arquivo | Poesias RSS para esta seção

Pessoas de altas potencialidades…

… e as de médias e baixas potencialidades??

Potencial é o seu próprio limite, aquilo que não tem potencial se chama infinito, porque o infinito não tem fim, não tem uma parada final. E o limite se nasce para delimitar a si próprio.
Alguns nascem com altas potencialidades. Isto significa que eles tem seus limites pessoais, que são maiores, mais elásticos, mais interessantes talvez, mas também que poderão ser mais perigosos, porque o impacto de um meteorito tende a ser localizado e mais fraco, do que o impacto de um meteoro roliço, que contamina a tudo que o cerca, que se espalha, porque tem um grande potencial de destruição. Do fenômeno natural, somos iguais a ele, mas somos ainda mais anomalos porque podemos ficar parados a observa-lo, podemos contar as estrelas e não apenas  ser contados. Temos nosso próprio núcleo e podemos conhecê-lo. Alguns o tem tal como um traço mudo, um atavismo que não se fechou, que existe, mas que não se nota, é uma relíquia de um passado que não foi seu, porque és o mensageiro de seu tempo, de seu espaço, é uma provável ponte de continuação ou podes apenas vê-la sem se transmitir, é hereditário em suas ideias e não por suas formas.
Os de médias potencialidades, vemos todos os dias, são aqueles, os arquétipos da fricção humana, seu existencialismo instintivo, sua luta inconsciente entre evolução e redenção aos próprios caprichos. Neles, podem existir dos mais belos caracteres, personagens sem ambição, que só querem a harmonia da interação. Onde repousa uma empatia mais infantil, mesclada a uma inconsciência de consentir, às injustiças daqui, deste céu de perdição.
Os de baixas potencialidades podem esconder alguns tesouros muito raros, algumas nobrezas inatas e que não foram herdadas  na base da safadeza e da covardia. Podem ser mais geniais que as melhores mentes, porque tem em si algo ardente, o coração, que com sua simplicidade, lhes fazem mais humanos, humilha o mais soberbo dos tiranos, com o seu frisol de sabedoria. Apenas observa e sorri, la vive a alegria, de uma nobreza inalcançável de caráter, de justeza, de justiça.
O potencial a ser desenvolvido, tende a fazer sombra aquele, que lhe for menos quisto. A luz que se dualiza a falta de si mesma, que ofusca, e se faz diversa a todos os olhos da existência, homem, o primata, o inseto, as primeiras vidas deste planeta.

O potencial, o tamanho do copo que pode decidir. Mas o mesmo pode sempre estar mais cheio do que vazio. Estéril é negar isso e tentar forçar o impossível. Porque quem tenta o erro várias vezes, não irá jamais encontrar qualquer acerto.

O gênio é a consciência de si mesmo…

Onde nasceste este olhar singular,
Tem profunda consciência de si,
O gênio,
Vê-se por uma lupa e se busca ao longo de seu caminho , conhecer-se mais e mais,
Ama a vida porque também tem grande consciencia de sua beleza,
Que se esconde no recôndito de sua aspereza,
Se manifesta pelo sangrar de sua nobre tristeza, oh gênio de ti, senhor de sua própria dimensão!!
Tem zelo e ama espelhos, adora sua doce e indescente imagem, seus defeitos de sua aparelhagem, sabe-se e gosta daquilo que ve,
Teu olhar é de uma narrativa única, teu toque não pode ser comparado, nada em ti é popular, não está bem distribuido, pois se concentra em si, tudo aquilo que transmite, que queira traduzir, de sua alma rara e tua fera, teu demônio de fogo, de paixão a lhe dominar,
É o mais anomalo dos horizontes, um humano impossível, será?? Não se pode ter uma multidão deles, porque apenas um sol, que pode iluminar de cada vez, mas será mesmo??
O humano se penteia rente ao espelho, o gênio se enxerga e diz ”eu sei!! Eu se de mim!! E como sei!! Sei tanto que já não sei mais se eu sou este compacto ou se sou um contínuo pacto com Deus e sua natureza, um fenômeno, como toda vida e sua certeza de ser!!”
A intuição do salto ou do rugido, a mesma que o faz reproduzir sua destreza, inata, tão sua que nem sente o trabalho de senti-la, apenas vive, e é assim porque se ama tanto, precisa mostrar-se ao mundo, mesmo que seja apenas ao teu mundo, esta explosão interna de existir.

