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Corrigindo algumas de minhas frases mais comuns: ” o esquerdismo não está totalmente errado”

” o esquerdismo não está totalmente errado porque defende os direitos das mulheres, dos homossexuais, das minorias étnicas e raciais, da essência em relação à aparência, dos mais humildes….”

Mas será que defende mesmo**

Vamos ser sinceros aqui…

O esquerdismo não é filosofia mas política, não foi criado para aumentar a luminosidade da razão, mas para escurecê-la. O termo ”esquerdismo” não tem nada de bom assim como nada daquilo que contenha ”ismos” e que obedeça à regras dualistas de pseudo-complementaridade entre todos os seus axiomas artificiais visando outras finalidades. Em um mundo honesto os fins nunca justificam os meios. A continuidade de ações (positivas, por favor) deve obedecer à regras coerentes que perdurarão durante todo o processo construtivo. É um jogo aberto, limpo e não sujo.

O esquerdismo não foi criado para acabar com a pobreza ou com injustiças (reais) de tratamento de todas as estirpes tal como o ”racismo” ou a ”homofobia”.

A palavra racismo para combater o ódio racial

ou

para calar a dissidência contra o genocídio sofisticado de povos de raça branca.

A palavra homofobia para combater o preconceito contra as minorias sexuais

ou

também para desestruturar a família ”tradicional” e novamente promover a internalização de uma neo-palavra que isenta certos ”grupos” de qualquer tipo de crítica enquanto que os mesmos são jogados ao deus dará, alimentando as suas fraquezas e se expondo a toda a sorte de doenças sexualmente transmissíveis. Quem ama, cuida.

Multiculturalismo, novamente para acabar com preconceitos culturais (neste sentido eu devo ser o mais preconceituoso de todos visto que detesto todas as culturas humanas) e para acabar com o ”racismo”

ou

para promover a miscigenação racial, imigração em massa (especialmente para os países de maioria branca) e ideologia globalista ou internacionalista (a anti-matéria da ”tradição”)    …. enquanto que tem um ”país” que clama do alto de um Everest de hipocrisia a sua ”singularidade etno-cultural” como justificativa para não acolher meio (terceiro) mundo em seu território de não mais que 20 mil quilômetros quadrados.

Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Mais velho que Matusalém.

Secularismo e ateísmo para a popularização do pensamento científico que via de regra precisa(ria) rejeitar qualquer forma de pensamento mágico para se focar na observação literalizada da fenomenologia do ser e do existir (matéria inanimada ou organismo e todas as suas respectivas possibilidades de entendimento e manipulação)

ou

para substituir a ”religião” cristã e relativizar a moralidade, tal como o diabo gosta. 😉

Tudo lindo, tirando o feio!!

Os mais vigorosos defensores de todos estas diretrizes ideacionais e ativas parecem fazer o exato oposto

”Façam aquilo que nós lhes dissemos, mas não façam aquilo que fazemos” (número 2)

Aí alguém mais esperto irá lhe mostrar os dados de miscigenação extra-grupo, homossexualidade, adoções interraciais e taxas de fecundidade desta ”população” de onde desovam a maioria dos ”ativistas sociais” mais influentes.

Uma contra-argumentação muito esperta porém desonesta, visto que ao se enfatizar apenas a parte secular desta oligarquia coletivista milenar (oops) e cruzando os dedos para que o oponente seja mais um ”mediano” com preguiça intelectual e analítica, se estará desviando do núcleo demográfico dos mesmos que permanece muito fértil e primitivamente tradicional. A mentalidade prática de um ser cerebral: o que mais importa é a sobrevivência do grupo. Portanto não importa muito se os seculares que são mais inteligentes não estão tendo filhos ou debandando em massa para a mistura racial, o que importa é que o núcleo de onde todos eles vieram continue fértil e coeso.

O esquerdismo é uma arma psicológica que foi criada com o intuito de provocar a rendição das populações de raça branca ao redor do mundo, sem que fosse necessário o uso da força, ainda que medidas sutilmente vigorosas já tivessem sido tomadas como a supressão da pluralidade objetiva e contextualmente crítica de ideias, pensamentos, propostas e ações (isto é, que se consiste exatamente na crítica ao contexto atual, coisa que a maioria dos ”brancos nacionalistas” estão a fazer, ainda que sem substância e numa letargia de dar pena). É uma mistura de ”convencimento”, força por meios jurídicos, mídia ”e” alimentação de ideias estúpidas.

Portanto, ao nos debruçarmos em cima da maioria dos pressupostos que são levantados pelos esquerdolas sobre comportamento, raças humanas ou moralidade, nós estaremos apenas caindo em seus truques baratos porém espertos de nos fazer perder tempo discutindo sobre as suas ideias torpes, confusas e equivocadas (em sua maioria) enquanto que o mundo lá fora está a se/ser  esfacelar/esfacelado.

Eu sou contra pseudo-religiões, sou contra culturas que nada mais são do que irmãs bivitelinas, comportamentalmente parecidas das ”religiões”, sou contra tratamentos realmente injustos porque sempre primo pela precisão harmônica (sabedoria como técnica de interação interpessoal), sou a favor de um certo nível de pluralidade humana isto é, de alguma diversidade de tipos humanos.

Mas sou totalmente contra este tipo sinistro de desonestidade E que ao invés de reduzir ao máximo possível os conflitos evitáveis humanos e suas reverberações extra-espécie, apenas os aumenta de maneira vertiginosa.

O esquerdismo é um grande blefe que se pinta como o epítome da moralidade humana mas foi criado para que outras zelites pudessem se apoderar do poder de maneira total, destronando as já existentes ou se aliando a elas, se boa parte daqueles que detém o poder não são os seres mais virtuosos que a humanidade já produziu.

Não é a sabedoria racionalizada visando obviamente a harmonia mas um meio de se conquistar e manter o poder.

Seria de bom tom e inteligente que deixássemos de levar tão a sério os ”argumentos” dos esquerdolas em relação à maioria dos assuntos que se intrometem e manipulam. Talvez, mais como um estudo antropológico de suas intenções e maneiras de racionalizar do que como um embate real sobre fatos palatáveis.

O esquerdismo se apropriou da moralidade universal ou de seus desdobramentos analíticos, não é a sua base filosófica visto que a utiliza para outras finalidades.

Fica a dica filhote! 😉

Personalidade, cognição, inteligência e qi

Novamente, a correlação avaliativa entre qi e os componentes que compõe o intelecto humano.

QI e cognição

A inteligência como a conhecemos parece se relacionar muito bem com a cognição. A cognição se consiste nos atributos mais técnicos ou mecânicos de nossas capacidades que quando acompanhada por testes cognitivos, adquire uma contextualidade ou unilateralidade que nos faz remeter à metáforas que se relacionam ao trabalho, isto é, a capacidade de oferece-lo a partir de parâmetros pré-estabelecidos. A inteligência, mesmo a humana, existe sem a necessidade de qualquer parâmetro, mesmo a cultura. Portanto, a correlação entre qi e cognição será significativa se os parâmetros usados para a sua mensuração estão muito próximos da realidade, ao se analisar a memória, o tempo de reação, a capacidade de se fazer analogias e a de reconhecer padrões, dentre outros aspectos importantes de nossas cognições. No entanto, como eu já expus diversas vezes aqui e se consiste em uma de minhas críticas-mestras ao determinismo dogmático dos testes cognitivos, qi não mensura a ”inteligência” em um estado dinâmico, mas em um estado inerte, em uma sala qualquer de uma universidade qualquer, com lápis e caderno a tira colo, um psicólogo como um cão de guarda, um relógio cronometrando o tempo e perguntas de-contextualizadas. E isso não é ”mundo real”.

Meu modelo conceitual, diga-se, muito simples e didático de ser entendido, para a inteligência, se consiste na interação entre a cognição e a personalidade. A personalidade, nossa constância comportamental, tem grande impacto em nossa cognição. Isso ainda não quer dizer que se a isolássemos todos seriam iguais. Mas continuará tendo um grande impacto. No texto sobre os leste asiáticos e as suas primorosas capacidades de concentração, eu a defini como a habilidade de se isolar os efeitos constantes da personalidade na cognição. É como se mudássemos o som de uma música instrumental, por exemplo, aumentando alguns ritmos e reduzindo outros (por exemplo, enfatizando o som do piano em uma música multi-instrumentalizada ou orquestrada) ou como como quando modificamos as cores da tela de uma televisão. Sendo mais capazes de controlarem suas personalidades na execução de tarefas do dia a dia, os leste asiáticos também tendem a se saírem melhor em testes cognitivos, justamente por causa desta capacidade. Não é que o qi mensure esta habilidade, mas é que a mesma tende a se relacionar com aqueles que conseguem se concentrar em baterias de testes que exigem a exposição de conhecimento e que muitas vezes será extrínseco àquele que melhor apetece a personalidade de cada um. Ninguém ou a maioria não gosta de fazer testes cognitivos ou provas escolares, mas aqueles que gostam, serão mais propensos também a serem melhores na concentração para executá-los. Eu me concentro bem para escrever estes textos. Apenas uma dica de que a ”concentração” também dependerá do contexto de enfatização ou centralização.

