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O gênio termaniano versus o gênio lombrosiano e a depressão existencial de Dabrowski

Perfeição versus Desequilíbrio

O ”gênio termaniano”

A maior parte da comunidade científica, especificamente dentro da psicologia, tem validado a teoria de Lewis Terman sobre a genialidade humana. Os resultados do estudo longitudinal (o mais longo da história) realizado por Terman e sua equipe, se assemelham a muitas das correlações consistentes entre funcionalidade social e alta inteligência, parcialmente medida por testes de qi, que também foram validadas em estudos mais recentes.

Mas Lewis Terman teve como pretensão estudar a genialidade humana… Segundo a minha teoria (e talvez, não-tão-minha teoria, mas enfim…), criatividade e inteligência são dois estilos cognitivos opostos. Percebam que eu não estou sugerindo que inteligência e criatividade sejam conceitualmente opostas. O antônimo de inteligência é a estupidez. A criatividade é uma forma de inteligência, que tende a destoar significativamente daquilo que entendemos como inteligência por si mesma. O popular conceito mecânico-utilitário de inteligência é aquele em que a mesma é caracterizada como a capacidade para ”entender” determinado conhecimento ou regras e replicá-los. O problema deste conceito parece se localizar dentro da ideia de ”aprendizagem”. Provavelmente, nós temos uma tendência para confundir memorização e replicação com aprendizagem. Se ”quanto mais eu aprendo, mas eu sei que nada sei”, então não pode ser possível que apenas a memorização e a replicação possam expressar profundamente o que é a inteligência, mesmo mediante este prisma de enfatização.

Terman quis comprovar que os gênios ou prodígios (apesar de sabermos que nem todo prodígio será um gênio e nem todo gênio será prodígio)tendiam a ser mais socialmente funcionais e mentalmente ”saudáveis” do que o restante da população, o oposto da visão popular dominante de sua infância, baseada nos estudos  anteriores de Lombroso et all, .

Os critérios adotados por ele, foram (e são) particularmente cavernosos. Limitar a potencial genialidade por meio de testes de qi, produzindo uma espécie de ”linha do equador” (que é igualmente abstrata e arbitrária ), onde somente aqueles que pontuam acima de 130 em ”testes de qi” (quais testes de qi, ”cara pálida’??) são considerados como ”superdotados”. Enfim, são tantos os atropelos metodológicos e conceituais que se eu continuar a expô-los aqui, acabarei produzindo outro texto.

O conceito que Terman usou para medir inteligência pode ser resumido a esta abstração geográfica, a linha do Equador.

O achado mais importante deste estudo foi que quase um século de observação dos jovens prodígios selecionados (porque pontuaram acima de 130 em ”testes de qi”, provavelmente ”qi performance”) não teve como resultado (obviamente esperado) uma explosão criativa de inovações científicas, tecnológicas, culturais, artísticas ou filosóficas. Em outras palavras, os jovens termites ou prodígio, levaram vidas muito mais funcionais do que se comparado com o restante da população, mas as suas realizações foram modestas e não comprovaram que basta ”ter” um qi alto  para ser um gênio.

Terman deve ter esquecido que o componente mais importante do gênio, é a criatividade, mais do que a própria inteligência. 😉

Eu especulei ainda segundo a minha teoria, sobre a existência de 3 tipos de gênios, aqueles que são dotados de muito alta inteligência, aqueles que são muito criativos e ao mesmo tempo, tecnicamente inteligentes, e aqueles que apresentam muito alta criatividade.

Em resumo, Lewis Terman não analisou gênios, até porque sequer procurou pela combinação certa que tende a produzir tipos similares ou potenciais. Ao desprezar completamente a criatividade como critério relevante para a seleção dos seus objetos de estudo, Terman condenou o seu trabalho desde o início, quando teve a ideia de provar que a noção romântica (e que está sendo comprovada novamente na atualidade) de genialidade e psicopatologias, não se consistia em realidade factual. Em outras palavras, mesmo antes de começar a trabalhar a sua teoria, Terman já havia baseado o seu conceito em premissas equivocadas.

