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”Inteligencia’ entre os generos

Homens mais masculinos tenderão a ter a testa em formato quadricular. Seu queixo também será mais pontudo e seu semblante menos socialmente convidativo. Os olhos serão menores, apontando para menor proporção de traços de natureza neotenica. As mulheres mais femininas apresentarão o tipo de rosto quase que o oposto do ”mais masculino”, visto que sua testa tenderá a ser menor e em formato arredondado e as feições mais gracilizadas ou menos robustas. Homens também serão mais propensos a terem rostos mais largos e robustos do que as mulheres. São médias, lembre-se sempre disso. E eu também estou usando em excesso os termos ”tendem”, por alguma razão…

Mesmo que esta imagem abaixo esteja mostrando um homem de rosto relativamente menos masculino, ainda se pode notar com grande consistencia as diferenças marcantes dos rostos mais comuns em mulheres e os mais comuns em homens (que serão relativamente raros de serem encontrados no sexo oposto).

Inteligencia e  estereótipos que podem ser factuais com a realidade 

As profissões onde existe um predomínio de um dos generos, nos sugere que certas habilidades e tipos de personalidade serão mais comuns entre homens do que entre mulheres e vice-versa, ainda que fatores culturais tenham um papel, dependendo da profissão, que poderá ser menos ou mais relevante. Por exemplo, na medicina. No passado, por causa de razões puramente culturais, as faculdades de medicina eram quase que exclusivamente masculinas (como quase todos os outros departamentos de ensino superior). Com a emancipação feminina, o percentual de médicos homens foi se reduzindo drasticamente e hoje em dia, me parece que são as mulheres que predominam ligeiramente nesta profissão, ao menos nas faculdades. Como existe uma panaceia de profissões que se relacionam com a medicina, então ainda será relativamente complicado sugerir que exista igualdade ou mesmo superioridade das mulheres, porque por exemplo, um dermatologista, será, em média, é claro, o profissional de uma profissão menos cognitivamente exigente, se comparado com um cirurgião ou um neurocientista. Em compensação, em algumas profissões como a de físico ou engenheiro, o percentual de mulheres, ainda que também tivesse aumentado em relação aos anos mais agudamente patriarcais, não atingiu a mesma proporção como no caso da medicina (muito menos, diga-se). Aí cabem voces meus leitores, decidirem se será sempre bom que as mulheres consigam superar os homens ou se não estaremos sendo injustos com o sexo ‘forte”. Outro exemplo bastante elucidativo se dá justamente nas humanidades, onde que parece existir um predomínio feminino entre os estudantes, porque justamente numa das faculdades mais dificeis deste departamento, a filosofia, esta prevalencia não acontece. Em compensaçao, nos departamentos de psicologia e educação, há uma clara dominação feminina. Ninguém está obrigando as mulheres a escolherem por esta ou aquela profissão ou faculdade (em média). No entanto, o percentual delas que decidem fazer faculdade de filosofia é muito mais baixo do que em comparação as outras ciências  humanas. A filosofia, além de ser uma das faculdades mais difíceis das humanidades, também é uma das menos ”femininas”, de natureza puramente analítica (ainda que tenha sucumbido a subjetividade política moderna que transformou as humanidades em piada pronta, em partes isso é verdade!). Também é interessante pontuar que parece não haver um grande predomínio de professoras universitárias, mesmo nas humanidades. Há um certo equilíbrio, que não se repete em faculdades de ciencias exatas.

Como foi mostrado no gráfico acima, e qualquer professor atento e perceptivo também poderá constatar, os homens apresentam uma distribuição de inteligencia técnica mais ampla e heterogenea, com menos deles entre os tipos medianos de inteligencia (técnico-quantitativa ou qi) e uma maior proporção entre os mais e os menos inteligentes, a partir destes critérios psicométricos. Em compensação, nós temos uma distribuição quase que oposta entre as mulheres, com mais delas entre aqueles de inteligencia mediana do que entre os de maior ou menor inteligencia. Se o currículo escolar está projetado para as médias coletivas de cada contexto geográfico, então isso nos ajuda a explicar em partes porque tantos meninos são mais acometidos por dificuldades de aprendizagem ou que são mesmo menos cognitivamente inteligentes do que seus pares do sexo oposto. Isto é, mais meninos e rapazes tem mais problemas na escola, de diversas naturezas, mas principalmente de personalidade arredia e de cognição, enquanto que, coletivamente falando, as meninas costumam se sair muito melhor. Parece um pouco óbvio que o fator testosterona está tendo um papel crucial em praticamente todas as diferenças de genero. O testosterona que é a mutação que produz o homem, nos faz (nós homens), mais mutantes do que as mulheres. Isso explica a prevalencia masculina em todos os ramos mais extremos de comportamento, da liderança a criminalidade, do gênio ao estúpido, do altruísta ao psicopata. Em compensação, o XX feminino, parece ter muitas vantagens tais como uma saúde mais equilibrada e menor incidencia de problemas psiquiátricos. As mulheres podem ser comparadas aos leste asiáticos. Ambos apresentam maiores médias de inteligencia técnica, são mais saudáveis, mais pacíficos (em tempos de paz’) e menos socialmente dominantes. Em compensação, para ambos os casos, existe uma falta de talento criativo da mais alta estirpe, assim como também de todos os males que o excesso de testosterona pode causar. Ainda que existam discussões sobre se os leste asiáticos tenham mesmo menores níveis de testosterona, em média, e que os métodos de medição dos hormonios sexuais, ainda necessitem de melhorias, muitas das características corporais que tem predominado no grupo, parece sugerir superficialmente que detenham menores valores do hormônio masculino . Há de se ressaltar sobre a distribuição cronológica do testosterona e sua variação a nível diário. Homens leste asiáticos, em média, podem até ter mais testosterona circulante do que os europeus caucasianos e os negros africanos, mas esta distribuição, diária e a longo prazo, parece se dar de maneira mais equilibrada, que explicaria a tendência para o tipo de comportamento menos histrionico entre eles.
Em uma faculdade de educação infantil, especialmente para o jardim de infância, há um grande predomínio de mulheres.

Em compensação, em profissoes que exigem grandes habilidades técnicas ou de natureza puramente espacial, há um claro predomínio masculino. Os homens e especialmente os tipos mais cognitivamente masculinos (incluindo aí as mulheres mais masculinas), são muito melhores para construir casas ou consertar qualquer dispositivo mecânico do que as mulheres.
No entanto, vivemos em tempos de estereotipofobia. A sabedoria popular, mais dualista e menos detalhista que sempre imperou no passado, foi substituída por mentiras ”brancas”. As pessoas continuam discriminando a verdade e preferindo por ilusões que melhor lhe aquecem os corações, mas a conta sempre chega e alguém terá de pagá-la.
É complicado sugerir que os homens sejam naturalmente propensos a serem superiores, em média, às mulheres no quesito cognitivo. Bem, nós temos as guerras para mostrar que esta afirmação aforistica está equivocada em muitas de suas perspectivas mas não em todas . A própria inteligência, se consiste em uma definição conceitual carregada de emoção e de critérios relativamente arbitrários que desprezam a imagem maior, que é complexa, diversa e contextual e se delimita a partir de considerações unilaterais, tal como os crentes no ”design inteligente” que desprezam o processo doloroso que torna possível a perfeição da natureza ou o seu produto final, também fazemos algo parecido em relação às correlações sobre inteligência, ao desprezarmos os reais fatores ambientais ou circunstanciais que geralmente terão grande impacto por nos encapsularem e limitarem nossas ações, que também serão fortemente influenciadas por nossas biologias comportamentais . Você não precisa negar o ambiente para crer no determinismo natural da genética. Nós mudamos pouco e mesmo quando somos mais inconstantes, isso não quer indicar que não exista a ação dos genes na modulação desta predisposição, a plasticidade comportamental humana não nega a predominância de nossas predisposiçoes genéticas, não teria como, quem crê no determinismo behaviourista é um crente inconsciente, que acredita em uma superioridade excepcional do ser humano, como se fossemos divinos. Não precisamos de divindades particulares para sermos excepcionais.  Todas as pseudo-lógicas populares da modernidade cairão por terra neste blogue.
Talvez a superioridade absoluta do homem sobre a mulher se dê apenas nos nichos mais significativos de capacidade cognitiva. Por exemplo, entre os sábios, é provável que haverão menos mulheres do que de homens. Há uma incidência diminuta destes fenótipos na populações humanas de qualquer maneira. A humanidade é super estimada, homens e mulheres também. Talvez fosse melhor mudarmos o foco e ao invés de nos questionarmos sobre ”quem é o mais inteligente”, nos perguntássemos sobre ”quem é menos estúpido”, faz mais sentido.

Ainda que seja provável que de fato  exista essa predominância masculina, o coletivo também é muito importante e apenas pela proporção de gêneros na criminalidade  já nos mostra que tal superioridade a partir de um viés unilateral  não se sustenta quando aplicamos as múltiplas perspectivas. Homens e mulheres são complementares e um poderia aprender mais com o outro se fossem mais sábios. De todos os países oficiais, muito poucos são aqueles em que as mulheres viverão menos que os homens. As mulheres sofrem menos pressão psicológica do que os homens nas sociedades humanas, ainda que também sejam cruéis com elas. Também não restam dúvidas quanto aos maiores níveis de empatia feminina. É verdade que as sociedades estão fortemente tendenciosas no favorecimento dos homens em relação às profissões de maiores ganhos materiais bem como também de realização profissional. Eles valorizam mais quem produz do que quem cuida. Também é verdade que ainda existe muito preconceito negativo por exemplo quando uma mulher ocupa um cargo de liderança. Mas isso não prova que os gêneros não  se difiram em termos de personalidade e cognição, ainda que essas diferenças sejam causadas pelos processos de seleção natural que continuam a operar dentro dos ambientes antropomorfizados. Muitas mulheres brilhantes tem dado as suas contribuições à sociedade, das mais diversas maneiras. E não é necessário ter um intelecto portentoso para fazê-lo visto que em comunidades das redes sociais que são especializadas no cuidado com os animais não-humanos de tez doméstica,  há um predomínio significativo de mulheres cognitivamente medianas que dedicam parte de suas vidas na mitigação do sofrimento desnecessário de animais não-humanos indefesos rente à anomalia humana.
Como eu sempre falo aqui, ”menos emoção irracional, mais razão e ponderação” na hora de se falar sobre esses assuntos. Nenhum grupo de seres humanos será infinitamente superior ao outro, todos, de todas as naturezas, apresentarão forças e fraquezas, serão imperfeitos.

