Arquivo de Tag | autoconsciência

A metáfora da vida e o coletivo enérgico absoluto

Somos energia encapsulada dentro de corpos, exatamente como acontece com os planetas e talvez com os universos.

Somos mini-universos.

Somos, metaforicamente falando, como as gotas de chuva que nascem pela comunhão de elementos díspares que se consistem as nuvens carregadas de umidade e que tem um período limitado de vivência até ao seu estrebuchar final ao chão ou ao mar. A partir daí, aquilo que fomos, isto é, uma concentração particular de energia presa dentro de um corpo, se dissipará e voltará de onde veio, do COLETIVO ENÉRGICO ABSOLUTO.

O universo é consciente porque está carregado de energia e porque TUDO está conectado a partir de um gigantesco espectro, tudo pulsa vibração e tudo de uma certa maneira vive, de maneira inanimada ou animada. Existimos sem ter uma noção pessoal desta existência quando ‘não somos nós”, quando somos pura energia solta pelo universo consciente, quando pulsamos em baixíssimas frequências. A vida é a formação de universos de tamanhos diversos que estão encapsulados por um corpo, por fronteiras. Reagimos a partir destes limites. Somos corporalmente conscientes porque nos reconhecemos enquanto seres que estão ”presos” dentro da matéria orgânica, ao reconhecermos nossa prisão, vivemos. E esta não se consiste na consciência essencial porque é a energia, encapsulada ou solta, artificial ou naturalmente concentrada, que assim poderia ser considerada.

Outro pormenor. Usamos a linguagem, isto é, as nossas palavras para entender o mundo, para classificá-lo, separá-lo ou uni-lo. Mas as palavras ainda não podem superar a hiperrealidade. Portanto, ”existência”, ”vida”, ”morte”, são palavras que tentam explicar fenômenos percebidos mas apenas mediante uma perspectiva humana. Não sabemos exatamente e estamos bem longe de ter qualquer certeza em relação ao que acontece com todas as existências ou gotas de nano-universos que povoam o nosso planeta (e outros) quando estas deixarem de existir a partir dos critérios biológicos percebidos que são condizentes com esta dimensão do espaço e tempo. A consciência enérgica corporal pode não ser a mesma que aquela que se vê livre e dentro do coletivo enérgico absoluto, quando somos sem ser, percebemos sem perceber, pulsamos sem sentir este pulsar. Quando morrermos, regrediremos ao estado de energias soltas se tudo é energia tal como sentenciou Tesla (acho que foi ele quem disse isso), a um estado que é anterior ao da vida mais simples, porque antes dela, já existiam energias soltas. É coletivo porque como não temos noção de auto-espaço, de auto-território, de individualidade ou autoconsciência, então seremos unos, porém incompreensivelmente cientes de sermos singulares. Pode ser possível que nossa essência enérgica seja como uma caixa preta de um avião. A morte elimina o corpo, mas a energia essencial continuará a existir por tempo indefinido e talvez infinito. Talvez a finitude do tempo percebido em nossa dimensão, não exista em uma dimensão maior.

Mas aí então, a partir desta proposta de pensamento existencial, ao morrermos nunca mais voltaremos a viver**

Voltando à ideia das gotículas de chuva. Nós também poderíamos nos concentrar novamente e nascer, ”validando” a ideia de reencarnação. Como que a aglutinação enérgica poderia acontecer se somos um produto inteiro de uma espécie de datação milenar** Outra metáfora dentro de uma metáfora. Se a continuidade existencial/biológica de uma espécie poderia ser comparada a um túnel subterrâneo que está sempre andando em seus trilhos escurecidos e que portanto, não poderia haver a coexistência entre a energia corporalmente concentrada ou vida, que é o produto de uma continuidade, e a energia dispersa (se podemos determinar desta maneira, isto é, que seja realmente dispersa). Somos o resultado da concepção de nossos pais, a combinação de caracteres díspares porém complementares entre dois seres de igual natureza. O momento de maior prazer que ocorre durante a concepção em que altas vibrações serão descarregadas, poderia resultar não apenas na mescla interna de material genético, mas também por fora, na atração de energias soltas. Se realmente somos singulares, então energias com vibrações parecidas seriam mutualmente atraídas. Quando dois corpos estão unos na concepção da vida, suas energias vitais encontrar-se-ão muito mais carregadas e poderão servir como chamariz para a energia solta. Talvez, isso possa mesmo ocorrer, mas além de ser uma hipótese muito a frente daquilo que a ciência pode comprovar, também se encontrará muito a frente daquilo que nós mesmos podemos perceber e como conclusão, será pouco provável de ser comprovado, ou ao menos testada.

Somos a evolução mental de toda a fauna terrestre, por agora, não podemos reverberar com enorme certeza daquilo que NÃO podemos entender/perceber mediante nossa perspectiva existencial e de observação, tal qual uma formiga não pode extrapolar as suas percepções químicas além dos seus limites mais óbvios de entendimento.

A crítica ateísta é localmente particularista, isto é, se limita a explicar a inexistência depois da existência/vida a partir de uma perspectiva terrestre e desprezando a essência da mesma que se consiste na energia.

Por que a filosofia é tão importante??? A necessidade imprescindível da inteligência intelectual para compor o gênio de todas as estirpes. E a hierarquia da filosofia, do sábio ao agente subjetivo da filosofia

O ato mais caracteristicamente humano é o de pensar reflexivamente e portanto se consiste no ato de praticar a filosofia, principiando pelo autoconhecimento (a técnica mais importante da autoconsciência), pela prática da harmonia ou o ato de harmonizar (filosofia prática) e pela investigação analítica sobre a fenomenologia que nos cerca e que nos abarca.

Portanto, ao refletirmos nossos pensamentos estaremos agindo da maneira mais humana possível visto que isto se constitui em uma  impressão digital de nossa singularidade mental. Competir e agir instintivamente com base em emoções são resquícios de nosso ”passado”, nem tão passado assim, de um período em que éramos mais próximos dos primatas não-humanos mais evoluídos. O ser humano é aquele que melhor sabe sujeitar (parte) (d)as intempéries ambientais que o circunda, aos seus caprichos, por meio da antropomorfia geológica e natural, isto é,  meio natural. O próximo passo será o de administrar estes dois mundos, natural e modificado, assim como também a si mesmo, administrar-se, gerindo suas reações ao refletir de maneira precisa, coerente e diplomática, isto é, sábia, antes de fazê-lo. Eu acredito que a cultura tenha um importante papel na modulação parcial, superficial das mentes, mas também existe a necessidade de evoluirmos organicamente, isto é, mantendo o caminho evolutivo em que os mais sapientes possam se reproduzir em maior número, especialmente em relação àqueles que teimam em nos manter presos ao seu domínio primitivo. Uma maior proporção de pessoas sábias entre nós significará uma menor necessidade de reforçar o básico do comportamento pró-social holisticamente harmonioso bem como também pela ênfase no pensamento crítico, questionador e útil na expansão do conhecimento e dimensão de vivência humanos.