O ”gênio lombrosiano”

Quase que completamente oposto daquilo que Terman concluiu algumas décadas depois, o famoso criminologista Cesare Lombroso, de que tanto tenho falado aqui, validou o folclore popular sobre a correlação positiva e causal entre a genialidade e a ”loucura”. O seu livro, ”O Homem de Gênio”, que está disponível para leitura (em inglês) na internet, mostrou por intermédio de consultas biográficas, todas as tendências ”psicopatológicas” entre os gênios historicamente reconhecidos, até o século XIX. Lombroso não apenas relatou a presença consistente entre grande intelecto e personalidades extremas, visto que ele também mostrou alguns casos de pessoas intelectualmente medíocres que depois de rompantes de febre muito alta e/ou alucinações, se tornaram prodígios em alguma área. Lombroso também comentou sobre os casos de gênios que possivelmente só adquiriram a sua genialidade depois de alguma injúria cerebral, causada por acidente.

Enquanto que Terman selecionou os seus termites em famílias de  boa situação social na Califórnia (90% branca) da década de 20, Lombroso analisou muitos dos nomes de grande eminência do passado. Terman tentou encontrar gênios antes que se tornassem eminentes (partindo da falsa ideia de que todo gênio se torna eminente) enquanto que Lombroso fez o caminho oposto.

Os termites de Terman foram mais ”mentalmente saudáveis” (seja lá o que isso possa significar), mais altos e mais saudáveis do que a população com pontuações mais baixas de qi.

Os ”homens de gênios” de Lombroso foram quase o exato oposto, com altura e aparência variáveis, mas com uma tendência para anomalias físicas, faciais e consequentemente cranianas. Isso sem falar sobre as personalidades extremas.

Rechonchudo, baixinho e possivelmente um portador de úlcera.

Terman quis mostrar ao mundo que a maioria dos gênios (prodígios) não eram mentalmente ”insanos”. No entanto, ele enfatizou sua busca por meio da ”inteligência” ou de sua ”expressão”, por intermédio de testes de qi e desprezou totalmente a criatividade como parâmetro de investigação. Terman foi o primeiro a cometer o erro que se tornou corrente dentro da ”educação especial para superdotados”, o de resumir inteligência a qi, transformando o mesmo em seu conceito. Se o gênio não tende apenas a ser muito inteligente, mas também muito criativo, autoconsciente e sábio, então Terman não conseguiu acessar nem mesmo a inteligência em toda a sua abrangência. E isso explica o fracasso do seu trabalho para encontrar a genialidade.

Em compensação, Lombroso conseguiu fazer uma investigação analítica muito mais proveitosa e que na modernidade, está sendo comprovada através de vários trabalhos com grandes amostras representativas. Lombroso assim como Galton, chegaram muito mais profundamente dentro da etiologia da genialidade humana do que Terman, ainda que seu trabalho possa ser aproveitado de outras maneiras.

A relação entre genialidade e predisposições psicopatológicas é correlativa e causal, mas isso não significa que ”todo gênio será um louco e nem que todo louco será um gênio”.  Significa que a genialidade tem a mesma origem que as personalidades extremas, mas não são a mesma coisa, portanto, ainda que para uma ”minoria” dos casos, a relação será causal, na maioria das vezes, excessos mentais funcionarão mais como um problema para o desenvolvimento da capacidade criativa, do que como um aliado. (observação estatística, existem mais ”doentes mentais” do que ”gênios. Logo, a maioria dos ”doentes mentais” não são gênios, mas uma parte significativa de gênios serão parcial a predominantemente de ”doentes mentais” ou portadores de personalidades extremas, possivelmente com comorbidades).

Depressão existencial e Dabrowski

Assim como tantos ”matemáticos”, que tentam transformar uma curva em uma reta, quando o sábio deveria manter a curva em seu formato original e procurar investigar sua natureza, Terman tentou endireitar a distribuição hierárquica do intelecto humano. Lombroso foi consideravelmente mais comedido em relação a este aspecto, mas cometeu vários outros erros, seja em relação à moralidade ou ao determinismo quanto à sua afirmação central de que ”a genialidade seja uma espécie de neurose”.