Homens também serão mais propensos a terem rostos mais largos e robustos do que as mulheres. São médias, lembre-se sempre disso. E eu também estou usando em excesso os termos ”tendem”, por alguma razão…

Mesmo que a primeira imagem esteja mostrando um homem de rosto relativamente menos masculino, ainda se pode notar com grande consistencia as diferenças marcantes dos rostos mais comuns em mulheres e os mais comuns em homens (que serão relativamente raros de serem encontrados no sexo oposto).

Regressão à média, as metáforas das zonas de impacto de uma bomba, das células e da hierarquia das cidades

Regressão à média e a metáfora das zonas de impacto de uma bomba e continuidade geográfica de propagação de similaridades fenotipicas…

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Uma bomba atomica cai, hipoteticamente (pelo amor que voce tenha a Deus), em uma área de planície e sem vegetação. Sua área de impacto, vista do alto, nos mostra onde foi o seu centro de difusão (de destruição) e o seu alcance. Qualquer quantidade geograficamente organizada, apresentará um centro, uma área de borda entre o centro e a ”fronteira”, e a fronteira, que se delimita com a área que não sofreu qualquer impacto. O mesmo, por que não, poderia ser aplicado as quantificações demográficas, de todas as naturezas. O estereótipo vive no centro, o ”average joey”, de Lagos, Tóquio, Maputo ou Paris (de preferencia, antes da invasão alógena por razões políticas heterogeneas). O estereótipo de uma célula é o seu núcleo, assim como acontece com a Terra e qualquer planeta.

Assim como também  acontece conosco, todos nós temos nossos próprios estereótipos. O estereótipo que é o conjunto limitado de características que nos definem de imediato (ou quase, se voce não for prendado a contar mentiras sobre si), nossa personalidade, nosso(s) instinto(s). Por exemplo, nós temos todas as nossas características fisiológicas. No entanto, é provável que algumas sejam mais evidentes do que outras, como um nariz grande, ou bonito, ou torto ou que apresenta um formato diferente. Quando um caricaturista talentoso exagera nossas protuberancias mais idiossincráticas em um desenho, podemos ver com maior detalhismo as regiões de nosso corpo que chamam mais a atenção das outras pessoas e de nós mesmos. Exatamente o mesmo pode ser aplicado as nossas personalidades.

Eh a estrutura que sustenta qualquer aglomeração quantitativa de natureza sistemica ou internamente dinamica (que é por si mesma uma forma primordial de abstração ou agrupamento de indivíduos) como acontece com ”populações”. A prevalencia demográfica se localiza no centro ou pode ser entendida como tal.

A regressão a média (em termos de inteligencia e comportamento) será uma tendencia, especialmente, para as pessoas que apresentarem uma grande heterogeneidade cognitiva, e principalmente quando tiverem muitos parentes que personificam o ”cara das ruas” de sua raça, etnia, povo, grupo ideológico ou máfia. A regressão a média é aplicável a todas as populações indivíduos que apresentam uma longa dinamica interna de acasalamentos sem estratificação social demarcada (que possa manter certos grupos, relativamente separados dos outros), sem diferenciações internas, porque sem esta aglomeração diferencial de características hereditárias, o compartilhamento de genes será maior, reduzindo as chances de passar as próprias características (que são mais bio-estatisticamente raras) para os filhos.

Todos nós temos as nossas próprias ”médias estatísticas”, para todos os tipos de comportamento, como a ‘cognição’, o componente técnico que produz a inteligencia humana. Portanto, quando viemos de famílias com longo histórico de diferenciação fenotípica (em algum aspecto, e neste caso, especificamente, algumas dimensões da inteligencia e ou da cognição), haverão maiores chances de passarmos adiante as nossas próprias médias ou que se aproximam delas, sem ter de haver o fenomeno da regressão a média. Por exemplo, as chances para que um libanes cristão mais inteligente possa regredir a média libanesa, que é calculada a partir de todas as populações que vivem no Líbano, incluindo a maioria muçulmana, será bem menor do que em relação a um libanes muçulmano, de mesmo nível psicometricamente quantitativo de inteligencia, por causa do diferencial fenotípico endogamico que a família do primeiro tem gerado entre si e transmitido a gerações de maneira sucessiva, em comparação ao libanes muçulmano, que tem sido englobado dentro de um contexto seletivo maior e menos vantajoso. Mesmo que a tendencia muçulmana de endogamia (excessiva e sem qualquer critério seletivo mais significativo para ”inteligencia”) tenda a renegar a ideia de compartilhamento de genes entre as famílias e a redução do diferencial fenotípico, isso não significa então que a média muçulmana será melhor, se parece notório que isto não se consiste na verdade dos fatos. A endogamia, que será muitas vezes excessiva, entre eles, contribui para diminuir as suas médias de capacidade cognitiva (e talvez também em relação a flexibilidade comportamental) enquanto que a manutenção destas médias, funciona como um mecanismo de retroalimentação, mantendo o mesmo cenário cognitivo que parece já se arrastar por séculos entre estas populações.

Vamos continuar tentando entender como que funcionaria este sistema. O núcleo, a área mais densa e fundamental de uma célula, ou a zona central de impacto de uma bomba atomica, ou a métropole mais importante, que influencia todas as outras áreas, são outras duas metáforas que nos ajudam a entender o mecanismo a regressão a média só que desta vez ‘visto de cima’ ( o diferencial deste texto). Ambos apresentam uma hierarquia de atração, onde que o mais denso e central ou o mais populoso, irá atrair os menos, respectivamente, densos e populosos. São Paulo atrai Campinas, Santo André, Carapicuiba, Itu (cidades do interior do estado de São Paulo). E dentro deste sistema hierárquico, evidentemente que teremos as subdivisões de atração, onde que o São Paulo atrai Campinas que por sua vez atrai Itu, do maior para o menor, de maneira gradual. O mesmo princípio, talvez, possa ser aplicado a hierarquia hereditária coletiva, onde que os tipos mais preponderantes (os ”average joey’s”), atrairão os tipos menos preponderantes que por sua vez atrairão os tipos mais raros.

Isso pode nos ajudar a explicar o porque da regressão a média ser uma tendencia mais forte para os negros americanos mas não para alguns grupos de africanos, como os igbos, em termos de inteligencia, visto que o primeiro se caracterizaria por sua raridade estatística que não é o resultado de seleção diferenciativa para esta finalidade, ou seja, é apenas parte, mais extrema, de uma variação maior do mesmo conjunto de características que englobam a sua população. Em compensação, no caso Igbo, nós temos os resultados esperados de uma enfase seletiva. Se a média de qi dos Igbos for em torno de 100, por exemplo, uma média de qi 120, não será assim tão distante da média, quanto a mesma média para uma população onde que a maioria pontua em torno de 89. O mesmo pode ser demonstrado, por exemplo, no caso de um pigmeu com 1,80 cm de altura, se a média de altura do seu grupo gira em torno de 1,40-1,50 cm.

As maiores metrópoles costumam ter grande influencia sobre as cidades de menor porte porque terã maior maior população e maior economia. A preponderancia demográfica de certos tipos, também age da mesma maneira em relação aos grupos menores, especialmente se estes não forem seletivamente coesos. O núcleo mais denso onde se concentram as pessoas ”medianas”, seja para qualquer traço, será, em condições normais, de maior atração. No mercado de acasalamento, e onde não existe qualquer tipo de ”especiação” ou ao menos de diferenciação fenotípica por  endogamia (dependendo do tamanho desta população), a regressão a média, especificamente em relação a inteligencia (que é o exemplo mais importante neste texto), será uma forte tendencia, porque as pessoas que nascem mais ”espertas” que as demais, carregarão uma grande proporção de genes do seus parentes mais medianos. Em outras palavras, eles são os sortudos, que ”pegaram os palitos maiores” no mercado dos melhores genes da família, mas apresentam grandes semelhanças genéticas com os seus parentes, irmãos, tios, pais, que geralmente não tiveram a mesma ”sorte”. O resultado portanto será que esta raridade estatística seja pouco provável de ser passada as outras gerações, aos filhos. Podemos comparar também com um balde de tinta azul em que voce joga um pouco de tinta amarela. A cor que jogou não irá modificar a mais predominante, mas poderá aparecer a superfície, diluída, quando voce for misturando as duas.

Repare que nesta bolha maior, pequenas bolhas apareceram dentro de sua estrutura. O processo de diferenciação fenotípica, pode ser metaforicamente representada desta forma, em que temos pequenas bolhas aparecendo paralelas a bolha maior. Por exemplo, os libaneses católicos, que segundo as ”más línguas”, seriam mais cognitivamente prodigiosos que os seus vizinhos muçulmanos, são um exemplo de uma pequena população que por causa do diferencial religioso no padrão de acasalamento, evoluíram de maneira relativamente distinta, especialmente quanto a cognição, em comparação as populações vizinhas.  Pode-se, no entanto, dizer que seja comum que ocorram ”corredores” de acasalamento, seja por  meio da conversão de indivíduos de fora do grupo, seja por causa da secularização de certos grupos de dentro da população, que são mais relaxadas quanto as origens étnicas e culturais de seus potenciais conjuges de acasalamento.

Todas as populações tem os seus ”average joey”, o núcleo mais denso ou a predominancia fenotípica.

Na minha ”tentativa de desenho” mais acima deste post, eu tentei mais ou menos demonstrar como que se daria a atração em direção ao núcleo, a média de uma população. Percebam que haverão casos e casos, tanto a nível familiar, quanto a nível populacional, em que aqueles que são mais suscetíveis de ”sofrerem” de regressão a média em seus filhos, de fato, serão mais heterogeneos em seus arcabolsos genéticos, os famosos casos de pessoas inteligentes que nascem de parentes menos capazes. Neste caso, a inteligencia será mais epigenética ou indireta e complexamente hereditária ( que depende de um maior conjunto de variáveis para produzí-la) do que no caso de um casal inteligente que apresenta diferencial fenotípico em comparação a população que o encapsula, de menor capacidade cognitiva, em média, é claro, e que portanto, será mais predisposto a transmitir sua inteligencia para os seus filhos, sem vivenciar a regressão a média.

