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O paradoxo do ateu ”modinha”…. e a histeria anti-sábia dos estúpidos…

O ‘paradoxo” do ateu ”modinha”…

Se sabe tanto sobre evolução então por que continua a acreditar apenas no papel da cultura como transformadora do comportamento humano ”ou” ”um que de Lamarck” ??

Os ateus, isto é, uma boa parte deles, são alguns dos maiores crentes no papel fundamental, tanto da educação quanto da cultura, como promotoras do desenvolvimento cognitivo e do comportamento humano. Há uma parcial verdade aí, mas ao se desprezar o papel da biologia comportamental e cognitiva e sua interação com o meio (cultura e educação), se estará principiando por pressupostos essencialmente equivocados, se tudo aquilo que é incompleto e é dado como completo, assim o será.

A contradição ”ou” paradoxo mais engraçado daqueles que também são fervorosos defensores das teorias darwinianas, é a de que as utilizam principalmente como argumentos contra o criacionismo mas que não as entendam em seu todo, porque foram e são conquistados  justamente por resquícios sofisticados do antropocentrismo, que são a essencia de qualquer ”religião”.

A Terra não é o centro do universo, nós também não somos o centro da Terra e de sua biodiversidade. Mas, de acordo com o behaviourismo e seus ”uber-especialistas”, o ser humano é tão magicamente superior aos outros animais, que as regras (quase) universais de predomínio (essencial e óbvio) genético ou biológico no comportamento e na capacidade cognitiva, não são, supostamente, aplicáveis a ele.

Deus não existe, porque, segundo o resquício de pensamento mágico que predomina em muitas mentes ateias, nós é quem somos os deuses!!

Só que não, continuamos sendo animais tal como os outros e como papai Darwin disse, reagimos de maneira muito similar aos eventos, isto é, de maneira que NÂO DA para desprezar o papel de nossas predisposições genéticas nas interações de curto a longo prazo com o meio. Seria metaforicamente falando, como imaginar um jogo de futebol, com apenas um time.

O ponto chave que nos faz diferentes, estranhamente diferentes das outras espécies, é justamente nossos instintos atrasados ou maiores autoconsciencias (claro, que com sua variação devidamente exaltada). Neste meio caminho, entre o pensar e o reagir, construíremos ao longo de nossas vidas, um arcabolso de vivencias únicas, que serão enriquecidas por símbolos, abstrações e o seu uso constante tal como na matemática ou mesmo, no vocabulário, o uso de palavras, nossas reflexões. Todo este mundo complexo que se abre entre o pensar e o reagir para os humanos, nos demais animais, tende a se dar de maneira predominantemente instantânea, isto é, o pensar/agir ou agir instintivamente, nos fará mais suscetíveis a uma panaceia de possíveis destinos ou maior probabilidade de caminhos a serem tomados, e que serão sofisticados quanto a sua complexidade, em nossos ambientes antropomorfizados. Mas a essencial relação entre o homem e o seu meio, isto é, sua biologia e não apenas a comportamental e o seu ambiente de interação e vivência, permanecerá simples de se entender, basicamente, ”’genes em interação com o meio”’. Nós que somos os nossos genes. Portanto, quando estivermos falando de genética, nós estaremos falando de nós mesmos, não apenas em relação aos órgãos dos quais temos pouca familiaridade consciente e constante, tal como o coração ou os rins, desprezando aqueles que são constantemente afetados por crises de ”piriri”, mas especialmente de nossos cérebros e de seu produto único, que é o mais relevante para nós, ou seja, as nossas mentes.

Voltando a pauta principal desta parte do texto, os ateus ‘modinhas’ renegam o criacionismo em prol do darwinismo, mas quando debatem sobre o comportamento humano, se utilizam do lamarckismo, leia-se, educação e cultura, como únicos e fundamentais influências em relação ao mesmo, o que claramente se consiste em uma incompletude conceitual ou má interpretação das teorias darwinianas.

Falar sobre influencia genética no comportamento humano, assim como também de hereditariedade de caracteres via seleção  (o básico-do-básico da teoria da seleção natural) remete em suas cabeças pedantes a

  • eugenia
  • nazismo
  • preconceito
  • racismo

isto é, eles apregoam uma carga fundamentalmente ideológica sobre a teoria que mais se utilizam para refutar os argumentos tolos dos criacionistas, enquanto que, convenientemente, renegam a parte ”politicamente incorreta” das ideias de Darwin, especificamente quando estas são aplicáveis aos seres humanos.

Alguns adjetivos para este tipo de abordagem argumentativa e pessoal-ideológica:

Estúpido, conveniente ou tendencioso, irracional, desonesto.

Aceitar que existam diferenças cognitivas entre as populações humanas (em média), por exemplo, não significa que se estará defendendo a volta do nazismo ou o preconceito contra essas populações (ainda que muitos daqueles que apresentam facilidade para internalizá-las, defendam causas ou ações parecidas). Neste caso, o preconceito negativo direcionado à pessoas perigosas, de qualquer grupo humano, se consiste apenas no básico da sobrevivência, mitigando ou evitando futuros perigos em relação às mesmas via interações altamente desarmônicas. Novamente, todas as palavras abstratas e mesmo as literais, dependendo do contexto, são amorais em sua raiz conceitual. Mesmo o preconceito negativo, depende do contexto. Quando falamos de abstrações, estaremos falando irrevogavelmente de contextos para que se evite a injustiça de análise, conclusão ou tratamento.

A grande proporção de ateus, ou, ao que parece, que estão fortemente inclinados para favorecer boa parte dos pressupostos behaviouristas que nada mais são do que o lamarckismo sofisticado, nos mostra que muitos fãs de Charles Darwin são de analfabetos funcionais, e pasmem, especialmente em relação às suas teorias, ao determinarem, via influencias midiáticas e culturais, que o ser humano é tão divino que não pode ser equiparado aos outros animais, especificamente em relação aos fenômenos que, em linguagem moderna, resultarão em uma ”inevitável” discussão sobre nazismo, eugenia, preconceito e racismo.

Sim, ”somos tod(l)os iguais”, ”racismo é doença”, ”preconceito é burrice”, deixem os imigrantes virem para aquele país, dê-lhes educação e por esforço repetitivo, se tornarão inteligentes, cultos e empáticos e ainda por cima passarão estas virtudes recém-adquiridas para os seus futuros filhinhos. Que lindo!! Que ideota!!

Os ateus modinhas e/ou os ateus médios, deveriam ou poderiam utilizar seus (supostos) conhecimentos e empatia/ reciprocidade em relação às ideias darwinianas e tomarem a realidade de seus cotidianos a seu favor. Qualquer pseudo-religião sabe instintamente que o que importa é

  • população
  • genética

Pseudo-religiões atraem indivíduos suscetíveis de serem convencidos por seus discursos metafisicamente humanistas e culturalmente tendenciosos (a moralidade subjetiva). Estes indivíduos se casam entre si e produzem um cluster genético e quanto mais tempo ou maior a pressão seletiva (mais aglomeração geográfica), mais perfeita será a sincronia entre as suscetibilidades comportamentais das pessoas e a sua cultura, com cada vez menor debandada de ”fiéis”.

