Arquivo de Tag | autoconsciência

O matóide, o cavaleiro do genio ao avesso

Ele sente apreço, a necessidade de se mostrar,

quer gritar ao mundo sua mais nova descoberta, seu jeito todo singular,

quer modificar a beleza para se adaptar a sua miudeza de caráter,

ele sequer sabe, de tão louco aquilo que lhe falta,

daqueles que passam longe de um sanatório,

qualquer um pode acreditar, ”este aqui é sóbrio”

mas é aí onde começa o velório, da imaginação e da inteligencia,

ele sente que tem uma missão a cumprir,

mesmo que não se faça na competencia,

é uma vontade louca a lhe engolir, chamada narcisismo,

O matoide, em seu cavalo manco,

que luta contra o mundo inteiro, contra as mais singelas evidencias,

contra fatos e consistencias,

o genio ao avesso, que não quer saber, quer entreter,

quer que tu agonizes no teu olhar, quer te conquistar,

a verdade é um meio, não é sua finalidade,

é apenas uma palavra e não a realidade,

não usa Deus, mas o Diabo,

vamos jogar-lhe alho, para que volte ao teu túmulo,

de vampiro da sabedoria e da liberdade,

que se faz na autoconsciencia, e na responsabilidade.

Minha sensibilidade não entende e não tolera a sua malemolencia

O mundo é um lugar frio para as pessoas que podem vê-lo em seu todo. O contexto maior, a verdade mãe, mãe de todas as outras, não é uma paisagem tão prazerosa e bela quanto se possa acreditar, tal como a superfície ”azulada” do planeta água. E a principal razão para esta decepção se dá por causa da peste humana, que quanto mais a conhecemos, menos desejamos estar com ela. Pessoas sensíveis ao contrário do que reza a lenda popular em que sentimentos estariam irrevogavelmente separados da racionalidade e lógica, são tão ou mais precisas em sua capacidade de reconhecer detalhes, quanto aqueles que o fazem a partir de uma perspectiva mecânica, natural e não humana. Nós, os hiper sensíveis sábios, somos engenheiros sociais, comportamentais, humanos. Quase nada escapa aos nossos olhos. A harmonia e o equilíbrio de um predio bem construído se assemelha consideravelmente com os prédios, as construções existenciais, acima de tudo, inclusive do social, das quais somos tão bons para inferir. Vivemos em casas, quem em sua maioria, refletem a capacidade humana para produzir harmonia por meio da matéria retorcida e trabalhada, mas a matéria que se consistem nossos corpos, nossos cérebros e os tijolos que construímos cotidianamente em nossas interações interpessoais, estão muito longe da firmeza de um prédio ou matéria antropomórfica bem acabada.
Se é pela razão, pela busca de padrões convergentes visando a harmonia, a estabilidade, que se produz qualquer material humano, seja uma escova para escovar os dentes ou a Torre Eiffel para se apreciar em um cartão postal óbvio, então o mesmo deverá ser esperado para ser pensado e executado para as interações humanas.
No entanto, aquilo que parece ser mais simples, na verdade, parece ser muito mais difícil, se não quase impossível de ser feito. É fácil manipular a matéria não -humana, sem vida, imóvel e transformá-la em argamassa para a construção de prédios ou moradias. Difícil é fazer o mesmo com vidas, especialmente aquelas que são híbridas de auto consciência e instinto.
O hiper sensível vê os mesmos padrões de harmonia, porque a sua condição de vulnerabilidade ao toque das interações cotidianas, constantes e sistemáticas, o faz um perito nestes mecanismos. No entanto, quase sempre não será ouvido pelos outros porque a maioria das pessoas devem se sentir ofendidas quando alguém lhes diz como que devem viver. Se temos tão poucas liberdades e na verdade sequer sabemos o que esta palavra realmente significa ou funciona, então por que que deveríamos dar ouvidos a outro corpo de especialistas tentando regular nossas vidas, até tu, modo de viver, meu filho???
Porque da mesma maneira que entregamos nossa confiança e poupança a engenheiros na construção de nossos ninhos também devemos ser racionais, se este for o caso, e entregar parte de nossas vidas à análise daqueles que sabem como desenrolar novelos de conflitos e confusões que permeiam nossas breves estadias, ao menos, em relação àquilo que sabemos.
O hiper sensível quase sempre se encontrará em seu estado habitual de sensibilidade, especialmente por causa de suas constantes interações com padrões desarmonicos de convivência. A naturalidade de uma sociedade povoada apenas por pessoas sábias se daria com base na fluidez das relações ou que seriam percebidas desta maneira. Quando algo sai daquilo que determinamos como normal, então este evento produz uma reação mecânica, imediata de reflexao, o porquê disto ter acontecido?!! O imprevisto se manifesta quando algo rompe o caminhar normalmente concebido e esperado por nós. Em termos de iinteração interpessoal, analisamos o mundo a partir do mesmos padrões lógicos, convergentes e funcionais que são usados na construção civil, visando a harmonia. E quando estes padrões sofrem uma ruptura de sua fluidez ou naturalidade, então nos tornamos seres reflexivos. Só que isso dependerá da perspectiva de cada um, se a vida não poderia ser entendida ou percebida metaforicamente tal como uma  esfera com diferentes perspectivas a serem enfatizadas por diferentes pessoas ou motivações intrínsecas.
Os malemolentes são o oposto dos hiper sensíveis porque seus padrões de convivência são imprevisíveis, brutos e secos. O malemolente é um hiper sensível só que não é introvertido, ou geralmente o tipo mais comum de hiper sensível, ambivertido introspectivo. Sua sensibilidade está combinada com a ação, enquanto que ainda que bastante ativo, o hiper sensível, será muito mais como um vulcão no subterrâneo de um oceano em atividade constante. O malemolente é especial em sua capacidade natural de quebrar a fluidez lógica de interações interpessoais que tanto caracterizam o pensar interacional do hiper sensível.
O intelectual versus o homem ou mulher da ação, ambos, hiper reativos às intempéries ambientais, porém que se destoam completamente na maneira com que lidam com esta fenomenologia. O malemolente reage pra fora e tem pouco a guardar em seu interior enquanto que o hiper sensível reage muito mais pra dentro, aumentando sua hiper reflexão, transformando seus habituais diálogos internos em discussões e potenciais brigas, desentendimentos.
As personalidades que tendem a predominarem em ambos são diametralmente opostas e pode-se dizer que o hiper sensível, especialmente o ambivertido reflexivo, que na minha opinião, se consiste em um dos tipos mais comuns, e o malemolente, são praticamente incapazes de conviver, se a ação constante do malemolente terá impacto muito forte e preciso na reflexão reativa do hiper sensível.
O ambivertido introspectivo, reúne um apanhado de características psicológicas que o tornam potencialmente aversivo à personalidade efusiva e igualmente reativa do malemolente. Pela linguagem não verbal, podemos ver o delimitar muito claro entre os dois. Por exemplo, no tom da voz e na maneira de falar, na maneira de andar, nos valores transcendentais…
Muitos malemolentes serão de sociopatas, o tipo anti social mais extrovertido, impulsivo e menos estratégico que seu primo psicopata.
As diferenças entre ambos também será notada por meio do grau de empatia a que os dois estão mais absorvidos. Baixa à instável para os malemolentes, alta e estável para os hiper sensíveis.

Hiper sensíveis, vulneráveis porém poderosos. Malemolentes, fortes porém medíocres.

