Archive | agosto 2015

Nerdolas e vegetarianismo

Eles são odiados por 10 em cada 10 estudantes, e são considerados como ”genios”. São adorados pelo sistema que os elogia por seus perfis incomuns e vantajosos, elevada capacidade cognitiva e forte tendencia para o conformismo social ( especialmente via materialismo ).

Os nerdolas (termo depreciativo de minha autoria ao tipo predominantemente negativo de ‘nerd’) se dividem em dois grupos principais, no espectro político, os da esquerda, que são mais propensos a serem de ateus ”humanistas”, e os da direita, que são mais socialmente conservadores. Ainda  na direita, nós temos a neo-ramificação de ”geeks”, que eu não sei quanto a voces, mas parecem ser os tipos mais insuportáveis (em média) desta variante cognitiva humana.

Os nerds fazem parte do grupo trivial de inteligentes e podem ser encontrados em peso em nações do leste asiático, como a Coreia do Sul e o Japão. Nerds, geralmente, fazem boas a excelentes nações. Mas como sempre acontece na amada humanidade, sempre tem algo faltando em cada grupo bio-cultural, e não seria diferente entre eles.

Existe um espectro mental de generos, em que os homens serão mais propensos a caírem no lado mecanicista enquanto que as mulheres serão mais propensas a caírem no lado mentalista. Homens são melhores para consertarem dispositivos mecanicos enquanto que as mulheres são melhores na arte da empatia.

As mulheres são mais empáticas do que os homens e isso nos ajuda a explicar o porque da alta prevalencia deles no mundo do crime e da violencia em geral.

Os homens apresentam mais características neurológicas (maior exposição ao testosterona que está vinculada com superdotação) que estão associadas com maior capacidade cognitiva, ainda que as mulheres sejam em média, mais inteligentes. Isto é, em média, a mulher é mais emocionalmente estável, conscienciosa e em parte, os seus perfis de personalidade contribuem para elevar as suas pontuações em testes cognitivos e na escola. Mas também por algumas razões biológicas como por exemplo, o cérebro feminino, que é mais bilateralizado.  A empatia, dependendo da combinação, poderá deprimir as habilidades analíticas. Quem sente em demasia, pode ser menos propenso a pensar de maneira racional. Existe uma certa verdade na dicotomia  ”razão” e ”coração”.

Habilidades mecânicas estão associadas à capacidade cognitiva primordial, o reconhecimento de padrões. Os homens são melhores neste aspecto, mas isso não significa que tenha de haver uma correlação forte entre os dois, isto é, entre o reconhecimento de padrões e habilidades técnicas porque como já sabemos, esta capacidade tende a se relacionar com todos os aspectos cognitivos inclusive a empatia. Portanto, não é equivocado sugerir que as mulheres sejam melhores no reconhecimento de padrões de natureza emocional, porque se principia a partir deste mesmo processo primordial. Eu por exemplo, que acredito que seja muito bom nesta capacidade, de reconhecimento de padrões, contradições, dentre outros aspectos de natureza similar, sou quase que totalmente feminino na capacidade de consertar dispositivos mecânicos. Eu não sou tão (super) mulherzinha assim, porque já aconteceu algumas vezes de conseguir consertar a tv aqui de casa, mas nada muito espetacular (enquanto que a minha mãe entrou em choque emocional temporário, kkkkkkk).

As pessoas que são mais emotivas podem e geralmente serão mais propensas a interpretar o mundo com base em suas emoções e não a partir de observações analiticas de natureza neutra, emulando a maneira de pensar de um cientista legítimo.

Em compensação, aqueles que são mais propensos a serem de observadores analíticos, também serão mais propensos a reprimirem seus lados mais emotivos.

