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Mais uma compilação de ideias…

O excesso de ideias continua a me afetar e por isso vou continuar a regurgitá-las verbalmente por meio deste combo de pensamentos, ao invés de textos individuais, mas nem todos, alguns assuntos merecem destaque… Não que estas ideias não sejam merecedoras de destaque, mas ou eu faço isso ou vou perde-las mais cedo ou mais tarde.

1- O gênio científico não é necessariamente criativo, pois tenderá a ser perceptivo. As diferenças entre percepção e criatividade e a interação entre as duas.

Darwin foi criativo***

Sua obra foi um monumento científico de tez criativa, mas o mais provável é que não ou que ele foi do tipo descontínuo ( o tipo que geralmente tem poucas ideias e as trabalha melhor, especialmente ao nível Darwin de qualidade). Darwin foi mais perceptivo do que criativo. Percepção e criatividade se complementam mas não são a mesma coisa. A criatividade não-recreativa seria como a extrapolação perceptiva, encontrar OU fazer novas associações de ideias, padrões nas mais diversas áreas. A criatividade neste aspecto, em seu aspecto mais conceitualmente puro, poderia ser entendida como uma expansão da percepção, uma capacidade melhorada desta mesma função.

A percepção interage com a criatividade no sentido de funcionar como matéria prima para o seu desenvolvimento, pois sem a observação e captura de padrões interessantes, incomuns ou potencialmente revolucionários, não haverá terreno para se desenvolver a criatividade, mas geralmente a criatividade não sucederá a percepção inicial, pois o processo se fará em conjunto, no mesmo espaço e lugar.

 

2- Cultura com estrutura ( pseudo religiões), Cultura sem estrutura ( movimento hippie).

 

Sem um núcleo de alimentação transcendental, a cultura morrerá. Será como o cometa que passa rente a atmosfera de um planeta e não como um satélite que faz parte dele.

 

3- Se não existe o livre arbítrio… Então é necessário inventa-lo ou ao menos a livre reflexão.

 

A cultura do livre arbítrio é a cultura da genialidade, da criatividade, da inteligencia. Eh a possibilidade de amplificação de nossa capacidade por meio da educação objetiva.

 

4- A metáfora da vida por meio de uma peça de teatro. Os atores, os diretores, a plateia e os autores ( escritores).

 

A maioria seria como os atores que são manipulados pelos diretores que por sua vez, se utilizam de peças de escritores ou autores (e algumas vezes, deles mesmos).

Mas e a plateia**

Seriam nossos mortos**

5- A raridade do bissexual. Analogia com ambidestria. Homossexual puro, homossexual fluido, bissexual, heterossexual fluido ou misto e o heterossexual puro.

 

A maior parte dos auto-declarados bissexuais serão na verdade de hétero ou homo misto ou fluído. O bissexual puro ou por excelencia é tão raro quanto o ambidestro.

 

6- Homofobia?? Não, homoaversao!

 

Mesmo que seja verdade que existam ”homofóbicos”, a maior parte daqueles que são denominados assim pela mídia, são na verdade de homoaversos. Aversão não é o mesmo que fobia.

 

7- O mundo é feito por enérgicos e não necessariamente por inteligentes ou sábios.

 

O fenomeno hbd, dentre outros tipos…. os comunicadores cheios de energia geralmente o fazem movidos por narcisismo ou por boas intenções. No entanto, sem a inteligencia certa, o máximo que farão será a sofisticação dos problemas que já existem.

 

8- A degeneração do homossexual no mundo moderno e não o homossexual como a degeneração per si.

Eu tenho a impressão de que em um passado ”dentro-do-armário”, os homossexuais se comportavam melhor e também havia alguma espécie de seleção entre eles do que hoje em dia, em que virou moda ser ”sexualmente curioso”.

A degeneração da modernidade não tem como um dos tótens principais de expressão a homossexualidade, mas na construção de um contexto sexualmente livre onde que a mesma aparecerá naturalmente como uma possibilidade.

A degeneração dos próprios homossexuais parece se dar por diversos fatores, dentre eles a popularização deste fenomeno comportamental e posterior vulgarização. O homossexual médio dos tempos ”modernos” é ainda mais sexualmente viciado e agressivo ao passo que, na minha opinião, o homossexual médio do tempo de nossos bisavós parecia ser mais discreto e menos animalesco em seu comportamento.

 

9- O que vem primeiro, o comportamento ou a seleção? O exemplo judeu. Vc é o que vc faz.

 

Parece que existem estágios de seleção (natural, sexual ou antropomórfica). O primeiro estágio é o da própria seleção com base em enfatizações coletivas anteriores (selecionar os mais bonzinhos, os mais espertos, os mais sábios ou os mais altos…). O segundo estágio seria o da prática do resultado desta seleção, a colheita, como quando uma espécie atinge o seu optimum evolutivo.  O terceiro estágio seria o da competição, como quando outras espécies igualmente completas em sua trajetória evolutiva, passam a disputar o mesmo espaço e ou os mesmos alimentos. O quarto estágio seria o da sobrevivencia coletiva, como quando a competição entre as espécies atinge o seu nível mais perigoso e potencial para a extinção ou ao menos para a redução demográfica.

Os judeus são ou parecem ser um exemplo interessante a ser demonstrado. Quando os judeus já estavam trabalhando como mercadores e atravessadores em suas regiões tradicionais de moradia, isso nos parece indicar que eles haviam passado pela fase instável de seleção, a seleção per si, quando os descontentes são expulsos ou saem por vontade própria do grupo e ou os tipos mais condizentes com a proposta de grupo são selecionados. Se voce é aquilo que voce faz, então o judeu mercador, atravessador ou conselheiro real, já é o resultado, o produto de estágios anteriores e não alguém em provação.

No entanto, tais estágios sugeridos parecem se manifestar em diferentes níveis no mesmo espaço e no mesmo tempo. Portanto, os tipos mais condizentes com a proposta cultural de uma coletividade, que serão aqueles de optimum evolutivo, conviverão com aqueles que ainda estão passando pelo processo assim como também em relação aqueles que estão tentando sobreviver. E se o sobreviver vier antes do viver, então isso significa que estará em maior stress do que aquele que ”vive” ”apenas”.

 

10- Hipótese para o aparecimento da pele clara. Mutação para o albinismo parcial recessivo ao invés de adaptação ao ambiente.

 

A explicação habitual para a variação de um traço dentro de uma espécie se dá com base na ”adaptação” as demandas do ambiente. Portanto, para explicar a variação na cor da pele das populações humanas, prioriza-se a ideia de que quando os seres humanos chegaram nas regiões de clima frio, o seu corpo foi ”lamarckiamente” se adaptando as condições. Outra explicação, menos fantasiosa, nos diz que houve uma seleção para aqueles de pele mais clara. Mas como pode ser possível que a pele clara e especialmente a pele praticamente albina de muitos milhões de norte europeus, pode ter sido selecionada se os primeiros caucasianos sequer tinham pele clara*** A explicação mais recente para a pele clara dos europeus assim como também dos leste asiáticos, é a de que os neandertais lhes legaram os genes para esbranquiçá-la. Como, quando e por que certos grupos de neandertais se tornaram mais claros** Mas como tudo isso pode ser possível, se nos dizem que a variação de um traço tende a se dar sem qualquer grande razão, apenas porque varia* A resposta para o enigma variedade, por agora, é por ele mesmo, varia porque varia, ora pois.

A pele clara, especialmente dos caucasianos europeus e principalmente dos norte europeus, segundo esta minha hipótese, se deu por causa de uma constancia de combinações genéticas ao longo da pré história  que resultou na redução da produção da melanina e que estes genes são parentes distantes dos mesmos genes que produzem o fenótipo albino em humanos. Em resumo, se consiste em uma mutação heterozigota dos mesmos genes que causam albinismo.

Não houve adaptação lamarckiana, não houve seleção específica no início deste evento (a fundação da raça caucasiana). O produto destas combinações genéticas (via miscigenação racial com neandertais* extermínios ou genocídios, doenças, etc) foi o aparecimento de uma maior variedade na cor da pele, não necessariamente aquela como conhecemos hoje em dia. E ao longo do tempo, a contínua seleção das pessoas com estes genes para pele mais clara resultou na transmissão generalizada destes fenótipos para toda população ou com base na seleção negativa, isto é, com base na eliminação dos grupos mais atávicos.  Existem grandes chances de estar errado** Sim…

 

11- A teoria do patógeno judeu pra explicar o aumento da inteligência ou astúcia desta população.

 

Uma ”infecção” seria a responsável pela homossexualidade, leia-se, masculina e exclusiva. No entanto, a manifestação heterozigota da Doença de Gaucher em pacientes judeus seria apenas ”a evolução fazendo o seu papel”. Manipulação ao estilo kosher, a gente ve por aqui!!

e como um adendo muito importante para este assunto

 

11.1- Evolução como doença & adaptação por heterozigose.

