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Qi e mundo real, analogias interessantes

Será que as pessoas de maior qi serão mais propensas a entender o mundo, literalmente, tal como realmente é ou está??

Será que as pessoas de maior qi serão mais rápidas para encontrar problemas e contradições, em seus respectivos cotidianos mas também em relação ao contexto social maior em que estão encapsuladas?? (e não apenas no seu ambiente de trabalho).

Será que as pessoas de maior qi tenderão a analisar corretamente cada notícia, em tempos de ”big mídia”, a que estão sendo expostas, para fazer jugalmentos corretos??

Este tipo de questão poderia ser aplicada ao mundo real?? Representa o mundo real??

No mundo de hoje, fala-se muito em teorias de conspiração. Algumas beiram ao ridículo, como os lagartos alienígenas de David Icke (ainda que, nunca se sabe… até agora, a meu ver, as chances de que esta teoria esteja factualmente correta, pareça se situar em torno de 2%…. Novamente, grandes chances de estar errado, mas minha mente não pode  simplesmente jogá-la na lata do lixo sem esperar por próximos capítulos).

Outras não são sequer teorias, porque se consistem em fatos, só que são politicamente incorretos. Por exemplo, costuma-se agregar (ou, as pessoas são direcionadas para esta ação) a teoria dos reptilianos com a ”conspiração dos judeus para o domínio mundial”. Tem até um desenho, os ratinhos Pink e o Cérebro, que elucida de maneira simples esta ”teoria”.
😉
No entanto, ”conspirações de grupos” acontecem a todo momento!!! Especialmente em sociedades tribalistas. Conspirações são a técnica fundamental para se fazer política nos dias de hoje e talvez, desde sempre. A competição entre famílias e indivíduos, nos ambientes de trabalho, no ambiente familiar, em todos os lugares, tende a se dar com base em pequenas ”conspirações”, em blefes. Mentimos, mentimos muito, consciente e inconscientemente. Apresentamos o que temos de melhor durante nossas interações interpessoais ou sociais e a maioria, joga pra baixo do tapete, aquilo que ”não lhes convém”.
No entanto, uma grande proporção de pessoas das quais  identificamos como ”mais inteligentes”, rirão da sua cara quando lhes disser que acredita em um ou duas ”teorias de conspiração”, que não são realmente ”teorias”, mas que foram propositalmente colocadas no mesmo rótulo para serem desacreditadas.
Em um mundo ”ideal” (ou forçadamente ideal), os mais inteligentes deveriam superar os medianos e os menos inteligentes em todos os quesitos que estão diretamente relacionados com o básico da existencia
-sobrevivencia
-adaptação
-reprodução
Mas eles não fazem. Se a idealização da inteligencia, tal como a conhecemos, não está funcionando, então devemos pensar qual que poderia ser a razão para esta situação, onde que aqueles que são premiados com status intelectual a partir da ”meritocracia” moderna, não são, em média, capazes de entender o mundo em que vivem e de agir com base neste entendimento, ou seja, o básico da existencia!!!
O meu palpite é que a inteligencia, que é parcialmente capturada em testes cognitivos, não leva em consideração a influencia da personalidade. Talvez fale disso separadamente em outro texto, com novos desdobramentos (eu gostei desta palavra, rs), mas por agora, eu vou dizer aquilo que tenho desenvolvido sobre o assunto. A personalidade é a constancia comportamental enquanto que a inteligencia, é a interação da parte técnica, cognição, ou seja, de nosso cérebro, de nossas capacidades puramente cognitivas, em relação a ”personalidade”, que literalmente falando, se consistiria na consciencia corporal semantica e sinestésica ( com base em fatores hormonais, fisio-cerebrais, corporais, etc) e que por sua vez, estarão acopladas para a interação com o mundo de fora. Nossa clausura natural. A inteligencia, portanto, é uma resposta a problemas (se quiser enfatizar por este prisma) ou a busca por soluções, que se faz com base na interação ”cognição + personalidade”. Personalidade é constante, internamente variável ou plástica, que chamamos de temperamento e ou comportamento, ainda que não sejam os mesmos, porque o temperamento desemboca no comportamento (o temperamento externalizado, literalizado), tal como os rios que desembocam em oceanos. A cognição, é a nossa capacidade mecanica ou cerebral de responder a uma multitude de eventos das mais diversas naturezas, ao passo que a inteligencia é o uso integrado de ambas, cognição e personalidade. Em estado de descanso, todos nós podemos usar nossas capacidades cognitivas mais ”puras” ou de natureza técnica. Mas geralmente, por causa de nossa constancia comportamental ou personalidade, ao ficarmos diante de uma bateria de testes cognitivos, seremos modulados pela interação da mesma sob a cognição.
Seria interessante pensar se não poderia existir uma espécie de sincronização de cognição e personalidade e se isso não poderia se localizar dentro do espectro da sabedoria.
Os testes de qi, segundo os seus maiores entusiastas, são a representação fidedigna de inteligência e portanto, pessoas com grandes pontuações no mesmo, serão capazes de aplicar este conhecimento, especialmente a partir do fator (psicométrico) g, ou capacidade para encontrar padrões, no mundo real. Em outras palavras, os psicometricamente inteligentes terão menor chances de cometer erros em suas análises do que os demais. Mas isso não parece estar acontecendo. Na verdade, parece que os mais inteligentes, segundo estes critérios, são em média, mais propensos, não apenas a cometer estes erros mas também a compartilhá-los via hierarquia sócio-cognitiva, muito semelhante à fictícia república de Lagado.
Os psicometristas, ou, boa parte deles, interpretam o conceito de ”mundo real”, com base em suas próprias perspectivas de ”seres contextualmente adaptados”, que nascem premiados com o tipo ideal de interação cognição+personalidade e que terão grandes chances de passarem com louvor pelas etapas meritocráticas unilaterais (confucianas) que o sistema construiu. Em suas cabeças, a partir do momento em que as pessoas de maiores capacidades psicometricamente cognitivas, forem melhores, em média, na adaptação ao contexto moderno e ‘civilizado” em que estão, então isso significará que a mesma analogia também poderá ser aplicada a todo resto. O mundo real para essas pessoas não é principiado pela  observação por todos os poros da relação ”homem e meio”, mas fundamentalmente, pelo  homem, em sua capacidade de oferecer trabalho de qualidade ao sistema. Eh como mensurar a capacidade de uma vaca de produzir leite ou de um boi de produzir ”boa carne”, não se está analisando inteligencia, em todas as suas perspectivas, mas a capacidade de ”formigas operárias” para atenderem ao sistema a que estão (sendo) subjulgadas. Este tipo de análise parte de uma série de pressupostos
– a inteligencia é apenas uma tendencia para respostas mecanicas que estão diretamente relacionado com o trabalho industrial ou ”atividades repetitivas”, que são requeridas pelo sistema,
– portanto a inteligencia não é uma constante, em igualmente constante interação com a personalidade,
– personalidade não influencia a cognição, ‘porque são dois elementos conceituais separados’ (a personalidade não é parte da cognição).
Será que a maioria de nossos gênios psicométricos são realmente capazes de entender o mundo, principiando pela capacidade de adaptação e/ou sobrevivencia??
Então vamos agora imaginar alguns exemplos retidos dos testes de qi, dentre outros testes psicométricos, só que aplicados na vida real
Sequências de números
0,1,3,6,10
Objetividade
Mesmo em uma ilha deserta, existem inúmeras distrações que poderão custar a vida daquele que habita este local hipotetizado. Portanto, há de se principiar por uma clara objetividade de ideias, ideais (ideias futuristas, que poderão ser transformadas em ações construtivas de longo prazo), ações, de curto a longo prazo, interpretações semanticas e ações. Quanto mais claras, precisas e abrangentes forem todas essas particularidades, maior será a capacidade de se mitigar perigos em qualquer ambiente.
 Vivemos em um labirinto mental. Pressupõe-se que ”o mais inteligente”, a partir desta perspectiva ou sabedoria, será também o mais apto para perceber a realidade que se encontra escondida.
Exemplo de aplicação do reconhecimento de padrões lógicos no mundo real a partir da tal ”teoria de conspiração sobre a dominação mundial de um certo povo”.
Algumas dezenas de milhões de pessoas que estão cultural e geneticamente relacionadas, ”dominam” (isto é, sua ínfima elite) a maior superpotencia de nossa era e por tabela, o resto do mundo.
”Para saber quem te governa, voce precisa  descobrir quem você não tem permissão para criticar” Voltaire
Este grupo, também detém o poder em todas as demais nações ocidentais mais poderosas e ainda em relação a superpotencia da atualidade, ”a mais poderosa”, esta tem grande influencia no resto do mundo, por causa dos meios de comunicação modernos e também por sua exuberancia suavemente totalitária.
Alguns amadores debatedores lhe perguntará ”como pode ser possível que uma população tão pequena, possa ser capaz de dominar uma nação de 320 milhões de almas”**
Ou é desonesto (isto é, sabe da verdade mas prefere esconde-la e negar diante de ti que concorda com os seus pressupostos), ou é estúpido e por causa do seu ”preconceito” (negativo), prefere defender aquele que está acusando de fazer isto ou aquilo (claro, menos o homem branco, este voce pode depenar a vontade).
Apenas fale sobre padrões hierárquicos, que não há a necessidade de domínio de cada pedaço de um país para dominá-lo, basta dominar os pontos mais hierarquicamente importantes. Por exemplo, voce não precisa ter o controle de cada pedaço do Brasil para dominá-lo, basta dominar as principais metrópoles (São Paulo e Rio de Janeiro) mais a capital federal, para que possa ter o controle de quase todo o território, ainda mais em tempos de globalização, onde tudo está mais conectado.
Associações verbais ou semânticas
”baixas taxas de natalidade nativa está para redução populacional nativa assim como imigração de massa está para substituição demográfica”
ou
”islam está para intolerancia assim como liberdade está para ”viver em um ambiente sem a tal religião da paz” ”.
Mundo real, contextualizado.
Para falar sobre os dois temas acima, ou melhor, para entende-los, existe a necessidade mínima de se ter real conhecimento em
– demografia
– estatística básica
– história
– pensamento lógico-dedutivo
– pensar na mãe e na sua própria liberdade.
Apenas pelos discursinhos de prezinho que predominam nas ”humanidades”, especialmente sobre o segundo exemplo, pode-se perceber que a relação entre ”capacidade de associação semantica ou verbal a partir de uma perspectiva real” e ”maiores pontuações em testes de qi verbal”, não parece ser assim tão significativa, se em cada departamento de ciencias humanas nós vamos encontrar uma quase unanimidade em relação aos pressupostos docemente totalitários que se consiste o pseudo-socialismo coletivista oligárquico.
Inteligencia não é apenas cognição… que não é apenas qi.
Os hormonios também podem estar tendo um grande papel para a castração voluntária de muitos destes ”humanistas”. Eles só querem um mundo melhor, mas seus hormonios, os impedem de conseguir visualizar de maneira coerente este tal ”mundo visionário de igualdade e properidade coletiva”.
Tempo de reação
O tempo de reação se relaciona guturalmente com
– capacidade de se antecipar a ocorrencia de problemas, diga-se, que em sua maioria serão estúpidos,
– capacidade de se praticar justiça ou evitar a injustiça,
– múltiplas utilidades cognitivas como ser ágil em debates,
– capacidade de sobrevivencia.
Exemplo das eleições no brasil
Ainda existem muitos seres delirantes que continuam a acreditar na inocencia candida do desgoverno atual que imola este país, que é desgraçado desde o nascimento. Em outras palavras, o lobo já lhe mostrou que deseja comer a sua carne fresca e gorda. Já disse pra que serve o seu nariz grande, suas orelhas de abano grandes, sua boca grande, suas mãos peludas e grandes, e já está afiando o garfo, babando e olhando com cara de psicopata pra voce. E, só pra não perder o hábito de ser sacana, o lobo ainda está lhe fazendo cair em confusão ao afirmar que não pretende fazer aquilo que seu próprio corpo está sinalizando, está dizendo.
 