Vale ressaltar que a exogamia também pode produzir (obviamente) diferenciação fenotípica de natureza cognitiva. Na verdade, é o que mais parece acontecer em países como o Brasil. Se não se casa dentro da família pra manter os ”mesmos” genes, então se pode casar partindo-se de outros critérios como classe social, tipos de personalidade e de cognição (parte técnica da inteligencia). Pessoas que trabalham nas mesmas profissões, tem níveis educacionais e de renda mais parecidas, e que também tendem a compartilhar muitas similaridades de comportamento, crenças e nível de cognição, são mais propensas a se casarem entre si. Esta realidade também pode ser muito boa para evitar a ”regressão a média”, mas a diversidade ou a heterogeneidade de possíveis combinações, serão maiores, porque apesar das extratificações sociais (que tendem a ser marcantes e estáveis), muitas pessoas que conseguem ascender socialmente, tenderão a vir ”de baixo”, da hierarquia piramidal.

Novamente a teoria da metáfora dos elásticos para explicar sobre o aprendizado e com um novo complemente igualmente metafórico

Só de olhar isso, já me embrulha o estomago e minhas mãos começam a suar…

Teve uma vez na faculdade que eu caí em uma enrascada. Acho que já contei essa história pra voces mas vamos recapitular porque já faz tempo. Então, resolvi me matricular em uma matéria só para ganhar créditos extras, só que eu não sabia que o professor (diga-se, um esquerdo..ista nervoso, ainda que simpático quando não está sofrendo de algum rompante psicótico de natureza política) a trataria de maneira séria visto que não é obrigatória no currículo (enfim, mentalidade de escola, na faculdade, pragmático e preguiçoso). Resultado parcial. Tirei uma nota super baixa na primeira prova. Me encontrei em uma situação embaraçosa, repetir nesta matéria que não é obrigatória. Eu nem me lembro direito do que se tratava o seu conteúdo (kkkkkkkk, pra voces verem que quando não gostamos de uma coisa, é muito pouco provável de conseguir desenvolver empatia por ela). Só sei que resolvi me esforçar, decorando nomes e até esquemas hierárquicos, de um assunto do qual não tenho qualquer interesse. Na segunda prova eu tirei uma das notas mais altas. Até pensei de início que ele poderia ter ajudado ”pro meu lado” mas depois que peguei a prova corrigida, minhas dúvidas de favorecimento por pena (sic!) se dissiparam. Eu mereci por mérito aquela nota (na primeira prova eu tirei 5 valendo 100 e na outra 80, também valendo 100). Será que eu me tornei mais inteligente depois disso** A resposta óbvia é um não, a princípio, porque é necessário analisar as pessoas a longo prazo. Casos como este devem abundar no mundo escolar e academico, mas pode significar nada sobre a essencia cognitiva das pessoas.

Este é um exemplo de que nossas capacidades cognitivas não são essencialmente moduladas por fatores ambientais como ir para uma escola melhor, porque a inteligencia não se aplica apenas nas notas escolares ou de conseguir um emprego bem remunerado, a inteligencia se aplica a tudo, em tudo.

Desde quando acordamos, até quando vamos nos deitar, um dia apenas e voce terá usado a sua inteligencia, de diversas maneiras, a toda hora, solucionando um problema, consciente ou inconsciente disso.

O medo ou fobia de altura, é uma tendencia particularmente comum entre nós. Eu mesmo a tenho e quer indicar que eu ”também’ tenha baixa tolerabilidade (habilidade de ser tolerante) a lugares muito altos. Algo parecido acontece comigo quando me deparo com um típico problema de matemática, claro que sem os efeitos mais fisiologicamente contundentes tal como acontece com a fobia a altura. Outra coisa, eu também tenho invariavelmente, fobia social. Já foi pior, hoje em dia está bem menos, mas de vez em quando volta. Ainda que menos aparente, os efeitos de intolerancia a matemática, também são sentidos a nível físico, o cansaço quase que imediato, a ansiedade para tentar solucionar. Eh como se estivesse tentando esticar o máximo possível um elástico mais duro, que se expande menos. O esforço é muito grande, é transpiração demais e 0% de inspiração. A inspiração vem antes da transpiração.

Eu nunca me senti inspirado para gostar de matemática e a de estudá-l. Desde criança que apresento de maneira marcante algumas características cognitivas que se assemelham ao quadro ”sintomatológico” do autismo, como a tendencia de ficar obcecado por um assunto específico, estudá-lo e me tornar um quase especialista nele.

O limite de tolerabilidade permeia todos os aspectos de nossas personalidades e de nossas cognições. Estes limites (metaforicamente, os elásticos) nos mostram nossos potenciais e nossas fraquezas, nossas técnicas de autoconservação.

Por exemplo, o meu limite de tolerancia a atitudes mesquinhas tende a ser baixo. Esta comunhão de limites de tolerabilidades, constroem aquilo que somos. Algumas pessoas são altamente sensíveis a certas ideias, enquanto que outras serão completamente tolerantes as essas mesmas ideias. Brancos nacionalistas versus esquerdistas sobre as diferenças de inteligencia entre as raças humanas***

Voce pode ser fóbico em relação a alguns aspectos da interação humana e ser completamente tolerante a outras e isso também se aplica a nossa cognição, se nossa personalidade nada mais seria do que uma extensão de nossa capacidade intelectual.

Quando existe um grande esforço, maior do que inspiração, então isso pode estar querendo dizer que esteja despejando a sua energia em algo que não é muito natural de seu ser. Claro que existirão certas habilidades que serão mais simples de serem aprendidas e até mesmo melhoradas. Por exemplo, em relação a dança. Quase todo mundo que não tenha uma deficiencia, motora ou visual, pode aprender a dançar e até a melhorar esta habilidade. Mas quanto mais talentoso for o indivíduo, mais natural será o seu talento. Alguns dos melhores dançarinos do mundo tem um corpo perfeito para a dança e talvez até tenham outras características como consciencia corporal, que os façam mais naturalmente habilidosos.

 

Não restam dúvidas que para ser um bom jogador de Basquete, seja necessário ser muito alto (mas nem tanto) e com capacidade de explosão muscular. Os esportes nos mostram que as pessoas que os praticam tendem a comungar com muitas semelhanças biológicas entre si. Até poderia sugerir que cada esporte tenda a agregar um cluster genético e quanto mais especializado, mais geneticamente homogeneo tenderá a se tornar.

Por que que não poderíamos fazer a mesma analogia em relação a panaceia humana de capacidades cognitivas*** Alguns serão como Michael Jordan na filosofia, na matemática, no planejamento social (que também pode se relacionar com a filosofia), nas ciencias (e sabemos que os polímatas costumam ser muito talentosos em várias áreas)…

Michael Jordan nasceu com a altura e a capacidade muscular (dentre outros aspectos biológicos) perfeitas  para o basquete. E claro que sua genialidade sinestésica não pode ser explicada apenas por ”transpiração”.

Seu elástico ou limite de tolerabilidade para a prática deste esporte se mostrou espetacularmente alto e flexível. Pode-se dizer que exista ”um” grau, tanto de hereditariedade quanto de reciprocidade biológica entre ambos, Jordan e o Basquete. Mas também é errado sugerir que exista hereditariedade para o basquete, se o mesmo é apenas um esporte recreativo. A hereditariedade se dá principalmente para a execução de tarefas objetivas, das mais diversas naturezas. Eh errado, mas também pode estar certo sugerir este tipo de coisa, mas com o peso certo, a abordagem certa.

”Podemos transpirar mais” para conquistar nossos objetivos (ou, ter intuições como os genios, a diferença entre talento e genialidade). Mas mesmo este hiper foco, é muito provável de ser causado por predisposições biológicas, isto quer indicar que ninguém faz nada sem que tenha um desejo, evidente, provável de ser expressado ou mesmo, pouco provável, que se relacione com a sua biologia comportamental. Portanto, mesmo alguns milagres como se tornar muito bom em algo que não era antes, não pode estar totalmente dissociado da genética. Novamente a teoria da piscina para explicar os graus de hereditariedade comportamental. Mas é provável que qualquer talento mais expansivo, seja obra de predisposições genéticas, nenhum elástico pode se tornar mais plásticos, mais expansivo, apenas por esforço, tem de ter uma maleabilidade natural. Quem muito sabe de um assunto, é porque gosta do assunto (empatia cognitiva, diferente do modelo de empatia cognitiva que a psicologia tem conceituado) e ve naturalidade em se debruçar na prática de esmiuçá-lo.

Entendendo o esquerdismo

Entendendo (ou, tentando entender) o esquerdismo:

Esquerdistas ou ( socialmente)  liberais são mais propensos a serem
ansiosos,

depressivos ( homens  fortemente conservadores também reportaram maior incidência de depressão mas bem menos que entre os fortemente esquerdistas ),

a sofrerem de fadiga crônica

a terem transtorno bipolar e transtorno sazonal de humor,

a terem sono mais instável e a terem maior frequência de sonhos com temática homossexual.

Por que os esquerdistas insistem sobre a supostamente ”enorme” influência de ”fatores ambientais” para explicar o comportamento humano ao invés da genética??

