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O paradoxo do ateu ”modinha”…. e a histeria anti-sábia dos estúpidos…

O ‘paradoxo” do ateu ”modinha”…

Se sabe tanto sobre evolução então por que continua a acreditar apenas no papel da cultura como transformadora do comportamento humano ”ou” ”um que de Lamarck” ??

Os ateus, isto é, uma boa parte deles, são alguns dos maiores crentes no papel fundamental, tanto da educação quanto da cultura, como promotoras do desenvolvimento cognitivo e do comportamento humano. Há uma parcial verdade aí, mas ao se desprezar o papel da biologia comportamental e cognitiva e sua interação com o meio (cultura e educação), se estará principiando por pressupostos essencialmente equivocados, se tudo aquilo que é incompleto e é dado como completo, assim o será.

A contradição ”ou” paradoxo mais engraçado daqueles que também são fervorosos defensores das teorias darwinianas, é a de que as utilizam principalmente como argumentos contra o criacionismo mas que não as entendam em seu todo, porque foram e são conquistados  justamente por resquícios sofisticados do antropocentrismo, que são a essencia de qualquer ”religião”.

A Terra não é o centro do universo, nós também não somos o centro da Terra e de sua biodiversidade. Mas, de acordo com o behaviourismo e seus ”uber-especialistas”, o ser humano é tão magicamente superior aos outros animais, que as regras (quase) universais de predomínio (essencial e óbvio) genético ou biológico no comportamento e na capacidade cognitiva, não são, supostamente, aplicáveis a ele.

Deus não existe, porque, segundo o resquício de pensamento mágico que predomina em muitas mentes ateias, nós é quem somos os deuses!!

Só que não, continuamos sendo animais tal como os outros e como papai Darwin disse, reagimos de maneira muito similar aos eventos, isto é, de maneira que NÂO DA para desprezar o papel de nossas predisposições genéticas nas interações de curto a longo prazo com o meio. Seria metaforicamente falando, como imaginar um jogo de futebol, com apenas um time.

O ponto chave que nos faz diferentes, estranhamente diferentes das outras espécies, é justamente nossos instintos atrasados ou maiores autoconsciencias (claro, que com sua variação devidamente exaltada). Neste meio caminho, entre o pensar e o reagir, construíremos ao longo de nossas vidas, um arcabolso de vivencias únicas, que serão enriquecidas por símbolos, abstrações e o seu uso constante tal como na matemática ou mesmo, no vocabulário, o uso de palavras, nossas reflexões. Todo este mundo complexo que se abre entre o pensar e o reagir para os humanos, nos demais animais, tende a se dar de maneira predominantemente instantânea, isto é, o pensar/agir ou agir instintivamente, nos fará mais suscetíveis a uma panaceia de possíveis destinos ou maior probabilidade de caminhos a serem tomados, e que serão sofisticados quanto a sua complexidade, em nossos ambientes antropomorfizados. Mas a essencial relação entre o homem e o seu meio, isto é, sua biologia e não apenas a comportamental e o seu ambiente de interação e vivência, permanecerá simples de se entender, basicamente, ”’genes em interação com o meio”’. Nós que somos os nossos genes. Portanto, quando estivermos falando de genética, nós estaremos falando de nós mesmos, não apenas em relação aos órgãos dos quais temos pouca familiaridade consciente e constante, tal como o coração ou os rins, desprezando aqueles que são constantemente afetados por crises de ”piriri”, mas especialmente de nossos cérebros e de seu produto único, que é o mais relevante para nós, ou seja, as nossas mentes.

Voltando a pauta principal desta parte do texto, os ateus ‘modinhas’ renegam o criacionismo em prol do darwinismo, mas quando debatem sobre o comportamento humano, se utilizam do lamarckismo, leia-se, educação e cultura, como únicos e fundamentais influências em relação ao mesmo, o que claramente se consiste em uma incompletude conceitual ou má interpretação das teorias darwinianas.

Falar sobre influencia genética no comportamento humano, assim como também de hereditariedade de caracteres via seleção  (o básico-do-básico da teoria da seleção natural) remete em suas cabeças pedantes a

  • eugenia
  • nazismo
  • preconceito
  • racismo

isto é, eles apregoam uma carga fundamentalmente ideológica sobre a teoria que mais se utilizam para refutar os argumentos tolos dos criacionistas, enquanto que, convenientemente, renegam a parte ”politicamente incorreta” das ideias de Darwin, especificamente quando estas são aplicáveis aos seres humanos.

Alguns adjetivos para este tipo de abordagem argumentativa e pessoal-ideológica:

Estúpido, conveniente ou tendencioso, irracional, desonesto.

Aceitar que existam diferenças cognitivas entre as populações humanas (em média), por exemplo, não significa que se estará defendendo a volta do nazismo ou o preconceito contra essas populações (ainda que muitos daqueles que apresentam facilidade para internalizá-las, defendam causas ou ações parecidas). Neste caso, o preconceito negativo direcionado à pessoas perigosas, de qualquer grupo humano, se consiste apenas no básico da sobrevivência, mitigando ou evitando futuros perigos em relação às mesmas via interações altamente desarmônicas. Novamente, todas as palavras abstratas e mesmo as literais, dependendo do contexto, são amorais em sua raiz conceitual. Mesmo o preconceito negativo, depende do contexto. Quando falamos de abstrações, estaremos falando irrevogavelmente de contextos para que se evite a injustiça de análise, conclusão ou tratamento.

A grande proporção de ateus, ou, ao que parece, que estão fortemente inclinados para favorecer boa parte dos pressupostos behaviouristas que nada mais são do que o lamarckismo sofisticado, nos mostra que muitos fãs de Charles Darwin são de analfabetos funcionais, e pasmem, especialmente em relação às suas teorias, ao determinarem, via influencias midiáticas e culturais, que o ser humano é tão divino que não pode ser equiparado aos outros animais, especificamente em relação aos fenômenos que, em linguagem moderna, resultarão em uma ”inevitável” discussão sobre nazismo, eugenia, preconceito e racismo.

Sim, ”somos tod(l)os iguais”, ”racismo é doença”, ”preconceito é burrice”, deixem os imigrantes virem para aquele país, dê-lhes educação e por esforço repetitivo, se tornarão inteligentes, cultos e empáticos e ainda por cima passarão estas virtudes recém-adquiridas para os seus futuros filhinhos. Que lindo!! Que ideota!!

Os ateus modinhas e/ou os ateus médios, deveriam ou poderiam utilizar seus (supostos) conhecimentos e empatia/ reciprocidade em relação às ideias darwinianas e tomarem a realidade de seus cotidianos a seu favor. Qualquer pseudo-religião sabe instintamente que o que importa é

  • população
  • genética

Pseudo-religiões atraem indivíduos suscetíveis de serem convencidos por seus discursos metafisicamente humanistas e culturalmente tendenciosos (a moralidade subjetiva). Estes indivíduos se casam entre si e produzem um cluster genético e quanto mais tempo ou maior a pressão seletiva (mais aglomeração geográfica), mais perfeita será a sincronia entre as suscetibilidades comportamentais das pessoas e a sua cultura, com cada vez menor debandada de ”fiéis”.

Se o ateu quer transformar todo mundo em ateu, então deveria começar por ele mesmo, se casando com uma moça ateia e tendo muitos filhos com ela, chamando os seus amigos ateus, criando uma cultura, isto é, uma superestrutura que combina ideologia com cooperação grupal mútua (em outras palavras, vantagens para ”fazer valer apena”), basicamente o que todas as pseudo-religiões tem feito desde a muito tempo.

O problema maior seria se de fato alguns deles tomassem esta iniciativa e no entanto, espalhassem suas visões distorcidas e perigosas da realidade. Teríamos uma massa de zumbis mentalmente sofisticados repetindo os seus mantras de certezas absolutas, acusando os outros que destoassem de seus pressupostos de pseudo-cientistas, irracionais… em outras palavras, teríamos o totalitarismo do ateu ”modinha” e ou do ateu médio no mundo, que ao invés de usar o diálogo e o didatismo, se utilizariam de métodos mais obtusos para calar a boca da dissidência, sem qualquer tentativa de harmonização entre os grupos envolvidos.

Estúpidos complicam aquilo que deveria ser simples de ser entendido!! 

Este blogue, assim como muitos outros, se baseia no esclarecimento de algumas obviedades simples, e outras, nem tanto, porém que são entendíveis, a partir de uma perspectiva racionalmente otimista.

  • Matar o seu vizinho porque estava com vontade não é uma coisa legal.
  • Ser empaticamente nepotista com os seus filhos e desprezar um virtuoso que não é o seu parente, não é legal.
  • Chame do que quiser, os seres humanos são logicamente falando, diversos e isto que indicar que no mínimo exista alguma diversidade biológica entre eles. Espécies de pássaros que vivem em ilhas vizinhas porém distintas, tendem a desenvolver diferentes pressões seletivas e fenótipos. Muitos destes eventos tendem a acontecer a longo prazo, isto quer indicar que nós não veremos boa parte deles durante nossos períodos de vida. Mas isso não significa que não aconteçam.
  • Não somos todos iguais, ok??
  • O fato da inteligencia ser diversa, contextual e complexa, não quer indicar que não seja hereditária e baseada em predisposições ou potencial.
  • educação é acreditar que por esforço repetitivo, todos ou ao menos ” a maioria” poderá se tornar ”mais inteligente”. Ainda que exista ou sobreviva alguma verdade nisso, não quer dizer que ”basta a educação” para que possamos ver uma melhoria significativa da sociedade. Educação comportamental para dificilmente educáveis é uma perda de tempo, a não ser que você os entenda, isto é, sua psicologia média, e passe a aplicar o segundo tipo de educação que eu demonstrei neste texto. A Coreia do Sul, o exemplo mais comumente usado pelos ”especialistas” em educação, não conseguiu se tornar a nação que é hoje em dia, apenas por causa da ”educação” que foi empregada, mas especialmente porque seu povo já apresentava potencial a nível coletivo para produzir e sustentar uma nação de primeiro mundo. Se o básico da educação comportamental (superficial e portanto, igualmente superficial em empatia, mas é melhor que nada) como não jogar lixo na rua, não abordar mulheres na rua como se estivesse no cio, etc, não são facilmente internalizadas ou mesmo, dificilmente internalizados pela ‘população’ (em média), então vamos nos questionar o quão difícil será para que possam passar do básico no ”entendimento por padrões lógicos de comportamento e raciocínio”, para o mais complexo, como fazer contas, entender o significado das palavras, ser empático no ambiente de trabalho, ser tolerante com gratificações de longo prazo, ser organizado e ciente do dever civil de zelar pelo respeito ao bem comum, como não roubar, não matar, não brigar por motivações fúteis….. Estão percebendo que ”o buraco é muito mais embaixo” do que estão pensando.

