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Professores (Doutrinadores), Psiquiatras (e psicólogos) e Jornalistas O que estas 3 classes tem em comum??

O ”liberalismo”, que no mundo não-anglo, nós denominamos como ”esquerdismo” ou ”socialismo”, é uma das mais ”novas” armas de opressão mental e coletiva, made in psychomind. O trabalho de ‘gênio”, para induzir a própria população para depredar a sua liberdade pessoal em prol de um estilo de mentalidade dominado pela histeria coletiva e por fanatismo ideológico, está se desenrolando diante de nossos olhos. Os brinquedos tecnológicos contribuem consideravelmente para afagar qualquer tentativa de rebelião organizada. A ”transcendência coletiva humana predominante”, que antes, baseava-se na velha opressão de natureza darwiniana sobre a população contextualmente não adaptativa, agora é usada pelas elites globalistas ocidentais, que usam a moeda da ”vingança”, para manipular as suas massas de servidores contra os velhos opressores. Mas claro que, ao invés de pressionarem as elites, ”povo” ataca ”povo”.

Algumas palavras são apenas pretensões utópicas da espécie humana,

diálogo,

sabedoria,

neutralidade,

Deus,

Hobbits

Eu não defendo o ”conservadorismo”, nem o ”capitalismo”. Só me interesso pelo verdadeiro ajuste das sociedades humanas e sei que nenhum extremismo está correto. E no caso do ”socialismo”, a situação é ainda pior visto que sociopatas altamente inteligentes, usam de promessas agridoces  para impor a opressão sobre a população.

Para isso, eles precisam de uma tropa de choque de idiotas úteis, para convencer e impor sobre o restante da população as suas diretrizes, os seus planos quinquenais. Se antes, os governos totalitários, travestidos verbalmente de ”socialistas”, apresentavam as suas diretrizes nas tvs estatais por de baixo da ”cortina de ferro”, agora, é por meio de propaganda massificada, que as ”elites” impõe a ferro e fogo as suas vontades.

O idiota útil genuíno é aquele que realmente acredita no caráter do sistema que defende. Dentro desta população, os mais espertos são de sociopatas de menor ambição, que manipulam os seus colegas por cargos e posições de maior prestígio.

As 3 classes cognitivas e laborais que mais contribuem para a lenta imposição de regime totalitários de esquerda no Ocidente são: professores, psicólogos ou profissionais da ”saúde mental” e jornalistas.

Professores ou doutrinadores

”Livre” pensamento??

Uma frase recorrente entre os professores: ”Sem o professor, não haveria o bibliotecário, o engenheiro, o físico…”

Você nunca verá um professor completando esta frase com… ”o gari, o pedreiro…”.

Professores tendem a ser megalomaníacos em relação à sua profissão. Como eles realmente acreditam em lamarckismo e mutação por esforço repetitivo, então acreditam que o sucesso ou o fracasso de um aluno, está sob o seu domínio. Isto é, se não for o professor para ”ensinar” e ”incentivar” a sua classe de maneira eficiente, os alunos ”fracassarão” ou ”vencerão” na vida. Despreza-se COMPLETAMENTE o papel das predisposições genéticas. Não é apenas um extremismo, é o extremo do extremismo.

Como eu disse no texto anterior, se as pessoas precisam ser ”incentivadas” a gostar de estudar, de adquirir conhecimento, entender como o mundo funciona, refletir sobre a vida, então realmente há algo de errado com a humanidade em relação a esta perspectiva.

As pessoas são forçadas a frequentar a escola por quase duas décadas, por meio de chantagens. ”Se você estudar, poderá ter um emprego melhor e GANHAR DINHEIRO”. A palavrinha mágica ($)-($) que faz os olhinhos humanos brilharem de alegria.

Eu acredito que não é nada incomum que os autodidatas tenham uma tendência para repelirem o sistema escolar, monótono e pedante. E que a recíproca também seja verdadeira. Afinal de contas, aquele que nutre amor natural pelo conhecimento,  o fará desde criança e geralmente, terá vontade própria. O autodidata define a sua agenda de estudos, o que estudar. Na verdade, não existe uma planilha organizada para os estudos porque a descoberta tende a se dar de maneira natural e espontânea. Agora, coloque esta criança ou este adolescente dentro de uma sala onde será obrigado a estudar aquilo que não quer???

