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A raposa pode ser politicamente incorreta, mas a seleção natural é apolítica

A natureza é mais complexa do que uma linha reta e perfeita. E este caos organizado que a faz ser tão fantástica e complicada. Eis aqui mais uma demonstração quanto a complicada simplicidade que se consiste a natureza, especificamente a humana. Sim, a raposa é politicamente incorreta, mas a seleção natural (ou de qualquer outra natureza) é trivial e é ainda mais trivial se seres autoconscientes puderem manipulá-la a bel prazer. Por meio deste texto do blog do Peter Frost, voces poderão conhecer um pouco sobre a inteligencia (média) coletiva de uma população africana, os Igbo. Boa leitura!

Mais uma compilação de ideias…

O excesso de ideias continua a me afetar e por isso vou continuar a regurgitá-las verbalmente por meio deste combo de pensamentos, ao invés de textos individuais, mas nem todos, alguns assuntos merecem destaque… Não que estas ideias não sejam merecedoras de destaque, mas ou eu faço isso ou vou perde-las mais cedo ou mais tarde.

1- O gênio científico não é necessariamente criativo, pois tenderá a ser perceptivo. As diferenças entre percepção e criatividade e a interação entre as duas.

Darwin foi criativo***

Sua obra foi um monumento científico de tez criativa, mas o mais provável é que não ou que ele foi do tipo descontínuo ( o tipo que geralmente tem poucas ideias e as trabalha melhor, especialmente ao nível Darwin de qualidade). Darwin foi mais perceptivo do que criativo. Percepção e criatividade se complementam mas não são a mesma coisa. A criatividade não-recreativa seria como a extrapolação perceptiva, encontrar OU fazer novas associações de ideias, padrões nas mais diversas áreas. A criatividade neste aspecto, em seu aspecto mais conceitualmente puro, poderia ser entendida como uma expansão da percepção, uma capacidade melhorada desta mesma função.

A percepção interage com a criatividade no sentido de funcionar como matéria prima para o seu desenvolvimento, pois sem a observação e captura de padrões interessantes, incomuns ou potencialmente revolucionários, não haverá terreno para se desenvolver a criatividade, mas geralmente a criatividade não sucederá a percepção inicial, pois o processo se fará em conjunto, no mesmo espaço e lugar.

 

2- Cultura com estrutura ( pseudo religiões), Cultura sem estrutura ( movimento hippie).

 

Sem um núcleo de alimentação transcendental, a cultura morrerá. Será como o cometa que passa rente a atmosfera de um planeta e não como um satélite que faz parte dele.

 

3- Se não existe o livre arbítrio… Então é necessário inventa-lo ou ao menos a livre reflexão.

 

A cultura do livre arbítrio é a cultura da genialidade, da criatividade, da inteligencia. Eh a possibilidade de amplificação de nossa capacidade por meio da educação objetiva.

 

4- A metáfora da vida por meio de uma peça de teatro. Os atores, os diretores, a plateia e os autores ( escritores).

 

A maioria seria como os atores que são manipulados pelos diretores que por sua vez, se utilizam de peças de escritores ou autores (e algumas vezes, deles mesmos).

Mas e a plateia**

Seriam nossos mortos**

5- A raridade do bissexual. Analogia com ambidestria. Homossexual puro, homossexual fluido, bissexual, heterossexual fluido ou misto e o heterossexual puro.

 

A maior parte dos auto-declarados bissexuais serão na verdade de hétero ou homo misto ou fluído. O bissexual puro ou por excelencia é tão raro quanto o ambidestro.

 

6- Homofobia?? Não, homoaversao!

 

Mesmo que seja verdade que existam ”homofóbicos”, a maior parte daqueles que são denominados assim pela mídia, são na verdade de homoaversos. Aversão não é o mesmo que fobia.

 

7- O mundo é feito por enérgicos e não necessariamente por inteligentes ou sábios.

 

O fenomeno hbd, dentre outros tipos…. os comunicadores cheios de energia geralmente o fazem movidos por narcisismo ou por boas intenções. No entanto, sem a inteligencia certa, o máximo que farão será a sofisticação dos problemas que já existem.

 

8- A degeneração do homossexual no mundo moderno e não o homossexual como a degeneração per si.

Eu tenho a impressão de que em um passado ”dentro-do-armário”, os homossexuais se comportavam melhor e também havia alguma espécie de seleção entre eles do que hoje em dia, em que virou moda ser ”sexualmente curioso”.

A degeneração da modernidade não tem como um dos tótens principais de expressão a homossexualidade, mas na construção de um contexto sexualmente livre onde que a mesma aparecerá naturalmente como uma possibilidade.

A degeneração dos próprios homossexuais parece se dar por diversos fatores, dentre eles a popularização deste fenomeno comportamental e posterior vulgarização. O homossexual médio dos tempos ”modernos” é ainda mais sexualmente viciado e agressivo ao passo que, na minha opinião, o homossexual médio do tempo de nossos bisavós parecia ser mais discreto e menos animalesco em seu comportamento.

 

9- O que vem primeiro, o comportamento ou a seleção? O exemplo judeu. Vc é o que vc faz.

 

Parece que existem estágios de seleção (natural, sexual ou antropomórfica). O primeiro estágio é o da própria seleção com base em enfatizações coletivas anteriores (selecionar os mais bonzinhos, os mais espertos, os mais sábios ou os mais altos…). O segundo estágio seria o da prática do resultado desta seleção, a colheita, como quando uma espécie atinge o seu optimum evolutivo.  O terceiro estágio seria o da competição, como quando outras espécies igualmente completas em sua trajetória evolutiva, passam a disputar o mesmo espaço e ou os mesmos alimentos. O quarto estágio seria o da sobrevivencia coletiva, como quando a competição entre as espécies atinge o seu nível mais perigoso e potencial para a extinção ou ao menos para a redução demográfica.

Os judeus são ou parecem ser um exemplo interessante a ser demonstrado. Quando os judeus já estavam trabalhando como mercadores e atravessadores em suas regiões tradicionais de moradia, isso nos parece indicar que eles haviam passado pela fase instável de seleção, a seleção per si, quando os descontentes são expulsos ou saem por vontade própria do grupo e ou os tipos mais condizentes com a proposta de grupo são selecionados. Se voce é aquilo que voce faz, então o judeu mercador, atravessador ou conselheiro real, já é o resultado, o produto de estágios anteriores e não alguém em provação.

No entanto, tais estágios sugeridos parecem se manifestar em diferentes níveis no mesmo espaço e no mesmo tempo. Portanto, os tipos mais condizentes com a proposta cultural de uma coletividade, que serão aqueles de optimum evolutivo, conviverão com aqueles que ainda estão passando pelo processo assim como também em relação aqueles que estão tentando sobreviver. E se o sobreviver vier antes do viver, então isso significa que estará em maior stress do que aquele que ”vive” ”apenas”.

 

10- Hipótese para o aparecimento da pele clara. Mutação para o albinismo parcial recessivo ao invés de adaptação ao ambiente.

 

A explicação habitual para a variação de um traço dentro de uma espécie se dá com base na ”adaptação” as demandas do ambiente. Portanto, para explicar a variação na cor da pele das populações humanas, prioriza-se a ideia de que quando os seres humanos chegaram nas regiões de clima frio, o seu corpo foi ”lamarckiamente” se adaptando as condições. Outra explicação, menos fantasiosa, nos diz que houve uma seleção para aqueles de pele mais clara. Mas como pode ser possível que a pele clara e especialmente a pele praticamente albina de muitos milhões de norte europeus, pode ter sido selecionada se os primeiros caucasianos sequer tinham pele clara*** A explicação mais recente para a pele clara dos europeus assim como também dos leste asiáticos, é a de que os neandertais lhes legaram os genes para esbranquiçá-la. Como, quando e por que certos grupos de neandertais se tornaram mais claros** Mas como tudo isso pode ser possível, se nos dizem que a variação de um traço tende a se dar sem qualquer grande razão, apenas porque varia* A resposta para o enigma variedade, por agora, é por ele mesmo, varia porque varia, ora pois.

A pele clara, especialmente dos caucasianos europeus e principalmente dos norte europeus, segundo esta minha hipótese, se deu por causa de uma constancia de combinações genéticas ao longo da pré história  que resultou na redução da produção da melanina e que estes genes são parentes distantes dos mesmos genes que produzem o fenótipo albino em humanos. Em resumo, se consiste em uma mutação heterozigota dos mesmos genes que causam albinismo.

Não houve adaptação lamarckiana, não houve seleção específica no início deste evento (a fundação da raça caucasiana). O produto destas combinações genéticas (via miscigenação racial com neandertais* extermínios ou genocídios, doenças, etc) foi o aparecimento de uma maior variedade na cor da pele, não necessariamente aquela como conhecemos hoje em dia. E ao longo do tempo, a contínua seleção das pessoas com estes genes para pele mais clara resultou na transmissão generalizada destes fenótipos para toda população ou com base na seleção negativa, isto é, com base na eliminação dos grupos mais atávicos.  Existem grandes chances de estar errado** Sim…

 

11- A teoria do patógeno judeu pra explicar o aumento da inteligência ou astúcia desta população.

 

Uma ”infecção” seria a responsável pela homossexualidade, leia-se, masculina e exclusiva. No entanto, a manifestação heterozigota da Doença de Gaucher em pacientes judeus seria apenas ”a evolução fazendo o seu papel”. Manipulação ao estilo kosher, a gente ve por aqui!!

e como um adendo muito importante para este assunto

 

11.1- Evolução como doença & adaptação por heterozigose.

 

Diferentes ambientes podem ter diferentes tipos e quantidades de patógenos ou microrganismos. Ambientes quentes apresentariam microrganismos ”agressivos” enquanto que ambientes frios teriam menos microrganismos ou que seriam menos agressivos. Inteligência e criatividade evoluíram por heterozigose e seleção, tal como a anemia falciforme.