Se o ateu quer transformar todo mundo em ateu, então deveria começar por ele mesmo, se casando com uma moça ateia e tendo muitos filhos com ela, chamando os seus amigos ateus, criando uma cultura, isto é, uma superestrutura que combina ideologia com cooperação grupal mútua (em outras palavras, vantagens para ”fazer valer apena”), basicamente o que todas as pseudo-religiões tem feito desde a muito tempo.

O problema maior seria se de fato alguns deles tomassem esta iniciativa e no entanto, espalhassem suas visões distorcidas e perigosas da realidade. Teríamos uma massa de zumbis mentalmente sofisticados repetindo os seus mantras de certezas absolutas, acusando os outros que destoassem de seus pressupostos de pseudo-cientistas, irracionais… em outras palavras, teríamos o totalitarismo do ateu ”modinha” e ou do ateu médio no mundo, que ao invés de usar o diálogo e o didatismo, se utilizariam de métodos mais obtusos para calar a boca da dissidência, sem qualquer tentativa de harmonização entre os grupos envolvidos.

Estúpidos complicam aquilo que deveria ser simples de ser entendido!! 

Este blogue, assim como muitos outros, se baseia no esclarecimento de algumas obviedades simples, e outras, nem tanto, porém que são entendíveis, a partir de uma perspectiva racionalmente otimista.

  • Matar o seu vizinho porque estava com vontade não é uma coisa legal.
  • Ser empaticamente nepotista com os seus filhos e desprezar um virtuoso que não é o seu parente, não é legal.
  • Chame do que quiser, os seres humanos são logicamente falando, diversos e isto que indicar que no mínimo exista alguma diversidade biológica entre eles. Espécies de pássaros que vivem em ilhas vizinhas porém distintas, tendem a desenvolver diferentes pressões seletivas e fenótipos. Muitos destes eventos tendem a acontecer a longo prazo, isto quer indicar que nós não veremos boa parte deles durante nossos períodos de vida. Mas isso não significa que não aconteçam.
  • Não somos todos iguais, ok??
  • O fato da inteligencia ser diversa, contextual e complexa, não quer indicar que não seja hereditária e baseada em predisposições ou potencial.
  • educação é acreditar que por esforço repetitivo, todos ou ao menos ” a maioria” poderá se tornar ”mais inteligente”. Ainda que exista ou sobreviva alguma verdade nisso, não quer dizer que ”basta a educação” para que possamos ver uma melhoria significativa da sociedade. Educação comportamental para dificilmente educáveis é uma perda de tempo, a não ser que você os entenda, isto é, sua psicologia média, e passe a aplicar o segundo tipo de educação que eu demonstrei neste texto. A Coreia do Sul, o exemplo mais comumente usado pelos ”especialistas” em educação, não conseguiu se tornar a nação que é hoje em dia, apenas por causa da ”educação” que foi empregada, mas especialmente porque seu povo já apresentava potencial a nível coletivo para produzir e sustentar uma nação de primeiro mundo. Se o básico da educação comportamental (superficial e portanto, igualmente superficial em empatia, mas é melhor que nada) como não jogar lixo na rua, não abordar mulheres na rua como se estivesse no cio, etc, não são facilmente internalizadas ou mesmo, dificilmente internalizados pela ‘população’ (em média), então vamos nos questionar o quão difícil será para que possam passar do básico no ”entendimento por padrões lógicos de comportamento e raciocínio”, para o mais complexo, como fazer contas, entender o significado das palavras, ser empático no ambiente de trabalho, ser tolerante com gratificações de longo prazo, ser organizado e ciente do dever civil de zelar pelo respeito ao bem comum, como não roubar, não matar, não brigar por motivações fúteis….. Estão percebendo que ”o buraco é muito mais embaixo” do que estão pensando.

O estúpido incapaz de auto-correção intelectual, apresenta grande dificuldade para entender, aceitar ou internalizar o básico, não apenas do conhecimento humano, mas principalmente em relação ao reconhecimento de padrões (especialmente em relação aquilo que é mais importante, mais visceral para o bem estar individual, coletivo e de todos as formas de vida deste planeta). O mesmo é anterior a transformação de percepções em certezas úteis e deveria ser fácil para a maioria de nós, aceitá-las e ou entende-las. Só que ‘por incrível que possa parecer”, o ser humano médio parece ser muito prodigioso em sua habilidade de ser medíocre (ainda que um cabeçudo medíocre e especial) ao confundir o simples com o complexo, novamente a minha metáfora quanto ao estrabismo natural de ”nossa” espécie. Ao ”confundirmos” o básico, o simples, caminharemos também para transformar a complexidade do pensamento em um show de horrores bizarro, isto é, expandir o errado, transformando-o em um monstro cada vez mais gordo e forte. A ideologia do igualitarismo, que é superficial, tendenciosa e que foi criada por razões obscuras, que não são conhecidas pelo ”grande público”, é um exemplo significativo desta realidade. Se a ideia-mãe está errada então é muito provável que a continuidade desta ideia também se fará igualmente equivocada, ainda que se possa melhorá-la ou mesmo adaptá-la corretamente, especialmente quando temos gênios com grande capacidade de manipulação semântica e simbólica.

A tempestade no copo d’água, a famosa expressão que deseja indicar excessos emocionais em relação a ‘trivialidades cotidianas’, dependerá do contexto, moral ou situacional adequado, porque o que é considerado como reação exagerada por alguns, poderá ser considerado como um atitude normal por outros. No entanto, é evidente que algumas ideias (que não são apenas ideias) estarão muito mais corretas do que outras. Você sabe o porquê de ir ao banheiro. Sabe que para construir uma casa, você precisa de cimento e argamassa.

Questões ”apessoais” são menos ”polêmicas”. 😉

Combo de ideias sobre criatividade

1- A hipótese do perfil cognitivo potencialmente assimétrico das pessoas criativas.

Novamente a minha ideia de que a paixão esteja intrinsecamente relacionada com o tipo de perfil cognitivo assimétrico.

Pessoas que tem um perfil (predominantemente) simétrico de inteligencia, de qualquer camada de pontuação em qi ou em qualquer outra forma de avaliação cognitiva, serão mais propensas a não serem criativas e a serem mais socialmente (contextualmente) equilibradas.

Ainda que, talentos específicos possam ser herdados em combinação com inteligencia geral mais simétrica, a regra, na minha opinião, será a de que a assimetria em habilidades  possa ter um papel causal na ”paixão” e especialização porque pela lógica intuitiva, quando se é muito bom em algumas perspectivas cognitivas e ao mesmo tempo muito ruim em outra(s)… Pessoas de perfil simétrico seriam menos propensas a super-especialização, proxy para criatividade, que exige aprofundamento (incomum ou convergente).

