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Literalizando os ”argumentos” dos esquerdolas

Nessas últimas semanas, ocorreram diversos arrastões na cidade merdavilhosa. No meio da praia, no meio do calor da multidão, no meio de turistas nacionais e internacionais, de trabalhadores de todas as classes sociais que só estavam à procura de um lugar ao sol. São cenas que se repetem com certa frequência nesta cidade-desespero que consegue reunir o que há de pior entre os morros remanescentes da paisagem natural de outrora, quando não tínhamos retardados europeus e seus mascotes africanos ”farofando” em cima de terras quase virgens. Existem muitas razões para que ”jovens” cometam este tipo de atitude, mas nenhuma delas se aproxima em excelência em relação ao fator genético ou predisposições biológicas para explicar o ponto de ruptura que resulta neste tipo execrável de comportamento. Em todas as outras espécies, isto é, seres vivos que habitam este planeta, nós já sabemos que os seus comportamentos são essencialmente modulados por seus arcabouços biológicos em interação com o ambiente. O ambiente é importante e muitas vezes contribuirá para selecionar os mais contextualmente adaptados, modificando o comportamento das espécie. No entanto, estas modificações tendem a ocorrer a longo prazo, claro, dependendo do tamanho e complexidade da mesma. Portanto, o ambiente pode alterar o comportamento dos seres vivos, mas apenas ou especialmente com base em mudanças de padrões seletivos e de longo prazo. A mudança não pode ser plenamente efetuada em indivíduos, isto é, ao longo de uma vida, um indivíduo conseguir alterar completamente o seu comportamento (a não ser se for em ambientes extremos, que provoquem mudanças forçadas e de alto risco como no caso do ‘suposto’ experimento soviético da privação do sono). As mudanças se dão de modo intergeracional, isto é, se certo grupo começa a selecionar para maior inteligência e isso significará, reduzir o número de filhos dos ”menos inteligentes” e paralelamente aumentar o número de filhos dos ”mais inteligentes”, nós teremos no final deste processo, uma mudança coletiva (média) de capacidade cognitiva que poderá ser observada mesmo a nível individual, isto é, o ”average joey” se tornar mais inteligente do que seus antecessores. Mas na verdade, o que aconteceu não foi que mudanças no ambiente alteraram o comportamento de indivíduos, em vida, isto é, fulano nasceu predisposto a ser assim e o ambiente o fez mais predisposto a se comportar de outro jeito. Com 4 anos era sádico, com 16 anos se tornou responsável. Isso pode acontecer, parcialmente, mas não é a regra e mesmo que fosse, quando falamos de vida ou bio, então devemos analisar tanto o ambiente quanto o indivíduo e principiar pelo pressuposto que me parece o mais lógico, de que a reação constante do ser vivo é mais importante do que a paisagem em que se está inserido. O bom moço que vive em um ambiente extremamente deprimido de bons estímulos, que não se corrompe com a miséria que o cerca, é um exemplo muito visceral sobre a importância da genética ao invés apenas ou fundamentalmente das condições ambientais, na modulação de nosso comportamento. Pessoas de personalidade forte  são o pesadelo para qualquer behaviourista. Em ambientes ricos, com pais maravilhosos, não é muito raro nos depararmos com a existência de filhos de má índole. Seremos predominantemente constantes em nossas técnicas de interação, mesmo nós seres humanos que somos bem mais plásticos neste quesito do que as outras espécies, que são muito mais instintivas. No entanto, isso ainda não significa que seremos totalmente modificáveis porque isso nos induziria a concluir que o livre arbítrio existe em sua totalidade e é completamente plástico entre nós. Em um mundo narcisista, cheio de ”crânios” que sabem tudo, cheio de selfies, afirmar que somos limitados, é como cometer alguma blasfêmia porque ao fazermos esta afirmação, estaremos abrindo portas para outros tipos de pensamentos que ”nossas” ”amáveis” zelites definem como ”perigosos” como por exemplo, afirmar que a educação ”correta” não irá reduzir a disparidade cognitiva média entre grupos raciais humanos.

Todo mundo que lida com cachorros, sabe que existem variações significativas de comportamentos médios entre as muitas raças que tem sido produzidas via domesticação e ênfase seletiva. Todo mundo sabe que o pastor alemão tende a ser mais predisposto a atos violentamente instintivos e o mesmo se aplica aos pitbulls. Todo mundo sabe da tranquilidade do São Bernardo e sabe que existem cães que são mais inteligentes do que outros, especialmente no que diz respeito àquilo que é determinado como parâmetro de inteligência dentro de um contexto de domesticação, isto é, o animal não-humano sendo analisado quanto à sua capacidade de responder a comandos humanos ou de fazer leitura facial do seu dono, enquanto que os animais ”selvagens” costumam ser analisados com base em suas capacidades de sobrevivência e ”adaptação” (sendo que os mais espertos costumam se adaptar, mais do que se conformarem com os ditames de seus hábitats).

Fim do antropocentrismo. Não somos tão especiais assim como imagina. Ok, somos muito singulares mediante muitas perspectivas, é claro, não tem como negar. Mas isso não significa que sejamos todos racionalmente aptos para fazer as melhores escolhas a todo momento ou em grande parte do tempo, porque não somos, mesmo muitas das pessoas mais inteligentes (mediante certas perspectivas dimensionais) também não serão predominantemente racionais. Na verdade, apenas o sábio que poderia ser considerado como alguém que é predominantemente racional ( predominante não irá indicar totalidade).

Ainda que acredite na existência parcial do livre arbítrio, isso não significará que o mesmo existirá em toda a sua potencialidade. E é aquilo que mais vemos.

Por causa de padrões seletivos que nós não temos nada que ver em termos de ação individualmente literal, até mesmo porque isso se consistiria em uma impossibilidade de espaço e tempo, as populações humanas tem variado consideravelmente em termos de capacidade cognitiva assim como também em termos de comportamento. E a cultura, que não veio do nada, muitas vezes (na maioria das vezes) expressará a paisagem cognitiva e comportamental médias destes grupos. Quanto maior for a complexidade de uma sociedade, maiores serão as chances de ênfase unidimensional em alguns de seus atributos, tal como tem acontecido hoje em dia nas sociedades ocidentais com base na inculcação da ”culpa branca” ou ”altruísmo patológico” (eu diria mais, ingenuidade e estupidez). O aumento da subjetividade quanto à percepção e à experiência tende a se dar em sociedades altamente complexas, por causa da estupidez e intolerância natural medianas para aceitar/entender as múltiplas perspectivas mas também por causa de uma maior relatividade em ambientes muito confortáveis onde que a tolerância para comportamentos indiretos como as artes, aumentará consideravelmente, se não estamos lutando com garras e dentes por nossa sobrevivência, se estamos dentro de uma fazenda humana, menos perigosa do que estar em contato direto com a natureza selvagem.

Por que eu dei um breve rasante em todos estes fatores**

Foi para prepará-los para a explicação literalizada daquilo que os esquerdolas ou esquerdistas afirmam aforisticamente, sem qualquer substância analítica e holística dos fatos e acontecimentos de nossos cotidianos.

A grande maioria destes estúpidos/ingênuos/narcisistas  cognitivamente inteligentes e intelectualmente acéfalos (não muito diferente dos conservadores neste último aspecto) tem usado a desculpa da ”educação”, a palavrinha mágica da ”modernidade”, para explicar como que ”arrastões de jovens da periferia” poderão ser evitados a partir de um breve futuro. ”Faltou educação”.

Pra quem vive boa parte do seu tempo longe destes problemas, é fácil bancar o bonzinho, gente boa que não quer ”ofender” ninguém. No entanto, quem mais irá sofrer com estes seres problemáticos será justamente a classe trabalhadora que sua dia e noite para ganhar o seu parco dinheirinho e ”pasmem”, eles serão os tipos mais ”reacionários” dentre todas as classes sociais, porque desde cedo precisam conviver com estes seres ”injustiçados” pela sociedade. Em partes, é verdade que o mundo não tem sorrido com grande frequência para muitos destes ”jovens”, que tendem a vir de lares extremamente disfuncionais, na corda bamba da falta do básico na mesa da cozinha. Mas como sempre eu falo, sempre haverão pessoas que não se deixarão levar pela miséria em que vivem e tentarão erguer suas vidas longe do crime, de maneira digna e honesta. Em um mesmo ambiente, sob as mesmas condições sociais e econômicas, algumas (na verdade eu não sei quantificar quanto que seriam) pessoas não se deixarão abater pela situação e serão inclusive melhores em termos de moralidade e honestidade do que uma gorda fração de pessoas de classes mais abastadas. E isso é uma grande injustiça.

No entanto, poder-se-ia usar a racionalidade para justificar que em um dia de cão muitos adultos possam querer descontar todas as suas frustrações em cima dos outros. Em partes isso poderia ser relevado como justificativa.  Mas estamos falando de jovens e pré adolescentes. Alguns que são crianças. São pessoas extremamente jovens que estão cometendo crimes, não estamos falando de adultos que tomaram ódio da sociedade em que vivem e passam a viver no mundo do crime explícito. Estamos falando de crianças e adolescentes.

 

Tolerabilidade e reciprocidade

 

Toleramos aquilo que não gostamos e seremos positivamente recíprocos àquilo que nos faz bem. Eu jamais roubei nada de ninguém até agora e não foi apenas por causa da educação dada pelos meus pais mas especialmente por simples reconhecimento de padrão racional e coerente. Eu não faço com os outros aquilo que não desejo que façam comigo. Nada mais racional do que a empatia vista por este prisma mecânico de interação interpessoal. A empatia cognitiva, mediante o meu conceito: ”para que possamos internalizar uma ideia, uma teoria, uma conduta, devemos sentir empatia por ela”. Por exemplo, se tornar vegetariano.

