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Corrigindo algumas de minhas frases mais comuns: ” o esquerdismo não está totalmente errado”

” o esquerdismo não está totalmente errado porque defende os direitos das mulheres, dos homossexuais, das minorias étnicas e raciais, da essência em relação à aparência, dos mais humildes….”

Mas será que defende mesmo**

Vamos ser sinceros aqui…

O esquerdismo não é filosofia mas política, não foi criado para aumentar a luminosidade da razão, mas para escurecê-la. O termo ”esquerdismo” não tem nada de bom assim como nada daquilo que contenha ”ismos” e que obedeça à regras dualistas de pseudo-complementaridade entre todos os seus axiomas artificiais visando outras finalidades. Em um mundo honesto os fins nunca justificam os meios. A continuidade de ações (positivas, por favor) deve obedecer à regras coerentes que perdurarão durante todo o processo construtivo. É um jogo aberto, limpo e não sujo.

O esquerdismo não foi criado para acabar com a pobreza ou com injustiças (reais) de tratamento de todas as estirpes tal como o ”racismo” ou a ”homofobia”.

A palavra racismo para combater o ódio racial

ou

para calar a dissidência contra o genocídio sofisticado de povos de raça branca.

A palavra homofobia para combater o preconceito contra as minorias sexuais

ou

também para desestruturar a família ”tradicional” e novamente promover a internalização de uma neo-palavra que isenta certos ”grupos” de qualquer tipo de crítica enquanto que os mesmos são jogados ao deus dará, alimentando as suas fraquezas e se expondo a toda a sorte de doenças sexualmente transmissíveis. Quem ama, cuida.

Multiculturalismo, novamente para acabar com preconceitos culturais (neste sentido eu devo ser o mais preconceituoso de todos visto que detesto todas as culturas humanas) e para acabar com o ”racismo”

ou

para promover a miscigenação racial, imigração em massa (especialmente para os países de maioria branca) e ideologia globalista ou internacionalista (a anti-matéria da ”tradição”)    …. enquanto que tem um ”país” que clama do alto de um Everest de hipocrisia a sua ”singularidade etno-cultural” como justificativa para não acolher meio (terceiro) mundo em seu território de não mais que 20 mil quilômetros quadrados.

Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Mais velho que Matusalém.

Secularismo e ateísmo para a popularização do pensamento científico que via de regra precisa(ria) rejeitar qualquer forma de pensamento mágico para se focar na observação literalizada da fenomenologia do ser e do existir (matéria inanimada ou organismo e todas as suas respectivas possibilidades de entendimento e manipulação)

ou

para substituir a ”religião” cristã e relativizar a moralidade, tal como o diabo gosta. 😉

Tudo lindo, tirando o feio!!

Os mais vigorosos defensores de todos estas diretrizes ideacionais e ativas parecem fazer o exato oposto

”Façam aquilo que nós lhes dissemos, mas não façam aquilo que fazemos” (número 2)

Aí alguém mais esperto irá lhe mostrar os dados de miscigenação extra-grupo, homossexualidade, adoções interraciais e taxas de fecundidade desta ”população” de onde desovam a maioria dos ”ativistas sociais” mais influentes.

Uma contra-argumentação muito esperta porém desonesta, visto que ao se enfatizar apenas a parte secular desta oligarquia coletivista milenar (oops) e cruzando os dedos para que o oponente seja mais um ”mediano” com preguiça intelectual e analítica, se estará desviando do núcleo demográfico dos mesmos que permanece muito fértil e primitivamente tradicional. A mentalidade prática de um ser cerebral: o que mais importa é a sobrevivência do grupo. Portanto não importa muito se os seculares que são mais inteligentes não estão tendo filhos ou debandando em massa para a mistura racial, o que importa é que o núcleo de onde todos eles vieram continue fértil e coeso.

O esquerdismo é uma arma psicológica que foi criada com o intuito de provocar a rendição das populações de raça branca ao redor do mundo, sem que fosse necessário o uso da força, ainda que medidas sutilmente vigorosas já tivessem sido tomadas como a supressão da pluralidade objetiva e contextualmente crítica de ideias, pensamentos, propostas e ações (isto é, que se consiste exatamente na crítica ao contexto atual, coisa que a maioria dos ”brancos nacionalistas” estão a fazer, ainda que sem substância e numa letargia de dar pena). É uma mistura de ”convencimento”, força por meios jurídicos, mídia ”e” alimentação de ideias estúpidas.

Portanto, ao nos debruçarmos em cima da maioria dos pressupostos que são levantados pelos esquerdolas sobre comportamento, raças humanas ou moralidade, nós estaremos apenas caindo em seus truques baratos porém espertos de nos fazer perder tempo discutindo sobre as suas ideias torpes, confusas e equivocadas (em sua maioria) enquanto que o mundo lá fora está a se/ser  esfacelar/esfacelado.

Eu sou contra pseudo-religiões, sou contra culturas que nada mais são do que irmãs bivitelinas, comportamentalmente parecidas das ”religiões”, sou contra tratamentos realmente injustos porque sempre primo pela precisão harmônica (sabedoria como técnica de interação interpessoal), sou a favor de um certo nível de pluralidade humana isto é, de alguma diversidade de tipos humanos.

Mas sou totalmente contra este tipo sinistro de desonestidade E que ao invés de reduzir ao máximo possível os conflitos evitáveis humanos e suas reverberações extra-espécie, apenas os aumenta de maneira vertiginosa.

O esquerdismo é um grande blefe que se pinta como o epítome da moralidade humana mas foi criado para que outras zelites pudessem se apoderar do poder de maneira total, destronando as já existentes ou se aliando a elas, se boa parte daqueles que detém o poder não são os seres mais virtuosos que a humanidade já produziu.

Não é a sabedoria racionalizada visando obviamente a harmonia mas um meio de se conquistar e manter o poder.

Seria de bom tom e inteligente que deixássemos de levar tão a sério os ”argumentos” dos esquerdolas em relação à maioria dos assuntos que se intrometem e manipulam. Talvez, mais como um estudo antropológico de suas intenções e maneiras de racionalizar do que como um embate real sobre fatos palatáveis.

