemas com algum pensamento mais esforçado, ainda assim. Bem, perceba que quando pensamos, estamos sendo intuitivos, o pensamento intuitivo é muito mais comum do que imaginamos. Raro é o seu reconhecimento e seu uso na construção de um ”produto” de qualidade. Ninguém pensa pra pensar, na maioria das vezes, em nossos cotidianos, especialmente, nós pensamos intuitivamente, nosso pensamento é super rápido e a intuição será ainda mais rápida.

 

Que interessante, então existe velocidade de pensamento e a intuição se constituiria em um tipo extremamente rápido de pensamento**  Agora, sobre criatividade. Voce tem umas ideias bem interessantes sobre. Poderia nos dizer o seu conceito para criatividade e suas teorias**

 

Resp= São muitas, nossa!! Vamos por parte, como dizem lá no açougue (que piada péssima!!!). Criatividade em seu significado mais puro se consiste na capacidade de se produzir algo novo. Como resultado, qualquer tipo de proposta que se difira daquelas que já foram construídas, será identificada como tal. No entanto, a criatividade em seu sentido menos puro, bruto, porém que é mais mais apurado, nos diz que além de novo, também deve ser útil e portanto de qualidade. Claro que aí adentraremos a ideia de moralidade. Por exemplo, matadouros de animais ou as touradas de Barcelona apresentam respectivamente, utilidades, práticas e culturais, mas são completamente imorais, por tratarem os animais não-humanos com total desprezo. Aí, na minha opinião, deve haver um fator moral carregado para que a criatividade não crie ainda mais monstros. Veja a revolução industrial. Mesmo a tão adorada criatividade, pode ser muito, muito ruim. Sem sabedoria parceiro, não tem como!!

Em minha primeira teoria sobre criatividade eu busquei separar as atividades e trabalhos ou produtos que são conceitualmente criativos daqueles que são expressivamente criativos, isto é, fazer algo novo ou ser ”realmente” criativo, ao nível de genio ou de talentoso criativo, em relação ao de replicar a criatividade que foi criada justamente por este primeiro grupo, a epidemia criativa. Temos o compositor e o musicista. O compositor é conceitualmente criativo, o musicista é expressivamente criativo, ele expressa criatividade, só que não é de sua autoria. O compositor ganha no pedra-papel-tesoura do musicista, porque seu trabalho é puramente criativo. O papel do musicista que não compõe, no entanto, é muito importante e não deve ser desprezado. Eu percebi que aqueles que expressam os trabalhos criativos dos outros, tendem a ser dotados de algum talento ”savant-like”, isto é, mais mecanicamente especializada, que pode ser um talento, mas que, obviamente, precisa de uma predisposição genética, organica. Eh claro que nós temos os prodígios musicais, que tem imenso talento natural e que podemos ter os tipos precoces que ”apenas” reproduzem as obras dos compositores.

Também desenvolvi categorizações possivelmente aplicáveis como a do criativo contínuo e do criativo descontínuo. O primeiro, como diz o adjetivo, seria aquele que produz uma grande quantidade de ideias por dia ou por mes, que tem uma personalidade altamente criativa, de temperamento ambíguo, contrastante,  vívida, atemporal, ao passo que o segundo seria mais neurotípico em seu comportamento porque a correlação entre a sua personalidade e portanto motivações pessoais e seu perfil cognitivo, seria menor, menos atrelada entre si. Recentemente eu sugeri que perfis cognitivos assimétricos, isto é, grandes discrepancias entre as habilidades cognitivas, como ter uma inteligencia verbal muito alta ou uma diferença muito grande entre este componente e matemática, por exemplo, possam ser uma das causas para a típica paixão do criativo por suas capacidades com maior potencial, seus elásticos mais elásticos.

 

Qual é a relação entre criatividade e problemas mentais** Não seria apenas um mito de uma era romantica**

 

Resp= Se fosse apenas um mito de uma era romantica, então esta ”era romantica” teria durado uns 2000 anos. Não, as pessoas pegam as palavras sem entender seus significados e aí vão espalhando seus achismos desvairados até se tornar uma bola de neve. Mito, como o nome diz, é um fenomeno profundamente espetacular, o efeito fundador de algo, de uma ideologia, de uma religião, é quase que como a onomatopeia de um pensamento emocionalmente abstrato, que não tem muito tato com o mundo real, literal, fisiológico. Dizer que a relação entre criatividade e problemas mentais, se na altura do campeonato, podemos resumi-los a problemas, se consiste apenas em um mito ou em observações seculares sem natureza empírica, é o mesmo que negar a enorme proporção de genios de extrema grandeza que já nasceram com estas condições. A capacidade poética, uma das manifestações mais sublimes, sutis e verdadeiras da criatividade, está intrinsecamente relacionada com predisposições psicopatológicas. E ao reler o livro de Cesare Lombroso, já não me restam dúvidas quanto a isso. Eh claro que um sabichão poderá chegar até voce e dizer ” Mas a maioria dos ”doentes mentais” não são geniais”. Não sei se quem argumenta desta maneira o faz de má fé ou porque é estúpido mesmo. Ninguém está dizendo que todo aquele acometido de uma personalidade extrema, será um genio. Mas que o genio, que costuma ser bem raro, será muito comum de ser acometido de uma predisposição, latente ou significativa. Uma pequena minoria de seres humanos será genial e apresentará grandes chances de ter algum traço mais extremo, por causa de sua natural singularidade, individualidade. O genio tende a expressar sua criatividade com base em si próprio, tal como nós fazemos, em geral. Tudo aquilo que somos, botamos pra fora com base em nossas culturas pessoais, nossas maneiras de interagir, de ser, tudo aquilo que sinalizamos para os outros ou para nós mesmos, expressa parte daquilo que somos. E o indivíduo singular e muito inteligente, o fará de maneira original, o primeiro passo para a criatividade.

 

O trabalho de Lewis Terman encontrou algo completamente diferente daquilo que voce defende, onde que os superdotados analisados, foram em média, melhores em todos os aspectos se comparados com os menos inteligentes. Onde é que Terman errou e Lombroso acertou** E onde é que Lombroso errou e Terman acertou**

 

resp= Primeiro que Terman não analisou ”genios”. Superdotados, geralmente não são genios. Há de se separá-los conceitualmente porque na prática, faz muita diferença. O superdotado é alguém que é dotado de grande capacidade cognitiva ou intelectual. O genio é alguém que é dotado de uma capacidade que está fora de qualquer parametro comparativo. Não se comparam genios com as outras pessoas, em compensação, para identificarmos os superdotados, devemos fazer justamente isso. Eu acredito que exista uma descontinuidade entre a inteligencia que entendemos como tal e a genialidade. A genialidade é anti-natural e potencialmente desvantajosa para quem a carrega nas costas. Terman não parece ter buscado a criatividade como um elemento relevante em sua pesquisa. Ele errou porque disse que provaria a sociedade que ”os prodígios não são degenerados”. Ele foi influenciado por suas emoções pessoais que o direcionaram para o caminho errado. talvez, se tivesse mudado os termos, até poderia ter conseguido algum sucesso. O ponto mais importante do seu trabalho foi a sua ideia, de procurar pelo genio antes que se manifestasse. Terman foi um dos pioneiros mais eloquentes na redução da importancia de predisposições psicopatológicas na manifestação do genio. E esta mitologização arrogante de algo que não é assim tão ”mitológico”, reverbera com força nos dias de hoje. Desde o trabalho de terman que o ”genio torturado” passou a ser visto como uma ”anomalia da genialidade” enquanto que o escolasticamente superdotado passou a ser entendido como ”o genio”. Mas genios que não produzem trabalhos criativos não existem, não é**

Lombroso pecou especialmente em sua constante patologização de comportamentos contextualmente anormativos como ”altruísmo -excessivo- para com os animais não-humanos”. Ele deu um caráter altamente patológico aos genios historicamente reconhecidos que analisou por meio de relatos autobiográficos e biográficos, que não é plenamente a verdade dos fatos. No entanto, em relação ao resto, ele demonstrou, inclusive por meio de alguns casos relatados de pessoas com transtornos mentais que durante fases agudas de suas doenças, se transformaram temporariamente em seres altamente inteligentes, perspicazes, como se vivessem genios adormecidos ou mesmo presos dentro de seus corpos frágeis e doentes. A doença e ou graus dela, funcionam perfeitamente como promotoras do desenvolvimento da autoconsciencia, que é um aspecto que define o genio do superdotado. E ao lermos a obra de Lombroso, vemos que a maioria dos genios historicamente reconhecidos que ele analisou, detinham grande autoconhecimento.

