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Literalizando os ”argumentos” dos esquerdolas

Nessas últimas semanas, ocorreram diversos arrastões na cidade merdavilhosa. No meio da praia, no meio do calor da multidão, no meio de turistas nacionais e internacionais, de trabalhadores de todas as classes sociais que só estavam à procura de um lugar ao sol. São cenas que se repetem com certa frequência nesta cidade-desespero que consegue reunir o que há de pior entre os morros remanescentes da paisagem natural de outrora, quando não tínhamos retardados europeus e seus mascotes africanos ”farofando” em cima de terras quase virgens. Existem muitas razões para que ”jovens” cometam este tipo de atitude, mas nenhuma delas se aproxima em excelência em relação ao fator genético ou predisposições biológicas para explicar o ponto de ruptura que resulta neste tipo execrável de comportamento. Em todas as outras espécies, isto é, seres vivos que habitam este planeta, nós já sabemos que os seus comportamentos são essencialmente modulados por seus arcabouços biológicos em interação com o ambiente. O ambiente é importante e muitas vezes contribuirá para selecionar os mais contextualmente adaptados, modificando o comportamento das espécie. No entanto, estas modificações tendem a ocorrer a longo prazo, claro, dependendo do tamanho e complexidade da mesma. Portanto, o ambiente pode alterar o comportamento dos seres vivos, mas apenas ou especialmente com base em mudanças de padrões seletivos e de longo prazo. A mudança não pode ser plenamente efetuada em indivíduos, isto é, ao longo de uma vida, um indivíduo conseguir alterar completamente o seu comportamento (a não ser se for em ambientes extremos, que provoquem mudanças forçadas e de alto risco como no caso do ‘suposto’ experimento soviético da privação do sono). As mudanças se dão de modo intergeracional, isto é, se certo grupo começa a selecionar para maior inteligência e isso significará, reduzir o número de filhos dos ”menos inteligentes” e paralelamente aumentar o número de filhos dos ”mais inteligentes”, nós teremos no final deste processo, uma mudança coletiva (média) de capacidade cognitiva que poderá ser observada mesmo a nível individual, isto é, o ”average joey” se tornar mais inteligente do que seus antecessores. Mas na verdade, o que aconteceu não foi que mudanças no ambiente alteraram o comportamento de indivíduos, em vida, isto é, fulano nasceu predisposto a ser assim e o ambiente o fez mais predisposto a se comportar de outro jeito. Com 4 anos era sádico, com 16 anos se tornou responsável. Isso pode acontecer, parcialmente, mas não é a regra e mesmo que fosse, quando falamos de vida ou bio, então devemos analisar tanto o ambiente quanto o indivíduo e principiar pelo pressuposto que me parece o mais lógico, de que a reação constante do ser vivo é mais importante do que a paisagem em que se está inserido. O bom moço que vive em um ambiente extremamente deprimido de bons estímulos, que não se corrompe com a miséria que o cerca, é um exemplo muito visceral sobre a importância da genética ao invés apenas ou fundamentalmente das condições ambientais, na modulação de nosso comportamento. Pessoas de personalidade forte  são o pesadelo para qualquer behaviourista. Em ambientes ricos, com pais maravilhosos, não é muito raro nos depararmos com a existência de filhos de má índole. Seremos predominantemente constantes em nossas técnicas de interação, mesmo nós seres humanos que somos bem mais plásticos neste quesito do que as outras espécies, que são muito mais instintivas. No entanto, isso ainda não significa que seremos totalmente modificáveis porque isso nos induziria a concluir que o livre arbítrio existe em sua totalidade e é completamente plástico entre nós. Em um mundo narcisista, cheio de ”crânios” que sabem tudo, cheio de selfies, afirmar que somos limitados, é como cometer alguma blasfêmia porque ao fazermos esta afirmação, estaremos abrindo portas para outros tipos de pensamentos que ”nossas” ”amáveis” zelites definem como ”perigosos” como por exemplo, afirmar que a educação ”correta” não irá reduzir a disparidade cognitiva média entre grupos raciais humanos.

Todo mundo que lida com cachorros, sabe que existem variações significativas de comportamentos médios entre as muitas raças que tem sido produzidas via domesticação e ênfase seletiva. Todo mundo sabe que o pastor alemão tende a ser mais predisposto a atos violentamente instintivos e o mesmo se aplica aos pitbulls. Todo mundo sabe da tranquilidade do São Bernardo e sabe que existem cães que são mais inteligentes do que outros, especialmente no que diz respeito àquilo que é determinado como parâmetro de inteligência dentro de um contexto de domesticação, isto é, o animal não-humano sendo analisado quanto à sua capacidade de responder a comandos humanos ou de fazer leitura facial do seu dono, enquanto que os animais ”selvagens” costumam ser analisados com base em suas capacidades de sobrevivência e ”adaptação” (sendo que os mais espertos costumam se adaptar, mais do que se conformarem com os ditames de seus hábitats).

Fim do antropocentrismo. Não somos tão especiais assim como imagina. Ok, somos muito singulares mediante muitas perspectivas, é claro, não tem como negar. Mas isso não significa que sejamos todos racionalmente aptos para fazer as melhores escolhas a todo momento ou em grande parte do tempo, porque não somos, mesmo muitas das pessoas mais inteligentes (mediante certas perspectivas dimensionais) também não serão predominantemente racionais. Na verdade, apenas o sábio que poderia ser considerado como alguém que é predominantemente racional ( predominante não irá indicar totalidade).

Ainda que acredite na existência parcial do livre arbítrio, isso não significará que o mesmo existirá em toda a sua potencialidade. E é aquilo que mais vemos.

Por causa de padrões seletivos que nós não temos nada que ver em termos de ação individualmente literal, até mesmo porque isso se consistiria em uma impossibilidade de espaço e tempo, as populações humanas tem variado consideravelmente em termos de capacidade cognitiva assim como também em termos de comportamento. E a cultura, que não veio do nada, muitas vezes (na maioria das vezes) expressará a paisagem cognitiva e comportamental médias destes grupos. Quanto maior for a complexidade de uma sociedade, maiores serão as chances de ênfase unidimensional em alguns de seus atributos, tal como tem acontecido hoje em dia nas sociedades ocidentais com base na inculcação da ”culpa branca” ou ”altruísmo patológico” (eu diria mais, ingenuidade e estupidez). O aumento da subjetividade quanto à percepção e à experiência tende a se dar em sociedades altamente complexas, por causa da estupidez e intolerância natural medianas para aceitar/entender as múltiplas perspectivas mas também por causa de uma maior relatividade em ambientes muito confortáveis onde que a tolerância para comportamentos indiretos como as artes, aumentará consideravelmente, se não estamos lutando com garras e dentes por nossa sobrevivência, se estamos dentro de uma fazenda humana, menos perigosa do que estar em contato direto com a natureza selvagem.

Por que eu dei um breve rasante em todos estes fatores**

Foi para prepará-los para a explicação literalizada daquilo que os esquerdolas ou esquerdistas afirmam aforisticamente, sem qualquer substância analítica e holística dos fatos e acontecimentos de nossos cotidianos.

A grande maioria destes estúpidos/ingênuos/narcisistas  cognitivamente inteligentes e intelectualmente acéfalos (não muito diferente dos conservadores neste último aspecto) tem usado a desculpa da ”educação”, a palavrinha mágica da ”modernidade”, para explicar como que ”arrastões de jovens da periferia” poderão ser evitados a partir de um breve futuro. ”Faltou educação”.

Pra quem vive boa parte do seu tempo longe destes problemas, é fácil bancar o bonzinho, gente boa que não quer ”ofender” ninguém. No entanto, quem mais irá sofrer com estes seres problemáticos será justamente a classe trabalhadora que sua dia e noite para ganhar o seu parco dinheirinho e ”pasmem”, eles serão os tipos mais ”reacionários” dentre todas as classes sociais, porque desde cedo precisam conviver com estes seres ”injustiçados” pela sociedade. Em partes, é verdade que o mundo não tem sorrido com grande frequência para muitos destes ”jovens”, que tendem a vir de lares extremamente disfuncionais, na corda bamba da falta do básico na mesa da cozinha. Mas como sempre eu falo, sempre haverão pessoas que não se deixarão levar pela miséria em que vivem e tentarão erguer suas vidas longe do crime, de maneira digna e honesta. Em um mesmo ambiente, sob as mesmas condições sociais e econômicas, algumas (na verdade eu não sei quantificar quanto que seriam) pessoas não se deixarão abater pela situação e serão inclusive melhores em termos de moralidade e honestidade do que uma gorda fração de pessoas de classes mais abastadas. E isso é uma grande injustiça.

No entanto, poder-se-ia usar a racionalidade para justificar que em um dia de cão muitos adultos possam querer descontar todas as suas frustrações em cima dos outros. Em partes isso poderia ser relevado como justificativa.  Mas estamos falando de jovens e pré adolescentes. Alguns que são crianças. São pessoas extremamente jovens que estão cometendo crimes, não estamos falando de adultos que tomaram ódio da sociedade em que vivem e passam a viver no mundo do crime explícito. Estamos falando de crianças e adolescentes.

 

Tolerabilidade e reciprocidade

 

Toleramos aquilo que não gostamos e seremos positivamente recíprocos àquilo que nos faz bem. Eu jamais roubei nada de ninguém até agora e não foi apenas por causa da educação dada pelos meus pais mas especialmente por simples reconhecimento de padrão racional e coerente. Eu não faço com os outros aquilo que não desejo que façam comigo. Nada mais racional do que a empatia vista por este prisma mecânico de interação interpessoal. A empatia cognitiva, mediante o meu conceito: ”para que possamos internalizar uma ideia, uma teoria, uma conduta, devemos sentir empatia por ela”. Por exemplo, se tornar vegetariano.

