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Por que a filosofia é tão importante??? A necessidade imprescindível da inteligência intelectual para compor o gênio de todas as estirpes. E a hierarquia da filosofia, do sábio ao agente subjetivo da filosofia

O ato mais caracteristicamente humano é o de pensar reflexivamente e portanto se consiste no ato de praticar a filosofia, principiando pelo autoconhecimento (a técnica mais importante da autoconsciência), pela prática da harmonia ou o ato de harmonizar (filosofia prática) e pela investigação analítica sobre a fenomenologia que nos cerca e que nos abarca.

Portanto, ao refletirmos nossos pensamentos estaremos agindo da maneira mais humana possível visto que isto se constitui em uma  impressão digital de nossa singularidade mental. Competir e agir instintivamente com base em emoções são resquícios de nosso ”passado”, nem tão passado assim, de um período em que éramos mais próximos dos primatas não-humanos mais evoluídos. O ser humano é aquele que melhor sabe sujeitar (parte) (d)as intempéries ambientais que o circunda, aos seus caprichos, por meio da antropomorfia geológica e natural, isto é,  meio natural. O próximo passo será o de administrar estes dois mundos, natural e modificado, assim como também a si mesmo, administrar-se, gerindo suas reações ao refletir de maneira precisa, coerente e diplomática, isto é, sábia, antes de fazê-lo. Eu acredito que a cultura tenha um importante papel na modulação parcial, superficial das mentes, mas também existe a necessidade de evoluirmos organicamente, isto é, mantendo o caminho evolutivo em que os mais sapientes possam se reproduzir em maior número, especialmente em relação àqueles que teimam em nos manter presos ao seu domínio primitivo. Uma maior proporção de pessoas sábias entre nós significará uma menor necessidade de reforçar o básico do comportamento pró-social holisticamente harmonioso bem como também pela ênfase no pensamento crítico, questionador e útil na expansão do conhecimento e dimensão de vivência humanos.

Esquerdismo como a ideologia extremista do antropomorfismo

Deus está morto porque é o  homem que é um Deus

A minha angústia ao ver os esquerdistas, em média, lidando com os problemas humanos, desprezando a natureza animal de nossa espécie e seus respectivos desdobramentos geográficos, isto é, ”tendências” comportamentais dos diferentes grupos humanos, me mostra que eles estão a desconsiderar tola e completamente o fato mais do que óbvio quanto à nossa condição de animais e que tal como toda a fauna terrestre, que agirá de acordo com esta realidade universalmente compartilhada, de sermos uma continuidade da vida animal e não como uma bolha bio-coletiva que de tão evoluída, não mais encontrar-se-á submetida à natureza, visto que somos nós que supostamente a submetemos aos nossos caprichos. Não nos livramos da natureza tal como a maioria dos esquerdistas devem acreditar, visto que esta continua a pulsar em nossos centros vitais e permanecerá assim mesmo se a revolução antropomórfica via robótica nos modelar completamente à imagem e semelhança em relação às máquinas que temos construído para desafiar o meio natural e nos salvaguardar de seus perigos.

A essência filosófica do esquerdismo mais parece se basear em uma cultura pseudo-autoconsciente em que, em um mundo ideal, nos poríamos a gerir nossas atitudes de maneira racional. Mas se nem os próprios esquerdistas (e desprezem o nem, foi apenas uma força de expressão previamente equivocada) estão plenos de seu autocontrole então vamos imaginar rapidamente como que esta realidade se mostraria à boa parte dos seres humanos.

A necessidade imprescindível da inteligência intelectual para compor o gênio de todas as estirpes

Todo o gênio que foi merecidamente reconhecido, em ao menos alguma particular dimensão, questionou sobre os postulados estabelecidos e compartilhados dentro de seu meio social. Todo o gênio para que possa desenvolver, revolucionar uma determinada área, precisa criticar, pensar que aquilo que é entendido como a verdade do momento, poderia ser melhor do que é, precisar usar o seu intelecto, ser um intelectual.

A criatividade que tem como fundamental finalidade a utilidade e não apenas no simples ato de transgredir com qualidade, por exemplo, dentro do mundo altamente subjetivo das artes e mesmo dentro de muitas áreas do pensar filosófico, precisa, mesmo antes da incubação criativa, se basear no pensamento crítico, reflexivo e filosófico. Se não no pensamento, ao menos ou fundamentalmente na sensação/necessidade intrínseca de analisar e criticar, quando possível.

A técnica singularmente humana de reagir ao ato de existir, o pensar reflexivo e filosófico em sua primazia, é essencial, imprescindível para a manifestação do gênio verdadeiro.