O estúpido incapaz de auto-correção intelectual, apresenta grande dificuldade para entender, aceitar ou internalizar o básico, não apenas do conhecimento humano, mas principalmente em relação ao reconhecimento de padrões (especialmente em relação aquilo que é mais importante, mais visceral para o bem estar individual, coletivo e de todos as formas de vida deste planeta). O mesmo é anterior a transformação de percepções em certezas úteis e deveria ser fácil para a maioria de nós, aceitá-las e ou entende-las. Só que ‘por incrível que possa parecer”, o ser humano médio parece ser muito prodigioso em sua habilidade de ser medíocre (ainda que um cabeçudo medíocre e especial) ao confundir o simples com o complexo, novamente a minha metáfora quanto ao estrabismo natural de ”nossa” espécie. Ao ”confundirmos” o básico, o simples, caminharemos também para transformar a complexidade do pensamento em um show de horrores bizarro, isto é, expandir o errado, transformando-o em um monstro cada vez mais gordo e forte. A ideologia do igualitarismo, que é superficial, tendenciosa e que foi criada por razões obscuras, que não são conhecidas pelo ”grande público”, é um exemplo significativo desta realidade. Se a ideia-mãe está errada então é muito provável que a continuidade desta ideia também se fará igualmente equivocada, ainda que se possa melhorá-la ou mesmo adaptá-la corretamente, especialmente quando temos gênios com grande capacidade de manipulação semântica e simbólica.

A tempestade no copo d’água, a famosa expressão que deseja indicar excessos emocionais em relação a ‘trivialidades cotidianas’, dependerá do contexto, moral ou situacional adequado, porque o que é considerado como reação exagerada por alguns, poderá ser considerado como um atitude normal por outros. No entanto, é evidente que algumas ideias (que não são apenas ideias) estarão muito mais corretas do que outras. Você sabe o porquê de ir ao banheiro. Sabe que para construir uma casa, você precisa de cimento e argamassa.

Questões ”apessoais” são menos ”polêmicas”. 😉

o pobre e tolo branco nacionalista

A linguagem deveria nos servir, de maneira que quando a usássemos, pudesse ser eficiente na capacidade de compartilhar ideias, que são prelúdios das ações. No entanto, por causa da tendencia que parece ser muito comum, de se dar um caráter confusamente abstrato as palavras que não representam literalidades organicas ou materiais, a tarefa essencial da linguagem, ve-se bastante reduzida e menos capaz do que idealistas linguistas poderiam ter previsto.

Em um mundo complexo e propositadamente confuso, a verdade encontrar-se-á espalhada por todos os cantos. Sábios serão aqueles que, por força própria, conseguirem capturar estes nacos de sabedoria em cada um destes cantos, assim como também aqueles que, por puro faro instintivo, passarem a seguir a sombra destes sábios, porque saberão que estarão no caminho certo do supra-entendimento de quase todas as cousas, ao menos aquelas que estão ao alcance de nossas mãos.

A precisão dos termos bem como também do seu entendimento no uso das palavras, tornará a comunicação, muito mais rápida, coerente e precisa. Em relação aos seres humanos, ou para falarmos deles ou de seus desdobramentos biológicos naturais, costumamos usar de generalizações aforísticas, como por exemplo, ”a raça branca é a mais inventiva de todas as raças humanas”. Nesta frase, vemos a coletivização semantica de conquistas essenciais que na verdade, foram estoicamente desbravadas, apenas por uma centelha de indivíduos excepcionais. Ao darmos um caráter excessivamente coletivo a conquistas excessivamente individuais, ainda que estas, necessitassem de um ambiente, com o mínimo de segurança, liberdade… e uma variedade de genes apropriados para a manifestação do genio dentre outros virtuosos de valor, estaremos praticando a injustiça ao tirarmos destes indivíduos as suas conquistas, que se deram com base em sacrifícios, muitas vezes, em conluio com desequilíbrios existenciais provocados por perturbações mentais, o stress e a ansiedade de se verem sós em um mundo de estúpidos cheios de certezas, lutando contra a maré que teima em seguir em direção errada.

Quase todos os tribalistas agem desta maneira, porque ao coletivizarem conquistas individuais, estarão se aproveitando do trabalho alheio para se orgulharem, tal como se fossem eles que tivessem feito tal façanha.

As generalizações são apetrechos daqueles que pretendem coletivizar virtudes e conquistas. Poucas são as pessoas que rebatem com sabedoria e clareza de pensamento estes tipos de argumentações. Estou a vivenciar em um curto espaço de tempo, que no entanto pra mim, tende a se consistir em um grande período de vivencias e mudanças estratégicas de pensamento, o desmanchar do castelo de orgulho e ódio, ao menos em relação a minha própria perspectiva, que tem sido a base do pensamento reinante entre aqueles que se denominam como ”brancos nacionalistas”. Assistindo a rendição, até agora, de ”seu povo”, assim como também, o trovejar de uma futura reação igualmente dúbia em sabedoria, inteligencia e criatividade, reais, não apenas passei a me esquivar de suas pretensões que se assemelham a reação excessiva do organismo para matar invasores tal como acontece com a febre mas especialmente em doenças infecciosas altamente letais (e são letais, justamente por causa da reação desproporcional ou pouco cirúrgica do próprio corpo), mas também a criticar citricamente suas estratégias de ações e ou reações, sua ideologia e seus pensamentos.

Uma das razões mais contundentes para ter mudado de posição, se deu principalmente quando despertei para mim mesmo, ao aceitar-me do jeito que ”Deus” me fez. Isso mostra que somos como joguetes de nossos cérebros, especialmente quando podemos refletir sobre suas considerações mais instintivas.

Muitos sábios são organicamente ”anomalos” porque a anomalia pode se tornar em uma fonte natural de humildade asim como também de autoconsciencia. Portanto, quando se nasce com um palito menor, haverá uma tendencia, ainda que breve e estatisticamente relativa em robustez de tamanho correlativo, para se tornar menos egocentrico, ainda que isto não resulte em um bom uso desta ”janela de oportunidade” ou ”potencial”.

”No meu governo, eu vou tirar todas as suas liberdades e recriar Esparta, com um toque de Amishstão”

A maneira como que se comunica é de extrema importancia para o bom entendimento e a criação de laços recíprocos de identificação. Os ”brancos nacionalistas” já sabem que existe algo latente dentro da psique europeia que parece ser um dos principais canais para a invasão e domínio de tipos oportunistas de outsiders ou de grupos de fora. Os brancos europeus são um pássaro raro porque dentre todas as variedades humanas, eles são os que estão mais distantes da regra de ouro da espécie, o coletivismo. E justamente este individualismo, que os tornou tão poderosos enquanto coletividade biológica, perante as outras populações. Eu não conheço qualquer trabalho intelectual feito por espartanos, da mesma maneira que também não sei sobre qualquer explosão criativa por parte dos povos amish. Eu posso estar sendo muito tendencioso e precipitado, mas se ambos tivessem produzido qualquer coisa de valor, sob diversos ambitos da intelectualidade, então é provável que os livros de história já os tivesse mostrado, especialmente no caso de Esparta. Mas o que eu sei é que enquanto que a famosa cidade-estado grega era conhecida por ser uma sociedade extremamente rígida, a sua rival Atenas, por sua vez, se caracterizava por ser muito mais libertina e criativa, as comunidades amish também estão longe de serem inovadoras, ainda que não se deva desprezar as qualidades (relativas, isto é, que não são absolutas) de ambas.

No entanto, é justamente isso que muitos, senão a maioria dos brancos nacionalistas desejam. Sua plataforma de governo é a de fazer o ”Ocidente” retroceder 50, 60, 80 anos. Seus sonhos de consumo se baseiam na transformação de suas nações em versões brancas de Israel. São hipócritas** Claro que muitos deles não pensam assim e sejam talvez dos mais sábios dentro e fora do grupo a que pertencem, porque ao invés de pensarem em demolir o mundo moderno, este que não é tão ruim assim em muitos aspectos, eles gostariam apenas que houvesse maior parcimonia, especialmente no que diz respeito ao tratamento as populações europeias espalhadas ao redor do mundo. Israel está longe, anos-luz de ser um exemplo para qualquer nação. A ponderação e sabedoria, se ambas não forem sinonimos, nos dizem que devemos tomar qualquer tipo de atitude com base em conhecimento, de preferencia abrangente e empírico, que possa ser comprovado e que possa ser diplomático com todos aqueles que mereçam (e com suas doses devidamente repartidas).

A Aurora Dourada é um exemplo de estratégia analfabeta que tantos deles tem acatado. Com garotões fortões e suas feições pra lá de carrancudas, nervosos, falando palavras de ordem, os quase-facistas deste partido grego de extrema direita, conseguiram uma fração relativamente modesta de eleitores apenas com base em suas atitudes (quase) nobres, ao ajudarem a população grega que passa necessidades por causa da ”crise economica” (que como quase todas as outras, se consiste em um engodo desnecessário) vigente no país.

A maioria dos gregos (os ocidentais em geral) gostariam que a ”imigração” fosse controlada. Uma janela de oportunidades, visto que não se está lutando contra a maré, mas a favor dela. Mas como o pessoal de extrema direita não costuma ser muito bom no surf, então vemos a associação feita por eles (esperada e aguardada pela turma de Tavistock) entre ”controle da imigração” e ”volta da sociedade patriarcal” por exemplo.

Um genio político pensaria em associar (e esperar-se-ia, de coração, sinceramente), o movimento ”transgender” com a política de contenção da ”imigração de massa”. Seria um golpe de mestre!!

Por que que um genio político faria este tipo de associação??