Qi e personalidade

Algumas pesquisas tem sugerido que os mais introvertidos sejam mais propensos a pontuarem alto em testes cognitivos. Não parece ser preciso falar mais sobre isso se no texto acima eu já mostrei o porquê dos leste asiáticos, que são mais introvertidos que os brancos europeus e que os negros africanos, serem melhores, em média, não apenas nesta tarefa, mas também a qualquer outra que exija concentração, mesmo que se faça com base em assuntos que estão extrínsecos às suas personalidades. Um exemplo muito elucidativo. A capacidade asiática de trabalhar exaustivamente em empregos da indústria tecnológica, de dedicarem boa parte das horas de seus dias em atividades repetitivas e que exigem grande concentração porque necessitam de perfeccionismo, por exemplo, no encaixe de peças mecânicas. Não é que eles nasceram mais predispostos ou empaticamente recíprocos (tolerantes seria o termo mais adequado) para o trabalho repetitivo e de longas jornadas. Mas é que eles são melhores no isolamento ou neutralização da personalidade, que por sua vez nos incita para a interação interpessoal e para ”investimentos na própria felicidade” (alimentar nossas próprias existências), na dedicação extrínseca, isto é, de atividades que não estão plenamente relacionadas com as exigências pessoais. Aqueles que são mais extrovertidos ou que são mais distraídos, incapazes de filtrar os eventos e estímulos externos que são constantemente interpretados por nossas personalidades, serão mais propensos a pontuarem mais baixo nos testes cognitivos assim como também em relação a todas as outras atividades que são similares a esta, isto é, que exige a concentração.

”Eu – quero – fazer este teste, mas o céu está tão bonito nesta tarde e eu estou com a cabeça em outros assuntos”

Qi e inteligência

”Como” a inteligência poderia ser entendida como ”cognição + personalidade”, então minha constante afirmação de que os testes cognitivos meçam-na de maneira parcial se consiste em uma possível verdade, porque quando não estamos em um estado de concentração para resolver questões ”quase-escolares”, estaremos no mundo real, usando nossos atributos cognitivos e intelectuais ou com base na interação destes com a personalidade, interagindo ”de” verdade.

Todos os meus textos sobre este assunto não visam na completa negação de qualquer fiabilidade remota dos testes cognitivos em sua tarefa de acessar e expressar o intelecto humano mas no melhor entendimento de todas as variáveis que estão relacionadas e principiando por duas vias fundamentais, o realismo e a diversidade.

Aquele que é excepcional em sua capacidade de pensar criticamente, de refletir o pensamento, enfim, de ser um legítimo intelectual, não será O MAIS inteligente em comparação a todo resto, a partir de uma comparação total, porque para que pudéssemos fazer esta afirmação, nós deveríamos concluir com base em método científico exemplar, que o intelectual seria como um polímata pluritalentoso em relação a totalidade das atividades humanas que requerem o uso da inteligência, bom em tudo. E isto, ele não é.

As sociedades humanas, talvez, toda a complexidade natural, exige a cooperação de peças de diversas naturezas e todos os sistemas sociais humanos tem buscado pelo elixir da comunhão de todas essas peças visando na maximização de sua eficiência, mas tratando-os como se fossem (e de fato, infelizmente, são) ”animais” de fazenda e aqueles que detém o poder, como fazendeiros. Isso está gritando ”diversidade cognitiva”.

E o realismo, como eu já falei aqui e diversas vezes neste blogue, se dá com base na análise da inteligência no mundo real, sob todas as suas perspectivas e a partir do momento em que denominamos a cognição como inteligência, nós estaremos destituindo a mesma de seu conceito mais holístico e provável de ser assim como também enfatizando a qualidade do trabalho, tratando a todos como reles escravos semi-assalariados.

O paradoxo do ateu ”modinha”…. e a histeria anti-sábia dos estúpidos…

O ‘paradoxo” do ateu ”modinha”…

Se sabe tanto sobre evolução então por que continua a acreditar apenas no papel da cultura como transformadora do comportamento humano ”ou” ”um que de Lamarck” ??

Os ateus, isto é, uma boa parte deles, são alguns dos maiores crentes no papel fundamental, tanto da educação quanto da cultura, como promotoras do desenvolvimento cognitivo e do comportamento humano. Há uma parcial verdade aí, mas ao se desprezar o papel da biologia comportamental e cognitiva e sua interação com o meio (cultura e educação), se estará principiando por pressupostos essencialmente equivocados, se tudo aquilo que é incompleto e é dado como completo, assim o será.

A contradição ”ou” paradoxo mais engraçado daqueles que também são fervorosos defensores das teorias darwinianas, é a de que as utilizam principalmente como argumentos contra o criacionismo mas que não as entendam em seu todo, porque foram e são conquistados  justamente por resquícios sofisticados do antropocentrismo, que são a essencia de qualquer ”religião”.

A Terra não é o centro do universo, nós também não somos o centro da Terra e de sua biodiversidade. Mas, de acordo com o behaviourismo e seus ”uber-especialistas”, o ser humano é tão magicamente superior aos outros animais, que as regras (quase) universais de predomínio (essencial e óbvio) genético ou biológico no comportamento e na capacidade cognitiva, não são, supostamente, aplicáveis a ele.

Deus não existe, porque, segundo o resquício de pensamento mágico que predomina em muitas mentes ateias, nós é quem somos os deuses!!

Só que não, continuamos sendo animais tal como os outros e como papai Darwin disse, reagimos de maneira muito similar aos eventos, isto é, de maneira que NÂO DA para desprezar o papel de nossas predisposições genéticas nas interações de curto a longo prazo com o meio. Seria metaforicamente falando, como imaginar um jogo de futebol, com apenas um time.

O ponto chave que nos faz diferentes, estranhamente diferentes das outras espécies, é justamente nossos instintos atrasados ou maiores autoconsciencias (claro, que com sua variação devidamente exaltada). Neste meio caminho, entre o pensar e o reagir, construíremos ao longo de nossas vidas, um arcabolso de vivencias únicas, que serão enriquecidas por símbolos, abstrações e o seu uso constante tal como na matemática ou mesmo, no vocabulário, o uso de palavras, nossas reflexões. Todo este mundo complexo que se abre entre o pensar e o reagir para os humanos, nos demais animais, tende a se dar de maneira predominantemente instantânea, isto é, o pensar/agir ou agir instintivamente, nos fará mais suscetíveis a uma panaceia de possíveis destinos ou maior probabilidade de caminhos a serem tomados, e que serão sofisticados quanto a sua complexidade, em nossos ambientes antropomorfizados. Mas a essencial relação entre o homem e o seu meio, isto é, sua biologia e não apenas a comportamental e o seu ambiente de interação e vivência, permanecerá simples de se entender, basicamente, ”’genes em interação com o meio”’. Nós que somos os nossos genes. Portanto, quando estivermos falando de genética, nós estaremos falando de nós mesmos, não apenas em relação aos órgãos dos quais temos pouca familiaridade consciente e constante, tal como o coração ou os rins, desprezando aqueles que são constantemente afetados por crises de ”piriri”, mas especialmente de nossos cérebros e de seu produto único, que é o mais relevante para nós, ou seja, as nossas mentes.

Voltando a pauta principal desta parte do texto, os ateus ‘modinhas’ renegam o criacionismo em prol do darwinismo, mas quando debatem sobre o comportamento humano, se utilizam do lamarckismo, leia-se, educação e cultura, como únicos e fundamentais influências em relação ao mesmo, o que claramente se consiste em uma incompletude conceitual ou má interpretação das teorias darwinianas.

Falar sobre influencia genética no comportamento humano, assim como também de hereditariedade de caracteres via seleção  (o básico-do-básico da teoria da seleção natural) remete em suas cabeças pedantes a

  • eugenia
  • nazismo
  • preconceito
  • racismo

isto é, eles apregoam uma carga fundamentalmente ideológica sobre a teoria que mais se utilizam para refutar os argumentos tolos dos criacionistas, enquanto que, convenientemente, renegam a parte ”politicamente incorreta” das ideias de Darwin, especificamente quando estas são aplicáveis aos seres humanos.

Alguns adjetivos para este tipo de abordagem argumentativa e pessoal-ideológica:

Estúpido, conveniente ou tendencioso, irracional, desonesto.