Os mais altos níveis de capacidade cognitiva, intelectual e criativa, é muito provável de serem versões heterozigotas de doenças ou anomalias do sistema corpo-mente tal como a Anemia falciforme ou a Doença de Gaucher. Mas como são

complexas

e

estão sob forte seleção, especialmente a inteligencia

… então serão menos prováveis de serem encontradas conjuntamente com as suas versões homozigotas.

Eu já sugeri que as personalidades extremas sejam como fenótipos-estirão que se relacionam com o guarda-chuvas ”inteligencia” e que em combinação com alto perfil cognitivo, podem produzir grande capacidade, ao nível de genio.

A metáfora da camisa de força como a consciencia primária. Eu não posso sair do meu corpo sabia** E voce**

12- Níveis de consciência: níveis de cognição e inteligência.

1- consciência corporal primária: ‘auto’ reconhecimento do aprisionamento dentro do corpo. Cognição puramente ativa. Nano-consciencia.

2- consciência corporal secundária: auto reconhecimento do aprisionamento do corpo, sensação ampliada de consciência. Cognição predominantemente ativa (pode sentir a reação mas não pode agir).

3- instinto: o limiar da cognição consciente ou inteligência. Reação instintiva , ativa ou reativa. (pode reagir complexamente a sensação ou reagir).

4- cognição instintiva: reação instintiva ou reativa com  lampejos de auto consciência.

5- cognição auto consciente: reação instintiva + reflexiva, condição humana.

6- auto consciência: reação reflexiva ( reação instintiva em câmera lenta ). Capacidade de se adaptar, criatividade prática ou adaptabilidade. Consciência sobre a seleção natural, sexual ou de qualquer outro tipo, consciência corporal ampliada por empatia genuína, internalização de padrões ou sistemas e busca pela harmonia, princípio da auto conservação estendida ao ambiente.

A consciencia primária sabe apenas de si mesmo e de maneira extremamente simples enquanto que a auto consciencia não sabe apenas de si mesmo, de maneira complexa, mas também constrói um sistema de fatos ou verdades com base na amplitude de reconhecimento ou consciencia. Sabe de si, complexamente, dos tipos iguais, inferiores e sabe complexamente do ambiente.

 

13- Seleção sem evolução ou por conservação.

 

água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.

 

Quanto mais intensa for a seleção para determinado conjunto de traços ou fenótipo, mais fixo ele se tornará e mais divergente se tornará.

 

Seleção sem uma enfase unilateral, será mais por conservação do que por evolução.

Complemento a teoria da bio-diversidade natural da sexualidade humana

Primeiro, antes de tudo. Um dos maiores especialistas em ”canhotismo” em todo mundo, o britanico Chris McManus, já foi ridicularizado por ter desenvolvido um trabalho que se baseou na busca pela relação entre dominancia dos testículos, isso mesmo, dos testículos, com a dominancia do resto do corpo, como as mãos, por exemplo. Em outras palavras, o lado em que os seus testículos, se for homem (ou…), estiverem mais tombados, pode também se relacionar com a sua dominancia cerebral, por exemplo, se é canhoto, destro ou ambidestro.

Engraçado que a maioria dessas mesmas pessoas tenham achado graça nesta hipótese, mas não nas pseudo teorias tendenciosamente (tribal) políticas como a inexistencia das raças humanas. Engraçado, voces não acham** Eu não.

E é provável que ele esteja certo, porque ao menos no meu caso, existe sim uma correlação. E parece fazer todo sentido.

Saindo um pouco daquilo que parece nojento para alguns, que ainda acham graça da sexualidade humana, tal como nas aulas de biologia da oitava série (idade mental, não se esqueçam…), para aquilo que muitos outros, talvez, acharão ainda mais nojento de ser analisado. Mas eu conclui que vale apena correr este risco.

Um de meus assuntos de especialização amadora, é a homossexualidade, por razões pessoais mas também porque acho muito relevante que uma das ”condições” humanas (dentro de uma maior multidimensionalidade de identidade existencial)  mais polemicas mereça grande destaque, não apenas por causa do excesso de discussões vãs que desencadeia mas também por causa das conclusões quase sempre equivocadas que são retidas a partir delas.

Então vamos aos trabalhos…

Como complemento a teoria unilateral e potencialmente conflituosa que foi desenvolvida pelo cientista judeu-americano Gregory Cochran, sobre as causas para a existencia da ”homossexualidade masculina exclusiva”, resolvi desenvolver a minha teoria da bio-diversidade sexual humana, em que, ao contrário do que flamou este homem (e adestrados), a homossexualidade não se consiste apenas na interação de patógenos que provocam a mudança de comportamento.

Primeiro, eu questionei sobre a possibilidade de provar esta teoria, por exemplo, como que se poderia saber se a homossexualidade se daria por meio de uma infecção patogenica durante a infancia**

Segundo, eu questionei sobre a estúpida crença dele bem como de muitos outros ”hb”d”s, em relação a fiabilidade dos resultados de pesquisas sobre a demografia das ”preferencias’ sexuais. A tendencia de desonestidade ou auto engano por parte de muitos homens (especialmente) e de mulheres quanto as suas reais naturezas sexuais, os fazem mentir com frequencia sobre suas preferencias em pesquisas sociológicas como estas. Outra possibilidade é a de que muitas vezes, se façam perguntas diretas demais em que as pessoas se vejam forçadas a escolher ou a opção A ou a opção B. Eu duvido que apenas 4% da população americana seja composta por homossexuais. No mínimo, o dobro deste valor será a proporção estatística mais esperada. Mesmo que ‘apenas’ 4% da população fosse constituído por este tipo, isso ainda nos sugere que exista uma variação natural, uma continuidade ou variação de um mesmo traço e não uma ruptura entre o ”não-patogenico” e o ”patogenico”.

Terceiro, como desdobramento de minhas investigações sobre o tema, eu interpelei pela relação que parece óbvia entre a variação de lateralidade e da sexualidade. Se existem canhotos fortes, canhotos fracos, ambidestros, destros fracos e destros fortes, isso, apenas levando-se em consideração a lateralidade das mãos, então não parece imprudente sugerir que o mesmo aconteça com praticamente todos os traços humanos, como a sexualidade.

Quarto, anterior aos posteriores desdobramentos, eu questionei sobre a possibilidade de se explicar a variação natural da sexualidade por meio da variação natural das cores dos olhos humanos, que terminou por se consistir em minha teoria ‘oficial’. Eu pensei na possibilidade de que, se as cores mais claras dos olhos humanos foram inicialmente uma variação feminina e que mais tarde foi sendo passado para os homens, por mutação e processos seletivos, então, o mesmo poderia ter se dado em relação a preferencias sexuais de genero, em que o desejo sexual por um genero foi sendo passado até atingir ao cruzamento destas preferencias, resultando tanto na homossexualidade masculina quanto na feminina (assim como também aos desvios naturais de identidade sexual como os transgeneros).

Quinto, talvez um pouco antes de finalizar a minha teoria, eu encontrei um artigo, que perdi e não encontrei novamente mesmo depois de alguma procura, em que se especulava sobre a possibilidade da natureza sexual humana ser em sua essencia, patogenica. A ideia desta teoria, parte de uma tentativa de se explicar como se daria o ímpeto sexual e que o mesmo poderia se dar por intermédio de patógenos ancestrais que evoluíram com a nossa espécie. Para explicar aquilo que não está ”inteiramente” sob nosso controle, o uso da hipótese de interação patogenica ancestral, pode ter um papel, que pode ser decisivo nesta tarefa. A questão fundamental sobre a sexualidade humana é a de que a sua necessidade não é autoconsciente mas programada. A ideia da universal natureza patogenica da sexualidade humana parece ser muito pertinente e aparece como mais um fato negativo a teoria de Cochran, mas que não se dará por razões usuais. A hipótese de Cochran é unilateral ao dar enfase a possível natureza patogenica da homossexualidade, desprezando que esta realidade não está concentrada apenas nesta parte do espectro sexual humano, ainda que possa concordar que possa haver uma maior concentração de patógenos na mesma.

A teoria de Cochran despreza toda a complexidade que este tema exige, por se basear no mal uso da navalha de Occam, onde ao invés da busca por uma sinteticidade de variáveis, busca-se o simplismo, por meio da eliminação destas variáveis ou da estrutura interativa de variáveis a que o tema se encontra sustentado.

Então, como complemento a minha teoria, eu vou me concentrar, como sempre, que se dará de maneira superficial, em relação a este tema que parece nojento a priori.

 

Zonas erógenas masculinas, variação de sensibilidade destas zonas e fiação neurológica do sistema nervoso central até o sistema nervoso periférico, como explicação para a concentração erógena do desejo sexual em partes pouco usuais como o anus

((Se o cérebro não sente a dor, então não haverá dor**))

 

Eu não sei quanto a esta demografia, mas acredito que a maior parte dos homens heterossexuais sintam desejo quando tocados, de preferencia de primeira ordem, por alguém que não seja do mesmo sexo e que seja atraente, em sua região anal. Esta é uma das piadas prontas mais populares em sites de ciencia ”popular”. Os machões triviais podem sentir desejos incomuns justamente na retaguarda. Deve haver, obviamente, alguma relação entre a fiação neurológica, talvez entre o penis e o anus (**) ou de outra parte, que produza esta associação mental de toque e de prazer.

Deve haver, com quase absoluta certeza, uma variação quanto a sensibilidade em cada zona erógena, do homem e da mulher. Se os homossexuais são fortemente inclinados ao prazer anal, então talvez eles estejam mais sensíveis ao toque em associação prazerosa, do que os outros, nesta parte do corpo. Nossa mente interpreta a fenomenologia e parte para a ação mais pertinente como maneira de satisfaze-la.

