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A metáfora do Megazord para explicar a relação ou complementaridade entre inteligência e criatividade

A criatividade é um complemento importante para a engrenagem maior chamada inteligência, tal como uma daquelas peças (tosse, ranger, tosse) que se encaixa em um dos monstrengos do seriado americano Power Rangers, clássico dos anos 90.

A criatividade está contida na inteligência e a segunda é fundamental especialmente depois do período de incubação criativa, quando as percepções de diversas matizes ou de naturezas remotamente relacionadas estão sendo internalizadas (talvez dentro de nossos ”subconscientes”), isto é, durante o processo de desenvolvimento destas ideias.
A criatividade, mediante algumas perspectivas, pode até ser percebida como o oposto da inteligência. Por exemplo, para se ter epifanias criativas, é necessário estar mais distraído do que o costume, sendo bombardeado por percepções de sua área de nano-interação (interação a nível pessoal ou em primeira pessoa e dentro de um ambiente de pequena envergadura ou influência, por exemplo ,quando se está dentro do próprio quarto). Em compensação, para se agir inteligentemente, é necessário alguma concentração acima da média (e todas as palavras abstratas apresentam naturezas multidimensionais, portanto, o termo ”concentração” variará de acordo com o contexto enfatizado).
No entanto, em outras perspectivas, a criatividade será melhor compreendida como uma complementaridade da inteligência. A inteligência ou seria melhor dizendo, a cognição, em seu estado mais puro, se expressará por meio do aprendizado, internalização e execução de certa tarefa. Esta que poderá ser de natureza intelectual (como decorar e/ou internalizar alguns fatos que são importantes para se lecionar história do Brasil) ou puramente técnica (manejar uma retro-escavadeira ou repetir um conjunto de diretrizes que foram verbalizadas/anunciadas). Uma peça que se encaixa em uma engrenagem maior chamado inteligência que não se consiste apenas na cognição mas também na interação desta com a personalidade e se sabe que a criatividade necessita dos dois componentes fundamentais para que possa funcionar.
A criatividade convergente ou ”pseudo”-criatividade, que eu já espezinhei em um texto longínquo, poderia ser entendida dentro deste contexto metafórico, tal como uma peça super-específica que tem a capacidade de executar uma função que se assemelha com a criatividade conceitualmente ”correta” mas que não precisa da interação com a personalidade de maneira imprescindível para que possa funcionar. Claro que a personalidade em interação com nossa cognição irá contribuir para produzir as nossas motivações pessoais. Mas esta  influência variará significativamente. Isso nos ajuda a entender o porquê de alguns virtuosos serem tão talentosos mas não serem tão apaixonados pelo que fazem.
A inteligência intelectual precisa da interação da personalidade e da cognição para que possa ser plenamente atuante e desenvolvida em seu ato de criticar e analisar.
A metáfora do Megazord para explicar como que a criatividade complementa a inteligência, a meu ver, pareceu bastante elucidativa para que pudesse ser exposta. Não é estritamente necessária e sabemos que a grande maioria das pessoas são minimamente criativas. Mas se faz necessária para que possa ocorrer o avanço do conhecimento humano se o simples fato de se encontrar novas associações de ideias de todas as naturezas, já se torna necessário o seu acesso, via incubação criativa e produção subconsciente destas ideias ou intuição.

Mais tempestades e tremores d’alma

Do anjo ao demônio, da empatia à razão

Fazer o bem?? Vamos todos então, só que poucos te entenderão. Vives a contemplar a sabedoria, espelhares teu espírito, em anestesia, a toda a realidade, podes ver o simples e o porquê de sua contorção, o homem está nu pra ti e não é por segundas intenções, és preciso em suas maquinações, de repente se alucina, sente, percebes donde o erro brota, chamam-lhe o pervertido, mas quem faz o mal não é meu amigo, é o verdadeiro, o descabido estúpido, que não podes ver toda a pintura, bela, soturna, complexa e simples, podes gravar todos os passos da bailarina, em seu único rodopio, seu peão é o tempo, passado, presente e o que vem pela frente,
Nasceste um anjo, e terminaste demente de humanidade, de tão demasiadamente, sabe reconhecer os de ti, sabe reconhecer reflexos de espelho, de alma,
Tornaste o vilão, o próprio diabo, o peso do juízo, estão todos a afogar e você se sobressai alado, a observar, congelado pelo ar, frio desta montanha melancolia, tua identidade a te contestar como uma filha a um pai, quem sou eu, quem são eles, por que és tão diferente?? Por que está sempre ausente, solitário no meu pensamento,
Empaticamente, racional, que podes fazer o bem forte e enfraquecer o mal, mas quem liga, são todos boçais, tocando tambores de horrores, são todos uns animais, alguns são seus senhores, não podes fazer nada, tu não és ninguém, és um sonhador incompetente, um narciso que ainda não quebrou o espelho, que poucos vêem, não é interessante para a destruição coletiva chamado massa, que atropelam qualquer um que esteja a sua frente, não é um encantador de crinas inconscientes, não está aqui, teu corpo frágil sim, teu espírito apenas sobrevoa a terra, vermelha, humana ou verde, amarela, cor de sede, tu tens fome de ação mas se perde em seu palacete de emoções, de sensações e percepções. Não é fatalismo, é a razão. Não crie expectativas e talvez…

Tempos distantes, pensamentos discrepantes

Para o astuto, não existe o amanhã, só o agora que importa, ele tem noção da irrelevancia de se ruminar sobre noites que ainda serão dormidas ou ações que ainda serão realizadas, se realmente acontecerão. Está preocupado em vencer pequenas batalhas, que resultarão na vitória de uma guerra. Seu maior talento é a auto conservação, é o constante melhorar, seu pensamento dá um razante acima daqueles que pensam muito no antes ou no depois, e mesmo naquele que é um pouco familiar. Mas não basta o pensar prático e sem talento, é preciso ser mestre do próprio movimento, do cheque mate, do manipular. Quer aquele que sonha e sempre sonha quando se está fora do lugar, quer aquele que está sempre preso ao passado, sem o respeitar, porque para faze-lo, se deve aceitar, tratar com amor e tempero o seu acúmulo de vivencias e percepções, a pequena e levada sabedoria, chamada astúcia, que não tem a sua seriedade, se usa como uma prostituta da oportunidade, que encontra brechas onde não há, para aquele que pouco uso faz de sua inteligencia. O astuto faz, e muito, usa o cérebro mais que tudo, é seu bíceps a trabalhar. Chega antes de terminar, dá muitas voltas em seus oponentes e com um sorriso ardente a estampar, é uma brincadeira inconsequente com muitas dores a cultivar. A sabedoria sem freio, o trem que anda rápido demais mas tem um passageiro a lhe domar. Mas quando o fogo não pode ser controlado, uma hora ele vai te queimar, pode ter certeza, sua brincadeira tem hora certa pra acabar. Sabedoria não é o brincar, ainda que em partes também seja, mas principalmente a harmonia, é a própria vida e sempre a busca do sossego ao invés do conflito, se antecipar mas criando e inovando, a união perfeita da criatividade e seus pulos, com a razão e seus muros de humildade, não pode passar mais do que isso, fique aí por agora e respeite minha ordem.

O astuto sempre vence mas perde para a sua velocidade ascendente e descontrolada, quando se perde na própria jogada.

