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Tempo de reação contextualizado e novamente o exemplo do ”intelectual esquerdista”…

… que parece demorar um século pra perceber o que acontece à sua volta.

Exemplos muito interessantes.

Relendo o livro de Yoáni Sánchez e mais especificamente a dedicatória do sociólogo Demétrio Magnoli, que deu uma aula sobre história cubana, algo me chamou atenção nesta parte: a tomada (retardatária) de consciência de alguns escritores e artistas (de esquerda) quanto ao barco furado da ditadura castrista. Isto é, depois de décadas defendendo o regime comunista, eles se deram conta que o mesmo era ruim e decidiram… debandar como bons covardes que são. Incrível, como pode ser possível acreditar em algo, ver que este algo não está tendo bons efeitos, pelo contrário, só está piorando, não realizar qualquer básica correlação entre atitudes positivas e negativas que um bom governo deve tomar… enfim ficar pensando ”na morte da bezerra”, tentando pegar moscas só com uma mão, lerdando por décadas a fio, vendo tudo acontecer ao redor e depois deste tempo pra lá de longo de letargia, constatar que algo não vai bem e… debandar, cair fora, deixar os outros a deus dará***

Outro exemplo, apenas muito recentemente que o meu irmão esquerdista começou a acreditar, ainda que muito timidamente, que o DESgoverno atual sob a tutela desastrosa e vil de incomPtentes não era aquilo que suas propagandas lhe mostrava…. E se fosse uma situação de alto risco, isto é, em que houvesse a necessidade de se PENSAR RÁPIDO, será que ele teria agido mais agilmente*** Ou será que teria deixado o seu oponente com sono e perdido a luta***

O tempo de reação contextualizado se caracteriza por nossa capacidade de reagir cognitiva/intelectualmente às intempéries multifacetadas, de longo a curto prazo, que nos encapsulam e de maneira rápida. É a nossa velocidade para entender o mundo, para capturar a imagem maior, o contexto e SOBREVIVER.

Percebendo que o meu irmão esquerdista pareça estar fazendo um esforço para entender o que realmente se passa em ”nosso” país, eu percebo que talvez, mais do que falta de caráter, muitos esquerdistas iguais a ele seriam na verdade extremamente lentos para capturarem a imagem maior e para primarem (ou não) por ela, isto é, por aquilo que realmente importa. O mesmo parece acontecer com a maioria dos meus colegas de faculdade que estão longe de serem pessoas ruins, pelo contrário, são tão legais (diferente de bom… não que sejam ”não-bons,rsrsrs) que talvez tenham completa incapacidade de farejar malandragem e psicopatia.

Também o tenho como exemplo para falar sobre a relação entre  memória ineficaz e déficit de conscienciosidade. Se  o cérebro não guardou, então não deve ser importante, não acham*** 😉

”Tem lutado por um mundo melhor… lutou pela revolução…. e depois de décadas a fio vendo todas as suas verdades serem desmanchadas uma a uma, constata tarde demais que algo não anda bem em seu país….”

Também se assemelha à ideia reducionista porém precisa de que ”cometer o mesmo erro” seja burrice. Se pra ti, ser lerdo e burro forem a mesma coisa…

O ”humanista” que ficou 2 a 3 décadas recebendo muitas das benesses de um governo autoritário e idiota e apenas no final deste período resolveu olhar para o lado e pensar por conta própria, questionando as verdades absolutas internalizadas, é humanista e intelectual apenas no papel e no status quo, porque no mundo real, será uma baratinha tonta estúpida, conivente com a maldade.

Na contramão da lerdeza dos intelectuais de esquerda (nem todos, alguns que serão do tipo psicopata de alto funcionamento), os ”brancos nacionalistas” ( e grupos homólogos ao redor do mundo) apareceriam como velocirraptors em suas respectivas capacidades para farejar incongruências holísticas em suas áreas de vivência, isto é, tempo de reação culturalmente contextualizado ou real. Por serem mais instintivos e por darem maior importância ao mundo real, àquilo que importa, mesmo  que se faça por meio de uma abordagem pleistocênica, destituída de maior complexidade,  do que à abstrações caprichosas, os brancos nacionalistas demonstrarão clareza de pensamento por mais que esta se faça pragmática demais e tenda a resultar em excessivas generalizações. Ainda assim, é muito melhor do que o mundo de crenças esquerdistas que tanto me angustia.

Ainda assim é necessário nos questionar se o contexto fosse outro, a mesma situação se daria, isto é, lerdeza de reação por parte dos esquerdistas-de-coração e agilidade por parte dos brancos (ou de qualquer outra ”cor”) nacionalistas. Para internalizar ”novas diretrizes” morais, os esquerdistas aparentam melhor capacidade, mas aí nós temos de olhar para os dois grupos e observar as características biológicas que tendem a predominar em ambos, se tenderemos a abraçar memes culturais que sejam convenientes para as nossas próprias sobrevivências pessoais.

O esquerdista médio (que não é um psicopata ou sociopata) está mais perto de um homossexual médio, do que um branco nacionalista médio poderia estar naturalmente. Ao defender o direito ou seria melhor a necessidade fisiológica das minorias sexuais de vivenciarem as suas predisposições mais agudas, muitos esquerdistas apenas estarão defendendo a si mesmos para estarem livres em sua experimentação ou mesmo parcialmente, se tendem a ser mais pacíficos, menos dominantes e mais andróginos em biologia comportamental sexual (ainda que isso não tenha a necessidade de resplandecer em comportamento homossexual).

Portanto, não basta ter uma certa capacidade cognitiva ou intelectual específica para que possa entender o contexto e ser muito bom em tempo de reação no mundo real, porque talvez pareça ser necessário ter um conjunto de variáveis biológicas (e isso inclui perfil cognitivo ‘e” de personalidade) que, estejam em conluio com o mesmo ou que sejam radicalmente opostas a ele, tal como acontece com os dois grupos de exemplificação.

Esta breve constatação abre portas para a ideia de ”perspectiva existencial” que eu estou para desenvolver, se conseguir afogar o excesso de ideias e pensamentos que ainda não consegui postar no blogue.

Pensar com a mente e pensar com o cérebro

Pensar com a mente = releitura do pensamento

Metáfora da velocidade do objeto para explicar a reflexão do pensamento
Velocidade mais fraca do pensamento, causada por baixa internalização, não provoca o ”ricocheteamento” do mesmo e portanto se consistirá em um pensamento parcialmente reflexivo.
Metaforicamente falando, imagine que vc está dentro de uma sala em formato quadricular e hermeticamente fechada, e a sua frente tem uma parede muito dura. Então, vc pega uma bola de tenis e a lança em direção a esta parede. Dependendo da força com que joga, a velocidade poderá fazer a bola voltar em sua direção. Força e velocidade fortes, resultarão na volta da bola, e se forem muito, muito fortes, então a bola ricocheteará pela sala, tal como se estivéssemos em um jogo de squash. Força (motivação intrínseca) e velocidade (capacidade cognitiva específica para o domínio hipotético) determinarão se haverá reflexão do pensamento ou não. Quanto mais fortes forem a motivação intrínseca e a capacidade cognitiva específica, maior será a complexidade e entendimento do pensamento, porque, partindo de uma lógica intuitiva, quanto mais vezes voce olhar para o mesmo objeto de estudo, mais detalhes voce irá encontrar.
As pessoas neurologicamente comuns, principalmente, tendem a pensar com o cérebro. Mas todos nós fazemos isso não é* Sim, mas elas irão parar por aí, enquanto que outros irão duvidar do próprio cérebro ou de suas conclusões. Em partes, quando revisamos nossos pressupostos ou quando construímos nossas-novas pontes de entendimento sobre um determinado ramo do conhecimento humano, estaremos usando o pensamento reflexivo, refletindo inúmeras vezes, algumas vezes de maneira inconsciente ou conscientemente inconsciente, tal como se tivesse ”uma pulga atrás da orelha”, até o ponto de ruptura e da máxima verbalmente proferida
”isso não faz sentido”
A ”mente” é uma mescla de variáveis, a maior complexidade e energia do cérebro, que o faz obviamente mais enérgico, ativo e também a maior autoconsciencia, a capacidade de imaginar, extrapolar cenários de inúmeros tipos, bem como também de se imaginar separado do corpo e de seu cérebro, de ve-lo como parte integralmente importante de si, mas que não é sinonimo de sua personalidade, que se faz em conjunto, sistema corpo-mente.
A paixão do ego cognitivo!!!
Entre 2012 e 2013, eu me interessei pelo ”canhotismo”, um dos assuntos de que mais tenho falado aqui. De início eu internalizei todos os estudos (muitos deles, altamente tendenciosos) sobre o assunto, incluindo aí as famosas listas de canhotos (ou de possíveis canhotos) eminentes. Pelo fato de ser canhoto, percebam como que nos interessamos e somos mais empáticos com assuntos que se comunicam com nossas biologias, eu me tornei  positivamente preconceituoso com a ideia de que os canhotos fossem ”mais inteligentes” que os destros. Então eu fui percebendo que não era bem assim e então comecei lentamente, porém com consistencia, a questionar os mais novos dogmas que passaram a preencher parte de minha vida. A grande proporção de canhotos que me pareceram estúpidos a primeira vista, em uma comunidade de rede social, e a construção de meus axiomas metodológicos, que correu paralela, serviram de base para me convencer de que estava sendo muito preconceituoso em relação a este tema.
Meu cérebro se interessou pelo assunto porque ”ele é canhoto”, ora pois, e chegou a conclusões tendenciosas. Alguns canhotos podem chegar a conclusão inicial contrária da minha, como por exemplo, ”é mentira que os canhotos sejam mais inteligentes”. Então será que eles foram mais rápidos que eu, são ou foram mais reflexivos*** Pode ser que sim, dependerá de caso pra caso. Mas geralmente, o primeiro pensamento não será reflexivo e resplandecerá aquilo que o seu cérebro pensou, nosso ego inicial. Portanto, pessoas canhotas com baixa auto estima podem apenas refletir os seus próprios sentimentos de inferioridade em relação a máxima ”os canhotos são mais inteligentes”, negando-a. O primeiro pensamento externalizado pode parecer ou mesmo ser fruto de reflexão, mas é necessário analisar a construção de uma linha de pensamento por mais tempo do que constatar qualquer coisa com base em algumas frases, porque isso também será como ”pensar com cérebro, sem refletir”. 😉
Portanto, apenas quando vemos o produto final de várias reflexões e releituras dos pensamentos iniciais, é que poderemos defini-los como ”reflexivos” ou ”retido de esforço mental”.
”Canhotos são uma população diversa”
”canhotos são fruto de mutações ou de epigenética”
”portanto, existirá maior aleatoriedade, indicando que alguns canhotos poderão ser muito inteligentes  e outros não”.
….
”definição de inteligencia” ”definição de qi” ”o que o qi realmente avalia”
etc etc etc
Isso é pensamento reflexivo, isso é pensar ”com” a mente, é ricochetear o pensamento várias vezes, vendo-o por vários angulos, para chegar as conclusões mais corretas.
….
”definição de inteligencia” ”definição de qi” ”o que o qi realmente avalia”
etc etc etc
Isso é pensamento reflexivo, isso é pensar ”com” a mente, é ricochetear o pensamento várias vezes, vendo-o por vários angulos, para chegar as conclusões mais corretas.