Meu nível de tolerância para a violência irracional ou feita por motivação fútil é muito baixo. Isso se aplica a todos os tipos de comportamentos que não são racionais. E obviamente em relação a todas as formas de crimes tal como o roubo. O famoso ladrão de galinhas, isto é, aquele que rouba para poder dar de comer aos seus filhos, existe, mas não é a regra. Na maioria das vezes as pessoas roubarão dos outros por pura falha de caráter e que tem uma clara origem biológica, do próprio ser. Estamos todos subordinados a estas duas vias de reação, a tolerância por aquilo que nos incomoda, e a reciprocidade positiva, altruísmo ou empatia (mesmo que se for apenas ideacional) por aquilo que nos motiva a continuar na labuta diária da autoconservação.

Os esquerdolas acreditam  que a suposta falta de educação  foi a causadora destes tipos de comportamentos, então bastará colocar os ”mal educados” em uma escola de boas maneiras civis, para que possam se tornar como você ou eu. Não existe genética, não existem predisposições, não existe o ser e sua reação, mas apenas as circunstâncias, dizem eles. Alterem as condições e teremos seres totalmente reformados. E se alguns deles consegue rever suas ações e ”melhorar” (muita calma nessa hora porque o melhorar também pode ser quantificado e ”algumas” melhorias não parecem ser tão boas assim tal como o garoto pobre que consegue se tornar jogador de futebol, larga a vida de quase-crime que sentenciava o seu futuro, mas continua a praticar pequenos delitos só que de colarinho branco) então os esquerdolas olharão para esta exceção tal como se representasse a regra.

O mundo é terra plana para essas mentes cabeças de vento. Se somos todos iguais então estudar sobre genética comportamental seria como enxugar gelo, devem pensar.

Literalizando o ”argumento” dos esquerdolas.

As crianças e adolescentes que causaram furor nas praias cariocas, nestes ‘últimos dias’ (não significa que não voltará a acontecer e nem que se consistam em casos isolados), ao saírem arrastando pertences alheios, sem qualquer pingo de respeito ou dignidade, não tiveram uma boa educação (os pais e os professores deles devem ser uns lixos…. e vale ressaltar que, infelizmente, muitos bons pais de origem humilde acabam tendo filhos problemáticos). Portanto, devem ser ”reeducados”.

Literalizando a ideia de ”reeducação”

A primeira tentativa de lavagem cerebral amadora e fortemente embasada em pensamento positivo não deu certo. Então vamos colocá-los novamente em instituições estatais onde ”será feito” a reestruturação de conduta comportamental civilizada.

Eles sairão de lá novinhos em folha e nunca mais cometerão estes tipos de crimes.

 

Mundo real

 

Essas crianças e adolescentes que já sinalizam predisposições comportamentais anti-sociais desde à tenra idade, deixando implícito o papel da transmissão inter-geracional de caracteres, leia-se, hereditariedade, no comportamento humano,  não melhorarão suas condutas de maneira radical tal como a grande maioria dos esquerdolas acreditam apenas por causa de uma ”melhor educação”.

 

O que é educação comportamental**

 

Novamente ”a minha ideia” sobre a empatia cognitiva. Somos expostos a todo momento a estímulos ambientais como livros, uma bola de futebol ou uma boneca da Barbie, assim como também à ideias e argumentos racionais de conduta ou comportamento. Por exemplo, quando eu era criança, eu me condicionei a pedir desculpas, repetir umas cinco vezes esta palavra, depois de ter praticado alguma conduta ou exposição de pensamento ruins ou de mal tom. ”Funcionou”. Mas é muito cedo dizer que se minha mãe não tivesse me dito isso eu não teria aprendido até o ano em que comemorei o meu vigésimo sexto aniversário. E não é apenas cedo como também equivocado sugerir que este método empregado por minha mãe irá funcionar em todo mundo.

A ideia de educação se assemelha ligeiramente à ideia de lavagem cerebral, que eu demonstrei ou acredito que demonstrei, que está sendo usada de maneira equivocada pelas pessoas. A educação, nas escolas ou mesmo aquela que nossos pais acreditam de maneira literal e profunda, nada mais se assemelharia àquela imagem do filme ”Laranja Mecânica” que se tornou mundialmente famosa.

Não, não faltou educação a estes grupelhos descidos do morro que tocaram o terror em banhistas cariocas e continuarão a fazê-lo, em grupo ou a conta-gotas. Faltou a esterilização de suas mães ou ao menos, um planejamento familiar fortemente intrusivo para que seus pais evitassem encher os seus barracos, símbolo da ineficiência e brutalidade estatais em conluio com uma dupla herança desvantajosa, bio-econômica, de crianças que na maioria das vezes, serão apenas como eles. E não os culpo totalmente, porque o ambiente em que vivem contribui para exaltar as já muito evidentes dificuldades naturais de adaptação em uma sociedade industrial (e dependendo do caráter deles, em qualquer sociedade, mesmo nas de caçadores coletores).

Alguém com tolerância para praticar o mal irracional, em qualquer ambiente, será um estorvo para aqueles que o repele naturalmente.

A educação comportamental assim como no caso da cultura se consiste em uma tentativa de sincronização entre o comportamento (a nível individual) e o ambiente social e simbólico (isto é, que expressa toda a panaceia abstrata que emana da mente humana como emoções, ideias, etc). Novamente, a metáfora do boomerang ou do jogo de Squash, só que agora direcionado para a reciprocidade/internalização de condutas e rotinas. Eu aprendo organicamente que roubar os outros é imoral e não apenas ou fundamentalmente porque a professora ou professor disse. Eu posso internalizar uma conduta e/ou rotina com base na própria captura de percepções ou por meio da verbalização de terceiros, onde o educador aparecerá como um dos mais prováveis a comunicarem esta regra de etiqueta básica.

O paradoxo do ateu ”modinha”…. e a histeria anti-sábia dos estúpidos…

O ‘paradoxo” do ateu ”modinha”…

Se sabe tanto sobre evolução então por que continua a acreditar apenas no papel da cultura como transformadora do comportamento humano ”ou” ”um que de Lamarck” ??

Os ateus, isto é, uma boa parte deles, são alguns dos maiores crentes no papel fundamental, tanto da educação quanto da cultura, como promotoras do desenvolvimento cognitivo e do comportamento humano. Há uma parcial verdade aí, mas ao se desprezar o papel da biologia comportamental e cognitiva e sua interação com o meio (cultura e educação), se estará principiando por pressupostos essencialmente equivocados, se tudo aquilo que é incompleto e é dado como completo, assim o será.

A contradição ”ou” paradoxo mais engraçado daqueles que também são fervorosos defensores das teorias darwinianas, é a de que as utilizam principalmente como argumentos contra o criacionismo mas que não as entendam em seu todo, porque foram e são conquistados  justamente por resquícios sofisticados do antropocentrismo, que são a essencia de qualquer ”religião”.

A Terra não é o centro do universo, nós também não somos o centro da Terra e de sua biodiversidade. Mas, de acordo com o behaviourismo e seus ”uber-especialistas”, o ser humano é tão magicamente superior aos outros animais, que as regras (quase) universais de predomínio (essencial e óbvio) genético ou biológico no comportamento e na capacidade cognitiva, não são, supostamente, aplicáveis a ele.

Deus não existe, porque, segundo o resquício de pensamento mágico que predomina em muitas mentes ateias, nós é quem somos os deuses!!

Só que não, continuamos sendo animais tal como os outros e como papai Darwin disse, reagimos de maneira muito similar aos eventos, isto é, de maneira que NÂO DA para desprezar o papel de nossas predisposições genéticas nas interações de curto a longo prazo com o meio. Seria metaforicamente falando, como imaginar um jogo de futebol, com apenas um time.

O ponto chave que nos faz diferentes, estranhamente diferentes das outras espécies, é justamente nossos instintos atrasados ou maiores autoconsciencias (claro, que com sua variação devidamente exaltada). Neste meio caminho, entre o pensar e o reagir, construíremos ao longo de nossas vidas, um arcabolso de vivencias únicas, que serão enriquecidas por símbolos, abstrações e o seu uso constante tal como na matemática ou mesmo, no vocabulário, o uso de palavras, nossas reflexões. Todo este mundo complexo que se abre entre o pensar e o reagir para os humanos, nos demais animais, tende a se dar de maneira predominantemente instantânea, isto é, o pensar/agir ou agir instintivamente, nos fará mais suscetíveis a uma panaceia de possíveis destinos ou maior probabilidade de caminhos a serem tomados, e que serão sofisticados quanto a sua complexidade, em nossos ambientes antropomorfizados. Mas a essencial relação entre o homem e o seu meio, isto é, sua biologia e não apenas a comportamental e o seu ambiente de interação e vivência, permanecerá simples de se entender, basicamente, ”’genes em interação com o meio”’. Nós que somos os nossos genes. Portanto, quando estivermos falando de genética, nós estaremos falando de nós mesmos, não apenas em relação aos órgãos dos quais temos pouca familiaridade consciente e constante, tal como o coração ou os rins, desprezando aqueles que são constantemente afetados por crises de ”piriri”, mas especialmente de nossos cérebros e de seu produto único, que é o mais relevante para nós, ou seja, as nossas mentes.