Claro que desprezando qualquer forma de generalização vulgar, será elementar dizer-lhes que haverão e sempre haverão exceções para grupos indiretamente organizados, tal como eu já sublinhei em um texto, um grupo de virtuosos será evidentemente melhor que um grupo de judeus dentro do âmbito da virtuosidade ou de características positivas ou harmoniosas de personalidade ( caráter). Nesta perspectiva, os judeus aparecerão como o grupo não-objetivo se a maioria destes não serão de virtuosos ( e se aplica s todos os grupos étnicos, em maior ou menor grau).
Deus não deu asas à cobra, mas deu sapiência ao homem e deu vigor combativo e competitivo a muitos de seus piores.
O hiper sensível é essencialmente um existencialista experiencial. E aquele que é muito auto consciente, tenderá a ser também um não-competitivo. Sua capacidade de entender, internalizar e vivenciar detalhes muito próximos a si, o faz um potencial melancólico fatalista que sente menos oxigênio e mais responsabilidade e que portanto, invadirá menos praias alheias. Ainda que possa entender o contexto, a imagem maior, aquilo que realmente importa, ele não terá forças, fôlego o suficiente para subir e chegar à superfície de seu oceano existencial, de sua personalidade, seu modo de viver, para apontar o dedo na direção dos menos evoluídos. E esta é uma das razões para explicar o porquê das sociedades humanas serem tão falhas.
Pode-se exemplificar metaforicamente esta triste realidade por meio de uma hipotética comunidade de seres humanos tropicais que, estão a todo momento aplicando técnicas pouco eficientes na construção de suas moradias, de suas choupanas. A todo momento, a tentativa de construção falha, e aplica-se um inconsciente plano b, que se assemelha ao famoso ”jeitinho brasileiro”, a criatividade de se tentar driblar o subdesenvolvimento que o rodeia. Sem os engenheiros materiais, não haverá sustentabilidade nem de médio prazo destas choupanas. Nossas realidades cotidianas de interações interpessoais, são como este extemplo, estão sempre se decompondo. Nossos laços ou são frouxos ou se baseiam na aceitação de um em relação à vontade do outro.
Apesar de sua evidente fragilidade, o hiper sensível tem um grande potencial, tanto para a criatividade quanto para inteligência e especialmente a sabedoria.
Apesar de sua dominação, sua força aparente, o malemolente será medíocre em sua capacidade construtiva, harmoniosa. O irresponsável malemolente e o super responsável hiper sensível são ambos muito reativos, mas isso não significa que sejam irmãos de transcendencia, porque não são. Pelo contrário, em um diálogo entre os dois, poderemos observar o porquê deste abismo.

O malemolente é uma das principais fontes de reatividade do hiper sensível, se ele, por causa de sua grande inconstancia de padrões comportamentais, será muito mais propenso para causar conflitos. O malemolente produz conflitos por causa de seu jeito desajeitado e confiante de interagir enquanto que o hiper sensível, o exato oposto, será um perito nesta mesma tarefa, que no entanto, não significará que será um perfeito cidadão, especialmente em uma sociedade que não agrada ao seu paladar existencial, sua transcendencia.

Novo combo de pensamentos, poesias e filosofias

1- Contribuiçoes do espectro do savantismo ( incluindo obviamente o  autismo ) para a civilização.

Beethoven, Michelangelo, Sócrates, Confúcio, o índio xamã ou o arquiteto que projetou as piramides do Egito. Todos eles tinham algo em comum. Foram solapados pelo eco da precisão cognitiva que se caracteriza o núcleo espectral dos savant e dos autistas que são parcialmente savants. Se não fosse por estas variações de cognição e personalidade, as civilizações não teriam florescido (e enegrecido o manto verde)…

Belos olhos de reflexão,

mãos que flamam pela precisão,

nascido para moldar, para humanizar elementos sem vida evidente,

para enfaixar as mãos de areia e pedra da mãe Terra, para refletir nossas angústias e alegrias, 

para confirmar o poder de despóticos absolutos,

para aumentar a fantasia daqueles que se esquivam do mundo real,

mentes que nasceram diferentes, que se banham em água ardente do pensar e do pesar,

mentes únicas, a singularidade que transforma o pó latente em alegoria divina,

a fonte única de onde brota todo o talento humano… o sábio que em frances, se traduz savant,

e reluz a rebeldia da antropoessencia.

 

2- Democracia é irracional, a maioria nunca esteve predominantemente certa sobre nada.

 

Em um mundo em que ”somos todos iguais”, a democracia faz sentido. Mas as massas sempre foram estúpidas e talvez sempre serão. Então, o poder do ”povo”, significa por si próprio, a idiocracia, o estúpido impondo suas distorções da realidade a partir de diretrizes sussuradas por psicopatas, o sistema de indivíduos psicopáticos manipulando a opinião da multidão de mentes dependentes e voce e eu, eu e voce, no meio de toda esta loucura.

A conformidade só funciona para aquilo que é lógico, racional, empático e holístico.

A democracia não é uma virtude,

idiocrática em sua plenitude,

as massas são uma aglomeração de mentes dependentes,

o senso comum não substitui aquilo que está sempre certo,

o infinito das respostas perfeitas, é superior a frivolidade daquelas da igreja,

ou da universidade…

O poder do povo, é o zumbir do lobo,

que surrura travessuras e gostosuras,

As pessoas devem aceitar com alegria que os representantes de Deus possam e mereçam governá-los,

que sua balança de amor e razão não virá para doutriná-los mas para se achá-los em meio a teia do existir,

deixe o sábio transcender o seu ato, de consumir a sua conservação presenteando o paraíso que tanto quis…

 

3- Todos os animais (e todos os seres vivos) tem as suas respectivas ”religiões” instintivas ou instinto específico, que podem ser chamadas de ego-especismo.

 

Negar a realidade e amar a si próprio, ”desprezando” as demais espécies, não é uma particularidade humana… não mesmo.

A alienação especiecista é a pedra filosofal-naturalista…

Todo ser vivo tem o seu cristo.

Vive dentro de tua matriz,

cheira o teu cheiro mas não daqueles do outro lado do rio,

sente aquela sensação que apenas os teus podem sentir,

cria um Deus todo poderoso que na verdade é apenas a metalegorização de sua mente de multidões,

precisa estar conectado com os teus iguais, de um jeito ou de outro,

porque a união faz a força e a força quem faz é a natureza,

Se aliena sem ter qualquer consciencia disso,

Se sente o centro das atenções, porque o ego é o fogo da conservação,

da mesma maneira que formigas minúsculas esbanjam músculos de cooperação,

tudo é centrismo, tudo é centrado, é centrico e é alimentado pelo excentrico,

A inconsciencia egocentrica da espécie é a religião primordial,

Talvez o próprio universo também se aliena quanto aquilo que lhe causa desgosto ”ou” que não lhe é familiar,

Somos crianças, mas criança é apenas mais uma palavra,

Todo ser tem o seu Deus e todo Deus é o reflexo ”perfeito” de si,

Alguns se veem no espelho e penteiam seus cabelos cacheados, outros vivem o espelho, sem precisar deste objeto quebrável para alimentar a sua chama…

 

4- Parasitismo e a alegorizaçao Cultural do déficit. O exemplo ”darwiniano”.

 

Eu já comentei aqui que não existe maldade a partir de uma perspectiva evolutiva, mas sim, um déficit em certo atributo cognitivo que expresssa cooperação.

Em minha recente leitura do livro ”Seleção Natural” de Charles Darwin, eu encontrei a mesma constatação que cheguei sobre este assunto. O parasitismo, uma das manifestações da ”maldade” na natureza, na verdade, se constitui fundamentalmente em um déficit cognitivo em que as espécies dotadas deste ‘perfil’, ”se especializam” neste tipo de comportamento. Eles só sabem fazer isso… da mesma maneira que os predadores não tem culpa, ninguém tem pra sermos bem sinceros e hiperrealistas.