Meu nível de tolerância para a violência irracional ou feita por motivação fútil é muito baixo. Isso se aplica a todos os tipos de comportamentos que não são racionais. E obviamente em relação a todas as formas de crimes tal como o roubo. O famoso ladrão de galinhas, isto é, aquele que rouba para poder dar de comer aos seus filhos, existe, mas não é a regra. Na maioria das vezes as pessoas roubarão dos outros por pura falha de caráter e que tem uma clara origem biológica, do próprio ser. Estamos todos subordinados a estas duas vias de reação, a tolerância por aquilo que nos incomoda, e a reciprocidade positiva, altruísmo ou empatia (mesmo que se for apenas ideacional) por aquilo que nos motiva a continuar na labuta diária da autoconservação.

Os esquerdolas acreditam  que a suposta falta de educação  foi a causadora destes tipos de comportamentos, então bastará colocar os ”mal educados” em uma escola de boas maneiras civis, para que possam se tornar como você ou eu. Não existe genética, não existem predisposições, não existe o ser e sua reação, mas apenas as circunstâncias, dizem eles. Alterem as condições e teremos seres totalmente reformados. E se alguns deles consegue rever suas ações e ”melhorar” (muita calma nessa hora porque o melhorar também pode ser quantificado e ”algumas” melhorias não parecem ser tão boas assim tal como o garoto pobre que consegue se tornar jogador de futebol, larga a vida de quase-crime que sentenciava o seu futuro, mas continua a praticar pequenos delitos só que de colarinho branco) então os esquerdolas olharão para esta exceção tal como se representasse a regra.

O mundo é terra plana para essas mentes cabeças de vento. Se somos todos iguais então estudar sobre genética comportamental seria como enxugar gelo, devem pensar.

Literalizando o ”argumento” dos esquerdolas.

As crianças e adolescentes que causaram furor nas praias cariocas, nestes ‘últimos dias’ (não significa que não voltará a acontecer e nem que se consistam em casos isolados), ao saírem arrastando pertences alheios, sem qualquer pingo de respeito ou dignidade, não tiveram uma boa educação (os pais e os professores deles devem ser uns lixos…. e vale ressaltar que, infelizmente, muitos bons pais de origem humilde acabam tendo filhos problemáticos). Portanto, devem ser ”reeducados”.

Literalizando a ideia de ”reeducação”

A primeira tentativa de lavagem cerebral amadora e fortemente embasada em pensamento positivo não deu certo. Então vamos colocá-los novamente em instituições estatais onde ”será feito” a reestruturação de conduta comportamental civilizada.

Eles sairão de lá novinhos em folha e nunca mais cometerão estes tipos de crimes.

 

Mundo real

 

Essas crianças e adolescentes que já sinalizam predisposições comportamentais anti-sociais desde à tenra idade, deixando implícito o papel da transmissão inter-geracional de caracteres, leia-se, hereditariedade, no comportamento humano,  não melhorarão suas condutas de maneira radical tal como a grande maioria dos esquerdolas acreditam apenas por causa de uma ”melhor educação”.

 

O que é educação comportamental**

 

Novamente ”a minha ideia” sobre a empatia cognitiva. Somos expostos a todo momento a estímulos ambientais como livros, uma bola de futebol ou uma boneca da Barbie, assim como também à ideias e argumentos racionais de conduta ou comportamento. Por exemplo, quando eu era criança, eu me condicionei a pedir desculpas, repetir umas cinco vezes esta palavra, depois de ter praticado alguma conduta ou exposição de pensamento ruins ou de mal tom. ”Funcionou”. Mas é muito cedo dizer que se minha mãe não tivesse me dito isso eu não teria aprendido até o ano em que comemorei o meu vigésimo sexto aniversário. E não é apenas cedo como também equivocado sugerir que este método empregado por minha mãe irá funcionar em todo mundo.

A ideia de educação se assemelha ligeiramente à ideia de lavagem cerebral, que eu demonstrei ou acredito que demonstrei, que está sendo usada de maneira equivocada pelas pessoas. A educação, nas escolas ou mesmo aquela que nossos pais acreditam de maneira literal e profunda, nada mais se assemelharia àquela imagem do filme ”Laranja Mecânica” que se tornou mundialmente famosa.

Não, não faltou educação a estes grupelhos descidos do morro que tocaram o terror em banhistas cariocas e continuarão a fazê-lo, em grupo ou a conta-gotas. Faltou a esterilização de suas mães ou ao menos, um planejamento familiar fortemente intrusivo para que seus pais evitassem encher os seus barracos, símbolo da ineficiência e brutalidade estatais em conluio com uma dupla herança desvantajosa, bio-econômica, de crianças que na maioria das vezes, serão apenas como eles. E não os culpo totalmente, porque o ambiente em que vivem contribui para exaltar as já muito evidentes dificuldades naturais de adaptação em uma sociedade industrial (e dependendo do caráter deles, em qualquer sociedade, mesmo nas de caçadores coletores).

Alguém com tolerância para praticar o mal irracional, em qualquer ambiente, será um estorvo para aqueles que o repele naturalmente.

A educação comportamental assim como no caso da cultura se consiste em uma tentativa de sincronização entre o comportamento (a nível individual) e o ambiente social e simbólico (isto é, que expressa toda a panaceia abstrata que emana da mente humana como emoções, ideias, etc). Novamente, a metáfora do boomerang ou do jogo de Squash, só que agora direcionado para a reciprocidade/internalização de condutas e rotinas. Eu aprendo organicamente que roubar os outros é imoral e não apenas ou fundamentalmente porque a professora ou professor disse. Eu posso internalizar uma conduta e/ou rotina com base na própria captura de percepções ou por meio da verbalização de terceiros, onde o educador aparecerá como um dos mais prováveis a comunicarem esta regra de etiqueta básica.

A diferença essencial entre verdade objetiva e verdade subjetiva ou abstrata e a relação entre alta inteligencia intelectual, pensamento abstrato e mal adaptação

Voce pode ver uma pedra e descreve-la corretamente partindo de simples observação. Mas quando falamos de abstração então a subjetividade de interpretação aparecerá porque se consiste em uma extrapolação do mundo literal, direto ou real, que será mais diverso e com vários caminhos que poderão ser (unilateralmente) enfatizados. Imaginemos novamente que estejamos diante de uma pintura incompleta. A pintura incompleta a sua frente se consiste na literalidade da observação direta, especialmente se for feita sem qualquer afetação neuroinstável. Eh uma verdade objetiva, por razões óbvias, já delineadas anteriormente neste blogue. A capacidade que temos de extrapolar coerentemente ou nem tanto uma realidade literal percebida, se consiste no princípio do pensamento abstrato ‘e” do metafísico. Se a pintura é de um cenário bucólico com uma estrada de chão, rodeada por matas de pequena envergadura e ralas, um céu meio carregado, anunciando chuva e algumas árvores esparsas, então nós podemos imaginá-la completa a partir destes padrões já estilizados por mãos hábeis e artisticas.

A necessidade da literalização e precisão da verdade subjetiva
O mundo diretamente percebido e sem extrapolações estatísticas, numéricas ou semanticas, esconde o desdobramento abstrato do espaço e do tempo, onde que apenas um indivíduo, por exemplo, já será alvo de uma multitude de interações e reagirá inúmeras vezes a elas como reciprocidade instintiva direta (ou emotiva) e indireta, que parte de conclusões reflexivas. A possibilidade de captar este conjunto recorrente de situações, entre o agente e o seu meio, é uma demonstração de pensamento abstrato, que visa entender o mundo a partir de cenários estipulados ou previstos, assim como também de analisar o passado, por meio da história. Todos os animais não-humanos estão predominantemente inseridos dentro de um cenário instintivo onde que a capacidade de abstração se encontrará quase que impossível de ser produzida, porque o pensamento instintivo remete ao presente, onde que o espaço e tempo são percebidos a partir da ótica da verdade objetiva, ou seja, de maneira literal, direta e sem qualquer grande e complexa extrapolação de cenários futuros, expandidos (que podem ser muito bem exemplificados por intermédio de mapas) ou que se encontram fora do tempo cronológico imediato.

Relação entre inteligencia, pensamento abstrato e mal adaptação
As pessoas mais inteligentes, em alguma dimensão e especialmente em relação a dimensão da inteligencia intelectual ou interativa (semantico-abstrata), são mais perceptivas em relação aos acontecimentos que se entrelaçam diante de suas fuças, em termos qualitativos e quantitativos. Isso significa que eles percebem o mundo por uma maior qualidade e isso também quer indicar, maior lentidão de atitudes e maior tempo gasto na reflexão e ruminação. Eu já mostrei aqui que existe uma lógica relação entre essas tendencias e um maior intelecto. Mas agora, parece que consegui encontrar um jeito (com base em pura intuição) de explicar como que isso poderia afetar a capacidade de sobrevivencia e sucesso reprodutivo dentro deste grupo mas também em vários outros grupos de ”mais inteligentes”.
Mentes mais simples e menos complexas, são mais primitivamente (ou primordialmente, para ser menos tendencioso) instintivas, isto é, agem mais do que pensam. Em compensação, os muito inteligentes, especialmente a partir da capacidade de pensamento abstrato ( a extrapolação da realidade diretamente percebida ou objetiva), são muito mais propensos a refletir mais do que agir. Os menos inteligentes tem mais dificuldades para ver o mundo de interações que o rodeiam e isso explica em partes suas menores capacidades empáticas e também, associativas (diretamente relacionada com capacidade cognitiva ou cognição). Se não existe um mundo imaginário de axiomas, regras, ideais e pensamentos de muitos tipos a rodeá-lo, então ficará mais fácil agir e é exatamente isso que os menos cognitvamente complexos fazem, eles agem. E isso explica o porque da inteligencia elevada, especialmente a mais complexa, ser mal adaptativa a partir deste contexto competitivo com cepas mais simples. Porque para os menos intelectualmente inteligentes, suas ações estarão vinculadas as suas necessidades instintivas, mais intimamente animais, nomeadamente a reprodução.
Os cognitivamente mais avançados mas destituídos de complexidade intelectual ou abstrata, também seguirão esta tendencia, justamente por serem o equivalente dos tipos mais primitivamente instintivos, com maior atenção e menor carga emocional ou instintiva.

