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Criatividade e sabedoria se resumem em pura capacidade perceptiva, as diferenças (novamente) entre inteligência cognitiva (conhecimentos específicos) e intelectual (gerais)

 

Percepção é a alma do negócio chamado conhecimento

 

No texto sobre a metáfora do Megazord para explicar a complementaridade da criatividade sobre a inteligência eu determinei que a primeira poderia ser entendida como uma peça e a segunda como o corpo do monstrengo de massinha que alegrou muitas infâncias. Neste texto ou melhor, 3 pequenos textos, eu tentarei mostrar que:

  • criatividade e sabedoria se caracterizam essencialmente pela capacidade perceptiva, divergente e convergente
  • que isso indica estilos cognitivos diferentes (e mostrarei que estilos cognitivos não são a mesma coisa que perfis)
  • e que a inteligência (personalidade+cognição), que pode ser dividida entre inteligência intelectual e cognitiva,  também pode exibir diferenças quanto às suas reverberações acumulativas de conhecimento…

Criatividade e sabedoria, percepção divergente e convergente

 

Para aprender, precisamos sentir na pele, isto é, experimentar, ou então observar. Na verdade, mesmo quando experimentamos antes de observar, é necessário fazer análises críticas em relação à experiência que vivenciamos. Os mais intelectualmente capazes tenderão a observar antes de aprender na marra, se é que a experiência de fato possa ser considerada como um forte preditivo causal para o aprendizado. No mais, os mais prováveis de aprenderem com os seus erros, com a experiência pura e simplesmente, isto é, destituída de certo e errado (observação e não julgamento), ou por meio de observações quanto aos padrões que estão a se suceder, se repetir com certa frequência e com certa coerência construtiva, tenderão a ser de sábios genotípicos, que eu já determinei como aqueles que não necessitam do acúmulo de experiências, redução drástica de um novo horizonte de novas vivências e do papel dos hormônios, isto é, a velhice, para se ”tornarem” ricos em sabedoria. A maturidade mental aparece cedo na vida destas pessoas enquanto que virá tarde na vida de boa parte dos seres humanos.

Criatividade conceitualmente lógica e/ou precisa, se consiste na capacidade de capturar percepções remotamente relacionadas ou divergentes ao contexto explicitamente lógico. A criatividade se baseia na lógica intuitiva, isto é, na extrapolação radical ou contínua porém ponderada dos pressupostos que já estão dentro do arcabouço acumulado de conhecimentos da humanidade. A criatividade é a percepção daquilo que não está explicitamente perceptível.

A sabedoria, especialmente em sua dimensão cognitiva, se caracterizaria pela capacidade de capturar e internalizar percepções convergentes, isto é, que estão mais explícitas e menos contextualmente divergentes e de acessá-las em momentos oportunos visando com isso evitar o cometimento dos mesmos erros do passado ou de se antecipar a eles, se a percepção internalizada não ter se dado com base em experiência mas em observação de padrões lógicos, isto é, não precisou experimentar visto que compreendeu antes de precisar passar por isso.

A inteligência do trabalhador, semi-escravo ou humano domesticado,  que se consistiria basicamente apenas nos atributos cognitivos, destituídos de uma grande expressão da inteligência em sua total funcionalidade e talvez, em sua funcionalidade mais caracteristicamente humana, se faz com base na inexistência da percepção ou ao menos do desprezo pela necessidade de acessá-la, se um bom trabalhador trabalha, ao invés de questionar.

Estilos cognitivos entre a inteligência (predominantemente) intelectual e inteligência (predominantemente) cognitiva

Perfis cognitivos desejam indicar a construção semântico-abstrata (isto é, que não é organicamente literalizada) de um tipo de personalidade em relação a um determinado tipo de cognição. Eles, basicamente, se constituiriam no meu novo conceito sucinto e pedante para inteligência. No entanto, para que possa ser determinado como ”inteligência”, existe a real necessidade de se analisar ou determinar a que grau de eficiência funcional esta interação (cognição + personalidade) se dará.

Estilos cognitivos por sua vez se caracterizariam pela expressão funcional, isto é, aquilo que o perfil reverbera enquanto um agente de ações reais e multifacetadas que compõe nossas realidades pessoais. O perfil portanto é uma composição meramente conceitual enquanto que o estilo é a tendência e expressão de comportamento cognitivo desta composição.

 

Conhecimentos gerais e inteligência intelectual

 

Aqueles que são bons em adquirir conhecimentos gerais tenderão a ser mais criativos do que aqueles que forem melhores para adquirir conhecimentos mais específicos. A explicação lógica de correlação entre criatividade e conhecimentos gerais se daria por causa da incubação criativa, isto é, o período de internalização de curto a longo prazo de percepções variadas para a posterior composição de novas ideias ou associações. Portanto a captura mais diversificada de percepções se consiste na matéria prima para o pensamento divergente, especialmente no que diz respeito à criação de ideias conceitualmente novas ou mesmo a emersão de associações implícitas ou que ainda não haviam sido pensadas.

São prováveis tendências hipotéticas, mas talvez o que mais importe para a incubação caracteristicamente criativa não seja exatamente o potencial intrínseco para a aquisição de conhecimentos gerais, mas a capacidade de associar ideias contextual-explicitamente ilógicas, independente da envergadura da diversidade potencial de conhecimentos adquiridos. Isso sem falar que conhecimentos e percepções não são exatamente a mesma coisa. Portanto, podemos ter polímatas que terão pobreza quantitativa e qualitativa de percepções (matéria prima essencial para a criatividade) assim como também tipos cognitivamente super-específicos como muitos autistas e que terão grande qualidade ecleticamente quantitativa de percepções, isto é, encontrar ”assunto” mesmo em uma cabeça de alfinete. Muitas e talvez, na maioria das vezes, será justamente aquilo que a maioria define como irrelevante que será mais percebido por mentes genuinamente criativas.

 

Conhecimentos específicos e inteligência cognitiva

 

Os cognitivamente inteligentes tenderão a ser de mantenedores técnicos, isto é, bons para usar a cognição na memorização de atividades que são requeridas pelo sistema. Isso exige especialização cognitiva e para muitos casos, haverá uma forte correlação entre o tipo de trabalho que executa e o perfil/estilo cognitivo. Quanto menos pessoalmente específico for o trabalho, mais provável de ser diverso em  relação às pessoas que estarão empregadas nele. Alguns trabalhos reverberarão parte essencial da cognição ‘e” personalidade  das pessoas, enquanto que outros serão mais generalistas nesta correlação.

No mais, pode-se dizer que enquanto que aqueles ”com cultura” ou ”conhecimentos gerais”, serão mais propensos a

  • entender o contexto
  •  a serem anti-sociais, especialmente em termos de maquiavelismo

… aqueles com maior predisposição para uma compilação acumulativa mais homogênea ou conhecimentos mais específicos serão mais propensos a

– não entender o contexto

– não serem anti-sociais clássicos ou maquiavélicos

 

Criativos tendem a compilar  as essências conceituais mais hierarquicamente fundamentais das ideias para que possam construir novas sem maior aprofundamento. E a tendência para terem memórias incomuns e diversificadas, não apenas em relação àquilo que coletam subconscientemente mas também em relação àquilo que se esquecem ou interpretam de maneira equivocada,  contribuirá para esta predisposição mais arraigada  na compilação heterogênea de percepções e conhecimentos ou conhecimentos gerais.

Saber um pouco de tudo

‘ou” (aspas parcial que deseja indicar relativa relatividade, 😉 )

aplicar a sabedoria em tudo, tal como eu tenho feito (e acredito que muitos sábios também o façam) e tentar entender o mundo a partir deste prisma de observação.

 

Entendendo o esquerdismo

Entendendo (ou, tentando entender) o esquerdismo:

Esquerdistas ou ( socialmente)  liberais são mais propensos a serem
ansiosos,

depressivos ( homens  fortemente conservadores também reportaram maior incidência de depressão mas bem menos que entre os fortemente esquerdistas ),

a sofrerem de fadiga crônica

a terem transtorno bipolar e transtorno sazonal de humor,

a terem sono mais instável e a terem maior frequência de sonhos com temática homossexual.

Por que os esquerdistas insistem sobre a supostamente ”enorme” influência de ”fatores ambientais” para explicar o comportamento humano ao invés da genética??