 

Por enquanto é só, nossa, voce fala demais Santo, não sabia que isso é pecado**

 

resp= moralmente objetivo ou subjetivo**

 

Franzir a testa como uma característica intermediária entre desenvolvimento completo e ativo do lobo frontal e julgamento moral e ”testa pequena”. E por que que os judeus parecem ser mais prováveis de franzirem a testa**

Pessoas de testas pequenas seriam mais propensas a franzir a testa** Os judeus são mais propensos a terem testas pequenas** E são mais propensos a franzirem as suas testas quando estão falando** E essa linguagem não-verbal, será que reverbera em alguma idiossincrasia possivelmente vantajosa que está acontecendo nesta parte do cérebro** E porque algumas ou muitas pessoas não precisam franzir a testa quando falam** (como eu por exemplo…< =))

Darwin e as características intermediárias….

Analogia entre o pássaro cuco, psicopatia e judeus

Lendo Charles Darwin, me deparei e me impactou sua breve explicação sobre o instinto comportamental do pássaro cuco, de sua ”psicopatia” natural ao sentenciar má sorte a outros pássaros, digamos, que são mais trabalhadores e conscienciosos.

Me surpreendeu ainda mais quando li sobre a existencia de instintos intermediários, entre a capacidade de se produzir ninhos perfeitos em comparação a de se aproveitar deles, astutamente. O cooperador, o parasita e aquele que tenta cooperar, pra si mesmo, mas não é capaz de faze-lo e termina ”escolhendo” por uma ”vida de crimes” (sic!!). O meliante cuco não sabe ser de outro jeito e alguns deles, até tentam, mas suas habilidades não estão direcionadas para esta finalidade. A mesma analogia para os seres humanos**

O psicopata mas especialmente os tipos intermediários, são aqueles que falham ao tentar entender o outro e agir apropriadamente, isto é, empaticamente. A partir desta tentativa frustada, se voltam aquilo que lhes é mais fácil de ser desenvolvido, o elástico de existencia e sobrevivencia, o de menor esforço pra ser esticado, se aproveitar do trabalho alheio em benefício próprio.

Meu conhecimento em neurociencia é por deveras, de igual natureza, deficitária. No entanto, eu sei que existe uma relação entre ter uma testa ampla e caráter, a famosa e ”pseudo-científica” fisiognomia, tão comum no século XIX. Eh evidente que, nem todo aquele que for provido de grande testa, que será dotado de um grande caráter (assim como também o contrário irá acontecer), mas é possível que muitos o farão e isso pode indicar algum grau positivo de correlação. Pessoas de testas menores, tenderiam a ser menos prováveis de estarem providas de um caráter moral altamente desenvolvido. As explicações que parecem superficiais por causa  desta aparencia, reverberam na verdade, na realidade de dentro da epiderme, o cérebro. Se nossa moralidade reside em nossa testa, então poder-se-ia sugerir que algumas correlações positivas, tanto para o caráter moral desenvolvido quanto para o oposto, se relacionam consistemente com esta parte de nossos cranios.

E aquele que franze a testa para falar** Percebam que eu, por exemplo, que sou dotado de uma grande testa, não preciso franzir a testa para falar. Na verdade, quando tento faze-lo, me observando no espelho, meus olhos se esbugalham e mais pareço alguém com um breve e subtil ataque psicótico.  No entanto, são muitos os judeus que o fazem e com uma certa tendencia para também terem testas pequenas.

Eu já li por alto, que o ato de franzir a testa pode estar indicando um hábito não-verbal que está relacionado a contar  mentiras, porque para manipular a realidade, necessita-se de maior exercício mental, do que para ”apenas” observar e relacionar padrões evidentes ou potencialmente evidentes, lógicos. Mentir é um ato de criatividade e não é incomum observarmos o quão engenhosos podem ser os criminosos, nas articulações de seus crimes.

O pássaro cuco ”desenvolveu” (isto é, foi selecionado pelo ambiente) estratégias incomuns para ”cuidar” de seus filhos que poderiam ser definidas mediante certa perspectiva como um hábito deficiente, se ele não pode construir o próprio ninho de sua cria.

No caso da possível relação (quase tudo dentro de uma panaceia espectral de similaridades tende a se relacionar, mesmo quando encontramos correlações estatísticas negativas) entre instinto intermediário e personalidades anti-sociais em humanos, a incapacidade judaica de construção de seu próprio país, que ainda hoje, depende da ajuda externa para ser funcional, parece caber perfeitamente as maos deste pensamento analógico.

Sem guerreiros e agricultores…

No passado, assim como hoje em dia, a grande maioria das populações humanas se encontravam distribuídas de maneira mais ou menos equilibrada, entre os diferentes tipos de seres humanos, para ocuparem diferentes tipos de profissões. Os judeus são uma destas exceções porque desde a um bom tempo que exibem uma distribuição ”deficitária” de perfis humanos para todo o tipo de trabalho. Agricultores, guerreiros ou soldados, parecem ser muito poucos entre os judeus, especialmente em sua cepa mais inteligente, os judeus europeus ou ashkenazi. Eles se especializaram de tal maneira, isto é, com base na seleção natural urbana, em busca de perfis ocupacionais de mesma natureza, que perderam uma boa parte de seus trabalhadores manuais, de músculos, suor, alegrias simples e (desnecessário) sofrimento. Não haveria como ter qualquer tipo de revolução do proletariado entre os judeus, porque o próprio proletariado judeu é muito diminuto se comparado a nações onde há um grande predomínio deste tipo ”simples” de trabalhador. A evolução da inteligencia judaica significou a redução de sua diversidade ocupacional, hierárquica, que é tão comum nas sociedades humanas. A partir deste déficit (subjetivo), os judeus perderam qualquer capacidade de produzir sua própria casa, seu próprio ninho e tiveram de migrar para outras nações.

Eh por deveras interessante pensar qual que teria sido o efeito de seus livros ”sagrados” na seleção da panaceia de comportamentos e personalidades (ambos, excepcionais) que predomina entre eles hoje em dia e talvez, desde a muito tempo. Também é interessante pensar no papel da inteligencia espacial mais baixa em relação a este déficit em perfis ocupacionais (psicológico-fisiológico-cognitivo) mais manuais.

O judeu é a primeira cepa humana predominantemente cerebral e sua incapacidade de produzir com as mãos, parece reverberar em todo o resto de sua complicada, recorrente e confusa história.

Muitos judeus franzem a testa para falar, claro que muitos gentios também  o fazem, mas eu tenho a leve impressão de que este ”tique” seja mais comum entre eles do que entre os gentios. Também se nota alguma tendencia para este tique entre povos do mediterraneo.

O estereótipo autista em relação as suas expressões faciais, mais duras, menos emocionalmente reativas, expressam alguma combinação incomum e extrema que está acontecendo dentro, em seus cérebros. Eu até penso que se a natureza é economica e sempre pende para a tentativa de harmonizar (a natureza é uma filósofa natural, ainda que com trejeitos psicopáticos), então, os músculos que não estão sendo usados para expressar emoções por meio da face, podem ter sido recrutados para outras funções, como pensar por exemplo.

Seria interessante analisar se as pessoas que franzem sempre a testa para falar, sejam um pouco diferentes daquelas que não o fazem.

