Literalizando os ”argumentos” dos esquerdolas

Nessas últimas semanas, ocorreram diversos arrastões na cidade merdavilhosa. No meio da praia, no meio do calor da multidão, no meio de turistas nacionais e internacionais, de trabalhadores de todas as classes sociais que só estavam à procura de um lugar ao sol. São cenas que se repetem com certa frequência nesta cidade-desespero que consegue reunir o que há de pior entre os morros remanescentes da paisagem natural de outrora, quando não tínhamos retardados europeus e seus mascotes africanos ”farofando” em cima de terras quase virgens. Existem muitas razões para que ”jovens” cometam este tipo de atitude, mas nenhuma delas se aproxima em excelência em relação ao fator genético ou predisposições biológicas para explicar o ponto de ruptura que resulta neste tipo execrável de comportamento. Em todas as outras espécies, isto é, seres vivos que habitam este planeta, nós já sabemos que os seus comportamentos são essencialmente modulados por seus arcabouços biológicos em interação com o ambiente. O ambiente é importante e muitas vezes contribuirá para selecionar os mais contextualmente adaptados, modificando o comportamento das espécie. No entanto, estas modificações tendem a ocorrer a longo prazo, claro, dependendo do tamanho e complexidade da mesma. Portanto, o ambiente pode alterar o comportamento dos seres vivos, mas apenas ou especialmente com base em mudanças de padrões seletivos e de longo prazo. A mudança não pode ser plenamente efetuada em indivíduos, isto é, ao longo de uma vida, um indivíduo conseguir alterar completamente o seu comportamento (a não ser se for em ambientes extremos, que provoquem mudanças forçadas e de alto risco como no caso do ‘suposto’ experimento soviético da privação do sono). As mudanças se dão de modo intergeracional, isto é, se certo grupo começa a selecionar para maior inteligência e isso significará, reduzir o número de filhos dos ”menos inteligentes” e paralelamente aumentar o número de filhos dos ”mais inteligentes”, nós teremos no final deste processo, uma mudança coletiva (média) de capacidade cognitiva que poderá ser observada mesmo a nível individual, isto é, o ”average joey” se tornar mais inteligente do que seus antecessores. Mas na verdade, o que aconteceu não foi que mudanças no ambiente alteraram o comportamento de indivíduos, em vida, isto é, fulano nasceu predisposto a ser assim e o ambiente o fez mais predisposto a se comportar de outro jeito. Com 4 anos era sádico, com 16 anos se tornou responsável. Isso pode acontecer, parcialmente, mas não é a regra e mesmo que fosse, quando falamos de vida ou bio, então devemos analisar tanto o ambiente quanto o indivíduo e principiar pelo pressuposto que me parece o mais lógico, de que a reação constante do ser vivo é mais importante do que a paisagem em que se está inserido. O bom moço que vive em um ambiente extremamente deprimido de bons estímulos, que não se corrompe com a miséria que o cerca, é um exemplo muito visceral sobre a importância da genética ao invés apenas ou fundamentalmente das condições ambientais, na modulação de nosso comportamento. Pessoas de personalidade forte  são o pesadelo para qualquer behaviourista. Em ambientes ricos, com pais maravilhosos, não é muito raro nos depararmos com a existência de filhos de má índole. Seremos predominantemente constantes em nossas técnicas de interação, mesmo nós seres humanos que somos bem mais plásticos neste quesito do que as outras espécies, que são muito mais instintivas. No entanto, isso ainda não significa que seremos totalmente modificáveis porque isso nos induziria a concluir que o livre arbítrio existe em sua totalidade e é completamente plástico entre nós. Em um mundo narcisista, cheio de ”crânios” que sabem tudo, cheio de selfies, afirmar que somos limitados, é como cometer alguma blasfêmia porque ao fazermos esta afirmação, estaremos abrindo portas para outros tipos de pensamentos que ”nossas” ”amáveis” zelites definem como ”perigosos” como por exemplo, afirmar que a educação ”correta” não irá reduzir a disparidade cognitiva média entre grupos raciais humanos.

Todo mundo que lida com cachorros, sabe que existem variações significativas de comportamentos médios entre as muitas raças que tem sido produzidas via domesticação e ênfase seletiva. Todo mundo sabe que o pastor alemão tende a ser mais predisposto a atos violentamente instintivos e o mesmo se aplica aos pitbulls. Todo mundo sabe da tranquilidade do São Bernardo e sabe que existem cães que são mais inteligentes do que outros, especialmente no que diz respeito àquilo que é determinado como parâmetro de inteligência dentro de um contexto de domesticação, isto é, o animal não-humano sendo analisado quanto à sua capacidade de responder a comandos humanos ou de fazer leitura facial do seu dono, enquanto que os animais ”selvagens” costumam ser analisados com base em suas capacidades de sobrevivência e ”adaptação” (sendo que os mais espertos costumam se adaptar, mais do que se conformarem com os ditames de seus hábitats).

Fim do antropocentrismo. Não somos tão especiais assim como imagina. Ok, somos muito singulares mediante muitas perspectivas, é claro, não tem como negar. Mas isso não significa que sejamos todos racionalmente aptos para fazer as melhores escolhas a todo momento ou em grande parte do tempo, porque não somos, mesmo muitas das pessoas mais inteligentes (mediante certas perspectivas dimensionais) também não serão predominantemente racionais. Na verdade, apenas o sábio que poderia ser considerado como alguém que é predominantemente racional ( predominante não irá indicar totalidade).

Ainda que acredite na existência parcial do livre arbítrio, isso não significará que o mesmo existirá em toda a sua potencialidade. E é aquilo que mais vemos.