Boa parte dos argumentos feitos pelas pessoas, mesmo as de maior inteligência, em conversas e debates televisivos ou no cotidiano, são baseados em auto-projeção. Quando defendemos qualquer ideia, é muito provável de estarmos defendendo a nós mesmos. Não é um debate de ideias neutras retidas de uma apanhado de hipóteses racionais, mas sim de teor ideológico, e isto quer indicar, dualista ou extremista, tribalista e pessoal. Os socialmente conservadores não escolheram a sua ”ideologia de vida”, eles SÃO conservadores, em algum grau importante e difícil de ser mudado ou que  se relaciona umbilicalmente com a sua essência existencial ( reprodução e/ou sobrevivência) . As pessoas que sao mais emocionalmente instáveis podem de fato serem mais influenciadas pelas intempéries ambientais do que em relação aquelas que são mais emocionalmente controladas. Portanto, pode-se dizer que especialmente para os socialmente liberais ou esquerdistas, os ”fatores ambientais” ou ”não-genéticos” podem ter um maior impacto em suas respostas reativas de curto e longo prazo  do que por  exemplo, em relação aos conservadores ou a pessoas mais emocionalmente maduras. Quando nega qualquer participação genética no comportamento humano, o esquerdista médio está apenas fazendo auto projeção, que não seria muito diferente do que dizer ”Eu sou mais influenciado pelo que acontece de curto a longo prazo comigo… e isso deve acontecer com todo mundo”.
Claro que a conhecida ignorância esquerdista em relação a lógica ou coerência mental e ciência, especialmente  a biológica, também interfere no produto final ou  suas argumentações coletivamente uníssonas e holisticamente equivocadas.
No entanto, algo mais profundo do que apenas ”estupidez”, deve ter maior importância  na deflagração das crenças esquerdistas sobre behaviourismo. Da mesma maneira que a explicação para o comportamento habitual de conservadores médios, fervorosamente religiosos, perpassa as crenças filosóficas no livre arbítrio (autisticamente literalizado), que chamamos de predisposição genética, o mesmo acontecerá com qualquer grupo ou mesmo a nível de  indivíduo. Eu não duvidaria que as pessoas que são mais emocionalmente instáveis fossem também mais propensas a acreditar que seu comportamento fosse fundamentalmente modulado pelo ambiente e não a partir da atuação em conjunto  das intempéries ambientais e  de fatores genéticos ou nós mesmos, tal como que é compreendido por boa parte dos cientistas da área. O esquerdismo também parece se relacionar de maneira distinta com o narcisismo em comparação ao conservadorismo. Narcisistas em média são mais propensos a fazer considerações retidas de suas próprias opiniões. Não é errado fazer isso, eu mesmo uso a todo momento esta técnica aqui no blogue, o problema se dá  quando fazemos generalizações ilógicas ou inferências equivocadas, o famoso exemplo

‘eu não concordo que os negros sejam menos inteligentes, porque eu mesmo conheço muitos que são muito mais inteligentes que muito branco”.

Os esquerdistas também podem ser mais propensos a sofrerem de transtorno pós traumático. A hiper sensibilidade emocional que no passado era denominada como histeria, pode ter um papel para as constantes atitudes de extrema intolerância por parte deles quando se deparam com opiniões que destoem das suas. A incoerência mental é uma característica marcante entre muitos esquerdistas. A partir daí abrem-se brechas para muitas especulações.

A hipótese ”inteligente mas nem tanto”, se daria pela possibilidade de que o esquerdista médio seja a representação média das pessoas de inteligência (técnica ou cognição) razoavelmente-alta, de nível de estudante a professor universitário, principalmente das humanidades. Que não é uma assumidade cognitiva mas também não é um ‘‘average Joey”. Quando comparamos esquerdistas e conservadores clássicos, vemos diferenças pronunciadas entre suas capacidades médias, apenas pelo que  suas ideologias dizem. Por exemplo, o esquerdista médio tende a ser ateu e a duvidar da narrativa bíblica ou de qualquer outra religião, ainda que ensaie alguma tolerância superficial para a pluralidade religiosa ( menos o cristianismo porque seus Mestres lhe ordenaram que fosse assim ).  Em compensação, o conservador médio, em média ( e bota média nisso),  tende a acreditar literalmente nestas estorinhas de início de civilização. O pensamento mágico é uma característica importante em sociedades pré-civilizadas e uma boa parte dos conservadores por acreditarem nestes papos de igreja, são mais prováveis de serem mentalmente ”primitivos”.

O esquerdista médio e as cepas mais evoluídas de conservadores se assemelham mais entre si no sentido de que são menos propensos a terem crenças baseadas em pensamento mágico ou que não pode ser comprovado. Neste aspecto, o esquerdista será em média, superior ao conservador médio ou clássico. Mas uma boa parte das crenças que os esquerdistas dizem seguir não estão enraizadas nem na lógica intuitiva nem em lógica empírica. Por exemplo, a maioria dos ateus, que dizem acreditar e entender a teoria da seleção natural de Charles Darwin, também tendem a se definirem vagamente  como ”anti racistas”. O ateu médio adora postar em redes sociais que ”somos todos iguais” ou que ”os cérebros das raças são os mesmos”. O ateu médio que tem boas chances de ser mais voltado pra esquerda no espectro ideológico / político, é mais esperto ao renegar que as metáforas milenares da bíblia sejam factuais mas entra em coma racional ao entrar no coro dos behaviouristas comportamentais ao negar qualquer participação genética no comportamento humano.

Darwin é melhor que Jesus, mas Lamarck ganhou de Darwin???  quando o conservador médio, o religioso literal, se depara com o básico da ciência, sua cabeça tende a entrar em pane. Já o esquerdista, ainda terá alguma tolerância com a ciência, mas sabemos que é  muito baixa e não é suficiente para torná-lo incrivelmente inteligente ou ao menos predominantemente racional.

A hipótese ”estúpidos no poder” e ”senso comum” 

Se baseia no fato de que existe um trabalho por de trás do palco em que se almeja colocar esquerdistas em posições de poder. Se sabemos que eles costumam ser péssimos governantes, então uma explicação plausível para fazerem isso é a de que estes agentes secretos ( ou nem tanto)  desejam  sabotar nações, especialmente as ocidentais, com outras finalidades em vista. Os esquerdistas aparecem perfeitos para a função porque seus líderes costumam ser de psicopatas ( dos conservadores também ) enquanto que os seus seguidores  costumam ser de pessoas muito ingênuas ( e estúpidas, ingenuidade extrema é uma forma de estupidez) . Isso sem falar no braço eleitoral demograficamente relevante, que é composto por dependentes ‘pobres’. É por isso que dizem que o esquerdismo se consiste em um regime facistóide com um sorriso no rosto. Nas sociedades hierárquicas e primitivas dos seres humanos, aqueles que detém o poder, são os que ditam as regras de convívio e as crenças que vão predominar. Sim, racionalidade, empatia, inteligência, criatividade, sabedoria, são palavras ideais para mundos ideais, na realidade humana, ganha quem é mais forte.

O famoso ”consenso popular”.

Portanto, se os esquerdistas dizem que os homossexuais são extremamente superiores aos heterosexuais, então com base em chantagem e repetição constante nos meios de comunicação, este exagero se tornará a mais pura verdade. E o esquerdista médio se tornará convencido de que as suas ideias estão corretas se celebridades e pseudo-cientistas carreiristas lhes disserem que o que acredita esta correto.

A hipótese  ” Born that’way”

Acreditamos ou somos forçados a acreditar que inteligência seja sinônimo  de racionalidade. Mas a inteligência é um termo muito vago e racionalidade, segundo muita gente, se baseia no ”senso comum” e não naquilo que é, na verdadeira causalidade conceitual e literal!! Portanto, ser cognitivamente inteligente, não será um salvo conduto para ser tambem mais racional, e o fenomeno do esquerdismo nas frações inteligentes nos mostram que esta realidade está parcialmente correta.  O pensamento lógico racional é oriundo de duas variáveis essenciais da vida, sobrevivência e reprodução. Estamos a todo momento pensando numa maneira de mitigar potenciais riscos de morte.