Homens homossexuais tendem a apresentar diferenças anatomicas na região entre o saco escrotal e o anus, em comparação aos heterossexuais, que também é conhecida como períneo. Esta região tende a ser mais áspera, mais contundente a epiderme, nesta população do que em relação aos heterossexuais e pode sugerir alguma exacerbação neurológica que pode produzir uma associação mais intensa entre o prazer masculino primordial, ou o domínio do penis e a região anal. Podemos fazer uma analogia em relação a protuberancia de muitas testas humanas, mais neandertais em seu aspecto. Este aspecto mais grosso, pode sugerir que internamente, haja um maior uso ou ”irritação” nesta área.

Recentemente, como complemento sobre a naturalidade da ”homossexualidade masculina exclusiva” (isto é, de homens que tenham preferencia predominante por outros homens), eu sugeri sobre uma possível relação entre a esquizofrenia, que segundo muitos cientistas, é uma característica unicamente presente na espécie humana (bem como a imaginação**) e este tipo de homossexualidade.

Portanto, se existe uma maior sensibilidade nesta zona erógena, pode ser possível então que muitos homens se vejam mais afoitos para ter este tipo de experimentação sexual recreativa específica do que outros, se para a maioria dos heterossexuais, o toque nesta área, já será considerada como prazerosa.

Muitos homossexuais não são afeminados, porque não existe apenas um tipo de ”gay” mas vários tipos, da mesma maneira que existem vários tipos de ”héteros” bem como de bissexuais. Bissexuais puros parecem ser tão raros quanto ambidestros puros. A maior parte dos bissexuais ou são mais para um lado do espectro da sexualidade ou para o outro lado.

Pelo que parece, o primeiro passo para a variação sexual anormativa, se dá justamente pelo desejo sexual, que depois será seguida por uma tendencia para a androginia e no final se constituirá na reversão da identidade sexual. O desejo sexual é secundário, a identidade sexual ou de genero é primário em termos de importancia na construção da personalidade.

 

Homens ”gays” tendem a ter cérebros mais femininos do que os ”héteros”

 

Se a variação da lateralidade é natural então porque não pensar que o mesmo poderia se dar em relação a sexualidade** Parece tão óbvio que me sinto um retardado de dizer isso. Mesmo!! No entanto, é necessário explicar o óbvio a pessoas tendenciosas. Para explicar para os cristãos tontos (nem todos eles serão) que a homossexualidade não é um pecado, mas um desvio natural, para explicar aos anti-racistas todas as suas contradições latentes, para explicar aos ateus fanáticos que não tem como provar a existencia ou não de ”Deus”, e apenas a morte nos dará essas respostas tão extremamente profundas… enfim, para explicar a todos estes dogmáticos com retardo mental não detectável a curto prazo, vc precisa se rebaixar ao nível deles e explicar o simples.

A homossexualidade não se restringe apenas a presença de um patógeno que muda o comportamento do seu hospedeiro, mas talvez seja mais verossímil de ser encontrado tal perfil em homens com o mínimo de androginia fisiológica e mental.

Se os homossexuais tendem a ter cérebros mais femininos, então em isso explicaria parcialmente o porque de boa parte de seu comportamento bem como de suas preferencias, assim como também em relação aos tipos mais afeminados, onde que não apenas o cérebro se veria mais próximo da média feminina, mas também todo o organismo, corpo, características faciais.

Segundo a teoria que tenta explicar o porque da paleta diferenciada de cores da pele, olhos e cabelos, entre os europeus, homens brancos de cabelos e olhos mais claros, tenderiam a olhar mais feminino do que os homens brancos morenos, isto é, com cabelos e olhos castanhos. Parece evidente que as características mais leves de pele, cabelo e olhos sejam um recurso essencialmente feminino, que depois de ser tão selecionado entre os mulheres começou a ser passado também para os homens. Situação parecida pode ser aplicada ao comportamento sexual e vejam que até existe uma relação entre as características físicas e faciais e as preferencias inatas de sexualidade, onde que os homens homossexuais tendem a olhar mais feminino do que os heterossexuais e especialmente em relação aos ”heterossexuais puros”. Em todas as populações humanas, as mulheres tendem a ser mais brancas ou claras na cor da pele do que os homens.

Escrever

 

A homossexualidade não é hereditária, mito

 

A (suposta) maior inteligencia baseada em testes de qi  raramente será hereditária. Um casal com qi médio 160, tem poucas chances de ter uma criança com qi igual ou maior. O fenomeno da regressão a média é o mais esperado de acontecer. O mesmo não poderia ser pensado em relação a homossexualidade*

Ao invés de uma tendencia para regressão a média (estatística), a hereditariedade para este espectro de combinações fenotípicas sexuais, se daria com base na tendencia para a regressão a média heterossexual ou normativo-potencialmente reprodutiva.

Assim como a criatividade ”corre” dentro das famílias, de maneira não-linear, dependendo de caso pra caso, o mesmo pode ser aplicado a homossexualidade. E percebam que não parece incomum que ambas as predisposições corram juntas dentro da mesma família.

Jayman, um dos mais importantes blogueiros hbd, gemeos identicos não são iguais. Portanto, é perfeitamente possível conceber que talvez, os resultados de hereditariedade por meio da análise destes grupos, não sejam assim tão pontuais como imaginava.

Muitas famílias, como a minha, nós teremos casos de homossexualidade, assim como também não é nem um pouco surpreendente que em muitos casos, a homossexualidade não se manifeste como compartilhamento entre alguns parentes.

As duas principais razões destes perpetuadores desta teoria unilateral da patogenia da homossexualidade masculina exclusiva, são

suposta inexistencia de hereditariedade da homossexualidade (superdotação, lateralidade esquerda e criatividade então também seriam causadas por patógenos** será**)

e

pequena população, partindo da ideia de que haja uma descontinuidade espectral entre os homossexuais, especialmente deste grupo e o restante da população.

Eu estou cá no Brasil sem ter trabalho e estes energúmenos estão na toda poderosa Murrica, produzindo esta pobreza de percepções científicas. Eh mole!*!

Fenótipos polimórficos são herdados de maneira não-linear.

 

Variação da população de ovelhas versus a variação da população humana

 

Comparar ovelhas e humanos não me parece algo muito inteligente a se fazer. Ok, este grupo apareceu como ideal para comparação porque supostamente, são um dos únicos que apresentam a manifestação de homossexualidade masculina exclusiva. Mas se esta população de ovelhas não for muito variável ou de pequeno tamanho, então não poderemos comparar uma população tão grande e diversa como a humana com as ovelhas. Estou lendo o livro de Charles Darwin, Seleção Natural, e segundo o super famoso genio que redigiu esta obra prima assim como também a maioria dos hbds, as populações pequenas apresentam pouca chance de variação por causa de seu tamanho demográfico. Pouca variação significará pequena incidencia de mutações, benéficas, prejudiciais e neutras. Os detalhes são importantes para que se possa construir todas as peças do quebra cabeças.

Apenas com a constatação de que TODO o fenomeno da sexualidade ou da reprodução sexuada se de com base nesta interação ancestral patogenica benéfica, da mesma maneira que temos muitos outros ”patógenos” dentro de nosso corpo, nos ajudando a realizar funções essenciais do nosso corpo (somos como nações, habitadas por muitos indivíduos), já poderíamos dar um novo ar a esta teoria.

Voltando a minha ideia que fez com que produzisse este texto. Deve existir uma variação demográfica quanto a distribuição de sensibilidade erógena pelo corpo, tanto do homem quanto da mulher, onde que alguns serão mais sensíveis e ”irritados” em determinadas partes do corpo, produzindo o seu desejo sexual, por causa da fiação neurológica. Existem evidencias morfológicas ou fisiológicas quanto as estas diferenças como o períneo, que se encontrará diferenciada em homossexuais, talvez para a maioria.

Não existe uma descontinuidade espectral da variação sexual, mas uma continuidade em que as diferenças entre heterossexuais e homossexuais serão com base em níveis e não em grandezas. Em outras palavras, eles não são espécies diferentes onde que os homossexuais serão a versão patogenica se toda o espectro da sexualidade apresenta esta mesma natureza.

Em um próximo texto eu vou falar sobre o mito do desejo reprodutivo e pelo realismo quanto ao desejo sexual, de satisfação.

Princípio filosófico-naturalista da auto conservação

Somos intrinsecamente motivados para preferir por nossas forças como técnica de sobrevivência. Isto se consiste no princípio da autoconservação.

Nascemos com fortes inclinações psico-cognitivas inatas. Apresentamos uma limitação de capacidade, tanto por níveis quanto por qualidade. Não é que as pessoas ”nasçam sabendo” mais sobre certa particularidade intelectual ou técnica, mas que, ao longo do tempo, os seus cérebros vão se desdobrando tal como um pergaminho, ou seja, vão amadurecendo até o seu ápice em idade jovem. O processo de amadurecimento do cérebro é como o planejamento e posterior construção de uma casa. Cérebros ”saudáveis’ tendem a serem planejadamente  esculpidos pela areia do tempo sem grandes erros na estrutura enquanto que os outros cérebros, menos saudáveis, tenderão a apresentarem ‘problemas” das mais diversas ordens e níveis que afetarão o seu funcionamento e poderão contribuir para o brilho do genio ou ao menos de alguém que está constituído por uma unicidade individual, uma pedra extremamente rara que não é facilmente compactada as massas de proto-zumbis humanos uniformes, até todos os tipos predominantemente degenerados, em um sentido objetivamente moral a cognitivo. O ”desvio” da naturalidade evolutiva-reprodutiva, não é apenas uma sina, mas também pode significar uma grande e inata janela de oportunidade para o desenvolvimento individual que tenderá a ter como resultados, o genio, o sábio dentre muitos outros tipos intimamente transcendentais.

 

Diversidade cognitiva

 

Nascemos fortemente predispostos para favorecer pela enfatização existencial cotidiana de nossas forças. Se as forças estão muito aparentes e dominantes, então a motivação intrínseca tenderá a ser muito forte e a dirigir a vida de maneira ”autoritária”. Para o savant e para todos os outros tipos correlacionados, a vida se desdobrará desta maneira.