O esquerdismo se apropriou da moralidade universal ou de seus desdobramentos analíticos, não é a sua base filosófica visto que a utiliza para outras finalidades.

Fica a dica filhote! 😉

O paradoxo do ateu ”modinha”…. e a histeria anti-sábia dos estúpidos…

O ‘paradoxo” do ateu ”modinha”…

Se sabe tanto sobre evolução então por que continua a acreditar apenas no papel da cultura como transformadora do comportamento humano ”ou” ”um que de Lamarck” ??

Os ateus, isto é, uma boa parte deles, são alguns dos maiores crentes no papel fundamental, tanto da educação quanto da cultura, como promotoras do desenvolvimento cognitivo e do comportamento humano. Há uma parcial verdade aí, mas ao se desprezar o papel da biologia comportamental e cognitiva e sua interação com o meio (cultura e educação), se estará principiando por pressupostos essencialmente equivocados, se tudo aquilo que é incompleto e é dado como completo, assim o será.

A contradição ”ou” paradoxo mais engraçado daqueles que também são fervorosos defensores das teorias darwinianas, é a de que as utilizam principalmente como argumentos contra o criacionismo mas que não as entendam em seu todo, porque foram e são conquistados  justamente por resquícios sofisticados do antropocentrismo, que são a essencia de qualquer ”religião”.

A Terra não é o centro do universo, nós também não somos o centro da Terra e de sua biodiversidade. Mas, de acordo com o behaviourismo e seus ”uber-especialistas”, o ser humano é tão magicamente superior aos outros animais, que as regras (quase) universais de predomínio (essencial e óbvio) genético ou biológico no comportamento e na capacidade cognitiva, não são, supostamente, aplicáveis a ele.

Deus não existe, porque, segundo o resquício de pensamento mágico que predomina em muitas mentes ateias, nós é quem somos os deuses!!

Só que não, continuamos sendo animais tal como os outros e como papai Darwin disse, reagimos de maneira muito similar aos eventos, isto é, de maneira que NÂO DA para desprezar o papel de nossas predisposições genéticas nas interações de curto a longo prazo com o meio. Seria metaforicamente falando, como imaginar um jogo de futebol, com apenas um time.

O ponto chave que nos faz diferentes, estranhamente diferentes das outras espécies, é justamente nossos instintos atrasados ou maiores autoconsciencias (claro, que com sua variação devidamente exaltada). Neste meio caminho, entre o pensar e o reagir, construíremos ao longo de nossas vidas, um arcabolso de vivencias únicas, que serão enriquecidas por símbolos, abstrações e o seu uso constante tal como na matemática ou mesmo, no vocabulário, o uso de palavras, nossas reflexões. Todo este mundo complexo que se abre entre o pensar e o reagir para os humanos, nos demais animais, tende a se dar de maneira predominantemente instantânea, isto é, o pensar/agir ou agir instintivamente, nos fará mais suscetíveis a uma panaceia de possíveis destinos ou maior probabilidade de caminhos a serem tomados, e que serão sofisticados quanto a sua complexidade, em nossos ambientes antropomorfizados. Mas a essencial relação entre o homem e o seu meio, isto é, sua biologia e não apenas a comportamental e o seu ambiente de interação e vivência, permanecerá simples de se entender, basicamente, ”’genes em interação com o meio”’. Nós que somos os nossos genes. Portanto, quando estivermos falando de genética, nós estaremos falando de nós mesmos, não apenas em relação aos órgãos dos quais temos pouca familiaridade consciente e constante, tal como o coração ou os rins, desprezando aqueles que são constantemente afetados por crises de ”piriri”, mas especialmente de nossos cérebros e de seu produto único, que é o mais relevante para nós, ou seja, as nossas mentes.

Voltando a pauta principal desta parte do texto, os ateus ‘modinhas’ renegam o criacionismo em prol do darwinismo, mas quando debatem sobre o comportamento humano, se utilizam do lamarckismo, leia-se, educação e cultura, como únicos e fundamentais influências em relação ao mesmo, o que claramente se consiste em uma incompletude conceitual ou má interpretação das teorias darwinianas.

Falar sobre influencia genética no comportamento humano, assim como também de hereditariedade de caracteres via seleção  (o básico-do-básico da teoria da seleção natural) remete em suas cabeças pedantes a

  • eugenia
  • nazismo
  • preconceito
  • racismo

isto é, eles apregoam uma carga fundamentalmente ideológica sobre a teoria que mais se utilizam para refutar os argumentos tolos dos criacionistas, enquanto que, convenientemente, renegam a parte ”politicamente incorreta” das ideias de Darwin, especificamente quando estas são aplicáveis aos seres humanos.

Alguns adjetivos para este tipo de abordagem argumentativa e pessoal-ideológica:

Estúpido, conveniente ou tendencioso, irracional, desonesto.

Aceitar que existam diferenças cognitivas entre as populações humanas (em média), por exemplo, não significa que se estará defendendo a volta do nazismo ou o preconceito contra essas populações (ainda que muitos daqueles que apresentam facilidade para internalizá-las, defendam causas ou ações parecidas). Neste caso, o preconceito negativo direcionado à pessoas perigosas, de qualquer grupo humano, se consiste apenas no básico da sobrevivência, mitigando ou evitando futuros perigos em relação às mesmas via interações altamente desarmônicas. Novamente, todas as palavras abstratas e mesmo as literais, dependendo do contexto, são amorais em sua raiz conceitual. Mesmo o preconceito negativo, depende do contexto. Quando falamos de abstrações, estaremos falando irrevogavelmente de contextos para que se evite a injustiça de análise, conclusão ou tratamento.