Outra teoria, complementar as outras é claro, é a de que o aumento da complexidade mental tenda a resultar em perfis cognitivos ”aberrantes”, tal como eu sugeri no texto ”pai yuppie, filho hippie”. E que o esquerdismo possa ser tal como um perfil intelectual intermediário (novamente, pegando a ideia de que algumas características sejam intermediárias). Interessante que quando eu tinha 18 anos de idade, fui solapado por ideias claramente esquerdistas. Por exemplo, eu me lembro que quando comecei a estudar demografia mais a fundo, fiquei muito feliz com o multiculturalismo na Itália (mais especificamente) e me encontrava ansioso por mudanças demográficas, isto é, que a população italiana se tornasse mais e mais ”diversa” e ”menos branca”. Sim, eu tinha 18,19 anos, um ano depois de ter entrado na faculdade. Será que em termos de idade mental, o esquerdista médio poderia ter parado na casa dos 18 anos**** Faz até um certo sentido visto que apesar dos claros déficits cognitivos holísticos (ou morais), eles tendem a ser mais preocupados com situações que denota maior amadurecimento. O caráter intermediário do esquerdista médio nos mostraria que ele se encontraria entre um conservador clássico ou médio, que tem poucas certezas sobre a sociedade (capitalista) em que vive e entre intelectuais de grande capacidade. Meio filósofos que acabam morrendo no meio de uma lagoa, chamado esquerdismo. Será**

Um estudo recente onde que foram produzidos ratos de laboratório mais inteligentes, descobriu-se que além da  maior capacidade (óbvia) de aprendizado ( e adestramento??), estes ratos geneticamente modificados também se tornaram  menos alertas a perigos iminentes de vida, como por exemplo em relação à presença de gatos, seu predador habitual, no mesmo ambiente em que se encontram. Menores níveis de ansiedade podem ser bons para o aumento da capacidade cognitiva ( aprendizado ou adestramento**) , mas também podem resultar na redução da capacidade de vigília, de sobrevivência.

Alguma semelhança com os esquerdistas???

Sabe-se que o parasita toxoplasma quando infecta o cérebro de ratos, provoca a indução do comportamento suicida, que faz com que o rato afetado sinta uma mórbida atração pelo gato, seu maior e mais conhecido predador.

E imaginem que o mesmo parasita parece estar relacionado com o comportamento suicida entre os seres humanos. (e eu fico imaginando, cá com meus botões, se eu não tenho esta galerinha em minha cachola). Claro que todo ser humano tem microorganismos em seu corpo, e como eu já falei algumas vezes aqui, existe uma diversidade de tipos e funções. Sem falar que nossos genes, de acordo com a minha hipótese, seriam relíquias coevolutivas dos primeiros microorganismos, das primeiras formas de vida, e nós seríamos como os seus bolores.

Alguma semelhança com os esquerdistas e sua conduta com criminosos violentos** (ou predadores humanos).

O esquerdismo ideológico pende neurologicamente para a dominância ”anomala” do lado direito do cérebro, que explicaria a ocorrência mais elevada de disturbios de humor entre eles como ansiedade e depressão.

Hipótese, esquerdismo como déficit na capacidade de reconhecimento holístico de padrões (aquilo que realmente importa, reprodução-sobrevivencia) .

Uma recente pesquisa encontrou que enquanto que os conservadores tendem a ser de pensadores holísticos, os esquerdistas tendem a ser de pensadores analíticos. Um pouco complicado resumir uma possível complexidade correlativa apenas desta maneira, mas parece fazer sentido, conceitualmente falando, que os conservadores sejam mais atentos com a imagem maior, ainda que de maneira pleistocenica, enquanto que os esquerdistas sejam mais propensos no pensamento analítico ou que busca detalhes dentro desta imagem maior.

Influencias ambientais seriam encapsuladas por interações genéticas entre os seres envolvidos e em relação ao meio em que vivem**

O fator genético no comportamento humano parece, conceitualmente falando, mais relacionado com uma suposição de natureza holística enquanto que o fator ambiental ou circunstancial se assemelha com uma suposição de natureza analítica.

Parece evidente que o esquerdista médio tenha uma tendencia para ter déficits na capacidade de pensamentos de natureza holística, de capturar a imagem maior. Sua ingenuidade, em partes, pode ser explicada justamente por este déficit.

Animais domesticados são socializáveis e treináveis. Conservadores também seriam mais como animais domesticados, mas de uma cepa mais antiga.

Hipótese” todas as alternativas anteriores, tudo junto e mischturado”

O mais provável de ser,

o esquerdismo é uma predisposição comportamental inata, lembrem-se da minha metáfora da piscina para explicar a hereditariedade e expressão de comportamentos , que tende a ”acometer” uma importante parcela das pessoas que ”pertencem” ou podem ser alocadas dentro da ”elite cognitiva”, que em jargão unilateral psicométrico, quer dizer, que ou aquele que pontua acima de 120 em testes de qi e que também tende a ser mais comum em pessoas com nível (de estudante) universitário de capacidade (técnica ou) cognitiva. Existe um complo(t) conspiracionista que tem como uma de suas estratégias, usar pessoas (relativamente) inteligentes e muito ingenuas como pelotão de apaziguamento reativo, isto é, aqueles jovens mais artísticos que gostam de chamá-lo de ”racista, homofóbico, misógino” (e em parte eles tem razão, a verdade está em todo lugar) assim como também o grupo de carreiristas oportunistas (em jargão psiquiátrico, psicopatas de alto funcionamento), mentirosos profissionais, que se utilizam de toda a sorte de chantagem emocional, pseudo-científica e ou semantica para manter o trem suicida chamado ”Ocidente” no caminho em que está trilhando.

”Racismo”, ”homofobia” (apesar de aspeá-los, isso não quer indicar que esteja desmerecendo as suas existencias negativas dentro das interações humanas), ”misoginia”, são usados como armas verbal-semanticas e emocionais para calar a dissidencia mas também como distrações, além de toda a sorte de indústria recreativa, inclusive e talvez especialmente a cultural, para  as massas  de todas as cepas cognitivas em relação ”aquilo que realmente importa”, ainda que, o bom e civilizado tratamento a todos os tipos neutros e virtuosos (especialmente) de seres humanos também seja algo que importe e muito. No entanto, estas expressões vagas de ordem não tem como intuito ”fazer o bem”, mas fazer o mal disfarçado de bem, ” os fins justificam os meios”, dizem. Os esquerdistas, como eu vou falar em outro texto, parecem ser mais geneticamente mutantes que os conservadores, em alguns aspectos, por exemplo, na grande proporção de homossexuais dentre outros tipos de sexualmente fluidos, de maior incidencia de distúrbios de humor etc…

Ingenuos, menos tribalistas (porque tendem a serem menos parecidos com os seus pais e parentes***), menos sexualmente dimórficos, mais criativos, mais intelectualmente orientados, sendo selecionados para ocupar posições de poder…. e também com déficits em pensamento holístico**

Genialidade e autoconhecimento

Como ”fazer ciencia”, por meio da auto observação e comparação com toda fenomenologia que o cerca*

Eu já lhes mostrei sobre como  poderíamos ensinar o método criativo para que possa ser aplicado no cotidiano, seja para recreação seja para a real solução de problemas.

Agora, vou lhes contar mais um segredo… baseado em petulancia** Talvez, mas que poderá (ou não) ser útil para aquele que conseguir (e desejar) compreende-lo.

A filosofia cognitiva prática de uma mente criativa se baseia no autoconhecimento, se um dos resultados mais esperados da criatividade seja justamente a autoexpressão.

A partir do momento em que o autoconhecimento for desenvolvido (se isso for possível de faze-lo, com ”educação” ou ”treinamento), poder-se-á usá-lo como parametro ou comparação em relação a toda a fenomenologia circundante.

E é justamente aquilo que o genio, especialmente o criativo e o científico, costumam fazer.

O autoconhecimento é o primeiro complemento para o trabalho criativo.

O genio tende a ler a realidade por meio de si mesmo, o chamado preconceito cognitivo fundamental, nosso atrito com a realidade. Todos nós fazemos isso, ao usarmos as respostas de reação (das mais diversas naturezas) mais comuns que nossas mentes são capazes de produzir (cultura neurológica), mas é evidente que existirão diferenças entre os excepcionalmente inteligentes ou criativos em relação ‘aos demais’. E essas diferenças serão mediadas pelo nível de autoconhecimento e concomitantemente com a capacidade de percepção (e a correlação entre ambos será potencial e logicamente positiva).