Da mesma maneira que o matemático desde a tenra infancia já demonstra grande motivação para estudar matemática, o psicopata apenas se utiliza de sua técnica de auto-conservação, produzindo a sua cultura neurológica habitual, o parasitismo ou o predadorismo.

Não estou defendendo bandido, estou defendendo uma maneira realmente racional, holística e diplomática de solucionar os problemas morais humanos e nada mais correto do que mesclar nossa maneira de alegorizar, humanizar a realidade, com a realidade que é independente de um viés feito por um observador, é porque é.

O exemplo dos pássaros cuco é muito interessante visto que algumas espécies ainda conseguem construir o próprio ninho. Só que estes ninhos serão de baixa qualidade ou serão construídos em lugares inapropriados. Observa-se aí uma tentativa de se produzir algo por um ”parasita”, só que como ele não é capaz de faze-lo, acaba explorando o trabalho alheio. Sim, novamente a lamúria esperta que poderá ser usada por muitos psicopatas…

”Eu nasci assim e só sei fazer isso”

Faz sentido.

Este exemplo foi usado por Darwin para mostrar como que o ”instinto” pode variar entre as espécies. O mesmo pode ser comparado ao caso dos seres humanos ‘anti-sociais”, em que a tentativa de ser empático, na maioria das vezes terminará em desastre.

 

A maldade, que a mãe natureza me pregou,

com um prego que fez sangrar o coração de imaginação cristã,

resvalou sangue e me fez gostar de ti,

tornou-me um alguém que foi em direção a outro caminho,

que ao invés de construir, prefere aproveitar daquilo que os outros produziram,

é o instinto, tudo aquilo que minha mente guardou e pode fazer,

vítimas, eu, o predador, ou eu, o parasita,

ei de conquistá-las,

esta mente inconsequente não evoluiu para buscar por Deus, a perfeição,

não me culpe mas me ajude, 

eu não tenho culpa,

e nem voce.

 

5- Não confunda humildade com auto depreciação.

 

Nem precisaria de um mini texto para comentar sobre este título. Pessoas orgulhosas e até mesmos aquelas que são narcisistas podem ser humildes. Duvida**

A personalidade, assim como a inteligencia, é multidimensional, a nível individual. Depende apenas de qual perspectiva de interação que estivermos falando. Não é contraditório, é individualmente diverso e complexo.

 

Comigo não meu irmão,

eu sou orgulhoso de mim, 

mas prego a humilde reflexão,

eu não sou um, mas vários,

pois me concentro em 3 personas,

nada de auto depreciação,

pra isso, basta-me a dúvida.

 

6- Algumas diferenças qualitativas de tipos mais generalizados de ”genios”.

 

A relação entre predisposições psicopatológicas e genialidade, parece se dar principalmente no reino dos genios artísticos, filosóficos e ou literários.

Eh sempre importante especificar de qual grupo que estamos falando…

No entanto eu tenho a impressão de que a incidencia de ”personalidades extremas” será muito mais comum entre os grandes genios do que em relação aqueles que definimos como tal mas que serão mais como ”semi-genios” ou ”superdotados de alto funcionamento”…

Parece que a incidencia de ”psicopatologias” também tenderá a ser elevada entre os grandes genios da ciencia. Lembre-se, estamos falando de poucos indivíduos e não de uma multidão na casa das centenas de milhares.

A relação organicamente correlativa entre genio e ”personalidades extremas” parece se assemelhar aquela que existe entre o mesmo e o canhotismo. Em uma multidão de superdotados ”comuns”, nós teremos poucos canhotos porque os mais altos níveis de inteligencia neurotípica serão caracterizados pela predominancia de atributos fisiológicos e neurológicos contextualmente positivos ou que estão sob forte seleção e aperfeiçoamento.

No entanto, quanto mais alto subirmos a montanha do intelecto, mais perigos encontraremos.

Médias acumulam maior fitness ou saúde enquanto que os extremos, quase sempre terão como resultado algum tipo de desequilíbrio.

Os mais altos níveis de sapiencia da espécie me parece ter uma tez filosófica profunda, porque ao contrário da ideia termaniana de super funcionalidade, os grandes genios caminhariam para serem o bio-produto de desordens organicas. Isso prova a teoria lombrosiana que define o genio como alguma forma de ”doença mental”, enquanto que também prova a teoria termaniana sobre a funcionalidade acima da média do ”superdotado comum”. A natureza filosófica da genialidade se dá por causa da quase-necessidade de haver alguma desordem organica que possa elevar a autoconsciencia, uma das características mais significativas desta condição única e poderosa.

6.1- … e o ‘genio sábio’ como o verdadeiro representante de ”Deus” no mundo, nada de padres (ao menos se forem sabiamente geniais). O ”homem por inteiro”, a antítese da dualidade primordial.

Deus é a perfeição onde vivemos, é o todo, é tudo. Nós somos parte deste grande e misterioso organismo fenomenológico que ”a tudo” encapsula. Somos filhos do atrito, eu já disse. E somos atritos tal como nosso grande e singular pai, porque filho de peixe, peixinho é, filho de Deus, atrito é.

Os sábios são aqueles que mais aproximam da verdade divina, a busca pela perfeição, se toda a cadeia desarmonica predisporá o organismo a sua própria destruição.

Ao contrário dos ”representantes de Deus”, que nós nos habituamos a conhecer, apenas aquele que é dotado de grande capacidade empática, holística e racional é que poderá ser considerado, tratado como tal. Todas as hierarquias eclesiásticas são apenas a tentativa de emular aquilo que pode ser visto a olho nu, a busca incessante por Deus, pela verdade ou verdades absolutas que o sábio é tão talentoso na prática.

Apenas aquele que pode ver os dois lados deste mundo naturalmente instintivo e competitivo, em que vivemos, que poderá desenvolver as respostas mais sábias, mais apropriadas para cada situação. Um rei salomão sem trono. A inércia de mantras e a retroalimentação das incertezas existenciais de pessoas inseguras com base na invenção de estorinhas fantasiosas, não representa a sabedoria. Apenas o sábio que poderá faze-lo.

 

Perfil incomum de personalidade x cognição

 

A singularidade do comportamento e da personalidade em conluio com a ”cognição” (a capacidade técnica= memória, capacidade de replicação do conhecimento ‘adquirido’…) podem ser importantes meios de se avaliar o potencial criativo. A personalidade singular por si só já é uma forma de manifestação criativa, tal como as plumas de cor incomum de uma ave, por exemplo.

 

7- Herança vertical de ideias e as mesmas como prelúdio a ação…

 

Se voce for uma pessoa honesta ou dentro do espectro maior de honestidade, então será mais propenso a transformar as suas ideias em ações. Para pessoas onde os fins não justificam os meios, as ações são o caminho natural das ideias. As ideias são embriões que poderão nascer e se tornar ”realidade”.

A herança vertical de ideias é outra proposta interessante onde que caminharemos para internalizar ideias, especialmente quando são produções independentes ou herdá-las, quando são de outras pessoas.

Da mesma maneira que compramos coisas e guardamos em nossas casas, também fazemos o mesmo com as ideias.

 

8- Aprendendo a entender testes de personalidade: “vc está fazendo isso errado”.

 

Santoculto, o idealista (INFP) racional (INTJ).

Todos nós somos um pouco de tudo,
Não existe ou então é muito raro um perfil ”puro” de personalidade,
Se entenda primeiro, compare seu auto julgamento com os resultados dos testes e chegue num consenso depois, baseado em neutralidade e parcimônia.