Esquerdismo como a ideologia extremista do antropomorfismo

Deus está morto porque é o  homem que é um Deus

A minha angústia ao ver os esquerdistas, em média, lidando com os problemas humanos, desprezando a natureza animal de nossa espécie e seus respectivos desdobramentos geográficos, isto é, ”tendências” comportamentais dos diferentes grupos humanos, me mostra que eles estão a desconsiderar tola e completamente o fato mais do que óbvio quanto à nossa condição de animais e que tal como toda a fauna terrestre, que agirá de acordo com esta realidade universalmente compartilhada, de sermos uma continuidade da vida animal e não como uma bolha bio-coletiva que de tão evoluída, não mais encontrar-se-á submetida à natureza, visto que somos nós que supostamente a submetemos aos nossos caprichos. Não nos livramos da natureza tal como a maioria dos esquerdistas devem acreditar, visto que esta continua a pulsar em nossos centros vitais e permanecerá assim mesmo se a revolução antropomórfica via robótica nos modelar completamente à imagem e semelhança em relação às máquinas que temos construído para desafiar o meio natural e nos salvaguardar de seus perigos.

A essência filosófica do esquerdismo mais parece se basear em uma cultura pseudo-autoconsciente em que, em um mundo ideal, nos poríamos a gerir nossas atitudes de maneira racional. Mas se nem os próprios esquerdistas (e desprezem o nem, foi apenas uma força de expressão previamente equivocada) estão plenos de seu autocontrole então vamos imaginar rapidamente como que esta realidade se mostraria à boa parte dos seres humanos.

A necessidade imprescindível da inteligência intelectual para compor o gênio de todas as estirpes

Todo o gênio que foi merecidamente reconhecido, em ao menos alguma particular dimensão, questionou sobre os postulados estabelecidos e compartilhados dentro de seu meio social. Todo o gênio para que possa desenvolver, revolucionar uma determinada área, precisa criticar, pensar que aquilo que é entendido como a verdade do momento, poderia ser melhor do que é, precisar usar o seu intelecto, ser um intelectual.

A criatividade que tem como fundamental finalidade a utilidade e não apenas no simples ato de transgredir com qualidade, por exemplo, dentro do mundo altamente subjetivo das artes e mesmo dentro de muitas áreas do pensar filosófico, precisa, mesmo antes da incubação criativa, se basear no pensamento crítico, reflexivo e filosófico. Se não no pensamento, ao menos ou fundamentalmente na sensação/necessidade intrínseca de analisar e criticar, quando possível.

A técnica singularmente humana de reagir ao ato de existir, o pensar reflexivo e filosófico em sua primazia, é essencial, imprescindível para a manifestação do gênio verdadeiro.

A hierarquia da filosofia, do sábio, o filósofo natural, ao agente subjetivo da filosofia

A filosofia em seu conceito mais puro se consiste no ato de buscar pela sabedoria, por intermédio do pensamento reflexivo, crítico e que vise na melhoria da realidade compartilhada e percebida.

O sábio se localiza no lugar mais alto da hierarquia deste ramo fundamental da existência humana, visto que se consiste no filósofo natural, antes mesmo de ser um filósofo per si. Enquanto que a filosofia se consiste na busca pela sabedoria, o sábio se consiste naquele que a vivencia, visto que já nasceu predestinado para interagir deste modo com o seu meio, como resposta de sua natureza biológica. Portanto, o sábio ao nascer filósofo, não precisa sequer buscá-la pelo exercício da filosofia, j[á que a vivencia de maneira tão íntima, natural, mesmo nos seus pensamentos mais profundos.

No segundo degrau de cima pra baixo desta hierarquia piramidal, o filósofo, o agente objetivo da filosofia, se encontrará. E mais perto do chão, boa parte daqueles que atualmente denominamos como ”intelectuais” e filósofos serão encontrados e os denomino como agentes subjetivos da filosofia, isto é, que aderem ao pensar filosófico especialmente em termos de estudos biográficos dos pensadores que melhor lhe aquecem os corações, mas que não principiam suas respectivas caminhadas filosóficas a partir da busca pelo ato filosófico per si. Muitos destes são demagogos assim como também encontraremos muitos oportunistas que se apropriam da abrangência e relativa subjetividade, riqueza de campos de estudo, da filosofia, para produzir ideologias ao invés de buscar por aquela que é a mais característica da própria filosofia, isto é, a sabedoria.

Por incrível que possa parecer nem todo sábio que será um intelectual, porque é provável que para que possa sê-lo em todo o seu potencial, seja necessário a genialidade existencialista e filosófica e não apenas a naturalidade sábia. por exemplo, Osho foi um gênio ou um sábio**

Para termos real noção perceptiva do gênio filosófico precisamos vê-lo em ação na administração das sociedades e creio eu que se Osho fosso colocado na presidência de seu país, é provável que introduzisse um sistema muito similar àqueles que predominam nas sociedades mais socialmente avançadas do Ocidente, ou seja, não muito diferente da ênfase em relação à cultura de pseudo-autoconsciência que tem resultado em tantos problemas para essas nações, não apenas por causa da imigração em massa, mas anterior a isso.

Sábios sem o brilho vívido da genialidade filosófica é provável que transformariam suas nações em metafóricos fogos quase apagados de tanta parcimônia, em locais onde o talento e o destaque passariam a ser taxados de pecados do que de virtudes. São especulações e talvez esteja parcialmente errado quanto a isso, assim espero, 🙂

Destruindo a ”herança” catastrófica da ”história humana”

Voce quer uma nova guerra?? Voce foi um dos responsáveis diretos, literais, da escravidão?? Voce precisa checar o seu privilégio?? Isto é, voce é um multimilionário?? Por que voce precisa herdar os erros de outros, seja no presente ou no passado, se não foi voce quem os cometeu?? Existe a possibilidade de ser considerado culpado sem ter cometido o crime do qual está sendo acusado?? E isso não seria uma forma de injustiça??

Até agora, temos sido herdeiros dos problemas dos outros, herdeiros do passado, da história estúpida da espécie a que pertencemos em termos de biologia e taxonomia. Mas se quiser parar de ser tratado como gado, primeiro, valorize e enfatize sua singularidade absurdamente óbvia como um indivíduo que tem um tempo limitado de vida e que é responsável apenas por suas ações. E segundo, ao literalizar a sua realidade enquanto um ser temporário que habita um espaço e tempo específico, faça valer os seus direitos principiando por este prisma, que é uber-lógico por excelencia. Ao tornar jurídica a sua autoconsciencia, então, começará a se ver como alguém e não como uma peça substituível de uma engrenagem fria e calculista que o encapsula e que vigia por sua subserviencia voluntária.