Eu posso não ter controle sobre o meu corpo, mas eu posso ter o controle sobre a minha mente….

Não sei se já lhes contei. Bem, em 2011 eu tive uma crise de tiques nervosos que acabaram me causando insonia por uns 3 meses seguidos. Vamos imaginar o pequeno inferno que foi a minha vida naquela época, tiques nervosos como piscar os olhos quando olhava para as outras pessoas, como se estivessem encharcados de suor e a partir disso, fazer associações semanticas entre o ato involuntário e fatores psicológicos. Sim, é justamente isso que acontece conosco a todo momento. Fazemos associações semanticas sobre aquilo que está acontecendo conosco, é o preço a se pagar por nossas capacidades cognitivas singulares e excepcionais. Os animais não-humanos, em média, reagirão diretamente sem dar uma explicação complexa aquilo que está lhes ocorrendo. Portanto, quando algo TOTALMENTE involuntário está acontecendo contigo, talvez não seja voce, mas apenas o seu cérebro que está dessincronizado com a sua auto-narrativa sensorial-perceptiva. Sabemos que entre o ato involuntário e o ato voluntário, existirá, como (quase) sempre existirá, um espectro, entre os dois.
Depois de alguns meses sofrendo os efeitos de uma ênfase semântico-neurótica  equivocada, eu voltei à normalidade ou constância sem sobressaltos  associativos. Até que nesta semana, ”do nada”, voltei a apresentar o inicio deste quadro clínico que mais parece se consistir em uma pré- síndrome de Tourette.
Diferente do primeira vez que passei por isso, em  2011,  ainda que nervoso,  ”ainda” não cai diretamente em um  estado de semi-desespero que me abateu tal como daquela vez e a causa mais evidente pra esta mudança, pra mim, foi a minha maior compreensão sobre o funcionamento da mente humana. Se não há causalidade orgânica então talvez possa ser auto-gerido, controlado. A partir daí, pensei em muitas causas

A primeira: eu tenho desvio do septo nasal e respiro pela boca. mudanças no padrão respiratório ( por exemplo, por agora eu estou conseguindo respirar pelo nariz), podem estar reverberando também nos padrões de funcionalidade do meu cérebro. Por exemplo, a sensação de estar vendo sem ver, como se tivesse um olho no meio da testa. Por meio da lateralidade ocular, também pode-se saber sobre a sua lateralidade cerebral ( talvez, vou perguntar no quora e já volto… ). o olho que vc vê, pode determinar o hemisfério cerebral que é mais ativo em si. Por agora, eu tenho a leve impressão de estrabismo interno, como se a lateralidade ocular estivesse ligeiramente inconstante ou fraca. Por exemplo, esta região da minha testa parece estar sobrecarregada.Outra explicação é a de que a causa deste incômodo se consista em alguma desordem auto imune desconhecida  ( mais mutações, mais microorganismos não-decantados?? ), causada pela deformidade craniana, que pode ser mensurada por meio de assimetrias faciais. Minha teoria, de que cérebros neurotipicamente configurados inibem a ação incomum de microorganismos co-evolutivos, uma espécie de encaixe ou organização harmonica (evolutivamente falando) tanto do cérebro quanto desta ”galerinha” que vive dentro de nós.

Tente entender, metaforicamente falando, como se nós fóssemos (de fato, é provável que seja verdade) nações organicas (e a pele é a fronteira), onde que, por exemplo, um esquizofrenico, teria um ”estado islamico” (sic!! se esta tal estado islamico… é islamico mesmo) dentro de si. Eu tenho psoríase (rosto avermelhado) e sou neuroatípico. Por exemplo, quando fico muito nervoso, começo a me coçar. Também tenho demartite seborreica herdada de meu pai.

Excesso de pensamentos, tal como parece ter acontecido comigo da última vez, também pode ter uma causa, tenho dormido pouco e estado muito mentalmente ativo.
É interessante observar que com o aparecimento, menos recorrente e por agora, menos progressivo em constância, destes tiques, eu percebi claramente que nosso cérebro ou mente, ou o que desejar chamar, dá o valor semântico às nossas sensações voluntárias ( se isso existe completamente)  e involuntárias. Somos vítimas de preconceito negativo por nossos próprios  cérebros, que muitas vezes, ao invés de nos ajudar, acabará nos atrapalhando.

Nossa autoconsciência se consistiria justamente nesta tréplica em interpretação integrada, sensorial, instintiva ou emocional e reflexiva ou intelectual. Temos a consciência corporal ou essencial, a consciência do ser vivo, de clausura ou de ‘estar preso’ dentro do corpo, depois nós temos a interpretação da consciência Mental primitiva ou feita por nossos cérebros, sem nossa aprovação (sic!), e por último, nós temos a reinterpretação, a tréplica, pensamento reflexivo ou autoconsciencia. Eu estou tendo tiques nervosos por exemplo quando vou conversar com desconhecidos ou dos quais, tenho pouca intimidade. antes de olhar para os seus olhos, meu cérebro faz uma leitura exagerada e começo a piscar, coloco as mãos na maçã do rosto, na tentativa instintiva de esconder o tique, que é provável que vá acontecer. Mas em termos psicológicos, não aconteceu nada de diferente comigo. também é interessante pontuar que eu tive um episódio de tique, apenas um, isolado, faz um mês, no início de agosto e que foi causado por excesso de mentalização. Neste episódio, eu fiquei muito tímido, não vou dizer a causa, mas uma mistura de
interesse,
timidez,
e um olhar direto também de interesse, reciprocidade, uma troca de olhares, causou-me Grande rubor psicológico.A mudança de semblante por causa da mudança de padronização dos músculos faciais, de sério, com alguns pontos de ênfase muscular, incluindo ai a minha testa, ;), para ”normal”. músculos relaxados e desacostumados a Este estado?? (que não é ”islamico”) ou impossíveis de serem educados?? um semblante menos sério também me faz mais atraente para as outras pessoas, incluindo ai as mulheres. Esta ideia é complementar à primeira, sobre mudanças no padrão respiratório.Outras ideias

O cérebro ”se acostuma” a interpretar o mundo com base em nossa morfologia facial. mudanças nesses padrões podem causar bugs.
Velocidade  exagerada de pensamentos podem causar gagueira mental. ênfase excessiva em ideias pode reduzir Eficácia da leitura social da mente. Cérebro, por meio de repadronização involuntária dos músculos da face e respiração, pode causar timidez via consciência corporal, fazendo com que mesmo as pessoas mais familiares possam ser interpretadas como estranhas, não por vc, mas por seu cérebro (ou talvez seja um adendo sem nexo de minha parte). Você as reconhece, o seu cérebro não. Super mentalização, fazendo com que demonstrações não verbais dúbias, como um sorriso falso ou que pareça, em conluio com  sua memória autobiográfica ( por exemplo, se você estiver escondendo alguma coisa daquela pessoa) possa ser interpretado de maneira super excessiva por seu cérebro, a capacidade momentânea  excessiva de detectar mentiras via linguagem não-verbal ou paranoia não-verbal.
super ativação do corpo caloso, menor e mais enérgico em mentes criativas.