Primeiro, porque quanto mais eleitores melhor (politicamente corretos + nacionalistas). Segundo, porque isso agradaria em cheio uma boa parcela da população, afinal de contas, demonstrar (mas especialmente, praticar) atitudes positivas, é sempre algo bom. Apenas insanos que votariam em um partido que é a favor por exemplo, da volta da escravidão. Uma das virtudes ”dos” europeus, ou especialmente, de alguns subgrupos deles, é justamente por suas capacidade de serem altruístas universais, isto é, que não favorecem de imediato o seu grupo racial, denotando ‘maior’ complexidade do pensamento (ainda que muitas vezes, resultará em algo próximo do sacrifício cristão literalizado).

O assistencialismo da Aurora Dourada não foi suficiente para conquistar a nação grega, não apenas por causa da propaganda negativa por parte da mídia (não apenas por isso), mas especialmente por causa dos discursos e ideias inflamados de ódio, generalizações e completa falta de tato psicológico com as pessoas. Não é de se admirar que partidos ultra-nacionalistas sejam tão fracos na conquista de corações e mentes e muitas vezes o tenham de fazer na base da força e não no convencimento ou inteligencia. Porque geralmente, os homens em geral já não costumam ser muito bons nesta capacidade. Novamente, são os próprios ”brancos nacionalistas” que depredam suas tentativas de alçar voo na empreitada ideológica, justa, que almejam desenvolver.

Deve existir uma predisposição, sinergia ou reciprocidade de ambas as partes para que possa haver uma relação.

”Os” europeus ou subgrupos deles, são mais propensos a serem vítimas de exploração emocional com base em seus fenótipos comportamentais que combinam instinto altruísta e falta de sabedoria cognitiva ou reconhecimento de padrões que são viscerais para a santa trindade da funcionalidade natural, sobrevivencia ou resguardo da vida, adaptação e reprodução, ainda que no caso da última, possa não se fazer sempre necessária, claro, que a nível individual, mas nunca a nível coletivo, a não ser se a coletividade for consideravelmente disfuncional e desarmonica (leia-se, eugenia negativa).

E o mesmo princípio de mecanismo sinérgico, de retroalimentação ou ”cooperação”, neste caso, negativo, está acontecendo com os brancos nacionalistas e seus líderes, que ao invés de investirem em plataformas políticas sábias, isto é, ponderadas, com todo o arcabolso de emoções e percepções que são expressadas e percebidas por nós humanos, eles se utlizam do azedume costumeiro que caracteriza qualquer movimento social constituído predominantemente por homens, com raiva e com vontade de controlar, ainda que o façam por razões justas. As razões são justas, os métodos não são e as possíveis consequencias também não. Eles não querem dissipar a injustiça que paira sob suas cabeças, começando pela melhoria espiritual e moral de si próprios, mas querem apenas ter ação e respeito ao empregarem as mesmas técnicas unilaterais grosseiras que predominam em todos os grupos.

Uma janela de oportunidades se abre para que as forças reacionárias contra os oportunistas alógenos, possa aprender com os seus erros do passado e de fato, melhorar substancialmente a sua abordagem reativa, principiando por aquilo que é mais importante, a preservação de sua raça. No entanto, ao invés de se libertarem do script previsto por uma junta de especialistas em comportamento humano, décadas antes, do jogo de prisão mental a que estão submetidos, naturalmente submetidos, os ”brancos nacionalistas” apenas repetem aquilo que foi imaginado por seus algozes. Isso mesmo, tudo isso foi previsto, inclusive a reação desmedida destas ”células brancas” em sua reação de defesa.

E ainda veremos uma grande parcela de ”inconformistas” contra a ordem vigente, defendendo a volta do cristianismo, que nada mais é do que mais uma invenção ideológica dos algozes dos brancos nacionalistas. Isto é, podemos resumir o pensamento deste grupo pela seguinte frase

”Vamos lutar contra o marxismo cultural judeu para defender o nosso cristianismo cultural judeu”.

Estava a procura de um vídeo em que um professor judeu, em alguma universidade americana, fala para uma plateia de estudantes euro-americanos sobre a ”completa estupidez” do ”seu povo”, isto é, os brancos caucasianos. De início, vejam voces, eu me senti insultado pelas palavras venenosas deste ser, que deveria estar trabalhando em prol da sociedade em que vive. No entanto, com o tempo, eu percebo que de fato até que ele não está tão errado assim.
Talvez, qualquer grupo humano sem os seus mestres da narrativa a lhe ditarem a sua própria história, ”coletiva” e individual, passarão como confusos e estúpidos tal como está acontecendo com uma importante parcela de euro-caucasianos, da Oceania até a costa peruana.

A diferença essencial entre verdade objetiva e verdade subjetiva ou abstrata e a relação entre alta inteligencia intelectual, pensamento abstrato e mal adaptação

Voce pode ver uma pedra e descreve-la corretamente partindo de simples observação. Mas quando falamos de abstração então a subjetividade de interpretação aparecerá porque se consiste em uma extrapolação do mundo literal, direto ou real, que será mais diverso e com vários caminhos que poderão ser (unilateralmente) enfatizados. Imaginemos novamente que estejamos diante de uma pintura incompleta. A pintura incompleta a sua frente se consiste na literalidade da observação direta, especialmente se for feita sem qualquer afetação neuroinstável. Eh uma verdade objetiva, por razões óbvias, já delineadas anteriormente neste blogue. A capacidade que temos de extrapolar coerentemente ou nem tanto uma realidade literal percebida, se consiste no princípio do pensamento abstrato ‘e” do metafísico. Se a pintura é de um cenário bucólico com uma estrada de chão, rodeada por matas de pequena envergadura e ralas, um céu meio carregado, anunciando chuva e algumas árvores esparsas, então nós podemos imaginá-la completa a partir destes padrões já estilizados por mãos hábeis e artisticas.

A necessidade da literalização e precisão da verdade subjetiva
O mundo diretamente percebido e sem extrapolações estatísticas, numéricas ou semanticas, esconde o desdobramento abstrato do espaço e do tempo, onde que apenas um indivíduo, por exemplo, já será alvo de uma multitude de interações e reagirá inúmeras vezes a elas como reciprocidade instintiva direta (ou emotiva) e indireta, que parte de conclusões reflexivas. A possibilidade de captar este conjunto recorrente de situações, entre o agente e o seu meio, é uma demonstração de pensamento abstrato, que visa entender o mundo a partir de cenários estipulados ou previstos, assim como também de analisar o passado, por meio da história. Todos os animais não-humanos estão predominantemente inseridos dentro de um cenário instintivo onde que a capacidade de abstração se encontrará quase que impossível de ser produzida, porque o pensamento instintivo remete ao presente, onde que o espaço e tempo são percebidos a partir da ótica da verdade objetiva, ou seja, de maneira literal, direta e sem qualquer grande e complexa extrapolação de cenários futuros, expandidos (que podem ser muito bem exemplificados por intermédio de mapas) ou que se encontram fora do tempo cronológico imediato.

Relação entre inteligencia, pensamento abstrato e mal adaptação
As pessoas mais inteligentes, em alguma dimensão e especialmente em relação a dimensão da inteligencia intelectual ou interativa (semantico-abstrata), são mais perceptivas em relação aos acontecimentos que se entrelaçam diante de suas fuças, em termos qualitativos e quantitativos. Isso significa que eles percebem o mundo por uma maior qualidade e isso também quer indicar, maior lentidão de atitudes e maior tempo gasto na reflexão e ruminação. Eu já mostrei aqui que existe uma lógica relação entre essas tendencias e um maior intelecto. Mas agora, parece que consegui encontrar um jeito (com base em pura intuição) de explicar como que isso poderia afetar a capacidade de sobrevivencia e sucesso reprodutivo dentro deste grupo mas também em vários outros grupos de ”mais inteligentes”.
Mentes mais simples e menos complexas, são mais primitivamente (ou primordialmente, para ser menos tendencioso) instintivas, isto é, agem mais do que pensam. Em compensação, os muito inteligentes, especialmente a partir da capacidade de pensamento abstrato ( a extrapolação da realidade diretamente percebida ou objetiva), são muito mais propensos a refletir mais do que agir. Os menos inteligentes tem mais dificuldades para ver o mundo de interações que o rodeiam e isso explica em partes suas menores capacidades empáticas e também, associativas (diretamente relacionada com capacidade cognitiva ou cognição). Se não existe um mundo imaginário de axiomas, regras, ideais e pensamentos de muitos tipos a rodeá-lo, então ficará mais fácil agir e é exatamente isso que os menos cognitvamente complexos fazem, eles agem. E isso explica o porque da inteligencia elevada, especialmente a mais complexa, ser mal adaptativa a partir deste contexto competitivo com cepas mais simples. Porque para os menos intelectualmente inteligentes, suas ações estarão vinculadas as suas necessidades instintivas, mais intimamente animais, nomeadamente a reprodução.
Os cognitivamente mais avançados mas destituídos de complexidade intelectual ou abstrata, também seguirão esta tendencia, justamente por serem o equivalente dos tipos mais primitivamente instintivos, com maior atenção e menor carga emocional ou instintiva.

Lavagem cerebral, literalmente falando, não é ruim…

Nossos cérebros, quando não estão conectados com a sabedoria, aquilo que importa e que deve ser manobrado a partir da verdadeira diplomacia, da parcimonia de julgamentos e conclusões, do pensamento holístico e detalhista, estarão, metaforicamente falando, sujos a muito sujos. Que tal fazer uma lavagem cerebral****

Palavras merecem significados extremamente literais, para que possamos melhorar nossa comunicação, faze-la mais direta e mutuamente entendível.

Quanto mais vaga for uma palavra, mais fácil será de manipulá-la, de maneira positiva, mas também de maneira negativa.

Um combo de sonhos…

Som em cor..

Em forma, som que pode ser tocado, o som paralisado, lambido, usado, dom Corvino, vil asa do destino, Que mostra a beleza, por olhos de desatino, de fraqueza, de pus, de pianos sorrindo, um novo mundo que se move, entope minhas veias de sorte, um cavalo a galope a morrer n’água, isso não pode ser, é belo mas horrendo, certas belezas são medonhas, não são belas, não são de pura seda, à inspiração vem à mesa, estômago eu domestico e emagreço, sinto a saliva a me enganar, é um jogo entre dois trapaceiros, meu cérebro, um demente arteiro, quer me viciar sem ter segredos, me fazer de ti o seu brinquedo, e eu quero lhe mostrar, quem é quem manda neste galinheiro, pensamento rápido, Veloz, batendo asas enquanto escuta a música de minha noz, abra-te gostosa, eu vou come-la, vou entrar em ti e dormir, mil mundos e fatos retalhados, este é o meu quadro que construí, minha pintura é abstrata, está aqui, apenas o indigente que pode ver e dizer: ra!! voce mentiu!!