Eu rejeito totalmente um passado de guerras, genocídios, invasões, toda a sorte de estupidez que tem sido a narrativa bio-existencial de nossa espécie, porque eu não sou mais um ser humano, mas um pós-humano, que busca superar esta letargia mortal e pestilenta chamado ”história humana”.

O que que testes de qi tem a ver com tirar leite de vaca??

Testes de qi ”aculturais” se utilizam da mesma técnica de mensuração de capacidade que é praxe nas escolas. Em outras palavras, eles medem a capacidade na realização de tarefas cognitivas que o sistema  exige (e geralmente, a maioria, se não, todas as sociedades humanas exigem, em maior ou menor grau) ou a capacidade de oferecer trabalho.

A inteligencia humana, é óbvio que não se resumirá a testes cognitivos, porque como eu já disse aqui, eles são estáticos, isto é, mensuram parte do intelecto humano em um mundo que não está movimento (e estamos a todo momento em movimento, sem levar em consideração os tetraplégicos dentre outros tipos), a partir de critérios mais ou menos neutros, como a sequencia de números ou o tempo de reação, mas que não são aplicados a contextos reais. De fato, se quisermos avaliar a inteligencia humana, devemos principiar pela

  • capacidade de detectar padrões (entender a realidade)
  • capacidade de aprendizado (uma versão sofisticada do reconhecimento de padrões)
  • capacidade de memorizar e de ser eficiente no uso deste arcabolso de conhecimentos.

Principiar e não finalizar. Se alguém é muito bom no reconhecimento de padrões em um teste de qi, isso não significa que será igualmente bom para reconhece-los em um contexto, em um mundo real.

Todos eles devem ser contextualizados, mas não apenas isso, porque não basta mensurá-los a partir de um contexto específico, porque são muitos. Seria e é interessante que o façamos também a partir de um não-contexto ou contexto neutro, isto é, universal. Ou mesmo, um contexto fluido. Eh verdade que queiramos ou não, tenderemos a responder de acordo com que as circunstancias se apresentam pra nós, assim como também, a partir de nossas tendencias mais instintivas, mais agudas de respostas, especialmente se não estivermos cientes da necessidade da reflexão ou crítica do pensamento (lembrem-se, nosso cérebro analisa, precisamos rebater as suas análises se quisermos de fato começar a pensar por conta própria). Mas isso não significa que o ser humano se consista em um ser que é essencialmente moldado por suas vivencias, ainda que o faça em muitos aspectos importantes. A vivencia existe, porque é captada e porque é um produto neuro-cultural de nossa autoconsciencia. Mas a sua existencia não é uma prova de que sejamos como um corpo-mente vazio de substancia biológica, que precisa interagir com o seu meio para que possa existir, por si mesmo. Isso não faz sentido.

Para escravos ”e” trabalhadores inconscientes (Porcamente assalariados), mede-se a capacidade de oferecer trabalho. Eh útil pra que?? Da mesma maneira que se mensura a capacidade cognitiva ou biológica na possibilidade de oferecer qualquer utilidade em animais domésticos. O ser humano não pode dar leite (sem piadas de cunho sexual por favor) como as vacas, mas pode ser usado enquanto uma espécie (muito) cognitivamente prodigiosa, ou seja, em proveito de suas capacidades intelectuais. Ele pode ser usado e é importante frisar isto.

Mas este uso é baseado em honestidade, um acordo mútuo, entre patrão e funcionário??

Tal como eu sugeri em um texto anterior, em animais ”selvagens”, mensura-se a sua capacidade de sobreviver e/ou ”se” adaptar a um determinado ambiente. Em compensação, em animais ”domesticados”, mensura-se a sua capacidade de se sujeitar as ordens de superiores ou na sua capacidade de oferecer trabalho de qualidade. A inteligencia do cachorro doméstico se dá com base em sua capacidade de resposta a bola que está sendo jogada a sua frente ou a de passar por todos os obstáculos em um concurso tolo de pessoas tolas. Também se mensura a sua capacidade de ler as intenções de seus donos e de acatá-las, quando possível.

Mas e a sua capacidade de sobreviver sozinho, de ser livre???

Os seres humanos que estão muito amalgamados pelo conforto e segurança da civilização, mas que também foram sendo selecionados para serem mais mansos, perderam as suas capacidades para solucionar problemas reais que se relacionam com a suas próprias sobrevivencias. Se tornaram demasiadamente especializados e perderam a capacidade de pensamento holístico, isto é, crítico, objetivo e transcendente. O ser humano domesticado é demasiadamente preguiçoso para pensar por conta própria, mesmo quando não parece haver a necessidade de pensamento profundo. Por exemplo, eles são tão preguiçosos, que raramente se questionam sobre as notícias que estão sendo diariamente despejadas em suas mentes.

A neutralidade contextual ou real da mensuração da inteligencia humana, parece ter um viés político subliminar ou que ainda não foi percebido por boa parte das pessoas que se dedicam a esta enfatização intelectual, isto é, a inteligencia (pressupõe-se). Ao menos em termos de inteligencia a partir de uma perspectiva qualitativa e evolutiva, o contexto artificial da sociedade em que vivemos, determina conceitualmente o ”mundo real”, isto é, pagar as contas em dia, trabalhar, casar, interagir com as pessoas ao redor, etc… Mas o mundo real, ainda que também seja o mundo criado pelos humanos, é, especialmente, aquele que está independente de nossos caprichos culturais de massa. E nós também somos reais, e ainda mais reais, quando nos vemos separados desta artificialidade.

Portanto, quando separamos a cognição da personalidade, e principiamos a análise (daquilo que restou) da inteligencia, a partir de um conjunto de obrigações técnicas, memória, tempo de reação, capacidade de aprendizado e de interação social, PARA atender perfeitamente os ditames que são enfatizados pelo sistema, nós não estaremos mensurando a mesma de maneira abrangente e objetiva, mas especialmente a qualidade do trabalho que o homem pode oferecer ao sistema, a partir de critérios lógicos de cognição, mas sem a personalidade como influencia, inclusive na construção do caráter, se o sistema precisa de uma massa acrítica, conformista e tecnicamente eficiente para que possa continuar com o seu reinado de Ciudad de Lagado.

O que leite de vaca e testes de qi tem em comum??