Por causa de padrões seletivos que nós não temos nada que ver em termos de ação individualmente literal, até mesmo porque isso se consistiria em uma impossibilidade de espaço e tempo, as populações humanas tem variado consideravelmente em termos de capacidade cognitiva assim como também em termos de comportamento. E a cultura, que não veio do nada, muitas vezes (na maioria das vezes) expressará a paisagem cognitiva e comportamental médias destes grupos. Quanto maior for a complexidade de uma sociedade, maiores serão as chances de ênfase unidimensional em alguns de seus atributos, tal como tem acontecido hoje em dia nas sociedades ocidentais com base na inculcação da ”culpa branca” ou ”altruísmo patológico” (eu diria mais, ingenuidade e estupidez). O aumento da subjetividade quanto à percepção e à experiência tende a se dar em sociedades altamente complexas, por causa da estupidez e intolerância natural medianas para aceitar/entender as múltiplas perspectivas mas também por causa de uma maior relatividade em ambientes muito confortáveis onde que a tolerância para comportamentos indiretos como as artes, aumentará consideravelmente, se não estamos lutando com garras e dentes por nossa sobrevivência, se estamos dentro de uma fazenda humana, menos perigosa do que estar em contato direto com a natureza selvagem.

Por que eu dei um breve rasante em todos estes fatores**

Foi para prepará-los para a explicação literalizada daquilo que os esquerdolas ou esquerdistas afirmam aforisticamente, sem qualquer substância analítica e holística dos fatos e acontecimentos de nossos cotidianos.

A grande maioria destes estúpidos/ingênuos/narcisistas  cognitivamente inteligentes e intelectualmente acéfalos (não muito diferente dos conservadores neste último aspecto) tem usado a desculpa da ”educação”, a palavrinha mágica da ”modernidade”, para explicar como que ”arrastões de jovens da periferia” poderão ser evitados a partir de um breve futuro. ”Faltou educação”.

Pra quem vive boa parte do seu tempo longe destes problemas, é fácil bancar o bonzinho, gente boa que não quer ”ofender” ninguém. No entanto, quem mais irá sofrer com estes seres problemáticos será justamente a classe trabalhadora que sua dia e noite para ganhar o seu parco dinheirinho e ”pasmem”, eles serão os tipos mais ”reacionários” dentre todas as classes sociais, porque desde cedo precisam conviver com estes seres ”injustiçados” pela sociedade. Em partes, é verdade que o mundo não tem sorrido com grande frequência para muitos destes ”jovens”, que tendem a vir de lares extremamente disfuncionais, na corda bamba da falta do básico na mesa da cozinha. Mas como sempre eu falo, sempre haverão pessoas que não se deixarão levar pela miséria em que vivem e tentarão erguer suas vidas longe do crime, de maneira digna e honesta. Em um mesmo ambiente, sob as mesmas condições sociais e econômicas, algumas (na verdade eu não sei quantificar quanto que seriam) pessoas não se deixarão abater pela situação e serão inclusive melhores em termos de moralidade e honestidade do que uma gorda fração de pessoas de classes mais abastadas. E isso é uma grande injustiça.

No entanto, poder-se-ia usar a racionalidade para justificar que em um dia de cão muitos adultos possam querer descontar todas as suas frustrações em cima dos outros. Em partes isso poderia ser relevado como justificativa.  Mas estamos falando de jovens e pré adolescentes. Alguns que são crianças. São pessoas extremamente jovens que estão cometendo crimes, não estamos falando de adultos que tomaram ódio da sociedade em que vivem e passam a viver no mundo do crime explícito. Estamos falando de crianças e adolescentes.

 

Tolerabilidade e reciprocidade

 

Toleramos aquilo que não gostamos e seremos positivamente recíprocos àquilo que nos faz bem. Eu jamais roubei nada de ninguém até agora e não foi apenas por causa da educação dada pelos meus pais mas especialmente por simples reconhecimento de padrão racional e coerente. Eu não faço com os outros aquilo que não desejo que façam comigo. Nada mais racional do que a empatia vista por este prisma mecânico de interação interpessoal. A empatia cognitiva, mediante o meu conceito: ”para que possamos internalizar uma ideia, uma teoria, uma conduta, devemos sentir empatia por ela”. Por exemplo, se tornar vegetariano.

Meu nível de tolerância para a violência irracional ou feita por motivação fútil é muito baixo. Isso se aplica a todos os tipos de comportamentos que não são racionais. E obviamente em relação a todas as formas de crimes tal como o roubo. O famoso ladrão de galinhas, isto é, aquele que rouba para poder dar de comer aos seus filhos, existe, mas não é a regra. Na maioria das vezes as pessoas roubarão dos outros por pura falha de caráter e que tem uma clara origem biológica, do próprio ser. Estamos todos subordinados a estas duas vias de reação, a tolerância por aquilo que nos incomoda, e a reciprocidade positiva, altruísmo ou empatia (mesmo que se for apenas ideacional) por aquilo que nos motiva a continuar na labuta diária da autoconservação.

Os esquerdolas acreditam  que a suposta falta de educação  foi a causadora destes tipos de comportamentos, então bastará colocar os ”mal educados” em uma escola de boas maneiras civis, para que possam se tornar como você ou eu. Não existe genética, não existem predisposições, não existe o ser e sua reação, mas apenas as circunstâncias, dizem eles. Alterem as condições e teremos seres totalmente reformados. E se alguns deles consegue rever suas ações e ”melhorar” (muita calma nessa hora porque o melhorar também pode ser quantificado e ”algumas” melhorias não parecem ser tão boas assim tal como o garoto pobre que consegue se tornar jogador de futebol, larga a vida de quase-crime que sentenciava o seu futuro, mas continua a praticar pequenos delitos só que de colarinho branco) então os esquerdolas olharão para esta exceção tal como se representasse a regra.

