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Combo de ideias sobre criatividade

1- A hipótese do perfil cognitivo potencialmente assimétrico das pessoas criativas.

Novamente a minha ideia de que a paixão esteja intrinsecamente relacionada com o tipo de perfil cognitivo assimétrico.

Pessoas que tem um perfil (predominantemente) simétrico de inteligencia, de qualquer camada de pontuação em qi ou em qualquer outra forma de avaliação cognitiva, serão mais propensas a não serem criativas e a serem mais socialmente (contextualmente) equilibradas.

Ainda que, talentos específicos possam ser herdados em combinação com inteligencia geral mais simétrica, a regra, na minha opinião, será a de que a assimetria em habilidades  possa ter um papel causal na ”paixão” e especialização porque pela lógica intuitiva, quando se é muito bom em algumas perspectivas cognitivas e ao mesmo tempo muito ruim em outra(s)… Pessoas de perfil simétrico seriam menos propensas a super-especialização, proxy para criatividade, que exige aprofundamento (incomum ou convergente).

Motiva a ação, quando a paixão é dominante, quando tu és seu próprio amante, 

tua força está toda concentrada, teu genio vem ao natural, é normal, não é forçado, a inspiração é divina e Deus mora em ti,

quando tua força é narcisista, adora se olhar no espelho, nua em pelos, perfumada com seu cheiro,

é dominante, tal como a sua amada, uma mulher de fibra, que come e que não é comida, que se parece com Lady Godiva,

seu amor, sua ira, 

nada pode mudar teu foco, porque só existe um caminho a ser seguido, ora amante de símbolos de quantidade, ora amante dos verbos de vaidade, 

não pode evitar, tal como o ar que invade teu peito e te faz viver,

tal como as cócegas azucrinantes que sentes, quando não é sua mente a lhe fazer,

é uma assimetria donde a energia se concentra, não é perfeita, é até perigosa, mas sadia para incitar corações, ter devaneios sóbrios, 

Seu distribuir de pensamentos não é igual, é hierárquico, é desigual, é subdesenvolvido, é um castelo de castas, é como o paraíso high tech no meio do deserto, 

Mas é justamente deste destempero, que se pode voar mais alto, 

que seu déficit é seu escravo, que trabalha junto com sua força,

teu trabalho é o de se ausentar, de ser consumido pela prepotencia de sua luz mais brilhante,

ele é um proletário e ela é uma rainha,

de seus desejos, de suas motivações, de seus pensamentos, ela também te escraviza, estão todos a seus pés, até a sua razão,

a luta entre a paixão e o pensar, entre sentimentos de reação e o conhecimento da reflexão,

a sabedoria contra o instinto, 

a serenidade contra o extremo,

a resposta elaborada e harmonica contra a reação instantanea, 

Em seu espírito, é assim, não mora a harmonia, mas é de sua inconstancia constante, que se pode produzi-la,

saúde, ora fraca, ora excepcional,

nada é equilíbrio, mas desta loucura interna, se produz caráter e novos desafios… e se vive a vida.

2- O genio criativo é alguém dotado de grande singularidade em seu perfil cognitivo (interação entre cognição e personalidade)

Se a assimetria já não pode ser considerada como singular, então imaginemos o que mais que poderia ser, para caracterizar o genio criativo… a sim, a personalidade.

Perfis assimétricos de cognição podem ser no mínimo fortemente correlativos com perfis singulares de personalidade.

3- A misantropia do sábio. O paradoxo de quem pode demonstrar seu amor de maneira literal (com base em ações) mas que odeia a humanidade.

Sim, os homens que estão mais pertos de Deus, olham com tristeza e desprezo para a ignomínia humana, mas quem muito odeia, pode estar apenas expressando o seu amor, que não visa apenas a aceitação, mas a melhoria. E para melhorar, ao nível de uma grande evolução, deve-se odiar e apontar todos os defeitos.

4- Mais pensamentos sobre a intuição.

Genios criativos ”não pensam” sobre suas ideias, porque eles as tem de maneira internalizada, é o produto de seus instintos não-sociais.

O pensamento internalizado, a empatia cognitiva, o ato de amar a sua cognição, é o verdadeiro pensamento que é fértil na produção de insights criativos. Originalidade significa expressar o seu instinto de uma maneira não-habitual, ou seja, que não é social.

A naturalidade intelectual e egocentrica dos genios criativos.

5- A diferença entre o criativo (potencialmente) bem sucedido e o criativo mal sucedido, o hábito de anotar as ideias quando elas veem intuitivamente.

O cérebro criativo é inconstante e muitas vezes as melhores ideias aparecerão em momentos incomuns. Por isso é sempre bom anotá-las. As ideias mais raras podem ser perdidas por excesso de confiança na própria memória.

Em um mundo ideal, os criativos bem sucedidos serão aqueles que capturarão as suas melhores e mais raras ideias, enquanto que os criativos mal sucedidos serão aqueles que não reconhecerão o valor delas ou que se esquecerão de anotá-las. Em um mundo ideal, diga-se…

6- A capacidade de julgar precisamente os próprios pensamentos. O processo de produção intuitiva, captura e seleção das ideias, novamente a internalização intelectual.

7- Personalidades extremas, personalidades singulares ( o princípio da criatividade, expressar aquilo que é) e personalidades comuns ou remediadas.

Somente aquele com circunstancias neurológicas extremas que poderá produzir trabalhos de genio e isso prova a relação umbilical entre genio e psicopatologia.

 A desordem organica ainda serve como maneira de produzir a motivação intrínseca não-reprodutiva, fazendo com que os genios ”se tornem” mais predispostos a dedicar suas vidas em relação aos seus trabalhos de transcendencia pessoal do que pela reprodução e sucesso evolutivo, esta que predomina na metade da vida de boa parte da população.
 No momento de maior vigor intelectual, boa parte gastará a sua energia a mando da mãe natureza, ou seja, em busca da reprodução.

A métafora de ”Laputa e Lagado”, de ”As viagens de Gulliver”, para explicar as diferenças entre o genio, o sábio e os ”trivialmente” inteligentes

Nesta semana, enquanto estava lecionando, ”fui exposto” a trechos do famoso livro ”As viagens de Gulliver” de Jonathan Swift em que se falava sobre a ”estadia” do personagem principal do romance, o próprio Gulliver (dur pra mim, por favor!!) em um reino imaginário chamado Laputa, que se consiste basicamente em uma cidade que fica em uma ilha voadora ou suspensa. Swift, como ficou muito evidente pra mim, fez basicamente uma crítica a sociedade, especialmente na parte da descrição dos moradores desta ilha. Enquanto que alguns estavam sempre com os olhos voltados para o céu, outros estavam sempre com a cabeça rigidamente virada para um dos lados. A princípio, quem não está habituado ao combo filosofia + biologia comportamental (basicamente, comportamento humano), pode não ser capaz de pescar de imediato a crítica principal desta parte da estória. No mundo em que vivemos algo de extremamente parecido ”parece” estar acontecendo, onde temos uma panaceia de subgrupos alienados em relação a realidade, que os envolve, e estão fixamente preocupados com os seus modos cognitivos de vida. As especializações laborais nos mostram que, não é incomum que um engenheiro médio, saiba bastante de sua profissão (em condições ideais é claro), mas muito pouco em relação a filosofia, por exemplo. A alienação é uma característica cognitiva extremamente comum em seres humanos e explica o porque de ‘parecermos’ retardados quando aderimos a movimentos de massa. A alienação leva também a incapacidade de comunicação fluida e didática entre os tipos porque, voltando ao romance de Swift,  aqueles que olham sempre para o céu, não podem mudar de posição para escutar aquilo que aqueles que sempre olham para o lado direito ou esquerdo e estes que também são incapazes de se entenderem sem ”empregados ou intermediadores”. Alienação leva a desumanização. Por exemplo, a grande maioria dos seres humanos estão tão alienados em relação ao sofrimento dos espécimes não-humanos que domesticamos para comer em um churrasco, que aceitam a ilógica de ”passar empatia ou de reforçar as boas atitudes entre eles”, saboreando a gordura apetitosa de um animal que foi covardemente assassinado. Amém**

Aqueles que olham apenas para o lado direito (chama-se torcicolo adaptado ou sair molhado do banho e levar vento frio no rosto) não podem conversar normalmente, entendendo aquilo que aqueles que olham apenas para o lado esquerdo estão lhes dizendo. Alguma semelhança com o mundo ”moderno” e com toda a ”história humana”***

Voce até pode não estar com o pescoço contorcido apenas para um lado, mas se é um partidário ideólogo apaixonado e tendencioso, então será muito parecido com os habitantes de Laputa.

E a cousa pode até piorar, porque em ”Lagado”, segundo o romance, as pessoas importaram as ideias da capital, Laputa, ou seja, o hábito de ficar discutindo o sexo dos anjos, a nível academico, elaborando teorias, hipóteses, sem aplicá-las e talvez até seja bom que não o façam, porque muitas delas são estúpidas.

Alguma semelhança com o mundo em que vivemos** Um grande número de experts que não sabem nem metade daquilo que ”se especializaram”, e muitos deles que são de ”cientistas” e ”pesquisadores” academicos. Discutem os sexos dos anjos, elaboram teorias estéreis em aplicabilidade, enquanto que pessoas reais estão morrendo lá fora da catedral academica.

A partir desta brilhante metáfora de Swift, eu me pergunto então como que poderíamos pensar no sábio, será que o próprio Gulliver não poderia nos mostrar como que poderia ser, dentro deste contexto criativo e imaginário** …sarcasticamente convidativo…

Genios e sábios são a mesma ”coisa”***

Muitos genios serão sábios e muitos sábios serão genios… e apenas com esta frase eu já vos respondi indiretamente, não. O sábio é o inteligente absoluto, claro, baseando-se no sentido de ”absoluto mediante as suas próprias idiossincrasias”.

Por exemplo, vamos pensar em Barbados e EUA.

Barbados é uma simpática ilhota no Caribe com uma população que cabe inteira na favela da Rocinha (também poderíamos imaginar a Islandia, como um bom exemplo). Apesar de seu tamanho minúsculo, este  país, claro que por causa de uma panaceia de razões circunstanciais ou ambientais, consegue proporcionar um padrão de vida razoavelmente bom para a sua população e a explorar de maneira eficiente as suas potencialidades, principalmente na área do turismo e da exportação de frutas tropicais.

Vamos imaginar hipoteticamente que ao contrário da realidade, a excepcionalidade barbadiana se deu única e exclusivamente por causa de sua população. Com o pouco que tem, conseguiu produzir um ótimo país. Isso é sabedoria!!

Agora vamos pensar nos EUA, não preciso dizer muito, visto que é a única superpotencia economica, militar e cultural do mundo moderno, em que vivemos. O genio poderia ser entendido, metafórica e geograficamente, como um EUA, grandioso e extremamente influente por causa de capacidade espetacular e desproporcional.

Não existem genios pequenos, são todos superlativos em suas capacidades. Mas existe uma variedade de ”tamanhos” de sábios, inclusive aqueles que poderão ser superlativos e geniais.

E em relação aos trivialmente inteligentes***

Bem, aí poderíamos compará-los a nações grandiosas, porém que não são tão poderosas quanto a ”Nova Roma” ou EUA, e que não são tão eficientes quanto Barbados, na promoção de medidas de auto-melhoramento ou harmonia interna.

Genios historicamente reconhecidos e genios torturados pelos sistemas opressores

Alexander Solzhenitsyn é um caso de genio literário que foi historicamente reconhecido em vida mas que viveu maus momentos justamente por causa de sua tendencia natural para o criticismo honesto em relação as cadeias de desarmonia que caracterizaram a sua Mãe Rússia dos séculos XIX e XX (que não quer dizer que foi apenas durante esse período que a Rússia foi terra de ninguém).

Muitos genios historicamente reconhecidos do passado vieram

– de famílias bem abastadas

ou

– de famílias que trabalhavam intimamente com a realeza.