A hierarquia da filosofia, do sábio, o filósofo natural, ao agente subjetivo da filosofia

A filosofia em seu conceito mais puro se consiste no ato de buscar pela sabedoria, por intermédio do pensamento reflexivo, crítico e que vise na melhoria da realidade compartilhada e percebida.

O sábio se localiza no lugar mais alto da hierarquia deste ramo fundamental da existência humana, visto que se consiste no filósofo natural, antes mesmo de ser um filósofo per si. Enquanto que a filosofia se consiste na busca pela sabedoria, o sábio se consiste naquele que a vivencia, visto que já nasceu predestinado para interagir deste modo com o seu meio, como resposta de sua natureza biológica. Portanto, o sábio ao nascer filósofo, não precisa sequer buscá-la pelo exercício da filosofia, j[á que a vivencia de maneira tão íntima, natural, mesmo nos seus pensamentos mais profundos.

No segundo degrau de cima pra baixo desta hierarquia piramidal, o filósofo, o agente objetivo da filosofia, se encontrará. E mais perto do chão, boa parte daqueles que atualmente denominamos como ”intelectuais” e filósofos serão encontrados e os denomino como agentes subjetivos da filosofia, isto é, que aderem ao pensar filosófico especialmente em termos de estudos biográficos dos pensadores que melhor lhe aquecem os corações, mas que não principiam suas respectivas caminhadas filosóficas a partir da busca pelo ato filosófico per si. Muitos destes são demagogos assim como também encontraremos muitos oportunistas que se apropriam da abrangência e relativa subjetividade, riqueza de campos de estudo, da filosofia, para produzir ideologias ao invés de buscar por aquela que é a mais característica da própria filosofia, isto é, a sabedoria.

Por incrível que possa parecer nem todo sábio que será um intelectual, porque é provável que para que possa sê-lo em todo o seu potencial, seja necessário a genialidade existencialista e filosófica e não apenas a naturalidade sábia. por exemplo, Osho foi um gênio ou um sábio**

Para termos real noção perceptiva do gênio filosófico precisamos vê-lo em ação na administração das sociedades e creio eu que se Osho fosso colocado na presidência de seu país, é provável que introduzisse um sistema muito similar àqueles que predominam nas sociedades mais socialmente avançadas do Ocidente, ou seja, não muito diferente da ênfase em relação à cultura de pseudo-autoconsciência que tem resultado em tantos problemas para essas nações, não apenas por causa da imigração em massa, mas anterior a isso.

Sábios sem o brilho vívido da genialidade filosófica é provável que transformariam suas nações em metafóricos fogos quase apagados de tanta parcimônia, em locais onde o talento e o destaque passariam a ser taxados de pecados do que de virtudes. São especulações e talvez esteja parcialmente errado quanto a isso, assim espero, 🙂

Destruindo a ”herança” catastrófica da ”história humana”

Voce quer uma nova guerra?? Voce foi um dos responsáveis diretos, literais, da escravidão?? Voce precisa checar o seu privilégio?? Isto é, voce é um multimilionário?? Por que voce precisa herdar os erros de outros, seja no presente ou no passado, se não foi voce quem os cometeu?? Existe a possibilidade de ser considerado culpado sem ter cometido o crime do qual está sendo acusado?? E isso não seria uma forma de injustiça??

Até agora, temos sido herdeiros dos problemas dos outros, herdeiros do passado, da história estúpida da espécie a que pertencemos em termos de biologia e taxonomia. Mas se quiser parar de ser tratado como gado, primeiro, valorize e enfatize sua singularidade absurdamente óbvia como um indivíduo que tem um tempo limitado de vida e que é responsável apenas por suas ações. E segundo, ao literalizar a sua realidade enquanto um ser temporário que habita um espaço e tempo específico, faça valer os seus direitos principiando por este prisma, que é uber-lógico por excelencia. Ao tornar jurídica a sua autoconsciencia, então, começará a se ver como alguém e não como uma peça substituível de uma engrenagem fria e calculista que o encapsula e que vigia por sua subserviencia voluntária.

Eu rejeito totalmente um passado de guerras, genocídios, invasões, toda a sorte de estupidez que tem sido a narrativa bio-existencial de nossa espécie, porque eu não sou mais um ser humano, mas um pós-humano, que busca superar esta letargia mortal e pestilenta chamado ”história humana”.

