Arquivo | Sem categoria RSS for this section

Conhecimento não é o mesmo que informação memorizada

O conhecimento é a informação aprendida e que pode ser manipulada de maneira sábia no ambiente de interação. A informação memorizada não é um substantivo para o conhecimento, porque não basta memorizar uma informação, também é importante entende-la. O conhecimento tende a se basear na internalização da informação compreendida, primeiro, se sofre um leve ”trauma”, um choque, um momento eureka incomum e menos glamouroso daquele que comumemente acometem os genios, ainda assim, de grande valor. A partir deste choque, ocorre um momento de intrigas com a sua mente, um diálogo rápido, seco, quase que uma ordem

”Isso é significativo, tu deves internalizar”

A partir disso a informação se torna parte de ti. Quase tudo aquilo que te interessas a nível pessoal, terá grande valor para ser internalizado em maior ou menor grau. Aquilo que não lhe for importante para ser parte de ti, um ser, interativo, ativo e reativo, que usa a comunicação para tentar convencer as pessoas de que seus pontos de vista, voce, é valoros e merece ser acatado, então será provável de não ser apreendido e aprendido. Podemos dizer que sentimos empatia ou não pelas ideias, por pensamentos, e quanto mais parecidas  forem conosco, maior será a relação de empatia, a vontade de ‘fazer uma amizade’ com ela. Se uma ideia funciona como um espelho convidativo de teu espírito, de tua personalidade, então é muito provável que será internalizá-la, em algum grau.

A empatia assim como também a completa falta dela em relação a ideias, pensamentos, teorias, linhas de raciocínio, técnicos ou cognitivos, intelectuais (culturais, sociais, filosóficos…), explica o ”preconceito cognitivo” que desenvolvemos em relação a maneiras, predominantemente corretas ou não, de se pensar, que não expressam nossas idiossincrasias pessoais.

A ideia moderna, racional e lógica de que empatia e razão estejam em lados opostos de um mesmo espectro não se sustenta porque gostamos de aprender aquilo que se conecta com maior facilidade a nossas inteligencias e portanto precisa haver uma relação empática entre a informação que está sendo exposta com as características de nossas mentes.

Alguns dizem que tudo é amor, mesmo quando não é, parece ser em partes verdade!!

Conhecimento é a capacidade de manipular algo que lhe se tornou pessoal, da mesma maneira que fazemos com nós mesmos, nos manipulamos em nano, micro e macro escala de interações, visando a adaptação de nossa clausura enérgica ou vida dentro dos ambientes em que estamos.

E como eu já falei em textos anteriores, só se pode saber se alguém realmente entendeu aquilo que lhe foi exposto, a partir do momento que conseguir realizar analogias, exemplificações e ou metáforas (corretas ou predominantemente corretas) no mundo real.

Sou anti-racista e pró-branco, posso**

Nas cabecinhas ocas e vazias, abertas para passar correntes de ar, dos esquerdopatas, o racismo é o pecado original. Bem, se voces pedirem para nossos queridos tolinhos para explicarem o que isto significa, eles lhes darão respostas extremamente simplistas e claramente enviesadas em considerações de terceiros, tal como bons tolos que são, sempre fazem. A diferença entre um dogmático de esquerda e um dogmático de direita, especialmente do tipo religioso, é inexistente quanto a essencia, porque ambos são estúpidos, fanáticos, lunáticos e não entendem como funcionam abstrações, visto que as literalizam quando não é pra ser feito.

Na cabeça dos dogmáticos, não existe meio termo, não existe diversidade, complexidade de circunstancias ou opiniões mas existem pseudo-contradições. Sim, como eu já mostrei, faz um certo tempo já, a maior parte das pessoas veem o mundo em uma perspectiva estrábica, confundindo objetividade com subjetividade. A culpa fundamental se encontra em suas mentes dualistas, que não podem aceitar a sabedoria.

O evangelho de lavagem cerebral (que eu também já mostrei que necessita de predisposições inatas anteriores, tudo depende da genética) dos dogmáticos de esquerda lhes ensina que o homem branco é a personificação abstrata, literalizada, do mal e portanto do pecado original.

‘homem” branco= mal

”homem’ não-branco= bom

Quem já leu ” A revolução dos bichos” entenderá claramente o que estou tentando dizer.

Portanto, qualquer coisa que se aproxime de uma simpatia pela cultura, nações ou mesmo por pessoas ”brancas”, será imediatamente reconhecido como ”pecado original do racismo”.

Em uma cabeça racional sadia, o racismo se consiste na sistemática perseguição, injusta, contra indivíduos de uma ”raça”, sem levar em consideração muitas variáveis objetivas que poderão ser mais condizentes em relação a diferentes situações cotidianas.

Em uma cabeça esquerdopática e doente (algumas vezes a patologização é necessária, especialmente em relação aos patologizadores oficiais, os da situação, que tem o poder de infringir sofrimento aos seus ”subalternos” ), o racismo se consiste basicamente em ”homem branco”.

Quem viu o filme Toy Story 3, deve se lembrar deste macaquinho, o cagueta que acusa todos aqueles que tentam fugir da escolinha de jardim de infancia distópica que parte dos brinquedos do Andy foram parar.

A imigração em massa de alógenos mais a baixa fecundidade da população nativa, mais a lavagem cerebral coletiva da população branca para a miscigenação racial e auto-ódio racial, irá resultar em seu desaparecimento, aka, genocídio.

Isso parece bem simples de entender meu caro leitor, mas para a mente esquerdopática, é como se fosse física quantica, é como dar inúmeras voltas entre a porta de casa e a esquina ao lado, e nunca chegar na esquina. Os famosos dogmas ou factoides, mesmo que tenha uma linha reta para voce ir do ponto A até o ponto B, se voce tiver uma mente dogmática e o dogma se localizar exatamente no ponto B, voce nunca chegará ao ponto final.

Eu sou anti-racista porque sou contra qualquer forma de injustiça. E eu sou pró-causa branca, porque os indivíduos brancos não tem culpa das bobagens que suas elites (e cada vez mais, ”suas” zelites) fazem e já fizeram no passado. Nós não podemos culpar cada indivíduo da raça caucasiana europeia pela escravidão na Africa. Eu mesmo, não tenho culpa de absolutamente nada.

Em um mente racional e sadia, a minha explicação fará todo o sentido, menos para dogmáticos dentre outros tipos de estúpidos.

Genes que regulam o tamanho e morfologia cerebral como mais uma prova da natural variedade sexual humana

Genes regulam o formato e tipo de cérebro dos seres humanos (bem como, de outros animais). Se as características fisiológicas de nossos cérebros reverberarão em nosso comportamento, então esperar-se-á que os cérebros de homossexuais, serão mais parecidos com os cérebros de suas mães do que seus pais. Vários estudos já comprovaram esta realidade. Podemos dizer que, comumente, o filho herdará predominantemente, o cérebro do pai, enquanto que a filha herdará predominantemente, o cérebro da mãe. Existe claramente uma proporção feminina e masculina desta herança, se somos seres naturalmente bissexuais nesta perspectiva, se somos a combinação dos genes de nossos pais e de nossas mães.

Esta proporção de herança das características sexuais, variarão consideravelmente, especialmente em pares mais mutantes. Quanto maior a carga mutacional do casal, maiores as chances de combinações minoritárias, de reversão dos caracteres sexuais até a combinação de tipos ainda mais incomuns e complexos de fenótipo sexual comportamental (pensem em homens predominantemente heterossexuais que gostam de se vestir com vestimentas femininas).

Aqueles que dizem que a inteligência é hereditária, e estão corretos, podem estar se esquecendo quanto à manifestação literal da inteligência, ou seja, de acordo com as características fisiológicas do cérebro bem como pelo metabolismo do corpo. E se a inteligência tem um papel fundamental no comportamento e personalidade e se a fisiologia cerebral é um forte preditivo de comportamento, então podemos pensar se os mesmos pressupostos também não possam ser pensados para se sucederem em relação ao comportamento sexual.

A caverna dos mistérios da solidão

Penetração ardente rente as curvas desvairadas do fosso daquele brejo, adentriei-vos oh irmãos de semen, a um mundo fechado e escuro!!! Acendam  velas e lampiões, ambos, representantes do dual do sexo e da carne petrificada. Ao escuro e ao profundo, minha fala tornaste-á o objeto protagonista de teus ouvidos solenes. Mesmo ao murmúrio e ao cochicho, aqui, sobrepujará a sua fraqueza sonora e se espalhará como lava descendente a todos que estão a comunhar com nossa trupe de cavaleiros errantes e observadores.

Estão neste recinto de Deus, ao natural, para entender as mais viscosas fendas da alma humana, que só poderão ser observadas por meio da solidão e dos barulhos das profundezas desta caverna de cordilheiras em miniatura. Depois de desnudartes de suas identidades, de lutares por suas rejeições predispostas por tuas naturezas, ao negarem suas naturezas, encontrar-se-ão prontos para adentrarem a ante sala da angústia visceral e existencial.

Octo diz

”Amei o meu mais podre lado, como nunca pensei em faze-lo. Lutei contra a minha dignidade e experienciei a mais vívida e torpe das emoções, quando muitas mãos anonimas caminharam como plumas pelos meus poros desnudos. Ao sentir o enrijecimento natural, nadei em uma maré de loucura sem precedentes. Eu, que nunca prazer senti nisso. Deleitei-me como uma criança levada. A conjunção de variáveis que produz minhas veias de energia mudaram de direção. Agora sou mais um de alma quebrada, totalmente distorcida.”

 

Querido Octo, ao invés de deixarmos nossas almas com suas habituais carapuças divididas entre bem e mal, devemos terminar o processo, antes que o ciclo sanguinolento nos jogue em nossa própria alienação. Suas belas e curtas palavras nos mostraram que aquela experiencia lhe caiu muito bem, como uma roupa confortável e prazerosa. O teu rio, que parecia terminar em um lago estéril, agora corre viscoso e jovem novamente para os mais aprazíveis vales de nossa ensolarada terra.