Aceitar que existam diferenças cognitivas entre as populações humanas (em média), por exemplo, não significa que se estará defendendo a volta do nazismo ou o preconceito contra essas populações (ainda que muitos daqueles que apresentam facilidade para internalizá-las, defendam causas ou ações parecidas). Neste caso, o preconceito negativo direcionado à pessoas perigosas, de qualquer grupo humano, se consiste apenas no básico da sobrevivência, mitigando ou evitando futuros perigos em relação às mesmas via interações altamente desarmônicas. Novamente, todas as palavras abstratas e mesmo as literais, dependendo do contexto, são amorais em sua raiz conceitual. Mesmo o preconceito negativo, depende do contexto. Quando falamos de abstrações, estaremos falando irrevogavelmente de contextos para que se evite a injustiça de análise, conclusão ou tratamento.

A grande proporção de ateus, ou, ao que parece, que estão fortemente inclinados para favorecer boa parte dos pressupostos behaviouristas que nada mais são do que o lamarckismo sofisticado, nos mostra que muitos fãs de Charles Darwin são de analfabetos funcionais, e pasmem, especialmente em relação às suas teorias, ao determinarem, via influencias midiáticas e culturais, que o ser humano é tão divino que não pode ser equiparado aos outros animais, especificamente em relação aos fenômenos que, em linguagem moderna, resultarão em uma ”inevitável” discussão sobre nazismo, eugenia, preconceito e racismo.

Sim, ”somos tod(l)os iguais”, ”racismo é doença”, ”preconceito é burrice”, deixem os imigrantes virem para aquele país, dê-lhes educação e por esforço repetitivo, se tornarão inteligentes, cultos e empáticos e ainda por cima passarão estas virtudes recém-adquiridas para os seus futuros filhinhos. Que lindo!! Que ideota!!

Os ateus modinhas e/ou os ateus médios, deveriam ou poderiam utilizar seus (supostos) conhecimentos e empatia/ reciprocidade em relação às ideias darwinianas e tomarem a realidade de seus cotidianos a seu favor. Qualquer pseudo-religião sabe instintamente que o que importa é

  • população
  • genética

Pseudo-religiões atraem indivíduos suscetíveis de serem convencidos por seus discursos metafisicamente humanistas e culturalmente tendenciosos (a moralidade subjetiva). Estes indivíduos se casam entre si e produzem um cluster genético e quanto mais tempo ou maior a pressão seletiva (mais aglomeração geográfica), mais perfeita será a sincronia entre as suscetibilidades comportamentais das pessoas e a sua cultura, com cada vez menor debandada de ”fiéis”.

Se o ateu quer transformar todo mundo em ateu, então deveria começar por ele mesmo, se casando com uma moça ateia e tendo muitos filhos com ela, chamando os seus amigos ateus, criando uma cultura, isto é, uma superestrutura que combina ideologia com cooperação grupal mútua (em outras palavras, vantagens para ”fazer valer apena”), basicamente o que todas as pseudo-religiões tem feito desde a muito tempo.

O problema maior seria se de fato alguns deles tomassem esta iniciativa e no entanto, espalhassem suas visões distorcidas e perigosas da realidade. Teríamos uma massa de zumbis mentalmente sofisticados repetindo os seus mantras de certezas absolutas, acusando os outros que destoassem de seus pressupostos de pseudo-cientistas, irracionais… em outras palavras, teríamos o totalitarismo do ateu ”modinha” e ou do ateu médio no mundo, que ao invés de usar o diálogo e o didatismo, se utilizariam de métodos mais obtusos para calar a boca da dissidência, sem qualquer tentativa de harmonização entre os grupos envolvidos.

Estúpidos complicam aquilo que deveria ser simples de ser entendido!! 

Este blogue, assim como muitos outros, se baseia no esclarecimento de algumas obviedades simples, e outras, nem tanto, porém que são entendíveis, a partir de uma perspectiva racionalmente otimista.

  • Matar o seu vizinho porque estava com vontade não é uma coisa legal.
  • Ser empaticamente nepotista com os seus filhos e desprezar um virtuoso que não é o seu parente, não é legal.
  • Chame do que quiser, os seres humanos são logicamente falando, diversos e isto que indicar que no mínimo exista alguma diversidade biológica entre eles. Espécies de pássaros que vivem em ilhas vizinhas porém distintas, tendem a desenvolver diferentes pressões seletivas e fenótipos. Muitos destes eventos tendem a acontecer a longo prazo, isto quer indicar que nós não veremos boa parte deles durante nossos períodos de vida. Mas isso não significa que não aconteçam.
  • Não somos todos iguais, ok??
  • O fato da inteligencia ser diversa, contextual e complexa, não quer indicar que não seja hereditária e baseada em predisposições ou potencial.
  • educação é acreditar que por esforço repetitivo, todos ou ao menos ” a maioria” poderá se tornar ”mais inteligente”. Ainda que exista ou sobreviva alguma verdade nisso, não quer dizer que ”basta a educação” para que possamos ver uma melhoria significativa da sociedade. Educação comportamental para dificilmente educáveis é uma perda de tempo, a não ser que você os entenda, isto é, sua psicologia média, e passe a aplicar o segundo tipo de educação que eu demonstrei neste texto. A Coreia do Sul, o exemplo mais comumente usado pelos ”especialistas” em educação, não conseguiu se tornar a nação que é hoje em dia, apenas por causa da ”educação” que foi empregada, mas especialmente porque seu povo já apresentava potencial a nível coletivo para produzir e sustentar uma nação de primeiro mundo. Se o básico da educação comportamental (superficial e portanto, igualmente superficial em empatia, mas é melhor que nada) como não jogar lixo na rua, não abordar mulheres na rua como se estivesse no cio, etc, não são facilmente internalizadas ou mesmo, dificilmente internalizados pela ‘população’ (em média), então vamos nos questionar o quão difícil será para que possam passar do básico no ”entendimento por padrões lógicos de comportamento e raciocínio”, para o mais complexo, como fazer contas, entender o significado das palavras, ser empático no ambiente de trabalho, ser tolerante com gratificações de longo prazo, ser organizado e ciente do dever civil de zelar pelo respeito ao bem comum, como não roubar, não matar, não brigar por motivações fúteis….. Estão percebendo que ”o buraco é muito mais embaixo” do que estão pensando.

O estúpido incapaz de auto-correção intelectual, apresenta grande dificuldade para entender, aceitar ou internalizar o básico, não apenas do conhecimento humano, mas principalmente em relação ao reconhecimento de padrões (especialmente em relação aquilo que é mais importante, mais visceral para o bem estar individual, coletivo e de todos as formas de vida deste planeta). O mesmo é anterior a transformação de percepções em certezas úteis e deveria ser fácil para a maioria de nós, aceitá-las e ou entende-las. Só que ‘por incrível que possa parecer”, o ser humano médio parece ser muito prodigioso em sua habilidade de ser medíocre (ainda que um cabeçudo medíocre e especial) ao confundir o simples com o complexo, novamente a minha metáfora quanto ao estrabismo natural de ”nossa” espécie. Ao ”confundirmos” o básico, o simples, caminharemos também para transformar a complexidade do pensamento em um show de horrores bizarro, isto é, expandir o errado, transformando-o em um monstro cada vez mais gordo e forte. A ideologia do igualitarismo, que é superficial, tendenciosa e que foi criada por razões obscuras, que não são conhecidas pelo ”grande público”, é um exemplo significativo desta realidade. Se a ideia-mãe está errada então é muito provável que a continuidade desta ideia também se fará igualmente equivocada, ainda que se possa melhorá-la ou mesmo adaptá-la corretamente, especialmente quando temos gênios com grande capacidade de manipulação semântica e simbólica.

A tempestade no copo d’água, a famosa expressão que deseja indicar excessos emocionais em relação a ‘trivialidades cotidianas’, dependerá do contexto, moral ou situacional adequado, porque o que é considerado como reação exagerada por alguns, poderá ser considerado como um atitude normal por outros. No entanto, é evidente que algumas ideias (que não são apenas ideias) estarão muito mais corretas do que outras. Você sabe o porquê de ir ao banheiro. Sabe que para construir uma casa, você precisa de cimento e argamassa.