A velocidade do pensamento. o natural e o esforço

O pensamento mais orgânico e rápido de nossas mentes se chama intuição. de tão veloz, muitos os chamam de inconsciente ou inspiração. mas se esquecem que sua velocidade é de perder o fôlego, de tão rápido, não podemos perceber. o esforço foi feito antes de se conseguir nota-lo. pensamentos naturais brotam de nossa personalidade e de nossa cognição. não tem como para-los, vem do instinto. são reações que expressam nosso pensar, nosso bem ou mal estar. em alguns pensantes, quando há febre, as ideias nascem sem parar e as regurgita em versos únicos ou ensaios de estudar profundo, todo o fenômeno a rodear.
alguns pensamentos podem ser seguidos, pode-se senti-los, do nascimento ao parto, nosso útero cerebral. o pensamento consciente e esforçado se baseia no preparo, para melhorar. onde se antecipa à naturalidade, porque se fazem intervenções. antes de nascer quente, em convecção, se manipula, oh indigente, e se produz um castiçal, um produto. educar para memorizar. especializa-se visando no trabalho que irá encapsula-lo. nada disso é criativo, nem sábio. é cognição sendo dada, para plantations  a sustenta-la, chamado civilização. decorar é a nova lição, estéril em esplendor, repetitiva em sua ação. são correntes de uma grande engrenagem. a antitese da naturalidade intuitiva é o esforço em vão, é tentar ultrapassar fronteiras da própria razão, é ter esperança que a decepção é só um mal necessário enquanto que é o fim inicial, tenta-lo é desafiar os mais primordiais principios da criação, a inteligência. talentos podem brotar, mas somos únicos e ainda cabemos em subgrupos. se não pode aceitar isso,me desculpe, mas mude de profissão, se estiver em algum campo onde que se sabe em sabedoria que  este espectro, entre o natural e o esforçado, é um fato consumado, baseado em percepções de pensamento abstrato e de concreto.

Sem querer querendo

eu invado reputações, e as destruo, eu sou um hacker de espíritos, eu não posso evitar, o faço quando acho que deve ser feito, tem de ser plausível, fazer sentido, merecer… aí estraçalho, tudo o que guardei sem querer, é jogado contra a parede, a sina de quem nunca esquece.

A minha reaçao é viver
eu sou tão atordoado pela angústia de existir, que a minha reação é viver, mais do que qualquer um, mais do que eu poderia, mais do que desejaria, eu faço de maneira irracionalmente racional, não meço passos de dança, pulo até suar, até feder, porque eu quero viver, eu estou vivendo, intensamente, melancolicamente, euforicamente, vendo sóis se porem e noites se escurecerem, o meu fogo é baixo, mas arde, é como uma picada de formiga, ninguém dá nada por ela, acha que vai passar, mas demora uns 3 dias até parar de doer, é pequeno mas é valente, teimoso, não apaga por qualquer coisa… a hiperrealidade é por deveras pesada, mas eu continuo com meus músculos e bíceps existenciais a mante-la em suspensão, esta é minha reação, viver.
Blitz de emoções e todo dia é dia de ser…
Nasci as 7 da manhã, acordei diferente, mais fechado, mais alérgico, interpreto o que há em minha pele, aquilo que penso ser a minha persona mais grata, dou um valor a mim mesmo e internalizo emoções que não são minhas, eu sou o sol dentro de um corpo, sou Deus brincando de humano, sou a razão fechada em uma jaqueta, descasca-me oh ternura, me faz sentir o frio vento da noite escura de agosto, aqui, onde o cruzeiro do sul é mais risonho, de camada em camada, eu me encontro, meio selvagem, meio diplomata, uma cascata de sensações através de um espelho onde me vejo, sempre sendo, e deixando de ser, sede por desejos,  inconstante, mesmo nos detalhes mais escondidos de minha pele avermelhada, falho e defeituoso, que mutou demais, que não passou na fila da apatia funcional, oh santa normalidade, que ao me desprezar, fez-me imortal desde a tenra idade, a me vigiar, tal como a mãe que ama em despero o rebento mais rebelde, a mulher, a presa personificada em leitosa maternidade, mesmo quando alimentaste um glutão, o amaste, sem qualquer reflexão, não é mecanica, não é mais homem, mais máquina, é exagerada-mente humana. Amanhã quem sabe, meu destempero possa relevar-me diferente, mais guerreiro, mais sensual e galante.
O silencio da serenidade
O céu e o seu despertar preguiçoso, o ouvir da vida renascendo, o cheiro de noite se esvaindo rente ao sol imponente, rindo e convincente, ”eu vou te esquentar”, música do coração, a conexão, parar um pouco e respirar profundo, este agora é meu mundo, ‘eu sou o rei”, ”eu sou a minha felicidade”, estou melhor sozinho, quando estou acompanhado por Deus a sussurar palavras sem forma em meus ouvidos, ”sinta e agradeça”, eu obedeço sem diretrizes estabelecidas, me estabeleço e penso com meu amigo, meu caráter, ”por que não podem sentir** isso é tão bom!!!”, sereno toque de uma paixão, de entender tudo, mesmo sem entender, sabe que é assim que tem que ser e deixa, entre o acordar e o estar acordado, a nossa vida se restabelece, a pseudo-morte, de sonhos e pesadelos, ou um cochilo de um dia inteiro, desce e levanta forças para mais um dia, ”Adeus cama, te vejo mais tarde”. Bom dia café, senti saudades, meu caro!!

Auto entrevista com Santoculto, um santo muito louco, parte 1

hbd, qi, diferenças raciais, existência de raças humanas, filosofia, política e achismos desvairados…

Vamos começar a primeira auto entrevista de que eu tenho notícia da estória humana e quiçá da esquina com a rua dos bobos, número zero…

Hbd ou Hb-d**

 

Resp= e isto importa** Bem, eu deixei a ”diversidade” em separado porque os hbds não parecem curtir muito esta palavra e sua bio-significancia.

 

Voce odeia a comunidade hb–d por que eles acreditam que a homossexualidade seja uma doença  ou quase isso**

Resp= o que é isso** (raiva,raiva,raiva)… hum,hum… rsrs… não. Não é apenas isso. Eu sou diferente da maior parte, bem, sejamos sinceros aqui, de todos eles, os que tem blogue, porque eu não tenho uma agenda neoconservadora a tira colo. Sim, o fato de ”ser” um homossexual fluido que é inseguro quanto ao seu futuro sexual e que passou a considerar o sexo como uma necessidade fisiológica como fazer coco e jamais como um imperativo impulsivo evolutivo natural que atinge boa parte da população neurotípica, contribuiu consideravelmente. O pacote dualista, primitivo, estúpido, generalizador e que se utiliza da comunicação por palavras para incitar futuros conflitos inte-gurupais, se baseia na expiação ao estilo ”brincadeira da berlinda” de todos os defeitos ”do” ”grupo”, desumanizando-o. O dia que eu ouvir qualquer elogio destes retardados da gringolandia em relação ao (um dos) grupo(s) a que pertenço, mediante essa perspectiva , pode ter certeza que eu vou dar um duplo twist carpado no carpete aqui de casa.. claro.. que em pensamento (ninguém pediu para especificar a promessa-).

A comunidade hb-d se apropria de um conhecimento demasiadamente importante e o utiliza para empurrar um conjunto de considerações de natureza política, unilateral e potencialmente danosa a muitas partes envolvidas. Bem, cada um faz o que quer e depois quem paga o pato somos nós. Se não posso me juntar a eles e por que, com que razão racional que eu poderia…. e se vejo que não estão realmente buscando a verdade derradeira dos fatos mas também como maneira de combiná-la com a sabedoria, então eu não tenho nada que fazer lá a não ser bancar o advogado do diabo.