A grande proporção de ateus, ou, ao que parece, que estão fortemente inclinados para favorecer boa parte dos pressupostos behaviouristas que nada mais são do que o lamarckismo sofisticado, nos mostra que muitos fãs de Charles Darwin são de analfabetos funcionais, e pasmem, especialmente em relação às suas teorias, ao determinarem, via influencias midiáticas e culturais, que o ser humano é tão divino que não pode ser equiparado aos outros animais, especificamente em relação aos fenômenos que, em linguagem moderna, resultarão em uma ”inevitável” discussão sobre nazismo, eugenia, preconceito e racismo.

Sim, ”somos tod(l)os iguais”, ”racismo é doença”, ”preconceito é burrice”, deixem os imigrantes virem para aquele país, dê-lhes educação e por esforço repetitivo, se tornarão inteligentes, cultos e empáticos e ainda por cima passarão estas virtudes recém-adquiridas para os seus futuros filhinhos. Que lindo!! Que ideota!!

Os ateus modinhas e/ou os ateus médios, deveriam ou poderiam utilizar seus (supostos) conhecimentos e empatia/ reciprocidade em relação às ideias darwinianas e tomarem a realidade de seus cotidianos a seu favor. Qualquer pseudo-religião sabe instintamente que o que importa é

  • população
  • genética

Pseudo-religiões atraem indivíduos suscetíveis de serem convencidos por seus discursos metafisicamente humanistas e culturalmente tendenciosos (a moralidade subjetiva). Estes indivíduos se casam entre si e produzem um cluster genético e quanto mais tempo ou maior a pressão seletiva (mais aglomeração geográfica), mais perfeita será a sincronia entre as suscetibilidades comportamentais das pessoas e a sua cultura, com cada vez menor debandada de ”fiéis”.

Se o ateu quer transformar todo mundo em ateu, então deveria começar por ele mesmo, se casando com uma moça ateia e tendo muitos filhos com ela, chamando os seus amigos ateus, criando uma cultura, isto é, uma superestrutura que combina ideologia com cooperação grupal mútua (em outras palavras, vantagens para ”fazer valer apena”), basicamente o que todas as pseudo-religiões tem feito desde a muito tempo.

O problema maior seria se de fato alguns deles tomassem esta iniciativa e no entanto, espalhassem suas visões distorcidas e perigosas da realidade. Teríamos uma massa de zumbis mentalmente sofisticados repetindo os seus mantras de certezas absolutas, acusando os outros que destoassem de seus pressupostos de pseudo-cientistas, irracionais… em outras palavras, teríamos o totalitarismo do ateu ”modinha” e ou do ateu médio no mundo, que ao invés de usar o diálogo e o didatismo, se utilizariam de métodos mais obtusos para calar a boca da dissidência, sem qualquer tentativa de harmonização entre os grupos envolvidos.

Estúpidos complicam aquilo que deveria ser simples de ser entendido!! 

Este blogue, assim como muitos outros, se baseia no esclarecimento de algumas obviedades simples, e outras, nem tanto, porém que são entendíveis, a partir de uma perspectiva racionalmente otimista.

  • Matar o seu vizinho porque estava com vontade não é uma coisa legal.
  • Ser empaticamente nepotista com os seus filhos e desprezar um virtuoso que não é o seu parente, não é legal.
  • Chame do que quiser, os seres humanos são logicamente falando, diversos e isto que indicar que no mínimo exista alguma diversidade biológica entre eles. Espécies de pássaros que vivem em ilhas vizinhas porém distintas, tendem a desenvolver diferentes pressões seletivas e fenótipos. Muitos destes eventos tendem a acontecer a longo prazo, isto quer indicar que nós não veremos boa parte deles durante nossos períodos de vida. Mas isso não significa que não aconteçam.
  • Não somos todos iguais, ok??
  • O fato da inteligencia ser diversa, contextual e complexa, não quer indicar que não seja hereditária e baseada em predisposições ou potencial.
  • educação é acreditar que por esforço repetitivo, todos ou ao menos ” a maioria” poderá se tornar ”mais inteligente”. Ainda que exista ou sobreviva alguma verdade nisso, não quer dizer que ”basta a educação” para que possamos ver uma melhoria significativa da sociedade. Educação comportamental para dificilmente educáveis é uma perda de tempo, a não ser que você os entenda, isto é, sua psicologia média, e passe a aplicar o segundo tipo de educação que eu demonstrei neste texto. A Coreia do Sul, o exemplo mais comumente usado pelos ”especialistas” em educação, não conseguiu se tornar a nação que é hoje em dia, apenas por causa da ”educação” que foi empregada, mas especialmente porque seu povo já apresentava potencial a nível coletivo para produzir e sustentar uma nação de primeiro mundo. Se o básico da educação comportamental (superficial e portanto, igualmente superficial em empatia, mas é melhor que nada) como não jogar lixo na rua, não abordar mulheres na rua como se estivesse no cio, etc, não são facilmente internalizadas ou mesmo, dificilmente internalizados pela ‘população’ (em média), então vamos nos questionar o quão difícil será para que possam passar do básico no ”entendimento por padrões lógicos de comportamento e raciocínio”, para o mais complexo, como fazer contas, entender o significado das palavras, ser empático no ambiente de trabalho, ser tolerante com gratificações de longo prazo, ser organizado e ciente do dever civil de zelar pelo respeito ao bem comum, como não roubar, não matar, não brigar por motivações fúteis….. Estão percebendo que ”o buraco é muito mais embaixo” do que estão pensando.

O estúpido incapaz de auto-correção intelectual, apresenta grande dificuldade para entender, aceitar ou internalizar o básico, não apenas do conhecimento humano, mas principalmente em relação ao reconhecimento de padrões (especialmente em relação aquilo que é mais importante, mais visceral para o bem estar individual, coletivo e de todos as formas de vida deste planeta). O mesmo é anterior a transformação de percepções em certezas úteis e deveria ser fácil para a maioria de nós, aceitá-las e ou entende-las. Só que ‘por incrível que possa parecer”, o ser humano médio parece ser muito prodigioso em sua habilidade de ser medíocre (ainda que um cabeçudo medíocre e especial) ao confundir o simples com o complexo, novamente a minha metáfora quanto ao estrabismo natural de ”nossa” espécie. Ao ”confundirmos” o básico, o simples, caminharemos também para transformar a complexidade do pensamento em um show de horrores bizarro, isto é, expandir o errado, transformando-o em um monstro cada vez mais gordo e forte. A ideologia do igualitarismo, que é superficial, tendenciosa e que foi criada por razões obscuras, que não são conhecidas pelo ”grande público”, é um exemplo significativo desta realidade. Se a ideia-mãe está errada então é muito provável que a continuidade desta ideia também se fará igualmente equivocada, ainda que se possa melhorá-la ou mesmo adaptá-la corretamente, especialmente quando temos gênios com grande capacidade de manipulação semântica e simbólica.