Voltando a pauta principal desta parte do texto, os ateus ‘modinhas’ renegam o criacionismo em prol do darwinismo, mas quando debatem sobre o comportamento humano, se utilizam do lamarckismo, leia-se, educação e cultura, como únicos e fundamentais influências em relação ao mesmo, o que claramente se consiste em uma incompletude conceitual ou má interpretação das teorias darwinianas.

Falar sobre influencia genética no comportamento humano, assim como também de hereditariedade de caracteres via seleção  (o básico-do-básico da teoria da seleção natural) remete em suas cabeças pedantes a

  • eugenia
  • nazismo
  • preconceito
  • racismo

isto é, eles apregoam uma carga fundamentalmente ideológica sobre a teoria que mais se utilizam para refutar os argumentos tolos dos criacionistas, enquanto que, convenientemente, renegam a parte ”politicamente incorreta” das ideias de Darwin, especificamente quando estas são aplicáveis aos seres humanos.

Alguns adjetivos para este tipo de abordagem argumentativa e pessoal-ideológica:

Estúpido, conveniente ou tendencioso, irracional, desonesto.

Aceitar que existam diferenças cognitivas entre as populações humanas (em média), por exemplo, não significa que se estará defendendo a volta do nazismo ou o preconceito contra essas populações (ainda que muitos daqueles que apresentam facilidade para internalizá-las, defendam causas ou ações parecidas). Neste caso, o preconceito negativo direcionado à pessoas perigosas, de qualquer grupo humano, se consiste apenas no básico da sobrevivência, mitigando ou evitando futuros perigos em relação às mesmas via interações altamente desarmônicas. Novamente, todas as palavras abstratas e mesmo as literais, dependendo do contexto, são amorais em sua raiz conceitual. Mesmo o preconceito negativo, depende do contexto. Quando falamos de abstrações, estaremos falando irrevogavelmente de contextos para que se evite a injustiça de análise, conclusão ou tratamento.

A grande proporção de ateus, ou, ao que parece, que estão fortemente inclinados para favorecer boa parte dos pressupostos behaviouristas que nada mais são do que o lamarckismo sofisticado, nos mostra que muitos fãs de Charles Darwin são de analfabetos funcionais, e pasmem, especialmente em relação às suas teorias, ao determinarem, via influencias midiáticas e culturais, que o ser humano é tão divino que não pode ser equiparado aos outros animais, especificamente em relação aos fenômenos que, em linguagem moderna, resultarão em uma ”inevitável” discussão sobre nazismo, eugenia, preconceito e racismo.

Sim, ”somos tod(l)os iguais”, ”racismo é doença”, ”preconceito é burrice”, deixem os imigrantes virem para aquele país, dê-lhes educação e por esforço repetitivo, se tornarão inteligentes, cultos e empáticos e ainda por cima passarão estas virtudes recém-adquiridas para os seus futuros filhinhos. Que lindo!! Que ideota!!

Os ateus modinhas e/ou os ateus médios, deveriam ou poderiam utilizar seus (supostos) conhecimentos e empatia/ reciprocidade em relação às ideias darwinianas e tomarem a realidade de seus cotidianos a seu favor. Qualquer pseudo-religião sabe instintamente que o que importa é

  • população
  • genética

Pseudo-religiões atraem indivíduos suscetíveis de serem convencidos por seus discursos metafisicamente humanistas e culturalmente tendenciosos (a moralidade subjetiva). Estes indivíduos se casam entre si e produzem um cluster genético e quanto mais tempo ou maior a pressão seletiva (mais aglomeração geográfica), mais perfeita será a sincronia entre as suscetibilidades comportamentais das pessoas e a sua cultura, com cada vez menor debandada de ”fiéis”.

Se o ateu quer transformar todo mundo em ateu, então deveria começar por ele mesmo, se casando com uma moça ateia e tendo muitos filhos com ela, chamando os seus amigos ateus, criando uma cultura, isto é, uma superestrutura que combina ideologia com cooperação grupal mútua (em outras palavras, vantagens para ”fazer valer apena”), basicamente o que todas as pseudo-religiões tem feito desde a muito tempo.

O problema maior seria se de fato alguns deles tomassem esta iniciativa e no entanto, espalhassem suas visões distorcidas e perigosas da realidade. Teríamos uma massa de zumbis mentalmente sofisticados repetindo os seus mantras de certezas absolutas, acusando os outros que destoassem de seus pressupostos de pseudo-cientistas, irracionais… em outras palavras, teríamos o totalitarismo do ateu ”modinha” e ou do ateu médio no mundo, que ao invés de usar o diálogo e o didatismo, se utilizariam de métodos mais obtusos para calar a boca da dissidência, sem qualquer tentativa de harmonização entre os grupos envolvidos.

Estúpidos complicam aquilo que deveria ser simples de ser entendido!! 

Este blogue, assim como muitos outros, se baseia no esclarecimento de algumas obviedades simples, e outras, nem tanto, porém que são entendíveis, a partir de uma perspectiva racionalmente otimista.

  • Matar o seu vizinho porque estava com vontade não é uma coisa legal.
  • Ser empaticamente nepotista com os seus filhos e desprezar um virtuoso que não é o seu parente, não é legal.
  • Chame do que quiser, os seres humanos são logicamente falando, diversos e isto que indicar que no mínimo exista alguma diversidade biológica entre eles. Espécies de pássaros que vivem em ilhas vizinhas porém distintas, tendem a desenvolver diferentes pressões seletivas e fenótipos. Muitos destes eventos tendem a acontecer a longo prazo, isto quer indicar que nós não veremos boa parte deles durante nossos períodos de vida. Mas isso não significa que não aconteçam.
  • Não somos todos iguais, ok??
  • O fato da inteligencia ser diversa, contextual e complexa, não quer indicar que não seja hereditária e baseada em predisposições ou potencial.
  • educação é acreditar que por esforço repetitivo, todos ou ao menos ” a maioria” poderá se tornar ”mais inteligente”. Ainda que exista ou sobreviva alguma verdade nisso, não quer dizer que ”basta a educação” para que possamos ver uma melhoria significativa da sociedade. Educação comportamental para dificilmente educáveis é uma perda de tempo, a não ser que você os entenda, isto é, sua psicologia média, e passe a aplicar o segundo tipo de educação que eu demonstrei neste texto. A Coreia do Sul, o exemplo mais comumente usado pelos ”especialistas” em educação, não conseguiu se tornar a nação que é hoje em dia, apenas por causa da ”educação” que foi empregada, mas especialmente porque seu povo já apresentava potencial a nível coletivo para produzir e sustentar uma nação de primeiro mundo. Se o básico da educação comportamental (superficial e portanto, igualmente superficial em empatia, mas é melhor que nada) como não jogar lixo na rua, não abordar mulheres na rua como se estivesse no cio, etc, não são facilmente internalizadas ou mesmo, dificilmente internalizados pela ‘população’ (em média), então vamos nos questionar o quão difícil será para que possam passar do básico no ”entendimento por padrões lógicos de comportamento e raciocínio”, para o mais complexo, como fazer contas, entender o significado das palavras, ser empático no ambiente de trabalho, ser tolerante com gratificações de longo prazo, ser organizado e ciente do dever civil de zelar pelo respeito ao bem comum, como não roubar, não matar, não brigar por motivações fúteis….. Estão percebendo que ”o buraco é muito mais embaixo” do que estão pensando.

O estúpido incapaz de auto-correção intelectual, apresenta grande dificuldade para entender, aceitar ou internalizar o básico, não apenas do conhecimento humano, mas principalmente em relação ao reconhecimento de padrões (especialmente em relação aquilo que é mais importante, mais visceral para o bem estar individual, coletivo e de todos as formas de vida deste planeta). O mesmo é anterior a transformação de percepções em certezas úteis e deveria ser fácil para a maioria de nós, aceitá-las e ou entende-las. Só que ‘por incrível que possa parecer”, o ser humano médio parece ser muito prodigioso em sua habilidade de ser medíocre (ainda que um cabeçudo medíocre e especial) ao confundir o simples com o complexo, novamente a minha metáfora quanto ao estrabismo natural de ”nossa” espécie. Ao ”confundirmos” o básico, o simples, caminharemos também para transformar a complexidade do pensamento em um show de horrores bizarro, isto é, expandir o errado, transformando-o em um monstro cada vez mais gordo e forte. A ideologia do igualitarismo, que é superficial, tendenciosa e que foi criada por razões obscuras, que não são conhecidas pelo ”grande público”, é um exemplo significativo desta realidade. Se a ideia-mãe está errada então é muito provável que a continuidade desta ideia também se fará igualmente equivocada, ainda que se possa melhorá-la ou mesmo adaptá-la corretamente, especialmente quando temos gênios com grande capacidade de manipulação semântica e simbólica.

A tempestade no copo d’água, a famosa expressão que deseja indicar excessos emocionais em relação a ‘trivialidades cotidianas’, dependerá do contexto, moral ou situacional adequado, porque o que é considerado como reação exagerada por alguns, poderá ser considerado como um atitude normal por outros. No entanto, é evidente que algumas ideias (que não são apenas ideias) estarão muito mais corretas do que outras. Você sabe o porquê de ir ao banheiro. Sabe que para construir uma casa, você precisa de cimento e argamassa.

Questões ”apessoais” são menos ”polêmicas”. 😉

Dois tipos de educação para dois tipos generalizados de seres humanos

 

Para os potencialmente educáveis, a educação baseada no convencimento racional é o tipo ideal de intervenção sócio-cultural de longo prazo.