Assim, é fácil ser genio não acham**

Existe uma certa correlação entre renda e inteligencia técnico-quantitativa (qi) e é esperado portanto que as famílias mais abastadas ou ao menos com uma sólida estabilidade economica (desprezando fatores ambientais potencialmente negativos), sejam em média mais tecnicamente inteligentes que as famílias que estão despossuídas de alguma dessas tendencias.

No entanto, é fato que um número particularmente elevado de genios do passado, assim como também aqueles do presente, bailaram com o poder ao invés de criticá-lo e até mesmo de tentar lutar contra. Este tipo de preciosismo clássico da sabedoria, não pareceu ser constante em muitos dos grandes nomes da literatura, das artes ou das ciencias, infelizmente…

Cesare Lombroso, o famoso criminologista ítalo-judeu do século XIX, do qual eu tenho falado tanto, concluiu que boa parte dos genios que analisou, poderiam ser categorizados, também, como matoides. O termo matoide pode ser aplicado a uma pessoa com grande desequilíbrio entre suas habilidades intelectuais e morais ou de caráter. Claro que Lombroso abusou da moralidade de estilo vitoriano que predominava em sua época para chegar a esta conclusão. Ainda que muitos genios de fato tenham criticado os sistemas corruptos e estúpidos onde nasceram e viveram, muitos simplesmente se acomodaram confortavelmente, especialmente quando a fama de excepcionalidade se tornou realidade ainda em vida. E essa é uma demonstração da diferença de natureza entre genios e sábios, estes últimos, que poderiam ser descritos como uma espécie de genio empático-holístico.

O criativo talentoso médio, sem uma seleção rigorosa, e principalmente que tenda a pertencer a categoria do ”criativo descontínuo”, caminhará para ser mais egocentrico, narcisista e ávido pelo reconhecimento coletivo de suas obras do que o criativo contínuo, o famoso ”sonhador” imaginativo que tem um turbilhão de ideias e sensações incomuns por dia.

O criativo descontínuo é menos outlier em comportamento e em experimentações existenciais de longo prazo do que o criativo contínuo e portanto, como acontece para uma boa parte da população humana, em uma posição de poder ou de conveniencia (ainda atrelada ao poder), caminhará para desprezar os problemas sociais cronicos e estúpidos que continuam a polvilhar a paisagem humana e não-humana de interação. Pessoas comuns são fortemente propensas para agirem de maneira particularmente parecida em relação as elites corruptas (sempre foram) quando em posições de poder.

O poder corrompe a grande maioria, inclusive o genio, menos o sábio.

E uma das maneiras mais sutis de ser corrompido é por meio da passiva conveniencia. Como quando tudo vai muito bem, principalmente em termos financeiros e passa-se a desprezar aqueles que não estão com a mesma sorte (aqueles, humanos animais ou animais-animais).

Os genios sociais ou savant sociais que eu defini como sendo os genuínos solucionadores de problemas, não parecem abundar entre os ”grandes” nomes da humanidade, o panteão de mentes excepcionais, muitas delas que tiveram enormes facilidades em suas vidas para que pudessem aflorar os seus talentos naturais sem se preocupar com o pão nosso de cada dia.

Vendo esta famosa série educativa e divertida da BBC, que em portugues tem o título de ”Deu a louca na História”, eu percebi algo que parece ser muito óbvio de se notar a priore.

– Em qualquer época do passado, a grande maioria das sociedades ”que construímos” foram marcadas pela estupidez abjeta e injustiças,

e aqueles que tentaram lutar contra isso foram duramente reprimidos.

Pode-se dizer basicamente assim. A norma na história humana não foi a democracia ou o projeto de democracia de fachada que acreditamos estar encaspulados, mas a ditadura. Imagine a analogia onde ao longo de quase toda a história humana, a ditadura militar que faz esquerdista fazer xixi na cama, tivesse predominado. 95% da história humana onde a estupidez tem predominado. Quem precisa de um futuro idiocrático distópico, se o passado também passou longe de qualquer coletividade realmente inteligente e com doses pequenas e controladas de entropia***

Se Shakeaspeare não tivesse se confortado por sua fama de genio literário e a fortuna subsequente que acumulou e tivesse lutado contra o velho sistema política de ”realeza” em sua velha Albion, provavelmente não teria tido o seu nome louvado repetidamente como um indivíduo excepcional desde a muitas gerações posteriores ao seu falecimento. Entraria para o esquecimento da ”mente coletiva” humana tal como aconteceu com muitas pessoas, será  que muitas delas foram de genios sociais**

Eu seria um fã incondicional de Shakespeare se soubesse que durante sua vida, tivesse ajudado ao próximo de maneira objetiva, inteligente e sincera. Só que eu tenho a impressão de que ele foi apenas mais um caso de pessoa ”certa” no lugar ”certo” e que pouco fez para no mínimo, atenuar o sofrimento alheio. Ele não foi um sábio. Portanto eu prefiro admirar este tipo de pessoa aqui de cima e quem sabe puder fazer o mesmo em um futuro, em melhores condições financeiras.

Democracias absolutistas não parecem diferir muito de regimes militares se ambos se assemelham quanto ao absolutismo do poder, concentrado em mãos de poucos. O problema nem é a democracia ou a ditadura militar porque mesmo um regime politicamente rígido poderia ter como pauta governamental a sabedoria.

As formas de torturas de dissidentes políticos (por si só, completa falta de sabedoria) que eu vi na série da BBC, nos mostra que muitos dos grandes nomes do passado foram parcial a completamente coniventes com o estado deplorável de coisas a que a humanidade sempre esteve assentada.

A moral da história deste post é, criticar tudo, inclusive aqueles que foram alçados a calçada da fama do panteão de genios. E não apenas criticá-los mas também se possível, lutar contra muitos deles que pouco se importam com o próximo mas apenas com suas realizações pessoais.

Múltiplas inteligencias, judeus asquenazes e caucasianos europeus ”continuação da parte 3”

A hierarquia das múltiplas inteligencias entre os caucasianos europeus

Fechando com chave de ouro esta minha tentativa de unir duas teorias que ao longo destas últimas duas décadas, tem sido usadas justamente como argumentos opostos, de competição e conflito, eu redijo o texto sobre como se daria a distribuição hierárquica das ”múltiplas” inteligencias entre os caucasianos europeus.

Como ”a” raça mais diversificada da humanidade em praticamente todos os aspectos palatáveis, os caucasianos, que eu estou preferindo denominar de ”caucasóides” (em uniformidade com os mongolóides e os negróides ou seria melhor, africanóides), tem se destacado assombrosamente desde a muito tempo. Não se sabe o tamanho real de contribuições criativas que os povos brancos da Europa bem como do Oriente Médio e Africa do norte tem legado ao mundo. O que se tem conhecimento até agora é a de que tem sido muito grande. Mesmo os judeus asquenazes que eu falei no texto anterior, são parte deste grande ramo racial humano.

A comunidade hbd, preferindo por uma estranha humildade, tem nos contado sobre as proezas de leste asiáticos e de judeus asquenazes, sobre a sombra dos caucasóides europeus. Graças aos testes cognitivos, foi criado o mito de inferioridade cognitiva branca em comparação a estes dois grupos, mas não parece fazer muito sentido, especialmente, olhando para o espetáculo de dor e beleza que tem se constituído a civilização ocidental.

Primeiro, os brancos são tão diversificados que não dá para julgarmos como se fossem todos similares. Mas se pode fazer isso com certa cautela em relação aos leste asiáticos por exemplo.

Segundo, como eu tenho sempre falado, os testes cognitivos não podem substituir o conceito perceptualmente holístico de inteligencia que a psicologia tem desenvolvido. Sim, existe uma clara correlação entre qi e inteligencia, mas, não são a mesma coisa.

Terceiro, mesmo as comparações de notas escolares (como o teste PISA) ou testes cognitivos, não parecem corroborar para uma visualização realista da inteligencia dos muitos povos europeus em comparação por exemplo, as populações leste asiáticas ou aos asquenazes. E mesmo estas comparações, tem se mostrado falhas, se os finlandeses, em ambientes escolares menos exigentes, tem conseguido excelentes resultados, que se assemelham aos resultados dos leste asiáticos, em ambientes escolares e familiares hiper competitivos e de grande cobrança. A menina loura finlandesa que passa o dia brincando com seus amigos e que estuda uma hora por dia em comparação a menina sul coreana que passa 8 horas massacrantes em frente a livros e cadernos…. **** (Talvez os asiáticos melhorem ao longo do tempo neste quesito, se é verdade que tendem a amadurecer mais lentamente em comparação aos europeus)

O intelecto humano, não restam dúvidas, será mais complexo e por mais neutras e abrangentes que possam ser estes tipos de avaliações comparativas, estas não estão conseguindo desenvolver uma análise completa de todos estes quebra cabeças e não devemos nos contentar apenas com elas. Isso sem levar em conta possíveis manipulações de resultados, será possível que mesmo para o PISA possam praticar estes atos infantis****

As denominações de comportamento das chamadas ”subraças europeias” por intermédio dos velhos antropologistas, pode ser uma boa maneira de tentar compreender em como se dariam tais diferenças internas.

No mais, vou eu, tentar sozinho, estabelecer esta hierarquia cognitiva com base em minha lógica intuitiva.

Hierarquia****

Parece surpreendente pensar que não  exista uma hierarquia cognitiva entre os europeus. E talvez, este equilíbrio possa ser a chave para o sucesso ”do” grupo no estabelecimento de civilizações bem como pelo seu predomínio substancialmente significativo até esta data.

Portanto, nós temos os leste asiáticos, com maiores habilidades de memorização e de inteligencia não-verbal. Temos os asquenazes, com maiores habilidades verbais, intrapessoais e interpessoais e temos os africanóides subsaarianos, com maiores habilidades sinestésico-corporal e interpessoal. O outlier cognitivo são os povos brancos, que parecem ser mais ou menos equilibrados em todos os tipos de inteligencia que foram delineadas por Howard Gardner. Não apenas isso, visto que genios de todos os tipos cognitivos tem aparecido nas sociedades europeias.

Tal como eu disse no texto anterior, mesmo as diferenças quantitativas de inteligencia entre as populações humanas ainda não estão plenamente bem estabelecidas, se crianças finlandesas podem se sair tão bem no teste internacional de educação quanto as coreanas, fazendo metade do esforço em comparação as orientais.

A Coreia do Sul ainda conseguiu se sair melhor que a Finlandia em alguns aspectos economicos, mas muitos fatores geográficos (como tamanho da população) e circunstanciais devem ser levados em conta.

Portanto, em termos de inteligencia linguístico-verbal e lógico-matemática, os caucasóides europeus, como um grupo, não parecem se sair tão mal assim em relação aos leste asiáticos, como alguns gostam de imaginar. E na verdade, talvez essas possíveis diferenças estatísticas, não resplandeçam de maneira correta a realidade que podemos tocar. Alguns dos maiores escritores de todos os tempos, foram de brancos (assim como também de mestiços, vide os mestres das literaturas francesa e russa, respectivamente). O genio europeu produziu a revolução industrial e boa parte da revolução tecnológica subsequente como a invenção da eletricidade, do telefone, da televisão e do computador. Parece haver uma grande e diversificada proporção de pessoas talentosas entre os europeus, que infelizmente não está sendo possível de se analisar, por causa dos muitos problemas de ordem disgenica que parecem estar afetando as populações brancas como a imigração em massa e a reprodução desequilibrada de estúpidos ao invés de indivíduos mais talentosos.

O provável equilíbrio de perfis cognitivos, pode indicar uma tendencia de seleção igualitária ou então pode ser uma herança muito antiga em comum de talentos que podem ter sido direcionados por eventos seletivos ao longo dos séculos. Se a psicognomia estiver correta, então a maior quantidade de mutações fisiológicas como mudanças na cor dos cabelos, podem estar tendo algum papel mutacional na cognição europeia. Uma maior variedade de fenótipos fisiológicos poderia reverberar em uma maior variedade comportamental, psicológica e cognitiva*** Quem sabe…

Pode ser possível que a real diversidade fenotípica do ”homem branco” possa ter um grande efeito em sua capacidade coletiva de produzir e sustentar civilizações avançadas assim como também a nível individual. Enquanto que parece existir pouca diversidade comportamental entre os leste asiáticos, entre os caucasóides, muitos subgrupos poderão ser encontrados. Talvez possamos ver alguma relevancia científica nos infernais filmes de ”besteirol americano” que pincelaram nossas sessões da tarde. E pode legitimar parcialmente alguns populares estereótipos, como a ideia de uniformidade oriental.