Questões ”apessoais” são menos ”polêmicas”. 😉

Novamente, o mau uso do termo ”lavagem cerebral” e um exemplo bastante elucidativo de como que isso se manifestaria literalmente….

amish socialmente liberais, ateístas e homossexuais??
Se voce, hipoteticamente falando, fosse um professor e pesquisador na área de psicologia comportamental e conseguisse transformar um grupo de homens amish, que são heterossexuais, fervorosamente religiosos e socialmente conservadores, no seu exato oposto, ou seja, em homossexuais, ateus e socialmente liberais, por meio de maciça propaganda audiovisual, associando a sua ”religião” (cultura dogmática) com o típico comportamento ocidental e urbano, mais extremo, especialmente em relaçao a homossexualidade, então voce poderia escrever em seu trabalho que conseguiu fazer lavagem cerebral neste grupo de pessoas selecionadas.
Hoje em dia, em tempos de liberalismo social e demo(oligo)cracia, acredita-se que a maioria dos ocidentais estejam sofrendo ou sendo vítimas de lavagem cerebral. Pode ser verdade que as táticas usadas pelos ”engenheiros sociais” se consistam de fato em técnicas de hipnotismo coletivo. No entanto, outros fatores também devem ser levados em consideração. Por exemplo, a capacidade mental média da população alvo e as suas suscetibilidades comportamentais inatas ou biológicas, isto é, que são o resultado de maior epigenética, além da carga genética, diretamente produzida pela concepção primordial, do pai e da mãe.
O caso da homossexualidade é interessante. A maioria dos teóricos políticos conservadores, acreditam que o aumento ou suposto aumento (o que também poderia ser, ”maior visibilidade”) dos casos de homossexuais assumidos, seja um produto direto da lavagem cerebral que está sendo orquestrada pelo estado, por motivações escusas e sinistras (ainda que não tire este mérito deles, a parte final desta frase). No entanto, eles estão se esquecendo que genes e ambiente tem um papel mais do que fundamental na modulação de certas tendencias, de maneira complexa. Por exemplo, o aumento da idade dos pais para constituírem famílias (que tende a resultar em maior carga mutacional na criança), mais um ambiente cultural aberto para a diversidade comportamental, podem estar tendo um papel para muitos ”casos’. Da mesma maneira, o aumento da obesidade na população, que costuma ter como resultado, a redução do testosterona em homens e o aumento do mesmo em mulheres, em média, também podem ter um papel no aumento de casos de homossexuais, que por causa da cultura menos ranzinza a este estilo de vida, se tornam mais confiantes para ”se assumirem”.
Portanto, a conclusão ”lavagem cerebral” não parece fazer muito sentido para explicar este contexto (e vários outros).
Para que se possa diagnosticar como lavagem cerebral, deve haver uma modificação abrupta ou significativa do comportamento, de maneira que, processos naturais (predisposição ou estupidez, aceitação cega da narrativa imposta) não possam ter sido os principais vilões de tal situação.
Algo pouco provável que vá acontecer  é justamente o exemplo acima, dos amish. Primeiro, em relação a possibilidade de que uma universidade se sujeite a este tipo de estudo altamente imoral e arrisque sua integridade metodológica (momento de risos nesta parte, porque a tal integridade científica não parece ser uma constante, especialmente em termos morais, se temos cobaias humanas e não-humanas sendo usadas e descartadas, de maneira cruel). Segundo, pela igual improbabilidade de que qualquer grupo de amish ou de outros tipos super religiosos, pudessem aceitar a se sujeitarem a este tipo de experimento. Terceiro e último, ainda previamente especulativo. A possibilidade hipotética de que os amish possam modificar completamente o seu comportamento habitual, apenas para se adaptarem a ”religião” amish, ultra-reformada. Se isso acontecesse, minha aposta, seria de que a maioria destes homens se desligariam da ”religião”, ou mesmo, fundassem uma nova ceita, que preservasse os antigos preceitos. Aqueles que aceitassem, é provável que modulariam suas predisposições mais escondidas com o novo ambiente cultural.
Mas então por que que tantos ocidentais estão acreditando nos memes culturais da narrativa dominante tal como ”não existem raças humanas**” ou ”somos todos iguais”.
Primeiramente, é importante nos perguntar, qual que seria o real número ou percentual de ocidentais que acreditam de coração nestes memes. Claro que estou me referindo aos ”ocidentais nativos” ou de origem predominantemente europeia. Se de fato, tivermos um percentual estatisticamente robusto, isto é, com grande, gorda amostra de pessoas que foram questionadas, então nós poderíamos ter maiores certezas quanto a isso.
Suscetibilidades para internalizarem os memes culturais modernos, parecem se dar por duas vias
– estupidez na capacidade de interpretação da narrativa oficial + preguiça intelectual para investigação espontanea e pessoal + déficit na capacidade de capturar a imagem maior, o contexto, ”aquilo que importa” e relativismo niilista ou falta de idealismo, especialmente em relação ou em direção a ”oposição contextual” que é conservadora ou ”oposição natural” a favor da sabedoria prática e literal (que poderia ser resumido como ”psicologia e/ou cognição de gado),
– predisposições comportamentais contextualmente específicas (tal como no caso de ”se assumir” homossexual em tempos de desfiles coloridos por grandes cidades).
”Os” ocidentais estão sendo vítimas de lavagem cerebral??
resposta correta mais provável
Sim, parcialmente, porque técnicas de propaganda como repetição de frases populares de efeito como ”somos todos iguais” estão sendo empregadas diariamente por meio da mídia.
No entanto, não são todas as pessoas que estão modificando radicalmente o seu comportamento, mas apenas alguns grupos que, por meio de um ambiente mais aberto, estão decidindo se mostrarem do jeito que vieram ao mundo, não em termos literais, mas bio-culturais. A enfatização também tem um efeito. Antes, a família era o centro das atenções nas sociedades ocidentais. Hoje, são ”os” homossexuais, ”as” minorias étnicas, ”os” desajustados, que tomaram ou que foram colocados como exemplos morais a serem seguidos. No entanto, o alcance da narrativa é limitada, e sempre haverão pessoas que serão blindadas em relação a certos memes, mas não em relação a outros. Os memes culturais podem e parecem funcionar como chamariz, como um convite para assumir ou internalizar uma nova rotina de comportamentos que, por inúmeras razões, estavam sendo mantidos dentro de si, sem serem externalizados. O mundo humano é muito complexo. Por exemplo, a falta de mulheres para manter relacionamento, podem fazer com que alguns a muitos homens, se utilizem da máxima ”quem não tem cão, caça com gato”, e mantenham relações sexuais com outros homens. Muitas vezes, serão a vontade e a oportunidade que falarão mais alto (o mundo humano é complexo, mas tão pragmático quanto o ”mundo animal”. E neste exemplo, o pragmatismo parece ser mais importante para servir como explicação do que a complexidade dos ambientes sociais humanos, 😉 ).
Para terminar este texto, volto a repetir que, para que haja de fato, lavagem cerebral, existe a real necessidade de modificação abrupta do comportamento por causas não-naturais ou artificiais, em outras palavras, apenas em ambientes hermeticamente fechados, secretos ou fora da vigilancia da ética profissional, que se poderá modificar completamente o comportamento de um indivíduo ou de vários deles, apenas por propaganda. O que a propaganda tem causado aos ”ocidentais” é justamente a confusão mental, advinda da falta de sincronização ou coerencia correlativa entre aquilo que se ve e que se entende instintivamente, daquilo que está sendo dito que é, claro, com um queijo suíço de buracos de múltiplas exceções.
A estupidez das massas, isto é, de uma boa parte das pessoas, que tendem a ser
– intelectualmente mediocres,
– intelectualmente preguiçosas para evitar a mediocridade,
– energicamente extrovertidas para socializarem o máximo possível, sem se questionar se muitas das diretrizes impostas estejam corretas.
… é uma das causas principais para a sua letargia habitual.
Predisposições comportamentais e a capacidade humana de se adaptar a contextos impostos por seus ”superiores” (o equivalente ao fazendeiro de ”A revolução dos bichos” de George Orwell), especialmente em relação aos grupos que estão comportamental e também, implicitamente predispostos, amplia a ideia de que a lavagem cerebral seja muito efetiva, quando na verdade, está sendo utilizada para outras finalidades.
A ideia de lavagem cerebral se assemelha a da educação, onde que os princípios igualitários absurdos da filosofia revolucionária, desde a queda da Bastilha, que nos tratam como uma massa indissociável e essencialmente oca, preconizam que a causa para as nossas falhas, sejam inerentemente exteriores, porque ”seríamos” oprimidos (que está correto, mas nem tanto) enquanto que a minoria abastada seria de opressores. De fato, somos oprimidos, muito oprimidos,  e existe uma minoria opressora, mas também existe uma reciprocidade, onde que nossas tendencias para a estupidez, nos tornarão vítimas ideais para qualquer forma de opressão, porque quem não entende a realidade, está passível de manipulação, desde as mais sofisticadas até as mais tolas.

Lavagem cerebral, literalmente falando, não é ruim…

Nossos cérebros, quando não estão conectados com a sabedoria, aquilo que importa e que deve ser manobrado a partir da verdadeira diplomacia, da parcimonia de julgamentos e conclusões, do pensamento holístico e detalhista, estarão, metaforicamente falando, sujos a muito sujos. Que tal fazer uma lavagem cerebral****

Palavras merecem significados extremamente literais, para que possamos melhorar nossa comunicação, faze-la mais direta e mutuamente entendível.

Quanto mais vaga for uma palavra, mais fácil será de manipulá-la, de maneira positiva, mas também de maneira negativa.