Para os dificilmente educáveis, que não podem ser educados ”apenas” por convencimento racional, sobrará o tipo de educação número 2, que se consiste na permuta ou negociação onde que certos códigos de comportamento serão impostos com base em leis que preveem punição de diversas naturezas as suas especificamente respectivas e potenciais transgressões.

 

Em países de primeiro mundo, onde o tipo potencialmente educável predomina, a educação ou inculcação com base em convencimento racional parece ser mais eficiente do que em países de terceiro mundo, onde que haverá uma tendencia para o predomínio do tipo dificilmente educável.

Por exemplo, pessoas potencialmente educáveis e especialmente as mais educáveis (em um sentido sábio… desprezando conformistas culturalmente pragmáticos), perceberão por conta própria ou com base em mínimo estímulo ambiental, a evitar jogar lixo nas ruas.

O típico potencialmente educável (e não exatamente aquelas que são mais perceptivas neste aspecto e são justamente aquelas que produzem essas diretrizes) necessitará de maior convencimento ou ao menos, repetição, para que possa internalizar uma nova rotina de comportamentos harmonicos.

O típico dificilmente educável, precisa ser doce, porém efetivamente, ameaçado, com base em gratificação ou ”apenas” punição, para que possa internalizar uma nova rotina de comportamentos harmonicos.

Nota-se a presença da sabedoria, empatia racional, como diferenciador entre os dois tipos delineados.

Reciprocidade é essencial para o altruísmo…assim como também para predisposições comportamentais (cognitivas) ou limites de tolerabilidade

.. a habilidade de tolerar algo… é a mesma de ser habilidoso.

”Caindo de amores” pela geografia, pela física ou pela filosofia….

Predisposição comportamental, genes-espelho, nível de tolerancia ”e” ”ou” empatia.

Meu nível de empatia em relação a matemática é psicopático….

Se exposto a um certo estímulo ambiental, qualquer um precisará nutrir alguma empatia ou reciprocidade ao estímulo para que possa converte-lo em algo de valor, pessoal ou coletivamente transferível.

Vamos imaginar que uma pessoa esqueça a sua carteira recheada de dinheiro (notas de 100) e voce a encontra em um banheiro baldio de uma rodoviária limpa, de uma metrópole brasileira limpa. Então, consegue encontrar o telefone desta pessoa dentro da carteira e liga para avisar que está com os seus pertences. Tudo acaba bem, uma camera filma os dois no momento da entrega da carteira esquecida ou perdida e todos da nação ficam histéricos porque algumas pessoas conseguem ser honestas. Isso é reciprocidade. O ato de devolver com a mesma moeda uma determinada atitude. O mundo seria um lugar melhor se pudéssemos ser comportamentalmente sincronizados. Não seria exatamente como a lei de talião, olho por olho, dente por dente, quase isso, porque seria muito mais sofisticado, sempre na tentativa de evitar a injustiça.

E a ideia de reciprocidade não se aplica apenas ao comportamento altruísta mas também a interação humana em relação ao seu meio. Isto quer dizer, em tudo. E como não haveria de ser, também em relação a nossa cognição, a parte técnica da inteligencia, assim como também em relação a nossa personalidade, a parte indiretamente técnica da mesma.

Portanto, quando voce é exposto a um conhecimento e não consegue ”cair de amores” por ele, nem ”nos primeiros encontros”, nem a longo prazo, então o seu sistema corpo-mente estará tentando lhe dizer de todas as maneiras, que não consegue sentir empatia para que possa internalizá-lo. Seus genes-espelho não sentem empatia por ele. Claro que a paixão pelo conhecimento, apresentará uma variação de intensidade, onde que entre os tipos mais medianos, não será suficiente para faze-los de super-especialistas no assunto ainda que isso não significa que tenderão a  nutrir empatia. A empatia parcial também se aplica as nossas capacidades cognitivas.

Ou tal como um boomerang, existe a necessidade de se ter empatia por aquilo que se está estudando para que possa no mínimo, ter algum conhecimento, ainda que superficial, em relação ao mesmo. Precisa ter uma relação de reciprocidade. Do contrário, forçar algo que não é nem 10% natural, se consistirá em sofrimento intelectual ”ou” cognitivo (dependendo da natureza do material exposto).

Se é muito alto, não poderá ser ginasta. Se é muito baixo, não jogará basquete, se é bonito, será apreciado, e se for belo aquele que o ve, será recíproco, se está nublado, é possível que chova, se está com sol, é possível que se esquente, se é emocionalmente inteligente, é possível que aprenda com os sentimentos, se é autoconsciente, é possível que aprenda consigo mesmo, se não caiu de amores pela matemática, nem depois do casamento forçado, chamado escola, é provável que se separem antes do prazo ”estabelecido” por seus superiores, se sorri, outros poderão se contagiar, o instinto humano, ainda que atrasado e alargado, entre a ação e o seu reagir, não é mágico, pois mais parece com o movimento das ondas, é plástico porém lógico, se subjetiviza ao relativo, mas sempre parte de construções objetivas, nosso corpo, nosso pulsar, nosso respirar, nosso pensar, nosso agir e nosso refletir, nosso ser humano. O subjetivo é a negação da clareza, é o de negar a verdade e principiar por sua estreiteza, sua versão incompleta, seu espelho quebrado, seu Deus com apenas um dos lados de seu rosto e de seu olhar.

Empatia ou tolerancia (tolerabilidade)

Empatia e tolerancia não são a mesma coisa porque quando se tolera algo, isso quer indicar que se está suportando esta situação, enquanto que a empatia se externaliza por meio do altruísmo e reciprocidade. Portanto, gostamos da empatia, mas toleramos a tolerancia, 😉 .

Tolerancia se relaciona com a não-ação, o ato de se conter mediante certa situação enquanto que a empatia se consiste na tendencia de agir, mesmo que em pensamento, auto-projeção como primordial atitude empática.

Se está agindo e gosta desta ação, então está nutrindo uma relação recíproca de empatia com a mesma. Se estabelece uma relação de simbiose entre voce e esta situação, pensamento, domínio cognitivo etc… No entanto, quando se está tolerando a ação de terceiros ou até mesmo, quando está sendo forçado a agir de tal maneira, sem ser algo natural, como ir a uma festa, sendo um introvertido tímido, então não se consistirá em empatia, mas em tolerancia ou como eu  gosto de chamar, ”tolerabilidade”, a capacidade de se tolerar.

Para cada ação, nós teremos um conjunto variável de limites tanto para praticá-la natural e empaticamente, quanto para tolerá-la. E isso se aplica a todo comportamento humano. Portanto, a importancia dos genes-espelho, a meu ver, não será apenas na empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, mas na capacidade de estabelecer uma relação de reciprocidade cognitiva, isto é, relacionado a estímulos ambientais. Isso nos ajuda a entender o porque de algumas pessoas serem naturalmente capazes para expandir os seus respectivos conhecimentos em relação a um certo domínio (ou gamas de domínios) cognitivo, como a matemática, ou a geografia ou a filosofia, por exemplo.

Mais um desfavor…

do brogui desfavor.

”Sofredores patológicos”
(se quiserem descobrir por si mesmos, é só entrar neste brogui, procurar por este post e depois ir para a sessão de comentários)

Empatia é muito simples de entender. Se eu quero o meu próprio bem então eu vou desejar o mesmo para o outro, não apenas desejar mas praticar, sem problemas não é**
Não, tem problema sim, porque o outro pode não ser recíproco. Se não ocorre a reciprocidade altruísta, dependendo da sensibilidade da pessoa, poderá acabar com o seu dia (no mínimo) e essa situação acontece a toda hora porque se somos diariamente irracionais, alguns menos do que outros, então não pense que será diferente do que uma sucessão de desastres de todos os níveis.
Então, se voce chorar opressão masculina, sendo uma mulher, branca, estrangeira, de classe média alta e solteira (ou seja, ainda mais rica do que se tivesse família constituída), esperar-se-á, por lógica, que desejará a mesma justiça e empatia de tratamento a outros grupos, correto****
Não, não. ‘Mesmo’ para pessoas que demonstram elevada capacidade cognitiva, esta tabuada simples de interação, ainda não parece ter sido internalizada ou mesmo, parece difícil de ser, por razões mais ulteriores.
Faz algum tempo que resolvi comentar quase que diariamente neste blogue ou site ”desfavor”ecido. O resultado não foi muito bom porque como eu sou MUITO honesto (mas não pra tudo, apenas para aquilo que defino como de significativa importancia) sempre gostava de dar as minhas opiniões, incluindo aí as mais contextualmente polemicas. Chegou um momento em que um dos dois blogueiros oficiais decidiu criar um post especialmente dedicado a mim, cheio de inverdades populares sobre diferenças raciais em inteligencia. Neste post, eu fui apedrejado virtualmente por um grupo de acéfalos raivosos, que se dizem acima da plebe brasileira, os famosos ”bm”s, os brasileiros médios. A sim, com certeza!! 😉
Por um lado eu me vi em uma situação um pouco constragedora e especialmente naquela época em que era menos autonsciente e sábio, de dar valor as coisas que realmente valem apena e tentar entender o mundo de maneira diplomática, holística e detalhista. No entanto, eu acabei re-constatando aquilo que já havia percebido já em outros debates ”calorosos” com acéfalos. Foi bom!!! Quando se discute com idiotas, apesar dos insultos desnecessários (que podem ser gentilmente retribuídos) e da histeria costumeira, pode-se sair desta situação de maneira altiva e confiante de que se está no caminho certo.
Voltando ao tema ”empatia básica”. Uma moça rica (para padrões locais), solteira e que clama por melhor tratamento e respeito por causa de sua condição como ”mulher” (e não está errada por causa disso), simplesmente solta esta na sessão de comentários
Anonimo disse
”Muitos adotam a criança ainda recém nascida sem saber que é especial as vezes só percebem depois. Acredito sim que existem raras pessoas desprendidas e não interesseiras que acaba adotando essas crianças, reparem que quem não é adepto ao sofrimento lida bem com a situação e não sente dó ou pena de si próprio e nem fica se achando o supra sumo da bondade. Mas tem gente que gosta de cuidar da vida de alguma outra pessoa então pra esse tipo de pessoa faz muito bem em adotar criança especial, desde que cuide bem.”