Do amor ao ódio, por que eu comecei a odiar o hbd??? E por que a ”minha” verdade é muito mais correta que a dos demais**

Eu tenho uma certa implicância em relação aos cristãos. Eu não gosto de pessoas que tagarelam bondade com a bíblia na mão mas fazem exatamente o contrário no mundo real, no mundo das ações.
A maioria das pessoas se encostam nas pseudo religiões porque elas oferecem palavras fáceis e doces, de ESPERANÇA, em relação à única certeza de nossas vidas, a morte. Elas não o fazem em média por razões nobres mas porque são incapazes de  entender  o mundo de maneira literal, Real e por isso procuram por este tipo de pensamento positivo clássico. A incapacidade de produzir percepções realistas quanto à vida anda de mãos dadas com a falta de vontade ou curiosidade para fazê-lo bem como pela covardia que se substancializa a partir destas predisposições fenotipicamente expressadas.
Manter estes sistemas opressores, primitivos, unilaterais, que continuam a perpetuar a falsa moralidade, a moralidade da ignorancia ou da hipocrisia, moralidade subjetiva, não é uma tarefa para pessoas sábias. Pelo contrário, nós temos a obrigação de derrubar por terra estes transtornos em prol de uma Cultura que possa fazer a vida na Terra evoluir.
A maioria dos cristãos e especialmente os mais fervorosos, se pintam como os ”defensores da moral e dos bons costumes”, em outras palavras, eles se apropriam da bondade e a usam como escudo, um escudo egocêntrico, de superioridade. A bíblia aparece como outra arma a ser usada. Mas na verdade, ninguém tem o monopólio da bondade, em termos conceituais e consequentemente, práticos, a não ser que de fato, possa entende-la de maneira visceral.
A multidão de cristãos que repetem como papagaios a moralidade subjetiva que está escrita em suas bíblias, portanto, não tem qualquer estrutura cognitiva ‘e’ psicológica para poderem julgar alguém com base no ”conhecimento” que engoliram sem sentir e entender o sabor.
Este é mais um quase-ótimo texto de Bruce Charlton, um dos blogueiros hbds, em que aponta para uma possibilidade conceitual e taxionômica para o tipo de personalidade que tende a predominar nos gênios ( vamos desprezar aqui as minhas contribuições que o sir, sorrateiramente tem utilizado em seu blogue e sem dar o legítimo reconhecimento a quem lhe apontou o caminho, vamos desprezar esta parte ok?? ).
O texto é quase excelente, porque no final, Charlton tenta manipular seus leitores ( metade deles que não precisam ser manipulados para se alinharem a ele) ao introduzir sua moral cristã usando termos como ”anti social”, ”mimado”… Charlton, o conhecedor e amigo dos ”gênios” ainda solta de maneira absolutamente irracional que.. Os gênios savant, do tipo social, não podem ser líderes, eles devem ser excluídos de qualquer cargo de liderança. Você está me acompanhando caro leitor??!
Os gênios sociais servem apenas como conselheiros. Os líderes, isto é, aqueles que receberão os louros da liderança, devem ser outros. Os gênios desta natureza devem usados de maneira conveniente.
Eu que já não rezo uma ave Maria faz uns 5,6 anos (nem de fingimento) devo ser um degenerado perverso. Nosso querido sir, ao contrário de mim, é um ser ímpar, acima do bem e do mal.
Charlton deve detestar muitos gênios porque ao contrário dele, o gênio empático, principalmente, sabe das inúmeras contradições que povoam uma bíblia, sem falar de todos os conflitos que todas as pseudo  religiões tem provocado.
A conveniência novamente. Charlton tem uma agenda política conservadora e cristã. Tal como um judeu da mídia  a todo momento fala de holocausto, a todo momento tenta alinhar suas palavras com qualquer coisa que expresse a versão judaica da história judaica, Charlton tenta alinhar, arrebatar o seu rebanho dentro da sua linha de pensamento. Bem, todos nós quando estamos tentando convencer alguém de alguma coisa, manipulamos histrionicamente ou não os fatos de maneira que possam se alinhar ao pensamento central. O que Charlton faz é justamente este tipo de manipulação histrionica. Ele é o novo Cesare Lombroso, com sua vontade e talento para estudar o fenômeno da genialidade humana, mas com os mesmos déficits no conhecimento de empatia e de moralidade.

Ele continua com a sua teoria de que ”a evolução produziu o genio para se sacrificar em prol da sociedade em que vive”. Sim, Darwin foi um dos responsáveis pela popularização desta maneira de pensar sobre a evolução.

A evolução não faz nada, porque é uma palavra que resume um conjunto complexo de circunstancias e eventos.

Natureza e evolução são maneiras de dizer

Mas saiba que muita gente deve ter dificuldades para entender esta parte. Como sempre, tende-se a literalizar abstrações e os resultados são quase sempre deprimentes.

A explicação de Charlton para a existencia do genio (savant social ou sábio) humano cai por terra, a partir do momento em que não houve qualquer seleção totalmente auto-dirigida para selecioná-lo como o mártir sábio que endireita a sociedade em que vive, sussurrando conselhos aos ouvidos do líder.

Bruce Charlton é apenas um em uma miscelania de tipos neoconservadores ou conservadores clássicos que usam a ciencia ou o conhecimento com o intuito de forçar a sua agenda pessoal favorita.

A partir disso, ele dá o valor que quiser aos seus estudos. Ele captura informações, percepções ou reflexões para que possam entrar em conformidade com a sua agenda neoconservadora cristã, onde que impera um tipo de moralidade subjetiva.

E não é o único, porque em todos os blogues hbds algo semelhante está a acontecer. Ao invés de buscarem pela pureza dos significados e portanto da verdade e a partir disso principiar pela harmonização, o fazem com o intuito de aparelhamento as suas ideias unilaterais.

Talvez eu estejam sendo muito duro em relação a eles se todo mundo faz isso, talvez devesse expandir meu ódio a humanidade em geral e não apenas a um grupo. Mas o conhecimento que esta comunidade está a tentar monopolizar ou ao menos conceber como ”seu”, é muito importante porque é um dos que mais se aproximam da verdade absoluta, da verdade objetiva + verdadeira subjetiva ou abstrata. E suas implicações poderão ser muito negativas.

Charlton deseja que ou mais genios savant sociais acatem suas propostas unilaterais e entrem em sintonia com suas crenças cristãs e neodarwinianas. Pra ele, assim como também para grande maioria das pessoas, as suas crenças estão absolutamente corretas. NOSSAS crenças nunca estarão plenamente corretas, ao menos se fossemos como Deus.

Por que a ”minha” verdade é muito mais correta do que as dos demais**

O que eu tenho ou expresso de superior em comparação ao Charlton**

Bem, Charlton não é uma pessoa diplomática. Ele tem suas vacas sagradas unilaterais. Não é ruim ter preferencia, é ruim quando essas preferencias não são perfeitas.

Por exemplo, a minha preferencia pelos virtuosos é superior a preferencia de Bruce Charlton pelos judeus, porque enquanto que os virtuosos serão em média, uniformemente melhores do que os demais grupos de comparação, ”os” judeus não serão.

Portanto, mesmo a ideia de grupos versus indivíduos, podem ter as suas generalizações racionais mediante certas perspectivas, a partir do momento em que o grupo se consistir em uma reunião uniforme de semelhanças como a bondade dos virtuosos.

Nem todo judeu é assim, mas todo virtuoso será assado. A virtude é o elemento agregador do grupo de virtuosos ao passo que a judaicidade, étnica (a mais importante), cultural, religiosa ou espiritual, serão OS elementos agregadores, não há uniformidade, especialmente a do tipo que enfatiza atributos objetivamente positivos.

Charlton acredita que a verdade encontra-se na bíblia e no livro de Phillipe Rushton… As verdades estão em todo lugar. Eu não estou preocupado ”com elas” porque são subjetivas, unilaterais e podem ser aplicadas para as mais diversas serventias. As palavras podem mudar de tom de costa a costa. Eu estou preocupado com a verdade absoluta, a unção entre a verdade literal ou objetiva e a verdade abstrata ou subjetiva. Portanto, as verdades ou o conjunto de factos, dogmas, factoides e mitologias que Charlton se alimenta ou tem se alimentado em toda a sua vida, não são absolutas, porque nem a bíblia, nem os livros de Darwin ou Rushton deterão toda a verdade. A verdade absoluta é ”a verdade de Deus”, que nenhum bípede desajeitado é capaz de ter ou de encontrar, mas o exercício desta tarefa se consiste na legítima religião, que o budismo e taoísmo orientais chegaram mais perto. Portanto, vale apena exercitar a pura religião de um ser que está dotado de um maior horizonte de conhecimentos do que apenas o instinto de reagir e se conservar.

Eu não tento capturar a minha verdade, mas A verdade, mesmo aquelas que são expressadas em metáforas mitológicas.

Charlton está em uma constancia normativa de pensamento em que a narrativa unilateral ou instintiva o mantém preso dentro de uma perspectiva menor, mais acanhada, de animal menos reflexivo. Nesta perspectiva, o anti-natural, aquilo que ele diz que a ”evolução não poderia conservar”, só poderia ser uma forma de perversão, a perversão dos desígnios naturais.