 

Solaris disse

 

”Meus cabelos cor de fogo e minhas sardas sempre foram deleite e caminho do diabo para toda a sorte de macho. Aproveitei de minha raridade mas também de minha sagacidade para enganar e ganhar dinheiro fácil, ainda que se fazendo da mais pura e branca santa. Meus pensamentos sempre migraram para as mais depravadas maquinações. Que culpa eu tenho se nasci virada para o caos da imprevisibilidade. Do momento, da sensação. Mas quando cheguei ao grupo, primeiro, foi me dado o vinho da mais pueril de todas as orgias. Depois, a bebida de uma sangria sem nó, foi se purificando e hoje eu posso dizer com alegria que estou completamente entregue ao meu bom Deus. Eu sou da totalidade e o todo mora em mim, não mais podendo usar meu corpo jovem como passatempo de homens barbudos, com seus livros e angústias masturbatórias. Minha identidade se quebrou para unir-se ao universo. Agora sou completa”

 

Querida irmã. Meu leite que bebeste, purificou tua alquimia existencial. Vive suspensa em sua própria identidade, renovada e tomada pelo regozijo da certeza. Tua fome de sexo, nada mais era do que um grito de desespero contra o tédio. Agora que preenches tua mente com todo o tipo de pensamento, não mais precisa sentir-se viva por meio de toques e desabroches.

As transformações intensas, revolucionárias, que todos voces passaram, não significam absolutamente nada………

Porque o mais importante não é a tentativa de modificar completamente a identidade pessoal como maneira de evoluir, mas de construir novas identidades e se desligar do núcleo primordial, abraçar todas as suas perspectivas, todas as suas nuances, para alcançar o nirvana da existencia, para soltarem suas energias criativas. O ato de autoevoluir, de superar a fase do ego e de deitar na rede do observador experienciativo. 

O Deus que evolui dentro de ti, sua cosmo visão holística. Pare de ver apenas um lado e a segui-lo. Olhe para todos eles e evolua, sem a necessidade de andar para qualquer lugar. A evolução não é por fora, mas por dentro. A expansão é necessária mas não é infinita.

 

Jionidas disse

 

”Bem me queires, mal que queires. Acordei de um longo sono vívido, onde pensei estar no corpo de alguém que não era. Durante este intercurso, meu corpo que não era meu, sofreu todo o tipo de afetamento, de incoveniencia física, minha alma estava lá, mas a carapuça era de um morto vivo. Libertei-me do zumbi que me apossou e me tornei dono da minha própria superfície. Agora eu posso sentir como a mim mesmo, quando pingos de chuva molham a minha pele amarelada e meus pelos negros e lisos. Eu sinto o odor inodoro da água e de sua majestosa refrescancia. E me faz ter arrepios ao lembrar do deserto de identidade que o corpo que me aprisionou, me forçou a caminhar, a dor deste maltrapilho, que não era minha, adornou por meio de um blefe mental a minha própria existencia. Minhas energias foram catacumbadas por esta fera louca, chamada dor, nos pés, nas ancas, em cada articulação e a minha garganta, que não era minha, rezou por água, a mais pura e transparante que pudesse jorrar e inundar a minha boca. Mas tudo não passou de um grande blefe, visto que quando finalmente pude matar a sede, não senti nem mesmo a mais mísera gotícula furticar a minha glote. Além de um blefe, também era um deboche. Hoje, não tenho mais identidade, a não ser aquela, a mais pura, e vivo de ter as sensações que mil anos preso em um morto-vivo estranho não pude viver. Agora vivo e respiro tal como se tivesse mais de um par de pulmões.”

 

À caverna adentriemo-los… À escuridão, escutariemo-los, a imolação do escuro, as correntes, o grisões em nossos pés. Lá mora o infinito, cada grito, cada louvor, um escandalo de sensações e apuros… Lá brilha a mais branca luz da razão, em estado líquido e adornado por estrelas mortas.

 

Eh lá meus irmãos, é lá….

 

Superdotação como autismo (superdotação precoce ou prodígio) e esquizofrenia (superdotação atrasada) adaptados

Existem basicamente dois tipos de pessoas altamente inteligentes (incluindo também o tipo que é mais predominantemente criativo do que inteligente), os prodígios e os superdotados ”tardios”.

Os prodígios são todos aqueles que apresentam algum tipo de talento incomum que começa a se manifestar desde a mais tenra idade. Muitas vezes confunde-se o termo ”prodígio” com  ”genialidade”. Nem todo prodígio será um gênio e nem todo gênio será um prodígio. Na verdade, é até ligeiramente complexo dizer que os superdotados ”tardios”, começarão a manifestar seus dons apenas mais tarde da vida, mas pode ser possível que os cérebros destes tipos só se tornem ”maduros” a partir dos 20, 30 anos. Em outras palavras, eles já tendem a demonstrar elevada capacidade mas que só estará plenamente desenvolvida a partir do final da adolescência.

Quando me deparei com a teoria do ”cérebro imprimido” (obs técnica= não sei corretamente se a tradução da palavra ”imprinted” em inglês para o português, será algo como ”imprimido”, mas enfim), percebi uma possibilidade para desenvolver esta hipótese para explicar a existência de dois tipos bem diferentes de superdotados.

 

Prodígios e autistas = inteligência e espectro maior da Síndrome de Savant

 

Crianças autistas tendem a ter cérebros maiores, que com o avanço da idade, costumam regredir para a média dos seus pares não-autistas. Crianças autistas tendem a ser mais intelectualmente maduras do que seus pares. Autismo e prodígio apresentam muitas similaridades. Outra semelhança entre os dois é o caráter cognitivo super especializado.

Seja para a música, a pintura ou para a ciência, autistas e prodígios costumam ter um talento altamente desenvolvido desde cedo. Um tipo de talento que se relaciona mais com ”criatividade savant-style”, isto é, que não se consiste puramente em criatividade, mas que emula aspectos fundamentais que a definem. Como eu já expliquei em um texto anterior, pinturas super realistas não são puramente criativas, a partir do momento que não está se buscando construir algo novo, algo que define criatividade per se. O talento para tocar violino ou piano e superar tecnicamente os mais talentosos nestes dois instrumentos de uma ou duas gerações anteriores, também não é completamente a criatividade, mas a replicação de ”velha criatividade”, o que não deixa de ser um grande feito e não deve ser considerado como menos interessante do que a criatividade puramente cognitiva. Da mesma maneira que portadores da síndrome de savant apresentam talento precoce, inato e especializado para a execução de determinada tarefa, os superdotados precoces ou prodígios e os autistas funcionais apresentarão os mesmos talentos naturais.

Ainda que seja evidente que muitos prodígios sejam altamente criativos, eles tenderão a ter como principal força, uma maior inteligencia e não uma maior criatividade. O estilo cognitivo dos prodígios tende a emular consideravelmente o mesmo estilo que define a mente autista, a capacidade para encontrar detalhes.

Muitos gênios foram e são prodígios e você os verá principalmente em profissões de caráter técnico, onde a capacidade para encontrar padrões harmonicos e detalhes técnicos ou mecânicos, será mais requisitada. Isto é, voce verá este tipo de superdotado, o tipo precoce e que geralmente, apresentará maiores habilidades savant do que habilidades puramente criativas.

Prodígios e autistas tendem a ser mais altos que os seus pares durante a infância. Tudo nos leva a crer que exista uma simbiose significativa entre os dois. Se  o autismo é uma manifestação mais moderada da síndrome de savant, então ”a superdotação precoce” parece ser uma adaptação tanto da síndrome de savant quanto do autismo. Como quando os ”genes” que produzem o autismo assim como também a síndrome de savant, ”entram” em harmonia, ou combinam-se de maneira harmoniosa com o restante dos ”genes” que estão presentes e ativos no corpo, oferecendo mais benefícios do que custos.

 

Superdotação, esquizofrenicos e tdahs= criatividade

 

A esquizofrenia, geralmente, começa a se manifestar completamente a partir dos 20-25 anos de idade. Provavelmente, quando o cérebro termina a sua maturação, algum tipo de erro (que neste caso, é objetivamente ruim) inato acontece durante este processo produzindo a manifestação desta desordem mental. Os cérebros dos tdah também se assemelham aos cérebros de esquizofrênicos por que tendem a amadurecer mais tardiamente do que os cérebros dos seus pares sem a expressão desta condição. Tdah e esquizofrenia não são condições sindromicas identicas, mas compartilham a mesma janela ”de oportunidade cognitiva positiva”, isto é, espremer os limões mais azedos, mas fazer deles, umas limonadas com gostos mais bebíveis e até mesmo surpreendentemente gostosos.  Se a esquizofrenia só começa a se manifestar na vida adulta, para a maior parte dos casos, então parte-se do pressuposto de que os cérebros deste grupo também amadureçam tardiamente, porque a desordem final que é a esquizofrenia, se dará quando ”os fios forem todos encapados”.

Tdah e esquizofrenia partilham uma característica altamente relevante para a criatividade, a imaginação. Ambos parecem estar acima da média nesta categoria. Os esquizofrenicos são, infelizmente, aqueles que estão fora do controle de suas capacidades imaginativas, capacidade abstrata para encontrar e produzir novos padrões. O excesso de padrões perceptivos, tende a produzir confusão cognitiva e deprimir a capacidade de harmonização destas percepções.

Superdotados tardios poderão pertencer ao tipo dos  altamente criativos, mediante às suas possivelmente elevadas capacidades imaginativas e podem compartilhar similaridades etiológicas, tanto com a esquizofrenia quanto com a Tdah. Podem não, compartilham similaridades. O altamente criativo, poderá ser um superdotado tardio, porque os mais altos níveis de criatividade, tenderão a se manifestar justamente durante os 20-30 anos. E é justamente nesta faixa etária da vida que a esquizofrenia começa a se manifestar entre os portadores da condição, enquanto que por lógica, ela se manifestará parcialmente entre aqueles que são  portadores heterozigotos destas mesmas expressões fenotípicas.