Resultado, nós temos dois grupos, que tendem a variar de maneira gradual em suas respectivas composições de características similares, e que seriam perfeitos se ”ao menos” um deles pudesse aprender com o outro. Mas isso não acontece. O nerd típico e suas variações, apresentam grande dificuldade de interpretar o mundo daquele que é mais movido  por suas emoções do que por suas conjecturas racionais ou que pendem para este lado. E a recíproca é verdadeira. Ainda que, por causa de suas maiores habilidades racionais ou convergentemente analíticas, o nerd possa entender melhor (mecanicamente) o que se passa com o seu antônimo emotivo, ele não irá a partir desta natural racionalização de percepções, tentar adentrar dentro deste mundo de sensações, emoções, que impera no outro lado. Talvez nem será como uma forma de empatia parcial, porque não chegará ao ponto de se colocar no lugar do outro mas de observar e catalogar padrões lógicos de comportamento, se baseando em seus próprios preconceitos cognitivos. O nerd típico é emocionalmente estável ( menos o geek) e isso nos ajuda em partes a entender o porque de serem assim. Como sempre, a ”empatia cognitiva absoluta”, é uma capacidade extremamente rara e não seria diferente em relação aos ”nerdolas” (vale ressaltar, como sempre, que nem todo nerd cairá dentro deste espectro de ênfase negativa que eu estou analisando, eu mesmo, sou bastante nerd em alguns aspectos… mas, qualquer indivíduo, a partir do momento que se ver solapado por rompantes de razão, janelas de oportunidade para fazer aquilo que é irrevogavelmente certo, não tentar melhorar a sua técnica de interação constante, então,  por justiça, deverá ser alvo de escrutínio porque esta demonstração de anti-sabedoria geralmente terá efeitos negativos que reverberarão em seres, vidas, consequencias reais. E o nerdola não parece estar muito preocupado com isso. A vida é curta, frágil, complexa, complicada… pra que complicar mais não é**) só que…

Vegetarianismo e nerdismo

Recentemente, aconteceu um evento lamentável e tragicomico de nossa sociedade ”moderna” ou podre. Um caminhão com porcos, prontos pra serem abatidos em matadouros, tombou no meio de uma rodovia movimentada no estado de São Paulo. O assunto ”vegetarianismo e direitos dos animais não-humanos” entrou na pauta do dia e como esperado, muitos nerdolas começaram a destilar os seus venenos de ”garotos mimados que gostam de jogar video game e tomar achocolatado”.

Apenas homens e mulheres completos que podem definir o que é moralidade, ou seja, os sábios, que não são nem excessivamente emotivos, nem excessivamente analíticos (eu não diria que isto seja sinônimo de racionalidade, se todo excesso sem empatia e lógica  pende para a sua negação). São os verdadeiros avatares perceptivos (e vou escrever um texto falando sobre isso, em breve) que, a partir de suas perspectivas bio-existenciais privilegiadas, em suas  montanhas metafóricas, podem definir aquilo que está certo ou não. A racionalidade é parte da técnica para entender a realidade. Precisamos sentir o chão em nossos pés para que possamos ao menos tentar entender a micro-escala de existencia a que estamos submetidos. Portanto, o pensamento literal, analítico, que é característico da mente nerd, é muito importante. Mas a empatia também é fundamental. A empatia também se consiste no pensamento mecanico, que é convergente, lógico e funcional. A diferença é que são as emoções que delineiam este tipo de pensamento, a priore. Por exemplo, aceitar ”refugiados” na Europa (também) é racional, porque nós nos colocamos no lugar deles e pensamos

”E se fossemos nós**”

Isso é um pensamento racional.

Mas também é racional fazer um balanço demográfico sobre a situação europeia

– (muito) baixas taxas de fecundidade entre os europeus étnicos,
-altas taxas de fecundidade entre os imigrantes….

Só para começo de conversa…

Esta é uma demonstração quanto a necessidade da sabedoria, nem lá, nem cá. Se parece extremista demais, é porque poderá estar predominantemente errado ou conflitivo.
No entanto, não é extremista parar de comer carne de animais não-humanos, especialmente aqueles que nos são mais geneticamente próximos. Neste caso, o maior extremismo, seguindo esta linha, seria o de se tornar como um tipo de vegano extremo, daqueles que só comem plantas cruas caídas no chão. Ou de continuar a se enfartar de churrascos de fim de semana, sem pensar por um minuto que a picanha suculenta já foi uma vida. Os nerdolas relativizam os argumentos dos vegetarianos e veganos. Da mesma maneira que canibais também poderiam relativizar sobre o porque de não comermos carne humana. 😉