Se fosse um real moralista objetivo, Charlton evitaria fazer e acreditar nessas premissas ou ao menos seria mais honesto ao acusar grande parte da natureza não-humana de ser igualmente perversa. Mas a perversidade de Charlton é tão subjetiva quanto de um católico ou de um evangélico. Não é indubitavelmente certo ou errado, pois se prende a contradições.

A virtuosidade dos virtuosos não é contraditória, talvez o pleonasmo possa ser considerado como a manifestação mais pura de causalidade. Mas, como um cristão, cheio de amor e em busca da palavra de Deus, Charlton não parece estar muito preocupado em generalizar suposta virtuosidade em grupos que se agregam por meio de um parametro diversificado ou sem valor moral objetivo assim como também para generalizar negativamente.

Tudo isso se resume a

agenda pessoal cristã, socialmente conservadora e neodarwinista

subjetividade de julgamento e portanto potencial injustiça de julgamento

pensamento ”animal”, pragmático, duro e anti-humano

Os hbds tem parte da fonte do conhecimento mais realista, mais condizente com a verdade, mas suas cabeças continuam a se expressarem como atores ou aqueles que estão dentro do cenário e não como juízes neutros. Não são de observadores da cena, não estão pensando e talvez sequer tenham a capacidade inata para pensar com as suas respectivas personalidades-Deus, são de atores e todo ator é vaidoso. Eles querem fama, reconhecimento material, intelectual, querem que escolas americanas ou britanicas tenham os seus nomes ou ao menos almejam provar pra si mesmos que são melhores.

Charlton e a maioria dos hbds acham que o mundo é bom, ruim são as pessoas estúpidas ”de” baixo qi. Elimine-as e viveremos em um paraíso. Eh evidente que não é bem assim eu eu vou provar o porque em um próximo texto.

Desprezam o papel colossal de suas tão amadas ”elites cognitivas” em relação ao desenrolar da estória de idiotices da espécie humana, desprezam o sofrimento alheio, são frios com suas calculadoras a tira colo.

E eu não quero mais participar disso…

Jornalistas sensacionalistas clamam por hostilidades sem substancia para ter mais audiencia…

Eu que faço o exato oposto no sentido de ser lido por mais leitores (ao invés de uma agenda política bem estabelecida eu decidi por uma não-agenda, virtualmente, por exemplo), tenho aprendido a conter meus ímpetos e aperfeiçoo a minha duvidosa capacidade de escrita, com base em objetividade, julgamento correto, ou seja, holístico, ser verbalmente crítico, algumas vezes cruel, com aqueles que merecem, mas sempre buscando dar uma lição de moral, a partir da neutralidade, sempre em busca da

holisticidade

objetividade

neutralidade

sabedoria

criatividade

e inteligencia, e não apenas a cognição.

O verdadeiro, único e holístico teste cognitivo, entender o mundo real

Algumas espécies de aranha podem fazer belíssimas teias, mas não podem evitar o parasitismo mortal de vespas parasitas. Algumas aranhas apresentam a capacidade cognitiva para construir as suas teias, mas não tem a capacidade para detectar o inimigo antes que se tornem vítimas do seu parasitismo. Vivemos em um labirinto. Os realmente mais inteligentes são capazes de entender o ambiente em que vivem. O princípio fundamental da existencia é a sobrevivencia. Talvez eu possa estar sendo injusto quando falo nos ”mais inteligentes”, porque se a inteligencia humana é complexa e diversificada, então haverão muitos outros tipos de ”mais inteligentes”. O correto portanto, será  que, mediante uma perspectiva holística, do perfil cognitivo a la Sherlock Holmes, portanto, para nós, os savant social que somos bons em farejar contradições, a inteligencia se caracterizará especificamente pela capacidade de entender o mundo real. Talvez estejamos mais próximos da vespa parasita, do que em comparação a aranha. Talvez, segundo a ideia de sabedoria como diplomacia, a capacidade de ver todas as perspectivas e de uni-las harmoniosamente, a do terceiro olho, sejam uma capacidade comum para híbridos de vespas parasitas e  aranhas.

Memória autobiográfica ou acumulativa-experiencial e objetiva.  Sabedoria, a mais pura forma de inteligência humana
A sabedoria é a mais pura forma de inteligencia, se consiste na alma da inteligencia, de sua consciencia. Os mais sábios, usam o seu ”terceiro olho”, que não fica na parte inferior do corpo, para entender o mundo de uma maneira holística e de usar esta capacidade a seu favor. Nos mais altos níveis de sabedoria, o egoísmo de usá-la para si próprio é largamente substituído pela tentativa de transmissão deste dom para os outros, visando harmonizar em larga escala, o ambiente que o rodeia.
O sábio é aquele que é dotado de uma grande e objetiva memória, que é capaz de recuperar com rapidez as informações mais condizentes para cada situação. A objetividade é uma característica altamente relevante para a sabedoria. O sábio nunca se prende a sofisticações sem sentido.
Tal como foi dito por Temple Grandin, em seu famoso video, o cérebro dos sábios também tenderão a funcionar, metaforicamente falando, tal como uma escrivaninha cheia de gavetas em que a resposta mais pertinente para determinada situação será imediatamente recuperada para uso objetivo ou subjetivo, ou seja, a gaveta onde esta informação foi guardada. Grandin consegue recuperar uma grande quantidade de informações visuais, representadas por categorias de imagens memorizadas, quando lhe é pedido para que pense sobre um determinado assunto, por exemplo, sobre raças de cachorros. A partir do momento em que sua mente começa a trabalhar, uma série de imagens de diferentes raças de cachorros aparecerão em sua mente. Algo parecido acontece com a mente objetiva do sábio.
Eu tenho a impressão de que a memória emotiva ou autobiográfica, sejam fundamentais para definir cognitivamente o que a sabedoria significa. Será por meio de nossas experiencias e posterior captura de percepções (padrões de correlação e causalidade dentre outros aspectos do mundo real e portanto natural) que a memória emotiva ou autobiográfica será construída. E será a partir dela que se produzirá a sabedoria.
A memória emotiva ou autobiográfica é a memória mais usada pelo sábio, inclusive e especialmente para tarefas cognitivas, ao passo que para o neurotípico, a memória semantica se encontrará isolada da memória emotiva. O sábio tem a sabedoria de entender que mesmo a mais neutra das tarefas cognitivas estarão retidas de considerações pessoais, emotivas, visto que o ser humano não é capaz de separar adequadamente a informação semantica, cognitiva neutra, da informação emotiva. O sábio entende esta realidade e a utiliza como meio de observação e captura de percepções do seu meio, enquanto que o neurotípico, usa sua memória semantica, acreditando que esta estará totalmente retida por informação puramente cognitiva e portanto, culturalmente neutra, mas que no entanto, se encontrará tão misturada quanto a memória de um sábio. O grande diferencial é a consciencia do sábio sobre esta realidade. Justamente por isso que ele consegue separar em diferentes categorias as informações e lhes prestar análises sucintas e adequadas para cada uma delas.
A aranha poderia ”ter” um alto qi aracnídeo, a inteligencia técnica para tecer sua belíssima teia. Mas seu alto qi aracnídeo mostra-se completamente inútil na hora de lutar contra o seu parasita habitual. Como nem todas as aranhas  serão enfeitiçadas pelo ”sussurro da sereia”, então é possível que as aranhas mais espertas, sejam mais parecidas com as vespas parasitas em tipo de mente do que com suas irmãs menos afortunadas. Aquele que pode entender os passos do psicopata, um pouco psicopata será, especialmente em termos cognitivos. O paradoxo da sabedoria é a de que o sábio seja uma espécie de psicopata, em termos cognitivos, mas dotado de grande empatia, tão objetiva quanto a sua memória. As aranhas mais ingenuas, assim como o próprio ser humano, não pode conceber que certos tipos de maldades possam ser praticados. A bondade genuína, natural mas também inconsciente, é uma profunda fraqueza se comparada a esperteza dos maquiavélicos e não deve ser exaltada como superioridade moral. A superioridade moral é a justiça, a prática da moralidade objetiva.
Portanto, em um mundo extremamente complexo em que vivemos, algumas pessoas terão grande capacidade de entender o mundo real, principalmente porque usarão de suas sabedorias como bússolas. Esta capacidade instintiva e intuitiva de entender o ambiente de vivencia é um super desenvolvimento de uma capacidade essencial e antiga de qualquer espécie, a sobrevivencia. O sábio se complementa em seu equilíbrio de funções intelectuais (e não me refiro a perfil cognitivo técnico como ter alto qi verbal e espacial, me refiro a forma mais pura e essencial da inteligencia, não apenas da inteligencia humana),  seu grande controle cognitivo e sua praticidade para enxugar os excessos do mundo superficial da civilização e de encontrar a verdade, sempre holística, diversa e internamente complementável.