susto, surpresa e tiques.ontem estava apreciando a chuva noturna quando vi um gato sair do nada, no quintal de casa. Na hora eu comecei a piscar os olhos. Não, eu não estava paquerando o bichano. Foi o efeito surpreso que fez com que desenvolvesse o tique.
Pessoas das quais eu não tenho grande confiança também acabam se tornando ”alertas” para o meu cérebro ”reconfigurado”. Mas… pode ser apenas mais uma interpretação semantica sofisticada de minha parte.
Sincronização cérebro e mente
Por meio destes movimentos involuntários, podemos chegar a conclusão de que nossos cérebros não são nós em nossas respectivas totalidades. Nós os temos, obviamente, mas também temos o produto final, que se consiste em nossas mentes. Nossas mentes são a interpretação daquilo que os nossos cérebros estão interpretando por conta própria. Assim como o coração, e mais parecido com o pulmão, nossos cérebros trabalham a todo momento, de maneira involuntária, isto é, não mandamos eles trabalharem, da mesma maneira que não mandamos os nossos corações baterem. Não há total sincronização entre o cérebro e a mente, especialmente quando passamos a desenvolver o hábito de pensar ou refletir o pensamento que o cérebro produziu. As emoções são a parte mais primitiva (ainda que fundamental) de nossa aparelhagem mental, enquanto que a mente é a parte mais evoluída, unicamente humana em sua grande capacidade de refletir o pensamento. È como se tivéssemos duas ou mais pessoas dentro de nós, estudando uma situação hipotética, capturado pelo cérebro, ao invés de atende-lo cegamente, sem pensar ou refletir o pensamento, a maneira mais efetivamente inteligente de pensar.
Portanto, quando ou se voce se encontrar em uma situação parecida com a minha, busque perguntar a si, se este movimento ou atitude é de sua autoria. Isso pode nos ajudar a acalmar o espírito. O desenvolvimento da autoconsciencia, o auto-pensar, o pensamento reflexivo, se consiste no verdadeiro ato do pensamento racional, sempre questionar, evitar excessos e firulas, primar pela harmonia e quando se deparar com dicotomias, não se questionar se ambos não estão mais ou menos certos (ainda que haverá diversidade de situações).
Um adendo curioso
meu lado direito do corpo é muito mais fraco que o meu lado esquerdo. Minha mão é menos elástica, minha perna é quase ”manca”, eu sou raquítico em meu proto-bíceps infantil (kkk) do ombro direito. Esta parte do meu corpo parece estar mal configurada.
E então, com esta reconfiguração esquelético-respiratória (e ocular**) minha mão direita ficou normal, igual a minha mão forte ou esquerda. Que coisa não***

Ciencia popular. Como que a maioria parece entender e como que é….

40% dos canhotos são esquizofrenicos***

Eu já comentei sobre essa pesquisa que foi realizada pela Universidade de Yale e que descobriu, por meio de uma pequena amostra, que 40% dos pacientes esquizofrenicos escreviam com a mão esquerda. A relação entre canhotismo e predisposições psicopatológicas já parece estar bem documentada. Claro que correlação não significará totalidade. A maioria dos canhotos não serão de ”doentes mentais”, mas haverão muito mais deles dentro desta população do que em relação aos destros.

O que mais me chamou a atenção quando li essa pesquisa e quando vi a sua repercussão, foi a maneira estúpida com que foi transmitida pelos ”repórteres especialistas” e como que as pessoas, em média, a entendeu, incluindo aí muitos canhotos.

A relação entre canhotismo e desordens de muitas naturezas, pode ser comparada a mesma relação desta segunda com o sexo masculino. O diferencial do testosterona. Pelo que parece, as pessoas que denominamos como normais ou neurotípicas, tenderão a apresentar uma distribuição normal de hormonios. Em compensação, os neuroatípicos, até aqueles que de fato padecem de condições mentais (e que afeta todo o corpo) sindromicas, seriam muito mais propensos a apresentarem disfunções ou abnormalidades (contextuais) hormonais, ou seja, muito testosterona ou muito pouco testosterona… , sem levar em consideração a interação com os hormonios ”femininos”. Talvez, não seja apenas uma correlação neste caso, mas sim uma causalidade organica, pois se há qualquer disfunção hormonal, isso também significará uma disfunção mental. Os hormonios modulam nosso comportamento. Homens com mais testosterona, presume-se, que se serão mais masculinos em seu temperamento, comportamento e cultura neurológica (a cultura pessoal que construímos com base em nossa inteligencia ou cognição+ personalidade). Mulheres com menos testosterona ou com mais estrogenio e progesterona, serão, em média (ou não, isto é, outra possível causalidade organica) mais femininas. O testosterona é o responsável pela maior estatura dos homens, suas maiores variações em personalidade, inteligencia e características psicológicas e em seus traços extras como maior quantidade de pelo no corpo, o próprio penis. O testosterona é uma mutação extra que produz o homem. Sendo uma mutação, então será esperado que cause maior diversidade ou aleatoriedade (limitada) de resultados. E o canhotismo aparece como um destes bio-produtos e que por si só também resultará em uma diversidade de tipos. O testosterona pode atrasar certos desenvolvimentos no útero (ou, como pode ser possível também, já na concepção, se produza um ”script” de desenvolvimento, ou seja, a vulnerabilidade epigenética, ou roleta russa natural, pode ser herdada, já durante a fase primordial da formação da vida) ou adiantá-los. Homens competem mais entre si porque são mais variáveis enquanto que as mulheres, em termos de cognição e personalidade, serão mais parecidas e portanto, são menos propensas a competirem, da mesma maneira, extremista, com que os homens tendem a fazer. Onde tem contraste, haverá mais competição, que no entanto, é interessante notar que, além da competição entre tipos distintos, também haverão competições dentro dos grupos similares, visando o topo da hierarquia. Então temos ‘melancólicos versus extrovertidos’ mas também temos ”extrovertidos versus extrovertidos’.

Pesquisadores fazem uma ”descoberta’. Profissionais ”especializados” (ou nem tanto) da mídia transmitem a descoberta para os leitores que por sua vez, poderão socializar essas ideias em seus cotidianos. O resultado se aproxima da imagem acima, a famosa brincadeira do ”telefone sem fio”. Nesta brincadeira, o primeiro comunicador passa uma informação, que será deteriorada, de boca em boca, até chegar completamente diferente na última criança que irá ouví-la. Portanto, temos o exemplo deste estudo.

”Dos 140 pacientes esquizofrenicos, de um clínica, 40% reportaram escrever com a mão esquerda”

”Os canhotos são mais propensos a serem esquizofrenicos”

”Os canhotos são mais esquizofrenicos”

”A maioria dos canhotos são esquizofrenicos”

”40% dos canhotos são esquizofrenicos”

”canhotos e esquizofrenicos são sinonimos”

e por aí…

Quem irá ter a amável curiosidade de ler o bendito estudo**

Poucos. E mais, muitos tecnicamente inteligentes, farão parte do grupo que absorvem notícias sem questioná-las. Por isso que eu já comentei aqui que eles podem ser muito perigosos, ainda que não façam de propósito.

Portanto, o pesquisador, e é muito comum na psicologia, lança um conjunto superficial de informações sem detalhá-las, que será transmitida de maneira literal por jornalistas e que por sua vez será socializada de igual maneira entre o público que foi exposto a ela.

Então vamos estimar qual que seria a real proporção de esquizofrenicos entre os canhotos e entre os destros.

Vamos estimar, por meio da população americana, que é de 320 milhões de indivíduos (e cada vez mais moreninhos). 10% dos americanos são canhotos ou 32 milhões de pessoas. 1% dos americanos são esquizofrenicos ou 3,2 milhões de pessoas. Vamos, primeiramente, utilizar a porcentagem encontrada neste estudo que foi de 40% de canhotos entre os esquizofrenicos analisados. 40% de 3,2 milhões é igual a 1,28 milhão. Agora vamos aplicar a regra de 3. 1,28 milhão está para x assim como 32 milhões está para 100% ( o total de canhotos em números absolutos que vivem nos EUA).

32 milhões – 100%

1,28 milhão – x

4%

Portanto, partindo dos resultados encontrados, 4% dos canhotos seriam de esquizofrenicos.

Agora vamos estimar o percentual de destros esquizofrenicos.

288  milhões de destros – 100%

1,92 milhão de esquizofrenicos destros – x

0,6%

Mas como eu não sou bobo nem nada, eu duvido que o percentual de esquizofrenicos canhotos seja tão alto quanto 40% dentro do grupo dos esquizofrenicos e 4% entre os canhotos.

Meu palpite é que o percentual será em torno de 20% de canhotos entre os esquizofrenicos e 2% de esquizofrenicos entre os canhotos.

Sem levar em consideração as diferenças entre canhotos ”puros” e os canhotos ”mistos” ou ambidestros.

A diferença essencial entre verdade objetiva e verdade subjetiva ou abstrata e a relação entre alta inteligencia intelectual, pensamento abstrato e mal adaptação

Voce pode ver uma pedra e descreve-la corretamente partindo de simples observação. Mas quando falamos de abstração então a subjetividade de interpretação aparecerá porque se consiste em uma extrapolação do mundo literal, direto ou real, que será mais diverso e com vários caminhos que poderão ser (unilateralmente) enfatizados. Imaginemos novamente que estejamos diante de uma pintura incompleta. A pintura incompleta a sua frente se consiste na literalidade da observação direta, especialmente se for feita sem qualquer afetação neuroinstável. Eh uma verdade objetiva, por razões óbvias, já delineadas anteriormente neste blogue. A capacidade que temos de extrapolar coerentemente ou nem tanto uma realidade literal percebida, se consiste no princípio do pensamento abstrato ‘e” do metafísico. Se a pintura é de um cenário bucólico com uma estrada de chão, rodeada por matas de pequena envergadura e ralas, um céu meio carregado, anunciando chuva e algumas árvores esparsas, então nós podemos imaginá-la completa a partir destes padrões já estilizados por mãos hábeis e artisticas.