se olha como prostituta, se veste como prostituta, ganha dinheiro com sexo, então é o que??
Muitos ”genios psicométricos”, pelo que está parecendo, não costumam ser muito bons na hora de reagir. O fazem em um sala fria, quando tem um conometro ao seu lado, que está sendo manuseado por um psicólogo. Em um mundo real, onde pensamentos e ações tomam forma real, impactam pessoas ao redor e mesmo em outros continentes, o fulaninho genial é mais lerdo que uma tartaruga de greve.
tempo de reação ainda para
contradições
‘é socialista mas gosta de tomar caviar”
quer igualdade. mas usufrui da desigualdade.
Isso deveria ser simples.
Se diz que é uma coisa, mas faz outra, então isso se consiste em uma clara contradição e deveria ser motivo de repúdio, no mínimo, para começo de conversa, por pessoas que são verdadeiramente racionais.
E as diferenças entre estar adaptado e/ou de ser cognitivamente inteligente (mas não em termos de personalidade) e de ser adaptável
Os ”mais adaptados” são conscientemente melhores para o ato de se adaptar ou modular o comportamento para aderir as exigencias ambientais??
Não.
A maioria daqueles que ocuparão posições laborais confortáveis em ”nossas” sociedades ”modernas”, já terão um belo de um empurrão por parte da ”mãe”-natureza ao nascerem contextualmente perfeitos para seus respectivos macro-ambientes sociais. Eh como se fosse um animal não-humano que estivesse perfeitamente adaptado ao ambiente onde vive, ao seu hábitat. Portanto, quando ”é o ambiente, que por um sopro de sorte, ”te seleciona” ”, isso não se consistirá em uma qualidade reativa, isto é, uma capacidade, mas uma vantagem apessoal, que lhe foi dada pelo novelo de circunstancias favoráveis.
O talento ao nível do genio para a adaptação, independente dos contextos naturais que se apresentarem, encontrar-se-á fortemente presente em
psicopatas de alto funcionamento
e
sábios.

”Comendo o abacaxi” chamado educação, parte 87

Professores americanos tendem a pontuar em torno de 110 em testes de qi, especialmente aqueles que pertencem as raças branca e leste asiática. Já os professores das minorias cognitivas menos coletivamente ”inteligentes”, tendem a pontuar mais baixo, mas (quase) sempre em torno de 5-10 pontos acima da média do seu grupo (parece ser um padrão universal). Testes de qi são relativamente bons, em termos qualitativos (e predominantemente bons, em termos quantitativos) na mensuração dos neurotípicos e quanto mais distante da ”normalidade neurológica”, menor será a relação entre pontuações de qi e ”tamanho quantitativo” da inteligência. Como eu sempre falo aqui, não é nem 8 nem 80. Não é ”qi não mede inteligência”… ou ”qi mede totalmente a inteligência”. As melhores e mais corretas das conclusões geralmente se localizarão no meio de um espectro de  respostas possíveis ”e” lógicas.

Esta discrepância psicométrica entre a inteligência técnico-escolástica dos professores e de seus alunos ( que geralmente pontuarão na média de seus grupos estatísticos mais caracteristicos) nos quer indicar alguma coisa, não??

Será que a suposta transferência de conhecimento dos professores para os seus alunos, os farão tão inteligentes quanto eles??

A resposta mais coerente, madura e lógica é um NÃO, porque a inteligência, independente de sua dimensão ( escolástica, intelectual, sinestésica…), é

-genética e hereditária em sua origem,

-e individualmente limitada.

A confusão entre causalidade e correlação

 

É o acesso à educação que aumenta a inteligência das pessoas?  Ou são as pessoas mais escolasticamente inteligentes que tiram melhor proveito dos anos escolares??

O ”combo” bom sistema educacional + uma população com potencial coletivo cognitivo igualmente bom, é muito provável de resultar em um país desenvolvido.

As diferenças  dos sistemas educacionais ao redor do mundo não são significativas. Os melhores sistemas educacionais tendem a ter menor número de alunos por classe, maior acesso à tecnologia,  melhor infraestrutura,  professores ”mais preparados” ( e mais inteligentes, em média, também…ou…  são os Professores mais inteligentes e conscienciosos QUE são melhores pra lecionar**). Todos estes fatores fazem um bom sistema de ensino.

Mas são apenas resultados de sociedades que conseguem prover maior segurança e funcionalidade a longo prazo aos seus habitantes. Como eu já falei uma vez aqui, em uma sociedade onde que as pessoas são mais ou menos responsáveis por suas ações, pode-se mensurar com base em simples panaceia de observações, o quão inteligente eles serão, em média, coletivamente falando. Portanto, se voce tem uma população pequena e que é fortemente dependente do estado para gerir as suas vidas, pode ser menos provável de se observar esta correlação entre comportamento inteligente e inteligencia.

Quantos professores que voce conhece que são polímatas***

 

Poucos, muito poucos. A maioria dos professores são especializados em sua área e tem um conhecimento invariavelmente razoável em outras áreas. Quem sabe muito de portugues, saberá um pouco (ou muito) menos de matemática, claro que com as suas devidas exceções exaltadas. No mais, esta mais parece ser uma característica de pessoas com inteligencia geral acima da média, em termos de qi, 5 a 10 pontos acima da média (100) que tendem a ter.

Os próprios professores, aplicam, separadamente, um conjunto de conhecimentos variados e ascendentemente complexos ( que aumentam de dificuldade ao longo dos anos), que eles mesmos ”não conseguem” aprender, de maneira uniforme, depois de anos na escola (e muitas vezes de especialização no ensino superior). A proporção de conhecimento adquirido pelos próprios professores  durante os anos escolares não deve ser mais do que 50%, em relação a todas as matérias e maior para a sua própria matéria de especialização, é claro. E seus alunos, que tendem a ter inteligencia média, especialmente se for em escolas públicas comuns, e abaixo da média, em escolas públicas de bairros pobres, terão internalizado entre 10 e 30%, em média, do conhecimento passado em maçantes 16 anos de escola.

Resumindo o dramalhão sem sentido da escola

”Os professores, em média, tentam forçar os seus alunos a aprender de maneira mais ou menos uniforme, um conjunto muito variado e discrepante de conhecimentos, que eles mesmos não conseguiram aprender desta maneira e nesta quantidade. Eles aplicam aos seus alunos, critérios quase impossíveis de ”aprendizado ascendente, acumulativo e uniforme” dos mesmos conhecimentos que eles mesmos não conseguiram aprender.

O cérebro é um músculo mas nem todo mundo, aliás, a maioria, não terá motivação intrínseca ou energia natural para usá-lo com menor parcimônia do que  habitualmente se faz entre as massas.  Mas o professor médio não está preocupado com essas ”idiossincrasias”, porque ele realmente acredita que sejamos todos iguais ou que apesar das claras diferenças de capacidade entre os seus alunos, todos, se forem suficientemente motivados, serão capazes de ”aprender” e no mesmo ritmo e nível . Aprender o quê?? 30% ”de” matemática, 40% ”de” português, 10% ”de” inglês, 10% ”de” ciências biológicas??? Além do valor quantitativo, será que internalizarão estes conhecimentos e saberão demonstrar que tem domínio sobre eles por meio de exemplificaçoes, analogias e/ou metáforas no mundo real??? A resposta vocês já sabem! O professor não é auxiliado por conhecimento em comportamento humano, que o setor do RH, de qualquer empresa, costuma ter.

Tipos de personalidade??

Não.

Tipos de. inteligência??

Não.

Motivações pessoais dos alunos??

Não.

Vamos ser sinceros aqui. Você joga o seu filho em um ambiente potencialmente hostil, especialmente se ele for especial ( virtuoso),  para fingir que ele irá conseguir memorizar E aprender ao menos metade daquilo que ”estudou” e que estar[a sob a tutela de um tolo irresponsável que não é auxiliado por conhecimento prático e legítimo em psicologia, mas por ideologias ultrapassadas ( aliás, que nunca foram atuais, porque sempre estiveram equivocadas… e sempre ressaltando as exceções de professores astutos e aqueles que estão abertos a aprender com os próprios erros).

Por favor não culpe os professores. Em quase todas as profissões nós iremos nos deparar com  situações semelhantes. O sistema não quer qualidade quantitativa, ele quer quantidade qualitativa. Quer muitos especialistas técnicos que irão repassar as suas diretrizes.
A escola parece ter várias funções, além daquela que fomos manipulados para acreditar que fosse a fundamental.

Inculcar ideologias, manter uma das  frações não produtivas das nações ocupada enquanto que seus pais estão no trabalho e servir de pretexto para manipular a maioria da população sobre a suposta igualdade cognitiva dos seres humanos.
viu só?? Seu filho é um ”’rato de laboratório” e você acredita que a escola seja uma coisa boa pra ele.