 

A técnica para a observação de detalhes lógicos, harmoniosos e hierarquicamente superiores, encontra-se justamente no momento de interação entre a sua persona predominante (seu perfil cognitivo, projetando a sua cultura neurológica) e o ambiente. O ambiente é mutável, a sua percepção não é. No entanto,  o acúmulo de percepções pode ser gerenciável para o sábio enquanto que será apenas acumulativo para os demais.

De acordo com o modelo triárquico-dualista de personalidade que eu desenvolvi superficialmente, nós teríamos 3 personalidades,

a persona boa,

a persona ruim (personas dualistas)

e a persona completa, a unção das duas personas anteriores, o próprio Deus que vive dentro de nós, a manifestação organica da sabedoria, quando o cérebro além de holístico em sua funcionalidade (inclusive em suas áreas menos desenvolvidas) também está acompanhado por grande vivacidade interior, que geralmente resulta em problemas mentais para uma importante porcentagem da população humana.

As duas personas que estão a competir entre si, seriam justamente as mais primitivas, porque a competição e entropia, são características inferiores para qualquer modelo integrado e complexo de interações entre diferentes formas de existencias. Isso explica o Sistema Solar e o Planeta Terra.

 

Metaforicamente falando, os genios acessariam muito mais a persona principal do que as personas primitivas, aumentando a percepção do todo (leste e oeste, esquerda e direita)  e que justamente por ”preferirem” esta persona-principal ou alegoricamente falando, a persona-Deus, que os problemas poderão ser percebidos com maior intensidade, tendo como resultados desde a melancolia profunda (prelúdio para o suicídio) até a certos tipos de comportamentos muito degenerados, como quando a percepção de certas verdades absolutas existenciais tal como a finitude e a fragilidade da vida, os tornam compulsivos por consumi-la de muitas maneiras por causa da literalização destas verdades para o cotidiano. Viver ”como” se não houvesse o amanhã. Literalizar as verdades absolutas para o cotidiano.

Ainda que a genialidade não se possa ser ensinada por completo, talvez nós poderíamos mostrar ao menos como seriam os processos de construção do pensamento criativo, de maneira didática. Se a inteligencia pode ser ensinada, talvez a criatividade também possa, ainda que realisticamente falando, isto não se desdobrará em uma explosão de genialidade entre a população que não a tem ao natural, a superfície de sua personalidade.

Mas, como as diferenças entre os cérebros humanos não se dão mediante distancias muito grandes, então talvez algumas pessoas possam ter potencial mas lhes falte as ferramentas corretas para expressá-lo e não duvido que mediante a complexidade da diversidade cognitiva humana, estes tipos de fato existirão.

 

Pelo autoconhecimento, voce pode expressar a verdade do mundo por meio de sua percepção e pode categorizar a fenomenologia que está a interagir por meio de suas próprias convenções mentais naturais.

 

Os 13 mandamentos

 

1- Nunca generalize. Clones podem ser generalizados porque são identicos. Generalizações só servem para matérias identicas acopladas em aglomerações e não para grupos semelhantes.

2- Nunca excepcionalize em excesso. Estereótipos não são pseudo-cultura. Exceções e regras são complementáveis e não auto-excludentes.

3- Se conheça o suficientemente bem para poder interagir sabiamente com o seu ambiente e desta maneira, começar a conhece-lo também.

4- Neutralidade é importante, mas quando voce consegue reunir a dualidade que existe dentro de ti, neutro e pessoal serão completamente intercambiáveis e complementáveis.

5- Comparações são importantes. Se compare em relação aos outros. Construa categorias apenas por observação e leve em consideração, sempre, as exceções e as regras.

6- Múltiplas perspectivas. Cada fenomeno apresenta uma forma e toda forma apresenta diferentes lados de visualização, as chamadas perspectivas. Não se esqueça disso. O abstrato é exatamente como a matéria, só que sem forma ”real”.

7- Conhecimento em psicologia e estatística são fundamentais, especialmente nas (verdadeiras) ciencias humanas. Compreender e aceitar que não somos totalmente separados de nossos patrimonios genéticos, na verdade, estamos até muito entrelaçados com eles, porque são a parte essencial de nossas existencias mas também aceitar que os ambientes que construímos ou que foram construídos pela natureza, apresentam forte influencia na maneira em como nos adaptamos.

8- Especule o futuro desenrolar dos fenomenos, por meio da lógica intuitiva. Quando for especular, nunca o faça sem a segurança do passado e do presente de cada fenomeno.

9- Sempre busque pelo caminho do meio, onde que as melhores respostas, estarão predominantemente localizados no meio de uma panaceia espectral de respostas em relação a um determinado conhecimento. Ao usar a neutralidade do meio, além de evitar o julgamento preconceituoso negativo, também poderá ter uma imagem holística muito mais completa e correta, isto é, que de fato represente a realidade, a verdade objetiva.

10-Construa um sistema axiomico coerente e o use para detectar suas próprias ”contradições impossíveis” (que são diferentes das contradições possíveis ou pseudo-contradições) assim como também para detectar as contradições nas narrativas das pessoas que são do seu convívio, inclusive como maneira ajudá-las.

11- Excesso de complexidade é ruim. Busque pela simplicidade sintetizada (não confundir com simplismo) de eventos, fenomenos e condições, hierarquizando-os, de maneira que, as ideias-mães (as primeiras peças que desencadeiam o efeito dominó) possam estar em maior evidencia, ainda que as causas subsequentes também mereçam consideração adequada.

12- De o peso acerto as coisas para não criar ”tempestades em copo d’água.

13- Use a empatia como uma maneira de entender a fenomenologia humana (das mais diversas naturezas) até a fenomenologia ”natural” ou não-antropocentrica.

 

Que os anjos me perdoem por minha petulancia, mas é isso. Estes 13 mandamentos são justamente aqueles que estou usando para produzir os textos, bem como as minhas (ou ”minhas”) teorias.

 

O superexcitável

Voce não precisa ser ”superdotado” para ser ”especial”

Pessoas que são amigas de verdade, que amam e odeiam de verdade, que são genuínas, sinceras, culturalmente independentes, que amam os animais e que tem um sentido moral bem desenvolvido. Gente que nasceu com um radar, uma bússola para a harmonia, para a bondade, para o bem viver, sem qualquer resquício de ”educação”.

Se voce adentrar em uma universidade, em qualquer lugar do mundo, as chances de se deparar com gente esnobe e superficial, serão bem altas.

Eu ”aprendi” nos meus cinco, seis anos anos de ”estadia” dentro da comunidade hbd, sobre a suposta superioridade daqueles que denominam como ”a elite cognitiva”. Além dos graves problemas que a ideologia determinista do qi tem causado dentro da psicologia cognitiva, também temos sido doutrinados a acreditar que as pessoas inteligentes (mediante critérios baseados em uma perspectiva unilateral de ”alto empreendedores”)  são totalmente superiores a todas as outras. Por exemplo, o percentual de pessoas ”inteligentes” que estão ou já estiveram presas, não passaria dos 2% (que ou aqueles ”com” pontuações de qi acima de 120), enquanto que ”o resto” da população apresentaria muito mais problemas de funcionalidade dentro da sociedade. Parece elementar pensar que aquele que é praticamente catapultado para um emprego estável e com bons ganhos monetários ao longo de toda a sua vida, tenderá a apresentar menor stress emocional do que aquele que vive na corda bamba. Menos por fatores puramente biológicos e mais por fatores ambientais significativos, muitas pessoas apresentam problemas emocionais por causa de suas dificuldades para se adaptarem as sociedades em que vivem. Da mesma maneira que os esquimós desenvolveram problemas de miopia quando começaram a se adaptar as sociedades ocidentais, da mesma maneira que também começaram a desenvolver problemas comportamentais como o alcoolismo, em proporção muito mais significativa do que quando viviam em suas comunidades isoladas de caçadores coletores, mudanças ambientais ou mesmo, uma incapacidade de adaptação sem a necessidade de mudança, podem causar muitos problemas emocionais, especialmente em pessoas muito sensíveis.

Assim como a assincronia de desenvolvimento mental não é uma particularidade da superdotação, o mesmo vale para a superexcitabilidade, que encontrar-se-á distribuída mesmo em pessoas que não apresentam qualquer capacidade cognitiva mais avantajada (capacidade cognitiva ”pura”.)

E é aí que reside a pedra filosofal deste texto. O superexcitável que não é superdotado, aparece como um elemento tão importante para a harmonização da sociedade quanto os próprios grupos de altamente inteligentes (superdotados genuínos e criativos empáticos), justamente por tenderem a compartilhar as mesmas características neuro-culturais.