 

Diferentes ambientes podem ter diferentes tipos e quantidades de patógenos ou microrganismos. Ambientes quentes apresentariam microrganismos ”agressivos” enquanto que ambientes frios teriam menos microrganismos ou que seriam menos agressivos. Inteligência e criatividade evoluíram por heterozigose e seleção, tal como a anemia falciforme.

Os mais altos níveis de capacidade cognitiva, intelectual e criativa, é muito provável de serem versões heterozigotas de doenças ou anomalias do sistema corpo-mente tal como a Anemia falciforme ou a Doença de Gaucher. Mas como são

complexas

e

estão sob forte seleção, especialmente a inteligencia

… então serão menos prováveis de serem encontradas conjuntamente com as suas versões homozigotas.

Eu já sugeri que as personalidades extremas sejam como fenótipos-estirão que se relacionam com o guarda-chuvas ”inteligencia” e que em combinação com alto perfil cognitivo, podem produzir grande capacidade, ao nível de genio.

A metáfora da camisa de força como a consciencia primária. Eu não posso sair do meu corpo sabia** E voce**

12- Níveis de consciência: níveis de cognição e inteligência.

1- consciência corporal primária: ‘auto’ reconhecimento do aprisionamento dentro do corpo. Cognição puramente ativa. Nano-consciencia.

2- consciência corporal secundária: auto reconhecimento do aprisionamento do corpo, sensação ampliada de consciência. Cognição predominantemente ativa (pode sentir a reação mas não pode agir).

3- instinto: o limiar da cognição consciente ou inteligência. Reação instintiva , ativa ou reativa. (pode reagir complexamente a sensação ou reagir).

4- cognição instintiva: reação instintiva ou reativa com  lampejos de auto consciência.

5- cognição auto consciente: reação instintiva + reflexiva, condição humana.

6- auto consciência: reação reflexiva ( reação instintiva em câmera lenta ). Capacidade de se adaptar, criatividade prática ou adaptabilidade. Consciência sobre a seleção natural, sexual ou de qualquer outro tipo, consciência corporal ampliada por empatia genuína, internalização de padrões ou sistemas e busca pela harmonia, princípio da auto conservação estendida ao ambiente.

A consciencia primária sabe apenas de si mesmo e de maneira extremamente simples enquanto que a auto consciencia não sabe apenas de si mesmo, de maneira complexa, mas também constrói um sistema de fatos ou verdades com base na amplitude de reconhecimento ou consciencia. Sabe de si, complexamente, dos tipos iguais, inferiores e sabe complexamente do ambiente.

 

13- Seleção sem evolução ou por conservação.

 

água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.

 

Quanto mais intensa for a seleção para determinado conjunto de traços ou fenótipo, mais fixo ele se tornará e mais divergente se tornará.

 

Seleção sem uma enfase unilateral, será mais por conservação do que por evolução.

Complemento a teoria da bio-diversidade natural da sexualidade humana

Primeiro, antes de tudo. Um dos maiores especialistas em ”canhotismo” em todo mundo, o britanico Chris McManus, já foi ridicularizado por ter desenvolvido um trabalho que se baseou na busca pela relação entre dominancia dos testículos, isso mesmo, dos testículos, com a dominancia do resto do corpo, como as mãos, por exemplo. Em outras palavras, o lado em que os seus testículos, se for homem (ou…), estiverem mais tombados, pode também se relacionar com a sua dominancia cerebral, por exemplo, se é canhoto, destro ou ambidestro.

Engraçado que a maioria dessas mesmas pessoas tenham achado graça nesta hipótese, mas não nas pseudo teorias tendenciosamente (tribal) políticas como a inexistencia das raças humanas. Engraçado, voces não acham** Eu não.

E é provável que ele esteja certo, porque ao menos no meu caso, existe sim uma correlação. E parece fazer todo sentido.

Saindo um pouco daquilo que parece nojento para alguns, que ainda acham graça da sexualidade humana, tal como nas aulas de biologia da oitava série (idade mental, não se esqueçam…), para aquilo que muitos outros, talvez, acharão ainda mais nojento de ser analisado. Mas eu conclui que vale apena correr este risco.

Um de meus assuntos de especialização amadora, é a homossexualidade, por razões pessoais mas também porque acho muito relevante que uma das ”condições” humanas (dentro de uma maior multidimensionalidade de identidade existencial)  mais polemicas mereça grande destaque, não apenas por causa do excesso de discussões vãs que desencadeia mas também por causa das conclusões quase sempre equivocadas que são retidas a partir delas.

Então vamos aos trabalhos…

Como complemento a teoria unilateral e potencialmente conflituosa que foi desenvolvida pelo cientista judeu-americano Gregory Cochran, sobre as causas para a existencia da ”homossexualidade masculina exclusiva”, resolvi desenvolver a minha teoria da bio-diversidade sexual humana, em que, ao contrário do que flamou este homem (e adestrados), a homossexualidade não se consiste apenas na interação de patógenos que provocam a mudança de comportamento.

Primeiro, eu questionei sobre a possibilidade de provar esta teoria, por exemplo, como que se poderia saber se a homossexualidade se daria por meio de uma infecção patogenica durante a infancia**

Segundo, eu questionei sobre a estúpida crença dele bem como de muitos outros ”hb”d”s, em relação a fiabilidade dos resultados de pesquisas sobre a demografia das ”preferencias’ sexuais. A tendencia de desonestidade ou auto engano por parte de muitos homens (especialmente) e de mulheres quanto as suas reais naturezas sexuais, os fazem mentir com frequencia sobre suas preferencias em pesquisas sociológicas como estas. Outra possibilidade é a de que muitas vezes, se façam perguntas diretas demais em que as pessoas se vejam forçadas a escolher ou a opção A ou a opção B. Eu duvido que apenas 4% da população americana seja composta por homossexuais. No mínimo, o dobro deste valor será a proporção estatística mais esperada. Mesmo que ‘apenas’ 4% da população fosse constituído por este tipo, isso ainda nos sugere que exista uma variação natural, uma continuidade ou variação de um mesmo traço e não uma ruptura entre o ”não-patogenico” e o ”patogenico”.

Terceiro, como desdobramento de minhas investigações sobre o tema, eu interpelei pela relação que parece óbvia entre a variação de lateralidade e da sexualidade. Se existem canhotos fortes, canhotos fracos, ambidestros, destros fracos e destros fortes, isso, apenas levando-se em consideração a lateralidade das mãos, então não parece imprudente sugerir que o mesmo aconteça com praticamente todos os traços humanos, como a sexualidade.

Quarto, anterior aos posteriores desdobramentos, eu questionei sobre a possibilidade de se explicar a variação natural da sexualidade por meio da variação natural das cores dos olhos humanos, que terminou por se consistir em minha teoria ‘oficial’. Eu pensei na possibilidade de que, se as cores mais claras dos olhos humanos foram inicialmente uma variação feminina e que mais tarde foi sendo passado para os homens, por mutação e processos seletivos, então, o mesmo poderia ter se dado em relação a preferencias sexuais de genero, em que o desejo sexual por um genero foi sendo passado até atingir ao cruzamento destas preferencias, resultando tanto na homossexualidade masculina quanto na feminina (assim como também aos desvios naturais de identidade sexual como os transgeneros).

Quinto, talvez um pouco antes de finalizar a minha teoria, eu encontrei um artigo, que perdi e não encontrei novamente mesmo depois de alguma procura, em que se especulava sobre a possibilidade da natureza sexual humana ser em sua essencia, patogenica. A ideia desta teoria, parte de uma tentativa de se explicar como se daria o ímpeto sexual e que o mesmo poderia se dar por intermédio de patógenos ancestrais que evoluíram com a nossa espécie. Para explicar aquilo que não está ”inteiramente” sob nosso controle, o uso da hipótese de interação patogenica ancestral, pode ter um papel, que pode ser decisivo nesta tarefa. A questão fundamental sobre a sexualidade humana é a de que a sua necessidade não é autoconsciente mas programada. A ideia da universal natureza patogenica da sexualidade humana parece ser muito pertinente e aparece como mais um fato negativo a teoria de Cochran, mas que não se dará por razões usuais. A hipótese de Cochran é unilateral ao dar enfase a possível natureza patogenica da homossexualidade, desprezando que esta realidade não está concentrada apenas nesta parte do espectro sexual humano, ainda que possa concordar que possa haver uma maior concentração de patógenos na mesma.