Algumas pessoas se definem como racionais, acusando o resto da humanidade de não ser, mas essas pessoas deveriam expiar a si próprias para entender se são realmente estes feijões mágicos, raros e especiais.

 

Voce se define como racional e acusa as outras pessoas de não serem. Qual é a diferença entre a sua verdade e a delas** A verdade não é relativa**

 

Resp= Eu, o Santolooouco aqui, em pessoa, não sou racional a partir de muitos parametros de comparação. Por exemplo, em termos evolutivos, eu sou um banana, um pateta, que sente desejos que não se compatibilizam com a ordem ”natural” das coisas. Isso é ser irracional. No entanto, o verdadeiramente, o literalmente irracional, é aquele que ao ver a luz, decide continuar tropeçando dentro da escuridão. Se são tão inteligentes, então por que não podem ver o que eu posso ver**

Porque a racionalidade, ainda que possa ser capturada por mentes incansáveis, também é um dever, ou é principalmente um dever, se ao natural, caminharemos para sermos levados pelos cantos adocicados da sereia na costa sul siciliana.

A verdade, separada em muitas perspectivas (verdade ou realidade), pode ser considerada como relativa. Por exemplo, é verdade que eu estou vendo uma planta a partir do lado esquerdo, da mesma maneira que também é verdade que Joachim está vendo a planta a partir de uma perspectiva panoramica, a partir de cima, do norte em uma rosa dos ventos mais próxima de voce. E também é verdade que Hosana esteja vendo a mesma planta a partir do lado direito. A verdade, enquanto uma entidade dissociada de sua comunhão holística, pode ser considerada como relativa, mas a verdade em si não é relativa, mas diversificada porque se relativiza a partir de muitos angulos de visualização ou perspectiva. Ver parte da verdade e tratá-la como o todo é o mesmo que ser conveniente.

A ”minha” verdade é melhor do que a deles porque é diplomática, menos emotiva em um sentido irracional, racional em um sentido holístico, ao considerar todo o contexto.

 

E onde que as bix… os homossexuais entram nesta história toda**

 

Resp= Bi o que** Sim, eu sou isso também, iiihihihihi… ops, quer dizer, ”os” homossexuais são o grupo mais perseguido de toda a história humana porque não se reproduzir é um ato de extermínio de uma continuação, um legado biológico e especialmente quando voce tem além desta condição biológica, também uma condição cognitiva, mental, consciente, que pode deliberar a favor desta não-continuidade, o bicho pega meu bem!

Nenhum negro, creio eu, já foi discriminado pela própria mãe por ser negro (só se chamasse Soraya e fosse mexicana). Ainda se acredita (mentes atrasadas diga-se) que a homossexualidade seja fundamentalmente uma escolha. Se fosse, então hoje eu gostaria de ser o super macho que conquistar todas as donzelas, já amanhã de manhã, eu botei na cabeça que eu quero ser um ”pervertido” doidivanas.

Não tivemos escolha e na verdade, na altura do campeonato, da minha vida ao menos, é estúpido fazer esta afirmação, pois não há escolha de qualquer maneira e mesmo se tivesse, eu não sei como que poderia sair. Eu penso. Se o ser humano fosse colocado em frente a uma máquina que funcionasse como um genio da lampada que pudesse atender a qualquer desejo de tez puramente biológica, voce teria como resultado muitas aberrações, como um humanoide de asas e rabo de dinossauro ou uma Olívia Palito de boca carnuda.

Por razões éticas, moralmente objetivas, não deveria haver qualquer tipo de perseguição por causa de sexualidade, ao menos se fosse pedofilia ou estupro.

Os hb-ds almejam eliminar a homossexualidade da piscina biológica humana. Está tudo errado e eles querem sofisticar o estragado, fazer um bolo com leite com o prazo de validade vencida.

 

Falando em objetividade. Voce criaste os conceitos de moralidade objetiva, moralidade subjetiva e fez o mesmo em relação a verdade. Poderiam ”nos” explicar o que significam**

 

Resp= (voce criaste…. ai meu pai!!!) Eu escrevi textos falando de todos eles, mas enfim, vou explicar de maneira bastante resumida. Moralidade objetiva ou universalista, tudo aquilo que se encontra a partir de uma perspectiva racional, indubitavelmente certo, neutro ou errado. Moralidade subjetiva ou cultural, justamente aquilo que falei acima, caracteriza-se pela enfatização na unilateralidade da conveniencia ou da escolha de apenas uma ou algumas perspectivas ao invés de comprar o pacote inteiro. A moralidade objetiva é a moralidade completa e serve como neutralização recreativa para as chamadas ”culturas” humanas.

A verdade objetiva é a verdade direta, imediata, que nossos olhos podem ver. Ninguém pode negar que, por exemplo, esteja vendo uma pedra (a não ser um cego, sem humor negro aqui… mas ele pode sentir). A ação de visualizar a pedra e a própria pedra são a comprovação da verdade objetiva ou imediata enquanto que a verdade subjetiva é a construção abstrata ou que não é diretamente literal, materializado. Por exemplo, as estatísticas são uma manifestação da verdade subjetiva. Eh subjetiva porque pode ser manipulada de muitas maneiras, mas algumas formas de manipulação estão mais condizentes com a verdade ou precisão do que outras. A verdade subjetiva é aquela em se pode dizer que seja relativa.

 

Mas os esquerdistas modernos não estão usando a moralidade universal como plataforma política**

 

Resp= Eles dizem que é uma moralidade universal, mas uma moralidade que prega o amor a um grupo e o ódio a outro não é universal, é um engodo.

 

Voce não gosta de cristãos e parece pregar o ódio a eles também não é**

 

Resp= Foram eles que começaram. O cristianismo é uma versão quase tão ou mais hipócrita que o judaísmo. Não há nada de muito nobre nele. Cristãos intelectualmente inteligentes são raros. A maioria é de idiota. Por que* Voce deve estar se perguntando… Porque eles confundem a fantasia ou besteirol que está na escrito nas bíblias e que é entoado por padres ou pastores, com o mundo real. ”A bíblia condena isso”. Então eles transformam esta ordem em algo real, que deve ser praticado no mundo real, sem pensar racionalmente, empaticamente, se isso é verdade e as consequencias de suas ações. Não se questionam e pra mim, aquele que não se questiona é um boçal digno de pena e ódio. Mas eu não prego o ódio e ou a violencia física, mas cozinhá-los em banho maria. Eugenia cognitiva, a real evolução da mente, do cérebro e da alma humanos, são incompatíveis com quase todas as culturas e religiões que a besta humana criou. Ao menos se estas se tornassem recreações contemplativas e sem os seus excessos literalmente danosos a qualquer forma de vida inocente ou dependente de nosso juízo, poderiam ser mantidas. Mas a partir de um prisma lógico, qualquer besteirol fantasioso e potencialmente perigoso que seja tratado como verdade, será visto como idiota para uma boa parte das pessoas inteligentes.

 

Mas então não existem cristãos bons**

 

Resp= Claro que existem mas a exceção prova a regra.

 

O budismo seria a única religião que mais se aproxima do conceito puro de religião**

 

Resp= Sim, foi aquilo que disse. Ainda que o budismo também seja ruim por basear-se em uma completa inércia contemplativa. Não é do tipo, mas que coisa maravilhosa, que fantástico!!!… mas dá mais pro gasto do que o resto, que beira a insanidade genocida abençoada por Santo Dio.

