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Preconceito linguístico e a necessidade de se aceitar a diversidade cognitiva

Somos todos iguais porém diferentes**** As múltiplas perspectivas te explicam, he!!

Muitas pessoas escrevem errado. Eu mesmo sou uma delas. Minha maior fraqueza linguística se chama concordancia verbal e voces já devem ter notado. Eu não consigo acertar e talvez nunca consiga. Se eu me concentrasse apenas nisso, talvez, mas deixaria de lado as minhas paixões habituais como biologia e psicologia e acabaria me defasando nelas. A que preço** Para escrever super certinho***

O preconceito linguístico é um daqueles tipos de pré julgamentos, totalmente baseados em dogmas irracionalmente sofisticados como educação e livre arbítrio, que não são tão importantes para os zumbis do politicamente correto, que vivem a jogar pedras nos outros que saem deste cerco totalitário.

Eles evitam dizer que os menos inteligentes tendem a ter piores vocabulários ou mesmo, que tendem a ser menos inteligentes. Por outro lado, os acusam de preguiça mental por não conseguirem chegar ao mesmo nível que eles. Alguém pode com isso***

O tamanho do vocabulário bem como por outras idiossincrasias cognitivas, é um bom modo de medir inteligencia VERBAL. Ainda  não significará que todo aquele com vocabulário perfeito será mais inteligente. Algumas questões em relação a estas competições de inteligencia que a psicologia mainstream promove tais como, qual seria a relevancia disto*** Inflar os egos de alguns e murchar o de outros*** Criar um novo status social**

Ainda que medir e hierarquizar seja importante, cria-se uma arena emocional embutida, que na minha opinião é completamente desnecessária.

O caso do preconceito linguístico é uma demonstração clara da estupidez de muitos dos auto declarados ”mais inteligentes”, que fingem ser bonzinhos respeitando a psicose do politicamente correto, mas que escondem um deplorável elitismo pedante e enfadonho.

Se apresentamos diferentes tipos de inteligencia, diferentes tipos de personalidade, diferentes níveis para diferentes atributos cognitivos, então será elementar concluir que haverá uma variação no nível do vocabulário também. Culpar uma pessoa por seu vocabulário ruim é cruel. Na maior parte das vezes, especialmente em adultos, a expressão cotidiana do vocabulário, será o máximo de nível que uma pessoa poderá atingir. Mas como vivemos na psicose do ”somos todos iguais”, então, é necessário fazer daqueles que são menos verbalmente inteligentes, de palhaços de circo, para deboche da ”classe educada”. Em outras palavras, o trabalhador que sua todos os dias para fazer algo de mais útil do que, perder tempo em universidades, apoiando ideologias genocidas e analfabetas ou de fazer trabalhinhos toscos, brincando de ”pesquisar”, sem propor nenhuma solução decente, interessante e criativa para população (pode apostar que no mínimo, uns 60% de ”nossa elite cognitiva” se encaixará nesta categoria), é menosprezado por estas abominações da esquerda, como também muitos dos da direita, ainda que no mundo de hoje, não restam dúvidas aos sapientes quanto a periculosidade destes auto declarados anjinhos perfeitos e niilistas. Se tem um cérebro mais complexo, mas não tem capacidade, sabedoria, de fazer um proveito dele e em prol da sociedade que está sendo sustentado, então é um grandioso inútil.

Vale ressaltar que ter um vocabulário ruim necessariamente não significará ser mal educado e vomitar palavrões a gosto e a desgosto.

Voltamos a velha discussão que propus neste blogue, a de que a educação se encontra fundamentalmente equivocada e que suas boas intenções, forçam  diferentes tipos de pessoas, com diferentes níveis e tipos de inteligencias, para se adequarem a uma suposta norma intelectual igualitária, que segundo o evangelho do educador, da qual todos poderão alcançar um dia. Isso não acontece e já passou da hora de pararmos com essas tentativas estúpidas de forçar as pessoas a serem iguais, quando ve-se com clareza que não são.

Voce que não tem um bom vocabulário ou que escorrega na concordancia verbal como eu, não se sinta menor, inferior  em relação aquele que tem. Voce não tem a necessidade de provar a ninguém que é melhor, ninguém tem. Se não está fazendo as merdas que estes altos qis verbais estão, fazendo o nosso único mundo, um lugar pior, então não se acanhe. A adaptabilidade da criatividade ou da sabedoria são medidas muito interessantes. Se a flor é de plástico e feia, de-lhe um aspecto mais bonito. Não é uma questão de disfarçar, mas de mostrar a si mesmo que tem valor, sem a necessidade de buscá-lo por meio dos valores arbitrários que são impostos pelos sistemas de controle social.

E a mais importante, a empatia, que é completamente desprezada ou grosseiramente acoplada a inteligencia, por supostas correlações estatísticas. Onde, em qual lugar dentro da blogosfera especializada em psicologia cognitiva (hbd**) que a empatia é tratada como um traço a ser fundamentalmente considerado, exaltado, querido, necessário******

Lamarck e professores

A grande maioria dos professores são lamarckistas inconscientes porque acreditam que por meio de esforço repetitivo, ou seja, a ”educação”, se poderá ficar mais inteligente.

Isso significa meu caro leitor que a maioria dos professores não sabem o básico da seleção natural de Charles Darwin. Eles educam sem pensar que possam estar aplicando métodos lamarckianos nos seus alunos.

A seleção natural se baseia na diversidade fenotípica de uma população e  não apenas na cor da pele ou cor dos olhos.

Na escola portanto, haverá uma variedade de fenótipos físicos, comportamentais e cognitivos de alunos. No entanto, a escola parte do princípio que por meio da exposição precoce, igualitária e constante (o esforço repetitivo) de conhecimento humano diverso e acumulado, todos chegarão, ”mais ou menos”, no mesmo nível de aprendizado. Em uma sociedade como a Finlandia ou o Japão, que apresentam médias altas de inteligencias e tendem a ser mais cognitivamente uniformes, sem muitosoutliers, até se poderia brincar de Lamarck, mas em sociedades onde coexistem claras diferenças cognitivas, que são hereditárias e complexas, a educação deixa de ser uma crença racional e se transforma em um estorvo desnecessário.

Pessoas diferentes pensam diferente, agem diferente, tem diferentes motivações e por conseguinte terão diferentes necessidades de aprendizado. Tudo é aprendizado, tudo aquilo que é retido do ambiente por meio de observação é um aprendizado. No entanto, criou-se uma ideia elitista de que o ”conhecimento científico e intelectual” seja o elemento fundamental que distingue os sapientes dos não-sapientes, quando na verdade, são justamente as características inatas de ambos que são os verdadeiros diferenciadores.

As pessoas mais inteligentes gostam mais de estudar porque seus cérebros são maiores e ou mais complexos do que os cérebros das pessoas menos inteligentes. A escola pode ter algum efeito em alguns subgrupos, mas será muito limitado. As pessoas são movidas por motivações pessoais intrínsecas, naturais, que já estavam latentes desde a tenra idade ou que são predisposições que com gatilhos ambientais, muitas vezes, mínimos, podem acender o desejo. Tudo se resume aos seus genes, aquilo que voce é, tal como, tudo aquilo que se relaciona a um rio, se resume a sua fonte.

Portanto, surpreendentemente ou não, aquelas aulinhas básicas de genética e de biologia, não serviram pra nada, para boa parte dos professores. Uma das maneiras de se provar se fulano aprendeu ou não, é faze-lo produzir analogias para o mundo real, seja na matemática, na biologia, na filosofia, história…

Metáforas e analogias são a melhor maneira de medir o aprendizado das pessoas.

Os professores, imbuídos por seus egos atormentados, simplesmente não sabem aplicar as teorias darwinianas no mundo real, especialmente em relação a sua profissão. Analogia mais óbvia impossível.

Portanto, como conclusão deste pequeno texto, a maioria dos professores não sabem aplicar as teorias darwinianas no mundo real e portanto não sabem o que realmente significam, pois se soubessem, já teriam juntado os pontos e percebido que estão a forçar os seus alunos por meio de esforço repetitivo, a engolir unilateralmente um conjunto de conhecimentos técnicos, desprezando a natural variedade cognitiva presente em sua classe assim como também  o fato de que não é possível, ao menos por agora, aumentar ou diminuir a inteligencia de alguém apenas por ”uso ou desuso”.

Eu não vou constatar que os professores sejam em sua maioria de estúpidos, porque como eu já mostrei, a ideia de racionalidade humana universal, é totalmente descabida.