Alegria serena

Me esbaldo rente ao balançar,
Minhas pernas voam alto, a bailar pelo vento,
Risos e alegrias sem ter um porquê, vida basta, serenissima, quando se encontra a beleza de um respirar,
O silêncio humano e o cantar de pássaros tropicais, nadando em mares de morros, sem matas ou com o pouco de seu passado,
É minha alegria serena, sem razão, seu existir lhe basta, com uma inocência de criança, me ponho a brincar irresponsável, sonhos de terra arável, a capinar,
Meu outro lado, a moeda sem sombra, brilha, o ouro de se alegrar, e vivencia cada momento, cada dia é muito longo e um relatório a postular, páginas de mente, que voam insanas,  pelo tempo a consumar, o texto  deste micróbio de vidas, de personalidades, deste amor, pelo que há de vir, de viver,
Porque quem dança sempre com a melancolia, se torna preciso em encontrar alegrias, elas se destacam, brilham em meio à solidao, ao eco sem resposta, é apenas o meu som, são mais bonitas e sorriem, vem cá meu bem, preciso do seu perdão! Ser simples demais, trás sabedoria e com ela, uma tristeza incomensurável, é o peso de ser perfeito demais, não pode ter meu pobre rapaz, oh moça que se despe de vaidades invertebradas, seu esqueleto é de verdade, é frágil e pode quebrar,
Minha febre é sempre baixa e concentrada onde moram sonhos a pensar, frio e quente, Alegre e sereno, triste e aqui,
Meus olhos se abriram e vejo tudo assim,
Me puxa a decomposição, que eu decomponho em compor sonhos que outros verão, e sonham comigo, sintam o vento, de ser único e singular universo, pequeno, filho de Zeus, a criança que nunca cresce, a estrela que prefere a baixa densidade a festejar, linda a alegria de ser a beleza, de contagiar a tudo que está ao redor, do teu profundo eco e se despedir, até mais minha doce amiga, olá velha concebida, a razão triste chegou aqui, brincam duas  em sua gangorra, quando uma sobe a outra desce, também querem o vento aos seus rostos, querem sentir, e eu vos sinto em mim, melanco-Alegre, eufórico-triste, até os ossos, não sou quem vou decidir, minha razão será de proteção, para não cair, em desespero e me despir, nu com meus pelos e pedir, onde eu fui parar, fui longe de mais, eu preciso voltar, mas não sei mais onde estou, pra onde vou, quem eu sou, isso nunca, jamais, sei deste perigo que pode me consumir, é frágil o equilíbrio e não se terei fibra, mas quem sabe, o mundo de um zombeteiro romântico é sempre um futuro inesperado, seus padrões se fazem no ato, não são calculados, ele prevê mas não pode ser previsto, porque é um misto de  Sentimentos e de pensamentos, sua energia não tem controle, não tem parâmetros, queima de acordo com os eventos, sua razão é poderosa mas seu castelo se desfaz com um sopro, e o ciclo sempre retorna em si, que é o começo da euforia criativa, de analisar o existencial e pedir, me ponha a mesa.

Abstração não é confusão

O único número que realmente existe é uno, a quantidade é uma abstração, vários unos são aglomerados, mas também podem se partir, dividir ou multiplicar, o mesmo número, o indivíduo, o átomo a se procurar. Algumas quantidade são de indivíduos, outras são mutações, borbulham-se Novas formas, eis as vidas em seus canais, em seus ciclos essenciais,
O abstrato é o mais amplo, é a imaginação, só que ao invés de sonhos, nós temos fatos, que se relativizam pela ação, a verdade aqui podem ser muitas, depende do pulsar de seu coração, se sua paixão for igualitária, todos unos se verão, mas os verões são sempre únicos, indivíduos ou monções, chuva e raios lá no Alto, quente e vento, mil razões. Ou eu procuro por semelhanças, para criar um grupo coeso. Ou eu mudo as direções do vento e parto oceanos que não são os mesmos. Divisão ou comunhão, o sonhar a realidade, mais ampla e menos direta.
Corruptos da amplitude, devaneios em altitudes, abstração não é confusão, mas precisa ter pés no chão para nos ajudar na filosofia da ação, o harmonizar. Eu não vim para confundir, eu vim para apartar, não quero conflitos nem mal entendidos, quero o padrão coerente a se mostrar.

Estes olhos da loucura…

Morte ao redor, corpo pronto pra foto, pra cortejar seu último adeus, para brincar com os teus, que ainda vive, olhos melancólicos, será eu?? o morto vivo?? o poeta das lágrimas, a roupa, quem se importa, eu não me porto, não quero, sou vívido, mas doendo e insípido,
Estas fotos que se eternizam, mesmo no esquecimento, a loucura humana, inteira se mostrando, em vestidos belos, na sombra, na mãe e tortura,  seu bebé está morto, deixe-o partir, vivos e engodos, nesta imagem, são iguais, mas o morto é melancólico, chora a lágrima que não cai, o instinto do sábio triste é como uma longa noite, cinza e linda, tua lua se esconde, naquelas montanhas de nuvens, sua reação é para a vida, porque sabe muito sobre a morte, que guarnecida por excitações mórbidas, lança o dote, lhe quer, lhe quer na cama, sem foto ou pompa, quer lhe tirar o mel pela boca, por todos os poros, oh sábio triste, o melancólico, lute contra esta provação, olha o céu, juramentos, escreva e se liberta, eu sei, você não pode se esconder da própria sombra, mas pode se encolher e conservar-se sem desonra, sem o auto-morto, a auto-doença, o suicídio, a auto-dor, o auto apagar, não faça isso, deixe-se e mais cedo ou Mais tarde ela vai chegar, o mundo não é bom mas o seu é, busque seu tesouro e abrace-o em pé,
É morto vivo, é insosso algumas vezes, mas pode fazer mais por ti, estes olhos da bravura, da lamúria, do sentir, este acúmulo de lembranças a te exaurir, mas suas costas devem aguentar este peso e lá subir, no topo da montanha, tenho um beijo a te pedir,
Teus olhos da loucura, também são os de ternura, verdadeira e sem outras intenções, é direto a nossa conexão, sabemos sem pensar, nos olhemos e contemplar, mexe tuas pálpebras, está vivo, não guarde demais a tua energia, gaste-a consigo e comigo meu amigo, meu amor, meu irmão, minha flor, meu chão?? Meu pai, meu ardor, minha força, vamos todos então, tu precisas de um colo e uma bênção deste aqui,
O Santo louco que gosta de dias cinzas , de sobriedade, de razão e camaradagem, de sossego e liberdade, o Sol abafado pelo manto ou roupagem, e nós, livres de sua crueldade, de miolos quentes eu já tenho os meus, dia certo é chuva, de corpo inteiro, choremos nossos excessos, enxuguemos e de regresso, eu confesso, melhorei, Meus olhos agora, são da loucura a te pedir, tire uma foto minha, do meu primeiro adeus, serão tantos, e os teus??

Eu sei o que meus olhos sabem…

Minha bússola a olhar para o norte, antes via vultos, hoje eu vejo sorte, eu prevejo, parece fácil, basta juntar, a Ponte que falta ligar, eu confio em mim, meus olhos só vêem verdades, olham Sem piedade mas melancólico, e denotam: “isso é certo”.
Eu vejo e sinto, meu corpo toca, amor pelo descobrir e sustentar, um novo pensamento na minha coleção, minha realidade é por precisão, e pela humildade de um leão, confio em mim, Eu me amo, sou o casal de casamento longo, a comunicação é pelo olhar, pelo tato, eu não sei muito para o sistema, eu sei pra mim, sou o meu dono, o meu patrão, a minha empresa , nem imaginem, tudo é forte aqui dentro e vulnerável ao mesmo tempo,
Meus olhos sabem, abstrações a ampliar, o direto se subjectiva, o literal se pulveriza, pelo imaginado, imaginação, isso mesmo, isto é o abstrato, é a verdade maior, mais condensada, complexa, com pernas, um corpo inteiro, hierarquia, do cérebro ao queixo, do pescoço ao eixo, tem emoções, muda conforme a música, o vento cortante ou monções, a ideia, mãe de todas as outras, as organiza, dela que se observa a origem, desta panaceia de atitudes,
Se o rei está nu, eu vejo feiúra e não esperteza, isso é sabedoria, sapiência, isso é ver, antes de saber,
O saber genuíno e sincero, é o pensar sobre o sentir, é transformar emoções, o instinto, em destino, em ações, é denominar o recinto, de indagações,
Sapiência é saber vendo, crendo no que teus olhos podem tocar, é inabalável certeza de que este mundo não é um outro, subvertendo o aprender,
Não distorce, espaireça, tudo é leve no aprender, e quando se descobre a melhor arma, o conhecimento vem rápido a causar formigamentos,
Sentimento, não esta separado da reflexão,
Meu reflexo no espelho é meu maior talento, sou fraco em todo resto, porque eu nasci para viver, conservando meu pouco e ver,
Neutro e pessoal, vejo o que há por cima das nuvens, na mesma altura que as estrelas, eu vejo todo o contexto, eu pergunto porquês!!? E se??
Livros não são guias, são alimentos, internalizo o conhecimento, agora é parte de mim, como todo momento que aplaudi, que me chocou, que me fez elétrico, me fez rir, meu cabelo se espetou, oh meça, meu sonho chegou, vívido e verdadeiro, sonho o dia inteiro porque o mundo é um pesadelo, isso é o certo, é o sábio a se fazer, para não enlouquecer,

Mas sempre com os pés enfiados no chão até a raiz, porque a vontade de sair voando é alta, minha razão me mantém firme, aguenta, esta é a sua provação, sentir.