O matóide, o cavaleiro do genio ao avesso

Ele sente apreço, a necessidade de se mostrar,

quer gritar ao mundo sua mais nova descoberta, seu jeito todo singular,

quer modificar a beleza para se adaptar a sua miudeza de caráter,

ele sequer sabe, de tão louco aquilo que lhe falta,

daqueles que passam longe de um sanatório,

qualquer um pode acreditar, ”este aqui é sóbrio”

mas é aí onde começa o velório, da imaginação e da inteligencia,

ele sente que tem uma missão a cumprir,

mesmo que não se faça na competencia,

é uma vontade louca a lhe engolir, chamada narcisismo,

O matoide, em seu cavalo manco,

que luta contra o mundo inteiro, contra as mais singelas evidencias,

contra fatos e consistencias,

o genio ao avesso, que não quer saber, quer entreter,

quer que tu agonizes no teu olhar, quer te conquistar,

a verdade é um meio, não é sua finalidade,

é apenas uma palavra e não a realidade,

não usa Deus, mas o Diabo,

vamos jogar-lhe alho, para que volte ao teu túmulo,

de vampiro da sabedoria e da liberdade,

que se faz na autoconsciencia, e na responsabilidade.

Você grita, eu sussuro…

Você interage, eu reflito,
Você agoniza, eu me contenho,
Você descarta, eu cultivo,
Você age, eu penso,
Você perde, eu ganho,
Você engana, eu aguento,
Você brinca,  eu  sonho,
Você atrai, eu afugento,
Você é um livro aberto, eu sou um livro fechado, que precisa ser folheado,
Você tem certezas, eu tenho verdades,
Você prefere  a ilusão, eu prefiro a liberdade,
Você não é de sonhar e se confunde na realidade,
Eu vivo de sonhos mas sempre busco a literalidade, o Real,
Você é pura simpatia, eu sou mais empático,
Você é subjetivo, e eu enfático,
Você não liga pro tempo, eu brigo com ele,
Você reza no templo, eu rezo na Rua, em qualquer lugar,
Tua vida é uma peça, minha vida é real,
Tua emoção é ensaiada, a minha é imediata,
Tua coragem é força bruta, minha coragem é para quem luta, mesmo sem ter músculos para medir,
Teu mundo é de artifícios, no meu procura-se amigos, são tão poucos,
Você é evoluído, eu sou atávico,
Você quer ser um milionário, eu sou solitário,
Você gosta de praias, eu de montanhas,
Tua música é de momento, a minha é eterna, eu só lamento, não gostaria que essas diferenças existissem, nem que você fosse tão inconsciente desta realidade, eu não quero conflito, eu quero a solução, você me irrita e me causa aflição, eu nunco provoco, nem quero atenção, você me dá choque, eu quero compreensão, ninguém nasceu pra sofrer, escute deste ermitão, eu não quero você, não me queira então, teu mundo eu não quero ler, não quero mais não, não quero me integrar para que me desintegre aos teus caprichos, eu quero uma vida leve bem longe de ti, tua estupidez não é pra ser compreendida, você tem estado no controle, deixe estes ”selvagens” escolherem qual caminho seguir.

Um combo de sonhos…

Som em cor..

Em forma, som que pode ser tocado, o som paralisado, lambido, usado, dom Corvino, vil asa do destino, Que mostra a beleza, por olhos de desatino, de fraqueza, de pus, de pianos sorrindo, um novo mundo que se move, entope minhas veias de sorte, um cavalo a galope a morrer n’água, isso não pode ser, é belo mas horrendo, certas belezas são medonhas, não são belas, não são de pura seda, à inspiração vem à mesa, estômago eu domestico e emagreço, sinto a saliva a me enganar, é um jogo entre dois trapaceiros, meu cérebro, um demente arteiro, quer me viciar sem ter segredos, me fazer de ti o seu brinquedo, e eu quero lhe mostrar, quem é quem manda neste galinheiro, pensamento rápido, Veloz, batendo asas enquanto escuta a música de minha noz, abra-te gostosa, eu vou come-la, vou entrar em ti e dormir, mil mundos e fatos retalhados, este é o meu quadro que construí, minha pintura é abstrata, está aqui, apenas o indigente que pode ver e dizer: ra!! voce mentiu!!