Lavagem cerebral, literalmente falando, não é ruim…

Nossos cérebros, quando não estão conectados com a sabedoria, aquilo que importa e que deve ser manobrado a partir da verdadeira diplomacia, da parcimonia de julgamentos e conclusões, do pensamento holístico e detalhista, estarão, metaforicamente falando, sujos a muito sujos. Que tal fazer uma lavagem cerebral****

Palavras merecem significados extremamente literais, para que possamos melhorar nossa comunicação, faze-la mais direta e mutuamente entendível.

Quanto mais vaga for uma palavra, mais fácil será de manipulá-la, de maneira positiva, mas também de maneira negativa.

Novamente a teoria da metáfora dos elásticos para explicar sobre o aprendizado e com um novo complemente igualmente metafórico

Só de olhar isso, já me embrulha o estomago e minhas mãos começam a suar…

Teve uma vez na faculdade que eu caí em uma enrascada. Acho que já contei essa história pra voces mas vamos recapitular porque já faz tempo. Então, resolvi me matricular em uma matéria só para ganhar créditos extras, só que eu não sabia que o professor (diga-se, um esquerdo..ista nervoso, ainda que simpático quando não está sofrendo de algum rompante psicótico de natureza política) a trataria de maneira séria visto que não é obrigatória no currículo (enfim, mentalidade de escola, na faculdade, pragmático e preguiçoso). Resultado parcial. Tirei uma nota super baixa na primeira prova. Me encontrei em uma situação embaraçosa, repetir nesta matéria que não é obrigatória. Eu nem me lembro direito do que se tratava o seu conteúdo (kkkkkkkk, pra voces verem que quando não gostamos de uma coisa, é muito pouco provável de conseguir desenvolver empatia por ela). Só sei que resolvi me esforçar, decorando nomes e até esquemas hierárquicos, de um assunto do qual não tenho qualquer interesse. Na segunda prova eu tirei uma das notas mais altas. Até pensei de início que ele poderia ter ajudado ”pro meu lado” mas depois que peguei a prova corrigida, minhas dúvidas de favorecimento por pena (sic!) se dissiparam. Eu mereci por mérito aquela nota (na primeira prova eu tirei 5 valendo 100 e na outra 80, também valendo 100). Será que eu me tornei mais inteligente depois disso** A resposta óbvia é um não, a princípio, porque é necessário analisar as pessoas a longo prazo. Casos como este devem abundar no mundo escolar e academico, mas pode significar nada sobre a essencia cognitiva das pessoas.

Este é um exemplo de que nossas capacidades cognitivas não são essencialmente moduladas por fatores ambientais como ir para uma escola melhor, porque a inteligencia não se aplica apenas nas notas escolares ou de conseguir um emprego bem remunerado, a inteligencia se aplica a tudo, em tudo.

Desde quando acordamos, até quando vamos nos deitar, um dia apenas e voce terá usado a sua inteligencia, de diversas maneiras, a toda hora, solucionando um problema, consciente ou inconsciente disso.

O medo ou fobia de altura, é uma tendencia particularmente comum entre nós. Eu mesmo a tenho e quer indicar que eu ”também’ tenha baixa tolerabilidade (habilidade de ser tolerante) a lugares muito altos. Algo parecido acontece comigo quando me deparo com um típico problema de matemática, claro que sem os efeitos mais fisiologicamente contundentes tal como acontece com a fobia a altura. Outra coisa, eu também tenho invariavelmente, fobia social. Já foi pior, hoje em dia está bem menos, mas de vez em quando volta. Ainda que menos aparente, os efeitos de intolerancia a matemática, também são sentidos a nível físico, o cansaço quase que imediato, a ansiedade para tentar solucionar. Eh como se estivesse tentando esticar o máximo possível um elástico mais duro, que se expande menos. O esforço é muito grande, é transpiração demais e 0% de inspiração. A inspiração vem antes da transpiração.

Eu nunca me senti inspirado para gostar de matemática e a de estudá-l. Desde criança que apresento de maneira marcante algumas características cognitivas que se assemelham ao quadro ”sintomatológico” do autismo, como a tendencia de ficar obcecado por um assunto específico, estudá-lo e me tornar um quase especialista nele.

O limite de tolerabilidade permeia todos os aspectos de nossas personalidades e de nossas cognições. Estes limites (metaforicamente, os elásticos) nos mostram nossos potenciais e nossas fraquezas, nossas técnicas de autoconservação.