A mão da loucura e da razão

Eu não nasci escravo, porque escrevo, dono da razão, mas a loucura é minha dona, minha mãe, minha amiga, minha amante, um ser estonteante, que quer sempre mais espaço que merece, foi ela quem me apresentou à sapiência, foi paixão à primeira vista, podem acreditar, estava lá, de vestidinho simples, Rosas claras a enfeitar, eu, o matuto de duas caras, o homem que gosta de outros, me senti enfeitiçado, até imaginei vê-la como a mim, não um clone, mas parecido, rijo e com fome, cá estou, devora-me por sua paixão pela precisão, mas eu não posso muito, não sou um grande intelectual, minha força é antiga, é sabedoria, te intriga?? Nunca falha, é minimalista, acumula percepções, tenho um mapa, tudo é na base da lição, moral do dia, da noite, do coito, bestial ou de fronte, da reza de deboches, afiado à apontar, sou safado, não conte, ta??
A mão que dá prazer, em noites sem meu bem querer, à mão amiga que é mais forte, à gauche, pilantrinha do meu chão, dá-me força mas sou fraco, dai-me beleza mas sou barato, dai-me pureza mas sou rato, sou o Príncipe a omitir, minto mas tenho meus motivos, sou levado por seu cheiro à Beira do mar, canta aos meus ouvidos, a me apaixonar, sem convergir, eu me divirto, sou criança mas também sou bruxo, sem feitiços, só medos murchos, tudo é estúpido, Deus assim é, revoltas e barricadas, guerrilhas no meio da mata, o Mato contra a ralé, a mesma mão que me açoita com sua loucura, é a mesma que me amamenta em sua candura, vejo tudo e nado o lago de desejos, os espinhos da mais bela rosa, o sangue de seu Belo toque, me arranha, me ponha em choque, hoje eu vejo beleza porque aí está a harmonia, eu busco aquilo que mais me falta, água fria a acordar, fantasia e caráter, a me dominar, sem ter moral vã, tenho a principal, o certo a se fazer, com minha mão esquerda, de demônios e anjos, de extremos, sem ti, não posso ser, não sou escravo, porque eu escrevo, com meu coração acima de tudo, escrevo a ti, meu benzinho, meus mimos eu vou conseguir, sempre uma nova conquista há por vir, eu gosto de si, sua louquinha, minha loucura e minha razão,  de se aceitar acima de todos, acima do mundo, meu defeito, minha força, contra marés e mil diabos, meu otimismo me assombra, isso é normal. Literalizo tudo, mas vivo no abstrato, o que que eu faço?? Eu vivo.

Empatia é o agora e A natureza de uma cobra cega

Empatia é o agora

Empatia é o viver agora,
É o presente de cuidados e zelos,
É a prevenção para não remediar,
É o amar hoje, pra não lamentar amanhã,
Porque o lamento significa uma vida em vão,
É a paralisia das ações egoístas, o corpo precisa evoluir com o ambiente, o progresso sem respeito, é o mesmo que o concreto sem coração,
 Coroemos as boas ações, mas especialmente aquelas, que advogam pela razão,
Que amor de mãe não tem limites, mas que ”o juízo do pai” precisa ter seus trâmites,
Sem a metade da outra moeda, não haverá sabedoria,
Ser bom não é ser fraco,
A Fortaleza do caráter que define a beleza da verdade, que em prática se traduz em harmonia bem fundada,
Que o detalhe vos abilite, que cada pequena ação é um açude, a encher-se de água para sanar a sede, daqueles que clamam por uma mão.

A natureza de uma cobra cega

Ingenuo é aquele que não pode ver maldade,

cego é aquele que não pode ver o que há em sua frente,
uma cobra nunca é ingenua, ela vive de instinto e veneno,
que algumas não são venenosas, mas atacam rente ao vento,
a esquerda, vive o bom pensador,
mas que pensa sem temor, de ignorar as duras verdades,
que o chão não é um algodão, é tão concreto quanto a realidade,
vive em um mundo de abstrações e de achismos cheios de certezas,
que não podem construir uma narrativa derradeira, vivem de frases soltas pelo ar,
cabeça aberta, a lógica sai voando, o prédio de tijolos se desconstroi, 
tudo o que existe se distorce, e tudo onde reside maturidade é apedrejado,
cobras cegas seguem seu instinto, de atacar com seu ferrão venenoso, sem olhar,
porque confundem a dor com carícia, com prazer,
porque confundem tudo, sem saber,
mas sabendo…
a lógica se faz pela memória objetiva,
que emotiva, se busca pela sabedoria,
300 mapas de alegorias, onde que a abstração complementa a razão,
onde a sabedoria popular complementa a sua irmã filosofia, mais sofisticada,
onde não existem classes sociais de pensamento,
a percepção de criança daquele que usa mão para o sustento,
daquela que nasceu aprendendo que sua vida seria de trabalho e salário lazarento,
o garoto esperto que aponta para o rei nu,
para abstrações sem sentido, que entende política só de ver,
não é apenas intuição, é instinto,
tudo o que não existe, existe, 
mas para uma cobra cega, o olhar sábio é inútil e intermitente,
tal como o apendice que mais parece um rabo de antes,
quando ”éramos” todos macacos,
mas nunca fomos, não somos Matusalém, 
a natureza do veneno as cegas,
que semeia a destruição e confusão, mas pensa que está fertilizando amor e compreensão,
que somos todos crianças,
mas algumas são estúpidas e destemperantes,
e os poucos adultos neste mundo de rótulos vazios,
sabem reconhecer essas diferenças,
que a cegueira não significa ingenuidade, mas um profundo amor pela bondade,
que cega mesmo se podendo ver,
que muitos são ingenuos, até sábios nazarenos,
mas que alguns são mais como cobras cegas e venenosas,
que atacam e amam sem perceber,
que a justiça pode ver, porque a neutralidade não é para quem tem faixas nos olhos, mas faíscas de precisão,
e a visão deficiente de um ”bom pensador”, se dá justamente por causa de sua confusão,
ataca o certo, ama o errado,
te acusa de louco, mas é o mais lunático,
pobre cobra, pobre de nós.

Inteligencia verbal pura ou abstrata versus conhecimentos gerais + vocabulário, o ”fator g” na vida real e o fenomeno dos humanos que cresceram sem convívio com outros de sua espécie

(((( que coisinhas lindas meu Deus)))) 

Pra que serve a comunicação social***

Para ser usada na sobrevivencia.

A inteligencia ”verbal”, apreciada a partir de uma perspectiva naturalista, funcionará principalmente a partir da comunicação oral e para encontrar padrões semanticos, vocabularizados ou não, a capacidade de se comunicar mas também de catalogar uma multitude de padrões e quanto maior e mais preciso ou útil forem estes padrões, mais desenvolvida será a capacidade de sobrevivencia, mas também de sobrevivenciabilidade, que se consiste no ato de manipular conscientemente as armas de defesa visando a auto conservação, diferente da própria sobrevivencia que não tem um conceito mais especializado ou que é mal compreendida, visto que boa parte dos animais se utilizam de sua cognição para sobreviver, ao passo que o ser humano pode usar a sua inteligencia, uma sofisticação da cognição como maneira de interagir com o seu meio. Capturamos padrões e nos comunicamos oralmente com as outras pessoas ou guardamos para nós, como informações que poderão ser úteis. .

A inteligencia verbal vocabularizada se diferencia da inteligencia verbal pura, que se consiste na capacidade de capturar, compreender e comunicar (ou não) um conjunto de informações que estão sendo retidas a partir da interação com o ambiente em que se encontra, de ou dando-lhe,  atribuindo-lhe um valor semantico, uma associação ou analogia. Por exemplo, quando falamos ou pensamos na palavra cachorro, a imagem ou a ideia de cachorro aparece em nossas mentes. O vocabulário é a simbolização de nossas percepções. Eh a fixação da autoconsciencia. Podemos saber que o ”cachorro” é um cachorro apenas por suas características, mas o vocábulo aparece como uma reafirmação de algo que é entendido por pura observação e comparação.

Existe aí claramente uma correlação entre tamanho do vocabulário com alta inteligencia verbal vocabularizada, mas que não será tão necessária para a inteligencia semantica ou inteligencia verbal pura.

Abstrações são padrões que foram capturados do mundo ”real” e manipulados a partir de dentro da mente, por meio da imaginação realista, ou que se consiste em uma realidade maior em comparação aquela que capturamos de imediato, que eu denominei de verdade objetiva, tudo aquilo que nossos olhos podem ver e reconhecer de imediato, a verdade simples. Estatísticas são um exemplo interessante e elucidativo para explicar como se dariam as abstrações, a amplificação sofisticada ou complexa da realidade que nos cerca. A matemática aparece aí como um componente muito importante, mas juntamente a ela, coexiste a capacidade de compreensão de padrões similares ou dissonantes, sem a necessidade de fazer contas para constatar a veracidade destes fatos, é fundamental. A memória guarda similaridades, diferenças e contradições. A matemática aparece como um componente, uma técnica que pode dar um tom mais empírico ou mais consistente aos padrões que capturamos, mas não é 100% necessária, especialmente se voce tiver uma memória verbal muito desenvolvida. A matemática é a técnica de mensuração e manipulação da matéria.

Portanto, quanto maior for o alcance para capturar, entender, reter e manipular padrões semanticos dentro do ambiente de interação, melhores serão as reações que visam mitigar os perigos, e maior será a inteligencia semantica (verbal) pura, que não exige a sofisticação ou mesmo a existencia do vocabulário. Este fator aparece como um componente capaz de melhorar esta capacidade de análise semantica, especialmente dentro dos contextos sociais humanos.

Um indivíduo poliglota ultra-esquerdista que realmente acredita na igualdade racial, é uma demonstração quanto a correlação não-causal entre inteligencia verbal semantica pura e a inteligencia linguística (que determinamos como ”inteligencia verbal”). A lógica não-matemática será a inteligencia ”verbal” pura ou semantica.

A semantica da sobrevivencia,

é a captura de essencias,

é a observação do por do sol e do canto dos pássaros,

é a associação frutífera, do veneno e da labuta,

das diferenças que não podem respirar igualdade absoluta,

da árvore que dá fruta e daquela que dá sombra,

é o valor que damos, o nome ou grunhido que cunhamos,

é a alegoria que internalizamos,

porque o dicionário real é o sentido, do tato a visão,

e a sobrevivencia, é a arte de entender,

imitar aquilo que sustenta a vida,

ou inventar aquilo que pode melhorá-la.

