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”Comendo o abacaxi” chamado educação, parte 87

Professores americanos tendem a pontuar em torno de 110 em testes de qi, especialmente aqueles que pertencem as raças branca e leste asiática. Já os professores das minorias cognitivas menos coletivamente ”inteligentes”, tendem a pontuar mais baixo, mas (quase) sempre em torno de 5-10 pontos acima da média do seu grupo (parece ser um padrão universal). Testes de qi são relativamente bons, em termos qualitativos (e predominantemente bons, em termos quantitativos) na mensuração dos neurotípicos e quanto mais distante da ”normalidade neurológica”, menor será a relação entre pontuações de qi e ”tamanho quantitativo” da inteligência. Como eu sempre falo aqui, não é nem 8 nem 80. Não é ”qi não mede inteligência”… ou ”qi mede totalmente a inteligência”. As melhores e mais corretas das conclusões geralmente se localizarão no meio de um espectro de  respostas possíveis ”e” lógicas.

Esta discrepância psicométrica entre a inteligência técnico-escolástica dos professores e de seus alunos ( que geralmente pontuarão na média de seus grupos estatísticos mais caracteristicos) nos quer indicar alguma coisa, não??

Será que a suposta transferência de conhecimento dos professores para os seus alunos, os farão tão inteligentes quanto eles??

A resposta mais coerente, madura e lógica é um NÃO, porque a inteligência, independente de sua dimensão ( escolástica, intelectual, sinestésica…), é

-genética e hereditária em sua origem,

-e individualmente limitada.

A confusão entre causalidade e correlação

 

É o acesso à educação que aumenta a inteligência das pessoas?  Ou são as pessoas mais escolasticamente inteligentes que tiram melhor proveito dos anos escolares??

O ”combo” bom sistema educacional + uma população com potencial coletivo cognitivo igualmente bom, é muito provável de resultar em um país desenvolvido.

As diferenças  dos sistemas educacionais ao redor do mundo não são significativas. Os melhores sistemas educacionais tendem a ter menor número de alunos por classe, maior acesso à tecnologia,  melhor infraestrutura,  professores ”mais preparados” ( e mais inteligentes, em média, também…ou…  são os Professores mais inteligentes e conscienciosos QUE são melhores pra lecionar**). Todos estes fatores fazem um bom sistema de ensino.

Mas são apenas resultados de sociedades que conseguem prover maior segurança e funcionalidade a longo prazo aos seus habitantes. Como eu já falei uma vez aqui, em uma sociedade onde que as pessoas são mais ou menos responsáveis por suas ações, pode-se mensurar com base em simples panaceia de observações, o quão inteligente eles serão, em média, coletivamente falando. Portanto, se voce tem uma população pequena e que é fortemente dependente do estado para gerir as suas vidas, pode ser menos provável de se observar esta correlação entre comportamento inteligente e inteligencia.

Quantos professores que voce conhece que são polímatas***

 

Poucos, muito poucos. A maioria dos professores são especializados em sua área e tem um conhecimento invariavelmente razoável em outras áreas. Quem sabe muito de portugues, saberá um pouco (ou muito) menos de matemática, claro que com as suas devidas exceções exaltadas. No mais, esta mais parece ser uma característica de pessoas com inteligencia geral acima da média, em termos de qi, 5 a 10 pontos acima da média (100) que tendem a ter.

Os próprios professores, aplicam, separadamente, um conjunto de conhecimentos variados e ascendentemente complexos ( que aumentam de dificuldade ao longo dos anos), que eles mesmos ”não conseguem” aprender, de maneira uniforme, depois de anos na escola (e muitas vezes de especialização no ensino superior). A proporção de conhecimento adquirido pelos próprios professores  durante os anos escolares não deve ser mais do que 50%, em relação a todas as matérias e maior para a sua própria matéria de especialização, é claro. E seus alunos, que tendem a ter inteligencia média, especialmente se for em escolas públicas comuns, e abaixo da média, em escolas públicas de bairros pobres, terão internalizado entre 10 e 30%, em média, do conhecimento passado em maçantes 16 anos de escola.

Resumindo o dramalhão sem sentido da escola

”Os professores, em média, tentam forçar os seus alunos a aprender de maneira mais ou menos uniforme, um conjunto muito variado e discrepante de conhecimentos, que eles mesmos não conseguiram aprender desta maneira e nesta quantidade. Eles aplicam aos seus alunos, critérios quase impossíveis de ”aprendizado ascendente, acumulativo e uniforme” dos mesmos conhecimentos que eles mesmos não conseguiram aprender.

O cérebro é um músculo mas nem todo mundo, aliás, a maioria, não terá motivação intrínseca ou energia natural para usá-lo com menor parcimônia do que  habitualmente se faz entre as massas.  Mas o professor médio não está preocupado com essas ”idiossincrasias”, porque ele realmente acredita que sejamos todos iguais ou que apesar das claras diferenças de capacidade entre os seus alunos, todos, se forem suficientemente motivados, serão capazes de ”aprender” e no mesmo ritmo e nível . Aprender o quê?? 30% ”de” matemática, 40% ”de” português, 10% ”de” inglês, 10% ”de” ciências biológicas??? Além do valor quantitativo, será que internalizarão estes conhecimentos e saberão demonstrar que tem domínio sobre eles por meio de exemplificaçoes, analogias e/ou metáforas no mundo real??? A resposta vocês já sabem! O professor não é auxiliado por conhecimento em comportamento humano, que o setor do RH, de qualquer empresa, costuma ter.

Tipos de personalidade??

Não.

Tipos de. inteligência??

Não.

Motivações pessoais dos alunos??

Não.

Vamos ser sinceros aqui. Você joga o seu filho em um ambiente potencialmente hostil, especialmente se ele for especial ( virtuoso),  para fingir que ele irá conseguir memorizar E aprender ao menos metade daquilo que ”estudou” e que estar[a sob a tutela de um tolo irresponsável que não é auxiliado por conhecimento prático e legítimo em psicologia, mas por ideologias ultrapassadas ( aliás, que nunca foram atuais, porque sempre estiveram equivocadas… e sempre ressaltando as exceções de professores astutos e aqueles que estão abertos a aprender com os próprios erros).

Por favor não culpe os professores. Em quase todas as profissões nós iremos nos deparar com  situações semelhantes. O sistema não quer qualidade quantitativa, ele quer quantidade qualitativa. Quer muitos especialistas técnicos que irão repassar as suas diretrizes.
A escola parece ter várias funções, além daquela que fomos manipulados para acreditar que fosse a fundamental.

Inculcar ideologias, manter uma das  frações não produtivas das nações ocupada enquanto que seus pais estão no trabalho e servir de pretexto para manipular a maioria da população sobre a suposta igualdade cognitiva dos seres humanos.
viu só?? Seu filho é um ”’rato de laboratório” e você acredita que a escola seja uma coisa boa pra ele.

Então temos professores que tem médias de inteligência técnico-quantitativa, acima da média ( não tanto porque muitos acabam bancando o tolo ”idealista” ), que acreditam que possam transformar o seu filho, mais ou menos naquilo que eles mesmos são, em uma pessoa com inteligência acima da média. Se seu filho for acima da média, não será muito difícil de ”ensiná-lo”, ainda que motivações pessoais, personalidade e estilos cognitivos sejam muito influentes no desempenho de crianças, adolescentes e adultos nestes tipos de funções técnico-repetitivas.
A maioria dos professores exigem que os seus alunos aprendam uniformemente e com excelência aquilo que passaram no quadro negro, mas nem o próprio professor é capaz de atender as exigências que impõe aos seus pupilos. Enquanto que infligem sofrimento intelectual ao pessoal do fundo da sala, que geralmente, terão motivações consistentemente discrepantes em relação a ”prestar atenção nas aulas” e/ou que serão menos inteligentes, os professores ainda por cima serão suscetíveis de agirem como doces tiranos em relação aos estudantes mais inteligentes e questionadores. Não tente questionar professores, eles não costumam gostar deste tipo de atitude.

Para passar de ano, sem qualquer ajuda extra ( isto é, empurrão), você precisa ”ter” um qi médio ( que geralmente acompanhará a média Nacional), no mínimo. Nos EUA, por exemplo, a média necessária para passar no Colégio público, deve se situar em torno de 100. Apesar disso, sabemos que sempre se desenvolvem maneiras de se ”burlar” esses imperativos, até porque muitas pessoas não serão capazes de passar de ano na escola. Assim como acontece no Brasil, há um excesso de aprovações ou boas notas no boletim, que em circunstâncias ( pseudo)  meritocráticas, seria reduzido de maneira significativa.  Eu por exemplo, que suspeito que tenha grande discrepância entre a minha inteligência geral e os tipos mais especializados, especialmente a inteligência verbal, sempre tive muita dificuldade nas matérias de exatas, matemática, física, química. E até em biologia. Motivações intrínsecas distintas ( ou mente ”independente”), perfil e estilo cognitivo, me desfavoreceram na hora de acompanhar a turma nessas matérias.
Se partindo da ideia de que a média necessária para não entrar em recuperação ou mesmo repetir de ano,  possa ser equivalente a uma média de qi 89, no Brasil, ou um pouco mais que isso, se pontuações em comportamento  costumam inflar de maneira não-cognitiva as notas, então as minhas habilidades matemáticas, é provavel, de que serão muito baixas ou ao menos, bem abaixo da média ”universal” ( padrão britânico)  de qi. Minha capacidade  cognitiva ( técnica)  em ”exatas” ( e de lambuja, em química), devem estar bem abaixo da média, talvez tão baixas quanto 80 ( mas o mais provável é que ”se situe” em torno  de 90).
E se não fosse pela facilidade de se passar na recuperação, em escolas públicas brasileiras, talvez eu tivesse ficado preso na escola por mais uns 3 anos.
Tal como foi encontrado neste estudo com crianças prodígio, discrepâncias em pontuações psicométricas, parecem ser muito comuns em tipos talentosos. E como eu ja pincelei aqui, a motivação intrínseca intensa e naturalmente motivada pode ser explicada, em partes ( ou fundamentalmente ) com base nestes perfis cognitivos muito especializados e mais fracos em ”g” ( psicometrico ).

 

Mas nem tudo esta perdido no reino da educação

 

Minhas críticas à educação costumam ser muito ácidas, talvez para você meu caro leitor, mas são necessárias, porque o modelo de escola que temos não é apenas ultrapassado, porque não seria tão ruim se fosse ”só” isso (ultrapassado porém bom), porque é completamente equivocado. Parte-se de premissas essencialmente erradas e provoca muito sofrimento, psicológico e cognitivo a milhões de seres humanos.
Mas nem tudo está perdido, porque pelo que parece, a escola se faz fundamental em muitos aspectos cognitivos não é porque é fraca em muitas perspectivas que será uma negação completa. Um outro exemplo pessoal, prático e simples. Se não fosse pela escola, eu, provavelmente, não teria aprendido tabuada. A escola, em condições ideais, serviria para transmitir o conhecimento humano milenar acumulado de geração em geração. No entanto, os seres humanos são cognitivamente diversos e esta transmissão serão muito variável, tanto em termos quantitativos, quanto em termos qualitativos. O método é imperfeito porque tem de se desprezado com veemência a diversidade cognitiva que impera entre os seres humanos. Portanto, ainda há salvação no Reino da educação, mas se ignora imperativamente necessário reforma-lo, porque já passou a muito da hora de fazê-lo.