Por exemplo, o meu limite de tolerancia a atitudes mesquinhas tende a ser baixo. Esta comunhão de limites de tolerabilidades, constroem aquilo que somos. Algumas pessoas são altamente sensíveis a certas ideias, enquanto que outras serão completamente tolerantes as essas mesmas ideias. Brancos nacionalistas versus esquerdistas sobre as diferenças de inteligencia entre as raças humanas***

Voce pode ser fóbico em relação a alguns aspectos da interação humana e ser completamente tolerante a outras e isso também se aplica a nossa cognição, se nossa personalidade nada mais seria do que uma extensão de nossa capacidade intelectual.

Quando existe um grande esforço, maior do que inspiração, então isso pode estar querendo dizer que esteja despejando a sua energia em algo que não é muito natural de seu ser. Claro que existirão certas habilidades que serão mais simples de serem aprendidas e até mesmo melhoradas. Por exemplo, em relação a dança. Quase todo mundo que não tenha uma deficiencia, motora ou visual, pode aprender a dançar e até a melhorar esta habilidade. Mas quanto mais talentoso for o indivíduo, mais natural será o seu talento. Alguns dos melhores dançarinos do mundo tem um corpo perfeito para a dança e talvez até tenham outras características como consciencia corporal, que os façam mais naturalmente habilidosos.

 

Não restam dúvidas que para ser um bom jogador de Basquete, seja necessário ser muito alto (mas nem tanto) e com capacidade de explosão muscular. Os esportes nos mostram que as pessoas que os praticam tendem a comungar com muitas semelhanças biológicas entre si. Até poderia sugerir que cada esporte tenda a agregar um cluster genético e quanto mais especializado, mais geneticamente homogeneo tenderá a se tornar.

Por que que não poderíamos fazer a mesma analogia em relação a panaceia humana de capacidades cognitivas*** Alguns serão como Michael Jordan na filosofia, na matemática, no planejamento social (que também pode se relacionar com a filosofia), nas ciencias (e sabemos que os polímatas costumam ser muito talentosos em várias áreas)…

Michael Jordan nasceu com a altura e a capacidade muscular (dentre outros aspectos biológicos) perfeitas  para o basquete. E claro que sua genialidade sinestésica não pode ser explicada apenas por ”transpiração”.

Seu elástico ou limite de tolerabilidade para a prática deste esporte se mostrou espetacularmente alto e flexível. Pode-se dizer que exista ”um” grau, tanto de hereditariedade quanto de reciprocidade biológica entre ambos, Jordan e o Basquete. Mas também é errado sugerir que exista hereditariedade para o basquete, se o mesmo é apenas um esporte recreativo. A hereditariedade se dá principalmente para a execução de tarefas objetivas, das mais diversas naturezas. Eh errado, mas também pode estar certo sugerir este tipo de coisa, mas com o peso certo, a abordagem certa.

”Podemos transpirar mais” para conquistar nossos objetivos (ou, ter intuições como os genios, a diferença entre talento e genialidade). Mas mesmo este hiper foco, é muito provável de ser causado por predisposições biológicas, isto quer indicar que ninguém faz nada sem que tenha um desejo, evidente, provável de ser expressado ou mesmo, pouco provável, que se relacione com a sua biologia comportamental. Portanto, mesmo alguns milagres como se tornar muito bom em algo que não era antes, não pode estar totalmente dissociado da genética. Novamente a teoria da piscina para explicar os graus de hereditariedade comportamental. Mas é provável que qualquer talento mais expansivo, seja obra de predisposições genéticas, nenhum elástico pode se tornar mais plásticos, mais expansivo, apenas por esforço, tem de ter uma maleabilidade natural. Quem muito sabe de um assunto, é porque gosta do assunto (empatia cognitiva, diferente do modelo de empatia cognitiva que a psicologia tem conceituado) e ve naturalidade em se debruçar na prática de esmiuçá-lo.