Idade mental e inteligencia (multidimensional, geral e ao mesmo tempo específica). Quanto maior for a idade mental maior será a inteligencia*

Obs= perdoem-me novamente, como eu disse, por razões técnicas, além dos esporádicos atropelos em normas gramaticais, eu também estou sendo forçado por tais circunstancias, a atropelar as regras de acentuação. Quando reviver o meu antigo ”aparelho de comunicação”, prometo-lhes que estes erros não serão mais cometidos.  Os testes cognitivos parecem ser bons para medir a inteligencia técnica, estática e coletiva dos seres humanos. Eu posso dizer, por meio de lógica intuitiva, que a correlação entre real inteligencia e qi, mediante estas características será elevada, demonstrando que apesar de minhas críticas constantes aos testes, nós não devemos descartá-los completamente e seria estúpido de faze-lo. O problema do fetichismo do qi, que eu mostrei em um dos textos anteriores, se relaciona exatamente com o último destes textos que escrevi e fala sobre a idade mental de boa parte da humanidade. Neste texto, eu sugeri que o ser humano adulto médio, ainda não deixou a adolescencia por completo e em qualquer idade, com alguma exceção para a velhice, ele continuará mais ou menos adolescente tal como se tivesse uma idade cronológica de 20 anos. A idade cronológica não se relaciona completamente com idade mental. A  a sabedoria, não é o resultado de muitas experiencias, que necessitaria de maiores anos vividos. A sabedoria é um estilo cognitivo que uma pequena parte da população ”herda” em proporções substanciais, ou seja, uma espécie de ”full-blown’‘ de sabedoria, enquanto que os traços deste fenótipo encontrar-se-ão dispersos pelo restante. E tal como inteligencia e criatividade, tende a atingir um pico de eficiencia, principalmente durante a vida adulta. O grande problema da idade mental se dá especialmente em como é aplicada. Se as perguntas não se basearão em moralidade subjetiva, elas caminharão para uma abordagem cognitiva, pseudo-objetiva, onde a idade mental será atrelada as pontuações de inteligencia em testes cognitivos. No entanto, a inteligencia humana não se reduz apenas a perspectiva técnica. Somos seres interativos e perceptivos. A percepção é uma das características mais importantes para a inteligencia e se relaciona umbilicalmente com a sabedoria, que eu defini como a manifestação mais pura da inteligencia humana. Quanto maior a idade mental, maior será a inteligencia geral** Fator g pode ser uma medida de inteligencia geral técnica, mas a inteligencia humana não se resume apenas na capacidade de aprendizado e execução de tarefas intelectuais ou cognitivas, mas também na interação social e especialmente na percepção, baseada em observação, curiosidade e busca pela harmonia, pela harmonização dos padrões que estão presentes no ambiente, isto é, a resolução de problemas. Portanto a ideia de ”inteligencia geral”, deve, por lógica intuitiva, abarcar a todos os aspectos da inteligencia humana. Eh evidente que existirá uma hierarquia onde por exemplo, a capacidade de socialização contextual, isto é, no mundo clássico da socialização primata dos seres humanos, será relativamente menos importante do que a capacidade de aprendizado ou a criatividade, que são duas facetas predominantemente cognitivas do intelecto humano, enquanto que a ‘inteligencia social”, será predominantemente interativa. No entanto, a harmonia e funcionalidade entre todas estas facetas da inteligencia também será igualmente importante. Partindo da ideia simples e extremamente popular, de senso comum, que aqueles que são menos imaturos tenderão a agir como crianças mimadas enquanto que aqueles com maior sabedoria, demonstrarão maior maturidade, eu inicio rapidamente algumas considerações que poderão ser levadas mais a sério no futuro, sobre este assunto. A moralidade objetiva, que eu já denominei como a moralidade universal, tudo aquilo que está irremediavelmente certo ou errado, é o princípio mais importante para a boa convivencia humana e até mesmo para qualquer forma de vida, qualquer tipo de interação. No entanto, os adultescentes humanos, ”preferem” interagir por meio da moralidade subjetiva, que na verdade, reverbera em suas próprias predisposições comportamentais. Portanto, o primeiro princípio para uma maior idade mental será a predisposição biológica para a moralidade universal não-niilista (não confundir com os niilistas ateus que dizem que comer carne de cachorro é cultural, para uma espécie tão supostamente inteligente e moralmente superior como dizem que é a humanidade, o vegetarianismo já deveria ser a prática comum com adaptações de nossas mentes ”estupidamente adaptativas” para evitar a deficiencia na proteína …tão espertos estes humanos….). O segundo princípio é a ideia de responsabilidade, mais uma vez, sem qualquer teor culturalmente enviesado. Que ou aquele que é provido de uma  memória mais eficiente, holística e objetiva, será aquele que estará mais predisposto para entender o ambiente a sua volta e a buscar solucionar possíveis desarmonias na paisagem. Isso explica o farejo detetivesco por detalhes que estão em desarmonia, se alguém chora, vc se preocupa em saber o porque da tristeza, se um copo está sujo, vc se preocupa em lavá-lo, se algo não está certo, o faro de Sherlock Holmes vai buscar uma maneira de solucioná-lo e quanto mais alto for esta capacidade, maior será a capacidade de perceber nuances que os outros não percebem, mais intensa será a capacidade de percepção, de observação e potencial para a melhoria constante da sociedade. Isso é fundamental para a prevenção, uma das práticas da sabedoria. Ao invés de esperar que os problemas aconteçam, preve-los e encontrar maneiras de conte-los ou de solucioná-los ainda no ”berço”. A idade mental como eu já sugeri antes, irá se relacionar com qi, mas isso não significa que esta correlação será substancialmente significativa, porque estamos falando de um fenótipo, isto é, uma combinação de características e não de apenas um traço, estatístico ou biológico. Qi é uma variável dentre várias outras, é possível dizer que  mais pessoas ”de” qi alto, terão maior idade mental, mas como são médias e eu acredito que serão médias com uma distribuição mais larga e variável, então a correlação não será substancialmente significativa tal como ”inteligencia técnica e qi”. Eu também falei sobre a proporção multidimensional de estupidez e inteligencia, que todos nós temos. Todos nós somos estúpidos para determinadas perspectivas do intelecto e inteligentes para outras. Alguns são tecnicamente inteligentes mas são empaticamente estúpidos. Outros serão mais equilibrados. Enfim, toda a sorte de fenótipos serão encontrados mas o mais importante, será a separação desta diversidade, por uma objetividade quanto aqueles com o perfil mais equilibrado, funcional, ideal, de inteligencia global, que não é apenas, nem mesmo, será fundamentalmente, o fator g, a propriedade metafísica que englobaria toda a funcionalidade técnica humana. Fiz um teste tolo de idade mental pela internet, existem muitos. O resultado foi de 43 anos. Interessante que, mesmo com os meus 26 anos, eu realmente nunca consegui manter um grande número de amizades com os meus pares cronológicos. Para um outlier como eu, que é um neurologicamente incomum (embebido de alguma vantagem heterozigota de predisposições psicopatológicas do lado materno em combinação com traços vantajosos e extremos do outro lado da  minha árvore genealógica), o convívio com ”adultos” e mesmo com pessoas mais velhas, sempre me pareceu mais natural do que com os adultescentes sem profundidade que nasceram no mesmo fim de década que eu. Nunca fiz um real teste de inteligencia, mas tenho a quase absoluta certeza de que os resultados seriam consideravelmente assimétricos, muito bom em componentes verbalmente carregados, e muito ruim em outros componentes, tais como inteligencia espacial e matemática. Talvez eu seja uma espécie de proto-savant com inteligencia verbal muito alta e com o restante de minha capacidade, abaixo da média. São especulações lógicas, mas posso me surpreender… No mais, para os outliers cognitivos e neurológicos como eu, a idade mental caminhará para variar tanto quanto as médias de inteligencia técnica e estática. O mais importante, neste caso, já que como disse antes, a variabilidade de combinações fenotípicas para a inteligencia tenderá a ser bem alta, será de principiar pelos elementos psicológicos que determinei como características para uma maior idade mental. Eu poderia determinar que a busca pela harmonia, seja a empatia pura, mas este próprio termo, por si mesmo, já apresenta a sua própria diversidade de combinações e de possibilidades. Portanto, ainda que este componente esteja implicitamente sugerindo que é uma forma ou uma parte da empatia, este deverá ser mantido em separado da mesma. Para os neurologicamente comuns, que são a maioria (justamente por serem comuns), a correlação entre maior qi e idade mental será predominantemente positiva, mas ainda assim, isso não significará que todo aquele com maior inteligencia técnica terá maior idade mental. E de acordo com todas as bobagens que nossas ”amadas” elites ”cognitivas” estão fazendo e já fizeram, uma parte substancialmente importante deles serão constituídos por estúpidos com idade mental na franja final da adolescencia. Isso sem contar os tipos com idade mental baixa. Em termos raciais, nacionais, observa-se que em média, a idade mental será maior em nações mais ricas e ou com populações com maior capacidade cognitiva técnica, vide os leste asiáticos e os europeus. A idade mental do brasileiro médio, por exemplo, se localizará em torno dos 13 anos. Isso mesmo, a maior parte dos brasileiros, mesmo na vida adulta, idade cronológica de adulto, se comportarão mais ou menos como um pré-adolescente. O americano médio, por exemplo, terá uma média um pouco maior, talvez em torno dos 16 anos. Leste asiáticos e nórdicos (a subraça caucasiana mais uniformemente inteligente) tenderão a ter médias de idade mental na casa dos 18-20 anos. A raça negra, em média, teria a menor média de idade mental, talvez, em torno dos 9 anos. O desenvolvimento ou maturação produz o aumento da altura, altera a voz e provoca alterações hormonais, nos tornando aptos para o acasalamento. Mas, em termos de cognição, as pessoas param em uma determinada etapa, o fim desta maturação cerebral, assim como também, o marco zero deste desenvolvimento, variará consistentemente entre todos os seres humanos. Portanto, ainda que os superdotados tenham uma tendencia para amadurecer mais lentamente, este amadurecimento não virá, metaforicamente falando, do zero. Amadurecem mais lentamente, mas já serão assincronicamente mais maduros que a maior parte dos seus pares de intelecto comum. Em termos de inteligencia técnica, estática, medidas por testes de qi, principalmente em neurologicamente comuns, a idade mental será de 9 anos para médias de qi 70-80 (especificamente no caso de raças humanas com intelecto evolutivamente antigo e sem decantação constante), 13 anos para médias de qi 80-90, especialmente no caso de qi 85-90. Para médias de qi 90-100, idade mental de 14-16 anos. Para médias de qi 100-110, médias de qi 16-20 anos. A partir daí, pressupõe-se que a idade mental continuará a aumentar continuamente….. mas não é bem assim. Pode-se dizer no entanto, que aqueles com maior inteligencia global (não confundir com fator g), tenderão a ter idade mental mais elevada. Estes seriam basicamente os sábios absolutos. No caso do genio, ainda que grande variedade seja encontrada, haverá uma tendencia para grande idade mental. Obviamente que o mesmo será esperado para os criativos. Eu já sugeri também que os criativos tendem a ter uma idade mental mais volúvel, por causa de suas maiores sensibilidades emocionais e (ou) sensoriais. No caso dos judeus europeus, eu acredita que a idade mental se localizará entre 16-20 anos, no entanto, com ampla variação quanto a este quesito, tal como parece se suceder com esta população de extremos.