Pensar com a mente e pensar com o cérebro

Pensar com a mente = releitura do pensamento

Metáfora da velocidade do objeto para explicar a reflexão do pensamento
Velocidade mais fraca do pensamento, causada por baixa internalização, não provoca o ”ricocheteamento” do mesmo e portanto se consistirá em um pensamento parcialmente reflexivo.
Metaforicamente falando, imagine que vc está dentro de uma sala em formato quadricular e hermeticamente fechada, e a sua frente tem uma parede muito dura. Então, vc pega uma bola de tenis e a lança em direção a esta parede. Dependendo da força com que joga, a velocidade poderá fazer a bola voltar em sua direção. Força e velocidade fortes, resultarão na volta da bola, e se forem muito, muito fortes, então a bola ricocheteará pela sala, tal como se estivéssemos em um jogo de squash. Força (motivação intrínseca) e velocidade (capacidade cognitiva específica para o domínio hipotético) determinarão se haverá reflexão do pensamento ou não. Quanto mais fortes forem a motivação intrínseca e a capacidade cognitiva específica, maior será a complexidade e entendimento do pensamento, porque, partindo de uma lógica intuitiva, quanto mais vezes voce olhar para o mesmo objeto de estudo, mais detalhes voce irá encontrar.
As pessoas neurologicamente comuns, principalmente, tendem a pensar com o cérebro. Mas todos nós fazemos isso não é* Sim, mas elas irão parar por aí, enquanto que outros irão duvidar do próprio cérebro ou de suas conclusões. Em partes, quando revisamos nossos pressupostos ou quando construímos nossas-novas pontes de entendimento sobre um determinado ramo do conhecimento humano, estaremos usando o pensamento reflexivo, refletindo inúmeras vezes, algumas vezes de maneira inconsciente ou conscientemente inconsciente, tal como se tivesse ”uma pulga atrás da orelha”, até o ponto de ruptura e da máxima verbalmente proferida
”isso não faz sentido”
A ”mente” é uma mescla de variáveis, a maior complexidade e energia do cérebro, que o faz obviamente mais enérgico, ativo e também a maior autoconsciencia, a capacidade de imaginar, extrapolar cenários de inúmeros tipos, bem como também de se imaginar separado do corpo e de seu cérebro, de ve-lo como parte integralmente importante de si, mas que não é sinonimo de sua personalidade, que se faz em conjunto, sistema corpo-mente.
A paixão do ego cognitivo!!!
Entre 2012 e 2013, eu me interessei pelo ”canhotismo”, um dos assuntos de que mais tenho falado aqui. De início eu internalizei todos os estudos (muitos deles, altamente tendenciosos) sobre o assunto, incluindo aí as famosas listas de canhotos (ou de possíveis canhotos) eminentes. Pelo fato de ser canhoto, percebam como que nos interessamos e somos mais empáticos com assuntos que se comunicam com nossas biologias, eu me tornei  positivamente preconceituoso com a ideia de que os canhotos fossem ”mais inteligentes” que os destros. Então eu fui percebendo que não era bem assim e então comecei lentamente, porém com consistencia, a questionar os mais novos dogmas que passaram a preencher parte de minha vida. A grande proporção de canhotos que me pareceram estúpidos a primeira vista, em uma comunidade de rede social, e a construção de meus axiomas metodológicos, que correu paralela, serviram de base para me convencer de que estava sendo muito preconceituoso em relação a este tema.
Meu cérebro se interessou pelo assunto porque ”ele é canhoto”, ora pois, e chegou a conclusões tendenciosas. Alguns canhotos podem chegar a conclusão inicial contrária da minha, como por exemplo, ”é mentira que os canhotos sejam mais inteligentes”. Então será que eles foram mais rápidos que eu, são ou foram mais reflexivos*** Pode ser que sim, dependerá de caso pra caso. Mas geralmente, o primeiro pensamento não será reflexivo e resplandecerá aquilo que o seu cérebro pensou, nosso ego inicial. Portanto, pessoas canhotas com baixa auto estima podem apenas refletir os seus próprios sentimentos de inferioridade em relação a máxima ”os canhotos são mais inteligentes”, negando-a. O primeiro pensamento externalizado pode parecer ou mesmo ser fruto de reflexão, mas é necessário analisar a construção de uma linha de pensamento por mais tempo do que constatar qualquer coisa com base em algumas frases, porque isso também será como ”pensar com cérebro, sem refletir”. 😉
Portanto, apenas quando vemos o produto final de várias reflexões e releituras dos pensamentos iniciais, é que poderemos defini-los como ”reflexivos” ou ”retido de esforço mental”.
”Canhotos são uma população diversa”
”canhotos são fruto de mutações ou de epigenética”
”portanto, existirá maior aleatoriedade, indicando que alguns canhotos poderão ser muito inteligentes  e outros não”.
….
”definição de inteligencia” ”definição de qi” ”o que o qi realmente avalia”
etc etc etc
Isso é pensamento reflexivo, isso é pensar ”com” a mente, é ricochetear o pensamento várias vezes, vendo-o por vários angulos, para chegar as conclusões mais corretas.
….
”definição de inteligencia” ”definição de qi” ”o que o qi realmente avalia”
etc etc etc
Isso é pensamento reflexivo, isso é pensar ”com” a mente, é ricochetear o pensamento várias vezes, vendo-o por vários angulos, para chegar as conclusões mais corretas.

Eu posso não ter controle sobre o meu corpo, mas eu posso ter o controle sobre a minha mente….

Não sei se já lhes contei. Bem, em 2011 eu tive uma crise de tiques nervosos que acabaram me causando insonia por uns 3 meses seguidos. Vamos imaginar o pequeno inferno que foi a minha vida naquela época, tiques nervosos como piscar os olhos quando olhava para as outras pessoas, como se estivessem encharcados de suor e a partir disso, fazer associações semanticas entre o ato involuntário e fatores psicológicos. Sim, é justamente isso que acontece conosco a todo momento. Fazemos associações semanticas sobre aquilo que está acontecendo conosco, é o preço a se pagar por nossas capacidades cognitivas singulares e excepcionais. Os animais não-humanos, em média, reagirão diretamente sem dar uma explicação complexa aquilo que está lhes ocorrendo. Portanto, quando algo TOTALMENTE involuntário está acontecendo contigo, talvez não seja voce, mas apenas o seu cérebro que está dessincronizado com a sua auto-narrativa sensorial-perceptiva. Sabemos que entre o ato involuntário e o ato voluntário, existirá, como (quase) sempre existirá, um espectro, entre os dois.
Depois de alguns meses sofrendo os efeitos de uma ênfase semântico-neurótica  equivocada, eu voltei à normalidade ou constância sem sobressaltos  associativos. Até que nesta semana, ”do nada”, voltei a apresentar o inicio deste quadro clínico que mais parece se consistir em uma pré- síndrome de Tourette.
Diferente do primeira vez que passei por isso, em  2011,  ainda que nervoso,  ”ainda” não cai diretamente em um  estado de semi-desespero que me abateu tal como daquela vez e a causa mais evidente pra esta mudança, pra mim, foi a minha maior compreensão sobre o funcionamento da mente humana. Se não há causalidade orgânica então talvez possa ser auto-gerido, controlado. A partir daí, pensei em muitas causas