O pensamento racional, de fato, em relação ao vegetarianismo, se baseia em uma análise sábia, que está embebida de racionalidade e de empatia, como dizem, é juntar o útil ao agradável.
Mas os nerdolas e seu pedantismo costumeiro não costumam se basear no sofrimento alheio, e menos ainda se forem porcos, da mesma maneira  que agricultores conservadores também não são naturalmente acostumados a pensar se o abate mensal de animais não-humanos não seja uma atitude atroz, se os seres que criam para abater não tem sentimentos!! Claro que não, porque foi ”Deus” quem lhes disse que não é pecado, que podem fazer sem peso na consciência, afinal de contas, nós somos filhos dele não é??? Nós temos alma, o animal não-humano não tem. O nerdola mais à esquerda, gosta de falar sobre a universalidade trans-espécie da homossexualidade bem como também da diversidade sexual, para refutar argumentos criacionistas dos tempos do Egito antigo, enquanto que ao considerar  os seres humanos como animais, entram em contradição, ao dissociar o extremo excesso da dieta carnívora que predomina nas sociedades humanas com a ”camaradagem existencial” que comprovaria a naturalidade da homossexualidade e a ignomínia pseudo-religiosa. Tem um nome pra isso: CONVENIÊNCIA. Quando nos utilizamos de certas perspectivas para comprovar, retroalimentar nossos pontos de vista, mas delimitando a abrangência desta linha lógica para melhor nos servir…desprezamos o resto do pacote lógico de racionalidade que virá embutido. Cortamos o pensamento sábio pela metade.
Pode ser verdade que se somos animais como os outros e portanto a moralidade é relativa, então não haveriam problemas para abatermos os animais dos quais nutrimos menos afeição para alegrar nossos estômagos vorazes. Se os próprios animais fazem isso, por que que nós não poderíamos fazer o mesmo??
Sem conveniência, coloque um brutamontes musculoso para espancar ( sim, porque ele vai espancar, com certeza)…  lutar com uma mulher normal, mais magra, menos musculosa e mais fisicamente frágil. Temos um nome apropriado pra isso: COVARDIA.
Porcos, vacas, cachorros, gatos, galinhas. Tente medir forças com eles.

Uma ”mãe” ( e vejam só, uma nerdola flácida ) nos EUA, jogou seu filho autista de uma ponte que não resistiu e veio a falecer. Vamos continuar a agradecer a ”Deus” pelo alimento de seres frágeis??? Vamos?? Ou melhor seria se ”racionalizássemos” sobre nossa condiçao animal e a continuar a abater seres indefesos??

No passado pré-histórico, caçávamos nossa comida, ou melhor, nosso excesso de proteínas. Era mais justo e lógico. Hoje em dia, supostamente, ”nos tornamos” (modo de dizer) mais ”evoluídos”, compramos embalagens podres que irão poluir o meio ambiente para nos deliciar com a carne de um pintinho, o famoso ”steak de frango”.

Mesmo que não fosse de maneira alguma aceitável, ”ao menos” antes, se matavam animais não-humanos domesticados quando tivessem chegado a uma certa idade.

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”Inteligencia’ entre os generos

Homens mais masculinos tenderão a ter a testa em formato quadricular. Seu queixo também será mais pontudo e seu semblante menos socialmente convidativo. Os olhos serão menores, apontando para menor proporção de traços de natureza neotenica. As mulheres mais femininas apresentarão o tipo de rosto quase que o oposto do ”mais masculino”, visto que sua testa tenderá a ser menor e em formato arredondado e as feições mais gracilizadas ou menos robustas. Homens também serão mais propensos a terem rostos mais largos e robustos do que as mulheres. São médias, lembre-se sempre disso. E eu também estou usando em excesso os termos ”tendem”, por alguma razão…

Mesmo que esta imagem abaixo esteja mostrando um homem de rosto relativamente menos masculino, ainda se pode notar com grande consistencia as diferenças marcantes dos rostos mais comuns em mulheres e os mais comuns em homens (que serão relativamente raros de serem encontrados no sexo oposto).