 

Captura e entendimento de padrões como o verdadeiro fator g, o fator modulador da inteligencia humana

 

O fator g foi definido como uma partícula estatística em comum que aparece em todos os testes de qi e que almeja indicar o seguinte

”Todos nós temos uma média de capacidade na execução de todas as tarefas cognitivas, desde dirigir um carro até fazer uma prova de matemática”.

Eu acredito que todos nós tenhamos mesmo uma capacidade média de captura de padrões, mas as médias costumam ser construções estatísticas, especialmente se for baseada em um conjunto estatístico discrepante, com muitas ondulações e outliers. Portanto, haverão médias-g e médias-g.

Os testes de qi enfatizam OU os psicometristas enfatizam a inteligencia geral nos testes de qi e relegam a amplitude cognitiva (forças e fraquezas) a um papel secundário, minoritário e potencialmente proto-patológico.

A inteligencia e portanto a vida não se resumem a testes de qi.

Como eu mostrei em um outro texto, o ponto fundamental da inteligencia não precisa ser ”medido” em testes cognitivos, pelo menos, não da maneira como tem sido, porque pode ser observado a olho nu, a capacidade de encontrar e de entender conscientemente os padrões que estão em constante interação. Este é o verdadeiro fator g, na minha opinião, a essencia funcional e cognitiva da inteligencia.

Eu não acredito que a média de inteligencia matemática dos taxistas ou dos caminheiros seja muito alta mais alta do que a dos próprios matemáticos. Pode ser que exista mesmo uma tendencia para sermos similarmente bons em todas as tarefas, mas para toda a regra, existirão exceções e exceção necessariamente não precisa indicar patologia.

 

Inteligencia e auto consciencia

O ultimato da inteligencia humana, a auto consciencia.

Vamos imaginar que voce tenha voltado no tempo, quando ainda era apenas um bebe recém nascido. Então, vamos pensar que seus pais resolveram fazer um experimento radical, anti-ético e de longo prazo com voce, colocando-o dentro de uma jaula para ser criado por macacos.

O que voce acha que aconteceria dentro de 10 anos**

Primeiramente, o óbvio, voce não desenvolveria qualquer linguagem remotamente humana e se comunicaria por sinais, grunhidos, enfim, linguagem não-verbal. Eh provável que tivesse dificuldade para ficar ereto, tal como um ser humano típico.

Mas e em relação a auto consciencia***

 

Será que os seres humanos  mais autoconscientes saberiam que não são parentes dos macacos por simples observação comparativa**

Eu acredito que sim, ainda que este entendimento não se baseasse em qualquer forma sofisticada de compreensão, pois se daria com base na simples comparação e na sensação interior, intrínseca, de individualidade, de ser ou estar a parte dos outros, independente de qual identidade biológica que estes outros tivessem. Eu posso estar errado e todos ou a imensa maioria dos seres humanos, se criados separados dos outros de sua espécie, passarão a se comportar exatamente como os animais não-humanos que tem convivido e a ideia de ”identidade comportamental humana” passaria a ser vista como uma ”construção social”.

 

Do amor ao ódio, por que eu comecei a odiar o hbd??? E por que a ”minha” verdade é muito mais correta que a dos demais**

Eu tenho uma certa implicância em relação aos cristãos. Eu não gosto de pessoas que tagarelam bondade com a bíblia na mão mas fazem exatamente o contrário no mundo real, no mundo das ações.
A maioria das pessoas se encostam nas pseudo religiões porque elas oferecem palavras fáceis e doces, de ESPERANÇA, em relação à única certeza de nossas vidas, a morte. Elas não o fazem em média por razões nobres mas porque são incapazes de  entender  o mundo de maneira literal, Real e por isso procuram por este tipo de pensamento positivo clássico. A incapacidade de produzir percepções realistas quanto à vida anda de mãos dadas com a falta de vontade ou curiosidade para fazê-lo bem como pela covardia que se substancializa a partir destas predisposições fenotipicamente expressadas.
Manter estes sistemas opressores, primitivos, unilaterais, que continuam a perpetuar a falsa moralidade, a moralidade da ignorancia ou da hipocrisia, moralidade subjetiva, não é uma tarefa para pessoas sábias. Pelo contrário, nós temos a obrigação de derrubar por terra estes transtornos em prol de uma Cultura que possa fazer a vida na Terra evoluir.
A maioria dos cristãos e especialmente os mais fervorosos, se pintam como os ”defensores da moral e dos bons costumes”, em outras palavras, eles se apropriam da bondade e a usam como escudo, um escudo egocêntrico, de superioridade. A bíblia aparece como outra arma a ser usada. Mas na verdade, ninguém tem o monopólio da bondade, em termos conceituais e consequentemente, práticos, a não ser que de fato, possa entende-la de maneira visceral.
A multidão de cristãos que repetem como papagaios a moralidade subjetiva que está escrita em suas bíblias, portanto, não tem qualquer estrutura cognitiva ‘e’ psicológica para poderem julgar alguém com base no ”conhecimento” que engoliram sem sentir e entender o sabor.
Este é mais um quase-ótimo texto de Bruce Charlton, um dos blogueiros hbds, em que aponta para uma possibilidade conceitual e taxionômica para o tipo de personalidade que tende a predominar nos gênios ( vamos desprezar aqui as minhas contribuições que o sir, sorrateiramente tem utilizado em seu blogue e sem dar o legítimo reconhecimento a quem lhe apontou o caminho, vamos desprezar esta parte ok?? ).
O texto é quase excelente, porque no final, Charlton tenta manipular seus leitores ( metade deles que não precisam ser manipulados para se alinharem a ele) ao introduzir sua moral cristã usando termos como ”anti social”, ”mimado”… Charlton, o conhecedor e amigo dos ”gênios” ainda solta de maneira absolutamente irracional que.. Os gênios savant, do tipo social, não podem ser líderes, eles devem ser excluídos de qualquer cargo de liderança. Você está me acompanhando caro leitor??!
Os gênios sociais servem apenas como conselheiros. Os líderes, isto é, aqueles que receberão os louros da liderança, devem ser outros. Os gênios desta natureza devem usados de maneira conveniente.
Eu que já não rezo uma ave Maria faz uns 5,6 anos (nem de fingimento) devo ser um degenerado perverso. Nosso querido sir, ao contrário de mim, é um ser ímpar, acima do bem e do mal.
Charlton deve detestar muitos gênios porque ao contrário dele, o gênio empático, principalmente, sabe das inúmeras contradições que povoam uma bíblia, sem falar de todos os conflitos que todas as pseudo  religiões tem provocado.
A conveniência novamente. Charlton tem uma agenda política conservadora e cristã. Tal como um judeu da mídia  a todo momento fala de holocausto, a todo momento tenta alinhar suas palavras com qualquer coisa que expresse a versão judaica da história judaica, Charlton tenta alinhar, arrebatar o seu rebanho dentro da sua linha de pensamento. Bem, todos nós quando estamos tentando convencer alguém de alguma coisa, manipulamos histrionicamente ou não os fatos de maneira que possam se alinhar ao pensamento central. O que Charlton faz é justamente este tipo de manipulação histrionica. Ele é o novo Cesare Lombroso, com sua vontade e talento para estudar o fenômeno da genialidade humana, mas com os mesmos déficits no conhecimento de empatia e de moralidade.

Ele continua com a sua teoria de que ”a evolução produziu o genio para se sacrificar em prol da sociedade em que vive”. Sim, Darwin foi um dos responsáveis pela popularização desta maneira de pensar sobre a evolução.

A evolução não faz nada, porque é uma palavra que resume um conjunto complexo de circunstancias e eventos.

Natureza e evolução são maneiras de dizer

Mas saiba que muita gente deve ter dificuldades para entender esta parte. Como sempre, tende-se a literalizar abstrações e os resultados são quase sempre deprimentes.

A explicação de Charlton para a existencia do genio (savant social ou sábio) humano cai por terra, a partir do momento em que não houve qualquer seleção totalmente auto-dirigida para selecioná-lo como o mártir sábio que endireita a sociedade em que vive, sussurrando conselhos aos ouvidos do líder.

Bruce Charlton é apenas um em uma miscelania de tipos neoconservadores ou conservadores clássicos que usam a ciencia ou o conhecimento com o intuito de forçar a sua agenda pessoal favorita.

A partir disso, ele dá o valor que quiser aos seus estudos. Ele captura informações, percepções ou reflexões para que possam entrar em conformidade com a sua agenda neoconservadora cristã, onde que impera um tipo de moralidade subjetiva.

E não é o único, porque em todos os blogues hbds algo semelhante está a acontecer. Ao invés de buscarem pela pureza dos significados e portanto da verdade e a partir disso principiar pela harmonização, o fazem com o intuito de aparelhamento as suas ideias unilaterais.

Talvez eu estejam sendo muito duro em relação a eles se todo mundo faz isso, talvez devesse expandir meu ódio a humanidade em geral e não apenas a um grupo. Mas o conhecimento que esta comunidade está a tentar monopolizar ou ao menos conceber como ”seu”, é muito importante porque é um dos que mais se aproximam da verdade absoluta, da verdade objetiva + verdadeira subjetiva ou abstrata. E suas implicações poderão ser muito negativas.

Charlton deseja que ou mais genios savant sociais acatem suas propostas unilaterais e entrem em sintonia com suas crenças cristãs e neodarwinianas. Pra ele, assim como também para grande maioria das pessoas, as suas crenças estão absolutamente corretas. NOSSAS crenças nunca estarão plenamente corretas, ao menos se fossemos como Deus.

Por que a ”minha” verdade é muito mais correta do que as dos demais**

O que eu tenho ou expresso de superior em comparação ao Charlton**

Bem, Charlton não é uma pessoa diplomática. Ele tem suas vacas sagradas unilaterais. Não é ruim ter preferencia, é ruim quando essas preferencias não são perfeitas.

Por exemplo, a minha preferencia pelos virtuosos é superior a preferencia de Bruce Charlton pelos judeus, porque enquanto que os virtuosos serão em média, uniformemente melhores do que os demais grupos de comparação, ”os” judeus não serão.

Portanto, mesmo a ideia de grupos versus indivíduos, podem ter as suas generalizações racionais mediante certas perspectivas, a partir do momento em que o grupo se consistir em uma reunião uniforme de semelhanças como a bondade dos virtuosos.