Então temos professores que tem médias de inteligência técnico-quantitativa, acima da média ( não tanto porque muitos acabam bancando o tolo ”idealista” ), que acreditam que possam transformar o seu filho, mais ou menos naquilo que eles mesmos são, em uma pessoa com inteligência acima da média. Se seu filho for acima da média, não será muito difícil de ”ensiná-lo”, ainda que motivações pessoais, personalidade e estilos cognitivos sejam muito influentes no desempenho de crianças, adolescentes e adultos nestes tipos de funções técnico-repetitivas.
A maioria dos professores exigem que os seus alunos aprendam uniformemente e com excelência aquilo que passaram no quadro negro, mas nem o próprio professor é capaz de atender as exigências que impõe aos seus pupilos. Enquanto que infligem sofrimento intelectual ao pessoal do fundo da sala, que geralmente, terão motivações consistentemente discrepantes em relação a ”prestar atenção nas aulas” e/ou que serão menos inteligentes, os professores ainda por cima serão suscetíveis de agirem como doces tiranos em relação aos estudantes mais inteligentes e questionadores. Não tente questionar professores, eles não costumam gostar deste tipo de atitude.

Para passar de ano, sem qualquer ajuda extra ( isto é, empurrão), você precisa ”ter” um qi médio ( que geralmente acompanhará a média Nacional), no mínimo. Nos EUA, por exemplo, a média necessária para passar no Colégio público, deve se situar em torno de 100. Apesar disso, sabemos que sempre se desenvolvem maneiras de se ”burlar” esses imperativos, até porque muitas pessoas não serão capazes de passar de ano na escola. Assim como acontece no Brasil, há um excesso de aprovações ou boas notas no boletim, que em circunstâncias ( pseudo)  meritocráticas, seria reduzido de maneira significativa.  Eu por exemplo, que suspeito que tenha grande discrepância entre a minha inteligência geral e os tipos mais especializados, especialmente a inteligência verbal, sempre tive muita dificuldade nas matérias de exatas, matemática, física, química. E até em biologia. Motivações intrínsecas distintas ( ou mente ”independente”), perfil e estilo cognitivo, me desfavoreceram na hora de acompanhar a turma nessas matérias.
Se partindo da ideia de que a média necessária para não entrar em recuperação ou mesmo repetir de ano,  possa ser equivalente a uma média de qi 89, no Brasil, ou um pouco mais que isso, se pontuações em comportamento  costumam inflar de maneira não-cognitiva as notas, então as minhas habilidades matemáticas, é provavel, de que serão muito baixas ou ao menos, bem abaixo da média ”universal” ( padrão britânico)  de qi. Minha capacidade  cognitiva ( técnica)  em ”exatas” ( e de lambuja, em química), devem estar bem abaixo da média, talvez tão baixas quanto 80 ( mas o mais provável é que ”se situe” em torno  de 90).
E se não fosse pela facilidade de se passar na recuperação, em escolas públicas brasileiras, talvez eu tivesse ficado preso na escola por mais uns 3 anos.
Tal como foi encontrado neste estudo com crianças prodígio, discrepâncias em pontuações psicométricas, parecem ser muito comuns em tipos talentosos. E como eu ja pincelei aqui, a motivação intrínseca intensa e naturalmente motivada pode ser explicada, em partes ( ou fundamentalmente ) com base nestes perfis cognitivos muito especializados e mais fracos em ”g” ( psicometrico ).

 

Mas nem tudo esta perdido no reino da educação

 

Minhas críticas à educação costumam ser muito ácidas, talvez para você meu caro leitor, mas são necessárias, porque o modelo de escola que temos não é apenas ultrapassado, porque não seria tão ruim se fosse ”só” isso (ultrapassado porém bom), porque é completamente equivocado. Parte-se de premissas essencialmente erradas e provoca muito sofrimento, psicológico e cognitivo a milhões de seres humanos.
Mas nem tudo está perdido, porque pelo que parece, a escola se faz fundamental em muitos aspectos cognitivos não é porque é fraca em muitas perspectivas que será uma negação completa. Um outro exemplo pessoal, prático e simples. Se não fosse pela escola, eu, provavelmente, não teria aprendido tabuada. A escola, em condições ideais, serviria para transmitir o conhecimento humano milenar acumulado de geração em geração. No entanto, os seres humanos são cognitivamente diversos e esta transmissão serão muito variável, tanto em termos quantitativos, quanto em termos qualitativos. O método é imperfeito porque tem de se desprezado com veemência a diversidade cognitiva que impera entre os seres humanos. Portanto, ainda há salvação no Reino da educação, mas se ignora imperativamente necessário reforma-lo, porque já passou a muito da hora de fazê-lo.

A escola consegue reunir um conjunto variado de conhecimentos que tem sido acumulados desde a milenios, infelizmente, menos aqueles de natureza prática, para nos fazer mais inteligentes em nossas atitudes do que em nossas ideias, se as ideias tem como finalidade as ações. No entanto, o ser humano não é extremamente sensível a ”intervenções ambientais”. A interação entre genes (nós) e ambiente(s) se dá de duas maneiras

  • negociação
  • reciprocidade

Quando internalizamos uma ideia, boa, neutra ou ruim, caminharemos para sermos ”empaticamente” recíprocos a ela. ”Quando o santo bate”. Nossa personalidade ”e” cognição aceitam ou entendem uma ideia, como jogar lixo no lixo ou parar de comer carne. Isso é reciprocidade, entre um ser de carne e osso (ou seja, voce e eu), e uma abstração, que é um prelúdio a ação.  No entanto, nós também podemos negociar. Tal como acontece na cidade de Singapura, onde que, neste caso em específico, não houve exatamente (pelo que parece) uma negociação, mas foi determinado pelo bem geral da micro-nação endinheirada, que mascar chicletes, poderá se dar apenas com autorização médica e com ressalvas que parecem ser muito duras para o padrão ocidental, porque se for pego emporcalhando as ruas, então terá de se submeter a uma série de procedimentos tais como a exposição pública (leia-se, humilhação) e pagar alguma multa de valor astronomico ”para” tal ato. Pode parecer um exagero, mas a tolerancia zero é que a tende a ser mais efetiva na inibição de certo comportamento, abrangendo uma boa parcela da população, desde aqueles que estão mais propensos a acatá-la, até aqueles que só o fazem na base da chantagem. Portanto, a ”negociação”, como o sistema escolar, podem servir de incentivo. Outro exemplo, absurdo e inútil, a partir do momento que continua a cometer os mesmos erros e a negar a diversidade cognitiva natural, porém menos capenga que a crença esquerdista em igualdade. Dar dinheiro as crianças e adolescentes, para ”incentivá-los” a estudar. Se tem um recompensa, a maioria irá se esforçar um pouco mais. Mas como eu já falei aqui, se não é natural, este esforço terá grandes chances de ser em vão.

Se não fosse pela escola, talvez, eu não tivesse aprendido tabuada. Portanto, ainda existe um saída para a mesma, que será de evoluir, finalmente!!

A escola, em condições ideais, é o local onde que parte de todo tesouro de conhecimento humano acumulado estará sendo transmitido ou na tentativa de faze-lo. Mas  há de se entender como que funciona os seres humanos em todas as suas pluralidades individuais e de se jogar no lixo ideologias que desprezam o indivíduo em prol de abstrações vagas.

A psicologia, a neurociencia, a filosofia, sabedoria e a criatividade estão aí.

Novo (velho) combo de ideias

1- Inteligencia como cognição + personalidade e definição mais literal desta segunda.

A inteligencia é a interação entre cognição e personalidade, enquanto que aquilo que entendemos como inteligencia, na verdade, se consiste apenas na cognição, o componente técnico. E o componente intelectual seria a junção da personalidade e da cognição, a inteligencia per si.

E a personalidade**

A personalidade é a extensão da cognição, como moduladora de nossas técnicas espectralmente habituais de interação e de auto-consciencia ou o reconhecimento direto de si mesmo, claro que neste caso, o termo auto consciencia se relacionará com o básico da mesma, a autoconsciencia primitiva, que a maioria dos seres humanos estão mais ou menos dotados.

A personalidade é o reconhecimento do próprio conjunto de intempéries biológicas (hormonais, físicas, neuroquímicas e … pedagógicas).

2- ”Idade mental final” via desenvolvimento assíncrono universal (e não apenas para superdotados).

No texto ”Entendendo esquerdismo”, eu comentei sobre a possível idade mental (que não é a mesma que a cronológica) dos esquerdistas médios, que seria em torno dos 18 anos (mas cá pra nós, talvez eu esteja exagerando e a idade mental média deste grupo possa ser rebaixada para uns 16 anos. Pode parecer pouco, mas esta diferença de dois anos faz muita diferença no comportamento das pessoas), em comparação a idade mental média do brasileiro (médio, o famoso BM), que se situaria em torno dos 13 anos.

Nós nascemos, crescemos, chegamos ao ápice (para a reprodução), envelhecemos e morremos.

Nossa idade mental acompanha o desenvolvimento de nossa inteligencia. Quando chegamos ao ápice de nosso desenvolvimento biológico, este também será o nosso máximo, na maioria dos casos (imagino), em relação a capacidade cognitiva. No entanto, as pessoas são diferentes e apresentam diferentes ápices cronológicos ou etários e cognitivos.

Talvez, o sábio fenotípico (ou sábio prodígio), que é aquele que está sempre aprendendo e que é precoce em sua capacidade de autoconsciencia, possa apresentar uma de-sincronicidade entre o  seu ápice cognitivo e o seu ápice biológico. O início da juventude será geralmente o ápice do ser humano médio, em que todo o seu vigor jovem irá se manifestar. O ápice biológico em neurotípicos, também poderá significar o fim do seu desenvolvimento cerebral ou plasticidade e a partir disso, ele poderá utilizar a sua capacidade no seu máximo.