 

Qual é o seu qi** Isto é, quanto voce acha que pontuaria em um teste oficial de qi** O que é qi** Qual é a sua relevancia em relação a vida** Pessoas de qi mais alto são mais inteligentes**

 

Resp= Eu não sei, nunca fiz. O mais provável é que seja alto, tudo leva a crer que sim, mas apenas no componente verbal, que já é qualquer coisa né* Eu tenho um vocabulário sofisticado, sou bom com as palavras, tenho lá as minhas deficiencias, talvez por falta de prática, com concordancia verbal, da mesma maneira que confundo before com after e esquerda com direita. Se quiser duvidar fique a vontade… (grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr).

Testes cognitivos e mais especificamente os testes de qi são tentativas de mensuração da inteligencia com base na aplicação de exercícios mentais ou com algum componente cultural como ”conhecimentos gerais”. As forças dos testes de qi são

– mensuração de habilidades mentais específicas e generalizadas,

– são neutros, especialmente os mais recentes. Mas na verdade, os antigos também não eram lá tão tendenciosos, ainda que fossem menos corretos.

– uso para detecção de alguma idiossincrasia cerebral minoritária.

 

Os pontos fracos são

– parte de um determinismo estatístico onde que os mais inteligentes indubitavelmente deverão pontuar muito alto, o que não se consiste na plena verdade,

– é usado como substituto da teoria ou de qualquer teoria que enfatize a diversidade cognitiva, como aquela do Gardner, desprezando a variação da complexidade intelectual humana e tendo até mesmo algumas implicações políticas muito baixo astral,

– … bem, os testes em si não são ruins. Ruins ou estúpidos são aqueles que os utilizam como verdade absoluta, desprezam o papel da personalidade ou instinto, acham que apenas eles podem ter todas as respostas.

 

Não há qualquer grande relevancia, especialmente se o indivíduo não é auto-consciente o suficiente para saber manejar o seu arcabouço cognitivo natural em seu ambiente de interação, de maneira racional, empática (realmente empática) e que seja proveitosa para si próprio. São números e aqueles que se ateem a esses números estéreis, é porque devem ser inseguros quanto a sua capacidade e ou narcisistas o suficiente para se agarrarem a essas abstrações, ganhar o diploma de genio do populacho e não fazer nada de útil em troca. O jeito mais fácil de ser considerado como tal.

 

Seja sincero. Voce não gosta dos testes porque não tem o qi mais alto*** Fácil** Mas pontuar muito alto nestes testes deve ser muito difícil***

 

Resp= Eu tenho que ouvir isso. Nasci pra sofrer, só pode!! Não meu qirido!! A questão não é comigo, é com eles. Eu nem me acho o tipo de inteligente que a maioria aprecia, como dizem lá pelas cercanias da Cidade do México ou Guarujá ”eles são genios por maioria de votos… porque pontuaram alto nos testes”. Os fetichistas de qi fariam o favor, se fossem inteligentes, de pararem de dar pitaco sobre este assunto.

Se alguém foi muito bem no teste e não fez muito esforço, então é porque é fácil pra ele faze-lo da mesma maneira que é fácil para um acrobata fazer acrobacias. Tem uma tendencia natural, al dente.

 

Mas o acrobata se esforçou muito antes de chegar a perfeição!!

 

Resp= Eu não sabia que tinha que estudar pra fazer teste de qi, primeira vez que eu escuto isso. Não, uma pequena minoria de pessoas em todo mundo que são capazes de pontuar muito alto nos testes. Isso quer indicar que nem por super esforço, é capaz de aumentar as pontuações até o teto máximo já alcançado. E mesmo o acrobata… quem tem dispraxia, não dá pra tentar trabalhar no circo.

 

Mas esta raridade não poderia ser resumida em genialidade**

 

Resp= Talvez, mas não existe apenas este tipo de genio. Este é um dos problemas que eu tenho falado tanto na hbdosfera. Genios podem não ser tão raros assim, raro é o genio que se expressa. Não estou querendo dizer que existem muito mais deles do que acreditamos, veja bem, mas não é tanto assim. Bem, talvez eu esteja confundindo genialidade com talento, que não  é a mesma coisa.

 

Aé** Talento se difere da genialidade em que sentido**

 

Resp= O talentoso até tem uma predisposição mais latente, mas boa parte de seu talento se faz com base no esforço, no desenvolvimento desta predisposição, ao passo que o genio, quase não faz qualquer esforço, é um savant que apenas aplica o seu dom natural. Eh como escrever poemas, não é muito difícil pra mim, basta pensar em algum tema que as rimas vão aparecendo. Eu percebo que os meus melhores poemas, na minha opinião, é claro, vieram de 0% de esforço e apenas intuição. Mas também é possível construir poemas com algum pensamento mais esforçado, ainda assim. Bem, perceba que quando pensamos, estamos sendo intuitivos, o pensamento intuitivo é muito mais comum do que imaginamos. Raro é o seu reconhecimento e seu uso na construção de um ”produto” de qualidade. Ninguém pensa pra pensar, na maioria das vezes, em nossos cotidianos, especialmente, nós pensamos intuitivamente, nosso pensamento é super rápido e a intuição será ainda mais rápida.

 

Que interessante, então existe velocidade de pensamento e a intuição se constituiria em um tipo extremamente rápido de pensamento**  Agora, sobre criatividade. Voce tem umas ideias bem interessantes sobre. Poderia nos dizer o seu conceito para criatividade e suas teorias**

 

Resp= São muitas, nossa!! Vamos por parte, como dizem lá no açougue (que piada péssima!!!). Criatividade em seu significado mais puro se consiste na capacidade de se produzir algo novo. Como resultado, qualquer tipo de proposta que se difira daquelas que já foram construídas, será identificada como tal. No entanto, a criatividade em seu sentido menos puro, bruto, porém que é mais mais apurado, nos diz que além de novo, também deve ser útil e portanto de qualidade. Claro que aí adentraremos a ideia de moralidade. Por exemplo, matadouros de animais ou as touradas de Barcelona apresentam respectivamente, utilidades, práticas e culturais, mas são completamente imorais, por tratarem os animais não-humanos com total desprezo. Aí, na minha opinião, deve haver um fator moral carregado para que a criatividade não crie ainda mais monstros. Veja a revolução industrial. Mesmo a tão adorada criatividade, pode ser muito, muito ruim. Sem sabedoria parceiro, não tem como!!

Em minha primeira teoria sobre criatividade eu busquei separar as atividades e trabalhos ou produtos que são conceitualmente criativos daqueles que são expressivamente criativos, isto é, fazer algo novo ou ser ”realmente” criativo, ao nível de genio ou de talentoso criativo, em relação ao de replicar a criatividade que foi criada justamente por este primeiro grupo, a epidemia criativa. Temos o compositor e o musicista. O compositor é conceitualmente criativo, o musicista é expressivamente criativo, ele expressa criatividade, só que não é de sua autoria. O compositor ganha no pedra-papel-tesoura do musicista, porque seu trabalho é puramente criativo. O papel do musicista que não compõe, no entanto, é muito importante e não deve ser desprezado. Eu percebi que aqueles que expressam os trabalhos criativos dos outros, tendem a ser dotados de algum talento ”savant-like”, isto é, mais mecanicamente especializada, que pode ser um talento, mas que, obviamente, precisa de uma predisposição genética, organica. Eh claro que nós temos os prodígios musicais, que tem imenso talento natural e que podemos ter os tipos precoces que ”apenas” reproduzem as obras dos compositores.

