Corrigindo algumas de minhas frases mais comuns: ” o esquerdismo não está totalmente errado”

” o esquerdismo não está totalmente errado porque defende os direitos das mulheres, dos homossexuais, das minorias étnicas e raciais, da essência em relação à aparência, dos mais humildes….”

Mas será que defende mesmo**

Vamos ser sinceros aqui…

O esquerdismo não é filosofia mas política, não foi criado para aumentar a luminosidade da razão, mas para escurecê-la. O termo ”esquerdismo” não tem nada de bom assim como nada daquilo que contenha ”ismos” e que obedeça à regras dualistas de pseudo-complementaridade entre todos os seus axiomas artificiais visando outras finalidades. Em um mundo honesto os fins nunca justificam os meios. A continuidade de ações (positivas, por favor) deve obedecer à regras coerentes que perdurarão durante todo o processo construtivo. É um jogo aberto, limpo e não sujo.

O esquerdismo não foi criado para acabar com a pobreza ou com injustiças (reais) de tratamento de todas as estirpes tal como o ”racismo” ou a ”homofobia”.

A palavra racismo para combater o ódio racial

ou

para calar a dissidência contra o genocídio sofisticado de povos de raça branca.

A palavra homofobia para combater o preconceito contra as minorias sexuais

ou

também para desestruturar a família ”tradicional” e novamente promover a internalização de uma neo-palavra que isenta certos ”grupos” de qualquer tipo de crítica enquanto que os mesmos são jogados ao deus dará, alimentando as suas fraquezas e se expondo a toda a sorte de doenças sexualmente transmissíveis. Quem ama, cuida.

Multiculturalismo, novamente para acabar com preconceitos culturais (neste sentido eu devo ser o mais preconceituoso de todos visto que detesto todas as culturas humanas) e para acabar com o ”racismo”

ou

para promover a miscigenação racial, imigração em massa (especialmente para os países de maioria branca) e ideologia globalista ou internacionalista (a anti-matéria da ”tradição”)    …. enquanto que tem um ”país” que clama do alto de um Everest de hipocrisia a sua ”singularidade etno-cultural” como justificativa para não acolher meio (terceiro) mundo em seu território de não mais que 20 mil quilômetros quadrados.

Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Mais velho que Matusalém.

Secularismo e ateísmo para a popularização do pensamento científico que via de regra precisa(ria) rejeitar qualquer forma de pensamento mágico para se focar na observação literalizada da fenomenologia do ser e do existir (matéria inanimada ou organismo e todas as suas respectivas possibilidades de entendimento e manipulação)

ou

para substituir a ”religião” cristã e relativizar a moralidade, tal como o diabo gosta. 😉

Tudo lindo, tirando o feio!!

Os mais vigorosos defensores de todos estas diretrizes ideacionais e ativas parecem fazer o exato oposto

”Façam aquilo que nós lhes dissemos, mas não façam aquilo que fazemos” (número 2)

Aí alguém mais esperto irá lhe mostrar os dados de miscigenação extra-grupo, homossexualidade, adoções interraciais e taxas de fecundidade desta ”população” de onde desovam a maioria dos ”ativistas sociais” mais influentes.

Uma contra-argumentação muito esperta porém desonesta, visto que ao se enfatizar apenas a parte secular desta oligarquia coletivista milenar (oops) e cruzando os dedos para que o oponente seja mais um ”mediano” com preguiça intelectual e analítica, se estará desviando do núcleo demográfico dos mesmos que permanece muito fértil e primitivamente tradicional. A mentalidade prática de um ser cerebral: o que mais importa é a sobrevivência do grupo. Portanto não importa muito se os seculares que são mais inteligentes não estão tendo filhos ou debandando em massa para a mistura racial, o que importa é que o núcleo de onde todos eles vieram continue fértil e coeso.

O esquerdismo é uma arma psicológica que foi criada com o intuito de provocar a rendição das populações de raça branca ao redor do mundo, sem que fosse necessário o uso da força, ainda que medidas sutilmente vigorosas já tivessem sido tomadas como a supressão da pluralidade objetiva e contextualmente crítica de ideias, pensamentos, propostas e ações (isto é, que se consiste exatamente na crítica ao contexto atual, coisa que a maioria dos ”brancos nacionalistas” estão a fazer, ainda que sem substância e numa letargia de dar pena). É uma mistura de ”convencimento”, força por meios jurídicos, mídia ”e” alimentação de ideias estúpidas.

Portanto, ao nos debruçarmos em cima da maioria dos pressupostos que são levantados pelos esquerdolas sobre comportamento, raças humanas ou moralidade, nós estaremos apenas caindo em seus truques baratos porém espertos de nos fazer perder tempo discutindo sobre as suas ideias torpes, confusas e equivocadas (em sua maioria) enquanto que o mundo lá fora está a se/ser  esfacelar/esfacelado.