O mundo é terra plana para essas mentes cabeças de vento. Se somos todos iguais então estudar sobre genética comportamental seria como enxugar gelo, devem pensar.

Literalizando o ”argumento” dos esquerdolas.

As crianças e adolescentes que causaram furor nas praias cariocas, nestes ‘últimos dias’ (não significa que não voltará a acontecer e nem que se consistam em casos isolados), ao saírem arrastando pertences alheios, sem qualquer pingo de respeito ou dignidade, não tiveram uma boa educação (os pais e os professores deles devem ser uns lixos…. e vale ressaltar que, infelizmente, muitos bons pais de origem humilde acabam tendo filhos problemáticos). Portanto, devem ser ”reeducados”.

Literalizando a ideia de ”reeducação”

A primeira tentativa de lavagem cerebral amadora e fortemente embasada em pensamento positivo não deu certo. Então vamos colocá-los novamente em instituições estatais onde ”será feito” a reestruturação de conduta comportamental civilizada.

Eles sairão de lá novinhos em folha e nunca mais cometerão estes tipos de crimes.

 

Mundo real

 

Essas crianças e adolescentes que já sinalizam predisposições comportamentais anti-sociais desde à tenra idade, deixando implícito o papel da transmissão inter-geracional de caracteres, leia-se, hereditariedade, no comportamento humano,  não melhorarão suas condutas de maneira radical tal como a grande maioria dos esquerdolas acreditam apenas por causa de uma ”melhor educação”.

 

O que é educação comportamental**

 

Novamente ”a minha ideia” sobre a empatia cognitiva. Somos expostos a todo momento a estímulos ambientais como livros, uma bola de futebol ou uma boneca da Barbie, assim como também à ideias e argumentos racionais de conduta ou comportamento. Por exemplo, quando eu era criança, eu me condicionei a pedir desculpas, repetir umas cinco vezes esta palavra, depois de ter praticado alguma conduta ou exposição de pensamento ruins ou de mal tom. ”Funcionou”. Mas é muito cedo dizer que se minha mãe não tivesse me dito isso eu não teria aprendido até o ano em que comemorei o meu vigésimo sexto aniversário. E não é apenas cedo como também equivocado sugerir que este método empregado por minha mãe irá funcionar em todo mundo.

A ideia de educação se assemelha ligeiramente à ideia de lavagem cerebral, que eu demonstrei ou acredito que demonstrei, que está sendo usada de maneira equivocada pelas pessoas. A educação, nas escolas ou mesmo aquela que nossos pais acreditam de maneira literal e profunda, nada mais se assemelharia àquela imagem do filme ”Laranja Mecânica” que se tornou mundialmente famosa.

Não, não faltou educação a estes grupelhos descidos do morro que tocaram o terror em banhistas cariocas e continuarão a fazê-lo, em grupo ou a conta-gotas. Faltou a esterilização de suas mães ou ao menos, um planejamento familiar fortemente intrusivo para que seus pais evitassem encher os seus barracos, símbolo da ineficiência e brutalidade estatais em conluio com uma dupla herança desvantajosa, bio-econômica, de crianças que na maioria das vezes, serão apenas como eles. E não os culpo totalmente, porque o ambiente em que vivem contribui para exaltar as já muito evidentes dificuldades naturais de adaptação em uma sociedade industrial (e dependendo do caráter deles, em qualquer sociedade, mesmo nas de caçadores coletores).

Alguém com tolerância para praticar o mal irracional, em qualquer ambiente, será um estorvo para aqueles que o repele naturalmente.

A educação comportamental assim como no caso da cultura se consiste em uma tentativa de sincronização entre o comportamento (a nível individual) e o ambiente social e simbólico (isto é, que expressa toda a panaceia abstrata que emana da mente humana como emoções, ideias, etc). Novamente, a metáfora do boomerang ou do jogo de Squash, só que agora direcionado para a reciprocidade/internalização de condutas e rotinas. Eu aprendo organicamente que roubar os outros é imoral e não apenas ou fundamentalmente porque a professora ou professor disse. Eu posso internalizar uma conduta e/ou rotina com base na própria captura de percepções ou por meio da verbalização de terceiros, onde o educador aparecerá como um dos mais prováveis a comunicarem esta regra de etiqueta básica.

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37 responses to “Literalizando os ”argumentos” dos esquerdolas”

  1. HOl says :

    Deixa ver se percebi, uma pessoa criada totalmente isolada de estímulos positivos incluindo, dos seus pais que são horríveis, é de boa índole por causa da sua genética. Assim como uma pessoa criada num ambiente rico e com “pais maravilhosos podem ter filhos de má índole, o que se deve também à genética. Visto que essa genética é herdada desses mesmos pais, de onde eles foram buscar esses traços tão vincadamente opostos aos seus progenitores?

  2. HOl says :

    Não, nunca. Já ouvi falar em probabilidade de combinação alelica. Mas para isso é preciso pressupor que é uma herança mendeliana e que as características “boa índole” são expressas por genes recessivos. Conheces o conceito? É isso que estas a afirmar?

    • santoculto says :

      Pare de ser chato meu filho. É a mesma coisa!! Vou repetir, o próximo comentariozinho e não vou mais aceitar ok*

      É presumível que entre genes recessivos e dominantes, exista um espectro entre um e outro.

      Outra coisa, quando falamos em genética comportamental estamos a falar de fenótipos.

  3. HOl says :

    Ser chato é confrontar-te com o que escreves? Se a censura é a base da tua argumentação então devias de parar de escrever num espaço público.