Um senso moral mais desenvolvido ou mais alerta,

Uma maior capacidade de sentir empatia genuína,

Uma maior sensibilidade a desarmonia, ao conflito e aos problemas cotidianos tolos (características sócio-cognitivas da sabedoria),

Uma maior sinceridade e honestidade no trato social,

Uma maior vulnerabilidade emocional que os tornam mais propensos a depressão bem como a ideações suicidas.

O superexcitável não-superdotado seria basicamente como uma pessoa que compartilha todas as características neuro-culturais morais dos superdotados (genuínos), com ”exceção” da excepcionalidade cognitiva.

A cultura neurológica do superdotado genuinamente empático e do superexcitável não-superdotado é a cultura da sabedoria interacional

De acordo com Kazimierz Dabrowski, os superdotados tenderiam a apresentar elevado desenvolvimento sensorial (superexcitabilidades), que teria como resultado a sua maior capacidade cognitiva, em outras palavras, uma maior capacidade de sentir, perceber o ambiente ao redor, em outras palavras, uma maior capacidade de percepção. Até onde que esta correlação será positiva, pouco se sabe, visto que a população de superdotados também apresenta uma grande variedade de combinações psicológicas, comportamentais e intelectuais e portanto, nem todo aquele que está provido de uma excepcionalidade cognitiva, será um superexcitável completo.

O desenvolvimento assíncrono de superdotados (que eu também já mostrei que não é uma particularidade apenas deste grupo) não se consiste num desenvolvimento irregular, onde que no final da maturação, todos se encontrarão mais ou menos iguais, ou seja, com idades mentais iguais ou semelhantes. Ainda que isto seja verdade para a maioria da população, não significa que o mesmo acontecerá em superdotados, nem nos superexcitáveis de ”inteligencia normal”. E é muito provável que de fato, não seja o caso.

Eu não estou munido de pesquisas científicas para confirmar ou apoiar aquilo que estou dizendo, visto que estou usando unicamente a minha capacidade perceptiva e de encontrar sistemas que se assemelham e que pareçam lógicos a primeira e a segunda vista. Mas mediante a lógica intuitiva, faz muito sentido pensar que

os superdotados tendam a ser mais sensorialmente excitados e portanto, mais superexcitáveis

que existam superexcitáveis que não sejam superdotados

que existam superdotados que não sejam superexcitáveis (talvez uma boa parte daqueles que melhor se encaixem ao perfil dos ”alto empreendedores”)

e que exista uma variação espectral de superexcitabilidade empática (e não-empática, o espectro da sociopatia).

Relatos pessoais de observação…

…como quando voce tem a sorte de conviver e reconhecer anjos na Terra.

Conheço duas pessoas das quais parecem se encaixar perfeitamente a este modelo de personalidade.

A primeira pessoa é uma senhora, negra, que já é idosa e apresenta uma espécie de majestade no trato social visto que é excepcionalmente empática, simpática e sábia. A sua beleza de bem viver se baseia em sua doçura de tratamento, sabedoria completamente inata, não ao nível de genio, mas suficiente para faze-la ver o mundo com olhos ancestrais de águia. Daquelas pessoas que tem o mínimo de ”capacitação educacional”, mas que são dotadas de um enorme arcabouço de sabedoria prática, interativa. Introvertida, cuidadosa, daquelas que espalham a beleza de suas almas a todos, sem a necessidade de esperar que a recíproca seja verdadeira.

A segunda pessoa é um homem, de meia idade, que apresenta um vocabulário muito ruim e presume-se, um ”qi verbal” baixo, mas que é muito bom em certas habilidades práticas, tipicamente masculinas. Ele é homossexual e extrovertido ‘mas’ com tendencias para depressão existencial. Também é do tipo que está provido de uma grande sabedoria, mas com certas irregularidades, que já foram mais comuns em sua juventude. No entanto, assim como acontece com a senhora negra, este homem também se caracteriza por uma grande bondade e simplicidade de alma.

Então nós temos os estudantes entojados e estúpidos da faculdade que se deixam encantar por ideologias abstratas que ao invés de promoverem a compreensão e a harmonia, fazem exatamente o contrário, jovens de inteligencia predominantemente técnica ou burocrática, que são providos de bons vocabulários, especialmente se forem comparados aos dois exemplos acima, mas que no entanto, tendem a serem completamente estúpidos nos componentes cognitivos mais importantes, primárias, que se correlacionam com o princípio da auto conservação ou sobrevivencia e concomitantemente com a sabedoria.

Hippies, o superexcitável de baixo funcionamento, abertura para experiencia ou superexcitabilidades**

Os típicos hippies, que ou aqueles que compartilham uma predisposição inata para todo o tipo de experimentação sensorial e que são dotados de grande empatia, que muitas vezes, estará patologicamente desenvolvida e portanto, cega, em relação ao mundo em que vivemos.

O hippie, na minha opinião, seria basicamente o tipo de superexcitável de baixo funcionamento, isto é, que apresenta as mesmas predisposições hiper-sensoriais que uma parte importante dos superdotados bem como dos superexcitáveis de inteligencia ”normal”, mas que tenderia a estar combinada com uma baixa capacidade perceptiva (um dos componentes cognitivos mais importantes da sabedoria). Isso explicaria boa parte de suas vulnerabilidades contextuais, em um mundo onde existem MUITAS pessoas que não são confiáveis, para dizer o mínimo.

As superexcitabilidades de Dabrowski parecem ser um forte preditor para o famoso ”traço” comportamental, ”abertura para experiencia”.

Em outras palavras, o que denominamos hoje de ”abertura para experiencia”, nada mais seria do que as famosas superexcitabilidades que Dabrowski descreveu em seus trabalhos algumas décadas atrás.

Ou, a abertura da experiencias seriam a ação (e reação) e não apenas um potencial, enquanto que as superexcitabilidades seriam justamente a predisposição que tende a produzir a abertura sensorial ou experimentacional.

Portanto, em nossas sociedades não basta termos uma população de superdotados empáticos e sábios, mas também uma população onde o tipo superexcitável empático possa predominar.

Não adianta termos prédios, obras de arte, toda a manifestação exterior do ego humano, que é constantemente impulsionado pelo antropocentrismo, a ideologia supremacista motriz de todas as pseudo-religiões ou culturas dogmáticas, alegóricas, se não tivermos seres humanos de qualidade.

E a ideologia que valoriza apenas a inteligencia, deriva de um modo de pensar potencialmente judeu, em outras palavras, materialistas, egoísta e vazio de conexão real com Deus.

Diferenças qualitativas de inteligencia entre as ”frações inteligentes” das raças humanas (europeus e leste asiáticos) e o porque dos HBD’s acreditarem que os leste asiáticos sejam um dos grupos raciais mais inteligentes

Apesar (ou, ”apesar”) ‘do’ qi maior ”dos” leste asiáticos, mediante algumas poucas e tendenciosas comparações, suas nações parecem estar aquém do esperado (especialmente para os fetichistas de qi) em relação as suas supostas maiores capacidades cognitivas coletivas. Se são tão inteligentes assim, então, mediante a ideia de multidimensionalidade do intelecto humano, deveríamos estar experimentando uma espécie de renascença oriental, em tecnologia, cultura, ciencia e filosofia. Ainda que o Japão, sempre tenha de estar em destaque quanto a sua excepcionalidade, contextual, cognitiva e ambiental (uma sociedade menos autoritária que a de seus vizinhos e portanto mais ambientalmente apta para inovação) e portanto, demonstre apenas uma parcial negabilidade quanto a esta realidade, as demais nações da Asia Oriental, não parecem estar correspondendo naturalmente as expectativas da maior parte dos hbds, até mesmo como comprovação da linearidade recíproca ou causal entre ”qi” e ”inteligencia”, isto é, que corresponderia a todo guarda chuva espectral de definições e de tipos.

Em um mundo em que o ”homem branco”, mostra-se extremamente combalido por causa de uma grande quantidade de graves problemas que o assola, tal como a demografia suicida a que boa parte de sua população cognitivamente produtiva está inserida (desde a um bom tempo), qualquer tipo de comparação entre leste asiáticos e caucasóides europeus, ainda será injusta, especialmente, mediante as diferenças de contexto social, onde que enquanto que no Japão, a cultura prevalente é a nacional e não existem lutas internas, nem qualquer grande stress com populações de repartições étnicas distintas, ou conflitos que são provocados por agitadores profissionais, em países como a França ou a Grã Bretanha, o cenário de relativa paz interna que os japoneses experimentam ainda nos dias de hoje, já não é a realidade cotidiana desde os anos 90.