A tempestade no copo d’água, a famosa expressão que deseja indicar excessos emocionais em relação a ‘trivialidades cotidianas’, dependerá do contexto, moral ou situacional adequado, porque o que é considerado como reação exagerada por alguns, poderá ser considerado como um atitude normal por outros. No entanto, é evidente que algumas ideias (que não são apenas ideias) estarão muito mais corretas do que outras. Você sabe o porquê de ir ao banheiro. Sabe que para construir uma casa, você precisa de cimento e argamassa.

Questões ”apessoais” são menos ”polêmicas”. 😉

Autismo, possíveis causas para a suposta (possível) epidemia da condição mediante uma perspectiva amish

A população de amish,  que são os descendentes de alemães e suíços que professam uma religião ultra-conservadora, isolacionista e que vivem em regiões rurais, afastados dos grandes centros ”ingleses”, isto é, americanos, parece ter uma baixa proporção de pessoas autistas. (e tipos de esquizofrenicos bipolares hein****).

Acredita-se que fatores ambientais, isto é, toxicinas soltas pela poluição do ar nos grandes centros urbanos, por exemplo, possam ter um papel fundamental para a suposta epidemia de autismo em diversos países do mundo. Este fator pode ter sido causal para alguns casos, mas isso não significa que será para todos os outros. Eu tenho o palpite de que fatores epigenéticos negativos, isto é, que são resultado de exposição de toxinas e que não são diretamente genéticos (como uma família sem histórico de pessoas dentro do espectro) possam contribuir para a maior parte dos casos de autismo com algum tipo de retardamento mental mais severo.

Os amish apresentam características de personalidade e inteligencia discrepantes em relação aos ”moderninhos ingleses”, isto é, os americanos de origem britanica. A famosa personalidade autoritária de Adorno, parece fazer muito sentido aqui.

Todo amish que vive dentro destas comunidades isoladas precisam respeitar cada idiossincrasia de sua cultura dogmática (bíblia literalizada) dominante. Caso contrário, a porta da rua será a serventia da casa. Como resultado, a imensa maioria daqueles que permanecem, tendem a compartilhar grande semelhanças em comportamento (tempo) e personalidade (clima). E é provável que seus perfis cognitivos também sejam muito mais homogeneos do que nos grandes centros ”ingleses” (se a minha ideia de que os perfis cognitivos influenciem consideravelmente as nossas personalidades, a extensão dinamica e interativa da inteligencia).

A relação entre autismo e ateísmo é significativa, porque segundo alguns estudos (e mesmo, algumas percepções que podemos por conta própria, desde que estejamos dotados de bons instrumentos de avaliação) ateus e autistas tenderiam a compartilhar diversas semelhanças cognitivo-comportamentais como a tendencia para o pensamento sistemático e racional. E a ‘cultura neurológica’ nada mais é do que uma reverberação daquilo que está acontecendo por dentro, tal como o núcleo da Terra está para a sua superfície.

Se a personalidade é hereditária (tudo aquilo que temos é ao menos em parte hereditário ou de procedencia genética), então presume-se que tanto a personalidade autoritária religiosa que se relaciona com o fenótipo bio-cultural amish quanto a personalidade ateísta (nesta dimensão ou perspectiva de sistema de crenças), também serão hereditárias. E quanto mais comum e isolada for a paisagem genética, mais homogeneo e fixo (dominante) serão estes traços. Vide os olhos azuis na Escandinávia, em comparação a um país como o Brasil.

Portanto, se voce pegar um grupo de ateus, de preferencia, de cientistas ateus de ambos os sexos, obviamente, e deixá-los procriarem entre si, em um local rural isolado, eu não duvidaria que dentro de 100 anos (ou menos) nós teríamos uma população predominantemente ateia e com uma elevada proporção de pessoas dentro do espectro autista de personalidade (isso sem falar em uma maior inteligencia).

Portanto, a hereditariedade da personalidade parece ter um papel muito importante para a presença das chamadas ”personalidades extremas”, como o autismo. A menor porcentagem de autistas entre os amish pode ser explicado pelo fato de que os mesmos tem selecionado pessoas que são o oposto do autista médio. Em outras palavras, o amish médio que é fortemente religioso, se difere consideravelmente do autista médio, que é fortemente predisposto para ser ateu, por causa de seu perfil cognitivo-comportamental (cultura neurológica) hiper-racional e sistemático.

Séculos de isolamento e de decantação (expulsão dos dissidentes) produziram uma população diametralmente oposta aquela em que os homens da ciencia estão mais predispostos para pertencer, especialmente mediante uma perspectiva religiosa ou de sistema de crenças.

Mediante a perspectiva, honestidade-”esperteza”, os asquenazes judeus parecem que tem selecionado o perfil cognitivo-comportamental diametralmente oposta a dos autistas, que tendem a serem honestos e sinceros.

E o padrão endogamico de acasalamento tende a reduzir a plasticidade comportamental por causa da maior homogeneidade bio-cognitiva, especialmente se houver uma grande enfatização para uniformidade cultural.

O excesso de diagnósticos seria umas das prováveis causas para a suposta epidemia de autismo, mas deve-se ter em mente que na fronteira entre o espectro da condição sindromica, a subjetividade de critérios será substancial. Portanto, o ”diagnóstico”, especialmente nesta parte do espectro (autismo atípico ou autismo ”não-especificado”), onde a condição começa a se transformar em introversão melancólica, será relativo.