Aquele que, na minha opinião, conseguiu chegar mais perto de uma proposta sábia para lidar com este fenômeno, foi o quase desconhecido psicólogo polonês Kazimierz Dabrowski.

Terman analisou a expressão estática de componentes cognitivos puros que se relacionam com inteligência.

Lombroso analisou a manifestação posterior da genialidade por meio da eminência e das realizações de algumas das grandes mentes da humanidade.

Terman propôs uma inovação quanto a este tipo de investigação científica. Encontrar os gênios, antes que eles desenvolvam suas habilidades e se tornem eminentes (desprezando o fato de que muitos gênios não conseguiram chegar à eminência). No entanto, os seus métodos se mostraram inúteis para mediante tarefa.

Dabrowski conseguiu produzir teorias que unificaram os dois métodos preponderantes para analisar o intelecto humano e foi aquele que conseguiu encontrar toda a natureza do mesmo. Dabrowski não negou a importância das predisposições genéticas na manifestação do gênio. Provavelmente, foi influenciado pelo determinismo do qi, mas isso não foi suficiente para se transformar em um ”termaníaco”.

A teoria da ”desintegração positiva da personalidade” dá uma dinâmica às pesquisas sobre superdotação, talento e genialidade. Como o ser humano, que obviamente, não é estático, é de extrema importância que  analisemos ”suas” capacidades cognitivas quando estiver interagindo com o seu meio e ao longo da vida.

Nem todo prodígio será um gênio.

A ideia de que as ”pessoas mais inteligentes” (estou englobando todos os tipos de manifestação de genialidade e semi-genialidade) desenvolvam perspectivas consideravelmente mais profundas sobre si mesmas e sobre o mundo em que vivem (isto é, que podem adentrar à hiperrealidade, o conceito que eu desenvolvi), funciona perfeitamente como um marcador psicológico para separar a maior parte dos tipos e níveis de superdotação, mas especialmente a genialidade.

A desintegração positiva da personalidade, nos mostra que enquanto que para a maioria das pessoas, as interações existenciais (isto é, com o ambiente, com as pessoas, consigo mesmo) tenderão a produzir transformações imperceptíveis de consciência, para o gênio, cada experiência funcionará como um gatilho para expandir sem limites a sua percepção holística.

A própria ideia de criatividade parece vir justamente desta perspectiva, onde as pessoas que são capazes de entender a realidade, mais do que as outras, também serão mais aptas para manipular esta realidade, por meio de ideias inovadoras. Em outras palavras, a maioria das pessoas desenvolvem naturalmente a percepção (de matrix) determinista de naturalidade do mundo, enquanto que os mais sapientes compreendem que o mundo, na verdade, é muito mais maleável. Esta percepção de maleabilidade do abstrato e do físico, abre asas para a imaginação. O que para a maioria, é considerado como ”absurdo” e portanto, ”anti-natural”, para os criativos e especialmente para os gênios, é considerado como uma oportunidade para o trabalho criativo.

A depressão existencial, uma das ideias de Dabrowski, se manifestaria na população ”comum”, apenas por intermédio de algum acontecimento abrupto (morte de parente, acidente, etc), forçando a consciência a trabalhar acima de sua capacidade. No entanto, estes saltos de consciência se dariam naturalmente entre os superdotados e especialmente entre os gênios. Isso explicaria o porquê  da correlação entre genialidade e ”loucura” ou excesso de realidade. A maioria dos ”loucos” não são gênios, mas uma boa parte dos gênios, se tornam parcial a completamente ”loucos”, especialmente porque tendem a se desligar da realidade cotidiana ou compartilhada (isto é, compartilhada com os outros, a ”psicose coletiva” do experimento existencial humano) e a seguir uma realidade alternativa, radicalmente diferente daquela que é vivenciada pela maioria.

Dabrowski deu a dinâmica que os estudos sobre superdotação e genialidade necessitavam. Sem as avaliações pedantes e estáticas dos testes cognitivos e sem a análise habitual post-mortem sobre iminência mas especialmente sobre realizações.