Motiva a ação, quando a paixão é dominante, quando tu és seu próprio amante, 

tua força está toda concentrada, teu genio vem ao natural, é normal, não é forçado, a inspiração é divina e Deus mora em ti,

quando tua força é narcisista, adora se olhar no espelho, nua em pelos, perfumada com seu cheiro,

é dominante, tal como a sua amada, uma mulher de fibra, que come e que não é comida, que se parece com Lady Godiva,

seu amor, sua ira, 

nada pode mudar teu foco, porque só existe um caminho a ser seguido, ora amante de símbolos de quantidade, ora amante dos verbos de vaidade, 

não pode evitar, tal como o ar que invade teu peito e te faz viver,

tal como as cócegas azucrinantes que sentes, quando não é sua mente a lhe fazer,

é uma assimetria donde a energia se concentra, não é perfeita, é até perigosa, mas sadia para incitar corações, ter devaneios sóbrios, 

Seu distribuir de pensamentos não é igual, é hierárquico, é desigual, é subdesenvolvido, é um castelo de castas, é como o paraíso high tech no meio do deserto, 

Mas é justamente deste destempero, que se pode voar mais alto, 

que seu déficit é seu escravo, que trabalha junto com sua força,

teu trabalho é o de se ausentar, de ser consumido pela prepotencia de sua luz mais brilhante,

ele é um proletário e ela é uma rainha,

de seus desejos, de suas motivações, de seus pensamentos, ela também te escraviza, estão todos a seus pés, até a sua razão,

a luta entre a paixão e o pensar, entre sentimentos de reação e o conhecimento da reflexão,

a sabedoria contra o instinto, 

a serenidade contra o extremo,

a resposta elaborada e harmonica contra a reação instantanea, 

Em seu espírito, é assim, não mora a harmonia, mas é de sua inconstancia constante, que se pode produzi-la,

saúde, ora fraca, ora excepcional,

nada é equilíbrio, mas desta loucura interna, se produz caráter e novos desafios… e se vive a vida.

2- O genio criativo é alguém dotado de grande singularidade em seu perfil cognitivo (interação entre cognição e personalidade)

Se a assimetria já não pode ser considerada como singular, então imaginemos o que mais que poderia ser, para caracterizar o genio criativo… a sim, a personalidade.

Perfis assimétricos de cognição podem ser no mínimo fortemente correlativos com perfis singulares de personalidade.

3- A misantropia do sábio. O paradoxo de quem pode demonstrar seu amor de maneira literal (com base em ações) mas que odeia a humanidade.

Sim, os homens que estão mais pertos de Deus, olham com tristeza e desprezo para a ignomínia humana, mas quem muito odeia, pode estar apenas expressando o seu amor, que não visa apenas a aceitação, mas a melhoria. E para melhorar, ao nível de uma grande evolução, deve-se odiar e apontar todos os defeitos.

4- Mais pensamentos sobre a intuição.

Genios criativos ”não pensam” sobre suas ideias, porque eles as tem de maneira internalizada, é o produto de seus instintos não-sociais.

O pensamento internalizado, a empatia cognitiva, o ato de amar a sua cognição, é o verdadeiro pensamento que é fértil na produção de insights criativos. Originalidade significa expressar o seu instinto de uma maneira não-habitual, ou seja, que não é social.

A naturalidade intelectual e egocentrica dos genios criativos.

5- A diferença entre o criativo (potencialmente) bem sucedido e o criativo mal sucedido, o hábito de anotar as ideias quando elas veem intuitivamente.

O cérebro criativo é inconstante e muitas vezes as melhores ideias aparecerão em momentos incomuns. Por isso é sempre bom anotá-las. As ideias mais raras podem ser perdidas por excesso de confiança na própria memória.

Em um mundo ideal, os criativos bem sucedidos serão aqueles que capturarão as suas melhores e mais raras ideias, enquanto que os criativos mal sucedidos serão aqueles que não reconhecerão o valor delas ou que se esquecerão de anotá-las. Em um mundo ideal, diga-se…

6- A capacidade de julgar precisamente os próprios pensamentos. O processo de produção intuitiva, captura e seleção das ideias, novamente a internalização intelectual.

7- Personalidades extremas, personalidades singulares ( o princípio da criatividade, expressar aquilo que é) e personalidades comuns ou remediadas.

Somente aquele com circunstancias neurológicas extremas que poderá produzir trabalhos de genio e isso prova a relação umbilical entre genio e psicopatologia.

 A desordem organica ainda serve como maneira de produzir a motivação intrínseca não-reprodutiva, fazendo com que os genios ”se tornem” mais predispostos a dedicar suas vidas em relação aos seus trabalhos de transcendencia pessoal do que pela reprodução e sucesso evolutivo, esta que predomina na metade da vida de boa parte da população.
 No momento de maior vigor intelectual, boa parte gastará a sua energia a mando da mãe natureza, ou seja, em busca da reprodução.

Confissões de um nunca-adolescente, astutamente indolente

A dádiva de se nascer incompleto

A dádiva de nascer incompleto. incompleto, criança pra sempre, que pulou a adolescência, que é um pequeno prodígio, que suas habilidades aterrissaram pueris em tenra idade, e não mais evolui por sua cognição, o faz com base no intelecto, aquilo que lhe restou, incompleto, que com seus pés descalços, olha infantil e pra sempre o fará, desenvolve a infância, sem nunca superar a barreira da ”vida adulta”, amadurece na simplicidade, arrogância vulcânica e passageira, na pureza lasciva de ser a sua eterna esperança de uma vida ”adulta”, pequeno em seus passos, potente em suas asas, continua a imaginar o impossível, a sempre ver o lado bom, e a estar espantado com a obscuridade  humana, a de ser o incompleto sábio, que vive do lado de fora da realidade contextual, que está fora dos muros do castelo, o observa por um teleférico ou balão de pensares, navegares por mundos nunca dantes pensados, se sente amado por sua dádiva, a de ser único, solitário e transeunte de perguntas e teorias, incompleto, que parou antes que todos, que não cresceu mais, que precisou ser capaz de se inventar, no desolador descompasso de seu pulsar, de sua vida intrepidamente interrompida, neotenica de alma, anciã de sabedoria, se criativiza para sobreviver a si próprio, é um constante conflito, um ínfimo universo ativo dentro de ti, o filho que sempre será, pervertido em seus passos mais animais, de certo que tudo conspirou contra o singular, e veja só, que lindo, teus grandes olhos testemunha noite e dia a contradição de ser uma aberração, mais anomalo que o bípede insano regular e ainda mais humano, mais particular, porque o auto conhecer é toda a hora, a cada minuto, vislumbrar o próprio instinto que troca luvas por sapatos, os pés pelas mãos, que é tão artificial do que uma torre parisiense ou uma obra de arte, e tal qual, duro de ferro ou de material, apenas observa os tropeços habituais de sua sina humanidade.

Filho do fenômeno, filho sem pai

filho d da raridade, filho sem pai nem mãe, filho que nasceu do fenômeno, da singularidade, do milagre ou padrões únicos, filho sem família, sem eira nem Beira, que não tem conchavos, que não é de uma máfia de genes, que é livre, até demais, que é louco em ser o contraventor-mor, que contradiz contradições, que é o fogo forte de um corpo fraco, que sente que todo o dia é diferente, que se sente e sempre se sentirá como um vento solitário, que de repente, faz balançar folhas de bananeiras e continua a sua caminhada, só.