 

9- Tamanho da população fundadora para explicar comportamento coletivo predominantemente tribalista.

 

Tipo de personalidade,

Tamanho da população fundadora de uma determinada etnia, raça ou povo,

Enfatização cultural coletiva (seleção dos mais adaptados a proposta cultural e ou ostracismo ou expulsão dos menos adaptados) ou ciclo da cultura, a retroalimentação de uma proposta hierárquico-coletiva,

Seleção com base na conformidade comportamental ”ou” des-seleção dos inconformistas.

 

10- O extremismo do hábito equivocado em todas as suas manifestações.

Crenças fantasiosas potencialmente conflitivas está para o alcoolismo…

O dogmático estúpido é um alcoolatra viciado em ideias equivocadas.

Algumas pessoas se viciam em drogas, álcool, sexo, outras, ou muitas, se viciam em ideias equivocadas.

Pode controlar o vício, mas alguns serão tão acopláveis a personalidade e a cultura neurológica, tal como o vício de drogas pesadas como o ”crack”, que serão muito difíceis de serem removidos.

Vale ressaltar que nem todo dogma que será ruim, mas geralmente, dá-se uma enfase de natureza negativa a esta palavra, que significa que seja o certo a se fazer.

As ideias de maior hereditariedade ou força serão aquelas que se comunicarão mais intensamente com a essencia da personalidade. Portanto, algumas ideias são naturalmente compradas por certos tipos de personalidade e cultura neurológica (a interação entre cognição e personalidade e a construção da própria cultura, o valor semantico que damos a vida, a nível individual e personalizado).

 

11- O problema do conflito entre empatia e honestidade.

 

As pessoas muito honestas podem parecer muito brutas em relação aos outros.

 

12- Epigenetica, a seleção natural dos ”excluídos”. Quanto mais selecionado for um traço, mais fixo se tornará, mais demograficamente generalizado será e mais ”perfeito” será, especialmente em termos de saúde.

 

13- A onipresença do ”savantismo” no Reino animal não-humano. E o equilíbrio dos sentidos da espécie humana como marcador de sua singularidade, a razão da complexidade do seu cérebro e de sua capacidade de entender globalmente a realidade percebida.

 

Todos os animais não-humanos apresentam hiper-especialidades cognitivas, tal como os savants humanos…

O ”savantismo”, a super simetria cognitiva, parece estar onipresente entre os animais não-humanos enquanto que parece estar mais equilibrado entre os mamíferos mais próximos de nossa espécie e de nós mesmos.

Seríamos consideravelmente mais equilibrados em todas as funções organicas (e mentais), que justificaria nossa excepcionalidade mental. Super olfato* Super visão* Super paladar* Não, apenas humano, ”equilibrado” e ”capaz” de entender a realidade com todos os sentidos.

Influencia do meio e o grau de motivação intrínseca para explicar as diferenças de comportamento

Se voce tivesse nascido em outra cidade, criado por outra família, vivido em outro ambiente, voce acredita que teria se desenvolvido de maneira ”completamente” diferente em relação aquilo que voce se tornou** Voce acredita que teria desenvolvido outro temperamento**

Eu já comentei aqui que metaforicamente falando, a personalidade poderia ser comparada ao clima enquanto que o temperamento poderia ser comparado ao tempo. O clima é quase sempre fixo, enquanto que o tempo será diariamente variável só que esta variação tenderá a se dar a partir de uma similaridade espectral, isto é, um clima tropical sem neve no inverno ou um clima polar sem verão de quarenta graus. O mesmo se aplica a personalidade e ao temperamento. As tendencias comportamentais mais predominantes nos mostram que a personalidade encapsula o temperamento (que por sua vez encapsula o comportamento). Por exemplo, o introvertido tenderá a ter comportamentos que variam dentro do espectro da introversão, tal como uma cidade quase sempre nublada, com períodos espassados de sol e calor (também se poderia pensar no introvertido como uma região de clima estável, enfim…)

Também já disse que a mídia tem mostrado por meio de filmes, novelas… a relação entre biologia comportamental e ambiente em que alguns personagens expressam a predominancia genética enquanto que em outros casos, o contrário acontece, quase sempre com base em exemplos histrionicos, exagerados (como da mocinha pobre e com sotaque jeca que se torna uma mulher culta de qi verbal na casa dos 130).

Mas, como que se daria o papel do ambiente na ”formação” da personalidade humana, isto é, desde o seu início*

Então, novamente, se eu tivesse nascido em outro lugar, sido criado por outra família, em outras condições sociais, será que eu teria me desenvolvido de maneira completamente diferente**

Eh justamente aí que eu acho que autoconsciencia e motivação intrínseca aparecem para separar aqueles que seriam mais moldáveis pelo ambiente em relação aqueles que são desde a tenra idade, individualmente (comportamentalmente) independentes ou que apresentam um forte senso de si, de seu ”eu”.

Eu acredito que as pessoas mais naturalmente autoconscientes serão menos propensas a serem internamente influenciadas pelo meio a sua volta, por causa do seu senso bem mais desenvolvido e enfático de si, de sua personalidade, de seu espírito. Ou que, essas mudanças, acaso acontecerem, serão internamente analisadas ou mesmo, conscientemente provocadas por essas pessoas.

O intrinsecamente motivado justamente por ser mais autoconsciente, de personalidade forte, caminhará naturalmente para construir a sua própria individualidade e como este caminho tende a ser improvável de não ser perseguido desde a tenra idade, então as chances para que o ambiente possa exercer de alguma forma uma influencia significativa na formação de seu eu, de seu espírito, de sua personalidade, será muito mais esparsa do que em comparação a uma pessoa extrinsicamente motivada, isto é, que responde e interage mais intensamente com os estímulos e intempéries ambientais, sem uma identidade internamente motivada e auto-compreendida.

Portanto, mediante a minha hipótese, o intrinsecamente motivado, mais autoconsciente, desprezando as suas experiencias pessoais (ou fatores ambientais únicos), será fortemente predisposto a desenvolver a mesma personalidade, independente do ambiente a que for exposto, porque este ”traço” ”ou” fenótipo, será fixo ou mais rígido pra ele do que para os outros tipos de seres humanos.

Em compensação, a meu ver, quanto mais extrinsicamente motivado, maior será a influencia do ambiente em seu comportamento, no sentido de melhorar certos traços como por exemplo, a inteligencia, ou de piorá-lo.

O intrinsecamente motivado sabe o que quer (o que é) desde cedo, o extrinsicamente motivado, por causa de sua menor autoconsciencia, não tem plena certeza do que é, até porque isso não é importante pra ele, assim como também será mais leve tal como uma folha pequena, em relação aos eventos ambientais que está interagindo, enquanto que a personalidade do intrinsicamente motivado será de maior dureza, tal como uma pedra mais difícil de ser triturada pelo calor das mãos.

Livre arbítrio (parcial) e a variação comportamental limitada

Autistas no geral, são extremamente introvertidos. Outros tipos extremos  serão o inverso, de extremamente extrovertidos. A maioria se encontrará perto do meio do espectro, um pouco mais para a introversão ou um pouco mais para a extroversão. A maioria dos extrovertidos na verdade serão de predominantemente extrovertidos e o mesmo acontece com os introvertidos.