Regressão à média, as metáforas das zonas de impacto de uma bomba, das células e da hierarquia das cidades

Regressão à média e a metáfora das zonas de impacto de uma bomba e continuidade geográfica de propagação de similaridades fenotipicas…

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Uma bomba atomica cai, hipoteticamente (pelo amor que voce tenha a Deus), em uma área de planície e sem vegetação. Sua área de impacto, vista do alto, nos mostra onde foi o seu centro de difusão (de destruição) e o seu alcance. Qualquer quantidade geograficamente organizada, apresentará um centro, uma área de borda entre o centro e a ”fronteira”, e a fronteira, que se delimita com a área que não sofreu qualquer impacto. O mesmo, por que não, poderia ser aplicado as quantificações demográficas, de todas as naturezas. O estereótipo vive no centro, o ”average joey”, de Lagos, Tóquio, Maputo ou Paris (de preferencia, antes da invasão alógena por razões políticas heterogeneas). O estereótipo de uma célula é o seu núcleo, assim como acontece com a Terra e qualquer planeta.

Assim como também  acontece conosco, todos nós temos nossos próprios estereótipos. O estereótipo que é o conjunto limitado de características que nos definem de imediato (ou quase, se voce não for prendado a contar mentiras sobre si), nossa personalidade, nosso(s) instinto(s). Por exemplo, nós temos todas as nossas características fisiológicas. No entanto, é provável que algumas sejam mais evidentes do que outras, como um nariz grande, ou bonito, ou torto ou que apresenta um formato diferente. Quando um caricaturista talentoso exagera nossas protuberancias mais idiossincráticas em um desenho, podemos ver com maior detalhismo as regiões de nosso corpo que chamam mais a atenção das outras pessoas e de nós mesmos. Exatamente o mesmo pode ser aplicado as nossas personalidades.

Eh a estrutura que sustenta qualquer aglomeração quantitativa de natureza sistemica ou internamente dinamica (que é por si mesma uma forma primordial de abstração ou agrupamento de indivíduos) como acontece com ”populações”. A prevalencia demográfica se localiza no centro ou pode ser entendida como tal.

A regressão a média (em termos de inteligencia e comportamento) será uma tendencia, especialmente, para as pessoas que apresentarem uma grande heterogeneidade cognitiva, e principalmente quando tiverem muitos parentes que personificam o ”cara das ruas” de sua raça, etnia, povo, grupo ideológico ou máfia. A regressão a média é aplicável a todas as populações indivíduos que apresentam uma longa dinamica interna de acasalamentos sem estratificação social demarcada (que possa manter certos grupos, relativamente separados dos outros), sem diferenciações internas, porque sem esta aglomeração diferencial de características hereditárias, o compartilhamento de genes será maior, reduzindo as chances de passar as próprias características (que são mais bio-estatisticamente raras) para os filhos.

Todos nós temos as nossas próprias ”médias estatísticas”, para todos os tipos de comportamento, como a ‘cognição’, o componente técnico que produz a inteligencia humana. Portanto, quando viemos de famílias com longo histórico de diferenciação fenotípica (em algum aspecto, e neste caso, especificamente, algumas dimensões da inteligencia e ou da cognição), haverão maiores chances de passarmos adiante as nossas próprias médias ou que se aproximam delas, sem ter de haver o fenomeno da regressão a média. Por exemplo, as chances para que um libanes cristão mais inteligente possa regredir a média libanesa, que é calculada a partir de todas as populações que vivem no Líbano, incluindo a maioria muçulmana, será bem menor do que em relação a um libanes muçulmano, de mesmo nível psicometricamente quantitativo de inteligencia, por causa do diferencial fenotípico endogamico que a família do primeiro tem gerado entre si e transmitido a gerações de maneira sucessiva, em comparação ao libanes muçulmano, que tem sido englobado dentro de um contexto seletivo maior e menos vantajoso. Mesmo que a tendencia muçulmana de endogamia (excessiva e sem qualquer critério seletivo mais significativo para ”inteligencia”) tenda a renegar a ideia de compartilhamento de genes entre as famílias e a redução do diferencial fenotípico, isso não significa então que a média muçulmana será melhor, se parece notório que isto não se consiste na verdade dos fatos. A endogamia, que será muitas vezes excessiva, entre eles, contribui para diminuir as suas médias de capacidade cognitiva (e talvez também em relação a flexibilidade comportamental) enquanto que a manutenção destas médias, funciona como um mecanismo de retroalimentação, mantendo o mesmo cenário cognitivo que parece já se arrastar por séculos entre estas populações.

Vamos continuar tentando entender como que funcionaria este sistema. O núcleo, a área mais densa e fundamental de uma célula, ou a zona central de impacto de uma bomba atomica, ou a métropole mais importante, que influencia todas as outras áreas, são outras duas metáforas que nos ajudam a entender o mecanismo a regressão a média só que desta vez ‘visto de cima’ ( o diferencial deste texto). Ambos apresentam uma hierarquia de atração, onde que o mais denso e central ou o mais populoso, irá atrair os menos, respectivamente, densos e populosos. São Paulo atrai Campinas, Santo André, Carapicuiba, Itu (cidades do interior do estado de São Paulo). E dentro deste sistema hierárquico, evidentemente que teremos as subdivisões de atração, onde que o São Paulo atrai Campinas que por sua vez atrai Itu, do maior para o menor, de maneira gradual. O mesmo princípio, talvez, possa ser aplicado a hierarquia hereditária coletiva, onde que os tipos mais preponderantes (os ”average joey’s”), atrairão os tipos menos preponderantes que por sua vez atrairão os tipos mais raros.

Isso pode nos ajudar a explicar o porque da regressão a média ser uma tendencia mais forte para os negros americanos mas não para alguns grupos de africanos, como os igbos, em termos de inteligencia, visto que o primeiro se caracterizaria por sua raridade estatística que não é o resultado de seleção diferenciativa para esta finalidade, ou seja, é apenas parte, mais extrema, de uma variação maior do mesmo conjunto de características que englobam a sua população. Em compensação, no caso Igbo, nós temos os resultados esperados de uma enfase seletiva. Se a média de qi dos Igbos for em torno de 100, por exemplo, uma média de qi 120, não será assim tão distante da média, quanto a mesma média para uma população onde que a maioria pontua em torno de 89. O mesmo pode ser demonstrado, por exemplo, no caso de um pigmeu com 1,80 cm de altura, se a média de altura do seu grupo gira em torno de 1,40-1,50 cm.

As maiores metrópoles costumam ter grande influencia sobre as cidades de menor porte porque terã maior maior população e maior economia. A preponderancia demográfica de certos tipos, também age da mesma maneira em relação aos grupos menores, especialmente se estes não forem seletivamente coesos. O núcleo mais denso onde se concentram as pessoas ”medianas”, seja para qualquer traço, será, em condições normais, de maior atração. No mercado de acasalamento, e onde não existe qualquer tipo de ”especiação” ou ao menos de diferenciação fenotípica por  endogamia (dependendo do tamanho desta população), a regressão a média, especificamente em relação a inteligencia (que é o exemplo mais importante neste texto), será uma forte tendencia, porque as pessoas que nascem mais ”espertas” que as demais, carregarão uma grande proporção de genes do seus parentes mais medianos. Em outras palavras, eles são os sortudos, que ”pegaram os palitos maiores” no mercado dos melhores genes da família, mas apresentam grandes semelhanças genéticas com os seus parentes, irmãos, tios, pais, que geralmente não tiveram a mesma ”sorte”. O resultado portanto será que esta raridade estatística seja pouco provável de ser passada as outras gerações, aos filhos. Podemos comparar também com um balde de tinta azul em que voce joga um pouco de tinta amarela. A cor que jogou não irá modificar a mais predominante, mas poderá aparecer a superfície, diluída, quando voce for misturando as duas.

Repare que nesta bolha maior, pequenas bolhas apareceram dentro de sua estrutura. O processo de diferenciação fenotípica, pode ser metaforicamente representada desta forma, em que temos pequenas bolhas aparecendo paralelas a bolha maior. Por exemplo, os libaneses católicos, que segundo as ”más línguas”, seriam mais cognitivamente prodigiosos que os seus vizinhos muçulmanos, são um exemplo de uma pequena população que por causa do diferencial religioso no padrão de acasalamento, evoluíram de maneira relativamente distinta, especialmente quanto a cognição, em comparação as populações vizinhas.  Pode-se, no entanto, dizer que seja comum que ocorram ”corredores” de acasalamento, seja por  meio da conversão de indivíduos de fora do grupo, seja por causa da secularização de certos grupos de dentro da população, que são mais relaxadas quanto as origens étnicas e culturais de seus potenciais conjuges de acasalamento.