Boa parte dos argumentos feitos pelas pessoas, mesmo as de maior inteligência, em conversas e debates televisivos ou no cotidiano, são baseados em auto-projeção. Quando defendemos qualquer ideia, é muito provável de estarmos defendendo a nós mesmos. Não é um debate de ideias neutras retidas de uma apanhado de hipóteses racionais, mas sim de teor ideológico, e isto quer indicar, dualista ou extremista, tribalista e pessoal. Os socialmente conservadores não escolheram a sua ”ideologia de vida”, eles SÃO conservadores, em algum grau importante e difícil de ser mudado ou que  se relaciona umbilicalmente com a sua essência existencial ( reprodução e/ou sobrevivência) . As pessoas que sao mais emocionalmente instáveis podem de fato serem mais influenciadas pelas intempéries ambientais do que em relação aquelas que são mais emocionalmente controladas. Portanto, pode-se dizer que especialmente para os socialmente liberais ou esquerdistas, os ”fatores ambientais” ou ”não-genéticos” podem ter um maior impacto em suas respostas reativas de curto e longo prazo  do que por  exemplo, em relação aos conservadores ou a pessoas mais emocionalmente maduras. Quando nega qualquer participação genética no comportamento humano, o esquerdista médio está apenas fazendo auto projeção, que não seria muito diferente do que dizer ”Eu sou mais influenciado pelo que acontece de curto a longo prazo comigo… e isso deve acontecer com todo mundo”.
Claro que a conhecida ignorância esquerdista em relação a lógica ou coerência mental e ciência, especialmente  a biológica, também interfere no produto final ou  suas argumentações coletivamente uníssonas e holisticamente equivocadas.
No entanto, algo mais profundo do que apenas ”estupidez”, deve ter maior importância  na deflagração das crenças esquerdistas sobre behaviourismo. Da mesma maneira que a explicação para o comportamento habitual de conservadores médios, fervorosamente religiosos, perpassa as crenças filosóficas no livre arbítrio (autisticamente literalizado), que chamamos de predisposição genética, o mesmo acontecerá com qualquer grupo ou mesmo a nível de  indivíduo. Eu não duvidaria que as pessoas que são mais emocionalmente instáveis fossem também mais propensas a acreditar que seu comportamento fosse fundamentalmente modulado pelo ambiente e não a partir da atuação em conjunto  das intempéries ambientais e  de fatores genéticos ou nós mesmos, tal como que é compreendido por boa parte dos cientistas da área. O esquerdismo também parece se relacionar de maneira distinta com o narcisismo em comparação ao conservadorismo. Narcisistas em média são mais propensos a fazer considerações retidas de suas próprias opiniões. Não é errado fazer isso, eu mesmo uso a todo momento esta técnica aqui no blogue, o problema se dá  quando fazemos generalizações ilógicas ou inferências equivocadas, o famoso exemplo

‘eu não concordo que os negros sejam menos inteligentes, porque eu mesmo conheço muitos que são muito mais inteligentes que muito branco”.

Os esquerdistas também podem ser mais propensos a sofrerem de transtorno pós traumático. A hiper sensibilidade emocional que no passado era denominada como histeria, pode ter um papel para as constantes atitudes de extrema intolerância por parte deles quando se deparam com opiniões que destoem das suas. A incoerência mental é uma característica marcante entre muitos esquerdistas. A partir daí abrem-se brechas para muitas especulações.

A hipótese ”inteligente mas nem tanto”, se daria pela possibilidade de que o esquerdista médio seja a representação média das pessoas de inteligência (técnica ou cognição) razoavelmente-alta, de nível de estudante a professor universitário, principalmente das humanidades. Que não é uma assumidade cognitiva mas também não é um ‘‘average Joey”. Quando comparamos esquerdistas e conservadores clássicos, vemos diferenças pronunciadas entre suas capacidades médias, apenas pelo que  suas ideologias dizem. Por exemplo, o esquerdista médio tende a ser ateu e a duvidar da narrativa bíblica ou de qualquer outra religião, ainda que ensaie alguma tolerância superficial para a pluralidade religiosa ( menos o cristianismo porque seus Mestres lhe ordenaram que fosse assim ).  Em compensação, o conservador médio, em média ( e bota média nisso),  tende a acreditar literalmente nestas estorinhas de início de civilização. O pensamento mágico é uma característica importante em sociedades pré-civilizadas e uma boa parte dos conservadores por acreditarem nestes papos de igreja, são mais prováveis de serem mentalmente ”primitivos”.

O esquerdista médio e as cepas mais evoluídas de conservadores se assemelham mais entre si no sentido de que são menos propensos a terem crenças baseadas em pensamento mágico ou que não pode ser comprovado. Neste aspecto, o esquerdista será em média, superior ao conservador médio ou clássico. Mas uma boa parte das crenças que os esquerdistas dizem seguir não estão enraizadas nem na lógica intuitiva nem em lógica empírica. Por exemplo, a maioria dos ateus, que dizem acreditar e entender a teoria da seleção natural de Charles Darwin, também tendem a se definirem vagamente  como ”anti racistas”. O ateu médio adora postar em redes sociais que ”somos todos iguais” ou que ”os cérebros das raças são os mesmos”. O ateu médio que tem boas chances de ser mais voltado pra esquerda no espectro ideológico / político, é mais esperto ao renegar que as metáforas milenares da bíblia sejam factuais mas entra em coma racional ao entrar no coro dos behaviouristas comportamentais ao negar qualquer participação genética no comportamento humano.

Darwin é melhor que Jesus, mas Lamarck ganhou de Darwin???  quando o conservador médio, o religioso literal, se depara com o básico da ciência, sua cabeça tende a entrar em pane. Já o esquerdista, ainda terá alguma tolerância com a ciência, mas sabemos que é  muito baixa e não é suficiente para torná-lo incrivelmente inteligente ou ao menos predominantemente racional.

A hipótese ”estúpidos no poder” e ”senso comum” 

Se baseia no fato de que existe um trabalho por de trás do palco em que se almeja colocar esquerdistas em posições de poder. Se sabemos que eles costumam ser péssimos governantes, então uma explicação plausível para fazerem isso é a de que estes agentes secretos ( ou nem tanto)  desejam  sabotar nações, especialmente as ocidentais, com outras finalidades em vista. Os esquerdistas aparecem perfeitos para a função porque seus líderes costumam ser de psicopatas ( dos conservadores também ) enquanto que os seus seguidores  costumam ser de pessoas muito ingênuas ( e estúpidas, ingenuidade extrema é uma forma de estupidez) . Isso sem falar no braço eleitoral demograficamente relevante, que é composto por dependentes ‘pobres’. É por isso que dizem que o esquerdismo se consiste em um regime facistóide com um sorriso no rosto. Nas sociedades hierárquicas e primitivas dos seres humanos, aqueles que detém o poder, são os que ditam as regras de convívio e as crenças que vão predominar. Sim, racionalidade, empatia, inteligência, criatividade, sabedoria, são palavras ideais para mundos ideais, na realidade humana, ganha quem é mais forte.

O famoso ”consenso popular”.

Portanto, se os esquerdistas dizem que os homossexuais são extremamente superiores aos heterosexuais, então com base em chantagem e repetição constante nos meios de comunicação, este exagero se tornará a mais pura verdade. E o esquerdista médio se tornará convencido de que as suas ideias estão corretas se celebridades e pseudo-cientistas carreiristas lhes disserem que o que acredita esta correto.

A hipótese  ” Born that’way”

Acreditamos ou somos forçados a acreditar que inteligência seja sinônimo  de racionalidade. Mas a inteligência é um termo muito vago e racionalidade, segundo muita gente, se baseia no ”senso comum” e não naquilo que é, na verdadeira causalidade conceitual e literal!! Portanto, ser cognitivamente inteligente, não será um salvo conduto para ser tambem mais racional, e o fenomeno do esquerdismo nas frações inteligentes nos mostram que esta realidade está parcialmente correta.  O pensamento lógico racional é oriundo de duas variáveis essenciais da vida, sobrevivência e reprodução. Estamos a todo momento pensando numa maneira de mitigar potenciais riscos de morte.

Outra teoria, complementar as outras é claro, é a de que o aumento da complexidade mental tenda a resultar em perfis cognitivos ”aberrantes”, tal como eu sugeri no texto ”pai yuppie, filho hippie”. E que o esquerdismo possa ser tal como um perfil intelectual intermediário (novamente, pegando a ideia de que algumas características sejam intermediárias). Interessante que quando eu tinha 18 anos de idade, fui solapado por ideias claramente esquerdistas. Por exemplo, eu me lembro que quando comecei a estudar demografia mais a fundo, fiquei muito feliz com o multiculturalismo na Itália (mais especificamente) e me encontrava ansioso por mudanças demográficas, isto é, que a população italiana se tornasse mais e mais ”diversa” e ”menos branca”. Sim, eu tinha 18,19 anos, um ano depois de ter entrado na faculdade. Será que em termos de idade mental, o esquerdista médio poderia ter parado na casa dos 18 anos**** Faz até um certo sentido visto que apesar dos claros déficits cognitivos holísticos (ou morais), eles tendem a ser mais preocupados com situações que denota maior amadurecimento. O caráter intermediário do esquerdista médio nos mostraria que ele se encontraria entre um conservador clássico ou médio, que tem poucas certezas sobre a sociedade (capitalista) em que vive e entre intelectuais de grande capacidade. Meio filósofos que acabam morrendo no meio de uma lagoa, chamado esquerdismo. Será**

Um estudo recente onde que foram produzidos ratos de laboratório mais inteligentes, descobriu-se que além da  maior capacidade (óbvia) de aprendizado ( e adestramento??), estes ratos geneticamente modificados também se tornaram  menos alertas a perigos iminentes de vida, como por exemplo em relação à presença de gatos, seu predador habitual, no mesmo ambiente em que se encontram. Menores níveis de ansiedade podem ser bons para o aumento da capacidade cognitiva ( aprendizado ou adestramento**) , mas também podem resultar na redução da capacidade de vigília, de sobrevivência.

Alguma semelhança com os esquerdistas???

Sabe-se que o parasita toxoplasma quando infecta o cérebro de ratos, provoca a indução do comportamento suicida, que faz com que o rato afetado sinta uma mórbida atração pelo gato, seu maior e mais conhecido predador.

E imaginem que o mesmo parasita parece estar relacionado com o comportamento suicida entre os seres humanos. (e eu fico imaginando, cá com meus botões, se eu não tenho esta galerinha em minha cachola). Claro que todo ser humano tem microorganismos em seu corpo, e como eu já falei algumas vezes aqui, existe uma diversidade de tipos e funções. Sem falar que nossos genes, de acordo com a minha hipótese, seriam relíquias coevolutivas dos primeiros microorganismos, das primeiras formas de vida, e nós seríamos como os seus bolores.