Portanto, o estilo cognitivo prevalente entre os superdotados tardios, isto é, aqueles que não forem prodígios, será a criatividade imaginativa, que é resultante da maturação mais demorada dos cérebros, assim como também da herança parcial da esquizofrenia ou da tdah, que produzirá um maior controle cognitivo perceptivo, que tenderá a se manifestar totalmente a partir dos 20 anos, tal como acontece entre os portadores homozigotos desta condição sindromica.

A inibição latente baixa é um padrão comum tanto para a esquizofrenia quanto para Tdah, mas que será produzida por diferentes processos, onde a inibição  baixa da Tdah será causada pela incapacidade de filtração de estímulos exteriores, enquanto que na esquizofrenia, a incapacidade de filtração será interna e justamente por isso, se relacionará mais com emoções e pensamentos do que com interações com o mundo exterior. Ambas são terreno fértil para a criatividade.

Os superdotados altamente criativos, segundo esta extensão hipotética para a ”teoria do cérebro imprimido”, tenderão a ser caracterizados por baixo nascimento ao nascer, cérebros pequenos durante a infancia quando comparados com os seus pares ”normais”, amadurecimento mais lento do cérebro e relação simbiótica com esquizofrenia e com tdah.

Seus dons caminharão para serem mais diversificados, assim como eu sugeri em um texto anterior sobre o espectro autismo-esquizofrenia, principalmente em associação com maior capacidade criativa, isto é, imaginativa e ou de manipulação mental. Quando o cérebro do superdotado tardio chega ao completo amadurecimento, especialmente no caso da esquizofrenia parcial, acredita-se que terá chegado a ”janela de oportunidade cognitiva positiva”, semelhante em essencia conceitual com a janela demográfica (transição demográfica), ou seja, o momento em que a combinação de metade ou menos genes da esquizofrenia com o restante do cérebro, produzirá o ápice da capacidade criativa ou o começo do ápice, que poderá durar por muitos anos, dependendo de cada indivíduo.

Esta hipótese é uma extensão tanto da teoria do cérebro imprimido, quanto das minhas teorias sobre criatividade e autismo.

 

”Política do amor perfeito”

O mundo da política não é apenas regido pelos ditames de Niccolò Macchiavelli, mas também seleciona aqueles que são dotados de ”mente maquiavélica” para nos ”governar”.  Manipulação, o uso do entretenimento para distrair as massas de sua própria exploração… Maquiavel de fato, sofisticou consideravelmente o manuseio da política para o controle social.

No entanto, a sua genialidade parece não ter sido tocada pela sabedoria (por Deus) e portanto, o seu portentoso intelecto se esqueceu que as pessoas não são peças de um jogo de xadrez, mas criaturas vivas, seres existenciais. Será que faltou empatia para o nosso idolatrado amigo italiano??

A genialidade está intimamente relacionada com personalidade psicopática. Podemos dizer que, em uma sociedade (sem modificações genéticas artificiais, ou seja, ”ao natural”) sem uma minoria psicopática significativa, tenderá a se caracterizar por baixa presença de pessoas criativas.

O psicopata mediano já poderia ser considerado como uma espécie de gênio da manipulação e da mentira. A personalidade psicopática e seu espectro, se relaciona a uma série de traços comportamentais que já foram muito importantes para a evolução de nossas sociedades. Por exemplo, o traço ”abertura para experiência”, está intimamente relacionado com ”impulsividade”. As pessoas mais impulsivas tendem a se arriscar mais. Se não fosse por este impulso, esta vontade de explorar o desconhecido, de arriscar, os ”europeus” não teriam se lançado ao mar para explorar outras terras e nós, ”os americanos”, não existiríamos.

Uma das prováveis explicações biológicas para a falta de vontade dos asiáticos do leste para explorar terras desconhecidas ou distantes, especialmente durante o auge do ”Império do Meio” chinês no final da ”idade média europeia”, poderia ter sido pela ausência demográfica de indivíduos com a combinação certa de características comportamentais (biologicamente predispostas) para o comportamento de alto risco (promiscuidade, criminalidade… criatividade), como vontade (ego forte), paixão, positivismo, alienação em relação às críticas dos outros, etc…

Portanto, por mais incrível que possa parecer para muitos, a psicopatia não apenas apresenta vantagens incomuns, como também é muito importante para a evolução das sociedades humanas e da própria humanidade. No entanto, os psicopatas de alto funcionamento, que estão nos governos, nas empresas, enfim, em todos os nichos de controle social, tem demonstrado grande incompetência para produzir uma sociedade perfeita, até porque, aqueles que buscam pelo poder, geralmente, não estão muito preocupados com as outras pessoas.

Verdade seja dita, poucos são aqueles que nascem com vontade de mandar, de ter o controle. A maior parte da população humana é muito conveniente e prefere o conforto de não serem importantes, de estarem seguras bem no meio da manada. Ser um mediano, tem muitas vantagens. Em compensação, quanto mais eminente, ou seria melhor, quanto mais biologicamente extremo for o ser, maior será a sua responsabilidade intrínseca. Isto é, aquele que é grandioso por natureza, terá uma responsabilidade natural, porque sua grandiosidade não pode tolerar a mediocridade. É como ser um vulcão que precisa explodir. A genialidade poderia ser entendida como uma forma extrema de impulsividade.

A realidade que temos é a de que boa parte daqueles que querem governar, mandar, ter o poder, serão de psicopatas. Os psicopatas dos nichos de controle social seguem a risca as dicas de Maquiavel, que não foram produzidas para ensinar a governar, mas especialmente, para conquistar e sustentar o poder.

Poder-se-ia dizer que o que Maquiavel escreveu, nada mais foi do que uma descrição da mente psicopática em interação com a política.

Se não podemos expulsar os psicopatas de suas posições de poder, porque apesar das muitas bobagens que fazem, eles também produzem algo de valor, diga-se, de grande valor, então temos com certa urgência de encontrar um jeito para adaptar as necessidade biológicas dos psicopatas de alto funcionamento em conluio com o bem estar geral, ou seja, das outras pessoas.

 

Jesus é a solução

 

Fins NÃO justificam os meios, meu chapa!

 

A ideia de um ser maravilhoso, especial, divino, que é só amor e é o único capaz de realizar todos os nossos sonhos, ronda a mente humana desde quando o fogo da loucura se ascendeu pela primeira vez em seu interior.

Em quase todas as religiões, que são extremamente eficientes como domesticadoras da humanidade, existe a representação metafísica do ”criador” como um ”não-ser” dotado de extrema perfeição e carinho por suas criações.

A psicologia mais barata e tola que encontrar que é nada mais nada menos do que a mais pura das sabedorias, a sabedoria ‘popular’, aquilo que todos sabem que deve ser feito, mas poucos fazem, lhe dirá que ”apenas o amor pode curar”.

Ao invés de manipular a verdade para torná-la uma mentira, manipule a verdade dura para que se torne uma verdade açucarada, modificando as palavras.

Nós podemos dizer qualquer absurdo, que se for dito de maneira doce e polida, não terá o mesmo impacto, que se fosse dito sem nenhum apaziguamento verbal.

Pessoas de ego forte (derivado da personalidade psicopática) querem governar, pessoas de ego fraco querem ser governadas.

 

Substituição da psicopatia pela sabedoria como diretriz central de controle social

 

Aquele que nunca nasceu, vos amou

Tua bondade era tão grande, que com apenas um abraço, tomou cada alma para si em um diminuto instante,

Não há a necessidade de plantar discórdia para conquistar,

Somar é melhor que dividir,

Amor é a supremacia do domínio humano,

Amor é Deus, só que materializado,

O perpétuo domínio de tudo que é demasiado, como a sua imagem e semelhança

Dê-lhe amor, conforto e alegrias,

E não mais precisará manipular-lhe a realidade,

Ajoelhará diante de ti, que carrega a beleza da verdade,

E reinará pra sempre, em seus corações fiéis,

Porque na escuridão, os olhos só podem seguir a luz.

 

Sim, os psicopatas querem sempre ter o poder. Portanto, mesmo que eliminássemos todos os psicopatas ”puros”, os mais psicopáticos que restassem (quando comparados com o resto da população), ocupariam o poder. Parece não haver um jeito de eliminar a psicopatia e preservar a criatividade, porque estão intrinsecamente relacionados (obs.: eu não estou afirmando que todo psicopata é criativo e nem que todo criativo é psicopata, existe a real necessidade de aprendermos que não existem apenas os extremos, mas também as gradações entre eles. Portanto, eu posso dizer que a maioria das criativos podem ser de psicopáticos, o que não é a mesma coisa que ser ”psicopata”).

A melhor maneira de se obter e sustentar o poder é por meio do amor.

Fazer o bem é muito mais eficiente para controlar as pessoas, do que bancar o malvado favorito. Amar a todos, proporcionar-lhes vidas maravilhosas, solucionar todos os seus problemas é como abrir a mente humana e colocar um chip. Mas muito melhor do que artificializar o amor devoto que as pessoas poderão desenvolver em relação aos seus mestres, pode-se conseguir isso sem a necessidade de apelar para tecnologia moderna draconiana.

Os parasitas são estúpidos porque acabam matando os seus hospedeiros de tanta exploração. É aí que reside o problema mais profundo da política nas sociedades humanas. É necessário haver ponderação.

Quando os controladores sociais ou fazendeiros realmente começarem a praticar a diplomacia, não necessitarão  mais de usar a força, o conflito ou o medo para impor os seus ditames.