Ensinando criatividade, um novo método de ensino

A teoria da evolução, desenvolvida por Charles Darwin, poderia ter sido desenvolvida por qualquer um que tivesse, paixão intrínseca por conhecimento, especificamente por biologia e fosse capaz de perceber padrões no mundo natural e organizá-los.

A educação ”moderna”, se consiste basicamente na tentativa de memorização de um grande número de informações, de diferentes ramos do conhecimento humano.

O padrão de ”ensino” da escola pode ser dividido basicamente nas seguintes etapas:

– Exposição do conhecimento;

– Ensino progressivo, começando pelas informações mais importantes e mais simples, aumentando o nível de complexidade;

– O professor, na verdade, não ensina ao aluno o conhecimento que está sendo passado, mas o força a tentar memorizar a matéria. Esta é a realidade na maior parte das vezes, porque o sistema escolar se baseia na falsa ideia de igualdade cognitiva humana. Também acreditam que os seres humanos são 100% plásticos em seu comportamento e portanto, em relação à motivações e à inteligência.

Qualquer um que não goste de estudar, de acordo com as intervenções corretas, poderá se tornar um ”rato de biblioteca”. Confundem correlação com causalidade, o básico das estatísticas.

Para entender qualquer assunto, o melhor método de ensino seria por meio da busca por padrões harmônicos, seja para história (eventos, protagonistas principais, causas do evento, como guerra, revolução, resultado do evento), geografia (solo, clima, influência antropomórfica, cultura), biologia ou qualquer outra, partindo-se sempre pelas ideias-mãe.

Charles Darwin foi um intelectualmente obsessivo, que desde a mais tenra idade, já demonstrava interesses intelectualmente específicos. A paixão intelectual inata, foi antecessora e a principal responsável pelo talento criativo e inovador de Darwin. A teoria da evolução pode parecer difícil para a maior parte das pessoas, mas na realidade, parece lógica para tipos similares ao famoso botânico. Eu já respondi à proposta do texto no primeiro parágrafo. Darwin tinha uma paixão intrínseca a determinado interesse, que foi alimentada por um ambiente favorável. A irritação cerebral que produz obsessão e que por sua vez, produzirá super especialização, profundidade e produção de ideias ou expansão associativa.

Portanto, ao invés de ensinarmos a memorização superficial baseada em falsas premissas de igualdade, nós devemos ensinar os passos da criatividade. Eu não estou querendo sugerir que por meio desta mudança na escola, milhões de Darwins aparecerão no mundo, porque o seu intelecto é raro. Na verdade, os tipos como ele devem ser valorizados, como eu tenho falado incontáveis vezes neste blogue. No entanto, é fato que com mais pessoas cientes e educadas quanto ‘as etapas para a produção criativa”, nós poderemos produzir uma amplificação, por meio do trabalho em equipe, da criatividade e inovação humanas, mesmo que os muitos ”educados”, não superem Darwin ou qualquer outro em sua genialidade, poderão contribuir para aumentar o volume e a qualidade dos trabalhos criativos, se várias cabeças, podem pensar melhor que uma cabeça, que este pensamento em equipe, seja baseado em qualidade objetiva e não em devaneios ultrapassados.

Portanto, a manutenção do currículo tradicional do colégio, deve ser dividido quanto a atenção, com o currículo individual de cada aluno, seus interesses mais obsessivos, isto é, que encapsulam mais suas atenções, devem ser alimentados (é evidente, desde que sejam interesses potencialmente vantajosos ao bem estar social) e devemos ensiná-los a procurar por padrões harmônicos de correlação e de possíveis causalidades em relação aos seus interesses. Também podemos ampliar este método para o currículo tradicional. Os estudantes com perfil de um intelectualmente obsessivo, devem ter atenção redobrada e talvez, suas avaliações devam ser direcionadas principalmente em relação ao currículo individual.

A memorização tecnicamente perfeita de um conjunto de informações poderá ser completamente inútil como medida avaliativa, tal como eu mostrei por meio do texto que fala sobre o ”cérebro intuitivo”, que não é de minha autoria, mas que achei condizente com uma das propostas principais deste blogue, acaso não se basear no entendimento fundamental do assunto que tiver sido memorizado. A memorização, muitas vezes. será apenas uma etapa intuitiva, especialmente se esta for realizada em relação a um assunto de interesse. É intuitiva e inconsciente, porque se gosta, tal como quando vivenciamos períodos de grande alegria, o tempo passa rápido. Portanto, o aprendizado de uma paixão será rápido, sem dificuldades.

A memória objetiva é muito mais importante do que a memória artificial de um conjunto de informações que nada significam para ti. É aí que memória cognitiva E memória emocional se encontrarão umbilicalmente relacionadas, especialmente em relação aos intelectualmente obsessivos, onde tal como para a mulher, não existe diferença entre amor e sexo, também não haverá diferença entre emoção e inteligência.

Portanto, além da exposição de conhecimento variado, também será importante introduzir as seguintes diretrizes:

– Procura por interesses obsessivos;

– Ensino pela produção de correlações e causalidades lógicas (e remotamente lógicas) ou padrões harmônicos;

– A partir disso, os intelectualmente obsessivos poderão desenvolver inovações, apenas por: OBSERVAÇÃO E CAPTURA POR SIMILARIDADES OU PADRÕES (tais como a variação do bico de pássaros nas ilhas de Galápagos, notada por Darwin).

Portanto, ainda que a maior parte dos alunos não sejam do mesmo calibre cognitivo que Darwin, o aumento de produção criativa e científica, poderá enriquecer nossas vidas e o volume de trabalho acadêmico e artístico.

Professores (Doutrinadores), Psiquiatras (e psicólogos) e Jornalistas O que estas 3 classes tem em comum??

O ”liberalismo”, que no mundo não-anglo, nós denominamos como ”esquerdismo” ou ”socialismo”, é uma das mais ”novas” armas de opressão mental e coletiva, made in psychomind. O trabalho de ‘gênio”, para induzir a própria população para depredar a sua liberdade pessoal em prol de um estilo de mentalidade dominado pela histeria coletiva e por fanatismo ideológico, está se desenrolando diante de nossos olhos. Os brinquedos tecnológicos contribuem consideravelmente para afagar qualquer tentativa de rebelião organizada. A ”transcendência coletiva humana predominante”, que antes, baseava-se na velha opressão de natureza darwiniana sobre a população contextualmente não adaptativa, agora é usada pelas elites globalistas ocidentais, que usam a moeda da ”vingança”, para manipular as suas massas de servidores contra os velhos opressores. Mas claro que, ao invés de pressionarem as elites, ”povo” ataca ”povo”.

Algumas palavras são apenas pretensões utópicas da espécie humana,

diálogo,

sabedoria,

neutralidade,

Deus,

Hobbits

Eu não defendo o ”conservadorismo”, nem o ”capitalismo”. Só me interesso pelo verdadeiro ajuste das sociedades humanas e sei que nenhum extremismo está correto. E no caso do ”socialismo”, a situação é ainda pior visto que sociopatas altamente inteligentes, usam de promessas agridoces  para impor a opressão sobre a população.

Para isso, eles precisam de uma tropa de choque de idiotas úteis, para convencer e impor sobre o restante da população as suas diretrizes, os seus planos quinquenais. Se antes, os governos totalitários, travestidos verbalmente de ”socialistas”, apresentavam as suas diretrizes nas tvs estatais por de baixo da ”cortina de ferro”, agora, é por meio de propaganda massificada, que as ”elites” impõe a ferro e fogo as suas vontades.

O idiota útil genuíno é aquele que realmente acredita no caráter do sistema que defende. Dentro desta população, os mais espertos são de sociopatas de menor ambição, que manipulam os seus colegas por cargos e posições de maior prestígio.

As 3 classes cognitivas e laborais que mais contribuem para a lenta imposição de regime totalitários de esquerda no Ocidente são: professores, psicólogos ou profissionais da ”saúde mental” e jornalistas.

Professores ou doutrinadores

”Livre” pensamento??

Uma frase recorrente entre os professores: ”Sem o professor, não haveria o bibliotecário, o engenheiro, o físico…”

Você nunca verá um professor completando esta frase com… ”o gari, o pedreiro…”.

Professores tendem a ser megalomaníacos em relação à sua profissão. Como eles realmente acreditam em lamarckismo e mutação por esforço repetitivo, então acreditam que o sucesso ou o fracasso de um aluno, está sob o seu domínio. Isto é, se não for o professor para ”ensinar” e ”incentivar” a sua classe de maneira eficiente, os alunos ”fracassarão” ou ”vencerão” na vida. Despreza-se COMPLETAMENTE o papel das predisposições genéticas. Não é apenas um extremismo, é o extremo do extremismo.