A teoria de Cochran despreza toda a complexidade que este tema exige, por se basear no mal uso da navalha de Occam, onde ao invés da busca por uma sinteticidade de variáveis, busca-se o simplismo, por meio da eliminação destas variáveis ou da estrutura interativa de variáveis a que o tema se encontra sustentado.

Então, como complemento a minha teoria, eu vou me concentrar, como sempre, que se dará de maneira superficial, em relação a este tema que parece nojento a priori.

 

Zonas erógenas masculinas, variação de sensibilidade destas zonas e fiação neurológica do sistema nervoso central até o sistema nervoso periférico, como explicação para a concentração erógena do desejo sexual em partes pouco usuais como o anus

((Se o cérebro não sente a dor, então não haverá dor**))

 

Eu não sei quanto a esta demografia, mas acredito que a maior parte dos homens heterossexuais sintam desejo quando tocados, de preferencia de primeira ordem, por alguém que não seja do mesmo sexo e que seja atraente, em sua região anal. Esta é uma das piadas prontas mais populares em sites de ciencia ”popular”. Os machões triviais podem sentir desejos incomuns justamente na retaguarda. Deve haver, obviamente, alguma relação entre a fiação neurológica, talvez entre o penis e o anus (**) ou de outra parte, que produza esta associação mental de toque e de prazer.

Deve haver, com quase absoluta certeza, uma variação quanto a sensibilidade em cada zona erógena, do homem e da mulher. Se os homossexuais são fortemente inclinados ao prazer anal, então talvez eles estejam mais sensíveis ao toque em associação prazerosa, do que os outros, nesta parte do corpo. Nossa mente interpreta a fenomenologia e parte para a ação mais pertinente como maneira de satisfaze-la.

Homens homossexuais tendem a apresentar diferenças anatomicas na região entre o saco escrotal e o anus, em comparação aos heterossexuais, que também é conhecida como períneo. Esta região tende a ser mais áspera, mais contundente a epiderme, nesta população do que em relação aos heterossexuais e pode sugerir alguma exacerbação neurológica que pode produzir uma associação mais intensa entre o prazer masculino primordial, ou o domínio do penis e a região anal. Podemos fazer uma analogia em relação a protuberancia de muitas testas humanas, mais neandertais em seu aspecto. Este aspecto mais grosso, pode sugerir que internamente, haja um maior uso ou ”irritação” nesta área.

Recentemente, como complemento sobre a naturalidade da ”homossexualidade masculina exclusiva” (isto é, de homens que tenham preferencia predominante por outros homens), eu sugeri sobre uma possível relação entre a esquizofrenia, que segundo muitos cientistas, é uma característica unicamente presente na espécie humana (bem como a imaginação**) e este tipo de homossexualidade.

Portanto, se existe uma maior sensibilidade nesta zona erógena, pode ser possível então que muitos homens se vejam mais afoitos para ter este tipo de experimentação sexual recreativa específica do que outros, se para a maioria dos heterossexuais, o toque nesta área, já será considerada como prazerosa.

Muitos homossexuais não são afeminados, porque não existe apenas um tipo de ”gay” mas vários tipos, da mesma maneira que existem vários tipos de ”héteros” bem como de bissexuais. Bissexuais puros parecem ser tão raros quanto ambidestros puros. A maior parte dos bissexuais ou são mais para um lado do espectro da sexualidade ou para o outro lado.

Pelo que parece, o primeiro passo para a variação sexual anormativa, se dá justamente pelo desejo sexual, que depois será seguida por uma tendencia para a androginia e no final se constituirá na reversão da identidade sexual. O desejo sexual é secundário, a identidade sexual ou de genero é primário em termos de importancia na construção da personalidade.

 

Homens ”gays” tendem a ter cérebros mais femininos do que os ”héteros”

 

Se a variação da lateralidade é natural então porque não pensar que o mesmo poderia se dar em relação a sexualidade** Parece tão óbvio que me sinto um retardado de dizer isso. Mesmo!! No entanto, é necessário explicar o óbvio a pessoas tendenciosas. Para explicar para os cristãos tontos (nem todos eles serão) que a homossexualidade não é um pecado, mas um desvio natural, para explicar aos anti-racistas todas as suas contradições latentes, para explicar aos ateus fanáticos que não tem como provar a existencia ou não de ”Deus”, e apenas a morte nos dará essas respostas tão extremamente profundas… enfim, para explicar a todos estes dogmáticos com retardo mental não detectável a curto prazo, vc precisa se rebaixar ao nível deles e explicar o simples.

A homossexualidade não se restringe apenas a presença de um patógeno que muda o comportamento do seu hospedeiro, mas talvez seja mais verossímil de ser encontrado tal perfil em homens com o mínimo de androginia fisiológica e mental.

Se os homossexuais tendem a ter cérebros mais femininos, então em isso explicaria parcialmente o porque de boa parte de seu comportamento bem como de suas preferencias, assim como também em relação aos tipos mais afeminados, onde que não apenas o cérebro se veria mais próximo da média feminina, mas também todo o organismo, corpo, características faciais.

Segundo a teoria que tenta explicar o porque da paleta diferenciada de cores da pele, olhos e cabelos, entre os europeus, homens brancos de cabelos e olhos mais claros, tenderiam a olhar mais feminino do que os homens brancos morenos, isto é, com cabelos e olhos castanhos. Parece evidente que as características mais leves de pele, cabelo e olhos sejam um recurso essencialmente feminino, que depois de ser tão selecionado entre os mulheres começou a ser passado também para os homens. Situação parecida pode ser aplicada ao comportamento sexual e vejam que até existe uma relação entre as características físicas e faciais e as preferencias inatas de sexualidade, onde que os homens homossexuais tendem a olhar mais feminino do que os heterossexuais e especialmente em relação aos ”heterossexuais puros”. Em todas as populações humanas, as mulheres tendem a ser mais brancas ou claras na cor da pele do que os homens.

Escrever

 

A homossexualidade não é hereditária, mito

 

A (suposta) maior inteligencia baseada em testes de qi  raramente será hereditária. Um casal com qi médio 160, tem poucas chances de ter uma criança com qi igual ou maior. O fenomeno da regressão a média é o mais esperado de acontecer. O mesmo não poderia ser pensado em relação a homossexualidade*

Ao invés de uma tendencia para regressão a média (estatística), a hereditariedade para este espectro de combinações fenotípicas sexuais, se daria com base na tendencia para a regressão a média heterossexual ou normativo-potencialmente reprodutiva.

Assim como a criatividade ”corre” dentro das famílias, de maneira não-linear, dependendo de caso pra caso, o mesmo pode ser aplicado a homossexualidade. E percebam que não parece incomum que ambas as predisposições corram juntas dentro da mesma família.

Jayman, um dos mais importantes blogueiros hbd, gemeos identicos não são iguais. Portanto, é perfeitamente possível conceber que talvez, os resultados de hereditariedade por meio da análise destes grupos, não sejam assim tão pontuais como imaginava.

Muitas famílias, como a minha, nós teremos casos de homossexualidade, assim como também não é nem um pouco surpreendente que em muitos casos, a homossexualidade não se manifeste como compartilhamento entre alguns parentes.

As duas principais razões destes perpetuadores desta teoria unilateral da patogenia da homossexualidade masculina exclusiva, são

suposta inexistencia de hereditariedade da homossexualidade (superdotação, lateralidade esquerda e criatividade então também seriam causadas por patógenos** será**)

e

pequena população, partindo da ideia de que haja uma descontinuidade espectral entre os homossexuais, especialmente deste grupo e o restante da população.

Eu estou cá no Brasil sem ter trabalho e estes energúmenos estão na toda poderosa Murrica, produzindo esta pobreza de percepções científicas. Eh mole!*!

Fenótipos polimórficos são herdados de maneira não-linear.

 

Variação da população de ovelhas versus a variação da população humana

 

Comparar ovelhas e humanos não me parece algo muito inteligente a se fazer. Ok, este grupo apareceu como ideal para comparação porque supostamente, são um dos únicos que apresentam a manifestação de homossexualidade masculina exclusiva. Mas se esta população de ovelhas não for muito variável ou de pequeno tamanho, então não poderemos comparar uma população tão grande e diversa como a humana com as ovelhas. Estou lendo o livro de Charles Darwin, Seleção Natural, e segundo o super famoso genio que redigiu esta obra prima assim como também a maioria dos hbds, as populações pequenas apresentam pouca chance de variação por causa de seu tamanho demográfico. Pouca variação significará pequena incidencia de mutações, benéficas, prejudiciais e neutras. Os detalhes são importantes para que se possa construir todas as peças do quebra cabeças.