Os professores são doutrinadores de sistemas opressores, desde antes da tomada definitiva do poder por ”socialistas fabianos”. Por exemplo, no passado, os professores batiam nas mãos dos alunos que escreviam com a mão esquerda. O professor do passado, legitimava a opressão conservadora. Agora, é a opressão liberal que eles legitimam.

A imagem caricatural do professor como uma pessoa maravilhosa, inteligente, de bom caráter de hoje em dia, nada se assemelha com o passado onde o estereótipo era bem mais negativo. Ao invés de sorridentes e cheios de boas intenções, os professores eram temidos.

Boa parte dos professores são de idiotas úteis. E uma das maneiras para se medir a que grau de ”idiotice” um grupo ou um indivíduo está submergido, será por meio da credulidade em relação à crença ”nurturista” ou ”lamarckiana”.

Quem não consegue capturar padrões consistentes de comportamento, mesmo que esteja interagindo diariamente com estas circunstâncias, não é capaz de capturar a harmonia, não tem intuição lógica para captar os tópicos fundamentais do ambiente em que está inserido. E os professores, por alguma obscura razão, tendem a desprezar todas as evidências que estão a pular em cima de suas faces descrentes sobre comportamento humano e predisposições genéticas.

É evidente que nem todo professor será assim. Eu mesmo, tenho vocação para lecionar, mas a paisagem comum da profissão é a de extremo conformismo e dissonância cognitiva para entender a realidade.

A série de filmes ”Jogos Vorazes”, mostra de maneira realista como seria a classe de idiotas úteis. Fúteis, ingênuos, artificiais, perversos (não exatamente no sentido sexual), conformistas e tecnicamente inteligentes.

Psiquiatras ou psicólogos

Quando tinha mais ou menos 13 anos de idade, eu tive uma crise de fobia social e simplesmente parei de sair de casa. Só ia na escola. Me lembro que cheguei a perder a capacidade de andar ”normalmente” nas ruas (aliás eu acho que nunca tive, especialmente se precisa pensar sobre isso, rsrsrsrsrs). Então os meus pais resolveram me levar para uma psicóloga de cidade pequena, daquelas que vem de uma família de classe média, é bonita, bem sucedida e se sente a ”pessoa perfeita” para expiar os supostos defeitos dos outros. A maior parte dos psicólogos são doutrinados a acreditar (e na verdade, já apresentam predisposições anteriores para acatar este tipo de pensamento) que o problema sempre se encontrará fundamentalmente no seu paciente. O problema é o paciente. Eles devem pensar que o mundo é perfeito e que os seus pacientes são problemáticos de nascença. Eu acredito que quando você é compreendido e amado, dependendo de suas predisposições, existe uma grande chance para melhorar o seu comportamento e não falo sobre a conduta com os outros, mas consigo mesmo.

Em condições ”normais”, os genes não impõe determinado comportamento, mas predispõe, isto é, determinados gatilhos ambientais podem exacerbar a expressão de determinado fenótipo em comparação a outro, dentro de um limite de suscetibilidades. Portanto, é muito difícil que uma pessoa muito extrovertida se torne depressiva. Mas as chances existem. Gatilhos ambientais podem aflorar comportamentos psicopáticos em alguns subtipos, enquanto que não terá o mesmo efeito em outros.

Os psicólogos fazem parte da Santa Trindade do Liberalismo ou do Esquerdismo, porque eles contribuem para forçar a população para o conformismo moderno, que está sob a hegemonia dos ”esquerdopatas”. Eles tem em mãos, a arma da manipulação da percepção contextual coletiva, onde determinados comportamentos podem ser socialmente ostracizados, como por exemplo o abstrato ”racismo”.

Pois bem, logo nas primeiras sessões de ”terapia” ou ”análise” a que fui submetido, a psicóloga (um dos muitos produtos das fábricas de diplomas que as universidades se transformaram) me diagnosticou como bipolar e receitou anti-depressivos. Receitar anti-depressivos para um adolescente, não deve ser muito diferente do que presentear os 15 anos de aniversário de sua filha com um par de silicone para aumentar os seios.