A escola consegue reunir um conjunto variado de conhecimentos que tem sido acumulados desde a milenios, infelizmente, menos aqueles de natureza prática, para nos fazer mais inteligentes em nossas atitudes do que em nossas ideias, se as ideias tem como finalidade as ações. No entanto, o ser humano não é extremamente sensível a ”intervenções ambientais”. A interação entre genes (nós) e ambiente(s) se dá de duas maneiras

  • negociação
  • reciprocidade

Quando internalizamos uma ideia, boa, neutra ou ruim, caminharemos para sermos ”empaticamente” recíprocos a ela. ”Quando o santo bate”. Nossa personalidade ”e” cognição aceitam ou entendem uma ideia, como jogar lixo no lixo ou parar de comer carne. Isso é reciprocidade, entre um ser de carne e osso (ou seja, voce e eu), e uma abstração, que é um prelúdio a ação.  No entanto, nós também podemos negociar. Tal como acontece na cidade de Singapura, onde que, neste caso em específico, não houve exatamente (pelo que parece) uma negociação, mas foi determinado pelo bem geral da micro-nação endinheirada, que mascar chicletes, poderá se dar apenas com autorização médica e com ressalvas que parecem ser muito duras para o padrão ocidental, porque se for pego emporcalhando as ruas, então terá de se submeter a uma série de procedimentos tais como a exposição pública (leia-se, humilhação) e pagar alguma multa de valor astronomico ”para” tal ato. Pode parecer um exagero, mas a tolerancia zero é que a tende a ser mais efetiva na inibição de certo comportamento, abrangendo uma boa parcela da população, desde aqueles que estão mais propensos a acatá-la, até aqueles que só o fazem na base da chantagem. Portanto, a ”negociação”, como o sistema escolar, podem servir de incentivo. Outro exemplo, absurdo e inútil, a partir do momento que continua a cometer os mesmos erros e a negar a diversidade cognitiva natural, porém menos capenga que a crença esquerdista em igualdade. Dar dinheiro as crianças e adolescentes, para ”incentivá-los” a estudar. Se tem um recompensa, a maioria irá se esforçar um pouco mais. Mas como eu já falei aqui, se não é natural, este esforço terá grandes chances de ser em vão.

Se não fosse pela escola, talvez, eu não tivesse aprendido tabuada. Portanto, ainda existe um saída para a mesma, que será de evoluir, finalmente!!

A escola, em condições ideais, é o local onde que parte de todo tesouro de conhecimento humano acumulado estará sendo transmitido ou na tentativa de faze-lo. Mas  há de se entender como que funciona os seres humanos em todas as suas pluralidades individuais e de se jogar no lixo ideologias que desprezam o indivíduo em prol de abstrações vagas.

A psicologia, a neurociencia, a filosofia, sabedoria e a criatividade estão aí.

Novamente a teoria da metáfora dos elásticos para explicar sobre o aprendizado e com um novo complemente igualmente metafórico

Só de olhar isso, já me embrulha o estomago e minhas mãos começam a suar…

Teve uma vez na faculdade que eu caí em uma enrascada. Acho que já contei essa história pra voces mas vamos recapitular porque já faz tempo. Então, resolvi me matricular em uma matéria só para ganhar créditos extras, só que eu não sabia que o professor (diga-se, um esquerdo..ista nervoso, ainda que simpático quando não está sofrendo de algum rompante psicótico de natureza política) a trataria de maneira séria visto que não é obrigatória no currículo (enfim, mentalidade de escola, na faculdade, pragmático e preguiçoso). Resultado parcial. Tirei uma nota super baixa na primeira prova. Me encontrei em uma situação embaraçosa, repetir nesta matéria que não é obrigatória. Eu nem me lembro direito do que se tratava o seu conteúdo (kkkkkkkk, pra voces verem que quando não gostamos de uma coisa, é muito pouco provável de conseguir desenvolver empatia por ela). Só sei que resolvi me esforçar, decorando nomes e até esquemas hierárquicos, de um assunto do qual não tenho qualquer interesse. Na segunda prova eu tirei uma das notas mais altas. Até pensei de início que ele poderia ter ajudado ”pro meu lado” mas depois que peguei a prova corrigida, minhas dúvidas de favorecimento por pena (sic!) se dissiparam. Eu mereci por mérito aquela nota (na primeira prova eu tirei 5 valendo 100 e na outra 80, também valendo 100). Será que eu me tornei mais inteligente depois disso** A resposta óbvia é um não, a princípio, porque é necessário analisar as pessoas a longo prazo. Casos como este devem abundar no mundo escolar e academico, mas pode significar nada sobre a essencia cognitiva das pessoas.

Este é um exemplo de que nossas capacidades cognitivas não são essencialmente moduladas por fatores ambientais como ir para uma escola melhor, porque a inteligencia não se aplica apenas nas notas escolares ou de conseguir um emprego bem remunerado, a inteligencia se aplica a tudo, em tudo.

Desde quando acordamos, até quando vamos nos deitar, um dia apenas e voce terá usado a sua inteligencia, de diversas maneiras, a toda hora, solucionando um problema, consciente ou inconsciente disso.

O medo ou fobia de altura, é uma tendencia particularmente comum entre nós. Eu mesmo a tenho e quer indicar que eu ”também’ tenha baixa tolerabilidade (habilidade de ser tolerante) a lugares muito altos. Algo parecido acontece comigo quando me deparo com um típico problema de matemática, claro que sem os efeitos mais fisiologicamente contundentes tal como acontece com a fobia a altura. Outra coisa, eu também tenho invariavelmente, fobia social. Já foi pior, hoje em dia está bem menos, mas de vez em quando volta. Ainda que menos aparente, os efeitos de intolerancia a matemática, também são sentidos a nível físico, o cansaço quase que imediato, a ansiedade para tentar solucionar. Eh como se estivesse tentando esticar o máximo possível um elástico mais duro, que se expande menos. O esforço é muito grande, é transpiração demais e 0% de inspiração. A inspiração vem antes da transpiração.

Eu nunca me senti inspirado para gostar de matemática e a de estudá-l. Desde criança que apresento de maneira marcante algumas características cognitivas que se assemelham ao quadro ”sintomatológico” do autismo, como a tendencia de ficar obcecado por um assunto específico, estudá-lo e me tornar um quase especialista nele.

O limite de tolerabilidade permeia todos os aspectos de nossas personalidades e de nossas cognições. Estes limites (metaforicamente, os elásticos) nos mostram nossos potenciais e nossas fraquezas, nossas técnicas de autoconservação.

Por exemplo, o meu limite de tolerancia a atitudes mesquinhas tende a ser baixo. Esta comunhão de limites de tolerabilidades, constroem aquilo que somos. Algumas pessoas são altamente sensíveis a certas ideias, enquanto que outras serão completamente tolerantes as essas mesmas ideias. Brancos nacionalistas versus esquerdistas sobre as diferenças de inteligencia entre as raças humanas***

Voce pode ser fóbico em relação a alguns aspectos da interação humana e ser completamente tolerante a outras e isso também se aplica a nossa cognição, se nossa personalidade nada mais seria do que uma extensão de nossa capacidade intelectual.

Quando existe um grande esforço, maior do que inspiração, então isso pode estar querendo dizer que esteja despejando a sua energia em algo que não é muito natural de seu ser. Claro que existirão certas habilidades que serão mais simples de serem aprendidas e até mesmo melhoradas. Por exemplo, em relação a dança. Quase todo mundo que não tenha uma deficiencia, motora ou visual, pode aprender a dançar e até a melhorar esta habilidade. Mas quanto mais talentoso for o indivíduo, mais natural será o seu talento. Alguns dos melhores dançarinos do mundo tem um corpo perfeito para a dança e talvez até tenham outras características como consciencia corporal, que os façam mais naturalmente habilidosos.

 

Não restam dúvidas que para ser um bom jogador de Basquete, seja necessário ser muito alto (mas nem tanto) e com capacidade de explosão muscular. Os esportes nos mostram que as pessoas que os praticam tendem a comungar com muitas semelhanças biológicas entre si. Até poderia sugerir que cada esporte tenda a agregar um cluster genético e quanto mais especializado, mais geneticamente homogeneo tenderá a se tornar.

Por que que não poderíamos fazer a mesma analogia em relação a panaceia humana de capacidades cognitivas*** Alguns serão como Michael Jordan na filosofia, na matemática, no planejamento social (que também pode se relacionar com a filosofia), nas ciencias (e sabemos que os polímatas costumam ser muito talentosos em várias áreas)…

Michael Jordan nasceu com a altura e a capacidade muscular (dentre outros aspectos biológicos) perfeitas  para o basquete. E claro que sua genialidade sinestésica não pode ser explicada apenas por ”transpiração”.

Seu elástico ou limite de tolerabilidade para a prática deste esporte se mostrou espetacularmente alto e flexível. Pode-se dizer que exista ”um” grau, tanto de hereditariedade quanto de reciprocidade biológica entre ambos, Jordan e o Basquete. Mas também é errado sugerir que exista hereditariedade para o basquete, se o mesmo é apenas um esporte recreativo. A hereditariedade se dá principalmente para a execução de tarefas objetivas, das mais diversas naturezas. Eh errado, mas também pode estar certo sugerir este tipo de coisa, mas com o peso certo, a abordagem certa.

”Podemos transpirar mais” para conquistar nossos objetivos (ou, ter intuições como os genios, a diferença entre talento e genialidade). Mas mesmo este hiper foco, é muito provável de ser causado por predisposições biológicas, isto quer indicar que ninguém faz nada sem que tenha um desejo, evidente, provável de ser expressado ou mesmo, pouco provável, que se relacione com a sua biologia comportamental. Portanto, mesmo alguns milagres como se tornar muito bom em algo que não era antes, não pode estar totalmente dissociado da genética. Novamente a teoria da piscina para explicar os graus de hereditariedade comportamental. Mas é provável que qualquer talento mais expansivo, seja obra de predisposições genéticas, nenhum elástico pode se tornar mais plásticos, mais expansivo, apenas por esforço, tem de ter uma maleabilidade natural. Quem muito sabe de um assunto, é porque gosta do assunto (empatia cognitiva, diferente do modelo de empatia cognitiva que a psicologia tem conceituado) e ve naturalidade em se debruçar na prática de esmiuçá-lo.

Qi ‘não é” inteligencia parte 127…. e a sabedoria como o hiper desenvolvimento (de natureza inata) de habilidades cognitivas essenciais (reconhecimento de padrões)

Qi não é inteligencia, qi se correlaciona com inteligencia # (traduzindo= hashtag)

Tal como eu já falei sobre as possivelmente verídicas diferenças entre as inteligencias de predador e a de neotenico, a escola assim como também a psicometria, visam conceituar unilateralmente apenas um tipo de inteligencia, aquela que melhor se adere as necessidades do sistema. Poder-se-ia dizer ainda que quase todos os modelos psicológicos de comportamento, usados para categorizar os tipos de personalidade e julgar atitudes, sejam baseados em um contexto social particular, o ocidente urbano e moderno, e isto também quer indicar um viés (preconceito potencialmene negativo) político.

Os cachorros (domésticos) mais inteligentes, são aqueles que aprendem com maior facilidade os comandos de seu ”dono”. Isso é ser mais inteligente**

Para um cachorro domesticado, sim. Mas não será para ser realmente inteligente. O inteligente absoluto ou o sábio, mais do que qualquer outro, sempre se questiona em relação as verdades absolutas (de momento e milenares) que estão sendo socializadas em seu ambiente.

Por que existem reis e rainhas** Por que algumas pessoas ganham muito mais do que as outras sendo que fazem muito menos para merecer** Por que muitos retardados mentais se tornam ”famosos” e também entram na folha de pagamento da classe parasita e inútil da nação** Por que eu tenho de fazer um exame público, generalista, disputar vagas de emprego com outras trocentas pessoas** Por que não pode ter emprego pra todos** Por que pessoas ricas falam em ”igualdade”, se elas mesmas são ricas e portanto, desiguais em relação aos outros** Por que as pessoas, em média, ”preferem” acreditar em ideias equivocadas (envernizadas de ”fatos”) do que de tirar as suas próprias conclusões** (ainda que estejam apenas parcialmente corretas) . Por que existem guerras*** Por que dizem uma coisa mas fazem outra** Por que poucos são coerentes a longo prazo com os seus pensamentos e ações***

Se voce pontuar 230 em um teste de qi e for uma pessoa politicamente acrítica e intelectualmente raquítica, ainda assim, uma multidão de losers, que eu chamo delicadamente de ”iqtards”, irão te louvar como o mais novo ”genio” da paróqia.