Alegria serena

Me esbaldo rente ao balançar,
Minhas pernas voam alto, a bailar pelo vento,
Risos e alegrias sem ter um porquê, vida basta, serenissima, quando se encontra a beleza de um respirar,
O silêncio humano e o cantar de pássaros tropicais, nadando em mares de morros, sem matas ou com o pouco de seu passado,
É minha alegria serena, sem razão, seu existir lhe basta, com uma inocência de criança, me ponho a brincar irresponsável, sonhos de terra arável, a capinar,
Meu outro lado, a moeda sem sombra, brilha, o ouro de se alegrar, e vivencia cada momento, cada dia é muito longo e um relatório a postular, páginas de mente, que voam insanas,  pelo tempo a consumar, o texto  deste micróbio de vidas, de personalidades, deste amor, pelo que há de vir, de viver,
Porque quem dança sempre com a melancolia, se torna preciso em encontrar alegrias, elas se destacam, brilham em meio à solidao, ao eco sem resposta, é apenas o meu som, são mais bonitas e sorriem, vem cá meu bem, preciso do seu perdão! Ser simples demais, trás sabedoria e com ela, uma tristeza incomensurável, é o peso de ser perfeito demais, não pode ter meu pobre rapaz, oh moça que se despe de vaidades invertebradas, seu esqueleto é de verdade, é frágil e pode quebrar,
Minha febre é sempre baixa e concentrada onde moram sonhos a pensar, frio e quente, Alegre e sereno, triste e aqui,
Meus olhos se abriram e vejo tudo assim,
Me puxa a decomposição, que eu decomponho em compor sonhos que outros verão, e sonham comigo, sintam o vento, de ser único e singular universo, pequeno, filho de Zeus, a criança que nunca cresce, a estrela que prefere a baixa densidade a festejar, linda a alegria de ser a beleza, de contagiar a tudo que está ao redor, do teu profundo eco e se despedir, até mais minha doce amiga, olá velha concebida, a razão triste chegou aqui, brincam duas  em sua gangorra, quando uma sobe a outra desce, também querem o vento aos seus rostos, querem sentir, e eu vos sinto em mim, melanco-Alegre, eufórico-triste, até os ossos, não sou quem vou decidir, minha razão será de proteção, para não cair, em desespero e me despir, nu com meus pelos e pedir, onde eu fui parar, fui longe de mais, eu preciso voltar, mas não sei mais onde estou, pra onde vou, quem eu sou, isso nunca, jamais, sei deste perigo que pode me consumir, é frágil o equilíbrio e não se terei fibra, mas quem sabe, o mundo de um zombeteiro romântico é sempre um futuro inesperado, seus padrões se fazem no ato, não são calculados, ele prevê mas não pode ser previsto, porque é um misto de  Sentimentos e de pensamentos, sua energia não tem controle, não tem parâmetros, queima de acordo com os eventos, sua razão é poderosa mas seu castelo se desfaz com um sopro, e o ciclo sempre retorna em si, que é o começo da euforia criativa, de analisar o existencial e pedir, me ponha a mesa.

Abstração não é confusão

O único número que realmente existe é uno, a quantidade é uma abstração, vários unos são aglomerados, mas também podem se partir, dividir ou multiplicar, o mesmo número, o indivíduo, o átomo a se procurar. Algumas quantidade são de indivíduos, outras são mutações, borbulham-se Novas formas, eis as vidas em seus canais, em seus ciclos essenciais,
O abstrato é o mais amplo, é a imaginação, só que ao invés de sonhos, nós temos fatos, que se relativizam pela ação, a verdade aqui podem ser muitas, depende do pulsar de seu coração, se sua paixão for igualitária, todos unos se verão, mas os verões são sempre únicos, indivíduos ou monções, chuva e raios lá no Alto, quente e vento, mil razões. Ou eu procuro por semelhanças, para criar um grupo coeso. Ou eu mudo as direções do vento e parto oceanos que não são os mesmos. Divisão ou comunhão, o sonhar a realidade, mais ampla e menos direta.
Corruptos da amplitude, devaneios em altitudes, abstração não é confusão, mas precisa ter pés no chão para nos ajudar na filosofia da ação, o harmonizar. Eu não vim para confundir, eu vim para apartar, não quero conflitos nem mal entendidos, quero o padrão coerente a se mostrar.