O aumento da obesidade poderia ser uma causa para o aumento de casos (para  uma parte deles), visto que mulheres obesas tendem a ter mais testosterona circulante do que as mulheres mais magras (e neste estudo, encontraram que pais acima do peso também podem ser um fator). Mais mulheres obesas, que combinado com estilos específicos de personalidades, mais casos de autismo**

O aumento da idade dos pais para ter filhos também tem um importante papel, visto que aumenta as suas cargas mutacionais (especialmente das mães, se a maioria das mulheres são férteis até os 50 anos de idade).

A redução da população, especialmente das camadas mais jovens como resultado das baixas taxas de fecundidade, também pode ter algum papel para o aumento de vários tipos de minorias neuro-comportamentais, visto que se antes, as famílias tinham uma média de 5 filhos, agora elas só estão tendo 2, isso nos EUA, porque em outros países, a redução da fecundidade foi ainda maior. Portanto, ao invés do filho tímido, assexuado ou homossexual, que tinha poucos amigos e praticamente não chegava a consumar casamento em meio a quatro filhos discrepantes e contextualmente adaptados, agora, um casal poderá ter 2 crianças, com o risco relativamente baixo e dependendo de muitas circunstancias, que uma destas crianças possam nascer autistas.

Portanto, as causas são variáveis e com pouca hierarquia de importancia.

Crianças do meio rural podem ter baixa incidencia de autismo, mas também podem ser menos inteligentes que as crianças dos grandes centros urbanos. Os amish, que não se vacinam e vivem em ambientes com baixa a nula exposição de toxinas, podem ter muito baixa incidencia de autismo, mas isso não significa que estejam ”livres” de outras condições como o transtorno bipolar, isso sem levar em conta, que enquanto que um autista pode ser muito inteligente, intelectualmente curioso a aberto para diferentes opiniões e perspectivas, o amish médio tenderá a ser extremamente intolerante em relação aos ”outliers” de sua comunidade, ainda que esta intolerancia não chegue a se transformar em violencia aberta, na maior parte das vezes. Eh por isso que tendem a viver isolados, até mesmo para evitar que este tipo de conflito aconteça.

Uma alimentação industrializada também pode estar tendo algum efeito no aumento de casos, se voce é o que come. A possível diminuição de casos de esquizofrenia e o aumento dos casos de autismo, ocasionado por mudanças na alimentação, que agora é variada e excessiva e que antes era escassa, também pode estar tendo um papel. Eh complexo estabelecer, por exemplo, quais seriam as causas para o aumento da inteligencia, porque ainda que seja fundamental, o processo seletivo precisa estar sob o controle de muitas variáveis. E o mesmo pode ser aplicado ao autismo.

E por fim, a não-existencia oficial do autismo antes desde os anos 40 e especialmente desde as últimas décadas, nos mostra o porque do aumento de casos desta condição. E combinado com uma sociedade dominada pela televisão, pelo brilho da fama (todo mundo tem direito a 15 minutos de fama) e portanto por uma cultura extrovertida, o extremo oposto da extroversão, onde a maioria dos autistas pertencerão, tenderá a patologizar aqueles que estão muito discrepantes da cena cultural coletiva.

Atualização

Interessante pensar que as toxinas lançadas pela poluição nos grandes centros, possam funcionar como gatilho ambiental que emula condições climáticas onde, segundo Lombroso, seriam ideais para o aparecimento de genios, tal como áreas montanhosas (mas não muito montanhosas), com a redução artificial da circulação de oxigenio que é uma realidade natural para zonas mais montanhosas. E claro, combinado com vulnerabilidades inatas.

Como detectar um seguidor de cultura dogmática (pseudo-religião)

Se tu fazes muita força para convencer os outros e a si mesmo de que tuas crenças são a representação literal e fidedigna da realidade, então, goste ou não, tu serás um dogmático cultural, visto que para entender e explicar o mundo real, basta-lhe o indicador, que apontará para aquilo que nossos olhos podem ver, tocar, contar e sentir…

Quanto a verdade indireta ou abstrata, basta-lhe mostrar que quase todos os eventos, se sucedem mediante uma base coerente e tal como uma ópera sequencialmente lógica, tal como o desenrolar de pergaminhos descritivos quanto a atividades temporalmente longínquas de impérios que hoje estão a ser fotografados por máquinas japonesas, existe uma certa segurança de previsibilidade.

A enfase fanática de muitos ateístas para provar sua descrença, estás a funcionar como um tiro que sai pela culatra. Tão sensíveis para provarem suas crenças, terminam caindo no mesmo fosso a qual todos os outros tipos compartilham morada.

E entender a realidade não é negar a Deus, muito pelo contrário, pois isto é justamente o início da real e sincera busca por ”ele” …

O mundo da ”degeneração” é o mundo da criança e do gênio, a curiosidade

Lombroso deixou uma dúvida no ar, em relação ao seu trabalho ”O Homem de Gênio”, ao afirmar que uma grande quantidade de gênios historicamente reconhecidos que investigou, foram de ”matoides”.

Desde que eu li o livro ”O homem de gênio”, de Cesare Lombroso, disponibilizado online em inglês, fiquei impressionado com todas as características fisiológicas, comportamentais e psicológicas dos gênios. Primeiro, eu fiquei impressionado com a grande quantidade de características semelhantes entre gênios e autistas. Segundo, fiquei impressionado com a semelhança entre as minhas próprias características gerais e as dos grandes gênios ocidentais historicamente reconhecidos, que Lombroso estudou, por meio de relatos biográficos e autobiográficos. Terceiro, eu comecei a observar que praticamente todos os modernos movimentos coletivos desenvolvidos pela esquerda política se assemelhavam consideravelmente com as tendências comportamentais dos gênios.