    E não, não é a mesma coisa. São conceitos bem diferentes até. Em genética seja “comportamental” seja o que for falas de genes e alelos. Os fenótipos já pressupõe uma interacção com o ambiente e não é essa a ideia que queres transmitir. Portanto até te estou ajudar a usar os conceitos correctos. Mas volto a perguntar, achas mesmo que a “boa índole” é uma característica recessiva que pode estar assim escondida e saltar gerações?

    • santoculto says :

      Não é censura, é raiva ao natural e com um sorriso no rosto 😉

      Fenótipo é a expressão do genótipo.

      Fenótipos independem da interação com o ambiente para que possam existir, olhos azuis e pele clara existem mesmo em um não-lugar. A interação é apenas o evidentemente redundante próximo passo para se entender a dinâmica das existências.

      Fenótipos e genótipos são produzidos não apenas pela interação. Nascemos com ambos obviamente e geralmente serão mais ou menos constantes, claro, desprezando erros que costumam acontecer ao longo do trajeto chamado vida.

      • HOl says :

        Se a tua resposta natural ao confronto é a raiva, então vais ter muitos dissabores na vida. A maior parte das pessoas não te tem em consideração suficiente para se preocupar com as tuas birras. Fica o conselho.

        Fenótipo é uma definição e está longe de ser independente do ambiente, mesmo desde a primeira célula. Depende da carga genética, do ambiente hormonal e humoral interno e materno, interacções com meio interno das mais diversas formas, nutricional, físico, químico… Os cor dos olhos é uma herança multifactorial e depende do meio sim. Existem exemplos mais lineares como doenças monogénicas que poderiam estar mais perto do que dizes, mas mesmo estas pressupõem uma interessam com o meio. O organismo humano não é um sistema fechado.

        • santoculto says :

          ”Se a tua resposta natural ao confronto é a raiva, então vais ter muitos dissabores na vida. A maior parte das pessoas não te tem em consideração suficiente para se preocupar com as tuas birras. Fica o conselho.”

          Eu já falei pra ti pra guardares teus conselhos consigo** Se não…

          Não entendeu o que quis dizer.

          O fenótipo per si, isto é, o produto, não depende do meio. Tal como a inteligência não depende do meio, existe e se expressa por si mesma.
          É uma consideração mais filosófica do que biológica. Eu não literalizei, apenas isolei o ser do ambiente para mostrar-lhe pifiamente que o fenótipo e isso inclui qualquer tipo de comportamento, existe por si mesmo. Sim, cenários são muito importantes por razões muito mais do que óbvias, é onde estamos, mas não somos uma continuidade com o ambiente, da maneira como estás a pensar. E já notei que pensas exatamente desta maneira pois se o organismo não é um sistema fechado, então o ser só poderia ser construído com base naquilo que vive. Mas isso não está plenamente correto porque o mais importante não é o ambiente mas a resposta, e constância desta resposta, do ser.

          • HOl says :

            Eu guardo, mas devias ter a inteligência e humildade suficiente para perceberes o que é um bom conselho.

            O que eu percebo é que estas a ser extremamente reducionista ao só considerares apenas as interacções do meio com um organismo que atingiu o pleno das duas capacidades. Só assim o meio poderia passar a segundo plano, e mesmo dessa forma não plenamente, pois somos seres que internalizam, racionalizam, trabalham e agem de acordo com as experiências adquiridas.

            Um exemplo muito simples: Na forma mais primitiva, tu só sabes que o fogo queima porque te queimaste ou porque alguém te educou para que saibas que queima e que isso doí. Não existe genes ou seja o que for que te ensine que o fogo queima, apenas genes dos receptores sensitivos para sentires dor pelo stress tecidual causado pelo fogo e genes que te dão capacidade de teres um sistema nervoso central para interpretar a dor como um estimulo a evitar. Portanto depois de que queimares a primeira vez, vais evitar o fogo, ou depois de te educarem que o fogo doí vais evitar tocar nele. É a integração de duas experiencias, a primeira é um ensinamento primário e o segundo é secundário mas é um experiencia, que vai modificar o teu comportamento.

            Voltando ao teu reducionismo, e para um caso que vais perceber porque fala de uma coisa que percebes. Uma das razões mais comuns para atraso mental, inteligência abaixo da média, baixo QI, o que quiseres chamar, principalmente nos países em desenvolvimento e no interior dos continentes, é uma condição que tem pelo nome cretinismo que é causado pela simples falta de iodo durante a formação do feto. Esta situação é irreversível! Mesmo que a pessoa nade em piscinas de iodo depois de nascer. Mesmo que essa pessoa tenha os melhores genes do mundo para ser o mais forte o mais bonito e o mais inteligente ser humano alguma vez nascido. Basta uma simples falta de um micro nutriente e puf fica um idiota para o resto da vida. Portanto se achas que os genes é o mais importante, estas no teu direito, mas acredita que o ambiente, mesmo nas mais pequenas coisas tem um poder avassalador sobre todos os seres vivos. Homens incluído.

            • santoculto says :

              ”Eu guardo, mas devias ter a inteligência e humildade suficiente para perceberes o que é um bom conselho.”

              Por favor meu querido, por favor, eu já disse pra ti e vou repetir porque eu sou um santo e tenho tido muita paciência contigo.

              mais uma amostra grátis de falta de educação com aquele que está te tolerando, e não mais aceitarei seus comentários e será por definitivo.