Alguma semelhança com os esquerdistas e sua conduta com criminosos violentos** (ou predadores humanos).

O esquerdismo ideológico pende neurologicamente para a dominância ”anomala” do lado direito do cérebro, que explicaria a ocorrência mais elevada de disturbios de humor entre eles como ansiedade e depressão.

Hipótese, esquerdismo como déficit na capacidade de reconhecimento holístico de padrões (aquilo que realmente importa, reprodução-sobrevivencia) .

Uma recente pesquisa encontrou que enquanto que os conservadores tendem a ser de pensadores holísticos, os esquerdistas tendem a ser de pensadores analíticos. Um pouco complicado resumir uma possível complexidade correlativa apenas desta maneira, mas parece fazer sentido, conceitualmente falando, que os conservadores sejam mais atentos com a imagem maior, ainda que de maneira pleistocenica, enquanto que os esquerdistas sejam mais propensos no pensamento analítico ou que busca detalhes dentro desta imagem maior.

Influencias ambientais seriam encapsuladas por interações genéticas entre os seres envolvidos e em relação ao meio em que vivem**

O fator genético no comportamento humano parece, conceitualmente falando, mais relacionado com uma suposição de natureza holística enquanto que o fator ambiental ou circunstancial se assemelha com uma suposição de natureza analítica.

Parece evidente que o esquerdista médio tenha uma tendencia para ter déficits na capacidade de pensamentos de natureza holística, de capturar a imagem maior. Sua ingenuidade, em partes, pode ser explicada justamente por este déficit.

Animais domesticados são socializáveis e treináveis. Conservadores também seriam mais como animais domesticados, mas de uma cepa mais antiga.

Hipótese” todas as alternativas anteriores, tudo junto e mischturado”

O mais provável de ser,

o esquerdismo é uma predisposição comportamental inata, lembrem-se da minha metáfora da piscina para explicar a hereditariedade e expressão de comportamentos , que tende a ”acometer” uma importante parcela das pessoas que ”pertencem” ou podem ser alocadas dentro da ”elite cognitiva”, que em jargão unilateral psicométrico, quer dizer, que ou aquele que pontua acima de 120 em testes de qi e que também tende a ser mais comum em pessoas com nível (de estudante) universitário de capacidade (técnica ou) cognitiva. Existe um complo(t) conspiracionista que tem como uma de suas estratégias, usar pessoas (relativamente) inteligentes e muito ingenuas como pelotão de apaziguamento reativo, isto é, aqueles jovens mais artísticos que gostam de chamá-lo de ”racista, homofóbico, misógino” (e em parte eles tem razão, a verdade está em todo lugar) assim como também o grupo de carreiristas oportunistas (em jargão psiquiátrico, psicopatas de alto funcionamento), mentirosos profissionais, que se utilizam de toda a sorte de chantagem emocional, pseudo-científica e ou semantica para manter o trem suicida chamado ”Ocidente” no caminho em que está trilhando.

”Racismo”, ”homofobia” (apesar de aspeá-los, isso não quer indicar que esteja desmerecendo as suas existencias negativas dentro das interações humanas), ”misoginia”, são usados como armas verbal-semanticas e emocionais para calar a dissidencia mas também como distrações, além de toda a sorte de indústria recreativa, inclusive e talvez especialmente a cultural, para  as massas  de todas as cepas cognitivas em relação ”aquilo que realmente importa”, ainda que, o bom e civilizado tratamento a todos os tipos neutros e virtuosos (especialmente) de seres humanos também seja algo que importe e muito. No entanto, estas expressões vagas de ordem não tem como intuito ”fazer o bem”, mas fazer o mal disfarçado de bem, ” os fins justificam os meios”, dizem. Os esquerdistas, como eu vou falar em outro texto, parecem ser mais geneticamente mutantes que os conservadores, em alguns aspectos, por exemplo, na grande proporção de homossexuais dentre outros tipos de sexualmente fluidos, de maior incidencia de distúrbios de humor etc…

Ingenuos, menos tribalistas (porque tendem a serem menos parecidos com os seus pais e parentes***), menos sexualmente dimórficos, mais criativos, mais intelectualmente orientados, sendo selecionados para ocupar posições de poder…. e também com déficits em pensamento holístico**

Qi ‘não é” inteligencia parte 127…. e a sabedoria como o hiper desenvolvimento (de natureza inata) de habilidades cognitivas essenciais (reconhecimento de padrões)

Qi não é inteligencia, qi se correlaciona com inteligencia # (traduzindo= hashtag)

Tal como eu já falei sobre as possivelmente verídicas diferenças entre as inteligencias de predador e a de neotenico, a escola assim como também a psicometria, visam conceituar unilateralmente apenas um tipo de inteligencia, aquela que melhor se adere as necessidades do sistema. Poder-se-ia dizer ainda que quase todos os modelos psicológicos de comportamento, usados para categorizar os tipos de personalidade e julgar atitudes, sejam baseados em um contexto social particular, o ocidente urbano e moderno, e isto também quer indicar um viés (preconceito potencialmene negativo) político.

Os cachorros (domésticos) mais inteligentes, são aqueles que aprendem com maior facilidade os comandos de seu ”dono”. Isso é ser mais inteligente**

Para um cachorro domesticado, sim. Mas não será para ser realmente inteligente. O inteligente absoluto ou o sábio, mais do que qualquer outro, sempre se questiona em relação as verdades absolutas (de momento e milenares) que estão sendo socializadas em seu ambiente.

Por que existem reis e rainhas** Por que algumas pessoas ganham muito mais do que as outras sendo que fazem muito menos para merecer** Por que muitos retardados mentais se tornam ”famosos” e também entram na folha de pagamento da classe parasita e inútil da nação** Por que eu tenho de fazer um exame público, generalista, disputar vagas de emprego com outras trocentas pessoas** Por que não pode ter emprego pra todos** Por que pessoas ricas falam em ”igualdade”, se elas mesmas são ricas e portanto, desiguais em relação aos outros** Por que as pessoas, em média, ”preferem” acreditar em ideias equivocadas (envernizadas de ”fatos”) do que de tirar as suas próprias conclusões** (ainda que estejam apenas parcialmente corretas) . Por que existem guerras*** Por que dizem uma coisa mas fazem outra** Por que poucos são coerentes a longo prazo com os seus pensamentos e ações***

Se voce pontuar 230 em um teste de qi e for uma pessoa politicamente acrítica e intelectualmente raquítica, ainda assim, uma multidão de losers, que eu chamo delicadamente de ”iqtards”, irão te louvar como o mais novo ”genio” da paróqia.

Agora, se voce pontuar 105 em um teste de qi mas for o tipo de pessoa que está sempre se questionando sobre o porque das coisas serem assim e não assado, pode esquecer, a maioria, e nós sabemos, que maiorias humanas costumam ser diversificadamente medíocres, um arco íris de vergonhas alheias coletivas, nem dará atenção pra voce, porque afinal de contas, ”o genio é aquele que pontua muito alto em testes de qi”. Quem sempre reclama (daquilo que merece ser criticado, pelo bem da inteligencia, sabedoria, empatia… virtuosidades) é um ”recalcado”, porque tem ”inveja”, é o novo ”argumento” dos humanos super domesticados que chamamos de ”esquerdistas” (não ”todos”, é claro).

Eh interessante perceber que ”até mesmo” alguns ‘mensaleiros”, admitem que seus resultados em testes cognitivos não são atestados de genialidade, talvez de grande inteligencia convergente. Genialidade é diferente de inteligencia escolástica, podem se correlacionar, mas não são sinonimos, de ser um produto do outro.

A ”educação” pode ser resumida da seguinte maneira

Avaliação de longo prazo sobre a capacidade dos semi-escravos para aprenderem um conjunto superficial de habilidades cognitivas que são ideais para sustentar o maquinário sócio-hierárquico do sistema piramidal vigente.

A educação também parece servir como uma maneira de

  • inculcar a ideologia dominante desde cedo nas cabeças de intelecto mediano ou com qualquer outra fraqueza (contextual porém decisiva) psicológica,
  • manter os filhos dos trabalhadores sob o cuidado do estado, para que os pais possam trabalhar como quase-escravos em tempo integral e encher os cofres de uma ínfima parcela demográfica

O ser humano, em um ambiente culturalmente carregado, precisa (precisa mas não tem, por razões genéticas ) ser provido de razoável a grande capacidade no reconhecimento de padrões, tanto de buscar a imagem maior, quanto de ser bom para o pensamento analítico ou detalhista. Percebam que o cenário cultural em que se está inserido é de fundamental importancia para que  se possa modular a capacidade individual (e coletiva) de se responder apropriadamente a cada uma das múltiplas interações que participamos a nível diário, de curto a longo prazo. A inteligencia bruta ou sabedoria se encontra dentro do conceito de Geografia, é a técnica de interação entre o homem e o seu meio, sempre buscando pela conservação, de si, mas também do ambiente em que se encontra, porque dependemos da saúde do mesmo para que possamos sobreviver em segurança.

Analisamos a inteligencia dos animais ”selvagens” ou que não foram domesticados, por meio de seu comportamento no meio em que vive. Os animais não-humanos mais inteligentes são aqueles que melhor se adaptam ao ambiente. Existe um espectro (sempre existe) entre o grau de preponderancia na seleção dos mais adaptados pelo ambiente e do próprio ser, isto é, manipulando o ambiente, ao invés de ser manipulado por ele. Sabe-se que os mais adaptados tendem a ser os mais inteligentes, ainda que o fator contexto, também seja de grande relevancia. Então, nós temos uma variação de uma determinada espécie, que está adaptada, sobre certas circunstancias, mas que não estará adaptada sobre circunstancias discrepantes. Nós temos dois vencedores para contextos ambientais distintos. O ser humano tem uma janela evolutiva de oportunidade para selecionar o seu tipo mais talentoso nesta tarefa, o criativo objetivo ou prático. A criatividade é o próprio livre arbítrio. A partir do momento em que podemos modificar uma resposta reativa instintiva por outra, isso já pode ser considerado como uma capacidade criativa, de não usar sempre as mesmas respostas e também como uma capacidade de escolha, ainda que como eu sempre digo, seja limitada.