Para todos os tipos de inteligencia que se relacionam mais intimamente com a criatividade como a visual-espacial (criatividade convergente), a existencial e a intrapessoal (autoconhecimento e uso deste  para a autoexpressão, presume-se que a maior parte dos genios criativos, se não todos eles, sejam fortemente propensos ao autoconhecimento e que este fator incida diretamente em suas capacidades criativas) parecem estar muito bem desenvolvidas entre as elites cognitivas  europeias (isto é, aqueles com as maiores capacidades inatas em cada tipo) ou de descendencia. O talento criativo europeu talvez seja o maior diferencial deste grupo em relação ao resto assim como também o seu tremendo sucesso civilizacional.

Vale ressaltar que para que uma civilização possa florescer completamente, é necessário que muitos fatores circunstanciais ou ambientais, assim como também momentos de sorte, estejam em conluio para com este tipo de macro-transcendencia coletiva. Sabe-se que muitas vezes, a civilização europeia esteve a beira de sua extinção, durante a expansão dos impérios mongol e otomano …  e como por exemplo mais realista, nos dias modernos, em que estamos vivendo.

Talvez não precise me alongar mais neste texto, se o x da questão eu já consegui encontrar. Sim, a inteligencia coletiva dos povos europeus se destaca por causa de sua tendencia para o equilíbrio e com uma grande presença de talentosos e genios em todas as categorias cognitivas, mas talvez eu ainda tenha de delinear com mais precisão (pedante) o porque desta minha impressão.

Apesar das realizações já estabelecidas e conhecidas, as populações nórdicas parecem ter produzido menos do que comparado a outros povos europeus (não em termos per capita, mas ainda assim, não muito impressionante). Em termos artísticos e por exemplo, arquitetonicos, nada se compara ao genios italianos da renascença, estes que também se destacaram  maravilhosamente pelo talento nas artes. Este período de esplendor criativo europeu, pode ser melhor explicado por fatores ambientais positivos e com uma pequena porém importante participação genética. Sim, é possível que a tensão intra-racial existente no norte e centro italianos (mistura de subraças europeias como os nórdicos, dináricos, mediterraneos e alpinos), possam ter reverberado nesta potencialidade criativa, que com uma grande quantidade de fatores ambientais favoráveis, tornou possível a emergencia para fama, de muitos mestres das artes, da filosofia e da ciencia. Um bom ambiente não pode modificar os genes das pessoas e faze-las mais espertas, mas pode ser útil para encontrar e catapultar o genio. Também pode ser útil para fazer o genio se concentrar em suas habilidades mais inflamadas.

A capacidade corporal-sinestésica também está equilibradamente bem distribuída entre os europeus e seus descendentes, sem falar nas olimpíadas e nos muitos esportes inventados pelo genio europeu.

O componente nórdico, especialmente em mescla com outras subraças europeias, parece ser o toque de mestre na produção de genios criativos europeus. Mas não bastam por si só, porque o aparecimento de indivíduos geniais depende de muitos fatores, biológicos (para a produção de genios biológicos, que todos eles são) e ambientais (fatores circunstanciais favoráveis para o desenvolvimento, externalização e uso do talento dos genios). O fenótipo raro do genio, especialmente o criativo e o científico, costumam depende de muitos fatores biológicos de natureza epigenética como a idade mais avançada dos pais, uma predisposição para psicopatologias, dentre outros. O aparecimento do genio equivaleria a um milagre ou sorte, como quando um conjunto de condições de diversas naturezas se combinam para produzi-lo.

A inteligencia existencial parece estar muito bem desenvolvida entre as classes filosóficas europeias, isto é, aqueles que realmente podem ter o direito de se auto denominarem filósofos, onde se exclui qualquer um que ao invés de usar a sua capacidade analítica e perceptual muito alargada como senha para pertencer a este grupo, mascará a sua vigarice por de trás de papéis estéreis como ”diploma de filosofia”. Não se fazem filósofos, nunca se fazem seres humanos, se fazem condições ideais para que os seres humanos possam expressar as suas culturas neurológicas, inatas, específicas e limitadamente plásticas.

Sendo o europeu muito diverso, deve-se sempre especificar sobre quais tipos cognitivos e comportamentais a que estaremos falando.

A inteligencia naturalista europeia também está muito bem desenvolvida em suas classes cognitivas de especialização, vide o potencial científico de muitos europeus. Nesta grande diversidade, os tipos mais estúpidos assim como também, diversos tipos de estúpidos, também serão mais comuns de serem notados. Ao contrário do leste asiático, que parece mais ponderado mesmo no erro, os mais estúpidos também tenderão a nascer entre os europeus.

Mas qual seria então os pontos fracos dos europeus*** O calcanhar de aquiles que os tornam tão vulneráveis a manipulação de grupos estrangeiros**

A inteligencia interpessoal europeia também é equilibrada e com a sua respectiva classe de genios sociais, mas com relação a inteligencia intrapessoal, eu vejo talvez a mais contundente e menos equilibrada entre todos os tipos. E pasmem, se estiver correto, então a mais equilibrada e engenhosa das variedades humanas, serão mais deficientes, justamente em um dos mais importantes aspectos cognitivos humanos, a capacidade para o autoconhecimento. Paradoxal pensar que nas populações com a maior proporção de genios, seja desprovida desta capacidade.

E se o asquenaze judeu é realmente muito inteligente neste aspecto, então pode ser possível que tenhamos encontrado a substancia química judia que altera a mente coletiva europeia, a deficiencia na capacidade de autoconhecimento. Esta forma de estupidez abre espaço para todos os problemas europeus como a tendencia de impressionamento e posterior hipnose, a capacidade de aceitar inconscientemente, diferentes tipos de realidades.

A relação entre este déficit e a potencialidade europeia para o genio, parece ser menos linear do que imaginamos. No mais, encerro esta série de textos, por enquanto…

Pai yuppie, filho hippie

Eu tenho a impressão de que seja muito comum que um casal de ”yuppies” ou de tipos semelhantes, ‘de’ alto qi  (elevada inteligência técnico-quantitativa) mais algumas características de personalidade condizentes com o perfil, possam estar mais predispostos para produzir uma prole de potenciais ”hippies” ou ao menos de filhos que não herdarão a mesma predisposição comportamental para aquisição de dinheiro (estabilidade financeira). Esta possível tendência parece se relacionar com as diferenças entre os intelectualmente obsessivos e os intelectualmente interessados.

Também parece se relacionar com as diferenças entre os tipos de altamente inteligentes e criativos, em que a maior parte dos yuppies, seriam de alto empreendedores, enquanto que muitos de seus filhos, seriam de superdotados e de criativos. Mediante às características dos 3 tipos, parece fazer sentido que pais yuppies, possam ter forte predisposição para gerarem filhos ”hippies”. Eh a evolução.

O aumento da complexidade cerebral e o declínio da adaptabilidade contextualmente ‘primitiva’

As características dos intelectualmente interessados, que geralmente serão de pessoas com inteligência técnico-quantitativa (qi) acima da média e de neurologicamente comuns, são uma das principais razões para o  seu sucesso adaptativo nas sociedades complexas humanas. Até um determinado limite, o aumento da complexidade cognitiva, será uma forte vantagem de sobrevivência, adaptação e sucesso reprodutivo. A partir deste limite, quando o interesse intelectual se transforma em obsessão, esta multifuncionalidade vantajosa  dará lugar às desvantagens contextuais causadas pelo aumento ”excessivo” da complexidade cognitiva. E quanto mais complexa for a máquina, maiores serão as chances de ”erros” mas também de acertos raros e poderosos.

Tal como mostra este excelente texto que postei, os gênios geralmente costumam vir de famílias com um excesso de sucesso empresarial e reprodutivo e portanto, de elevado fitness para adaptabilidade contextual. No entanto, tem sido observado que muitos dos gênios historicamente reconhecidos vieram de  famílias que já se encontravam em franco declínio financeiro. Sabe-se que o acúmulo de dinheiro é fundamental para a a construção de um ambiente estável e posteriormente para a constituição familiar. Os yuppies, que seriam praticamente como ”adoradores de dinheiro”, parecem ser uma espécie de evolução primitiva da inteligência humana como adaptação aos ambientes alargados, competitivos mas também cooperativos que se consistem a maior parte das sociedades ”modernas”.

A energia dos pais ”alto empreendedores” que encontrar-se-á bem distribuída nos ‘meios’ social, intelectual, cognitivo e financeiro, produzindo os tipos perfeitos de seres humanos, a evolução final da bio-cultura, quando os fenótipos vão se adaptando por seleção às culturas dominantes,  em seus filhos, tenderá a se concentrar principalmente em motivações intrinsecamente intelectuais ou artísticas, podendo produzir  desde os tipos à la São Francisco de Assis, até aqueles que só serão bem menos interessados na ”dobradinha evolutiva e adaptativa” de seus pais, estabilidade ambiental (financeira) e constituição de famílias,  ou seja, sem transcendências extremas.

O maior pesadelo de qualquer dinastia financeira é a de que seus filhos ou a maioria deles, nasçam com um excesso de complexidade mental, que já está presente em doses homeopáticos nos pais e provavelmente, este cenário parece ser muito comum de acontecer em famílias de altamente inteligentes, onde o bio-fogo do testosterona, poderá produzir desde o magnata do mercado financeiro até o mártir filosófico e espiritual.

Mãe verbal, pai não-verbal**

Famílias muito bem sucedidas financeiramente ou com potencial, parecem ser fruto de um modelo sexual-cognitivo clássico, onde o pai apresentará um tipo de inteligência mais masculina ou seja, não-verbal e portanto mais hábil para com os números, enquanto que a mãe tenderá a demonstrar grandes habilidades verbais. Se a inteligência verbal é uma herança principalmente da mulher, ou que é transmitida via matrilinear, então parece haver a necessidade de que a mãe seja uma mulher muito verbalmente inteligente além de apresentar outros aspectos positivos de personalidade para que possa passá-lo para os seus filhos. O pai com uma inteligência geral alta mas principalmente com uma maior habilidade na parte não-verbal, tipicamente masculina, pode contribuir para a conformação de um modelo mental e comportamental ideal para o sucesso financeiro e reprodutivo. É claro que os cenários são variáveis e vou lhes contar um segredo: meus pais são assim, 😉

Mas isso faz muito sentido. O homem inteligente e que é potencialmente hábil para ganhar boas somas de dinheiro, que é a ‘técnica’ mais importante para a adaptação humana em sociedades complexas, provido por um tipo ideal de personalidade, sexual e comportamental, que se casa com uma mulher femininamente inteligente, isto é, com grandes habilidades verbais, o acoplamento clássico, onde já pode haver um excesso de mutações incomuns que os produzem e resultar em proles mentalmente complexas. Mas claro que uma pitada de predisposições incomuns e heterozigotas tais como o histórico de transtornos mentais, são muito importantes para dar o toque de chefe nesta culinária evolutiva.

Pais conformistas, culturalmente proles e tecnicamente inteligentes (muitos destes, que serão de alto empreendedores) apresentam forte tendencia para produzirem crias de artistas, inconformistas, filósofos (ou candidatos em potencial), genios, assim como também toda a sorte de tipos ”degenerados” como os esquerdistas.

A evolução (natural) cognitiva humana é a sua complexidade

Eu tenho observado que em muitas famílias de alto empreendedores, incluindo a minha,  a individualidade parece ser a característica fundamental que unem seus filhos. Na minha família, eu sou completamente diferente dos meus outros dois irmãos, um deles que é um esquerdista, digamos, beirando ao fanatismo ideológico. O outro, é do tipo ateu super masculino, o geek sem personalidade rotulável pré-definida.