Agora, se voce pontuar 105 em um teste de qi mas for o tipo de pessoa que está sempre se questionando sobre o porque das coisas serem assim e não assado, pode esquecer, a maioria, e nós sabemos, que maiorias humanas costumam ser diversificadamente medíocres, um arco íris de vergonhas alheias coletivas, nem dará atenção pra voce, porque afinal de contas, ”o genio é aquele que pontua muito alto em testes de qi”. Quem sempre reclama (daquilo que merece ser criticado, pelo bem da inteligencia, sabedoria, empatia… virtuosidades) é um ”recalcado”, porque tem ”inveja”, é o novo ”argumento” dos humanos super domesticados que chamamos de ”esquerdistas” (não ”todos”, é claro).

Eh interessante perceber que ”até mesmo” alguns ‘mensaleiros”, admitem que seus resultados em testes cognitivos não são atestados de genialidade, talvez de grande inteligencia convergente. Genialidade é diferente de inteligencia escolástica, podem se correlacionar, mas não são sinonimos, de ser um produto do outro.

A ”educação” pode ser resumida da seguinte maneira

Avaliação de longo prazo sobre a capacidade dos semi-escravos para aprenderem um conjunto superficial de habilidades cognitivas que são ideais para sustentar o maquinário sócio-hierárquico do sistema piramidal vigente.

A educação também parece servir como uma maneira de

  • inculcar a ideologia dominante desde cedo nas cabeças de intelecto mediano ou com qualquer outra fraqueza (contextual porém decisiva) psicológica,
  • manter os filhos dos trabalhadores sob o cuidado do estado, para que os pais possam trabalhar como quase-escravos em tempo integral e encher os cofres de uma ínfima parcela demográfica

O ser humano, em um ambiente culturalmente carregado, precisa (precisa mas não tem, por razões genéticas ) ser provido de razoável a grande capacidade no reconhecimento de padrões, tanto de buscar a imagem maior, quanto de ser bom para o pensamento analítico ou detalhista. Percebam que o cenário cultural em que se está inserido é de fundamental importancia para que  se possa modular a capacidade individual (e coletiva) de se responder apropriadamente a cada uma das múltiplas interações que participamos a nível diário, de curto a longo prazo. A inteligencia bruta ou sabedoria se encontra dentro do conceito de Geografia, é a técnica de interação entre o homem e o seu meio, sempre buscando pela conservação, de si, mas também do ambiente em que se encontra, porque dependemos da saúde do mesmo para que possamos sobreviver em segurança.

Analisamos a inteligencia dos animais ”selvagens” ou que não foram domesticados, por meio de seu comportamento no meio em que vive. Os animais não-humanos mais inteligentes são aqueles que melhor se adaptam ao ambiente. Existe um espectro (sempre existe) entre o grau de preponderancia na seleção dos mais adaptados pelo ambiente e do próprio ser, isto é, manipulando o ambiente, ao invés de ser manipulado por ele. Sabe-se que os mais adaptados tendem a ser os mais inteligentes, ainda que o fator contexto, também seja de grande relevancia. Então, nós temos uma variação de uma determinada espécie, que está adaptada, sobre certas circunstancias, mas que não estará adaptada sobre circunstancias discrepantes. Nós temos dois vencedores para contextos ambientais distintos. O ser humano tem uma janela evolutiva de oportunidade para selecionar o seu tipo mais talentoso nesta tarefa, o criativo objetivo ou prático. A criatividade é o próprio livre arbítrio. A partir do momento em que podemos modificar uma resposta reativa instintiva por outra, isso já pode ser considerado como uma capacidade criativa, de não usar sempre as mesmas respostas e também como uma capacidade de escolha, ainda que como eu sempre digo, seja limitada.

 

 

Em matemática, para aprender um idioma, para entender as leis da física ou para criá-las, para entender filosofia, para amarrar o cadarço dos seus sapatos, para fazer sexo, em tudo, reside aquilo que os psicometristas cunharam de ”fator g” ou capacidade para reconhecer padrões. Esta é a base da inteligencia, da cognição e todos os seres vivos apresentam esta capacidade, se consiste no próprio ato de viver. A fiação neurológica que se ramifica como galhos de árvore por nosso corpo, também se fará presente e influente em quase todos os animais e explica o porque de ”quando se tem asas, elas devam ser usadas para alguma coisa”. Claro que a partir daí, nós vamos ter desde as águias, que são prodigiosas nesta capacidade, até as galinhas e os pinguins, mas as asas também podem servir pra nadar, emulando a função de remos em uma canoa, e as aves predominantemente aquáticas ”sabem” (organicamente, consciencia corporal, a consciencia da clausura) disso.

No entanto, muitos ou a maioria dos psicometristas, também acreditam que os testes cognitivos possam analisar com grande eficiencia o fator g. Talvez isso seja verdade para a capacidade de adaptação dentro do contexto escolástico, fordista, da sociedade em que vivemos. Mas não parece ser positivamente correlativo para o verdadeiro fator g, a base da inteligencia que entendemos como reconhecimento de padrão. Aí reside a diferença da ”inteligencia do animal domesticado” ou neotenico, em comparação ao ”animal selvagem” ou ”não-domesticado”.

Os cachorros  mais inteligentes são aqueles que são mais rápidos e eficientes na memorização de comandos repetidos por seus ”donos”. O trabalho semi-escravo nas ”civilizações” se baseia no mesmo tipo de adestramento que fazemos com os outros animais, se chama gratificação psicológica”. Nos mandam fazer uma tarefa, geralmente que será de natureza técnica e repetitiva e nos dão ”dinheiro” ou o biscoitinho como recompensa. O politicamente correto é como ”se fingir de morto”. Eh uma orquestra onde que as pessoas são convencidas a cooperar com o sistema, de alguma forma.

A análise cognitiva dos lobos, se dá com base em sua capacidade de adaptação no ambiente e isto se relaciona com a ”base da inteligencia”, que a sustenta, a capacidade de reconhecimento de padrões, detalhistas e globais ou ”imagem maior”.

A maioria dos tipos de inteligentes nas sociedades ”modernas”, estão parcial a predominantemente desprovidos desta capacidade, a inteligencia bruta ou ”espectro cognitivo da sabedoria” e é justamente por isso que os tipos de psicopatas de alto funcionamento são tão bons para conquistar o poder e ditar regras totalitárias, oriundas de sua mente megalomaníaca. Porque o psicopata de alto funcionamento é um tipo negativo de sábio, que pode entender todos os padrões de funcionamento do ambiente em que vive e adaptá-los a si próprio. Ele pode não ser um exímio poeta ou um compositor espetacular, um matemático genial, mas será excelente na sua capacidade de ver a realidade bruta por de trás de toda a complexidade de símbolos, alegorias e crendices que permeiam a vida humana, os auto enganos que são tão importantes para o animal com lampejos constantes porém imprecisos de autoconsciencia. ”Precisamos” das muitas ilusões das quais acatamos porque se não teríamos uma grande incidencia de suicídios por causa de uma provável epidemia de depressão existencial. Precisamos ter uma razão para existir, isso é poderoso, raro porém bastante angustiante. E a religião aparece para preencher esta lacuna, não apenas a religião clássica, mas qualquer tipo de idelogia. Precisamos de um caminho para transcender e de ter certezas, mesmo que sejam certezas negativas como a de que o Brasil jamais será um país desenvolvido ou de que o ”mal sempre vence”.

O sábio genuíno, a versão positiva do psicopata, que também é muito prodigioso para entender a realidade, poderia então ser caracterizado cognitivamente como o super desenvolvimento das habilidades intelectuais mais puras, que como eu já disse aqui mais de uma vez, se consiste na base da inteligencia.

Em minha constante e ascendente empreitada na tentativa de desligar a bomba relógio cognitiva da modernidade, a crença dogmática ou dogmalogia na psicometria cognitiva como espetacularmente precisa na medição da ”inteligencia” (provavelmente no plural), faço como conclusão deste texto, uma nova afirmação retida de minhas observações sobre o assunto em pauta, a de que os testes cognitivos meçam habilidades cognitivas que se correlacionam com certas dimensões da inteligencia, mas que por se basearem apenas na analise cognitiva, em um hipotético cenário culturalmente neutro, não pode ser considerado como abrangente. Em outras e distintas porém convergentes considerações, os testes cognitivos se assemelham ao adestramento de animais domesticados e não em relação a toda a multidimensionalidade da inteligencia, esta por sua vez, que tem como base a capacidade holística e detalhista de reconhecer padrões (assim como também de manipulá-los ou produzir novos padrões), o espectro da sabedoria cognitiva.

 

Auto entrevista com Santoculto, um santo muito louco, parte 1

hbd, qi, diferenças raciais, existência de raças humanas, filosofia, política e achismos desvairados…

Vamos começar a primeira auto entrevista de que eu tenho notícia da estória humana e quiçá da esquina com a rua dos bobos, número zero…

Hbd ou Hb-d**

 

Resp= e isto importa** Bem, eu deixei a ”diversidade” em separado porque os hbds não parecem curtir muito esta palavra e sua bio-significancia.

 

Voce odeia a comunidade hb–d por que eles acreditam que a homossexualidade seja uma doença  ou quase isso**

Resp= o que é isso** (raiva,raiva,raiva)… hum,hum… rsrs… não. Não é apenas isso. Eu sou diferente da maior parte, bem, sejamos sinceros aqui, de todos eles, os que tem blogue, porque eu não tenho uma agenda neoconservadora a tira colo. Sim, o fato de ”ser” um homossexual fluido que é inseguro quanto ao seu futuro sexual e que passou a considerar o sexo como uma necessidade fisiológica como fazer coco e jamais como um imperativo impulsivo evolutivo natural que atinge boa parte da população neurotípica, contribuiu consideravelmente. O pacote dualista, primitivo, estúpido, generalizador e que se utiliza da comunicação por palavras para incitar futuros conflitos inte-gurupais, se baseia na expiação ao estilo ”brincadeira da berlinda” de todos os defeitos ”do” ”grupo”, desumanizando-o. O dia que eu ouvir qualquer elogio destes retardados da gringolandia em relação ao (um dos) grupo(s) a que pertenço, mediante essa perspectiva , pode ter certeza que eu vou dar um duplo twist carpado no carpete aqui de casa.. claro.. que em pensamento (ninguém pediu para especificar a promessa-).

A comunidade hb-d se apropria de um conhecimento demasiadamente importante e o utiliza para empurrar um conjunto de considerações de natureza política, unilateral e potencialmente danosa a muitas partes envolvidas. Bem, cada um faz o que quer e depois quem paga o pato somos nós. Se não posso me juntar a eles e por que, com que razão racional que eu poderia…. e se vejo que não estão realmente buscando a verdade derradeira dos fatos mas também como maneira de combiná-la com a sabedoria, então eu não tenho nada que fazer lá a não ser bancar o advogado do diabo.

Algumas pessoas se definem como racionais, acusando o resto da humanidade de não ser, mas essas pessoas deveriam expiar a si próprias para entender se são realmente estes feijões mágicos, raros e especiais.

 

Voce se define como racional e acusa as outras pessoas de não serem. Qual é a diferença entre a sua verdade e a delas** A verdade não é relativa**

 

Resp= Eu, o Santolooouco aqui, em pessoa, não sou racional a partir de muitos parametros de comparação. Por exemplo, em termos evolutivos, eu sou um banana, um pateta, que sente desejos que não se compatibilizam com a ordem ”natural” das coisas. Isso é ser irracional. No entanto, o verdadeiramente, o literalmente irracional, é aquele que ao ver a luz, decide continuar tropeçando dentro da escuridão. Se são tão inteligentes, então por que não podem ver o que eu posso ver**

Porque a racionalidade, ainda que possa ser capturada por mentes incansáveis, também é um dever, ou é principalmente um dever, se ao natural, caminharemos para sermos levados pelos cantos adocicados da sereia na costa sul siciliana.

