o pobre e tolo branco nacionalista

A linguagem deveria nos servir, de maneira que quando a usássemos, pudesse ser eficiente na capacidade de compartilhar ideias, que são prelúdios das ações. No entanto, por causa da tendencia que parece ser muito comum, de se dar um caráter confusamente abstrato as palavras que não representam literalidades organicas ou materiais, a tarefa essencial da linguagem, ve-se bastante reduzida e menos capaz do que idealistas linguistas poderiam ter previsto.

Em um mundo complexo e propositadamente confuso, a verdade encontrar-se-á espalhada por todos os cantos. Sábios serão aqueles que, por força própria, conseguirem capturar estes nacos de sabedoria em cada um destes cantos, assim como também aqueles que, por puro faro instintivo, passarem a seguir a sombra destes sábios, porque saberão que estarão no caminho certo do supra-entendimento de quase todas as cousas, ao menos aquelas que estão ao alcance de nossas mãos.

A precisão dos termos bem como também do seu entendimento no uso das palavras, tornará a comunicação, muito mais rápida, coerente e precisa. Em relação aos seres humanos, ou para falarmos deles ou de seus desdobramentos biológicos naturais, costumamos usar de generalizações aforísticas, como por exemplo, ”a raça branca é a mais inventiva de todas as raças humanas”. Nesta frase, vemos a coletivização semantica de conquistas essenciais que na verdade, foram estoicamente desbravadas, apenas por uma centelha de indivíduos excepcionais. Ao darmos um caráter excessivamente coletivo a conquistas excessivamente individuais, ainda que estas, necessitassem de um ambiente, com o mínimo de segurança, liberdade… e uma variedade de genes apropriados para a manifestação do genio dentre outros virtuosos de valor, estaremos praticando a injustiça ao tirarmos destes indivíduos as suas conquistas, que se deram com base em sacrifícios, muitas vezes, em conluio com desequilíbrios existenciais provocados por perturbações mentais, o stress e a ansiedade de se verem sós em um mundo de estúpidos cheios de certezas, lutando contra a maré que teima em seguir em direção errada.

Quase todos os tribalistas agem desta maneira, porque ao coletivizarem conquistas individuais, estarão se aproveitando do trabalho alheio para se orgulharem, tal como se fossem eles que tivessem feito tal façanha.

As generalizações são apetrechos daqueles que pretendem coletivizar virtudes e conquistas. Poucas são as pessoas que rebatem com sabedoria e clareza de pensamento estes tipos de argumentações. Estou a vivenciar em um curto espaço de tempo, que no entanto pra mim, tende a se consistir em um grande período de vivencias e mudanças estratégicas de pensamento, o desmanchar do castelo de orgulho e ódio, ao menos em relação a minha própria perspectiva, que tem sido a base do pensamento reinante entre aqueles que se denominam como ”brancos nacionalistas”. Assistindo a rendição, até agora, de ”seu povo”, assim como também, o trovejar de uma futura reação igualmente dúbia em sabedoria, inteligencia e criatividade, reais, não apenas passei a me esquivar de suas pretensões que se assemelham a reação excessiva do organismo para matar invasores tal como acontece com a febre mas especialmente em doenças infecciosas altamente letais (e são letais, justamente por causa da reação desproporcional ou pouco cirúrgica do próprio corpo), mas também a criticar citricamente suas estratégias de ações e ou reações, sua ideologia e seus pensamentos.

Uma das razões mais contundentes para ter mudado de posição, se deu principalmente quando despertei para mim mesmo, ao aceitar-me do jeito que ”Deus” me fez. Isso mostra que somos como joguetes de nossos cérebros, especialmente quando podemos refletir sobre suas considerações mais instintivas.

Muitos sábios são organicamente ”anomalos” porque a anomalia pode se tornar em uma fonte natural de humildade asim como também de autoconsciencia. Portanto, quando se nasce com um palito menor, haverá uma tendencia, ainda que breve e estatisticamente relativa em robustez de tamanho correlativo, para se tornar menos egocentrico, ainda que isto não resulte em um bom uso desta ”janela de oportunidade” ou ”potencial”.