O gráfico acima, de Paul Cooijmans, mostra que o aumento da complexidade mental humana inevitavelmente caminhará para produzir tipos raros de perfis de personalidade cognitiva (isto é, inteligencia per si). A minha ideia de ”antropomorfia” ou individualização humana, provocada pelo aumento da complexidade mental, resultado direto da evolução da percepção cognitiva, tornando-se mais e mais intensa e realista. No entanto, como o ser humano se apresenta bastante diverso em sua cognição comportamental e intelectual, este aumento de intensidade perceptual não se fará plenamente uniforme em todos os indivíduos providos de um maior intelecto pelo fato de haver uma universalidade quanto ao desenvolvimento assíncrono das características cognitivas e comportamentais.

Além das diferenças qualitativas, o aumento da complexidade mental em indivíduos neurocomuns (neuroatípicos também) pode resultar no comportamento hardcore esquerdista. Pense em um homem com um corpanzil de gorila e uma fraqueza de desnutrido. Agora vamos acoplar esta analogia ao esquerdista que está bio-cognitivamente equipado com uma ”motivação intrínseca” para idealizar e enfatizar abstrações, mas SEM a capacidade de entende-las. Existem pessoas que são cognitivamente inteligentes mas que não são intrinsecamente motivadas para a cultura neurológica da mesma, isto é, estudar e debater ideias, conceitos, matemáticos ou filosóficos, etc… Da mesma maneira que também existem pessoas que não são cognitivamente inteligentes mas que são intrinsecamente motivadas. O esquerdista médio parece pertencer a esta segunda categoria.

O soldado estúpido cheio de energia pra disparar, quer dizer, pra dar, que Napoleão tanto desprezava. O esquerdista mediano seria mais ou menos como o pior soldado dos exércitos revolucionários, que ou aquele que está cheio de energia mental, mas que não tem capacidade de direcioná-la de maneira objetiva, realista e eficiente, se perde no mundo das abstrações, a famosa prisão abstrata que eu já descrevi.

Mas talvez eu esteja sendo muito carrancudo para com nossos amigos de vocabulário acima da média, mas de pobreza em pensamento abstrato-perceptual, e na verdade, eles só sejam um dos resultados da individualização da mente humana, por meio do aumento de sua complexidade. E sabemos que o incremento da complexidade em máquinas, as torna mais vulneráveis a ”erros”.

Pais ”conservados” podem produzir filhos ”degenerados”

O termo conservadorismo, se oriunda da palavra ”conservação”. E esta ideia parece se relacionar justamente com as fortes predisposições neuro-culturais dos seres humanos mais conservadores. O princípio da conservação como método de auto-replicação  por meio da reprodução. Aqueles que estão no oposto político-cultural dos conservadores ou conservados, seriam os esquerdistas ou ”liberais”, uma terminologia muito mais condizente para com suas culturas neurológicas. O princípio da ‘liberdade’ tende a produzir a degeneração ou a decomposição, porque enquanto que o conservador equivaleria ao fogo que conservado ou concentrado, se torna suficientemente forte para se espalhar (replicar), a liberdade por sua vez, se basearia na decomposição, enfraquecimento do próprio fogo, porque ao contrário do sacrifício em prol da auto replicação genética, o liberal se sacrificaria em prol de si mesmo, como a chama que se apaga, justamente por causa do excesso de auto-uso. O narcisista liberal e o preconceituoso conservador. O conservador que precisa discriminar os ”degenerados”, auto-decompositores (auto-centrados) por aqueles que comunguem com as mesmas predisposições de auto-conservação. E o liberal narcisista, que não pode aceitar a ideia de deveres acima dos direitos ou como um meio para se adquiri-los, visto que só pode viver para si mesmo. O fogo que se apaga e o fogo que se expande.

A aberrante estupidez de James Watson e a proporção objetivamente significativa de estupidez que acomete muitos inteligentes

 

Não, não, não é elementar, meu caro Watson. No ano de 2007, quando não tinha internet disponível para ler ”aquilo que quisesse” e enquanto via o mundo entrar em uma psicose cada vez mais grave em relação ao ”politicamente correto” ou ” polícia do pensamento”, eu me tornei altamente sensível e crítico a todas essas mentiras, vomitadas a exaustão pela ”mídia” e replicadas pelos papagaios de inteligencia simplória, isto é, boa parte dos meus parentes e conhecidos. Me lembro  que quando comecei a usar a internet, na faculdade, especialmente, a notícia ”controversa” sobre as declarações racistas do ganhador de Nobel,James Watson, ainda estavam frescas e dando muito ”pano pra manga”.

Minha irritação se deu principalmente por causa do pedantismo e falta de sabedoria por parte de um grande número de pessoas que se atreviam a ”debater” sobre este assunto, aqueles que mal sabem o que a palavra ”raça” realmente significa e que nunca tiveram curiosidade ou ao menos, responsabilidade para, saber o que é e deduzir por conta própria, com base em lógica intuitiva, o que se consiste. A supressão de Watson foi desmedida, no entanto, as suas declarações foram de igual natureza.
Quando um dos descobridores da dupla hélice do DNA fez uma afirmação que deixou a entender que ”todos os negros são intelectualmente inferiores”, ele não apenas colocou a sua cabeça a premio por dizer isso, vá lá, uma verdade parcial, mas também porque não foi suficientemente hábil e correto com as palavras.
Watson também já deu outras declarações incrivelmente estúpidas tais como ”as mães devem ter o direito de escolher se seus filhos nascerão homossexuais ou não”.
Outras declarações, que se aproximam da ignorancia abjeta, perversamente dirigidas a sua única colega mulher do seu antigo trabalho,Rosalind Franklin, que algumas ”más” línguas dizem ter sido uma das principais responsáveis pela descoberta, que foi diretamente endereçada a Watson e a Francis Crick, também são uma prova triste daquilo que disse em um texto anterior, a de que ser inteligente não é a certeza de não ser estúpido em ao menos, algum aspecto cognitivo. E Watson, se realmente foi o principal responsável por esta grandiosa descoberta, nos mostra que esta dissociação é verdadeira e geralmente terá implicações graves.
No ano de 2007, Watson poderia ter dito algo diferente do que disse em relação as diferenças raciais em inteligencia. Mesmo que o assunto tabu causasse mal estar a elite reinante e ”sensível”, a moderação, o jeito com as palavras e uma análise holística e correta, poderia resultar inclusive em alguns resultados bastante proveitosos. Qualquer um que seja hábil com as palavras, pode convencer as pessoas de qualquer coisa. São as emoções positivas que conquistam os seres humanos e não as emoções negativas.
Quanto mais inteligente se tornar o ser humano, mais holístico e complexo se tornará.
A barganha é uma prática psicológica importante. Voce não pode tirar todo o chão das pessoas que acreditam na igualdade humana, primeiro, porque elas não estão 100% erradas quanto a muitas de suas convicções, segundo, que estas predisposições são anteriores ao pensamento racional e crítico, isto é, antes que possam decidir sabiamente, por livre arbítrio, qual perspectiva que mais se aproxima da perfeição, já terão sido engolfadas por suas configurações cerebrais idealistas, dogmáticas e pacíficas e terceiro, que ao tirar algo de alguém voce precisará preencher este vácuo com outro ”presente”, como maneira de manter o equilíbrio.
A afirmação de que todo negro seja intelectualmente inferior a um branco não se consiste na plena verdade, porque nota-se com evidencia, que apesar da regra, existem exceções, algumas vezes que serão acachapantes. Portanto, a exemplificação dos seus empregados usada por Watson quanto a inferioridade intelectual deste grupo, foi uma maneira torta, grosseira, estúpida, tacanha e anti-sábia de usar as palavras. Eu mesmo conheço (e conheci, uma que já se tornou eterna como as estrelas mortas) muitos negros e mulatos que destoam abruptamente da média, que de fato, mostra-se contextualmente desfavorável a esta população. E eu falo de contextualidade, porque isso não significa que será sempre assim e que a evolução, pode caminhar para vários fins, regredir, enfim, basta apenas que uma população com certas similaridades intelectuais ou fisiológicas, sejam mantidas isoladas e que procriem uns com os outros. Tudo pode, porque existe diversidade de escolhas e porque existe a hereditariedade. A hereditariedade não prova o racismo ou a incapacidade de mudar, para melhor, pelo contrário, prova que, apesar de certa demora, nós podemos modificar uma população apenas por seleção diferenciada.
Portanto, a primeira patada da cavalgadura inteligente, chamada James Watson, provou-se errada, ainda que tenha dito alguma verdade, a sua derrota para um debate honesto e civilizado, começou por ele mesmo, quando resolveu falar com acidez e simplificação grosseira sob algo que é mais complexo e que merece melhor cuidado no trato.
A segunda afirmação de Watson, sobre homossexualidade, é bem típica dos neodarwinistas conservadores. A maior parte deles se consistem em  homofóbicos racionais, que nutrem uma ansiedade para ver a variação natural do comportamento sexual humano, reduzida ao ”papai e mamãe, abençoado por Deus”.
Nota-se que é evidente que as mães não tem o direito de decidir pelo comportamento neutro do seu filho. Elas não podem decidir se seu filho vai gostar de homem ou de mulher, se será religioso ou secular. Talvez, se possa decidir se a criança nascerá psicopática ou não. Também poderá ser possível decidir se o filho nascerá honesto, criativo e inteligente. No entanto, ainda é cedo para expurgarmos a psicopatia e seu espectro, totalmente do nosso convívio, se alguns dos seres humanos mais inteligentes e perspicazes do mundo, podem comungar, tanto com as características dos neurotipicos quanto com as características cognitivas positivas dos ‘psychos’. E muitos destes tipos, não serão de criminosos baratos ou mesmo de ”colarinho branco”. No mais, a redução significativa da psicopatia, pode ser uma boa maneira de reduzir a criminalidade e os demais conflitos humanos sem sentido. Redução e não eliminação total.
As características da ”tríade sombria” da personalidade humana, poderiam nos ajudar a combater possíveis ameaças extraterrestres, enfim, todas as mentes humanas podem oferecer algum propósito, vantagem, para a melhoria do nosso convívio assim como também pela melhoria de nossas defesas.
No mais, Watson pertence ao grupo, particularmente grande, de neodarwinistas de alto qi, religiosos e conservadores, que são apaixonados pelos genios da humanidade mas que desprezam com veemencia, muitos dos traços comportamentais que os acompanham, tal como a tendencia para a sexualidade fluida.
Como resultado, nós temos Watson e cia (muitos blogueiros hbds desta estirpe) falando sobre ”genialidade, genios, criatividade”, sem entender o que isso geralmente significará, também em termos comportamentais.Muitos genios do passado foram de homossexuais ou ao menos, de sexualmente fluidos. Inclusive, quando Watson e cia vierem com uma caravana para visitar Roma, eles poderão agraciar a beleza e grandiosidade do teto interior da capela sistina, que foi projetada por um genio, e, homossexual, Michelangelo.