 

 

Em matemática, para aprender um idioma, para entender as leis da física ou para criá-las, para entender filosofia, para amarrar o cadarço dos seus sapatos, para fazer sexo, em tudo, reside aquilo que os psicometristas cunharam de ”fator g” ou capacidade para reconhecer padrões. Esta é a base da inteligencia, da cognição e todos os seres vivos apresentam esta capacidade, se consiste no próprio ato de viver. A fiação neurológica que se ramifica como galhos de árvore por nosso corpo, também se fará presente e influente em quase todos os animais e explica o porque de ”quando se tem asas, elas devam ser usadas para alguma coisa”. Claro que a partir daí, nós vamos ter desde as águias, que são prodigiosas nesta capacidade, até as galinhas e os pinguins, mas as asas também podem servir pra nadar, emulando a função de remos em uma canoa, e as aves predominantemente aquáticas ”sabem” (organicamente, consciencia corporal, a consciencia da clausura) disso.

No entanto, muitos ou a maioria dos psicometristas, também acreditam que os testes cognitivos possam analisar com grande eficiencia o fator g. Talvez isso seja verdade para a capacidade de adaptação dentro do contexto escolástico, fordista, da sociedade em que vivemos. Mas não parece ser positivamente correlativo para o verdadeiro fator g, a base da inteligencia que entendemos como reconhecimento de padrão. Aí reside a diferença da ”inteligencia do animal domesticado” ou neotenico, em comparação ao ”animal selvagem” ou ”não-domesticado”.

Os cachorros  mais inteligentes são aqueles que são mais rápidos e eficientes na memorização de comandos repetidos por seus ”donos”. O trabalho semi-escravo nas ”civilizações” se baseia no mesmo tipo de adestramento que fazemos com os outros animais, se chama gratificação psicológica”. Nos mandam fazer uma tarefa, geralmente que será de natureza técnica e repetitiva e nos dão ”dinheiro” ou o biscoitinho como recompensa. O politicamente correto é como ”se fingir de morto”. Eh uma orquestra onde que as pessoas são convencidas a cooperar com o sistema, de alguma forma.

A análise cognitiva dos lobos, se dá com base em sua capacidade de adaptação no ambiente e isto se relaciona com a ”base da inteligencia”, que a sustenta, a capacidade de reconhecimento de padrões, detalhistas e globais ou ”imagem maior”.

A maioria dos tipos de inteligentes nas sociedades ”modernas”, estão parcial a predominantemente desprovidos desta capacidade, a inteligencia bruta ou ”espectro cognitivo da sabedoria” e é justamente por isso que os tipos de psicopatas de alto funcionamento são tão bons para conquistar o poder e ditar regras totalitárias, oriundas de sua mente megalomaníaca. Porque o psicopata de alto funcionamento é um tipo negativo de sábio, que pode entender todos os padrões de funcionamento do ambiente em que vive e adaptá-los a si próprio. Ele pode não ser um exímio poeta ou um compositor espetacular, um matemático genial, mas será excelente na sua capacidade de ver a realidade bruta por de trás de toda a complexidade de símbolos, alegorias e crendices que permeiam a vida humana, os auto enganos que são tão importantes para o animal com lampejos constantes porém imprecisos de autoconsciencia. ”Precisamos” das muitas ilusões das quais acatamos porque se não teríamos uma grande incidencia de suicídios por causa de uma provável epidemia de depressão existencial. Precisamos ter uma razão para existir, isso é poderoso, raro porém bastante angustiante. E a religião aparece para preencher esta lacuna, não apenas a religião clássica, mas qualquer tipo de idelogia. Precisamos de um caminho para transcender e de ter certezas, mesmo que sejam certezas negativas como a de que o Brasil jamais será um país desenvolvido ou de que o ”mal sempre vence”.

O sábio genuíno, a versão positiva do psicopata, que também é muito prodigioso para entender a realidade, poderia então ser caracterizado cognitivamente como o super desenvolvimento das habilidades intelectuais mais puras, que como eu já disse aqui mais de uma vez, se consiste na base da inteligencia.

Em minha constante e ascendente empreitada na tentativa de desligar a bomba relógio cognitiva da modernidade, a crença dogmática ou dogmalogia na psicometria cognitiva como espetacularmente precisa na medição da ”inteligencia” (provavelmente no plural), faço como conclusão deste texto, uma nova afirmação retida de minhas observações sobre o assunto em pauta, a de que os testes cognitivos meçam habilidades cognitivas que se correlacionam com certas dimensões da inteligencia, mas que por se basearem apenas na analise cognitiva, em um hipotético cenário culturalmente neutro, não pode ser considerado como abrangente. Em outras e distintas porém convergentes considerações, os testes cognitivos se assemelham ao adestramento de animais domesticados e não em relação a toda a multidimensionalidade da inteligencia, esta por sua vez, que tem como base a capacidade holística e detalhista de reconhecer padrões (assim como também de manipulá-los ou produzir novos padrões), o espectro da sabedoria cognitiva.

 

Mito sobre a enorme influencia da educação familiar na formação do caráter dos filhos

”Um estudo realizado pela Universidade de Massssasshushetz descobriu que ler para os filhos pode aumentar as suas inteligencias’.

Quem nunca leu uma notícia dessas** Mais uma vez, nos encontramos diante de mais um caso de correlação do que de causalidade.

Darwin ”venceu”, mas Lamarck continua a predominar… Vamos fazer uma auto-análise, vou mostrar a voces que apenas um indivíduo, pode comprovar ainda que não ”empiricamente” que influencias ambientais não podem alterar aquilo que temos em nosso interior, nossa essencia. Meus pais nunca foram aqueles de pegar um livrinho e ler junto com o filho antes de dormir. Desde cedo que eu demonstrei interesse pela leitura (especificamente de livros didáticos e de geografia, de início) independente de qualquer influencia, constante ou pontual de meus pais. Eu posso dizer sem dificuldades que minha curiosidade intelectual brotou naturalmente de minha pessoa e não sofreu qualquer influencia por parte do mundo exterior, pelo contrário, porque sempre tive incentivos para me socializar. Eu sou responsável por todas as minhas ações. Para que QUALQUER achismo behaviourista ou que despreze veementemente a genética, possa estar correto, existe a lógica necessidade de

  • homogeneidade de resultados
  • e que sejam de longo prazo

Portanto, usando este exemplo, se todos as crianças, aleatoriamente selecionadas, de um hipotético estudo, que foram expostas a leitura por seus pais de maneira constante, se tornarem ávidas leitoras, escritoras e com bom vocabulário, quando adultas, eu ”jogo a toalha”. Mas é muito pouco provável que isso vá acontecer.

A causalidade (muito mais ) mais  provável de ser para este caso é a seguinte

”Os pais que leem mais para os seus filhos, são mais propensos a serem conscienciosos e inteligentes do que aqueles que não leem…. e filho de peixe inteligente, peixinho inteligente tenderá a ser”. 

Mesmo que fosse comprovado que a exposição precoce a leitura tivesse um impacto na inteligencia verbal das pessoas, ainda não se poderia concluir muita coisa a favor das teorias ”ambientalistas” rivais.

Muitas mães e pais se torturam, lamarckianamente falando, porque acreditam que não ”regaram direitinho” os seus filhos para que pudessem crescer fortes e (mentalmente) saudáveis. Se culpam porque acreditam que não deram o melhor de si na hora de educá-los (especialmente quando ”se tornam” adultos de caráter duvidoso). Este tipo de narrativa parece servir como maneira de se retirar a responsabilidade das pessoas em relação as suas próprias ações. Em partes é verdade que não sejamos assim tão racionais, lógicos e empáticos como imaginamos. Mas esta idealização exagerada, que eu denomino de supremacia antropocentrica, não é uma prova de que não somos influenciados por todas as variáveis biológicas que nos compõe, que compõe nossos corpos, nossos neuronios, nossos cérebros. Não restam dúvidas de que sejamos mais plásticos em termos de comportamento em comparação aos outros animais, mas também não significa que sejamos infinitamente plásticos, porque é claro que isso não é verdade e a todo momento nós estamos  comprovando esta realidade factual, tendo consciencia ou não disso. A capacidade criativa, que está muito bem desenvolvida, especialmente a criatividade prática, em uma pequena parcela da população, em temos de potencial e não de adaptação contextual (isto é, aquele que está adaptado sem fazer qualquer esforço concentrado para esta tarefa, porque o contexto o faz ser mais adaptado, tal como acontece na seleção natural), é uma prova de que podemos interferir no curso de nossas interações. Muitos animais não-humanos também podem fazer isso, mas nossa capacidade ou potencial para mudar nossas atitudes visando a adaptação, é muito mais desenvolvida do que em relação as outras espécies.

Eu não duvido que para algumas pessoas, a memória emotiva de seus pais lendo pra elas quando eram crianças, possa ter tido algum efeito em suas atitudes, mas lembrem-se da minha metáfora dos elásticos. Quando eu me uso como exemplo para explicar o comportamento humano, talvez possa estar sendo relativamente falho, se não sou como o ”average joey” para que possa espelhar como que se daria o comportamento médio da maioria. Alguns potenciais individuais para ”o amor a leitura”,  talvez necessitem de algum incentivo ambiental, para que possam ser desenvolvidos. Mas todo potencial terá o seu limite, senão seria infinito, mesmo os ”elásticos de genio” ainda terão o seu teto máximo e talvez, o genio seja justamente isso, o uso constante do teto máximo de seu elástico de maior potencial para ser alargado.

Portanto, quando papi e mami se acasalam e produzem o primeiro esboço de sua pessoa durante a concepção, isso significa que uma boa parte de sua personalidade, já terá sido determinada.