”No meu governo, eu vou tirar todas as suas liberdades e recriar Esparta, com um toque de Amishstão”

A maneira como que se comunica é de extrema importancia para o bom entendimento e a criação de laços recíprocos de identificação. Os ”brancos nacionalistas” já sabem que existe algo latente dentro da psique europeia que parece ser um dos principais canais para a invasão e domínio de tipos oportunistas de outsiders ou de grupos de fora. Os brancos europeus são um pássaro raro porque dentre todas as variedades humanas, eles são os que estão mais distantes da regra de ouro da espécie, o coletivismo. E justamente este individualismo, que os tornou tão poderosos enquanto coletividade biológica, perante as outras populações. Eu não conheço qualquer trabalho intelectual feito por espartanos, da mesma maneira que também não sei sobre qualquer explosão criativa por parte dos povos amish. Eu posso estar sendo muito tendencioso e precipitado, mas se ambos tivessem produzido qualquer coisa de valor, sob diversos ambitos da intelectualidade, então é provável que os livros de história já os tivesse mostrado, especialmente no caso de Esparta. Mas o que eu sei é que enquanto que a famosa cidade-estado grega era conhecida por ser uma sociedade extremamente rígida, a sua rival Atenas, por sua vez, se caracterizava por ser muito mais libertina e criativa, as comunidades amish também estão longe de serem inovadoras, ainda que não se deva desprezar as qualidades (relativas, isto é, que não são absolutas) de ambas.

No entanto, é justamente isso que muitos, senão a maioria dos brancos nacionalistas desejam. Sua plataforma de governo é a de fazer o ”Ocidente” retroceder 50, 60, 80 anos. Seus sonhos de consumo se baseiam na transformação de suas nações em versões brancas de Israel. São hipócritas** Claro que muitos deles não pensam assim e sejam talvez dos mais sábios dentro e fora do grupo a que pertencem, porque ao invés de pensarem em demolir o mundo moderno, este que não é tão ruim assim em muitos aspectos, eles gostariam apenas que houvesse maior parcimonia, especialmente no que diz respeito ao tratamento as populações europeias espalhadas ao redor do mundo. Israel está longe, anos-luz de ser um exemplo para qualquer nação. A ponderação e sabedoria, se ambas não forem sinonimos, nos dizem que devemos tomar qualquer tipo de atitude com base em conhecimento, de preferencia abrangente e empírico, que possa ser comprovado e que possa ser diplomático com todos aqueles que mereçam (e com suas doses devidamente repartidas).

A Aurora Dourada é um exemplo de estratégia analfabeta que tantos deles tem acatado. Com garotões fortões e suas feições pra lá de carrancudas, nervosos, falando palavras de ordem, os quase-facistas deste partido grego de extrema direita, conseguiram uma fração relativamente modesta de eleitores apenas com base em suas atitudes (quase) nobres, ao ajudarem a população grega que passa necessidades por causa da ”crise economica” (que como quase todas as outras, se consiste em um engodo desnecessário) vigente no país.

A maioria dos gregos (os ocidentais em geral) gostariam que a ”imigração” fosse controlada. Uma janela de oportunidades, visto que não se está lutando contra a maré, mas a favor dela. Mas como o pessoal de extrema direita não costuma ser muito bom no surf, então vemos a associação feita por eles (esperada e aguardada pela turma de Tavistock) entre ”controle da imigração” e ”volta da sociedade patriarcal” por exemplo.

Um genio político pensaria em associar (e esperar-se-ia, de coração, sinceramente), o movimento ”transgender” com a política de contenção da ”imigração de massa”. Seria um golpe de mestre!!

Por que que um genio político faria este tipo de associação??

Primeiro, porque quanto mais eleitores melhor (politicamente corretos + nacionalistas). Segundo, porque isso agradaria em cheio uma boa parcela da população, afinal de contas, demonstrar (mas especialmente, praticar) atitudes positivas, é sempre algo bom. Apenas insanos que votariam em um partido que é a favor por exemplo, da volta da escravidão. Uma das virtudes ”dos” europeus, ou especialmente, de alguns subgrupos deles, é justamente por suas capacidade de serem altruístas universais, isto é, que não favorecem de imediato o seu grupo racial, denotando ‘maior’ complexidade do pensamento (ainda que muitas vezes, resultará em algo próximo do sacrifício cristão literalizado).