Nossa personalidade poderia ser analisada como um espectro, ou melhor, uma matéria gelatinosa que tem um centro, um núcleo, mas que pode variar mais para um lado ou mais para o outro lado, mais pra cima, mais pra baixo. As bolhas gelatinosas (não confundir com meleca) de tipos que apresentam personalidades extremas, mais rígidas, como os autistas, tenderão a terem bolhas pequenas, com pouca elasticidade. O intrinsecamente motivado teria uma personalidade-bolha mais rígida e mais focada em sua essencia, sua origem, aquilo que realmente é. Um núcleo grande para o intrinsecamente motivado e pequeno para o extrinsicamente motivado.

Esta variação pessoal, prediposta ou de natureza ”genética” e limitada, caracteriza nossa possibilidade de escolha ou ”livre” arbítrio. O autoconsciente tem um maior potencial de livre arbítrio, mas também terá maior consciencia de sua (nossa) incapacidade de fazer escolhas 100% conscientes. A única maneira de lutar contra ”nós mesmos”, nossa biologia, nossa nação, nosso bolor evolutivo de microorganismos agrupados que formam um corpo”, seria com base na total negação de nossas tendencias. Se estúpidos, tentaríamos aumentar nossa inteligencia. Se sexualmente desviantes, tentaríamos conter nossos ímpetos, mesmo nos pensamentos mais leves. No entanto, isso não é possível, porque não podemos depredar a nós mesmos, aquilo que somos da mesma maneira que o pássaro não pode desprezar as suas asas ou o peixe a sua água.

Conclusão

Portanto, eu acredito que o grau de motivação intrínseca ou extrínseca que irá delimitar o grau de predominancia genética e ambiental sobre o indivíduo. E a partir desta primeira constatação, também se chega a ideia de que haverá uma variação de grupo assim como também a nível individual, em relação a capacidade de elasticidade comportamental consciente e inconsciente ou ”natural”.

Para populações ou indivíduos de ”personalidade forte”, o ambiente exercerá pouca influencia, porque

– serão mais intrinsecamente motivados

ou

– pertencerão a grupos populacionais onde que o fenótipo de personalidade terá sido mais intensamente selecionado, fazendo-lhe dominante sobre o ambiente.

A personalidade, ainda que seja um fenótipo complexo, pode ser comparada a hereditariedade da estatura, em que algumas populações serão homogeneamente altas (montenegrinos) ou baixas (pigmeus) e sabemos que os traços que estão sobre forte seleção, tenderão a se tornar mais fixos, mais geneticamente dominantes sobre os demais.

A expressão ”de personalidade forte”, parece fazer muito sentido para explicar aquele que é auto-motivado, auto-compreendido, que tem um senso de si mais forte, mais desenvolvido, do que aquele que é mais levado pelas opiniões, pelos movimentos das massas em que está inserido.

Na minha opinião, uma pessoa dotada de grande individualidade (não confundir com individualismo), será exatamente aquilo que é, que sabe o que é, se criada na mais diversa panaceia de ambientes.

Em compensação, aquele que não tem um forte direcionamento de qualquer natureza, em relação a sua personalidade (e isso também vale para inteligencia, que interage intimamente com a mesma), será mais propenso a ser influenciado pelo ambiente e a variar mais, da mesma maneira que ocorre com traços que não estão sob forte seleção.

Mais uma vez, eu uso a metáfora do clima e do tempo para explicar personalidade e temperamento (que por sua vez produzirá o comportamento). O clima é predominantemente fixo porém variável, dentro de um espectro de similaridades, como eu exemplifiquei por meio do clima tropical sem neve no inverno ou o clima polar sem calor de quarenta graus no verão.

E respondendo a pergunta inicial.

Eu acredito que continuaria sendo ”eu mesmo” independente das condições ambientais em que tivesse sido submetido desde a infancia, porque eu tenho um senso muito forte sobre minha identidade existencial experimentacional.

Agora, em relação em como que os fatores ambientais puros ou circunstanciais, moldariam o ambiente bem como a expressão de minhas capacidades, de minha técnica de auto-conservação, aí eu já posso reconsiderar que os resultados sem dúvidas de que seriam muito variáveis.

Continuo, por fim, reiterando que quem é mais consciente de sua essencia, será menos provável de ser moldável pelas intempéries ambientais ou exteriores.

Energia cerebral e auto consciência

Aquele que pensa demais ou de maneira constante, poderá carregar consigo a chaga da síndrome do pequeno Deus, o ato, a persona de imitar o universo, como o agente causador e não como o agente passivo, vulnerável as ações alheias. O ato de agir e de ser consciente. Uma máquina bio-organica como o nosso cérebro, se alimentado de grande energia ou mesmo, se esta energia encontrar-se distribuída de maneira disforme, que poderá resultar em maior vigília quanto ao mundo, quanto ao desabrochar de eventos, de fenomenos. A análise, que habitualmente se faz mediante uma predominancia de inconsciencia, objetiva em seu simplismo, frígida em sua internalização ou emoção racionalizada, se desdobrará em complexidade, pois guardará uma maior quantidade de percepções, mundanas, que qualquer muquirana pode capturar, até aquela que mais se parecerá com a água cristalina de uma fonte especial, intocável para a maioria, tal como a do nascer de um rio caudaloso e longo, daquelas que só podem ser apreciadas depois de uma jornada de medos, de perigos, da necessidade de se sentir virtuoso, porque a virtude só se adquire com educação da própria alma e quando se vence um caminho de flores e de espinhos.

O cérebro em chamas, a alma viva e perspicaz, o espírito vigoroso, a mente mutante, aquele que não é o melhor, mas sempre aprende, que pode mudar suas impressões, que é o camaleão sincero, que não é a pele que se transmuta, mas o espírito.

A auto consciencia é o constante estudar, se o conjunto de percepções se faz mais equivocado do que certo, porque quando se tem aquele tipo de mente inquisidora, que captura o contexto quase que de imediato, então ao invés do erro, se notará apenas uma possibilidade de melhoria imperativa, e nada mais.

Quem vive mais, mais intensamente, mais emocionalmente, tem todos os poros do corpo e da alma abertos, que a tudo se revela, que se revela tal como o melhor amigo de sempre, será aquele de mente transbordante, mas a sua energia não regurgitará ego, tal como acontece com os verdadeiros degenerados. Sua expressão, sua técnica de experimentação existencial se fará com base na construção, na transformação, na mutação de condições estabilizadas, previamente conhecidas, por algo maior, mais amplo, pela melhoria do conhecimento sobre a verdade, sobre a realidade ou mesmo, na vida em uma perspectiva nunca dantes navegada.

A extensão qualitativa da alma se consiste no trabalho do homem de genio, a manipulação das perspectivas, a introspecção da extroversão, da imaginação de dentro, da internalização da alegria, que muitas vezes contagia, porque de tão transbordante e efemera, se esvai com facilidade do corpo gelado do homem de genio ou o homem da paixão, do amor explosivo da vida, dos riscos, do deboche em relação ao bípede estrábico, que ve a sabedoria de maneira inversa e portanto não a ve.

Sendo ou imitando o universo, mais e mais, o ser humano mais evoluído é fruto do acaso biológico, da confusão que resultou em uma maneira completamente nova de ver, que quando a destruição ou caos se aquieta e desaparece, uma nova ordem emerge.

3 Personas… novamente.

Eu li recentemente meu texto sobre a minha ideia das 3 personas humanas que influenciam nossa personalidade, uma maneira metafórica de entender o conflito interno que todos nós temos. No entanto, quando o escritor não consegue entender perfeitamente o seu próprio texto, então, algo de errado pode estar acontecendo, rsrsrsrs…

Pensando nesta situação um pouco embaraçosa, resolvi reescrever sobre o assunto, só que de maneira didática e direta.

Vamos lá novamente.