Também desenvolvi categorizações possivelmente aplicáveis como a do criativo contínuo e do criativo descontínuo. O primeiro, como diz o adjetivo, seria aquele que produz uma grande quantidade de ideias por dia ou por mes, que tem uma personalidade altamente criativa, de temperamento ambíguo, contrastante,  vívida, atemporal, ao passo que o segundo seria mais neurotípico em seu comportamento porque a correlação entre a sua personalidade e portanto motivações pessoais e seu perfil cognitivo, seria menor, menos atrelada entre si. Recentemente eu sugeri que perfis cognitivos assimétricos, isto é, grandes discrepancias entre as habilidades cognitivas, como ter uma inteligencia verbal muito alta ou uma diferença muito grande entre este componente e matemática, por exemplo, possam ser uma das causas para a típica paixão do criativo por suas capacidades com maior potencial, seus elásticos mais elásticos.

 

Qual é a relação entre criatividade e problemas mentais** Não seria apenas um mito de uma era romantica**

 

Resp= Se fosse apenas um mito de uma era romantica, então esta ”era romantica” teria durado uns 2000 anos. Não, as pessoas pegam as palavras sem entender seus significados e aí vão espalhando seus achismos desvairados até se tornar uma bola de neve. Mito, como o nome diz, é um fenomeno profundamente espetacular, o efeito fundador de algo, de uma ideologia, de uma religião, é quase que como a onomatopeia de um pensamento emocionalmente abstrato, que não tem muito tato com o mundo real, literal, fisiológico. Dizer que a relação entre criatividade e problemas mentais, se na altura do campeonato, podemos resumi-los a problemas, se consiste apenas em um mito ou em observações seculares sem natureza empírica, é o mesmo que negar a enorme proporção de genios de extrema grandeza que já nasceram com estas condições. A capacidade poética, uma das manifestações mais sublimes, sutis e verdadeiras da criatividade, está intrinsecamente relacionada com predisposições psicopatológicas. E ao reler o livro de Cesare Lombroso, já não me restam dúvidas quanto a isso. Eh claro que um sabichão poderá chegar até voce e dizer ” Mas a maioria dos ”doentes mentais” não são geniais”. Não sei se quem argumenta desta maneira o faz de má fé ou porque é estúpido mesmo. Ninguém está dizendo que todo aquele acometido de uma personalidade extrema, será um genio. Mas que o genio, que costuma ser bem raro, será muito comum de ser acometido de uma predisposição, latente ou significativa. Uma pequena minoria de seres humanos será genial e apresentará grandes chances de ter algum traço mais extremo, por causa de sua natural singularidade, individualidade. O genio tende a expressar sua criatividade com base em si próprio, tal como nós fazemos, em geral. Tudo aquilo que somos, botamos pra fora com base em nossas culturas pessoais, nossas maneiras de interagir, de ser, tudo aquilo que sinalizamos para os outros ou para nós mesmos, expressa parte daquilo que somos. E o indivíduo singular e muito inteligente, o fará de maneira original, o primeiro passo para a criatividade.

 

O trabalho de Lewis Terman encontrou algo completamente diferente daquilo que voce defende, onde que os superdotados analisados, foram em média, melhores em todos os aspectos se comparados com os menos inteligentes. Onde é que Terman errou e Lombroso acertou** E onde é que Lombroso errou e Terman acertou**

 

resp= Primeiro que Terman não analisou ”genios”. Superdotados, geralmente não são genios. Há de se separá-los conceitualmente porque na prática, faz muita diferença. O superdotado é alguém que é dotado de grande capacidade cognitiva ou intelectual. O genio é alguém que é dotado de uma capacidade que está fora de qualquer parametro comparativo. Não se comparam genios com as outras pessoas, em compensação, para identificarmos os superdotados, devemos fazer justamente isso. Eu acredito que exista uma descontinuidade entre a inteligencia que entendemos como tal e a genialidade. A genialidade é anti-natural e potencialmente desvantajosa para quem a carrega nas costas. Terman não parece ter buscado a criatividade como um elemento relevante em sua pesquisa. Ele errou porque disse que provaria a sociedade que ”os prodígios não são degenerados”. Ele foi influenciado por suas emoções pessoais que o direcionaram para o caminho errado. talvez, se tivesse mudado os termos, até poderia ter conseguido algum sucesso. O ponto mais importante do seu trabalho foi a sua ideia, de procurar pelo genio antes que se manifestasse. Terman foi um dos pioneiros mais eloquentes na redução da importancia de predisposições psicopatológicas na manifestação do genio. E esta mitologização arrogante de algo que não é assim tão ”mitológico”, reverbera com força nos dias de hoje. Desde o trabalho de terman que o ”genio torturado” passou a ser visto como uma ”anomalia da genialidade” enquanto que o escolasticamente superdotado passou a ser entendido como ”o genio”. Mas genios que não produzem trabalhos criativos não existem, não é**

Lombroso pecou especialmente em sua constante patologização de comportamentos contextualmente anormativos como ”altruísmo -excessivo- para com os animais não-humanos”. Ele deu um caráter altamente patológico aos genios historicamente reconhecidos que analisou por meio de relatos autobiográficos e biográficos, que não é plenamente a verdade dos fatos. No entanto, em relação ao resto, ele demonstrou, inclusive por meio de alguns casos relatados de pessoas com transtornos mentais que durante fases agudas de suas doenças, se transformaram temporariamente em seres altamente inteligentes, perspicazes, como se vivessem genios adormecidos ou mesmo presos dentro de seus corpos frágeis e doentes. A doença e ou graus dela, funcionam perfeitamente como promotoras do desenvolvimento da autoconsciencia, que é um aspecto que define o genio do superdotado. E ao lermos a obra de Lombroso, vemos que a maioria dos genios historicamente reconhecidos que ele analisou, detinham grande autoconhecimento.

 

Por enquanto é só, nossa, voce fala demais Santo, não sabia que isso é pecado**

 

resp= moralmente objetivo ou subjetivo**

 