              ”O que eu percebo é que estas a ser extremamente reducionista ao só considerares apenas as interacções do meio com um organismo que atingiu o pleno das duas capacidades. Só assim o meio poderia passar a segundo plano, e mesmo dessa forma não plenamente, pois somos seres que internalizam, racionalizam, trabalham e agem de acordo com as experiências adquiridas. ”

              Se Deus ou ao menos o design inteligente existisse não existiria esquerdistas. Estes são espécimes muito talentosos na arte de confundir e fazer o mundo, um lugar muito pior do que já é.

              interessante, leste o título deste texto**

              Pois é

              Deduza

              Você é o mesmo que tem um nickname estranhamente perverso, és tu**

              É um tipo de comentário que não dá para saber onde começar a responder. A maioria dos esquerdistas parecem partir do pressuposto que o seu oponente em ”debates” na internet pensaram exatamente como ele. E eu já fiz isso muitas vezes neste blogue, tenho uma epifania e ao invés de explicá-la detalhadamente, apenas a exponho sem qualquer comprometimento didático. Não entendi

              Atingir o pleno de suas capacidades = finalização do amadurecimento cerebral. Somos concedidos biologicamente, nascemos, crescemos, atingimos o ápice, reproduzimos ou não, envelhecemos e morremos.

              ”Somos seres que somos todos iguais, é claro, que raciocinam”

              não tem como discutir com um ideólogo, isto não é ciência, é política. Quando você tem celebridades cabeças de vento endossando seus pontos de vista, tenha medo, porque é provável de não estar plenamente correto dos mesmos.

              ”Um exemplo muito simples: Na forma mais primitiva, tu só sabes que o fogo queima porque te queimaste ou porque alguém te educou para que saibas que queima e que isso doí. Não existe genes ou seja o que for que te ensine que o fogo queima, apenas genes dos receptores sensitivos para sentires dor pelo stress tecidual causado pelo fogo e genes que te dão capacidade de teres um sistema nervoso central para interpretar a dor como um estimulo a evitar. Portanto depois de que queimares a primeira vez, vais evitar o fogo, ou depois de te educarem que o fogo doí vais evitar tocar nele. É a integração de duas experiencias, a primeira é um ensinamento primário e o segundo é secundário mas é um experiencia, que vai modificar o teu comportamento.”

              Em que sentido usaste o termo ”primitivo”***

              Apenas um retardado mental, que me perdoem os mesmos e seus parentes por usar este termo, que não seria capaz de RACIOCINAR por CONTA PRÓPRIA que o fogo queima depois da primeira experiência ou mesmo com base em dedução via observação.

              ”Voltando ao teu reducionismo, e para um caso que vais perceber porque fala de uma coisa que percebes. Uma das razões mais comuns para atraso mental, inteligência abaixo da média, baixo QI, o que quiseres chamar, principalmente nos países em desenvolvimento e no interior dos continentes, é uma condição que tem pelo nome cretinismo que é causado pela simples falta de iodo durante a formação do feto. Esta situação é irreversível! Mesmo que a pessoa nade em piscinas de iodo depois de nascer. Mesmo que essa pessoa tenha os melhores genes do mundo para ser o mais forte o mais bonito e o mais inteligente ser humano alguma vez nascido. Basta uma simples falta de um micro nutriente e puf fica um idiota para o resto da vida. Portanto se achas que os genes é o mais importante, estas no teu direito, mas acredita que o ambiente, mesmo nas mais pequenas coisas tem um poder avassalador sobre todos os seres vivos. Homens incluído.”

              Eu sou reducionista por alguma razão que ainda não deixou plenamente explícita, porém tu não és um reducionista ao dizer que apenas a falta de iodo que poderá explicar a falta de inteligência nas pessoas do terceiro mundo, em média…. e que portanto, basta iodizar a todos que se tornarão tão espertos quanto aqueles que vivem no primeiro mundo.

              Foi o que entendi.

            • santoculto says :

              ” Basta uma simples falta de um micro nutriente e puf fica um idiota para o resto da vida”

              Reducionismo*** Tem provas mais do que palatáveis sobre isso**

    • Santoculto says :

      Eu acredito que ”bondade” seja menos comum do que maldade entre os seres humanos, não sei se recessiva per si ou por contexto demográfico, isto é, os mais bondosos tendem a procriar menos.

      Não é que a bondade ”salta de geração”.

      Funcionaria mais ou menos desta maneira

      Tem um casal e suas respectivas chances para terem um ser de boa índole (eu sinceramente não entendo o porquê de aspeá-lo, é relativo pra ti**), PROBABILIDADES

      ele com 25 anos e ela com 23 anos, mais alguns pormenores como ”fumar” ou qualquer outro tipo de comportamento que possa ter um efeito (ainda não sabemos plenamente se é causal ou correlativo, eu ao menos não sei) no feto.

      as chances para ter um filho de boa índole será, hipoteticamente falando, de 80%; Variará ao longo do tempo, por exemplo, ter filhos cedo ou tarde costuma presenteá-lo com maior carga genética.

      Nota-se que algumas populações ou raças humanas tendem a ser mais propensas a ter uma maior predisposição MÉDIA (isto é, dos seus 50% de pessoas) para transmitir combinações genéticas que produzem comportamentos pró sociais (mais como comportamento domesticado”)

  4. Santoculto says :

    Eu não sei no que alelos e genes se diferenciam, mas tenho conhecimento o suficiente para dizer que os genes sejam influentes no comportamento humano, se já o fazem nas outras espécies.

    • HOl says :

      É simples, normalmente existem duas cópias diferentes de cada gene numa pessoa. Um do pai outra da mãe. Que podem ser diferentes ou iguais. Cada um desses genes é um alelo.

      Para a mesma função podem existir centenas ou milhares de “genes” diferentes numa população, a esses diferentes “genes” para a mesma função também se chama alelo. Basicamente é o que se chama às diferentes formas de os genes que fazem a mesma função.