Roubando esta foto do Blog do Mister X… A maioria das pessoas acreditam que quando dizemos que a genética tem um papel mais importante do que o ambiente, isso quer indicar que não tenhamos livre arbítrio, de que seríamos todos como robos. No entanto, como mostra a foto, a preponderancia genética mais se parece com a imagem dos garotos de cima, individuais, únicos, que são donos (mais ou menos conscientes) de si mesmo quando estão sob as mesmas influencias ambientais, enquanto que, segundo um cientista social mais próximo de voce, por meio das ”intervenções ambientais corretas”, todos poderão se tornar iguais, tal como as crianças abaixo. A individualidade humana não é uma construção social apenas ou fundamentalmente, mas sim a resposta de longo prazo, constante e relativamente plástica (dentro de uma concordancia espectral de comportamento e personalidade, como no caso do tempo sendo modulado pelo clima) de nós mesmos em relação as interações ambientais. A enfase dos behavioristas uber-especailistas, está equivocada, porque despreza o indivíduo em favor do ambiente que o encapsula, enquanto que o mais correto é centralizarmos, principalmente em relação ao indivíduo e em sua resposta ao ambiente. Nossa reação é mais importante do que a ação de terceiros, humanos, abstratos ou inanimados.

Se seu filho é mal caráter e voce é uma pessoa boa, busque fazer uma análise neutra, racional de como que se portou com ele durante a infancia e por agora, mesmo que tivesse sido negligente, abundam casos de filhos maduros com pais problemáticos. A genética tem um papel mais importante para modular nosso comportamento, porque quando falamos de genes estamos falando de nós mesmos.

Os uber-especialistas behaviouristas

Os uber especialistas behaviouristas: não pergunte aos teus olhos, pergunte a eles, aos uber especialistas behaviouristas.

Você está andando nas ruas e vendo todo tipo de gente, a maneira como andam, as roupas que vestem, o olhar, a postura corporal,  a maneira como interagem umas com as outras, seus olhos e seu cérebro complexo de bípede meio desastrado, estão fazendo uma narrativa direta sobre tudo o que está acontecendo ao seu redor, e esses relatórios constantes são basicamente o reconhecimento de padrões similares, dissimilares ou contraditórios. Geralmente, os padrões contraditórios chamam-lhe mais a atenção como uma pessoa cega e seu cão guia, um travesti, uma pessoa muito alta, muito bonita ou muito feia. A todo momento seu cérebro prodigioso estará fazendo julgamentos tendenciosos ou diretamente corretos sobre o que se passa diante te ti . É raro vermos uma pessoa tentando se passar por outra, usando uma roupa que não tem nada a ver com ela, nossa personalidade também é não-verbal, nossas vestimentas, nossa linguagem corporal, tudo o que usa está gritando aquilo que você é. Eh claro que em um ambiente socialmente neutro onde que por exemplo todos usam terno e gravata ou roupa sóbria, como a multidão de empresários do primeiro filme da trilogia Matrix,  haverá uma tendência para nos uniformizarmos em aparência, mas será apenas na superfície porque por dentro de roupas iguais, agiremos diferente (desprezando a possiibilidade de que pessoas que consigam empregos de colarinho branco tendam a ser mais parecidas em termos de personalidade e cognição).

Tudo aquilo que vê, ou seja, todos os seus preconceitos estarão predominantemente corretos. Ao olhar para um casal ‘gay’ se beijando, o seu cérebro ficará em alerta porque estará avistando um padrão contraditório, não apenas mediante a narrativa social que tiver sido inserido desde criança mas também ou principalmente por razões puramente cognitivas. Nós somos únicos porque podemos policiar nossos preconceitos e tentar aceitar aquilo que nossos cérebros interpretam como erro, um bug no sistema. Fazemos isso porque somos mais complexos, mentalmente falando, porque gostamos de exercitar nossas cabeçonas grandes,  seja por conveniência de gado ou por empatia. Os estereótipos representam as características predominantes de um grupo. O jeito afeminado ou másculo, respectivamente, de homens e mulheres  homossexuais, a insolência simpática de muitos negros, o jeito calmo e reservado de muitos leste asiáticos, a maior seriedade dos nórdicos, o jeito mais leve e espalhafatoso de muitos italianos, principalmente os do sul ou Mezzogiorno. Alguns estereótipos são exagerados, por exemplo, a ideia da ”loura burra” ou a ”psicopatia dos ateus”, tendem a ser caricaturas baseadas em preconceito negativo, quando analisamos grupos pessoalmente antipatizados por nossas próprias cabeças, frisando as características negativas ou inventando, exagerando outras. Geralmente detestaremos aqueles que se destoem significativamente de nós, em termos de personalidade, mas também de fisiologia e cognição.
No entanto, vivemos em uma época em que existe um grupo de pessoas que ‘desejam’ explicar por meio de uma ciência fajuta, que aquilo que estamos vendo não é aquilo que estamos vendo, estamos nos enganando, eles tem a resposta, por que??? porque sao mais estudados, são mais inteligentes??? tem um discurso científico na ponta da língua??

Os mais espertos usam uma explicação didática para dizer que a contribuição genética no comportamento humano seja perto de zero, que o fato de um jovem negro andar com os braços soltos demais, de forma dominante, olhando com uma cara de deboche e arrogância, com um boné ridiculamente virado para um dos lados, é apenas o produto do seu meio, ele é uma marionete do seu ambiente e se tivesse sido criado no bairro mais rico da cidade, por um lorde e uma professora de boas maneiras para classes abastadas, teria uma personalidade completamente diferente, seria polido, educado e consciencioso.

O rei está nu, mas os uber especialistas e sua ciência behaviourista de enrolação vão lhes dizer, se for politicamente correto, que o rei não está nu, apesar de sua flacidez pálida evidente, brilhando no teu rosto. Os uber especialistas estão acima da você e de mim, eles aparecem em programa de televisão, publicam trabalhos, você não deve desconfiar de suas credenciais, eles podem, você não. A sua capacidade de  reconhecimento de padrões básicos, o seu radar natural, a base de uma  pirâmide chamada inteligência,  não são científicos, se o hyperscienza não publicar, então não é científico, se atenha a isso, você pode enxergar mas não pode entender nada daquilo que está vendo. Voce é como um cego que precisa de um cão guia, os nossos amigos behaviouristas*** Os uber especialistas behaviouristas sabem e vão salvá-lo de sua própria incapacidade básica. Todos os dias, principalmente você que é um observador, que levanta todos os dias e bate perna no centro da cidade, está interpretando errado tudo o que está vendo, é um preconceituoso.

Na escola não existem diferenças em inteligência, mas talvez nós pudéssemos mudar um pouco este termo para ”adestramento”. Alguns cachorros podem ser ensinados, outros não, chamamos isso de inteligência. o cachorro adestrado internalizou um conjunto de informações que lhe foram sucessivamente impostas por seus superiores. ”O  inteligente ”não negocia” a sua liberdade, não conversa com os seus superiores na tentativa de ser menos inferior a eles, o inteligente é o que melhor se adestra para serví-los”, chamamos isso de ”testes cognitivos”.

Portanto, só para frisar novamente, sobre esta parte uber-importante…

Voce não sabe de nada, se está vendo padrões de similaridade comportamental entre grupos, está errado, está tudo errado, fica a dica, deixe que os uber-especialistas behaviouristas lhes digam o que de fato voce está vendo. Voce não entende nada de realidade, seu cérebro prodigioso está com defeito, só quem foi ”mais educado” que pode lhe dizer, e mais, eles são especialistas, eles tem a scienza a favor deles, voce não, voce é um consumidor daquilo que eles produzem, não pode chegar as suas próprias conclusões.

Mas lembre-se das exceções virtuosas, elas são muito, muito importantes, exceções ou maiorias virtuosas, ainda que esta última seja bem mais rara e não-tão-virtuosa assim…

A metáfora da linha reta da diversidade do desenvolvimento humano para explicar o espectro da lateralidade e da sexualidade

O desenvolvimento humano normal ou normativo se dá com base na regra ou normalidade de acontecimentos evolutivos a nível individual. Herdamos relógios biológicos, alguns que funcionam fluidamente, de maneira contínua, constante, outros, que funcionam de maneira inconstante, com base em rompantes ou em depressões de sua pulsação ascendente.

Se o desenvolvimento é rápido desde a concepção, então nós teremos uma maior predisposição para a herança de relógios biológicos anormativos, de ser espetacular em algumas funções e primata em outras, como um savant, especialmente aquelas que são muito acionadas para o conviver habitual de sociedades ritualmente condicionadas, de passar por rituais de passagem e ver-se alçado ao posto de ”maduro adulto”, que paga as próprias contas, que ”é dono de si”. Ou de ser apaixonado pelo próprio espelho e a de buscar em seus iguais de genero, aquilo que lhe ”faltou” durante o seu desenvolvimento, o homem ”incompleto” ou a mulher que em excesso de masculinidade, se mostram ‘anormais’ aos olhos da natureza e bem vindos aos olhos da filosofia e da possibilidade de produzir pensares  e vivencias destoantes e por que não, fascinantes…. o outsider biológico.

O excesso ou a falta de desenvolvimento habitual ou comum, que perfazem aquilo que chamamos numericamente de maioria, a mesma maioria que tanto exponho por aqui, produzirá a diversidade de tipos, daqueles que não tiveram sorte e nasceram mutantes demais, até aqueles que por um quase-milagre, se desenvolveram como aves muito raras.

E mãos que escrevem pelo lado esquerdo e que possam pensar pelo lado direito, é provável de serem abundantes neste espectro de heranças de desenvolvimento curto assim como também daquele de desenvolvimento prolongado, que ultrapassa o ‘esperado’. Nós temos uma poça de lama e seu meio, que está livre de sua natureza pegajosa. Nas médias, vivem a maioria, a normatividade, aquela que perfaz o caráter coletivo da espécie a que pertencemos. Mas somos menos humanos que as massas, porque somos mais únicos.

O normal estatístico será menos canhoto porque a normalidade de natureza demográfica tende a favorecer ao desenvolvimento organico mais equilibrado. Não é uma corrida, mas tem um ponto de chegada, que não será nem para mais nem para menos.

Nascer incompleto ou completo demais, geralmente se caracterizará por uma vida com mais tormentas do que com calmarias. Mas para estas aves raras, as tormentas serão acompanhadas por clarões de hiper-razão ou hiperracionalidade que poderá levá-los a hiperrealidade, ao mundo onde que culturas, religiões e humanidades são produzidas.