Mas não será apenas com base na resposta instintiva imediata porque o ser humano tem a capacidade (obviamente que estará distribuída em níveis) de dar simbolismos ou alegorias a sua vivencia. Nós precisamos reter nossas percepções por meio da memória de longo prazo e da criatividade primitiva, instintiva, para elaborar um mundo próprio (forte ou fracamente original ou independente) e preencher o vazio da dúvida existencial que a autoconsciencia nos lega incessantemente, tão implacável quanto as batidas de nossos corações. A depressão provocada pela autoconsciencia em estado selvagem, é como alimentar esta dúvida.

 

A escadinha da sexualidade, o fenomeno do caçula homossexual

Muitos estudos encontraram uma relação entre a ordem de nascimento e preferencia sexual, especificamente em relação a homossexualidade. Basicamente, os irmãos mais novos, especialmente em crias homogeneas de homens ou de mulheres, as chances de nascer homossexual parece aumentar quanto maior for a idade da mãe ou do pai. O irmão mais novo tem mais chances de nascer homossexual. A informação que coloquei a disposição não entra mais em detalhes em como esta herança é produzida. ”Apenas” informa que a alteração em alguns cromossomos, provoca as demais mudanças biológicas que são necessárias para a predisposição de atração predominantemente unilateral pelo mesmo sexo. (Assim espero porque eu não li tudo, hihihihi).

Existem algumas explicações para este fenomeno. Como sempre, por causa de uma série de razões técnicas, possível variedade biológica de casos mas também por causa  da tendencia generalizada da ciencia moderna para validar apenas uma teoria, descartando uma multifatorialidade de eventos, as correlações entre ordem de nascimento e homossexualidade, encontraram-se variáveis. Eh evidente que não será em toda a família que o filho mais novo nascerá homossexual (e também não será sempre que será o mais novo…)

Pois bem, agora então eu vou hipotetizar sobre quais seriam os mecanismos que produzem a homossexualidade humana. Eu já expus a minha teoria sobre variação natural da sexualidade. Primeiramente, os fatores seletivos. Alguns blogueiros dentro da psicologia evolutiva e particularmente da comunidade hbd, acreditam que todos os traços humanos, comportamentais, fisiológicos, mentais, são resultado de seleção sexual pura. Como poderia ser possível que um comportamento naturalmente estéril pudesse se auto selecionar, replicar hereditariamente, e continuar dentro da piscina genética humana****

Simples, primeiro, a homossexualidade, assim como qualquer traço, é o resultado de hipozigose, termo que cunhei e que significa a herança em comum, universal, isto é, de toda uma espécie, que, dependendo dos padrões seletivos, poderão se acumular, especialmente se forem de natureza recessiva, e se expressar a partir desta reunião de fatores favoráveis. Isto é, todos nós podemos ter um filho homossexual, mas ”alguns são mais iguais que outros”. Características hormonais, mentais (que reverberam no comportamento) assim como também, a idade paterna ou materna (isso sem contar sobre uma série de possíveis eventos epigenéticos únicos, que produzem a vida humana, tal como estado emotivo da mãe, stress durante o parto, etc), são os principais responsáveis pela variabilidade natural de comportamentos sexuais e de identidade sexual.

Portanto, todos nós temos potencial para ter um filho ou uma filha homossexual. No entanto muitas variáveis devem ser levadas em conta tal como

nossas próprias características biológicas (hormonais, psicológicas, cognitivas),

nosso parceiro ou parceira de acasalamento e posterior combinação entre as nossas suscetibilidades biológicas e as da pessoa que nos relacionarmos germinativamente,

a combinação entre os genes (e informações biológicas gerais) entre os parceiros,

variáveis epigenéticas, como stress durante o parto, algum tipo de alteração dentro do útero causado por eventos imprevisíveis assim como também, os próprios eventos que se sucedem durante o período intrauterino.

Eu acredito que todas as características que são recessivas e que não são selecionadas ou são fortemente contra-selecionadas, serão epigenéticas em sua raiz, ou seja, dependem de uma maior quantidade de variáveis plásticas de eventos epigenéticos e genéticos para serem produzidas, incluindo aí o genio humano. Eh claro que algumas suscetibilidades biológicas são necessárias, mas nem todo homossexual nascerá em uma família onde este comportamento é comum e portanto se traduziria em uma predisposição familiar.

Duas hipóteses (em comunhão recíproca)

Primeira hipótese para explicar o homossexual predominantemente afeminado

– Menor exposição ao testosterona durante a gravidez.

– Herdabilidade da inteligencia e da morfologia cerebral maternas.

Todos nós tendemos a nos parecer em comportamento e inteligencia com nossos pais, de alguma maneira, e em algum aspecto. Isto se dá porque todas as características cerebrais de nossos pais também estão suscetíveis de terem sido herdadas. Alguns filhos, mais sensíveis, emocionais, podem se parecer com suas mães enquanto que algumas filhas, mais diligentes, masculinas, obviamente, tenderão a se parecer com os seus pais. Parece evidente que se a inteligencia é hereditária (e é, mas sua hereditariedade é variável porque a própria inteligencia é complexa e variável) então isso pode ser traduzida em hereditariedade da morfologia cerebral. Homens que são mais comportamentalmente parecidos com suas mães, também  tenderão a ter cérebros mais parecidos. Se a inteligencia é hereditária, e inteligencia se traduz organicamente em características do cérebro, do sistema nervoso, assim como também suas correlações ”extra-cerebrais”, então poder-se-ia concluir que a morfologia cerebral também seja plasticamente hereditária.

Algumas combinações de pares heterosssexuais tradicionais, homem e mulher, parece que só conseguem produzir filhos homens. Seria interessante verificar as muitas variáveis deste tipo de combinação visto que uma grande tendencia para ter filhos homens, em uma proto-possível-pseudo aleatoriedade de eventos biológicos, pode significar uma maior carga de testosterona, tanto do pai quanto da mãe. Mais testosterona, mais mutações, mais chances para ter outliers cognitivos, recessivos e que são contra-selecionados. Também pode significar uma distribuição heterogenea de testosterona, tal como parece acontecer com os homens negros, em média, onde o pico de testosterona durante a adolescencia, parece ter um papel no aumento para o comportamento anti-social e posterior criminalidade.

As variáveis são muitas mas os resultados são consistentes, a homossexualidade é uma traço minoritário universal, que não está presente apenas em humanos. Quanto a ideia de que a homossexualidade não está sendo selecionada pela seleção sexual. Duas explicações para a sua manutenção. Tal como já sublinhei acima, a universalidade da variação de fenótipos sugere uma herança em comum, uma suscetibilidade universal, que será maior em uns e menor em outros, mas que também dependerá de muitas circunstancias tal como a combinação genética de pai e mãe depois da concepção.

A segunda explicação, um complemento para a hipozigose e da variação natural da sexualidade humana. Homens de sexualidade mais fluida poderiam contribuir não apenas para manter os genes que produzem alterações genéticas responsáveis pela diversidade sexual,  mas também para manter o percentual de homossexuais na casa dos 5%. Ainda que a autodefinição seja bem mais fluida. Por exemplo, uma grande população de homens ”beta” e ”omega”, mudanças culturais em prol de padrões seletivos a la ”50 tons de cinza” ou ”50 tons de psicopata de alto funcionamento”, reduzem a fecundidade, a disponibilidade de mulheres e aumentam as chances para a preferencia por intercursos com o mesmo sexo. Não é atoa que marinha e prisão tem coisas em comum, o excesso de homens em ambientes fechados.

Se antes, a religião promovia o casamento monogamico, onde no mínimo, 90% dos homens teriam um conjuge fixo, com a mudança de padrões coletivos de acasalamento, favorecendo o psicopata de alto funcionamento, muitos homens que não seriam capazes de encontrar o seu par do outro sexo, sem a ajuda da ”religião”, pais ou conveniencias culturais, agora se verão na árdua tarefa de faze-lo ou tentar faze-lo por conta própria. Resultado, muitos deles terminarão descontando seus ímpetos sexuais de forma mais pragmática. Quem não tem cão….

Alienação seletiva ou ‘ênfase seletiva sem competição intergrupal’ como hipótese para pseudo-mal adaptações

Nunca despreze veementemente o seu vizinho, ele pode ser um voraz psicopata competidor.

Semelhanças de condições bio-culturais podem ser ideais para promover co-adaptação com base em competição intergrupal.

Ninguém quer ficar em desvantagem. Isso é um fato. O predomínio de personalidade passiva entre os leste asiáticos (graças!!!) ou a pequena estatura dos pigmeus não foram ”escolhas” conscientes dos dois grupos mas caminhos inconscientes, não-estratégicos e nestes dois casos, baseado em isolacionismo territorial (pigmeus) ou geográfico (leste asiáticos), que produziu adaptações incomuns, vantajosas para o grupo mas que tem se mostrado desvantajosas para a competição intergrupal, ou seja, do grupo em relação a outros possíveis concorrentes. A desvantagem se dá porque como essas adaptações foram sendo enfatizadas sem qualquer grande ou constante concorrência. O altruísmo ‘alargado, abstrato e descompensado’ dos norte europeus também pode ser entendido como uma adaptação isolacionista, que é altamente adaptativa mediante uma perspectiva intragrupal, mas é desvantajosa mediante uma perspectiva intergrupal.

O que é ênfase seletiva??

Se você selecionar um grupo de ‘pessoas’ ou de ”animais” com base em elevada estatura e fazê-los procriar entre si, em um futuro próximo, nós teremos um grupo de pessoas altas, porque a altura é ( também é plasticamente) hereditária. Quanto maior a ênfase em um determinado ”traço”, mais hereditário ele se tornará. É a metáfora pseudo-satanista do barro que pode se tornar uma jarra.

Na espécie humana, existe uma diversidade de ênfase seletivas, quase sempre ocasionadas por eventos marcantes que produziram efeitos fundadores e que com o  crescente aprimoramento das ”técnicas bio-culturais”  vão se tornando mais e mais especializadas. E quando você não tem nenhum concorrente à espreita, essas especializações poderão não ser vantajosas para a concorrência com outros grupos.