Refutação quanto à perspectiva moral normativa de Cesare Lombroso em seu trabalho ”O Homem de Gênio”

Nem tudo o que Lombroso disse é ouro

Eu tenho comentado várias vezes aqui sobre Cesare Lombroso. Não restam dúvidas quanto ao seu brilhante trabalho do século XIX sobre a relação entre genialidade e ”tendências psicopatológicas”.

Em relação à perspectiva técnica, ”O homem de gênio”, mostrou-se impecável e atemporal quanto a sua utilidade. No entanto, no que se refere à perspectiva moral, o livro deixou muito a desejar, especialmente porque o criminologista utilizou de suas próprias considerações pessoais de moralidade para julgar o comportamento e as predisposições psicológicas dos homens de gênio, fazendo com que a análise que propôs, perdesse um bocado de seu alcance. Ainda que não se possa, sob hipótese alguma, descartar este trabalho, quanto a sua capacidade de descrever a genialidade, seja em relação a sua etiologia, seja em relação às suas características gerais, existe a real necessidade de buscar entender o que Lombroso quis dizer com relação a muitos de seus julgamentos de natureza moral sobre o comportamento desta população. E é exatamente isso que vamos fazer agora.

EXCENTRICIDADES???

Uma das conclusões de Lombroso sobre a relação entre genialidade e comportamento ”excêntrico”, foi a de que o cérebro doente dos gênios é o  responsável pela excentricidade. No entanto, devemos tentar buscar a objetividade e abrangência das perspectivas.

Por exemplo, sabe-se que Nikola Tesla desenvolveu obsessão por pombos no final de sua vida (isto sem falar de outras idiossincrasias). Será que isso se consiste em alguma forma de ”insanidade”??

Julgá-lo por insanidade, especialmente pelo grande gênio que foi, me parece muito mais uma forma (real) de preconceito do que uma análise desapaixonada, analítica e portanto científica.

Lombroso pecou consideravelmente a partir do momento em que sobrepôs suas considerações pessoais sobre moralidade como parâmetro de definição de ”insanidade”.

Ao focalizarmos em uma determinada perspectiva, tendemos a perder todo o resto.

A obsessão de Tesla assim como outras de suas idiossincrasias se diferiam enquanto qualidade, a raridade do comportamento, mas não em termos de grandeza, isto é, ele jamais foi o único ser humano ou dentre poucos que já ”sofreu” com obsessões.

Por exemplo, a obsessão das pessoas ”comuns” em relação ao STATUS SOCIAL, se difere apenas no tipo de obsessão que Tesla desenvolveu, mas continua a ser obsessão. Se você é obcecado por pombos ou por status social, isso realmente faz alguma diferença??? (especialmente mediante uma perspectiva neutra, sem julgamentos)

No entanto, a relatividade do julgamento não pode ser aplicada no mundo real para todo tipo de obsessão. Por exemplo, cometer assassinato ou roubar, cleptomania, etc…

Ainda que se possa usar o termo ”excentricidade” enquanto um conjunto incomum de comportamentos, isto não significa que excentricidade será igual à insanidade.

NORMALIDADE NÃO É IGUAL À NATURALIDADE.

NORMALIDADE é apenas uma questão de estatística.

A ideia de que muitos gênios historicamente reconhecidos do passado foram de ”insanos”, precisa ser mais profundamente investigada do que apenas por meio do uso de parâmetros normativos para julgar comportamentos, especialmente se forem subjetivamente morais, isto é, se não causarem problemas objetivos na sociedade.
PSICOSE, PENSAR POR SI PRÓPRIO, ”NORMALIDADE”, PENSAMENTO predominantemente INCONSCIENTE

Os gênios tendem a ser muito mais psicóticos do que a média. A psicose se relaciona com a desorganização da percepção real. No entanto, também se relaciona com a super percepção da realidade. E é aí onde a conexão entre genialidade e psicose se faz mais presente.

Aquele que não tem uma formato de realidade pré-programado, pode manipulá-la mais intimamente e pensar em coisas que a maioria das pessoas desprezam. Os famosos insights criativos ou ”pensar fora da caixa”, realmente fazem sentido a partir do momento em que entendemos que os psicóticos tendem a pensar por conta própria. A importância da capacidade cognitiva aqui é muito grande, visto que, um psicótico comum tenderá a enxergar apenas aquilo que sua mente desorganizada está interpretando, enquanto que o gênio terá a capacidade para enxergar a realidade ao manipular melhor a ”desorganização” de sua percepção ou ”não-organização”.