Paixões são certezas e nós lutamos por elas

paixões são certezas, nós lutamos por elas, quando lutamos por nós mesmos, refletimos como um espelho aquilo que nossos neurônios se identificam de Imediato, racionalizamos a emoção e isso se chama ideologia, misturamos o pensamento racional para enfeitar nosso instinto sem filtro, que se expressa sem ser perguntado, nosso ponto fraco, nossas indissolúveis vaidades, transformadas em argumentos, nos enganamos e queremos enganar a todos, não pensamos pelos outros, em direção a neutra razão, mas para dar um sentido lógico à nossa vaidade essencial, e é por isso que ainda não deixamos a infância, como macacos-crianças, idealizamos, cristianizamos as virtudes transformando-as em metafísica, porque não podemos abandonar a nossa própria sombra chamada paixão, auto empatia em cada pseudo debate, mostrar-se mais do que fazê-lo sem compromisso tendencioso, não são fogueiras de egos, são salas cheias de espelhos, a verdade também está dentro de ti, mas tu és apenas parte da realidade. todos nós agimos como pequenos totalitários quando usamos nossas mentes prodigiosas para vender o próprio produto, a nós. ”Me compre, venha comigo, me adore, eu sou mais eu, que se dane a verdade ou a harmonia de todas as magnitudes de verdades, as pequenas e múltiplas peças que a compõe, eu sou um planeta e tudo gira em torno de mim, eu não vou equilibrar minha força aos outros planetas e produzir uma harmonia de sistemas solares ou lunares, e é por isso que eu só posso vos dar o meu caos chamado egoísmo alienado”.

O conhecimento dos próprios limites é a sabedoria

o conhecimento dos próprios limites é a sabedoria, a verdadeira e derradeira educação . a vida pode ser de um enriquecer profundo, mas especialmente para quem nasce curioso e ávido para obter seus maiores tesouros, sua procura é natural e algumas descobertas  se fazem com base no atropelo, de tanto procurar, tropeça naquilo que tanto almejava, ninguém nasce pronto, nasce potencial, para melhorar a si mesmo, construir seu próprio castelo, único, de tamanho certo, encomendado pelos deuses do mistério, lobotomia esta que chamam educação, acreditam que o sentido da mudança se faz ao natural, mas é certo que transformações não são nada sem a participação do essencial, a essência, que não podemos aumentar o tamanho de montanhas tímidas ou de modificar o estado da água, além daqueles que já conhecemos, que tudo obedece a limites e que o ser humano e seu comportamento, obedecem às mesmas leis que regem as formas inanimadas de existência, que a física prova nossa imutabilidade relativamente maleável, que tem muros que jamais poderão ser superados, transpostos. Que não há nada de errado em aceita-los, é pra isso que existe a criatividade ou adaptabilidade. o adaptar é modificar positivamente as duas forças que estão em constante atrito, o conjunto de variáveis inanimadas e abstratas, frutos do pensar complexo de criaturas bizarras e as variáveis biológicas que compõem essas pequenas Nações de um só cidadão, estes universos em ebulição pueril, que todos nós somos. Somos físico,e temos limites próprios assim como também possibilidades, conscientes ou não. que bom, não somos iguais, somos únicos ainda que estatisticamente aglomeráveis. A relatividade prova a existência de múltiplas perspectivas, mas certos olhares são quase tão abrangentes e corretos quanto toda a comunhão de todos estes, são hierarquicamente relevantes . Alguns olham com tamanha precisão, que faíscas de antemão, se projetam como deleite de sua enormidade enquanto capacidade de acerto. a educação não tem como princípio fazer-nos senhores de nossos próprios destinos mas de nossas obrigações enquanto ferramentas relativamente dispensáveis do sistema, que corrompe todos os nossos sentidos, enquanto que clamamos pela vida, liberta porém com responsabilidade, a maior de todas as formas de educação é o autoconhecimento, é o verdadeiro ato de evoluir enquanto ser humano, de também  ser útil pra si, e será pelo conhecer dos próprios limites que se poderá mensurar o tamanho de cada corpo e de seu potencial mais evidente. o meio não dita quem eu sou, minha adaptação é constante e talvez inconsciente, meu espectro de aprendizado não é infinito, eu preciso tatear cada parte do meu ser de pensamentos, de atividades. eu sempre monto  um novo quebra cabeças, mas minhas peças são as mesmas, minha comunhão de variáveis biológicas, as peças que precisam ser conectadas às minhas é que podem variar muito, eu dou a minha assinatura de interação a esta constante construção. o ambiente não sou eu, ainda que como o poeta morto vivo, este profundo místico e atipicamente racional, o empiricista das paixões, possa considerar-me como copiador compulsivo da realidade, do ambiente por si mesmo, de espelhar minhas ações a ele e de tentar espezinhar cada ponto de ruptura, meu sistema é supra-perfeito, porque busca a fidedigna representação da realidade.

Respeito a (pseudo) religião**

Se eu te respeito e a recíproca é perfeita, então não tem jeito, é assim mesmo, se chama empatia, para que se produza altruísmo, uma mão lava a outra, é uma corrente de simpatia, pela alma amiga ou mesmo desconhecida, mas que com sorrisos de alforria, se liberta de sua escravidão chamada ego egoísta e se torna um ego alquimista, que faz mágicas pensando na harmonia.

Deus é um só, é uno e só pode ser fidedignamente reproduzido por nós, humanos, em seu melhor momento, em sua melhor aparição, ele não tem rosto, porque é tudo.
Eu não respeito quem não merece, respeito quem é sábio, e por isso poucos podem te-lo. Há de se ter paciencia para com aqueles que, a priore, se deixam levar por suas paixões vãs, seu instinto, sua naturalidade que não se harmoniza, mas julga sem racionalizar, sem ter a mente lisa e compacta.
Religião é o ato de tatear no escuro, buscando por um sentido maior para a própria vida, tentar crer sem ter certezas, de buscar pelas respostas mais coesas e profundas de nosso ser.
Religião também pode ser traduzida por amor, pela harmonia, pela estabilidade, pela humanidade, de se encontrar parada rente a um furacão a lhe engolir, e resistir, de observar e pensar, por que** Onde está** para que** Traduzir o seu conceito de ser humano.
Não é uma inquisição de pessoas, mas de ideias, de tentar vence-las, de tornar dúvidas em respostas, de mágica, de alquimia, de misticismo realista. De ver aquilo que sua visão não pode te mostrar, de tentar ver o corpo que te encasula, o gigante céu, sua Lua, e seus mistérios.
A Terra nos dá vida e ar, porque se harmonizou, agora nós precisamos fazer o mesmo. Mas devemos também mante-los, estes selvagens intelectuais que usam seu instinto animal para buscar, para inovar. Só que por agora, não será mais com base na destruição, nas na empatia entre seres vivos e eternamente estáticos, entre o atrito da existencia viva e da existencia morta, que é parte da Terra e não um indivíduo, que não tem juízo de suas ações.
Seu Deus exaltado de seus lábios, não existe, não é ação, é uma estorinha triste de ódio e de destruição, abençoado por seres vis e sem consideração. Chega deste lixo, eu quero a verdadeira religião, é um amor a razão, a pessoas reais, a fazer-se sábio e a sussurar atitudes ideiais.
Eu não respeito quem usa ilusões para viver a realidade. Não respeito cultos de perseguição, sem sentido. que caiam por terra, eu quero a criatividade, a sabedoria e a inteligencia como minhas fés mais profundas, crer em mim mesmo. Eu quero que voltemos ao desenvolvimento da autoconsciencia.