Se eu não fosse um jovem altamente perceptivo, desde aquela época, eu teria acatado as ordens da psicóloga e tomado o remédio. Reparem que ela demorou pouco tempo para concluir que deveria ser medicado. Eu fico pensando na quantidade de pessoas que esta pateta desgraçou a vida, com seu pedantismo e irresponsabilidade inconsciente, baseada em sua arrogância natural.

Eu me lembro de ter visto na televisão naquela época, o caso de uma celebridade com transtorno bipolar (ou personalidade bipolar) e pelo fato de que ela sempre precisou tomar os remédios para não ter crises de desequilíbrio emocional. Eu não consegui me ver na mesma situação porque nunca precisei tomar remédios para regular meu humor. Não que tenha um enorme autocontrolo de minhas emoções, mas realmente nunca precisei de intervenções intrusivas como esta para levar uma vida normal ou simetricamente emotiva. Resultado, não tomei os remédios, aguentei alguns meses fazendo ”análise” com ela. De uma certa forma, isso me ajudou. Me ajudou a dar o primeiro passo para o autoconhecimento…

Assim como no caso dos professores, há uma grande presença de idiotas úteis dentro da psicologia. São aquelas pessoas que estão quase que totalmente destituídas de sabedoria e que acreditam que o mundo em que vivemos é espontâneo e justo ou que ao menos, agora com a hegemonia ”socialista”, se tornará justo.

Os idiotas úteis são as tropas de choque de qualquer ideologia, porque eles defenderão fanaticamente qualquer regime que

os sustentem financeiramente e que estejam em conluio com suas visões de mundo.

Portanto, a diferença entre um neonazista, um esquerdopata, um religioso fanático e um fã de celebridades, é praticamente inexistente quanto às suas essências existenciais.

É muito comum vermos este tipo de mente fanática dentro da espécie humana.

E eu ainda acredito que essas pessoas possam ser mais facilmente hipnotizadas. Enquanto alguns poucos, criam mundos imaginários, outros, os vivenciam literalmente. Negar o rosário de mantras ideológicos que são cotidianamente pensados e propagados pelos esquerdopatas, para eles, seria como negar que o céu se situe acima de nossas cabeças.

Os psicólogos contribuem ostensivamente com a patologização oficial de determinados comportamentos, tal como no caso de experimentos com ratos de laboratório, onde o apetitoso queijo provoca choques elétricos e faz o rato refugar o ato de pegar e comer o alimento.

A quantidade de ”transtornos de personalidade” parece dobrar a cada 4 anos. Agora inclusive, eles resolveram criar um novo tipo de ”doença mental” que cai como uma luva para as mãos de ferro dos psicopatas que estão a nos governar. Se você não demonstrar ”respeito à autoridade”, deve se preocupar porque está acometido por um ”transtorno desafiador de oposição”.

Muitos dos ”sintomas” das ”doenças mentais”, na verdade, mais parecem com traços comportamentais ”indesejáveis” do que com mal funcionamento crescente e potencialmente mortífero do sistema nervoso. Ninguém morre de autismo ou de tdah. Muito menos pela enorme quantidade de ”transtornos de personalidade” que já foram inventadas.

A obsessão autista, que está diretamente relacionada com o talento savant desta população, ”é um sintoma”, porque segundo as cabeças pedantes de boa parte dos ”profissionais” de ”saúde mental”, alguém que não gosta de socializar (ou não sabe como fazê-lo), só pode ter algum tipo de defeito. Desprezam o talento natural autista por seus déficits na capacidade contextual de socialização, isto é

mentir descaradamente,

acreditar em factoides,

compartilhar interesses fugazes

e usar o conhecimento como meio para ganhar dinheiro ou obter status social.

Parece evidente que os psicólogos estejam sempre trabalhando dentro de uma ”linha de normalidade”, onde aqueles que saem destes parâmetros convencionalmente adotados, mesmo que não desenvolvam comportamento objetivamente negativos para a sociedade, como a expressão da personalidade sociopática, serão duramente categorizados como patológicos, que precisam de ”tratamento” para tentar aderir às roupas de normalidade. É como tentar forçar uma mulher gorda a entrar em um manequim 37.