Pense na mente dos ”comuns” por meio da metáfora onde uma pessoa está olhando para um cubo mágico planificado. Agora pense na mente do psicótico como uma pessoa que está olhando para pedaços de cubo mágico voando aleatoriamente pelo espaço abstrato. Pense na mente do gênio como aquele que pode ver a simplicidade em meio à complexidade da aleatoriedade instável de eventos ou, fazer correlações potencialmente causais entre as peças esvoaçantes do cubo mágico. Para encaixar uma peça na outra e produzir algo que seja criativo e ao mesmo tempo lógico, é necessário ter grande percepção enquanto que para o psicótico, a quantidade de erros será muito maior do que de acertos.

A psicose promove a abertura para a realidade ou para a hiperrealidade, que é dificilmente acessada pelos comuns. Mas somente a sabedoria e a inteligência que poderão nos levar para esta ”nova” dimensão sem nos perdemos pelo caminho.

O psicótico se joga do precipício, mas muitas vezes não conseguirá bater asas e voar, embora muitos psicóticos ”comuns” possam ter a destreza de fazê-lo. Em compensação, o comum (o velho ”normal”) será puxado do precipício por seu juízo. O gênio e o sábio voará muito alto quando se jogar.

A ideia de que a própria psicose se relacione com insanidade, ao ponto que, possam ser consideradas como sinônimos, não se sustenta a partir do momento em que QUALQUER PROPRIEDADE ABSTRATA E PORTANTO, METAFÍSICA, está passível de manipulação conceitual interna. Portanto, dentro da própria psicose, existe uma grande variedade de manifestações da condição. Algumas serão mais características para com o conceito usual enquanto que outras serão até mesmo o seu exato oposto, ou seja, não é aquele que cria mais padrões erradas e produz uma realidade distorcida, mas aquele que consegue captar a hiperrealidade por si mesmo. Um tremendo talento para observação e percepção.

Portanto a ‘insanidade” do gênio a que Lombroso tanto se referiu em seu trabalho, não se consiste em uma tendência objetiva retida de todas as perspectivas. E talvez, o diagnóstico de ”insanidade” do gênio, possa significar na verdade em uma grandiosa capacidade de percepção para entender a realidade.
A criatividade enviesada pela autoconsciência, se dá a partir do momento em que se compreende que a vida social (mamífera) é um grande teatro comportamental pré-programado e predominante inconsciente. O criativo é de fato, aquele que pensa por conta própria. E para um homem como Lombroso, fortemente inserido dentro do cenário social e cultural vitoriano da metade do século XIX, qualquer forma de comportamento desviante dos ditames majoritários e de ”bom tom”, seria visto como alguma forma de desvio da ”normalidade” e portanto que se consiste ou só pode ser explicado como uma patologia.

Se eu penso por conta própria, então eu não vejo limites invisíveis de comportamento e de ideias e posso produzir a quantidade de ideias e me comportar do jeito que eu quiser. Isto parece um pouco como ”selvageria comportamental”, mas é uma pseudo semelhança. Lombroso deve ter retido sua observação de ”atavismo” do gênio, por meio da captura de comportamento excêntrico entre eles. Mas atavismo e neofenótipo são muito relativos.

”INSANIDADE MORAL”

No século XIX, época de Lombroso, o ”comportamento homossexual” por exemplo, ‘era” fortemente rejeitado pela sociedades ocidentais. No mundo de hoje, declarar-se publicamente como ”racista”, é uma forma de grave ofensa moral. Se você percebeu bem, a ”maleabilidade” da mente do homem comum é bastante significativa,  subjetiva e falsa.

Lombroso, que não há dúvidas, que seria definido como ”racista” se vivesse em nossa época, também seria considerado como um ”moralmente insano”.

O comportamento moral derivado da sabedoria (Deus) é objetivo e universal. O comportamento moral ”tipicamente” humano é subjetivo e local.

É muito provável que muitos gênios não fossem as pessoa mais honestas e empáticas do mundo, no entanto, o ser humano não é um átomo complexo separado do seu meio. Partindo de uma série de possíveis especulações, muitas pessoas, hoje em dia por exemplo, que podem ser definidas como (intelectualmente) geniais, podem usar sua extrema capacidade de maneira ”desonesta” para ganhar a vida, seja porque a vida não lhe deu outra alternativa ou por pura comodidade pragmática.

No entanto, mediante alguns exemplos, particularmente ridículos, que Lombroso usou para ”comprovar” a ”insanidade” do gênio, como ”um amor exagerado por animais”, nos mostram que suas considerações sobre insanidade moral não se basearam em objetividade mas nos pressupostos normativos que eram cronicamente comuns na sociedade europeia do final do século XIX.

 

 GÊNIOS E MATÓIDES, ”INSANIDADE” SUBJETIVA E INSANIDADE OBJETIVA

Mediante a maneira com que Lombroso descreveu a ”insanidade moral” dos gênios, mais parece que todo gênio seria também um matoide . No entanto, como eu tenho mostrado aqui sobre a moralidade, algumas formas de comportamento podem ser objetivamente negativas ou positivas e na verdade, o próprio comportamento pode ser internamente contextual, isto é, depende muito em como será a influência deste sobre a harmonia do ambiente. É objetivo se tem um impacto direto,  negativo ou positivo. É subjetivo, quando não tem um impacto direto. É como sexo para procriação e para recreação mediante o prisma da concepção.

Se a maioria dos gênios historicamente reconhecidos do passado não foram sobre-representados no mundo do crime ou da política (ou mundo do crime, 😉 ), então é provável que ao menos em relação à objetividade da moralidade, eles também não foram de ”insanos”.

Lombroso deixou bem claro as diferenças entre o gênio verdadeiro e o matoide.  Agora, se Voltaire preferia os animais aos seres humanos, isso não é sinal de insanidade, muito pelo contrário…

DUPLA PERSONALIDADE DO GÊNIO, ACEITAÇÃO DA HIPERREALIDADE E PORTANTO DE NOSSA PERSONALIDADE DUALISTA??

Todos nós somos providos de duas personalidades. E eu ainda acredito que tenhamos uma terceira personalidade (ou persona). Eu propus que esta terceira personalidade seria justamente aquela que nos conecta com Deus e com tudo aquilo que não se relaciona com as frugalidades contextualmente inconscientes do reino animal. Todos nós temos a dualidade, dentro de nós, que no entanto mais se consistiria em um trio de identidades. As duas personalidades ”animálias” lutam entre si pelo domínio da mente. O domínio da ”terceira personalidade”, seria o consenso entre as duas personalidades animálias. A colaboração entre o Ying e o Yang, produzirá a sabedoria e a genialidade, visto que ambas tendem a se manifestarem em conjunto.

As pessoas mais criativas tendem a ter cérebros não-filtradores de informações e estímulos que são captados através da interação com  o ambiente.  A realidade  tem uma gravidade mais pesada  para estes tipos em relação à emoções, sensações e respostas às ações e/ou eventos.

Todos nós vivenciamos (muito mais) nossas duas personalidades dualistas. Portanto, a manifestação deste tipo de pseudo-disordem em gênios, se difere em relação ao populacho apenas por uma diferença de níveis.

E se os gênios são extremamente autoconscientes e portanto, estão intensamente conectados com a realidade, então eles vivenciarão a natureza dualista universal da existência, de maneira muito mais enérgica do que em relação às pessoas ”comuns”, explicando maravilhosamente bem o porquê de ”terem” dupla personalidade. No entanto, todos nós temos…

Lombroso deve ter desprezado ou sequer ter tido conhecimento do mundo de falsidades que consistia as sociedades europeias conservadoras. Não muito diferente de hoje em dia.

PATOLOGIA CEREBRAL E INSANIDADE

Eu já disse que a autoconsciência pode ser alargada pela ”doença”. E  isso acontece com certa regularidade. A genialidade parece se relacionar consideravelmente com predisposições psicopatológicas, porque estas condições sindrômicas, não apenas criam percepções completamente diferentes daquelas que são vivenciadas pela maioria (que são potencialmente criativas), mas também porque alargam a percepção humana.

O psicótico não tem um tipo de cérebro que o faz refém de percepções distorcidas da realidade. É a capacidade cognitiva do psicótico médio que faz com que desenvolva uma tendência crescente de perda de contato com a realidade. A capacidade cognitiva elevada, pelo contrário, o colocará em contato direto com a realidade. Não é a distorção para menor contato com a realidade mas também para grande contato. A psicose é como se fosse um som que tem um volume desregulado, ou é muito baixo ou é muito alto.