Algumas bençãos…

Intuição, o elo perdido
Agir sem pensar, mas pensando em segredo, sem se perceber, o bater perfeito de asas, o pulo do gato, o farejo de um cão, a destreza de um leão, já nascem sabendo, lhes é natural ser um gênio da própria ação, à intuição, de pouco empenho e muita natureza, ao natural, com certeza. Pensar pela intuição, os animais sempre fazem. É pelo instinto que se comunica diretamente com nosso espírito, que a razão não nos deixa ver. O humano e seu destino de ser uma mistura, de saber sabendo do de saber sentindo, pela emoção, por estilo da criação, ainda dizem que o animal não é criativo, inventam-se uma vez e vivem então. Repetem o mesmo hábito, mas  aperfeiçoam com a intenção, de viver a vida.
É um jogo de escolhas, o sentir pela força da emoção intimista, de sentir-se e entender esta sensação, ou de privar-se, em busca de uma explicação, seja por um sacerdote ou lendo Don Quixote. Encontrar-se, enquanto que os animais já sabem de si, não se iludem com a ilusão, de ser o que não se espera,  se é.
O gênio em sua criação se degenera ao estado de um não-humano, de um fenômeno, uma manifestação, de confiar em si mesmo, de expor sua singularidade, de revelar parte de seu segredo, de seu pacto com Deus, ao qual todos os seres fazem. Ser mais animal, responder reagindo, mas depois de uma intensa reflexão, de alguns segundos, sorrindo para a razão, mostra seu amor pela verdade, por aquilo que se pode tocar, com mãos de fadas ou sons que exalam,  a confiança de seu instinto, a força em seu destino, e seguir.
Do anjo ao demônio, da empatia à razão
Fazer o bem?? Vamos todos então, só que poucos te entenderão. Vives a contemplar a sabedoria, espelhares teu espírito, em anestesia, a toda a realidade, podes ver o simples e o porquê de sua contorção, o homem está nu pra ti e não é por segundas intenções, és preciso em suas maquinas, de repente, se alucina, sente, percebes donde o erro brota, chamam-lhe o pervertido, mas quem faz o mal não é meu amigo, é o verdadeiro, o descabido estúpido, que não podes ver toda a pintura, bela, soturna, complexa e Simples, podes gravar todos os passos da bailarina, em seu único rodopio, seu peão, é o tempo, passado, presente e o que vem pela frente,
Nasceste um anjo, e terminaste demente de humanidade, de tão demasiadamente, sabe reconhecer os de ti, sabe reconhecer reflexos de espelho, de alma,
Tornaste o vilão, o próprio diabo, o peso do juízo, estão todos a afogar e você se sobressai alado, a observar, congelado pelo ar, frio desta montanha melancolia, tua identidade a te contestar como uma filha a um pai, quem eu sou, quem são eles, por que és tão diferente?? Por que está sempre ausente, solitário no meu pensamento.
Empaticamente, racional, que podes fazer o bem forte e enfraquecer o mal, mas quem liga, são todos boçais, tocando tambores de horrores, são todos uns animais, alguns são seus senhores, não podes fazer nada, tu não és ninguém, és um sonhador incompetente, um narciso que ainda não quebrou o espelho, que poucos vêem, não é interessante para a destruição coletiva chamado massa, que atropelam qualquer um que esteja a sua frente, não é um encantador de crinas inconscientes, não está aqui, teu corpo frágil sim, teu espírito apenas sobrevoa a terra, vermelha, humana ou verde, Amarela, cor de sede, tu tens fome de ação mas se perde em seu palacete de emoções, de sensações e percepções. Não é fatalismo, é a razão. Não crie expectativas e talvez…
A metáfora do avatar para explicar o gênio
Aquele que domina todos os elementos, que tem um grande potencial, um grande horizonte associativo, que vê padrões simples em seu mundo abstrato, que não confunde complexidade com confusão, que continua a pensar depois de adentrar a um mundo de múltiplas perspectivas, de muitas dimensões, que pode ver todos os lados de um  objeto inanimado e de fazer o mesmo ao fenômeno humano. O avatar, um gênio, o sábio que pode modificar os ventos e criar novas trajetórias. Ele não é dual, mas sente o atrito da competição, da dualidade, dentro de si. Ele não a vive, a entende, e cria a partir deste conhecimento, de sua singularidade, da interação de seu intelecto e de sua necessidade, única, poderosa e custosa.
Água não pode com o fogo, e este com o vento, a terra absorve a todos, mas pode ser perturbada por cada um de maneiras diferentes. E o genio, o avatar, lhe entende.

A velocidade do pensamento, o natural e o esforço

O pensamento mais orgânico e rápido de nossas mentes se chama intuição. de tão veloz, muitos os chamam de inconsciente ou inspiração. mas se esquecem que sua velocidade é de perder o fôlego, de tão rápido, não podemos perceber. o esforço foi feito antes de se conseguir nota-lo. pensamentos naturais brotam de nossa personalidade e de nossa cognição. não tem como para-los, vem do instinto. são reações que expressam nosso pensar, nosso bem ou mal estar. em alguns pensantes, quando há febre, as ideias nascem sem parar e as regurgita em versos únicos ou ensaios de estudar profundo, todo o fenômeno a rodear.
alguns pensamentos podem ser seguidos, pode-se senti-los, do nascimento ao parto, nosso útero cerebral. o pensamento consciente e esforçado se baseia no preparo, para melhorar. onde se antecipa à naturalidade, porque se fazem intervenções. antes de nascer quente, em convecção, se manipula, oh indigente, e se produz um castiçal, um produto. educar para memorizar. especializa-se visando no trabalho que irá encapsula-lo. nada disso é criativo, nem sábio. é cognição sendo dada, para plantations  a sustenta-la, chamado civilização. decorar é a nova lição, estéril em esplendor, repetitiva em sua ação. são correntes de uma grande engrenagem. a antitese da naturalidade intuitiva é o esforço em vão, é tentar ultrapassar fronteiras da própria razão, é ter esperança que a decepção é só um mal necessário enquanto que é o fim inicial, tentá-lo é desafiar os mais primordiais principios da criação, a inteligência. talentos podem brotar, mas somos únicos e ainda cabemos em subgrupos. se não pode aceitar isso,me desculpe, mas mude de profissão, se estiver em algum campo onde que se sabe por sapiencia que  este espectro, entre o natural e o esforçado, é um fato consumado, baseado em perceções de pensamento abstrato e de concreto.

Tolerância, o mediador unitário do comportamento humano

Eu quero o doce agora e não daqui a uma semana, eu ainda posso negociar, mas o mais provável é que me decida já. Sou friamente ansioso, sereno. Não sou neurótico, mas levemente paranóico. Tolerâncias, à dor, à cócegas na palma dos pés, ao escrutínio alheio ou a observação coletiva, de uma apresentação, tolerância à provocação, ao insulto, à tentação de comprar sem ter dinheiro, ou de roubar, sem respeito ao suor alheio, especialmente se for de um irmão de classe, de um semi escravo familiar, da modernidade.
A tolerância é o mediador unitário do comportamento humano, tudo passa por ela. A tolerância à exposição de contas matemáticas, de historias abstratas, metafóricas de filmes iranianos, a tolerância à solidão, a melancolia, ou à festas cheias de amigos e de decepçao. A tolerância pelo aprender de um abecedário inteiro ou de perecer em algum lugar no meio, sem ter chegado na praia z. A tolerância ao ódio, à reação desmedida. Não se herdam genes apenas, ou melhor, para que se entenda, se herdam limites de tolerância, dos mais diversos tipos de comportamentos. Se herdam possibilidades, algumas que se mostram sem sobriedade, no primeiro ato da peça, outras que podem ser alcançadas, depois de muito esforço e de promessas. Não se pode desenvolver aquilo que não se herda. Se não tem o pergaminho de Tao, mas tem o de Confúcio, talvez se possa desenvolve-lo com base no impulso ou no empenho. Nunca na reza. Talvez se tenha talento suficiente, ou pode nascer sortudo com um fio desencapado e aprender muito sem ter feito nada de consciente, porque não é necessário que a razão esteja presente quando se vive ciente de si. Intuição é entender e perceber a própria natureza, se antecipar aos próprios pensamentos, ver neles uma qualidade de atitude e de complexidade, a mais simples, por favor. Alguns herdam paixões indecentes, outros recebem o pulso firme e veemente, não sai dos trilhos e segue em frente.
Tolerar, mas isso pode variar, a minha irritação não será a mesma que a do papa, só tendo um mapa, pra estimar, estamos todos previsíveis, se conhece um irmão ou um vizinho, e se vê poucas ondulações de seus espíritos. As vivências são únicas, a maneira de sentir é indescritível, você não poderia saber como que eu me sinto, nem eu de você. Mas isso não prova que somos porosos, meu eu não é pequenino, é tudo de mim, se é influenciado  não é porque o meu redor é seu senhor, é porque aceitou, mesmo se perceber, quem reage somos nós, temos vida e esta se choca com aquilo que está fora desta clausura de alma, nossa consciência. O livre arbítrio ou criatividade prática, é limitado porém visível e possível. Mas não escolhemos por sorte ou sem motivação, porque nos dirigimos, nosso corpo é nossa razão. Nossos cérebros não são uma massa de modelar, já existem modelos prévios a procurar. Se há espaço para certa atividade ou atitude, ele poderá ser preenchido. Se não há muito o que expandir, esta se fará contida. Existem limites e potenciais, não somos infinitos, nem somos todos iguais, mas estamos um pouco plásticos em nosso portar. O social é complexo, mas não podemos superar nossas próprias fronteiras, rios e mares nos impelem de prosseguir e nos transmutar. E mesmo que tenha uma vontade, oh meça, precisa se dar dentro desta carapaça velha e amarga.