Todas as populações tem os seus ”average joey”, o núcleo mais denso ou a predominancia fenotípica.

Na minha ”tentativa de desenho” mais acima deste post, eu tentei mais ou menos demonstrar como que se daria a atração em direção ao núcleo, a média de uma população. Percebam que haverão casos e casos, tanto a nível familiar, quanto a nível populacional, em que aqueles que são mais suscetíveis de ”sofrerem” de regressão a média em seus filhos, de fato, serão mais heterogeneos em seus arcabolsos genéticos, os famosos casos de pessoas inteligentes que nascem de parentes menos capazes. Neste caso, a inteligencia será mais epigenética ou indireta e complexamente hereditária ( que depende de um maior conjunto de variáveis para produzí-la) do que no caso de um casal inteligente que apresenta diferencial fenotípico em comparação a população que o encapsula, de menor capacidade cognitiva, em média, é claro, e que portanto, será mais predisposto a transmitir sua inteligencia para os seus filhos, sem vivenciar a regressão a média.

Vale ressaltar que a exogamia também pode produzir (obviamente) diferenciação fenotípica de natureza cognitiva. Na verdade, é o que mais parece acontecer em países como o Brasil. Se não se casa dentro da família pra manter os ”mesmos” genes, então se pode casar partindo-se de outros critérios como classe social, tipos de personalidade e de cognição (parte técnica da inteligencia). Pessoas que trabalham nas mesmas profissões, tem níveis educacionais e de renda mais parecidas, e que também tendem a compartilhar muitas similaridades de comportamento, crenças e nível de cognição, são mais propensas a se casarem entre si. Esta realidade também pode ser muito boa para evitar a ”regressão a média”, mas a diversidade ou a heterogeneidade de possíveis combinações, serão maiores, porque apesar das extratificações sociais (que tendem a ser marcantes e estáveis), muitas pessoas que conseguem ascender socialmente, tenderão a vir ”de baixo”, da hierarquia piramidal.

Hereditariedade da inteligencia

Hereditário é aquilo que é transmitido de pai para filho ou de pais para filhos.

”A hereditariedade da esquizofrenia gira em torno de 70%”

… de acordo com os estudos de gemeos univitelinos.

Mas e entre pais e filhos** Se um casal de esquizofrenicos tiver 10 filhos, 7 deles poderão nascer esquizofrenicos**

Claro que, as porcentagens de hereditariedade são médias estatísticas, não é** Isto é, em média, entre gemeos univitelinos, a ”hereditariedade” (compartilhada, ou, genética compartilhada) será em torno de 70%.

Parece elementar que gemeos identicos apresentem predisposições para compartilharem uma grande proporção de genes, próximo de 100% de similaridade.

Mas o adjetivo hereditário, em qualquer dicionário, é muito claro quanto ao seu conceito, ao seu valor semantico e seria interessante se os pesquisadores desta área, a genética comportamental, dessem maior atenção a este fator para não se deixarem enfetiçar totalmente pela fiabilidade (supostamente) objetiva e precisa dos estudos em gemeos.

Traços hereditários precisam ser passados de pais pra filhos, ou seja, de modo intergeracional, de geração em geração para que possam ser denominados como tal. Do contrário, algo conceitualmente errado estará sendo entendido.

Eu tive uma ideia hoje enquanto estava comentando em blogs hbds, de que é provável que a hereditariedade real de traços psicológicos sejam ainda menores daqueles valores que tem sido encontrados através de estudos em gemeos univitelinos. Especialmente porque são traços analisados separadamente, enquanto que é possível que os fenótipos comportamentais ou personalidades, possam ter maior carga hereditária.

Nosso comportamento está em constante adaptação ao ambiente. Se estamos em um local onde todos gostam de nós, nos tratam bem, são amigos, é provável que um certo jeito arredio possa ser parcialmente transformado, em direção a uma maior extroversão, ainda que isso não signifique que nossa capacidade de adaptação seja infinita.

Quando encontramos pessoas iguais a nós, tendemos a nos tornar mais flexíveis, felizes, é sempre bom ter alguém comportamentalmente familiar para conversar, confiar, rir.

Não herdamos ”traços” mas uma plasticidade comportamental do mesmo traço, que será modulada através de nossas interações, predominantemente conscientes ou não.

Como eu já sublinhei algum tempo atrás, não existe uma porcentagem fixa de hereditariedade, porque depende do contexto seletivo, isto é, se um fenótipo estiver sob forte seleção é provável de se tornar dominante. Se não estiver, será recessivo e sua carga de hereditariedade será menor e menos diretamente transmissível.

Partindo deste pressuposto inicial e central do texto, as mesmas considerações de valores semanticos e metodológicos, deverão ser repensados para os outros ”traços” como a inteligencia por exemplo.  Qual é o grau ou porcentagem médio de hereditariedade por exemplo, ”de” qi verbal alto**

O ser humano não é sempre o mesmo, desde quando nasce até a sua morte, assim como acontece com todos os outros animais de reprodução sexuada, passa por transformações predominantemente hereditárias ao longo da vida, mesmo a vulnerabilidade a interações ambientais, também são previamente herdadas, a partir da concepção. Portanto, pode ser muito plausível sugerir que a hereditariedade para a ”inteligencia”, vá lá, verbal, que pode ser relativamente bem medida em testes cognitivos, flutue de acordo com uma série de fatores ou variáveis biológicas, dentre elas a carga hormonal, raça, dieta alimentar, idade, hábitos (ainda em discussão, será que isso provaria partes da teoria lamarckiana**, mais do tipo, ”sem hábitos prejudiciais a saúde, seu futuro e hipotetico filho terá boas chances de nascer saudável e até mesmo, inteligente, também dependendo da mulher que escolher para te-lo, ao invés de passar estas transformações, ou mudança de hábito, de pai pra filho por meio de bons e constantes hábitos saudáveis, como praticar exercícios e ter uma alimentação equilibrada.. e veg… deixa pra lá, mas por que não**… na verdade, estas atitudes, que tendem a ser predisposições comportamentais, mais latentes em uns e menos em outros, ”apenas” neutralizaria possíveis composições biológicas desequilibradas… ainda que a anormalidade possa e geralmente tenha o seu valor como a produção do genio e dos tipos de outsiders não-violentos como os observadores ”e sábios bem como também os virtuosos).

Seu filho poderá nascer um alfa ou um beta +, isso é incrível!!! Um superdotado popular, carismático e potencialmente bem sucedido se modular o seu comportamento e de ter predisposições mais arraigadas para ter uma criança deste tipo. O ‘problema’ é que geralmente são os outsiders problemáticos que fazem as maiores descobertas.

Por agora, termino por aqui esta investigação amadora, mas é sempre bom manter estas ideias acesas em nossas mentes. Eu posso estar completamente errado sobre isso, mas desde que comecei a pensar sobre este provável equívoco que eu não consigo mais ver os estudos em gemeos univitelinos para estimar hereditariedade comportamental com bons olhos, se o próprio conceito do termo, a meu ver, já esteja denegrido.

Quão estúpida é a humanidade em média??

Esta imagem é viral no facebook. ”Todos” sabem quem foi este homem mas poucos sabem o que ele realmente quis dizer em sua teoria principal.

Seleção natural= os organismos evoluem ”ou” se adaptam com base na seleção dos mais (contextualmente) adaptados. Isto é, o ambiente ”seleciona” aqueles que estão mais acopláveis as suas demandas, de clima, altitude, disponibilidade de alimentos, densidade de predadores, morfologia da superfície, etc (ou)… e reduz o fitness reprodutivo daqueles que não se acoplam, se adaptam as mesmas, aumentando a demografia destes que estão providos por organismos contextualmente mais aptos para sobreviverem nestas condições específicas.

A seleção natural é completamente aplicável aos seres humanos, porque não somos ”filhos de deuses” antropocentricos (mas do atrito inicial, assim como todos os outros seres vivos, deste e de outros planetas habitáveis e com potencial vida), somos animais, mentalmente complexos, ultra evoluídos neste aspecto, porém somos menos savant-like que boa parte das outras espécies, que apresentam algum hiper desenvolvimento unissensorial e ou que apresentam instintos simples porém super-especializados.

Os seres vivos apresentam variações intra-espécie e extra-espécie. Por exemplo, o tipo, o formato de orelha, varia entre humanos e cachorros e entre humanos e humanos. Todos os nossos traços estão sob seleção, direta ou indiretamente. Uma maior complexidade, exigirá uma maior tendencia para a heterozigose, isto é, uma maior variação de um traço ou de um conjunto de traços expressados ou fenótipos. Todos os nossos traços são em algum grau, hereditários.

Tudo isso deveria ser simples de ser digerido, ainda mais depois que o mestre Darwin fez a parte mais difícil. Mas não é bem isso que acontece. Eu já expliquei em alguns textos sobre a incapacidade preocupante e decepcionante de boa parte da população e surpreendentemente daqueles que supostamente se especializaram no assunto, para entender, internalizar e aplicar este conhecimento, essas máximas da seleção natural, em todos os ambitos do micro-convívio ou micro-interação interpessoal, quando for necessário faze-lo. Mas isso simplesmente não acontece.

O ser humano médio é predominantemente irracional porque compra ideias das quais não entende, se serve do mercado semantico de símbolos para usá-los em seu meio social como método de interação interpessoal e possivelmente, em busca de vantagens subsequentes, onde os fins justificam os meios. Usamos a linguagem para conviver e isso é especial para uma boa parte da humanidade. Poucos são aqueles que estão realmente preocupados ou interessados em relação ao significado das palavras que usamos, os símbolos semanticos que representam uma variedade complexa de elementos, desde os mais abstratos aos mais literais.