A partir disso, adentramos ao termo ”alienação seletiva”, mas o que isso significa??

Alienação seletiva

Vamos imaginar que você tenha um restaurante. Suas preocupações se relacionarão com a melhoria do restaurante. Então, depois de um tempo de relativo sucesso, o rendimento do seu empreendimento começa a despencar. Apesar das melhorias que você promoveu como maneira de aumentar a freguesia, os resultados são o completo oposto daquilo que havia estipulado. Então você resolve dar uma volta pela vizinhança e descobre que tem outro restaurante, lotado de clientes e que, vejam só, ele é mais sofisticado e variado quanto à oferta alimentícia (comida japonesa e turca num mesmo restaurante, imaginem!!!) em comparação ao seu.

Este é um exemplo metafórico para ”alienação seletiva”, onde nós temos uma população geograficamente isolada (ou territorialmente isolada) que está promovendo a sua própria melhoria, se especializando em ser o melhor que pode ser, de geração em geração, mas que, despreza consciente ou inconscientemente os grupos vizinhos, candidatos à concorrência.

Existem outros cenários. Por exemplo, no caso dos pigmeus, a (pseudo) alienação seletiva foi territorial, onde apesar da curta distância, os pigmeus evoluíram com base em adaptações específicas, que se mostraram vantajosas para o grupo. No entanto, estas adaptações mostram-se desvantajosas em relação à concorrência intergrupal.

A alienação seletiva pode co-evoluir com super-adaptação (predação, parasitismo). O ponto mais importante que deve ser levado em conta aqui, ou seja, a hipótese fundamental, é a de que a adaptação evolutiva sem concorrência, poderá produzir a ”alienação seletiva”, em que a especialização adaptativa será uma vantagem intergrupral e uma possível desvantagem intragrupal.

A co-adaptação se assemelha ao exemplo metafórico do restaurante que eu usei. No entanto, ao invés do restaurante desprezar inconscientemente a concorrência ( ou o que seria melhor, prever possíveis cenários de concorrência intergrupal), ele vai se adaptando, tanto às suas próprias exigências quanto às exigências da concorrência, uma espécie de adaptação compartilhada.

O melhor exemplo deste cenário na espécie humana pode ser observada pelos judeus europeus (orientais e ocidentais) e sua incrível capacidade mimetismo, que é uma forma de adaptação compartilhada.

No entanto, mesmo os mentalmente enfatizados judeus, também podem e é muito comum na verdade, que se envolvam em comportamentos completamente irracionais como o moderno genocídio sistemático, lento e sofisticado que estão a promover contra os seus hospedeiros co-evolutivos e portanto, co-adaptativos.

A irracionalidade é uma paisagem comum na vida terrestre e isso explica por que comportamentos irracionais tem ceifado inúmeras vezes a evolução cultural, mental, biológica e adaptativa dos seres humanos.

Genes para tomar café, genes para a homossexualidade??

O estúpido transforma o simples em algo complicado e confuso.

Bonobos são os primatas mais próximos da espécie humana. Eles também são conhecidos pela  inteligência, comportamento pacífico (mas isso não quer dizer que sejam santos intocáveis ok? ;)) E por serem adeptos de práticas sexuais ”alternativas” como maneira de mitigar possíveis conflitos entre os machos mas também porque gostam ;). De uma maneira ou de outra, seja lá como esta ”cultura” foi incorporada por eles, tem dado certo e se baseia em uma pré-disposição comportamental. Portanto, se uma cidade-estado à la Esparta resolver se sofisticar e pacificar a sua população, existe uma certa possibilidade para que ocorra uma redução do dimorfismo sexual, reduzindo as diferenças entre homens e mulheres. Os homens mais dominantes serão lentamente ou abruptamente eliminados, ou reduzidos a uma minoria vantajosa, tal como provavelmente acontece com os bonobos.  Menos machos dominantes que são menos propensos a serem adeptos de práticas sexualmente alternativas, mais machos ”não-dominantes” e mais femininos, proporcionalmente falando, estarão no mercado do sexo para procriar e passar seus genes. Esta tendência progressiva irá inevitavelmente resultar em uma maior população de machos que estarão completamente fora da competição sexual pelas fêmeas. Se o desenvolvimento intelectual for incentivado, em pouco tempo, nós teremos o desenvolvimento de uma cultura orgânica, onde ao invés da coerção cultural, nós teremos uma equiparação entre o comportamento médio de uma determinada população e sua própria biologia. O processo de ”aculturação” funciona deste jeito. Primeiro, há a imposição da cultura, depois começam os processos seletivos para produzir (do barro à jarra) o ser humano ideal para esta cultura e por fim nós temos uma cultura orgânica, onde biologia e comportamento cultural são a causa e o produto.

Uma sociedade mais intelectualmente sofisticada, será fortemente propensa a ter uma maior quantidade de pessoas criativas bem como de homossexuais. A relação entre homossexualidade e superdotação é indireta, da mesma maneira que acontece com a relação entre a segunda e a esquizofrenia. A causa de ambas é a mesma, mas os resultados podem ser diferentes ou serem encontrados em um mesmo grupo de indivíduos. A maioria dos homossexuais não são superdotados, mas um grande percentual de superdotados serão de homossexuais. Algo um pouco distinto se aplica à esquizofrenia, onde a maioria dos esquizofrênicos não serão de superdotados, mas muitos superdotados serão esquizofrênicos ou terão um histórico familiar desta condição sindrômica (vantagem heterozigota). Sociedades mais criativas geralmente são mais cosmopolitas, mais abertas para interações com pessoas de fora, são mais culturalmente diversificadas e mais tolerantes. A maioria das pessoas criativas precisam desta complexidade de interações para inovar, ainda que não seja um predicativo ambiental necessário aos mais criativos, que costumam produzir grande quantidade de percepções mesmo em ambientes pobres neste requisito.

É de se esperar que lugares mais tolerantes atrairão uma maior quantidade de gênios criativos, porque muitos deles serão excêntricos e altamente inconformistas. Isto quer indicar que em uma vila do interior, religiosa e dogmática, é mais provável que estes tipos sofram com discriminação, perseguição e ostracismo por parte dos moradores locais do que de serem ‘aceitos’ pela comunidade. A criatividade é sempre uma ”persona-non-grata” para aqueles que desejam manter  antigas estruturas sociais.

Voltando ao assunto inicial do texto. Já está mais do que comprovado que a homossexualidade é parte da biologia universal ou é um traço suscetível de se manifestar fenotipicamente, em qualquer espécie complexa de reprodução sexuada, porque se baseia na diversidade espectral de comportamentos bem como de composições fenotípicas de traços biológicos.

Eu não vou adentrar novamente no fato de que a homossexualidade bem como as suas variações menos evidentes (inúmeras combinações de comportamentos tal como foi demonstrado por Alfred Kinsey) sejam mais comuns do que imaginamos. Mas eu vou estudar com mais afinco, duas linhas de pensamento, a primeira, ”a homossexualidade não é hereditária” e a segunda, ”um fenótipo tão pouco valioso (sic!) para a seleção natural, não pode ser hereditário, porque não existem mecanismos que possam mantê-lo dentro da piscina genética humana. (mas ”genes para gostar de tomar café” podem).

1- Homossexualidade não é hereditária.

A ideia de que a homossexualidade não seja hereditária é divertida e interessante, por que não?? Partem se de pressupostos lógicos muito rasos para se fazer esta afirmação. A primeira é, os homossexuais são uma minoria na população. Sim, tal como os superdotados são 2% da população, mediante critérios termaníacos, tal como uma quantidade incrivelmente pequena de pessoas que pontuam acima de 160 em testes supostamente cognitivos. Se a razão para patologizar a homossexualidade fosse a sua suposta insignificância demográfico-estatística, então por lógica, deveríamos dar o mesmo status patológico para a superdotação. Só que não!!! Muitos ”hbds” são conservadores são igualmente dogmáticos, tal  como os esquerdistas( como se nos víssemos pelo espelho) visto que enquanto que os ‘homossexuais” são uma das vacas sagradas do esquerdismo, o exato oposto acontece para o conservadorismo. Alguma novidade???

Primeiro, é importante definir o adjetivo ”hereditário”. Segundo, é importante pensar quais seriam as diversas formas de hereditariedade, se é que elas existem. Muitos traços complexos, podem ser passados ”hereditariamente”. Sabemos da existência dos termos ”dominante” e recessivo”. Eu, por exemplo, tenho ”genes dominantes” para olhos castanhos, mas posso ter um filho ou uma filha de olhos azuis, verdes ou com outra coloração mais clara. Apenas esta explicação já derrubaria por terra a premissa de que ”a hereditariedade deve ser entendida como a transmissão de traços de pai pra filho ou de mãe pra filho”. É evidente, mas os traços recessivos também podem ser passados. E existirão inúmeros níveis de recessividade e dominância que variarão consideravelmente de indivíduo para indivíduo. Outro fator é a combinação de suas suscetibilidades genéticas com o seu cônjuge. Enfim, são tantos fatos a serem considerados que realmente, é deprimente e muito suspeito, que alguns supostos crânios da comunidade (hbd) que sigo desde 2009, possam ser tão simplórios e diretos em suas considerações.

Homossexualidade é patogênica porque não existem mecanismos (diretos) de seleção, se ”todos os traços humanos só podem continuar a serem expressados de geração em geralção, por seleção” e se os homossexuais (sic! masculinos exclusivos) são uma pequena minoria predominantemente infértil. Eu já desconstrui este castelo de areia extremamente frágil de ”vagas certezas”, em outros textos sobre o assunto e não pretendo me aprofundar aqui novamente.