Eu estou pensando agora, sobre mim mesmo, sobre minhas ações, sobre este texto que eu estou escrevendo…

Estou pensando em minhas ações agora, mas acho que não preciso descreve-las pra mim, porque são tão óbvias. Mas posso imaginar-me em um futuro muito próximo, como daqui a pouco, como agora, não espere, agora neste momento, não, agora!!!!! Estou olhando para as minhas ações, em como que as ideias e as palavras chegam fáceis quando se está mentalmente excitado, se assemelha profundamente com a intuição em algum ponto, é algo que não se explica, quando coloco essas palavras, eu estou apenas despejando a mim mesmo através de um conjunto de símbolos alegóricos, que visam representar a matemática simbolizada de meus pensamentos, eu os somo, divido, multiplo e existem até dízimas periódicas. Eu penso por mim mesmo, eu reflito minha ação, por meio do meu pensamento, isso é reação, é ser reativo. A reflexão é o destino se quer ser o dono de si, mas não abuse dela, porque sua voz rouca, pequena, que se manifesta quase que como leve pulsar de sua massa cerebral, pode se multiplicar e te fazer mais humano do que imaginava, do que calculou.

Minhas mãos estão frias, agora tenho total consciencia da temperatura dissonante de minha cabeça em relação ao resto de meu corpo. isso explica porque raramente é fresca, eu sinto mais calor nesta parte e se traduz em palavras, uma cachoeira delas de vez em quando. Eu sinto que minha mão direita é mais paralisada do que a esquerda, a esquerda é mais livre, leve e solta, a direita é o fim de um espiral de leves torsões quase que imperceptíveis porém palpáveis, sensíveis, sentíveis, eu as sinto, eu sinto que meu pólo está mais para onde eu escrevo e posso ver com o meu olho, o terceiro, onde é que estou fazendo mais esforço, e sim, é pelo lado ”direito” do meu cérebro.
Eu me sinto e me vejo quando concentro ou enfatizo o senso, o tato interior, tocar-se sem ter mãos, sem precisar de luvas,  isso é consciencia, resulta em uma maior compreensão, ou já é sinal de demencia.
Eu não me espalho de imediato, porque eu não sou desmontável, minha estrutura é firme, meu eu, minha solitária percepção, sempre esteve comigo, não tão só, que alívio!!
O meu todo está aqui, ”todos” se entendem, podem se ver, quando se olham na rua param e se cumprimentam, perguntam por filhos que nunca vão ter. A maior empatia é a sabedoria, é se refletir no maior de todos os espelhos, a realidade, aquela que todo mundo pode ver ou sentir, vendo com o corpo, com o cheiro, daquela que somente o homem pode construir, verdadeira ou um vespeiro de egos.
Eu reflito em empatia a realidade, o meu intelecto alcança a tudo aquilo que sabe, mas não tanto, não sou muito bonzinho com a matemática, porque ela não é comigo, tem de ser recíproco.
Eu estou olhando a tudo que está ao meu redor, estou solucionando problemas mesmo sem perceber, cada ação é uma resolução de um problema, manter-se firme é uma resolução de um problema. Estamos usando nossa capacidade a todo momento, interagindo com o ambiente de interação, pensando sobre como se conservar saudavelmente dentro deste lugar, fazendo ou refazendo conexões em nossas mentes. identificamos um conjunto de padrões morfológicos ou matérias e sua disposição dentro dos ambientes em que interagimos, isso é a verdade. A verdade objetiva, direta, sem filtros, sem negociação. Se não se pode ver, pode-se sentir, pode tocar, pode cheirar. Podemos extrapolar esta observação analítica direta, inconsciente, com pouco ou nenhum esforço percebido, por meio da imaginação, para cenários diferentes daqueles que vemos agora. Podemos imaginar que a cadeira que está na cozinha possa ser colocada na sala ou no quarto. A imaginação coerente se traduz na construção de pensamento abstrato, imaginando a continuação de padrões que não podem ser vistos de imediato, que ainda vão ou que poderão acontecer. Por exemplo, a previsão do tempo e nosso olhar pessoal a mudanças de tempo. O céu limpo, o céu com nuvens, o céu com nuvens carregadas e o céu com chuva. Tal como o velho método de se fazer películas ou filmes. Se podemos perceber padrões de fenomenos naturais e identificá-los como cadeias lógicas e recorrentes de eventos, então, talvez, pudéssemos aplicar esta lógica aos  fenomenos fundamentalmente humanos como o nosso comportamento.
Há cinco anos eu era um ser em auto descobrimento, todos os sinais para este desenvolvimento se traduziram ao mesmo tempo. Literalizei em palavras e em pensamentos, aquilo que eu já sabia, mas que ainda não havia despertado qualquer curiosidade. Foi um pouco tardia, eu poderia pensar, mas aconteceu e mudou-me ainda mais, minha maneira de entender, minha compreensão das cousas, dos acontecimentos, das pessoas, de mim mesmo. Por isso é bom escrever, mesmo que não seja por palavras. Isso amplia a sua percepção de que algo de novo e bom está acontecendo contigo.
Minha infancia foi boa, a primeira então, eu era gago, daqueles que não conseguem construir uma única frase, desistem na metade desta tentativa frustrada e de auto vergonha. Mas era feliz, altivo como um leão e surpreendentemente popular, de uma maneira torpe, da qual tinha pouca noção. Por que será** Apenas porque era bonitinho, por causa dos meus cabelos lisos** Ou também porque era de uma família de dinheiro e prestígio**
Eu mudei porque o tempo craveja em nossa pele, nos raspa, nos refaz, ainda assim, meu núcleo permaneceu intacto, eu continuo sendo eu mesmo. Somos todos móveis, mas temos limites de mobilidade, quem nasceu pra ser rei, nunca perde a majestade, especialmente se for do teu próprio reino, de reconhece-lo e saudar seus súditos, seus eus mais fracos, que não sobem a superfície de sua piscina, a personalidade.
Minha adolescencia não existiu, eu pulei esta fase, mas mantendo-me infantil, como de costume. Minha inocencia pueril, não passou dos 11, eu sou maduro, mais do que muito homem, com h. Minha masculinidade não tem palavras, não tem símbolos, se baseia na coragem de construir novos vínculos de realidade. Eu quero gritar e é o que estou fazendo, mas não quero briga, só quero sombra e água fresca. Meu trabalho é na cabeça, de pensar e de dar conselhos a quem mereça e a quem esteja apto a me escutar.
Ainda jovem, eu era um besta, confundia-me, tentava ser aquilo que não sou, que nunca fui, de negar o grito do meu instinto, da minha nação, com monstros e pessoas distintas. Quando o grito me alcançou, eu acordei, e aqui estou, livre para encontrar meu próprio Deus e perecer triste porém feliz, de sentir esta dualidade de emoções e de opiniões, de me observar e assobiar canções.
A doença da cabeça que herdei, é pela metade, a divisão da loucura de ter um parente com esta liberdade, de não ter freio de mão, de ir com toda a velocidade para atender a sua compulsão, a sua cumplicidade em confusão. A minha é menos intensa, que bom!!! Com isso eu posso desviar meu olhar internalizado sem assombrações. Posso ver até aquilo que ninguém nunca viu e produzir. Posso continuar em devaneio, posso andar pelo ar mesmo depois de sair do chão, de sonhar, de entender tudo de prontidão e continuar a duvidar.
De criança e sua lascívia precoce, ao adolescente sem fricotes aparentes, até o jovem que denomina santo, um belo e vulgar rapazote, que conheceu a si mesmo e viu a luz, de um Deus, que não sou eu, mas que pode resplandecer por ele, curei, me descobri um sábio, que não é o mais genial. Mas que nunca repete o mesmo erro, usa a sua criatividade, para modificar o caminho de antes, sua praticidade diplomática, o verdadeiro filosófo e não um pedagogo e suas mentiras alucinantes, ditas na mais perfeita calma.
Eu não… nunca fui mais humano e continuo melhorando, de degrau em degrau eu vou andando, subindo e padecendo em redenção, super anti-natural, revertendo, a confusão de não se saber como se dá, de se antever sempre e isto é primordial, para isso, se-lo e entende-lo.