Estes olhos da loucura…

Morte ao redor, corpo pronto pra foto, pra cortejar seu último adeus, para brincar com os teus, que ainda vive, olhos melancólicos, será eu?? o morto vivo?? o poeta das lágrimas, a roupa, quem se importa, eu não me porto, não quero, sou vívido, mas doendo e insípido,
Estas fotos que se eternizam, mesmo no esquecimento, a loucura humana, inteira se mostrando, em vestidos belos, na sombra, na mãe e tortura,  seu bebé está morto, deixe-o partir, vivos e engodos, nesta imagem, são iguais, mas o morto é melancólico, chora a lágrima que não cai, o instinto do sábio triste é como uma longa noite, cinza e linda, tua lua se esconde, naquelas montanhas de nuvens, sua reação é para a vida, porque sabe muito sobre a morte, que guarnecida por excitações mórbidas, lança o dote, lhe quer, lhe quer na cama, sem foto ou pompa, quer lhe tirar o mel pela boca, por todos os poros, oh sábio triste, o melancólico, lute contra esta provação, olha o céu, juramentos, escreva e se liberta, eu sei, você não pode se esconder da própria sombra, mas pode se encolher e conservar-se sem desonra, sem o auto-morto, a auto-doença, o suicídio, a auto-dor, o auto apagar, não faça isso, deixe-se e mais cedo ou Mais tarde ela vai chegar, o mundo não é bom mas o seu é, busque seu tesouro e abrace-o em pé,
É morto vivo, é insosso algumas vezes, mas pode fazer mais por ti, estes olhos da bravura, da lamúria, do sentir, este acúmulo de lembranças a te exaurir, mas suas costas devem aguentar este peso e lá subir, no topo da montanha, tenho um beijo a te pedir,
Teus olhos da loucura, também são os de ternura, verdadeira e sem outras intenções, é direto a nossa conexão, sabemos sem pensar, nos olhemos e contemplar, mexe tuas pálpebras, está vivo, não guarde demais a tua energia, gaste-a consigo e comigo meu amigo, meu amor, meu irmão, minha flor, meu chão?? Meu pai, meu ardor, minha força, vamos todos então, tu precisas de um colo e uma bênção deste aqui,
O Santo louco que gosta de dias cinzas , de sobriedade, de razão e camaradagem, de sossego e liberdade, o Sol abafado pelo manto ou roupagem, e nós, livres de sua crueldade, de miolos quentes eu já tenho os meus, dia certo é chuva, de corpo inteiro, choremos nossos excessos, enxuguemos e de regresso, eu confesso, melhorei, Meus olhos agora, são da loucura a te pedir, tire uma foto minha, do meu primeiro adeus, serão tantos, e os teus??

Eu sei o que meus olhos sabem…

Minha bússola a olhar para o norte, antes via vultos, hoje eu vejo sorte, eu prevejo, parece fácil, basta juntar, a Ponte que falta ligar, eu confio em mim, meus olhos só vêem verdades, olham Sem piedade mas melancólico, e denotam: “isso é certo”.
Eu vejo e sinto, meu corpo toca, amor pelo descobrir e sustentar, um novo pensamento na minha coleção, minha realidade é por precisão, e pela humildade de um leão, confio em mim, Eu me amo, sou o casal de casamento longo, a comunicação é pelo olhar, pelo tato, eu não sei muito para o sistema, eu sei pra mim, sou o meu dono, o meu patrão, a minha empresa , nem imaginem, tudo é forte aqui dentro e vulnerável ao mesmo tempo,
Meus olhos sabem, abstrações a ampliar, o direto se subjectiva, o literal se pulveriza, pelo imaginado, imaginação, isso mesmo, isto é o abstrato, é a verdade maior, mais condensada, complexa, com pernas, um corpo inteiro, hierarquia, do cérebro ao queixo, do pescoço ao eixo, tem emoções, muda conforme a música, o vento cortante ou monções, a ideia, mãe de todas as outras, as organiza, dela que se observa a origem, desta panaceia de atitudes,
Se o rei está nu, eu vejo feiúra e não esperteza, isso é sabedoria, sapiência, isso é ver, antes de saber,
O saber genuíno e sincero, é o pensar sobre o sentir, é transformar emoções, o instinto, em destino, em ações, é denominar o recinto, de indagações,
Sapiência é saber vendo, crendo no que teus olhos podem tocar, é inabalável certeza de que este mundo não é um outro, subvertendo o aprender,
Não distorce, espaireça, tudo é leve no aprender, e quando se descobre a melhor arma, o conhecimento vem rápido a causar formigamentos,
Sentimento, não esta separado da reflexão,
Meu reflexo no espelho é meu maior talento, sou fraco em todo resto, porque eu nasci para viver, conservando meu pouco e ver,
Neutro e pessoal, vejo o que há por cima das nuvens, na mesma altura que as estrelas, eu vejo todo o contexto, eu pergunto porquês!!? E se??
Livros não são guias, são alimentos, internalizo o conhecimento, agora é parte de mim, como todo momento que aplaudi, que me chocou, que me fez elétrico, me fez rir, meu cabelo se espetou, oh meça, meu sonho chegou, vívido e verdadeiro, sonho o dia inteiro porque o mundo é um pesadelo, isso é o certo, é o sábio a se fazer, para não enlouquecer,

Mas sempre com os pés enfiados no chão até a raiz, porque a vontade de sair voando é alta, minha razão me mantém firme, aguenta, esta é a sua provação, sentir.