Somos seres dualistas, isto é, nós estamos internamente divididos. Temos dentro de nós o potencial para fazer o bem assim como também para fazer o mal. Aquele que geralmente cai em um extremo de personalidade, será diagnosticado como um portador de desordem mental. Todos nós somos em níveis individualmente variáveis, de bipolares, de tdah, de autistas, de psicopatas…. temos o feminino e o masculino em nós, se não somos apenas o clone de nossos pais ou mães e se eles também não são clones de nossos avós ou avos…e assim por diante.

A autoconsciencia poderia ser metaforicamente (mas também fisiologicamente) representada pela terceira persona ou terceiro fator de personalidade.

A predominancia da terceira persona pode indicar

– genialidade

– criatividade

– auto direção

– capacidade de questionamento ou pensamento crítico

– curiosidade e inteligencia intelectual

– empatia genuína, mas também outros tipos de emoções intensas, inclusive aquelas que são negativas…

Metaforicamente (ou não) falando, aquele que tiver o predomínio da terceira persona tenderá a estar em maior contacto com Deus, porque ao invés de agir como um animal e portanto responder instintivamente as intempéries, ele se colocará em uma perspectiva neutra, com maior frequencia e intensidade, do que os outros. E se colocar em uma perspectiva neutra pode ser entendido como ”perspectiva fora do corpo”, tal como se fosse uma auto indução de experiencia fora do corpo, que muitas pessoas que já estiveram em coma tem relatado. O auto exame ou auto conhecimento é uma maneira extremamente sábia e desenvolvida de agir, pois a partir do momento em que forças e fraquezas são reconhecidas, pode-se com isso manipular o espaço ou meio como método de adaptação, especialmente a do tipo que promove harmonia.

Os animais não-humanos em sua maioria, se adaptam ao meio. O ser humano adapta o meio a si próprio, só que muitas vezes sem ter pleno conhecimento de si mesmo para produzir uma excepcional adaptação ou interação constante.

Em compensação, o ser humano predominantemente autoconsciente pode fazer os dois, ainda que esteja sob a influencia da velha ordem ou organização que se consistem as sociedades humanas e também porque continua a ser um animal social que precisa da cooperação dos outros para sobreviver.

Para a maioria dos seres humanos. haverá uma forte tendencia para o predomínio de uma das 2 personas instintivas. E isso poderá significar

– tendencia para a conformidade

– incapacidade de pensamento crítico

– estupidez

– empatia parcial a inexistencia virtual de empatia (especialmente para o psicopata)

– incapacidade de pleno autoconhecimento…

Os sábios, especialmente, olham com os olhos de Deus, enquanto que os não-sábios olham com  os olhos de híbridos instinto-autoconsciencia que eles são (que muitas vezes resultará em puro narcisismo, o egoísmo do eu).

Espero ter melhorado a compreensão de voces, meus leitores, sobre esta questão.

Ainda existe a possibilidade de educação ou desenvolvimento destas características, mesmo que todos nós tenhamos nossos limites em relação a este potencial. Eu tenho mostrado como que poderia se dar por meio dos textos sobre ”cultura da genialidade” e ”ensinando criatividade”.

Fatores ambientais E genéticos

Quais são os fatores ambientais que influenciam o ser humano**

Fatores ambientais não-biológicos não podem alterar a sua essencia, mas podem e geralmente alterarão constantemente a maneira com que interage com o seu meio. Interação se consiste na ação e reação. Em um mundo instintivo, a resposta tenderá a ser praticamente direta, enquanto que em um mundo humano (moderno”), ou seja, que é um híbrido instinto e autoconsciencia, a terceira lei de Newton, será bastante variável.

A educação não pode te fazer genotipicamente (realmente) mais inteligente, mas poderá faze-lo mais fenotipicamente inteligente para os olhos dos outros bem como para si mesmo. Ter conhecimento sobre algo o faz parecer mais esperto e existe uma possibilidade de que isso realmente seja verdade. No entanto é a percepção que é a característica mais essencial da inteligencia e também da própria cognição. Nossas capacidades perceptivas são mais apuradas do que em comparação as de outros animais, justamente porque tendem a se basearem na reflexão do pensamento ou da premeditação da ação. Pode parecer pleonasmo, mas nós podemos imaginar a ação antes de praticá-la, ou seja, nós podemos premeditar os nossos passos ao invés de apenas reagir. Esta capacidade se relaciona com nossa biologia híbrida, instinto e autoconsciencia.

São muitos os fatores ambientais não-biológicos e que variarão de acordo com cada contexto social.

Vamos ver alguns deles. Em uma sociedade ”moderna”, voce é um jovem ou uma jovem, de 20 e poucos anos e está procurando emprego. Sua inteligencia técnica quantitativa é de 118. Seu perfil cognitivo é predominantemente técnico e simétrico. Voce é branco(a) mas vive em uma família economicamente remediada. Tem uma personalidade predominantemente introvertida. Voce votou no partido socialista nas últimas eleições.

Os fatores ambientais que te influenciarão poderão ser

– ”meritocracia” do sistema ou conseguir um emprego,

– tipos de homens (ou mulheres… ou cosi cosi) que interagem com voce,

– suas necessidades transcendentais (feminista versus mãe de família religiosa),

– O lugar onde mora e os riscos de sofrer alguma violencia,

– estabilidade emocional ou de personalidade,

– renda e relação familiar…

Voce não nasceu zerado (a), mas o mundo a sua volta e sua posterior resposta, terão um impacto significativo em sua trajetória de vida.

Fatores ambientais =Voce e todas as suas predisposições genéticas em interação com o ambiente em que vive (ambiente= pessoas, sistemas ”meritocráticos” e respostas pessoais a cada inter-ação).

Verdadeira técnica para ficar mais fenotipicamente inteligente

Sofisticada crença fantasiosa inventada por alguns seres humanos tecnicamente inteligentes. Só que não… Voce não pode ”aumentar a sua inteligencia” por meio de ”treinamento”.

”Existem” dois tipos de inteligencia. A primeira é a genotípica, ou seja, ”aquela” que nasce com voce. A segunda é a fenotípica, que se consiste naquilo que voce faz com a sua inteligencia genotípica.

Capturamos informações do ambiente para

– sobreviver,

– interagir,

– melhorar o ”fitness” de sobrevivencia (e a melhor maneira se dará por meio do princípio filosófico da auto conservação)

– e ou procriar…

A inteligencia fenotípica pode e quase sempre será melhorada por meio da sabedoria (e não necessariamente por meio de todo perfil, que caminhará por se basear no melhoramento do ambiente de interação, o altruísmo per si e não apenas para vantagem pessoal) , a técnica de interação que se baseia na capacidade de se fazer as melhores escolhas para uma variada e diversificada panaceia de situações, do cotidiano, do nano ao macro nível de interação. A capacidade de manipular os fatores ambientais ou circunstanciais a seu favor, de maneira que possa conservar a sua existencia ou mesmo, melhorá-la.

E a sabedoria pode ser acumulada por meio de técnicas ou conhecimento, que são percepções racionais e funcionais que foram capturadas primordialmente por mentes inteligentes. A educação se baseia justamente nesta tentativa de se passar essas técnicas para a população. No entanto, a escola despreza completamente a existencia da diversidade cognitiva dos seres humanos e como resultado ao invés de contribuir para aumentar realmente, no mundo real, a inteligencia fenotípica da população, ela está sendo usada para fins de domesticação e organização desigual da produção e posterior enriquecimento material assimétrico de bestas psicopáticas.