Nem todo judeu é assim, mas todo virtuoso será assado. A virtude é o elemento agregador do grupo de virtuosos ao passo que a judaicidade, étnica (a mais importante), cultural, religiosa ou espiritual, serão OS elementos agregadores, não há uniformidade, especialmente a do tipo que enfatiza atributos objetivamente positivos.

Charlton acredita que a verdade encontra-se na bíblia e no livro de Phillipe Rushton… As verdades estão em todo lugar. Eu não estou preocupado ”com elas” porque são subjetivas, unilaterais e podem ser aplicadas para as mais diversas serventias. As palavras podem mudar de tom de costa a costa. Eu estou preocupado com a verdade absoluta, a unção entre a verdade literal ou objetiva e a verdade abstrata ou subjetiva. Portanto, as verdades ou o conjunto de factos, dogmas, factoides e mitologias que Charlton se alimenta ou tem se alimentado em toda a sua vida, não são absolutas, porque nem a bíblia, nem os livros de Darwin ou Rushton deterão toda a verdade. A verdade absoluta é ”a verdade de Deus”, que nenhum bípede desajeitado é capaz de ter ou de encontrar, mas o exercício desta tarefa se consiste na legítima religião, que o budismo e taoísmo orientais chegaram mais perto. Portanto, vale apena exercitar a pura religião de um ser que está dotado de um maior horizonte de conhecimentos do que apenas o instinto de reagir e se conservar.

Eu não tento capturar a minha verdade, mas A verdade, mesmo aquelas que são expressadas em metáforas mitológicas.

Charlton está em uma constancia normativa de pensamento em que a narrativa unilateral ou instintiva o mantém preso dentro de uma perspectiva menor, mais acanhada, de animal menos reflexivo. Nesta perspectiva, o anti-natural, aquilo que ele diz que a ”evolução não poderia conservar”, só poderia ser uma forma de perversão, a perversão dos desígnios naturais.

Se fosse um real moralista objetivo, Charlton evitaria fazer e acreditar nessas premissas ou ao menos seria mais honesto ao acusar grande parte da natureza não-humana de ser igualmente perversa. Mas a perversidade de Charlton é tão subjetiva quanto de um católico ou de um evangélico. Não é indubitavelmente certo ou errado, pois se prende a contradições.

A virtuosidade dos virtuosos não é contraditória, talvez o pleonasmo possa ser considerado como a manifestação mais pura de causalidade. Mas, como um cristão, cheio de amor e em busca da palavra de Deus, Charlton não parece estar muito preocupado em generalizar suposta virtuosidade em grupos que se agregam por meio de um parametro diversificado ou sem valor moral objetivo assim como também para generalizar negativamente.

Tudo isso se resume a

agenda pessoal cristã, socialmente conservadora e neodarwinista

subjetividade de julgamento e portanto potencial injustiça de julgamento

pensamento ”animal”, pragmático, duro e anti-humano

Os hbds tem parte da fonte do conhecimento mais realista, mais condizente com a verdade, mas suas cabeças continuam a se expressarem como atores ou aqueles que estão dentro do cenário e não como juízes neutros. Não são de observadores da cena, não estão pensando e talvez sequer tenham a capacidade inata para pensar com as suas respectivas personalidades-Deus, são de atores e todo ator é vaidoso. Eles querem fama, reconhecimento material, intelectual, querem que escolas americanas ou britanicas tenham os seus nomes ou ao menos almejam provar pra si mesmos que são melhores.

Charlton e a maioria dos hbds acham que o mundo é bom, ruim são as pessoas estúpidas ”de” baixo qi. Elimine-as e viveremos em um paraíso. Eh evidente que não é bem assim eu eu vou provar o porque em um próximo texto.

Desprezam o papel colossal de suas tão amadas ”elites cognitivas” em relação ao desenrolar da estória de idiotices da espécie humana, desprezam o sofrimento alheio, são frios com suas calculadoras a tira colo.

E eu não quero mais participar disso…

Jornalistas sensacionalistas clamam por hostilidades sem substancia para ter mais audiencia…

Eu que faço o exato oposto no sentido de ser lido por mais leitores (ao invés de uma agenda política bem estabelecida eu decidi por uma não-agenda, virtualmente, por exemplo), tenho aprendido a conter meus ímpetos e aperfeiçoo a minha duvidosa capacidade de escrita, com base em objetividade, julgamento correto, ou seja, holístico, ser verbalmente crítico, algumas vezes cruel, com aqueles que merecem, mas sempre buscando dar uma lição de moral, a partir da neutralidade, sempre em busca da

holisticidade

objetividade

neutralidade

sabedoria

criatividade

e inteligencia, e não apenas a cognição.

Sou anti-racista e pró-branco, posso**

Nas cabecinhas ocas e vazias, abertas para passar correntes de ar, dos esquerdopatas, o racismo é o pecado original. Bem, se voces pedirem para nossos queridos tolinhos para explicarem o que isto significa, eles lhes darão respostas extremamente simplistas e claramente enviesadas em considerações de terceiros, tal como bons tolos que são, sempre fazem. A diferença entre um dogmático de esquerda e um dogmático de direita, especialmente do tipo religioso, é inexistente quanto a essencia, porque ambos são estúpidos, fanáticos, lunáticos e não entendem como funcionam abstrações, visto que as literalizam quando não é pra ser feito.

Na cabeça dos dogmáticos, não existe meio termo, não existe diversidade, complexidade de circunstancias ou opiniões mas existem pseudo-contradições. Sim, como eu já mostrei, faz um certo tempo já, a maior parte das pessoas veem o mundo em uma perspectiva estrábica, confundindo objetividade com subjetividade. A culpa fundamental se encontra em suas mentes dualistas, que não podem aceitar a sabedoria.

O evangelho de lavagem cerebral (que eu também já mostrei que necessita de predisposições inatas anteriores, tudo depende da genética) dos dogmáticos de esquerda lhes ensina que o homem branco é a personificação abstrata, literalizada, do mal e portanto do pecado original.

‘homem” branco= mal

”homem’ não-branco= bom

Quem já leu ” A revolução dos bichos” entenderá claramente o que estou tentando dizer.

Portanto, qualquer coisa que se aproxime de uma simpatia pela cultura, nações ou mesmo por pessoas ”brancas”, será imediatamente reconhecido como ”pecado original do racismo”.

Em uma cabeça racional sadia, o racismo se consiste na sistemática perseguição, injusta, contra indivíduos de uma ”raça”, sem levar em consideração muitas variáveis objetivas que poderão ser mais condizentes em relação a diferentes situações cotidianas.

Em uma cabeça esquerdopática e doente (algumas vezes a patologização é necessária, especialmente em relação aos patologizadores oficiais, os da situação, que tem o poder de infringir sofrimento aos seus ”subalternos” ), o racismo se consiste basicamente em ”homem branco”.

Quem viu o filme Toy Story 3, deve se lembrar deste macaquinho, o cagueta que acusa todos aqueles que tentam fugir da escolinha de jardim de infancia distópica que parte dos brinquedos do Andy foram parar.

A imigração em massa de alógenos mais a baixa fecundidade da população nativa, mais a lavagem cerebral coletiva da população branca para a miscigenação racial e auto-ódio racial, irá resultar em seu desaparecimento, aka, genocídio.

Isso parece bem simples de entender meu caro leitor, mas para a mente esquerdopática, é como se fosse física quantica, é como dar inúmeras voltas entre a porta de casa e a esquina ao lado, e nunca chegar na esquina. Os famosos dogmas ou factoides, mesmo que tenha uma linha reta para voce ir do ponto A até o ponto B, se voce tiver uma mente dogmática e o dogma se localizar exatamente no ponto B, voce nunca chegará ao ponto final.

Eu sou anti-racista porque sou contra qualquer forma de injustiça. E eu sou pró-causa branca, porque os indivíduos brancos não tem culpa das bobagens que suas elites (e cada vez mais, ”suas” zelites) fazem e já fizeram no passado. Nós não podemos culpar cada indivíduo da raça caucasiana europeia pela escravidão na Africa. Eu mesmo, não tenho culpa de absolutamente nada.

Em um mente racional e sadia, a minha explicação fará todo o sentido, menos para dogmáticos dentre outros tipos de estúpidos.

Os brancos são sempre culpados***

Sempre me disseram (isto é, o grande irmão, a mídia) que ”eu sou culpado” por boa parte das mazelas da humanidade, porque ”eu sou branco”. Na realidade, eu estou mais para um caucasóide ”alterado”, do que para um branco legítimo. Eu sou como um georgiano, um turco ou um tunisiano. Meu fenótipo é predominantemente branco, mediterraneo. Mas eu tenho descendencia mestiça, especialmente por via materna. Eu não sou mestiço como boa parte dos mestiços são, mas também não sou como um branco ”decantado” de algum terreno baldio das highlands escocesas. Ok, no final desta estoria, eu ainda continuo olhando predominantemente branco para a imensa maioria das pessoas ( e eu constatei isso quando pedi que me analisassem em um site estrangeiro de antropologia). Olhando branco e culpado. Dizem que ”minha raça” foi ”a responsável” por vários crimes no passado, contra outros povos, outras raças. As cruzadas* A escravidão africana* O quase-genocídio ameríndio*** (nem tanto assim, percebam que se os ameríndios tivessem mesmo sido exterminados, hoje em dia, não haveriam grandes populações de mestiços, que olham predominantemente maia ou asteca). Holocausto** (se…).

No entanto, como eu já disse antes, eu sou apenas mais um indivíduo, nascido no final dos anos 80 que passou boa parte de sua até agora nada-mole vida pacata em um recanto latino americano, em highlands de coqueiros e bananeiras. O máximo de crime que posso ter cometido, poderia ter sido algum tipo de assassinato de uma ou 4 formigas, algumas baratas***

Eu sou um branco alterado ou um caucasoide (sem maior explanação) mas mesmo se fosse ruivo, sardento e tivesse algum Mc em meu sobrenome, eu continuaria sendo mais um indivíduo na grande cena da vida neste planeta. Mesmo se tivesse matado alguém, mesmo se tivesse matado um negro e tivesse neste exato momento usando a internet sem fio da prisão (e pegando sabonetes escorregadios) para redigir este texto, eu ainda não teria tido culpa de absolutamente nada que aconteceu no passado. Eu sou apenas eu, eu não sou representante de povo, raça, porcaria nenhuma, ainda que biologicamente falando, eu seja. Este assunto, de fato, não é comigo.