A primeira: eu tenho desvio do septo nasal e respiro pela boca. mudanças no padrão respiratório ( por exemplo, por agora eu estou conseguindo respirar pelo nariz), podem estar reverberando também nos padrões de funcionalidade do meu cérebro. Por exemplo, a sensação de estar vendo sem ver, como se tivesse um olho no meio da testa. Por meio da lateralidade ocular, também pode-se saber sobre a sua lateralidade cerebral ( talvez, vou perguntar no quora e já volto… ). o olho que vc vê, pode determinar o hemisfério cerebral que é mais ativo em si. Por agora, eu tenho a leve impressão de estrabismo interno, como se a lateralidade ocular estivesse ligeiramente inconstante ou fraca. Por exemplo, esta região da minha testa parece estar sobrecarregada.Outra explicação é a de que a causa deste incômodo se consista em alguma desordem auto imune desconhecida  ( mais mutações, mais microorganismos não-decantados?? ), causada pela deformidade craniana, que pode ser mensurada por meio de assimetrias faciais. Minha teoria, de que cérebros neurotipicamente configurados inibem a ação incomum de microorganismos co-evolutivos, uma espécie de encaixe ou organização harmonica (evolutivamente falando) tanto do cérebro quanto desta ”galerinha” que vive dentro de nós.

Tente entender, metaforicamente falando, como se nós fóssemos (de fato, é provável que seja verdade) nações organicas (e a pele é a fronteira), onde que, por exemplo, um esquizofrenico, teria um ”estado islamico” (sic!! se esta tal estado islamico… é islamico mesmo) dentro de si. Eu tenho psoríase (rosto avermelhado) e sou neuroatípico. Por exemplo, quando fico muito nervoso, começo a me coçar. Também tenho demartite seborreica herdada de meu pai.

Excesso de pensamentos, tal como parece ter acontecido comigo da última vez, também pode ter uma causa, tenho dormido pouco e estado muito mentalmente ativo.
É interessante observar que com o aparecimento, menos recorrente e por agora, menos progressivo em constância, destes tiques, eu percebi claramente que nosso cérebro ou mente, ou o que desejar chamar, dá o valor semântico às nossas sensações voluntárias ( se isso existe completamente)  e involuntárias. Somos vítimas de preconceito negativo por nossos próprios  cérebros, que muitas vezes, ao invés de nos ajudar, acabará nos atrapalhando.

Nossa autoconsciência se consistiria justamente nesta tréplica em interpretação integrada, sensorial, instintiva ou emocional e reflexiva ou intelectual. Temos a consciência corporal ou essencial, a consciência do ser vivo, de clausura ou de ‘estar preso’ dentro do corpo, depois nós temos a interpretação da consciência Mental primitiva ou feita por nossos cérebros, sem nossa aprovação (sic!), e por último, nós temos a reinterpretação, a tréplica, pensamento reflexivo ou autoconsciencia. Eu estou tendo tiques nervosos por exemplo quando vou conversar com desconhecidos ou dos quais, tenho pouca intimidade. antes de olhar para os seus olhos, meu cérebro faz uma leitura exagerada e começo a piscar, coloco as mãos na maçã do rosto, na tentativa instintiva de esconder o tique, que é provável que vá acontecer. Mas em termos psicológicos, não aconteceu nada de diferente comigo. também é interessante pontuar que eu tive um episódio de tique, apenas um, isolado, faz um mês, no início de agosto e que foi causado por excesso de mentalização. Neste episódio, eu fiquei muito tímido, não vou dizer a causa, mas uma mistura de
interesse,
timidez,
e um olhar direto também de interesse, reciprocidade, uma troca de olhares, causou-me Grande rubor psicológico.A mudança de semblante por causa da mudança de padronização dos músculos faciais, de sério, com alguns pontos de ênfase muscular, incluindo ai a minha testa, ;), para ”normal”. músculos relaxados e desacostumados a Este estado?? (que não é ”islamico”) ou impossíveis de serem educados?? um semblante menos sério também me faz mais atraente para as outras pessoas, incluindo ai as mulheres. Esta ideia é complementar à primeira, sobre mudanças no padrão respiratório.Outras ideias

O cérebro ”se acostuma” a interpretar o mundo com base em nossa morfologia facial. mudanças nesses padrões podem causar bugs.
Velocidade  exagerada de pensamentos podem causar gagueira mental. ênfase excessiva em ideias pode reduzir Eficácia da leitura social da mente. Cérebro, por meio de repadronização involuntária dos músculos da face e respiração, pode causar timidez via consciência corporal, fazendo com que mesmo as pessoas mais familiares possam ser interpretadas como estranhas, não por vc, mas por seu cérebro (ou talvez seja um adendo sem nexo de minha parte). Você as reconhece, o seu cérebro não. Super mentalização, fazendo com que demonstrações não verbais dúbias, como um sorriso falso ou que pareça, em conluio com  sua memória autobiográfica ( por exemplo, se você estiver escondendo alguma coisa daquela pessoa) possa ser interpretado de maneira super excessiva por seu cérebro, a capacidade momentânea  excessiva de detectar mentiras via linguagem não-verbal ou paranoia não-verbal.
super ativação do corpo caloso, menor e mais enérgico em mentes criativas.