Eu já mostrei nos textos ”cultura da genialidade” e ” Ensinando criatividade…”, que a mais primordial manifestação cognitiva da inteligencia humana é a autoconsciencia e que portanto, partindo deste viés, a única maneira de se melhorar literalmente a mesma, se dará com base em seu desenvolvimento (e posterior autoconhecimento).

Portanto, todas essas bobagens de ”aumentar o qi por meio de treinamentos mentais” não se consistem na verdadeira possibilidade de se alargar a inteligencia fenotípica, mas no desdobramento de um equívoco bem conhecido pelos leitores deste blogue, a dogmalogia determinista do qi.

As técnicas que eu demonstrei nos dois textos acima, podem ser muito úteis na melhoria de sua vida.

Conversar mentalmente consigo mesmo e especialmente como maneira de se evitar pleonasmos, seguir a moralidade objetiva, buscar ampliar a sua percepção e quase sempre buscar pela moderação ao invés do extremismo…

”Aumentar qi” não existe no mundo dos reais!!

”a história” humana é um acúmulo de idiotices

Como eu ”adoro” ”ser” um ”ser humano”. 

”E eu que pensei que os cientistas fossem pessoas maravilhosas”… quantos deles que tentariam defender a manutenção deste tipo de atividade completamente desumana***

Pessoas fumam. Se não tivessem cigarros, elas não fumariam, da mesma maneira que se os inuits não tivessem migrado para as cidades canadenses, não precisariam usar óculos e de frequentar os alcoólicos anonimos. A solução para este vício parece estar latejando em nossas faces estupidificantes. Sem cigarro, sem fumantes. Só que ao invés de pensarmos em uma maneira de acabar com a existencia desta porcaria, ”nós” simplesmente o transformamos em um produto desejável. E não para por aí, porque enquanto que alguns charlatões retardados ou simplesmente, psicopatas, irão lucrar com a doença e cancer de pulão alheios, outros retardados irão usar animais não-humanos em experimentos ”científicos” para tentar entender se o cigarro causa cancer de pulmão (dur**). Remédios serão produzidos para combater algo que poderia ter sido apenas proibido ou eliminado. Remédios estes que antes foram testados em criaturas inocentes.

Vamos solucionar um problema pela raiz***

Nããããooo…

Vamos aumentá-lo.

Os seres humanos tendem a ser únicos por causa de sua ”inteligencia complexa” ou combo autoconsciencia + instinto mas também por causa de seu potencial para serem energúmenos, infinito…

Da próxima vez que for ler um livro de ”história” humana, lembre-se que boa parte dos ”eventos” que foram ”eternizados” nestas páginas didaticamente marxistas são de massacres, invasões, conflitos…

Reparem que aqueles que faturam alto no vício e sofrimento alheios se assemelharão a aqueles que usam animais não-humanos como cobaias em suas supostas pesquisas ”científicas”. Eles são ”inteligentes”. São como exterminadores do futuro com avental a tira colo, só que ao invés de matarem vidas de maneira direta, eles usam uma enormidade de sofisticações ou desculpas sem sentido no mundo da hiperrealidade para causarem dor e sofrimento desnecessários.

E continuamos a vivenciar esta grande cretinice por meio da ”globalização”, genocídio de raças humanas (branca, ameríndios), culturas, línguas….

”História humana”…

A necessidade de uma nova abordagem filosófica à inteligência e criatividade

Se continuarmos a deixar que os mecanicistas se perpetuem no completo domínio da (real) ciencia cognitiva, então caminharemos para a destruição de tudo aquilo de positivo que faz da humanidade uma entidade biológica tão única e diversa.

O ser humano não é apenas uma máquina organica que interage com o meio em que está com base em ação e reação puramente instintiva. A autoconsciencia é nossa capacidade de auto projeção para o meio de interação, dando-lhe simbolismos existenciais ou de vivencia. A trajetória de indivíduos, mesmo dos mais conformistas, serão únicas mediante a complexidade de nossos ambientes mas principalmente de nossas percepções inatas, de como que as interpretamos. Tudo aquilo que gostamos se torna parte de nós e expressará parte de nossas personalidades, de nossas almas. E portanto, serão extensões de nossa forma física e organica, materializadas ou abstratizadas, idealizadas a longo prazo.

Existe uma grande necessidade para a manutenção e sofisticação deste tipo de análise dentro das ciencias humanas menos abstratas, visto que com  o avanço da tecnologia bem como de supostas certezas que nela estão embutidas, a possibilidade de que as múltiplas perspectivas mas especialmente, aquelas que se baseiam na análise emotiva e interativa, possam ser excluídas de diagnósticos psiquiátricos, cotidianos e interpretações científicas, se tornará cada vez mais real e perigosa.

 

Inteligencia e suas 3 idades

 

Contextualidade, diversidade e complexidade

 

Contextualidade

 

A inteligencia é contextual, porque os ambientes antropomorfizados que são construídos pelos seres humanos, tendem a postular por parametros gerais de meritocracia e de organização hierárquica da sociedade, com base na seleção adaptativa que quase sempre será unilateral em sua natureza, isto é, promove a melhor adaptação de uns em detrimento de outros. Portanto, diferentes ambientes, exigem diferentes habilidades de diferentes níveis qualitativos e quantitativos. Como as sociedades humanas, mesmo as mais ”avançadas”, estão bem longe de serem perfeitas, então a percepção de contextualidade ou subjetividade de favorecimento, se torna ainda mais significativa.

Estas falhas graves e estúpidas que permanecem a monopolizar as vidas humanas, produzem conflitos, aumentando a diversidade, positiva e negativa, de percepções e de experimentações. Os problemas humanos funcionam pseudo-logicamente como complementos para o vazio existencial que predomina sem a cultura e tudo aquilo que a envolve. Mediante uma perspectiva científica, os atropelos macro-administrativos e organizacionais humanos tem como resultado o direcionamento enfatizado para um determinado caminho coletivo transcendental. No entanto, quase toda a evolução, por se basear-se na predominancia da inconsciencia coletiva, tende a produzir toda a sorte de conflitos, mazelas e desigualdades mortíferas. A adaptação é caótica porque tende a ser inconsciente. O ambiente muda, mudam as técnicas de adaptação e muitos perecerão durante e depois da fase transitória. São excessos de um mundo dinamico que não é capaz de se organizar perfeitamente, metafórica e hiper-transcendentalmente falando, a busca por Deus. Em uma sociedade onde o básico da convivencia e da comunhão se encontra em estado de desenvolvimento deplorável, poucos serão aqueles que buscarão por essas verdades profundas, bem como no sentido de organizar a cultura com base no realismo existencialista e posterior humildade objetiva.

Portanto, as falhas nas estruturas sociais, funcionam como potencialidade para a exploração existencial-filosófica, assim como também para o melhor entendimento do porque de tantos estúpidos ocuparem lugar de destaque e de serem tratados de maneira completamente desmedida. Em relação a inteligencia mediante uma perspectiva técnica, a aparencia de sua funcionalidade em um cenário contextual, apesar de não ser completamente baseado apenas na aparencia, muitas vezes, deverá ser negativamente enfatizada, porque ao ”construirmos” nossas sociedades a partir de uma unilateralidade cognitivo-meritocrática (provas de múltipla escolha para concursos públicos ao invés de uma avaliação prática e portanto objetiva, por exemplo), tenderemos a complicar o avanço objetivo, holístico e realista de uma investigação empiricista sobre a diversidade cognitiva se a maior parte das pessoas estão em profissões que não expressam suas predisposições inatas (A escravidão que prepondera em contraste a técnica de auto-conservação moderna).