Sim, tal como eu sempre falo sobre a maldita conveniencia humana, é de costume dizer metade da verdade, aquela que melhor servir a sua ideologia, ”religião” ou moralidade subjetiva, deve ser exaltada. No entanto, os ”inconvenientes pormenores” devem ser desprezados. Portanto, para
brancos nacionalistas,
neordarwinistas conservadores (muitos hbds)
bem como para o senhor Watson,
Michelangelo serve para ser visto como
um genio
um genio branco
um genio branco e europeu
…mas não serve para ser visto como um genio branco, europeu e homossexual.
O neodarwinismo não deve ser culpado unilateralmente, porque todos nós projetamos nossos preconceitos em relação a quase tudo. Como resultado, tenderemos a discriminar desfavoravelmente certas particularidades porque não ”a temos”, ao menos que não estão expressadas.
Da mesma maneira que para um professor de artes liberais de alguma Ivy americana (principais universidades americanas como Princeton e Harvard), o exato oposto poderá ser pensado, onde a homossexualidade do pintor, será vista como muito mais importante do que a sua etnicidade e mesmo, a sua genética.
Watson não pára por aí. Continuando com suas patadas ignorantes, ele mais uma vez, assina embaixo a sua tendencia hbd, isto é, neodarwinista, conservador e eugenista simplório, do tipo anti-criativo que adora falar sobre criatividade, mas não a entende organicamente… Como resultado, ele não entende que o mundo não teve culpa dele ter tido um filho esquizofrenico e de não ter sido um bom pai, isto é, INTELIGENTE, buscando o lado positivo dos limões mais azedos que sua amada natureza lhe deu. E mais, se dependessemos da ”sabedoria de quartel” de Watson, a genialidade seria extirpada da face da Terra, antes que os jovens de hoje, adquirissem cabeleiras grisalhas, platinadas, como meu pai adora dizer. Basicamente, porque esta cavalgadura sexagenária já sugeriu que as famílias com histórico e casos de transtornos mentais se esterilizassem.
Terman não perdeu nada ao rejeitar o suposto genio Watson, ainda que seu trabalho também tenha sido uma caixa de equívocos que até hoje são replicados nos ambientes que deveriam ser laboratórios bio-sociais dos verdadeiros empreendedores criativos mas parecem servir para os egos de auto-declarados ”genios -de- alto qi”.
Como eu já sugeri antes, não devemos pensar nos transtornos mentais apenas ou especialmente como doença, mas como excessos mentais, que em doses homeopáticas, eleva a inteligencia e a criatividade humanas. Se está claro que os maiores inovadores da humanidade tenham uma grande tendencia de nascerem em famílias que compartilham histórico de transtornos mentais, então já parece claro o que teremos de fazer para que mais genios, semigenios, criativos e altamente inteligentes nasçam e melhorem nossas sociedades.
James cavalgadura Watson, deve ter ficado impressionado com o seu único filho esquizofrenico ( ATUALIZAÇAO, JAMES WATSON TEM MAIS UM FILHO, QUE NAO EH CRIATIVO NEM ESQUIZOFRENICO ). Como um homem que se tornou um destes ”estudiosos sobre autismo e esquizofrenia” pode dizer uma bobagem dessas sem ao menos explicar a importancia da manutenção destas expressões genéticas em doses homeopáticas e isso sem falar que como Lombroso disse em seu livro, do qual eu tenho divulgado bastante, os genios ”insanos” foram justamente aqueles que deram as maiores contribuições a humanidade e não os ”genios sãos”, isto é, aqueles com manifestação menos aberrrante de excessos mentais. (Obs., modifiquei esta parte do texto porque de fato, Watson tem mais um de um filho, que não é esquizofrenico, isso não muda em nada a realidade que estou expondo.)
Conclusão, Watson deveria ficar com a boca bem fechada. Suas declarações beiram a estupidez abjeta. Isso sem falar sobre possíveis desdobramentos quanto ao seu real merecimento do trabalho que o tornou mundialmente conhecido.Será**
Se dependermos destes ”eugenistas” anti-criativos, não-criativos, de meia tigela, neodarwinistas, que acreditam que exista uma linha do equador, um trópico de cancer, um meridiano de Greenwich, que separa superdotados por pontuações em testes superficialistas de inteligencia, que não medem a capacidade das pessoas em usar a suas inteligencias no mundo real, a genialidade será eliminada da piscina genética humana.
No próximo texto, eu vou falar justamente sobre alguns equívocos que as pessoas tendem a cometer em relação ao pensamento que produz inovações, sobre a sua simplicidade, ao invés da popular ideia de que o pensamento criativo seja sobre-humano para a maior parte das pessoas. Uma nova maneira de educar.

Síndrome de Maria Antonieta

‘Burra”, mesquinha e narcisista…

Eu já comentei sobre a natureza proto-psicopática que a maior parte das ditas ”celebridades” parecem ser providas. Agora, eu vou sugerir uma nova maneira de entender este fenótipo de ”psicopatas-de-jardim” (expressão que quer indicar, que ou aquele que se situa dentro do espectro da personalidade anti-social).

Maria Antonieta, a famosa rainha francesa, que foi decapitada, guilhotinada durante o início da Revolução Francesa, é um exemplo cabal de alguém que se caracteriza cognitivamente como narcisista e estúpida. Nem todo narcisista será estúpido, na verdade, boa parte dos genios historicamente reconhecidos foram de altamente narcisistas. Geralmente, a personalidade criativa se alinhará ao narcisismo. O próprio ato de criar algo, depende da vontade de se auto expressar, ou seja, de se mostrar aos outros. Infelizmente, boa parte dos inovadores, podem usar seus talentos criativos, por motivações mais mesquinhas do que sábias, ainda que faça parte do jogo porque a primeira coisa que o altamente perceptivo observa, é a si mesmo. No mais, quando o narcisismo não se relaciona nem com criatividade, nem com inteligencia, tenderá a ser quase que unicamente relacionado com estupidez. Em média, o narcisista tenderá a ser um anti-sábio, alguém que exagera as suas forças, as suas qualidades e a partir disso, constrói um frágil castelo de percepções equivocadas de si próprio.

Uma outra característica que está presente entre aqueles que ”padecem” da ”síndrome da Maria Antonieta”, é a busca pelo status, nada mais nada menos que a realização mais importante na vida de um narcisista, a fama.

Portanto, um ”buscador por status” e estúpido, será um portador da síndrome da Maria Antonieta. A maior parte das ”celebridades” padecerão desta lamentável condição humana, visto que além de buscarem a notoriedade vazia de substancia objetiva, real e harmoniosa, adoram aparentar, mais do que ser (por exemplo, quando fazem caridade em frente a holofotes), também tenderão a ser estúpidas, porque afinal de contas, quem não tem consciencia do papel de vampiro, de parasita fútil que está a fazer diante da sociedade e dos possíveis perigos que isto poderá acarretar, como a revolta da população comum quando se tornarem conscientes da mordomia desmedida e extremamente injusta com que estes ”jumentos de garimpeiro” se enfeitam, não será capaz de principiar pelo pensamento sábio e holístico, além de ser desprovido de real empatia. Maria Antonieta perdeu a cabeça por causa de sua incapacidade de enxergar algo além de seu umbigo.

Inteligente ou criativo demais para produzir algo valioso ou para ser selecionado pela ”’elite”….

Todos os extremos virão com grandes benefícios, grandes custos e muitas vezes, com os dois. Os extremos da capacidade cognitiva humana geralmente se caracterizam por uma combinação de extremos em excelência e deficiência intelectuais.

Nas sociedades ”modernas, requisitos pré-determinados como úteis, justos e abrangentes, são usados como filtro para selecionar as pessoas que irão ocupar cargos, que são em sua maioria de natureza burocrática, isto é, que são técnicos e trabalham pela manutenção do aparato civilizacional em que se está inserido.

A maior parte das pessoas que conhecemos, inclusive muito de vocês que leem este blogue, se encaixam neste perfil. É claro que como somos uma espécie com tendências para especialização individualizada, então nós precisamos ter uma plasticidade comportamental ou adaptativa para que possamos nos inserir dentro do contexto social que apresentará suas respectivas demandas cognitivas de cooperação, tanto para especificidades como para mobilidade comportamental.

A natureza valoriza o equilíbrio, não os extremos. As sociedades modernas também valorizam o equilíbrio de elementos, tanto para o funcionário burocrata de classe média, que poderá ter uma vida sem atropelos financeiros, assim como também para aqueles com sede de poder, que ocuparão o posto de ”elite” (ainda que a maior parte destes, serão menos equilibrados do que as classes médias). Se você é um ser em equilíbrio, então é pouco provável que será alguém muito criativo.

Partindo da lógica, ”extremos são quase sempre ruins” então, pode-se afirmar que aqueles que são OS MAIS, qualquer coisa, poderão pagar um preço mais alto por isso… E e este preço pode vir com juros que são as ”circunstâncias ambientais desfavoráveis”.

Ser muito alto ou muito baixo é no geral, pior do que ter uma estatura média. Claro que, quando uma pessoa nasce com uma determinada condição potencialmente desfavorável, ela caminhará para lutar por sua sobrevivência e adaptação. Mas isso não significa que sua luta não será mais difícil que daqueles que estão em melhor conformidade com  a norma, seja para qualquer característica.

Se o excesso é ruim, então, mesmo as características mais ”valorizadas” pela humanidade, também serão contextualmente ruins, se forem manifestadas de maneira extrema.

Portanto, os MAIS INTELIGENTES, os MAIS CRIATIVOS, dentre outros tipos extremos com excesso de ”dons”, podem estar em maior desvantagem para externalizar e produzir através de suas habilidades, do que aqueles que são menos excepcionais.

O mais inteligente, segundo a teoria das super excitabilidades de Kazimiersz Dabrowski, será potencialmente, uma pessoa, que vivenciará a sua transcendência pessoal de maneira intensa, introduzindo em tudo aquilo que interage, o seu dom excepcional, ou seja, a sua inteligência. Agora imaginemos este tipo, morando em uma cidade como São Paulo, grande, caótica, desigual, violenta, poluída… As pessoas em maior equilíbrio de ”elementos” cognitivos (psicológicos e mentais ou intelectuais), apresentarão ”uma maior tolerância para o mal” do que alguém que seja ”inteiramente inteligente”. Uma falta de excesso de dons, poderá significar, uma maior capacidade adaptativa. Mesmo vivendo em um ambiente deprimido e complicado tal como a cidade de São Paulo, aquele que é mais equilibrado em inteligência, poderá tirar algum proveito desta situação, desprezando a enorme quantidade de eventos injustos que acometem esta mancha urbana diariamente, enquanto que o mais inteligente, poderá caminhar para uma paralisia moral, se se sente impotente por não ser capaz de solucionar de imediato os problemas sociais com os quais está a interagir, se observa que as pessoas não se tornam racionais por educação, mas porque são cognitivamente impossibilitadas e como consequência, será incapaz de convencê-las quanto aos seus pensamentos, uma grande dificuldade de comunicação por causa da diferença de níveis. Se a moralidade aguçada e justa é um dos principais traços comportamentais dos mais inteligentes, então, realmente pode ser possível que muitos deles se tornem completamente incapazes de interagir dentro dos ambientes sociais em que estão, e de ”vencer”, por meio de um bom emprego e a construção de uma bela família ou mesmo, na construção de uma carreira imponente nas artes, nas ciências ou na política.

O CRIATIVO DEMAIS…

A criatividade cognitiva  bem como as suas manifestações mais elevadas, se caracterizam por grande densidade diária de novas ideias ou associações remotas, grande sensibilidade ambiental ou ”inibição latente reduzida”, grande vontade de experimentação ou abertura para sensações e igual tendência para a construção de um excelente código moral, incompatível com o mundo em que vivemos.

Aquele que é criativo demais, também poderá ser muito inteligente (ainda que possa não ser O MAIS inteligente), e poderá se ver em uma situação bastante desfavorável, especialmente no mundo moderno. Em um mundo com enorme quantidade de estímulos ambientais, que são o resultado do avanço tecnológico, os mais criativos poderão se ver na encruzilhada de escolher pela consolidação de uma carreira ou pela busca desenfreada de sensações e de percepções. Ainda há espaço para o talento do gênio criativo, nas artes de todos os tipos, mesmo que as vagas sejam muito poucas e que certos favorecimentos tenham o potencial de prejudicar a externalização do talento genuíno. No entanto, para o gênio criativo que está mais inclinado para a ciência ou ”observação analítica” do mundo e de seus fenômenos, haverão ainda menos vagas disponíveis que poderão ser preenchidas. Alguns grupos de excepcionais, se tornaram párias cognitivos dentro de ”nossas” sociedades técnico-burocráticas, porque seus respectivos talentos são muito raros e porque quase não existem nichos ocupacionais especializados para eles.