Algumas bençãos…

Intuição, o elo perdido
Agir sem pensar, mas pensando em segredo, sem se perceber, o bater perfeito de asas, o pulo do gato, o farejo de um cão, a destreza de um leão, já nascem sabendo, lhes é natural ser um gênio da própria ação, à intuição, de pouco empenho e muita natureza, ao natural, com certeza. Pensar pela intuição, os animais sempre fazem. É pelo instinto que se comunica diretamente com nosso espírito, que a razão não nos deixa ver. O humano e seu destino de ser uma mistura, de saber sabendo do de saber sentindo, pela emoção, por estilo da criação, ainda dizem que o animal não é criativo, inventam-se uma vez e vivem então. Repetem o mesmo hábito, mas  aperfeiçoam com a intenção, de viver a vida.
É um jogo de escolhas, o sentir pela força da emoção intimista, de sentir-se e entender esta sensação, ou de privar-se, em busca de uma explicação, seja por um sacerdote ou lendo Don Quixote. Encontrar-se, enquanto que os animais já sabem de si, não se iludem com a ilusão, de ser o que não se espera,  se é.
O gênio em sua criação se degenera ao estado de um não-humano, de um fenômeno, uma manifestação, de confiar em si mesmo, de expor sua singularidade, de revelar parte de seu segredo, de seu pacto com Deus, ao qual todos os seres fazem. Ser mais animal, responder reagindo, mas depois de uma intensa reflexão, de alguns segundos, sorrindo para a razão, mostra seu amor pela verdade, por aquilo que se pode tocar, com mãos de fadas ou sons que exalam,  a confiança de seu instinto, a força em seu destino, e seguir.
Do anjo ao demônio, da empatia à razão
Fazer o bem?? Vamos todos então, só que poucos te entenderão. Vives a contemplar a sabedoria, espelhares teu espírito, em anestesia, a toda a realidade, podes ver o simples e o porquê de sua contorção, o homem está nu pra ti e não é por segundas intenções, és preciso em suas maquinas, de repente, se alucina, sente, percebes donde o erro brota, chamam-lhe o pervertido, mas quem faz o mal não é meu amigo, é o verdadeiro, o descabido estúpido, que não podes ver toda a pintura, bela, soturna, complexa e Simples, podes gravar todos os passos da bailarina, em seu único rodopio, seu peão, é o tempo, passado, presente e o que vem pela frente,
Nasceste um anjo, e terminaste demente de humanidade, de tão demasiadamente, sabe reconhecer os de ti, sabe reconhecer reflexos de espelho, de alma,
Tornaste o vilão, o próprio diabo, o peso do juízo, estão todos a afogar e você se sobressai alado, a observar, congelado pelo ar, frio desta montanha melancolia, tua identidade a te contestar como uma filha a um pai, quem eu sou, quem são eles, por que és tão diferente?? Por que está sempre ausente, solitário no meu pensamento.
Empaticamente, racional, que podes fazer o bem forte e enfraquecer o mal, mas quem liga, são todos boçais, tocando tambores de horrores, são todos uns animais, alguns são seus senhores, não podes fazer nada, tu não és ninguém, és um sonhador incompetente, um narciso que ainda não quebrou o espelho, que poucos vêem, não é interessante para a destruição coletiva chamado massa, que atropelam qualquer um que esteja a sua frente, não é um encantador de crinas inconscientes, não está aqui, teu corpo frágil sim, teu espírito apenas sobrevoa a terra, vermelha, humana ou verde, Amarela, cor de sede, tu tens fome de ação mas se perde em seu palacete de emoções, de sensações e percepções. Não é fatalismo, é a razão. Não crie expectativas e talvez…
A metáfora do avatar para explicar o gênio
Aquele que domina todos os elementos, que tem um grande potencial, um grande horizonte associativo, que vê padrões simples em seu mundo abstrato, que não confunde complexidade com confusão, que continua a pensar depois de adentrar a um mundo de múltiplas perspectivas, de muitas dimensões, que pode ver todos os lados de um  objeto inanimado e de fazer o mesmo ao fenômeno humano. O avatar, um gênio, o sábio que pode modificar os ventos e criar novas trajetórias. Ele não é dual, mas sente o atrito da competição, da dualidade, dentro de si. Ele não a vive, a entende, e cria a partir deste conhecimento, de sua singularidade, da interação de seu intelecto e de sua necessidade, única, poderosa e custosa.
Água não pode com o fogo, e este com o vento, a terra absorve a todos, mas pode ser perturbada por cada um de maneiras diferentes. E o genio, o avatar, lhe entende.

As 3 camadas da hereditariedade comportamental ou personalidade

Primeira camada, o instinto, a naturalidade ou ”evidente”

 

O traço que não tem peso, boia e se mostra a superfície, é natural, é seu instinto, seu primordial, é aquilo que é e que sempre vai ser, que não sente, que não percebe (se não se persegue), não é uma conquista, é apenas o de sempre. Não é um atrito, é aquilo que é, que se comunica em seu íntimo, que é parte indubitável de sua consciencia, de seu auto-saber.
A personalidade fundamental ou núcleo, o essencial, é fortemente hereditária ou  tem uma base genética. Não há como lutar contra ela, seria como lutar contra si próprio.

 

A personalidade secundária, ”possível” ou ”por esforço”

 

São seus traços intermediários, que não boiam com facilidade em sua piscina de personalidade, nem pesam tanto para acabar no fundo, lá no canto. Pode-se desenvolve-los, basta sabe-los, entende-los e praticá-los, que se dará com base no esforço, porque tem mais peso do que o natural. Alguns talentos boiam n’água com facilidade, desde a tenra idade, enquanto que outros, poderão ter um potencial de desenvolvimento para que possam ser expressados. O talento natural do genio é raridade no reino humano, estamos em sua maioria, de instinto social, enquanto que estes raros pássaros terão instintos cognitivos ou intelectuais. Lhes são naturais as ideias e os pensamentos espetaculares, enquanto que para muitos dos humanos, lhes será genial entender e praticar a complexidade do social.

 

A personalidade terciária ou ”improvável”

 

Aquilo que talvez possa sentir, mas que é quase impossível de ser desenvolvido. Suas antíteses vivem lá embaixo de sua piscina, com poucas chances de se expressarem, são os últimos dos escolhidos para jogar bola, por causa do jeito desengonçado de driblar, dribla o ar e acerta a coxa ou faz gol contra, é o antonimo da sabedoria, perder tempo tentando desenvolver o seu anti-natural, o seu não-instinto. Ainda mais anti-sábio será se além de persistir no erro, não ter qualquer consciencia do papel de zombeteiro de si mesmo.

 

O hereditário ou aquilo que se expressa sem conversa, sem negociação, que é natural e avesso a timidez, até o anti-natural, que é muito pouco provável que vá conseguir, libertar-se de si e tentar encarnar em outro ser. Isso é impossível ou pelo menos, improvável.

O instinto e a personalidade, o núcleo central da existencia

O instinto está em seus genes, é seu código morse, é sua essência, é a luz de energia que brilha em seu núcleo, é o verdadeiro fator g, x ou y, é voce ou tu, em demasia, cru, indissociável, imutável, eterno enquanto dure, tua verdadeira alma, que não se adapta porque não precisa, que não melhora ou piora porque é fixa, é inabalável, é incansavelmente monótona, porque se o Centro muda, se quebra o equilíbrio de toda uma máquina, não pode, tem de ser assim, porque é lógico e perspicaz, porque é.

Mas o que é a personalidade??