Como eu disse no texto anterior, se as pessoas precisam ser ”incentivadas” a gostar de estudar, de adquirir conhecimento, entender como o mundo funciona, refletir sobre a vida, então realmente há algo de errado com a humanidade em relação a esta perspectiva.

As pessoas são forçadas a frequentar a escola por quase duas décadas, por meio de chantagens. ”Se você estudar, poderá ter um emprego melhor e GANHAR DINHEIRO”. A palavrinha mágica ($)-($) que faz os olhinhos humanos brilharem de alegria.

Eu acredito que não é nada incomum que os autodidatas tenham uma tendência para repelirem o sistema escolar, monótono e pedante. E que a recíproca também seja verdadeira. Afinal de contas, aquele que nutre amor natural pelo conhecimento,  o fará desde criança e geralmente, terá vontade própria. O autodidata define a sua agenda de estudos, o que estudar. Na verdade, não existe uma planilha organizada para os estudos porque a descoberta tende a se dar de maneira natural e espontânea. Agora, coloque esta criança ou este adolescente dentro de uma sala onde será obrigado a estudar aquilo que não quer???

Os professores são doutrinadores de sistemas opressores, desde antes da tomada definitiva do poder por ”socialistas fabianos”. Por exemplo, no passado, os professores batiam nas mãos dos alunos que escreviam com a mão esquerda. O professor do passado, legitimava a opressão conservadora. Agora, é a opressão liberal que eles legitimam.

A imagem caricatural do professor como uma pessoa maravilhosa, inteligente, de bom caráter de hoje em dia, nada se assemelha com o passado onde o estereótipo era bem mais negativo. Ao invés de sorridentes e cheios de boas intenções, os professores eram temidos.

Boa parte dos professores são de idiotas úteis. E uma das maneiras para se medir a que grau de ”idiotice” um grupo ou um indivíduo está submergido, será por meio da credulidade em relação à crença ”nurturista” ou ”lamarckiana”.

Quem não consegue capturar padrões consistentes de comportamento, mesmo que esteja interagindo diariamente com estas circunstâncias, não é capaz de capturar a harmonia, não tem intuição lógica para captar os tópicos fundamentais do ambiente em que está inserido. E os professores, por alguma obscura razão, tendem a desprezar todas as evidências que estão a pular em cima de suas faces descrentes sobre comportamento humano e predisposições genéticas.

É evidente que nem todo professor será assim. Eu mesmo, tenho vocação para lecionar, mas a paisagem comum da profissão é a de extremo conformismo e dissonância cognitiva para entender a realidade.

A série de filmes ”Jogos Vorazes”, mostra de maneira realista como seria a classe de idiotas úteis. Fúteis, ingênuos, artificiais, perversos (não exatamente no sentido sexual), conformistas e tecnicamente inteligentes.

Psiquiatras ou psicólogos

Quando tinha mais ou menos 13 anos de idade, eu tive uma crise de fobia social e simplesmente parei de sair de casa. Só ia na escola. Me lembro que cheguei a perder a capacidade de andar ”normalmente” nas ruas (aliás eu acho que nunca tive, especialmente se precisa pensar sobre isso, rsrsrsrsrs). Então os meus pais resolveram me levar para uma psicóloga de cidade pequena, daquelas que vem de uma família de classe média, é bonita, bem sucedida e se sente a ”pessoa perfeita” para expiar os supostos defeitos dos outros. A maior parte dos psicólogos são doutrinados a acreditar (e na verdade, já apresentam predisposições anteriores para acatar este tipo de pensamento) que o problema sempre se encontrará fundamentalmente no seu paciente. O problema é o paciente. Eles devem pensar que o mundo é perfeito e que os seus pacientes são problemáticos de nascença. Eu acredito que quando você é compreendido e amado, dependendo de suas predisposições, existe uma grande chance para melhorar o seu comportamento e não falo sobre a conduta com os outros, mas consigo mesmo.

Em condições ”normais”, os genes não impõe determinado comportamento, mas predispõe, isto é, determinados gatilhos ambientais podem exacerbar a expressão de determinado fenótipo em comparação a outro, dentro de um limite de suscetibilidades. Portanto, é muito difícil que uma pessoa muito extrovertida se torne depressiva. Mas as chances existem. Gatilhos ambientais podem aflorar comportamentos psicopáticos em alguns subtipos, enquanto que não terá o mesmo efeito em outros.

Os psicólogos fazem parte da Santa Trindade do Liberalismo ou do Esquerdismo, porque eles contribuem para forçar a população para o conformismo moderno, que está sob a hegemonia dos ”esquerdopatas”. Eles tem em mãos, a arma da manipulação da percepção contextual coletiva, onde determinados comportamentos podem ser socialmente ostracizados, como por exemplo o abstrato ”racismo”.

Pois bem, logo nas primeiras sessões de ”terapia” ou ”análise” a que fui submetido, a psicóloga (um dos muitos produtos das fábricas de diplomas que as universidades se transformaram) me diagnosticou como bipolar e receitou anti-depressivos. Receitar anti-depressivos para um adolescente, não deve ser muito diferente do que presentear os 15 anos de aniversário de sua filha com um par de silicone para aumentar os seios.

Se eu não fosse um jovem altamente perceptivo, desde aquela época, eu teria acatado as ordens da psicóloga e tomado o remédio. Reparem que ela demorou pouco tempo para concluir que deveria ser medicado. Eu fico pensando na quantidade de pessoas que esta pateta desgraçou a vida, com seu pedantismo e irresponsabilidade inconsciente, baseada em sua arrogância natural.

Eu me lembro de ter visto na televisão naquela época, o caso de uma celebridade com transtorno bipolar (ou personalidade bipolar) e pelo fato de que ela sempre precisou tomar os remédios para não ter crises de desequilíbrio emocional. Eu não consegui me ver na mesma situação porque nunca precisei tomar remédios para regular meu humor. Não que tenha um enorme autocontrolo de minhas emoções, mas realmente nunca precisei de intervenções intrusivas como esta para levar uma vida normal ou simetricamente emotiva. Resultado, não tomei os remédios, aguentei alguns meses fazendo ”análise” com ela. De uma certa forma, isso me ajudou. Me ajudou a dar o primeiro passo para o autoconhecimento…

Assim como no caso dos professores, há uma grande presença de idiotas úteis dentro da psicologia. São aquelas pessoas que estão quase que totalmente destituídas de sabedoria e que acreditam que o mundo em que vivemos é espontâneo e justo ou que ao menos, agora com a hegemonia ”socialista”, se tornará justo.

Os idiotas úteis são as tropas de choque de qualquer ideologia, porque eles defenderão fanaticamente qualquer regime que

os sustentem financeiramente e que estejam em conluio com suas visões de mundo.

Portanto, a diferença entre um neonazista, um esquerdopata, um religioso fanático e um fã de celebridades, é praticamente inexistente quanto às suas essências existenciais.

É muito comum vermos este tipo de mente fanática dentro da espécie humana.

E eu ainda acredito que essas pessoas possam ser mais facilmente hipnotizadas. Enquanto alguns poucos, criam mundos imaginários, outros, os vivenciam literalmente. Negar o rosário de mantras ideológicos que são cotidianamente pensados e propagados pelos esquerdopatas, para eles, seria como negar que o céu se situe acima de nossas cabeças.

Os psicólogos contribuem ostensivamente com a patologização oficial de determinados comportamentos, tal como no caso de experimentos com ratos de laboratório, onde o apetitoso queijo provoca choques elétricos e faz o rato refugar o ato de pegar e comer o alimento.

A quantidade de ”transtornos de personalidade” parece dobrar a cada 4 anos. Agora inclusive, eles resolveram criar um novo tipo de ”doença mental” que cai como uma luva para as mãos de ferro dos psicopatas que estão a nos governar. Se você não demonstrar ”respeito à autoridade”, deve se preocupar porque está acometido por um ”transtorno desafiador de oposição”.

Muitos dos ”sintomas” das ”doenças mentais”, na verdade, mais parecem com traços comportamentais ”indesejáveis” do que com mal funcionamento crescente e potencialmente mortífero do sistema nervoso. Ninguém morre de autismo ou de tdah. Muito menos pela enorme quantidade de ”transtornos de personalidade” que já foram inventadas.