Portanto, é a interação com o meio que, dependendo do nível de capacidade cognitiva do psicótico, o fará um verdadeiro ”insano” ou um verdadeiro gênio e/ou sábio.

ALTRUÍSMO ”EXCESSIVO”

Lombroso comentou sobre a tendência do gênio para desenvolver uma espécie de ”altruísmo excessivo”. Parece que todos os comportamentos ”desviantes” que foram catalogados por Lombroso, se relacionam com a extrema autoconsciência dos mesmos e não apenas ou resumidamente com alguma forma de doença mental. Portanto, aquele que sente mais o peso gravitacional da realidade, tende a se tornar mais sensitivo, emocionalmente reativo, perceptivo e criativo.

A reatividade emocional do gênio não é apenas o resultado do seu cérebro desequilibrado, mas também de sua interação com um mundo marcadamente estúpido. O nervosismo, a raiva e a depressão podem ser predisposições mais exacerbadas entre as mentes mais poderosas da espécie humana, mas os gatilhos ambientais poderão ter um papel muito importante para a piora do quadro mental destas pessoas.

O altruísmo excessivo muitas vezes se manifestará porque a grande capacidade perceptiva do gênio o fará valorizar as pessoas realmente virtuosas e por causa de suas tendências perfeccionistas, mesmo para micro-interações interpressoais, eles tenderão a procurar pelo máximo possível de perfeição na socialização e tal como o asperger, se tornará frustrado ao saber que a socialização humana é essencialmente subjetiva. A solidão comumente, nos faz mais ”carentes”. Mas o termo é abusivo, tal como os critérios de julgamento moral que Lombroso usou para patologizar a genialidade. A ”carência” do gênio não é porque tem baixa auto estima (geralmente, o contrário é muito mais comum), mas porque tem enorme dificuldade para encontrar pessoas que estão compatíveis ao seu nível de intelecto.

A genialidade não é psicopatológica, porque assim como a inteligência, a genialidade é o resultado de uma combinação de fatores genéticos, fisiológicos e ambientais. A genialidade é o fenótipo, a combinação entre doença mental e alta inteligência é o seu genótipo fisiológico.

A ideia de patologia do gênio não se sustenta enquanto manifestação comportamental e cognitiva. Não tem como definir como doente, aquele que pode entender o mundo como realmente é, mais do que grande parte da população poderia tentar fazer. Mas a relação entre disfuncionalidade cerebral (excesso ou falta) e a genialidade é causal em sua raiz. Mas sem a sua manifestação ou externalização, inteligência, criatividade, sabedoria ou genialidade, serão apenas palavras soltas pelo ar…

CONCLUSÃO

”O Homem de Gênio” é, na minha opinião, o livro mais importante sobre ”genialidade” que já escrito, apesar de sua antiguidade. No entanto, tal como muitos autores posteriores a ele já haviam comprovado, as considerações morais (normativas) de Lombroso, são predominantemente dispensáveis, visto que foi usado julgo de valor pessoal e unilateral sobre a determinação do que é normal e do que não é normal. E como eu sempre falo, ”a normalidade é superestimada”.

Os gênios não serão ”loucos” ou ”insanos”, apenas porque tendem a apresentar comportamentos excêntricos e/ou desviantes. Ao invés de ”insanidade”,  nós teremos ”extrema autoconsciência”, que produzirá as condições ideais para uma mente autodidata e independente. A transgressão de regras de comportamento, se relacionam consideravelmente com a produção de ideias criativas, visto que os mesmos mecanismos que produzem um, produzirão o outro.

Lombroso, em sua época, apenas replicou uma tendência muito comum no mundo acadêmico, a de super centralização ou focalização no objeto de estudo e posterior super generalização (desumanização) do mesmo.

Os gênios tendem a ser emocionalmente instáveis porque uma mente com aguda capacidade perceptiva aumenta os sentidos e as sensações. E para complicar esta situação, a interação dos gênios com os seus respectivos meios sociais de vivência, não será das melhores, visto que as diferenças de percepção entre eles e as pessoas comuns serão enormes e que portanto, não serão intercambiáveis. Esta predisposição para a mútua incompreensão, pode ter consequências consideráveis para o bem estar mental dos homens (e mulheres) de gênio.

Todas as tendências psicopatológicas dos gênios, tenderão a ser alargadas por suas dificuldades para navegar pelo meio social humano. Ainda que a condição da genialidade possa ser considerada como uma forma de psicopatologia, sua cultura neurológica tenderá a ser mais sã, racional e sábia de todas.

Os genes são fundamentais, mas suas interações com o meio também serão.

O espectro da moralidade, a diferença entre SER moral e REPRESENTAR a moralidade como legitimação de interesses de grupo

A atual presidenta do Brasil, ”não ficou sabendo” até ontem, que uma enorme quantidade de casos de corrupção se sucederam durante o seu mandato. Pessoas morais não ”escolhem” grupos, escolhem atitudes objetivas. Eu esperei que com toda a roubalheira que esta doce senhora ”deixou” rolar (aliás, faz parte do esquema do partido dela e de todos os outros) por debaixo do cenário político nacional, meu queridíssimo irmão esquerdopata e sua namorada, igualmente esquerdopata, ao menos chegassem à conclusão transcrita abaixo

”É, depois desta, acho que eu perdi a fé na política, mesmo no meu partido político e ideológico de coração”

Isso aconteceu caro leitor**

Não.

Por que*

Moralidade subjetiva como decantação da moralidade objetiva, como legitimação de interesses de grupo

A moralidade objetiva, como eu tenho falado várias vezes aqui no blogue, se consiste na sistematização da verdade dentro do tecido social. Em outras palavras, se consiste na harmonização da sociedade baseando-se em real racionalização do comportamento, das regras sociais. Em uma sociedade em que a moralidade objetiva fosse aplicada, seria perfeita.

A moralidade objetiva é extremamente simples em sua natureza conceitual, visto que se baseia apenas na dualidade bom e mal, mas não no sentido religioso, cultural-contextual, que você está acostumado. O mal é objetivamente, aquilo que pode causar desarmonia objetiva. O bem é objetivamente, aquilo que promove a harmonia objetiva.

A moralidade subjetiva é uma decantação da moralidade objetiva, tal como eu já mostrei antes, em um texto anterior, a dualidade é o Deus quebrado, a integralidade do sistema é o Deus intacto. Nossas mentes estão quebradas porque estamos sob o julgo da seleção natural, que é a própria dualidade em si. Nossa transcendência atual é baseado metaforicamente no diabo, em Lúcifer. Deus intacto é a própria sabedoria.

A decantação da moralidade se baseia na apropriação de pedaços da moralidade completa (e portanto de Deus) como meio de contextualizar transcendências coletivas. Como resultado, nós temos a subjetividade da interpretação do código moral, onde, aqui no Brasil por exemplo, andar com roupas mais curtas nas ruas é normal, mas nos países muçulmanos é crime grave contra os bons costumes islâmicos.

Isso é moralidade subjetiva. Isso não é Deus, é o Diabo, é a divisão, o cisma do TODO por duas partes, potencialmente conflitivas.

Isso não é objetivo. Uma pessoa pode andar com burca e ser ruim de caráter ou pode andar de biquini em Ipanema e ser uma pessoa de boa índole.

A moralidade subjetiva é a decantação da moralidade objetiva, visando a legitimação de interesses de grupo e não da VERDADE.

A verdade que é a moralidade objetiva em si, funciona como uma ferramenta cultural de convivência, baseia-se apenas na simplicidade dualista bom x mal. Claro que, dentro de qualquer espectro ou dualidade, teremos uma variedade de tipos entre um extremo e outro.

O exemplo do meu irmão e sua namorada, nos mostra que, a maioria das pessoas, usam a moralidade, entenderam bem, elas USAM a moralidade para legitimar os seus interesses coletivos ou de grupos.

Enquanto que para alguns, a moralidade objetiva é como respirar, para outros, é um meio para se chegar a um fim.

Por isso, não interessa se o seu partido político e ideológico de coração roubou bilhões de reais dos cofres públicos. A moralidade é um meio para interagir com os outros e para legitimar os interesses do seu grupo, ou seja, os seus interesses.

Quanto mais adentramos à humanidade, mais suja se torna a sua face.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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