Desfavorecida disse

”Desculpa, mas eu acho que adotar uma criança com deficiência é procurar problema para si, de modo a justificar outras coisas preexistentes e se vitimizar para ter todo o ganho secundário que isso gera. Não que a pessoa perceba o que está fazendo, mas inconscientemente, só um ganho secundário muito forte move alguém a atrair uma situação assim. Não é bondade.”

E a moça estrangeira, branca, de classe média alta e solteira, que clama ”respeito e educação” ainda tem a completa falta de lógica ao soltar esta pérola aí de cima. Bem, então vamos perguntar quais que seriam as atitudes jurídicas a serem tomadas, será que deveríamos jogar esses ‘estorvos’ no lixo***

Se pudéssemos exemplificar metaforicamente como que se dariam essas sucessivas, constantes e predominantes atitudes e ideias contraditórias que reinam absoluta entre os seres humanos, então nós poderíamos nos imaginar como pessoas que estão a todo momento tropeçando nas próprias pernas na tentativa de andar de maneira correta. Com certeza, este comentário infeliz merece o premio de ”dos mais frios do ano de 2015”.

Não interessa a inteligencia, nem bom humor, nem nada. Se é capaz de escrever isso e não percebe (ou pior, não liga, acredita que está certa) a completa falta de coerencia empática (eu quero pra mim, mas não quero para os outros…. que mereçam… desde que todas as variáveis potencialmente conflitivas estejam idealmente normatizadas) destas palavras duras, em relação a um dos grupos mais vulneráveis de seres vivos, aqueles que não tiveram a sorte de nascerem ”lindos, inteligentes e bem sucedidos”, então deveria voltar para Kirchneristão se odeia tanto este lixo de país (hihihihi, eu também) cheio de macaquitos. Merece uma meia suja na boca por escrever esta frase abjeta, mais um DESFAVOR… do brogui desfavor.
E pasmém, a moça ainda é formada em direito. Bem dizem que pra ser advogado, voce precisa ser um pouco psycho (sem querer generalizar, como se 100% dos advogados fossem assim, claro que não, é óbvio, mas é preciso sempre frizar).

Nerdolas e vegetarianismo

Eles são odiados por 10 em cada 10 estudantes, e são considerados como ”genios”. São adorados pelo sistema que os elogia por seus perfis incomuns e vantajosos, elevada capacidade cognitiva e forte tendencia para o conformismo social ( especialmente via materialismo ).

Os nerdolas (termo depreciativo de minha autoria ao tipo predominantemente negativo de ‘nerd’) se dividem em dois grupos principais, no espectro político, os da esquerda, que são mais propensos a serem de ateus ”humanistas”, e os da direita, que são mais socialmente conservadores. Ainda  na direita, nós temos a neo-ramificação de ”geeks”, que eu não sei quanto a voces, mas parecem ser os tipos mais insuportáveis (em média) desta variante cognitiva humana.

Os nerds fazem parte do grupo trivial de inteligentes e podem ser encontrados em peso em nações do leste asiático, como a Coreia do Sul e o Japão. Nerds, geralmente, fazem boas a excelentes nações. Mas como sempre acontece na amada humanidade, sempre tem algo faltando em cada grupo bio-cultural, e não seria diferente entre eles.

Existe um espectro mental de generos, em que os homens serão mais propensos a caírem no lado mecanicista enquanto que as mulheres serão mais propensas a caírem no lado mentalista. Homens são melhores para consertarem dispositivos mecanicos enquanto que as mulheres são melhores na arte da empatia.

As mulheres são mais empáticas do que os homens e isso nos ajuda a explicar o porque da alta prevalencia deles no mundo do crime e da violencia em geral.

Os homens apresentam mais características neurológicas (maior exposição ao testosterona que está vinculada com superdotação) que estão associadas com maior capacidade cognitiva, ainda que as mulheres sejam em média, mais inteligentes. Isto é, em média, a mulher é mais emocionalmente estável, conscienciosa e em parte, os seus perfis de personalidade contribuem para elevar as suas pontuações em testes cognitivos e na escola. Mas também por algumas razões biológicas como por exemplo, o cérebro feminino, que é mais bilateralizado.  A empatia, dependendo da combinação, poderá deprimir as habilidades analíticas. Quem sente em demasia, pode ser menos propenso a pensar de maneira racional. Existe uma certa verdade na dicotomia  ”razão” e ”coração”.

Habilidades mecânicas estão associadas à capacidade cognitiva primordial, o reconhecimento de padrões. Os homens são melhores neste aspecto, mas isso não significa que tenha de haver uma correlação forte entre os dois, isto é, entre o reconhecimento de padrões e habilidades técnicas porque como já sabemos, esta capacidade tende a se relacionar com todos os aspectos cognitivos inclusive a empatia. Portanto, não é equivocado sugerir que as mulheres sejam melhores no reconhecimento de padrões de natureza emocional, porque se principia a partir deste mesmo processo primordial. Eu por exemplo, que acredito que seja muito bom nesta capacidade, de reconhecimento de padrões, contradições, dentre outros aspectos de natureza similar, sou quase que totalmente feminino na capacidade de consertar dispositivos mecânicos. Eu não sou tão (super) mulherzinha assim, porque já aconteceu algumas vezes de conseguir consertar a tv aqui de casa, mas nada muito espetacular (enquanto que a minha mãe entrou em choque emocional temporário, kkkkkkk).

As pessoas que são mais emotivas podem e geralmente serão mais propensas a interpretar o mundo com base em suas emoções e não a partir de observações analiticas de natureza neutra, emulando a maneira de pensar de um cientista legítimo.

Em compensação, aqueles que são mais propensos a serem de observadores analíticos, também serão mais propensos a reprimirem seus lados mais emotivos.

Resultado, nós temos dois grupos, que tendem a variar de maneira gradual em suas respectivas composições de características similares, e que seriam perfeitos se ”ao menos” um deles pudesse aprender com o outro. Mas isso não acontece. O nerd típico e suas variações, apresentam grande dificuldade de interpretar o mundo daquele que é mais movido  por suas emoções do que por suas conjecturas racionais ou que pendem para este lado. E a recíproca é verdadeira. Ainda que, por causa de suas maiores habilidades racionais ou convergentemente analíticas, o nerd possa entender melhor (mecanicamente) o que se passa com o seu antônimo emotivo, ele não irá a partir desta natural racionalização de percepções, tentar adentrar dentro deste mundo de sensações, emoções, que impera no outro lado. Talvez nem será como uma forma de empatia parcial, porque não chegará ao ponto de se colocar no lugar do outro mas de observar e catalogar padrões lógicos de comportamento, se baseando em seus próprios preconceitos cognitivos. O nerd típico é emocionalmente estável ( menos o geek) e isso nos ajuda em partes a entender o porque de serem assim. Como sempre, a ”empatia cognitiva absoluta”, é uma capacidade extremamente rara e não seria diferente em relação aos ”nerdolas” (vale ressaltar, como sempre, que nem todo nerd cairá dentro deste espectro de ênfase negativa que eu estou analisando, eu mesmo, sou bastante nerd em alguns aspectos… mas, qualquer indivíduo, a partir do momento que se ver solapado por rompantes de razão, janelas de oportunidade para fazer aquilo que é irrevogavelmente certo, não tentar melhorar a sua técnica de interação constante, então,  por justiça, deverá ser alvo de escrutínio porque esta demonstração de anti-sabedoria geralmente terá efeitos negativos que reverberarão em seres, vidas, consequencias reais. E o nerdola não parece estar muito preocupado com isso. A vida é curta, frágil, complexa, complicada… pra que complicar mais não é**) só que…

Vegetarianismo e nerdismo

Recentemente, aconteceu um evento lamentável e tragicomico de nossa sociedade ”moderna” ou podre. Um caminhão com porcos, prontos pra serem abatidos em matadouros, tombou no meio de uma rodovia movimentada no estado de São Paulo. O assunto ”vegetarianismo e direitos dos animais não-humanos” entrou na pauta do dia e como esperado, muitos nerdolas começaram a destilar os seus venenos de ”garotos mimados que gostam de jogar video game e tomar achocolatado”.

Apenas homens e mulheres completos que podem definir o que é moralidade, ou seja, os sábios, que não são nem excessivamente emotivos, nem excessivamente analíticos (eu não diria que isto seja sinônimo de racionalidade, se todo excesso sem empatia e lógica  pende para a sua negação). São os verdadeiros avatares perceptivos (e vou escrever um texto falando sobre isso, em breve) que, a partir de suas perspectivas bio-existenciais privilegiadas, em suas  montanhas metafóricas, podem definir aquilo que está certo ou não. A racionalidade é parte da técnica para entender a realidade. Precisamos sentir o chão em nossos pés para que possamos ao menos tentar entender a micro-escala de existencia a que estamos submetidos. Portanto, o pensamento literal, analítico, que é característico da mente nerd, é muito importante. Mas a empatia também é fundamental. A empatia também se consiste no pensamento mecanico, que é convergente, lógico e funcional. A diferença é que são as emoções que delineiam este tipo de pensamento, a priore. Por exemplo, aceitar ”refugiados” na Europa (também) é racional, porque nós nos colocamos no lugar deles e pensamos

”E se fossemos nós**”

Isso é um pensamento racional.