O ciclo natural da Cultura

A Cultura não é apenas o hábito,
Mas também o seu produto,
É um ciclo natural que se alimenta pela repetição, pelo caminho das pedras, é o embaraço do mesmo novelo,
Que por hábito e biologia, se faz hereditária,
Que tudo aquilo que faz, é tudo aquilo que é,
Que expressa o que seus genes lhe sussurraram,
El sopro da vida, quando teu pergaminho ainda estava embrulhado,
Que certos hábitos podem fazê-lo singular,
Quer fumo ou bebida, quer uma doença que na natureza é sinônimo de morte,
Na humana teia pode ser sinônimo de vida, a mais vivida, a mais vívida, a mais amada e odiada,
Aquela que pode queimar ardente e se apagar muito cedo,
O precoce grito de desespero,
E de aceitação,
Aceitar que nossas identidades são emprestadas,
Que somos todos um único ser,
Que tudo, até a distância entre eu e voce, é vida,
Que vida, que energia, somos a eletricidade de mil presságios, somos anjos sem asa,
Somos o encanto do breve bocejar,
E partiremos ao coletivo profundo, quando trocarmos de pele,
Mas seremos únicos porque somos únicos padrões, dentre bilhões de velas que se sucedem e se apagam, nós somos e sempre seremos únicos,
Mesmo o mais singelo ser. Não estamos separados do Deus que nos acalenta em seu colo de estrelas, pois o somos, seus filhos por hereditariedade, seu circo mágico de pulgas,
Ainda continua sendo, não temos controle, mas podemos ascender nossa maturidade, podemos ser deuses nesta brevidade…

Novo combo de ideias….

1- Vegetarianismo causa depressão e ansiedade?? Ou são as pessoas que estão mais predispostas às duas condições que são mais propensas a serem vegetarianas??

 

Nem vou desenvolver esta primeira ideia, se o título já fala por si.

 

2- Mente poética ou mística, mente filosófica ou analítica e mente científica ou empírica. Graus de doença mental, auto consciência, criatividade, empatia, inteligência, conformidade…

 

De todos os tipos de ”virtuosos cognitivos ou técnicos e intelectuais”, parece existir uma tendencia espectral de aglomeração de similaridades psicológicas, onde que aqueles que são mais talentosos na produção criativa cultural (e recreativa a objetivamente funcional) tenderão a se aglomerar no lado místico e poético enquanto que aqueles de mente científica ou empírica tenderão a se localizar do outro lado do ”rio”.

Racionalidade em seus níveis médios (e mais contextualmente funcionais) apresentará uma tendencia de se justapor a conformidade social (porque é racional de se faze-lo, especialmente se voce for um ”seguidor”). No entanto, ao contrário do que se imagina, eu acredito que em muitos espectros, 3 extremos existirão e não apenas aqueles que se localizam em dos dois fins desta continuidade abstrata porém realista.

E no caso deste espectro, especificamente, eu vejo que além do extremo místico e do extremo empírico, também existirá o extremo filosófico, que ou aquele que tende a combinar os dois modelos de transcendencia evolutivo-cultural.

 

3- Criatividade e sexo. Criativos contínuos são mais sexualmente obsessivos enquanto que os criativos descontínuos são mais sexualmente controlados.

 

Por razões óbvias. Maior energia cerebral = maior desejo sexual*** Ok, nem sempre que será assim, mas ao menos comigo, acontece deste jeito mesmo, jajajajajajaja.

 

4- O verdadeiro normal: empático-racional.

 

O natural verdadeiramente equilibrado será o empático racional. Racional porque entende o mundo a partir da realidade a que temos acesso e portanto, buscar construir algo a partir desta perspectiva, estipulando sucesso em seus cálculos de probabilidade. Empático porque pode se colocar no lugar dos outros assim como também na tentativa de entender o mundo por diferentes perspectivas.

A empatia em comunhão com a racionalidade é a verdadeira prática da sabedoria, da bondade…

A real normalidade é idealizada, assim como tudo aquilo que damos valor perfeito.

O ”normal” na verdade é apenas ou fundamentalmente o domesticado que nossas queridíssimas elites de merda dão grande valor.

 

5- Esvazie a sua mente e comece de novo. Para não ser uma barata tonta. E o veneno da mídia.

 

Quase tudo aquilo que de relevante que a mídia lhe conta diariamente, tem grandes chances de estar errado. Voce está sendo nutrido com base na desinformação. Se é um adulto cronológico, então a sua mente já estará bastante saturada por estas mentiras. Existe a poluição ambiental, sonora… e também existe a poluição mental, quando o teu cérebro está infectado por toxinas ou mentiras que são perpetuadas pelos meios de ”comunicação” ( e de doutrinação). Se tem algo de essencial que está mal compreendido por voce e não tem consciencia disto, então pode ser possível que em uma situação específica, em que este algo for acessado, e for de longo prazo, possa te afetar consideravelmente, de maneira bastante negativa.

Esvazie a sua mente e se reeduque.

 

 

6- A diferença entre astúcia, sabedoria e inteligência. O lado escuro da sabedoria.

 

A astúcia é a ”pequena sabedoria”. O astuto, muitas vezes, acabará refletindo o lado escuro da sabedoria. Sim, a psicopatia também se caracteriza por doses de sabedoria cognitiva mas sem o componente moral-emocional, positivamente instintivo, que caracteriza tão eloquentemente bem o que a sabedoria se consiste. No entanto, enquanto que o psicopata é um potencial predador perigoso, o astuto seria mais ou menos como o mundano average joey que sabe usar os miolos para afagar os seus desejos fugazes.

 

6.1- Astuto: o sábio mundano e ou o psicopata de pequenos truques, de pequenas e constantes vitórias.

 

O astuto se localizaria então no meio do espectro entre a psicopatia e a sabedoria e mais perto da personalidade anti-social.

 

7- Personalidade é o instinto em camera lenta.

 

Mais uma vez, nossas reações ou respostas instintivas são muito mais complexas em relação as ações que as provocaram, do que em relação aos animais não-humanos. Podemos escolher, temos ”livre” arbítrio a partir de nosso arcabouço genético-cultural para respondermos as intempéries que interagem conosco de muitas outras maneiras do que o simples ato de lutar inconscientemente pela própria vida. A evolução humana se consiste no retardamento temporal desta resposta instintiva. O tempo represado, lento, entre a ação e a reação, ”nos fazem humanos”.

 

8- O caçula desprezado.

 

Um mundo dominado por irmãos mais velhos seria uma das causas para o mundo disfuncional em que vivemos**

 

Batendo na mesma tecla ”educação promove desigualdade”.

9- Vestibular,  seus descontentes e a uni-versidade.

 

Por que o nerd de inteligência simétrica e elevada esta em vantagem injusta para com aqueles de inteligência assimétrica??  Batendo na tecla ”a educação promove a desigualdade”.

Quase todos os testes para admissão em algum trabalho ou subida dentro do sistema (unilateral) meritocrático, ao menos no Brasil, se baseia na enfatização da inteligencia geral do que uma diversificação para outros tipos, mais especificamente a panaceia de inteligencias específicas.

Supostamente, aqueles de maior pontuação em provas de vestibular, seriam aqueles que mais esforçaram, mas voces já sabem que não é bem assim, especialmente se levarmos em consideração que o potencial de desenvolvimento ou ao menos de memorização das pessoas varia consideravelmente, porque alguns elásticos são mais elásticos do que outros.

10- Cultura se resume à uma transcendência coletiva de raízes alegórico-naturais de culto ao líder

( psicopata).

 

Qualquer cultura, especialmente as culturas ”complexas”, apresentarão uma tendencia de serem apenas ”transcendencias” coletivas de culto ao líder que construiu ou que sustenta este sistema social.

 

11- Diferenças entre melancolia e introspecção.

 

O melancólico pode ter potencial para se tornar introspectivo, mas geralmente, como foi mostrado a partir dos níveis de Dabrowski, este tipo tenderá a se manter em sua neurose particular, a provação de ser por demasia acordado, vigilante e sem a vontade ou capacidade de alegorizar esta dimensão intensa e dura.

A introspecção se diferencia da melancolia, talvez, por causa da enfase conceitual que cada uma carrega, porque enquanto que na primeira, se enfatiza a tristeza profunda, na segunda, o produto entre auto consciencia e idade mental avançada (ou simplesmente intelecto),  será o objeto a ser levado em consideração.

 

12- A verdadeira relação entre autismo e testosterona e as possíveis diferenças entre psicopatas e autistas.

 

Um leitor, muito recentemente, resolveu me questionar em relação aquilo que escrevi no texto Inteligencia neotenica e a de predador. Bem, ele não entendeu o porque de autistas e psicopatas, apesar de suas diferenças, serem ”produzidos” pela mesma panaceia de similaridades biológicas.

A partir daí, eu tive muitas ideias para tentar sofisticar a minha explicação.