O uso equivocado da linguagem geralmente terá grande prejuízo em algum aspecto do convívio humano. Uma frase mal interpretada pode acabar com amizades, causar guerras, manipular as massas para o próprio abate ou para o próprio amalgamento, tornando-os inferiores, de geração e geração, em suas capacidades de intelecto, de sabedoria, de colocar inteligentemente as suas necessidades como indivíduos a frente de seus deveres, mas tratando ambos como igual e idiossincrática importancia, evitando a emulação de parasitas que tentam persuadi-los para não prosseguirem com essas tentativas de racionalidade.

Todos celebram Darwin por seu genio, por sua teoria fantástica (e incrivelmente tardia, graças a psicose de poder milenar das igrejas de doutrinação e aceitação de uma realidade verticalmente desigual), mas poucos a entendem, isso sem falar daqueles que apenas por ouvirem falar deste sobrenome, já o acusam de ser um ”darwinista social”.

Tudo cheira a Lamarckismo, a teoria ”rival” daquela de Darwin em que se acredita que modificações de organismos por esforço repetitivo possam ser passadas hereditariamente. Ainda que nem tudo desta teoria deva ser execrado deste debate, uma boa parte da mesma, pode ser considerada como equivocada. No entanto, é justamente a teoria equivocada de Lamarck que está sendo constantemente aplicada em nossas sociedades, a começar pela escola.

Talvez, a ideia de necessidade de uma escola, seja compreendida por outras razões por aqueles que realmente saibam o que está acontecendo, que estão ”acima da carne seca”, que são os herdeiros responsáveis por esta corrente de atropelos estúpidos. A escola é um local de depósito de seres humanos que são inculcados desde a tenra idade a ”socialização” e mantidos dentro desta aparelhagem estatal, apenas porque os seus pais ”precisam” trabalhar exaustivamente para aumentar os lucros dos vampiros parasitas que nos dominam. O lamarckismo e a escola bebem da mesma fonte que é primordial para o sucesso do pensamento psicopático, a esperança. Nunca que uma alegoria semantico-abstrata serviu tão bem aos interesses obscuros e estapafúrdios de uma classe de bandidos como esta.

A galinha precisa botar ovos, os pintinhos (quando não viram comidinha industrializada) precisam ficar no cerquinho fingindo que estão aprendendo, para que depois possam ser jogados no mercado de trabalho (semi-escravo).

Só se sabe que algo está aprendido, quando se pode fazer analogias com o mundo real. A exemplificação é outra maneira muito boa para se saber o quão bem compreendido foi o assunto ensinado. O resto é pura demagogia.

Portanto, novamente… a teoria da igualdade radical dos seres humanos, parte de um conjunto de factoides que em boa parte, foram retidos do lamarckismo, que por sua vez, foi acoplado a ideia de esperança, porque voces sabem, a esperança nunca morre, mas também nunca chega, é naturalmente inerte e mentirosa.

Novo combo de pensamentos, poesias e filosofias

1- Contribuiçoes do espectro do savantismo ( incluindo obviamente o  autismo ) para a civilização.

Beethoven, Michelangelo, Sócrates, Confúcio, o índio xamã ou o arquiteto que projetou as piramides do Egito. Todos eles tinham algo em comum. Foram solapados pelo eco da precisão cognitiva que se caracteriza o núcleo espectral dos savant e dos autistas que são parcialmente savants. Se não fosse por estas variações de cognição e personalidade, as civilizações não teriam florescido (e enegrecido o manto verde)…

Belos olhos de reflexão,

mãos que flamam pela precisão,

nascido para moldar, para humanizar elementos sem vida evidente,

para enfaixar as mãos de areia e pedra da mãe Terra, para refletir nossas angústias e alegrias, 

para confirmar o poder de despóticos absolutos,

para aumentar a fantasia daqueles que se esquivam do mundo real,

mentes que nasceram diferentes, que se banham em água ardente do pensar e do pesar,

mentes únicas, a singularidade que transforma o pó latente em alegoria divina,

a fonte única de onde brota todo o talento humano… o sábio que em frances, se traduz savant,

e reluz a rebeldia da antropoessencia.

 

2- Democracia é irracional, a maioria nunca esteve predominantemente certa sobre nada.

 

Em um mundo em que ”somos todos iguais”, a democracia faz sentido. Mas as massas sempre foram estúpidas e talvez sempre serão. Então, o poder do ”povo”, significa por si próprio, a idiocracia, o estúpido impondo suas distorções da realidade a partir de diretrizes sussuradas por psicopatas, o sistema de indivíduos psicopáticos manipulando a opinião da multidão de mentes dependentes e voce e eu, eu e voce, no meio de toda esta loucura.

A conformidade só funciona para aquilo que é lógico, racional, empático e holístico.

A democracia não é uma virtude,

idiocrática em sua plenitude,

as massas são uma aglomeração de mentes dependentes,

o senso comum não substitui aquilo que está sempre certo,

o infinito das respostas perfeitas, é superior a frivolidade daquelas da igreja,

ou da universidade…

O poder do povo, é o zumbir do lobo,

que surrura travessuras e gostosuras,

As pessoas devem aceitar com alegria que os representantes de Deus possam e mereçam governá-los,

que sua balança de amor e razão não virá para doutriná-los mas para se achá-los em meio a teia do existir,

deixe o sábio transcender o seu ato, de consumir a sua conservação presenteando o paraíso que tanto quis…

 

3- Todos os animais (e todos os seres vivos) tem as suas respectivas ”religiões” instintivas ou instinto específico, que podem ser chamadas de ego-especismo.

 

Negar a realidade e amar a si próprio, ”desprezando” as demais espécies, não é uma particularidade humana… não mesmo.

A alienação especiecista é a pedra filosofal-naturalista…

Todo ser vivo tem o seu cristo.

Vive dentro de tua matriz,

cheira o teu cheiro mas não daqueles do outro lado do rio,

sente aquela sensação que apenas os teus podem sentir,

cria um Deus todo poderoso que na verdade é apenas a metalegorização de sua mente de multidões,

precisa estar conectado com os teus iguais, de um jeito ou de outro,

porque a união faz a força e a força quem faz é a natureza,

Se aliena sem ter qualquer consciencia disso,

Se sente o centro das atenções, porque o ego é o fogo da conservação,

da mesma maneira que formigas minúsculas esbanjam músculos de cooperação,

tudo é centrismo, tudo é centrado, é centrico e é alimentado pelo excentrico,

A inconsciencia egocentrica da espécie é a religião primordial,

Talvez o próprio universo também se aliena quanto aquilo que lhe causa desgosto ”ou” que não lhe é familiar,

Somos crianças, mas criança é apenas mais uma palavra,

Todo ser tem o seu Deus e todo Deus é o reflexo ”perfeito” de si,

Alguns se veem no espelho e penteiam seus cabelos cacheados, outros vivem o espelho, sem precisar deste objeto quebrável para alimentar a sua chama…

 

4- Parasitismo e a alegorizaçao Cultural do déficit. O exemplo ”darwiniano”.

 

Eu já comentei aqui que não existe maldade a partir de uma perspectiva evolutiva, mas sim, um déficit em certo atributo cognitivo que expresssa cooperação.

Em minha recente leitura do livro ”Seleção Natural” de Charles Darwin, eu encontrei a mesma constatação que cheguei sobre este assunto. O parasitismo, uma das manifestações da ”maldade” na natureza, na verdade, se constitui fundamentalmente em um déficit cognitivo em que as espécies dotadas deste ‘perfil’, ”se especializam” neste tipo de comportamento. Eles só sabem fazer isso… da mesma maneira que os predadores não tem culpa, ninguém tem pra sermos bem sinceros e hiperrealistas.

Da mesma maneira que o matemático desde a tenra infancia já demonstra grande motivação para estudar matemática, o psicopata apenas se utiliza de sua técnica de auto-conservação, produzindo a sua cultura neurológica habitual, o parasitismo ou o predadorismo.

Não estou defendendo bandido, estou defendendo uma maneira realmente racional, holística e diplomática de solucionar os problemas morais humanos e nada mais correto do que mesclar nossa maneira de alegorizar, humanizar a realidade, com a realidade que é independente de um viés feito por um observador, é porque é.

O exemplo dos pássaros cuco é muito interessante visto que algumas espécies ainda conseguem construir o próprio ninho. Só que estes ninhos serão de baixa qualidade ou serão construídos em lugares inapropriados. Observa-se aí uma tentativa de se produzir algo por um ”parasita”, só que como ele não é capaz de faze-lo, acaba explorando o trabalho alheio. Sim, novamente a lamúria esperta que poderá ser usada por muitos psicopatas…

”Eu nasci assim e só sei fazer isso”

Faz sentido.

Este exemplo foi usado por Darwin para mostrar como que o ”instinto” pode variar entre as espécies. O mesmo pode ser comparado ao caso dos seres humanos ‘anti-sociais”, em que a tentativa de ser empático, na maioria das vezes terminará em desastre.

 

A maldade, que a mãe natureza me pregou,

com um prego que fez sangrar o coração de imaginação cristã,

resvalou sangue e me fez gostar de ti,

tornou-me um alguém que foi em direção a outro caminho,

que ao invés de construir, prefere aproveitar daquilo que os outros produziram,

é o instinto, tudo aquilo que minha mente guardou e pode fazer,

vítimas, eu, o predador, ou eu, o parasita,

ei de conquistá-las,

esta mente inconsequente não evoluiu para buscar por Deus, a perfeição,

não me culpe mas me ajude, 

eu não tenho culpa,

e nem voce.