Mas também é racional fazer um balanço demográfico sobre a situação europeia

– (muito) baixas taxas de fecundidade entre os europeus étnicos,
-altas taxas de fecundidade entre os imigrantes….

Só para começo de conversa…

Esta é uma demonstração quanto a necessidade da sabedoria, nem lá, nem cá. Se parece extremista demais, é porque poderá estar predominantemente errado ou conflitivo.
No entanto, não é extremista parar de comer carne de animais não-humanos, especialmente aqueles que nos são mais geneticamente próximos. Neste caso, o maior extremismo, seguindo esta linha, seria o de se tornar como um tipo de vegano extremo, daqueles que só comem plantas cruas caídas no chão. Ou de continuar a se enfartar de churrascos de fim de semana, sem pensar por um minuto que a picanha suculenta já foi uma vida. Os nerdolas relativizam os argumentos dos vegetarianos e veganos. Da mesma maneira que canibais também poderiam relativizar sobre o porque de não comermos carne humana. 😉

O pensamento racional, de fato, em relação ao vegetarianismo, se baseia em uma análise sábia, que está embebida de racionalidade e de empatia, como dizem, é juntar o útil ao agradável.
Mas os nerdolas e seu pedantismo costumeiro não costumam se basear no sofrimento alheio, e menos ainda se forem porcos, da mesma maneira  que agricultores conservadores também não são naturalmente acostumados a pensar se o abate mensal de animais não-humanos não seja uma atitude atroz, se os seres que criam para abater não tem sentimentos!! Claro que não, porque foi ”Deus” quem lhes disse que não é pecado, que podem fazer sem peso na consciência, afinal de contas, nós somos filhos dele não é??? Nós temos alma, o animal não-humano não tem. O nerdola mais à esquerda, gosta de falar sobre a universalidade trans-espécie da homossexualidade bem como também da diversidade sexual, para refutar argumentos criacionistas dos tempos do Egito antigo, enquanto que ao considerar  os seres humanos como animais, entram em contradição, ao dissociar o extremo excesso da dieta carnívora que predomina nas sociedades humanas com a ”camaradagem existencial” que comprovaria a naturalidade da homossexualidade e a ignomínia pseudo-religiosa. Tem um nome pra isso: CONVENIÊNCIA. Quando nos utilizamos de certas perspectivas para comprovar, retroalimentar nossos pontos de vista, mas delimitando a abrangência desta linha lógica para melhor nos servir…desprezamos o resto do pacote lógico de racionalidade que virá embutido. Cortamos o pensamento sábio pela metade.
Pode ser verdade que se somos animais como os outros e portanto a moralidade é relativa, então não haveriam problemas para abatermos os animais dos quais nutrimos menos afeição para alegrar nossos estômagos vorazes. Se os próprios animais fazem isso, por que que nós não poderíamos fazer o mesmo??
Sem conveniência, coloque um brutamontes musculoso para espancar ( sim, porque ele vai espancar, com certeza)…  lutar com uma mulher normal, mais magra, menos musculosa e mais fisicamente frágil. Temos um nome apropriado pra isso: COVARDIA.
Porcos, vacas, cachorros, gatos, galinhas. Tente medir forças com eles.

Uma ”mãe” ( e vejam só, uma nerdola flácida ) nos EUA, jogou seu filho autista de uma ponte que não resistiu e veio a falecer. Vamos continuar a agradecer a ”Deus” pelo alimento de seres frágeis??? Vamos?? Ou melhor seria se ”racionalizássemos” sobre nossa condiçao animal e a continuar a abater seres indefesos??

No passado pré-histórico, caçávamos nossa comida, ou melhor, nosso excesso de proteínas. Era mais justo e lógico. Hoje em dia, supostamente, ”nos tornamos” (modo de dizer) mais ”evoluídos”, compramos embalagens podres que irão poluir o meio ambiente para nos deliciar com a carne de um pintinho, o famoso ”steak de frango”.

Mesmo que não fosse de maneira alguma aceitável, ”ao menos” antes, se matavam animais não-humanos domesticados quando tivessem chegado a uma certa idade.

”Inteligencia’ entre os generos

Homens mais masculinos tenderão a ter a testa em formato quadricular. Seu queixo também será mais pontudo e seu semblante menos socialmente convidativo. Os olhos serão menores, apontando para menor proporção de traços de natureza neotenica. As mulheres mais femininas apresentarão o tipo de rosto quase que o oposto do ”mais masculino”, visto que sua testa tenderá a ser menor e em formato arredondado e as feições mais gracilizadas ou menos robustas. Homens também serão mais propensos a terem rostos mais largos e robustos do que as mulheres. São médias, lembre-se sempre disso. E eu também estou usando em excesso os termos ”tendem”, por alguma razão…

Mesmo que esta imagem abaixo esteja mostrando um homem de rosto relativamente menos masculino, ainda se pode notar com grande consistencia as diferenças marcantes dos rostos mais comuns em mulheres e os mais comuns em homens (que serão relativamente raros de serem encontrados no sexo oposto).

Inteligencia e  estereótipos que podem ser factuais com a realidade 

As profissões onde existe um predomínio de um dos generos, nos sugere que certas habilidades e tipos de personalidade serão mais comuns entre homens do que entre mulheres e vice-versa, ainda que fatores culturais tenham um papel, dependendo da profissão, que poderá ser menos ou mais relevante. Por exemplo, na medicina. No passado, por causa de razões puramente culturais, as faculdades de medicina eram quase que exclusivamente masculinas (como quase todos os outros departamentos de ensino superior). Com a emancipação feminina, o percentual de médicos homens foi se reduzindo drasticamente e hoje em dia, me parece que são as mulheres que predominam ligeiramente nesta profissão, ao menos nas faculdades. Como existe uma panaceia de profissões que se relacionam com a medicina, então ainda será relativamente complicado sugerir que exista igualdade ou mesmo superioridade das mulheres, porque por exemplo, um dermatologista, será, em média, é claro, o profissional de uma profissão menos cognitivamente exigente, se comparado com um cirurgião ou um neurocientista. Em compensação, em algumas profissões como a de físico ou engenheiro, o percentual de mulheres, ainda que também tivesse aumentado em relação aos anos mais agudamente patriarcais, não atingiu a mesma proporção como no caso da medicina (muito menos, diga-se). Aí cabem voces meus leitores, decidirem se será sempre bom que as mulheres consigam superar os homens ou se não estaremos sendo injustos com o sexo ‘forte”. Outro exemplo bastante elucidativo se dá justamente nas humanidades, onde que parece existir um predomínio feminino entre os estudantes, porque justamente numa das faculdades mais dificeis deste departamento, a filosofia, esta prevalencia não acontece. Em compensaçao, nos departamentos de psicologia e educação, há uma clara dominação feminina. Ninguém está obrigando as mulheres a escolherem por esta ou aquela profissão ou faculdade (em média). No entanto, o percentual delas que decidem fazer faculdade de filosofia é muito mais baixo do que em comparação as outras ciências  humanas. A filosofia, além de ser uma das faculdades mais difíceis das humanidades, também é uma das menos ”femininas”, de natureza puramente analítica (ainda que tenha sucumbido a subjetividade política moderna que transformou as humanidades em piada pronta, em partes isso é verdade!). Também é interessante pontuar que parece não haver um grande predomínio de professoras universitárias, mesmo nas humanidades. Há um certo equilíbrio, que não se repete em faculdades de ciencias exatas.

Como foi mostrado no gráfico acima, e qualquer professor atento e perceptivo também poderá constatar, os homens apresentam uma distribuição de inteligencia técnica mais ampla e heterogenea, com menos deles entre os tipos medianos de inteligencia (técnico-quantitativa ou qi) e uma maior proporção entre os mais e os menos inteligentes, a partir destes critérios psicométricos. Em compensação, nós temos uma distribuição quase que oposta entre as mulheres, com mais delas entre aqueles de inteligencia mediana do que entre os de maior ou menor inteligencia. Se o currículo escolar está projetado para as médias coletivas de cada contexto geográfico, então isso nos ajuda a explicar em partes porque tantos meninos são mais acometidos por dificuldades de aprendizagem ou que são mesmo menos cognitivamente inteligentes do que seus pares do sexo oposto. Isto é, mais meninos e rapazes tem mais problemas na escola, de diversas naturezas, mas principalmente de personalidade arredia e de cognição, enquanto que, coletivamente falando, as meninas costumam se sair muito melhor. Parece um pouco óbvio que o fator testosterona está tendo um papel crucial em praticamente todas as diferenças de genero. O testosterona que é a mutação que produz o homem, nos faz (nós homens), mais mutantes do que as mulheres. Isso explica a prevalencia masculina em todos os ramos mais extremos de comportamento, da liderança a criminalidade, do gênio ao estúpido, do altruísta ao psicopata. Em compensação, o XX feminino, parece ter muitas vantagens tais como uma saúde mais equilibrada e menor incidencia de problemas psiquiátricos. As mulheres podem ser comparadas aos leste asiáticos. Ambos apresentam maiores médias de inteligencia técnica, são mais saudáveis, mais pacíficos (em tempos de paz’) e menos socialmente dominantes. Em compensação, para ambos os casos, existe uma falta de talento criativo da mais alta estirpe, assim como também de todos os males que o excesso de testosterona pode causar. Ainda que existam discussões sobre se os leste asiáticos tenham mesmo menores níveis de testosterona, em média, e que os métodos de medição dos hormonios sexuais, ainda necessitem de melhorias, muitas das características corporais que tem predominado no grupo, parece sugerir superficialmente que detenham menores valores do hormônio masculino . Há de se ressaltar sobre a distribuição cronológica do testosterona e sua variação a nível diário. Homens leste asiáticos, em média, podem até ter mais testosterona circulante do que os europeus caucasianos e os negros africanos, mas esta distribuição, diária e a longo prazo, parece se dar de maneira mais equilibrada, que explicaria a tendência para o tipo de comportamento menos histrionico entre eles.
Em uma faculdade de educação infantil, especialmente para o jardim de infância, há um grande predomínio de mulheres.