O desenvolvimento do cérebro tem sido, na minha opinião, erroneamente chamado de ”período de plasticidade”. Parece mas pode não ser isso. O cérebro humano é maior que de nossos primos evolutivos, sem falar na maior encefalização em relação ao tamanho do corpo e em sua maior complexidade. Nossas experimentações são únicas, mas nosso desenvolvimento talvez não será assim tão distinto. Sim, voce pode ser uma ótima pessoa, mas pode acabar matando alguém por legítima defesa nos seus 15 anos de idade. A discussão sobre a exposição a ambientes favoráveis também não está terminada e eu sou do palpite que haverá uma diversidade quanto a necessidade destas intervenções para o estímulo cerebral, talvez, metaforicamente falando, os mais inteligentes e especialmente os mais geniais, sejam aqueles que estimulem mais os seus músculos cerebrais, de maneira natural, uma motivação intrínseca, tal como acontece com os halterofilistas, ainda que saibamos que ”mesmo” entre eles, haverão potencialidades diversas e limitadas. Da mesma maneira que temos uma minoria de pessoas que são extremamente engajadas na musculação, não parece equivocado concluir que também teremos uma parca quantidade de pessoas que serão naturalmente engajadas em atividades mentais.

Pelo que parece, nós temos um contínuo de intensidade na motivação intrínseca intelectual, em que alguns serão fortemente (e naturalmente) motivados para  a enfase em atividades intelectuais (das mais diversas naturezas), a maioria com motivação de intensidade média (a maioria da população), e aqueles com pouca a nenhuma motivação (os elásticos que são menos plásticos ou mais duros, que não dá pra expandir muito). Isso validaria as suspeitas dos filósofos do século XIX sobre a genialidade como uma irritação cerebral que provoca profunda motivação intelectual.

O fim do desenvolvimento cerebral (que alguns chamam de plasticidade), que se dará de maneira diversa, resultará no estabelecimento final da idade mental.

Ainda sobre estimativas coletivas de idade mental

O conservador médio, o religioso literal, teria uma idade mental média de 13,14 anos (claro, atenham-se a palavra ”média”) enquanto que a elite cognitiva conservadora teria idade mental média de 20,24 anos.

A sabedoria, que se baseia na rejeição

  • do pensamento binário,
  • da confusão entre abstrato e literal,
  • da confusão entre causalidade e correlação.

… teria como limite mínimo de idade mental, na casa dos 30 anos, enquanto que o sábio fenotípico teria uma média de idade mental na casa dos 40 anos, o dobro (ou a soma) dos esquerdistas e dos conservadores mais cognitivamente avançados, se realmente podemos dizer que ambos ”tenham” essas médias.

Portanto, temos o desenvolvimento assíncrono ou não-linear, em média, de nossos cérebros, que resultam nas maiores flutuações comportamentais, especialmente durante a adolescencia e que cessarão ou diminuirão quando o período de maturação cerebral terminar, perfazendo nossos perfis  maduros de personalidade e cognição. O baixo desenvolvimento da capacidade empática, por exemplo, em comparação a um grande desenvolvimento na capacidade verbal, irá resultar em um perfil cognitivo e de personalidade (inteligencia) final onde que estas discrepancias estarão presentes e mais constantes, depois da explosão hormonal da adolescencia. O fim do desenvolvimento assíncrono, resulta na construção final da personalidade, internamente variável, discrepante.

Idade mental talvez possa ser descompactada da idade cognitiva, que os testes cognitivos, medem e que durante um século, tem sido tratada como ”mental”. Ainda que aja uma correlação positiva entre maior inteligencia escolástica ou técnica e comportamento maduro, isso não significará que a maioria dos mais inteligentes, a partir desta perspectiva, serão de sábios, como temos observado arduamente.

Pela lógica )abstrata), que pensei, os sábios seriam como uma junção de conservadores e esquerdistas, que poderiam entender um mundo em múltiplas perspectivas, ao passo que os dois tipos dogmáticos, apenas entenderiam ”o seu lado”. Avatares perceptivos*

3- Esquerdismo é a estratégia evolutiva para aumentar mutações ou ”diversidade” enquanto que o conservadorismo é a estratégia evolutiva para manter a paisagem genética predominante.

Porque os esquerdistas são mais mutantes que os conservadores, menos parecidos com seus pais e com tipos de personalidade mais incomuns, menos ”tradicionais”. Tendem a ser mais neuróticos (a partir de diferentes perspectivas de personalidade), sofrem com maiores incidencias com distúrbio de humor, são mais geneticamente discrepantes do fenótipo nacional…

4- Estamos todos diversos, heterossexuais também são sexualmente diversos entre si.

A diversidade sexual não se aplica apenas as minorias, mas também a maioria heterossexual e me ajuda a mostrar que existe uma continuidade de traços para que existam homossexuais masculinos e femininos, nada novo no reino da biodiversidade humana.

5- Diferenças étnicas de mes (estação) predominante de nascimentos***

Será que os negros são mais propensos a nascerem na primavera e no verão** E os brancos europeus** E os judeus** e os árabes** E os leste asiáticos*….

6- ”Cada um tem a ‘doença mental” que merece”….

Brancos europeus = um misto de esquizofrenia (papai noel, coelhinho páscoa, jesuiss, criatividade, pensar no impossível, 50 tons de fanatismo) com autismo (tecnologia, ciencia, artes, filosofia, pensamento literal…. que quando se mistura com a kizumba do pensamento mágico ou ”over”-idealizado, sai de perto!!!),

Leste asiáticos = autismo ou espectro maior da faculdade de engenharia, kkkkkk,

Judeus = psicopatia e tdah, enérgicos, manipulativos, criativos e astutos (o lado obscuro da sabedoria),

Negros = esquizofrenia e tdah, também com tendencias para o pensamento mágico (porém, menos sofisticado que aquele que os brancos europeus produzem) e várias características que costumam ser mais comuns entre os tdahs.

7- Novamente a métafora de ”Laputa” e ”Lagado”, do clássico da literatura mundial, ”As Viagens de Gulliver”, de Jonathan Swift.

Todo mundo tem o seu pólo magnético!!

uns olham pro lado direito, outros pro esquerdo, outros pra cima, alienação natural de personalidade (perspectiva existencial, ainda vou falar sobre isso!!)

8- Melancolia e neuroticismo.

Neuroticismo ou estado emocional negativo. Para que se possa desenvolver análises negativas sobre a realidade, é necessário ser um pouco neurótico não**

 9- Energia cerebral do gênio ou ”doença mental”. Ter o controle ou não ser controlado pelo conflito interno ou doença mental, o avatar. Naruto, a raposa de 7 (+2;) caudas.
Naruto, avatares..
A domesticação se consiste na neutralização ou redução não-qualitativa do instinto com base na neotenia parcial (retenção de características infantis e posterior redução do cérebro). Se Lombroso estiver correto e genios e criminosos serem bio-produtos de eventos epigenéticos (complexamente herdados) muito similares, então o seu atavismo  poderia então ser interpretado como a manifestação parcial do primata selvagem (enquanto que o criminoso seria a manifestação predominante do mesmo), que está, metaforicamente falando, preso dentro de nossos corpos, neutralizado por mecanismos de neotenia parcial ou domesticação, a qual nossos antepassados tem sido submetidos e nós somos os bio-produtos desses processos sucessivos. Isso poderia ajudar a explicar o porque da maior inteligencia (a nível coletivo) dos leste asiáticos e a menor porcentagem de criatividade (a cepa ”tdah”**) entre eles.
O genio muitas vezes, parece que será como uma forma singular e poderosa de adaptação.
Talvez todos nós tenhamos este potencial, só que muito improvável de ser ”conquistado”, tal como eu determinei de acordo com a minha metáfora das piscinas e do peso dos objetos para explicar os graus de hereditariedade comportamental, se nossas diferenças se deem com base em níveis e não em grandezas. Mas em alguns poucos, esta predisposição estará naturalmente aflorada. Para alguns, as maçãs serão fáceis de serem pegas na árvore enquanto que para outros, haverá um grande esforço, muitas vezes que será provável de ser exaustivo, e que poderá ter graves efeitos colaterais.

Entendendo o esquerdismo

Entendendo (ou, tentando entender) o esquerdismo:

Esquerdistas ou ( socialmente)  liberais são mais propensos a serem
ansiosos,

depressivos ( homens  fortemente conservadores também reportaram maior incidência de depressão mas bem menos que entre os fortemente esquerdistas ),

a sofrerem de fadiga crônica

a terem transtorno bipolar e transtorno sazonal de humor,

a terem sono mais instável e a terem maior frequência de sonhos com temática homossexual.

Por que os esquerdistas insistem sobre a supostamente ”enorme” influência de ”fatores ambientais” para explicar o comportamento humano ao invés da genética??

Boa parte dos argumentos feitos pelas pessoas, mesmo as de maior inteligência, em conversas e debates televisivos ou no cotidiano, são baseados em auto-projeção. Quando defendemos qualquer ideia, é muito provável de estarmos defendendo a nós mesmos. Não é um debate de ideias neutras retidas de uma apanhado de hipóteses racionais, mas sim de teor ideológico, e isto quer indicar, dualista ou extremista, tribalista e pessoal. Os socialmente conservadores não escolheram a sua ”ideologia de vida”, eles SÃO conservadores, em algum grau importante e difícil de ser mudado ou que  se relaciona umbilicalmente com a sua essência existencial ( reprodução e/ou sobrevivência) . As pessoas que sao mais emocionalmente instáveis podem de fato serem mais influenciadas pelas intempéries ambientais do que em relação aquelas que são mais emocionalmente controladas. Portanto, pode-se dizer que especialmente para os socialmente liberais ou esquerdistas, os ”fatores ambientais” ou ”não-genéticos” podem ter um maior impacto em suas respostas reativas de curto e longo prazo  do que por  exemplo, em relação aos conservadores ou a pessoas mais emocionalmente maduras. Quando nega qualquer participação genética no comportamento humano, o esquerdista médio está apenas fazendo auto projeção, que não seria muito diferente do que dizer ”Eu sou mais influenciado pelo que acontece de curto a longo prazo comigo… e isso deve acontecer com todo mundo”.
Claro que a conhecida ignorância esquerdista em relação a lógica ou coerência mental e ciência, especialmente  a biológica, também interfere no produto final ou  suas argumentações coletivamente uníssonas e holisticamente equivocadas.
No entanto, algo mais profundo do que apenas ”estupidez”, deve ter maior importância  na deflagração das crenças esquerdistas sobre behaviourismo. Da mesma maneira que a explicação para o comportamento habitual de conservadores médios, fervorosamente religiosos, perpassa as crenças filosóficas no livre arbítrio (autisticamente literalizado), que chamamos de predisposição genética, o mesmo acontecerá com qualquer grupo ou mesmo a nível de  indivíduo. Eu não duvidaria que as pessoas que são mais emocionalmente instáveis fossem também mais propensas a acreditar que seu comportamento fosse fundamentalmente modulado pelo ambiente e não a partir da atuação em conjunto  das intempéries ambientais e  de fatores genéticos ou nós mesmos, tal como que é compreendido por boa parte dos cientistas da área. O esquerdismo também parece se relacionar de maneira distinta com o narcisismo em comparação ao conservadorismo. Narcisistas em média são mais propensos a fazer considerações retidas de suas próprias opiniões. Não é errado fazer isso, eu mesmo uso a todo momento esta técnica aqui no blogue, o problema se dá  quando fazemos generalizações ilógicas ou inferências equivocadas, o famoso exemplo

‘eu não concordo que os negros sejam menos inteligentes, porque eu mesmo conheço muitos que são muito mais inteligentes que muito branco”.