Menor ou grande peso ao nascer podem ser fatores essenciais na produção dos espectros anormativos de desenvolvimento psicológico, sexual, cognitivo e cultural dos seres humanos.

Huxley postulou com sapiencia sobre as diferenças entre aqueles que nascem diferentes e podem ver o mundo a partir de perspectivas únicas em comparação aqueles que são estatiscamente normais.

Nas linhas curtas ou longas de desenvolvimento biológico, mora o sofrimento e a alegria mais genuínos de nossa espécie.

Hereditariedade da inteligencia

Hereditário é aquilo que é transmitido de pai para filho ou de pais para filhos.

”A hereditariedade da esquizofrenia gira em torno de 70%”

… de acordo com os estudos de gemeos univitelinos.

Mas e entre pais e filhos** Se um casal de esquizofrenicos tiver 10 filhos, 7 deles poderão nascer esquizofrenicos**

Claro que, as porcentagens de hereditariedade são médias estatísticas, não é** Isto é, em média, entre gemeos univitelinos, a ”hereditariedade” (compartilhada, ou, genética compartilhada) será em torno de 70%.

Parece elementar que gemeos identicos apresentem predisposições para compartilharem uma grande proporção de genes, próximo de 100% de similaridade.

Mas o adjetivo hereditário, em qualquer dicionário, é muito claro quanto ao seu conceito, ao seu valor semantico e seria interessante se os pesquisadores desta área, a genética comportamental, dessem maior atenção a este fator para não se deixarem enfetiçar totalmente pela fiabilidade (supostamente) objetiva e precisa dos estudos em gemeos.

Traços hereditários precisam ser passados de pais pra filhos, ou seja, de modo intergeracional, de geração em geração para que possam ser denominados como tal. Do contrário, algo conceitualmente errado estará sendo entendido.

Eu tive uma ideia hoje enquanto estava comentando em blogs hbds, de que é provável que a hereditariedade real de traços psicológicos sejam ainda menores daqueles valores que tem sido encontrados através de estudos em gemeos univitelinos. Especialmente porque são traços analisados separadamente, enquanto que é possível que os fenótipos comportamentais ou personalidades, possam ter maior carga hereditária.

Nosso comportamento está em constante adaptação ao ambiente. Se estamos em um local onde todos gostam de nós, nos tratam bem, são amigos, é provável que um certo jeito arredio possa ser parcialmente transformado, em direção a uma maior extroversão, ainda que isso não signifique que nossa capacidade de adaptação seja infinita.

Quando encontramos pessoas iguais a nós, tendemos a nos tornar mais flexíveis, felizes, é sempre bom ter alguém comportamentalmente familiar para conversar, confiar, rir.

Não herdamos ”traços” mas uma plasticidade comportamental do mesmo traço, que será modulada através de nossas interações, predominantemente conscientes ou não.

Como eu já sublinhei algum tempo atrás, não existe uma porcentagem fixa de hereditariedade, porque depende do contexto seletivo, isto é, se um fenótipo estiver sob forte seleção é provável de se tornar dominante. Se não estiver, será recessivo e sua carga de hereditariedade será menor e menos diretamente transmissível.

Partindo deste pressuposto inicial e central do texto, as mesmas considerações de valores semanticos e metodológicos, deverão ser repensados para os outros ”traços” como a inteligencia por exemplo.  Qual é o grau ou porcentagem médio de hereditariedade por exemplo, ”de” qi verbal alto**

O ser humano não é sempre o mesmo, desde quando nasce até a sua morte, assim como acontece com todos os outros animais de reprodução sexuada, passa por transformações predominantemente hereditárias ao longo da vida, mesmo a vulnerabilidade a interações ambientais, também são previamente herdadas, a partir da concepção. Portanto, pode ser muito plausível sugerir que a hereditariedade para a ”inteligencia”, vá lá, verbal, que pode ser relativamente bem medida em testes cognitivos, flutue de acordo com uma série de fatores ou variáveis biológicas, dentre elas a carga hormonal, raça, dieta alimentar, idade, hábitos (ainda em discussão, será que isso provaria partes da teoria lamarckiana**, mais do tipo, ”sem hábitos prejudiciais a saúde, seu futuro e hipotetico filho terá boas chances de nascer saudável e até mesmo, inteligente, também dependendo da mulher que escolher para te-lo, ao invés de passar estas transformações, ou mudança de hábito, de pai pra filho por meio de bons e constantes hábitos saudáveis, como praticar exercícios e ter uma alimentação equilibrada.. e veg… deixa pra lá, mas por que não**… na verdade, estas atitudes, que tendem a ser predisposições comportamentais, mais latentes em uns e menos em outros, ”apenas” neutralizaria possíveis composições biológicas desequilibradas… ainda que a anormalidade possa e geralmente tenha o seu valor como a produção do genio e dos tipos de outsiders não-violentos como os observadores ”e sábios bem como também os virtuosos).

Seu filho poderá nascer um alfa ou um beta +, isso é incrível!!! Um superdotado popular, carismático e potencialmente bem sucedido se modular o seu comportamento e de ter predisposições mais arraigadas para ter uma criança deste tipo. O ‘problema’ é que geralmente são os outsiders problemáticos que fazem as maiores descobertas.

Por agora, termino por aqui esta investigação amadora, mas é sempre bom manter estas ideias acesas em nossas mentes. Eu posso estar completamente errado sobre isso, mas desde que comecei a pensar sobre este provável equívoco que eu não consigo mais ver os estudos em gemeos univitelinos para estimar hereditariedade comportamental com bons olhos, se o próprio conceito do termo, a meu ver, já esteja denegrido.

Algumas bençãos…

Intuição, o elo perdido
Agir sem pensar, mas pensando em segredo, sem se perceber, o bater perfeito de asas, o pulo do gato, o farejo de um cão, a destreza de um leão, já nascem sabendo, lhes é natural ser um gênio da própria ação, à intuição, de pouco empenho e muita natureza, ao natural, com certeza. Pensar pela intuição, os animais sempre fazem. É pelo instinto que se comunica diretamente com nosso espírito, que a razão não nos deixa ver. O humano e seu destino de ser uma mistura, de saber sabendo do de saber sentindo, pela emoção, por estilo da criação, ainda dizem que o animal não é criativo, inventam-se uma vez e vivem então. Repetem o mesmo hábito, mas  aperfeiçoam com a intenção, de viver a vida.
É um jogo de escolhas, o sentir pela força da emoção intimista, de sentir-se e entender esta sensação, ou de privar-se, em busca de uma explicação, seja por um sacerdote ou lendo Don Quixote. Encontrar-se, enquanto que os animais já sabem de si, não se iludem com a ilusão, de ser o que não se espera,  se é.
O gênio em sua criação se degenera ao estado de um não-humano, de um fenômeno, uma manifestação, de confiar em si mesmo, de expor sua singularidade, de revelar parte de seu segredo, de seu pacto com Deus, ao qual todos os seres fazem. Ser mais animal, responder reagindo, mas depois de uma intensa reflexão, de alguns segundos, sorrindo para a razão, mostra seu amor pela verdade, por aquilo que se pode tocar, com mãos de fadas ou sons que exalam,  a confiança de seu instinto, a força em seu destino, e seguir.
Do anjo ao demônio, da empatia à razão
Fazer o bem?? Vamos todos então, só que poucos te entenderão. Vives a contemplar a sabedoria, espelhares teu espírito, em anestesia, a toda a realidade, podes ver o simples e o porquê de sua contorção, o homem está nu pra ti e não é por segundas intenções, és preciso em suas maquinas, de repente, se alucina, sente, percebes donde o erro brota, chamam-lhe o pervertido, mas quem faz o mal não é meu amigo, é o verdadeiro, o descabido estúpido, que não podes ver toda a pintura, bela, soturna, complexa e Simples, podes gravar todos os passos da bailarina, em seu único rodopio, seu peão, é o tempo, passado, presente e o que vem pela frente,
Nasceste um anjo, e terminaste demente de humanidade, de tão demasiadamente, sabe reconhecer os de ti, sabe reconhecer reflexos de espelho, de alma,
Tornaste o vilão, o próprio diabo, o peso do juízo, estão todos a afogar e você se sobressai alado, a observar, congelado pelo ar, frio desta montanha melancolia, tua identidade a te contestar como uma filha a um pai, quem eu sou, quem são eles, por que és tão diferente?? Por que está sempre ausente, solitário no meu pensamento.
Empaticamente, racional, que podes fazer o bem forte e enfraquecer o mal, mas quem liga, são todos boçais, tocando tambores de horrores, são todos uns animais, alguns são seus senhores, não podes fazer nada, tu não és ninguém, és um sonhador incompetente, um narciso que ainda não quebrou o espelho, que poucos vêem, não é interessante para a destruição coletiva chamado massa, que atropelam qualquer um que esteja a sua frente, não é um encantador de crinas inconscientes, não está aqui, teu corpo frágil sim, teu espírito apenas sobrevoa a terra, vermelha, humana ou verde, Amarela, cor de sede, tu tens fome de ação mas se perde em seu palacete de emoções, de sensações e percepções. Não é fatalismo, é a razão. Não crie expectativas e talvez…
A metáfora do avatar para explicar o gênio
Aquele que domina todos os elementos, que tem um grande potencial, um grande horizonte associativo, que vê padrões simples em seu mundo abstrato, que não confunde complexidade com confusão, que continua a pensar depois de adentrar a um mundo de múltiplas perspectivas, de muitas dimensões, que pode ver todos os lados de um  objeto inanimado e de fazer o mesmo ao fenômeno humano. O avatar, um gênio, o sábio que pode modificar os ventos e criar novas trajetórias. Ele não é dual, mas sente o atrito da competição, da dualidade, dentro de si. Ele não a vive, a entende, e cria a partir deste conhecimento, de sua singularidade, da interação de seu intelecto e de sua necessidade, única, poderosa e custosa.
Água não pode com o fogo, e este com o vento, a terra absorve a todos, mas pode ser perturbada por cada um de maneiras diferentes. E o genio, o avatar, lhe entende.
De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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