Jornalistas

– ”A previsão do tempo hoje é de calor de 43 graus à sombra”.

– Que ótimo!!!! Hoje vai dar pra eu curtir uns momentos de descanso na praia!!! (grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr)

Se você odeia calor, então deve odiar aquelas repórteres-âncoras que festejam de sorriso largo mais um dia de sol forte e calor em uma metrópole terceiro-mundista. Eu que já detesto calor (praticamente) no meio rural, fico imaginando como reagiria ao sorriso da demente de roupa elegante, dentro de um estúdio gelado, se alegrando com o calor de sempre em um país tropical e disfuncional. Ao menos se fosse nas Bahamas… (e longe dos ”nativos”)….

Das 3 classes (com dissonâncias) cognitivas da Santa Trindade do ”Esquerdopatismo”, os jornalistas são os mais influentes e perversos. Enquanto que o mundo está caindo lá fora (do estúdio) e a maioria das pessoas sabem quais são as causas ou inconscientemente sabem quais são as causas, os jornalistas afirmam exatamente o contrário, manipulando a opinião pública e a incapacidade do populacho para fundamentar analogias entre os seus pensamentos e a lógica. Sim meus caros leitores, as pessoas estúpidas, muitas vezes, conseguem pensar intuitivamente e chegar às conclusões que nós também chegamos. Mas, o problema está na construção e portanto, solidificação deste prédio de ideias e pensamentos. Neste processo fundamental, a maior parte das pessoas ”morrem na praia”. Isto é, todos podem ver padrões, mas poucos podem construir conclusões retidas desta visualização, porque para isso é necessário o pensamento abstrato, que é raro entre os comuns.

Os repórteres, inconscientemente (idiotas úteis) ou conscientemente (sociopatas ixxxpertieeenhos), manipulam a opinião pública para não chegar ao consenso popular mais lógico, racional e potencialmente mais sábio, sobre tudo aquilo que nos afeta, por razões obscuras.

O mundo está sendo implodido porque as ”elites globais” tem novas pretensões para a ”humanidade”. Enquanto que, sábios, pensadores livres, inteligentes, muitos gênios e pessoas comuns dotadas de instinto, tentam conter esta implosão, os idiotas úteis e os sociopatas (muitos gênios também), continuam mantendo a destruição, especialmente porque eles

tem poder e influência (leia-se, mídia e demais centros de comandos sociais, como escolas e governos).

A maior parte das pessoas acreditam ingenuamente que aqueles que estão na televisão, são ricos…(etc,etc,etc) ou são jornalistas, apresentaram predicados especiais para ”merecer” as suas posições de destaque. E como a mentalidade média dos seres humanos pouco evoluiu desde que deixamos as cavernas, realizam-se uma enorme quantidade de generalizações extremamente amplas sobre ”mérito” e ”aparência”. Aí ouvimos com frequência que ”os salários astronômicos de jogadores de futebol é totalmente justificável”. Eu esqueci que se não fosse pelo futebol, não haveria civilização. Quer dizer, no mundo idiocrático em que vivemos, as pessoas chamam jogadores semi-analfabetos de futebol de ”gênios”, enquanto que desconhecem quem inventou o telefone ou quem escreveu A República. Eu acho que tenho razão para estar um pouquinho irritado…

As pessoas pensam:

”- Este pessoal da televisão… estes jornalistas são especiais, eles nunca mentem”.

O hábito agora é dizer:

”Por que eles mentiriam??”

Uma única pergunta já pode resumir boa parte da mentalidade de gado.

O mais importante de toda esta panaceia de eventos que estão se desenrolar em nossas existências é a de que, se não fosse a estupidez generalizada das massas (leia-se, a maior parte da população humana), não estaríamos chafurdando na lama por causa destes problemas de mamífero bípede… A mentalidade UGAUGA prevalece em quase todos os ambientes.