Alguns uivos cantantes…

Volta o tempo…

Volta por favor,
Volta um pouco, deixe-me lembrar de ti,
Deixe-me senti-lo novamente,
Volte, não precisa ficar, que fique a sensação, daquele tempo, volte já,
Não tem como retornar??
Todo dia, eu fico a me lembrar, é recorrente, os momentos são muitos, mas a vontade é a de sempre,
Relembrar, lamentos por sua implacável mudança,
Que culpa eu tenho, não quero esta desventurança de medi-lo,
Sensações, momentos, como que tudo é ruim e lento, quando o vivemos,
E como é doce e bucólico, quando lembramos,
Volte pra mim, quero sentir como não se houvesse o vento de partir,
Como se passado e presente estivessem aqui,
De ficar suspenso e não ressentir, que o passar do tempo me dói aqui,
Volte, por favor, só um pouquinho, por que não?

O ódio de instinto

Inflama o recinto, sinto na flor da pele, todo o meu corpo se contorce, a frustração de não poder reagir, a vontade sobre humana de agredir, de dissecar o lixo humano, de fazê-Lo agonizar até perder a Voz, o ato de praticar justiça, de limpar a sujeira, de conter o espectro da destruição, de segurar o furacão pelos cabelos, de chutar gente má pela barriga, de se alegrar ao ver o sangue escorrer livre, e abençoar o chão frio, de fazer com as próprias mãos, aquilo que abnegam por uma falsa razão, uma tolerância pelo errado, pelo mal encarnado, pelo corruptor desgarrado e pronto para atacar vítimas indefesas, a mente se esquenta e o coração aguenta, se enche de espinhos, se torna um mensageiro, o anjo guerreiro, que não é a negação metafísica da ação, mas uma harmonização abrupta, da força pela luz, pela luta e não de uma reza fajuta, de um mantra sem sentido, de um eterno esperar por uma justiça divina, não, deve-se agir agora, se o que vê é tão na cara, tão real, vê o mal ganhar e se sente no dever de reagir, de matar a maior de todas as doenças, a indiferença pela excrescência do humano abismal, deve haver o reagir, de salvar quem pode te fazer sorrir, não são os anjos que merecem morrer, mas se são fracos por demasia, é a sua vertente guerreira que deve assumir, o vento da morte anti natural deve ser contido, de preferência revertido e se consumir sem matar nenhum companheiro, de graça e virtude.

Coração pulsa n’alma

oh saudade me saúda, murmura meu amor de aquarela,

pinta forte, cores de querer,

n’alma uma nau sem destino, vagando bela e constante por águas de um martírio,
amar demais, querer se entregar ao sabor do toque e da leve dor,
sentir sem choque, este estranho pudor,
ruboriza-me a face e me faz fácil para sorrir,
sonho-me tonto e o transe enquanto eu existir,
pulo no lágo n’alma do coração do meu partir,
parto as cores do meu cheiro, do nosso entrelaçar,
sussuros de desespero de tanto amar.

Psicologia reversa é do inconsciente, ansiedade é ascendente.

É um círculo vicioso, quanto mais se pensa naquilo, menos acontece, a idealização, nos tira o ar, nos faz contemplá-la, isto é sonhar por demasia, é ter asas que te levam a nenhum lugar, se quer muito uma coisa, não pense, ainda que o faça no seu conscientei inconsciente, a intuição não é apenas para produzir lindos versos ou descobrir a cura, também é para encontrar a fluência da naturalidade, gago ou insone, criminoso ou cânone, estamos todos a procura, de nosso próprio caminhar, nosso ritmo, nossos próprios pés, à Psicologia reversa, sacro Santa e inerte, não precisa rezar, não concentre seu pensamento, e o pulsar da vida que vai te levar até onde desejas, este é o gênio da lâmpada, que todos temos, paixões em excesso, expressam desejo, mas não somos presenteados se nos fixarmos em seu teto, apenas olharemos para o alto sem qualquer progresso,
Ascendente ansioso, idealizador rancoroso, não pense, mas tenha em mente, e há de vir, é o jogo do inconsciente, um mundo ausente que não se pode ouvir, se sente com o tato d’alma, do espírito a bater palmas para ti, escute com essas mãos de sensações, perceba estes padrões e passe a agir, deixe-o fluido, sem ser perfeito, e a perfeição vai te seguir.

Sentimento, a onomatopeia do sentir, do saber…do pensamento

Quando eu sinto, é puro instinto,
À paixão, ao labirinto,
Ao saber, sem pensar friamente,
Porque ela está quente, a leve febre, que agora é percebida, o coração menos enfadonho, o tintilar da mágica d’alma, sentir nesta breve vida,
Intuição é uma filha híbrida, entre o sentimento e o pensar,
O sentimento é pura luz, é o seu instinto que reluz,
A emoção que transborda sem calcular, a matéria sem peso que bóia à superfície da essência, o sentimento que não tem convergência, se converte sem qualquer soma ou subtração,
Se multiplica como as células alvas em seus combates mais perigosos e vitoriosos,
O gênio é à flor da pele, tal como a emoção,
O gênio é a emoção racionalizada, alegorizada, com valor, é a sensação mentalizada,
É o fenômeno da onomatopeia de verbos e conceitos,
A paixão da vida, que é ego centralizada, a paixão por si mesmo, a síndrome dos espelhos de narcisos, as flores choram por seus risos, a poesia que nasce sem saber, o instinto, vivido, vivo… Puro ser, puro gênio, puro Deus, pura a sua luz de intuição, puro pensamento sem lavagem, porque já está limpo, que somos Cachoeiras, que cascatam em uma floresta úmida onde a chuva é dia a dia, a água que virá vapor, o vapor que vira ideia, a sensação de ser molhado, de imediato, à emoção e a intuição, a sensação que não podemos explicar, se nossas ideias, se o porquê deste estar,  deste sentir, porque este é o sabor da carne, pura intuição, puro ódio e cegueira daqueles que a saboreiam, até a peste da inconsciência obscura, dos xingamentos de moldura, tudo é o sentir, até o seu pensamento menos orgânico em aparência, porque tudo é essência, a fronteira da pele se aliena, mas tudo volta as próprias origens.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

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