susto, surpresa e tiques.ontem estava apreciando a chuva noturna quando vi um gato sair do nada, no quintal de casa. Na hora eu comecei a piscar os olhos. Não, eu não estava paquerando o bichano. Foi o efeito surpreso que fez com que desenvolvesse o tique.
Pessoas das quais eu não tenho grande confiança também acabam se tornando ”alertas” para o meu cérebro ”reconfigurado”. Mas… pode ser apenas mais uma interpretação semantica sofisticada de minha parte.
Sincronização cérebro e mente
Por meio destes movimentos involuntários, podemos chegar a conclusão de que nossos cérebros não são nós em nossas respectivas totalidades. Nós os temos, obviamente, mas também temos o produto final, que se consiste em nossas mentes. Nossas mentes são a interpretação daquilo que os nossos cérebros estão interpretando por conta própria. Assim como o coração, e mais parecido com o pulmão, nossos cérebros trabalham a todo momento, de maneira involuntária, isto é, não mandamos eles trabalharem, da mesma maneira que não mandamos os nossos corações baterem. Não há total sincronização entre o cérebro e a mente, especialmente quando passamos a desenvolver o hábito de pensar ou refletir o pensamento que o cérebro produziu. As emoções são a parte mais primitiva (ainda que fundamental) de nossa aparelhagem mental, enquanto que a mente é a parte mais evoluída, unicamente humana em sua grande capacidade de refletir o pensamento. È como se tivéssemos duas ou mais pessoas dentro de nós, estudando uma situação hipotética, capturado pelo cérebro, ao invés de atende-lo cegamente, sem pensar ou refletir o pensamento, a maneira mais efetivamente inteligente de pensar.
Portanto, quando ou se voce se encontrar em uma situação parecida com a minha, busque perguntar a si, se este movimento ou atitude é de sua autoria. Isso pode nos ajudar a acalmar o espírito. O desenvolvimento da autoconsciencia, o auto-pensar, o pensamento reflexivo, se consiste no verdadeiro ato do pensamento racional, sempre questionar, evitar excessos e firulas, primar pela harmonia e quando se deparar com dicotomias, não se questionar se ambos não estão mais ou menos certos (ainda que haverá diversidade de situações).
Um adendo curioso
meu lado direito do corpo é muito mais fraco que o meu lado esquerdo. Minha mão é menos elástica, minha perna é quase ”manca”, eu sou raquítico em meu proto-bíceps infantil (kkk) do ombro direito. Esta parte do meu corpo parece estar mal configurada.
E então, com esta reconfiguração esquelético-respiratória (e ocular**) minha mão direita ficou normal, igual a minha mão forte ou esquerda. Que coisa não***

Novo (velho) combo de ideias

1- Inteligencia como cognição + personalidade e definição mais literal desta segunda.

A inteligencia é a interação entre cognição e personalidade, enquanto que aquilo que entendemos como inteligencia, na verdade, se consiste apenas na cognição, o componente técnico. E o componente intelectual seria a junção da personalidade e da cognição, a inteligencia per si.

E a personalidade**

A personalidade é a extensão da cognição, como moduladora de nossas técnicas espectralmente habituais de interação e de auto-consciencia ou o reconhecimento direto de si mesmo, claro que neste caso, o termo auto consciencia se relacionará com o básico da mesma, a autoconsciencia primitiva, que a maioria dos seres humanos estão mais ou menos dotados.

A personalidade é o reconhecimento do próprio conjunto de intempéries biológicas (hormonais, físicas, neuroquímicas e … pedagógicas).

2- ”Idade mental final” via desenvolvimento assíncrono universal (e não apenas para superdotados).

No texto ”Entendendo esquerdismo”, eu comentei sobre a possível idade mental (que não é a mesma que a cronológica) dos esquerdistas médios, que seria em torno dos 18 anos (mas cá pra nós, talvez eu esteja exagerando e a idade mental média deste grupo possa ser rebaixada para uns 16 anos. Pode parecer pouco, mas esta diferença de dois anos faz muita diferença no comportamento das pessoas), em comparação a idade mental média do brasileiro (médio, o famoso BM), que se situaria em torno dos 13 anos.

Nós nascemos, crescemos, chegamos ao ápice (para a reprodução), envelhecemos e morremos.

Nossa idade mental acompanha o desenvolvimento de nossa inteligencia. Quando chegamos ao ápice de nosso desenvolvimento biológico, este também será o nosso máximo, na maioria dos casos (imagino), em relação a capacidade cognitiva. No entanto, as pessoas são diferentes e apresentam diferentes ápices cronológicos ou etários e cognitivos.

Talvez, o sábio fenotípico (ou sábio prodígio), que é aquele que está sempre aprendendo e que é precoce em sua capacidade de autoconsciencia, possa apresentar uma de-sincronicidade entre o  seu ápice cognitivo e o seu ápice biológico. O início da juventude será geralmente o ápice do ser humano médio, em que todo o seu vigor jovem irá se manifestar. O ápice biológico em neurotípicos, também poderá significar o fim do seu desenvolvimento cerebral ou plasticidade e a partir disso, ele poderá utilizar a sua capacidade no seu máximo.

O desenvolvimento do cérebro tem sido, na minha opinião, erroneamente chamado de ”período de plasticidade”. Parece mas pode não ser isso. O cérebro humano é maior que de nossos primos evolutivos, sem falar na maior encefalização em relação ao tamanho do corpo e em sua maior complexidade. Nossas experimentações são únicas, mas nosso desenvolvimento talvez não será assim tão distinto. Sim, voce pode ser uma ótima pessoa, mas pode acabar matando alguém por legítima defesa nos seus 15 anos de idade. A discussão sobre a exposição a ambientes favoráveis também não está terminada e eu sou do palpite que haverá uma diversidade quanto a necessidade destas intervenções para o estímulo cerebral, talvez, metaforicamente falando, os mais inteligentes e especialmente os mais geniais, sejam aqueles que estimulem mais os seus músculos cerebrais, de maneira natural, uma motivação intrínseca, tal como acontece com os halterofilistas, ainda que saibamos que ”mesmo” entre eles, haverão potencialidades diversas e limitadas. Da mesma maneira que temos uma minoria de pessoas que são extremamente engajadas na musculação, não parece equivocado concluir que também teremos uma parca quantidade de pessoas que serão naturalmente engajadas em atividades mentais.

Pelo que parece, nós temos um contínuo de intensidade na motivação intrínseca intelectual, em que alguns serão fortemente (e naturalmente) motivados para  a enfase em atividades intelectuais (das mais diversas naturezas), a maioria com motivação de intensidade média (a maioria da população), e aqueles com pouca a nenhuma motivação (os elásticos que são menos plásticos ou mais duros, que não dá pra expandir muito). Isso validaria as suspeitas dos filósofos do século XIX sobre a genialidade como uma irritação cerebral que provoca profunda motivação intelectual.

O fim do desenvolvimento cerebral (que alguns chamam de plasticidade), que se dará de maneira diversa, resultará no estabelecimento final da idade mental.

Ainda sobre estimativas coletivas de idade mental

O conservador médio, o religioso literal, teria uma idade mental média de 13,14 anos (claro, atenham-se a palavra ”média”) enquanto que a elite cognitiva conservadora teria idade mental média de 20,24 anos.

A sabedoria, que se baseia na rejeição

  • do pensamento binário,
  • da confusão entre abstrato e literal,
  • da confusão entre causalidade e correlação.

… teria como limite mínimo de idade mental, na casa dos 30 anos, enquanto que o sábio fenotípico teria uma média de idade mental na casa dos 40 anos, o dobro (ou a soma) dos esquerdistas e dos conservadores mais cognitivamente avançados, se realmente podemos dizer que ambos ”tenham” essas médias.