Eu sou contra pseudo-religiões, sou contra culturas que nada mais são do que irmãs bivitelinas, comportamentalmente parecidas das ”religiões”, sou contra tratamentos realmente injustos porque sempre primo pela precisão harmônica (sabedoria como técnica de interação interpessoal), sou a favor de um certo nível de pluralidade humana isto é, de alguma diversidade de tipos humanos.

Mas sou totalmente contra este tipo sinistro de desonestidade E que ao invés de reduzir ao máximo possível os conflitos evitáveis humanos e suas reverberações extra-espécie, apenas os aumenta de maneira vertiginosa.

O esquerdismo é um grande blefe que se pinta como o epítome da moralidade humana mas foi criado para que outras zelites pudessem se apoderar do poder de maneira total, destronando as já existentes ou se aliando a elas, se boa parte daqueles que detém o poder não são os seres mais virtuosos que a humanidade já produziu.

Não é a sabedoria racionalizada visando obviamente a harmonia mas um meio de se conquistar e manter o poder.

Seria de bom tom e inteligente que deixássemos de levar tão a sério os ”argumentos” dos esquerdolas em relação à maioria dos assuntos que se intrometem e manipulam. Talvez, mais como um estudo antropológico de suas intenções e maneiras de racionalizar do que como um embate real sobre fatos palatáveis.

O esquerdismo se apropriou da moralidade universal ou de seus desdobramentos analíticos, não é a sua base filosófica visto que a utiliza para outras finalidades.

Fica a dica filhote! 😉

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12 responses to “Corrigindo algumas de minhas frases mais comuns: ” o esquerdismo não está totalmente errado””

  1. HOl says :

    “O esquerdismo não é filosofia mas política, não foi criado para aumentar a luminosidade da razão, mas para escurecê-la. O termo ”esquerdismo” não tem nada de bom assim como nada daquilo que contenha ”ismos” e que obedeça à regras dualistas de pseudo-complementaridade entre todos os seus axiomas artificiais visando outras finalidades.”

    Esquerdismo não é um termo que se use no meu país, mas percebo ao que te referes. Gostava era que explicasses em que baseias esse teu juízo de valor? Foi criada para obscurecer a razão? Tens toda a razão, como a libertação dos escravos por esses esquerditas que achavam que a dignidade humana deveria ser estendida a efectivamente todos os seres humanos. Nunca mais a humanidade brilhou como antigamente. Belos tempos onde se possuía pessoas como gado e se tratavam ao chicote.

    Os ismos não têm nada de bom, o cristianismo tem a infelicidade de ter um ismo, tal como o budismo que até tem uma filosofia bem pacifica, direitismo existe por esses lados também? Patriotismo, nacionalismo, automobilismo, atletismo, positivismo, evolucionismo, igualitarismo, associativismo, cooperativalismo, individualismo. Tantos ismos que se a bani-los a todos não sei que restaria, mas talvez os malvados jogos olímpicos nunca mais fossem os mesmos… Presumo das tuas posições que sejas “direitista”, um branco nacionalista. Sabes o que os brancos nacionalistas acham de pessoas com a tua orientação sexual? Ou só “assinas” parte do manifesto e esperas que os pormenores passem despercebidos?

    • santoculto says :

      Sim, eu sei exatamente o que pensam. O fim da escravidão (pelo regime de SEMI escravidão, onde que professores universitários encontram-se na ”carne seca”). Eu sou menos conveniente, não é justo colocar a culpa de todos os males da humanidade em cima de indivíduos atemporais. Literalize, especifique e acabará com injustiças.
      Alguns amigos meus, de esquerda, bem dizem que o fim da escravidão que foi realizada PELO ”HOMEM BRANCO” não se deu apenas por humanismo mas para fins pragmaticamente capitalistas, isto é, criar mercados consumidores nas ex-colônias europeias do hemisfério ocidental.

      Também faltou a vossa excelência nos informar que as elites africanas não queria o fim da escravidão visto que resultava em grandes lucros. E convenhamos que a África não mudou muito desde que foi descolonizada, agora parece que falta ”tirarmos” os tiranos que a fazem sangrar continuamente. Para começo breve de conversa.

    • santoculto says :

      ”Presumo das tuas posições que sejas “direitista”, um branco nacionalista”

      Eu já falei umas trocentas vezes aqui que não sou nem de direita e nem esquerda. Se desejar, tem um monte de textos aqui que eu espezinhei os conservas. É só ter a amabilidade de procurar.