A mão da loucura e da razão

Eu não nasci escravo, porque escrevo, dono da razão, mas a loucura é minha dona, minha mãe, minha amiga, minha amante, um ser estonteante, que quer sempre mais espaço que merece, foi ela quem me apresentou à sapiência, foi paixão à primeira vista, podem acreditar, estava lá, de vestidinho simples, Rosas claras a enfeitar, eu, o matuto de duas caras, o homem que gosta de outros, me senti enfeitiçado, até imaginei vê-la como a mim, não um clone, mas parecido, rijo e com fome, cá estou, devora-me por sua paixão pela precisão, mas eu não posso muito, não sou um grande intelectual, minha força é antiga, é sabedoria, te intriga?? Nunca falha, é minimalista, acumula percepções, tenho um mapa, tudo é na base da lição, moral do dia, da noite, do coito, bestial ou de fronte, da reza de deboches, afiado à apontar, sou safado, não conte, ta??
A mão que dá prazer, em noites sem meu bem querer, à mão amiga que é mais forte, à gauche, pilantrinha do meu chão, dá-me força mas sou fraco, dai-me beleza mas sou barato, dai-me pureza mas sou rato, sou o Príncipe a omitir, minto mas tenho meus motivos, sou levado por seu cheiro à Beira do mar, canta aos meus ouvidos, a me apaixonar, sem convergir, eu me divirto, sou criança mas também sou bruxo, sem feitiços, só medos murchos, tudo é estúpido, Deus assim é, revoltas e barricadas, guerrilhas no meio da mata, o Mato contra a ralé, a mesma mão que me açoita com sua loucura, é a mesma que me amamenta em sua candura, vejo tudo e nado o lago de desejos, os espinhos da mais bela rosa, o sangue de seu Belo toque, me arranha, me ponha em choque, hoje eu vejo beleza porque aí está a harmonia, eu busco aquilo que mais me falta, água fria a acordar, fantasia e caráter, a me dominar, sem ter moral vã, tenho a principal, o certo a se fazer, com minha mão esquerda, de demônios e anjos, de extremos, sem ti, não posso ser, não sou escravo, porque eu escrevo, com meu coração acima de tudo, escrevo a ti, meu benzinho, meus mimos eu vou conseguir, sempre uma nova conquista há por vir, eu gosto de si, sua louquinha, minha loucura e minha razão,  de se aceitar acima de todos, acima do mundo, meu defeito, minha força, contra marés e mil diabos, meu otimismo me assombra, isso é normal. Literalizo tudo, mas vivo no abstrato, o que que eu faço?? Eu vivo.

O terceiro olho da intuição e do instinto

O instinto fareja presas e predadores,
A intuição presenteia seus donos de 3 sabores,
O terceiro olho, abre-te e olhe sem olhar, olhos da percepçao, vê-se pelos sentidos, pelo corpo inteiro, é a intuição,
Sente antes de racionalizar,
Porque o sentimento é o tom desta música a soar,
São os olhos da sabedoria, de águia de presa fria, ser o próprio dono, de ser o seu destino,
Que as fofocas da gentalha são irrelevantes, eu não vejo apenas um país ou rio, porque eu vejo o mundo inteiro, até o inferno de Dantes,
Que do alto desta cordilheira, eu posso encontrar padrões na terra que incendeia,
Fogos de paixão sem controle, que selvagem, só encontra a razão pela domesticação,
Adultos crianças e crianças adultas,
Meu cérebro é grande e minhas mãos são de anjo, eu tenho sonhos pueris mas minha barba é de marmanjo,
Eu escrevo sobre a menina loura de Arcangel,
Mas eu prefiro continuar neste vôo rasante, em busca de amantes e de porquês,
Porque vivemos de perguntas, nos alegramos pela mentira e brigamos pela verdade,
Que Deus é o pai vigoroso, que nos esconde torpes porosos,
Mas o sagaz satanás nos brinda com a liberdade, de sermos muleques de pés descalços e sem responsabilidade,
Me chamam de louco porque eu só vejo a verdade,
Mas projetam suas gêmeas personalidades, com tuas mesmas faces mas diferentes vontades, uma quer a destruição, a outra, a seguridade,
Eu quero apenas a compreensão.

Como dar início a eugenia*** Esterilize as pessoas que odeiam animais não-humanos…

Vamos selecionar as pessoas ”de” maior qi**

Vamos selecionar as pessoas mais altas** Vamos selecionar os mais extrovertidos**

Eh complicado sugerir quais que seriam as ‘melhores’ características pra serem selecionadas em um hipotético futuro eugenico. Mas parece ser fácil e polemico sugerir quais os traços que ”poderíamos” des-selecionar.