Altruísmo patológico****

O grande problema do determinismo genético (que é identico ao determinismo ambiental, o famoso ”somos todos um papel em branco”) é que as pessoas, quando são absortas por este conjunto racional e lógico de ideias, passam a desprezar mecanicamente o papel de interações, eventos, a geopolítica, pela primordialidade dos genes. Mas o ser humano, dotado de seus genes, de sua informação genética, de sua história iniciada, modifica os ambientes que construíram e modificam com toda a certeza e a todo momento, a dinamica, a fluidez de interações humanas dentro destes ambientes.

A ideia do altruísmo patológico ”dos”’ ”europeus” é um caso interessante.

Esta hipótese foi desenvolvida dentro da comunidade hbd, e agora se tornou amplamente aceita dentro da mesma e dentre outros círculos anti-sistema. Parte-se da ideia de que devido a eventos únicos que se sucederam especialmente no norte e noroeste da Europa, o individualismo se tornou uma predisposição quase universal entre os povos que habitam essas regiões e que com este senso mais desenvolvido de individualidade (lembrete que, individualidade e individualismo não são a mesma coisa, mas são parecidos quanto as suas essencialidades conceituais) oaltruísmo patológico apareceu como mais uma evolução mal adaptativa deste caminho cultural-evolutivo.

Como o próprio nome diz, o altruísmo patológico se consistiria em uma tendencia ao comportamento altruísta sem autopreservação, isto é, ajudar sem olhar a quem e em quais circunstancias de risco. Supostamente, os europeus modernos e especialmente os norte europeus, teriam evoluído ”em conjunto” para este tipo de comportamento. Os ditos ”socialistas” ou liberais, seriam justamente um dos principais grupos de altruístas patológicos. No entanto, algo cheira mal nesta teoria.

Pode-se resumir a ideia de altruísmo patológico como ”uma continuação do fardo do homem branco” ou ” a culpa branca”.

O fenomeno cultural (e geopolítico) da ”culpa branca” se consiste na criminalização generalizada, artificial e coletiva de todos males que a ”raça branca” cometeu contra populações ”não-brancas”, transformando cada indivíduo branco em culpado. Como eu falei no inicio deste texto, eu sou apenas mais um indivíduo, eu não sou ”a raça branca”, não sou ”a raça portuguesa ou italiana”, nunca fiz nada na vida que possa ser considerado como crime e não sou culpado por crimes que foram cometidos por grupos de pessoas, psicopáticas em sua grande maioria, desbravadoras, que subjugaram a vida de milhões, muitas e muitas vezes, em conivencia com as elites locais de ”não-brancos”, vide as elites dos antigos reinos africanos e em épocas em que sequer era um projeto de átomo. No entanto, um exército de zumbis idiotas não parecem estar preocupados com fatos, mas com fanatismo e criminalização contra indivíduos frágeis e inocentes bem como pela desapropriação destes de seus habitats naturais. Se pensou em genocídio, acertou.

O altruísmo patológico, continua a culpar os brancos. A diferença é que na culpa branca, os brancos são acusados de ”terem sido (e de serem) extremamente maldosos”, a reencarnação do mal e qualquer forma de ”racismo”, especialmente o racismo imaginário, crime de pensamento ou luta contra a própria desapropriação, é entendido como uma espécie de ”pecado capital”.  No altruísmo patológico, ”somos” culpados por sermos bonzinhos demais.

Se ficar o bicho pega, se correr o bicho come. Quando é que ”não seremos culpados”**** Quando deixarmos de existir**

Aí surge uma questão. Ainda que muitos brancos de fato sejam de altruístas patológicos, que na verdade, é uma simplificação de uma diversidade de tipos, desde os realmente altruístas até os esquerdistas, boa parte deles que são patologicamente altruístas no gogó, mas na prática, são quase tão neoliberais capitalistas e elitistas quanto os próprios conservadores de classe média e classe média alta, nem todos os brancos, dentre eles os norte europeus, apresentam estas tendencias. E na verdade, pelo que parece, a maioria dos brancos não são como os esquerdistas. A ideia de que ”toda a raça branca evoluiu para este tipo de comportamento” não parece condizer com a realidade, especialmente quando desde há um bom tempo, a maioria dos europeus não tem concordado com a política de portas abertas ou imigração alógena em massa.

A partir disso, aparecem os tais fatores que não são diretamente genéticos, mas principalmente interativos e que nos ajudam a entender melhor, algumas intenções obscuras dentro da comunidade hbd bem como também o cenário epigenético mais condizente para com esta psicose coletiva da culpa branca. Enquanto que alguns blogues ( como de Kevin McDonald)  mostram a realidade da participação latente da judiaria organizada como orquestradora-mor de todos os eventos que estão se sucedendo nas nações ocidentais, tal como a normatização do comportamento sexual não-reprodutivo (e não apenas a normatização mas a tentativa progressiva de substituição da heterossexualidade pela homossexualidade como ”o absoluto normal” ou majoritário), a imigração em massa de populações não-brancas, deslocando as populações eurodescendentes nativas, a tentativa de relativização da moralidade objetiva (o bandido é a vítima)…, outros blogues, mais ”hbd core’‘, simplesmente renegam e minimizam ao máximo divisor comum, qualquer participação mais latejante desta população, isto é, ”os judeus”, uma boa parte deles, como responsáveis por esta lavagem cerebral, justamente em prol do tal ”altruísmo patológico”.

Eh simples, o ”homem branco” é mais uma vez o culpado, só que agora, ele é culpado porque é bondoso demais. Nunca que ”outros povos” poderiam ter qualquer participação nisso, apenas o branco idiota.

A estrutura hierárquica de qualquer sociedade complexa, parece convergir para o modelo piramidal, ou seja, as ordens são lançadas do topo, estreito e inalcançável para escravos modernos, o resto as executa sem reclamação. Eh o que tem acontecido nas sociedades ocidentais. Ninguém em sã consciencia gostaria de ver a cidade onde nasceu e se habituou, transformada em um grande ‘melting pot”, de povos estranhos, com costumes, de estranhos a completamente inconcebíveis, especialmente mediante a sua ótica cultural particular, subjetiva. E segundo muitas pesquisas, a maior parte da população europeia, que tem dons naturais para detectar anomalias em seus respectivos ambientes, o farejo do detetive, não compactua com os ditames de ”suas” ‘elites”. No entanto, com a imensa sofisticação dos meios de comunicação, a capacidade de organização contra a vontade lunática das ”elites”, se viu completamente prejudicada. Além disso, a política de divisão das populações nativas ocidentais em tribos culturais e suas posteriores lutas, contribui consideravelmente para a paralisia das massas de cara pálidas que estão sendo inundadas por milhões de estrangeiros, cada vez mais hostis. Eles brigam entre si e por picuinhas, enquanto que suas portas estão escancaradas e mais e mais ”imigrantes” (uma boa parte deles que não são realmente de imigrantes, mas de invasores oportunistas) entram em suas nações.

A seleção de idiotas úteis por estas ”zelites” para ocuparem os postos de comando, literalmente, colocar a carroça na frente dos bois, aumenta a falsa percepção de que os europeus evoluíram aberrantemente para o próprio abate. São as circunstancias ambientais que estão forçando as populações brancas nativas a este estado de inércia. E estas circunstancias ambientais foram arquitetadas pelo pessoal da escolinha de Frankfurt, todos eles de judeus ashkenazim.

A incapacidade do branco médio para entender abstrações complexas bem como também a sua tendencia evolutiva para ser altamente confiante em relação as suas instituições, são outros dois fatores importantes para explicar este ”moderno” (fim do império romano, por exemplo, muy moderno) estado de coisas.

Portanto, a incapacidade da pessoa média de tez pálida para compilar uma grande quantidade de informações variadas, colocar todas as peças no quebra cabeças e acordar pra vida, mais, a seleção pelos idiotas úteis, justamente os responsáveis pela desinformação, consciente (sociopatas de alto funcionamento) ou inconsciente (idiotas úteis, nem todos são de esquerda, na verdade, qualquer um com ideologia e estupidez na mão seria um idiota útil), em conluio com a des-seleção dos solucionadores de problemas para os cargos administrativos e intelectuais mais importantes, mais algumas predisposições caucasianas como a capacidade de adaptação a mudanças de ambiente (do tipo, eu sei  o que está acontecendo, mas o meu bairro branco é minha fortaleza, alienação induzida por inércia, incapacidade individual de organizar uma rebelião), mais a célula primordial oportunista que orquestrou tudo isso, todos estes que são fatores ambientais reais, ou seja, interativos, genes alógenos de intelecto médio superior e nenhuma inibição moral, orquestram o assalto e posterior e gradual tomada de poder em cada sociedade, genes locais cooperativos com os genes alógenos (zumbificação), divisão e subdivisão das células brancas, colocando-as para competir umas com as outras, ao invés de se unirem para identificar e atacar o invasor, enfim, todos estes fatores ambientais, nos ajudam a explicar muito melhor o que está acontecendo no ocidente do que a culpabilização generalizada das massas brancas. Como eu disse em um comentário, rejeitado, em algum recanto hbd.

Voce não pode culpar um animal domesticado por ser domesticado. Voce não pode culpar os subgrupos de idiotas úteis, altruístas patológicos, ativos e aparentes, por seus instintos e intuições deprimidos por suas condições de animal manso.

E não pode generalizar para toda uma raça, um suposto defeito, quando na verdade, a organização social e estrutural das sociedades ocidentais foram viradas pelo avesso. A carroça na frente dos bois.

Se os brancos são sempre os culpados, talvez sejam especialmente aqueles de suas supostas ”elites”.

Sobre a idade mental dos ashkenazim. De acordo com uma perspectiva hbd mais próxima de voce, os judeus europeus (orientais e ocidentais) teriam idade mental de asiáticos e norte europeus. No entanto, talvez seja menos. O que explicaria a excepcionalidade ashkenazim. Uma idade mental mais baixa que dos seus pares de igual intelecto técnico, mas uma grande variação neste quesito.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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