Apenas com a constatação de que TODO o fenomeno da sexualidade ou da reprodução sexuada se de com base nesta interação ancestral patogenica benéfica, da mesma maneira que temos muitos outros ”patógenos” dentro de nosso corpo, nos ajudando a realizar funções essenciais do nosso corpo (somos como nações, habitadas por muitos indivíduos), já poderíamos dar um novo ar a esta teoria.

Voltando a minha ideia que fez com que produzisse este texto. Deve existir uma variação demográfica quanto a distribuição de sensibilidade erógena pelo corpo, tanto do homem quanto da mulher, onde que alguns serão mais sensíveis e ”irritados” em determinadas partes do corpo, produzindo o seu desejo sexual, por causa da fiação neurológica. Existem evidencias morfológicas ou fisiológicas quanto as estas diferenças como o períneo, que se encontrará diferenciada em homossexuais, talvez para a maioria.

Não existe uma descontinuidade espectral da variação sexual, mas uma continuidade em que as diferenças entre heterossexuais e homossexuais serão com base em níveis e não em grandezas. Em outras palavras, eles não são espécies diferentes onde que os homossexuais serão a versão patogenica se toda o espectro da sexualidade apresenta esta mesma natureza.

Em um próximo texto eu vou falar sobre o mito do desejo reprodutivo e pelo realismo quanto ao desejo sexual, de satisfação.

Princípio filosófico-naturalista da auto conservação

Somos intrinsecamente motivados para preferir por nossas forças como técnica de sobrevivência. Isto se consiste no princípio da autoconservação.

Nascemos com fortes inclinações psico-cognitivas inatas. Apresentamos uma limitação de capacidade, tanto por níveis quanto por qualidade. Não é que as pessoas ”nasçam sabendo” mais sobre certa particularidade intelectual ou técnica, mas que, ao longo do tempo, os seus cérebros vão se desdobrando tal como um pergaminho, ou seja, vão amadurecendo até o seu ápice em idade jovem. O processo de amadurecimento do cérebro é como o planejamento e posterior construção de uma casa. Cérebros ”saudáveis’ tendem a serem planejadamente  esculpidos pela areia do tempo sem grandes erros na estrutura enquanto que os outros cérebros, menos saudáveis, tenderão a apresentarem ‘problemas” das mais diversas ordens e níveis que afetarão o seu funcionamento e poderão contribuir para o brilho do genio ou ao menos de alguém que está constituído por uma unicidade individual, uma pedra extremamente rara que não é facilmente compactada as massas de proto-zumbis humanos uniformes, até todos os tipos predominantemente degenerados, em um sentido objetivamente moral a cognitivo. O ”desvio” da naturalidade evolutiva-reprodutiva, não é apenas uma sina, mas também pode significar uma grande e inata janela de oportunidade para o desenvolvimento individual que tenderá a ter como resultados, o genio, o sábio dentre muitos outros tipos intimamente transcendentais.

 

Diversidade cognitiva

 

Nascemos fortemente predispostos para favorecer pela enfatização existencial cotidiana de nossas forças. Se as forças estão muito aparentes e dominantes, então a motivação intrínseca tenderá a ser muito forte e a dirigir a vida de maneira ”autoritária”. Para o savant e para todos os outros tipos correlacionados, a vida se desdobrará desta maneira.

Mas não será apenas com base na resposta instintiva imediata porque o ser humano tem a capacidade (obviamente que estará distribuída em níveis) de dar simbolismos ou alegorias a sua vivencia. Nós precisamos reter nossas percepções por meio da memória de longo prazo e da criatividade primitiva, instintiva, para elaborar um mundo próprio (forte ou fracamente original ou independente) e preencher o vazio da dúvida existencial que a autoconsciencia nos lega incessantemente, tão implacável quanto as batidas de nossos corações. A depressão provocada pela autoconsciencia em estado selvagem, é como alimentar esta dúvida.

 

O neanderthal introvertido**

De todas as variedades humanas, a mais extrovertida é a raça negra subsaariana. Em qualquer ambiente em que uma população negra aleatoriamente selecionada estiver assentada, haverá grande probabilidade de apresentarem comportamento predominantemente  extrovertido, isto é, de ter uma elevada proporção de indivíduos extrovertidos. Nos EUA, alguns estudos sobre personalidade, encontraram que apenas 30% dos americanos são introvertidos. Na verdade, é um pouco mais complexo, porque a maioria tenderá mais para ambiversão parcial do que para extroversão ou introversão completas. No entanto, ainda se nota que a maioria se encontrará mais próxima de um dos extremos do espectro. Portanto, o correto a dizer é, ‘predominantemente extrovertidos’ para os casos de ambiversão parcial. A população multirracial da superpotencia atual, pode contribuir para elevar o percentual de extrovertidos, se levarmos em conta os imigrantes hispanicos, assim como também poderá reduzi-la se levarmos em conta os imigrantes oriundos da Asia oriental.

Recentemente foi encontrado que os leste asiáticos, isto é, japoneses, chineses e coreanos, apresentam um maior percentual de ”genes oriundos dos neanderthais” do que a população branca analisada. Tal como eu sugeri em um texto anterior, os leste asiáticos parecem ter herdado uma maior porcentagem quantitativa dos genes desta variedade humana extinta enquanto que os europeus podem ter herdado uma maior proporção qualitativa, isto é, de ”genes úteis”.

A descoberta de fluxo genico neanderthal entre os seres humanos modernos acabou com a teoria anterior em que se dizia que não houve mistura entre eles e os seres humanos ”modernos”. Na verdade, talvez se possa dizer que o neanderthal tenha sido um dos responsáveis pela construção dos seres humanos modernos.

Além desta descoberta também foi observado que apenas os negros subsaarianos puros que não apresentaram qualquer vestígio palatável de mistura neanderthal. As misturas encontradas datam de eventos muito mais recentes do que na época em que o neanderthal humanóide caminhava sobre a terra e portanto, constata-se que foram introduzidas na região por meio de mistura com invasores caucasianos como os árabes e os europeus.

Se fossemos medir o grau de extroversão no mundo, e especialmente os tipos de extroversão pura, não parecem haver dúvidas de que a Africa subsaariana registraria as maiores proporções enquanto que a Asia Oriental e a Escandinávia registrariam as menores proporções de indivíduos extrovertidos.

Este espectro de personalidade parece se ser um bom marcador sobre mistura neanderthal, se aqueles que não tem qualquer vestígio de infusão genica desta população, tendem a ser os mais extrovertidos, e se aqueles com as maiores proporções de genes tendem a ser os mais introvertidos.

Faz sentido que uma população que se ”especializou” em regiões de clima frio, tenham selecionado um perfil de personalidade mais introvertida, se a introversão se relaciona com menor tomada de risco e portanto de maior controle de impulsos. Em regiões de clima inóspito, menos é mais. Mais chances de sobreviver. Nestes ambientes, as idiossincrasias da teia social, são substituídas por relações mais diretas, cooperativas e francas.

Não podemos afirmar que a mistura neanderthal explicará sozinha o comportamento asiático moderno, nem o comportamento europeu nem o comportamento africano subsaariano (em média, é claro), até porque muitos eventos e mudanças seletivas tem acontecido desde que esta mistura aconteceu. Mas talvez, possamos ver a introversão e especialmente a introspecção como um legado neanderthal, se ela é tão rara entre aqueles que não tem qualquer grande vestígio de infusão genica desta população, ou seja, os negros subsaarianos e se é bem mais comum entre aqueles que herdaram maiores montantes qualitativos e quantitativos.

Esquizofrenia e homossexualidade exclusiva

A esquizofrenia, pelo que tudo indica, é ‘‘uma coisa humana”, que portanto, não se encontra presente nas outras espécies do reino animal, fruto direto da evolução de nossos cérebros. A homossexualidade masculina exclusiva também parece ser muito rara fora do ”reino humano”. Será que existe alguma correlação entre estes dois tipos de exclusividade humana**

Pois parece que sim. Homossexuais são mais propensos a terem problemas mentais do que os heterossexuais segundo vários estudos (ver aqui e aqui). As explicações se assemelham ao caso da superdotação, diga-se, a verdadeira superdotação e não aquela que produz apenas os ”alto empreendedores”. Portanto, existem predisposições inatas para o desenvolvimento de ”problemas mentais” em muitos homossexuais, que geralmente poderão ser agravados por fatores ambientais ou de interação interpessoal. Como eu já falei em um longínquo texto, experimente se colocar no lugar de uma pessoa que está a todo momento tentando se adaptar a sociedade mas percebe que não existe abertura pra isso. Sim, existem predisposições que inclusive podem se dar de maneira espontanea, mas é muito comum que estes excessos sejam alimentados por problemas de convivencia, onde a culpa não será do indivíduo afetado, mas especialmente da maneira como as outras pessoas o tratam e como ele internaliza todo este conflito.