 

5- Não confunda humildade com auto depreciação.

 

Nem precisaria de um mini texto para comentar sobre este título. Pessoas orgulhosas e até mesmos aquelas que são narcisistas podem ser humildes. Duvida**

A personalidade, assim como a inteligencia, é multidimensional, a nível individual. Depende apenas de qual perspectiva de interação que estivermos falando. Não é contraditório, é individualmente diverso e complexo.

 

Comigo não meu irmão,

eu sou orgulhoso de mim, 

mas prego a humilde reflexão,

eu não sou um, mas vários,

pois me concentro em 3 personas,

nada de auto depreciação,

pra isso, basta-me a dúvida.

 

6- Algumas diferenças qualitativas de tipos mais generalizados de ”genios”.

 

A relação entre predisposições psicopatológicas e genialidade, parece se dar principalmente no reino dos genios artísticos, filosóficos e ou literários.

Eh sempre importante especificar de qual grupo que estamos falando…

No entanto eu tenho a impressão de que a incidencia de ”personalidades extremas” será muito mais comum entre os grandes genios do que em relação aqueles que definimos como tal mas que serão mais como ”semi-genios” ou ”superdotados de alto funcionamento”…

Parece que a incidencia de ”psicopatologias” também tenderá a ser elevada entre os grandes genios da ciencia. Lembre-se, estamos falando de poucos indivíduos e não de uma multidão na casa das centenas de milhares.

A relação organicamente correlativa entre genio e ”personalidades extremas” parece se assemelhar aquela que existe entre o mesmo e o canhotismo. Em uma multidão de superdotados ”comuns”, nós teremos poucos canhotos porque os mais altos níveis de inteligencia neurotípica serão caracterizados pela predominancia de atributos fisiológicos e neurológicos contextualmente positivos ou que estão sob forte seleção e aperfeiçoamento.

No entanto, quanto mais alto subirmos a montanha do intelecto, mais perigos encontraremos.

Médias acumulam maior fitness ou saúde enquanto que os extremos, quase sempre terão como resultado algum tipo de desequilíbrio.

Os mais altos níveis de sapiencia da espécie me parece ter uma tez filosófica profunda, porque ao contrário da ideia termaniana de super funcionalidade, os grandes genios caminhariam para serem o bio-produto de desordens organicas. Isso prova a teoria lombrosiana que define o genio como alguma forma de ”doença mental”, enquanto que também prova a teoria termaniana sobre a funcionalidade acima da média do ”superdotado comum”. A natureza filosófica da genialidade se dá por causa da quase-necessidade de haver alguma desordem organica que possa elevar a autoconsciencia, uma das características mais significativas desta condição única e poderosa.

6.1- … e o ‘genio sábio’ como o verdadeiro representante de ”Deus” no mundo, nada de padres (ao menos se forem sabiamente geniais). O ”homem por inteiro”, a antítese da dualidade primordial.

Deus é a perfeição onde vivemos, é o todo, é tudo. Nós somos parte deste grande e misterioso organismo fenomenológico que ”a tudo” encapsula. Somos filhos do atrito, eu já disse. E somos atritos tal como nosso grande e singular pai, porque filho de peixe, peixinho é, filho de Deus, atrito é.

Os sábios são aqueles que mais aproximam da verdade divina, a busca pela perfeição, se toda a cadeia desarmonica predisporá o organismo a sua própria destruição.

Ao contrário dos ”representantes de Deus”, que nós nos habituamos a conhecer, apenas aquele que é dotado de grande capacidade empática, holística e racional é que poderá ser considerado, tratado como tal. Todas as hierarquias eclesiásticas são apenas a tentativa de emular aquilo que pode ser visto a olho nu, a busca incessante por Deus, pela verdade ou verdades absolutas que o sábio é tão talentoso na prática.

Apenas aquele que pode ver os dois lados deste mundo naturalmente instintivo e competitivo, em que vivemos, que poderá desenvolver as respostas mais sábias, mais apropriadas para cada situação. Um rei salomão sem trono. A inércia de mantras e a retroalimentação das incertezas existenciais de pessoas inseguras com base na invenção de estorinhas fantasiosas, não representa a sabedoria. Apenas o sábio que poderá faze-lo.

 

Perfil incomum de personalidade x cognição

 

A singularidade do comportamento e da personalidade em conluio com a ”cognição” (a capacidade técnica= memória, capacidade de replicação do conhecimento ‘adquirido’…) podem ser importantes meios de se avaliar o potencial criativo. A personalidade singular por si só já é uma forma de manifestação criativa, tal como as plumas de cor incomum de uma ave, por exemplo.

 

7- Herança vertical de ideias e as mesmas como prelúdio a ação…

 

Se voce for uma pessoa honesta ou dentro do espectro maior de honestidade, então será mais propenso a transformar as suas ideias em ações. Para pessoas onde os fins não justificam os meios, as ações são o caminho natural das ideias. As ideias são embriões que poderão nascer e se tornar ”realidade”.

A herança vertical de ideias é outra proposta interessante onde que caminharemos para internalizar ideias, especialmente quando são produções independentes ou herdá-las, quando são de outras pessoas.

Da mesma maneira que compramos coisas e guardamos em nossas casas, também fazemos o mesmo com as ideias.

 

8- Aprendendo a entender testes de personalidade: “vc está fazendo isso errado”.

 

Santoculto, o idealista (INFP) racional (INTJ).

Todos nós somos um pouco de tudo,
Não existe ou então é muito raro um perfil ”puro” de personalidade,
Se entenda primeiro, compare seu auto julgamento com os resultados dos testes e chegue num consenso depois, baseado em neutralidade e parcimônia.

 

9- Tamanho da população fundadora para explicar comportamento coletivo predominantemente tribalista.

 

Tipo de personalidade,

Tamanho da população fundadora de uma determinada etnia, raça ou povo,

Enfatização cultural coletiva (seleção dos mais adaptados a proposta cultural e ou ostracismo ou expulsão dos menos adaptados) ou ciclo da cultura, a retroalimentação de uma proposta hierárquico-coletiva,

Seleção com base na conformidade comportamental ”ou” des-seleção dos inconformistas.

 

10- O extremismo do hábito equivocado em todas as suas manifestações.

Crenças fantasiosas potencialmente conflitivas está para o alcoolismo…

O dogmático estúpido é um alcoolatra viciado em ideias equivocadas.

Algumas pessoas se viciam em drogas, álcool, sexo, outras, ou muitas, se viciam em ideias equivocadas.

Pode controlar o vício, mas alguns serão tão acopláveis a personalidade e a cultura neurológica, tal como o vício de drogas pesadas como o ”crack”, que serão muito difíceis de serem removidos.

Vale ressaltar que nem todo dogma que será ruim, mas geralmente, dá-se uma enfase de natureza negativa a esta palavra, que significa que seja o certo a se fazer.

As ideias de maior hereditariedade ou força serão aquelas que se comunicarão mais intensamente com a essencia da personalidade. Portanto, algumas ideias são naturalmente compradas por certos tipos de personalidade e cultura neurológica (a interação entre cognição e personalidade e a construção da própria cultura, o valor semantico que damos a vida, a nível individual e personalizado).

 

11- O problema do conflito entre empatia e honestidade.

 

As pessoas muito honestas podem parecer muito brutas em relação aos outros.

 

12- Epigenetica, a seleção natural dos ”excluídos”. Quanto mais selecionado for um traço, mais fixo se tornará, mais demograficamente generalizado será e mais ”perfeito” será, especialmente em termos de saúde.

 

13- A onipresença do ”savantismo” no Reino animal não-humano. E o equilíbrio dos sentidos da espécie humana como marcador de sua singularidade, a razão da complexidade do seu cérebro e de sua capacidade de entender globalmente a realidade percebida.

 

Todos os animais não-humanos apresentam hiper-especialidades cognitivas, tal como os savants humanos…

O ”savantismo”, a super simetria cognitiva, parece estar onipresente entre os animais não-humanos enquanto que parece estar mais equilibrado entre os mamíferos mais próximos de nossa espécie e de nós mesmos.

Seríamos consideravelmente mais equilibrados em todas as funções organicas (e mentais), que justificaria nossa excepcionalidade mental. Super olfato* Super visão* Super paladar* Não, apenas humano, ”equilibrado” e ”capaz” de entender a realidade com todos os sentidos.

Influencia do meio e o grau de motivação intrínseca para explicar as diferenças de comportamento

Se voce tivesse nascido em outra cidade, criado por outra família, vivido em outro ambiente, voce acredita que teria se desenvolvido de maneira ”completamente” diferente em relação aquilo que voce se tornou** Voce acredita que teria desenvolvido outro temperamento**

Eu já comentei aqui que metaforicamente falando, a personalidade poderia ser comparada ao clima enquanto que o temperamento poderia ser comparado ao tempo. O clima é quase sempre fixo, enquanto que o tempo será diariamente variável só que esta variação tenderá a se dar a partir de uma similaridade espectral, isto é, um clima tropical sem neve no inverno ou um clima polar sem verão de quarenta graus. O mesmo se aplica a personalidade e ao temperamento. As tendencias comportamentais mais predominantes nos mostram que a personalidade encapsula o temperamento (que por sua vez encapsula o comportamento). Por exemplo, o introvertido tenderá a ter comportamentos que variam dentro do espectro da introversão, tal como uma cidade quase sempre nublada, com períodos espassados de sol e calor (também se poderia pensar no introvertido como uma região de clima estável, enfim…)

Também já disse que a mídia tem mostrado por meio de filmes, novelas… a relação entre biologia comportamental e ambiente em que alguns personagens expressam a predominancia genética enquanto que em outros casos, o contrário acontece, quase sempre com base em exemplos histrionicos, exagerados (como da mocinha pobre e com sotaque jeca que se torna uma mulher culta de qi verbal na casa dos 130).