Os esquerdistas também podem ser mais propensos a sofrerem de transtorno pós traumático. A hiper sensibilidade emocional que no passado era denominada como histeria, pode ter um papel para as constantes atitudes de extrema intolerância por parte deles quando se deparam com opiniões que destoem das suas. A incoerência mental é uma característica marcante entre muitos esquerdistas. A partir daí abrem-se brechas para muitas especulações.

A hipótese ”inteligente mas nem tanto”, se daria pela possibilidade de que o esquerdista médio seja a representação média das pessoas de inteligência (técnica ou cognição) razoavelmente-alta, de nível de estudante a professor universitário, principalmente das humanidades. Que não é uma assumidade cognitiva mas também não é um ‘‘average Joey”. Quando comparamos esquerdistas e conservadores clássicos, vemos diferenças pronunciadas entre suas capacidades médias, apenas pelo que  suas ideologias dizem. Por exemplo, o esquerdista médio tende a ser ateu e a duvidar da narrativa bíblica ou de qualquer outra religião, ainda que ensaie alguma tolerância superficial para a pluralidade religiosa ( menos o cristianismo porque seus Mestres lhe ordenaram que fosse assim ).  Em compensação, o conservador médio, em média ( e bota média nisso),  tende a acreditar literalmente nestas estorinhas de início de civilização. O pensamento mágico é uma característica importante em sociedades pré-civilizadas e uma boa parte dos conservadores por acreditarem nestes papos de igreja, são mais prováveis de serem mentalmente ”primitivos”.

O esquerdista médio e as cepas mais evoluídas de conservadores se assemelham mais entre si no sentido de que são menos propensos a terem crenças baseadas em pensamento mágico ou que não pode ser comprovado. Neste aspecto, o esquerdista será em média, superior ao conservador médio ou clássico. Mas uma boa parte das crenças que os esquerdistas dizem seguir não estão enraizadas nem na lógica intuitiva nem em lógica empírica. Por exemplo, a maioria dos ateus, que dizem acreditar e entender a teoria da seleção natural de Charles Darwin, também tendem a se definirem vagamente  como ”anti racistas”. O ateu médio adora postar em redes sociais que ”somos todos iguais” ou que ”os cérebros das raças são os mesmos”. O ateu médio que tem boas chances de ser mais voltado pra esquerda no espectro ideológico / político, é mais esperto ao renegar que as metáforas milenares da bíblia sejam factuais mas entra em coma racional ao entrar no coro dos behaviouristas comportamentais ao negar qualquer participação genética no comportamento humano.

Darwin é melhor que Jesus, mas Lamarck ganhou de Darwin???  quando o conservador médio, o religioso literal, se depara com o básico da ciência, sua cabeça tende a entrar em pane. Já o esquerdista, ainda terá alguma tolerância com a ciência, mas sabemos que é  muito baixa e não é suficiente para torná-lo incrivelmente inteligente ou ao menos predominantemente racional.

A hipótese ”estúpidos no poder” e ”senso comum” 

Se baseia no fato de que existe um trabalho por de trás do palco em que se almeja colocar esquerdistas em posições de poder. Se sabemos que eles costumam ser péssimos governantes, então uma explicação plausível para fazerem isso é a de que estes agentes secretos ( ou nem tanto)  desejam  sabotar nações, especialmente as ocidentais, com outras finalidades em vista. Os esquerdistas aparecem perfeitos para a função porque seus líderes costumam ser de psicopatas ( dos conservadores também ) enquanto que os seus seguidores  costumam ser de pessoas muito ingênuas ( e estúpidas, ingenuidade extrema é uma forma de estupidez) . Isso sem falar no braço eleitoral demograficamente relevante, que é composto por dependentes ‘pobres’. É por isso que dizem que o esquerdismo se consiste em um regime facistóide com um sorriso no rosto. Nas sociedades hierárquicas e primitivas dos seres humanos, aqueles que detém o poder, são os que ditam as regras de convívio e as crenças que vão predominar. Sim, racionalidade, empatia, inteligência, criatividade, sabedoria, são palavras ideais para mundos ideais, na realidade humana, ganha quem é mais forte.

O famoso ”consenso popular”.

Portanto, se os esquerdistas dizem que os homossexuais são extremamente superiores aos heterosexuais, então com base em chantagem e repetição constante nos meios de comunicação, este exagero se tornará a mais pura verdade. E o esquerdista médio se tornará convencido de que as suas ideias estão corretas se celebridades e pseudo-cientistas carreiristas lhes disserem que o que acredita esta correto.

A hipótese  ” Born that’way”

Acreditamos ou somos forçados a acreditar que inteligência seja sinônimo  de racionalidade. Mas a inteligência é um termo muito vago e racionalidade, segundo muita gente, se baseia no ”senso comum” e não naquilo que é, na verdadeira causalidade conceitual e literal!! Portanto, ser cognitivamente inteligente, não será um salvo conduto para ser tambem mais racional, e o fenomeno do esquerdismo nas frações inteligentes nos mostram que esta realidade está parcialmente correta.  O pensamento lógico racional é oriundo de duas variáveis essenciais da vida, sobrevivência e reprodução. Estamos a todo momento pensando numa maneira de mitigar potenciais riscos de morte.

Outra teoria, complementar as outras é claro, é a de que o aumento da complexidade mental tenda a resultar em perfis cognitivos ”aberrantes”, tal como eu sugeri no texto ”pai yuppie, filho hippie”. E que o esquerdismo possa ser tal como um perfil intelectual intermediário (novamente, pegando a ideia de que algumas características sejam intermediárias). Interessante que quando eu tinha 18 anos de idade, fui solapado por ideias claramente esquerdistas. Por exemplo, eu me lembro que quando comecei a estudar demografia mais a fundo, fiquei muito feliz com o multiculturalismo na Itália (mais especificamente) e me encontrava ansioso por mudanças demográficas, isto é, que a população italiana se tornasse mais e mais ”diversa” e ”menos branca”. Sim, eu tinha 18,19 anos, um ano depois de ter entrado na faculdade. Será que em termos de idade mental, o esquerdista médio poderia ter parado na casa dos 18 anos**** Faz até um certo sentido visto que apesar dos claros déficits cognitivos holísticos (ou morais), eles tendem a ser mais preocupados com situações que denota maior amadurecimento. O caráter intermediário do esquerdista médio nos mostraria que ele se encontraria entre um conservador clássico ou médio, que tem poucas certezas sobre a sociedade (capitalista) em que vive e entre intelectuais de grande capacidade. Meio filósofos que acabam morrendo no meio de uma lagoa, chamado esquerdismo. Será**

Um estudo recente onde que foram produzidos ratos de laboratório mais inteligentes, descobriu-se que além da  maior capacidade (óbvia) de aprendizado ( e adestramento??), estes ratos geneticamente modificados também se tornaram  menos alertas a perigos iminentes de vida, como por exemplo em relação à presença de gatos, seu predador habitual, no mesmo ambiente em que se encontram. Menores níveis de ansiedade podem ser bons para o aumento da capacidade cognitiva ( aprendizado ou adestramento**) , mas também podem resultar na redução da capacidade de vigília, de sobrevivência.

Alguma semelhança com os esquerdistas???

Sabe-se que o parasita toxoplasma quando infecta o cérebro de ratos, provoca a indução do comportamento suicida, que faz com que o rato afetado sinta uma mórbida atração pelo gato, seu maior e mais conhecido predador.

E imaginem que o mesmo parasita parece estar relacionado com o comportamento suicida entre os seres humanos. (e eu fico imaginando, cá com meus botões, se eu não tenho esta galerinha em minha cachola). Claro que todo ser humano tem microorganismos em seu corpo, e como eu já falei algumas vezes aqui, existe uma diversidade de tipos e funções. Sem falar que nossos genes, de acordo com a minha hipótese, seriam relíquias coevolutivas dos primeiros microorganismos, das primeiras formas de vida, e nós seríamos como os seus bolores.

Alguma semelhança com os esquerdistas e sua conduta com criminosos violentos** (ou predadores humanos).

O esquerdismo ideológico pende neurologicamente para a dominância ”anomala” do lado direito do cérebro, que explicaria a ocorrência mais elevada de disturbios de humor entre eles como ansiedade e depressão.

Hipótese, esquerdismo como déficit na capacidade de reconhecimento holístico de padrões (aquilo que realmente importa, reprodução-sobrevivencia) .

Uma recente pesquisa encontrou que enquanto que os conservadores tendem a ser de pensadores holísticos, os esquerdistas tendem a ser de pensadores analíticos. Um pouco complicado resumir uma possível complexidade correlativa apenas desta maneira, mas parece fazer sentido, conceitualmente falando, que os conservadores sejam mais atentos com a imagem maior, ainda que de maneira pleistocenica, enquanto que os esquerdistas sejam mais propensos no pensamento analítico ou que busca detalhes dentro desta imagem maior.

Influencias ambientais seriam encapsuladas por interações genéticas entre os seres envolvidos e em relação ao meio em que vivem**

O fator genético no comportamento humano parece, conceitualmente falando, mais relacionado com uma suposição de natureza holística enquanto que o fator ambiental ou circunstancial se assemelha com uma suposição de natureza analítica.

Parece evidente que o esquerdista médio tenha uma tendencia para ter déficits na capacidade de pensamentos de natureza holística, de capturar a imagem maior. Sua ingenuidade, em partes, pode ser explicada justamente por este déficit.

Animais domesticados são socializáveis e treináveis. Conservadores também seriam mais como animais domesticados, mas de uma cepa mais antiga.