A necessidade da literalização e precisão da verdade subjetiva
O mundo diretamente percebido e sem extrapolações estatísticas, numéricas ou semanticas, esconde o desdobramento abstrato do espaço e do tempo, onde que apenas um indivíduo, por exemplo, já será alvo de uma multitude de interações e reagirá inúmeras vezes a elas como reciprocidade instintiva direta (ou emotiva) e indireta, que parte de conclusões reflexivas. A possibilidade de captar este conjunto recorrente de situações, entre o agente e o seu meio, é uma demonstração de pensamento abstrato, que visa entender o mundo a partir de cenários estipulados ou previstos, assim como também de analisar o passado, por meio da história. Todos os animais não-humanos estão predominantemente inseridos dentro de um cenário instintivo onde que a capacidade de abstração se encontrará quase que impossível de ser produzida, porque o pensamento instintivo remete ao presente, onde que o espaço e tempo são percebidos a partir da ótica da verdade objetiva, ou seja, de maneira literal, direta e sem qualquer grande e complexa extrapolação de cenários futuros, expandidos (que podem ser muito bem exemplificados por intermédio de mapas) ou que se encontram fora do tempo cronológico imediato.

Relação entre inteligencia, pensamento abstrato e mal adaptação
As pessoas mais inteligentes, em alguma dimensão e especialmente em relação a dimensão da inteligencia intelectual ou interativa (semantico-abstrata), são mais perceptivas em relação aos acontecimentos que se entrelaçam diante de suas fuças, em termos qualitativos e quantitativos. Isso significa que eles percebem o mundo por uma maior qualidade e isso também quer indicar, maior lentidão de atitudes e maior tempo gasto na reflexão e ruminação. Eu já mostrei aqui que existe uma lógica relação entre essas tendencias e um maior intelecto. Mas agora, parece que consegui encontrar um jeito (com base em pura intuição) de explicar como que isso poderia afetar a capacidade de sobrevivencia e sucesso reprodutivo dentro deste grupo mas também em vários outros grupos de ”mais inteligentes”.
Mentes mais simples e menos complexas, são mais primitivamente (ou primordialmente, para ser menos tendencioso) instintivas, isto é, agem mais do que pensam. Em compensação, os muito inteligentes, especialmente a partir da capacidade de pensamento abstrato ( a extrapolação da realidade diretamente percebida ou objetiva), são muito mais propensos a refletir mais do que agir. Os menos inteligentes tem mais dificuldades para ver o mundo de interações que o rodeiam e isso explica em partes suas menores capacidades empáticas e também, associativas (diretamente relacionada com capacidade cognitiva ou cognição). Se não existe um mundo imaginário de axiomas, regras, ideais e pensamentos de muitos tipos a rodeá-lo, então ficará mais fácil agir e é exatamente isso que os menos cognitvamente complexos fazem, eles agem. E isso explica o porque da inteligencia elevada, especialmente a mais complexa, ser mal adaptativa a partir deste contexto competitivo com cepas mais simples. Porque para os menos intelectualmente inteligentes, suas ações estarão vinculadas as suas necessidades instintivas, mais intimamente animais, nomeadamente a reprodução.
Os cognitivamente mais avançados mas destituídos de complexidade intelectual ou abstrata, também seguirão esta tendencia, justamente por serem o equivalente dos tipos mais primitivamente instintivos, com maior atenção e menor carga emocional ou instintiva.

Combo de ideias sobre criatividade

1- A hipótese do perfil cognitivo potencialmente assimétrico das pessoas criativas.

Novamente a minha ideia de que a paixão esteja intrinsecamente relacionada com o tipo de perfil cognitivo assimétrico.

Pessoas que tem um perfil (predominantemente) simétrico de inteligencia, de qualquer camada de pontuação em qi ou em qualquer outra forma de avaliação cognitiva, serão mais propensas a não serem criativas e a serem mais socialmente (contextualmente) equilibradas.

Ainda que, talentos específicos possam ser herdados em combinação com inteligencia geral mais simétrica, a regra, na minha opinião, será a de que a assimetria em habilidades  possa ter um papel causal na ”paixão” e especialização porque pela lógica intuitiva, quando se é muito bom em algumas perspectivas cognitivas e ao mesmo tempo muito ruim em outra(s)… Pessoas de perfil simétrico seriam menos propensas a super-especialização, proxy para criatividade, que exige aprofundamento (incomum ou convergente).

Motiva a ação, quando a paixão é dominante, quando tu és seu próprio amante, 

tua força está toda concentrada, teu genio vem ao natural, é normal, não é forçado, a inspiração é divina e Deus mora em ti,

quando tua força é narcisista, adora se olhar no espelho, nua em pelos, perfumada com seu cheiro,

é dominante, tal como a sua amada, uma mulher de fibra, que come e que não é comida, que se parece com Lady Godiva,

seu amor, sua ira, 

nada pode mudar teu foco, porque só existe um caminho a ser seguido, ora amante de símbolos de quantidade, ora amante dos verbos de vaidade, 

não pode evitar, tal como o ar que invade teu peito e te faz viver,

tal como as cócegas azucrinantes que sentes, quando não é sua mente a lhe fazer,

é uma assimetria donde a energia se concentra, não é perfeita, é até perigosa, mas sadia para incitar corações, ter devaneios sóbrios, 

Seu distribuir de pensamentos não é igual, é hierárquico, é desigual, é subdesenvolvido, é um castelo de castas, é como o paraíso high tech no meio do deserto, 

Mas é justamente deste destempero, que se pode voar mais alto, 

que seu déficit é seu escravo, que trabalha junto com sua força,

teu trabalho é o de se ausentar, de ser consumido pela prepotencia de sua luz mais brilhante,

ele é um proletário e ela é uma rainha,

de seus desejos, de suas motivações, de seus pensamentos, ela também te escraviza, estão todos a seus pés, até a sua razão,

a luta entre a paixão e o pensar, entre sentimentos de reação e o conhecimento da reflexão,

a sabedoria contra o instinto, 

a serenidade contra o extremo,

a resposta elaborada e harmonica contra a reação instantanea, 

Em seu espírito, é assim, não mora a harmonia, mas é de sua inconstancia constante, que se pode produzi-la,

saúde, ora fraca, ora excepcional,

nada é equilíbrio, mas desta loucura interna, se produz caráter e novos desafios… e se vive a vida.

2- O genio criativo é alguém dotado de grande singularidade em seu perfil cognitivo (interação entre cognição e personalidade)

Se a assimetria já não pode ser considerada como singular, então imaginemos o que mais que poderia ser, para caracterizar o genio criativo… a sim, a personalidade.

Perfis assimétricos de cognição podem ser no mínimo fortemente correlativos com perfis singulares de personalidade.

3- A misantropia do sábio. O paradoxo de quem pode demonstrar seu amor de maneira literal (com base em ações) mas que odeia a humanidade.

Sim, os homens que estão mais pertos de Deus, olham com tristeza e desprezo para a ignomínia humana, mas quem muito odeia, pode estar apenas expressando o seu amor, que não visa apenas a aceitação, mas a melhoria. E para melhorar, ao nível de uma grande evolução, deve-se odiar e apontar todos os defeitos.

4- Mais pensamentos sobre a intuição.

Genios criativos ”não pensam” sobre suas ideias, porque eles as tem de maneira internalizada, é o produto de seus instintos não-sociais.

O pensamento internalizado, a empatia cognitiva, o ato de amar a sua cognição, é o verdadeiro pensamento que é fértil na produção de insights criativos. Originalidade significa expressar o seu instinto de uma maneira não-habitual, ou seja, que não é social.

A naturalidade intelectual e egocentrica dos genios criativos.

5- A diferença entre o criativo (potencialmente) bem sucedido e o criativo mal sucedido, o hábito de anotar as ideias quando elas veem intuitivamente.

O cérebro criativo é inconstante e muitas vezes as melhores ideias aparecerão em momentos incomuns. Por isso é sempre bom anotá-las. As ideias mais raras podem ser perdidas por excesso de confiança na própria memória.

Em um mundo ideal, os criativos bem sucedidos serão aqueles que capturarão as suas melhores e mais raras ideias, enquanto que os criativos mal sucedidos serão aqueles que não reconhecerão o valor delas ou que se esquecerão de anotá-las. Em um mundo ideal, diga-se…

6- A capacidade de julgar precisamente os próprios pensamentos. O processo de produção intuitiva, captura e seleção das ideias, novamente a internalização intelectual.

7- Personalidades extremas, personalidades singulares ( o princípio da criatividade, expressar aquilo que é) e personalidades comuns ou remediadas.

Somente aquele com circunstancias neurológicas extremas que poderá produzir trabalhos de genio e isso prova a relação umbilical entre genio e psicopatologia.