 

A despersonalização da política

 

Os herdeiros de Deus,

o espelho intacto,

a união que faz a força,

a divisão que requer ela toda,

A persona despersonalizada,

O vento da sua vontade,

é a vontade de todos,

quando a deusa Sabedoria acalentar-nos em seu seio quente,

Criar-se-á a rede perfeita, de onde todas as vontades cabíveis haverão de se tornarem a realidade,

O poder inquebrantável,

em sua alma, doce e afável.

É pela alegria da vida, que seu desejo de parasita,

se tornará a mais pura e bela de todas as realidades,

Sem dor nem medo,

O único e verdadeiro, ao seguir a luz da ilusão,

Sem nada de ti, tudo de todos,

É o Deus, que unido, tornará possível o amor profundo por meio da vontade obscura.

 

A estratégia perfeita para se obter o domínio completo sobre a população, se dará por meio da combinação entre taoismo e cristianismo, especialmente no que diz respeito ao significado que o amor tem sobre a vida das pessoas.

O amor é o próprio universo, é a infinitude.

A política portanto, precisa ser despersonalizada. Sem grupos, sem conchavos, sem favorecimentos. Algumas pessoas nasceram para governar. Quando você nasce para algo, quer indicar que será muito bom nisso.

Se dificilmente conseguiremos substituir os alfas pelos ômegas, que não fosse por meio de uma guerra total, então temos de modificar, não as pessoas que estão no poder, mas as diretrizes organizacionais e executivas a que são subservientes. E não me refiro apenas ao sistema de justiça ou qualquer outro que já fora construído. Eu me refiro à própria mente psicopática.

A vaidade extrema destes tipos pode ser muito bem alimentada pelo amor incondicional que as pessoas desenvolverão por seus ”bondosos” tutores.

Aqueles que almejam o poder continuarão a tê-lo, mas para que continuem a se perpetuar, deverão seguir as novas diretrizes que estou propondo, onde a manipulação e a exploração serão substituídas por técnicas muito mais eficientes, que ao invés de provocar inveja, discórdia e riscos, funcionarão de maneira perfeita para a sustentabilidade e portanto, regularidade da fluidez temporal das sociedades transcendentais humanas.

A sabedoria ( genuína diplomacia) encapsulará a todos com seu manto da verdade e da perfeição e a manutenção de hierarquias se dará por critérios objetivos e sem sofrimento desnecessário, resultante dos conflitos evitáveis da humanidade.

Faça o bem, para todos, todas as raças, religiões e todos te considerarão como a um Deus encarnado, como o verdadeiro mensageiro da esperança, materializada em ação e reação perpetuamente perfeitas.

 

 

 

 

 

 

Por que os ”leste asiáticos”, especialmente os leste asiáticos continentais, não são muito criativos???

Pessoas criativas  que ”usam a sua criatividade” visando na utilidade funcional do meio em que vivem tenderão a não repetir os mesmos erros, cometidos por si próprios anteriormente ou por outros porque buscarão por alternativas incomuns e/ou novas.

Para emular o desenvolvimento industrial de Europa, EUA e Japão, a China decidiu seguir etapa por etapa o mesmo desenvolvimento que foi realizado séculos atrás nestas regiões.

Isso é ser criativo????

A evolução da cultura tradicional chinesa acabou faz muito tempo.

O que os leste asiáticos no geral tem feito???

Eles tem ocidentalizado suas culturas.

Os leste asiáticos insulares, aka, japoneses, ao menos, tem inovado em muitos ramos da ciência e da tecnologia. E com relação à cultura, apesar da ocidentalização, não há como negar que tenham dado suas contribuições não apenas para todos nós (sou fã de cultura japonesa) mas também para si próprios, como um legado mutante a ser passado para as gerações encolhidas de japoneses que estão nascendo.

No entanto, estas provas nos mostram parcialmente, retirando macro fatores ambientais, como a imposição do confucionismo juntamente com a praga do ”socialismo”, que o potencial criativo da população de leste asiáticos continentais parece ser consideravelmente reduzido se comparado com de outras populações, particularmente com os europeus caucasianos.

Os processos sequenciais de industrialização são marcados pela transformação radical e negativa do meio ambiente, poluição do ar dentre outros encargos danosos à saúde geral das nações. Se fossem mais criativos, os chineses ou ao menos a cúpula comunista do partido, teriam desenvolvido meios novos e muito menos impactantes para alcançarem o desenvolvimento tecnológico dos seus ”rivais” ocidentais e dos seus vizinhos japoneses.

Mas como suas mentes tendem ao pragmatismo , o caminho usado para desenvolver o país foi praticamente o mesmo que as potências ocidentais mais Japão usaram, desprezando todos os problemas graves que a industrialização tradicional provoca em todas as esferas geográficas, tanto para o homem como para o seu meio.

O fator cultural também mostra que a capacidade de originalidade entre os asiáticos parece estar severamente deprimida, especialmente por meio da morte agonizante de suas culturas milenares, que estão sendo substituídas por uma cultura híbrida de valores ”ocidentais”, capitalistas.

Teoria absurda 1: Por que temos a percepção de que existem poucos ”gênios”??

As pessoas muito inteligentes tendem a racionalizar a subjetividade da socialização humana. Resultado: grandes tendências para o isolamento social.

As pessoas muito inteligentes não são apenas aquelas: com qi alto (especialmente o ”qi geral”, à la termite way), socialmente ajustadas ou que estão em evidência quanto às suas capacidades. E geralmente é a escola que deveria identificar todos os tipos de superdotados, mas sabemos que os casos de acertos na identificação precoce de crianças superdotadas são ao menos, a metade do percentual total, sendo medianamente otimista.

Abundam os casos de gênios historicamente reconhecidos do passado que não foram precocemente identificados como tal em suas escolas e na verdade, foram até considerados como estúpidos. Também parece comum os casos de gênios que não conseguiram ter um ”excelente” desempenho na universidade.

Minha teoria sobre a  triarquia da genialidade diz que ao contrário da crença concretamente estabelecida dentro da comunidade Hbd e psicologia em geral, não basta ”ter” um qi alto para ser considerado um gênio ou um superdotado, ainda que o percentual de superdotados e gênios de qi alto, será bem maior do que em comparação às pessoas normais. Estou falando de sobreposições de curvas de sino, centralizando todos os traços relacionados à maior inteligência e deixando o qi como apenas mais um traço relevante para a construção do perfil psicológico-cognitivo completo. O mundo não é esta continuidade linear se principiarmos que vivemos em uma realidade polidimensional, então nossa biologia segue o mesmo rumo.

O sistema educacional como eu tenho mostrado aqui, provoca a desigualdade de resultados, ESPECIALMENTE para as populações que são neurologicamente divergentes das exigências contextuais de longo prazo desenvolvidas pelo aparelho estatal das civilizações modernas.

O aperfeiçoamento das engrenagens do sistema educacional, que se intitula como ”meritocrático”, mais a culturalização da psiquiatria, ambos, especialmente a partir da segunda metade do século XX, foram os dois macro-eventos que transformaram para pior as vidas de muitos gênios e derivados similares.

O primeiro, é um filtro que vai contra a excepcionalidade cognitiva humana, ou ao menos, boa parte dela. O subaproveitamento da população superdotada é muito maior do que imaginamos. Também é substancialmente alto o subaproveitamento cognitivo em todas as camadas humanas de intelecto.

Então temos a seguinte situação, nos dias atuais. A maioria das pessoas que não são capazes de reconhecer verdadeira inteligência surpreendentemente serão aquelas que deveriam ser especialistas no assunto, os ”educadores”, desde a pré-escola até à faculdade.

O segundo é uma poderosa ferramenta social de longo alcance que patologiza, eu estimo que, ao menos metade dos superdotados e os gênios, que estão embutidos dentro do primeiro grupo.

A extrema inteligência do gênio deriva de sua super sensibilidade sensorial e emocional. Sem a identificação precoce, continuaremos a perder ao menos metade das mentes mais poderosas da humanidade, por pura burrice!!

A baixa inibição latente te faz um produtor prolífico de ideias, eu sou assim, mas também te faz desatento para corresponder às exigências técnicas do mercado de trabalho, como no ensino superior.

Mais uma vez, damos enorme importância à aparência e desprezamos a essência.

Quem tem ideias novas e boas, todo santo dia, não é igual a alguém que se dedica a algumas teorias durante toda a vida…

Por isso que Temple Grandin, dentre outros, precisam de tutores.

Eu preciso de um,kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Alguém?? 😉

”Temos” a percepção de que, na era moderna, existem poucos gênios vivos. Muitos tem buscado respostas darwinistas para este fenômeno.

Mas, ao desprezarmos as mudanças estruturais que se sucederam na sociedade ocidental neste último século, é provável que estejamos negligenciando a causa mais hierarquicamente importante da redução de gênios que conseguem desenvolver e expor os seus projetos, teorias, trabalhos, enfim…

Portanto, a educação, com a sua bobagem de igualdade humana, não consegue encontrar o maior número possível de gênios e direcioná-los para suas carreiras hereditárias, a produção de um grande número de ideias úteis pra sociedade.

E ao contrário dos pressupostos de Bruce Charlton, nem todo gênio terá motivação suficiente para superar todos os modernos obstáculos burocráticos que o impossibilitará de prosseguir com o seu desenvolvimento profissional e na verdade, mesmo aqueles com grande motivação, ainda encontrarão enorme dificuldade de promover suas ideias, ainda mais em um mundo completamente academicamente automatizado como a que vivemos atualmente no ocidente.

Judeus ashkenazim e perversão, a biologia explica parte 1

lefties - Daniel Bar-On - December 14 2010

10% de cadeiras para canhotos na universidade não será suficiente em Israel

 

A história judaica é marcada por ”perseguições”, de injustas à justificáveis, conflitos, massacres e competição feroz com as populações hospedeiras. Provavelmente não existe um povo ou uma comunidade étnico-relacionada que tenha tido um passado similar. Talvez os ciganos e atualmente a população negra, possam se candidatar a este cargo. No entanto, as diferenças entre os judeus e as duas populações são tão grandes quanto as diferenças entre os primeiros e as populações brancas gentias.