Ainda assim, parece ser possível especular o porque do relativo fracasso asiático em inovação, sem a necessidade de copiar modelos inteiros de inovação do Ocidente, por exemplo, ao ocidentalizarem a própria cultura, derrubarem seus tesouros históricos em prol de prédios modernos, envidraçados, cinzas e sem graça ou de copiarem cada passo da revolução industrial, que polui o ar, destrói o meio ambiente e provoca graves problemas estruturais tal como o deslocamento maciço de pessoas do meio rural para a zona urbana (mas quem ficará no meio rural para produzir o alimento que será consumido pela população das cidades**)

Este texto que postei, sobre as diferenças entre os tipos de ”superdotados”, pode servir muito bem para explicar o porque deste paradoxo. Apesar (supõe-se) da maior inteligencia técnico-quantitativa dos leste asiáticos, suas realizações cognitivas em geral, ou seja, que abarcam cada parametro cognitivo, que necessite usar o intelecto para a construção e externalização destes feitos, tem sido comparativamente menores em comparação aos caucasóides europeus. Por exemplo, apesar da maior fração inteligente (proporção estatística de pessoas ”com” qi acima de 105), os leste asiáticos não estão conseguindo produzir nações mais desenvolvidas que aquelas que os caucasóides já conseguiram fazer. Na verdade, em palavras mais diretas, os leste asiáticos ”apenas” produziram cópias das sociedades ocidentais, que ainda não conseguiram superar o modelo original em qualidade e esta superação só se daria por meio da inovação.

O diferencial do ”homem branco” quanto a capacidade de inovação e portanto de criatividade, se daria justamente pelo fato de ter uma maior proporção de superdotados (genuínos) e de criativos entre as populações europeias do que em comparação as populações leste asiáticas. Nestas populações aliás, predominaria em suas respectivas frações inteligentes, o tipo de ”alto empreendedor” de ”superdotados”.

Parece fazer muito sentido que a maior parte dos leste asiáticos mais inteligentes, pertençam a categoria de ”alto empreendedor”, o tipo socialmente perfeito, que se esforça para aprender o máximo possível (escolasticamente possível) de um determinado ou de um conjunto de informações, que se interessa por suas notas na escola e avaliações positivas em suas áreas de atuação, o tipo ”burocrático”, só que é cognitivamente ”superior” ao tipo comum da mesma ”espécie”.

Isso explicaria o porque de serem bons a excelentes copiadores ou replicadores convergentes, mas de terem graves problemas de inovação independente e localmente condizente com as suas necessidades culturais específicas. O leste asiático superdotado mais comum, seria justamente como os seus homólogos ocidentais, o tipo mais comum de ”altamente inteligente” que podemos encontrar, com um déficit em qualidade e em quantidade dos outros dois tipos. Ao lerem o texto que deixei disponível, sobre as diferenças entre os 3 tipos de ”superdotados”, voces entenderão perfeitamente o que estou querendo dizer.

O superdotado mais popularmente conhecido, é o nerd bonzinho, conformista e que tira notas altas na escola, mas o superdotado original ou genuíno, é justamente aquele que tende a questionar todos os alicerces que as sociedades humanas estão repousadas. E os tipos criativos, também fariam parte da ala mais ”radical” de superdotados. O excesso de inconformistas, poderá produzir desde os genios criativos, até os acéfalos neodogmáticos de mattoides em seu estado mais puro de putrefação degenerativa. Isso explica o sucesso ocidental assim como também a sua atual psicose coletiva por meio da ”polícia orwelliana de pensamento”.

Por que os professores só reconhecem o ”alto empreendedor” como ”o mais inteligente”*** 

Engenheiros definem a inteligencia de acordo com os seus próprios parametros neurologicamente culturais. Médicos tendem a definir a inteligencia, também de acordo com a sua perspectiva bio-perceptiva. Em outras palavras, mais diretas, médicos, engenheiros, professores… voce e eu, tendemos a definir o conceito de inteligencia, de acordo com nossas respectivas perspectivas neuro-culturais. Mas isso não significa que todas as perspectivas estejam hierarquicamente iguais em suas descrições conceituais e em importancia. Além de não negar a diversidade cognitiva (ao contrário, eu a defendo) eu também estabeleci uma hierarquia conceitual baseado em uma perspectiva neutra, de lógica intuitiva, que faça sentido, independente do contexto ocupacional. Portanto, para o médico,  para o professor ou para o engenheiro, desprezando as suas particularidades cognitivas, todos estarão sob as mesmas regras gerais, para o conceito e a prática da inteligencia, como quando toda a multidimensionalidade da mesma for acionada adequadamente em qualquer contexto.

Tal como o professor que tem uma grande tendencia para buscar em seus alunos, tipos cognitivamente iguais a si, me parece que situação parecida acontece dentro da comunidade hbd.

Se para os hbds, a inteligencia pode ser perfeitamente expressada por meio dos resultados em testes cognitivos ou de qi, assim como também de realizações escolares, então eles tenderão a buscar ”os seus” tipos de ”mais inteligentes” que estejam condizentes para com as suas próprias perspectivas neuro-culturais, ou seja, que expressem o que são em termos cognitivos. Portanto, se eu fosse um alto empreendedor, socialmente ajustado ”e de alto qi”, eu buscaria ”genios” que se assemelhassem com a minha própria condição cognitiva, da mesma maneira que o professor, o engenheiro ou o artista fazem. Impor suas próprias condições cognitivas como parametro de inteligencia.

Esta auto projeção, além de não ser genuinamente empática e eu já expliquei o porque (auto projeção não é empatia), também desprezará a diversidade cognitiva, onde todas as perspectivas neuro-culturais específicas estão corretas, se forem avaliadas mediante as suas próprias perspectivas (como não haveria de ser), mas que necessita de uma hierarquia geral, que abarque todas elas. E eu também já mostrei que a sabedoria (a verdadeira sabedoria e não apenas aquela palavra tão entoada mas pouco conceitualizada) parece ser perfeita como a englobadora-mor de todos os aspectos cognitivos mais especificados, por se basear em um tipo mais ”atávico” e global de capacidade cognitiva, o princípio da auto conservação ou da sobrevivencia. Inteligencia, tal como a conhecemos e valorizamos, se relaciona com adaptação contextual enquanto que a sabedoria se relaciona com a capacidade de sobrevivencia, e portanto, de adaptação não-contextual.

Portanto, a insistencia hbd em relação ao determinismo do qi, talvez possa ser explicada por meio desta tendencia de enfatização neuro-cultural que todos nós apresentamos, inclusive, para conceituar a inteligencia. E as diferenças entre os 3 tipos básicos de ”superdotados” ou de ”intelecto superior”, parecem ser perfeitas para desvendar parte do paradoxo (ou pseudo paradoxo) sobre a realização ”abaixo do esperado” para as populações leste asiáticas, que seriam supostamente, providas de maior inteligencia quantitativa, coletiva. Um excesso de ”alto empreendedores”, convergentemente brilhantes mas de pouca capacidade criativa e marcados por características da personalidade conformista, o oposto daquelas que tendem a predominar entre os genios criativos.

O excesso de alto empreendedores os fazem aptos para o conhecimento convergente, mas o possível (muito possível) déficit em superdotados (”genuínos”) e de criativos, apareça como explicação ideal para completar o quebra cabeças deste (provável) paradoxo.

Déficit de percepção e exemplificação por meio de observações pessoais

Quando voce convive com uma pessoa, mesmo se não for todo o tempo, presume-se, por lógica, que começará a conhece-la melhor, sabendo quais são os seus gostos culturais, musicais, seu perfil qualitativo e quantitativo de inteligencia, se é uma pessoa excentrica ou se é neurocomum… No entanto, esta idealização não parece ser verdadeira para muitos casos, talvez, para a maior parte deles.