A primeira, não herdamos ”genes”, mas ”o desenvolvimento de genes”. Se em todo mundo, existem autistas e psicopatas, então não pode ser possível, a primeira instancia, que sejam fruto de combinações aleatórias e epigenéticas durante o período intra uterino se o padrão é universal. O mesmo pode ser aplicado a todas as outras condições minoritárias. Se somos como pergaminhos então temos uma programação de desenvolvimento a ser herdada e não apenas um conjunto de genes. Vemos isso nos animais não-humanos, mas nem precisamos usá-los de exemplo. Por exemplo, o desenvolvimento de nosso corpo, da infancia a fase adulta, é uma herança de programação que varia de acordo com a herança. Estamos quase sob a tutela caprichosa do ”destino”, enquanto pergaminhos que se desdobram mas que já estão escritos. A vida não é aquilo que está escrito em nossos genes, é aquilo que vivenciamos por meio de interações de curto a longo prazo. O desenvolvimento do cérebro é outra programação de desenvolvimento hereditária, nossos planos ”quinquenais”. Os cérebros dos superdotados por exemplo, tendem a amadurecer mais lentamente porque tem mais caminho pra percorrer, mais desenvolvimento para fazer. Os cérebros dos esquizofrenicos, especialmente do(s) tipo mais comum(ns), parece que sofre um bug durante o início da fase adulta e isso também parece estar programado para acontecer, se a maioria dos esquizofrenicos, passam a sofrer com os sintomas de sua condição a partir dos 20 anos.

A segunda ideia é sobre a diferença entre ”exposição ao testosterona durante o período pré natal” e ”carga individual do hormonio”. Sabe-se que homens com mais testosterona tenderão a apresentar uma série de comportamentos e características fisiológicas que estão condizentes com o seu efeito. Maior agressividade, maior altura, mais músculos, mais socialmente dominantes, com mais pelos no corpo, com maior desejo sexual, rostos mais masculinos…

Os autistas tendem a se caracterizar pelo quase oposto, visto que enquanto que os homens autistas tendem a ser menos masculinizados, as mulheres tenderão a ser justamente a do tipo mais masculino.

A minha hipótese é a de que o testosterona altera o cérebro, tornando-o mais ”masculino”, e o chamado ”cérebro autista” seria do tipo hiper masculino, como foi pensado por Baron Cohen. Mas isso não significaria que o hormonio também faria os autistas mais fenotipicamente masculinos, pelo que parece eles não são, os homens especialmente. Portanto, os autistas são mais masculinos em termos cognitivos por causa da exposição ao testosterona, mas eles em média teriam baixa carga de testosterona.

Autismo= Cérebro hiper masculino em um corpo com baixo testosterona.

Pais com baixo testosterona e mães com alto testosterona, seriam mais propensos a terem filhos autistas e enquanto que o filho autista puxaria o pai, a filha autista puxaria a mãe, ambas de alto testosterona.

Outra hipótese é a de que, sim, os autistas masculinos em média, teriam maior carga de testosterona, mas as vantagens evolutivas contextuais do hormonio em homens neurotípicos, como as características que mostrei logo acima, não se fariam presentes nos autistas, porque apesar da maior carga, o testosterona seria de menor qualidade ou com mais mutações.

Em compensação, os psicopatas por sua vez, se caracterizariam pelo excesso de exposição ao testosterona durante o período intra uterino assim como também teriam alto testosterona. Isso explicaria muitos de seus traços comportamentais. Claro, são médias, isso não significa que todo psicopata será assim nem que todo autista será assado, mas pode ser que se relacione com as médias para cada um dos grupos.

O psicopatia seria alguém com um cérebro masculino, um excesso de vantagens do hormonio testosterona.

 

13- Escravos colocam seus deveres antes dos seus direitos. O auto consciente coloca os seus direitos a frente.

 

Se todos seguissem a sabedoria do auto consciente, não viveríamos nestes tipos de sociedades estragadas, extremamente desiguais.

Mais uma compilação de ideias…

O excesso de ideias continua a me afetar e por isso vou continuar a regurgitá-las verbalmente por meio deste combo de pensamentos, ao invés de textos individuais, mas nem todos, alguns assuntos merecem destaque… Não que estas ideias não sejam merecedoras de destaque, mas ou eu faço isso ou vou perde-las mais cedo ou mais tarde.

1- O gênio científico não é necessariamente criativo, pois tenderá a ser perceptivo. As diferenças entre percepção e criatividade e a interação entre as duas.

Darwin foi criativo***

Sua obra foi um monumento científico de tez criativa, mas o mais provável é que não ou que ele foi do tipo descontínuo ( o tipo que geralmente tem poucas ideias e as trabalha melhor, especialmente ao nível Darwin de qualidade). Darwin foi mais perceptivo do que criativo. Percepção e criatividade se complementam mas não são a mesma coisa. A criatividade não-recreativa seria como a extrapolação perceptiva, encontrar OU fazer novas associações de ideias, padrões nas mais diversas áreas. A criatividade neste aspecto, em seu aspecto mais conceitualmente puro, poderia ser entendida como uma expansão da percepção, uma capacidade melhorada desta mesma função.

A percepção interage com a criatividade no sentido de funcionar como matéria prima para o seu desenvolvimento, pois sem a observação e captura de padrões interessantes, incomuns ou potencialmente revolucionários, não haverá terreno para se desenvolver a criatividade, mas geralmente a criatividade não sucederá a percepção inicial, pois o processo se fará em conjunto, no mesmo espaço e lugar.

 

2- Cultura com estrutura ( pseudo religiões), Cultura sem estrutura ( movimento hippie).

 

Sem um núcleo de alimentação transcendental, a cultura morrerá. Será como o cometa que passa rente a atmosfera de um planeta e não como um satélite que faz parte dele.

 

3- Se não existe o livre arbítrio… Então é necessário inventa-lo ou ao menos a livre reflexão.

 

A cultura do livre arbítrio é a cultura da genialidade, da criatividade, da inteligencia. Eh a possibilidade de amplificação de nossa capacidade por meio da educação objetiva.

 

4- A metáfora da vida por meio de uma peça de teatro. Os atores, os diretores, a plateia e os autores ( escritores).

 

A maioria seria como os atores que são manipulados pelos diretores que por sua vez, se utilizam de peças de escritores ou autores (e algumas vezes, deles mesmos).

Mas e a plateia**

Seriam nossos mortos**

5- A raridade do bissexual. Analogia com ambidestria. Homossexual puro, homossexual fluido, bissexual, heterossexual fluido ou misto e o heterossexual puro.

 

A maior parte dos auto-declarados bissexuais serão na verdade de hétero ou homo misto ou fluído. O bissexual puro ou por excelencia é tão raro quanto o ambidestro.

 

6- Homofobia?? Não, homoaversao!

 

Mesmo que seja verdade que existam ”homofóbicos”, a maior parte daqueles que são denominados assim pela mídia, são na verdade de homoaversos. Aversão não é o mesmo que fobia.

 

7- O mundo é feito por enérgicos e não necessariamente por inteligentes ou sábios.

 

O fenomeno hbd, dentre outros tipos…. os comunicadores cheios de energia geralmente o fazem movidos por narcisismo ou por boas intenções. No entanto, sem a inteligencia certa, o máximo que farão será a sofisticação dos problemas que já existem.

 

8- A degeneração do homossexual no mundo moderno e não o homossexual como a degeneração per si.

Eu tenho a impressão de que em um passado ”dentro-do-armário”, os homossexuais se comportavam melhor e também havia alguma espécie de seleção entre eles do que hoje em dia, em que virou moda ser ”sexualmente curioso”.

A degeneração da modernidade não tem como um dos tótens principais de expressão a homossexualidade, mas na construção de um contexto sexualmente livre onde que a mesma aparecerá naturalmente como uma possibilidade.

A degeneração dos próprios homossexuais parece se dar por diversos fatores, dentre eles a popularização deste fenomeno comportamental e posterior vulgarização. O homossexual médio dos tempos ”modernos” é ainda mais sexualmente viciado e agressivo ao passo que, na minha opinião, o homossexual médio do tempo de nossos bisavós parecia ser mais discreto e menos animalesco em seu comportamento.

 

9- O que vem primeiro, o comportamento ou a seleção? O exemplo judeu. Vc é o que vc faz.

 

Parece que existem estágios de seleção (natural, sexual ou antropomórfica). O primeiro estágio é o da própria seleção com base em enfatizações coletivas anteriores (selecionar os mais bonzinhos, os mais espertos, os mais sábios ou os mais altos…). O segundo estágio seria o da prática do resultado desta seleção, a colheita, como quando uma espécie atinge o seu optimum evolutivo.  O terceiro estágio seria o da competição, como quando outras espécies igualmente completas em sua trajetória evolutiva, passam a disputar o mesmo espaço e ou os mesmos alimentos. O quarto estágio seria o da sobrevivencia coletiva, como quando a competição entre as espécies atinge o seu nível mais perigoso e potencial para a extinção ou ao menos para a redução demográfica.

Os judeus são ou parecem ser um exemplo interessante a ser demonstrado. Quando os judeus já estavam trabalhando como mercadores e atravessadores em suas regiões tradicionais de moradia, isso nos parece indicar que eles haviam passado pela fase instável de seleção, a seleção per si, quando os descontentes são expulsos ou saem por vontade própria do grupo e ou os tipos mais condizentes com a proposta de grupo são selecionados. Se voce é aquilo que voce faz, então o judeu mercador, atravessador ou conselheiro real, já é o resultado, o produto de estágios anteriores e não alguém em provação.