Alguns estudos tem sugerido que a esquizofrenia tenha uma causa patogenica. Mas, tal como neste estudo que eu deixei no link, mediante a minha ideia de hipozigose, todos nós teríamos o tal vírus (patógeno metamórfico**) em nosso DNA, mas que dependendo da combinação genética (a concepção produzida pela mescla dos genes de nossos pais e de nossas mães), por epistasia, poderá se manifestar ou não….

A ideia de causa patogenica, não se limitaria apenas a homossexualidade (masculina exclusiva) mas também a toda sexualidade humana, como resultado de cooperação de patógenos. A ideia de que a homossexualidade seja algo antinatural por ter uma base patogenica não se sustenta porque a própria sexualidade humana também teria igual causa. Então, seria mais justo patologizar todos os seres sexuados, do que apenas aqueles que não partilham (oficialmente) a mesma agenda política que ‘voce’, não acham*

A esquizofrenia, vista como uma doença ou excesso mental e de maneira normativa, é concebida como um problema a ser solucionado pela futura engenharia genética, dizem os eugenistas modernos. Mas sem conhecer os efeitos, as ondas de propagação da esquizofrenia, para além do espectro e mesmo, dentro do espectro, nós não apenas estaremos removendo um excesso evolutivo mas também todas as benesses que ele tem nos proporcionado como a criatividade.

Como conclusão deste breve texto, aquilo que nos faz humanos (a genética da esquizofrenia), também pode tornar alguns seres humanos em homossexuais masculinos exclusivos.

‘Qi’, ”inteligencia” e mundo real

Os esquerdistas são inteligentes****

 

A foto acima faz parte de um conjunto de testes que foram produzidos com o intuito de se estudar as diferenças ”culturais” entre ”leste” (leste asiáticos) e ”oeste” (”ocidentais”, ou seria melhor, europeus e descendentes). Percebeu-se que os ”orientais” foram mais propensos a escolher o grupo A enquanto que os ”ocidentais” foram mais propensos a escolher o grupo B. Eu escolhi o grupo B porque o caule em negrito e em riste é a única semelhança universal em relação as flores deste grupo.

Uma analogia sobre observação e perspicácia. A capacidade de perceber o mundo, de entende-lo.

Dentro da comunidade Hbd, temos lido que existe uma maior proporção de pessoas que pontuam bem em testes cognitivos e que aderem a ideologias esquerdistas. Bem, voce que já debateu ou tentou debater com um esquerdista, já deve ter notado que uma boa parte deles não são lá muito inteligentes. Parece que nós temos uma grande parcela da população de esquerdistas que são definitivamente, incapazes de entender o mundo a sua volta. Eu acredito e tenho quase a absoluta certeza de que a percepção seja o componente fundamental da inteligencia porque se relaciona com a capacidade de sobrevivencia e quanto mais desenvolvida for, maior será a inteligencia genotípica real.

Se existem mais pessoas ”com” ”qi” acima da média que são esquerdistas fanáticos, isto é, que desprezam toda a sorte de inconguencias consideráveis que entoam desta ideologia, sem falar nos atropelos subsequentes, então parece haver algo de errado em relação a fiabilidade dos testes de qi. Eu não sei quanto a voce, mas eu tenho visto com frequencia, pessoas na internet comentando sobre ”como eles são inteligentes POR CAUSA de ”seus” ”qis” avantajados”. Hoje em dia, já se tornou comum substituir o termo ”inteligencia” por ”qi”. O famoso determinismo do qi, que está cada vez mais forte e cada mais circular em seu pensamento.

 

 O conhecimento se dá por analogia ao mundo real

 

Há uma considerável proporção de universitários que são de ideólogos esquerdistas. Parece haver uma vulnerabilidade de mentes um pouco mais complexas do que a média para aderir a esta confusão mental chamada esquerdismo. Ainda que muito de sua ideologia esteja correta, uma boa parte dela é tão simplista e superficial, que a parte podre acaba por corroer todo o resto. Tal como aconteceu com os esquimós em relação a miopia, quando deixaram o seu hábitat natural em direção a moderna sociedade ocidental canadense,  o meme esquerdista parece ser uma predisposição muito comum para a ”fração inteligente”. Mas aí, é evidente que aparecerão as exceções. Eu sou uma delas. Se tivesse uma cabeça mais fraca, eu já teria aderido ao esquerdismo fanático, hipócrita, analfabeto e cego a qual uma boa proporção dos ”inteligentes” já fizeram. Uma boa parte dos meus conhecidos de faculdade, são ao menos, parcialmente esquerdistas. E no Brasil, ser parcialmente esquerdista, já é praticamente como ser um ‘liberal’ nos EUA. Não que eu seja de direita, odeio o capitalismo selvagem que vivenciamos, pra começo de conversa. Mas não posso em hipótese alguma confabular com esta diarreia mental que se tornou o esquerdismo, isso sem falar na narrativa infanto-juvenil que usam para ”entender” o mundo. Eu que tanto falo de múltiplas perspectivas, jamais aderiria a este grupo, ao menos se não fosse pra ganhar algo em cima, porque por puro idealismo, se consistirá em uma bela de uma estupidez.

Um dos mais famosos paradoxos do conhecimento hbd é justamente esta relação comica entre esquerdismo e alto qi. Ok, vc ser a favor do casamento gay ou mesmo, indiferente a ele, eu também sou. Voce ser a favor da igualdade, eu também sou. Vc ser a favor do respeito mútuo, eu tbm sou. Vc ser a favor da paz, do respeito ao meio ambiente e aos direitos da mulher, eu tbm sou. O problema é quando voce é a favor de tudo isso, mas não entende o que tudo isso significa. E isso se chama estupidez, falta de sabedoria. O sábio sabe medir os seus passos, porque sabe mensurar suas forças e fraquezas. A partir do momento em que voce passa a estudar um assunto e não tem recursos cognitivos para entende-lo e mais, não sabe que não tem estes recursos inatos, então  será uma pessoa estúpida. Qualquer ”celebridade cognitiva” que já considerou suas pontuações de qi como um reflexo perfeito do seu intelecto, provavelmente não se conhece o suficiente para perceber que não é tão simples assim. Fala-se muito na ”navalha de Ocam”, mas eu tenho a impressão que muitos daqueles que a clamam, estão a confundir simplismo com sinteticidade.

 

 

Múltiplas inteligencias, castas cognitivas e a metáfora da aranha e da vespa parasita

 

Como eu sugeri em um texto anterior, o desenvolvimento mental assíncrono, não é uma particularidade apenas dos superdotados, mas também de todos os seres humanos bem como de qualquer espécie provida de diversidade natural. E o ser humano será mais complexo e diversificado, obviamente. Portanto, enquanto que alguns chegarão aos 20 anos com uma mente parecida com a minha, objetiva, justa, coerente, em busca da verdade, outros, chegarão na mesma idade, com um déficit no mesmo quesito, que no entanto,  poderá vir acompanhado com uma maior capacidade por exemplo, em línguas ou em matemática. A partir da universalidade do desenvolvimento mental assíncrono, partimos para as múltiplas inteligencias, a famosa e popular teoria, inclusive entre muitos círculos esquerdistas, que foi infelizmente, usada pelo seu criador, para propagar factoides sobre a biologia cognitiva humana. Sim, todos nós somos bons em alguns aspectos cognitivos e piores em outros, talvez não aja um ser humano que seja bom em tudo ou ruim em tudo. Estes extremos, se existirem, não serão de seres humanos, se o que define a humanidade é sua imperfeição ou diversidade individual de forças e fraquezas. O mendigo pode não ser tecnicamente inteligente, mas ter uma sabedoria primitiva, fantástica, que poucos tem.

Em Krypton, todos já nascem com uma predisposição laboral específica. Não muito diferente do planeta Terra, =)

 

A partir das múltiplas inteligencias, partimos para uma divisão de trabalho coerente e correta, que deveria ser a regra em todas as sociedades humanas, e talvez seja, mas especialmente naquelas sociedades que definimos como ”selvagens”. Aquele que nasceu para fazer contas matemáticas (qi matemático maior combinado com outros recursos cognitivos), aquele que nasceu para aprender vários idiomas ou para estudar línguas. Nós temos uma plasticidade comportamental (limitada) que desemboca obviamente em uma plasticidade cognitiva ou laboral. Quem é bom em estudos da linguagem humana, pode ser bom para lecionar (especialmente, o portugues) assim como também poderá ser bom para ser jornalista ou um escritor. Perceba que todas essas profissões estão relacionadas, todas tem um ponto de similaridade cognitiva.