A experiencia não te fará um especialista em absolutamente nada. As pessoas confundem experiencia com compreensão aguda de determinada tarefa ou objetivo de estudo intelectual. Se algumas pessoas (autistas e tipos afins por exemplo) podem se tornar especialistas em determinada matéria, com pouquíssimo tempo de ”experiencia”, então a ideia muito popular de esforço enfático ou experimentação de longo prazo, seguido de ”colheita intelectual ou manual dos seus esforços ou experiencias”, não se configurará em realidade factual, na maior parte das vezes (se não em todas).

E este é um exemplo extremamente comum de déficit de percepção. Pode-se resumir este déficit como a incapacidade de distinguir aquilo que é causal daquilo que é correlativo.

No entanto, outras formas de confusão ou de ignorancia, também lhes serão característicos. Dois relatos pessoais que vou mostrar agora, de maneira resumida, mais um acontecimento nacionalmente conhecido.

Mesmo depois de anos, talvez muitos anos, convivendo com meu tio, meu pai demonstra que não o conhece o suficiente para inferir com certa probabilidade de acerto, quais seriam os seus gostos musicais, um daqueles que herdaram os ”genes saltitantes” de minha família materna, que nos fazem ser mais elétricos, excentricos e hiper mentalistas do que aqueles que ”não os tem”, ou que os tem em quantidade pequena, que não é suficiente para dotar-lhes de loucura e criatividade.

Ou o meu pai estava descuidado, quando me perguntou se o meu tio era o que estava chegando em casa, ou de fato, meu pai não sabe que meu tio não é do tipo que escuta Chico Buarque no seu celular. O gosto musical do meu tio beira a infantilidade, por gostar de ouvir pop americano, mesmo sendo um homem de meia idade. Mas o meu pai não sabia e não sabe disso. Mas talvez seja a parte mais importante, ele não deve achar que seja necessário conhecer um pouco sobre a personalidade do meu tio.

Meu pai apresenta um perfil cognitivo tipicamente masculino e talvez (que parece ser muito provável) isso reflita copiosamente em sua personalidade e na extensão dela em interação com o seu meio, ou seja, a cultura neurológica.

Portanto, o talento do meu pai para áreas cognitivamente masculinas, sacrifica a sua capacidade e motivação intrínseca para conhecer mais profundamente a personalidade das pessoas que o cercam. Isto também ajuda a explicar o porque do meu pai ter sido incapaz de desvendar precocemente, as mentiras que o meu tio já inventou. Meu tio precisou tropeçar nas próprias pernas para que o meu pai começasse a desconfiar de sua tendencia latente para mentir.

Ontem fui a padaria para comprar 3 reais de quilo de queijo ralado parmesão. Então, a moça que trabalha na padaria, colocou uma quantidade de queijo ralado no saquinho e mediu a quantidade. Deu dois reais e sessenta centavos. Então, pedi para colocar mais queijo porque pretendia pagar pelos tres reais de quilo. A moça o fez novamente e voltou com tres reais e dezesseis centavos. Então disse que não tinha mais de tres reais e pedi para que retirasse o excesso (dezesseis centavos). Pela lógica, voce retiraria só um pouquinho de queijo, não é meu caro leitor** Mas a moça achou que dezesseis centavos de quilo fosse quase que metade do saco plástico de queijo ralado e retirou bem mais que esta pequena porção. A rotina do seu trabalho a fez cometer este erro tolo de aproximação quantitativa ou ela realmente tem alguma espécie de déficit de percepção***

Talvez a segunda opção seja a mais provável de estar correta.

Casos de déficit de percepção, a inteligencia real, que se baseia na busca e na posterior harmonização de padrões, parecem abundar, mesmo em um mundo onde os discursos mágicos de educação predominam.

O lamentável caso do rapaz que, de boa vontade, tentou desobstruir o bueiro de uma rua em Natal, no nordeste brasileiro, mas que acabou sendo engolido pelo bueiro encharcado de água, nos mostra mais um caso de déficit de percepção, a capacidade de observar, reunir uma quantidade de informações úteis (sabedoria aplicada) e inferir a partir delas quais serão as ações a serem tomadas.

Acaso fosse dotado de uma maior capacidade perceptiva, o rapaz teria calculado mentalmente que a pressão da água sendo puxada pelo bueiro, poderia ser perigoso pra qualquer indivíduo que estivesse muito perto dali, durante a enchente. Ele não precisaria saber matemática, geometria ou física, para entender isso, bastaria, com seus olhos, prever por lógica intuitiva, as possíveis situações que poderiam se suceder em um cenário previamente imaginado.

Meu pai não reuniu um quantidade de informação qualitativa ou útil do meu tio, tanto para se antever aos caprichos cognitivos (mentiras) dele como também para conhecer sobre a sua personalidade bem como a sua cultura neurológica.

A moça da padaria, não soube inferir por lógica intuitiva, que dezesseis centavos de quilo de queijo ralado não ”deve” ser uma quantidade muito grande de material a ser retirado do saco usado para armazenar o alimento triturado.

O rapaz que perdeu a vida ao tentar desobstruir o bueiro de uma rua em Natal, não soube mensurar adequadamente os riscos lógicos que estaria correndo ao ficar muito perto de um buraco sob forte pressão hídrica descendente.

Todos estes casos se baseiam em déficits de percepção. Não pensem que são casos isolados, visto que o ser humano moderno e domesticado, está fortemente deprimido neste quesito fundamental de inteligencia.

Idade mental e inteligencia (multidimensional, geral e ao mesmo tempo específica). Quanto maior for a idade mental maior será a inteligencia*