Os judeus definitivamente não podem ser entendidos como uma população normal segundo as normas universalmente concebidas, se partindo da ideia de que a cultura e o comportamento coletivo das populações humanas derivam tanto de suas condições genética predominantes e subtipos quanto de suas eventuais respostas adaptativas ao ambiente em que se inserem e mediante o enorme e milenar corpo de evidências que corroboram para as diferentes intervenções contextuais dos judeus em todos os ambientes em que se fixaram.
Para um crescente número de brancos nacionalistas, conspiracionistas natos e esquizotípicos, pró-Palestina, dentre todos os grupos divergentes da ordem judaica contemporânea, o comportamento coletivo poderoso que os judeus tem infringido às sociedades ocidentais é baseado na estratégia evolutiva de grupo, onde a confusão, divisão e ‘lavagem’ cerebral’ direcionados às populações hospedeiras são as características mais fundamentais desta estratégia de longo prazo. Supostamente, eles partem da ideia de que os judeus impõe comportamentos corrosivos ou mal adaptados às outras populações mas não a eles mesmos.
No entanto, uma série de evidências advindas da genética, da biologia e da psicologia, começam a nos mostrar um cenário um pouco mais complexo e pouco mais favorável aos próprios judeus. A ideia de que os comportamentos mal adaptativos que os judeus impõe aos gentios quando conquistam o poder, não é baseada somente na estratégia de competição do grupo, mas também na tentativa de transformar e adequar o mundo gentio aos traços, comuns aos próprios judeus.
Como exemplo, os judeus impõe a ideia de inexistência da normalidade, não somente baseando-se na confusão das populações gentias e seu posterior enfraquecimento, mas também visando tornar o mundo gentio um lugar mais agradável a uma estatisticamente importante parte da própria população judaica.
Os judeus utilizam da estratégia de dois coelhos em uma só cajadada. Além de enfraquecerem os gentios expondo-os à comportamentos culturalmente não-adaptativos eles também, paralelamente, remodelam as sociedades ocidentais às suas próprias necessidades epigenéticas.
Como resultado temos por exemplo, quando os judeus reforçam a propaganda positiva e convidativa ao homossexualismo, porque o mesmo induz a comportamentos que reduzem consideravelmente as chances individuais de reprodução. Uma população com grande proporção de homossexuais tenderá a diminuir consideravelmente a sua fecundidade. Isto não acontece com os judeus, apesar da sobre-presença de homossexuais entre eles, eles desenvolveram  uma cultura secretamente tolerante a comportamentos desviantes além da pressão seletiva ao longo de gerações, que produziu uma população mais esperta em manter distintas personalidades e gostos em diferentes contextos sociais. Temos os inúmeros casos de rabinos que demonstram predileções sexuais por efebos mas que enquanto como pessoas públicas mantém suas individualmente respectivas ”máscaras de sanidade” intactas. Por razões de pressão social, os rabinos são forçados  se casarem e a produzir proles numerosas. Levando-se em conta que eles  e suas famílias funcionam mais como repositório demográfico da raça, visto que os judeus seculares costumam ter baixas taxas de fecundidade, pode-se dizer que o percentual consideravelmente mais alto de homossexuais entre eles se dá justamente por causa deste mecanismo de reposição. Os próprios judeus seculares, intimamente derivados do núcleo religioso judaico, por sua vez, exibem exatamente os mesmos comportamentos desviantes de rabinos que muitas vezes escapam para vida pública. Ou seja, os seculares que são filhos do núcleo eclesiástico judeu, nada mais são do que a representação do comportamento e perfil cognitivo encontrado no núcleo de reposição demográfica.
A sobreposição dos genes dos rabinos e suas famílias em relação às populações judaicas, e especialmente ao ashkenazim, pode contribuir para explicar as altas pontuações de qi verbal entre eles, visto que os clericais e os homossexuais costumam exibir grandes e sofisticados vocabulários.
O comportamento homossexual , assim como todo comportamento humano, exibe um espectro onde ocorre a distribuição e frequência de traços relacionados. Por exemplo, o traço abertura para experiência, relaciona-se com o homossexualismo. As pessoas que são mais predispostas a serem curiosas, por lógica, estão mais próximas de se engajarem em comportamentos novos ou minoritários como o homossexual ou similar. Portanto, se temos o dobro de homossexuais entre os judeus, em comparação às populações ocidentais, então teremos uma maior presença de genes heterozigotos que predispõe à tendência no engajamento sexual anormativo ou recreativo.
Entre a população liberal americana, ao menos entre os brancos americanos, certos genes que parecem estar relacionados ao traço ”abertura para experiência” e concomitantemente à comportamentos sexuais não-heterossexuais clássicos, estão presentes em metade da população liberal masculina que se declarou como heterossexual mas que já teve ao menos um parceiro do mesmo sexo de acordo com uma pesquisa. Parece haver uma relação simbiótica entre homossexualismo e liberalismo.
As populações bio-neurologicamente predispostas ao comportamento liberal e às crenças dogmáticas de mesma natureza, seriam como primos fenótipo-culturais dos judeus, mediante os diversos traços semelhantes em suas genéticas e em suas culturas. Os judeus por sua vez seriam a população geneticamente ”liberal” mais adaptada, onde vê-se claramente a presença de uma dinâmica interna de grupo que mantém o equilíbrio reprodutivo e cultural deles.
Biologia
Judeus, especialmente os ashkenazim, apresentam diversos traços biológicos discrepantes, especialmente em relação à norma europeia, mas também em relação à maioria das demais populações. Provavelmente a fonte fundamental que gera essa discrepância pode ser encontrada na sobrepresença de judeus canhotos. A norma humana na distribuição da lateralidade é a do predomínio da população destra sobre a canhota, numa escala de 9 para 1.  Entre os judeus europeus, estima-se que o percentual de canhotos seja o dobro em relação às populações gentias especialmente as europeias e as asiáticas.
Ser canhoto e mão-mista está relacionado à vários traços que são encontrados em judeus
– maior incidência de doenças auto imunes
– maior incidência de comportamentos culturalmente desviantes
– canhotos tendem, especialmente a partir do momento em que estão conscientes de sua condição rara, de buscar e identificar outros canhotos
– por razões ainda pouco conhecidas, canhotos tendem a fazer amizades com outros canhotos
– canhotos se sentem fundamentalmente diferentes da população destra majoritária
– por causa da maior incidência de transtornos mentais, os canhotos não afetados, por lógica, podem ser mais afetados por traços destas condições extremas, portanto, estarem mais predispostos a terem uma constelação de traços derivados destas condições
– canhotos parecem estar sobre representados em profissões que exigem tanto elevada criatividade como elevada inteligência
– canhotos estão sobre representados no esporte, pela óbvio efeito surpresa de ser uma minoria, mas também por causa de determinados traços especiais e incomuns que os tornam mais aptos para o sucesso
– os principais líderes modernos das principais potências ocidentais, são compostas por canhotos (e de judeus e muitos destes judeus são canhotos)
– a diferença de condição e determinados traços derivados de certos transtornos mentais como personalidade narcisista, torna os canhotos mais predispostos ao duplo sentimento de alta consciência, tanto de se sentirem diferente dos outros por causa de sua condição, quanto por terem sentimentos exacerbados com relação a si mesmo
– uma pesquisa na Islândia, um país reconhecido como um santuário biológico humano, por causa de sua dupla condição excepcional para a pesquisa genética, como uma ilha geograficamente afastada de qualquer área densamente povoada e por ter uma população pequena e geneticamente homogênea, encontrou relação entre extrema habilidade matemática e tendência para a psicose
Judeus ashkenazim tendem a sofrer com transtorno pós traumático, condição também mais comum entre canhotos do que entre destros
– Canhotos veem o mundo de uma maneira diferente dos destros (a maioria) onde por ex, o lado esquerdo é sempre relacionado com algo bom, o inverso da percepção destra, judeus também parecem ver o mundo tal como do lado inverso do espelho se comparado à maior parte das populações humanas
– Canhotos tendem a ficar mais irritadiços do que os destros e consequentemente mais verbalmente críticos, judeus ashkenazim tendem a exibir o mesmo comportamento, especialmente quando estão visando o desmoronamento cultural de alguma sociedade ocidental conservadora, o que parece sugerir que a irritação judia, relaciona-se mais à condição cultural contextual específica do que somente à tendência para a mesma

Canhotos, segundo vários estudos na França exibem maiores variações nas taxas de testosterona tanto para homens quanto para mulheres (desde os atletas até outliers, nerds e gays), de brigas e conflitos de natureza física, estão bem mais engajados em ”comportamento liberal” e estão sobre presentados em nichos artísticos, esportivos além de ganharem mais do que os destros. Resultado de diferença positiva de renda parecido foi encontrado no distante Uzbequistão, demonstrando que a biologia canhota e mão mista e suas correlações parecem ser de uma natureza universal. Nos EUA, resultados turvos sobre canhotos foram encontrados com relação à renda. Neste país, ao menos em relação à população nascida em um ano específico  da década de 60, somente os homens canhotos com educação superior tiveram ganhos consideravelmente maiores do que seus pares destros enquanto no geral os canhotos ganharam menos que os destros.