Novamente, a homossexualidade corre entre famílias, não de maneira linear, porque é um traço predominantemente recessivo e os traços recessivos tendem a ser mais epigenéticos em sua natureza do que os dominantes. Isso também não significa que em toda a família remotamente suscetível esta tendência de compartilhamento de predisposições será constante, nem que não possam nascer homossexuais em famílias sem nenhum histórico reconhecido ou recente.

2- A homossexualidade não é um ”traço” (na verdade, é uma combinação de fenótipos) vantajoso ou importante para a sobrevivência individual ou de grupo

E tomar café, será que é ”um traço” vantajoso??

Será que não sobreviveríamos sem o valioso comportamento que nos faz gostar de tomar café???

A conveniência é a alma da adaptação, para o bem e para o mal.

No mundo de hoje nós vemos uma alta representação da população homossexual de superdotados em diversos ramos da intelectualidade, das artes e ”até mesmo” nas ciências. Muitos ”homossexuais heterozigotos”, com aspecto andrógino, porém com predileções predominantemente heterossexuais na cama, também estão fortemente representados nos ramos mais importantes de produção e sustentação da sociedade. Não restam dúvidas que existem vantagens para mantermos esta diversidade de comportamentos, de mentes. Se existem ”genes” que nos tornam mais tolerantes com uma xícara de café, diga-se, um comportamento completamente inútil, estéril e ”sem valor” pra sociedade, então por que então a homossexualidade não pode ser considerada como parte essencial e natural da biologia humana???

Seleção natural extrema para explicar a baixa complexidade e diversidade cognitiva de populações humanas que mantém estilos de vida bio- ‘arcaicos’ parte 1

Parte 1 HOMOSSEXUALIDADE

Por que dizem que em algumas tribos de caçadores coletores (parece que) não existem homossexuais??

Eu não vou repetir o nome deste blogueiro Hbd, porque já o fiz algumas e inconvenientes vezes. É chato usar de ”ad hominem” mas parece necessário em certos momentos para certas pessoas. O fato é que um dos argumentos sem profundidade deste sujeito visando à ”patologização unilateral” da homossexualidade masculina exclusiva é aquele em que afirma que a mesma tem sido praticamente inexistente entre as tribos de caçadores coletores. Alguns assuntos requerem maior complexidade, e este é um deles. Ao se afirmar algo, deve se precaver, no mínimo, por meio de algum desenvolvimento desta argumentação, esta é uma dica para qualquer um que desejar debater seriamente sobre qualquer assunto. Eu já desbaratei, com certa vergonha alheia, porque os fatos que tanto clama, estão latejando em sua face descrente e arrogante, sobre muitas de suas supostas provas sobre a natureza patogênica da homossexualidade masculina exclusiva, mas PRINCIPALMENTE, sobre uma suposta natureza não-biológica desta variedade sexual comportamental humana, em palavras chulas, uma doença, tal como a tuberculose ou a lepra. Uma série de comportamentos humanos são também influenciados por interações patogênicas (e isso não quer dizer necessariamente que estas interações sejam  influências magnânimas, é mais provável que funcionem como parte da complexidade do comportamento humano) e nós já temos ciência da presença de milhões deles dentro do nosso corpo, contribuindo para funções extremamente importantes de nosso organismo. Já sugeri que passássemos a nos considerar como pequenas nações, porque somos providos de  tudo que uma nação ”real” tem. Nós somos a REAL NAÇÃO, enquanto que as nações (abstrações bio-culturais coletivas e territorais) construídas e mantidas por nós são arbitrárias e caricaturais representações de nossas próprias existências bio-complexas individuais.  A negação da variedade sexual humana é o mesmo que negar a variedade de cores de olhos, tipos físicos, perfis cognitivos, níveis de inteligência, etc. E em todos eles nós temos a presença diversa de diferentes níveis de ”genes”, desde os ”mercenários” que podem causar mudanças significativas  em nosso organismo, seja durante o período pré-natal, enquanto estamos dentro da barriga de nossas mães, seja durante a vida fora-do-útero.

A primeira pergunta que devemos fazer em relação à suposta e possível inexistência da homossexualidade em tribos de caçadores coletores é a seguinte: realmente não existem homossexuais nestas tribos??

Muitos fatores devem ser levados em consideração tais como: a cultura, os padrões seletivos e a raça.

Até muito pouco tempo atrás pouco se falava sobre homossexualidade. Existiam poucos homossexuais ”assumidos”. É provável que um número significativo de homossexuais, ou mantinham ”vida sexual dupla” (muitos se casavam e constituíam família, como hoje em dia continua a acontecer, mas praticavam sexo homossexual secretamente) ou sequer tentavam se arriscar. Estamos falando de civilização ocidental. Em sociedades onde o estilo de vida é cotidianamente desafiador e portanto, masculino, a ideia da presença de homens afeminados ou mesmo, a ideia de homens fazendo sexo com outros homens, parece ser ilógica. Parece, mas a espécie humana pode ser muito criativa.

Portanto, nada impede que em muitas tribos de caçadores coletores, a cultura local restrinja as práticas homossexuais e como nestes ambientes, tudo é feito à base de consenso ”popular” direto, pode acontecer com que em algumas populações, a homossexualidade possa ser culturalmente rejeitada, enquanto que o contrário também pode acontecer. A ideia de que não ”exista” homossexualidade em NENHUMA tribo de caçadores coletores, oriunda de um ”Ivy League”, parece se aproximar do absurdo. Como um homem, academicamente bem sucedido, pode afirmar tamanha bobagem, acreditando que seu argumento pequeno e sem profundidade, possa vencer qualquer debate?? Incrível!

A ideia de coerção cultural parece fazer muito sentido, mas também podemos enriquecê-la com a ideia de forte seleção natural, a proposta principal deste texto, para explicar uma série de padrões comportamentais e cognitivos (ou a falta deles) nestas populações humanas que mantém um estilo de vida arcaico e intimamente naturalista.

Se existe alguma correlação lógica entre homossexualidade e alguma fragilidade na saúde, especialmente no caso de afeminados mas também de tipos ”normais” em comportamento, mas muitas vezes, providos de grande capacidade criativa ou intelectual,  o rigor do cotidiano em ambientes não-antropomorfizados, tem sido muito comum para produzir certos hábitos ‘culturais”’ extremos como o infanticídio, uma prática lamentável e ao mesmo tempo polêmica. A taxa de mortalidade infantil, muito alta em crianças nestas condições, também pode ter um efeito na eliminação natural de potenciais homossexuais afeminados, restando ‘aqueles’ (isto é, com algum ímpeto maior para a bissexualidade) com maior vigor. Novamente, a coerção cultural aparece como um fator importante para tolerar ou não a prática. A seleção natural intensa assim como também o infanticídio podem contribuir para reduzir o percentual de homossexuais, especialmente entre os afeminados ,dentre outros tipos mais sensíveis.

Fatores raciais podem ter algum papel no auto-controle sexual (como pela raça mongólica dos ameríndios), que com influências culturais negativas à prática, podem combinar perfeitamente para manter os homossexuais da tribo dentro ”do armário” e sem grande esforço.

Portanto, o primeiro caso já parece estar parcialmente solucionado. A homossexualidade, ao contrário do que dizem alguns charlatões arrogantes, é improvável de não existir completamente em tribos de caçadores coletores. Eu até cheguei a preparar uma contra-resposta ao dito cujo, inclusive cheguei a postá-la no blogue do Peter Frost, mas olhando por esta ”nova” perspectiva, eu percebo que a simplicidade da refutação é ainda mais significativa do que havia imaginado, basicamente, porque um dos seus argumentos para afirmar que a homossexualidade masculina ”exclusiva” é uma doença, se baseia em uma ignorância arrogante em relação à genética, onde se afirma que este comportamento não pertenceria ao rol de predisposições biológicas legítimas da espécie humana, não é apenas imparcial mas completamente inverídica. É chocante que alguém que seja tão aclamado dentro da comunidade HBD como uma espécie de gênio, possa usar argumentos tão fracos e errôneos para tentar convencer as pessoas realmente sapientes da sala, de que tal como uma gripe, algumas pessoas também podem tossir homossexualidade ”masculina exclusiva”.

O próximo texto da série que eu vou redigir, será sobre a real inexistência de diversidade e complexidade cognitiva nestas populações e usarei o fator ”intensa seleção sexual” como o principal promotor desta paisagem cultural.

SEM ”estratégia” K ou R de reprodução

Quando dizemos que os animais apresentam ”estratégias de reprodução”, eu acredito que, não estejamos falando em um sentido literal. Isto é, os animais não-humanos não apresentam a capacidade de pensamento estratégico conscientemente motivado, que é racional, complexo e de (ou para) longo prazo. Predadores podem ser eficientes para encurralar as suas presas, mas este tipo de pensamento estratégico não se aproxima ao nível de complexidade que o ser humano é capaz de produzir. Os animais não planejam quantos filhos vão ter. Por isso que são reconhecidos como ”irracionais”, porque tendem a ser consideravelmente menos reflexivos do que nós, seres humanos. Como resultado, eles interagem no ambiente por meio de ”ação e reação”, são levados por seus instintos biológicos mais primitivos. Se o ambiente não apresentar grande estresse para a sobrevivência, os animais tenderão a ter mais filhos. Em compensação, se o ambiente apresentar grande estresse para a sobrevivência e portanto, grande risco de vida, isto é, de extinção, seja por predadores ou por mudanças bruscas do ambiente (mudança climática, florestal, etc), acredita-se que tenderão a ter menos filhos. No entanto, estas afirmações são praticamente idênticas àquelas que se baseiam na teoria K/R de reprodução. Os ”animais” como seres predominantemente irreflexivos, não terão menos ou mais filhos em ambientes com grande ou pouco estresse, por que chegaram a um consenso ou constatação racional. Mas serão forçados pelas circunstâncias a terem menos filhos e/ou serão selecionados de acordo com as demandas de cada local.

Portanto, fatores ambientais podem e geralmente selecionarão determinados perfis biológicos de comportamento dentro de uma diversidade de combinações fenotípicas dentro de cada espécie.