A moralidade do escravo e outros pratos…

A moralidade do escravo

O funcionário do mês, seu sorriso largo e comprometido, sua alegria incontida, de servir ao sistema, independente do quão injusto e vil possa ser, ele não liga, não está preocupado com estas cousas profundas, apenas com a sua moral, a de ser um perfeito servo, de ser um instrumento em sua capacidade de transmitir sereno a ordem pungente, pulsante que tolhe o caráter negociável do humano comum, com pequenas e sabidas negociações, doses parcimoniosas de harmonia, em ciclos viciáveis de felicidades, pequenas, consumíveis e que precisam de constante manutenção, vícios de uma mente escrava de si mesma, que não teve a sorte de ser elástica em seu próprio conhecer, concebe certezas pela dinâmica que interage, se apaixona em primeira mão por esta fraca visão, trata como verdades aquilo que vê pela televisão, não é plenamente livre, sente que depende de outros para pensar, sem eles, vê-se cego a se esbarrar, não é escravo apenas por sua situação de mundo, pois teu predispor o faz imundo em sua razão, incapaz de interpretar, só sabe ouvir e aceitar, mesmo o de brio mais arisco, ainda será enganado por suas próprias paixões. Há uma eloquente hierarquia de liberdades mentais, se não é a si mesmo a lhe ferir, será o sistema quem lhe dirá o que fazer, como e quando fazer. A moralidade do escravo é a moralidade do regime a lhe forçar, a sua filosofia é a de servir cegamente, de atender ao teu chamado mais instintivo, tua natureza muito apessoal, que incorpora diretrizes de todo um coletivo, ao invés de buscar por seus próprios princípios. não existe individualidade, quando só existem obrigações, a moralidade de abaixar a cabeça e sorrir: ” estou sendo eu mesmo, uma peça de quebra cabeças, e nada mais”. O dever de ser cego vem antes do de ser vivo e ver, isto ou aquilo. Não existem dúvidas, não existem  angústias, apenas o próximo trabalho, o próximo servir impecável, lábios felizes por seu pragmatismo. O crente mais fanático pelas caricatas versões de realidade que a besta humana é brilhante no ato, o lunático perfeito, comporta-se como um lorde, o seu senhor mais altivo, mais seguro de si. Porque quando tem pouco cá dentro, não há muito com que se preocupar, porque o equilíbrio se fará mais fácil em sua gestão. “Eu não me interesso por perguntas ou respostas, sou protetor da ordem que sirvo, de qualquer uma delas, porque eu sou assim, deste jeito.”

Dramas de profundidade

Profundo estado de saber tudo ou ao menos de procurá-lo, de ser implacável, de construir seu próprio sistema, de ser a sua própria nação, de amar em profundidade, de sentir na carne, toda a angústia de perdas mais do que prováveis, de estar ciente do tempo, que pode não existir mesmo independente de ti, mas que existe em seu próprio corpo, drama o de sempre buscar pelo vento frio, ao invés do sol de inverno, que esquenta nosso espírito. Que aprenda a preferir pelo sol e a de fazer arte com  palavras de alegria, com a alma a dançar e não a sentir a dor de seu passar, do vento a nos devorar, que a consumação se faça com sorriso, vivemos e continuamos a faze-lo, tudo é experiencia, é experimento, tu és um rato de ensaio, mordendo o próprio rabo sem sair do lugar.

Saudades que se perdem ao sabor do tempo…

…que passa e nos leva sem pedir licença, que me faz ve-los por suas mãos a silenciar a presença, triste bença do despedir, que se renove pelo novo desejo de se reunir, novamente, e sempre… mesmo quando não mais houver como, que este eco faça parte de ti, uma ferida ou uma nova camada de alma, de amar infinitamente quem alegra a sua vida, bendita seja.

Poeira da vaidade, a vacuidade da juventude de alma de um sábio

A poeira da vaidade, canticos de solapagem, a dedilhar pontífices e seus artifícios, de manter o pasto salgado, que levanta a comunhão microscópica de eventos e de saberes, estes que tu viste ao sabor do auto-contemplar, que o límpio reflexo de ti fez-se sem precisar faze-lo, e que se apaixonaste por tua’lma, rica de vivencias únicas, amante de si, coadjuvante de tuas paixões mais intrínsecas, mística e anaĺítica, que ve teus padrões nascendo de tua fonte mais pura, o instinto, de sua vacuidade enferma como um morto vivo a observar a cena mais natural e inconsciente, de tua abrupta energia e sobriedade soturna, de seus extremos e de sua desenvoltura ao perceber-se a sombra, viste tons de brilhos reluzentes, das cores mais puras, até aqueles que lembram o teu lado mais sombrio e inquietante, teu ato de agir como um amante do calor, do sol e de tua influencia, de teu humor em tempos quentes, de ser como ao ambiente e não ser convulsivo por tuas influencias mais pestilentas, como por raro aconteceste.