População ashkenazim tem elevada presença do espectro do autismo, se comparada à outras populações. Um dos traços encontrados em mães progenitoras de filhos autistas foi a elevada presença de testosterona. Se os judeus tem elevada proporção de autistas em sua população, assim como canhotos e ambidestros, isto parece sugerir que os judeus e especialmente as mulheres judias também teriam mais  testosterona, justificando justamente a sobre-presença de autistas
– Maior incidência do hormônio testosterona pode indicar menor ”empatia”, não existem estudos claros sobre estas relações com canhotismo, mas parece que por várias razões tanto para predisposição genética quanto pelo ambiente, muitos canhotos tendem ”a se tornar” introvertidos, o que necessariamente não implica em falta de empatia. Foi descoberto por Faurie e tal que os canhotos tendem a prosperar em sociedades violentas, ao menos entre caçadores coletores.  Não é só entre humanos que o canhotismo parece relacionar-se à agressividade, mas também no reino animal, onde por ex, os cachorros canhotos foram relatados para serem mais agressivos com estranhos. Macacos canhotos também demonstraram menor submissão provavelmente consequente de sua maior agressividade. A xenofobia intra grupal dos judeus poderia correlacionar-se com a agressividade de cachorros canhotos com estranhos e a tendência para a dominação dos mesmos poderia relacionar-se com os macacos canhotos. No mais, o testosterona relacionado ao sexo masculino, tende a reduzir a empatia, fato facilmente notado nas diferenças de comportamento entre homens e mulheres.
Homens são muito mais representados na criminalidade do que as mulheres, no entanto, também estão sobre representados entre os gênios, que demonstra tanto as vantagens quanto as desvantagens do hormônio masculino. Tanto o gênio quanto o criminoso, são relatados pra serem pouco empáticos e a terem elevado psicoticismo. Ashkenazim segundo a visão redneck, seriam menos empáticos, especialmente quando estes se engajam em programas amplos de ‘desestabilização social’ e posterior redução demográfica das populações brancas dos países ocidentais. (É, parece que eles tem razão,;) ).  No entanto, a realidade pode ser mais complexa. Enquanto muitos judeus com traços psicopáticos, podem empurrar conscientemente agendas nocivas às populações hóspedes, muitos outros podem simplesmente participar destas mudanças porque estas se encaixam perfeitamente às suas biologias comportamentais, assim como para uma boa parte da população branca também o faz. Brancos são projetados para aderir à comportamentos antropomórficos e anti-naturais, a evolução humana parece caminhar inexoravelmente contra a evolução natural, universalmente presente entre as espécies não-humanas
– Surpreendentemente ou não, os canhotos e especialmente os ambidestros parecem se sair pior do que os destros durante os anos de escola. Uma série de possíveis explicações podem ser pensadas como amadurecimento maturacional mais lento e prolongado entre eles, ou diferenças de estilo cognitivo, levando-se em conta que mais de 20% dos canhotos são ”cérebro-direito” (contra 5% dos destros) e a maioria deles exibem cérebros mais simétricos que a população destra. As diferenças de estilo de aprendizagem podem resultar em resultados mais pobres na escola. Outra possibilidade pode ser a maior presença de canhotos com inteligência assimétrica, resultando em estilos de aprendizagem únicos e portanto com demandas individualizadas. Não é de se estranhar que judeus ashkenazim também partilhem de tipos de inteligência assimétrica, com elevada pontuação nos componentes verbais e matemáticos e baixos no componente espacial. Os indivíduos que são canhotos e ou ambidestros parecem estar mais inclinados a exibirem portfólios cognitivos assimétricos e portanto com a presença tanto de talentos natos como de deficiências resultando em demandas mais específicas de atuação profissional. Isto pode resultar tanto em performances fracas na escola como em dificuldades para encontrar empregos.
 O sucesso ashkenazim no meio acadêmico pode ser resultado de uma cultura de extrema dedicação à educação ou de habilidades inatas entre eles, selecionadas ao longo de gerações ou a combinação destes dois fatores com o nepotismo étnico, que pode super inflar as estatísticas. Talvez, sem a ajuda extra que parte de dentro da comunidade, muitos judeus não estariam nas posições em que estão ou conquistaram, como o flagrante exemplo da ”arte abstrata”, um termo grande que engloba desde alguns artistas originais até bizarrices sem fundamento algum e muitos nomes judeus se destacaram neste último ”segmento”. Ainda assim continuariam sobrepresentados em profissões que exigem elevada inteligência e criatividade. Ashkenazim é muito provável de terem selecionado algum subtipo específico resultando em seu portfólio cognitivo assimétrico derivado da ”genética do canhotismo”. Eles também são mais internamente variáveis, o excesso de genes heterozigotos podem ser explicados, tanto pelo resultado de séculos de assimilações de populações de diferentes localidades geográficas, quanto da natural diversidade gerada pela sobre presença da ‘genética do canhotismo” .
– Judeus ashkenazim tendem a apresentar abordagens abstratas de pensamento diferentes das populações gentias conservadoras, enfatizando traços como cultura, ”nurture” (não há tradução literal para o português, algo como ”cuidar”) e de natureza auto- centrada (baseando-se nas próprias experiências pessoais, percepções e construções de pensamentos e ideias ou seja, partindo da própria experiência em relação ao ambiente e não no julgamento neutro de confluências sistêmicas de comportamento por meio de estatísticas duras). Muitos outros judeus no entanto, podem também usar de suas capacidades alargadas para a manipulação , seja para o sucesso evolutivo de sua comunidade, seja pelo seu próprio sucesso individual, e trabalharem desonestamente sobre as suas percepções aparentes e super estimadas mediante as suas posições de poder e importância, visando confundir o público gentio. Muitos canhotos, devido às suas duas vezes excepcional percepção de individualidade e diferença para com a paisagem, também tendem a interpretar os eventos mediante às suas próprias percepções, tendendo (podendo) a desprezar o empirismo científico e partindo de considerações pessoais-intuitivas.
– A maioria das mutações ashkenazim parecem ser o resultado da ênfase seletiva desta população sobre portfólios cognitivos e psicológicos relacionados à capacidade de sobrevivência em um ambiente hostil e altamente competitivo (os judeus como uma população estrangeira altamente inteligente e portanto, sempre à procura pelos melhores empregos e ou por ganhos monetários altos), como resultado, pode-se dizer que os judeus tem selecionado traços visando  a excepcionalidade cognitiva, capacidade de manipulação e multitarefa (capacidade de responder rápido e eficazmente a diferentes contextos reativos, oriundos do seu crescente sucesso nas sociedades) e ‘agressividade’ ou que pode ser também entendido como ”constante de estado de vigília ou paranoia”. Todos eles relacionam-se à presença de genes complexos (de natureza epigenética, que visam a interação com o ambiente para o seu desenvolvimento específico, uma habilidade inata porém hiper sensível, reativa e potencial ao ambiente), estes genes que estão presentes no ”reservatório” da diversidade humana, ou seja, a ”genética do canhotismo”.
Canhotos parecem ter maiores habilidades para o pensamento divergente, um componente importante para a criatividade e consequentemente estariam mais aptos para forjar pensamentos complexos. Judeus ashkenazim também parecem muito bons para as mesmas funções. No entanto, o que é entendido como pensar diferente ou fora da caixa pode na verdade significar para uma importante parte das duas populações, somente a manifestação cultural de suas predisposições genéticas. Mesmo que o liberalismo seja predominante entre judeus e canhotos, eu tenho o palpite forte de que haverão minorias de ”mentes livres” significativas nos dois grupos, proporcionalmente falando, do que em comparação a outros grupos. Pensar criativo ou incomum não necessariamente significaria pensar radicalmente contra, mas somente dentro de um limite espectral recorrente de ideias e pensamentos encabeçadas por um núcleo de semelhança e concordância, portanto, algumas pessoas pensam fora da caixa, mas somente até um determinado limite de tolerância cultural-pessoal.
Judeus e canhotos parecem ter memórias  fotográficas muito acima da funcionalidade, que pode ser explicado tanto pela sobre-presença de autistas, particularmente bons no mesmo componente, como pela distribuição aleatória vantajosa deste traço, oriundo da ”genética do autismo”, sobre os parentes mais próximos.
Os judeus não são realmente uma raça, mas a manifestação de uma identidade cultural epigeneticamente divergente.
Em resumo, eles estão a modificar consideravelmente a percepção ocidental em relação ao ”espectro do homossexualismo”, visando ”matar dois coelhos em uma só cajadada”, confundir, dividir e enfraquecer as populações gentias, sob os mais diversos aspectos, cultural, genético, demográfico e tornar suas ”estadias” nessas sociedades, suas verdadeiras casas, tornando o seu próprio estilo bio-cultural de vida, o estilo fixo, reinante e aceitável nas mesmas sociedades. (PS.: o blogueiro aqui não tem peninha dos conservadores… quero mais que ”liberais” e conservadores se lixem e tenho dito)

Judeus e canhotos estão sobre-representados em comportamento sexuais desviantes como homossexualismo, bissexualismo, pedofilia, incesto. Uma série de múltiplas explicações são necessárias para o entendimento da presença destes comportamentos mal adaptativos, mas pode-se dizer que todos eles tem uma natureza genética e portanto são parcial a predominantemente hereditários.

Se o comportamento ”é” predominantemente hereditário então sabemos que condições genéticas anteriores são necessárias para a sua manifestação. Genes complexos necessitam da combinação perfeita de genética e ambiente para a sua manifestação. O ”ambiente” muitas vezes será de caráter orgânico, como comportamento pouco saudáveis de mães grávidas, poluição ou vacinas. A ausência desta complexidade genética, também pode resultar na manifestação da combinação destes genes complexos, visto que parece que algumas condições pré mórbidas como vício do cigarro durante a gravidez podem desencadear a emulação epigenética de uma predisposição genética ou piorá-la. Acredita-se por exemplo que as vacinas possam provocar esta emulação epigenética (autismo genético- excesso de testosterona materno, autismo por razões ambientais= reação auto imune. ambos relacionam-se mediante as suas naturezas ‘excessivas’) resultando, quase sempre em autismo clássico ao invés de ”síndrome” de asperger ou somente introversão.
Se os judeus ashkenazim são sobre-representados entre os ”desvios” normativos sexuais, então, isto quer indicar primeiro, que eles apresentam predisposições genéticas e orgânicas (maior fraqueza do sistema auto imune por ex) para as suas manifestações, bem como que, a partir do momento em que ganharão poder nas sociedades em que estão, tenderão a desenvolver projetos culturais divergentes e agressivos visando a mudança de paradigma das mesmas, antes, predominantemente negativas.
A hiper sensibilidade judaica ao ambiente, condiz perfeitamente à ideia de evolução antropomórfica, onde a resistência física e orgânica às intempéries ambientais, resultado direto da seleção natural, é substituída justamente justamente pela complexidade mental.