Mas, como que se daria o papel do ambiente na ”formação” da personalidade humana, isto é, desde o seu início*

Então, novamente, se eu tivesse nascido em outro lugar, sido criado por outra família, em outras condições sociais, será que eu teria me desenvolvido de maneira completamente diferente**

Eh justamente aí que eu acho que autoconsciencia e motivação intrínseca aparecem para separar aqueles que seriam mais moldáveis pelo ambiente em relação aqueles que são desde a tenra idade, individualmente (comportamentalmente) independentes ou que apresentam um forte senso de si, de seu ”eu”.

Eu acredito que as pessoas mais naturalmente autoconscientes serão menos propensas a serem internamente influenciadas pelo meio a sua volta, por causa do seu senso bem mais desenvolvido e enfático de si, de sua personalidade, de seu espírito. Ou que, essas mudanças, acaso acontecerem, serão internamente analisadas ou mesmo, conscientemente provocadas por essas pessoas.

O intrinsecamente motivado justamente por ser mais autoconsciente, de personalidade forte, caminhará naturalmente para construir a sua própria individualidade e como este caminho tende a ser improvável de não ser perseguido desde a tenra idade, então as chances para que o ambiente possa exercer de alguma forma uma influencia significativa na formação de seu eu, de seu espírito, de sua personalidade, será muito mais esparsa do que em comparação a uma pessoa extrinsicamente motivada, isto é, que responde e interage mais intensamente com os estímulos e intempéries ambientais, sem uma identidade internamente motivada e auto-compreendida.

Portanto, mediante a minha hipótese, o intrinsecamente motivado, mais autoconsciente, desprezando as suas experiencias pessoais (ou fatores ambientais únicos), será fortemente predisposto a desenvolver a mesma personalidade, independente do ambiente a que for exposto, porque este ”traço” ”ou” fenótipo, será fixo ou mais rígido pra ele do que para os outros tipos de seres humanos.

Em compensação, a meu ver, quanto mais extrinsicamente motivado, maior será a influencia do ambiente em seu comportamento, no sentido de melhorar certos traços como por exemplo, a inteligencia, ou de piorá-lo.

O intrinsecamente motivado sabe o que quer (o que é) desde cedo, o extrinsicamente motivado, por causa de sua menor autoconsciencia, não tem plena certeza do que é, até porque isso não é importante pra ele, assim como também será mais leve tal como uma folha pequena, em relação aos eventos ambientais que está interagindo, enquanto que a personalidade do intrinsicamente motivado será de maior dureza, tal como uma pedra mais difícil de ser triturada pelo calor das mãos.

Livre arbítrio (parcial) e a variação comportamental limitada

Autistas no geral, são extremamente introvertidos. Outros tipos extremos  serão o inverso, de extremamente extrovertidos. A maioria se encontrará perto do meio do espectro, um pouco mais para a introversão ou um pouco mais para a extroversão. A maioria dos extrovertidos na verdade serão de predominantemente extrovertidos e o mesmo acontece com os introvertidos.

Nossa personalidade poderia ser analisada como um espectro, ou melhor, uma matéria gelatinosa que tem um centro, um núcleo, mas que pode variar mais para um lado ou mais para o outro lado, mais pra cima, mais pra baixo. As bolhas gelatinosas (não confundir com meleca) de tipos que apresentam personalidades extremas, mais rígidas, como os autistas, tenderão a terem bolhas pequenas, com pouca elasticidade. O intrinsecamente motivado teria uma personalidade-bolha mais rígida e mais focada em sua essencia, sua origem, aquilo que realmente é. Um núcleo grande para o intrinsecamente motivado e pequeno para o extrinsicamente motivado.

Esta variação pessoal, prediposta ou de natureza ”genética” e limitada, caracteriza nossa possibilidade de escolha ou ”livre” arbítrio. O autoconsciente tem um maior potencial de livre arbítrio, mas também terá maior consciencia de sua (nossa) incapacidade de fazer escolhas 100% conscientes. A única maneira de lutar contra ”nós mesmos”, nossa biologia, nossa nação, nosso bolor evolutivo de microorganismos agrupados que formam um corpo”, seria com base na total negação de nossas tendencias. Se estúpidos, tentaríamos aumentar nossa inteligencia. Se sexualmente desviantes, tentaríamos conter nossos ímpetos, mesmo nos pensamentos mais leves. No entanto, isso não é possível, porque não podemos depredar a nós mesmos, aquilo que somos da mesma maneira que o pássaro não pode desprezar as suas asas ou o peixe a sua água.

Conclusão

Portanto, eu acredito que o grau de motivação intrínseca ou extrínseca que irá delimitar o grau de predominancia genética e ambiental sobre o indivíduo. E a partir desta primeira constatação, também se chega a ideia de que haverá uma variação de grupo assim como também a nível individual, em relação a capacidade de elasticidade comportamental consciente e inconsciente ou ”natural”.

Para populações ou indivíduos de ”personalidade forte”, o ambiente exercerá pouca influencia, porque

– serão mais intrinsecamente motivados

ou

– pertencerão a grupos populacionais onde que o fenótipo de personalidade terá sido mais intensamente selecionado, fazendo-lhe dominante sobre o ambiente.

A personalidade, ainda que seja um fenótipo complexo, pode ser comparada a hereditariedade da estatura, em que algumas populações serão homogeneamente altas (montenegrinos) ou baixas (pigmeus) e sabemos que os traços que estão sobre forte seleção, tenderão a se tornar mais fixos, mais geneticamente dominantes sobre os demais.

A expressão ”de personalidade forte”, parece fazer muito sentido para explicar aquele que é auto-motivado, auto-compreendido, que tem um senso de si mais forte, mais desenvolvido, do que aquele que é mais levado pelas opiniões, pelos movimentos das massas em que está inserido.

Na minha opinião, uma pessoa dotada de grande individualidade (não confundir com individualismo), será exatamente aquilo que é, que sabe o que é, se criada na mais diversa panaceia de ambientes.

Em compensação, aquele que não tem um forte direcionamento de qualquer natureza, em relação a sua personalidade (e isso também vale para inteligencia, que interage intimamente com a mesma), será mais propenso a ser influenciado pelo ambiente e a variar mais, da mesma maneira que ocorre com traços que não estão sob forte seleção.

Mais uma vez, eu uso a metáfora do clima e do tempo para explicar personalidade e temperamento (que por sua vez produzirá o comportamento). O clima é predominantemente fixo porém variável, dentro de um espectro de similaridades, como eu exemplifiquei por meio do clima tropical sem neve no inverno ou o clima polar sem calor de quarenta graus no verão.

E respondendo a pergunta inicial.

Eu acredito que continuaria sendo ”eu mesmo” independente das condições ambientais em que tivesse sido submetido desde a infancia, porque eu tenho um senso muito forte sobre minha identidade existencial experimentacional.

Agora, em relação em como que os fatores ambientais puros ou circunstanciais, moldariam o ambiente bem como a expressão de minhas capacidades, de minha técnica de auto-conservação, aí eu já posso reconsiderar que os resultados sem dúvidas de que seriam muito variáveis.

Continuo, por fim, reiterando que quem é mais consciente de sua essencia, será menos provável de ser moldável pelas intempéries ambientais ou exteriores.

Por que a ”doença mental” persiste entre os seres humanos**

Porque a grande maioria é composta por doentes mentais tecnicamente funcionais…

Se voce (”ainda”) acredita nessas fantasias, então desculpe mas é provável que tenha algum deficit de percepção lógico-racional, semelhante a de um esquizofrenico típico e portanto se consistir em um ”doente mental”.

Voce está doida pra ter um casaco de pele ”liiiiiiindo”’ destes pra poder fazer inveja nas inimiga e mandar beijinho no ombro** Mas e os animais que são caçados e assasinados para alimentar a sua estupidez tipicamente feminina*** Se voce respondeu afobada e vergonhosamente que sim, que está doidinha pra ter em mãos (e costas) estes belos casacos, então me desculpe mas é provável que tenha algum déficit de percepção empática e seja como uma prima de quarto grau de um psicopata, ou seja uma doente mental. Ou uma avoada que não sabe fazer contas simples. De um jeito ou de outro, voce estará errada e com probleminha na cabeça ok**

Voce já viu uma cena dessas ou similar e nunca fez nada para acabar com a briga ou pior, até achou graça em um marmanjo sádico fazendo maldades com um garoto magro e de óculos** Então filhote, eu acredito de boa fé que exista algo de errado com voce, especialmente se tentar dar qualquer justificativa quanto as suas atitudes do ”passado”.

Tu pensas que guerras são de alguma maneira justificáveis** (sim, eu tenho batido muito nesta tecla, mas por que será**). Novamente, tem algo de psycho que eu estou percebendo em ti… não me leve a mal.

Voce acha mesmo que não existem diferenças entre as raças humanas** Ok, de o nome que voce quiser a elas, raças, grupos, sindicatos bio-locais, não interessa… voce deve estar percebendo que as moças acima não são iguais não é** Pois me perdoe, porque se voce pensa que sim, que raça é ”apenas cor da pele”, eu sinto lhe informar que está ou é meio biruta!! Uma ou um doente mental, não tenho dúvidas!!

E assim por diante….