Me tirem deste trem desgovernado chamado humanidade…

 

Agora!!!
Eu não quero participar do seu jogo sujo, eu não sou um soldadinho de chumbo, em minhas veias corre sangue, e eu tenho zelo por sua vermelhidão, eu não pedi pra nascer, então, eu não quero você, deixe-me em paz, eu não vou  em guerra alguma, não vou comprar posição nenhuma, não vou votar no seu candidato favorito ou torcer pro seu time, não, eu não vou rezar para o seu Deus morto, não vou me vangloriar por minha moralidade subjetiva, não vou falar de amor e de fazer o bem, desumanizando outrens, não, eu não vou acreditar que todo mundo é igual, também não vou crer que sejamos tão diferentes assim, deixe-me em paz e eu vos deixo ir, com seu trem desgovernado, sua Maria fumaça soltando crack pelos trilhos, de pedras e Matos baixos, deixe-os se estragarem, se consumirem, dando às costas para a verdadeira compaixão, para a sabedoria, eu não quero teu ópio de alegria, eu não preciso porque a sinto, mesmo em uma nuvem fria, gélida como meu pulso, franca como meu curso, de caminhar, sábio, poeta ou filósofo, nomes estes lá trilhar, andando mais e mais pra longe, os deixarei, me deixe também, me encontro no desencontro, no soluçar, eu não quero o teu pranto, quero andar, sou tão cansado e débil, minhas pernas não me aguentam, disto eu sei, vá com o trem sem maquinista, vá rezar por certezas vãs, vá seu louco e me deixe são, ciente de mim mesmo, um parasita mal sucedido, aquele que ri de planos em pensamento, de vitórias que não existem, que não aconteceram, quero chamar quem é igual a mim, ou similar que seja, venha cá se assim deseja, eu vou lhe mostrar e você, me ache, se se achar, eu lhe conto, mil encantos, viver cada respirar, mas não se anime, você terá que me animar, a evolução humana não se dará por prédios grandes, mas pela loucura do melancólico, a espalhar, de ventre em ventre, de sexo em redes, de índios pálidos, de todas as cores, mas de casais iguais também, o novo humanizar é do louco são, e não de reis, monarcas são todos aqueles com asas, são aqueles que idealizam o pensar, que são cabeças abertas, isto é, sempre alertas, para melhorar, até as melhores respostas, até a perfeição e executar. Quem sabe não é apenas mais um sonho louco, desta mente quente em um corpo frio?? Mais um arrombo que não passou de fio. Eu não tenho forças, será que as terei um dia?? Sou pura preguiça, paixão pelo conforto, do corpo e não do bolso. Mas quero me espreguiçar, sem dementes brancos ou judeus, vou confessar, também não quero aqueles de outros tons, só quero virtuosos iguais a mim, são tão raros, mas será que eles me querem??

Socorro!!! Socorro!!!

 

… mas em uma planície, de preferencia…

Inteligência é uma idealização conceitual. A inteligência idealizada é a sabedoria, rara e desprezada.