A verdade, separada em muitas perspectivas (verdade ou realidade), pode ser considerada como relativa. Por exemplo, é verdade que eu estou vendo uma planta a partir do lado esquerdo, da mesma maneira que também é verdade que Joachim está vendo a planta a partir de uma perspectiva panoramica, a partir de cima, do norte em uma rosa dos ventos mais próxima de voce. E também é verdade que Hosana esteja vendo a mesma planta a partir do lado direito. A verdade, enquanto uma entidade dissociada de sua comunhão holística, pode ser considerada como relativa, mas a verdade em si não é relativa, mas diversificada porque se relativiza a partir de muitos angulos de visualização ou perspectiva. Ver parte da verdade e tratá-la como o todo é o mesmo que ser conveniente.

A ”minha” verdade é melhor do que a deles porque é diplomática, menos emotiva em um sentido irracional, racional em um sentido holístico, ao considerar todo o contexto.

 

E onde que as bix… os homossexuais entram nesta história toda**

 

Resp= Bi o que** Sim, eu sou isso também, iiihihihihi… ops, quer dizer, ”os” homossexuais são o grupo mais perseguido de toda a história humana porque não se reproduzir é um ato de extermínio de uma continuação, um legado biológico e especialmente quando voce tem além desta condição biológica, também uma condição cognitiva, mental, consciente, que pode deliberar a favor desta não-continuidade, o bicho pega meu bem!

Nenhum negro, creio eu, já foi discriminado pela própria mãe por ser negro (só se chamasse Soraya e fosse mexicana). Ainda se acredita (mentes atrasadas diga-se) que a homossexualidade seja fundamentalmente uma escolha. Se fosse, então hoje eu gostaria de ser o super macho que conquistar todas as donzelas, já amanhã de manhã, eu botei na cabeça que eu quero ser um ”pervertido” doidivanas.

Não tivemos escolha e na verdade, na altura do campeonato, da minha vida ao menos, é estúpido fazer esta afirmação, pois não há escolha de qualquer maneira e mesmo se tivesse, eu não sei como que poderia sair. Eu penso. Se o ser humano fosse colocado em frente a uma máquina que funcionasse como um genio da lampada que pudesse atender a qualquer desejo de tez puramente biológica, voce teria como resultado muitas aberrações, como um humanoide de asas e rabo de dinossauro ou uma Olívia Palito de boca carnuda.

Por razões éticas, moralmente objetivas, não deveria haver qualquer tipo de perseguição por causa de sexualidade, ao menos se fosse pedofilia ou estupro.

Os hb-ds almejam eliminar a homossexualidade da piscina biológica humana. Está tudo errado e eles querem sofisticar o estragado, fazer um bolo com leite com o prazo de validade vencida.

 

Falando em objetividade. Voce criaste os conceitos de moralidade objetiva, moralidade subjetiva e fez o mesmo em relação a verdade. Poderiam ”nos” explicar o que significam**

 

Resp= (voce criaste…. ai meu pai!!!) Eu escrevi textos falando de todos eles, mas enfim, vou explicar de maneira bastante resumida. Moralidade objetiva ou universalista, tudo aquilo que se encontra a partir de uma perspectiva racional, indubitavelmente certo, neutro ou errado. Moralidade subjetiva ou cultural, justamente aquilo que falei acima, caracteriza-se pela enfatização na unilateralidade da conveniencia ou da escolha de apenas uma ou algumas perspectivas ao invés de comprar o pacote inteiro. A moralidade objetiva é a moralidade completa e serve como neutralização recreativa para as chamadas ”culturas” humanas.

A verdade objetiva é a verdade direta, imediata, que nossos olhos podem ver. Ninguém pode negar que, por exemplo, esteja vendo uma pedra (a não ser um cego, sem humor negro aqui… mas ele pode sentir). A ação de visualizar a pedra e a própria pedra são a comprovação da verdade objetiva ou imediata enquanto que a verdade subjetiva é a construção abstrata ou que não é diretamente literal, materializado. Por exemplo, as estatísticas são uma manifestação da verdade subjetiva. Eh subjetiva porque pode ser manipulada de muitas maneiras, mas algumas formas de manipulação estão mais condizentes com a verdade ou precisão do que outras. A verdade subjetiva é aquela em se pode dizer que seja relativa.

 

Mas os esquerdistas modernos não estão usando a moralidade universal como plataforma política**

 

Resp= Eles dizem que é uma moralidade universal, mas uma moralidade que prega o amor a um grupo e o ódio a outro não é universal, é um engodo.

 

Voce não gosta de cristãos e parece pregar o ódio a eles também não é**

 

Resp= Foram eles que começaram. O cristianismo é uma versão quase tão ou mais hipócrita que o judaísmo. Não há nada de muito nobre nele. Cristãos intelectualmente inteligentes são raros. A maioria é de idiota. Por que* Voce deve estar se perguntando… Porque eles confundem a fantasia ou besteirol que está na escrito nas bíblias e que é entoado por padres ou pastores, com o mundo real. ”A bíblia condena isso”. Então eles transformam esta ordem em algo real, que deve ser praticado no mundo real, sem pensar racionalmente, empaticamente, se isso é verdade e as consequencias de suas ações. Não se questionam e pra mim, aquele que não se questiona é um boçal digno de pena e ódio. Mas eu não prego o ódio e ou a violencia física, mas cozinhá-los em banho maria. Eugenia cognitiva, a real evolução da mente, do cérebro e da alma humanos, são incompatíveis com quase todas as culturas e religiões que a besta humana criou. Ao menos se estas se tornassem recreações contemplativas e sem os seus excessos literalmente danosos a qualquer forma de vida inocente ou dependente de nosso juízo, poderiam ser mantidas. Mas a partir de um prisma lógico, qualquer besteirol fantasioso e potencialmente perigoso que seja tratado como verdade, será visto como idiota para uma boa parte das pessoas inteligentes.

 

Mas então não existem cristãos bons**

 

Resp= Claro que existem mas a exceção prova a regra.

 

O budismo seria a única religião que mais se aproxima do conceito puro de religião**

 

Resp= Sim, foi aquilo que disse. Ainda que o budismo também seja ruim por basear-se em uma completa inércia contemplativa. Não é do tipo, mas que coisa maravilhosa, que fantástico!!!… mas dá mais pro gasto do que o resto, que beira a insanidade genocida abençoada por Santo Dio.

 

Qual é o seu qi** Isto é, quanto voce acha que pontuaria em um teste oficial de qi** O que é qi** Qual é a sua relevancia em relação a vida** Pessoas de qi mais alto são mais inteligentes**

 

Resp= Eu não sei, nunca fiz. O mais provável é que seja alto, tudo leva a crer que sim, mas apenas no componente verbal, que já é qualquer coisa né* Eu tenho um vocabulário sofisticado, sou bom com as palavras, tenho lá as minhas deficiencias, talvez por falta de prática, com concordancia verbal, da mesma maneira que confundo before com after e esquerda com direita. Se quiser duvidar fique a vontade… (grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr).

Testes cognitivos e mais especificamente os testes de qi são tentativas de mensuração da inteligencia com base na aplicação de exercícios mentais ou com algum componente cultural como ”conhecimentos gerais”. As forças dos testes de qi são

– mensuração de habilidades mentais específicas e generalizadas,

– são neutros, especialmente os mais recentes. Mas na verdade, os antigos também não eram lá tão tendenciosos, ainda que fossem menos corretos.

– uso para detecção de alguma idiossincrasia cerebral minoritária.

 

Os pontos fracos são

– parte de um determinismo estatístico onde que os mais inteligentes indubitavelmente deverão pontuar muito alto, o que não se consiste na plena verdade,

– é usado como substituto da teoria ou de qualquer teoria que enfatize a diversidade cognitiva, como aquela do Gardner, desprezando a variação da complexidade intelectual humana e tendo até mesmo algumas implicações políticas muito baixo astral,

– … bem, os testes em si não são ruins. Ruins ou estúpidos são aqueles que os utilizam como verdade absoluta, desprezam o papel da personalidade ou instinto, acham que apenas eles podem ter todas as respostas.

 

Não há qualquer grande relevancia, especialmente se o indivíduo não é auto-consciente o suficiente para saber manejar o seu arcabouço cognitivo natural em seu ambiente de interação, de maneira racional, empática (realmente empática) e que seja proveitosa para si próprio. São números e aqueles que se ateem a esses números estéreis, é porque devem ser inseguros quanto a sua capacidade e ou narcisistas o suficiente para se agarrarem a essas abstrações, ganhar o diploma de genio do populacho e não fazer nada de útil em troca. O jeito mais fácil de ser considerado como tal.

 

Seja sincero. Voce não gosta dos testes porque não tem o qi mais alto*** Fácil** Mas pontuar muito alto nestes testes deve ser muito difícil***

 

Resp= Eu tenho que ouvir isso. Nasci pra sofrer, só pode!! Não meu qirido!! A questão não é comigo, é com eles. Eu nem me acho o tipo de inteligente que a maioria aprecia, como dizem lá pelas cercanias da Cidade do México ou Guarujá ”eles são genios por maioria de votos… porque pontuaram alto nos testes”. Os fetichistas de qi fariam o favor, se fossem inteligentes, de pararem de dar pitaco sobre este assunto.

Se alguém foi muito bem no teste e não fez muito esforço, então é porque é fácil pra ele faze-lo da mesma maneira que é fácil para um acrobata fazer acrobacias. Tem uma tendencia natural, al dente.

 

Mas o acrobata se esforçou muito antes de chegar a perfeição!!

 

Resp= Eu não sabia que tinha que estudar pra fazer teste de qi, primeira vez que eu escuto isso. Não, uma pequena minoria de pessoas em todo mundo que são capazes de pontuar muito alto nos testes. Isso quer indicar que nem por super esforço, é capaz de aumentar as pontuações até o teto máximo já alcançado. E mesmo o acrobata… quem tem dispraxia, não dá pra tentar trabalhar no circo.

 

Mas esta raridade não poderia ser resumida em genialidade**

 

Resp= Talvez, mas não existe apenas este tipo de genio. Este é um dos problemas que eu tenho falado tanto na hbdosfera. Genios podem não ser tão raros assim, raro é o genio que se expressa. Não estou querendo dizer que existem muito mais deles do que acreditamos, veja bem, mas não é tanto assim. Bem, talvez eu esteja confundindo genialidade com talento, que não  é a mesma coisa.

 

Aé** Talento se difere da genialidade em que sentido**

 

Resp= O talentoso até tem uma predisposição mais latente, mas boa parte de seu talento se faz com base no esforço, no desenvolvimento desta predisposição, ao passo que o genio, quase não faz qualquer esforço, é um savant que apenas aplica o seu dom natural. Eh como escrever poemas, não é muito difícil pra mim, basta pensar em algum tema que as rimas vão aparecendo. Eu percebo que os meus melhores poemas, na minha opinião, é claro, vieram de 0% de esforço e apenas intuição. Mas também é possível construir poemas com algum pensamento mais esforçado, ainda assim. Bem, perceba que quando pensamos, estamos sendo intuitivos, o pensamento intuitivo é muito mais comum do que imaginamos. Raro é o seu reconhecimento e seu uso na construção de um ”produto” de qualidade. Ninguém pensa pra pensar, na maioria das vezes, em nossos cotidianos, especialmente, nós pensamos intuitivamente, nosso pensamento é super rápido e a intuição será ainda mais rápida.