Hipótese” todas as alternativas anteriores, tudo junto e mischturado”

O mais provável de ser,

o esquerdismo é uma predisposição comportamental inata, lembrem-se da minha metáfora da piscina para explicar a hereditariedade e expressão de comportamentos , que tende a ”acometer” uma importante parcela das pessoas que ”pertencem” ou podem ser alocadas dentro da ”elite cognitiva”, que em jargão unilateral psicométrico, quer dizer, que ou aquele que pontua acima de 120 em testes de qi e que também tende a ser mais comum em pessoas com nível (de estudante) universitário de capacidade (técnica ou) cognitiva. Existe um complo(t) conspiracionista que tem como uma de suas estratégias, usar pessoas (relativamente) inteligentes e muito ingenuas como pelotão de apaziguamento reativo, isto é, aqueles jovens mais artísticos que gostam de chamá-lo de ”racista, homofóbico, misógino” (e em parte eles tem razão, a verdade está em todo lugar) assim como também o grupo de carreiristas oportunistas (em jargão psiquiátrico, psicopatas de alto funcionamento), mentirosos profissionais, que se utilizam de toda a sorte de chantagem emocional, pseudo-científica e ou semantica para manter o trem suicida chamado ”Ocidente” no caminho em que está trilhando.

”Racismo”, ”homofobia” (apesar de aspeá-los, isso não quer indicar que esteja desmerecendo as suas existencias negativas dentro das interações humanas), ”misoginia”, são usados como armas verbal-semanticas e emocionais para calar a dissidencia mas também como distrações, além de toda a sorte de indústria recreativa, inclusive e talvez especialmente a cultural, para  as massas  de todas as cepas cognitivas em relação ”aquilo que realmente importa”, ainda que, o bom e civilizado tratamento a todos os tipos neutros e virtuosos (especialmente) de seres humanos também seja algo que importe e muito. No entanto, estas expressões vagas de ordem não tem como intuito ”fazer o bem”, mas fazer o mal disfarçado de bem, ” os fins justificam os meios”, dizem. Os esquerdistas, como eu vou falar em outro texto, parecem ser mais geneticamente mutantes que os conservadores, em alguns aspectos, por exemplo, na grande proporção de homossexuais dentre outros tipos de sexualmente fluidos, de maior incidencia de distúrbios de humor etc…

Ingenuos, menos tribalistas (porque tendem a serem menos parecidos com os seus pais e parentes***), menos sexualmente dimórficos, mais criativos, mais intelectualmente orientados, sendo selecionados para ocupar posições de poder…. e também com déficits em pensamento holístico**

Qi ‘não é” inteligencia parte 127…. e a sabedoria como o hiper desenvolvimento (de natureza inata) de habilidades cognitivas essenciais (reconhecimento de padrões)

Qi não é inteligencia, qi se correlaciona com inteligencia # (traduzindo= hashtag)

Tal como eu já falei sobre as possivelmente verídicas diferenças entre as inteligencias de predador e a de neotenico, a escola assim como também a psicometria, visam conceituar unilateralmente apenas um tipo de inteligencia, aquela que melhor se adere as necessidades do sistema. Poder-se-ia dizer ainda que quase todos os modelos psicológicos de comportamento, usados para categorizar os tipos de personalidade e julgar atitudes, sejam baseados em um contexto social particular, o ocidente urbano e moderno, e isto também quer indicar um viés (preconceito potencialmene negativo) político.

Os cachorros (domésticos) mais inteligentes, são aqueles que aprendem com maior facilidade os comandos de seu ”dono”. Isso é ser mais inteligente**

Para um cachorro domesticado, sim. Mas não será para ser realmente inteligente. O inteligente absoluto ou o sábio, mais do que qualquer outro, sempre se questiona em relação as verdades absolutas (de momento e milenares) que estão sendo socializadas em seu ambiente.

Por que existem reis e rainhas** Por que algumas pessoas ganham muito mais do que as outras sendo que fazem muito menos para merecer** Por que muitos retardados mentais se tornam ”famosos” e também entram na folha de pagamento da classe parasita e inútil da nação** Por que eu tenho de fazer um exame público, generalista, disputar vagas de emprego com outras trocentas pessoas** Por que não pode ter emprego pra todos** Por que pessoas ricas falam em ”igualdade”, se elas mesmas são ricas e portanto, desiguais em relação aos outros** Por que as pessoas, em média, ”preferem” acreditar em ideias equivocadas (envernizadas de ”fatos”) do que de tirar as suas próprias conclusões** (ainda que estejam apenas parcialmente corretas) . Por que existem guerras*** Por que dizem uma coisa mas fazem outra** Por que poucos são coerentes a longo prazo com os seus pensamentos e ações***

Se voce pontuar 230 em um teste de qi e for uma pessoa politicamente acrítica e intelectualmente raquítica, ainda assim, uma multidão de losers, que eu chamo delicadamente de ”iqtards”, irão te louvar como o mais novo ”genio” da paróqia.

Agora, se voce pontuar 105 em um teste de qi mas for o tipo de pessoa que está sempre se questionando sobre o porque das coisas serem assim e não assado, pode esquecer, a maioria, e nós sabemos, que maiorias humanas costumam ser diversificadamente medíocres, um arco íris de vergonhas alheias coletivas, nem dará atenção pra voce, porque afinal de contas, ”o genio é aquele que pontua muito alto em testes de qi”. Quem sempre reclama (daquilo que merece ser criticado, pelo bem da inteligencia, sabedoria, empatia… virtuosidades) é um ”recalcado”, porque tem ”inveja”, é o novo ”argumento” dos humanos super domesticados que chamamos de ”esquerdistas” (não ”todos”, é claro).

Eh interessante perceber que ”até mesmo” alguns ‘mensaleiros”, admitem que seus resultados em testes cognitivos não são atestados de genialidade, talvez de grande inteligencia convergente. Genialidade é diferente de inteligencia escolástica, podem se correlacionar, mas não são sinonimos, de ser um produto do outro.

A ”educação” pode ser resumida da seguinte maneira

Avaliação de longo prazo sobre a capacidade dos semi-escravos para aprenderem um conjunto superficial de habilidades cognitivas que são ideais para sustentar o maquinário sócio-hierárquico do sistema piramidal vigente.

A educação também parece servir como uma maneira de

  • inculcar a ideologia dominante desde cedo nas cabeças de intelecto mediano ou com qualquer outra fraqueza (contextual porém decisiva) psicológica,
  • manter os filhos dos trabalhadores sob o cuidado do estado, para que os pais possam trabalhar como quase-escravos em tempo integral e encher os cofres de uma ínfima parcela demográfica

O ser humano, em um ambiente culturalmente carregado, precisa (precisa mas não tem, por razões genéticas ) ser provido de razoável a grande capacidade no reconhecimento de padrões, tanto de buscar a imagem maior, quanto de ser bom para o pensamento analítico ou detalhista. Percebam que o cenário cultural em que se está inserido é de fundamental importancia para que  se possa modular a capacidade individual (e coletiva) de se responder apropriadamente a cada uma das múltiplas interações que participamos a nível diário, de curto a longo prazo. A inteligencia bruta ou sabedoria se encontra dentro do conceito de Geografia, é a técnica de interação entre o homem e o seu meio, sempre buscando pela conservação, de si, mas também do ambiente em que se encontra, porque dependemos da saúde do mesmo para que possamos sobreviver em segurança.

Analisamos a inteligencia dos animais ”selvagens” ou que não foram domesticados, por meio de seu comportamento no meio em que vive. Os animais não-humanos mais inteligentes são aqueles que melhor se adaptam ao ambiente. Existe um espectro (sempre existe) entre o grau de preponderancia na seleção dos mais adaptados pelo ambiente e do próprio ser, isto é, manipulando o ambiente, ao invés de ser manipulado por ele. Sabe-se que os mais adaptados tendem a ser os mais inteligentes, ainda que o fator contexto, também seja de grande relevancia. Então, nós temos uma variação de uma determinada espécie, que está adaptada, sobre certas circunstancias, mas que não estará adaptada sobre circunstancias discrepantes. Nós temos dois vencedores para contextos ambientais distintos. O ser humano tem uma janela evolutiva de oportunidade para selecionar o seu tipo mais talentoso nesta tarefa, o criativo objetivo ou prático. A criatividade é o próprio livre arbítrio. A partir do momento em que podemos modificar uma resposta reativa instintiva por outra, isso já pode ser considerado como uma capacidade criativa, de não usar sempre as mesmas respostas e também como uma capacidade de escolha, ainda que como eu sempre digo, seja limitada.

 

 

Em matemática, para aprender um idioma, para entender as leis da física ou para criá-las, para entender filosofia, para amarrar o cadarço dos seus sapatos, para fazer sexo, em tudo, reside aquilo que os psicometristas cunharam de ”fator g” ou capacidade para reconhecer padrões. Esta é a base da inteligencia, da cognição e todos os seres vivos apresentam esta capacidade, se consiste no próprio ato de viver. A fiação neurológica que se ramifica como galhos de árvore por nosso corpo, também se fará presente e influente em quase todos os animais e explica o porque de ”quando se tem asas, elas devam ser usadas para alguma coisa”. Claro que a partir daí, nós vamos ter desde as águias, que são prodigiosas nesta capacidade, até as galinhas e os pinguins, mas as asas também podem servir pra nadar, emulando a função de remos em uma canoa, e as aves predominantemente aquáticas ”sabem” (organicamente, consciencia corporal, a consciencia da clausura) disso.

No entanto, muitos ou a maioria dos psicometristas, também acreditam que os testes cognitivos possam analisar com grande eficiencia o fator g. Talvez isso seja verdade para a capacidade de adaptação dentro do contexto escolástico, fordista, da sociedade em que vivemos. Mas não parece ser positivamente correlativo para o verdadeiro fator g, a base da inteligencia que entendemos como reconhecimento de padrão. Aí reside a diferença da ”inteligencia do animal domesticado” ou neotenico, em comparação ao ”animal selvagem” ou ”não-domesticado”.

Os cachorros  mais inteligentes são aqueles que são mais rápidos e eficientes na memorização de comandos repetidos por seus ”donos”. O trabalho semi-escravo nas ”civilizações” se baseia no mesmo tipo de adestramento que fazemos com os outros animais, se chama gratificação psicológica”. Nos mandam fazer uma tarefa, geralmente que será de natureza técnica e repetitiva e nos dão ”dinheiro” ou o biscoitinho como recompensa. O politicamente correto é como ”se fingir de morto”. Eh uma orquestra onde que as pessoas são convencidas a cooperar com o sistema, de alguma forma.

