”Inteligencia’ entre os generos

Homens mais masculinos tenderão a ter a testa em formato quadricular. Seu queixo também será mais pontudo e seu semblante menos socialmente convidativo. Os olhos serão menores, apontando para menor proporção de traços de natureza neotenica. As mulheres mais femininas apresentarão o tipo de rosto quase que o oposto do ”mais masculino”, visto que sua testa tenderá a ser menor e em formato arredondado e as feições mais gracilizadas ou menos robustas. Homens também serão mais propensos a terem rostos mais largos e robustos do que as mulheres. São médias, lembre-se sempre disso. E eu também estou usando em excesso os termos ”tendem”, por alguma razão…

Mesmo que esta imagem abaixo esteja mostrando um homem de rosto relativamente menos masculino, ainda se pode notar com grande consistencia as diferenças marcantes dos rostos mais comuns em mulheres e os mais comuns em homens (que serão relativamente raros de serem encontrados no sexo oposto).

Inteligencia e  estereótipos que podem ser factuais com a realidade 

As profissões onde existe um predomínio de um dos generos, nos sugere que certas habilidades e tipos de personalidade serão mais comuns entre homens do que entre mulheres e vice-versa, ainda que fatores culturais tenham um papel, dependendo da profissão, que poderá ser menos ou mais relevante. Por exemplo, na medicina. No passado, por causa de razões puramente culturais, as faculdades de medicina eram quase que exclusivamente masculinas (como quase todos os outros departamentos de ensino superior). Com a emancipação feminina, o percentual de médicos homens foi se reduzindo drasticamente e hoje em dia, me parece que são as mulheres que predominam ligeiramente nesta profissão, ao menos nas faculdades. Como existe uma panaceia de profissões que se relacionam com a medicina, então ainda será relativamente complicado sugerir que exista igualdade ou mesmo superioridade das mulheres, porque por exemplo, um dermatologista, será, em média, é claro, o profissional de uma profissão menos cognitivamente exigente, se comparado com um cirurgião ou um neurocientista. Em compensação, em algumas profissões como a de físico ou engenheiro, o percentual de mulheres, ainda que também tivesse aumentado em relação aos anos mais agudamente patriarcais, não atingiu a mesma proporção como no caso da medicina (muito menos, diga-se). Aí cabem voces meus leitores, decidirem se será sempre bom que as mulheres consigam superar os homens ou se não estaremos sendo injustos com o sexo ‘forte”. Outro exemplo bastante elucidativo se dá justamente nas humanidades, onde que parece existir um predomínio feminino entre os estudantes, porque justamente numa das faculdades mais dificeis deste departamento, a filosofia, esta prevalencia não acontece. Em compensaçao, nos departamentos de psicologia e educação, há uma clara dominação feminina. Ninguém está obrigando as mulheres a escolherem por esta ou aquela profissão ou faculdade (em média). No entanto, o percentual delas que decidem fazer faculdade de filosofia é muito mais baixo do que em comparação as outras ciências  humanas. A filosofia, além de ser uma das faculdades mais difíceis das humanidades, também é uma das menos ”femininas”, de natureza puramente analítica (ainda que tenha sucumbido a subjetividade política moderna que transformou as humanidades em piada pronta, em partes isso é verdade!). Também é interessante pontuar que parece não haver um grande predomínio de professoras universitárias, mesmo nas humanidades. Há um certo equilíbrio, que não se repete em faculdades de ciencias exatas.

Como foi mostrado no gráfico acima, e qualquer professor atento e perceptivo também poderá constatar, os homens apresentam uma distribuição de inteligencia técnica mais ampla e heterogenea, com menos deles entre os tipos medianos de inteligencia (técnico-quantitativa ou qi) e uma maior proporção entre os mais e os menos inteligentes, a partir destes critérios psicométricos. Em compensação, nós temos uma distribuição quase que oposta entre as mulheres, com mais delas entre aqueles de inteligencia mediana do que entre os de maior ou menor inteligencia. Se o currículo escolar está projetado para as médias coletivas de cada contexto geográfico, então isso nos ajuda a explicar em partes porque tantos meninos são mais acometidos por dificuldades de aprendizagem ou que são mesmo menos cognitivamente inteligentes do que seus pares do sexo oposto. Isto é, mais meninos e rapazes tem mais problemas na escola, de diversas naturezas, mas principalmente de personalidade arredia e de cognição, enquanto que, coletivamente falando, as meninas costumam se sair muito melhor. Parece um pouco óbvio que o fator testosterona está tendo um papel crucial em praticamente todas as diferenças de genero. O testosterona que é a mutação que produz o homem, nos faz (nós homens), mais mutantes do que as mulheres. Isso explica a prevalencia masculina em todos os ramos mais extremos de comportamento, da liderança a criminalidade, do gênio ao estúpido, do altruísta ao psicopata. Em compensação, o XX feminino, parece ter muitas vantagens tais como uma saúde mais equilibrada e menor incidencia de problemas psiquiátricos. As mulheres podem ser comparadas aos leste asiáticos. Ambos apresentam maiores médias de inteligencia técnica, são mais saudáveis, mais pacíficos (em tempos de paz’) e menos socialmente dominantes. Em compensação, para ambos os casos, existe uma falta de talento criativo da mais alta estirpe, assim como também de todos os males que o excesso de testosterona pode causar. Ainda que existam discussões sobre se os leste asiáticos tenham mesmo menores níveis de testosterona, em média, e que os métodos de medição dos hormonios sexuais, ainda necessitem de melhorias, muitas das características corporais que tem predominado no grupo, parece sugerir superficialmente que detenham menores valores do hormônio masculino . Há de se ressaltar sobre a distribuição cronológica do testosterona e sua variação a nível diário. Homens leste asiáticos, em média, podem até ter mais testosterona circulante do que os europeus caucasianos e os negros africanos, mas esta distribuição, diária e a longo prazo, parece se dar de maneira mais equilibrada, que explicaria a tendência para o tipo de comportamento menos histrionico entre eles.
Em uma faculdade de educação infantil, especialmente para o jardim de infância, há um grande predomínio de mulheres.