No caso dos seres humanos, nota-se que as pessoas mais intelectualmente estúpidas tenderão a ter mais filhos, especialmente se o ambiente estiver mais propício, mas mesmo em ambientes menos propícios como nas sociedades africanas. O erro da teoria das ‘ESTRATÉGIAS’ K e R, é o mesmo que para qualquer outra teoria politicamente correta dentro da psicologia evolutiva, porque basicamente, não existe uma REAL estratégia, especialmente no caso dos supostos R-reprodutores. Eles não decidiram ser pobres como estratégia, rsrsrs, isso é estúpido. Eles não tem qualquer estratégia e estão mais próximos do reino animal não-humano, por isso que se reproduzem ‘sem responsabilidade’. Não há estratégia alguma aí.

Apenas o impulso (sexual) instintivo mais forte que fazem com que se reproduzam muito mais do que os K-reprodutores. A maior taxa de mortalidade dos seus filhos, não é uma espécie de ”resultado esperado” de acordo com o que ”foi planejado”. Aí aparece um fator interessante. Uma maior interação com patógenos pode impulsionar a fecundidade dos supostos ”r-reprodutores” enquanto que uma menor interação com patógenos nos supostos ”k-reprodutores” pode reduzir o ímpeto sexual. (maior interação ou diferentes tipos de interações com diferentes patógenos??)

Portanto, não existe uma causa racional-inata, intuitiva ou -inteligente-instintiva  para explicar o porquê de milhões de africanos terem uma enorme quantidade de filhos em ambientes sociais extremamente deprimidos, isto é, onde predomina a extrema avaria do básico para a sobrevivência. Eles não decidiram estrategicamente que serão pobres ou melhor, que é importante ter mais filhos porque a mortalidade infantil e adolescente (antes da reprodução) na região é muito alta.

Eles tendem a ter mais filhos porque tendem a ser menos inteligentes e uma menor inteligência pode ser resumida a maiores níveis de irracionalidade e impulsividade instintiva, ou seja, são menos auto-motivados e portanto, são mais levados por seus instintos do que por estratégias (auto-motivadas) pessoais de longo prazo, uma característica de maior inteligência.

Uma hipótese para explicar o porquê dos diferentes modelos de reprodução

Tal animal, tal humano

Qualidade versus quantidade, mas por que?

Bactérias, vírus dentre outras formas simples de vida, apresentam as maiores populações biológicas de nosso Planeta. Primeiro, porque são os seres vivos mais primitivos ou mais antigos e portanto, já estão a se auto-replicar aos bilhões (zilhões) desde a muito tempo. Segundo, porque formas mais simples de vida, são mais fáceis de se reproduzirem do que formas de vida mais complexas. Terceiro, porque a seleção dos mais contextualmente adaptáveis entre as formas simples de vida é muito mais veloz do que em comparação aos seres mais complexos. Não existe estratégia alguma das bactérias para se reproduzirem. Mesmo que existam nano-sociedades ou ciclos sociais parecidos com aqueles que são reproduzidos por grande parte das outras formas de vida, não dá para compará-los  com o esquizo-bípede que se questiona sobre a existência de Deus e é capaz de construir naves espaciais.

A irracionalidade é predominante tanto no reino animal quanto no reino humano. A suposta estratégia K de reprodução pode ser o resultado de grande seleção, ocasionado por longa ou brusca (efeito fundador) interação de certas espécies, que eliminou os ”R-reprodutores”, de menor ou diferente qualidade no material genético individual e que são instintivamente mais propensos a se reproduzirem em maior quantidade. (”pior” qualidade do material genético individual combinado com maior interação patogênica).

Patógenos cooperativos e patógenos parasitas

Outras especulações podem ser levantadas. Uma delas é a de que as espécies com tipo de  reprodução R possam ter maior presença de patógenos parasitas enquanto que as espécies de tipo de reprodução K possam ter uma maior ”quantidade” de ”patógenos cooperativos”, que eu denominei como ”patógenos metamórficos”. isto é, que são mutações novas e vantajosas que ”estão se harmonizando” com o organismo hospedeiro, em outras palavras, que estão a caminho de se transformarem em ”genes”.

A própria ”estratégia” de reprodução dos patógenos pode influenciar no comportamento dos seus hospedeiros. Partindo-se novamente da ideia de que o comportamento sexual seja o resultado de ‘cooperação”’ entre microrganismos e não por ”simples desejo” ou ”motivação”. Enquanto que os patógenos predominantemente parasitas podem aumentar a libido sexual e reduzir a expectativa de vida dos seus hospedeiros, os patógenos ”cooperativos”, isto é, que perderam as suas forças como agentes parasitas e ”foram domesticados” (decantados), podem ter um efeito mais fraco, mas ainda significativo para a promoção da libido sexual.

Portanto, nós temos os patógenos parasitários ou selvagens, os patógenos em transição ou metamórficos e os patógenos decantados, domesticados ou simplesmente ”genes”, partindo da ideia óbvia de que as formas de vida complexa se originaram (no sentido que, as formas complexas SÃO um acúmulo sistêmico, hierárquico, organizado de ”fósseis” de patógenos, ou ”genes”) das formas de vida simples.

O comportamento irracional poderia se originar a partir da fricção dos patógenos não domesticados ou metamórficos sobre o restante do organismo. Claro que existem diferenças significativas de níveis de ”independência” dos ”patógenos” porque sem contar os mercenários ou simplesmente vírus, bactérias, etc…, nós também temos os ”genes instáveis”, justamente os patógenos metamórficos e por último os patógenos que estão na fase de transição entre ”mercenários” e os ”metamórficos”.

Por que os animais com reprodução R cuidam menos dos seus filhos??

As mulheres ”pobres” em média, não costumam ser boas mães. Por acaso isso é uma espécie de estratégia???? Não. A pobreza está positivamente relacionada com menor inteligência. A menor inteligência é um dos resultados da maior presença de patógenos metamórficos parasitas. Necessariamente não quer indicar nada de muito especial, nem deve ser levado a ferro e fogo. Menos emoção e mais racionalidade. No entanto, a evolução humana caminha inexoravelmente para uma maior harmonização e consequentemente para uma maior inteligência. Se estes objetivos não forem alcançados então não terá havido nenhuma evolução da espécie. Os ”filhotes” dos ”reprodutores-R” tendem a amadurecer mais cedo. Interessante que o exato oposto costuma acontecer com os superdotados. O rápido amadurecimento orgânico (não confunda com as crianças prodígios visto que o amadurecimento cerebral destes tipos tenderá a ser assíncrono, isto é, marcado por grande discrepância interna, como saber muito sobre matemática mas ser emocionalmente ‘instável’) significará principalmente, menor complexidade e tamanho do cérebro. Então, nós temos um ciclo reprodutivo em que a mãe mais ‘negligente”, terá uma maioria de filhos que serão mais ”maduros” para levar o mesmo estilo de vida, com expectativa de vida mais baixa (em média é claro), maior promiscuidade sexual, maior impulsividade e menor capacidade de acúmulo de dinheiro e/ou ESTRATÉGIA DE LONGO PRAZO.

Patógenos metamórficos parasitas são mais agressivos do que os ”quase-genes” que se constituem os patógenos metamórficos ”cooperativos”, isto é, que são os parasitas menos agressivos. Esta agressividade, é provável que se resultará em maior impulsividade, maior libido sexual, que é um dos tipos de impulsividade (a mais importante porque contribui para o ciclo reprodutivo do próprio patógeno de corpo para corpo), menor memória, dentre outras ‘sequelas cognitivas.

As inovações que estão sendo propostas aqui para remodelar a teoria ”dos tipos de reprodução K e R” são as seguintes

Retirar o termo ”estratégia”, porque não se baseia em estratégia de reprodução, de fato, só se for dos patógenos, mas ainda assim, não será estratégico de acordo com o significado literal desta palavra mediante uma perspectiva racional humana,

Substituir a premissa anterior que considera que a suposta estratégia R se baseia justamente na luta contra a maior mortalidade provocada pelos patógenos, quando na verdade, não há qualquer estratégia consciente ou inconsciente e que seriam os próprios patógenos metamórficos parasitas que induziriam à maior libido sexual, resultando em maior natalidade. De fato, alta natalidade e alta mortalidade estão relacionados, mas não há qualquer ”luta coletiva instintiva e inconsciente contra maiores incursões patogênicas para evitar a extinção da tribo”, porque é o próprio patógeno que causa o maior desejo sexual (ainda existe a hipótese de que o comportamento sexual se assemelhe aos tipos de comportamento ”autoimune” do corpo, como defecar, urinar, suar ou vomitar. O sexo poderia aparecer como um mecanismo na tentativa de eliminar ou reduzir a quantidade de patógenos dentro do organismo, tal como acontece com a tosse),

Patógenos distintos OU os mesmos patógenos antigos que induzem ao comportamento sexual, de natureza parasitária, mas que estão reduzidos em quantidade nas espécies de reprodução K. Vale ressaltar que a menor quantidade destes patógenos reduziria a libido e produziria uma menor natalidade. Menos patógenos também contribuiria para aumentar a expectativa de vida e reduzir a mortalidade.

Expectativa de vida

Da mesma maneira que os reprodutores-R tendem a ter filhos ”precoces” em termos de comportamento, especificamente o comportamento sexual, faz sentido pensar que como consequência, também apresentem uma tendência para ter uma vida ‘curta’, se ”amadurecem” mais cedo. É interessante pensar que as ‘percepções temporais” das pessoas, mediante os mais diversos critérios (dentre eles o racial), não são as mesmas.

Ambientes instáveis e estáveis e a teoria malthusiana

Os africanos sempre tiveram muitos filhos, mas a mortalidade e a mortalidade infantil, antes da introdução da medicina moderna (ocidental), eram altas o suficiente para produzir um equilíbrio demográfico, mantendo um ritmo lento de crescimento da população (alta fertilidade/alta mortalidade).