A obsessão autista, que está diretamente relacionada com o talento savant desta população, ”é um sintoma”, porque segundo as cabeças pedantes de boa parte dos ”profissionais” de ”saúde mental”, alguém que não gosta de socializar (ou não sabe como fazê-lo), só pode ter algum tipo de defeito. Desprezam o talento natural autista por seus déficits na capacidade contextual de socialização, isto é

mentir descaradamente,

acreditar em factoides,

compartilhar interesses fugazes

e usar o conhecimento como meio para ganhar dinheiro ou obter status social.

Parece evidente que os psicólogos estejam sempre trabalhando dentro de uma ”linha de normalidade”, onde aqueles que saem destes parâmetros convencionalmente adotados, mesmo que não desenvolvam comportamento objetivamente negativos para a sociedade, como a expressão da personalidade sociopática, serão duramente categorizados como patológicos, que precisam de ”tratamento” para tentar aderir às roupas de normalidade. É como tentar forçar uma mulher gorda a entrar em um manequim 37.

Jornalistas

– ”A previsão do tempo hoje é de calor de 43 graus à sombra”.

– Que ótimo!!!! Hoje vai dar pra eu curtir uns momentos de descanso na praia!!! (grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr)

Se você odeia calor, então deve odiar aquelas repórteres-âncoras que festejam de sorriso largo mais um dia de sol forte e calor em uma metrópole terceiro-mundista. Eu que já detesto calor (praticamente) no meio rural, fico imaginando como reagiria ao sorriso da demente de roupa elegante, dentro de um estúdio gelado, se alegrando com o calor de sempre em um país tropical e disfuncional. Ao menos se fosse nas Bahamas… (e longe dos ”nativos”)….

Das 3 classes (com dissonâncias) cognitivas da Santa Trindade do ”Esquerdopatismo”, os jornalistas são os mais influentes e perversos. Enquanto que o mundo está caindo lá fora (do estúdio) e a maioria das pessoas sabem quais são as causas ou inconscientemente sabem quais são as causas, os jornalistas afirmam exatamente o contrário, manipulando a opinião pública e a incapacidade do populacho para fundamentar analogias entre os seus pensamentos e a lógica. Sim meus caros leitores, as pessoas estúpidas, muitas vezes, conseguem pensar intuitivamente e chegar às conclusões que nós também chegamos. Mas, o problema está na construção e portanto, solidificação deste prédio de ideias e pensamentos. Neste processo fundamental, a maior parte das pessoas ”morrem na praia”. Isto é, todos podem ver padrões, mas poucos podem construir conclusões retidas desta visualização, porque para isso é necessário o pensamento abstrato, que é raro entre os comuns.

Os repórteres, inconscientemente (idiotas úteis) ou conscientemente (sociopatas ixxxpertieeenhos), manipulam a opinião pública para não chegar ao consenso popular mais lógico, racional e potencialmente mais sábio, sobre tudo aquilo que nos afeta, por razões obscuras.

O mundo está sendo implodido porque as ”elites globais” tem novas pretensões para a ”humanidade”. Enquanto que, sábios, pensadores livres, inteligentes, muitos gênios e pessoas comuns dotadas de instinto, tentam conter esta implosão, os idiotas úteis e os sociopatas (muitos gênios também), continuam mantendo a destruição, especialmente porque eles

tem poder e influência (leia-se, mídia e demais centros de comandos sociais, como escolas e governos).

A maior parte das pessoas acreditam ingenuamente que aqueles que estão na televisão, são ricos…(etc,etc,etc) ou são jornalistas, apresentaram predicados especiais para ”merecer” as suas posições de destaque. E como a mentalidade média dos seres humanos pouco evoluiu desde que deixamos as cavernas, realizam-se uma enorme quantidade de generalizações extremamente amplas sobre ”mérito” e ”aparência”. Aí ouvimos com frequência que ”os salários astronômicos de jogadores de futebol é totalmente justificável”. Eu esqueci que se não fosse pelo futebol, não haveria civilização. Quer dizer, no mundo idiocrático em que vivemos, as pessoas chamam jogadores semi-analfabetos de futebol de ”gênios”, enquanto que desconhecem quem inventou o telefone ou quem escreveu A República. Eu acho que tenho razão para estar um pouquinho irritado…

As pessoas pensam:

”- Este pessoal da televisão… estes jornalistas são especiais, eles nunca mentem”.

O hábito agora é dizer:

”Por que eles mentiriam??”

Uma única pergunta já pode resumir boa parte da mentalidade de gado.

O mais importante de toda esta panaceia de eventos que estão se desenrolar em nossas existências é a de que, se não fosse a estupidez generalizada das massas (leia-se, a maior parte da população humana), não estaríamos chafurdando na lama por causa destes problemas de mamífero bípede… A mentalidade UGAUGA prevalece em quase todos os ambientes.

Autodidatismo, qi e educação

A vontade é a força motora que rege a ação humana, mas também a de qualquer outra forma de vida ou existência dinâmica. A vontade também é o princípio que determina as construções adaptativas ou reflexivas da mente humana, visto que é a técnica da dinâmica existencial não-inerte.

A vontade intrínseca para adquirir conhecimento ou seria ainda melhor, para aprender, é a manifestação mais pura e decisiva  da inteligência humana e de seus atributos cognitivos de natureza igualmente pura.

Autodidatas tenderão a ser mais inteligentes que aqueles que dependem de fatores extrínsecos para buscar o conhecimento.

Logo, a melhor maneira para medir a inteligência humana será por meio do grau de autodidatismo individual e coletivo. Tudo indica que em todas as coletividades humanas, as populações de autodidatas sejam minoritárias.

Autodidatismo e qi

Existe uma possível correlação entre qi e autodidatismo. Mas, correlação não é totalidade. Testes de qi se relacionam e expressam parte da inteligência humana. Os testes de qi são o enxugamento das características culturalmente enviesadas das provas escolares por atributos cognitivos puros, mas que ainda são derivados da educação. A correlação entre educação e qi é particularmente elevada porque os testes são a purificação dos mesmos atributos que são enfatizados pela educação, como memória de trabalho, capacidade de replicação de tarefas pré-compreendidas, capacidade de associação lógica, etc..  E este perfil cognitivo é fortemente selecionado pelo sistema meritocrático. É também por isso que educação e qi, tenham uma tendência para  se relacionarem com renda.

Aqueles que fazem bem na escola, de maneira uniforme ou predominantemente uniforme, tenderão a fazer bem em testes de qi. A correlação, como não poderia ser diferente, não é de 100%, mas é significativa.

Qi não mede autodidatismo, mas é possível que possam se correlacionar positivamente, ainda que isso não signifique absolutamente nada.

Autodidatismo e educação (inimigos vorazes)

Por que a maioria das pessoas precisam ser convencidas de que estudar é uma coisa boa???

A escola é uma ”obrigação” que deve ser oferecida pelo estado. Mas será que deve ser?? A maioria das pessoas precisam ser convencidas por meio de lavagem cerebral, que ”ir para a escola para adquirir conhecimento, é extremamente importante”….

As motivações de boa parte da humanidade quanto à  aquisição individual de conhecimento, são predominantemente extrínsecas. Isto é, o conhecimento não é a finalidade, mas aquilo que pode oferecer como vantajoso para a vida social e econômica. Em outras palavras, para a maior parte da humanidade, aprender é meramente um meio para finalidades conceitualmente não-relacionadas com intelecto, como status social e riqueza material. Em nossas sociedades, ter dinheiro está relacionado com ”ser inteligente”. No entanto, isso não significa que exista qualquer causalidade orgânica entre os dois. Somos visualmente solapados pela aparência e desprezamos a essência.

Uma minoria de seres humanos, estuda pelo prazer de se adquirir conhecimento. Eles não buscam conseguir vantagens. A principal motivação do autodidata é aprender. A sua capacidade inata poderá lhe oferecer alguma grande vantagem. O que mais importa aqui é a motivação fundamental, que está ausente entre os zumbis primitivos UGAUGA, que compõe grande parte da humanidade.

Se você precisa ser motivado para aprender (independente de qual tipo de aprendizado, mas especialmente dentro da esfera intelectual), então reduza um pouco o seu ”orgulho cognitivo”.

Naquilo que somos melhores, tendemos a nos tornar melhores e muitas vezes, isso se dará porque gostamos de fazer.

Esta máxima vale para qualquer atividade humana.

Além da curiosidade, da criatividade, da grande percepção, uma outra característica universalmente presente em gênios, é justamente o autodidatismo. E neste caso, o termo se aplica especialmente à vontade intrínseca e natural para estudar, aprender, para usar os músculos do cérebro.