No entanto, tais estágios sugeridos parecem se manifestar em diferentes níveis no mesmo espaço e no mesmo tempo. Portanto, os tipos mais condizentes com a proposta cultural de uma coletividade, que serão aqueles de optimum evolutivo, conviverão com aqueles que ainda estão passando pelo processo assim como também em relação aqueles que estão tentando sobreviver. E se o sobreviver vier antes do viver, então isso significa que estará em maior stress do que aquele que ”vive” ”apenas”.

 

10- Hipótese para o aparecimento da pele clara. Mutação para o albinismo parcial recessivo ao invés de adaptação ao ambiente.

 

A explicação habitual para a variação de um traço dentro de uma espécie se dá com base na ”adaptação” as demandas do ambiente. Portanto, para explicar a variação na cor da pele das populações humanas, prioriza-se a ideia de que quando os seres humanos chegaram nas regiões de clima frio, o seu corpo foi ”lamarckiamente” se adaptando as condições. Outra explicação, menos fantasiosa, nos diz que houve uma seleção para aqueles de pele mais clara. Mas como pode ser possível que a pele clara e especialmente a pele praticamente albina de muitos milhões de norte europeus, pode ter sido selecionada se os primeiros caucasianos sequer tinham pele clara*** A explicação mais recente para a pele clara dos europeus assim como também dos leste asiáticos, é a de que os neandertais lhes legaram os genes para esbranquiçá-la. Como, quando e por que certos grupos de neandertais se tornaram mais claros** Mas como tudo isso pode ser possível, se nos dizem que a variação de um traço tende a se dar sem qualquer grande razão, apenas porque varia* A resposta para o enigma variedade, por agora, é por ele mesmo, varia porque varia, ora pois.

A pele clara, especialmente dos caucasianos europeus e principalmente dos norte europeus, segundo esta minha hipótese, se deu por causa de uma constancia de combinações genéticas ao longo da pré história  que resultou na redução da produção da melanina e que estes genes são parentes distantes dos mesmos genes que produzem o fenótipo albino em humanos. Em resumo, se consiste em uma mutação heterozigota dos mesmos genes que causam albinismo.

Não houve adaptação lamarckiana, não houve seleção específica no início deste evento (a fundação da raça caucasiana). O produto destas combinações genéticas (via miscigenação racial com neandertais* extermínios ou genocídios, doenças, etc) foi o aparecimento de uma maior variedade na cor da pele, não necessariamente aquela como conhecemos hoje em dia. E ao longo do tempo, a contínua seleção das pessoas com estes genes para pele mais clara resultou na transmissão generalizada destes fenótipos para toda população ou com base na seleção negativa, isto é, com base na eliminação dos grupos mais atávicos.  Existem grandes chances de estar errado** Sim…

 

11- A teoria do patógeno judeu pra explicar o aumento da inteligência ou astúcia desta população.

 

Uma ”infecção” seria a responsável pela homossexualidade, leia-se, masculina e exclusiva. No entanto, a manifestação heterozigota da Doença de Gaucher em pacientes judeus seria apenas ”a evolução fazendo o seu papel”. Manipulação ao estilo kosher, a gente ve por aqui!!

e como um adendo muito importante para este assunto

 

11.1- Evolução como doença & adaptação por heterozigose.

 

Diferentes ambientes podem ter diferentes tipos e quantidades de patógenos ou microrganismos. Ambientes quentes apresentariam microrganismos ”agressivos” enquanto que ambientes frios teriam menos microrganismos ou que seriam menos agressivos. Inteligência e criatividade evoluíram por heterozigose e seleção, tal como a anemia falciforme.

Os mais altos níveis de capacidade cognitiva, intelectual e criativa, é muito provável de serem versões heterozigotas de doenças ou anomalias do sistema corpo-mente tal como a Anemia falciforme ou a Doença de Gaucher. Mas como são

complexas

e

estão sob forte seleção, especialmente a inteligencia

… então serão menos prováveis de serem encontradas conjuntamente com as suas versões homozigotas.

Eu já sugeri que as personalidades extremas sejam como fenótipos-estirão que se relacionam com o guarda-chuvas ”inteligencia” e que em combinação com alto perfil cognitivo, podem produzir grande capacidade, ao nível de genio.

A metáfora da camisa de força como a consciencia primária. Eu não posso sair do meu corpo sabia** E voce**

12- Níveis de consciência: níveis de cognição e inteligência.

1- consciência corporal primária: ‘auto’ reconhecimento do aprisionamento dentro do corpo. Cognição puramente ativa. Nano-consciencia.

2- consciência corporal secundária: auto reconhecimento do aprisionamento do corpo, sensação ampliada de consciência. Cognição predominantemente ativa (pode sentir a reação mas não pode agir).

3- instinto: o limiar da cognição consciente ou inteligência. Reação instintiva , ativa ou reativa. (pode reagir complexamente a sensação ou reagir).

4- cognição instintiva: reação instintiva ou reativa com  lampejos de auto consciência.

5- cognição auto consciente: reação instintiva + reflexiva, condição humana.

6- auto consciência: reação reflexiva ( reação instintiva em câmera lenta ). Capacidade de se adaptar, criatividade prática ou adaptabilidade. Consciência sobre a seleção natural, sexual ou de qualquer outro tipo, consciência corporal ampliada por empatia genuína, internalização de padrões ou sistemas e busca pela harmonia, princípio da auto conservação estendida ao ambiente.

A consciencia primária sabe apenas de si mesmo e de maneira extremamente simples enquanto que a auto consciencia não sabe apenas de si mesmo, de maneira complexa, mas também constrói um sistema de fatos ou verdades com base na amplitude de reconhecimento ou consciencia. Sabe de si, complexamente, dos tipos iguais, inferiores e sabe complexamente do ambiente.

 

13- Seleção sem evolução ou por conservação.

 

água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.

 

Quanto mais intensa for a seleção para determinado conjunto de traços ou fenótipo, mais fixo ele se tornará e mais divergente se tornará.

 

Seleção sem uma enfase unilateral, será mais por conservação do que por evolução.

Cultura como uma resposta alegórica a predisposições comportamentais inatas

Vamos imaginar que exista um  grupo populacional onde a maioria seja melancólica e intelectualizada (quem dera). Ninguém aprende a ser melancólico. Todo melancólico sabe que sempre foi mais propenso a introspecção. Este grupo populacional então, a partir desta predominancia demográfica de personalidade (predominantemente) melancólica, caminhará para produzir uma cultura totalmente voltada as suas necessidades transcendentais biológicas (ou predisposições), a (agora) famosa cultura neurológica.

Filmes de Fellini são alegres, filmes de Bergman são introspectivos. O genio criativo pode representar o ápice exteriormente expressado de uma determinada ”cultura” ou alegoria coletiva biológica justamente por ser a combinação individual mais rara e grandiosa de um conjunto coletivo de genes e predisposições. Os dois grandes cineastas da história do cinema ao espelharem e exteriorizarem suas personalidades, apenas mostraram parte das almas de suas respectivas nacionalidades ou coletividades ( produto étnico-cultural mais característico, desprezando as idiossincrasias culturais internas), isto sem falar em suas capacidades para capturar percepções relevantes.

A cultura não é um alimento que brota da terra mas o produto externalizado de mentes humanas. Culturas artificiais são aquelas que são impostas pelas elites e geralmente, são artificiais apenas durante a fase inicial de imposição cultural com base no domínio social e economico. Culturas naturais, especialmente, tenderiam a ser alegorias externalizadas de predisposições comportamentais, dando significado ou simbolismo a comportamentos ou a fenomenologia, a que os comportamentos pertencem.

Da mesma maneira que fenomenos incomuns são simbolizados como ”milagres”, fenomenos naturais poderosos são identificados como a manifestação de uma força superior, a partir da sofisticação desta construção alegórica, passamos a dar simbologia ou significado a nossas próprias tendencias.

A imposição de certas tendencias comportamentais por uma classe cultural ou criativa, também pode ter um efeito nos padrões de acasalamento.

Portanto, ao simbolismo que damos a interpretação metafórica do mundo e de sua fenomenologia interativa e humana, cunhamos o nome de ”cultura”. Nosso tipo de personalidade, nosso tipo e nível de inteligencia (personalidade, criatividade e inteligencia em suas respectivas multidimensionalidades), em conluio com o mundo exterior, em interação com o ambiente, nossa resposta constante e portanto transcendental, produzirá nossa cultura neurológica pessoal, ao passo que, a cultura coletivamente vivenciada poderá expressar inteiramente ou não as suscetibilidades comportamentais reinantes (demograficamente predominantes), ou seja, de uma maioria de indivíduos que compartilham várias semelhantes cognitivas, psicológicas e consequentemente de comportamento.