Algo de interessante tem acontecido no mundo. Na época de Galton e Cesare Lombroso, dois nomes dos quais  eu tenho falado muito aqui, especialmente o segundo, sabia-se que existia uma relação muito profunda entre a genialidade criativa e as predisposições psicopatológicas. Não era apenas um movimento romântico, na tentativa de romantizar a ”doença mental”, visto que, os mesmos padrões de excentricidade e talento, já haviam sido notados muitos anos antes.  Foi uma constatação retida de observação analítica e de lógica racional. Os excepcionais são extremos e os extremos são desequilíbrios.

Em sociedades menos burocraticamente reguladas, havia uma maior meritocracia para o gênio criativo, ser notado e de suas inovações serem usadas em prol da sociedade. Como sempre, os gênios filosóficos que eram contrários à ordem estabelecida daquelas épocas anteriores à nossa, poderiam sofrer com ostracismo, mas nada se comparava com o que está acontecendo hoje em dia. Possivelmente, o aparecimento do ”socialismo” no século XIX, pode ter contribuído para dar o prego no caixão dos gênios. Eu já sugeri em um texto anterior (uma frase muito comum aqui no blogue, rsrsrs) que a genética da genialidade se assemelharia à desigualdade social, muitos com pouco e poucos com muito, dinheiro (está para a ) inteligência, analogicamente falando. Em sociedades mais igualitárias, a genética dos extremos, pode ser menos comum, se todos ou a maioria, são mais ou menos iguais em comportamento e inteligência, vide o exemplo da Finlândia que eu coloquei na fotografia que estampou o texto citado. O ”trabalho em equipe”, que muitas vezes, se torna inútil para a resolução real dos problemas ou para a construção de novas ideias, é basicamente a negação do gênio. Muitas cabeças funcionam melhor do que uma??? Muito relativo, nem sempre será assim.

No mundo dos ”gênios de Nobel”, a inexistência ou sub representação de gênios criativos completos dentre os mais altos níveis da realização humana moderna, está em contraste flagrante com o passado, em que o oposto era o mais possível de ser.

Graças ao avanço tecnológico e estrutural (universidades de alto nível), hoje em dia, é mais fácil fazer descobertas ou realizar inovações do que há 100, 200, 2000 anos atrás. Os gênios ”insanos” de Lombroso, que hoje são rotulados de ”duas vezes excepcional” ou ‘twice excepcional” (deficiência combinada com superdotação cognitiva) e que segundo o próprio, foram aqueles que deram as principais contribuições, foram quase que integralmente substituídos pelos gênios ” sãos” assim como também por um exército de termites, que popularmente são reconhecidos como ”altos qis”.

É de se esperar que em um mundo de aparências, a grande inteligência também necessitará aparentar, aquilo que não é. A utilização de critérios cognitivos ”puros”, que na verdade, se relacionam mais com a ”educação”, do que com inteligência pura, onde grande percepção emotiva e portanto moral, também estará acoplada ao fenótipo, mostra-se ideal para uma sociedade corrupta. Não que os gênios criativos sejam todos de super empáticos, na verdade, é esperado uma grande diversidade de tipos, mas justamente estes tipos, poderiam fazer algo de muito útil em todas as sociedades humanas, mas parece até agora, que por inúmeras circunstâncias desfavoráveis, se encontram ostracizados pelos verdadeiros doentes mentais de qualquer tipo de sistema dogmático, potencialmente cruel, praticamente, todas as pseudo-religiões, mais uma vez, com alguma exceção para o budismo.

O excesso de acuidade moral do mais inteligente ou o excesso de percepções e sensações diárias do mais criativo, que são na verdade, dons excepcionais, podem funcionar como desvantagens naturais em um mundo cada vez mais sem chão e sem ”coração”.

Os impérios caem a partir do momento em que a qualidade (genialidade) é substituída pela quantidade (burocracia).

Melancolia, o desaparecimento deste belo conceito dentro da psicologia e sua importância como componente da personalidade do gênio

O conceito de melancolia, tão popular dentro da psicologia de outrora, praticamente desapareceu desde a segunda metade do século XX.

 

Apesar do mundo moderno e prático em que vivemos, a mente do populacho nunca esteve tão primitiva. Mais do que nunca, vivemos em sociedades onde a maioria das pessoas são incapazes de pensar em ”múltiplas perspectivas” (e isso é uma constatação). Como resultado, se você não está feliz, você só pode estar triste e se você estiver muito triste, então é provável que esteja com DEPRESSÃO.

Depressão é um estado extremo de humor, onde se atingem níveis integrados de sensações que serão tão exorbitantes, que produzirão a incapacitação de uma vida cotidiana temporalmente normal. É como se cada detalhe da mobília de sua casa começasse a te incomodar, quando a sua percepção se reduz àquilo que está ao alcance de suas mãos. Não é a toa que quando as pessoas estão em estado de euforia ou alegria, desenvolvam uma tendência para  se tornarem mais EXPANSIVAS.

No entanto, eu posso estar triste ou reflexivamente pensativo, mas não ao ponto de entrar em um estado de extremo desânimo e descontentamento OU depressão. Quando eu não estou nem efusivo, nem depressivo, eu posso estar ou ser melancólico.

A melancolia simplesmente desapareceu da psicologia e da psiquiatria a partir da segunda metade do século XX. Por um lado isso é bom porque foi menos um fenótipo neuro-minoritário a ser unilateralmente patologizado pelos paquidermes da psicologia (nem todos os que trabalham nesta área são assim, É CLARO). Por outro lado é ruim, porque ao se extinguir a existência de uma condição comportamental, passa-se a desprezar qualquer intenção de estudá-la com mais afinco, afinal, como se poderia estudar ”aquilo que não existe”??

Mas a melancolia existe e é muito mais importante para entendermos a genialidade, a criatividade bem como em relação à pressupostos filosóficos da psique humana, do que os modernos psicólogos poderiam supor. Uma grande proporção de gênios criativos historicamente reconhecidos do passado, foram de melancólicos. Na verdade, parece que todo aquele com grande capacidade cognitiva e grande caráter, precisa ter alguma dose de melancolia. A relação entre esta condição e a excepcionalidade humana é muito alta. A melancolia, quando é muito alimentada, pode causar a depressão, mas nem todo melancólico se tornará deprimido.

 

Melancolia é um estado ou uma condição??

 

A diferença entre um estado emocional e uma condição (sindrômica) é igual à diferença entre comportamento e personalidade, que por sua vez é a mesma diferença que existe entre tempo e clima. (Será que eu preciso explicar mais alguma coisa??.)

A melancolia pode se manifestar em qualquer ser humano, mas existem alguns que são muito mais propensos a vivenciá-la do que outros. Portanto, o grau de predisposição da melancolia, pode variar entre 5% e 95% de probabilidade.

Para algumas pessoas, a melancolia será parte original de suas respectivas personalidades. Para outras pessoas, a melancolia poderá se manifestar mais tarde, provocada por fatores ambientais (circunstanciais) significativos, como a morte de entes ou amigos queridos, crise econômica, ”fracasso” profissional, stress ou até mesmo por causa de contaminação por patógenos.

A personalidade é composta por predisposições originais, das quais estamos fortemente propensos a vivenciar e por predisposições menos fortes, onde que certos gatilhos ambientais poderão ter ou não, algum efeito em nosso comportamento.

 

Melancolia e genialidade

 

Como eu já relatei superficialmente acima, a relação entre melancolia e genialidade tende a ser significativa, especialmente dentro dos ramos da filosofia, da literatura e das artes. Mas não é rara em ”homens de gênio” da ciência. A melancolia, dependendo da personalidade, pode funcionar como um incentivo para a produção criativa, ter um efeito neutro, ser negativa, isto é, deprimir o ímpeto para auto-motivação e produção intelectual, ou pode ser complementar.

No entanto, eu acredito que em todo perfil cognitivo excepcional, principalmente se for aquele que, independente das combinações de ”traços comportamentais”, tenderá a se basear ou a se projetar na cooperação de grupo (a função arquetípica do gênio), a melancolia se encontrará presente, porque a mesma pode ser definida como uma forma de profunda reflexão, que é o resultado de grande percepção holística dos fenômenos que compõe a existência ou ”experiência da vida”.

A manifestação da melancolia tende a se dar como uma resposta ao incremento da autoconsciência. A maior percepção da fenomenologia  da vida que se consiste o ato de viver, metaforicamente falando, reduz a gravidade e torna nossa percepção mais ”pesada”, porque ao contrário do ser humano social naturalmente alienado (o alienista por excelência), o melancólico tenderá a desenvolver uma profunda percepção de tudo, de todos e do todo. E quanto maior for a percepção, mais numerosas serão as dúvidas, maior será a angústia.

Outras pessoas tenderão a buscar por explicações ”mais científicas” para esta condição, como a lateralização anômala que poderá provocar uma organização diferente do cérebro, como maior conexão entre os hemisférios. Os mais melancólicos podem ser mais velozes para capturar problemas no meio em que vivem. Os solucionadores de problemas serão mais melancólicos, mais emocionalmente reativos do que a média, porque serão mais rápidos na captura de problemas ou desarmonias no ambiente e isso será intensificado pela incapacidade da maior parte das pessoas para entender a mensagem do ”solucionador de problemas” e de agirem para solucionar as desarmonias encontradas.

As duas explicações estão corretas mediante as múltiplas perspectivas, visto que uma explicação filosófica retida pela lógica intuitiva (e não por devaneios ou por correlações sofisticadas porém irreais) funciona muito bem como um complemento perceptivo em relação à perspectiva da neurociência.

A relação entre melancolia e estupidez é consideravelmente negativa, porque enquanto que o estúpido é um ser irreflexivo e potencialmente irreflexível (isto é, que dificilmente desenvolverá qualquer atividade mental reflexiva auto-motivada e ou de longo prazo), o melancólico será o exato oposto. Mais do que a própria inteligência, visto que é totalmente possível encontrarmos os famosos ”inteligentes-estúpidos” ou ”idiotas úteis”.

 

Melancolia, sabedoria e inteligência

 

Nos mais altos níveis de inteligência, a melancolia será uma tendência bastante comum, mas é na sabedoria, que se encontra em uma grandeza maior do que a inteligência, que a melancolia terá um papel bastante decisivo. Ao contrário do que diz a psicologia ”positiva”, com sua costumeira patologização de muitos supostos defeitos (potencialmente subjetivos) humanos e a valorização de estados de euforia, socialização ou alegria, a melancolia funciona como um gatilho potencialmente biológico para o questionamento negativo das correntes ou padrões de desarmonia que compõe praticamente todas as sociedades humanas, cada pedaço de ambiente que é ocupado por seres humanos ou que foi modificado por eles.

Mas a maioria das pessoas inteligentes não serão melancólicas e é justamente aí que o alcance dos tradicionais testes cognitivos começa a falhar consideravelmente. A criatividade, na minha opinião, se relacionará com melancolia, tendências psicopatológicas assim como também com a própria ”psicopatologia” (coloquei entre aspas porque é deveras complexo demais reduzir as personalidades extremas como simples patologias) e consequentemente com tendências suicidas.

A ideia de que a melancolia seja principalmente um produto das interações gene-ambiente, não parecem fazer sentido algum quando analisamos as taxas de suicídio ao redor do mundo. Era de se esperar que em ambientes com maior estresse social, com pobreza extrema e violência, as taxas de suicídio fossem maiores do que em nações em que a qualidade de vida é mais alta.

Taxa de suicídio por país.

fonte: wikipedia

Isso nos mostra que apenas a interação humana com o seu meio (extremismo ou determinismo dos fatores ambientais como principal influência do comportamento humano) ou ”ação e reação”, não é capaz de explicar sozinha o porquê das altas taxas de suicídio em nações com boa a excelente qualidade de vida bem como pelas baixas taxas de suicídio em nações pobres e especialmente entre as nações muito pobres.

Suicídio está negativamente relacionado com médias de qi, mas como eu sugeri acima, parece ser positivamente relacionado com criatividade assim como também com melancolia, que aumenta a suscetibilidade para a depressão (ou melancolia crônica) assim como também com a autoconsciência. E quando todas elas estão presentes em um mesmo indivíduo, é muito provável que a genialidade ou ao menos a excepcionalidade humana se manifeste.