Feminismo

Parece evidente que as mulheres mais inteligentes costumam ser mais masculinizadas do que as demais. Provavelmente por causa da maior exposição ao testosterona durante o período uterino ou mesmo, porque apresentam maior carga de testosterona, as mulheres mais inteligentes não costumam estar entre as mais bonitas, em média, é claro. (Ainda que a iraniana acima seja muito bela). Se a beleza é o principal trunfo feminino, então aquelas que não são dotadas de grande beleza estarão em desvantagem na competição pelos melhores homens.

Além deste fator, as mulheres mais masculinizadas tendem a apresentar características comportamentais masculinas como a competição e o inconformismo social.

No entanto o nível de masculinidade das mais inteligentes pode não ser tão intenso assim quanto das lésbicas masculinas por exemplo.

O movimento feminista é um movimento cultural das mulheres mais inteligentes contra o domínio masculino nas sociedades humanas, que de fato, tem sido constante, especialmente na sociedade ocidental, onde o maior dimorfismo sexual, criou um modelo perfeito de homem viril e provedor, e da mulher obediente e recatada, que tem aulas de costura. Até a década de 50, grande parte da sociedade ocidental estava estabelecida desta maneira.

De fato, é injusto para a mulher ser considerada como o ”sexo frágil” e ser tratada de maneira inferior a partir desta constatação unilateral. Como SEMPRE, desde que o primeiro bípede cabeçudo começou a desfilar pelas selvas, PONDERAÇÃO e DIÁLOGO, nunca foram o forte para 90% da humanidade, no mínimo.

Os homens mais inteligentes também (parece) apresentam tendências para a cooperação com o sexo oposto ao invés da dominação. E aí, nós adentramos a uma nova faceta dos muitos inteligentes, desta vez na ala masculina, pois se as mulheres mais inteligentes são mais masculinizadas então por esta lógica, iremos encontrar que os homens mais inteligentes tenderão a ser mais afeminados.

Homossexualidade

O moderno movimento político e cultural da normatização da homossexualidade (mas pelo que parece, as elites ocidentais estão tentando mudar integralmente a paisagem sexual normativa e não apenas, normatizar comportamentos sexuais recreativos) é mais um ponto de semelhança para com o comportamento dos gênios humanos, muitos deles. A incidência de comportamentos sexualmente desviantes da norma heterossexual, abundam entre os excepcionalmente inteligentes, tal como a assexualidade e a homossexualidade. As baixas taxas de matrimônio,a falta de relatos históricos sobre envolvimentos sexuais ”normais” bem como de fecundidade entre mentes excepcionais nos mostram que esta população tende a rejeitar os valores tradicionais de gênero e as causas são predominantemente biológicas.

Se a genialidade é um extremo desviante da inteligência e criatividade humanas e portanto, se constitui em proto-patologia, porque está fortemente não adaptada, então pode ser possível que esta disfunção seja notada, especialmente por mulheres, que são experts em farejar homens com desequilíbrios mente-corpo, como muito provavelmente, a maioria dos gênios são.

Homens tendem a ter fecundidade mais baixa que as mulheres. Homens esquizofrênicos e autistas tendem a apresentar taxas de fecundidade muito baixas. A genialidade é uma combinação de extrema inteligência, que implica em um cérebro grande e poderoso, com extrema criatividade, que implica em elasticidade neurológica e graus de doença mental (personalidades extremas e patologias neurológicas crescentemente danosas). É a combinação dualista, taoísta, entre saúde e doença mental ou variações dela.

De uma maneira ou de outra, comportamentos sexuais recreativos destoam dos comportamentos sexuais amplamente incentivados por religiões monoteístas.

A criatividade da experimentação, explica a flexibilidade sexual que é uma reverberação da própria flexibilidade mental.

As pessoas mais criativas tendem a ser mais andróginas, não apenas por razões biológicas, como lateralização anômala, mas também porque o pensamento criativo exige flexibilidade cultural e comportamental e rejeição categórica das normas ou de boa parte das normas tradicionais de comportamento.

Ambientalismo e Direitos dos ‘Animais’

Não é estúpido pensar que um mundo menos poluído será um mundo melhor para vivermos. Deve ser por isso que aqueles que se preocupam mais com estas questões tenham uma tendência para serem mais inteligentes que a média.

Estender nossa empatia para com os animais também é um belo gesto que denota evolução mental, a partir do momento em que entendemos que nos diferimos das outras espécies apenas por graus de diferença e não por grandeza. Não somos radicalmente assim tão distintos dos animais como imaginávamos e mesmo que fôssemos, isso não é motivo para tratamento cruel.

Eu tenho a impressão que os vegans tendem a ser mais inteligentes que a média. Os vegetarianos também parecem seguir a mesma tendência.

Lombroso comentou sobre ”excessiva” empatia dos gênios em relação aos animais.

Existem três explicações centrais sobre esta predisposição dos mais inteligentes,

Primeiro, os mais inteligentes e criativos tendem a desenvolver códigos morais mais objetivos do que as pessoas comuns, que estão biologicamente predispostas para aderir a códigos morais subjetivos, ou seja, de grupos. Não é certo matar animais a partir do momento em que temos cérebros suficientemente desenvolvidos que podem inventar comida sintética ou ao menos, que possa aderir a comer alimentos que não tem carne de animais abatidos. A amoralidade da morte cruel e banal é um dos principais motivos para a adesão dos mais inteligentes a estes movimentos.

Segundo, por alguma razão proto-patológica, os mais inteligentes tendem a ter os seus instintos reprodutivos totalmente ou predominantemente desligados, resultando em uma série de eventos comportamentais tais como a maior autoconsciência, renegando a transcendência coletiva em prol da transcendência individual, a partir disso, a extensão da empatia para não-parentes geneticamente relacionados (isso explicará em partes, o ”anti-racismo”) e maior criatividade e inteligência perceptiva. Como eu mostrei em alguns textos anteriores neste blogue, os cérebros não-filtradores, fazem os seus portadores enxergarem a realidade. Não há uma regulação biológica daquilo que deve ou não ser enfatizado. Portanto, aquele que não filtra aquilo que sente, toca e vê, entende a realidade, porque vive dentro dela ou fora da matrix neurológica que a maioria está biologicamente predisposta.