Espera-se que pessoas inteligentes sejam perfeitas, que possam ser precisas, coerentes, objetivas, que possam ser iguais entre si, por causa de suas sabedorias, respectivamente individuais, porém seguindo o mesmo caminho, o caminho único que leva à perfeição, a diplomacia, a ponderação, a parcimônia. A vida é uma balança, se se pende muito para um lado, ela pode se destruir. Mas isso é uma idealização, a perfeição é quase impossível de se conseguir, mais difícil é dar-lhe um conceito igualmente perfeito. A sabedoria é a prática ou a filosofia do esforço que busca se aproximar da perfeição, nunca sê-la, é difícil demais.
A inteligência real é muito subjetiva por causa de sua diversidade, de sua complexidade orgânica em justaposição à complexidade ambiental, os lugares que foram moldados pelo homem, onde a natureza artificial humana, se faz reinante, substituindo a vida ”selvagem” de antes.
Muitos caminhos, egos e espinhos a serem percorridos, a inteligência real é falha, os sábios não tem vez, nem voz, poucos a ouve, os sábios são por deveras evoluídos, mesmo que sejam atávicos. A sociedade moderna é um grande Jardim de infância, nós não temos mais adultos, maduros, mas crianças. Não há qualquer grande responsabilidade pela vida, tudo é banalizado, mesmo quando havia certa moral, as regras mudam, tudo continua igual, o caráter do homem comum é modificavel, o dinheiro o pesca pelo anzol.
Inteligente é aquele que aprende, a maioria prefere dormir em seus sonhos, em suas pequenas ambições, enquanto que os maiores tubarões estão a se enfartar, de tanto poder e lascívia. O sábio, inexoravelmente, pende para o equilíbrio, o verdadeiro descobrir, duvidar, mesmo de si, mesmo deste coração orgulhoso, que reconhece a própria sombra, se for preciso e sempre será, ele se rebaixa e aprende, porque também é humilde. Poucos tentam se aperfeiçoar como filósofos, como pensadores e solucionadores de problemas. Ser o verdadeiro filósofo, o sábio ou aquele que tenta assim ser, é ser homem ou mulher de verdade, é coragem e responsabilidade, é empatia, é uma cadeia de harmonizações. Poucos são, poucos ligam pra isso, são caráter em miniatura. Suas mãos não alcançam. Se ouve desespero, passa rente, se cheira injustiça, fica transparente, se vê o mal reinando, reza em frente, se ilude, não tem real empatia. É alguém medíocre demais, incapaz, é um cidadão exemplar de Nações governadas por ladrões. Não sofre, esquece ou finge que não foi com ele. Se se compartilha o sofrimento alheio, se é contagiado, aí sim, vemos alguma janela, ou veneziana aberta a convite da sabedoria.
O aprendizado termina quando o ego pede arrego. Próxima parada, a morada de sua mente, é aqui, neste estabelecimento, neste motel. Seu dogma natural, seu instinto lhe prega peças, é uma criança perversa, um pestinha, ele te cega por suas brincadeiras traquinas, por seus trambiques. E tu, cai de joelhos e se torna um louco sem perceber. Mesmo os mais sóbrios, que tem menos a que imaginar, que tem uma vida formal, não tem uma dupla personalidade, também sofrem nocautes constantes por seu instinto que lhe é inconsciente. Lhe mostra um mundo sem pessoas reais, são rótulos a serem maltratados ou para vos dar regalos.
Todos falam dela, especialmente aqueles que as tem em seu mais íntimo, mas poucos a praticam em toda a sua voluptuosidade, em sua necessidade empática, solucionar para aqui e agora, eles precisam de ti, o orgulho fala mais alto, que se danem pessoas reais, pensam, eu quero vencer este debate, quero vestir os melhores trajes, ir no meu baile de gala, de minha Vitória infantil, enquanto tu se pintas de gênio da sabedoria, os astutos psicopáticos estão agindo no mundo real, tu és uma peça neste jogo, não é a cabeça, é um estorvo, não percebes?? Claro que não. Como poderia?!
Inteligência real é sabedoria, matemática é universal, abelhas fazem linda arquitetura, padrões estão a solta, cognição  pega e os molda, prédios lindos, arte de cair o queixo, este texto, aquele livro de gênio da imaginação, mas se nada caminhar para a mãe sabedoria, à sua supremacia, não será nada demais, não é super humano, muitos animais podem fazer. É a verdadeira degeneração, quando se dá as costas para a razão. Mas pensar, alongando o instinto, refletindo antes de agir, reconhecer o ambiente e todos os seus fenômenos ou ao menos, os mais evidentes e necessários, isso é extremamente raro, poucos os tem, mesmo entre humanos.
Talvez se possa transmitir, vícios são extremos, sabedoria é o equilíbrio, e representa a vida, sem ser uma afronta. Se pode ir tão longe e voltar para o colo de mãe, anciã sábia, a te adorar, tu podes confraternizar-se deste amor.
O pensar e servir a Deus, é o de harmonizar. A verdadeira boa ação, não é fé, é criar e sustentação. Não é esperança, é o agora. A inteligência que todos falam é o conceito de uma idealização, a sabedoria, queremos ser todos sábios, mas somos em sua maioria de inteligentes e isso não basta.

Voce precisa se aceitar… e isso também pode significar ”aceitar e entender seus déficits”

Depois de algum tempo escrevendo neste blogue, eu percebo algo que me incomodava mas que não entendia claramente o porque, minha tentativa de ”cientifizar” meus textos, renegando minhas raízes filosóficas, meu estilo de pensar e portanto de transportar as ideias para o ”papel”, papiro ou tela de computador.