As castas cognitivas funcionam justamente tal como no planeta imaginário do Super Homem, Krypton, onde todos nascem com uma especificidade laboral ou cognitiva, mais específica. Se todos fossem empregados naquilo que são melhores e que gostam (ambos tendem a se relacionar guturalmente), não haveriam problemas sociais. Mas para vc explicar esta quantidade de variáveis para um esquerdista, ”justiceiro social”, até que ele caia em si, e aceite que o seu argumento é irrefutável, pode esperar no mínimo uns cinco anos, especialmente se for um esquerdista mediano e hardcore. Percebam que justamente aqueles que mais clamam pela igualdade são justamente os que mais lutam contra ela. E não importa o qi que ”tenham”, são estúpidos. A proporção de inteligencia e estupidez a nível individual, de causa obviamente genética, nos mostra que o mito, dos mais resistentes, da relação linear entre inteligencia e racionalidade, é provável de não ser palatável para o mundo real. Mas talvez, poderia ser de bom tom, se pudéssemos regredir ao conceito científico e mais holístico de inteligencia, para que possamos julgar a incapacidade atroz destas pessoas de entenderem o mundo real.

 

A partir de “Mainstream Science on Intelligence” (1994), uma declaração editorial por cinqüenta e dois pesquisadores:
A capacidade mental muito geral que, entre outras coisas, envolve a capacidade de raciocinar, planejar, resolver problemas, pensar abstratamente, compreender idéias complexas, aprender rapidamente e aprender com a experiência. Não se trata apenas de aprendizagem livro, uma habilidade acadêmica restrita, ou de fazer o teste smarts. Em vez disso, ele reflete uma capacidade mais ampla e profunda de compreender nossa arredores- “pegando”, “fazer sentido” das coisas, ou “descobrir” o que fazer.

 

A partir de “Inteligência: Conhecidos e Desconhecidos” (1995), um relatório publicado pelo Conselho de Assuntos Científicos da Associação Americana de Psicologia:
Os indivíduos diferem um do outro em sua capacidade de compreender idéias complexas, para se adaptar de forma eficaz para o meio ambiente, para aprender com a experiência, para se envolver em várias formas de raciocínio, para superar os obstáculos por preocupar-se. Embora essas diferenças individuais podem ser substanciais, eles nunca são inteiramente consistentes: o desempenho intelectual de uma determinada pessoa irá variar em diferentes ocasiões, em diferentes domínios, como avaliado por critérios diferentes. Os conceitos de “inteligência” são tentativas de esclarecer e organizar este conjunto complexo de fenômenos. Embora considerável clareza foi alcançada em algumas áreas, há tal conceituação ainda respondeu a todas as questões importantes, e nenhum comandos assentimento universal. De fato, quando duas dúzias de teóricos proeminentes foi convidado recentemente para definir inteligência, eles deram duas dúzias, um pouco diferente, as definições.

Tem um vocabulário avançado*** Sabe fazer contas matemáticas complexas*** Vai bem em testes cognitivos***

Mas não entende o que se passa ao seu redor *** E não quer entender******

Desculpe, mas voce não é tão inteligente assim como pensa. (claro, aqueles que leem este blogue não devem se sentir ofendidos, porque não foi dirigido a voces)

 

Eu já usei bastante esta metáfora e vou usá-la em um próximo texto para falar sobre as múltiplas inteligencias de brancos europeus e judeus. Mas é sempre bom usá-la. A vespa ‘entende perfeitamente’ como a aranha funciona, claro, provida de um mínimo de autoconsciencia, na base do instinto. A vespa parasita da Costa Rica tem mesmo a capacidade de atacar a aranha e transformá-la em uma escrava. O ser humano, é claro, aquele provido desta capacidade, pode fazer o mesmo, sem a necessidade de se relacionar apenas com o seu instinto.

A vespa não produz nada, não pode fazer uma linda teia como a de cima, mas pode infectar a aranha com o seu veneno e transformá-la em um zumbi. Perceberam que nem a vespa é totalmente superior a aranha, porque depende dela, nem a aranha é totalmente inferior a vespa, porque não depende da vespa para viver.

Talvez, os esquerdistas sejam mais como a aranha, ou talvez nem isso, apesar do vocabulário mais rebuscado (que ri daqueles que pedem o impitimam, de santos que são), de uma maior capacidade para pensar de maneira abstrata, diga-se, uma parte, talvez bem minoritária deles, eles simplesmente não se conformam com a realidade ou são tão confusos que não a entendem. A natureza os despreza. Simples assim.

Portanto, para princípio de conversa, objetiva e coerente, temos de tirar da cabeça desta imagem linear de distribuição do intelecto humano, representada pela curva de sino e começar a perceber que a Terra não tem uma superfície lisa e não é plana, e da mesma maneira, a complexidade cognitiva humana, que de longe parece fácil de entender, é mais diversa, rica e entendível quando vista de perto ou por meio de um microscópio metafórico.

Se não entende a realidade, então é um inútil que só problemas causará e a realidade é taoista, complexa e simples de se perceber.

 

 

Lamarck e professores

A grande maioria dos professores são lamarckistas inconscientes porque acreditam que por meio de esforço repetitivo, ou seja, a ”educação”, se poderá ficar mais inteligente.

Isso significa meu caro leitor que a maioria dos professores não sabem o básico da seleção natural de Charles Darwin. Eles educam sem pensar que possam estar aplicando métodos lamarckianos nos seus alunos.

A seleção natural se baseia na diversidade fenotípica de uma população e  não apenas na cor da pele ou cor dos olhos.

Na escola portanto, haverá uma variedade de fenótipos físicos, comportamentais e cognitivos de alunos. No entanto, a escola parte do princípio que por meio da exposição precoce, igualitária e constante (o esforço repetitivo) de conhecimento humano diverso e acumulado, todos chegarão, ”mais ou menos”, no mesmo nível de aprendizado. Em uma sociedade como a Finlandia ou o Japão, que apresentam médias altas de inteligencias e tendem a ser mais cognitivamente uniformes, sem muitosoutliers, até se poderia brincar de Lamarck, mas em sociedades onde coexistem claras diferenças cognitivas, que são hereditárias e complexas, a educação deixa de ser uma crença racional e se transforma em um estorvo desnecessário.

Pessoas diferentes pensam diferente, agem diferente, tem diferentes motivações e por conseguinte terão diferentes necessidades de aprendizado. Tudo é aprendizado, tudo aquilo que é retido do ambiente por meio de observação é um aprendizado. No entanto, criou-se uma ideia elitista de que o ”conhecimento científico e intelectual” seja o elemento fundamental que distingue os sapientes dos não-sapientes, quando na verdade, são justamente as características inatas de ambos que são os verdadeiros diferenciadores.

As pessoas mais inteligentes gostam mais de estudar porque seus cérebros são maiores e ou mais complexos do que os cérebros das pessoas menos inteligentes. A escola pode ter algum efeito em alguns subgrupos, mas será muito limitado. As pessoas são movidas por motivações pessoais intrínsecas, naturais, que já estavam latentes desde a tenra idade ou que são predisposições que com gatilhos ambientais, muitas vezes, mínimos, podem acender o desejo. Tudo se resume aos seus genes, aquilo que voce é, tal como, tudo aquilo que se relaciona a um rio, se resume a sua fonte.

Portanto, surpreendentemente ou não, aquelas aulinhas básicas de genética e de biologia, não serviram pra nada, para boa parte dos professores. Uma das maneiras de se provar se fulano aprendeu ou não, é faze-lo produzir analogias para o mundo real, seja na matemática, na biologia, na filosofia, história…

Metáforas e analogias são a melhor maneira de medir o aprendizado das pessoas.

Os professores, imbuídos por seus egos atormentados, simplesmente não sabem aplicar as teorias darwinianas no mundo real, especialmente em relação a sua profissão. Analogia mais óbvia impossível.

Portanto, como conclusão deste pequeno texto, a maioria dos professores não sabem aplicar as teorias darwinianas no mundo real e portanto não sabem o que realmente significam, pois se soubessem, já teriam juntado os pontos e percebido que estão a forçar os seus alunos por meio de esforço repetitivo, a engolir unilateralmente um conjunto de conhecimentos técnicos, desprezando a natural variedade cognitiva presente em sua classe assim como também  o fato de que não é possível, ao menos por agora, aumentar ou diminuir a inteligencia de alguém apenas por ”uso ou desuso”.

Eu não vou constatar que os professores sejam em sua maioria de estúpidos, porque como eu já mostrei, a ideia de racionalidade humana universal, é totalmente descabida.