Tudo aquilo que fazemos com prazer, será feito com todo o nosso potencial.

Mesmo a existência de tutores, professores particulares ou qualquer outra presença de estimuladores,  não poderá ajudar a direcionar desde o início, o potencial dos seus pupilos, naquilo que são melhores. Mas nada implica que pupilos brilhantes possam ser extremamente influenciados por seus mestres.  O mais importante aqui é que a vontade para aprender seja interior, intrínseca e natural.

O sistema escolar parte de uma panaceia de princípios equivocados sobre a psicologia humana. A raiz filosófica do sistema educacional pode ser lido na bandeira tricolor da França revolucionária. Um dos erros grotescos baseados em generalização superficial da diversidade humana, comumente aplicada dentro das escolas, mundo afora, principiam por uma igualdade coletiva ou universal no subdesenvolvimento da criança, onde  a mesma deve ser estimulada para estudar, buscar conhecimento por conta própria.

Além da ideia lamarckista de mutação por esforço repetitivo (estudar para ”se tornar inteligente”), a escola também acredita que toda criança é um ser que está desprovido do ”vírus que provoca a busca espontânea por conhecimento”. É extremamente comum que os prodígios sejam ostracizados e criticados pelos professores, afinal de contas, a criança é um ser em formação e os professores, são os pais da coletividade infanto-juvenil e devem manejar, direcionar o seu público para as diretrizes do sistema. Os professores não podem aceitar que existam crianças com vontade intrínseca para buscar o conhecimento porque esta realidade nega completamente um dos dogmas da ideologia que é predominante nas escolas.

O autodidatismo não é apenas o resultado ou o produto, mas é também ou especialmente, a vontade intrínseca pelo auto melhoramento. É a vontade suprema que move almas em busca da luz da sabedoria, ou ao menos da inteligência.

O sistema escolar odeia autodidatas, porque precisa continuar a fingir que é útil para alguma coisa. Não é uma questão de arrogância afirmar isso. Os professores funcionariam melhor como ”amigos do conhecimento” para os verdadeiramente inteligentes, do que como ”autoridades ou atravessadores do saber”. Sem professor, sem comida. Sem professor, há fome. É o que a maioria parece pensar.

O conhecimento é um hobby para os verdadeiramente inteligentes, um mal necessário para a maioria dos tecnicamente inteligentes, um fardo para os estúpidos, é (também) como o ar que respiramos para sábios e gênios, uma arma de opressão para os idiotas úteis e inúteis….

O sistema escolar, assim como os testes psicométricos, desprezam o papel da personalidade na capacidade cognitiva. E mais do que apenas uma personalidade construída sobre ”interesses não-sociais”, o autodidatismo me parece ser o conceito mais essencial para a definição da verdadeira inteligência humana.

Eu vejo uma enorme quantidade de cadernos, livros didáticos, tempo, dedicação e emoção em cima de uma panaceia de mentiras ou equívocos, porque para a mente UGAUGA primitiva, de boa parte da humanidade (que carregam o homem das cavernas dentro de si, tal como o favelado carrega a favela, mesmo fora dela), o mais importante é aparentar.

A farsa da educação superior

Decorar e obedecer é viver.

Santos modernos e ocultos também podem buscar o seu lugar ”ao sol”. Tentei o mestrado e não passei. Será que eu sou burro??

Quem é melhor, a criança que sabe tudo sobre dinossauros ou sobre países, mas que não é a primeira da turma nas matérias tradicionais ou o clássico cdf (nerd)??

Eu vos regalo a resposta

As duas são igualmente boas… menos para o sistema, onde o memorizador, mantenedor inconsciente do sistema, é sempre o melhor e mais requisitado.

Em uma sociedade, todos os tipos de mentes são importantes. Temple Grandin que o diga.

A educação como eu tenho alertado aqui, se relaciona a uma série de princípios equivocados sobre inteligência e promoção da inteligência.

A educação se baseia na

igualdade cognitiva e

determinismo ambiental (e completo desprezo pela genética).

A grande maioria dos professores (que são estúpidos) acreditam nestes dois princípios visto que pensam que suas intervenções apresentam grande valia para o aumento do intelecto dos seus alunos. Eles também acreditam que a educação promove o aumento da inteligência, isto é, as pessoas mais ”estudadas” e ”esclarecidas” se tornaram mais inteligentes ao longo da carreira acadêmica. Provavelmente, eles devem imaginar que com o tempo, a exposição constante ao ”conhecimento”, aumenta o volume cerebral e matéria cinzenta das pessoas. Todos os meus leitores já devem ter tido a famosa aula de biologia sobre LAMARCKISMO E DARWINISMO. Quem não se lembra do exemplo da pescoço da girafa?!?

Mas não se adquire inteligência, se nasce com ela. Portanto, a ideia de que anos maçantes dentro de uma sala de aula irão ser recompensados com o incremento da inteligência, é uma completa estupidez.

Maior conhecimento, necessariamente não é sinal de maior inteligência.

Não é a montanha (conhecimento) que vai a Maomé (homem), é Maomé que vai à montanha.

As pessoas mais inteligentes é que buscam por mais conhecimento e não o contrário.

Educação e conhecimento não são a mesma coisa.

A educação é uma estrutura hierárquica para a promoção meritocrática de indivíduos que sejam bons replicadores do conhecimento humano acumulado.

O conhecimento em si, é o atravessador de um conjunto de técnicas ou ideias que visa resumir suas etapas de desenvolvimento. Em outras palavras, ao invés de fazermos por nós mesmos, pegamos o manual e vemos como deve ser feito.

Quanto mais honesto e sincero for o interesse para se adquirir conhecimento, maior será a inteligência.

Até um determinado teto, educação e inteligência são amplamente intercambiáveis.

No entanto, quando o interesse intelectual se torna em obsessão intelectual, a educação começa a se distanciar da inteligência e pode-se dizer que chega a um ponto em que ambas se tornam contrárias entre si.

O nível mais alto da inteligência é a genialidade, que se baseia na unção desta com a criatividade, com a sabedoria ou com as duas ao mesmo tempo… (que são estilos cognitivos ou de inteligência)

A maioria dos grandes gênios historicamente reconhecidos da humanidade ou foram de sábios, criativos ou os dois.

A criatividade, como eu tenho sugerido neste blogue, é um perfil cognitivo oposto daquilo que entendemos como inteligência, ou seja, capacidade de memorização e replicação, artificial e especializada.

Educação superior não promove o gênio, o solucionador de problemas e a criatividade

Quanto maior é a inteligência genuína, alimentada por grande obsessão intelectual, mais assimétrica ela tenderá a ser e mais incompatível será com o sistema meritocrático de longo-prazo e não-inovador da educação superior.

Algumas pessoas entendem a aquisição de conhecimento (e posterior manipulação) como um hobby, como um dos prazeres da vida. A recompensa está justamente na aquisição do conhecimento ou no trabalho criativo, seja de natureza artística, científica, filosófica ou literária.

Em compensação, a grande maioria daqueles que pertencem à ”fração inteligente” (qi acima de 105) não parece ver a aquisição de conhecimento como finalidade, mas como um meio para alcançar status social e ganhar mais dinheiro.

A ”educação superior” não é apenas predominantemente incapaz de promover os diferentes tipos de gênios por causa de seu sistema meritocrático que é anti-‘intelectualmente obsessivos” (e a favor dos ”intelectualmente interessados’), mas também porque interesses políticos mesquinhos e medíocres, desfavorecem ao pensamento livre.

Se a criatividade em seu mais alto nível, necessita desta liberdade de pensar, então a carreira acadêmica, monótona e longa, está consideravelmente desvantajosa em relação às necessidades dos muitos tipos de gênios, especialmente os criativos.

E como eu sugeri em um texto anterior, as pessoas mais criativas costumam ter uma grande densidade de ideias por dia. Isto significa que, é muito comum que aqueles que produzem um grande volume de ideias criativas, não sejam capazes de organizar a sua vida dentro dos moldes burocráticos e portanto lineares do sistema de educação superior.

Uma das prováveis explicações para o suposto desaparecimento de gênios criativos na sociedade ocidental, se dá muito mais por razões ambientais do que genéticas.

A promoção do tipo de inteligente que se assemelha às populações leste asiáticas, o tipo confuciano de inteligente, é totalmente oposta ao criativo clássico.

Conclusão

Portanto, como eu tenho sugerido muitas e muitas vezes aqui, o sistema educacional parte de pressupostos completamente equivocados sobre a biologia cognitiva humana e os aplica em toda a sua estrutura.