 A desordem organica ainda serve como maneira de produzir a motivação intrínseca não-reprodutiva, fazendo com que os genios ”se tornem” mais predispostos a dedicar suas vidas em relação aos seus trabalhos de transcendencia pessoal do que pela reprodução e sucesso evolutivo, esta que predomina na metade da vida de boa parte da população.
 No momento de maior vigor intelectual, boa parte gastará a sua energia a mando da mãe natureza, ou seja, em busca da reprodução.

Novo (velho) combo de ideias

1- Inteligencia como cognição + personalidade e definição mais literal desta segunda.

A inteligencia é a interação entre cognição e personalidade, enquanto que aquilo que entendemos como inteligencia, na verdade, se consiste apenas na cognição, o componente técnico. E o componente intelectual seria a junção da personalidade e da cognição, a inteligencia per si.

E a personalidade**

A personalidade é a extensão da cognição, como moduladora de nossas técnicas espectralmente habituais de interação e de auto-consciencia ou o reconhecimento direto de si mesmo, claro que neste caso, o termo auto consciencia se relacionará com o básico da mesma, a autoconsciencia primitiva, que a maioria dos seres humanos estão mais ou menos dotados.

A personalidade é o reconhecimento do próprio conjunto de intempéries biológicas (hormonais, físicas, neuroquímicas e … pedagógicas).

2- ”Idade mental final” via desenvolvimento assíncrono universal (e não apenas para superdotados).

No texto ”Entendendo esquerdismo”, eu comentei sobre a possível idade mental (que não é a mesma que a cronológica) dos esquerdistas médios, que seria em torno dos 18 anos (mas cá pra nós, talvez eu esteja exagerando e a idade mental média deste grupo possa ser rebaixada para uns 16 anos. Pode parecer pouco, mas esta diferença de dois anos faz muita diferença no comportamento das pessoas), em comparação a idade mental média do brasileiro (médio, o famoso BM), que se situaria em torno dos 13 anos.

Nós nascemos, crescemos, chegamos ao ápice (para a reprodução), envelhecemos e morremos.

Nossa idade mental acompanha o desenvolvimento de nossa inteligencia. Quando chegamos ao ápice de nosso desenvolvimento biológico, este também será o nosso máximo, na maioria dos casos (imagino), em relação a capacidade cognitiva. No entanto, as pessoas são diferentes e apresentam diferentes ápices cronológicos ou etários e cognitivos.

Talvez, o sábio fenotípico (ou sábio prodígio), que é aquele que está sempre aprendendo e que é precoce em sua capacidade de autoconsciencia, possa apresentar uma de-sincronicidade entre o  seu ápice cognitivo e o seu ápice biológico. O início da juventude será geralmente o ápice do ser humano médio, em que todo o seu vigor jovem irá se manifestar. O ápice biológico em neurotípicos, também poderá significar o fim do seu desenvolvimento cerebral ou plasticidade e a partir disso, ele poderá utilizar a sua capacidade no seu máximo.

O desenvolvimento do cérebro tem sido, na minha opinião, erroneamente chamado de ”período de plasticidade”. Parece mas pode não ser isso. O cérebro humano é maior que de nossos primos evolutivos, sem falar na maior encefalização em relação ao tamanho do corpo e em sua maior complexidade. Nossas experimentações são únicas, mas nosso desenvolvimento talvez não será assim tão distinto. Sim, voce pode ser uma ótima pessoa, mas pode acabar matando alguém por legítima defesa nos seus 15 anos de idade. A discussão sobre a exposição a ambientes favoráveis também não está terminada e eu sou do palpite que haverá uma diversidade quanto a necessidade destas intervenções para o estímulo cerebral, talvez, metaforicamente falando, os mais inteligentes e especialmente os mais geniais, sejam aqueles que estimulem mais os seus músculos cerebrais, de maneira natural, uma motivação intrínseca, tal como acontece com os halterofilistas, ainda que saibamos que ”mesmo” entre eles, haverão potencialidades diversas e limitadas. Da mesma maneira que temos uma minoria de pessoas que são extremamente engajadas na musculação, não parece equivocado concluir que também teremos uma parca quantidade de pessoas que serão naturalmente engajadas em atividades mentais.

Pelo que parece, nós temos um contínuo de intensidade na motivação intrínseca intelectual, em que alguns serão fortemente (e naturalmente) motivados para  a enfase em atividades intelectuais (das mais diversas naturezas), a maioria com motivação de intensidade média (a maioria da população), e aqueles com pouca a nenhuma motivação (os elásticos que são menos plásticos ou mais duros, que não dá pra expandir muito). Isso validaria as suspeitas dos filósofos do século XIX sobre a genialidade como uma irritação cerebral que provoca profunda motivação intelectual.

O fim do desenvolvimento cerebral (que alguns chamam de plasticidade), que se dará de maneira diversa, resultará no estabelecimento final da idade mental.

Ainda sobre estimativas coletivas de idade mental

O conservador médio, o religioso literal, teria uma idade mental média de 13,14 anos (claro, atenham-se a palavra ”média”) enquanto que a elite cognitiva conservadora teria idade mental média de 20,24 anos.

A sabedoria, que se baseia na rejeição

  • do pensamento binário,
  • da confusão entre abstrato e literal,
  • da confusão entre causalidade e correlação.

… teria como limite mínimo de idade mental, na casa dos 30 anos, enquanto que o sábio fenotípico teria uma média de idade mental na casa dos 40 anos, o dobro (ou a soma) dos esquerdistas e dos conservadores mais cognitivamente avançados, se realmente podemos dizer que ambos ”tenham” essas médias.

Portanto, temos o desenvolvimento assíncrono ou não-linear, em média, de nossos cérebros, que resultam nas maiores flutuações comportamentais, especialmente durante a adolescencia e que cessarão ou diminuirão quando o período de maturação cerebral terminar, perfazendo nossos perfis  maduros de personalidade e cognição. O baixo desenvolvimento da capacidade empática, por exemplo, em comparação a um grande desenvolvimento na capacidade verbal, irá resultar em um perfil cognitivo e de personalidade (inteligencia) final onde que estas discrepancias estarão presentes e mais constantes, depois da explosão hormonal da adolescencia. O fim do desenvolvimento assíncrono, resulta na construção final da personalidade, internamente variável, discrepante.

Idade mental talvez possa ser descompactada da idade cognitiva, que os testes cognitivos, medem e que durante um século, tem sido tratada como ”mental”. Ainda que aja uma correlação positiva entre maior inteligencia escolástica ou técnica e comportamento maduro, isso não significará que a maioria dos mais inteligentes, a partir desta perspectiva, serão de sábios, como temos observado arduamente.

Pela lógica )abstrata), que pensei, os sábios seriam como uma junção de conservadores e esquerdistas, que poderiam entender um mundo em múltiplas perspectivas, ao passo que os dois tipos dogmáticos, apenas entenderiam ”o seu lado”. Avatares perceptivos*

3- Esquerdismo é a estratégia evolutiva para aumentar mutações ou ”diversidade” enquanto que o conservadorismo é a estratégia evolutiva para manter a paisagem genética predominante.

Porque os esquerdistas são mais mutantes que os conservadores, menos parecidos com seus pais e com tipos de personalidade mais incomuns, menos ”tradicionais”. Tendem a ser mais neuróticos (a partir de diferentes perspectivas de personalidade), sofrem com maiores incidencias com distúrbio de humor, são mais geneticamente discrepantes do fenótipo nacional…

4- Estamos todos diversos, heterossexuais também são sexualmente diversos entre si.

A diversidade sexual não se aplica apenas as minorias, mas também a maioria heterossexual e me ajuda a mostrar que existe uma continuidade de traços para que existam homossexuais masculinos e femininos, nada novo no reino da biodiversidade humana.

5- Diferenças étnicas de mes (estação) predominante de nascimentos***

Será que os negros são mais propensos a nascerem na primavera e no verão** E os brancos europeus** E os judeus** e os árabes** E os leste asiáticos*….

6- ”Cada um tem a ‘doença mental” que merece”….

Brancos europeus = um misto de esquizofrenia (papai noel, coelhinho páscoa, jesuiss, criatividade, pensar no impossível, 50 tons de fanatismo) com autismo (tecnologia, ciencia, artes, filosofia, pensamento literal…. que quando se mistura com a kizumba do pensamento mágico ou ”over”-idealizado, sai de perto!!!),

Leste asiáticos = autismo ou espectro maior da faculdade de engenharia, kkkkkk,

Judeus = psicopatia e tdah, enérgicos, manipulativos, criativos e astutos (o lado obscuro da sabedoria),

Negros = esquizofrenia e tdah, também com tendencias para o pensamento mágico (porém, menos sofisticado que aquele que os brancos europeus produzem) e várias características que costumam ser mais comuns entre os tdahs.

7- Novamente a métafora de ”Laputa” e ”Lagado”, do clássico da literatura mundial, ”As Viagens de Gulliver”, de Jonathan Swift.

Todo mundo tem o seu pólo magnético!!

uns olham pro lado direito, outros pro esquerdo, outros pra cima, alienação natural de personalidade (perspectiva existencial, ainda vou falar sobre isso!!)

8- Melancolia e neuroticismo.