      O comportamento das espécies, mesmo em termos puramente biológicos, não se pode explicar unicamente devido aos genes. Na verdade a grande maioria dos genes, cerca de 98% são idênticos entre as espécies mais distantes, como por exemplo um peixe e um homem. Em relação ao chimpanzé temos uma homologia de 99,8 % o que também não explica as diferenças entre espécies. Como podes imaginar entre dois humanos as diferenças são ainda menores variam em algumas centenas de pares de bases espalhados por todo o genoma.

      • santoculto says :

        ninguém está dizendo aqui que o comportamento humano só possa ser explicado por genes. Diz como se eu o tivesse dito antes para que pudesse amavelmente consertar.

        Tudo o que disseste no final deste comentário eu já sabia e mais

        não prova o seu ponto…

  5. HOl says :

    ” Basta uma simples falta de um micro nutriente e puf fica um idiota para o resto da vida”

    Reducionismo*** Tem provas mais do que palatáveis sobre isso**

    Isto não é reducionismo é medicina, é uma condição conhecida desde o tempo de Hipócrates. É uma das mais claras e provadas associações, existem poucas condições na medicina que seja tão 1+1=2. Se não acreditas procura outras fontes. Quando eu falar de teorias digo, de resto falo-te de factos. É uma diferença entre nós os dois 😉

    Que parte é que não prova o meu ponto?

    • santoculto says :

      Defina reducionismo.

      Grécia foi a 2000 anos, tudo o que inventaram e produziram em termos de filosofia estava certo** não.

      o fato de ter sido a 2500 anos atrás, invalida a filosofia grega per si** não.

      ”Se não acreditas procura outras fontes. Quando eu falar de teorias digo, de resto falo-te de factos. É uma diferença entre nós os dois 😉 ”

      Todo esquerdola lagardiano diz isso.

    • santoculto says :

      Claras associações a partir do empiricismo científico precisa ser muito precisa. Acreditas também que jogar video game nos faça mais inteligentes***

      Responda, por favor.

      • HOl says :

        O facto de a falta de iodo provocar cretinismo e já ser conhecida nos tempos dos gregos prova simplesmente que é uma associação conhecida, que não precisou de métodos científicos elaborados e máquinas potentes, nem malabarismos estatísticos. É causa efeito, tão linear quanto isso. Da mesma forma que o escorbuto é provocado por falta de vitamina C. Acontece em todas as pessoas independentemente do potencial genético.

        Não acredito que os jogos de vídeo te tornem mais inteligente, mas acredito que, pelo menos alguns, ajudam a desenvolver o teu potencial e podem mesmo ser didácticos.

        • santoculto says :

          Pode ser, o fato aqui é, de onde tirou que eu o neguei para que pudesse usar seus costumeiros ad hominens contra minha pessoa***

          O fato de que uma variável possa ser decisiva para acometer a todos, de maneira universal, não significa que isso derrubará por terra tudo aquilo que tenho falado aqui, inclusive em relação à predisposição OU potencial para certo comportamento.

    • HOl says :

      Ainda não tinha lido a tua resposta original. Tu és mesmo mais estupido que pareces. Está tudo lá escrito e bem perceptível. A falta de iodo provoca uma doença que se chama CRETINISMO (procura na net) esta DOENÇA é uma das causas mais comuns de atraso mental.

      Em lado nenhum disse que existe falta de inteligência no terceiro mundo, nem tão pouco que é a falta de iodo a sua explicação. Apesar de falarmos com sotaques diferentes, a língua é a mesma. Eu percebo bem o que dizes, se não percebes o que lês o problema está em ti.

      • santoculto says :

        Eu mereço por ter aumentado o tom, mas é sempre bom ouvir de um imbecil que é um tonto. Sim, eu acho que faltou iodo pra ti então amiguinho!!!

        Então boa parte da humanidade abaixo do trópico de câncer é cretino…

        Novamente, eu quem dou as cartas no meu blogue por motivos óbvios, se fosse tão estúpido assim não estaria perdendo o seu tempo lendo o que escrevo. O último recado, de amigo que sempre sou e a próxima histeria gratuita e não mais aceitarei os seus comentários.

        • HOl says :

          Olha meu caro eu respondi-te no tom que mereceste, também estou a ter uma postura bem paciente contigo.
          Só existem países subdesenvolvidos para baixo do tropico de caranguejo? Da última vez que vi haviam países em desenvolvimento um pouco por toda a parte.

          Não sei porque estas a insistir neste assunto quando apenas o dei como exemplo. Mas volto-te a fazer a afirmação. Uma das causas clássicas mais comuns de atraso mental em todo o mundo é uma doença chamada cretinismo. Esta resulta da falta de iodo durante a gestação e é irreversível. A prevalência desta doença é maior nos países subdesenvolvidos e no interior dos continentes. A primeira por falta de medidas sanitárias de controlo e manejamento da situação e a segunda condição pelo afastamento em relação ao mar, que é a grande fonte deste ião.
          Para ficar ainda mais claro, não existe uma relação directa entre a exposição a quantidades crescentes de iodo e a inteligência. O iodo é um micronutriente, necessita de uma quantidade mínima para permitir o funcionamento fisiológico normal. Abaixo destas concentrações mínimas, provoca a tal doença. Por outro lado quantidades exageradas provoca toxicidade. Quantidades intermédias não têm valor biológico.

          Ficou claro agora?

          • santoculto says :

            ”Olha meu caro eu respondi-te no tom que mereceste, também estou a ter uma postura bem paciente contigo.”