 

Que interessante, então existe velocidade de pensamento e a intuição se constituiria em um tipo extremamente rápido de pensamento**  Agora, sobre criatividade. Voce tem umas ideias bem interessantes sobre. Poderia nos dizer o seu conceito para criatividade e suas teorias**

 

Resp= São muitas, nossa!! Vamos por parte, como dizem lá no açougue (que piada péssima!!!). Criatividade em seu significado mais puro se consiste na capacidade de se produzir algo novo. Como resultado, qualquer tipo de proposta que se difira daquelas que já foram construídas, será identificada como tal. No entanto, a criatividade em seu sentido menos puro, bruto, porém que é mais mais apurado, nos diz que além de novo, também deve ser útil e portanto de qualidade. Claro que aí adentraremos a ideia de moralidade. Por exemplo, matadouros de animais ou as touradas de Barcelona apresentam respectivamente, utilidades, práticas e culturais, mas são completamente imorais, por tratarem os animais não-humanos com total desprezo. Aí, na minha opinião, deve haver um fator moral carregado para que a criatividade não crie ainda mais monstros. Veja a revolução industrial. Mesmo a tão adorada criatividade, pode ser muito, muito ruim. Sem sabedoria parceiro, não tem como!!

Em minha primeira teoria sobre criatividade eu busquei separar as atividades e trabalhos ou produtos que são conceitualmente criativos daqueles que são expressivamente criativos, isto é, fazer algo novo ou ser ”realmente” criativo, ao nível de genio ou de talentoso criativo, em relação ao de replicar a criatividade que foi criada justamente por este primeiro grupo, a epidemia criativa. Temos o compositor e o musicista. O compositor é conceitualmente criativo, o musicista é expressivamente criativo, ele expressa criatividade, só que não é de sua autoria. O compositor ganha no pedra-papel-tesoura do musicista, porque seu trabalho é puramente criativo. O papel do musicista que não compõe, no entanto, é muito importante e não deve ser desprezado. Eu percebi que aqueles que expressam os trabalhos criativos dos outros, tendem a ser dotados de algum talento ”savant-like”, isto é, mais mecanicamente especializada, que pode ser um talento, mas que, obviamente, precisa de uma predisposição genética, organica. Eh claro que nós temos os prodígios musicais, que tem imenso talento natural e que podemos ter os tipos precoces que ”apenas” reproduzem as obras dos compositores.

Também desenvolvi categorizações possivelmente aplicáveis como a do criativo contínuo e do criativo descontínuo. O primeiro, como diz o adjetivo, seria aquele que produz uma grande quantidade de ideias por dia ou por mes, que tem uma personalidade altamente criativa, de temperamento ambíguo, contrastante,  vívida, atemporal, ao passo que o segundo seria mais neurotípico em seu comportamento porque a correlação entre a sua personalidade e portanto motivações pessoais e seu perfil cognitivo, seria menor, menos atrelada entre si. Recentemente eu sugeri que perfis cognitivos assimétricos, isto é, grandes discrepancias entre as habilidades cognitivas, como ter uma inteligencia verbal muito alta ou uma diferença muito grande entre este componente e matemática, por exemplo, possam ser uma das causas para a típica paixão do criativo por suas capacidades com maior potencial, seus elásticos mais elásticos.

 

Qual é a relação entre criatividade e problemas mentais** Não seria apenas um mito de uma era romantica**

 

Resp= Se fosse apenas um mito de uma era romantica, então esta ”era romantica” teria durado uns 2000 anos. Não, as pessoas pegam as palavras sem entender seus significados e aí vão espalhando seus achismos desvairados até se tornar uma bola de neve. Mito, como o nome diz, é um fenomeno profundamente espetacular, o efeito fundador de algo, de uma ideologia, de uma religião, é quase que como a onomatopeia de um pensamento emocionalmente abstrato, que não tem muito tato com o mundo real, literal, fisiológico. Dizer que a relação entre criatividade e problemas mentais, se na altura do campeonato, podemos resumi-los a problemas, se consiste apenas em um mito ou em observações seculares sem natureza empírica, é o mesmo que negar a enorme proporção de genios de extrema grandeza que já nasceram com estas condições. A capacidade poética, uma das manifestações mais sublimes, sutis e verdadeiras da criatividade, está intrinsecamente relacionada com predisposições psicopatológicas. E ao reler o livro de Cesare Lombroso, já não me restam dúvidas quanto a isso. Eh claro que um sabichão poderá chegar até voce e dizer ” Mas a maioria dos ”doentes mentais” não são geniais”. Não sei se quem argumenta desta maneira o faz de má fé ou porque é estúpido mesmo. Ninguém está dizendo que todo aquele acometido de uma personalidade extrema, será um genio. Mas que o genio, que costuma ser bem raro, será muito comum de ser acometido de uma predisposição, latente ou significativa. Uma pequena minoria de seres humanos será genial e apresentará grandes chances de ter algum traço mais extremo, por causa de sua natural singularidade, individualidade. O genio tende a expressar sua criatividade com base em si próprio, tal como nós fazemos, em geral. Tudo aquilo que somos, botamos pra fora com base em nossas culturas pessoais, nossas maneiras de interagir, de ser, tudo aquilo que sinalizamos para os outros ou para nós mesmos, expressa parte daquilo que somos. E o indivíduo singular e muito inteligente, o fará de maneira original, o primeiro passo para a criatividade.

 

O trabalho de Lewis Terman encontrou algo completamente diferente daquilo que voce defende, onde que os superdotados analisados, foram em média, melhores em todos os aspectos se comparados com os menos inteligentes. Onde é que Terman errou e Lombroso acertou** E onde é que Lombroso errou e Terman acertou**

 

resp= Primeiro que Terman não analisou ”genios”. Superdotados, geralmente não são genios. Há de se separá-los conceitualmente porque na prática, faz muita diferença. O superdotado é alguém que é dotado de grande capacidade cognitiva ou intelectual. O genio é alguém que é dotado de uma capacidade que está fora de qualquer parametro comparativo. Não se comparam genios com as outras pessoas, em compensação, para identificarmos os superdotados, devemos fazer justamente isso. Eu acredito que exista uma descontinuidade entre a inteligencia que entendemos como tal e a genialidade. A genialidade é anti-natural e potencialmente desvantajosa para quem a carrega nas costas. Terman não parece ter buscado a criatividade como um elemento relevante em sua pesquisa. Ele errou porque disse que provaria a sociedade que ”os prodígios não são degenerados”. Ele foi influenciado por suas emoções pessoais que o direcionaram para o caminho errado. talvez, se tivesse mudado os termos, até poderia ter conseguido algum sucesso. O ponto mais importante do seu trabalho foi a sua ideia, de procurar pelo genio antes que se manifestasse. Terman foi um dos pioneiros mais eloquentes na redução da importancia de predisposições psicopatológicas na manifestação do genio. E esta mitologização arrogante de algo que não é assim tão ”mitológico”, reverbera com força nos dias de hoje. Desde o trabalho de terman que o ”genio torturado” passou a ser visto como uma ”anomalia da genialidade” enquanto que o escolasticamente superdotado passou a ser entendido como ”o genio”. Mas genios que não produzem trabalhos criativos não existem, não é**

Lombroso pecou especialmente em sua constante patologização de comportamentos contextualmente anormativos como ”altruísmo -excessivo- para com os animais não-humanos”. Ele deu um caráter altamente patológico aos genios historicamente reconhecidos que analisou por meio de relatos autobiográficos e biográficos, que não é plenamente a verdade dos fatos. No entanto, em relação ao resto, ele demonstrou, inclusive por meio de alguns casos relatados de pessoas com transtornos mentais que durante fases agudas de suas doenças, se transformaram temporariamente em seres altamente inteligentes, perspicazes, como se vivessem genios adormecidos ou mesmo presos dentro de seus corpos frágeis e doentes. A doença e ou graus dela, funcionam perfeitamente como promotoras do desenvolvimento da autoconsciencia, que é um aspecto que define o genio do superdotado. E ao lermos a obra de Lombroso, vemos que a maioria dos genios historicamente reconhecidos que ele analisou, detinham grande autoconhecimento.

 

Por enquanto é só, nossa, voce fala demais Santo, não sabia que isso é pecado**

 

resp= moralmente objetivo ou subjetivo**

 

A psicose da ”igualdade” continua na sua luta incansável contra a natureza da diversidade cognitiva humana

Me deparei com um texto recente falando sobre aquilo que eu tenho alertado muitas vezes aqui, a sobreposição entre as chamadas ”dificuldades de aprendizagem” e a superdotação. Mas ao invés de esperarmos que os professores e psicólogos desenvolvessem maneiras sábias, isto é, realmente inteligentes, para lidar com a situação, ”eles” apenas estão a repetir e a aplicar o mantra da igualdade por meio da (tentativa de) uniformização do aprendizado. E se não bastassem todas as técnicas fracassadas de superficialização em prol da ”igualdade”, agora também estão a usar meios farmacológicos para destroçar a realidade da diversidade cognitiva, retalhando mentes juvenis, com graves riscos a sua saúde mental e intelectual.

”Se é tão inteligente então por que ele não pode ”aprender no mesmo nível que os outros de sua classe (cognitiva)”***

Eu sou um exemplo de alguém que poderia entrar na roupa psiquiátrica ”dificuldades de aprendizagem”. Eu já comentei diversas vezes aqui sobre o meu perfil cognitivo. Se tivesse nascido nos EUA ou na Austrália, talvez já tivessem me forçado em tenra idade a tomar ritalina. Por pouco que não conseguiram me viciar em anti-depressivos. Eu também já comentei sobre a minha superdotação, minhas forças e fraquezas e sei que o meu déficit em alguns aspectos do intelecto não podem ser naturalmente equilibrados em relação as minhas qualidades intelectuais. E nem é o certo a se fazer. Eu nasci assim e devo enfatizar pelo meu princípio (filosófico-naturalista) de auto conservação, minha destreza natural, bio-cognitiva.

As pessoas são diferentes em diversos aspectos e sim, elas também são cognitivamente diversas … como não haveria de ser diferente.

A diversidade não se dá apenas pela quantidade ou nível quantitativo (unilateralmente enviezada em apetrechos escolásticos) mas também em termos qualitativos e como é o costume de se dizer, a qualidade é muito mais importante que a quantidade.

No entanto, as duas demencias coletivas (em média, é claro) que estão mais laboralmente”familiarizadas” com esta realidade, são justamente aquelas que parecem saber menos sobre esta constatação meio óbvia visto que continuam a empurrar para milhões de jovens, as suas respectivas ignorancias (porque parece que não sabem o básico do básico sobre comportamento humano e aplicam este conhecimento ínfimo como se representasse o todo de sua área de estudo) quanto a inteligencia humana.

 

”Reparação especialista”

 

Neste texto eu encontrei um trecho em que se diz que as crianças que são superdotadas e que apresentam ”dificuldades de aprendizagem” em relação ao currículo escolar (ou seja, uma dificuldade contextual), devem passar por uma”reparação” de um especialista. Isso parece significar que devem ser conformadas a simetria (impossível para boa parte dos estudantes) de resultados escolares.

Mas forçar alguém a tentar melhorar a sua ”fraqueza”, se constitui em uma espécie de sofrimento intelectual induzido. Eh como forçar uma galinha a voar ou uma girafa a correr tão veloz quanto um leopardo. Eh vil e muito estúpido.

A escola e sua doutrina antiquada que é baseada em factóides politicamente motivados, é mais importante que as motivações e o real potencial do ser humano que está sendo tratado, muitas vezes de maneira injusta, como alguém com ”dificuldades de aprendizagem”, que precisa de reparações, precisa ”ser como as outras crianças”…

Em que planeta que esses ”educadores” e ”especialistas” estão vivendo hein***

A maioria das outras crianças de uma escola pública qualquer de uma cidade qualquer de um país remediado qualquer como o Brasil, não serão exemplos perfeitos de ”simetria escolástica de resultados em alto nível”.