Em compensação, em profissoes que exigem grandes habilidades técnicas ou de natureza puramente espacial, há um claro predomínio masculino. Os homens e especialmente os tipos mais cognitivamente masculinos (incluindo aí as mulheres mais masculinas), são muito melhores para construir casas ou consertar qualquer dispositivo mecânico do que as mulheres.
No entanto, vivemos em tempos de estereotipofobia. A sabedoria popular, mais dualista e menos detalhista que sempre imperou no passado, foi substituída por mentiras ”brancas”. As pessoas continuam discriminando a verdade e preferindo por ilusões que melhor lhe aquecem os corações, mas a conta sempre chega e alguém terá de pagá-la.
É complicado sugerir que os homens sejam naturalmente propensos a serem superiores, em média, às mulheres no quesito cognitivo. Bem, nós temos as guerras para mostrar que esta afirmação aforistica está equivocada em muitas de suas perspectivas mas não em todas . A própria inteligência, se consiste em uma definição conceitual carregada de emoção e de critérios relativamente arbitrários que desprezam a imagem maior, que é complexa, diversa e contextual e se delimita a partir de considerações unilaterais, tal como os crentes no ”design inteligente” que desprezam o processo doloroso que torna possível a perfeição da natureza ou o seu produto final, também fazemos algo parecido em relação às correlações sobre inteligência, ao desprezarmos os reais fatores ambientais ou circunstanciais que geralmente terão grande impacto por nos encapsularem e limitarem nossas ações, que também serão fortemente influenciadas por nossas biologias comportamentais . Você não precisa negar o ambiente para crer no determinismo natural da genética. Nós mudamos pouco e mesmo quando somos mais inconstantes, isso não quer indicar que não exista a ação dos genes na modulação desta predisposição, a plasticidade comportamental humana não nega a predominância de nossas predisposiçoes genéticas, não teria como, quem crê no determinismo behaviourista é um crente inconsciente, que acredita em uma superioridade excepcional do ser humano, como se fossemos divinos. Não precisamos de divindades particulares para sermos excepcionais.  Todas as pseudo-lógicas populares da modernidade cairão por terra neste blogue.
Talvez a superioridade absoluta do homem sobre a mulher se dê apenas nos nichos mais significativos de capacidade cognitiva. Por exemplo, entre os sábios, é provável que haverão menos mulheres do que de homens. Há uma incidência diminuta destes fenótipos na populações humanas de qualquer maneira. A humanidade é super estimada, homens e mulheres também. Talvez fosse melhor mudarmos o foco e ao invés de nos questionarmos sobre ”quem é o mais inteligente”, nos perguntássemos sobre ”quem é menos estúpido”, faz mais sentido.

Ainda que seja provável que de fato  exista essa predominância masculina, o coletivo também é muito importante e apenas pela proporção de gêneros na criminalidade  já nos mostra que tal superioridade a partir de um viés unilateral  não se sustenta quando aplicamos as múltiplas perspectivas. Homens e mulheres são complementares e um poderia aprender mais com o outro se fossem mais sábios. De todos os países oficiais, muito poucos são aqueles em que as mulheres viverão menos que os homens. As mulheres sofrem menos pressão psicológica do que os homens nas sociedades humanas, ainda que também sejam cruéis com elas. Também não restam dúvidas quanto aos maiores níveis de empatia feminina. É verdade que as sociedades estão fortemente tendenciosas no favorecimento dos homens em relação às profissões de maiores ganhos materiais bem como também de realização profissional. Eles valorizam mais quem produz do que quem cuida. Também é verdade que ainda existe muito preconceito negativo por exemplo quando uma mulher ocupa um cargo de liderança. Mas isso não prova que os gêneros não  se difiram em termos de personalidade e cognição, ainda que essas diferenças sejam causadas pelos processos de seleção natural que continuam a operar dentro dos ambientes antropomorfizados. Muitas mulheres brilhantes tem dado as suas contribuições à sociedade, das mais diversas maneiras. E não é necessário ter um intelecto portentoso para fazê-lo visto que em comunidades das redes sociais que são especializadas no cuidado com os animais não-humanos de tez doméstica,  há um predomínio significativo de mulheres cognitivamente medianas que dedicam parte de suas vidas na mitigação do sofrimento desnecessário de animais não-humanos indefesos rente à anomalia humana.
Como eu sempre falo aqui, ”menos emoção irracional, mais razão e ponderação” na hora de se falar sobre esses assuntos. Nenhum grupo de seres humanos será infinitamente superior ao outro, todos, de todas as naturezas, apresentarão forças e fraquezas, serão imperfeitos.

Homens também serão mais propensos a terem rostos mais largos e robustos do que as mulheres. São médias, lembre-se sempre disso. E eu também estou usando em excesso os termos ”tendem”, por alguma razão…

Mesmo que a primeira imagem esteja mostrando um homem de rosto relativamente menos masculino, ainda se pode notar com grande consistencia as diferenças marcantes dos rostos mais comuns em mulheres e os mais comuns em homens (que serão relativamente raros de serem encontrados no sexo oposto).

Confissões de um nunca-adolescente, astutamente indolente

A dádiva de se nascer incompleto

A dádiva de nascer incompleto. incompleto, criança pra sempre, que pulou a adolescência, que é um pequeno prodígio, que suas habilidades aterrissaram pueris em tenra idade, e não mais evolui por sua cognição, o faz com base no intelecto, aquilo que lhe restou, incompleto, que com seus pés descalços, olha infantil e pra sempre o fará, desenvolve a infância, sem nunca superar a barreira da ”vida adulta”, amadurece na simplicidade, arrogância vulcânica e passageira, na pureza lasciva de ser a sua eterna esperança de uma vida ”adulta”, pequeno em seus passos, potente em suas asas, continua a imaginar o impossível, a sempre ver o lado bom, e a estar espantado com a obscuridade  humana, a de ser o incompleto sábio, que vive do lado de fora da realidade contextual, que está fora dos muros do castelo, o observa por um teleférico ou balão de pensares, navegares por mundos nunca dantes pensados, se sente amado por sua dádiva, a de ser único, solitário e transeunte de perguntas e teorias, incompleto, que parou antes que todos, que não cresceu mais, que precisou ser capaz de se inventar, no desolador descompasso de seu pulsar, de sua vida intrepidamente interrompida, neotenica de alma, anciã de sabedoria, se criativiza para sobreviver a si próprio, é um constante conflito, um ínfimo universo ativo dentro de ti, o filho que sempre será, pervertido em seus passos mais animais, de certo que tudo conspirou contra o singular, e veja só, que lindo, teus grandes olhos testemunha noite e dia a contradição de ser uma aberração, mais anomalo que o bípede insano regular e ainda mais humano, mais particular, porque o auto conhecer é toda a hora, a cada minuto, vislumbrar o próprio instinto que troca luvas por sapatos, os pés pelas mãos, que é tão artificial do que uma torre parisiense ou uma obra de arte, e tal qual, duro de ferro ou de material, apenas observa os tropeços habituais de sua sina humanidade.

Filho do fenômeno, filho sem pai

filho d da raridade, filho sem pai nem mãe, filho que nasceu do fenômeno, da singularidade, do milagre ou padrões únicos, filho sem família, sem eira nem Beira, que não tem conchavos, que não é de uma máfia de genes, que é livre, até demais, que é louco em ser o contraventor-mor, que contradiz contradições, que é o fogo forte de um corpo fraco, que sente que todo o dia é diferente, que se sente e sempre se sentirá como um vento solitário, que de repente, faz balançar folhas de bananeiras e continua a sua caminhada, só.

Paixões são certezas e nós lutamos por elas

paixões são certezas, nós lutamos por elas, quando lutamos por nós mesmos, refletimos como um espelho aquilo que nossos neurônios se identificam de Imediato, racionalizamos a emoção e isso se chama ideologia, misturamos o pensamento racional para enfeitar nosso instinto sem filtro, que se expressa sem ser perguntado, nosso ponto fraco, nossas indissolúveis vaidades, transformadas em argumentos, nos enganamos e queremos enganar a todos, não pensamos pelos outros, em direção a neutra razão, mas para dar um sentido lógico à nossa vaidade essencial, e é por isso que ainda não deixamos a infância, como macacos-crianças, idealizamos, cristianizamos as virtudes transformando-as em metafísica, porque não podemos abandonar a nossa própria sombra chamada paixão, auto empatia em cada pseudo debate, mostrar-se mais do que fazê-lo sem compromisso tendencioso, não são fogueiras de egos, são salas cheias de espelhos, a verdade também está dentro de ti, mas tu és apenas parte da realidade. todos nós agimos como pequenos totalitários quando usamos nossas mentes prodigiosas para vender o próprio produto, a nós. ”Me compre, venha comigo, me adore, eu sou mais eu, que se dane a verdade ou a harmonia de todas as magnitudes de verdades, as pequenas e múltiplas peças que a compõe, eu sou um planeta e tudo gira em torno de mim, eu não vou equilibrar minha força aos outros planetas e produzir uma harmonia de sistemas solares ou lunares, e é por isso que eu só posso vos dar o meu caos chamado egoísmo alienado”.