O assistencialismo da Aurora Dourada não foi suficiente para conquistar a nação grega, não apenas por causa da propaganda negativa por parte da mídia (não apenas por isso), mas especialmente por causa dos discursos e ideias inflamados de ódio, generalizações e completa falta de tato psicológico com as pessoas. Não é de se admirar que partidos ultra-nacionalistas sejam tão fracos na conquista de corações e mentes e muitas vezes o tenham de fazer na base da força e não no convencimento ou inteligencia. Porque geralmente, os homens em geral já não costumam ser muito bons nesta capacidade. Novamente, são os próprios ”brancos nacionalistas” que depredam suas tentativas de alçar voo na empreitada ideológica, justa, que almejam desenvolver.

Deve existir uma predisposição, sinergia ou reciprocidade de ambas as partes para que possa haver uma relação.

”Os” europeus ou subgrupos deles, são mais propensos a serem vítimas de exploração emocional com base em seus fenótipos comportamentais que combinam instinto altruísta e falta de sabedoria cognitiva ou reconhecimento de padrões que são viscerais para a santa trindade da funcionalidade natural, sobrevivencia ou resguardo da vida, adaptação e reprodução, ainda que no caso da última, possa não se fazer sempre necessária, claro, que a nível individual, mas nunca a nível coletivo, a não ser se a coletividade for consideravelmente disfuncional e desarmonica (leia-se, eugenia negativa).

E o mesmo princípio de mecanismo sinérgico, de retroalimentação ou ”cooperação”, neste caso, negativo, está acontecendo com os brancos nacionalistas e seus líderes, que ao invés de investirem em plataformas políticas sábias, isto é, ponderadas, com todo o arcabolso de emoções e percepções que são expressadas e percebidas por nós humanos, eles se utlizam do azedume costumeiro que caracteriza qualquer movimento social constituído predominantemente por homens, com raiva e com vontade de controlar, ainda que o façam por razões justas. As razões são justas, os métodos não são e as possíveis consequencias também não. Eles não querem dissipar a injustiça que paira sob suas cabeças, começando pela melhoria espiritual e moral de si próprios, mas querem apenas ter ação e respeito ao empregarem as mesmas técnicas unilaterais grosseiras que predominam em todos os grupos.

Uma janela de oportunidades se abre para que as forças reacionárias contra os oportunistas alógenos, possa aprender com os seus erros do passado e de fato, melhorar substancialmente a sua abordagem reativa, principiando por aquilo que é mais importante, a preservação de sua raça. No entanto, ao invés de se libertarem do script previsto por uma junta de especialistas em comportamento humano, décadas antes, do jogo de prisão mental a que estão submetidos, naturalmente submetidos, os ”brancos nacionalistas” apenas repetem aquilo que foi imaginado por seus algozes. Isso mesmo, tudo isso foi previsto, inclusive a reação desmedida destas ”células brancas” em sua reação de defesa.

E ainda veremos uma grande parcela de ”inconformistas” contra a ordem vigente, defendendo a volta do cristianismo, que nada mais é do que mais uma invenção ideológica dos algozes dos brancos nacionalistas. Isto é, podemos resumir o pensamento deste grupo pela seguinte frase

”Vamos lutar contra o marxismo cultural judeu para defender o nosso cristianismo cultural judeu”.

Estava a procura de um vídeo em que um professor judeu, em alguma universidade americana, fala para uma plateia de estudantes euro-americanos sobre a ”completa estupidez” do ”seu povo”, isto é, os brancos caucasianos. De início, vejam voces, eu me senti insultado pelas palavras venenosas deste ser, que deveria estar trabalhando em prol da sociedade em que vive. No entanto, com o tempo, eu percebo que de fato até que ele não está tão errado assim.
Talvez, qualquer grupo humano sem os seus mestres da narrativa a lhe ditarem a sua própria história, ”coletiva” e individual, passarão como confusos e estúpidos tal como está acontecendo com uma importante parcela de euro-caucasianos, da Oceania até a costa peruana.

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