Anti-racismo

A extensão da empatia (objetiva) a parentes não-relacionados é uma característica comum de mentes excepcionais, assim como também de uma de suas manifestações coletivas proto-patológicas, os autistas (é esperado que para todas as personalidades extremas que não apresentarem comorbidade com personalidade anti-social, tenderão a exibir estes ”exageros”).

Em um mundo hiperracional, o racismo é uma grande estupidez, visto que não existem coletividades abstratas, apenas indivíduos e suas circunstâncias.

Mais uma vez, o desligamento do instinto reprodutivo, pode fazer a empatia correr solta, ao invés de ser predestinada a ser compartilhada entre parentes geneticamente próximos.

Objetividade racional humana é anti-biologia, pura e simplesmente.

Lombroso descobriu que os gênios tendem a se diferenciarem em aparência antropológica em relação aos seus pais e ao arquétipo racial nacional, de suas respectivas nações. Eu já mostrei isso no texto sobre genialidade, mestiçagem e atavismo.

Famílias com grandes diferenças genéticas internas tendem a produzir menos empatia entre os seus parentes do que em famílias com grande similaridade genética.

A maior carga mutacional que produz o gênio pode resultar nestas diferenças entre eles e os seus parentes próximos e desligar seus instintos reprodutivos, visto que a partir do momento em que não veem uma continuidade de si mesmos espelhados em seus pais e irmãos, seja para aparência ou comportamento, não há um compromisso de passar este legado genético para as próximas gerações.

Isso não significa que todo gênio será um ”anti-racista”, até porque sabemos que o anti-racista clássico não parece ser o mais esperto de todos. O mais importante é que os mais inteligentes, que apresentarão capacidade perceptiva aguçada, entenderá a complexidade do paradigma coletividade versus individualidade. Isso explica porque os mais inteligentes tendem a se declararem como anti-racistas mas, na realidade, levarem vidas distantes das regiões cheias de imigrantes não-brancos. Claro que, como eu costumo sempre enfatizar aqui no blogue que, os ”mais inteligentes”, apenas mediante perspectivas específicas. Também sempre enfatizarei que não sou contrário ao uso de testes de qi como parâmetros, mas eu acredito solenemente que NÃO É APENAS ISSO e que mais técnicas de medição de inteligência devem ser agregadas aos famosos testes tradicionais.

A miscigenação racial voluntária, que eu defini como um traço evolutivamente novo, pode resultar em genialidade, dependendo do nível de inteligência do casal, visto que este fenômeno tende a provocar a emergência de características atávicas, das duas raças, que ao contrário do que pensamos, podem ser muito vantajosas, como extrema inteligência. Os mais inteligentes tendem a enfatizar por valores não-reprodutivos ou não-endogâmicos (geneticamente relacionados) quando decidem buscar por parceiros sexuais.

Crianças autistas tendem a fazer amizades com pessoas desconhecidas, enquanto que podem ser difíceis de lidar em relação aos seus próprios pais.

Pacifismo

A maioria dos gênios de primeira grandeza apresentarão por primazia lógica, tendências pacifistas, visto que não há nada mais estúpido do que as guerras humanas. Quem é extremamente perceptivo, nota logo a completa bobagem que os macroconflitos masculinos representam.

Também por razões de saúde e atributos fisiológicos, os mais inteligentes tenderão a rejeitar qualquer tipo de agressão física em larga ou pequena escala. Parece que a correlação entre músculos e cérebros é negativa.

Ateísmo

A maioria dos autistas são ateus, a maioria dos ganhadores de prêmio nobel e de cientistas. Se não são ateus, serão agnósticos, espirituais empiricistas, ou seja, buscando respostas lógicas a questões metafísicas ou religiosos ‘tradicionais’ mas com ”metade do corpo” no darwinismo.

O ateísmo equivale à soma de todas as cores de um arco íris, que resulta no vazio branco.

Neurodiversidade

A genialidade é um conjunto de fenótipos extremos e variados da capacidade cognitiva, intelectual ou criativa da espécie humana.

O gênio é quintessencialmente um neurodiverso e não um neurotípico, por razões muito óbvias em que não há a necessidade para explicação.

A desnormatização da sociedade é muito bom para todos os neurodiversos, visto que com o fim da transcendência coletiva habitual, baseada em diversificação PARA a seleção e redução da diversidade, todos poderão ter o seu lugal ao sol.

Junto com a neurodiversidade, aparece a ideia de igualitarismo que principia pelos mesmos pressupostos baseados em  igualdade de oportunidades. Mas infelizmente, praticamente todos estes nobres movimentos modernos da humanidade caucasiana, parecem ter sido impostos pelas elites psicopáticas visando eliminar justamente a humanidade que está a impor todos eles.

Tal como li sorrateiramente de um judeu, ” a miscigenação racial é a própria evolução do homem branco”. Se a essência racial europeia é a individualidade, então a miscigenação irá aumentar ainda mais a percepção de diferença entre indivíduos. No entanto, em uma sociedade COM psicopatas no poder e com atomização individual, não será uma sociedade funcional.

Degeneração, genialidade e neotenia

As crianças são ”degeneradas” por excelência, visto que são maldosas, inconsequentes, emocionalmente reativas, sexualmente curiosas etc… Elas são ”sub-humanas” porque ainda não chegaram ao estágio de humano completo, que é o adulto.

A ”degeneração” comportamental infantil é o resultado direto do processo de desenvolvimento cerebral, que resultará por sua vez em maior elasticidade. Justamente por isso que as crianças são mais criativas do que os adultos. A maior elasticidade cerebral resultará em maior flexibilidade mental, fazendo com que muitas ideias possam nascer em um curto espaço de tempo.

O famoso ”sub-humano”, uber generalizado por Hitler e co., especialmente o tipo genial e ”desequilibrado”, são justamente onde boa parte dos gênios humanos se encontrarão. Os gênios e os mais inteligentes são versões mais infantilizadas da humanidade, onde a maior elasticidade cerebral produz maior flexibilidade comportamental, ou seja, a ”busca por sensações”, que é uma característica muito comum nos mais inteligentes.