Vale ressaltar sempre que médias estatísticas NÃO SÃO afirmações estatísticas. Portanto, correlações negativas não querem indicar que não haja correlação alguma. Quer indicar que em média, a correlação será menos provável de acontecer. O caso do suicídio e qi é emblemático, porque pelo que parece, nos mais altos níveis de pontuação de qi, os traços psicóticos aumentam, e psicoticismo está positivamente relacionado com tendências suicidas.

 

Conclusão

 

Este breve texto teve como iniciativa resgatar o termo ”melancolia”, mas sem ter o intuito de patologizá-lo. Este tipo de ação demente eu deixo para a gentalha pedante que predomina sobre as ciências humanas e especialmente sobre a psicologia.

É fato que existe um estado, condição ou personalidade (depende de caso pra caso) que não se encontrará dentro do ”espectro da euforia” (ou ”alegria”) e nem dentro do espectro final da euforia, onde se inicia o estado depressivo. A melancolia é um traço comportamental que pode ser combinado com qualquer outro, até mesmo com alegria aparente, ou algum tipo de manifestação exterior de empatia ou de simpatia. O potencial de manifestação se dará de acordo com a sua importância hierárquica dentro do quebra-cabeças de cada personalidade. Como eu disse, algumas pessoas apresentam uma personalidade melancólica, e serão fortemente propensas a se tornarem depressivas ao longo do tempo, enquanto que outras pessoas apresentarão uma condição ou estado melancólico, que poderá ser constante porém menos importante em termos hierárquicos de funcionamento da personalidade, que poderá ser o resultado de algum tipo de transtorno pós traumático ou mesmo que poderá ser o resultado de algum tipo de contaminação por patógenos. Os fatores causadores da melancolia são multifacetados e com diferentes epicentros. No entanto, sabe-se que quanto mais forte for a seleção, menos ”instável” ou epigenético, será a hereditariedade de determinado comportamento ou traço qualquer, incluindo os traços fisiológicos.

A melancolia se relaciona consideravelmente com criatividade, genialidade, autoconsciência, predisposições psicopatológicas, psico’patologia” e tendências suicidas. Sua correlação com inteligência será mais ou menos semelhante àquela que tem sido encontrada enter depressão e inteligência, que é a sua ”representante” no mundo moderno. Vale ressaltar no entanto que enquanto que o estado depressivo, encontra-se além do suportável para a maior parte dos seres humanos, a melancolia é consideravelmente menos grave, ainda que possa predispor à depressão, não significa que sempre a causará.

 

Múltiplas inteligências e diferenças raciais (modelo cognitivo coletivo) parte 1

… mas sem bobagem politicamente correta.

A teoria das múltiplas inteligências, foi desenvolvida pelo psicólogo judeu-americano Howard Gardner, nos anos 80, como contraponto à ”teoria do qi” como representante objetivo e conciso de inteligência. Os defensores dos testes de qi acreditam que os aspectos cognitivos mais importantes possam ser encontrados e avaliados em provas de raciocínio puro e ”culturalmente” neutro. No entanto, é interessante notar que não existe um único teste de qi e portanto, a própria teoria que enfatiza os testes cognitivos, não se baseia em uma única perspectiva.

A teoria das múltiplas inteligências por sua vez se baseia fundamentalmente na ênfase dos estilos cognitivos e de personalidade do que com base em uma tentativa de avaliação neutra e ”às cegas”, tal como foram construídos os testes de qi. Portanto, pode-se dizer que a inteligência humana mediante a perspectiva desta teoria, passaria a ser analisada com base em avaliações psicológicas de rotina como método para construir o perfil cognitivo dos ”pacientes”. A teoria de Gardner apresenta grande potencial como complemento importante para as avaliações psicométricas, mas o seu autor, pensou em uma antítese contra o qi ao invés de uma complementaridade para o mesmo. A atmosfera política dentro da ciência, funcionou como um coquetel molotov para aumentar os ânimos de ambos os lados do ”debate” e não como um melhoramento do entendimento humano sobre a inteligência humana.

Gardner e seus amigos de Harvard ( antro ”liberal” ou esquerdista e esnobe) usaram sua nova teoria, naquele contexto histórico recente, como uma maneira de comprovar a ideia liberal e rasa de que ”todos nós temos um gênio dentro de nós” e de que ”as diferenças raciais em inteligência são principalmente mediante uma perspectiva qualitativa (e não quantitativa”). Ainda que não se possa dizer que esta frase se encontre completamente errada, deve-se entender muito bem o significado de cada fragmento de cada frase de efeito (e politicamente carregada) tal como a palavra ”gênio”.

Gênios são muito raros e não estão igualmente distribuídos entre as raças humanas (principalmente no que se refere à inteligência quantitativa, porque em termos de qualidade, cada região terá potencial para produzir diferentes tipos de excepcionalidade cognitiva ou intelectual humana). As diferenças de inteligência sob os mais diversos aspectos da mente humana, são observáveis a olho nu em todos os grupos populacionais. Os testes de qi são melhores para medir certos aspectos cognitivos, ainda que de maneira superficial, e são mais sinceros quanto aos resultados discrepantes encontrados dentro e entre as populações humanas, em qualquer categoria. Mas a ideia das múltiplas inteligências aparece como um complemento enriquecedor, algo a mais, do que como uma ”teoria rival”. Ciência não é competição, é enriquecimento para o entendimento da realidade.

Integração entre qi e múltiplas inteligências

Portanto, partindo-se desta premissa óbvia e estupidamente coesa, iniciarei uma tentativa de integração entre as duas ”teorias” como maneira de enriquecer as avaliações psicológicas e cognitivas. Primeiro vamos reconhecer rapidamente o que seriam as ”múltiplas” inteligências (ou seria melhor, a combinação entre esses tipos de inteligências) que foram descritas por Gardner.

Lógico-matemática,

Linguística,

Musical,

Espacial,

Corporal-sinestésica,

Intrapessoal,

Interpessoal,

Naturalista e

Existencial.

Eu não vou explicar o que cada um destes tipos de inteligências significariam, porque eu já deixei disponível o link da wikipedia, que resume bem esta teoria e além do mais, a maioria delas falam por si só. Primeiro eu vou agrupá-las não-concretamente, isto é, deixando mais de uma ideia pseudo-conflitante bailando pela integração conceitualmente móvel de todos os atributos cognitivos, aka, múltiplas perspectivas.

Inteligência intrapessoal e interpessoal se relacionam consideravelmente entre si (isso parece bem óbvio) e poderiam ser agrupadas dentro dos conceitos de ”inteligência emocional” e ”inteligência social”.

Inteligência existencial poderia ser conceituada também como ” extrema autoconsciência”, porque a autoconsciência humana em níveis moderados é excelente para a adaptação, enquanto que nos mais altos níveis (filósofos, sábios e gênios), tenderá a se transformar em uma espécie de capacidade cognitiva (hierarquicamente superior) reflexiva, contemplativa, do que ativa. Este tipo de inteligência que foi proposto por Gardner, parece se relacionar não completamente com inteligência emocional e social visto que para ambas as 3, torna-se necessário algum tipo de percepção super desenvolvida, seja para as exigências adaptativas sociais, emocionais ou sobre auto-percepção.

Inteligência naturalista parece se relacionar com inteligência linguística, porque ambas partem da premissa inicial do raciocínio analítico. A inteligência linguística baseia-se na apreensão de padrões lógicos (ou de detecção de erros em padrões) principalmente nos aspectos verbais, mas isso se estende a todos os ramos onde o uso de palavras é necessário, inclusive naqueles que se localizam fora das ”ciências humanas” como a biologia ou mesmo a física teórica.

Vocês estão percebendo que apesar da ideia de categorização da inteligência humana em várias tipos seja bastante interessante e correta em muitos aspectos, torna-se improvável de ser completamente coesa, porque todos nós temos todos estes tipos de inteligência. O que nos diferencia a nível individual é como se manifesta o fenótipo cognitivo de cada um assim como também a nível coletivo, com quando nós somos transformados em estatísticas.

Inteligência corporal-sinestésica parece se relacionar remotamente com inteligência espacial. Isso pode explicar o porquê de atletas não terem em média um vocabulário extenso e sofisticado.

Assim como acontece com todas as inteligências que foram sugeridas pelo psicólogo americano, a inteligência musical também se baseia na busca por padrões dentro das atividades específicas das quais se relaciona.

Os dois tipos de inteligência que são parcialmente medidos por testes de inteligência são justamente a inteligência lógico-matemática e a inteligência linguística. Os testes cognitivos estão praticamente represados nos dois tipos de inteligência que são diretamente utilitárias, porque a nossa sociedade se baseia em números e palavras. Os números são usados na construção das cidades ou ambientes antropomorfizados assim como também para as translações financeiras enquanto que as palavras são usadas tanto para a comunicação quanto para a organização total da sociedade. Testes de qi verbal medem o tamanho e a sofisticação do vocabulário, que será usado no meio social assim como também como gestor do sistema. A inteligência linguística encapsula a inteligência matemática, esta por sua vez, é dependente do qi verbal, porque as palavras são mais importantes do que os números para gerir e organizar todas as sociedades humanas. Pode-se afirmar que a comunicação é a principal ferramenta de controle e organização de coletividades.

 Breve auto análise como exemplificação

É interessante pensar que matemática e lógica se correlacionem, mas que, como acontece com toda a correlação, existe uma série de possibilidades de combinações entre elas e com outros tipos de capacidade especializada. Isso acontece comigo. Em termos de capacidade matemática, eu constatei deste tenra idade que a tenho em níveis bem modestos. Posso dizer que eu tenho conhecimento cristalizado de matemática até a quinta ou sexta série. A partir disso, eu me perco. Mas por quê???

Porque assim como eu vejo que em relação às palavras, a relação entre linearidade lógica e aplicabilidade, se tornam cada vez menores nos mais altos níveis, isto é, a maioria das pessoas entendem que as palavras que capturam são ”coisas” ou ”objetivos reais” e tal como uma pedra, não podem ser modificadas em suas essências. No entanto, aos mais altos níveis de inteligência ”linguística” e que neste caso, se relaciona com uma combinação de outros atributos cognitivos em harmonia, os significados das palavras não apenas podem ser modificados, mas eles existem para serem modificados. Em outras palavras, as palavras são ”naturalmente” maleáveis.

Algo parecido deve acontecer para os números e como resultado, eu que não sou um super entusiasta da matemática, constato que os números são ”coisas” ou ”objetos” que por falta de vontade e falta de capacidade, não podem ser modificados. Aos baixos níveis de entendimento, a simplicidade sem complexidade, será traduzida para o ”determinismo”. As coisas são como são, porque eu as vejo assim, porque elas não se modificam enquanto eu vivo e porque eu não tenho a capacidade de imaginá-las sob outros ângulos ou perspectivas.

No entanto, em termos de ”inteligência lógica”, eu vejo que sou muito bom (obrigado! 😉 ) e não me sinto naturalmente privado de praticá-la quando eu quero e nem de melhorar o meu conhecimento que está sob o seu domínio abstrato.

Em uma escala de 0 a 100, eu me daria 30 em matemática e 70-80, em lógica, sendo parcimonioso comigo mesmo neste segundo quesito, algo raro de acontecer, especialmente quando estou eu mesmo no meu íntimo.

A minha inteligência ”linguística” também encontra-se bem desenvolvida (naturalmente predisposta para amplitude de conhecimento especializado), mas com alguma heterogeneidade de talentos e fraquezas. Vocês já devem ter notado que eu tenho o costume de ”derrapar” na concordância verbal bem como em muitas regras gramaticais obscuras de nosso idioma, tão difícil para estrangeiros quanto o romeno é para nós.

É difícil determinar minha capacidade musical, porque enquanto eu percebo em mim que tenho talento para o canto e na composição, nunca tive a curiosidade ou o ímpeto de aprender a tocar qualquer instrumento. Inclusive, eu já disse no blog hbd ”Audacious Epigone” que os seres humanos foram inteligentemente estúpidos ao inventarem os instrumentos musicais, porque eles já tinha cordas vocais que poderiam ser usadas como bio-instrumentos naturais, como ”produtores” de sons.