Ela, o seu espelho, sua consciência, seu eixo, seu eu, tudo aquilo que é irrevogavelmente seu, é seu instinto de respirar, de ver, de procurar, de rir e de chorar, é a extensão de sua cognição, é a amplitude do pensar, do perceber, é um blefe ou concreto, disto eu não sei, pergunte aos padrões mais ínfimos, aos primeiros limões a serem espremidos,  persona, aquela é só sua, um equilíbrio vulnerável à rupturas, pode-se mudar suas fronteiras, pode falar Grosso ou ligeira, pode ter pescoço para olhar pra cabeceira, mas o núcleo, ser a ti, tua consciência de clausura existencial, o mosteiro que Mora em si, sua alienação natural, sua auto conservação, seu egoísmo primordial, seu corpo, seu templo celestial, sua mente, sua mãe ou puta, luta em um bacanal, de sensações, todas elas, suas auto percepções, burro ou cego, homo ou leigo, rico ou pobre, que gosta de absinto, que coloca o sinto ou que aposta a própria vida, não há como, isso não é uma máscara de aprendizados e mentiras, isso é você, mais honesto, mais sincero, não há de ser, seu monólogo para uma plateia vazia, escute as vozes que mesmo criou. Personalidade é isso, é seu instinto, o mais primordial, o mais protegido, a tua essência, a peça que é indispensável, sem ela, nada se aguenta. Você pode mudar por fora e pelo meio, mas as pernas precisam ser as mesmas, ser acostumadas com seu peso, se não, não será mais você, e se não for, então deixarás de existir.

Teu instinto tem armas, espinhos ou asas, nós, sobrou a carapaça que chamam de crânio. Grande ou pequeno, uma festa ou um enterro, aprendiz ou narciso, por demasia, eu preciso lhe dizer, isso é isto e pode ser, passado por seu pai ou emprestado de seu tio, aquele louco brilhante, que inventa amantes, que tem fogo nos olhos, que repete mil vezes até tornar verossímil aquilo que é inadmissível, indescritível, incrível, demais, excessivo.
O leão ruge impotência, dentes à indecência da carne, lagartos gigantes subiam aos céus e sentavam-se à direita de toda uma cadeia alimentar, e tu, oh pobre bípede estranho???
O que tu tens de tão fantástico e precioso??
O livre arbítrio, o engano do instinto?? Seu atraso? Antes da ação, seu refletir. Reflete emoções e maquinações. Pensa longo, age curto. O contrário, nós vemos por aí
. Sábio congela a reação e pensa, o amanhã pode ser, mesmo não sendo. Criativo, vê um obstáculo e conclui: “d’outro modo eu posso agir”.
O instinto é longo, um restaurante variado, claro que sem carne, à moda do Santo ao lado, uma variedade de respostas, entre o pisar e a poça, entre o falar lá com aquela moça, entre o sonhar e lamber o dedo doce,
Nos tiraram o brio, o grito de vida, animais não precisam de relógios de pulso, nós precisam de todos estes números, gritamos às escondidas, é mais educado e com medidas, mensurar a velocidade reativa.
Trabalhar na Lage, mãos frias, calejadas e ardidas, deram-me este trabalho de um troglodita, mas eu vivo a vida mais que você, eu tenho bebês sem prevenida ideaçao. Meu instinto é mais perto do animal são, que não pergunta sobre o por que!!
Aquilo que se é, é aquilo que se faz, quando não é coração, o guarda para o momento apropriado, partes de ti, lhe dizem sem pagar fiado, pode não ter tua paixão, mas eu gostei deste trabalho.
De atávico, tem ao seu lado, o selvagem, o louco e o miserável. Mas tambem o gênio e o sábio. São produtos trabalhados, de artesanatos, são únicos e vulneráveis. Não são produtos industrializados, produzidos em massa e para as massas. Talvez, nem isso, nem produtos são, são apenas natureza, bem como ela é, caótica e certeira. Estão sempre solitários ou mal adaptados, ao frenesi da multidão. Mil produtos iguais na prateleira, e eu sou o único com bordados e acabamentos, eu fui difícil de ser feito, mas eu brilho do meu jeito, e ti?

Franzir a testa como uma característica intermediária entre desenvolvimento completo e ativo do lobo frontal e julgamento moral e ”testa pequena”. E por que que os judeus parecem ser mais prováveis de franzirem a testa**

Pessoas de testas pequenas seriam mais propensas a franzir a testa** Os judeus são mais propensos a terem testas pequenas** E são mais propensos a franzirem as suas testas quando estão falando** E essa linguagem não-verbal, será que reverbera em alguma idiossincrasia possivelmente vantajosa que está acontecendo nesta parte do cérebro** E porque algumas ou muitas pessoas não precisam franzir a testa quando falam** (como eu por exemplo…< =))

Darwin e as características intermediárias….

Analogia entre o pássaro cuco, psicopatia e judeus

Lendo Charles Darwin, me deparei e me impactou sua breve explicação sobre o instinto comportamental do pássaro cuco, de sua ”psicopatia” natural ao sentenciar má sorte a outros pássaros, digamos, que são mais trabalhadores e conscienciosos.

Me surpreendeu ainda mais quando li sobre a existencia de instintos intermediários, entre a capacidade de se produzir ninhos perfeitos em comparação a de se aproveitar deles, astutamente. O cooperador, o parasita e aquele que tenta cooperar, pra si mesmo, mas não é capaz de faze-lo e termina ”escolhendo” por uma ”vida de crimes” (sic!!). O meliante cuco não sabe ser de outro jeito e alguns deles, até tentam, mas suas habilidades não estão direcionadas para esta finalidade. A mesma analogia para os seres humanos**

O psicopata mas especialmente os tipos intermediários, são aqueles que falham ao tentar entender o outro e agir apropriadamente, isto é, empaticamente. A partir desta tentativa frustada, se voltam aquilo que lhes é mais fácil de ser desenvolvido, o elástico de existencia e sobrevivencia, o de menor esforço pra ser esticado, se aproveitar do trabalho alheio em benefício próprio.

Meu conhecimento em neurociencia é por deveras, de igual natureza, deficitária. No entanto, eu sei que existe uma relação entre ter uma testa ampla e caráter, a famosa e ”pseudo-científica” fisiognomia, tão comum no século XIX. Eh evidente que, nem todo aquele que for provido de grande testa, que será dotado de um grande caráter (assim como também o contrário irá acontecer), mas é possível que muitos o farão e isso pode indicar algum grau positivo de correlação. Pessoas de testas menores, tenderiam a ser menos prováveis de estarem providas de um caráter moral altamente desenvolvido. As explicações que parecem superficiais por causa  desta aparencia, reverberam na verdade, na realidade de dentro da epiderme, o cérebro. Se nossa moralidade reside em nossa testa, então poder-se-ia sugerir que algumas correlações positivas, tanto para o caráter moral desenvolvido quanto para o oposto, se relacionam consistemente com esta parte de nossos cranios.

E aquele que franze a testa para falar** Percebam que eu, por exemplo, que sou dotado de uma grande testa, não preciso franzir a testa para falar. Na verdade, quando tento faze-lo, me observando no espelho, meus olhos se esbugalham e mais pareço alguém com um breve e subtil ataque psicótico.  No entanto, são muitos os judeus que o fazem e com uma certa tendencia para também terem testas pequenas.

Eu já li por alto, que o ato de franzir a testa pode estar indicando um hábito não-verbal que está relacionado a contar  mentiras, porque para manipular a realidade, necessita-se de maior exercício mental, do que para ”apenas” observar e relacionar padrões evidentes ou potencialmente evidentes, lógicos. Mentir é um ato de criatividade e não é incomum observarmos o quão engenhosos podem ser os criminosos, nas articulações de seus crimes.