Antropomorfia, construção biológica do indivíduo e o ‘liberalismo’ (neurologia cultural)

 

A construção do indivíduo não pode se dar somente ou essencialmente por meio de articulações sociais ou circunstanciais. Sabe-se que  todo comportamento humano é o resultado de predisposições ”genéticas”. O ateísmo por exemplo, apresenta similaridades neurológicas para com o autismo. A predisposição genética não quer indicar que o indivíduo portador irá manifestá-la, fenotipicamente, por meio de suas interações sociais. Dependerá do grau de predominância dos traços específicos em comparação aos outros. Por exemplo, os sociopatas são mais epigenéticos do que os psicopatas, provavelmente porque a herança genética dos segundos é mais heterozigota, mais diversificada. Como resultado, os sociopatas apresentarão uma maior variabilidade de comportamentos, tanto a nível individual quanto a nível coletivo. Não haverá uma predominância significativa de personalidade neste caso (sim, nós não temos somente uma personalidade, mas a soma de todos os nossos eus pode ser entendido como ”a personalidade predominante). Estas variações de personalidade não se restringem somente a este caso, obviamente.

A personalidade é como uma piscina com ondas, onde as ondas são o padrão de variações comportamentais, mas o formato e tamanho da piscina ou personalidade será o mesmo. A essência do seu eu, é o tamanho e formato de sua personalidade. Os patógenos seriam como as pessoas que frequentam a piscina de ondas. A vida de uma piscina de ondas se encontra em seus frequentadores.

O indivíduo, segundo um viés biológico, é aquele que exibe variabilidade interna que se destoa das pessoas ao seu redor. A sua individualidade é expressada fenotipicamente por meio de sua cultura neurológica incomum.

A construção biológica do indivíduo se faz por meio da exogamia, processo seletivo ou de acasalamento de indivíduos que não são geneticamente relacionados, especificamente de uma forma direta. A construção de uma sociedade predominantemente exogâmica se dá por meio de séculos de acasalamento de não-parentes ou pela separação radical dos pares mais dóceis e posterior acasalamento.

Antropomorfia e seleção anti-natural

O europeu moderno vive atualmente aquilo que eu denomino como Antropomorfia ou seleção anti-natural. A seleção anti-natural é o oposto da seleção natural, como o próprio nome diz, em que os processos naturais, contextuais ou circunstanciais de seleção ou de pressões seletivas são substituídos por atributos humanos, onde a adaptabilidade e isso se traduz em saúde reprodutiva, é substituída por escolhas inerentemente humanas ou de igual natureza. É o homem sem a natureza.

Este processo não é possível sem a seleção de indivíduos e não mais de clãs. Séculos de exogamia no norte da Europa produziram uma população de indivíduos, que se comportam como tal, consideram os outros como tal (mesmo aqueles que não são exatamente como ”indivíduos”) e passam a renegar categoricamente todas as bases da sociedade humana típica que é uma híbrida de pressupostos caracteristicamente presentes no reino animal, com pressupostos culturalmente humanos.

Neotenia extrema

A seleção antinatural pode ser entendida inclusive como uma espécie de neotenia psicológica extrema, visto que a evolução humana nada mais é do que a continuação do processo de infantilização da espécie. O processo de diversificação individual é o resultado de séculos de exogamia ou seja, de acasalamentos de indivíduos não-aparentados. O indivíduo humano é o resultado destes processos. É comum em muitas espécies não-humanas a estratégia de acasalamento endogâmico onde são criados ”quase-clones”, inclusive em relação à aparência física. Em um sentido lógico, esta estratégia é menos custosa e mais eficiente. Mas, por mais similares que possam parecer os ”indivíduos” (sem o sentido social e humano deste) dentro de uma espécie, sempre haverão diferenças internas, mesmo que sejam muito pequenas.

O processo de neotenia é especialmente a feminização do homem, visto que a mulher já é consideravelmente mais neotênica. A partir do momento em que os homens são domesticados, passa a ocorrer a gradual redução do dimorfismo sexual e se o processo for mantido, irá chegar ao ponto em que os sexos começarão a se emparelhar significativamente, produzindo um aumento de androginia biológica, hermafroditismo dentre outros casos de inversão dos gêneros.