Com a introdução da medicina ocidental, o envio constante de ajuda humanitária, assim como também o processo de urbanização, o equilíbrio demográfico que mantinha o crescimento da população africana estável, se rompeu, produzindo a situação cada vez mais desesperadora e ecologicamente insustentável que se traduz em um crescimento demográfico exponencial.

Antes, em ambientes ”instáveis” (mas com fartura de alimento e clima tropical), os africanos tinham muitos filhos, mas muitos morriam antes de chegarem na idade de procriação.  Agora, com a redução da mortalidade infantil, um número muito maior de crianças africanas estão nascendo e chegando à idade adulta. Os reprodutores-R poderiam ser entendidos como os ”predadores ecológicos”. Isto é, sem nenhum tipo de intervenção, eles procriarão sem responsabilidade, até que algum fator poderoso os force a parar de fazê-lo.

Os reprodutores-K, segundo a teoria que elaborei logo acima, seriam o resultado de grande seleção  anterior, resultando no modelo de procriação que produzem, isto é, baseado em grande cuidado parental e baixa natalidade.

Na espécie humana, observa-se que os seres humanos mais inteligentes tendem a ter menos filhos e a cuidar melhor deles, do que os seres humanos menos inteligentes. Os seres humanos mais inteligentes tem filhos mais tarde, porque precisam de ”ambientes estáveis” para que possam criar uma família. A complexidade do pensamento racional entre os mais inteligentes bem como por uma maior empatia (responsabilidade),  pode ser observada pelo cuidado destes em relação aos seus filhos, que ainda não nasceram. Isso também demonstra pensamento de longo prazo ou estratégico, ainda que a maioria dos seres humanos sejam predominantemente irracionais, pode-se dizer que aqueles que são mais inteligentes, tenderão a ser mais racionais, mas não ”completamente racionais”, estes são os sábios. E mesmo entre os extremamente racionais, a complexidade dos eventos ambientais a que estão predispostos, poderão produzir uma série de resultados, até mesmo entre os menos esperados.

É interessante observar que os excepcionalmente inteligentes, criativos e/ou sábios, são tão complexos, tão humanos, que qualquer tipo de ditame biológico similar de comportamentos, tal como os dois modelos de reprodução K/R, serão praticamente irrelevantes pra eles. A maior complexidade do cérebro pode aumentar o cuidado parental, mas o excesso de complexidade, que por si só é uma forma de desequilíbrio, pode deprimi-lo.

Portanto, todos os atributos que estão relacionados aos dois modelos de reprodução, podem ser resumidos a INTELIGÊNCIA.

É mais inteligente cuidar melhor de cada filho do que soltar um monte deles ao ”deus-dará”,

É mais inteligente ter poucos filhos, até para que cada um possa ter um melhor cuidado,

É mais inteligente ter filhos em ambientes estáveis do que em ambientes instáveis.

Os animais que estão sob a clássica reprodução-K se desenvolvem mais lentamente, isto quer indicar que podem ser mais propensos a terem cérebros maiores e mais complexos (isso acontece com os seres humanos, claro, estou sempre falando de médias). A relação entre inteligência e altura ou tamanho, no entanto, parece ser mais complexa. Elefantes tem cérebros maiores de acordo com o tamanho do seu corpo. No caso dos seres humanos e de outros animais mais complexos, a relação entre estes dois componentes é ainda menor. Portanto, não dá para afirmar que um componente irá causar diretamente o outro, ainda que possam se relacionar consideravelmente e racionalmente, não será sempre assim…

A  breve conclusão deste texto é a de que as estratégias de reprodução K/R não são estratégias e que fatores biológicos e cognitivos são mais importantes para explicar os diferentes estilos de reprodução das espécies, incluindo a humana, do que a teoria que eu refutei. No entanto, as possíveis combinações de modelos de reprodução são potencialmente muito numerosas e diversificadas e portanto, é possível dizer que a reprodução-K e a reprodução-R se localizem no ”fim de um espectro”, onde mais tipos de reprodução existirão como poucos filhos e pouco cuidado parental (taxa de maturação mais rápida) ou muitos filhos e muito cuidado parental, etc.

Pureza racial (genotípica) e pureza endogâmica (fenotípica)

O ”seu Madruga” do Paquistão é mais ”puro” que você. E isso não é uma piada. 😉

A endogamia é um padrão de acasalamento onde parentes próximos se casam, reduzindo a diversidade genética. Os efeitos desta prática são cada vez mais conhecidos. Todo nós sabemos que casamento entre primos de primeiro grau, aumentam os riscos da criança nascer com defeitos.

Todos nós temos genes mutantes. Quando nos casamos com alguém que é mais geneticamente próximo de nós, os riscos de acumulação destes genes em comum será maior do que quando casamos com uma pessoa que não é da família. Alguns genes são vantajosos quando são herdados parcialmente e desvantajosos quando são totalmente herdados. Por exemplo, os ”genes” da esquizofrenia podem aumentar a capacidade criativa quando são herdados parcialmente. Podemos dizer que uma pessoa nestas condições, apresentaria uma espécie de manifestação branda do transtorno. O potencial criativo da esquizofrenia está presente, mas sem o descontrolo cognitivo, que lhe é característico.

A endogamia aumenta os riscos de acumulação de mutações, que quase sempre serão deletérias, especialmente se forem totalmente expressadas.

No entanto, esta prática também reduz a diversidade genética e isto quer indicar ”pureza”. Agora, como muitas das populações muçulmanas do Oriente Médio podem ser geneticamente puras se são racialmente mestiças????

As populações do oriente médio são em média, racialmente mestiças, que é o resultado de séculos de miscigenação por exemplo com os milhões de escravos ”africanos” que foram trazidos por meio do tráfico terrestre, especialmente com as mulheres africanas (leia-se, negras).

A pureza racial se relaciona com genótipo enquanto que pureza endogâmica se relaciona com fenótipo, ou seja, a expressão dos genes ou do genótipo.

Os finlandeses são racialmente puros?? Mas o que realmente é a pureza racial??

O aparecimento de etnias e posteriormente de raças e de espécies, é o resultado de acasalamento próximo, que necessariamente não precisa ser endogâmico, contanto que seja mantido dentro da população. O acasalamento dentro da etnia, produz o acúmulo de mutações, o que nos ajuda a explicar porquê algumas doenças são mais comuns em certas populações do que em outras. As mutações também produzem novas adaptações ou vantagens.

Em resumo, o aparecimento de novas etnias, é resultado direto de um acúmulo de mutações e posterior combinação única de adaptações. Você tem uma população X. Esta população está se casando entre si, mas sem ser baseado em um padrão endogâmico. Então, as mutações mais comuns entre eles, não só será preservada, provavelmente como uma vantagem heterozigota, como também poderão ser mais selecionadas, produzindo diferenciação fenotípica.

A diversidade genética pode acontecer quando você tem o surgimento de múltiplas micro-adaptações. Isso provavelmente não aconteceu com os finlandeses, que tem se concentrado demograficamente no extremo do sul do país (bem como também em outras regiões ao redor do atual território) desde há um bom tempo, por causa do clima severo do restante do território que tem ocupado. Os finlandeses, segundo alguns estudos genéticos importantes, teriam 60% de genes ”siberianos” ou ”asiáticos” pelo lado materno. Mas isso não é sinal de miscigenação, porque temos de especular, de onde realmente surgiu a variação racial caucasóide europeia…..

A teoria mais aceita diz que ”todos nós éramos como os negróides subsaarianos” (maneira nonsense de dizer, mas enfim) até que ocorreu, por acúmulo de mutações, resultado de um provável isolamento geográfico, a grande divergência genética humana, dando início ao aparecimento dos ”eurasiáticos”. Europeus e asiáticos, teriam se separado ”tempos depois” provocando o aparecimento de novas variações humanas.

Mesmo se não for comprovado que os finlandeses são a representação moderna dos antigos europeus, parece que a genética é mais complexa do que canta a nossa vã antropologia… (( 🙂 ))

Frequência genética não vem do além…

Parece claro que existem dois tipos de pureza, a racial e a genética. A pureza racial se baseia na pureza do genótipo enquanto que a pureza ”genética” (se devo denominá-la assim) seria a pureza do fenótipo, da expressão do fenótipo.

O termo ”pureza” não se baseia em ”inexistência” de alelos de outras populações, mas a combinação única destes alelos. Aqui, como sempre, é um palpite. Os ”genes europeus” não vieram do nada, mas são combinações únicas dos mesmos genes ou traços que estão universalmente distribuídos pela espécie humana.  É apenas uma questão metodológica da genética moderna em determinar que uma combinação de genes ou a maneira como se expressam possam ser classificados como ”europeus” ou ”asiáticos”. Isto não quer indicar que europeus sejam aliens em comparação às demais raças ou variedades humanas. Portanto é perfeitamente possível afirmar que, se for confirmado tal versão é claro, os finlandeses são os mais racialmente puros da Europa, por manterem mais intactas as combinações únicas do fenótipo caucásico ancestral (inclusive, com maior presença de traços mongólicos). Mas partindo do pressuposto que os caucasianos sejam muito diversos em aspecto racial, esta afirmação não se sustentaria porque, se também for comprovado que os europeus evoluíram de diferentes ramos ancestrais, tanto o puro mediterrâneo, moreno, dolicocéfalico e com rosto oval, quanto o nórdico, de mesmas características, mas com pigmentação muito mais clara, sejam ambos, representantes fidedignos de gracilização ancestral das variedades caucasianas.

Portanto, é perfeitamente possível termos uma população que seja racialmente pura (preservação das combinações fenotípicas únicas desde o primeiro efeito fundador) e geneticamente diversa, assim como podemos ter uma população que seja racialmente diversa ou mestiça e que seja mais geneticamente pura, isto é, que tenha uma menor diversidade genética provocada pela endogamia, ou seja, o casamento de familiares muito próximos que tendem a compartilhar uma maior porcentagem de ”genes” em comum.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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