Inteligencia e  estereótipos que podem ser factuais com a realidade 

As profissões onde existe um predomínio de um dos generos, nos sugere que certas habilidades e tipos de personalidade serão mais comuns entre homens do que entre mulheres e vice-versa, ainda que fatores culturais tenham um papel, dependendo da profissão, que poderá ser menos ou mais relevante. Por exemplo, na medicina. No passado, por causa de razões puramente culturais, as faculdades de medicina eram quase que exclusivamente masculinas (como quase todos os outros departamentos de ensino superior). Com a emancipação feminina, o percentual de médicos homens foi se reduzindo drasticamente e hoje em dia, me parece que são as mulheres que predominam ligeiramente nesta profissão, ao menos nas faculdades. Como existe uma panaceia de profissões que se relacionam com a medicina, então ainda será relativamente complicado sugerir que exista igualdade ou mesmo superioridade das mulheres, porque por exemplo, um dermatologista, será, em média, é claro, o profissional de uma profissão menos cognitivamente exigente, se comparado com um cirurgião ou um neurocientista. Em compensação, em algumas profissões como a de físico ou engenheiro, o percentual de mulheres, ainda que também tivesse aumentado em relação aos anos mais agudamente patriarcais, não atingiu a mesma proporção como no caso da medicina (muito menos, diga-se). Aí cabem voces meus leitores, decidirem se será sempre bom que as mulheres consigam superar os homens ou se não estaremos sendo injustos com o sexo ‘forte”. Outro exemplo bastante elucidativo se dá justamente nas humanidades, onde que parece existir um predomínio feminino entre os estudantes, porque justamente numa das faculdades mais dificeis deste departamento, a filosofia, esta prevalencia não acontece. Em compensaçao, nos departamentos de psicologia e educação, há uma clara dominação feminina. Ninguém está obrigando as mulheres a escolherem por esta ou aquela profissão ou faculdade (em média). No entanto, o percentual delas que decidem fazer faculdade de filosofia é muito mais baixo do que em comparação as outras ciências  humanas. A filosofia, além de ser uma das faculdades mais difíceis das humanidades, também é uma das menos ”femininas”, de natureza puramente analítica (ainda que tenha sucumbido a subjetividade política moderna que transformou as humanidades em piada pronta, em partes isso é verdade!). Também é interessante pontuar que parece não haver um grande predomínio de professoras universitárias, mesmo nas humanidades. Há um certo equilíbrio, que não se repete em faculdades de ciencias exatas.

Como foi mostrado no gráfico acima, e qualquer professor atento e perceptivo também poderá constatar, os homens apresentam uma distribuição de inteligencia técnica mais ampla e heterogenea, com menos deles entre os tipos medianos de inteligencia (técnico-quantitativa ou qi) e uma maior proporção entre os mais e os menos inteligentes, a partir destes critérios psicométricos. Em compensação, nós temos uma distribuição quase que oposta entre as mulheres, com mais delas entre aqueles de inteligencia mediana do que entre os de maior ou menor inteligencia. Se o currículo escolar está projetado para as médias coletivas de cada contexto geográfico, então isso nos ajuda a explicar em partes porque tantos meninos são mais acometidos por dificuldades de aprendizagem ou que são mesmo menos cognitivamente inteligentes do que seus pares do sexo oposto. Isto é, mais meninos e rapazes tem mais problemas na escola, de diversas naturezas, mas principalmente de personalidade arredia e de cognição, enquanto que, coletivamente falando, as meninas costumam se sair muito melhor. Parece um pouco óbvio que o fator testosterona está tendo um papel crucial em praticamente todas as diferenças de genero. O testosterona que é a mutação que produz o homem, nos faz (nós homens), mais mutantes do que as mulheres. Isso explica a prevalencia masculina em todos os ramos mais extremos de comportamento, da liderança a criminalidade, do gênio ao estúpido, do altruísta ao psicopata. Em compensação, o XX feminino, parece ter muitas vantagens tais como uma saúde mais equilibrada e menor incidencia de problemas psiquiátricos. As mulheres podem ser comparadas aos leste asiáticos. Ambos apresentam maiores médias de inteligencia técnica, são mais saudáveis, mais pacíficos (em tempos de paz’) e menos socialmente dominantes. Em compensação, para ambos os casos, existe uma falta de talento criativo da mais alta estirpe, assim como também de todos os males que o excesso de testosterona pode causar. Ainda que existam discussões sobre se os leste asiáticos tenham mesmo menores níveis de testosterona, em média, e que os métodos de medição dos hormonios sexuais, ainda necessitem de melhorias, muitas das características corporais que tem predominado no grupo, parece sugerir superficialmente que detenham menores valores do hormônio masculino . Há de se ressaltar sobre a distribuição cronológica do testosterona e sua variação a nível diário. Homens leste asiáticos, em média, podem até ter mais testosterona circulante do que os europeus caucasianos e os negros africanos, mas esta distribuição, diária e a longo prazo, parece se dar de maneira mais equilibrada, que explicaria a tendência para o tipo de comportamento menos histrionico entre eles.
Em uma faculdade de educação infantil, especialmente para o jardim de infância, há um grande predomínio de mulheres.