Poeticamente filosófico** Filosoficamente poético** Eu não sei… o que eu sei é que me encontrei com base em um acidente, uma estranha maneira de ter uma intuição. Quando senti que o algo que estava a me atormentar em meus textos pedantemente científicos, se tornou claro de se perceber.
Minha verborragia foi e é um efeito colateral deste desencontro e voces que leem este blogue desde os primórdios, assistiram a minha estúpida pretensão de dar um caráter de ciencia a algo que é muito mais relacionado com a filosofia.
Meu auto conhecimento é a pedra filosofal de meu blogue e não a muitas vezes excessiva natureza empírica da ciencia moderna, suas ferramentas modernas, seus métodos estatísticos complicados para mentes mais verbais, dentre outros aspectos que soam quase que indecifráveis para o meu tipo de pensar e associar.
Portanto, lamento por meus excessos verborrágicos numa tentativa quase-patética de cientifizar meu pensamento, enquanto que este se dá muito melhor com base na convergencia descontínua, pessoal e excentrica, que caracteriza o pensamento diretamente derivado da criatividade e da intuição, o meu modo particular de pensar.
Meus ”projetos” filosóficos, em poesia e na literatura estão de pé, ainda que detenha um fascínio natural pela ciencia empiricista, mesmo fascínio que não tenho pela ciencia academica, por causa de sua natureza muito mecanica e hierárquica, porém necessária em alguns aspectos importantes. Sou, ou, me considero mais como um poeta e um filósofo, um pensador realmente independente, original e constante em sua curiosidade. Acredito na pureza potencialmente popular da ciencia, mas não irei mais tentar dar um corpo de ciencia moderna aquilo que para minha concepção, se baseia em um esforço filosófico. Se a filosofia é a mãe da ciencia e a religião ou ”religião” é sua avó, se podemos dizer assim ou se a filosofia se desenvolveu paralela ao empiricismo do pensamento humano, mais perguntas, e menos vontade de querer as respostas.
Agora quero poder dar aos meus leitores e a mim mesmo, o meu melhor sabor de mente e criação e não, qualquer pedantismo, de uma estupidez genuína ainda que astuta. Vou cristalizar o que estava tentando conciliar, não mais excessos numa tentativa de ciencia, aos moldes modernos, mas a partir de minha veia cerebral mais poética, mística e filosófica.
Reavaliando o papel da ciencia moderna, empiricista, e sempre me voltando a metáfora do prédio super-moderno que toca os poros mais recondidos de nosso céu azul, em meio a miséria das mais diversas naturezas, me vejo mais como um observador e solucionador abstrato dos problemas que se concentram nas relações humanas do que para relações de fenomenos naturais, ainda que continue a desenvolver textos relacionados a esta cepa, que como sempre tenho feito, se baseará no meu modo de entender, de conceber as coisas.
Voce precisa se aceitar… e eu também.

Sonho um sonho

O mundo lá fora é a peste, a gangrena da pele, a pústula do sofrimento desnecessário, são todos lobos, e eu um bebê de cabeça grande,
Eu quero a rede a balançar, vento tranquilo da tarde a cheirar, enquanto ouvia a música de suaves momentos, alguém que gostou de mim sem esperar, morria e deixava meu mundo mais melancólico, meu subdesenvolvido quintal de roupas familiares, meu escudo, a minha alegria, o meu sonho, o Sol é negro e tudo está decompondo, mas o meu mundo é risonho, simples e doce como algodão de nuvens,
Eu sonho um sonho, me transporto para o meu país, a minha mente, translúcido e reluzente, onde tudo é bom, honesto, divertido, sem leis tolas, sem frescura, a verdadeira, tudo é perfeito, tudo é sábio, todo dia é dia de aprender, ai de mim se não fosse meio louco, minha imaginação é minha heroína, minha santa, minha luz de alegrias em uma tempestade cinza de maldade e estupidez, meu guarda chuva que me mantém no chão rente ao furacão, o mais pessimista à superfície, é o mais otimista à essência e à sua própria razão, porque não há nada de belo para festejar do lado de fora, mas já está tudo certo aqui dentro, onde toca meu coração descompensado, gaitas de fole, minha vela de sabedoria, que está sempre queimando e se reduzindo a uma escultura sem forma conhecida, e que está sempre esquentando a mesa e iluminando meu espírito, eu sou iluminado, choro raiva e rabugice de fora, grito sem os pés no chão cá dentro:
“- Eu sou alado”.
Eu não te perdoo Deus, porque esta beleza eu não posso compartilhar. Cada face é uma possibilidade, uma amizade, mas a realidade a estalar, cada rosto que precisa e cada lamento sem ação, é uma demonstração de fraqueza, sou tão frágil às vezes que mal posso me sustentar, meus pés pequenos não aguentam meu corpo estranho, não me sinto mais levitando, é a dureza que vem depois do sonhar, mas eu continuo firme a gravitar, entre o meu mundo perfeito e o dos homens, quem sabe um dia eu possa transformar??

Palavras sem raiz…

Pode algum elemento não ter uma origem, pode algo nascer sem ter um progenitor, pode uma vida não ter tido um ”ovo”?? Pode uma palavra não ter significado?? Pode ela, por si mesma, ser o seu significado sem significado? Pode algo neste planeta ser totalmente livre de qualquer regra?? Pode a pedra fina rasgar o solo?? Pode a gravidade ser a irmã mais nova da gravidez, e não ser tão grave?
Rebobinia, curuchartil, megdolaslon, tipit, ilria, chxatla, topeejklç, kjkpççxwy…

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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