            Eu já falei anteriormente, em outros embates, que és louco*** Cadê a tua memória de curto prazo pra perceber que logo em seu primeiro comentário desta série já viestes com completa falta de educação!!!!! onde estás***

            Eu mereço amor por estar escrevendo um blogue como este. Eu não vejo alguém esteja fazendo o mesmo, ao invés de escolher qual dos lados, ambos errados, a enfatizar, eu escolho nenhum. A vida seria bem mais simples pra mim se quisesse, em muitos aspectos importantes do bem viver via mundo materialista e niilista.

            Não tem que ter qualquer postura paciente comigo porque quem é o dono deste blogue sou eu. Está entrando em minha casa, és a visita, também tenho, em condições ideais e recíprocas, de tratar-lhe bem. mas não vejo o porquê**

            Eu lhe disse da última vez que não mais aceitaria suas bobagens, como sempre, verbalmente elaboradas, cheias de arrogância e sem razão racional pra tê-la…

            ”Só existem países subdesenvolvidos para baixo do tropico de caranguejo? Da última vez que vi haviam países em desenvolvimento um pouco por toda a parte. ”

            Isto prova metade da tua burrice.

            Não tem nexo nenhum esta parte, é tão irrelevante que chega a ser engraçado.

            QIRIIIIIDO
            quem está repetindo a mesma coisa é tu, não eu.

            Cansei, já deu bem mais que 2 provas quanto à sua fraqueza intelectual.

            Aos outros leitores, vejam isso, é isto que ”””nossas””’ universidades estão infestadas.

          • santoculto says :

            Novamente, cada comentário seu que se assemelhe a um discurso político, me prova, ao menos, que confunde ciência e filosofia com política, mesmo que negue até o último fio de cabelo.

    • santoculto says :

      Para ti o faCtor racial para explicar a baixa inteligência média dos africanos subsaarianos ou mesmo daqueles que habitam o Maghreb é pseudocientífico, não é* Por que*

      • HOl says :

        Para mim o factor racial não explica grande coisa. Se explicasse isso não abonava nada em teu favor. Lembra-te que não és um europeu puro és um mestiço, quer queiras quer não a tua própria ideologia joga contra ti!

        • santoculto says :

          mestiço não é ideologia e não sou CONVENIENTE. Já fui, quando pensei que pudesse convencer que era ”branco”.

          Claro, eu pedi para explicar e não para dar a sua opinião pessoal, pode começar.

        • santoculto says :

          Seu comentário por si só já está a jogar contra ti. Eu não estou falando de mim, primeiramente, ainda que o faça com grande frequência aqui e apenas por motivo observacional. Estou falando sobre quais que seriam as causas para os problemas sociais, e eu vivo no meio de todos estes problemas.

          Eu nem sou um supremacista branco, ainda mais depois de ver boa parte dos ”brancos europeus”, daqui e daí, acreditarem em ideias estapafúrdias. São uns débeis, mas não tem culpa, nem todos é claro.

        • santoculto says :

          Cretinismo afeta então uma pequena parcela da população nos países mais pobres, por isso que o percentual de ”cretinos” não é alarmantemente maior do que nos países mais ricos.

          • HOl says :

            Eu falei-te disso como exemplo do ambiente sobre o potencial genético, não como pertença explicação de diferenças de inteligência. O atraso mental do cretino é profundo! (mesmo que vocês usem a expressão cretino com outro sentido, cretinismo é uma condição de saúde)

            Ter-te dito para procurares por ti é para veres que não estou a inventar. Isto nem sequer é repassar opiniões é um facto. Se todos os esquerdistas fazem isso eu não sei. Talvez gostem que os direitistas confirmem que se está a falar com seriedade. Espero é que nem todos os direitistas sejam tão quadrados como tu.

            • HOl says :

              Da mesma forma que usei o exemplo do fogo como capacidade de aprendizagem. Tu estas sempre afirmar que não é o ambiente que conta mas a resposta do individuo. O que te estou a dizer com isso é que a resposta do individuo vai depender sempre das suas experiencias anteriores. Ninguém sabe à priori que o fogo queima e que queimar doí. Obviamente que depois de se queimar uma vez vai evitar queimar-se de seguida e usar o fogo com cuidado. Adaptou-se por aprendizagem, interiorizou a melhor forma de manejar com o ambiente.

            • santoculto says :

              Pode-se deduzir por meio de pura observação que o fogo pode queimar, por exemplo, vendo-o tostar madeira seca.

            • santoculto says :

              Primeiro, não sou direitista, segundo, se fosse quadrado não seria humano, terceiro, não fiqueS tão nelvoso quiridinho, está lhe fazendo mal, novamente, se sou tão ruim assim então pra quê perder seu precioso tempo no meu amável blogue***

              Além de explicar mal ainda entende mal. Se todo esquerdista eu não sei, mas até agora só tenho tido decepções com estas pessoas, tanto que tenho dedicado bons textos a eles e tu é apenas uma personificação daquilo que eles tem de pior.