E por agora, eu estou começando a ficar convencido de que a ”depressão existencial”, intrínseca ou natural, possa ser o melhor critério de identificação para elevado intelecto humano.

Excepcional texto de Paul Cooijmans sobre as características do gênio

Imagem
Gênio
©
Paul Cooijmans
Introdução
Abaixo estão algumas observações especulativas para ilustrar o desenvolvimento do meu pensamento sobre o gênio em termos de personalidade, isto é, em termos intrínsecos, preditiva. É fácil definir gênio “após o fato”, para dizer que é um gênio que fez uma contribuição duradoura, tem sido de grande e duradoura influência. Isso é verdade, mas também grátis e livre de obrigações. O verdadeiro trabalho é prever gênio, para descrevê-lo em termos de características de personalidade observáveis. Isso é o lugar onde se corre o risco, onde se pode ir certo ou errado, onde insight é para ser adquirida, e onde se encontram as aplicações práticas na identificação de gênio antes de o fato.
Genius não depende de inteligência sozinho e, portanto, não pode ser definido por um QI número. Em outras palavras, não é possível citar um único IQ além de que é um gênio. Embora este número é supérfluo, alguns exigem.
Algumas observações
Genius é o extremo alto final da dimensão da criatividade.
Criatividade, por sua vez é a expressão (efeito, resultado, projeção) de consciência. A consciência é o que as experiências individuais dentro de sua mente (a experiência da própria experiência, a estar ciente do fato de que um ou existe alguma coisa), enquanto que a criatividade é o que os outros percebem quando se observa que o individual. Conscientização e criatividade são os aspectos internos e externos da mesma coisa. A criatividade é uma medida de sua consciência. Uma pessoa não-criativa não tem conhecimento, um gênio é o mais consciente de todos.
Consciência está relacionado com a criatividade não apenas como na tomada de uma pintura ou escrever um romance, mas também como em minha hipótese filosófica “Só o que pode ser verificado por seres conscientes existe”. Consciência, assim, cria a própria existência. Sem seres conscientes, nada existiria.
Os componentes da criatividade (e, portanto, de consciência e de gênio), são a inteligência, consciência e horizonte associativo.
Consciência é o único aspecto de criatividade que pode ser significativamente melhorado, de forma permanente, com segurança e propositadamente em um adulto. Isto é assim provavelmente porque consciência não é uma característica unitária, mas compreende várias características, algumas das quais são independentes, e por si só não correlacionada com cada um dos outros caracteres que compõem a consciência. Consciência é um caleidoscópio de boas características, e é possível ter diferentes combinações, e ganhar ou perder alguns deles sem afetar o resto.
Horizonte associativo não pode, provavelmente, ser melhorada com segurança muito; drogas alucinógenas alargá-la, mas ao grande risco de psicose, que causa danos permanentes para a mente e o cérebro. Talvez estudar o trabalho de gênios ou fazer exercícios em “pensamento lateral” pode melhorar a sua horizonte associativo um pouco, mas deve-se perguntar se o resultado vale a pena o esforço, e perceber que muito mais criatividade pode ser adquirida através da melhoria consciência. Horizonte associativo é o “ignição”, é de Edison “2% de inspiração”, em oposição a “98% de transpiração”. Há uma tendência entre as pessoas fascinadas pelo gênio para se concentrar na 2% e negligenciar a 98%, o trabalho duro que vem após o “faísca”. A tendência para confundir criatividade com horizonte associativo. Este é o fenômeno de “querer um sabor champanhe em um orçamento de cerveja”, a atração de ser criativo em um flash de insight, sem a necessidade de fazer o trabalho duro.
Há uma tensão fundamental entre os três componentes da criatividade, cada um, quando superior a um determinado limite, pode derrubar todo, destruindo a criatividade.
Horizonte associativa, quando superior a um limite, leva à psicose e, portanto, destrói a criatividade. Isso tem sido apontado por Hans Eysenck e outros. Para gênio, é preciso estar perto desse limite.