A escadinha da sexualidade, o fenomeno do caçula homossexual

Muitos estudos encontraram uma relação entre a ordem de nascimento e preferencia sexual, especificamente em relação a homossexualidade. Basicamente, os irmãos mais novos, especialmente em crias homogeneas de homens ou de mulheres, as chances de nascer homossexual parece aumentar quanto maior for a idade da mãe ou do pai. O irmão mais novo tem mais chances de nascer homossexual. A informação que coloquei a disposição não entra mais em detalhes em como esta herança é produzida. ”Apenas” informa que a alteração em alguns cromossomos, provoca as demais mudanças biológicas que são necessárias para a predisposição de atração predominantemente unilateral pelo mesmo sexo. (Assim espero porque eu não li tudo, hihihihi).

Existem algumas explicações para este fenomeno. Como sempre, por causa de uma série de razões técnicas, possível variedade biológica de casos mas também por causa  da tendencia generalizada da ciencia moderna para validar apenas uma teoria, descartando uma multifatorialidade de eventos, as correlações entre ordem de nascimento e homossexualidade, encontraram-se variáveis. Eh evidente que não será em toda a família que o filho mais novo nascerá homossexual (e também não será sempre que será o mais novo…)

Pois bem, agora então eu vou hipotetizar sobre quais seriam os mecanismos que produzem a homossexualidade humana. Eu já expus a minha teoria sobre variação natural da sexualidade. Primeiramente, os fatores seletivos. Alguns blogueiros dentro da psicologia evolutiva e particularmente da comunidade hbd, acreditam que todos os traços humanos, comportamentais, fisiológicos, mentais, são resultado de seleção sexual pura. Como poderia ser possível que um comportamento naturalmente estéril pudesse se auto selecionar, replicar hereditariamente, e continuar dentro da piscina genética humana****

Simples, primeiro, a homossexualidade, assim como qualquer traço, é o resultado de hipozigose, termo que cunhei e que significa a herança em comum, universal, isto é, de toda uma espécie, que, dependendo dos padrões seletivos, poderão se acumular, especialmente se forem de natureza recessiva, e se expressar a partir desta reunião de fatores favoráveis. Isto é, todos nós podemos ter um filho homossexual, mas ”alguns são mais iguais que outros”. Características hormonais, mentais (que reverberam no comportamento) assim como também, a idade paterna ou materna (isso sem contar sobre uma série de possíveis eventos epigenéticos únicos, que produzem a vida humana, tal como estado emotivo da mãe, stress durante o parto, etc), são os principais responsáveis pela variabilidade natural de comportamentos sexuais e de identidade sexual.

Portanto, todos nós temos potencial para ter um filho ou uma filha homossexual. No entanto muitas variáveis devem ser levadas em conta tal como

nossas próprias características biológicas (hormonais, psicológicas, cognitivas),

nosso parceiro ou parceira de acasalamento e posterior combinação entre as nossas suscetibilidades biológicas e as da pessoa que nos relacionarmos germinativamente,

a combinação entre os genes (e informações biológicas gerais) entre os parceiros,

variáveis epigenéticas, como stress durante o parto, algum tipo de alteração dentro do útero causado por eventos imprevisíveis assim como também, os próprios eventos que se sucedem durante o período intrauterino.

Eu acredito que todas as características que são recessivas e que não são selecionadas ou são fortemente contra-selecionadas, serão epigenéticas em sua raiz, ou seja, dependem de uma maior quantidade de variáveis plásticas de eventos epigenéticos e genéticos para serem produzidas, incluindo aí o genio humano. Eh claro que algumas suscetibilidades biológicas são necessárias, mas nem todo homossexual nascerá em uma família onde este comportamento é comum e portanto se traduziria em uma predisposição familiar.

Duas hipóteses (em comunhão recíproca)

Primeira hipótese para explicar o homossexual predominantemente afeminado

– Menor exposição ao testosterona durante a gravidez.

– Herdabilidade da inteligencia e da morfologia cerebral maternas.

Todos nós tendemos a nos parecer em comportamento e inteligencia com nossos pais, de alguma maneira, e em algum aspecto. Isto se dá porque todas as características cerebrais de nossos pais também estão suscetíveis de terem sido herdadas. Alguns filhos, mais sensíveis, emocionais, podem se parecer com suas mães enquanto que algumas filhas, mais diligentes, masculinas, obviamente, tenderão a se parecer com os seus pais. Parece evidente que se a inteligencia é hereditária (e é, mas sua hereditariedade é variável porque a própria inteligencia é complexa e variável) então isso pode ser traduzida em hereditariedade da morfologia cerebral. Homens que são mais comportamentalmente parecidos com suas mães, também  tenderão a ter cérebros mais parecidos. Se a inteligencia é hereditária, e inteligencia se traduz organicamente em características do cérebro, do sistema nervoso, assim como também suas correlações ”extra-cerebrais”, então poder-se-ia concluir que a morfologia cerebral também seja plasticamente hereditária.

Algumas combinações de pares heterosssexuais tradicionais, homem e mulher, parece que só conseguem produzir filhos homens. Seria interessante verificar as muitas variáveis deste tipo de combinação visto que uma grande tendencia para ter filhos homens, em uma proto-possível-pseudo aleatoriedade de eventos biológicos, pode significar uma maior carga de testosterona, tanto do pai quanto da mãe. Mais testosterona, mais mutações, mais chances para ter outliers cognitivos, recessivos e que são contra-selecionados. Também pode significar uma distribuição heterogenea de testosterona, tal como parece acontecer com os homens negros, em média, onde o pico de testosterona durante a adolescencia, parece ter um papel no aumento para o comportamento anti-social e posterior criminalidade.

As variáveis são muitas mas os resultados são consistentes, a homossexualidade é uma traço minoritário universal, que não está presente apenas em humanos. Quanto a ideia de que a homossexualidade não está sendo selecionada pela seleção sexual. Duas explicações para a sua manutenção. Tal como já sublinhei acima, a universalidade da variação de fenótipos sugere uma herança em comum, uma suscetibilidade universal, que será maior em uns e menor em outros, mas que também dependerá de muitas circunstancias tal como a combinação genética de pai e mãe depois da concepção.

A segunda explicação, um complemento para a hipozigose e da variação natural da sexualidade humana. Homens de sexualidade mais fluida poderiam contribuir não apenas para manter os genes que produzem alterações genéticas responsáveis pela diversidade sexual,  mas também para manter o percentual de homossexuais na casa dos 5%. Ainda que a autodefinição seja bem mais fluida. Por exemplo, uma grande população de homens ”beta” e ”omega”, mudanças culturais em prol de padrões seletivos a la ”50 tons de cinza” ou ”50 tons de psicopata de alto funcionamento”, reduzem a fecundidade, a disponibilidade de mulheres e aumentam as chances para a preferencia por intercursos com o mesmo sexo. Não é atoa que marinha e prisão tem coisas em comum, o excesso de homens em ambientes fechados.

Se antes, a religião promovia o casamento monogamico, onde no mínimo, 90% dos homens teriam um conjuge fixo, com a mudança de padrões coletivos de acasalamento, favorecendo o psicopata de alto funcionamento, muitos homens que não seriam capazes de encontrar o seu par do outro sexo, sem a ajuda da ”religião”, pais ou conveniencias culturais, agora se verão na árdua tarefa de faze-lo ou tentar faze-lo por conta própria. Resultado, muitos deles terminarão descontando seus ímpetos sexuais de forma mais pragmática. Quem não tem cão….

Não houve um aumento real da inteligência humana e isso nos ajuda a explicar o porquê de nossas amadas elites serem estúpidas….

Alguns estudos sobre processos seletivos eugênicos no passado, especialmente na Europa e o suposto aumento real de inteligência, tem demonstrado que as famílias mais ricas aumentaram os seus números na demografia de muitas nações. Por razões que beiram à obviedade, os mais ricos tem conseguido manter mais filhos vivos até a idade de reprodução do que os mais pobres. Apesar das taxas de fecundidade, possivelmente uniformes, as taxas de mortalidade e mortalidade infantil, eram brutalmente mais altas entre os mais pobres, resultando neste diferencial demográfico entre as classes sociais (hoje o quase-contrário acontece, 😉 ). Inteligência se relaciona com maior capacidade para acumular uma maior quantidade de ”recursos” como proxy de ”capacidade de sobrevivência” e em sociedades onde estes recursos são literalmente simbolizados como ”dinheiro”, observa-se esta clara relação.

Mas o conceito mais puro para inteligência, especialmente a humana, não se baseia na sobrevivência por meio do acúmulo de recursos como método de sustentabilidade de uma família, mas pela motivação intrínseca (amor, paixão) pela aquisição de conhecimento, objetivo, isto é, baseado no mundo real e que pode ser útil para a melhoria da coesão interativa com os pares de convivência, isto é, estender os benefícios da sabedoria a todos aqueles que compartilham o mesmo ambiente. Portanto, a inteligência humana não é apenas ou fundamentalmente, a aquisição egoísta de recursos como maneira de promover os próprios genes (ter muitos filhos), mas principalmente, na melhoria do ambiente como maneira de mitigar possíveis conflitos, isto é, riscos para sobrevivência, não apenas da família direta, mas também de todos aqueles que compartilham o ambiente. É uma evolução da capacidade de modificar o ambiente para o próprio bem estar, um estilo de capacidade que diferencia os seres humanos dos outros animais.