Quantas pessoas do seu meio social que voce conhece que tem algum tipo de senso lógico sobre o mundo, que pode ver algo e inferir alguma observação racional sobre aquilo, que pode capturar a imagem maior, aquilo que realmente importa, que é objetiva, mas que não é super rídiga nesta objetividade, que está sempre se policiando em seu comportamento mais irracional ou instintivo e busca sempre solucionar os problemas que aparecem no seu caminho, que prefere as virtudes da essencia do que as superficialidades da aparencia, que não se importa com regras sociais subjetivas e dá enfase naquilo que é correto, harmonioso, enriquecedor, que não é rendida por seu excesso de bondade e que portanto sabe ser justa também para tudo aquilo que está irrevogavelmente errado, que sabe ou aprende a separar o literal do abstrato…**

Quantas pessoas, com ou sem alguma instabilidade emocional, com ou sem alguma personalidade extrema, com ou sem alguma melanina, com ou sem alguns pontos a mais em qi, que voce conhece que não são doentes mentais tecnicamente funcionais***

Correlação x causalidade, lamarckismo (disfarçado) x seleção natural

Estou vendo a entrevista da neurocientista brasileira Suzana Herculano-Houzel em que fala sobre a sua tese para explicar como que se deu o aumento do cérebro humano. O quadro acima mostra mais ou menos como que seria a sua teoria. ”Os seres humanos” só se tornaram este primor cognitivo graças a mudanças em sua dieta alimentar, quando começaram a cozinhar os seus alimentos, especialmente a carne. A partir daí, se diz que ”com a possibilidade de cozimento do alimento, o -ser humano- se viu livre da árdua tarefa de triturar com os dentes a carne crua, que geralmente dura o dia todo”…

… livre para fazer outras tarefas e aumentar a sua inteligencia.

Sim, voce leu bem, lamarckismo

Sem a necessidade de triturar com os próprios dentes os pedaços de carne durante quase dia todo, o ser humano ficou livre para fazer outras atividades, tais como as de natureza ”intelectual”.

A pesquisadora e sua equipe encontrou uma correlação entre o aumento do cérebro e o período em que ‘começamos’ a cozinhar a carne. E a possibilidade de cozinhar o alimento ainda, segundo ela, reverberou no processo de gracilização fenotípica, como a redução do maxilar. Lei do uso e desuso. ”Paramos” (sim, eu estava lá) de usar o maxilar e aos poucos ele foi perdendo a sua função e vigor. Lamarckismo.

Tudo isso me cheira a mais um caso de correlação do que de causalidade.

Primeiro, eu me pergunto se a tarefa de cozinhar alimentos não teria sido o resultado de cérebros mais potentes ao invés de uma causa para o aumento da inteligencia…. Sim, os seres humanos foram evoluindo até que um genio pré-histórico conseguiu dominar o fogo e começou a cozinhar os alimentos. Ou talvez, muitos seres humanos contextualmente geniais (isto é, para o contexto pré histórico) ”apareceram” em várias localidades e graças aos seus cérebros prodigiosos, conseguiram dominar o fogo e ainda encontraram várias funções para o mesmo tal como cozinhar o alimento cru. Se já tínhamos seres humanos muito inteligentes, pra época, então isso quer indicar que a evolução cognitiva humana deve ter começado antes desta revolução de hábito.

A gracilização do homem para os tipos mais progressivos (cro magnon, oops) pode e deve ter se dado com base na seleção sexual bem como também pelo aumento da inteligencia, se os ”mais” (coletivamente falando) inteligentes tenderão a ser mais atraentes que aqueles de menor capacidade, como vemos hoje em dia.

A mudança de hábito alimentar não provocou mudanças no cérebro e na fisiologia humana, mas foi um resultado destas mudanças. Não meu bem, Lamarck não venceu!! Claro, a minha opinião.

Portanto, a minha conclusão sobre esta teoria é a de que a neurocientista brasileira apenas aplicou as leis lamarckianas para explicar o aumento exponencial e espetacular do cérebro humano, confundiu correlação com causalidade.

O ser humano que começou a cozinhar o alimento cru em uma fogueira de galhos de árvores, já era muito inteligente, especialmente se comparado aos outros primatas e a evolução de ”nossa” inteligencia, não foi causada pelo consumo de carne cozida mas apenas acompanhou esta mudança revolucionária de hábito alimentar, dando início ao fim do nomadismo ou…

Os seres humanos que eram mais inteligentes para caçar animais (a necessidade de inventar estratégias) do que aqueles que apenas pegavam os frutos em árvores ou de carcaça de animais mortos, inventaram um meio de amolecer a carne mas também de deixá-la mais gostosa.

pois se havia a necessidade de fazer alguma coisa com a carne para deixá-la mais facilmente digerível então…

Refutação de um dos pressupostos feito pelo blog ”Feminine Beauty”

Estilistas homossexuais ”preferem” as mulheres de aparencia andrógina….

ou as mulheres mais altas, que tendem a ter aparencia mais andrógina, por causa da maior carga de testosterona que contribui para o aumento de suas estaturas.

O blogue Feminine Beauty, é muito interessante e nos mostra, a partir de considerações do blogueiro, aquilo que parece óbvio a primeira vista, que as mulheres mais ”atraentes” tendem a olhar mais feminino enquanto que quanto mais comum forem as características ”masculinas”, mais andróginas elas serão.

Neste blogue também se fala sobre as mudanças de padrão de beleza feminina, que na época de nossos pais e avos, era marcado pela predominancia de mulheres curvilíneas e de aparencia mais neotenica, mais feminina.

No entanto, o blogueiro na minha opinião, cometeu um erro ao atribuir a mudança de padrão de beleza, especialmente aos etilistas modernos, que são em sua maioria de homossexuais. Segundo a sua tese, os estilistas modernos tendem a escolher mulheres com aparencia andrógina para trabalharem como modelos de passarela (especialmente), porque eles mesmos se sentem mais atraídos por este tipo de beleza feminina e ou também porque tendem a se sentirem representados por um padrão de beleza que os emula em aparencia, se a maioria dos homossexuais tendem a olhar mais neotenico do que o homem típico, mais andrógino. Alguma teoria freudiana a vista***

Eu apliquei a Navalha de Occam, ou tentei ao menos, para concluir que não existe tal coisa, de que os estilistas escolham as mulheres que mais lhe atraiam, até porque boa parte deles são homossexuais e não se sentirão atraídos por mulher, mas por homem. Reparem que enquanto que as modelos, de fato, tendem a olhar menos feminino e mais andrógino, como um pré adolescente, os modelos masculinos, em sua maioria, parecem bem ”normais” em tipo de beleza. Também não acredito que sejam os estilistas que atribuam valor sentimental (ainda que possa ser verdade de alguma maneira) a estética do tipo de mulher que simboliza a beleza ”moderna”, preferindo por aquelas que se pareçam com eles, até porque a maioria dos estilistas não são lá muito atraentes, de uma maneira ou de outra.

A explicação mais evidente para a escolha deste padrão de beleza parece se dar por causa da correlação biológica e demográfica ou estatística, entre androginia fisiológica e maior altura entre as mulheres. Portanto, na minha opinião, não se baseia em uma escolha 100% consciente, a não ser que as elites globalistas tenham em mente a androginização dos seres humanos, também por meio do mundo da moda.

Brooke Shields, Mia Stone and another glamour model; front view.

Um dos maiores símbolos sexuais da década de 80, por causa do filme ”A lagoa azul”, a atriz americana Brooke Shields, segundo o blogueiro da Feminine Beauty, seria mais masculina em aparencia. Vale ressaltar que maior masculinidade, necessariamente não deseja indicar menor beleza e Shields é um exemplo do que eu estou querendo dizer.

Eh possível, claro, mais uma especulação, que ao longo da evolução do mercado fashionista no século XX, os profissionais do ramo tenham percebido que as mulheres mais longilíneas, ”ficavam” mais elegantes nas roupas que produziam do que as mais baixinhas e justamente por isso que resolveram dar preferencia as mais altas. Outra explicação pode se dar pelo fato das elites tenderem a ter mais mulheres longilíneas, se renda, maior inteligencia geral e estatura, tenda a se correlacionar com maior riqueza.

Os homens são mais altos que as mulheres, em média, por causa da maior carga de testosterona, dentre outros aspectos biológicos. Eu não sou um super especialista no assunto, mas parece fazer sentido. Tudo ou quase tudo aquilo que define o homem em relação a mulher, em termos de biologia, se dará pela carga diferenciada do testosterona, o famoso cromossoma Y.

Eu já especulei que os homossexuais, especialmente aqueles do tipo mais neotenico, mais feminino, tendem a serem menores do que o macho humano típico e as razões são as mesmas daquelas que explicam a maior altura nas mulheres. Carga diferenciada de testosterona.

Portanto, ao contrário da explicação quase-freudiana e proto-conspiracionista do blogueiro do Feminine Beauty, as modelos fashion modernas são, em termos ambientais, o resultado de preferencias anteriores por mulheres mais longilíneas que ‘vestem’ melhor as roupas de alta costura, ao passo que seus rostos menos femininos do que de uma Pin-up americana da década de 40, são o resultado de uma tendencia correlativa, biológica e estatistica ou demográfica, em que o testosterona aparece como um fator importante, também na maior média de altura destas super-modelos. A menor carga de testosterona fazem os homossexuais femininos (assim como também os mistos) mais baixos e fracos, em média, do que em comparação ao típico macho humano, enquanto que uma maior carga do mesmo hormonio, fazem as mulheres  mais altas, que são ideais para o mercado fashion. Reparem que o hormonio testosterona não se manifesta nas modelos, apenas no rosto ‘‘tomboy”, ou na altura, mas também na voz, que tende a ser mais grave, menos feminina.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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