Ainda que não seja suficientemente correlativo que a cultura coletiva irá acoplar-se perfeitamente a boa parte dos indivíduos, esperar-se-á que em culturas naturais, esta forte correlação se faça presente. E culturas ”naturais”, necessariamente não precisa implicar em culturas de caçadores coletores ou de grupos humanos que se reúnem em tribos com populações menores, mas também em relação a culturas individualmente opressoras, que promovem o ostracismo e expulsão de dissidentes como as culturas religiosas mais extremadas, ou seja, a maioria destas culturas.

Autismo, possíveis causas para a suposta (possível) epidemia da condição mediante uma perspectiva amish

A população de amish,  que são os descendentes de alemães e suíços que professam uma religião ultra-conservadora, isolacionista e que vivem em regiões rurais, afastados dos grandes centros ”ingleses”, isto é, americanos, parece ter uma baixa proporção de pessoas autistas. (e tipos de esquizofrenicos bipolares hein****).

Acredita-se que fatores ambientais, isto é, toxicinas soltas pela poluição do ar nos grandes centros urbanos, por exemplo, possam ter um papel fundamental para a suposta epidemia de autismo em diversos países do mundo. Este fator pode ter sido causal para alguns casos, mas isso não significa que será para todos os outros. Eu tenho o palpite de que fatores epigenéticos negativos, isto é, que são resultado de exposição de toxinas e que não são diretamente genéticos (como uma família sem histórico de pessoas dentro do espectro) possam contribuir para a maior parte dos casos de autismo com algum tipo de retardamento mental mais severo.

Os amish apresentam características de personalidade e inteligencia discrepantes em relação aos ”moderninhos ingleses”, isto é, os americanos de origem britanica. A famosa personalidade autoritária de Adorno, parece fazer muito sentido aqui.

Todo amish que vive dentro destas comunidades isoladas precisam respeitar cada idiossincrasia de sua cultura dogmática (bíblia literalizada) dominante. Caso contrário, a porta da rua será a serventia da casa. Como resultado, a imensa maioria daqueles que permanecem, tendem a compartilhar grande semelhanças em comportamento (tempo) e personalidade (clima). E é provável que seus perfis cognitivos também sejam muito mais homogeneos do que nos grandes centros ”ingleses” (se a minha ideia de que os perfis cognitivos influenciem consideravelmente as nossas personalidades, a extensão dinamica e interativa da inteligencia).

A relação entre autismo e ateísmo é significativa, porque segundo alguns estudos (e mesmo, algumas percepções que podemos por conta própria, desde que estejamos dotados de bons instrumentos de avaliação) ateus e autistas tenderiam a compartilhar diversas semelhanças cognitivo-comportamentais como a tendencia para o pensamento sistemático e racional. E a ‘cultura neurológica’ nada mais é do que uma reverberação daquilo que está acontecendo por dentro, tal como o núcleo da Terra está para a sua superfície.

Se a personalidade é hereditária (tudo aquilo que temos é ao menos em parte hereditário ou de procedencia genética), então presume-se que tanto a personalidade autoritária religiosa que se relaciona com o fenótipo bio-cultural amish quanto a personalidade ateísta (nesta dimensão ou perspectiva de sistema de crenças), também serão hereditárias. E quanto mais comum e isolada for a paisagem genética, mais homogeneo e fixo (dominante) serão estes traços. Vide os olhos azuis na Escandinávia, em comparação a um país como o Brasil.

Portanto, se voce pegar um grupo de ateus, de preferencia, de cientistas ateus de ambos os sexos, obviamente, e deixá-los procriarem entre si, em um local rural isolado, eu não duvidaria que dentro de 100 anos (ou menos) nós teríamos uma população predominantemente ateia e com uma elevada proporção de pessoas dentro do espectro autista de personalidade (isso sem falar em uma maior inteligencia).

Portanto, a hereditariedade da personalidade parece ter um papel muito importante para a presença das chamadas ”personalidades extremas”, como o autismo. A menor porcentagem de autistas entre os amish pode ser explicado pelo fato de que os mesmos tem selecionado pessoas que são o oposto do autista médio. Em outras palavras, o amish médio que é fortemente religioso, se difere consideravelmente do autista médio, que é fortemente predisposto para ser ateu, por causa de seu perfil cognitivo-comportamental (cultura neurológica) hiper-racional e sistemático.

Séculos de isolamento e de decantação (expulsão dos dissidentes) produziram uma população diametralmente oposta aquela em que os homens da ciencia estão mais predispostos para pertencer, especialmente mediante uma perspectiva religiosa ou de sistema de crenças.

Mediante a perspectiva, honestidade-”esperteza”, os asquenazes judeus parecem que tem selecionado o perfil cognitivo-comportamental diametralmente oposta a dos autistas, que tendem a serem honestos e sinceros.

E o padrão endogamico de acasalamento tende a reduzir a plasticidade comportamental por causa da maior homogeneidade bio-cognitiva, especialmente se houver uma grande enfatização para uniformidade cultural.

O excesso de diagnósticos seria umas das prováveis causas para a suposta epidemia de autismo, mas deve-se ter em mente que na fronteira entre o espectro da condição sindromica, a subjetividade de critérios será substancial. Portanto, o ”diagnóstico”, especialmente nesta parte do espectro (autismo atípico ou autismo ”não-especificado”), onde a condição começa a se transformar em introversão melancólica, será relativo.

O aumento da obesidade poderia ser uma causa para o aumento de casos (para  uma parte deles), visto que mulheres obesas tendem a ter mais testosterona circulante do que as mulheres mais magras (e neste estudo, encontraram que pais acima do peso também podem ser um fator). Mais mulheres obesas, que combinado com estilos específicos de personalidades, mais casos de autismo**

O aumento da idade dos pais para ter filhos também tem um importante papel, visto que aumenta as suas cargas mutacionais (especialmente das mães, se a maioria das mulheres são férteis até os 50 anos de idade).

A redução da população, especialmente das camadas mais jovens como resultado das baixas taxas de fecundidade, também pode ter algum papel para o aumento de vários tipos de minorias neuro-comportamentais, visto que se antes, as famílias tinham uma média de 5 filhos, agora elas só estão tendo 2, isso nos EUA, porque em outros países, a redução da fecundidade foi ainda maior. Portanto, ao invés do filho tímido, assexuado ou homossexual, que tinha poucos amigos e praticamente não chegava a consumar casamento em meio a quatro filhos discrepantes e contextualmente adaptados, agora, um casal poderá ter 2 crianças, com o risco relativamente baixo e dependendo de muitas circunstancias, que uma destas crianças possam nascer autistas.

Portanto, as causas são variáveis e com pouca hierarquia de importancia.

Crianças do meio rural podem ter baixa incidencia de autismo, mas também podem ser menos inteligentes que as crianças dos grandes centros urbanos. Os amish, que não se vacinam e vivem em ambientes com baixa a nula exposição de toxinas, podem ter muito baixa incidencia de autismo, mas isso não significa que estejam ”livres” de outras condições como o transtorno bipolar, isso sem levar em conta, que enquanto que um autista pode ser muito inteligente, intelectualmente curioso a aberto para diferentes opiniões e perspectivas, o amish médio tenderá a ser extremamente intolerante em relação aos ”outliers” de sua comunidade, ainda que esta intolerancia não chegue a se transformar em violencia aberta, na maior parte das vezes. Eh por isso que tendem a viver isolados, até mesmo para evitar que este tipo de conflito aconteça.

Uma alimentação industrializada também pode estar tendo algum efeito no aumento de casos, se voce é o que come. A possível diminuição de casos de esquizofrenia e o aumento dos casos de autismo, ocasionado por mudanças na alimentação, que agora é variada e excessiva e que antes era escassa, também pode estar tendo um papel. Eh complexo estabelecer, por exemplo, quais seriam as causas para o aumento da inteligencia, porque ainda que seja fundamental, o processo seletivo precisa estar sob o controle de muitas variáveis. E o mesmo pode ser aplicado ao autismo.

E por fim, a não-existencia oficial do autismo antes desde os anos 40 e especialmente desde as últimas décadas, nos mostra o porque do aumento de casos desta condição. E combinado com uma sociedade dominada pela televisão, pelo brilho da fama (todo mundo tem direito a 15 minutos de fama) e portanto por uma cultura extrovertida, o extremo oposto da extroversão, onde a maioria dos autistas pertencerão, tenderá a patologizar aqueles que estão muito discrepantes da cena cultural coletiva.

Atualização

Interessante pensar que as toxinas lançadas pela poluição nos grandes centros, possam funcionar como gatilho ambiental que emula condições climáticas onde, segundo Lombroso, seriam ideais para o aparecimento de genios, tal como áreas montanhosas (mas não muito montanhosas), com a redução artificial da circulação de oxigenio que é uma realidade natural para zonas mais montanhosas. E claro, combinado com vulnerabilidades inatas.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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