  2. HOl says :

    Agradeço o convite, mas deves compreender que é uma matéria muito extensa para poder abarcar tudo. Vou lendo uma coisa ou outra das recentes, o autor é o mesmo, dá para captar a essência.
    Há uma diferença entre o não ser e o não se assumir. Além de que os rótulos costumam ser colocados por terceiros não pelo próprio. Talvez nunca tenha a “sorte” de ler um texto critico teu em relação ao direitismo ou talvez tenhas de rever a tua posição em relação ao assunto.

    Quanto as razões capitalistas do fim da escravatura nos países ditos civilizados, é uma opinião interessante. No entanto não me parece que nem agora os descendentes de escravos sejam sequer uma força consumidora de relevo, muito menos o seriam naquela altura.

    • Santoculto says :

      Se enganas visto que o terceiro mundo já era bastante prolífico naquela época. Com o fim da escravidão/colonização europeia, os comerciantes ingleses e d’outras origens, poderiam comercializar sem mais problemas.

  3. Santoculto says :

    ”Vou lendo uma coisa ou outra das recentes”

    poderia me dizer quais dos meus textos que seriam indecentes pra ti*

  4. HOl says :

    Os escravos eram uma mercadoria, que deixou de um momento para o outro de ser comercializada. Não me parece vantajoso para quem fosse. Sendo que essa mercadoria era a força de trabalho que passou a ter um custo, sem grandes vantagens. A produção ficou a mesma, mas mais cara, libertar escravos não criou riqueza em lado nenhum, pelo contrário.

    Recentes, de serem os últimos que escreves. Não indecentes. Não é fácil chocar-me com o que leio, apenas me fascina as pessoas e os seus paradoxos.

    • santoculto says :

      Eu pensei que quem mais chocasse fossem os galináceos 😉

      Ah sim

      E por acaso eu tenho paradoxos**
      Eu**

      O Brasil tinha uma população de 5 milhões até o início do século XIX, sendo que no mínimo, uns 80% deles eram de escravos. A Inglaterra precisava de mais mercados consumidores para poderem comprar os seus produtos manufaturados. Bem, são os esquerdistas que dizem isso, apenas repeti aquilo que disseram.

      Eles costumam afirmar isso quando alguém diz que foram os brancos europeus que decidiram por fim à escravidão de africanos.

    • santoculto says :

      Não disse ”a cor dos olhos não é multifatorial”, ainda que não tenha entendido quais que seriam os múltiplos fatores que pudessem produzi-lo.

      • HOl says :

        A cor dos olhos não é resultado de apenas um gene, mas sim da interacção de vários genes. Cada um desses genes é regulado de forma independente sujeitos de forma independente à regulação epigenética que por sua vez responde aos estímulos ambientais. Mesmo depois de nascer e em menor grau a cor dos olhos depende dos estímulos que recebe. Com certeza que já reparaste que os bebes nos primeiros dias têm os olhos de cor azul escuro baço e só mais tarde ganham a cor definitiva, que vai desde o azul até o castanho escuro passando pelo verde nas semanas seguintes de nascer.

        A cor castanha dos olhos que é o que se pode chamar a cor “selvagem” resulta da expressão na iris do olho da mesma molécula que dá a cor à pele, a melanina. Serve para o mesmo propósito, proteger a retina do olho das radiações solares em excesso. A cor azul e suas variantes resulta exactamente e em vários graus na falta de expressão desse mesmo composto. É basicamente um olho desprotegido e não preparado para grandes exposições solares. É exactamente por isto que esta característica está mais presente em populações originárias do norte da europa. Porque por exemplo em Africa a cor clara dos olhos é uma desvantagem adaptativa, pois é mais propensa a cegueira resultante da grande intensidade dos raios solares naquelas latitudes. Por outro lado sabe-se também que a cor clara dos olhos oferece uma pequena protecção para os estados depressivos resultantes da falta de vitamina D que é produzida pelas exposições moderadas ao sol.

        • santoculto says :

          Disseste ”olhos claros tem uma origem multifatorial”

          Eu pensei

          ”interação com o meio”

          Mas aí tu enfatizas que a tal multifatorialidade pode ser reduzida à ”interação ENTRE GENES”.

          Nossa obrigado pela aula repeteco que acabei de ter mas já sabia ou ao menos tinha ideia quanto à neutralização do pigmento castanho e ao favorecimento de colorações mais claras na construção desta panaceia de fenótipos. Mas obrigado novamente.

        • santoculto says :

          ” Não existe genes ou seja o que for que te ensine que o fogo queima, apenas genes dos receptores sensitivos”

          Não existem genes, mas existem genes.

          😦

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