”Nossas amadas elites” são inteligentes para capturar uma grande quantidade de recursos para si próprios, mas estão desprovidas de macro-sabedoria, quando as atitudes e motivações intrínsecas, são estendidas para todos aqueles que compartilham o mesmo ambiente. Isso explica o porquê dos ciclos de civilização, onde uma sociedade complexa nasce, se expande com base em guerras e extermínios dos seus inimigos internos e externos, atinge o auge, entra em decadência e desaparece, deixando um rastro de destruição e estupidez, assim como também de inovações. Nunca ocorre uma real evolução, sob todos os aspectos da existência, moral, social, econômico… mas uma possibilidade, uma janela de evolução é aberta, mas que  aparece tarde demais para que as pessoas sábias possam solucionar estes problemas e produzir potenciais melhorias significativas para (e da) sociedade.

Um caso interessante para ser exemplificado é sobre a atitude ocidental em relação à homossexualidade. Parece claro que apesar das más intenções secretamente embutidas, a normalização do comportamento sexual recreativo, dentre eles a homossexualidade, abriu portas para um maior entendimento sobre a sexualidade humana (assim como também de outras espécies), sobre noções morais, noções de civilidade, do respeito à individualidade (como proxy para criatividade) em conluio com o respeito ao dever cívico, de ajudar a sociedade em que se vive, enfim… uma enorme gama de possíveis melhorias das interações interpessoais humanas, sob todos os níveis, apareceu, simbolizando a ”janela de oportunidades”, para a evolução da civilização, por meio da sabedoria, soma das semelhanças e especialização pseudo-alienante das diferenças. Encontrar pontos de união e criar novos novelos, mais diversos, mais enriquecidos, mais potencialmente vantajosos. No entanto, ao invés dos ”seres humanos, dito, seres inteligentes”, usarem seus super-crânios para produzir avanços na sociedade em que vivem, eles simplesmente concluem a partir dos problemas que a normalização do sexo recreativo previsivelmente produziria, que devemos voltar ao modelo de sociedade anterior, onde o sexo era canonizado por culturas dogmáticas, que teimamos em chamar de ”religião”. Em outras palavras, a janela de oportunidades não será apenas desprezada pelos ”super-crânios bípedes”, assim como também, sequer será notada, resultando na ”evolução circular” da humanidade, o mesmo que dizer, ”não-evolução ou re-volução.

A suposta inteligência superior do homem, ainda não é capaz de fazer aquilo que a meu ver, parece ser o mais simples. Portanto, deve haver uma explicação do porquê daqueles que literalmente decidem sobre nossas vidas de gado manso, serem completamente estúpidos assim como também de seus seguidores (os invejosos-brancos que também gostariam de ser tão ricos e ”bem sucedidos” quanto os seus primos mais astutos). E o meu palpite é que a madrasta-natureza não seleciona OS MAIS INTELIGENTES mas os MAIS ADAPTADOS, portanto, a capacidade individual para acumular recursos como maneira de sustentar uma família, de replicadores dos seus próprios genes, vence a capacidade intrínseca para a aquisição de conhecimento e o uso deste como método de melhoria do ambiente que é compartilhado não apenas por seus parentes biológicos, mas também por todos os outros.

Em conclusão resumida, a mãe natureza, que não é mãe, mas madrasta, dá preferência para o esperto subhumano, desprovido de senso de empatia-e-inteligência desenvolvidos, em relação ao verdadeiramente inteligente.

Nós saímos da selva, mas a selva não saiu de nós.

Alienação seletiva ou ‘ênfase seletiva sem competição intergrupal’ como hipótese para pseudo-mal adaptações

Nunca despreze veementemente o seu vizinho, ele pode ser um voraz psicopata competidor.

Semelhanças de condições bio-culturais podem ser ideais para promover co-adaptação com base em competição intergrupal.

Ninguém quer ficar em desvantagem. Isso é um fato. O predomínio de personalidade passiva entre os leste asiáticos (graças!!!) ou a pequena estatura dos pigmeus não foram ”escolhas” conscientes dos dois grupos mas caminhos inconscientes, não-estratégicos e nestes dois casos, baseado em isolacionismo territorial (pigmeus) ou geográfico (leste asiáticos), que produziu adaptações incomuns, vantajosas para o grupo mas que tem se mostrado desvantajosas para a competição intergrupal, ou seja, do grupo em relação a outros possíveis concorrentes. A desvantagem se dá porque como essas adaptações foram sendo enfatizadas sem qualquer grande ou constante concorrência. O altruísmo ‘alargado, abstrato e descompensado’ dos norte europeus também pode ser entendido como uma adaptação isolacionista, que é altamente adaptativa mediante uma perspectiva intragrupal, mas é desvantajosa mediante uma perspectiva intergrupal.

O que é ênfase seletiva??

Se você selecionar um grupo de ‘pessoas’ ou de ”animais” com base em elevada estatura e fazê-los procriar entre si, em um futuro próximo, nós teremos um grupo de pessoas altas, porque a altura é ( também é plasticamente) hereditária. Quanto maior a ênfase em um determinado ”traço”, mais hereditário ele se tornará. É a metáfora pseudo-satanista do barro que pode se tornar uma jarra.

Na espécie humana, existe uma diversidade de ênfase seletivas, quase sempre ocasionadas por eventos marcantes que produziram efeitos fundadores e que com o  crescente aprimoramento das ”técnicas bio-culturais”  vão se tornando mais e mais especializadas. E quando você não tem nenhum concorrente à espreita, essas especializações poderão não ser vantajosas para a concorrência com outros grupos.

A partir disso, adentramos ao termo ”alienação seletiva”, mas o que isso significa??

Alienação seletiva

Vamos imaginar que você tenha um restaurante. Suas preocupações se relacionarão com a melhoria do restaurante. Então, depois de um tempo de relativo sucesso, o rendimento do seu empreendimento começa a despencar. Apesar das melhorias que você promoveu como maneira de aumentar a freguesia, os resultados são o completo oposto daquilo que havia estipulado. Então você resolve dar uma volta pela vizinhança e descobre que tem outro restaurante, lotado de clientes e que, vejam só, ele é mais sofisticado e variado quanto à oferta alimentícia (comida japonesa e turca num mesmo restaurante, imaginem!!!) em comparação ao seu.

Este é um exemplo metafórico para ”alienação seletiva”, onde nós temos uma população geograficamente isolada (ou territorialmente isolada) que está promovendo a sua própria melhoria, se especializando em ser o melhor que pode ser, de geração em geração, mas que, despreza consciente ou inconscientemente os grupos vizinhos, candidatos à concorrência.

Existem outros cenários. Por exemplo, no caso dos pigmeus, a (pseudo) alienação seletiva foi territorial, onde apesar da curta distância, os pigmeus evoluíram com base em adaptações específicas, que se mostraram vantajosas para o grupo. No entanto, estas adaptações mostram-se desvantajosas em relação à concorrência intergrupal.

A alienação seletiva pode co-evoluir com super-adaptação (predação, parasitismo). O ponto mais importante que deve ser levado em conta aqui, ou seja, a hipótese fundamental, é a de que a adaptação evolutiva sem concorrência, poderá produzir a ”alienação seletiva”, em que a especialização adaptativa será uma vantagem intergrupral e uma possível desvantagem intragrupal.

A co-adaptação se assemelha ao exemplo metafórico do restaurante que eu usei. No entanto, ao invés do restaurante desprezar inconscientemente a concorrência ( ou o que seria melhor, prever possíveis cenários de concorrência intergrupal), ele vai se adaptando, tanto às suas próprias exigências quanto às exigências da concorrência, uma espécie de adaptação compartilhada.

O melhor exemplo deste cenário na espécie humana pode ser observada pelos judeus europeus (orientais e ocidentais) e sua incrível capacidade mimetismo, que é uma forma de adaptação compartilhada.

No entanto, mesmo os mentalmente enfatizados judeus, também podem e é muito comum na verdade, que se envolvam em comportamentos completamente irracionais como o moderno genocídio sistemático, lento e sofisticado que estão a promover contra os seus hospedeiros co-evolutivos e portanto, co-adaptativos.

A irracionalidade é uma paisagem comum na vida terrestre e isso explica por que comportamentos irracionais tem ceifado inúmeras vezes a evolução cultural, mental, biológica e adaptativa dos seres humanos.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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