Consciência ( observação do blogger: em inglês, neste caso significará Conscientiousness), quando se excede o limite, leva a obsessões e compulsões (que por sua vez causa a ansiedade e a depressão) e assim destrói criatividade (neurose, em vez de através de psicose), seja menos drasticamente. Isso faz parte do saber psiquiátrico regular. Para gênio, é preciso estar perto desse limite.
Inteligência, ao atingir os mais altos altitudes, de alguma forma reduz a frequência de gênio, que tem sido apontado que os gênios tendem a ter alta, mas não a maior inteligência, que aqueles com os mais altos QI geralmente não são gênios. Eu não sei o mecanismo exato ainda, mas relevante é a minha descoberta de que, na gama alta, há uma correlação negativa significativa entre QI e 1) transtornos psiquiátricos em si mesmo; 2) transtornos psiquiátricos em seus pais e irmãos (que refletem predisposição genética), 3) disposição para transtornos psiquiátricos como medido por testes de personalidade.
Talvez os mais altos QIs tendem a ir com um pouco menos do que a consciência extrema necessidade e horizonte associativo (ambas são formas de disposição para transtornos psiquiátricos)? Talvez aqueles com os mais altos QIs são muito neurologicamente “normal”?
Este possível efeito limitante do mais alto QI níveis, é algo que eu estou menos certo ainda de que um dos outros dois limites.
Minha opinião atual sobre a criatividade (e, portanto, gênio) pode ser resumido como:
Consciência contribui para a criatividade, mas dispõe para a neurose;
Horizonte associativo contribui para a criatividade, mas dispõe de psicose;
Inteligência contribui para a criatividade, mas dispõe de normalidade.
Eu tentei expressar em um modelo matemático como os três aspectos trabalham juntos para produzir criatividade, mas até agora não tenho nenhuma versão satisfatória de tal. O que eu faço suspeita agora é que a quantidade de consciência e horizonte associativo necessário variar de acordo com a inteligência; que os níveis mais elevados de inteligência precisa, e pode tolerar, os valores mais elevados dos outros dois aspectos a resultar em criatividade.
Eu imaginei que, para cada nível de inteligência existe um certo mínimo e e uma certa quantidade máxima de consciência e de um certo mínimo e e uma certa quantidade máxima de horizonte associativo, acima e abaixo do qual não há criatividade. Ambos os aspectos têm de estar dentro destes limites, e pode haver uma única óptima entre esses limites exigidos para gênio. Os limites e ideais, uma vez que foram deslocar para cima, com inteligência, são relativos à inteligência. Matematicamente pode melhor ser algo como:
G = g – √ ((c – cg) 2 + (ah – AHG) 2)
onde G é a criatividade, g é a inteligência (no sentido do fator geral na capacidade mental), e cg e AHG são os melhores níveis de consciência e horizonte associativa em um determinado nível g (isto é, os níveis para além do qual os níveis debilitantes da neurose e psicose ocorrer). L é expresso na mesma escala em g, e c ah e utilizar as unidades dessa escala.
Se c e ah poderia ser expressa na mesma escala, também, de tal forma que seus valores sempre correspondem aos níveis ideais dessas características para uma pessoa do mesmo nível g-numerado, cg e AHG tanto poderia ser substituído por g, ea equação seria:
L = L – √ ((c – g) 2 + (ai – g) 2)
Recentemente, tornaram-se um tanto pessimista sobre a possibilidade de expressar horizonte associativo e consciência cada um em uma escala similar à inteligência e combiná-los matematicamente para obter uma medida de criatividade. Em vez disso eu estive pensando de combinar os três aspectos em ou abaixo do nível de itens de teste, de modo que a pontuação bruta do teste irá refletir diretamente criatividade. Este foi realmente o que eu tentei com alguns dos meus primeiros testes, mas depois cheguei à conclusão de que esses testes mediam principalmente inteligência e, provavelmente, não em grande medida criatividade. Pode ser um desafio futuro para problemas de projeto ou tarefas que realmente exigem criatividade como eu defini-lo.
Dois em cada três
Embora todos os três aspectos são necessários para a criatividade, é tentador considerar que resulta quando se possui apenas dois deles a um grau elevado, e o terceiro é pressionado em comparação com aqueles:
Consciência e horizonte associativo
Se a inteligência está deprimido, um ainda pode ser um artista razoável em um campo sem exigências cognitivas elevadas, desde que se tenha o talento específico, por exemplo, um escultor, dançarino, pintor ou músico. Em casos como estes, o talento específico toma o lugar da inteligência. No entanto, muitos talentos específicos estão correlacionados com inteligência, seja humilde só a moderado, de modo que é mais comum para esses artistas têm inteligência relativamente maior do que ter baixa inteligência.
Se a inteligência é marcadamente deprimido, pode aparecer como “estúpido” para um observador casual. No entanto, este é apenas um dos três tipos de estupidez.
Inteligência e horizonte associativo
Se a consciência está deprimido, ainda pode ser um humorista de curta duração irregular, ator, ou estrela do rock, mas seria no geral ser de consumo ao invés de criativa.
Se a consciência é marcadamente deprimido, pode parecer “estúpido”. Por exemplo, perdendo oportunidades importantes através de frouxidão ou falta de pontualidade é considerado “estúpido”, como está sendo executado em acidentes como resultado de descuido. Este é o segundo tipo de estupidez.
Inteligência e consciência
Se o horizonte associativo está deprimido, ainda pode ser um bom contador, escriturário, banqueiro, tradutor, revisor, editor, advogado, diplomata, político, funcionário público ou estudioso no “humanidades”. Na verdade, pode-se ser bom em qualquer um dos um monte de coisas mais, mas mostram uma falta de originalidade e humor, tendem ao conformismo e à socialização e de empatia e humanidade colocar agradar as pessoas antes de procura de verdade e falar a verdade . Essas pessoas são perigosas na ciência para eles, se necessário corromper seus dados para evitar qualquer resultado que quer violar o paradigma dominante, ou aparecer “desumano”. Por exemplo, se uma pessoa como esta estudos lateralidade e descobre que os canhotos são dez vezes mais violento do que os destros, a pessoa vai corromper ou descartar os resultados para esconder esse fato, pensando “Seria desumano para estigmatizar o grupo de canhotos, tornando este conhecido “. Essas pessoas têm tanto medo de ser “contra a corrente” ou “machucar” os outros que eles, em vez mentir. Pronunciamentos típicos para eles são “Algumas verdades não podem mais ser contada”, “O efeito do que se diz é mais importante do que se deve ou não é verdade”, e “A Verdade não existe”. Eles se sentem menos atraídas para as ciências naturais (embora possam ser inteligente o suficiente para aqueles) por causa da natureza estritamente empírico dessas disciplinas, o que requer uma de mudar de ponto de vista ou paradigma, sempre que os dados empíricos contradizem a própria expectativa. E pessoas com horizontes estreitos associativos não são capazes de mudar de paradigma como eles são rígidos. Eles preferem as ciências “Alpha”, que tradicionalmente empregam um paradigma a priori ou modelo que se impõe sobre a realidade e não adaptado empiricamente. Sua alta inteligência que lhes permite discutir ou debater interminavelmente em construções aparentemente lógicas de complexidade infinita, enquanto seu horizonte associativo estreita os impede de ver a imagem maior, a estrada à frente, e por isso os impede de serem alvo-dirigida, de modo que a sua lógica aparente não trazê-los mais perto da verdade ou a justiça no final. Este número é tão longo, porque este grupo é importante e tende a ocupar posições elevadas na sociedade e ser de influência, também, a este grupo, ao contrário dos outros dois mencionados, é susceptível de ler este artigo.
Se o horizonte associativo está deprimido, isso também pode fazer uma impressão “estúpido”. Por exemplo, não agarrar humor sutil ou ironia, não reconhecendo brilhantes novas ideias, não recebendo o “quadro maior”, esses são todos os comportamentos que tornam alguém aparecer “estúpido”, apesar de ser de inteligência superior. Este é o terceiro tipo de estupidez.
De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

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