Os resultados são facilmente notados:

desigualdade social severa,

desprezo pela verdadeira criatividade,

confusão entre aparência (qi, dentre outros métodos indiretos de avaliação cognitiva) e essência (verdadeira inteligência),

monotonia nas universidades, dentre outras instituições de ensino superior

e

patologização oficial por meio da psiquiatria de todas as possíveis facetas bio-fenotípicas da criatividade humana.

O sistema educacional prioriza aquele que tem ”interesse intelectual”, mas despreza  aquele que tem ”obsessão intelectual”, uma das características mais importantes da genialidade. Quanto mais alto é o nível educacional, maior será a rejeição burocrático-mecânica dos muitos tipos de gênios, especialmente os criativos, que são de intelectualmente obcecados.

O maior mito da TDAH, o ”déficit de atenção” e aplicação da teoria das múltiplas perspectivas

Assim como acontece em relação a toda ciência, também na psicologia bem como na psiquiatria, existe a prevalência hegemônica do método científico como parâmetro fundamental de estudo.

Como resultado nós temos uma linha de normatividade, onde deve haver uma redução de divergências para que haja um alinhamento dos pesquisadores em conceitos primordiais pré-estabelecidos. É como se tivéssemos várias nascentes de rios e apenas uma delas fosse mantida para sustentar uma corrente. A diversificação não se dá desde a nascente de uma ideia, mas a partir dela. Se isso é bom ou é ruim será relativo, visto que dependerá de caso pra caso.

O método científico tradicional é importante porque existe a necessidade, supostamente, de que tenhamos de obedecer a critérios hierárquicos de meritocracia atemporal, onde os pensadores do passado devem ser reconhecidos quanto às suas inovações.

No entanto, até onde esta apego ao ego deve ser deterministicamente mantido é um relativo mistério.

No mais, esta minha breve introdução sobre os problemas do tradicional método científico, especialmente em relação às ciências humanas, é a de que a partir do momento em que damos grande ênfase a uma linha de pesquisa, nós estaremos negando a própria possibilidade, diga-se, infinita, de criação de novas ideias, partindo do pressuposto de que o mundo hiperreal é o mundo da criação per si, é onde realidades ”alternativas” podem ser construídas.

O caso TDAH

Déficit de Atenção e Hiperatividade é um dos supostos transtornos mentais mais populares e mais comuns de nossa era farmacológica. Acredita-se que de 7% a 15% da população esteja acometida por esta condição sindrômica.

É complicado primeiramente colocar todos aqueles que apresentam os traços comportamentais, psicológicos e cognitivos mais importantes como pares iguais, visto que é evidente que existe uma grande variação, onde nós teremos os casos realmente mais severos, até os casos mais leves e com muitas possibilidades de vantagens incomuns.

Segundo que, mediante o mundo das múltiplas perspectivas, de fato, o copo poderá estar meio cheio ou meio vazio.

Portanto, a própria ideia de existência deste espectro de personalidades extremas é passível de manipulação e até de extinção, visto que depende imensamente da perspectiva dominante, afinal, se a maioria da população fosse composta por ”tdah’s” então a ideia de normalidade seria completamente diferente da que temos agora.

Este texto no entanto, será galgado na ideia de desmistificar um dos mais duradouros e significativos mitos sintomatológicos que caracterizam esta condição e é justamente o mito do déficit de atenção.

Mediante uma perspectiva unilateral, majoritária de normalidade e de anormalidade, uma pessoa que não consegue de maneira natural e mecânica, se concentrar em determinadas tarefas que foram impostas por terceiros, que estão socialmente dominantes e hierarquicamente superiores, será alguém com déficit de atenção.

A totalidade da desatenção se relaciona com a completa incapacidade para se concentrar.

A aparente falta de atenção também é outro ponto cego amplamente considerado por profissionais da psiquiatria.

Provavelmente, os únicos que não podem demonstrar externamente qualquer sinal de atenção a interesses intelectualmente exigentes seriam aqueles que estão com severa deficiência mental.

Falta de atenção a interesses hierarquicamente impostos necessariamente não é estupidez intelectual.

Existem basicamente duas explicações principais para falta de atenção de estudantes nas escolas:

– Incapacidade para entender o que está sendo explicado.

– Interesses divergentes potencialmente obsessivos, à grade curricular oficial ou simplesmente, uma falta genuína de interesse em relação à grade curricular oficial sem a necessidade de que aja outro interesse lhe tomando a atenção.

Estudantes de baixa inteligência técnica (memorização e replicação de regras, dentre elas, a do conhecimento) e personalidade afável, se esforçarão para entender, mas na maioria das vezes, sem uma adaptação e enxugamento de excessos tais como ”vocabulário muito sofisticado” nos enunciados das questões, eles não terão sucesso para memorizar ou capturar o conhecimento a que estão sendo expostos.

Estudantes de baixa inteligência técnica e personalidade não-afável, apresentarão as mesmas dificuldades de aprendizado que o grupo anterior, especialmente sem qualquer adaptação, mas estes déficits não serão tão aparentes, porque eles dificilmente se esforçarão para tentar aprender. É interessante notar aí que existe uma certa praticidade deste grupo, visto que eles sabem organicamente que não são capazes de capturar o conhecimento a que estão sendo expostos e desistem sem ao menos se esforçar. Um pouco de autoconhecimento é sempre bom para que não gastemos nossas energias naquilo que não somos bons. Este grupo, na grande maioria das vezes, será o pesadelo para qualquer professor. No entanto, é interessante frisar este traço vantajoso que apresentam, visto que, se são mais autoconscientes então poderão se concentrar melhor naquilo que são bons, ainda que esta autoconsciência tenderá a estar muito pouco potencialmente expansiva.

Os TDAH, independente do nível de inteligência, criatividade ou severidade dos traços-sintomas, serão primordialmente, aqueles que tendem a ter concentração difundida OU divergente ESPECIALMENTE em relação àquela que está sendo requerida. O estado habitual dos TDAH é a concentração multi-difundida. Porém, isso não significa que não possam se concentrar em alguns assuntos mais restritos. E quando o fazem, toda a atenção que antes se encontrava difundida, será concentrada, produzindo o hiper foco.

Portanto, mediante uma perspectiva unilateral, os portadores desta condição sindrômica (se podemos rotulá-los, partindo da falsa ideia de normalidade anormalidade) de fato exibem déficits de atenção.

Mediante as múltiplas perspectivas, os Tdah’s exibem traços de personalidade tais como a inconformidade (inconformidade de sujeição à autoridade ou à hierarquia) e a independência de pensamento (notoriamente correlacionados), que produz à aparente falta de atenção para os normativos, mas que na verdade se consiste em atenção multi-difundida ou divergente. O estado habitual dos Tdah’s tenderá a ser da multi-difusão do pensamento, onde todo o ambiente lhe será importante enquanto que para as pessoas sem a condição OU com condições distintas e isto inclui especialmente os ”normais” ou ”comuns”, existirá uma tendência para filtração das informações, produzindo uma melhor capacidade de concentração, especialmente em relação àquilo que está sendo exigido por outros.

Atualmente, o sistema transformou a independência de pensamento em uma doença, que mediante as múltiplas perspectivas e da hiperrealidade, tudo pode ser possível de ser construído.

É fato que os casos mais severos de Tdah’s serão claramente patológicos enquanto capacidade de adaptação e funcionamento adequado em sociedade, mas isso não significa que esta incapacidade relativamente contextual seja generalizada para todos aqueles que estejam dentro do espectro.

Tdah’s dentre outros grupos neurologicamente incomuns, tenderão a rejeitar naturalmente a imposição hierárquica de regras, por causa de seus cérebros distintos. A personalidade comum dos Tdah’s os fará mais arredios à submissão hierárquica. Conformismo social tende a uma tendência genética fraca em Tdah’s.

Castas cognitivas, igualdade, felicidade e o papel fundamental dos solucionadores de problemas

Castas cognitivas

As pessoas nascem diferentes e esta biodiversidade humana é muito vantajosa. O sistema educacional despreza esta diversidade porque se baseia na negação da mesma.

A educação é a prática da teoria da igualdade humana e é uma excepcional arma para legitimar o modelo piramidal de sociedade que temos e que vivemos.

Enquanto espécie, somos todos iguais. Mas isso não significa que sejamos realmente todos iguais em outros níveis de comparação. Somos diferentes, isso é bom, vantajoso e cada um apresenta vantagens e desvantagens que devem ser exploradas, tanto para o bem comum, quanto para si próprios.