Eu sempre busco pela objetividade para lidar com qualquer assunto e ser objetivo e prático, no meu caso, geralmente significará ser empaticamente preciso.

Evoluímos em grupos sociais, não somos predadores solitários, precisamos uns dos outros para sobreviver. Então precisamos encontrar uma maneira de melhorar continuamente a nossa convivencia.

Racionalidade e empatia ou potencial para ação altruísta são duas das mais indispensáveis características que fazem uma sociedade saudável e em constante evolução. Quer comparar Finlandia com Haiti** Não fixe seu olhar comparativo as diferenças coletivas e portanto medianas de inteligencia, olhe também para a empatia e para a racionalidade.

Alguns grupos de seres humanos parecem ser homogeneamente ruins, de baixa qualidade. Por exemplo, eu tenho notado que a média de inteligencia pura ou de percepção entre os ”homofóbicos”, me parece muito baixa, se assemelhando as médias de qi dos pedófilos. Argumentos extremamente ruins, sem qualquer naco de racionalidade e empatia para sustentarem seus pressupostos. Esta é a paisagem comum.

Mas nada se assemelha em termos de déficit de racionalidade empática do que os onívoros que além de comerem os cadáveres de animais não-humanos a uma base diária ainda os odeiam e os maltratam.

Estes sim, são a pior classe de ser humano que existe!!

Em uma eugenia baseada em idade mental realmente adulta, este tipo desapareceria da superfície terrestre, que tal uma viagem só de ida pra Marte**

HBD e psicopatia

Agora, será que os ”sistemizadores” (em sua maioria) de qualquer departamento de antropologia, biologia, genética ou dentro da hbdosfera, olham pra empatia como um importante fator a ser considerado para a eugenia**

Eu tenho a ”leve” impressão de que não…

A empatia extrema seria ”patológica” pra eles. Claro, porque provavelmente não compreendem qual que seria o verdadeiro significado desta palavra, desta expressão semantica de um conjunto real de características, a cooperação e o respeito a existencia alheia.

A partir daí que apareceu uma nova ideia sobre este assunto, sobre aqueles que sistemizam e aqueles que empatizam.

Empatia como a busca por similaridades visando a união, a sistematização como a busca por diferenças visando a categorização e divisão.

O sentir é pela semelhança, é ver a ti nos olhos de uma criança ou de um ancião, é a de buscar similaridades, chamar pelo Deus que mora em outra cidade ou vizinhança,

Categoria é sempre a diferença, se existem grupos, é porque existem incongruencias,

A continuidade de similaridades se dissipa, quando cruza o pequeno e leitoso rio, as cores mudam, as árvores são diferentes, o mato é mais verde, os pássaros tem outras asas, outros bicos, outras certezas,

tudo igual é ruim, empatia é um exercício e não um fato dado,

sistemas são importantes, os padrões, a realidade a lhe contar,

a sabedoria sempre se baseia na união, de dois amantes em abstração,

a união categorizada, o filosofar em prática,

produzir harmonias e melhorar nossos ambientes,

sofisticar e precisar nossa auto existencia, auto reconhecível, crível, e não apenas crer,

quem odeia anjos sem asas, não deves mais aqui estar,

porque problemas já temos muitos, como nossa angústia de pensar,

que estes seres moribundos, involuam ao passado e não mais no presente,

onde empatia e precisão, andarão nuas, de mãos dadas, a se entender e de repente, dar-nos um eterno presente, o bem viver… a tudo, a todos, a todo o ser.

O passado é a vida?