 
 
Por que os judeus querem mudar o mundo??
 
Sendo os judeus, uma das únicas populações humanas que tem bebido diretamente da ”fonte da excepcionalidade humana”, justamente àquela que tende a resultar na criatividade, genialidade, bem como também em diversos problemas de saúde, acredito que eles também tenham em todos estes séculos de história, demonstrado claramente sucessivas manifestações por meio de seu comportamento coletivo, resultado direto deste tipo radical de eugenia.  Todos os traços judaicos parecem correlacionar-se com os traços, encontrados em maior número entre populações canhotas e ambidestras. Personalidades extremas como a esquizofrenia, por ex, estão sobre representadas em ambas as populações. Presume-se por lógica que os parentes de esquizofrênicos também compartilhem com metade destes genes, resultando em condições, muitas vezes especiais como a esquizotípia, que parece estar intimamente ligada à criatividade. A condição esquizo-espectral combinada com elevada inteligência, tem grandes chances de resultar em genialidade, como já parece ter sido notado na Islândia, que relatei no início do texto. Em uma pesquisa sueca, com alto grau de amostragem, notou-se uma sobre representação de pessoas com transtorno bipolar entre as maiores pontuações de qi verbal. Também existe uma maior presença deste transtorno nas duas populações, partindo do pressuposto que, todos os transtornos mentais derivam de uma única fonte.
Sabemos que as pessoas extremamente inteligentes e  criativas, ou seja, os gênios, tendem a exibir elevado psicoticismo, juntamente com uma ânsia incômoda que visa mudar integralmente o mundo ao seu redor. Quando em posição de destaque ou poder, os gênios em sua grande maioria, fazem isso.
Não que todos os judeus sejam geniais, mas que, os mesmos tendem a ter uma grande presença de tipos pré-geniais e geniais dentro de sua população (pré-geniais como ”aspergers de alto funcionamento e geniais como schizo-condicionados de alto a extremamente alto qi). Se a genialidade deriva diretamente dos ”transtornos mentais”, então poderíamos interpretar a personalidade de um típico judeu ashkenazim mediano, como bem mais próxima da genialidade do que por ex, de um polonês médio, descendente principalmente de populações agrícolas. O judeu, como um ser essencialmente urbano e discrepante sob todos os aspectos, em relação as demais populações, desenvolve uma série de ansiedades relacionados à essa inadequação natural, alargadas por suas naturezas hiper sensíveis (epigenéticas).
Se podemos esperar que 1% da população branca pertença à categoria de gênio alto qi, entre os judeus poderíamos pensar no dobro deste percentual. Se 1-3% dos brancos são autistas e predominantemente, autistas de alto funcionamento e aspies, entre os judeus ashkenazim poderíamos chutar um valor também, multiplicado por 2. Se muitas pessoas beneficiam-se diretamente por terem irmãos esquizofrênicos ou com asperger, então poderíamos pensar em uma proporção também elevada deles entre os judeus. Se podemos imaginar que 20% da população caucasiana seja de introvertidos, e ”altamente sensíveis”, então poderíamos pensar entre 30-40% de judeus altamente sensíveis. Mas talvez, a ênfase judaica de gerações no lido com interações sociais, fator que explica suas inteligências verbais elevadas, pode ter resultado em um tipo diferente de ”altamente sensível”, mais extrovertido e mais embebido por traços sociopáticos como capacidade de manipulação, substituindo a ingenuidade presente em muitas pessoas, da raça branca, que são criativas e introvertidas. Isto não quer dizer que não existam judeus ”inocentes”, mas mediante os contextos sócio-evolutivos em que estão emergidos, este  tipo com certeza que não teve condições para prosperar demograficamente.
O que tudo isto indica em letras garrafais é que os judeus não só se sentem inadequados em sociedades cristãs ocidentais, eles são geneticamente divergentes e combinado com traços como neuroticismo (também presente em muitos judeus, a quintessência do estereótipo judeu no Ocidente) e agressividade (de natureza sofisticada), muito provavelmente resultaram em todos os conflitos históricos que os judeus tem provocado e sofrido. A natureza excepcionalmente radical dos judeus funciona como um coquetel molotov.
Psicopatia e transtornos anti sociais
A visão geral que uma parte crescente da população gentia ocidental tem sobre os judeus é que ”todos” eles ou a maioria são de natureza psicopática. Muitos poderão denominá-los como sociopatas de alto funcionamento. Até onde isto é uma verdade é difícil dizer, porque existem muitos poucos estudos sobre isso, além da péssima atmosfera política presente nas universidades, criada pelos próprios. Mas pode ser improvável que seja a realidade, porque vê-se uma enorme colaboração intra-grupal dentro das comunidades judaicas, que sugere que estes traços não poderiam ter sido super selecionados, visto que resultariam em diversos problemas dentro da própria comunidade. A personalidade psicopática, artificialmente complicada pela baixa inteligência média, nas populações negras, mostra claramente que esta trabalha contra a coesão de grupo, visto que pessoas diretamente relacionadas a ela, tendem a desenvolver comportamentos nocivos e contrários à colaboração, o que tornaria impossível a ”colmeia intelectual’ judaica.
De fato existem muitos judeus que podem se encaixar dentro da categoria dos ”dark traits”, mas não se engajam em comportamentos destrutivos. Eles são simplesmente ”weird” em comparação à norma e tendem a desenvolver um tipo de cultura lunar, baseada na escuridão, uso de roupas pretas e ideações sobre morte e ódio. Mas muitos brancos também são assim e nem por isso são psicopatas. No entanto, se os judeus ashkenazim tem selecionado traços diretamente relacionados à ”diversidade genética (ou epigenética) humana” ou à ”genética do canhotismo”, é de se imaginar que elementos psicopatas e sociopatas estejam  sobre-representados na comunidade. Parece que um número elevado de serial killers americanos são ou eram de origem judaica. Muitos deles também são ou eram canhotos. O caso do massacre de Columbine parece demonstrar essa íntima e bizarra relação entre judeus, canhotos e psicopatas ou sociopatas, onde os perpetradores da tragédia eram os três, além de serem homossexuais. Também parece haver uma correlação forte com este componente. Algumas pessoas podem funcionar como armas biológicas fortemente sensíveis à gatilhos ambientais, aka, sociopatia.
A agressividade relaciona-se com estes ”dark traits”, mostrando que a subida judaica nas sociedades hóspedes muitas vezes dependerá da atuação de tipos sociopáticos, o que explica o aumento da dissonância crescente da judiaria organizada com a lógica e o ódio, também crescente dos gentios.
Outras correlações, genéticas, entre judeus europeus ou ashkenazim e canhotos são
maior incidência dos genes (BRCA 1 e 2) que predispõe ao câncer de mama
 de diabetes

Pessoas puramente inteligentes estão cronicamente mal adaptadas ao mundo em que vivemos.

Um dos supostos ”defeitos” ou ”sintomas” descritos dentro do critério clínico oficial para ”diagnosticar” alguém com autismo é a ”fixação por interesses específicos”. É interessante imaginar a ”enorme” quantidade de interesses que as pessoas comuns devem ter, para que se possa ser sacramentado no altar da normatividade vitoriana que a paixão pelo conhecimento é uma espécie de sintoma de uma desordem ou doença.

Os autistas podem ser categorizados como puramente inteligentes, ou seja, são aqueles que são providos de um intelecto naturalmente propenso para o aprendizado. Em outras palavras, a maioria dos autistas exibem cérebros biologicamente predispostos para a busca por aprendizado, de forma genuína e sincera, ao invés da ”multiplicidade de interesses” (aka, sociais) dos neurocomuns.

 

Imagem

Um exemplo de INTERESSES MÚLTIPLOS que fazem os ”normais” normais e os autistas, pessoas com defeito cerebral

 

 

É interessante como a maior parte da junta psiquiátrica até hoje não parecem ter acordado com relação à flagrante tentativa de patologização de um  dos supostos defeitos das pessoas com esta condição genética mutante e que em realidade, se constitui em um dos pontos mais fortes do grupo. Não é um defeito estar apto para se apaixonar por coisas, objetos, perspectivas ou ideias e esmiuçá-las até ao ponto máximo de capacidade para encontrar detalhes.

Os autistas são um exemplo triste e medonho que se tornou corrente no ”movimento psiquiátrico moderno”, nada mais nada menos do que a legitimação da patologização e posterior incumbência de medidas ”preventivas” ou ”proto-curativas” contra as pessoas dotadas destas condições. Como vou mostrar ao longo deste blog, pretendo também demonstrar que a organização e os métodos, ditos ”meritocráticos”, de nossa organização laboral são incompletos, injustos e de natureza predominantemente subjetiva, onde a busca pelo melhor e portanto objetivamente falando, é substituído pela escolha de perfis cognitivos contextuais e específicos. Uma boa parte dos autistas são extremamente inteligentes em relação às suas áreas de especialização, que são baseadas nas características incomuns de seus cérebros. Todo o autista funcional é um mestre em sua área e isso não deveria ser tão desprezado por nossa sociedade estúpida. Mas se nossa sociedade é de fato, estúpida (incluindo os queridinhos de alto qi e talvez, estes em especial) então podemos inferir que esta É a realidade mais verossímil.