Se somos diferentes em cor da pele, tipo de nariz, tamanho da cabeça, altura, suscetibilidades alérgicas, saúde, desempenho sexual…enfim, se somos diferentes em todos os aspectos fisiológicos e biológicos, então porquê não poderíamos concluir que o mesmo acontece para com todos os aspectos cognitivos e psicológicos???

A negação do sistema piramidal que por meio da educação ou centro de doutrinação e pela mídia, promove a ideologia do igualitarismo  pela  aceitação das diferenças humanas, seria uma grande mudança na maneira como organizamos as sociedades e promovemos  meritocraticamente o talento, com melhorias reais do bem estar geral.

Pirâmide e Nobel

piramide_do_capitalismo

Todos os anos, um número surpreendentemente pequeno de pessoas são agraciadas com todos os louros do tapete vermelho da inteligência. Como estamos acostumados a acreditar que a genialidade é extremamente rara (é rara sim, mas não é pra tanto), então nos tornamos anestesiados para aceitar esta clara desigualdade de condições como normal.

Quando você

nasce no lugar certo,

na família certa,

na hora certa,

no ambiente social certo e

tem a mente certa…

… parece que nada poderá dar errado. Eu não estou desprezando sumariamente o talento e a capacidade dos ganhadores de prêmio Nobel, porque estaria sendo lunático ao fazer isso. Mas eu não posso deixar de notar que com uma população humana na casa dos bilhões, todos os anos, apenas uma centena destes bilhões ganham esta premiação que é praticamente um atestado de genialidade. Não é possível que não tenhamos ao menos um milhão de inovadores que possam ganhar prêmios mundialmente reconhecidos, tal como o Nobel, todos os anos!!

Todos estes fatores que elenquei, são muito importantes para que se possa explicar a enorme desigualdade de condições que a ”educação” promove.

A maioria dos professores são estúpidos

Muitos dos meus amigos e familiares são de professores e eu mesmo, tenho talento para lecionar. O que eu percebo claramente neles é a típica ”dobradinha”, alta inteligência técnica, baixa inteligência intelectual.

Conheço professores universitários que são brilhantes, mas eles são típicos socialistas, ingênuos, conformistas com os ditames do seu grupo e completamente incapazes de serem pensadores holísticos.

Eu não sou o primeiro a notar que a preferência política pela esquerda, tende a se relacionar com maior inteligência técnica.

Apesar de suas maiores capacidades para capturar o conhecimento e replicá-lo com maestria, a maioria dos professores são holisticamente estúpidos, isto quer dizer, eles tendem a ser incapazes de capturar a imagem maior de qualquer contexto e principiar pela realidade, por fatos.

É aí, que surge uma casta cognitiva altamente desprezada e desconhecida da população, são os solucionadores de problemas.

Você é capaz de memorizar uma grande quantidade de informações de livros de história, mas não é capaz de capturar o contexto de cada um deles e de manipular ideias divergentes visando à produção de novos paradigmas. Estes são os clássicos mantenedores técnicos ou do sistema, onde a maioria dos professores se encaixam.

Boa capacidade de memorização superficial, especializada. Baixa capacidade de pensamento holístico.

Os altos qis cabeças de vento, que a maioria dos blogueiros HBD’s não acreditam que existam ou buscam por explicações para que possam conciliar sua teoria determinista de inteligência com a estupidez flagrante de metade da ”fração inteligente”, estão neste momento, nos governos, nos centros de tomadas de decisões, no comércio, como gerenciadores e inovadores e boa parte deles simplesmente não conseguem entender plenamente o mundo, tal como ele é, e é por isso que vivenciamos a derrocada desta civilização.

Quanto mais complexa se torna uma sociedade, mais pensadores holísticos, nós precisaremos. Somente aquele que pode ver o todo, dentro de um contexto, que poderá encontrar as respostas mais precisas e cabíveis para cada situação.

As civilizações entram em decadência porque quanto maiores e mais complexas se tornam, mais especializações cognitivas são produzidas. Este processo cria alienação que combinado com o quase total desconhecimento da existência e da importância de mentes holísticas, irá produzir inevitavelmente a queda das nações.

Democracia e solucionadores de problemas, tecnicamente incompatíveis

Os solucionadores de problemas são aqueles que conseguem ver a realidade, melhor que boa parte da população. De acordo com a ideia das castas cognitivas, cada um de nós nascerá mais apto para exercer determinada função na sociedade. Desprezando as múltiplas subdivisões que poderemos fazer, basicamente, toda sociedade humana estará dividida em duas castas cognitivas principais muito importantes, os mantenedores técnicos e os solucionadores de problemas.

No sistema democrático, todos tem direito a emitir suas opiniões e as opiniões mais populares serão aquelas que tenderão a ser estabelecidas dentro das diretrizes do governo.

Vivemos em sociedades aparentemente democráticas, mas mesmo se fôssemos totalmente democráticos, ainda poderíamos (e muito provavelmente isso aconteceria) desprezar completamente a necessidade de termos pessoas com mentes holísticas trabalhando como gerenciadores da sociedade.

Eu sou um solucionador de problemas e você???

Não tenho o maior qi, não sou o mais talentoso, não sou o mais inteligente, mas sou aquele que tem uma  mente prática (e não pragmática) e portanto holística em que, quando vejo uma situação, imagino de imediato quais são as possíveis respostas que serão mais eficientes e abrangentes.

Eu consigo ver os pontos mais importantes de um contexto ou ideia, sou muito bom nisso (e um desastre em quase todo o resto, rsrsrsrssrrsrsrsrs).

Muitos também são como eu e poderiam endireitar o caminho transcendental de qualquer sociedade.

Ter uma boa memória é importante, mas percebam que os hipertimésicos, aqueles que tem memórias auto biográficas gigantescas (uma ”síndrome” rara e extremamente interessante), não parecem ser de gênios criativos, nem que pareçam ter mentes holísticas.

Nem mesmo ter uma boa memória, tal como a maioria dos professores universitários usualmente tem, poderá servir para ser um pensador holístico.

Não é o excesso de memória que te faz holístico. É a precisão dela.

Educação prática visando à praticidade gerencial

A educação ”moderna” …

… se baseia no princípio da igualdade humana, onde todos nascem iguais e portanto são dotados das mesmas capacidades. A educação despreza completamente a diversidade cognitiva natural da espécie humana e portanto, renega a própria diversidade que existe no meio natural.

A educação promove a ideia a de macro competição, onde todas as castas cognitivas humanas são tratadas como iguais em condições e que portanto, devem participar dos mesmos métodos de avaliação intelectual e promoção meritocrática.

No entanto, se você colocar um elefante para competir com um leopardo em uma corrida, o leopardo que é menor e mais rápido, vai chegar primeiro do que o elefante. O famoso desenho ”Corrida Maluca”, pode nos mostrar de maneira visceral e literal como funciona o método ”meritocrático” do sistema educacional ”moderno”.

Com a aceitação da biodiversidade cognitiva humana, renegando o método tradicional de educação e de promoção meritocrática, principiaremos pela construção de avaliação intelectual e promoção meritocrática que abarque cada especialidade ou casta cognitiva, baseando-se na avaliação objetiva, por meio da prática e não por meio de teorias idealizadas de inteligência ou avaliações idealizadas de capacidade especializada como concursos públicos.

Ainda que, devemos manter métodos subjetivos de avaliação de capacidade (ou seja, as provas de múltipla escolha) como complemento secundário e não como único método de avaliação.

A negação do modelo de sociedade piramidal, baseada em promoção unilateral, onde certos atributos ou fenótipos, são idealizados como representantes fidedignos de inteligência, que renega a complexidade da própria civilização, baseia-se na eliminação da metáfora estrábica das sociedades humanas, onde o direito é esquerdo, o preto é branco, paz é guerra e igualdade é desigualdade e fomentar a realidade, fatos e não factoides.

A educação só proporcionará igualdade de condições e ponderação nas diferenças monetárias de classe, quando renegar o princípio filosófico do século XIX de igualdade humana.

A partir disso, as pessoas poderão ocupar suas posições em suas respectivas castas cognitivas, levando vidas com dignidade e a verdadeira felicidade de poder ser aquilo que é e trabalhar na ocupação que melhor se encaixar com seu perfil cognitivo.

Ser humano temporalmente assíncrono e ser humano temporalmente sincronizado ou síncrono

Jamais conseguiria participar de um grupo com este…

…. porque eu estou tão assíncrono quanto esta garotinha negra da foto.

O mundo da psicologia e o mundo em geral, pode ser dividido em infinitos espectros. Alguns parecem muito interessantes.