O conhecimento dos próprios limites é a sabedoria

o conhecimento dos próprios limites é a sabedoria, a verdadeira e derradeira educação . a vida pode ser de um enriquecer profundo, mas especialmente para quem nasce curioso e ávido para obter seus maiores tesouros, sua procura é natural e algumas descobertas  se fazem com base no atropelo, de tanto procurar, tropeça naquilo que tanto almejava, ninguém nasce pronto, nasce potencial, para melhorar a si mesmo, construir seu próprio castelo, único, de tamanho certo, encomendado pelos deuses do mistério, lobotomia esta que chamam educação, acreditam que o sentido da mudança se faz ao natural, mas é certo que transformações não são nada sem a participação do essencial, a essência, que não podemos aumentar o tamanho de montanhas tímidas ou de modificar o estado da água, além daqueles que já conhecemos, que tudo obedece a limites e que o ser humano e seu comportamento, obedecem às mesmas leis que regem as formas inanimadas de existência, que a física prova nossa imutabilidade relativamente maleável, que tem muros que jamais poderão ser superados, transpostos. Que não há nada de errado em aceita-los, é pra isso que existe a criatividade ou adaptabilidade. o adaptar é modificar positivamente as duas forças que estão em constante atrito, o conjunto de variáveis inanimadas e abstratas, frutos do pensar complexo de criaturas bizarras e as variáveis biológicas que compõem essas pequenas Nações de um só cidadão, estes universos em ebulição pueril, que todos nós somos. Somos físico,e temos limites próprios assim como também possibilidades, conscientes ou não. que bom, não somos iguais, somos únicos ainda que estatisticamente aglomeráveis. A relatividade prova a existência de múltiplas perspectivas, mas certos olhares são quase tão abrangentes e corretos quanto toda a comunhão de todos estes, são hierarquicamente relevantes . Alguns olham com tamanha precisão, que faíscas de antemão, se projetam como deleite de sua enormidade enquanto capacidade de acerto. a educação não tem como princípio fazer-nos senhores de nossos próprios destinos mas de nossas obrigações enquanto ferramentas relativamente dispensáveis do sistema, que corrompe todos os nossos sentidos, enquanto que clamamos pela vida, liberta porém com responsabilidade, a maior de todas as formas de educação é o autoconhecimento, é o verdadeiro ato de evoluir enquanto ser humano, de também  ser útil pra si, e será pelo conhecer dos próprios limites que se poderá mensurar o tamanho de cada corpo e de seu potencial mais evidente. o meio não dita quem eu sou, minha adaptação é constante e talvez inconsciente, meu espectro de aprendizado não é infinito, eu preciso tatear cada parte do meu ser de pensamentos, de atividades. eu sempre monto  um novo quebra cabeças, mas minhas peças são as mesmas, minha comunhão de variáveis biológicas, as peças que precisam ser conectadas às minhas é que podem variar muito, eu dou a minha assinatura de interação a esta constante construção. o ambiente não sou eu, ainda que como o poeta morto vivo, este profundo místico e atipicamente racional, o empiricista das paixões, possa considerar-me como copiador compulsivo da realidade, do ambiente por si mesmo, de espelhar minhas ações a ele e de tentar espezinhar cada ponto de ruptura, meu sistema é supra-perfeito, porque busca a fidedigna representação da realidade.

Eu sou estasticamente louco

Eles gostam de vulgaridade, eu gosto de simplicidade e elegância comportamental, eu gosto de dar o peso certo a todas as coisas e a de modular perfeitamente o meu comportamento, eles o fazem sem qualquer comprometimento, apenas na base do impulso de grupo, reagem sem perceber que podem estar ultrapassando o limite do educado, polido porém relaxado, eles não sabem pesar o mundo em suas múltiplas partes, por isso que são tão melodramáticos para situações irrisórias e frios para aquilo que realmente importa. Eu sou uma minoria, sou natural, eles gostam do artifício, eu sou racional, eles confundem razão com emoção ao mesmo tempo que são doutrinados a pensar que ambas não podem confabular, vivem em um labirinto de contradições, das suas narrativas  até as suas ações, eu sou empático, eles apenas falam, gostam de se mostrar, nada é tão acolhedor do que suas crenças dogmáticas, estéreis em ações de benesses altruístas, realmente inteligentes ou sábias, que são cabidas dentro de limites certos de interação, em uma irrealidade metafísica de bondade impossível, eles se encostam em suas conveniências, em suas próprias fraquezas. O grande culpado pelo mal e por seu próprio destino, não é o sábio, mas o escravo, que em grande quantidade, produz o corpo do diabo e de sua irresponsabilidade, atropelando a tudo e a todos, apenas com base na repetição, de dentro do calor da coletividade, onde todos os covardes, se tornam um grande Sansão, um vigoroso jovem, de força e ação, movido apenas  por sua paixão. Eu sou louco por razões meramente estatísticas, a maioria é a normalidade coletiva sem rumo, sempre se adaptando, nunca avançando, nunca tomando qualquer rumo, de dar mais do que dois pés a frente e continuar, sempre no seu quadrado. Com a ditadura das massas, passam a ditar sua própria moralidade de gado, a filosofia do escravo, o certo não é o certo, a verdade nunca é a verdade pra eles, tudo deve ser peneirado para que possa ser aproveitado por conveniencia e bom grado a sua intermitência de ignorante ludibriado, que acredita no bom senso comum, que de tão ultrapassado, mostrou-se um engodo desavergonhado e audacioso , que não usa a sabedoria mas a força de quem fala mais alto. Argumentos são armas direcionadas para acertar alvos das manadas e os endireitar, nunca são finalidades, sempre são meios para se chegar mais alto, onde está o poder, o pote de ouro brilhante que cega a todos que buscam te-lo, não por correlação mas por causalidade, porque quem tem vigor e vontade de ser um deus tirano, se enfeitiça cedo ou tarde por este destino, o da cobiça , o materialismo primitivo é quem dita a suposta modernidade, que as pedras de Stonehenge não me deixem mentir, pois não há nada de progresso nisso. eu sou louco no mundos dos normais, mas sou normal no mundo da verdade, onde todo normal, por unanimidade das massas, será o mais pirado, pinel, ao acreditar na grande ilusão chamada sociedade.

Respeito a (pseudo) religião**

Se eu te respeito e a recíproca é perfeita, então não tem jeito, é assim mesmo, se chama empatia, para que se produza altruísmo, uma mão lava a outra, é uma corrente de simpatia, pela alma amiga ou mesmo desconhecida, mas que com sorrisos de alforria, se liberta de sua escravidão chamada ego egoísta e se torna um ego alquimista, que faz mágicas pensando na harmonia.

Deus é um só, é uno e só pode ser fidedignamente reproduzido por nós, humanos, em seu melhor momento, em sua melhor aparição, ele não tem rosto, porque é tudo.
Eu não respeito quem não merece, respeito quem é sábio, e por isso poucos podem te-lo. Há de se ter paciencia para com aqueles que, a priore, se deixam levar por suas paixões vãs, seu instinto, sua naturalidade que não se harmoniza, mas julga sem racionalizar, sem ter a mente lisa e compacta.
Religião é o ato de tatear no escuro, buscando por um sentido maior para a própria vida, tentar crer sem ter certezas, de buscar pelas respostas mais coesas e profundas de nosso ser.
Religião também pode ser traduzida por amor, pela harmonia, pela estabilidade, pela humanidade, de se encontrar parada rente a um furacão a lhe engolir, e resistir, de observar e pensar, por que** Onde está** para que** Traduzir o seu conceito de ser humano.
Não é uma inquisição de pessoas, mas de ideias, de tentar vence-las, de tornar dúvidas em respostas, de mágica, de alquimia, de misticismo realista. De ver aquilo que sua visão não pode te mostrar, de tentar ver o corpo que te encasula, o gigante céu, sua Lua, e seus mistérios.
A Terra nos dá vida e ar, porque se harmonizou, agora nós precisamos fazer o mesmo. Mas devemos também mante-los, estes selvagens intelectuais que usam seu instinto animal para buscar, para inovar. Só que por agora, não será mais com base na destruição, nas na empatia entre seres vivos e eternamente estáticos, entre o atrito da existencia viva e da existencia morta, que é parte da Terra e não um indivíduo, que não tem juízo de suas ações.
Seu Deus exaltado de seus lábios, não existe, não é ação, é uma estorinha triste de ódio e de destruição, abençoado por seres vis e sem consideração. Chega deste lixo, eu quero a verdadeira religião, é um amor a razão, a pessoas reais, a fazer-se sábio e a sussurar atitudes ideiais.
Eu não respeito quem usa ilusões para viver a realidade. Não respeito cultos de perseguição, sem sentido. que caiam por terra, eu quero a criatividade, a sabedoria e a inteligencia como minhas fés mais profundas, crer em mim mesmo. Eu quero que voltemos ao desenvolvimento da autoconsciencia.
De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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