              Debater com pessoas como tu é um sofrimento pra mim porque de fato não falamos as mesmas línguas, ainda que possa entender minhas palavras, não podes tocar nos meus pensamentos e ideias aqui passadas, nem eu as tuas, mas posso farejar cada contradição que revela a tua retaguarda para que possa ganhar de ti. Admito, não sou e não tenho qualquer pretensão de ser mais inteligente que ninguém, apenas sábio. Tens mais conhecimento em genética que eu, por gostar do assunto, por ser da área, por ter maior conhecimento técnico sobre certos termos, por ter motivação para tê-los, mas eu tenho comigo a sabedoria e tento, pedantemente ou humildemente, entender o que se passa ao meu redor por razão puramente egoísta, gosto muito da vida, ainda que longe de sê-la em um palacete, a gosto muito e gostaria de terminar a minha incerta existência, feliz, seguro e conhecedor de cada fenômeno que está a se dar ao meu redor. Não vou descobrir a cura do câncer ou da sida, talvez porque não tenha intelecto o suficiente para fazê-lo ou também o intelecto certo, e por não estar em uma universidade, em um laboratório e com todo o aparato necessário que possa contribuir com esta tarefa. Mas isso não desqualifica, nem mesmo neste tipo de discussão, deste assunto, visto que para entender o comportamento humano, também se deve e talvez principalmente, entender a si de maneira neutra e correta, e tentar extrapolar este conhecimento sem generalizações em relação ao resto.

  6. HOl says :

    Não acredito que o facto de ter estudado genética seja uma predisposição. Apenas acho interessante o assunto, tenho mestrado em genética molecular, foram 7 anos a estudar o assunto a nível superior, fiquei desiludido com a vida de investigação e segui outro caminho, onde achei poder ser mais útil para o mundo e para mim. O que é uma prova de não determinismo, da adaptabilidade e flexibilidade do potencial de cada pessoa. Quando te estou a responder não é minha intensão desacreditar o que seja, como dizes não é tua pretensão encontrar a cura do cancro. Mas se a tua pretensão é ser sábio, então deves respeitar e tentar compreender a posição das outras pessoas. Rotular, estereotipar é uma falta de respeito pelo ser individual que está a interagir contigo e obviamente que te levo a mal e te respondo torto. Se te respondo é para te tentar perceber, como já te disse acho as pessoas interessantes e tu és um paradoxo com pernas, sem ofensa.

    Acredito que a humanidade é um grande organismo, cada um com as suas características próprias e diferentes, que permite a esse grande organismo criar conhecimento e contribuir para a evolução, por isso que respeito toda a gente de todas as raças. Mesmo que muitas vezes não o façam, toda a gente tem o potencial para contribuir para o bem comum.

    • santoculto says :

      ”Não acredito que o facto de ter estudado genética seja uma predisposição. ”

      Tua maneira de mostrar as coisas é muito complicada de entender e aceitar.

      Tudo aquilo que ”descobrimos” e que determinamos como uma matéria a ser estudada, tende a atrair certo grupo de pessoas que apresentam similaridades, tal como ir a shows do rock in rio, gostar de rock pesado pura e simplesmente. Sempre haverá uma predisposição, o que não haverá será um determinismo. Predispor não é determinar e eu falo em quase todos os textos sobre comportamento e genética que sim, somos plásticos, mas não somos infinitamente plásticos, nem MUITÍSSIMO plásticos.
      Aceitar isso é ser humilde, aceitar as próprias limitações, que é limitado até certo nível, como personificar o poema em linha reta de Pessoa.

      ”onde achei poder ser mais útil para o mundo e para mim”

      Propagar factóides não é ser útil ao mundo, pelo contrário.
      E não estou falando do tal iodo que PODE causar cretinismo. Nem todo mundo que nascerá ”cretino” por causa da falta do iodo, mas todos aqueles que assim nasceram, apresentaram deficiência no mesmo. O que entendi. As pessoas variam em todas as suas predisposições, mesmo antes de nascerem porque seus pais e sim, os ambientes variarão. O problema é usar o termo ambiente sem dar-lhe um caráter conceitual preciso, claro, dependendo do contexto.

      ”O que é uma prova de não determinismo, da adaptabilidade e flexibilidade do potencial de cada pessoa. Quando te estou a responder não é minha intensão desacreditar o que seja, como dizes não é tua pretensão encontrar a cura do cancro. Mas se a tua pretensão é ser sábio, então deves respeitar e tentar compreender a posição das outras pessoas. ”

      O sábio é um amante inflamável da verdade. Tanto que prefere as montanhas do que as cidades, o estereótipo do sábio eremita não é apenas um mito, é real. As pessoas que se rebaixam à estupidez das massas, não é sábia, até pode ser astuta, a pequena e maldosa sabedoria, mas não será sábia, será conveniente.
      Novamente, aquilo que disse acima. Poema da linha reta. Não é Deus, tem limites e estes limites variarão de pessoa em pessoa, grupo em grupo, raça em raça e claro, haverão diversidades internas.

      ”Acredito que a humanidade é um grande organismo, cada um com as suas características próprias e diferentes, que permite a esse grande organismo criar conhecimento e contribuir para a evolução, por isso que respeito toda a gente de todas as raças. Mesmo que muitas vezes não o façam, toda a gente tem o potencial para contribuir para o bem comum.”

      Eu sou muito sincero aqui, muito mais do que gostaria de ser lá fora, no mundo real. Tenho preconceitos, como todos tem, não sou um quase-portador da síndrome de williams, mas isso não me deixa em maus lençóis, apenas mais ressabiado, não tenho mais qualquer ilusão sobre a humanidade, mas sei que existem virtuosos e precisam ser valorizados onde quer que estejam.

      Respeito quem merece respeito, quem não merece eu gostaria de meter a mão, mas como esta demasiadamente angelical, o faria sob o resguardo de outros, visto que não sou alguém que não conheça os próprios limites físicos. ”TODA GENTE”, não, porque há muitos psicopatas e sociopatas, que nasceram assim, demonstram comportamentos muito perigosos para as vidas ao seu redor desde cedo ou como acontece com muitos deles, é ardiloso em sua labuta de esconder que nasceu mais selvagem que o resto até que o estrago estará feito em algum inocente (ainda que não seja incomum vê-los praticando coisas boas, em uma maré de coisas ruins anteriormente praticadas).

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