Recentemente me deparei com o extremo mal uso destes remédios psiquiátricos que prometem ”acabar” com os ”déficits” cognitivos dos estudantes. Um garoto que eu dei algumas aulas rápidas de Geografia e História, me disse que sua mãe resolveu lhe dar ritalina para que melhorasse a sua ”atenção”. Bem, ainda que fosse um adolescente com Tdah, mas nem isso, o rapaz é apenas um garoto ”normal” que tem algumas fraquezas cognitivas, como quase todo mundo. A mãe idiota desta pobre criatura o está sujeitando a intervenções medicamentosas sem nenhuma razão de ser, porque suas notas são boas, quer dizer, não são maravilhosas, mas também não está repetindo a quinta série do ensino médio pela quinta vez. Mesmo se estivesse, o uso de remédios só pode ser recomendado para casos e situações extremas. Mesmo no caso da Tdah, o uso de medicações deve ser limitada a casos muito extremos, meesmo…

O dogma da igualdade cria esta expectativa cruel de que uma criança ou um adolescente de rendimento escolar ruim, por exemplo, a partir do momento que se esforçar, poderá alcançar os demais. Existem casos e casos. Alguns são apenas ”preguiçosos” (e também haverão casos e casos nesta situação porque nem todo aquele que aparenta preguiça, será um preguiçoso). Outros serão apenas menos capazes naquela disciplina, ou mesmo, em todas elas, lembrem-se da metáfora dos elásticos. Alguns elásticos serão mais plásticos, outros não e não há absolutamente nada de errado com isso.

Pessoas estúpidas com as mais belas e nobres intenções, continuarão a serem estúpidas e suas intenções terão apenas um verniz, uma superfície de nobreza, porque qualquer ato ou intenção que for baseada na estupidez, jamais será nobre.

Em resumo, a escola se limita a ideologias torpes + conhecimento freudiano, freudilesco, quer dizer, fraudulesco, para ”ajudar” as crianças e os adolescentes…

Educação e inteligência?? Ou inteligência-conformidade??

O filtro da ”educação” que aceita apenas os dóceis que se conformam com a ordem dominante.

A correlação positiva entre ”educação”, isto é, anos de educação e ”inteligencia”, tem sido encontrada com frequencia dentro da psicometria e da psicologia cognitiva. Por razões mais do que óbvias, sabe-se que aqueles que conseguem obter um mestrado ou doutorado, tenderão a ser mais inteligentes do que aqueles que tem apenas o ensino fundamental completo. Mas como eu tenho mostrado diversas vezes neste blogue, as famosas médias estatísticas, não podem ser analisadas de maneira vaga ou generalizada, porque geralmente elas esconderão diferenças dos mais variados níveis e que poderão ser até mais importantes para se entender todo o contexto.

Eu tenho a impressão de que os psicometristas não curtam muito a ‘complexidade’ (de camadas) estatística(s) porque usam em excesso a ”navalha de Occam” para inferir suas considerações em relação ao material que estão trabalhando.

Quase todos os estudos que buscam encontrar correlações psicológicas, comportamentais e cognitivas com o modelo escolástico de inteligencia, mensurados por testes de qi e por testes escolares, tem mostrado que pontuar alto nestes testes pode se relacionar a uma panaceia de vantagens, naturais e contextuais, em potencial. Pela lógica, aquele que for dotado de uma qualidade a um nível maior de desenvolvimento, caminhará para levar uma vida melhor, sem grandes atritos ou aflições. Mas quando estamos falando de ”inteligencia” humana, este pensamento lógico-racional se tornará menos contundente.

Eu já mostrei que há de se especificar aquilo que se está falando, sempre, especialmente se estiver relacionado com qualquer atributo ego-humano como a inteligencia. Tudo deve ser especificado porque a mente humana é naturalmente atraída pelo pensamento dualista, instintivo, animal e potencialmente conflitivo.

A psicologia moderna nos diz que aqueles que tenham atributos puramente cognitivos muito elevados é que serão ”mais’ inteligentes. E nada mais. O inteligente é aquele que tem uma capacidade para aprender e armazenar uma grande quantidade de conhecimentos, específico ou geral, de maneira eficiente, rápida e perfeccionista. Apenas isso.

E a partir desta neutralidade moral, fundou-se o perfil reconhecível, pseudo-lógico e aceitável de ”inteligente”, ou seja, apenas aquele que pode realizar as funções técnicas (e intelectuais, em um sentido escolástico) que são necessárias para manter a sociedade (o sistema reinante) a um nível muito alto de qualidade.

Aquele que entende o contexto, a imagem maior e que percebe o pesadelo de escravidão  disfarçada em que vivemos, será reconhecido como um rebelde, um inconformista e sua capacidade natural e de extrema importancia, não será vista como uma manifestação de inteligencia por boa parte do gado. Os psicopatas que estão no poder, sabem detectar  similares potencialmente perigosos e se estes não compactuarem com as suas sandices habituais, então, serão na melhor das hipóteses, ostracizados e na pior, assassinados.

Eu tenho sentido na própria pele os efeitos desta triste e ridícula realidade. A educação superior despreza a criatividade e o pensamento independente, toleram apenas até um certo limite ambas estas características, se forem úteis como combustíveis para validarem e reforçarem as suas verdades (unilaterais) absolutas.

Nos EUA, no Brasil, em boa parte dos países ocidentais, os níveis mais altos de bajulação em relação ao presidente meia-boca da atualidade ou a aceitação aos memes venenosos que são entoados pela ”mídia” serão encontrados entre os graduados, ou seja, a classe mais ”educada”. E esta relação entre docilidade e educação, será ainda mais significativa dentro das ”’humanidades”’. E eu não duvido nem um pouco que esta tendencia também seja muito comum em outras regiões como por exemplo, no extremo oriente.

Portanto, quando estivermos falando da relação entre educação superior e ”inteligencia”, primeiro, precisaremos especificar sobre qual inteligencia de que estamos falando e segundo, buscar pelo  perfil de personalidade que irá acompanhá-la, porque parece evidente que para ser um ”inteligente reconhecível” pelo sistema e por seus subalternos, voce precisa ”ter” ”educação” e precisa acreditar na sociedade em que vive, para se conformar, especialmente se o fizer de maneira pouco consciente ou estúpida.

E assim caminha a desumanidade…

Verdadeira técnica para ficar mais fenotipicamente inteligente

Sofisticada crença fantasiosa inventada por alguns seres humanos tecnicamente inteligentes. Só que não… Voce não pode ”aumentar a sua inteligencia” por meio de ”treinamento”.

”Existem” dois tipos de inteligencia. A primeira é a genotípica, ou seja, ”aquela” que nasce com voce. A segunda é a fenotípica, que se consiste naquilo que voce faz com a sua inteligencia genotípica.

Capturamos informações do ambiente para

– sobreviver,

– interagir,

– melhorar o ”fitness” de sobrevivencia (e a melhor maneira se dará por meio do princípio filosófico da auto conservação)

– e ou procriar…

A inteligencia fenotípica pode e quase sempre será melhorada por meio da sabedoria (e não necessariamente por meio de todo perfil, que caminhará por se basear no melhoramento do ambiente de interação, o altruísmo per si e não apenas para vantagem pessoal) , a técnica de interação que se baseia na capacidade de se fazer as melhores escolhas para uma variada e diversificada panaceia de situações, do cotidiano, do nano ao macro nível de interação. A capacidade de manipular os fatores ambientais ou circunstanciais a seu favor, de maneira que possa conservar a sua existencia ou mesmo, melhorá-la.

E a sabedoria pode ser acumulada por meio de técnicas ou conhecimento, que são percepções racionais e funcionais que foram capturadas primordialmente por mentes inteligentes. A educação se baseia justamente nesta tentativa de se passar essas técnicas para a população. No entanto, a escola despreza completamente a existencia da diversidade cognitiva dos seres humanos e como resultado ao invés de contribuir para aumentar realmente, no mundo real, a inteligencia fenotípica da população, ela está sendo usada para fins de domesticação e organização desigual da produção e posterior enriquecimento material assimétrico de bestas psicopáticas.

Eu já mostrei nos textos ”cultura da genialidade” e ” Ensinando criatividade…”, que a mais primordial manifestação cognitiva da inteligencia humana é a autoconsciencia e que portanto, partindo deste viés, a única maneira de se melhorar literalmente a mesma, se dará com base em seu desenvolvimento (e posterior autoconhecimento).

Portanto, todas essas bobagens de ”aumentar o qi por meio de treinamentos mentais” não se consistem na verdadeira possibilidade de se alargar a inteligencia fenotípica, mas no desdobramento de um equívoco bem conhecido pelos leitores deste blogue, a dogmalogia determinista do qi.

As técnicas que eu demonstrei nos dois textos acima, podem ser muito úteis na melhoria de sua vida.

Conversar mentalmente consigo mesmo e especialmente como maneira de se evitar pleonasmos, seguir a moralidade objetiva, buscar ampliar a sua percepção e quase sempre buscar pela moderação ao invés do extremismo…

”Aumentar qi” não existe no mundo dos reais!!

Novos pensamentos sobre superdotação, criatividade e inteligencia

1- Replicação termaniana

Pessoas realmente criativas ou genios criativos (especialmente os criativos contínuos) não estão sendo selecionados para escolas de superdotados ( estes superdotados selecionados que em sua maioria serão de alto empreendedores, os queridinhos dos professores). Se os mesmos resultados estéreis de realização criativa (midiaticamente reconhecida ou não) que foram encontrados no famoso estudo de superdotados de Lewis Terman também forem encontrados a partir das mais diversas escolas desta espécie espalhadas pelo mundo fora, então será comprovado que tem havido uma replicação exaustiva do mesmo modelo de seleção de superdotados que foi aplicado pelo psicólogo e com a mesmas conclusões decepcionantes e estúpidas.

Para os professores e diretores ”superdotados” destas instituições, Qi e interesses intelectuais convergentes ou normatizados com o ensino escolar são mais importantes do que traços de personalidade ( o ser inteligente) e demonstração de capacidade em interesses específicos***

Um muito provável sim”.

2- Personalidade inteligente se relaciona com potencial criativo ao invés de avaliações psicométricas

Continuando de maneira bem superficial a ideia de ter e de ser inteligente (ou criativo), partindo da ideia da diversidade cognitiva, especialmente para os tipos mais inteligentes que geralmente serão de super especialistas. Como resultado, eu acredito que enquanto que os testes cognitivos  tendem a abranger certos fenótipos e desprezar muitos outros tipos, mais raros, a avaliação psicológica com base em traços de personalidade que se relacionam objetivamente com inteligencia, como curiosidade intelectual, serão muito mais abrangentes e eficientes nesta tarefa, ainda que também seja de fundamental importancia medir a capacidade cognitiva, específica e global.

3- Inibição latente, distração e a baixa criatividade asiática ( mas também dos tipos caucasianos de mesmo perfil cognitivo)

Leste asiáticos e mais especificamente os leste asiáticos continentais, podem pontuar alto em inibição latente que se consiste na incapacidade de filtrar o excesso ou o máximo possível de informações que estão sendo capturadas a partir da interação com o ambiente e se correlaciona logicamente com a capacidade criativa. A meditação budista bem como outras demonstrações de intensa capacidade de concentração, nos mostram que aquele que é muito bom para se concentrar, por exemplo para memorizar as questões nas provas escolares, pode não ser muito bom para ter insights criativos, isto é, fazer associações mentais remotas potencialmente produtivas.

4- Desprezando os super especialistas ( provas escolares ou testes cognitivos não podem acessar a minha inteligência assimétrica)… e por que muitos dos modernos ”experts” não sabem de nada.

4.1- Integração simétrica de informações ( memorização superficial e convergente) versus a ”empatia cognitiva”, o aprofundamento e o pensamento divergente.