O desligamento do instinto reprodutivo abre espaço para a curiosidade porque se não existe um mundo dividido em virtudes e pecados, bem e mal, então haverá a possibilidade de produzi-los. A maioria da população humana é composta por seguidores enquanto que a minoria mais inteligente e criativa será de construtores da própria realidade, especialmente porque eles são muito mais perspicazes em notar o que é real e objetivo e aquilo que não é.

Neotenia, ateísmo, autismo, religião e a atemporalidade dos traços evolutivos

 

No primeiro texto que escrevi sobre neotenia e religião, eu disse que o ateísmo é uma manifestação da neotenia, o que provavelmente não se consiste na verdade. O ateísmo está intimamente relacionado com autismo, porque ambos derivam das mesmas naturezas biológicas. O autismo segundo alguns é uma forma de atavismo, mas eu sou reticente quanto a estas classificações temporais, atavismo ou neoevolutismo.

De fato, os seres humanos, segundo a minha humilde e presunçosa opinião, apresentam traços evolutivamente novos, ou que são uma novidade evolutiva humana e que portanto devem estar presentes somente entre os humanos ou que são o aumento da complexidade de traços que também estão presentes na natureza. Não crer em uma força superior parece ser uma realidade para a imensa maioria dos animais. A religião foi uma maneira de adaptar a consciência ampliada do ser humano, evitando que abrissem desde os seus primórdios a caixa de pandora. A religião é uma maneira de adaptar o ”eu”, que é conclusivamente maior entre nós do que no restante das outras espécies. A cultura pode e geralmente provoca mudanças no tipo de seleção. Se crer em uma força superior é importante para cooperar com aqueles com as mesmas crenças, é uma forma de dar respostas fáceis e forçar os indivíduos a se concentrarem em suas tarefas, na socialização e na procriação, então esta adaptação foi primordial para a evolução das sociedades humanas. Portanto, a minha primeira conclusão, em relação aos textos da refutação à teoria da savana e aos textos sobre neotenia, é a de que a crença em forças abstratas é um traço ”evolutivamente novo” enquanto que não crer, é um traço anterior aos processos seletivos que produziram as sociedades humanas e em todas elas a religião foi importante.

 

Atemporalidade dos traços evolutivos

A ideia de que um traço é velho, arcaico ou atávico e que outro traço é novo não parece se sustentar, visto que a evolução humana e a evolução no geral, por seleção, se caracteriza tanto pela atemporalidade quanto pela contextualidade. Portanto é subjetivo dizer que um traço é novo ou antigo e na verdade, termina por ser desinteressante pensar ou centralizar o pensamento neste lado do assunto.

O que é novo hoje, com certeza deixará de ser amanhã. O autismo e por conseguinte o ateísmo, podem ser interpretados tanto como traços atávicos quanto como traços novos, depende de qual perspectiva que você for dar prioridade.

A religião é uma invenção cultural humana e os traços que foram selecionados por ela foram benéficos durante uma importante parte da história humana, mas hoje em dia, estão se tornando mal adaptativos, até porque a crença religiosa está intimamente relacionada com baixa inteligência. Como a inteligência não é somente qi, até mesmo entre as populações religiosas mais inteligentes, parece que a religião seleciona traços contrários para a construção total da personalidade das pessoas inteligentes, principalmente em relação à curiosidade. Pessoas que acreditam em Deus, não são curiosas. O que também costuma acontecer é que a cultura religiosa seleciona contra a criatividade.

O que é fato, é que a religião e os fenótipos psicológicos que seleciona, são uma novidade humana e portanto, estão segregadas somente aos seres humanos. Mas, isso não é um indicativo de que a religião é totalmente benéfica, mediante os muitos problemas que ela tem provocado na espécie humana. Apesar disso, o ateísmo também não parece ser melhor do que a crença, visto que ao estarmos destituídos de certezas, mesmo que fabricadas, caminhamos para levar vidas imediatistas, hedonistas e niilistas.

Como TUDO na vida, o melhor caminho será o do meio e neste caso, o agnosticismo e até mesmo algumas ”crenças individualizadas ou espirituais” parecem funcionar melhor do que as crenças oficiais e o ateísmo. No entanto, tudo indica que o ateísmo é um claro sinal de inteligência entre os humanos e portanto, é muito interessante manter os ateus dentro de uma população. O que não faz sentido, é manter os ultra religiosos e infelizmente, eles estão muito bem adaptados e eu diria, milenarmente bem adaptados.

 

Neotenia e ateísmo

 

Um paradoxo, a religião tem um papel fundamental para a domesticação, mas isso é especialmente verdadeiro para o cristianismo, o budismo e o xintoísmo. No entanto, as únicas religiões que pregam mais a competição e portanto coesão de grupo do que domesticação, é o islam e o judaísmo.

Não é de se espantar o porquê da agressividade constante destes dois últimos.

Como demonstrei em outros posts, o ateísmo é um traço presente na neotenia, porque é muito mais comum nas populações socialistas do que nas populações conservadoras e ou religiosas. Eu demonstrei que o socialismo promove uma espécie de psicologia neotênica e que os socialistas tendem a ser mais andróginos e que isto se relaciona com a mistura dos gêneros e especialmente com a estrogenização dos machos, com o intuito de eliminar as estruturas biológicas hierárquicas e de competição.

Portanto, a maioria dos conservadores estão biologicamente construídos para aderir à crença religiosa, que é um traço evolutivamente novo na espécie humana, mas que não se relaciona com maior inteligência. A religião é uma espécie de adaptação de última hora para conter a mente auto-consciente do ser humano.

Os liberais ou socialistas estão neurologicamente construídos para não aderir à crença religiosa, que é um traço atávico da espécie humana. A religião foi uma adaptação cultural, portanto, para justificar a coesão de grupo E a competição e isso não se consiste em neotenia, que é a domesticação. A religião domesticou o ser humano até o ponto em que ele continuasse competitivo e combativo.

 

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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