A análise cognitiva dos lobos, se dá com base em sua capacidade de adaptação no ambiente e isto se relaciona com a ”base da inteligencia”, que a sustenta, a capacidade de reconhecimento de padrões, detalhistas e globais ou ”imagem maior”.

A maioria dos tipos de inteligentes nas sociedades ”modernas”, estão parcial a predominantemente desprovidos desta capacidade, a inteligencia bruta ou ”espectro cognitivo da sabedoria” e é justamente por isso que os tipos de psicopatas de alto funcionamento são tão bons para conquistar o poder e ditar regras totalitárias, oriundas de sua mente megalomaníaca. Porque o psicopata de alto funcionamento é um tipo negativo de sábio, que pode entender todos os padrões de funcionamento do ambiente em que vive e adaptá-los a si próprio. Ele pode não ser um exímio poeta ou um compositor espetacular, um matemático genial, mas será excelente na sua capacidade de ver a realidade bruta por de trás de toda a complexidade de símbolos, alegorias e crendices que permeiam a vida humana, os auto enganos que são tão importantes para o animal com lampejos constantes porém imprecisos de autoconsciencia. ”Precisamos” das muitas ilusões das quais acatamos porque se não teríamos uma grande incidencia de suicídios por causa de uma provável epidemia de depressão existencial. Precisamos ter uma razão para existir, isso é poderoso, raro porém bastante angustiante. E a religião aparece para preencher esta lacuna, não apenas a religião clássica, mas qualquer tipo de idelogia. Precisamos de um caminho para transcender e de ter certezas, mesmo que sejam certezas negativas como a de que o Brasil jamais será um país desenvolvido ou de que o ”mal sempre vence”.

O sábio genuíno, a versão positiva do psicopata, que também é muito prodigioso para entender a realidade, poderia então ser caracterizado cognitivamente como o super desenvolvimento das habilidades intelectuais mais puras, que como eu já disse aqui mais de uma vez, se consiste na base da inteligencia.

Em minha constante e ascendente empreitada na tentativa de desligar a bomba relógio cognitiva da modernidade, a crença dogmática ou dogmalogia na psicometria cognitiva como espetacularmente precisa na medição da ”inteligencia” (provavelmente no plural), faço como conclusão deste texto, uma nova afirmação retida de minhas observações sobre o assunto em pauta, a de que os testes cognitivos meçam habilidades cognitivas que se correlacionam com certas dimensões da inteligencia, mas que por se basearem apenas na analise cognitiva, em um hipotético cenário culturalmente neutro, não pode ser considerado como abrangente. Em outras e distintas porém convergentes considerações, os testes cognitivos se assemelham ao adestramento de animais domesticados e não em relação a toda a multidimensionalidade da inteligencia, esta por sua vez, que tem como base a capacidade holística e detalhista de reconhecer padrões (assim como também de manipulá-los ou produzir novos padrões), o espectro da sabedoria cognitiva.

 

A moralidade do escravo e outros pratos…

A moralidade do escravo

O funcionário do mês, seu sorriso largo e comprometido, sua alegria incontida, de servir ao sistema, independente do quão injusto e vil possa ser, ele não liga, não está preocupado com estas cousas profundas, apenas com a sua moral, a de ser um perfeito servo, de ser um instrumento em sua capacidade de transmitir sereno a ordem pungente, pulsante que tolhe o caráter negociável do humano comum, com pequenas e sabidas negociações, doses parcimoniosas de harmonia, em ciclos viciáveis de felicidades, pequenas, consumíveis e que precisam de constante manutenção, vícios de uma mente escrava de si mesma, que não teve a sorte de ser elástica em seu próprio conhecer, concebe certezas pela dinâmica que interage, se apaixona em primeira mão por esta fraca visão, trata como verdades aquilo que vê pela televisão, não é plenamente livre, sente que depende de outros para pensar, sem eles, vê-se cego a se esbarrar, não é escravo apenas por sua situação de mundo, pois teu predispor o faz imundo em sua razão, incapaz de interpretar, só sabe ouvir e aceitar, mesmo o de brio mais arisco, ainda será enganado por suas próprias paixões. Há uma eloquente hierarquia de liberdades mentais, se não é a si mesmo a lhe ferir, será o sistema quem lhe dirá o que fazer, como e quando fazer. A moralidade do escravo é a moralidade do regime a lhe forçar, a sua filosofia é a de servir cegamente, de atender ao teu chamado mais instintivo, tua natureza muito apessoal, que incorpora diretrizes de todo um coletivo, ao invés de buscar por seus próprios princípios. não existe individualidade, quando só existem obrigações, a moralidade de abaixar a cabeça e sorrir: ” estou sendo eu mesmo, uma peça de quebra cabeças, e nada mais”. O dever de ser cego vem antes do de ser vivo e ver, isto ou aquilo. Não existem dúvidas, não existem  angústias, apenas o próximo trabalho, o próximo servir impecável, lábios felizes por seu pragmatismo. O crente mais fanático pelas caricatas versões de realidade que a besta humana é brilhante no ato, o lunático perfeito, comporta-se como um lorde, o seu senhor mais altivo, mais seguro de si. Porque quando tem pouco cá dentro, não há muito com que se preocupar, porque o equilíbrio se fará mais fácil em sua gestão. “Eu não me interesso por perguntas ou respostas, sou protetor da ordem que sirvo, de qualquer uma delas, porque eu sou assim, deste jeito.”

Dramas de profundidade

Profundo estado de saber tudo ou ao menos de procurá-lo, de ser implacável, de construir seu próprio sistema, de ser a sua própria nação, de amar em profundidade, de sentir na carne, toda a angústia de perdas mais do que prováveis, de estar ciente do tempo, que pode não existir mesmo independente de ti, mas que existe em seu próprio corpo, drama o de sempre buscar pelo vento frio, ao invés do sol de inverno, que esquenta nosso espírito. Que aprenda a preferir pelo sol e a de fazer arte com  palavras de alegria, com a alma a dançar e não a sentir a dor de seu passar, do vento a nos devorar, que a consumação se faça com sorriso, vivemos e continuamos a faze-lo, tudo é experiencia, é experimento, tu és um rato de ensaio, mordendo o próprio rabo sem sair do lugar.

Saudades que se perdem ao sabor do tempo…

…que passa e nos leva sem pedir licença, que me faz ve-los por suas mãos a silenciar a presença, triste bença do despedir, que se renove pelo novo desejo de se reunir, novamente, e sempre… mesmo quando não mais houver como, que este eco faça parte de ti, uma ferida ou uma nova camada de alma, de amar infinitamente quem alegra a sua vida, bendita seja.

Poeira da vaidade, a vacuidade da juventude de alma de um sábio

A poeira da vaidade, canticos de solapagem, a dedilhar pontífices e seus artifícios, de manter o pasto salgado, que levanta a comunhão microscópica de eventos e de saberes, estes que tu viste ao sabor do auto-contemplar, que o límpio reflexo de ti fez-se sem precisar faze-lo, e que se apaixonaste por tua’lma, rica de vivencias únicas, amante de si, coadjuvante de tuas paixões mais intrínsecas, mística e anaĺítica, que ve teus padrões nascendo de tua fonte mais pura, o instinto, de sua vacuidade enferma como um morto vivo a observar a cena mais natural e inconsciente, de tua abrupta energia e sobriedade soturna, de seus extremos e de sua desenvoltura ao perceber-se a sombra, viste tons de brilhos reluzentes, das cores mais puras, até aqueles que lembram o teu lado mais sombrio e inquietante, teu ato de agir como um amante do calor, do sol e de tua influencia, de teu humor em tempos quentes, de ser como ao ambiente e não ser convulsivo por tuas influencias mais pestilentas, como por raro aconteceste.

Respeito a (pseudo) religião**

Se eu te respeito e a recíproca é perfeita, então não tem jeito, é assim mesmo, se chama empatia, para que se produza altruísmo, uma mão lava a outra, é uma corrente de simpatia, pela alma amiga ou mesmo desconhecida, mas que com sorrisos de alforria, se liberta de sua escravidão chamada ego egoísta e se torna um ego alquimista, que faz mágicas pensando na harmonia.

Deus é um só, é uno e só pode ser fidedignamente reproduzido por nós, humanos, em seu melhor momento, em sua melhor aparição, ele não tem rosto, porque é tudo.
Eu não respeito quem não merece, respeito quem é sábio, e por isso poucos podem te-lo. Há de se ter paciencia para com aqueles que, a priore, se deixam levar por suas paixões vãs, seu instinto, sua naturalidade que não se harmoniza, mas julga sem racionalizar, sem ter a mente lisa e compacta.
Religião é o ato de tatear no escuro, buscando por um sentido maior para a própria vida, tentar crer sem ter certezas, de buscar pelas respostas mais coesas e profundas de nosso ser.
Religião também pode ser traduzida por amor, pela harmonia, pela estabilidade, pela humanidade, de se encontrar parada rente a um furacão a lhe engolir, e resistir, de observar e pensar, por que** Onde está** para que** Traduzir o seu conceito de ser humano.
Não é uma inquisição de pessoas, mas de ideias, de tentar vence-las, de tornar dúvidas em respostas, de mágica, de alquimia, de misticismo realista. De ver aquilo que sua visão não pode te mostrar, de tentar ver o corpo que te encasula, o gigante céu, sua Lua, e seus mistérios.
A Terra nos dá vida e ar, porque se harmonizou, agora nós precisamos fazer o mesmo. Mas devemos também mante-los, estes selvagens intelectuais que usam seu instinto animal para buscar, para inovar. Só que por agora, não será mais com base na destruição, nas na empatia entre seres vivos e eternamente estáticos, entre o atrito da existencia viva e da existencia morta, que é parte da Terra e não um indivíduo, que não tem juízo de suas ações.
Seu Deus exaltado de seus lábios, não existe, não é ação, é uma estorinha triste de ódio e de destruição, abençoado por seres vis e sem consideração. Chega deste lixo, eu quero a verdadeira religião, é um amor a razão, a pessoas reais, a fazer-se sábio e a sussurar atitudes ideiais.
Eu não respeito quem usa ilusões para viver a realidade. Não respeito cultos de perseguição, sem sentido. que caiam por terra, eu quero a criatividade, a sabedoria e a inteligencia como minhas fés mais profundas, crer em mim mesmo. Eu quero que voltemos ao desenvolvimento da autoconsciencia.