Portanto, temos o desenvolvimento assíncrono ou não-linear, em média, de nossos cérebros, que resultam nas maiores flutuações comportamentais, especialmente durante a adolescencia e que cessarão ou diminuirão quando o período de maturação cerebral terminar, perfazendo nossos perfis  maduros de personalidade e cognição. O baixo desenvolvimento da capacidade empática, por exemplo, em comparação a um grande desenvolvimento na capacidade verbal, irá resultar em um perfil cognitivo e de personalidade (inteligencia) final onde que estas discrepancias estarão presentes e mais constantes, depois da explosão hormonal da adolescencia. O fim do desenvolvimento assíncrono, resulta na construção final da personalidade, internamente variável, discrepante.

Idade mental talvez possa ser descompactada da idade cognitiva, que os testes cognitivos, medem e que durante um século, tem sido tratada como ”mental”. Ainda que aja uma correlação positiva entre maior inteligencia escolástica ou técnica e comportamento maduro, isso não significará que a maioria dos mais inteligentes, a partir desta perspectiva, serão de sábios, como temos observado arduamente.

Pela lógica )abstrata), que pensei, os sábios seriam como uma junção de conservadores e esquerdistas, que poderiam entender um mundo em múltiplas perspectivas, ao passo que os dois tipos dogmáticos, apenas entenderiam ”o seu lado”. Avatares perceptivos*

3- Esquerdismo é a estratégia evolutiva para aumentar mutações ou ”diversidade” enquanto que o conservadorismo é a estratégia evolutiva para manter a paisagem genética predominante.

Porque os esquerdistas são mais mutantes que os conservadores, menos parecidos com seus pais e com tipos de personalidade mais incomuns, menos ”tradicionais”. Tendem a ser mais neuróticos (a partir de diferentes perspectivas de personalidade), sofrem com maiores incidencias com distúrbio de humor, são mais geneticamente discrepantes do fenótipo nacional…

4- Estamos todos diversos, heterossexuais também são sexualmente diversos entre si.

A diversidade sexual não se aplica apenas as minorias, mas também a maioria heterossexual e me ajuda a mostrar que existe uma continuidade de traços para que existam homossexuais masculinos e femininos, nada novo no reino da biodiversidade humana.

5- Diferenças étnicas de mes (estação) predominante de nascimentos***

Será que os negros são mais propensos a nascerem na primavera e no verão** E os brancos europeus** E os judeus** e os árabes** E os leste asiáticos*….

6- ”Cada um tem a ‘doença mental” que merece”….

Brancos europeus = um misto de esquizofrenia (papai noel, coelhinho páscoa, jesuiss, criatividade, pensar no impossível, 50 tons de fanatismo) com autismo (tecnologia, ciencia, artes, filosofia, pensamento literal…. que quando se mistura com a kizumba do pensamento mágico ou ”over”-idealizado, sai de perto!!!),

Leste asiáticos = autismo ou espectro maior da faculdade de engenharia, kkkkkk,

Judeus = psicopatia e tdah, enérgicos, manipulativos, criativos e astutos (o lado obscuro da sabedoria),

Negros = esquizofrenia e tdah, também com tendencias para o pensamento mágico (porém, menos sofisticado que aquele que os brancos europeus produzem) e várias características que costumam ser mais comuns entre os tdahs.

7- Novamente a métafora de ”Laputa” e ”Lagado”, do clássico da literatura mundial, ”As Viagens de Gulliver”, de Jonathan Swift.

Todo mundo tem o seu pólo magnético!!

uns olham pro lado direito, outros pro esquerdo, outros pra cima, alienação natural de personalidade (perspectiva existencial, ainda vou falar sobre isso!!)

8- Melancolia e neuroticismo.

Neuroticismo ou estado emocional negativo. Para que se possa desenvolver análises negativas sobre a realidade, é necessário ser um pouco neurótico não**

 9- Energia cerebral do gênio ou ”doença mental”. Ter o controle ou não ser controlado pelo conflito interno ou doença mental, o avatar. Naruto, a raposa de 7 (+2;) caudas.
Naruto, avatares..
A domesticação se consiste na neutralização ou redução não-qualitativa do instinto com base na neotenia parcial (retenção de características infantis e posterior redução do cérebro). Se Lombroso estiver correto e genios e criminosos serem bio-produtos de eventos epigenéticos (complexamente herdados) muito similares, então o seu atavismo  poderia então ser interpretado como a manifestação parcial do primata selvagem (enquanto que o criminoso seria a manifestação predominante do mesmo), que está, metaforicamente falando, preso dentro de nossos corpos, neutralizado por mecanismos de neotenia parcial ou domesticação, a qual nossos antepassados tem sido submetidos e nós somos os bio-produtos desses processos sucessivos. Isso poderia ajudar a explicar o porque da maior inteligencia (a nível coletivo) dos leste asiáticos e a menor porcentagem de criatividade (a cepa ”tdah”**) entre eles.
O genio muitas vezes, parece que será como uma forma singular e poderosa de adaptação.
Talvez todos nós tenhamos este potencial, só que muito improvável de ser ”conquistado”, tal como eu determinei de acordo com a minha metáfora das piscinas e do peso dos objetos para explicar os graus de hereditariedade comportamental, se nossas diferenças se deem com base em níveis e não em grandezas. Mas em alguns poucos, esta predisposição estará naturalmente aflorada. Para alguns, as maçãs serão fáceis de serem pegas na árvore enquanto que para outros, haverá um grande esforço, muitas vezes que será provável de ser exaustivo, e que poderá ter graves efeitos colaterais.

Respeito a (pseudo) religião**

Se eu te respeito e a recíproca é perfeita, então não tem jeito, é assim mesmo, se chama empatia, para que se produza altruísmo, uma mão lava a outra, é uma corrente de simpatia, pela alma amiga ou mesmo desconhecida, mas que com sorrisos de alforria, se liberta de sua escravidão chamada ego egoísta e se torna um ego alquimista, que faz mágicas pensando na harmonia.