O pássaro cuco ”desenvolveu” (isto é, foi selecionado pelo ambiente) estratégias incomuns para ”cuidar” de seus filhos que poderiam ser definidas mediante certa perspectiva como um hábito deficiente, se ele não pode construir o próprio ninho de sua cria.

No caso da possível relação (quase tudo dentro de uma panaceia espectral de similaridades tende a se relacionar, mesmo quando encontramos correlações estatísticas negativas) entre instinto intermediário e personalidades anti-sociais em humanos, a incapacidade judaica de construção de seu próprio país, que ainda hoje, depende da ajuda externa para ser funcional, parece caber perfeitamente as maos deste pensamento analógico.

Sem guerreiros e agricultores…

No passado, assim como hoje em dia, a grande maioria das populações humanas se encontravam distribuídas de maneira mais ou menos equilibrada, entre os diferentes tipos de seres humanos, para ocuparem diferentes tipos de profissões. Os judeus são uma destas exceções porque desde a um bom tempo que exibem uma distribuição ”deficitária” de perfis humanos para todo o tipo de trabalho. Agricultores, guerreiros ou soldados, parecem ser muito poucos entre os judeus, especialmente em sua cepa mais inteligente, os judeus europeus ou ashkenazi. Eles se especializaram de tal maneira, isto é, com base na seleção natural urbana, em busca de perfis ocupacionais de mesma natureza, que perderam uma boa parte de seus trabalhadores manuais, de músculos, suor, alegrias simples e (desnecessário) sofrimento. Não haveria como ter qualquer tipo de revolução do proletariado entre os judeus, porque o próprio proletariado judeu é muito diminuto se comparado a nações onde há um grande predomínio deste tipo ”simples” de trabalhador. A evolução da inteligencia judaica significou a redução de sua diversidade ocupacional, hierárquica, que é tão comum nas sociedades humanas. A partir deste déficit (subjetivo), os judeus perderam qualquer capacidade de produzir sua própria casa, seu próprio ninho e tiveram de migrar para outras nações.

Eh por deveras interessante pensar qual que teria sido o efeito de seus livros ”sagrados” na seleção da panaceia de comportamentos e personalidades (ambos, excepcionais) que predomina entre eles hoje em dia e talvez, desde a muito tempo. Também é interessante pensar no papel da inteligencia espacial mais baixa em relação a este déficit em perfis ocupacionais (psicológico-fisiológico-cognitivo) mais manuais.

O judeu é a primeira cepa humana predominantemente cerebral e sua incapacidade de produzir com as mãos, parece reverberar em todo o resto de sua complicada, recorrente e confusa história.

Muitos judeus franzem a testa para falar, claro que muitos gentios também  o fazem, mas eu tenho a leve impressão de que este ”tique” seja mais comum entre eles do que entre os gentios. Também se nota alguma tendencia para este tique entre povos do mediterraneo.

O estereótipo autista em relação as suas expressões faciais, mais duras, menos emocionalmente reativas, expressam alguma combinação incomum e extrema que está acontecendo dentro, em seus cérebros. Eu até penso que se a natureza é economica e sempre pende para a tentativa de harmonizar (a natureza é uma filósofa natural, ainda que com trejeitos psicopáticos), então, os músculos que não estão sendo usados para expressar emoções por meio da face, podem ter sido recrutados para outras funções, como pensar por exemplo.

Seria interessante analisar se as pessoas que franzem sempre a testa para falar, sejam um pouco diferentes daquelas que não o fazem.

Minha sensibilidade não entende e não tolera a sua malemolencia

O mundo é um lugar frio para as pessoas que podem vê-lo em seu todo. O contexto maior, a verdade mãe, mãe de todas as outras, não é uma paisagem tão prazerosa e bela quanto se possa acreditar, tal como a superfície ”azulada” do planeta água. E a principal razão para esta decepção se dá por causa da peste humana, que quanto mais a conhecemos, menos desejamos estar com ela. Pessoas sensíveis ao contrário do que reza a lenda popular em que sentimentos estariam irrevogavelmente separados da racionalidade e lógica, são tão ou mais precisas em sua capacidade de reconhecer detalhes, quanto aqueles que o fazem a partir de uma perspectiva mecânica, natural e não humana. Nós, os hiper sensíveis sábios, somos engenheiros sociais, comportamentais, humanos. Quase nada escapa aos nossos olhos. A harmonia e o equilíbrio de um predio bem construído se assemelha consideravelmente com os prédios, as construções existenciais, acima de tudo, inclusive do social, das quais somos tão bons para inferir. Vivemos em casas, quem em sua maioria, refletem a capacidade humana para produzir harmonia por meio da matéria retorcida e trabalhada, mas a matéria que se consistem nossos corpos, nossos cérebros e os tijolos que construímos cotidianamente em nossas interações interpessoais, estão muito longe da firmeza de um prédio ou matéria antropomórfica bem acabada.
Se é pela razão, pela busca de padrões convergentes visando a harmonia, a estabilidade, que se produz qualquer material humano, seja uma escova para escovar os dentes ou a Torre Eiffel para se apreciar em um cartão postal óbvio, então o mesmo deverá ser esperado para ser pensado e executado para as interações humanas.
No entanto, aquilo que parece ser mais simples, na verdade, parece ser muito mais difícil, se não quase impossível de ser feito. É fácil manipular a matéria não -humana, sem vida, imóvel e transformá-la em argamassa para a construção de prédios ou moradias. Difícil é fazer o mesmo com vidas, especialmente aquelas que são híbridas de auto consciência e instinto.
O hiper sensível vê os mesmos padrões de harmonia, porque a sua condição de vulnerabilidade ao toque das interações cotidianas, constantes e sistemáticas, o faz um perito nestes mecanismos. No entanto, quase sempre não será ouvido pelos outros porque a maioria das pessoas devem se sentir ofendidas quando alguém lhes diz como que devem viver. Se temos tão poucas liberdades e na verdade sequer sabemos o que esta palavra realmente significa ou funciona, então por que que deveríamos dar ouvidos a outro corpo de especialistas tentando regular nossas vidas, até tu, modo de viver, meu filho???
Porque da mesma maneira que entregamos nossa confiança e poupança a engenheiros na construção de nossos ninhos também devemos ser racionais, se este for o caso, e entregar parte de nossas vidas à análise daqueles que sabem como desenrolar novelos de conflitos e confusões que permeiam nossas breves estadias, ao menos, em relação àquilo que sabemos.
O hiper sensível quase sempre se encontrará em seu estado habitual de sensibilidade, especialmente por causa de suas constantes interações com padrões desarmonicos de convivência. A naturalidade de uma sociedade povoada apenas por pessoas sábias se daria com base na fluidez das relações ou que seriam percebidas desta maneira. Quando algo sai daquilo que determinamos como normal, então este evento produz uma reação mecânica, imediata de reflexao, o porquê disto ter acontecido?!! O imprevisto se manifesta quando algo rompe o caminhar normalmente concebido e esperado por nós. Em termos de iinteração interpessoal, analisamos o mundo a partir do mesmos padrões lógicos, convergentes e funcionais que são usados na construção civil, visando a harmonia. E quando estes padrões sofrem uma ruptura de sua fluidez ou naturalidade, então nos tornamos seres reflexivos. Só que isso dependerá da perspectiva de cada um, se a vida não poderia ser entendida ou percebida metaforicamente tal como uma  esfera com diferentes perspectivas a serem enfatizadas por diferentes pessoas ou motivações intrínsecas.
Os malemolentes são o oposto dos hiper sensíveis porque seus padrões de convivência são imprevisíveis, brutos e secos. O malemolente é um hiper sensível só que não é introvertido, ou geralmente o tipo mais comum de hiper sensível, ambivertido introspectivo. Sua sensibilidade está combinada com a ação, enquanto que ainda que bastante ativo, o hiper sensível, será muito mais como um vulcão no subterrâneo de um oceano em atividade constante. O malemolente é especial em sua capacidade natural de quebrar a fluidez lógica de interações interpessoais que tanto caracterizam o pensar interacional do hiper sensível.
O intelectual versus o homem ou mulher da ação, ambos, hiper reativos às intempéries ambientais, porém que se destoam completamente na maneira com que lidam com esta fenomenologia. O malemolente reage pra fora e tem pouco a guardar em seu interior enquanto que o hiper sensível reage muito mais pra dentro, aumentando sua hiper reflexão, transformando seus habituais diálogos internos em discussões e potenciais brigas, desentendimentos.
As personalidades que tendem a predominarem em ambos são diametralmente opostas e pode-se dizer que o hiper sensível, especialmente o ambivertido reflexivo, que na minha opinião, se consiste em um dos tipos mais comuns, e o malemolente, são praticamente incapazes de conviver, se a ação constante do malemolente terá impacto muito forte e preciso na reflexão reativa do hiper sensível.
O ambivertido introspectivo, reúne um apanhado de características psicológicas que o tornam potencialmente aversivo à personalidade efusiva e igualmente reativa do malemolente. Pela linguagem não verbal, podemos ver o delimitar muito claro entre os dois. Por exemplo, no tom da voz e na maneira de falar, na maneira de andar, nos valores transcendentais…
Muitos malemolentes serão de sociopatas, o tipo anti social mais extrovertido, impulsivo e menos estratégico que seu primo psicopata.
As diferenças entre ambos também será notada por meio do grau de empatia a que os dois estão mais absorvidos. Baixa à instável para os malemolentes, alta e estável para os hiper sensíveis.