 

Cultura neurológica liberal, a perspectiva do indivíduo

Os liberais rejeitam todas as construções de caráter biológico das sociedades humanas em um sentido filosófico hiperrealista eles não estão errados. No entanto, vivemos em um mundo onde o estilo de sociedade híbrida animal-humano é quase que totalmente hegemônico. Por isso, os liberais se tornaram presas fáceis, em um sentido contextual, porque eles são uma minoria em todo mundo.

Tribalismo, diferenças de gênero, hierarquia social etc… são construções humanas baseadas em nossas próprias predisposições genéticas mais gerais.

O tribalismo existe porque o ser humano ao se espalhar pelos quatro cantos do mundo, criou vários clusters genéticos e por isso produziu populações geneticamente aparentadas e com predisposições para o altruísmo intergrupal. Culpe o sucesso humano em colonizar todos os continentes pelo racismo.

As diferenças de gênero são a expressão culturalmente fenotípica de nossa estratégia de acasalamento bem como de todas as espécies sexuadas.

A hierarquia social, paradoxalmente rejeitada pela maioria dos liberais, é o resultado das diferenças individuais e de subgrupos dentro das comunidades ou populações humanas.

Os liberais ou socialistas rejeitam estes tótens das sociedades híbridas humano-animália, porque eles são os vestígios concretos de nossa natureza animal, que renega a existência do indivíduo. Os liberais são cronicamente empáticos e isso se dá especificamente porque eles são neurologicamente construídos para favorecer a cultura do indivíduo.

A cultura neurológica do indivíduo se baseia na especialização de personalidade a nível individual, onde todo o indivíduo é um ser solitário e que precisa da cooperação dos outros bem como de sua própria cooperação ao grupo para funcionar na sociedade.

A cultura da solidão reverbera na focalização apenas do indivíduo e não mais em relação às suas filiações numericamente abstratas como raça, religião, classe social ou classe cognitiva.

O que parece um culto pos-moderno ao suicídio nada mais é do que a completa negação das construções naturais ou biológicas do ser humano.

Portanto, para os liberais ou socialistas, não existem raças, tribos, classes, porque tudo isso é substituído pelo indivíduo.

 

Prisão abstrata

Somente por uma questão de contexto circunstancial, que os liberais podem ser entendidos como prisioneiros de sua própria cultura neurológica, visto que como eu disse acima, a grande maioria das demais sociedades humanas não são liberais, nem mesmo as sociedades ocidentais são majoritariamente liberais.

A evolução do ser humano é a sua negação quanto aos seus vestígios comportamentais animais, onde a coletividade geneticamente aparentada é o principal deles porque abarca todo o resto. O indivíduo é dominado pelo coletivo da mesma maneira que o predador é tão forte quanto uma manada. A luta entre o indivíduo e o coletivo é a luta do ser humano em busca de sua humanização completa e portanto da negação também completa, de sua natureza animal. A sua liberdade é a sua libertação de sua persona animália. A princípio, os liberais assim o fazem. No entanto, sabe-se que todos nós somos animais. A natureza liberal ainda é natureza. O que diferencia o liberal do conservador não é a sua falta de natureza animal, é a diferença dela.

Por exemplo, se entre um grupo de galinhas, algumas galinhas passassem a voar, então isso poderia ser entendido como uma negação biologicamente predisposta desta minoria para fazer o contrário do que foi desenhado pelos desígnios evolutivos da espécie.

A negação da estratégia de sucesso de um grupo pode ser entendido como a negação da própria natureza primordial de sua espécie. Se o peixe começasse a se rastejar pelo solo, se o cachorro passasse a miar e a andar pelos telhados da casa, como um gato faz…

Mas sendo o ser humano, o animal especial e estranho que é, pode-se entender que a substituição dos atributos biológicos por atributos da própria espécie, por mais cronicamente mal adaptado que possa parecer, ainda será o seu destino enquanto uma espécie em evolução.

 

A evolução humana é a expansão de sua autoconsciência. É a continuação do seu desvio e a partir do momento em que o ser humano, por uma questão de erro, ”decidiu” seguir este caminho, em que o equilíbrio corpo-mente começou a ser quebrado, por causa da escolha pela mente, então a sua alterevolução será a antropomorfia, consideravelmente ajudada pela ”escolha de Sofia” que produziu a humanidade, a escolha pela inteligência.

 

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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