Neuroticismo ou estado emocional negativo. Para que se possa desenvolver análises negativas sobre a realidade, é necessário ser um pouco neurótico não**

 9- Energia cerebral do gênio ou ”doença mental”. Ter o controle ou não ser controlado pelo conflito interno ou doença mental, o avatar. Naruto, a raposa de 7 (+2;) caudas.
Naruto, avatares..
A domesticação se consiste na neutralização ou redução não-qualitativa do instinto com base na neotenia parcial (retenção de características infantis e posterior redução do cérebro). Se Lombroso estiver correto e genios e criminosos serem bio-produtos de eventos epigenéticos (complexamente herdados) muito similares, então o seu atavismo  poderia então ser interpretado como a manifestação parcial do primata selvagem (enquanto que o criminoso seria a manifestação predominante do mesmo), que está, metaforicamente falando, preso dentro de nossos corpos, neutralizado por mecanismos de neotenia parcial ou domesticação, a qual nossos antepassados tem sido submetidos e nós somos os bio-produtos desses processos sucessivos. Isso poderia ajudar a explicar o porque da maior inteligencia (a nível coletivo) dos leste asiáticos e a menor porcentagem de criatividade (a cepa ”tdah”**) entre eles.
O genio muitas vezes, parece que será como uma forma singular e poderosa de adaptação.
Talvez todos nós tenhamos este potencial, só que muito improvável de ser ”conquistado”, tal como eu determinei de acordo com a minha metáfora das piscinas e do peso dos objetos para explicar os graus de hereditariedade comportamental, se nossas diferenças se deem com base em níveis e não em grandezas. Mas em alguns poucos, esta predisposição estará naturalmente aflorada. Para alguns, as maçãs serão fáceis de serem pegas na árvore enquanto que para outros, haverá um grande esforço, muitas vezes que será provável de ser exaustivo, e que poderá ter graves efeitos colaterais.

Novamente a teoria da metáfora dos elásticos para explicar sobre o aprendizado e com um novo complemente igualmente metafórico

Só de olhar isso, já me embrulha o estomago e minhas mãos começam a suar…

Teve uma vez na faculdade que eu caí em uma enrascada. Acho que já contei essa história pra voces mas vamos recapitular porque já faz tempo. Então, resolvi me matricular em uma matéria só para ganhar créditos extras, só que eu não sabia que o professor (diga-se, um esquerdo..ista nervoso, ainda que simpático quando não está sofrendo de algum rompante psicótico de natureza política) a trataria de maneira séria visto que não é obrigatória no currículo (enfim, mentalidade de escola, na faculdade, pragmático e preguiçoso). Resultado parcial. Tirei uma nota super baixa na primeira prova. Me encontrei em uma situação embaraçosa, repetir nesta matéria que não é obrigatória. Eu nem me lembro direito do que se tratava o seu conteúdo (kkkkkkkk, pra voces verem que quando não gostamos de uma coisa, é muito pouco provável de conseguir desenvolver empatia por ela). Só sei que resolvi me esforçar, decorando nomes e até esquemas hierárquicos, de um assunto do qual não tenho qualquer interesse. Na segunda prova eu tirei uma das notas mais altas. Até pensei de início que ele poderia ter ajudado ”pro meu lado” mas depois que peguei a prova corrigida, minhas dúvidas de favorecimento por pena (sic!) se dissiparam. Eu mereci por mérito aquela nota (na primeira prova eu tirei 5 valendo 100 e na outra 80, também valendo 100). Será que eu me tornei mais inteligente depois disso** A resposta óbvia é um não, a princípio, porque é necessário analisar as pessoas a longo prazo. Casos como este devem abundar no mundo escolar e academico, mas pode significar nada sobre a essencia cognitiva das pessoas.

Este é um exemplo de que nossas capacidades cognitivas não são essencialmente moduladas por fatores ambientais como ir para uma escola melhor, porque a inteligencia não se aplica apenas nas notas escolares ou de conseguir um emprego bem remunerado, a inteligencia se aplica a tudo, em tudo.

Desde quando acordamos, até quando vamos nos deitar, um dia apenas e voce terá usado a sua inteligencia, de diversas maneiras, a toda hora, solucionando um problema, consciente ou inconsciente disso.

O medo ou fobia de altura, é uma tendencia particularmente comum entre nós. Eu mesmo a tenho e quer indicar que eu ”também’ tenha baixa tolerabilidade (habilidade de ser tolerante) a lugares muito altos. Algo parecido acontece comigo quando me deparo com um típico problema de matemática, claro que sem os efeitos mais fisiologicamente contundentes tal como acontece com a fobia a altura. Outra coisa, eu também tenho invariavelmente, fobia social. Já foi pior, hoje em dia está bem menos, mas de vez em quando volta. Ainda que menos aparente, os efeitos de intolerancia a matemática, também são sentidos a nível físico, o cansaço quase que imediato, a ansiedade para tentar solucionar. Eh como se estivesse tentando esticar o máximo possível um elástico mais duro, que se expande menos. O esforço é muito grande, é transpiração demais e 0% de inspiração. A inspiração vem antes da transpiração.

Eu nunca me senti inspirado para gostar de matemática e a de estudá-l. Desde criança que apresento de maneira marcante algumas características cognitivas que se assemelham ao quadro ”sintomatológico” do autismo, como a tendencia de ficar obcecado por um assunto específico, estudá-lo e me tornar um quase especialista nele.

O limite de tolerabilidade permeia todos os aspectos de nossas personalidades e de nossas cognições. Estes limites (metaforicamente, os elásticos) nos mostram nossos potenciais e nossas fraquezas, nossas técnicas de autoconservação.

Por exemplo, o meu limite de tolerancia a atitudes mesquinhas tende a ser baixo. Esta comunhão de limites de tolerabilidades, constroem aquilo que somos. Algumas pessoas são altamente sensíveis a certas ideias, enquanto que outras serão completamente tolerantes as essas mesmas ideias. Brancos nacionalistas versus esquerdistas sobre as diferenças de inteligencia entre as raças humanas***

Voce pode ser fóbico em relação a alguns aspectos da interação humana e ser completamente tolerante a outras e isso também se aplica a nossa cognição, se nossa personalidade nada mais seria do que uma extensão de nossa capacidade intelectual.

Quando existe um grande esforço, maior do que inspiração, então isso pode estar querendo dizer que esteja despejando a sua energia em algo que não é muito natural de seu ser. Claro que existirão certas habilidades que serão mais simples de serem aprendidas e até mesmo melhoradas. Por exemplo, em relação a dança. Quase todo mundo que não tenha uma deficiencia, motora ou visual, pode aprender a dançar e até a melhorar esta habilidade. Mas quanto mais talentoso for o indivíduo, mais natural será o seu talento. Alguns dos melhores dançarinos do mundo tem um corpo perfeito para a dança e talvez até tenham outras características como consciencia corporal, que os façam mais naturalmente habilidosos.

 

Não restam dúvidas que para ser um bom jogador de Basquete, seja necessário ser muito alto (mas nem tanto) e com capacidade de explosão muscular. Os esportes nos mostram que as pessoas que os praticam tendem a comungar com muitas semelhanças biológicas entre si. Até poderia sugerir que cada esporte tenda a agregar um cluster genético e quanto mais especializado, mais geneticamente homogeneo tenderá a se tornar.

Por que que não poderíamos fazer a mesma analogia em relação a panaceia humana de capacidades cognitivas*** Alguns serão como Michael Jordan na filosofia, na matemática, no planejamento social (que também pode se relacionar com a filosofia), nas ciencias (e sabemos que os polímatas costumam ser muito talentosos em várias áreas)…

Michael Jordan nasceu com a altura e a capacidade muscular (dentre outros aspectos biológicos) perfeitas  para o basquete. E claro que sua genialidade sinestésica não pode ser explicada apenas por ”transpiração”.

Seu elástico ou limite de tolerabilidade para a prática deste esporte se mostrou espetacularmente alto e flexível. Pode-se dizer que exista ”um” grau, tanto de hereditariedade quanto de reciprocidade biológica entre ambos, Jordan e o Basquete. Mas também é errado sugerir que exista hereditariedade para o basquete, se o mesmo é apenas um esporte recreativo. A hereditariedade se dá principalmente para a execução de tarefas objetivas, das mais diversas naturezas. Eh errado, mas também pode estar certo sugerir este tipo de coisa, mas com o peso certo, a abordagem certa.

”Podemos transpirar mais” para conquistar nossos objetivos (ou, ter intuições como os genios, a diferença entre talento e genialidade). Mas mesmo este hiper foco, é muito provável de ser causado por predisposições biológicas, isto quer indicar que ninguém faz nada sem que tenha um desejo, evidente, provável de ser expressado ou mesmo, pouco provável, que se relacione com a sua biologia comportamental. Portanto, mesmo alguns milagres como se tornar muito bom em algo que não era antes, não pode estar totalmente dissociado da genética. Novamente a teoria da piscina para explicar os graus de hereditariedade comportamental. Mas é provável que qualquer talento mais expansivo, seja obra de predisposições genéticas, nenhum elástico pode se tornar mais plásticos, mais expansivo, apenas por esforço, tem de ter uma maleabilidade natural. Quem muito sabe de um assunto, é porque gosta do assunto (empatia cognitiva, diferente do modelo de empatia cognitiva que a psicologia tem conceituado) e ve naturalidade em se debruçar na prática de esmiuçá-lo.