Nosso cotidiano é quase sempre o mesmo, acaso não vivenciarmos eventos raros ou potencialmente transtornadores. Em outras palavras, tendemos a ser iguais em essência comportamental, durante todos os dias normais de nossas vidas.

Não somos ”as metamorfoses ambulantes” que achávamos. As mudanças mais significativas de nosso comportamento se darão internamente, seja por acidente que cause avaria cerebral ou em outra parte do corpo (e neste segundo caso, não irá mudar completamente nossa expressão comportamental genotípica). No mais, se continuarmos dos 8 aos 80 anos, sem vivenciar nenhum acidente grave que provoque rearranjo de nossas estruturas neurológicas ou que abale nossa autoestima perante a sociedade, os eventos que  nos transformarão, não serão transformações em si, mas apenas parte de nossos desenvolvimentos bio-estruturais, típicos em qualquer forma de vida.

Somos como pergaminhos que são desenrolados ao cavalgar do senhor tempo.

Mas alguns pergaminhos são harmoniosamente desenrolados enquanto que outros serão mais embaraçados.

Eu acredito que a personalidade cotidiana e dinâmica da humanidade se divida em dois grupos essenciais,

aqueles com dinâmica comportamental cotidiana assíncrona

e

aqueles com dinâmica comportamental cotidiana síncrona ou sincronizada

Todos nós temos padrões comportamentais habituais que são o resultado da interação de nossas personalidades com nossas inteligências, dentre outros atributos cognitivos importantes, e por conseguinte, em resposta às intempéries ambientais.

As pessoas com dinâmica comportamental cotidiana assíncrona tendem a ser menos padronizadas em suas ações do dia-a-dia visto que tendem a apresentar pobre capacidade de perceber a passagem do tempo. E isto reverberará em todo o resto, em suas maneiras de pensar, em suas culturas neurológicas, em suas profissões, em suas classes sociais.

Um ponto alto dos assíncronos é a criatividade.

Não são apenas as ideias que ficam voando sob o teto dos cérebros das pessoas criativas. Elas mesmas, são ”avoadas” por natureza, ”apenas” por causa de suas configurações cerebrais e isto reverberará em todo o resto. Portanto, quem tem ideias geniais, costuma levar o dia sem ter uma planilha mental organizada em sequências de ações e por conseguinte a ser desorganizado. Intuição que leva à ideias geniais, se relaciona com dinâmica cotidiana assíncrona. Percebam que a intuição é uma construção lógica de pensamento emergida da ‘aleatoriedade’.

Pense na intuição como uma casa velha, onde em seu interior, mais necessariamente em sua sala de estar, papeis estão voando sem parar e um rapaz que pega os papeis e vai criando novas ideias, não necessariamente, ele tira ideias da cartola tal como um mágico em um show de ilusionismo, mas reparem que o excesso de ideias facilita na produção de muitas ideias, muitas delas que poderão ser úteis e funcionais.

O ser humano com dinâmica comportamental cotidiana síncrona é exatamente aquele que está mais adaptado atualmente a nossa civilização laboralmente mecanizada.

Este tipo exibe uma planilha organizada de sucessão de eventos cotidianos, tal como quando vemos os eventos ”folclóricos” norte-coreanos, com aquelas multidões extremamente sincronizadas.

Estes apresentam uma percepção bem apurada do tempo, especialmente mediante uma ordem crescente.

A inteligência é uma característica comum no grupo, ainda que os gênios, tenderão a compilar de maneira extrema os dois tipos e a serem predominantemente do tipo assíncrono.

A civilização se baseia tal qual quando vemos a construção de uma casa. Portanto, a civilização produziu pressões seletivas para selecionar aqueles que funcionam exatamente como ”ela” funciona. A manutenção da criatividade como um fenótipo minoritário é vantajoso, visto que sem inovadores, não há avanço da civilização.

Portanto, é importante termos pessoas avoadas e criativas em nossas sociedades, para que elas possam compilar ideias brilhantes, retidas de suas intuições avantajadas. Mas também é importante termos pessoas temporalmente inteligentes que, tal como o show das massas norte-coreanas, possam sustentar as engrenagens das civilizações humanas.

No entanto, eu vejo grande sub-aproveitamento do potencial genotípico das castas criativas humanas, visto que, como eu disse em um texto anterior,

”A humanidade aproveita a genialidade quando lhe convém”.

Portanto, as elites psicopáticas se aproveitam do talento genuíno, de tipos de talentos genuínos, que não ameacem seu poder. Por isso, nos habituamos a ver períodos específicos de criatividade, visto que a mesma é usada pelos psicopatas para legitimar o seu poder e também para ampliá-lo, vide a tecnologia moderna.

”Teoria da cordilheira de sino”

Os mais inteligentes TENDEM a ter qi alto. Tendem a ter… Para bom entendedor, meia palavra basta.

QI é o quociente de inteligência. Mais do que isso (ou menos), o qi é uma idealização da inteligência, visto que baseia-se em uma medição indireta da mesma. O ser humano não é um robô e portanto, o seu intelecto depende de outras variáveis muito importantes, como tipos de personalidade para que possa ser apreciada e entendida no seu todo.

Estamos habituados com a tradicional curva de sino, onde vê-se uma distribuição linear de capacidade técnico-utlitária.

Esta é a proposta avaliativa típica dos testes de inteligência mediante métodos termanianos, onde acredita-se (mesmo que 9 em cada 10 psicometristas tenham a tendência de negar que pensam assim) que os mais inteligentes DEVEM se localizar na ponta direita da curva de sino, os medianos estão no meio da curva enquanto que os menos inteligentes DEVEM se localizar na ponta esquerda.

No entanto, como alguns trabalhos tem demonstrado, a realidade não é assim tão padronizada e linear.

O gráfico acima, na minha humilde opinião, parece muito mais condizente com a realidade, do que a típica curva de sino, porque teremos claramente  as 3 populações cognitivas mais importantes divididas em grupos e não dentro de um único grupo. Os ”inteligentes”, os ”medianos” e os ”menos inteligentes”.

A personalidade dos mais inteligentes, ou, a minha teoria sobre ”personalidade inteligente”, parece ser tão ou mais importante que os testes de inteligência. Quando avaliamos a inteligência, é independente  de onde e como se manifestará nas populações humanas. A propriedade mais essencial da inteligência é a própria inteligência, per si.

Se temos pessoas que pontuam baixo em testes de qi mas são idênticas em comportamentos e inteligência real ou inteligência dinâmica, aquilo que fazemos, como fazemos, aquilo que é interessante para nós no cotidiano e se relaciona com inteligência cultural, enfim, a demonstração da inteligência em tempo real, então apenas as pontuações em testes de inteligência, não serão capazes de capturar estas semelhanças, visto que o que mais importa neste tipo de avaliação é justamente os resultados brutos dos testes.

O gráfico acima mostra outra tendência muito provável de ser, a de que os termaníacos estão parcialmente corretos quando afirmam que qi e inteligência se correlacionam.

Sim, se correlacionam, mas a sobreposição não é de 100%.

Médias de qi não significa que TODOS terão qi com aquela pontuação ou acima dela.

A média de qi de estudantes de filosofia, de professores, de cientistas, SÃO MÉDIAS. Preciso explicar mais alguma coisa sobre isso????

Se a correlação entre inteligência e qi é de 0,8-0,6, então isto significa que 20%-40% da população superdotada, sendo parcimonioso e estatisticamente linear, estará sendo considerada como ”não-superdotada” e isto com certeza que é um desperdício de pessoas inteligentes, algo grave demais para continuarmos sentados em nossas poltronas confortáveis.

Como eu também tenho falado aqui, algumas pessoas apresentam um perfil cognitivo tão raro, que sua superdotação será praticamente impossível de ser capturada. Algumas pessoas poderão ser extremamente imaginativas mas pontuarem baixo em todas as pontuações de qi, em todos os testes. Será que não é superdotada??

O controle da superdotação

O autoconhecimento é uma arma muito poderosa. Aquele que é capaz de entender a si mesmo, atinge a um nível de perfeição difícil de ser derrubada por uma breve ventania exterior. Aquele que não reconhece a si mesmo, estará em gravíssimo risco de ser explorado por outras pessoas.

O controle cognitivo, poderia ser um traço psicológico interessante. O termo, na verdade seria um neo-sinônimo para autoconhecimento.

As variáveis relacionadas à inteligência são tantas…

…mas isso não significa que não possamos desvendar esta complexidade, portanto, não é desculpa continuarmos a desperdiçar no mínimo 20% da população superdotada.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

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