A morte é o futuro que se acabou??
A poesia é a canção de lamento por esta angústia imensa,
O disco quebrado, o espaço de cronos destinado, porque estamos enclausurados, no corpo da matéria, e no corpo do tempo, no pergaminho que se desdobra, no bolor de células porosas,
Somos uma nova sopa primordial,
Morremos quando o futuro chega, nascemos quando o passado volta, revolução é a vida, será que está presa nesta realidade cronológica percebida?? Será que quando morre, renasce na mesma sala, na mesma hora,  3 ou às 4, os mesmos pais, o mesmo dna?? Viver novamente?? Mas e o calvário da doença?? Será o mesmo pela eternidade?? Ou a combinação não será única?? !! Seremos nós mesmos, mas menos o que somos hoje, menos o que fomos ontem, mais do que seremos amanhã,
O Sol sempre nasce, o ciclo é perfeito, uma máquina impressionante, o mecanismo e suas roldanas, há tanto espaço!! O que há de baixo daquela saia preta?? De xiita religiosa, de velha rabugenta e preconceituosa?? Que hipócrita, serve aos deuses da idolatria, que com sua calda grande, invade o chão encerado, o que há de baixo daquela saia? Das estrelas?? Matéria pesada, tecido bruto, que a gravidade não aguenta manter  ao ar, cai ao solo e se espalha, ao buraco negro, a tudo sugar, escuro e misterioso, enquanto que a tsunami de concreto de estrelas, ligeiramente ossificada, está logo ali, no mar de espaço sideral, o ar aqui nos convida para uma dança de Dante, do inferno quente de vulcões, nossos pais naturais, que nos salvam com seus bafos de calor de vida, se tudo é tão frio e brutal, se o espaço esmigalha seus próprios filhos, o núcleo esquenta e nos dá um pouco de brio, de Deus. A nuvem, o vidro embaçado de chuva, e os pingos que dão liga.
O passado é a vida, a morte é o fim do disco e o início das mesmas canções, mas cada nova velha canção, se sentirá diferente, que antes se sentira ardente, agora se escuta condescendente. A vida que passou e a morte que chega é o repetir de uma mesma cascata de dejavus impercetíveis, as boas  lembranças são as melhores alegrias, ao nascermos, não lembraremos daquilo que vivemos, mas podemos pressentir semelhanças e causar calafrios, a sensação de já ter vivido, porque já foi sentido. Será?? Presos sem ter consciência, em um mesmo espaço de tempo, mas nascidos com uma nova pele, que modifica pouco, que sorte, ainda seremos nós, mas menos aquilo que somos agora e mais aquilo que seremos amanhã. Nossa razão fundamental de viver, estará em outra latitude do que agora, um outro epicentro de degeneração, consumir a alma por um grito de tom mais distinto. Será??

Empatia é o agora e A natureza de uma cobra cega

Empatia é o agora

Empatia é o viver agora,
É o presente de cuidados e zelos,
É a prevenção para não remediar,
É o amar hoje, pra não lamentar amanhã,
Porque o lamento significa uma vida em vão,
É a paralisia das ações egoístas, o corpo precisa evoluir com o ambiente, o progresso sem respeito, é o mesmo que o concreto sem coração,
 Coroemos as boas ações, mas especialmente aquelas, que advogam pela razão,
Que amor de mãe não tem limites, mas que ”o juízo do pai” precisa ter seus trâmites,
Sem a metade da outra moeda, não haverá sabedoria,
Ser bom não é ser fraco,
A Fortaleza do caráter que define a beleza da verdade, que em prática se traduz em harmonia bem fundada,
Que o detalhe vos abilite, que cada pequena ação é um açude, a encher-se de água para sanar a sede, daqueles que clamam por uma mão.

A natureza de uma cobra cega

Ingenuo é aquele que não pode ver maldade,

cego é aquele que não pode ver o que há em sua frente,
uma cobra nunca é ingenua, ela vive de instinto e veneno,
que algumas não são venenosas, mas atacam rente ao vento,
a esquerda, vive o bom pensador,
mas que pensa sem temor, de ignorar as duras verdades,
que o chão não é um algodão, é tão concreto quanto a realidade,
vive em um mundo de abstrações e de achismos cheios de certezas,
que não podem construir uma narrativa derradeira, vivem de frases soltas pelo ar,
cabeça aberta, a lógica sai voando, o prédio de tijolos se desconstroi, 
tudo o que existe se distorce, e tudo onde reside maturidade é apedrejado,
cobras cegas seguem seu instinto, de atacar com seu ferrão venenoso, sem olhar,
porque confundem a dor com carícia, com prazer,
porque confundem tudo, sem saber,
mas sabendo…
a lógica se faz pela memória objetiva,
que emotiva, se busca pela sabedoria,
300 mapas de alegorias, onde que a abstração complementa a razão,
onde a sabedoria popular complementa a sua irmã filosofia, mais sofisticada,
onde não existem classes sociais de pensamento,
a percepção de criança daquele que usa mão para o sustento,
daquela que nasceu aprendendo que sua vida seria de trabalho e salário lazarento,
o garoto esperto que aponta para o rei nu,
para abstrações sem sentido, que entende política só de ver,
não é apenas intuição, é instinto,
tudo o que não existe, existe, 
mas para uma cobra cega, o olhar sábio é inútil e intermitente,
tal como o apendice que mais parece um rabo de antes,
quando ”éramos” todos macacos,
mas nunca fomos, não somos Matusalém, 
a natureza do veneno as cegas,
que semeia a destruição e confusão, mas pensa que está fertilizando amor e compreensão,
que somos todos crianças,
mas algumas são estúpidas e destemperantes,
e os poucos adultos neste mundo de rótulos vazios,
sabem reconhecer essas diferenças,
que a cegueira não significa ingenuidade, mas um profundo amor pela bondade,
que cega mesmo se podendo ver,
que muitos são ingenuos, até sábios nazarenos,
mas que alguns são mais como cobras cegas e venenosas,
que atacam e amam sem perceber,
que a justiça pode ver, porque a neutralidade não é para quem tem faixas nos olhos, mas faíscas de precisão,
e a visão deficiente de um ”bom pensador”, se dá justamente por causa de sua confusão,
ataca o certo, ama o errado,
te acusa de louco, mas é o mais lunático,
pobre cobra, pobre de nós.