Entendendo o esquerdismo

Entendendo (ou, tentando entender) o esquerdismo:

Esquerdistas ou ( socialmente)  liberais são mais propensos a serem
ansiosos,

depressivos ( homens  fortemente conservadores também reportaram maior incidência de depressão mas bem menos que entre os fortemente esquerdistas ),

a sofrerem de fadiga crônica

a terem transtorno bipolar e transtorno sazonal de humor,

a terem sono mais instável e a terem maior frequência de sonhos com temática homossexual.

Por que os esquerdistas insistem sobre a supostamente ”enorme” influência de ”fatores ambientais” para explicar o comportamento humano ao invés da genética??

Boa parte dos argumentos feitos pelas pessoas, mesmo as de maior inteligência, em conversas e debates televisivos ou no cotidiano, são baseados em auto-projeção. Quando defendemos qualquer ideia, é muito provável de estarmos defendendo a nós mesmos. Não é um debate de ideias neutras retidas de uma apanhado de hipóteses racionais, mas sim de teor ideológico, e isto quer indicar, dualista ou extremista, tribalista e pessoal. Os socialmente conservadores não escolheram a sua ”ideologia de vida”, eles SÃO conservadores, em algum grau importante e difícil de ser mudado ou que  se relaciona umbilicalmente com a sua essência existencial ( reprodução e/ou sobrevivência) . As pessoas que sao mais emocionalmente instáveis podem de fato serem mais influenciadas pelas intempéries ambientais do que em relação aquelas que são mais emocionalmente controladas. Portanto, pode-se dizer que especialmente para os socialmente liberais ou esquerdistas, os ”fatores ambientais” ou ”não-genéticos” podem ter um maior impacto em suas respostas reativas de curto e longo prazo  do que por  exemplo, em relação aos conservadores ou a pessoas mais emocionalmente maduras. Quando nega qualquer participação genética no comportamento humano, o esquerdista médio está apenas fazendo auto projeção, que não seria muito diferente do que dizer ”Eu sou mais influenciado pelo que acontece de curto a longo prazo comigo… e isso deve acontecer com todo mundo”.
Claro que a conhecida ignorância esquerdista em relação a lógica ou coerência mental e ciência, especialmente  a biológica, também interfere no produto final ou  suas argumentações coletivamente uníssonas e holisticamente equivocadas.
No entanto, algo mais profundo do que apenas ”estupidez”, deve ter maior importância  na deflagração das crenças esquerdistas sobre behaviourismo. Da mesma maneira que a explicação para o comportamento habitual de conservadores médios, fervorosamente religiosos, perpassa as crenças filosóficas no livre arbítrio (autisticamente literalizado), que chamamos de predisposição genética, o mesmo acontecerá com qualquer grupo ou mesmo a nível de  indivíduo. Eu não duvidaria que as pessoas que são mais emocionalmente instáveis fossem também mais propensas a acreditar que seu comportamento fosse fundamentalmente modulado pelo ambiente e não a partir da atuação em conjunto  das intempéries ambientais e  de fatores genéticos ou nós mesmos, tal como que é compreendido por boa parte dos cientistas da área. O esquerdismo também parece se relacionar de maneira distinta com o narcisismo em comparação ao conservadorismo. Narcisistas em média são mais propensos a fazer considerações retidas de suas próprias opiniões. Não é errado fazer isso, eu mesmo uso a todo momento esta técnica aqui no blogue, o problema se dá  quando fazemos generalizações ilógicas ou inferências equivocadas, o famoso exemplo

‘eu não concordo que os negros sejam menos inteligentes, porque eu mesmo conheço muitos que são muito mais inteligentes que muito branco”.

Os esquerdistas também podem ser mais propensos a sofrerem de transtorno pós traumático. A hiper sensibilidade emocional que no passado era denominada como histeria, pode ter um papel para as constantes atitudes de extrema intolerância por parte deles quando se deparam com opiniões que destoem das suas. A incoerência mental é uma característica marcante entre muitos esquerdistas. A partir daí abrem-se brechas para muitas especulações.

A hipótese ”inteligente mas nem tanto”, se daria pela possibilidade de que o esquerdista médio seja a representação média das pessoas de inteligência (técnica ou cognição) razoavelmente-alta, de nível de estudante a professor universitário, principalmente das humanidades. Que não é uma assumidade cognitiva mas também não é um ‘‘average Joey”. Quando comparamos esquerdistas e conservadores clássicos, vemos diferenças pronunciadas entre suas capacidades médias, apenas pelo que  suas ideologias dizem. Por exemplo, o esquerdista médio tende a ser ateu e a duvidar da narrativa bíblica ou de qualquer outra religião, ainda que ensaie alguma tolerância superficial para a pluralidade religiosa ( menos o cristianismo porque seus Mestres lhe ordenaram que fosse assim ).  Em compensação, o conservador médio, em média ( e bota média nisso),  tende a acreditar literalmente nestas estorinhas de início de civilização. O pensamento mágico é uma característica importante em sociedades pré-civilizadas e uma boa parte dos conservadores por acreditarem nestes papos de igreja, são mais prováveis de serem mentalmente ”primitivos”.

O esquerdista médio e as cepas mais evoluídas de conservadores se assemelham mais entre si no sentido de que são menos propensos a terem crenças baseadas em pensamento mágico ou que não pode ser comprovado. Neste aspecto, o esquerdista será em média, superior ao conservador médio ou clássico. Mas uma boa parte das crenças que os esquerdistas dizem seguir não estão enraizadas nem na lógica intuitiva nem em lógica empírica. Por exemplo, a maioria dos ateus, que dizem acreditar e entender a teoria da seleção natural de Charles Darwin, também tendem a se definirem vagamente  como ”anti racistas”. O ateu médio adora postar em redes sociais que ”somos todos iguais” ou que ”os cérebros das raças são os mesmos”. O ateu médio que tem boas chances de ser mais voltado pra esquerda no espectro ideológico / político, é mais esperto ao renegar que as metáforas milenares da bíblia sejam factuais mas entra em coma racional ao entrar no coro dos behaviouristas comportamentais ao negar qualquer participação genética no comportamento humano.

Darwin é melhor que Jesus, mas Lamarck ganhou de Darwin???  quando o conservador médio, o religioso literal, se depara com o básico da ciência, sua cabeça tende a entrar em pane. Já o esquerdista, ainda terá alguma tolerância com a ciência, mas sabemos que é  muito baixa e não é suficiente para torná-lo incrivelmente inteligente ou ao menos predominantemente racional.

A hipótese ”estúpidos no poder” e ”senso comum” 

Se baseia no fato de que existe um trabalho por de trás do palco em que se almeja colocar esquerdistas em posições de poder. Se sabemos que eles costumam ser péssimos governantes, então uma explicação plausível para fazerem isso é a de que estes agentes secretos ( ou nem tanto)  desejam  sabotar nações, especialmente as ocidentais, com outras finalidades em vista. Os esquerdistas aparecem perfeitos para a função porque seus líderes costumam ser de psicopatas ( dos conservadores também ) enquanto que os seus seguidores  costumam ser de pessoas muito ingênuas ( e estúpidas, ingenuidade extrema é uma forma de estupidez) . Isso sem falar no braço eleitoral demograficamente relevante, que é composto por dependentes ‘pobres’. É por isso que dizem que o esquerdismo se consiste em um regime facistóide com um sorriso no rosto. Nas sociedades hierárquicas e primitivas dos seres humanos, aqueles que detém o poder, são os que ditam as regras de convívio e as crenças que vão predominar. Sim, racionalidade, empatia, inteligência, criatividade, sabedoria, são palavras ideais para mundos ideais, na realidade humana, ganha quem é mais forte.

O famoso ”consenso popular”.

Portanto, se os esquerdistas dizem que os homossexuais são extremamente superiores aos heterosexuais, então com base em chantagem e repetição constante nos meios de comunicação, este exagero se tornará a mais pura verdade. E o esquerdista médio se tornará convencido de que as suas ideias estão corretas se celebridades e pseudo-cientistas carreiristas lhes disserem que o que acredita esta correto.

A hipótese  ” Born that’way”

Acreditamos ou somos forçados a acreditar que inteligência seja sinônimo  de racionalidade. Mas a inteligência é um termo muito vago e racionalidade, segundo muita gente, se baseia no ”senso comum” e não naquilo que é, na verdadeira causalidade conceitual e literal!! Portanto, ser cognitivamente inteligente, não será um salvo conduto para ser tambem mais racional, e o fenomeno do esquerdismo nas frações inteligentes nos mostram que esta realidade está parcialmente correta.  O pensamento lógico racional é oriundo de duas variáveis essenciais da vida, sobrevivência e reprodução. Estamos a todo momento pensando numa maneira de mitigar potenciais riscos de morte.