 

Diversidade 

 

Justamente por sermos uma espécie muito variada, que também teremos mentes cognitivamente variadas, por obviedade. Em uma sociedade meritocraticamente justa, todos os tipos de mentes cooperativas seriam valorizados. Deveria ser óbvio a se observar e constatar para as mentes mecanicistas sobre a diversidade cognitiva humana, mas eu tenho a impressão de que muitos deles estão realmente iludidos sobre a suposta perfeição dos testes cognitivos, afinal de contas, eles  devem pensam

”Isso funcionou pra mim.”

Exatamente. A empatia parcial que eu tenho falado aqui, a ideia de auto projeção e não na tentativa de diálogos de mentes. Nos colocamos no lugar do outro sem tentar entende-lo. Os mecanicistas não podem entender porque muitas pessoas não são bem sucedidas como eles. Então, eles, pseudo-parcial-empaticamente, se colocarão no lugar destas pessoas, se auto projetando. A educação se baseia nisso. A educação e por conseguinte, a cultura, se baseiam na transmissão vertical de conhecimento e de regras. Aquilo que deu certo pra mim, pode ou ”vai dar” certo pra ti.

Mas isso não é factual e nos mostra que esta crença se encontra redondamente equivocada.

A diversidade cognitiva humana é real e se não há qualquer análise que busque enfatizá-la, então não haverá uma real investigação quanto a inteligencia, mas apenas em relação a parte dela, que é o que está acontecendo, especialmente, dentro da psicometria.

 

Complexidade

 

Os seres humanos são individualmente mais complexos do que os outros animais e isso explica em parte a nossa autoconsciencia mais aflorada. Os ambientes criados ”por nós”, também se caracterizam pela complexidade de atritos, de situações únicas e de complementos ou harmonias percebidas. Nossa percepção ou nossa técnica de entendimento da realidade, aumenta ainda mais a complexidade, porque tenderemos, inconsciente a conscientemente, a interpretar um contínuo de vivencias únicas e ou que serão percebidas como tal.

A diversidade cognitiva não se dá apenas mediante caráter demográfico, mas também a partir de nível individual e se podemos dar simbolismos a nossas vivencias, de maneira única e poderosa, então, isto pode ser reverberado como uma condensação de fatores de diversas ordens que influenciam em nossas interações com o meio em que estamos ou no qual somos subjugados, bem como pela maneira com que expressamos ou não estas predisposições.

Um exemplo sobre a singularidade da existencia humana se dá por meio das ideias. Eu por exemplo, tive uma ideia hoje de manhã, que pode ajudar a desbaratar ainda mais as nuvens de chuva forte que ameaçam cair em cima da bio-diversidade comportamental e sexual humanas. Eu tive uma ideia que é muito provável que poderia não ter mais em nenhum outro momento, se a capacidade intuitiva e portanto proto-inconsciente é predominantemente caótica (ainda que dependa de fixação mental anterior e ideação constante). A singularidade da mente humana e sua auto projeção ao seu meio, promoverá muitos destes momentos únicos. Se não fosse pelo smartphone que uso para caminhar, eu poderia ter me esquecido desta ideia. Claro que a possibilidade hipotética de ter ideias únicas ou aparentam ser desta natureza, variará justamente a partir do seu grau de singularidade. No entanto, não parecem restar dúvidas que a capacidade de produzir auto percepções  é rara em um mundo onde o instinto domina.

 

Criatividade

 

Enquanto um termo vago (porque é complexo, diverso e contextual), a inteligencia pode ser enfatizada sob qualquer perspectiva. Os mecanicistas se aproveitam de seu domínio sobre as sociedades humanas (e em partes, nos ajuda a explicar a falta de empatia que predominam nas mesmas) via tecnologia e ciencia, para racionalizarem unilateralmente sobre a inteligencia dando-lhe a enfatização que melhor lhe apetecem.

O mesmo pode ser dito sobre a criatividade e com o agravante de que as mentes mecanicistas tendem a ter pouca capacidade de compreensão deste fenomeno porque tem pouco dela em si mesmas. Como eu e muitos outros tem falado, o autoconhecimento é uma maneira muito relevante e interessante para ser usado como complemento, secundário-a-primário, sobre o assunto que se queira desenvolver. E como estamos falando da ciencia que estuda o homem e seu comportamento, então não restam dúvidas quanto a necessidade deste conhecimento, que sob o domínio de uma mente objetiva, holística e (portanto) perspicaz, poderá nos dar grandes contribuições… se quase todas as grandes contribuições anteriores se fizeram exatamente deste jeito, especialmente em seu princípio essencial.

A criatividade é ainda mais filosófica em sua raiz e em seu potencial de análise existencial (do que apenas científica) por causa da correlação indiretamente constante entre a sua manifestação e um estado pré a predominantemente mórbido, demonstrando que ao contrário do mundo lógico, perfeito e reto com uma régua, tal como os mecanicistas tendem a acreditar, a manifestação e a simbologia da fenomenologia comportamental humana e especialmente, aquelas que são mais humanas em sua raiz, estão longe de serem apenas a interação mecanica entre biologia e meio. O que também é bastante paradoxal para ser plenamente compreendido por estes tipos (obviamente que não todos eles), é que a forma mais poderosa de manifestação da mente humana, a sua criatividade, tenda a se manifestar também por causa de condições pré a predominantemente mórbidas. Em outras palavras, a lógica parcial, ”traços superiores e saúde se correlacionam” não se sustentam, se muitas vezes ou na maioria delas, será justamente a combinação entre extremos positivos e negativos que produzirá a amplidão das potencialidades cognitivas humanas.

 

A filosofia a partir de um parametro realista, objetivo e utilitário, isto é, que enfatiza por ”resultados”, aparece como uma possibilidade urgente, na tentativa de analisar todos os meandros que produzem a fiação de interações e conflitos que por sua vez, se consistem as nossas sociedades.

Mentes filosóficas mais objetivas, parecem perfeitas para esta tarefa. Não desprezo o papel da ciencia bem como de perspectivas mecanicistas, mas elas são frias demais e esta frieza não resulta em uma real racionalidade de investigações e conclusões, mas justamente na enfatização tendenciosa de se praticar empatia parcial, vendo o mundo através do próprio umbigo e não a partir dele.

O mundo é, superficial-racionalmente falando, feito por retas e de curvas, assim como também pelas zonas de transição entre ambos. Os mecanicistas enfatizam em excesso as retas, enquanto que as mentes filosóficas dão enfase exacerbada as curvas. Estão parcialmente certos, mas a partir de uma necessidade de análise holística, estarão equivocados.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

GRUPO BARRETO / Desde 1988

Assista, comente, curta e compartilhe nossos vídeos do YouTube e GANHE vouchers conosco, consulte condições

Castro456's Blog

O medo do nada

Delusions of Adequacy

And You Thought You Might Have Had Delusions of Grandeur

PARTO DE IDÉIAS

"Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância." Sócrates.

Pensar Novo

"Saber que você precisa mudar não é suficiente. Você precisa ter a coragem de fazer esta mudança." Robert Kyosaki

Mind Hacks

Neuroscience and psychology news and views.

Inside Perspectives

of Asperger Syndrome and the Neurodiversity Spectrum

Agoraphobia Subliminal Hypnosis

Come out of the woods, the dark, come into the light. As a recovered agoraphobic, I've designed these audios over many years in order to help you. Charles K. Bunch, Ph.D.

Antimidia Blog

Textos sem sentido, para leituras sem atenção, direcionados às pessoas sem nada para fazer.

REBLOGADOR

compartilhamento, humanismo, expressividade, realismo, resistência...