Hiper sensíveis, vulneráveis porém poderosos. Malemolentes, fortes porém medíocres.

Claro que desprezando qualquer forma de generalização vulgar, será elementar dizer-lhes que haverão e sempre haverão exceções para grupos indiretamente organizados, tal como eu já sublinhei em um texto, um grupo de virtuosos será evidentemente melhor que um grupo de judeus dentro do âmbito da virtuosidade ou de características positivas ou harmoniosas de personalidade ( caráter). Nesta perspectiva, os judeus aparecerão como o grupo não-objetivo se a maioria destes não serão de virtuosos ( e se aplica s todos os grupos étnicos, em maior ou menor grau).
Deus não deu asas à cobra, mas deu sapiência ao homem e deu vigor combativo e competitivo a muitos de seus piores.
O hiper sensível é essencialmente um existencialista experiencial. E aquele que é muito auto consciente, tenderá a ser também um não-competitivo. Sua capacidade de entender, internalizar e vivenciar detalhes muito próximos a si, o faz um potencial melancólico fatalista que sente menos oxigênio e mais responsabilidade e que portanto, invadirá menos praias alheias. Ainda que possa entender o contexto, a imagem maior, aquilo que realmente importa, ele não terá forças, fôlego o suficiente para subir e chegar à superfície de seu oceano existencial, de sua personalidade, seu modo de viver, para apontar o dedo na direção dos menos evoluídos. E esta é uma das razões para explicar o porquê das sociedades humanas serem tão falhas.
Pode-se exemplificar metaforicamente esta triste realidade por meio de uma hipotética comunidade de seres humanos tropicais que, estão a todo momento aplicando técnicas pouco eficientes na construção de suas moradias, de suas choupanas. A todo momento, a tentativa de construção falha, e aplica-se um inconsciente plano b, que se assemelha ao famoso ”jeitinho brasileiro”, a criatividade de se tentar driblar o subdesenvolvimento que o rodeia. Sem os engenheiros materiais, não haverá sustentabilidade nem de médio prazo destas choupanas. Nossas realidades cotidianas de interações interpessoais, são como este extemplo, estão sempre se decompondo. Nossos laços ou são frouxos ou se baseiam na aceitação de um em relação à vontade do outro.
Apesar de sua evidente fragilidade, o hiper sensível tem um grande potencial, tanto para a criatividade quanto para inteligência e especialmente a sabedoria.
Apesar de sua dominação, sua força aparente, o malemolente será medíocre em sua capacidade construtiva, harmoniosa. O irresponsável malemolente e o super responsável hiper sensível são ambos muito reativos, mas isso não significa que sejam irmãos de transcendencia, porque não são. Pelo contrário, em um diálogo entre os dois, poderemos observar o porquê deste abismo.

O malemolente é uma das principais fontes de reatividade do hiper sensível, se ele, por causa de sua grande inconstancia de padrões comportamentais, será muito mais propenso para causar conflitos. O malemolente produz conflitos por causa de seu jeito desajeitado e confiante de interagir enquanto que o hiper sensível, o exato oposto, será um perito nesta mesma tarefa, que no entanto, não significará que será um perfeito cidadão, especialmente em uma sociedade que não agrada ao seu paladar existencial, sua transcendencia.

Sentimento, a onomatopeia do sentir, do saber…do pensamento

Quando eu sinto, é puro instinto,
À paixão, ao labirinto,
Ao saber, sem pensar friamente,
Porque ela está quente, a leve febre, que agora é percebida, o coração menos enfadonho, o tintilar da mágica d’alma, sentir nesta breve vida,
Intuição é uma filha híbrida, entre o sentimento e o pensar,
O sentimento é pura luz, é o seu instinto que reluz,
A emoção que transborda sem calcular, a matéria sem peso que bóia à superfície da essência, o sentimento que não tem convergência, se converte sem qualquer soma ou subtração,
Se multiplica como as células alvas em seus combates mais perigosos e vitoriosos,
O gênio é à flor da pele, tal como a emoção,
O gênio é a emoção racionalizada, alegorizada, com valor, é a sensação mentalizada,
É o fenômeno da onomatopeia de verbos e conceitos,
A paixão da vida, que é ego centralizada, a paixão por si mesmo, a síndrome dos espelhos de narcisos, as flores choram por seus risos, a poesia que nasce sem saber, o instinto, vivido, vivo… Puro ser, puro gênio, puro Deus, pura a sua luz de intuição, puro pensamento sem lavagem, porque já está limpo, que somos Cachoeiras, que cascatam em uma floresta úmida onde a chuva é dia a dia, a água que virá vapor, o vapor que vira ideia, a sensação de ser molhado, de imediato, à emoção e a intuição, a sensação que não podemos explicar, se nossas ideias, se o porquê deste estar,  deste sentir, porque este é o sabor da carne, pura intuição, puro ódio e cegueira daqueles que a saboreiam, até a peste da inconsciência obscura, dos xingamentos de moldura, tudo é o sentir, até o seu pensamento menos orgânico em aparência, porque tudo é essência, a fronteira da pele se aliena, mas tudo volta as próprias origens.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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