Em compensação, em profissoes que exigem grandes habilidades técnicas ou de natureza puramente espacial, há um claro predomínio masculino. Os homens e especialmente os tipos mais cognitivamente masculinos (incluindo aí as mulheres mais masculinas), são muito melhores para construir casas ou consertar qualquer dispositivo mecânico do que as mulheres.
No entanto, vivemos em tempos de estereotipofobia. A sabedoria popular, mais dualista e menos detalhista que sempre imperou no passado, foi substituída por mentiras ”brancas”. As pessoas continuam discriminando a verdade e preferindo por ilusões que melhor lhe aquecem os corações, mas a conta sempre chega e alguém terá de pagá-la.
É complicado sugerir que os homens sejam naturalmente propensos a serem superiores, em média, às mulheres no quesito cognitivo. Bem, nós temos as guerras para mostrar que esta afirmação aforistica está equivocada em muitas de suas perspectivas mas não em todas . A própria inteligência, se consiste em uma definição conceitual carregada de emoção e de critérios relativamente arbitrários que desprezam a imagem maior, que é complexa, diversa e contextual e se delimita a partir de considerações unilaterais, tal como os crentes no ”design inteligente” que desprezam o processo doloroso que torna possível a perfeição da natureza ou o seu produto final, também fazemos algo parecido em relação às correlações sobre inteligência, ao desprezarmos os reais fatores ambientais ou circunstanciais que geralmente terão grande impacto por nos encapsularem e limitarem nossas ações, que também serão fortemente influenciadas por nossas biologias comportamentais . Você não precisa negar o ambiente para crer no determinismo natural da genética. Nós mudamos pouco e mesmo quando somos mais inconstantes, isso não quer indicar que não exista a ação dos genes na modulação desta predisposição, a plasticidade comportamental humana não nega a predominância de nossas predisposiçoes genéticas, não teria como, quem crê no determinismo behaviourista é um crente inconsciente, que acredita em uma superioridade excepcional do ser humano, como se fossemos divinos. Não precisamos de divindades particulares para sermos excepcionais.  Todas as pseudo-lógicas populares da modernidade cairão por terra neste blogue.
Talvez a superioridade absoluta do homem sobre a mulher se dê apenas nos nichos mais significativos de capacidade cognitiva. Por exemplo, entre os sábios, é provável que haverão menos mulheres do que de homens. Há uma incidência diminuta destes fenótipos na populações humanas de qualquer maneira. A humanidade é super estimada, homens e mulheres também. Talvez fosse melhor mudarmos o foco e ao invés de nos questionarmos sobre ”quem é o mais inteligente”, nos perguntássemos sobre ”quem é menos estúpido”, faz mais sentido.

Ainda que seja provável que de fato  exista essa predominância masculina, o coletivo também é muito importante e apenas pela proporção de gêneros na criminalidade  já nos mostra que tal superioridade a partir de um viés unilateral  não se sustenta quando aplicamos as múltiplas perspectivas. Homens e mulheres são complementares e um poderia aprender mais com o outro se fossem mais sábios. De todos os países oficiais, muito poucos são aqueles em que as mulheres viverão menos que os homens. As mulheres sofrem menos pressão psicológica do que os homens nas sociedades humanas, ainda que também sejam cruéis com elas. Também não restam dúvidas quanto aos maiores níveis de empatia feminina. É verdade que as sociedades estão fortemente tendenciosas no favorecimento dos homens em relação às profissões de maiores ganhos materiais bem como também de realização profissional. Eles valorizam mais quem produz do que quem cuida. Também é verdade que ainda existe muito preconceito negativo por exemplo quando uma mulher ocupa um cargo de liderança. Mas isso não prova que os gêneros não  se difiram em termos de personalidade e cognição, ainda que essas diferenças sejam causadas pelos processos de seleção natural que continuam a operar dentro dos ambientes antropomorfizados. Muitas mulheres brilhantes tem dado as suas contribuições à sociedade, das mais diversas maneiras. E não é necessário ter um intelecto portentoso para fazê-lo visto que em comunidades das redes sociais que são especializadas no cuidado com os animais não-humanos de tez doméstica,  há um predomínio significativo de mulheres cognitivamente medianas que dedicam parte de suas vidas na mitigação do sofrimento desnecessário de animais não-humanos indefesos rente à anomalia humana.
Como eu sempre falo aqui, ”menos emoção irracional, mais razão e ponderação” na hora de se falar sobre esses assuntos. Nenhum grupo de seres humanos será infinitamente superior ao outro, todos, de todas as naturezas, apresentarão forças e fraquezas, serão imperfeitos.

Homens também serão mais propensos a terem rostos mais largos e robustos do que as mulheres. São médias, lembre-se sempre disso. E eu também estou usando em excesso os termos ”tendem”, por alguma razão…

Mesmo que a primeira imagem esteja mostrando um homem de rosto relativamente menos masculino, ainda se pode notar com grande consistencia as diferenças marcantes dos rostos mais comuns em mulheres e os mais comuns em homens (que serão relativamente raros de serem encontrados no sexo oposto).

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