Obs= perdoem-me novamente, como eu disse, por razões técnicas, além dos esporádicos atropelos em normas gramaticais, eu também estou sendo forçado por tais circunstancias, a atropelar as regras de acentuação. Quando reviver o meu antigo ”aparelho de comunicação”, prometo-lhes que estes erros não serão mais cometidos.  Os testes cognitivos parecem ser bons para medir a inteligencia técnica, estática e coletiva dos seres humanos. Eu posso dizer, por meio de lógica intuitiva, que a correlação entre real inteligencia e qi, mediante estas características será elevada, demonstrando que apesar de minhas críticas constantes aos testes, nós não devemos descartá-los completamente e seria estúpido de faze-lo. O problema do fetichismo do qi, que eu mostrei em um dos textos anteriores, se relaciona exatamente com o último destes textos que escrevi e fala sobre a idade mental de boa parte da humanidade. Neste texto, eu sugeri que o ser humano adulto médio, ainda não deixou a adolescencia por completo e em qualquer idade, com alguma exceção para a velhice, ele continuará mais ou menos adolescente tal como se tivesse uma idade cronológica de 20 anos. A idade cronológica não se relaciona completamente com idade mental. A  a sabedoria, não é o resultado de muitas experiencias, que necessitaria de maiores anos vividos. A sabedoria é um estilo cognitivo que uma pequena parte da população ”herda” em proporções substanciais, ou seja, uma espécie de ”full-blown’‘ de sabedoria, enquanto que os traços deste fenótipo encontrar-se-ão dispersos pelo restante. E tal como inteligencia e criatividade, tende a atingir um pico de eficiencia, principalmente durante a vida adulta. O grande problema da idade mental se dá especialmente em como é aplicada. Se as perguntas não se basearão em moralidade subjetiva, elas caminharão para uma abordagem cognitiva, pseudo-objetiva, onde a idade mental será atrelada as pontuações de inteligencia em testes cognitivos. No entanto, a inteligencia humana não se reduz apenas a perspectiva técnica. Somos seres interativos e perceptivos. A percepção é uma das características mais importantes para a inteligencia e se relaciona umbilicalmente com a sabedoria, que eu defini como a manifestação mais pura da inteligencia humana. Quanto maior a idade mental, maior será a inteligencia geral** Fator g pode ser uma medida de inteligencia geral técnica, mas a inteligencia humana não se resume apenas na capacidade de aprendizado e execução de tarefas intelectuais ou cognitivas, mas também na interação social e especialmente na percepção, baseada em observação, curiosidade e busca pela harmonia, pela harmonização dos padrões que estão presentes no ambiente, isto é, a resolução de problemas. Portanto a ideia de ”inteligencia geral”, deve, por lógica intuitiva, abarcar a todos os aspectos da inteligencia humana. Eh evidente que existirá uma hierarquia onde por exemplo, a capacidade de socialização contextual, isto é, no mundo clássico da socialização primata dos seres humanos, será relativamente menos importante do que a capacidade de aprendizado ou a criatividade, que são duas facetas predominantemente cognitivas do intelecto humano, enquanto que a ‘inteligencia social”, será predominantemente interativa. No entanto, a harmonia e funcionalidade entre todas estas facetas da inteligencia também será igualmente importante. Partindo da ideia simples e extremamente popular, de senso comum, que aqueles que são menos imaturos tenderão a agir como crianças mimadas enquanto que aqueles com maior sabedoria, demonstrarão maior maturidade, eu inicio rapidamente algumas considerações que poderão ser levadas mais a sério no futuro, sobre este assunto. A moralidade objetiva, que eu já denominei como a moralidade universal, tudo aquilo que está irremediavelmente certo ou errado, é o princípio mais importante para a boa convivencia humana e até mesmo para qualquer forma de vida, qualquer tipo de interação. No entanto, os adultescentes humanos, ”preferem” interagir por meio da moralidade subjetiva, que na verdade, reverbera em suas próprias predisposições comportamentais. Portanto, o primeiro princípio para uma maior idade mental será a predisposição biológica para a moralidade universal não-niilista (não confundir com os niilistas ateus que dizem que comer carne de cachorro é cultural, para uma espécie tão supostamente inteligente e moralmente superior como dizem que é a humanidade, o vegetarianismo já deveria ser a prática comum com adaptações de nossas mentes ”estupidamente adaptativas” para evitar a deficiencia na proteína …tão espertos estes humanos….). O segundo princípio é a ideia de responsabilidade, mais uma vez, sem qualquer teor culturalmente enviesado. Que ou aquele que é provido de uma  memória mais eficiente, holística e objetiva, será aquele que estará mais predisposto para entender o ambiente a sua volta e a buscar solucionar possíveis desarmonias na paisagem. Isso explica o farejo detetivesco por detalhes que estão em desarmonia, se alguém chora, vc se preocupa em saber o porque da tristeza, se um copo está sujo, vc se preocupa em lavá-lo, se algo não está certo, o faro de Sherlock Holmes vai buscar uma maneira de solucioná-lo e quanto mais alto for esta capacidade, maior será a capacidade de perceber nuances que os outros não percebem, mais intensa será a capacidade de percepção, de observação e potencial para a melhoria constante da sociedade. Isso é fundamental para a prevenção, uma das práticas da sabedoria. Ao invés de esperar que os problemas aconteçam, preve-los e encontrar maneiras de conte-los ou de solucioná-los ainda no ”berço”. A idade mental como eu já sugeri antes, irá se relacionar com qi, mas isso não significa que esta correlação será substancialmente significativa, porque estamos falando de um fenótipo, isto é, uma combinação de características e não de apenas um traço, estatístico ou biológico. Qi é uma variável dentre várias outras, é possível dizer que  mais pessoas ”de” qi alto, terão maior idade mental, mas como são médias e eu acredito que serão médias com uma distribuição mais larga e variável, então a correlação não será substancialmente significativa tal como ”inteligencia técnica e qi”. Eu também falei sobre a proporção multidimensional de estupidez e inteligencia, que todos nós temos. Todos nós somos estúpidos para determinadas perspectivas do intelecto e inteligentes para outras. Alguns são tecnicamente inteligentes mas são empaticamente estúpidos. Outros serão mais equilibrados. Enfim, toda a sorte de fenótipos serão encontrados mas o mais importante, será a separação desta diversidade, por uma objetividade quanto aqueles com o perfil mais equilibrado, funcional, ideal, de inteligencia global, que não é apenas, nem mesmo, será fundamentalmente, o fator g, a propriedade metafísica que englobaria toda a funcionalidade técnica humana. Fiz um teste tolo de idade mental pela internet, existem muitos. O resultado foi de 43 anos. Interessante que, mesmo com os meus 26 anos, eu realmente nunca consegui manter um grande número de amizades com os meus pares cronológicos. Para um outlier como eu, que é um neurologicamente incomum (embebido de alguma vantagem heterozigota de predisposições psicopatológicas do lado materno em combinação com traços vantajosos e extremos do outro lado da  minha árvore genealógica), o convívio com ”adultos” e mesmo com pessoas mais velhas, sempre me pareceu mais natural do que com os adultescentes sem profundidade que nasceram no mesmo fim de década que eu. Nunca fiz um real teste de inteligencia, mas tenho a quase absoluta certeza de que os resultados seriam consideravelmente assimétricos, muito bom em componentes verbalmente carregados, e muito ruim em outros componentes, tais como inteligencia espacial e matemática. Talvez eu seja uma espécie de proto-savant com inteligencia verbal muito alta e com o restante de minha capacidade, abaixo da média. São especulações lógicas, mas posso me surpreender… No mais, para os outliers cognitivos e neurológicos como eu, a idade mental caminhará para variar tanto quanto as médias de inteligencia técnica e estática. O mais importante, neste caso, já que como disse antes, a variabilidade de combinações fenotípicas para a inteligencia tenderá a ser bem alta, será de principiar pelos elementos psicológicos que determinei como características para uma maior idade mental. Eu poderia determinar que a busca pela harmonia, seja a empatia pura, mas este próprio termo, por si mesmo, já apresenta a sua própria diversidade de combinações e de possibilidades. Portanto, ainda que este componente esteja implicitamente sugerindo que é uma forma ou uma parte da empatia, este deverá ser mantido em separado da mesma. Para os neurologicamente comuns, que são a maioria (justamente por serem comuns), a correlação entre maior qi e idade mental será predominantemente positiva, mas ainda assim, isso não significará que todo aquele com maior inteligencia técnica terá maior idade mental. E de acordo com todas as bobagens que nossas ”amadas” elites ”cognitivas” estão fazendo e já fizeram, uma parte substancialmente importante deles serão constituídos por estúpidos com idade mental na franja final da adolescencia. Isso sem contar os tipos com idade mental baixa. Em termos raciais, nacionais, observa-se que em média, a idade mental será maior em nações mais ricas e ou com populações com maior capacidade cognitiva técnica, vide os leste asiáticos e os europeus. A idade mental do brasileiro médio, por exemplo, se localizará em torno dos 13 anos. Isso mesmo, a maior parte dos brasileiros, mesmo na vida adulta, idade cronológica de adulto, se comportarão mais ou menos como um pré-adolescente. O americano médio, por exemplo, terá uma média um pouco maior, talvez em torno dos 16 anos. Leste asiáticos e nórdicos (a subraça caucasiana mais uniformemente inteligente) tenderão a ter médias de idade mental na casa dos 18-20 anos. A raça negra, em média, teria a menor média de idade mental, talvez, em torno dos 9 anos. O desenvolvimento ou maturação produz o aumento da altura, altera a voz e provoca alterações hormonais, nos tornando aptos para o acasalamento. Mas, em termos de cognição, as pessoas param em uma determinada etapa, o fim desta maturação cerebral, assim como também, o marco zero deste desenvolvimento, variará consistentemente entre todos os seres humanos. Portanto, ainda que os superdotados tenham uma tendencia para amadurecer mais lentamente, este amadurecimento não virá, metaforicamente falando, do zero. Amadurecem mais lentamente, mas já serão assincronicamente mais maduros que a maior parte dos seus pares de intelecto comum. Em termos de inteligencia técnica, estática, medidas por testes de qi, principalmente em neurologicamente comuns, a idade mental será de 9 anos para médias de qi 70-80 (especificamente no caso de raças humanas com intelecto evolutivamente antigo e sem decantação constante), 13 anos para médias de qi 80-90, especialmente no caso de qi 85-90. Para médias de qi 90-100, idade mental de 14-16 anos. Para médias de qi 100-110, médias de qi 16-20 anos. A partir daí, pressupõe-se que a idade mental continuará a aumentar continuamente….. mas não é bem assim. Pode-se dizer no entanto, que aqueles com maior inteligencia global (não confundir com fator g), tenderão a ter idade mental mais elevada. Estes seriam basicamente os sábios absolutos. No caso do genio, ainda que grande variedade seja encontrada, haverá uma tendencia para grande idade mental. Obviamente que o mesmo será esperado para os criativos. Eu já sugeri também que os criativos tendem a ter uma idade mental mais volúvel, por causa de suas maiores sensibilidades emocionais e (ou) sensoriais. No caso dos judeus europeus, eu acredita que a idade mental se localizará entre 16-20 anos, no entanto, com ampla variação quanto a este quesito, tal como parece se suceder com esta população de extremos.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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