Em termos individuais, é sempre difícil determinar com extrema precisão o tamanho e a qualidade de nossos talentos e fraquezas, especialmente quando são comparados com outros. Pode-se e deve-se medir a capacidade humana não como um resultado inerte e simbólico, mas tal como se fossem vibrações sonoras.

Não vou me estender ao restante da avaliação porque parece óbvio que tenho altos níveis de desenvolvimento cognitivo para capacidade existencial, intrapessoal e surpreendentemente para interpessoal, mas é ainda mais complexo tentar explicar esta parte. Basicamente, tudo aquilo que tenho falado sobre empatia, honestidade e simpatia, corresponde ao grande erro analítico que é miseravelmente cometido com frequência pela psicologia (eu já disse que a psicologia é sofrível??) Também me sinto acima da média (e isto pode significar qualquer coisa, não se esqueçam do preciosismo literal para qualquer tipo de interpretação) em relação à ”inteligência naturalista”, mas deve ser porque esta também se relaciona com ”inteligência lógica”.

A proposta inovadora deste texto (que poderia ser) não é uma exemplificação de autoanálise por intermédio de uma condensação de avaliações psicométricas corriqueiras, estatísticas e matematicamente deterministas (simbologia do número de 2 ou 3 dígitos) com uma avaliação psicológica, retida da teoria de Howard Gardner, mas a introdução da mesma em relação às diferenças cognitivas das raças humanas e mais especificamente dos 3 troncos raciais mais importantes de nossa espécie com breve porém necessária ”pincelada” de algumas etnias (subraças). Portanto vamos iniciar a proposta que foi sugerida.

”Triarquia do qi”

Diferenças raciais através da teoria das múltiplas inteligências (perfil cognitivo coletivo)

A trivial apresentação das diferenças raciais em capacidade cognitiva permeia-se por meio de atribuições utilitárias como quantidade de prêmios Nobel (assim como proporção) por nacionalidade, etnia ou raça, renda per capita, qualidade de vida ou estilos de comportamento. As médias de pontuações em testes de qi também são corriqueiramente usadas como parâmetro comparativo.

Portanto, vamos dar início à tentativa de construção de um perfil cognitivo coletivo das ”raças” humanas.

Negróides africanos subsaarianos

Depois de um século de medição, isto sem falar de nossas percepções pessoais, que alguns chamam de ”preconceito” ”ou” ”generalização” (e na verdade é, mas apenas porque evoluímos para generalizar quando estamos lidando com um grande número de pessoas ou informações, ainda assim, NADA ESTÁ 100% ERRADO e portanto, é parcialmente válido sermos levados por nossos preconceitos desde que não provoquem injustiças), constatou-se que as médias de inteligência técnica ou contextualmente utilitária, medidas por testes cognitivos, encontram-se mais baixas para a população nativa subsaariana do que em comparação a outros povos como os nordeste asiáticos e os europeus.

*generalização = preconceito ruim ou injustiça.

Portanto, em termos de inteligência matemática, linguística e visual-espacial, os negros subsaarianos mostram EM MÉDIA serem menos capazes do que em comparação a outras populações.

A capacidade musical é provavelmente um dos maiores talentos da ”raça negra”, provavelmente como resultado de uma série de combinações fenotípicas complexas como padrões hormonais. Percebam que a música se relaciona consideravelmente com algumas culturas humanas baseadas em tradição oral ou seja, que não apresentam vocabulários próprios.

Deve-se fazer um parênteses em relação à população subsaariana assim como também a qualquer população de caçadores coletores. No caso ”africano”, uma boa parte dos talentos incomuns para música e para o esporte, são mais comuns entre os híbridos de negros e brancos (ou com qualquer outra raça) do que entre a própria população subsaariana original.

Não basta ser talentoso, é necessário que exista uma estrutura social hierárquica que possa externalizar o talento.

A miséria galopante das nações africanas assim como também a inexistência de uma organização estrutural que possa promover o entretenimento cultural (música e esporte por exemplo) podem estar mascarando algum talento natural africano mais estatisticamente generalizado para ambos.

As capacidades cognitivas especializadas nas populações humanas que são contextualmente e bioestatisticamente menos evoluídas, parecem ser mais simplórias do que aquelas que podemos encontrar em populações altamente complexas como a europeia. Uma explicação simples. As populações humanas menos evoluídas nunca necessitaram de um grande e diversificado número de poetas, atores ou de apresentadores de televisão (mobilizadores culturais)  por exemplo para que pudessem sobreviver. Por isso há menos diversidade e ‘qualidade” cognitiva.

Isso  também se aplica à população negra mas com algumas diferenças. Primeiro, os negros subsaarianos apresentam grande diáspora ao redor do mundo, especialmente nas Américas. Segundo, a grande miscigenação que ocorreu na ”diáspora americana”, aumentaram os genes ”cognitivamente complexos” na população híbrida, reduzindo a percepção geral de intensa desigualdade ”cultural” entre brancos e negros. Isso aconteceu principalmente na América Latina. Terceiro e último, os negros foram completamente ocidentalizados, ”perdendo” suas culturas e tradições (na verdade, parece que jamais fizeram grande esforço para mantê-las), diferente de muitas populações ameríndias, que continuam a viver separadas dos ”caras pálidas” e são identificadas como essencialmente diferentes dos ”ocidentais”.

A inteligência corporal-sinestésica é uma das mais desenvolvidas entre os negros. E novamente como uma explicação simples, as populações menos evoluídas da espécie humana, tendem a ser naturalmente adaptadas aos ambientes em que vivem enquanto que as mais evoluídas tenderão a ser mais ”cognitivamente adaptadas”, que quer indicar adaptação dentro dos ambientes antropomorfizados (cidades, sociedades, civilizações) que construíram. Os negros são mais fisicamente robustos do que as outras populações humanas (ainda que isso não reverbere em resistência física).

Em resumo, os negros são como os ameríndios, só que vivem em grande quantidade nos grandes centros urbanos do Ocidente e foram culturalmente ocidentalizados. As pessoas comuns os tratam como iguais porque partilham a mesma cultura.

Isso não significa que não existam negros, ameríndios ou aborígenes tão cognitivamente complexos ou inteligentes quanto a maioria de europeus ou de leste asiáticos. As exceções provam as regras e não há absolutamente nada de errado com isso.

A ”inteligência social” ou interpessoal negra parece outro ser outro atributo muito bem desenvolvido entre os subsaarianos e seus descendentes, principalmente porque eles são conhecidos por serem um dos grupos mais extrovertidos e simpáticos do mundo. Esta elevada capacidade no entanto pode vir com muitos custos como uma maior proporção de tipos psicopáticos. E é justamente isso que acontece com a população negra, especialmente os mais pacíficos e cooperadores, são os primeiros a sofrerem nas mãos dos psicopatas mais carismáticos, impulsivos e egocêntricos que dominam a maior parte das nações africanas ou de maioria negra. Eu já sugeri que os altos índices de violência que encontram-se presentes ”na população negra” (na maior parte destas populações), é resultado direto da maior proporção de psicopatia dentro do grupo. Em um longínquo texto, eu sugeri que os traços psicológicos não estão totalmente acoplados ao fenótipo de ”aparência” física, ainda que com o tempo, esta correlação se torne mais perfeita por causa da seleção.

Capacidades cognitivas mais evoluídas (inteligência intrapessoal ou autoconsciência, inteligência existencial e inteligência naturalista)

Melancolia é um traço fundamental para a genialidade filosófica

Carismáticos, simpáticos, musicais, fisicamente robustos,  menos dotados (em média) dos atributos cognitivos complexos de natureza utilitária que são importantes para criar e sustentar estruturas sociais hierárquicas igualmente complexas, os negros subsaarianos também são propensos a ”padecerem” de  ”grave deficiência” no que diz respeito aos mais altos níveis de complexidade cognitiva humana, os tipos de inteligências mais intimistas e decisivas, ou seja, o panteão de onde brota o gênio humano, como a inteligência existencial, a inteligência intrapessoal e a inteligência naturalista. É divertido pensar que, a complexidade do intelecto humano possa na verdade ter o seu pico justamente dentro das ”inteligências utilitárias” (visual-espacial, verbal e matemática) do que entre as ”inteligências perceptivas”, justamente daquelas que estou falando agora. A ”inteligência utilitária” sustenta as civilizações que são construídas pela ”inteligência perceptiva ou genialidade” e para que isto possa ser possível, as mentes dos ”fazendeiros” (os criadores de sociedades) devem se assemelhar à mente ”primitiva” e ser mais lógica e simples do que a ”utilitária”. Pertencem à grandezas distintas e se o negro médio é sofrível para se adaptar às demandas técnico-utilitárias, então imaginemos o quão difícil será pra eles (isto é, os negros médios ou comuns) para adquirir, entender e manipular a flama da loucura que faz a humanidade dar passos largos para o seu próprio entendimento (se já é difícil para o branco ou leste asiático médio..) Mesmo a maioria dos negros mais inteligentes, ainda serão incapazes de tocar a superfície da sabedoria.

Novamente, não tenho como pretensão aqui sugerir a inferioridade ou superioridade de nenhum povo, população, etnia ou raça. Isso é ciência e não um dramalhão mexicano. O taoísmo é a antítese perfeita para o mundo mentalmente mono-cromático  em que sempre vivemos. E partindo-se dele, eu criei a teoria das múltiplas perspectivas, onde deixamos de lado as emoções instintivas mais baratas e as substituímos por considerações parcimoniosas, holísticas e corretas de abstrações, que se consistem por exemplo qualquer aglomeração numérica de indivíduos, como as raças humanas.

Voltando à análise das capacidades cognitivas gerais (isto é, que também incluem as capacidades ”psicológicas”) da ”raça negra”. Em relação às ”inteligências perceptivas”, existe a real necessidade de se ter uma capacidade de abstração altamente desenvolvida. É notoriamente reconhecido a incapacidade da população negra, em média, para visualizar abstrações das mais diversas naturezas e manipulá-las a bel prazer. Esta capacidade encontra-se acoplada às de caráter utilitário e nos ajuda a entender o porquê da infraestrutura extremamente precária das sociedades negras assim como também o oposto em nações de maioria caucasiana europeia ou nordeste asiática.

A evolução cognitiva humana se dá dos pés à cabeça. As raças menos evoluídas estão fisicamente adaptadas ao ambiente e suas necessidades cotidianas requerem uma mente mais pragmática, prática e menos complexa. A raça negra subsaariana evoluiu em um ambiente tropical, com grande disponibilidade de comida e poucos desafios reais de sobrevivência coletiva. Por um lado, este fator me parece que foi fundamental para a procriação diferenciada de tipos psicopáticos, porque em ambientes com mais perigos, os cooperadores são muito mais importantes e a hierarquia social é mais apaziguada (todos cooperam). Por outro lado, isso produziu o perfil médio de personalidade subsaariana que é carismática, simpática e/ou extrovertida. A evolução da ”mente subsaariana” foi principalmente através do ou para o meio social. Isso explica as suas maiores habilidades sociais, de carisma e extroversão, do que em comparação à maior parte da população eurasiática.

Portanto, podemos resumir o perfil africano em ordem decrescente da seguinte maneira: inteligência interpessoal, inteligência corporal-sinestésica (que eu determinei como a mais primitiva forma de inteligência humana, justamente por se assemelhar com a adaptação predominantemente corporal dos animais ao ambiente), naturalista (principalmente em uma forma mais instintiva do que reflexiva e baseada na captura de padrões sociais, a ideia da ”inteligência de predador” que eu já especulei e se relaciona com a inteligência social, que aqui adquiriu a alcunha de ”inteligência interpessoal”), inteligência musical, inteligência linguística, inteligência lógico-matemática, inteligência visual-espacial, inteligência intrapessoal e inteligência existencial.

No próximo texto eu vou especular sobre o perfil cognitivo coletivo dos leste asiáticos.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

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