Deus é um só, é uno e só pode ser fidedignamente reproduzido por nós, humanos, em seu melhor momento, em sua melhor aparição, ele não tem rosto, porque é tudo.
Eu não respeito quem não merece, respeito quem é sábio, e por isso poucos podem te-lo. Há de se ter paciencia para com aqueles que, a priore, se deixam levar por suas paixões vãs, seu instinto, sua naturalidade que não se harmoniza, mas julga sem racionalizar, sem ter a mente lisa e compacta.
Religião é o ato de tatear no escuro, buscando por um sentido maior para a própria vida, tentar crer sem ter certezas, de buscar pelas respostas mais coesas e profundas de nosso ser.
Religião também pode ser traduzida por amor, pela harmonia, pela estabilidade, pela humanidade, de se encontrar parada rente a um furacão a lhe engolir, e resistir, de observar e pensar, por que** Onde está** para que** Traduzir o seu conceito de ser humano.
Não é uma inquisição de pessoas, mas de ideias, de tentar vence-las, de tornar dúvidas em respostas, de mágica, de alquimia, de misticismo realista. De ver aquilo que sua visão não pode te mostrar, de tentar ver o corpo que te encasula, o gigante céu, sua Lua, e seus mistérios.
A Terra nos dá vida e ar, porque se harmonizou, agora nós precisamos fazer o mesmo. Mas devemos também mante-los, estes selvagens intelectuais que usam seu instinto animal para buscar, para inovar. Só que por agora, não será mais com base na destruição, nas na empatia entre seres vivos e eternamente estáticos, entre o atrito da existencia viva e da existencia morta, que é parte da Terra e não um indivíduo, que não tem juízo de suas ações.
Seu Deus exaltado de seus lábios, não existe, não é ação, é uma estorinha triste de ódio e de destruição, abençoado por seres vis e sem consideração. Chega deste lixo, eu quero a verdadeira religião, é um amor a razão, a pessoas reais, a fazer-se sábio e a sussurar atitudes ideiais.
Eu não respeito quem usa ilusões para viver a realidade. Não respeito cultos de perseguição, sem sentido. que caiam por terra, eu quero a criatividade, a sabedoria e a inteligencia como minhas fés mais profundas, crer em mim mesmo. Eu quero que voltemos ao desenvolvimento da autoconsciencia.

As 3 camadas da hereditariedade comportamental ou personalidade

Primeira camada, o instinto, a naturalidade ou ”evidente”

 

O traço que não tem peso, boia e se mostra a superfície, é natural, é seu instinto, seu primordial, é aquilo que é e que sempre vai ser, que não sente, que não percebe (se não se persegue), não é uma conquista, é apenas o de sempre. Não é um atrito, é aquilo que é, que se comunica em seu íntimo, que é parte indubitável de sua consciencia, de seu auto-saber.
A personalidade fundamental ou núcleo, o essencial, é fortemente hereditária ou  tem uma base genética. Não há como lutar contra ela, seria como lutar contra si próprio.

 

A personalidade secundária, ”possível” ou ”por esforço”

 

São seus traços intermediários, que não boiam com facilidade em sua piscina de personalidade, nem pesam tanto para acabar no fundo, lá no canto. Pode-se desenvolve-los, basta sabe-los, entende-los e praticá-los, que se dará com base no esforço, porque tem mais peso do que o natural. Alguns talentos boiam n’água com facilidade, desde a tenra idade, enquanto que outros, poderão ter um potencial de desenvolvimento para que possam ser expressados. O talento natural do genio é raridade no reino humano, estamos em sua maioria, de instinto social, enquanto que estes raros pássaros terão instintos cognitivos ou intelectuais. Lhes são naturais as ideias e os pensamentos espetaculares, enquanto que para muitos dos humanos, lhes será genial entender e praticar a complexidade do social.

 

A personalidade terciária ou ”improvável”

 

Aquilo que talvez possa sentir, mas que é quase impossível de ser desenvolvido. Suas antíteses vivem lá embaixo de sua piscina, com poucas chances de se expressarem, são os últimos dos escolhidos para jogar bola, por causa do jeito desengonçado de driblar, dribla o ar e acerta a coxa ou faz gol contra, é o antonimo da sabedoria, perder tempo tentando desenvolver o seu anti-natural, o seu não-instinto. Ainda mais anti-sábio será se além de persistir no erro, não ter qualquer consciencia do papel de zombeteiro de si mesmo.

 

O hereditário ou aquilo que se expressa sem conversa, sem negociação, que é natural e avesso a timidez, até o anti-natural, que é muito pouco provável que vá conseguir, libertar-se de si e tentar encarnar em outro ser. Isso é impossível ou pelo menos, improvável.

O gênio é a consciência de si mesmo…

Onde nasceste este olhar singular,
Tem profunda consciência de si,
O gênio,
Vê-se por uma lupa e se busca ao longo de seu caminho , conhecer-se mais e mais,
Ama a vida porque também tem grande consciencia de sua beleza,
Que se esconde no recôndito de sua aspereza,
Se manifesta pelo sangrar de sua nobre tristeza, oh gênio de ti, senhor de sua própria dimensão!!
Tem zelo e ama espelhos, adora sua doce e indescente imagem, seus defeitos de sua aparelhagem, sabe-se e gosta daquilo que ve,
Teu olhar é de uma narrativa única, teu toque não pode ser comparado, nada em ti é popular, não está bem distribuido, pois se concentra em si, tudo aquilo que transmite, que queira traduzir, de sua alma rara e tua fera, teu demônio de fogo, de paixão a lhe dominar,
É o mais anomalo dos horizontes, um humano impossível, será?? Não se pode ter uma multidão deles, porque apenas um sol, que pode iluminar de cada vez, mas será mesmo??
O humano se penteia rente ao espelho, o gênio se enxerga e diz ”eu sei!! Eu se de mim!! E como sei!! Sei tanto que já não sei mais se eu sou este compacto ou se sou um contínuo pacto com Deus e sua natureza, um fenômeno, como toda vida e sua certeza de ser!!”
A intuição do salto ou do rugido, a mesma que o faz reproduzir sua destreza, inata, tão sua que nem sente o trabalho de senti-la, apenas vive, e é assim porque se ama tanto, precisa mostrar-se ao mundo, mesmo que seja apenas ao teu mundo, esta explosão interna de existir.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

BARRETO Automotive / Desde 1988 / Entregas 24 HORAS

ATENDEMOS TODAS AS SEGURADORAS / LUBRIFICANTES / RODAS / PNEUS / RETÍFICA / CÂMBIO AUTOMÁTICO / TAPEÇARIA / PELÍCULA / POLIMENTO E CRISTALIZAÇÃO / LAVAGENS / HIGIENIZAÇÃO / REFORMAS / FUNILARIA / OFICINA / GUINCHO / CHAVEIRO / BLINDADORA / IMPORTADORA / EXPORTADORA

Castro456's Blog

O medo do nada

Delusions of Adequacy

And You Thought You Might Have Had Delusions of Grandeur

PARTO DE IDÉIAS

"Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância." Sócrates.

Pensar Novo

"Saber que você precisa mudar não é suficiente. Você precisa ter a coragem de fazer esta mudança." Robert Kyosaki

Mind Hacks

Neuroscience and psychology news and views.

Inside Perspectives

of Asperger Syndrome and the Neurodiversity Spectrum

Agoraphobia Subliminal Hypnosis

Come out of the woods, the dark, come into the light. As a recovered agoraphobic, I've designed these audios over many years in order to help you. Charles K. Bunch, Ph.D.

Antimidia Blog

Textos sem sentido, para leituras sem atenção, direcionados às pessoas sem nada para fazer.

REBLOGADOR

compartilhamento, humanismo, expressividade, realismo, resistência...