Toda prova de concurso público, escola ou mesmo os testes cognitivos apresentam um modelo multi-integrado ou global de avaliação de capacidade. Isso significa que voce será avaliado com relação ao seu conhecimento genotípico (natural) ou fenotípico (acumulado ou técnicas de resumo do conhecimento, aquilo que ”aprendemos” na escola) geral e não em relação as suas possíveis especialidades cognitivas (forças). No entanto, nem todo mundo e é bem provável que muito mais gente do que imaginamos, que irá apresentar este tipo de inteligencia ”fator-g”, ou seja, aquele que se sairá mais ou menos bem em todas as capacidades cognitivas (técnicas, especialmente).

Quase todas as avaliações por meio dos recursos humanos de empresas e instituições estatais que visam selecionar possíveis candidatos a vagas de emprego, tendem a se basearem diretamente neste modelo global cognitivo OU indiretamente, como quando o avaliador pede o currículo bem como as credenciais (que são os ”troféus” destas mesmas avaliações globais). Desta maneira, eu tenho a impressão de que muitos tipos de super especialistas estejam sendo despejados na sarjeta do subemprego ou desemprego. As avaliações que visam a objetividade de julgamento, na verdade, são unilaterais ao desprezarem a diversidade cognitiva. O resultado, bem, nós já conhecemos. Pouca inovação.

Eu acredito e parto de minha própria auto análise, que os super especialistas apresentam tipos de inteligencias ou perfis cognitivos assimétricos, isto é, que serão muito bons em alguns aspectos e muito ruins ou na média em outros. Todos nós temos nossas forças e fraquezas intelectuais, mas os super especialistas apresentariam uma grande amplitude cognitiva entre elas. O disléxico genial tenderá a ter muitas dificuldades em uma prova de avaliação global, que visa avaliar aquilo que ele aprendeu na escola. Eu poderia resumir este mini texto ou textículo da seguinte maneira.

”A escola é uma merda porque é uma das grandes responsáveis pela desigualdade e injustiça social”.

O ”disléxico genial” não precisa de ter a sua fraqueza avaliada que no caso é a escrita. Pássaros não nadam (alguns só mergulham) e peixes não voam, capisce**

Da mesma maneira que aquele que ”sofre” de discalculia, também não deve ter a sua fraqueza em matemática avaliada ou especialmente, considerada como importante em qualquer tipo de avaliação. Novamente, os pássaros não nadam, peixes não voam e parasitas não trabalham… Todos os animais, incluindo o humano, darão enfase as suas forças do que as suas fraquezas (princípio filosófico da auto conservação).

A cultura neurológica do super especialista é prestar atenção especial e obsessiva aos seus talentos ou forças cognitivas ( o princípio filosófico da auto conservação) enquanto que alguém que é cognitivamente inteligente mas com perfil simétrico de capacidades, caminhará para dar pouca atenção a uma ou duas de suas habilidades apenas. A diferença entre o intelectualmente interessado e o intelectual obsessivo.

5- O superdotado Alto empreendedor ou de alto rendimento escolar ou o superdotado conformista.

Eu tenho a impressão que em média, os superdotados alto empreendedores ou de alto rendimento escolástico, o tipo que é o queridinho dos professores, serão do tipo conformista, fundamentalmente, porque eles também seriam como ”superdotados sem a manifestação das superexcitabilidades”, que foi conceituada por Kazimiersz Dabrowski.

Os alto empreendedores seriam os tipos mais comuns de ”mais inteligente”. Isso explica a apatia emocional e perceptiva generalizada, tendencia para opacidade intelectual e criativa que predomina em boa parte das chamadas ”elites cognitivas”.

Claro que nem todo aquele com o predomínio deste perfil cognitivo que apresentará essas tendencias… mas eu não duvido se for uma regra para o grupo, porque ao menos em relação as minhas observações pessoais, a maioria parece se encaixar neste modelo cultural-comportamental.

6- Criatividade: cérebros diferentes percebem o mundo de maneiras diferentes, incomuns ou ”insights”

O PENSAMENTO MAIS INTERESSANTE desta série que aglutinei neste texto.

A cultura neurológica funciona desta maneira

O seu cérebro interpreta o mundo ”exterior” ou ambiente e produz um conjunto de tendencias culturais, comportamentais, psicológicas e cognitivas, baseando-se nesta interação entre que o ocorre entre voce (”e” seu cérebro) e o ambiente, a sua particular alegorização (de longo prazo) da experiencia de estar vivo, com base em suas predisposições.

Cérebros ”comuns” tenderão a produzir percepções ”comuns” enquanto que cérebros incomuns, raros ou com lateralização e morfologia anomalas, tenderão a produzir percepções incomuns. Os insights criativos e a criatividade per si, seriam justamente a prática e o resultado desta interação.

Simples não**

7- Sem parar de pensar…. A irritação que me faz ser um observador.

Voce é do tipo que não consegue parar de ”pensar”, isto é, está a todo momento pensando em alguma coisa, alguma ideia, pensamento, projeto**  Então é provável que voce seja como eu, um observador.

Os filósofos do século XIX acreditavam que o ”genio” se manifestaria no cérebro humano por meio de uma irritação que produz a fixação intelectual em relação a algum domínio do conhecimento ou cognição humanos. E não é que é muito provável que eles estivessem corretos**  De fato, faz sentido que uma tendencia intrínseca para super especialização em algum domínio, necessite de uma combinação fisiológica que produza este perfil cognitivo assimétrico significativo. Os proto-savants.

8- Personalidade e Cultura neurológica ou expressão interativa comportamental constante ( clima : personalidade e tempo : comportamento) e o poder de uma personalidade única ou individualidade orgânica. A raridade do gênio social, Cultural, filosófico e existencial.

Continuando muito resumidamente  o pensamento ”pensar diferente e com qualidade” é ser criativo, a raridade do genio e como consequencia de suas realizações, se dá justamente por causa desta combinação única de características cognitivas (psicológicas, comportamentais e puramente cognitivas).

9- A raridade do gênio: psicopatas, esquizofrênicos, virtuosos, sábios, homossexuais, diversos defeitos de funcionamento do corpo e a raridade do gênio e do sábio.

A combinação epistática ideal entre defeitos e virtudes fisiológicas que produz o ser humano super-perceptivo, o genio. Os tecnicamente inteligentes (a maior parte da ”elite” cognitiva) são mais saudáveis e mentalmente ”sãos”. Mas para que uma tempestade criativa se manifeste, existe a necessidade do conflito…

10- A metáfora do genio por Aldous Huxley em seu ”Admirável Mundo Novo”.

Lombroso e Huxley não poderiam estar mais certos. Sim, a genialidade se consiste em uma combinação única de características fisio-cognitivas e Bernard Marx é uma prova disso. Se voce nasceu ”diferente” dos outros, então já existe uma boa chance para que perceba o mundo de igual maneira.

11- A hierarquia da análise cognitiva: fisiologia ( sistema nervoso, cérebro), personalidade, potencial específico, idade mental e finalmente, qi.

Não preciso escrever mais nada não é**

Fisiologia cognitiva (especialmente em relação ao cérebro) como medição objetiva da inteligencia genotípica,

Personalidade, partindo da ideia de ”ter” inteligencia ou de ”ser” inteligente,

Potencial específico partindo do princípio filosófico de auto conservação. Suas forças cognitivas são o seu método mais importante de sobrevivencia e merece destaque especial. As fraquezas também são importantes mas apenas se forem significativas a ponto de influenciarem as forças de maneira decisiva.

Idade mental ou caráter

e finalmente o famoso qi. Tem se mostrado parcialmente objetivo mas não deve ser usado como único e decisivo parametro. Qi não é inteligencia, é a inteligencia que tem de ser medida e como eu já disse muitas vezes aqui, ela, especialmente em um ambiente complexo e contextual (ou melhor seria, problemático e não objetivo), tenderá a ser subjetiva (ser inteligente pra que*), naturalmente diversificada ( ser – ou ter- inteligente em que*) e complexa (fatores ambientais únicos).

Metáfora da diversidade de capacidade de aprendizagem como elásticos. Alguns elásticos são mais elásticos do que outros

Alguns elásticos são mais elásticos do que outros…

A maioria da população (sim, eu uso muito esta combinação de palavras, hihihihihhihihi) ”tem sido doutrinada” (e apresenta predisposições naturais para esta fraqueza) a acreditar na ideia de que o livre arbítrio ou o combo ”escolha + esforço” sejam suficientes para fazer alguém ”inteligente”, ”bem sucedido” ou não. Quem já é habitué deste blogue, já sabe que a minha posição em relação a este assunto é totalmente radical em comparação aquela que impera dentro das salas de aula ou em reuniões de professores.

Nós temos parcial arbítrio, visto que ainda podemos escolher. Seríamos como robos organicos totalmente programados se não tivéssemos qualquer possibilidade de escolha. Um exemplo muito simples. Eu escolhi criar um blogue e até agora já escrevi mais de 300 posts, inclusive sobre assuntos espinhosos, que são ”politicamente incorretos”. No entanto, eu poderia

– ter decidido fazer um blogue apenas de poesias,

– ter decidido fazer um blogue e falar de questões políticas e sociais de maneira completamente conservadora, dar um tom conservador,

– ter decidido me dedicar a pauta do ativismo ”pró-causa branca”,

– não ter criado este blogue…. etc etc

Tudo isso nos mostra que os eventos que se sucedem em nossas vidas são únicos e quando já estão bem estabelecidos ou encaminhados, então tenderemos a nos tornar obsessivos em relação a eles. Somos feitos de vícios e virtudes, se as virtudes também já não poderiam ser consideradas como uma espécie menos aparente de vício.

Estes fatores ambientais únicos que muitas vezes acontecem com base em nossas próprias escolhas (ao contrário dos animais não-humanos, boa parte deles, que não fazem escolhas totalmente conscientes, a partir do próprio arcabouço natural de possibilidades de escolhas, por meio de perfis cognitivos, de personalidade) e nos mostram que apesar de limitada, a possibilidade de escolha, de fato, existe.

Eu acredito que os eventos recentes que se sucederam em minha vida, tenham tido um impacto muito grande na maneira com que eu percebo o mundo. Sim eu também sou vítima da conveniencia humana. Mas é a partir destas auto críticas que nos tornamos mais sábios e acumulamos conhecimento (e é completamente imperativo que este conhecimento não necessite de ter uma origem academica). Esta parece ser a grande diferença do sábio e do inteligente, tal como o conhecemos ou como que os experts tem nos mostrado como ”são”.

Parece que o verdadeiro aprendizado se encontra no meio de um espectro entre o virtual não-aprendizado e o transtorno pós traumático, a internalização harmoniosa, útil, recorrente e eficiente de alguma particular percepção. Quando aprendemos, e eu tenho esta leve impressão, parece que aquele conhecimento passa a fazer parte indissociável de nosso ser. O problema é que é extremamente prolífico o aprendizado ou internalização de conhecimento equivocado que foi considerado por nossa conveniencia bio-natural ou cérebro como ”o certo”. O certo raramente será unilateral.

Podemos escolher, mas não podemos fazer tudo aquilo que quisermos, porque nossa biologia funciona como uma  barreira natural que nos impede de avançar além de certo limite. Isso não deveria ser ruim, porque afinal de contas, nós temos um corpo ou características fisiológicas e a partir do momento que temos consciencia desta forma e deste tato, podemos nos manter alerta para mante-la intacta ou para obter prazer, de todas as naturezas.

A partir disso, o esforço também tenderá a ser direcionado naquilo em que somos melhores, que eu denominei como o princípio filosófico da auto conservação ou sobrevivencia. A partir do momento em que lhe for tirado a possibilidade de exercer as suas virtudes dentro de um contexto social, então isso poder-se-ia se consistir em um crime pois compromete a sobrevivencia ou ao menos o aprimoramento do bem viver do indivíduo. Se voce força um matemático a estudar gramática, sendo que ele não gosta (e isto quer indicar, não é bom naquilo) desta matéria, então voce estará causando sofrimento intelectual desnecessário a esta pessoa.