O amigo que eu desprezei

Naquela tarde quente,
Naquela caminhada de sempre, o ausente se fazia notar,
Até que um amigo paralelo à minha marcha, pôs-se a me fitar,
Suas quatro patas, sua sabedoria extrema, seus olhos doces, seu rabo a balançar,
Sua beleza em convite de um novo compartilhar,
Amizades e alegrias, tristezas e ousadias, ao horizonte se desvendar,
Mas a frieza desta alma, que com sua destreza em precisar,
Calculou que a vontade não pode ser no impulso, mesmo que o amigo mereça este pulso, este calor de aconchego,
Que solto às ruas, vulnerável aos perigos, esta criança merecia ajuda,
Mas minhas mãos estavam desnudas, nada posso, apenas me congelar,
Entrego mais um necessitado à própria sorte e me vejo novamente na mesma sina,
A de conter minha solidária solidão, quando colide com o frio chão,
De concreto e de pesar,
A balança da razão que muitas vezes nos puxa de um turbilhão de emoções genuínas, de não ser apenas potencial mas ação, de ser legítimo, de oferecer o pão,
Mas a grande força e vontade que estou a alimentar, é irmã siamesa de minha fraqueza, enquanto que faz acontecer, aconteça só, dentro de minhas fronteiras e meu mundo é um berço pequeno, que não pode ser, não pode se expandir por causa de sua complexidade e pouco faço para abraçar estas pessoas e seres que também precisam ser legítimos em sua vida, porque só é realmente vivida em sua plenitude, e seu maior desenvolvimento, se dá em um invólucro de atitudes, serenas e corretas.
Fim da reta, a caminhada acabou, a muitos anos, este meu amigo não mais fitou meus passos,
Continuo a caminhar só para luz, mas os outros continuam parados em sua agonia, de pisarem uns nos outros, sem sentir, que a verdadeira penitência é de desprezar a ajuda de um faquir, coloque seus pés em cima dos meus, para que possamos passar por este mar de espinhos, mas meus sapatos são vagabundos, a vontade é muita, a possibilidade ( ainda)  é pouca, minha solidariedade é rouca, eu mesmo não posso ouvir. Quero falar e transformar palavras em vidas de afeto, mas se eu deixo este mundo de pensar, eu enlouqueço, preciso me adaptar deste meu único jeito, para que nunca mais faça, poemas de um lamentar.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

BARRETO Automotive / Desde 1988 / Entregas 24 HORAS

ATENDEMOS TODAS AS SEGURADORAS / LUBRIFICANTES / RODAS / PNEUS / RETÍFICA / CÂMBIO AUTOMÁTICO / TAPEÇARIA / PELÍCULA / POLIMENTO E CRISTALIZAÇÃO / LAVAGENS / HIGIENIZAÇÃO / REFORMAS / FUNILARIA / OFICINA / GUINCHO / CHAVEIRO / BLINDADORA / IMPORTADORA / EXPORTADORA

Castro456's Blog

O medo do nada

Delusions of Adequacy

And You Thought You Might Have Had Delusions of Grandeur

PARTO DE IDÉIAS

"Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância." Sócrates.

Pensar Novo

"Saber que você precisa mudar não é suficiente. Você precisa ter a coragem de fazer esta mudança." Robert Kyosaki

Mind Hacks

Neuroscience and psychology news and views.

Inside Perspectives

of Asperger Syndrome and the Neurodiversity Spectrum

Agoraphobia Subliminal Hypnosis

Come out of the woods, the dark, come into the light. As a recovered agoraphobic, I've designed these audios over many years in order to help you. Charles K. Bunch, Ph.D.

Antimidia Blog

Textos sem sentido, para leituras sem atenção, direcionados às pessoas sem nada para fazer.

REBLOGADOR

compartilhamento, humanismo, expressividade, realismo, resistência...