Outra teoria, complementar as outras é claro, é a de que o aumento da complexidade mental tenda a resultar em perfis cognitivos ”aberrantes”, tal como eu sugeri no texto ”pai yuppie, filho hippie”. E que o esquerdismo possa ser tal como um perfil intelectual intermediário (novamente, pegando a ideia de que algumas características sejam intermediárias). Interessante que quando eu tinha 18 anos de idade, fui solapado por ideias claramente esquerdistas. Por exemplo, eu me lembro que quando comecei a estudar demografia mais a fundo, fiquei muito feliz com o multiculturalismo na Itália (mais especificamente) e me encontrava ansioso por mudanças demográficas, isto é, que a população italiana se tornasse mais e mais ”diversa” e ”menos branca”. Sim, eu tinha 18,19 anos, um ano depois de ter entrado na faculdade. Será que em termos de idade mental, o esquerdista médio poderia ter parado na casa dos 18 anos**** Faz até um certo sentido visto que apesar dos claros déficits cognitivos holísticos (ou morais), eles tendem a ser mais preocupados com situações que denota maior amadurecimento. O caráter intermediário do esquerdista médio nos mostraria que ele se encontraria entre um conservador clássico ou médio, que tem poucas certezas sobre a sociedade (capitalista) em que vive e entre intelectuais de grande capacidade. Meio filósofos que acabam morrendo no meio de uma lagoa, chamado esquerdismo. Será**

Um estudo recente onde que foram produzidos ratos de laboratório mais inteligentes, descobriu-se que além da  maior capacidade (óbvia) de aprendizado ( e adestramento??), estes ratos geneticamente modificados também se tornaram  menos alertas a perigos iminentes de vida, como por exemplo em relação à presença de gatos, seu predador habitual, no mesmo ambiente em que se encontram. Menores níveis de ansiedade podem ser bons para o aumento da capacidade cognitiva ( aprendizado ou adestramento**) , mas também podem resultar na redução da capacidade de vigília, de sobrevivência.

Alguma semelhança com os esquerdistas???

Sabe-se que o parasita toxoplasma quando infecta o cérebro de ratos, provoca a indução do comportamento suicida, que faz com que o rato afetado sinta uma mórbida atração pelo gato, seu maior e mais conhecido predador.

E imaginem que o mesmo parasita parece estar relacionado com o comportamento suicida entre os seres humanos. (e eu fico imaginando, cá com meus botões, se eu não tenho esta galerinha em minha cachola). Claro que todo ser humano tem microorganismos em seu corpo, e como eu já falei algumas vezes aqui, existe uma diversidade de tipos e funções. Sem falar que nossos genes, de acordo com a minha hipótese, seriam relíquias coevolutivas dos primeiros microorganismos, das primeiras formas de vida, e nós seríamos como os seus bolores.

Alguma semelhança com os esquerdistas e sua conduta com criminosos violentos** (ou predadores humanos).

O esquerdismo ideológico pende neurologicamente para a dominância ”anomala” do lado direito do cérebro, que explicaria a ocorrência mais elevada de disturbios de humor entre eles como ansiedade e depressão.

Hipótese, esquerdismo como déficit na capacidade de reconhecimento holístico de padrões (aquilo que realmente importa, reprodução-sobrevivencia) .

Uma recente pesquisa encontrou que enquanto que os conservadores tendem a ser de pensadores holísticos, os esquerdistas tendem a ser de pensadores analíticos. Um pouco complicado resumir uma possível complexidade correlativa apenas desta maneira, mas parece fazer sentido, conceitualmente falando, que os conservadores sejam mais atentos com a imagem maior, ainda que de maneira pleistocenica, enquanto que os esquerdistas sejam mais propensos no pensamento analítico ou que busca detalhes dentro desta imagem maior.

Influencias ambientais seriam encapsuladas por interações genéticas entre os seres envolvidos e em relação ao meio em que vivem**

O fator genético no comportamento humano parece, conceitualmente falando, mais relacionado com uma suposição de natureza holística enquanto que o fator ambiental ou circunstancial se assemelha com uma suposição de natureza analítica.

Parece evidente que o esquerdista médio tenha uma tendencia para ter déficits na capacidade de pensamentos de natureza holística, de capturar a imagem maior. Sua ingenuidade, em partes, pode ser explicada justamente por este déficit.

Animais domesticados são socializáveis e treináveis. Conservadores também seriam mais como animais domesticados, mas de uma cepa mais antiga.

Hipótese” todas as alternativas anteriores, tudo junto e mischturado”

O mais provável de ser,

o esquerdismo é uma predisposição comportamental inata, lembrem-se da minha metáfora da piscina para explicar a hereditariedade e expressão de comportamentos , que tende a ”acometer” uma importante parcela das pessoas que ”pertencem” ou podem ser alocadas dentro da ”elite cognitiva”, que em jargão unilateral psicométrico, quer dizer, que ou aquele que pontua acima de 120 em testes de qi e que também tende a ser mais comum em pessoas com nível (de estudante) universitário de capacidade (técnica ou) cognitiva. Existe um complo(t) conspiracionista que tem como uma de suas estratégias, usar pessoas (relativamente) inteligentes e muito ingenuas como pelotão de apaziguamento reativo, isto é, aqueles jovens mais artísticos que gostam de chamá-lo de ”racista, homofóbico, misógino” (e em parte eles tem razão, a verdade está em todo lugar) assim como também o grupo de carreiristas oportunistas (em jargão psiquiátrico, psicopatas de alto funcionamento), mentirosos profissionais, que se utilizam de toda a sorte de chantagem emocional, pseudo-científica e ou semantica para manter o trem suicida chamado ”Ocidente” no caminho em que está trilhando.

”Racismo”, ”homofobia” (apesar de aspeá-los, isso não quer indicar que esteja desmerecendo as suas existencias negativas dentro das interações humanas), ”misoginia”, são usados como armas verbal-semanticas e emocionais para calar a dissidencia mas também como distrações, além de toda a sorte de indústria recreativa, inclusive e talvez especialmente a cultural, para  as massas  de todas as cepas cognitivas em relação ”aquilo que realmente importa”, ainda que, o bom e civilizado tratamento a todos os tipos neutros e virtuosos (especialmente) de seres humanos também seja algo que importe e muito. No entanto, estas expressões vagas de ordem não tem como intuito ”fazer o bem”, mas fazer o mal disfarçado de bem, ” os fins justificam os meios”, dizem. Os esquerdistas, como eu vou falar em outro texto, parecem ser mais geneticamente mutantes que os conservadores, em alguns aspectos, por exemplo, na grande proporção de homossexuais dentre outros tipos de sexualmente fluidos, de maior incidencia de distúrbios de humor etc…

Ingenuos, menos tribalistas (porque tendem a serem menos parecidos com os seus pais e parentes***), menos sexualmente dimórficos, mais criativos, mais intelectualmente orientados, sendo selecionados para ocupar posições de poder…. e também com déficits em pensamento holístico**

A metáfora da linha reta da diversidade do desenvolvimento humano para explicar o espectro da lateralidade e da sexualidade

O desenvolvimento humano normal ou normativo se dá com base na regra ou normalidade de acontecimentos evolutivos a nível individual. Herdamos relógios biológicos, alguns que funcionam fluidamente, de maneira contínua, constante, outros, que funcionam de maneira inconstante, com base em rompantes ou em depressões de sua pulsação ascendente.

Se o desenvolvimento é rápido desde a concepção, então nós teremos uma maior predisposição para a herança de relógios biológicos anormativos, de ser espetacular em algumas funções e primata em outras, como um savant, especialmente aquelas que são muito acionadas para o conviver habitual de sociedades ritualmente condicionadas, de passar por rituais de passagem e ver-se alçado ao posto de ”maduro adulto”, que paga as próprias contas, que ”é dono de si”. Ou de ser apaixonado pelo próprio espelho e a de buscar em seus iguais de genero, aquilo que lhe ”faltou” durante o seu desenvolvimento, o homem ”incompleto” ou a mulher que em excesso de masculinidade, se mostram ‘anormais’ aos olhos da natureza e bem vindos aos olhos da filosofia e da possibilidade de produzir pensares  e vivencias destoantes e por que não, fascinantes…. o outsider biológico.

O excesso ou a falta de desenvolvimento habitual ou comum, que perfazem aquilo que chamamos numericamente de maioria, a mesma maioria que tanto exponho por aqui, produzirá a diversidade de tipos, daqueles que não tiveram sorte e nasceram mutantes demais, até aqueles que por um quase-milagre, se desenvolveram como aves muito raras.

E mãos que escrevem pelo lado esquerdo e que possam pensar pelo lado direito, é provável de serem abundantes neste espectro de heranças de desenvolvimento curto assim como também daquele de desenvolvimento prolongado, que ultrapassa o ‘esperado’. Nós temos uma poça de lama e seu meio, que está livre de sua natureza pegajosa. Nas médias, vivem a maioria, a normatividade, aquela que perfaz o caráter coletivo da espécie a que pertencemos. Mas somos menos humanos que as massas, porque somos mais únicos.

O normal estatístico será menos canhoto porque a normalidade de natureza demográfica tende a favorecer ao desenvolvimento organico mais equilibrado. Não é uma corrida, mas tem um ponto de chegada, que não será nem para mais nem para menos.

Nascer incompleto ou completo demais, geralmente se caracterizará por uma vida com mais tormentas do que com calmarias. Mas para estas aves raras, as tormentas serão acompanhadas por clarões de hiper-razão ou hiperracionalidade que poderá levá-los a hiperrealidade, ao mundo onde que culturas, religiões e humanidades são produzidas.

Menor ou grande peso ao nascer podem ser fatores essenciais na produção dos espectros anormativos de desenvolvimento psicológico, sexual, cognitivo e cultural dos seres humanos.

Huxley postulou com sapiencia sobre as diferenças entre aqueles que nascem diferentes e podem ver o mundo a partir de perspectivas únicas em comparação aqueles que são estatiscamente normais.

Nas linhas curtas ou longas de desenvolvimento biológico, mora o sofrimento e a alegria mais genuínos de nossa espécie.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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