A  metáfora dos elásticos para explicar o potencial de capacidade

Alguns elásticos são mais elásticos que outros. A nossa capacidade de conhecimento não é infinita. Eh a partir daí que a criatividade aparece como um fator indispensável para a sofisticação deste conhecimento. Alguns elásticos são pouco plásticos. Esta metáfora parece funcionar perfeitamente como uma maneira de se sintetizar a complexidade do aprendizado ou da capacidade de aprender e sua variabilidade entre as populações.

Os elásticos pouco plásticos representam as nossas fraquezas cognitivas enquanto que os elásticos mais plásticos em sua capacidade de elasticidade representam nossas forças cognitivas. Individualmente falando, todos nós temos elásticos pouco plásticos assim como elásticos muito plásticos. A capacidade de desenvolvimento de um conhecimento particular dependerá metaforicamente falando, do grau de elasticidade deste elástico.

O meu exemplo mais uma vez. Voces já devem saber que eu sou uma besta humana em matemática e especialmente em geometria. Enquanto que minha mente está intensamente capacitada para produzir alegorias mentais criativas ou imaginação, o mesmo não se aplica a memorização perfeita de fórmulas geométricas e sua posterior capacidade de move-las em diferentes perspectivas. Eh provável que minha inteligencia visual-espacial seja muito baixa até porque eu mal sei mensurar quanto que seria um quilometro. Eu deduzi depois dos meus anos de escola que a minha capacidade matemática estacionou no nível da quinta série. Eu me lembro muito bem que antes desta fase, eu não era ruim em matemática. O meu desempenho nesta matéria, que mais tarde foi compartilhado com o resto das ”matérias de exatas”, foi caindo enquanto que a dificuldade da mesma foi aumentando. Parece fácil imaginar que a minha capacidade de expansão deste conhecimento seja bastante limitada e que portanto o meu elástico ou potencial seja de igual natureza.

Eu tenho mostrado quais seriam as minhas forças cognitivas aqui no meu blogue. Neste caso, meu elástico de potencialidade é muito mais largo e elástico do que em comparação ao elástico que representa a minha fraqueza cognitiva. O potencial de expansão ou desenvolvimento de minhas forças são modéstia a parte, equiparáveis a de um professor universitário talentoso, especialmente em relação a parte verbal-abstrata ou filosofia.

Também é interessante notar que o elástico pode se esticar ao máximo de sua capacidade assim como também retornar a sua posição de repouso, quando não há qualquer esforço de esticamento. Isso pode ser aplicado as nossas individualmente diversas e discrepantes capacidades de aprendizado. Os filósofos do século XIX acreditavam que o genio seria causado por algum tipo de ”irritação cerebral” que faria o indivíduo dotado deste dom de se tornar extremamente especializado em sua área (natural) de obsessão. Partindo da ideia didática da metáfora dos elásticos, faz sentido que alguns elásticos dos genios sejam extremamente elásticos e que também raramente serão ”encontrados” em estado de repouso.

O tamanho dos copos e sua potencialidade de armazenamento de água também podem ser usados como metáfora elucidativa para explicar as nossas particularidades cognitivas idiossincráticas, onde que os copos pequenos representam nossas fraquezas, enquanto que os copos grandes representam as nossas forças, o de maior potencial de desenvolvimento.

Internalização ou aprendizado

Voce ”está aqui” para ”alimentar” a sua existencia e partindo do princípio da autoconservação, voce quase sempre dará grande enfase as suas predileções naturais, se praticamente todas elas apresentarão uma origem ou predisposição anterior. Voce prefere aquilo que pode ser útil para a sua sobrevivencia. As asas de um pássaro, a força e os dentes de um lagarto gigante extinto, o veneno da cobra… nós também temos nossas forças e damos prioridade a elas. E aqueles com maior vontade serão muito mais propensos a dar grande enfase as suas ”asas de potencialidade ou de vontade”. Os passos perfeitos de Fred Astaire foram naturalmente trabalhados, partindo de uma tendencia intrínseca para esta habilidade corporal super específica. Nem todo mundo tem esta capacidade na dança.

A internalização ou aprendizado tende a se dar com base nesta predisposição natural, se o elástico pode ser muito esticado ou se o copo pode ser grande o suficiente para caber uma maior quantidade de líquido. Aquilo que vem naturalmente pra nós desde a infancia, é a manifestação de nossas forças enquanto que as áreas em que teremos dificuldades serão as nossas fraquezas.

Portanto, a internalização é apenas o enriquecimento do pergaminho que se consiste em nossas existencias e que desenrolamos naturalmente até a nossa morte. A técnica da sobrevivencia ou da autoconservação, a enfase em nossas melhores defesas.

Genialidade e autoconhecimento

Como ”fazer ciencia”, por meio da auto observação e comparação com toda fenomenologia que o cerca*

Eu já lhes mostrei sobre como  poderíamos ensinar o método criativo para que possa ser aplicado no cotidiano, seja para recreação seja para a real solução de problemas.

Agora, vou lhes contar mais um segredo… baseado em petulancia** Talvez, mas que poderá (ou não) ser útil para aquele que conseguir (e desejar) compreende-lo.

A filosofia cognitiva prática de uma mente criativa se baseia no autoconhecimento, se um dos resultados mais esperados da criatividade seja justamente a autoexpressão.

A partir do momento em que o autoconhecimento for desenvolvido (se isso for possível de faze-lo, com ”educação” ou ”treinamento), poder-se-á usá-lo como parametro ou comparação em relação a toda a fenomenologia circundante.

E é justamente aquilo que o genio, especialmente o criativo e o científico, costumam fazer.

O autoconhecimento é o primeiro complemento para o trabalho criativo.

O genio tende a ler a realidade por meio de si mesmo, o chamado preconceito cognitivo fundamental, nosso atrito com a realidade. Todos nós fazemos isso, ao usarmos as respostas de reação (das mais diversas naturezas) mais comuns que nossas mentes são capazes de produzir (cultura neurológica), mas é evidente que existirão diferenças entre os excepcionalmente inteligentes ou criativos em relação ‘aos demais’. E essas diferenças serão mediadas pelo nível de autoconhecimento e concomitantemente com a capacidade de percepção (e a correlação entre ambos será potencial e logicamente positiva).

 

A técnica para a observação de detalhes lógicos, harmoniosos e hierarquicamente superiores, encontra-se justamente no momento de interação entre a sua persona predominante (seu perfil cognitivo, projetando a sua cultura neurológica) e o ambiente. O ambiente é mutável, a sua percepção não é. No entanto,  o acúmulo de percepções pode ser gerenciável para o sábio enquanto que será apenas acumulativo para os demais.

De acordo com o modelo triárquico-dualista de personalidade que eu desenvolvi superficialmente, nós teríamos 3 personalidades,

a persona boa,

a persona ruim (personas dualistas)

e a persona completa, a unção das duas personas anteriores, o próprio Deus que vive dentro de nós, a manifestação organica da sabedoria, quando o cérebro além de holístico em sua funcionalidade (inclusive em suas áreas menos desenvolvidas) também está acompanhado por grande vivacidade interior, que geralmente resulta em problemas mentais para uma importante porcentagem da população humana.

As duas personas que estão a competir entre si, seriam justamente as mais primitivas, porque a competição e entropia, são características inferiores para qualquer modelo integrado e complexo de interações entre diferentes formas de existencias. Isso explica o Sistema Solar e o Planeta Terra.

 

Metaforicamente falando, os genios acessariam muito mais a persona principal do que as personas primitivas, aumentando a percepção do todo (leste e oeste, esquerda e direita)  e que justamente por ”preferirem” esta persona-principal ou alegoricamente falando, a persona-Deus, que os problemas poderão ser percebidos com maior intensidade, tendo como resultados desde a melancolia profunda (prelúdio para o suicídio) até a certos tipos de comportamentos muito degenerados, como quando a percepção de certas verdades absolutas existenciais tal como a finitude e a fragilidade da vida, os tornam compulsivos por consumi-la de muitas maneiras por causa da literalização destas verdades para o cotidiano. Viver ”como” se não houvesse o amanhã. Literalizar as verdades absolutas para o cotidiano.

Ainda que a genialidade não se possa ser ensinada por completo, talvez nós poderíamos mostrar ao menos como seriam os processos de construção do pensamento criativo, de maneira didática. Se a inteligencia pode ser ensinada, talvez a criatividade também possa, ainda que realisticamente falando, isto não se desdobrará em uma explosão de genialidade entre a população que não a tem ao natural, a superfície de sua personalidade.

Mas, como as diferenças entre os cérebros humanos não se dão mediante distancias muito grandes, então talvez algumas pessoas possam ter potencial mas lhes falte as ferramentas corretas para expressá-lo e não duvido que mediante a complexidade da diversidade cognitiva humana, estes tipos de fato existirão.

 

Pelo autoconhecimento, voce pode expressar a verdade do mundo por meio de sua percepção e pode categorizar a fenomenologia que está a interagir por meio de suas próprias convenções mentais naturais.

 

Os 13 mandamentos

 

1- Nunca generalize. Clones podem ser generalizados porque são identicos. Generalizações só servem para matérias identicas acopladas em aglomerações e não para grupos semelhantes.

2- Nunca excepcionalize em excesso. Estereótipos não são pseudo-cultura. Exceções e regras são complementáveis e não auto-excludentes.

3- Se conheça o suficientemente bem para poder interagir sabiamente com o seu ambiente e desta maneira, começar a conhece-lo também.

4- Neutralidade é importante, mas quando voce consegue reunir a dualidade que existe dentro de ti, neutro e pessoal serão completamente intercambiáveis e complementáveis.

5- Comparações são importantes. Se compare em relação aos outros. Construa categorias apenas por observação e leve em consideração, sempre, as exceções e as regras.

6- Múltiplas perspectivas. Cada fenomeno apresenta uma forma e toda forma apresenta diferentes lados de visualização, as chamadas perspectivas. Não se esqueça disso. O abstrato é exatamente como a matéria, só que sem forma ”real”.

7- Conhecimento em psicologia e estatística são fundamentais, especialmente nas (verdadeiras) ciencias humanas. Compreender e aceitar que não somos totalmente separados de nossos patrimonios genéticos, na verdade, estamos até muito entrelaçados com eles, porque são a parte essencial de nossas existencias mas também aceitar que os ambientes que construímos ou que foram construídos pela natureza, apresentam forte influencia na maneira em como nos adaptamos.

8- Especule o futuro desenrolar dos fenomenos, por meio da lógica intuitiva. Quando for especular, nunca o faça sem a segurança do passado e do presente de cada fenomeno.

9- Sempre busque pelo caminho do meio, onde que as melhores respostas, estarão predominantemente localizados no meio de uma panaceia espectral de respostas em relação a um determinado conhecimento. Ao usar a neutralidade do meio, além de evitar o julgamento preconceituoso negativo, também poderá ter uma imagem holística muito mais completa e correta, isto é, que de fato represente a realidade, a verdade objetiva.

10-Construa um sistema axiomico coerente e o use para detectar suas próprias ”contradições impossíveis” (que são diferentes das contradições possíveis ou pseudo-contradições) assim como também para detectar as contradições nas narrativas das pessoas que são do seu convívio, inclusive como maneira ajudá-las.

11- Excesso de complexidade é ruim. Busque pela simplicidade sintetizada (não confundir com simplismo) de eventos, fenomenos e condições, hierarquizando-os, de maneira que, as ideias-mães (as primeiras peças que desencadeiam o efeito dominó) possam estar em maior evidencia, ainda que as causas subsequentes também mereçam consideração adequada.

12- De o peso acerto as coisas para não criar ”tempestades em copo d’água.

13- Use a empatia como uma maneira de entender a fenomenologia humana (das mais diversas naturezas) até a fenomenologia ”natural” ou não-antropocentrica.

 

Que os anjos me perdoem por minha petulancia, mas é isso. Estes 13 mandamentos são justamente aqueles que estou usando para produzir os textos, bem como as minhas (ou ”minhas”) teorias.

 

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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