Por meio de sites especializados na condição, uma infinidade de artigos expõe (especialmente)  os aspectos negativos da condição (se estes aspectos de fato são inteiramente negativos) , onde inevitavelmente ocorrerá o aumento da percepção popular equivocada e mesmo dentro da comunidade neurodiversa, de que acima de qualquer outra coisa, ser autista ou mesmo, ter uma manifestação leve da condição, é um sinal predominantemente patológico e nada de bom deverá ser encontrado ali. Se até mesmo os aspectos positivos são escurecidos como ”sintomas”, então uma pessoa ingênua, dentro do espectro ou não, poderá concluir que o autismo só pode ser um defeito,

que precisa ser corrigido,

que provoca comportamentos sociais inapropriados em seus portadores como sinceridade e honestidade,

que não é vantajoso,

e mesmo que possa ser tratado desta maneira,  ainda será visto como uma compensação dos supostos outros defeitos como ser extremamente sensível em situações sociais (esperando tratar a todos de maneira sincera e a partir do momento em que certos costumes sociais de etiqueta são devidamente aprendidos, esperar que os rituais de educação sejam perpetuados dentro dos seus ambientes, o que obviamente não acontece).

Os autistas são um exemplo de grupo de pessoas puramente inteligentes que sofrem consideravelmente em nossa sociedade. Não são devidamente compreendidos e em muitas vezes, são retratados como dignos de pena mas com algumas compensações. O retrato verdadeiro desta situação é, os autistas são uma das poucas populações onde os seus componentes individuais tem um desejo hereditário para aprender, enquanto que os ditos ”normais” são em sua maioria compostos por tipos que definitivamente não exibem este traço especial. Por uma razão óbvia, a maior parte da humanidade evoluiu para dar prioridade para as demandas sociais mais do que as não-sociais e isso inclui o intelectualismo. Nossa organização sexual de trabalho baseia-se em: menor empatia entre homens que se relaciona diretamente com suas maiores capacidades técnicas e maior empatia feminina e consequentemente maiores habilidades sociais e de comunicação. Os autistas, ao contrário do mito do ”cérebro hiper masculino” estão distribuídos em curvas de sino de personalidades de gênero completamente diferentes daquelas que representam a população neurocomum, onde ao contrario desta, existe uma tendência de reversão entre os sexos, onde o homem autista é mais afeminado do que o homem neurocomum e por sua vez, a mulher autista é mais masculinizada.

Algumas pessoas veem o autismo como o atavismo enquanto que parece que o autismo também poderia ser visto como uma forma de neotenia, onde uma das características deste processo, ou seja, a estrogenização masculina, acontece.

Homens puramente inteligentes tenderão a ser mais afeminados (e isso necessariamente não quer indicar homossexualidade) do que a média neurocomum que como nós conhecemos bem, são providos de pitadas nada modestas de estupidez intelectual profunda e fixação sexual pelo sexo oposto e futebol.

Mulheres puramente inteligentes tenderão a ser mais masculinizadas como podemos ver em ganhadoras de prêmio Nobel.

No mundo da subjetividade para questões objetivas e a objetividade para questões subjetivas, não é possível que as pessoas puramente inteligentes estejam bem adaptadas, porque esta atmosfera não tem absolutamente nada de parecido com suas respectivas naturezas pessoais similares.

A pureza da inteligência não se mede quanto ao nível técnico, intelectual ou social a que ela se apresenta, mas em graus de grandeza, onde não existem espectros que possam unir os contextualmente inteligentes com os puramente inteligentes. Não existe uma difusão de traços de um grupo para o outro porque se são de grandezas diferentes, eles também serão de mundos e de mentalidades completamente diferentes. O principal motivo da inoperância crônica dos puramente inteligentes no mundo da conveniência e portanto da contextualidade, se dá justamente por causa desta diferença primordial entre os grupos. Eu posso ainda dizer que não existe, mediante uma perspectiva neutra, alguma superioridade de um grupo em relação ao outro, justamente porque não se pode comparar dois espécimes quase que completamente distintos. No entanto, a única realidade que se apresentou a nós a partir do momento em que nossas civilizações complexas aumentaram de tamanho foi a de que a contextualidade e a subjetividade são componentes mais importantes e úteis para a manutenção da sociedade, tanto para forçar os subgrupos majoritários de menor capacidade cognitiva para procriar e acatar as ordens quanto para a ”fração inteligente”. Até que se prove algum dia que o único jeito de se fazer civilização seja por meio da seleção dos contextualmente inteligentes, eu não posso aceitar que os puramente inteligente estarão sempre em desvantagem direta, se o mundo moderno não foi criado pra eles. Eles estão em desvantagem agora mas não significa que será sempre assim.

 

Harmonia, verdade e honestidade

 

Ser honesto consigo mesmo e com os outros é uma coisa boa, sensata e inteligente de se fazer. A honestidade se relaciona com a verdade e por conseguinte com a harmonia. Como eu disse em vários posts, aquele que é capaz de buscar e encontrar padrões lógicos e não me refiro à teste de raven, também é capaz ou estará sempre em busca da beleza, da harmonia e portanto da verdade. Nosso corpo responde mal quando mentimos e a mentira na maioria das vezes é uma coisa ruim.

Vivemos em um mundo onde a subjetividade é usada para as questões mais importantes de nossas vidas, a amizade, nossos amores, a política, a cultura e a convivência interpessoal. A objetividade é direcionada para desvios ou distrações, a maioria delas que são estúpidas enquanto objeto central de debate ou que mereça destaque.

Os puramente inteligentes tem uma tendência para encontrar as confluências das desarmonias (pobreza, desigualdade, conflitos) muito mais rápido do que os contextualmente inteligentes. A maioria dos autistas são puramente inteligentes, mas isso se dá especialmente mediante o atributo técnico. Isso quer dizer que eles são realmente bons para encontrar padrões em suas respectivas áreas de fixação intelectual, mas pode acontecer de que, esta capacidade, seja mais limitada para outros atributos. Ainda assim, isso não os desqualifica como puramente inteligentes.

O tipo mais importante dos puramente inteligentes é composto por sábios. O sábio é uma espécie de autista social, ou seja, é uma pessoa que exibe muitos traços autistas (que por sua vez se relacionam com os traços psicopáticos) como a capacidade de buscar padrões. Geralmente, os autistas são excepcionalmente bons para buscar padrões mecânicos, conceituais ou técnicos, ou seja, padrões de natureza não-social. Os psicopatas e os sociopatas são excepcionalmente bons para buscar padrões sociais, especialmente os padrões humanos de comportamento. Como eu disse em outro post, isto se relaciona com as habilidades do predador, que precisa compreender todas as características comportamentais de sua presa para que possa atacá-la de sópetão.

As habilidades autistas também podem ser relevantes para o meio social, mas geralmente o grupo é tão incapacitado para entender a rede de subjetividade que este meio consiste que apesar do potencial, eles raramente são capazes de trabalhar totalmente neste quesito, visto que suas naturezas neurológicas os tornam completamente avessos a este tipo de jogo. Entre manipular pessoas e objetos ou ideias, os autistas quase sempre fazem a segunda escolha.

Os sábios apresentam as duas habilidades, tanto a do autista quanto a do psicopata e é por isso que, pode-se dizer que este grupo possa ser considerado como de gênios da humanidade. Esta habilidade em transitar por meio de duas distintas porém muito parecidas habilidades os tornam aptos tanto para demonstrar excepcionalidade técnica e especializada, quanto em compreender mais do que a grande maioria, todo o jogo de mentiras, blefes e subjetividade que as sociedades e especialmente as civilizadas, tem sido construídas e que ainda vivenciam.

Ainda que sejam dotados de grande capacidade, os sábios também estão cronicamente mal adaptados em nossas sociedades, porque seus nichos de ocupação laboral que deveriam ser os locais de proeminência e liderança, neste exato momento, estão quase que completamente dominados por tipos psicopáticos. O lugar onde o objetivo é transformado em subjetivo e vice-versa, o psicopata é o mestre visto que este blefe ou manipulação da realidade, nada mais é do que a externalização cultural e moral de suas culturas neurológicas. Este ambiente é consideravelmente o oposto do mundo ideal para que os sábios possam governar e se adaptar. A luta pelo poder, infelizmente, tem sido consistentemente vencida pelos tipos psicopáticos porque muito mais do que a razão, é a agressividade que tem contribuído para fazer o jogo psicopata quase sempre o vencedor.

 

DE VOLTA À PATOLOGIZAÇÃO OFICIAL

 

Mesmo que alguns profissionais de saúde mental reconheçam os exageros significativos e ignorância que estão sendo sistematicamente cometidos, a vontade quase que irresistível de patologizar parece ser mais forte. No final das contas, me parece que é um padrão extremamente recorrente dentro do mundo obsessivo da normalização clínica da psiquiatria culpar totalmente o indivíduo quanto à sua incapacidade de funcionar contextualmente bem e desprezar o mundo ao redor. Aqui então, para finalizar, caberá a pergunta, são os autistas ou qualquer outro grupo neurodiverso não-deficiente, que não são capazes de se adaptar ao mundo e portanto às pessoas, ou são as pessoas, os neurocomuns, que não são capazes de se adaptar ao mundo e portanto às pessoas neurodiversas?

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

renanbarreto88

Just another WordPress.com site

Castro456's Blog

O medo do nada

Delusions of Adequacy

And You Thought You Might Have Had Delusions of Grandeur

PARTO DE IDÉIAS

"Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância." Sócrates.

Pshelinha

Um pouco de mim..

Pensar Novo

"Saber que você precisa mudar não é suficiente. Você precisa ter a coragem de fazer esta mudança." Robert Kyosaki

Mind Hacks

Neuroscience and psychology news and views.

Inside Perspectives

of Asperger Syndrome and the Neurodiversity Spectrum

Agoraphobia Subliminal Hypnosis

Come out of the woods, the dark, come into the light. As a recovered agoraphobic, I've designed these audios over many years in order to help you. Charles K. Bunch, Ph.D.

Antimidia

Textos sem sentido, para leituras sem atenção, direcionados às pessoas sem nada para fazer.