O matóide, o cavaleiro do genio ao avesso

Ele sente apreço, a necessidade de se mostrar,

quer gritar ao mundo sua mais nova descoberta, seu jeito todo singular,

quer modificar a beleza para se adaptar a sua miudeza de caráter,

ele sequer sabe, de tão louco aquilo que lhe falta,

daqueles que passam longe de um sanatório,

qualquer um pode acreditar, ”este aqui é sóbrio”

mas é aí onde começa o velório, da imaginação e da inteligencia,

ele sente que tem uma missão a cumprir,

mesmo que não se faça na competencia,

é uma vontade louca a lhe engolir, chamada narcisismo,

O matoide, em seu cavalo manco,

que luta contra o mundo inteiro, contra as mais singelas evidencias,

contra fatos e consistencias,

o genio ao avesso, que não quer saber, quer entreter,

quer que tu agonizes no teu olhar, quer te conquistar,

a verdade é um meio, não é sua finalidade,

é apenas uma palavra e não a realidade,

não usa Deus, mas o Diabo,

vamos jogar-lhe alho, para que volte ao teu túmulo,

de vampiro da sabedoria e da liberdade,

que se faz na autoconsciencia, e na responsabilidade.

Me tirem deste trem desgovernado chamado humanidade…

 

Agora!!!
Eu não quero participar do seu jogo sujo, eu não sou um soldadinho de chumbo, em minhas veias corre sangue, e eu tenho zelo por sua vermelhidão, eu não pedi pra nascer, então, eu não quero você, deixe-me em paz, eu não vou  em guerra alguma, não vou comprar posição nenhuma, não vou votar no seu candidato favorito ou torcer pro seu time, não, eu não vou rezar para o seu Deus morto, não vou me vangloriar por minha moralidade subjetiva, não vou falar de amor e de fazer o bem, desumanizando outrens, não, eu não vou acreditar que todo mundo é igual, também não vou crer que sejamos tão diferentes assim, deixe-me em paz e eu vos deixo ir, com seu trem desgovernado, sua Maria fumaça soltando crack pelos trilhos, de pedras e Matos baixos, deixe-os se estragarem, se consumirem, dando às costas para a verdadeira compaixão, para a sabedoria, eu não quero teu ópio de alegria, eu não preciso porque a sinto, mesmo em uma nuvem fria, gélida como meu pulso, franca como meu curso, de caminhar, sábio, poeta ou filósofo, nomes estes lá trilhar, andando mais e mais pra longe, os deixarei, me deixe também, me encontro no desencontro, no soluçar, eu não quero o teu pranto, quero andar, sou tão cansado e débil, minhas pernas não me aguentam, disto eu sei, vá com o trem sem maquinista, vá rezar por certezas vãs, vá seu louco e me deixe são, ciente de mim mesmo, um parasita mal sucedido, aquele que ri de planos em pensamento, de vitórias que não existem, que não aconteceram, quero chamar quem é igual a mim, ou similar que seja, venha cá se assim deseja, eu vou lhe mostrar e você, me ache, se se achar, eu lhe conto, mil encantos, viver cada respirar, mas não se anime, você terá que me animar, a evolução humana não se dará por prédios grandes, mas pela loucura do melancólico, a espalhar, de ventre em ventre, de sexo em redes, de índios pálidos, de todas as cores, mas de casais iguais também, o novo humanizar é do louco são, e não de reis, monarcas são todos aqueles com asas, são aqueles que idealizam o pensar, que são cabeças abertas, isto é, sempre alertas, para melhorar, até as melhores respostas, até a perfeição e executar. Quem sabe não é apenas mais um sonho louco, desta mente quente em um corpo frio?? Mais um arrombo que não passou de fio. Eu não tenho forças, será que as terei um dia?? Sou pura preguiça, paixão pelo conforto, do corpo e não do bolso. Mas quero me espreguiçar, sem dementes brancos ou judeus, vou confessar, também não quero aqueles de outros tons, só quero virtuosos iguais a mim, são tão raros, mas será que eles me querem??

Socorro!!! Socorro!!!

 

… mas em uma planície, de preferencia…

Seriedade, o palhaço e o sábio

O palhaço está sempre num frenesi barato, ele não sabe a hora de parar, ele não tem freios, está sempre com seu nariz vermelho e redondo, rindo de tudo e de todos. O palhaço é o destruidor da seriedade, é o sádico carismático, é aquele que nunca leva nada a sério, que sempre leva tudo de maneira leviana, ele tira o valor da tradição, independente se a mesma for boa. Ele está sempre fazendo as suas algazarras, transformando tudo em algo sem valor, é um niilista, uma pessoa doente, que não leva alegria, mas a um estado constante de agitação indolente, infantilóide, ele é o destruidor da infancia e da maturidade, nunca é maduro, nunca sabe ser sábio, nunca sabe modular a hora de ser engraçado daquela de fechar a boca.

Já o sábio… em seu estado natural, é muito sério, com raras exceções, o sábio sempre está em busca da resolução dos problemas. é causal, sua seriedade se relaciona com a sua concentração, com a sua empatia, com a sua necessidade de harmonizar, de ser o filósofo natural. O sábio é bem humorado e algumas vezes não sabe modular o humor de maneira apropriada, mas ao longo de sua vida, se tornará mais atento a isso. O humor não tem moral, mesmo em seu conceito, nenhuma palavra tem um valor moral unitário ou unilateral. No entanto, o humor, que pode ser usado para produzir sorrisos sinceros, também pode e será usado de maneira irresponsável, onde que se busca pelo engraçado, por meio da destruição de reputações, a humilhação, o sadismo. O sábio legítimo, este ser muito raro, vai se tornando mais em mais empático, dando valor a tudo aquilo que expressa vida, que é, tal como os monges que evitam pisar em cima de filas indianas de formigas operárias enquanto varrem o chão de mosteiros. Este aumento de consciencia, de estar, se entender e entender o ambiente, de ver valor em tudo, pode ser muito pesado ao sábio, mas também será um aprendizado. O sábio, terminará caminhando para se tornar um inimigo do humor, porque o humorista, o palhaço, sempre relativiza, sempre rebaixa, ele tem um instinto poderoso de rebaixar qualquer grandeza, de reduzir a vida a uma piada de mau gosto, suas intenções até que podem ser as melhores (muitas vezes, não serão), mas a ridicularização da seriedade, tende a ter o efeito contrário, porque ao invés de reduzir, amassar, massagear o significado da vida e sua dúvida, do existir, do interagir, do ser, o humorista acabará por chegar ao mesmo penhasco existencialista, que tanto tenta escapar, porque todos nós sempre acabamos chegando a este penhasco, cedo ou tarde.
O poço de piche, o buraco negro da existencia, a morte, que o palhaço debocha, ao faze-lo com a vida, o sábio se tornará consciente dela, desde a uma idade muito precoce e alguns não terão estrutura, fibra emocional o suficiente para lidar com isso, com esta nova dimensão.
A dimensão da fragilidade e do amor a vida, é onde vive a melancolia, é o se despedir de cada momento único, como se nunca mais o visse novamente. Não temos a resposta quanto a isso, a única certeza que temos é a de que não temos certeza e os mais racionais, sabem que a probabilidade do fatalismo humano, de ser demasiado humano, de ser demasiado desperto, é o que parece ser o mais provável de ser verdade, mas claro, uma conta matemática de probabilidade em relação aquilo que não sabemos, não fazemos a mínima, a menor das ideias, ainda que possamos sonhar com elas.
O sábio está sempre em intensa interação com o seu próprio ser e como consequencia, com o meio em que está, com tudo aquilo que toca seus olhos precisos, seu passado não foi descartado, é ativo e utilizado com frequencia. Ele não vive o tempo, o vento de sua estadia enquanto energia enclausurada, sua vivencia é suspensa, presente, passado e futuro são um só.
O humor constante, muitas vezes revoltante, insensível do palhaço, expressa o seu estilo de ser, de viver, que está baseado fundamentalmente no presente. Sua capacidade apurada de destruir a vida com suas observações engraçadas, de faze-la menor, menos importante, é o produto de sua mente que despreza o passado e que reflete pouco sobre o futuro mais superlativo, mais extenso, o seu futuro é para daqui a pouco. Aquele que se consome especialmente pelo presente, é um consumidor natural, um materialista. O palhaço ri da falta de energia, de vida, que geralmente se encontra presente naquele que tem um equilíbrio natural de modular suas forças e viver mais ou ao menos, sem grandes dúvidas pesadas, sem encará-las. Mas ele é tal como o gado humano que tanto despreza, o consumidor materialista do presente, que ri do passado e despreza o futuro, o palhaço também é alguém no meio da multidão, o santo do deboche, sempre exagerado, sempre sem freios, sempre pisando nos outros, sempre agindo como um sábio, como se nao houvesse o amanhã, mas ao invés de abraçar a razão empática ou sabedoria, o palhaço abraça a revolta alegre e dispara como uma arma sem controle, tudo aquilo que lhe faz seco e lamuriante por dentro.
Rir, nem sempre será o melhor remédio e a sabedoria, o factor g da vida, se faz extremamente apropriada para modular o momento, a hora, o cenário e as pessoas certas para debochar da seriedade, que é a realidade por si mesma.
Alguns dizem que a função satírica do bobo da corte é a de desafiar a autoridade. Mas pra mim, eles estão apenas entretendo os déspotas de sempre. Rindo do sofrimento, da tragédia, uma beleza feia, com cores vulgares, estéril e de mau gosto.
A arte não foi feita pra isso, e eu não concordo que só funciona para expressar o sofrimento humano e existencial, em geral. A arte expressa aquilo que há, e talvez também expresse uma certa necessidade de variar, da alegria ao lamento, da dor e do prazer… mas que estes cavalos brancos e selvagens, comecem a cavalgar por ambientes mais serenos e mais enriquecedores, porque o amor não é tolo e brega.
Se precisamos de todas as emoções e de todos os sentires para expressarmos a arte, então que as mesmas sejam suspensas enquanto sensação literal, que ainda seja real, mas que não termine em um final triste, que ninguém gosta, de fato.
De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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