Em compensação, em profissoes que exigem grandes habilidades técnicas ou de natureza puramente espacial, há um claro predomínio masculino. Os homens e especialmente os tipos mais cognitivamente masculinos (incluindo aí as mulheres mais masculinas), são muito melhores para construir casas ou consertar qualquer dispositivo mecânico do que as mulheres.
No entanto, vivemos em tempos de estereotipofobia. A sabedoria popular, mais dualista e menos detalhista que sempre imperou no passado, foi substituída por mentiras ”brancas”. As pessoas continuam discriminando a verdade e preferindo por ilusões que melhor lhe aquecem os corações, mas a conta sempre chega e alguém terá de pagá-la.
É complicado sugerir que os homens sejam naturalmente propensos a serem superiores, em média, às mulheres no quesito cognitivo. Bem, nós temos as guerras para mostrar que esta afirmação aforistica está equivocada em muitas de suas perspectivas mas não em todas . A própria inteligência, se consiste em uma definição conceitual carregada de emoção e de critérios relativamente arbitrários que desprezam a imagem maior, que é complexa, diversa e contextual e se delimita a partir de considerações unilaterais, tal como os crentes no ”design inteligente” que desprezam o processo doloroso que torna possível a perfeição da natureza ou o seu produto final, também fazemos algo parecido em relação às correlações sobre inteligência, ao desprezarmos os reais fatores ambientais ou circunstanciais que geralmente terão grande impacto por nos encapsularem e limitarem nossas ações, que também serão fortemente influenciadas por nossas biologias comportamentais . Você não precisa negar o ambiente para crer no determinismo natural da genética. Nós mudamos pouco e mesmo quando somos mais inconstantes, isso não quer indicar que não exista a ação dos genes na modulação desta predisposição, a plasticidade comportamental humana não nega a predominância de nossas predisposiçoes genéticas, não teria como, quem crê no determinismo behaviourista é um crente inconsciente, que acredita em uma superioridade excepcional do ser humano, como se fossemos divinos. Não precisamos de divindades particulares para sermos excepcionais.  Todas as pseudo-lógicas populares da modernidade cairão por terra neste blogue.
Talvez a superioridade absoluta do homem sobre a mulher se dê apenas nos nichos mais significativos de capacidade cognitiva. Por exemplo, entre os sábios, é provável que haverão menos mulheres do que de homens. Há uma incidência diminuta destes fenótipos na populações humanas de qualquer maneira. A humanidade é super estimada, homens e mulheres também. Talvez fosse melhor mudarmos o foco e ao invés de nos questionarmos sobre ”quem é o mais inteligente”, nos perguntássemos sobre ”quem é menos estúpido”, faz mais sentido.

Ainda que seja provável que de fato  exista essa predominância masculina, o coletivo também é muito importante e apenas pela proporção de gêneros na criminalidade  já nos mostra que tal superioridade a partir de um viés unilateral  não se sustenta quando aplicamos as múltiplas perspectivas. Homens e mulheres são complementares e um poderia aprender mais com o outro se fossem mais sábios. De todos os países oficiais, muito poucos são aqueles em que as mulheres viverão menos que os homens. As mulheres sofrem menos pressão psicológica do que os homens nas sociedades humanas, ainda que também sejam cruéis com elas. Também não restam dúvidas quanto aos maiores níveis de empatia feminina. É verdade que as sociedades estão fortemente tendenciosas no favorecimento dos homens em relação às profissões de maiores ganhos materiais bem como também de realização profissional. Eles valorizam mais quem produz do que quem cuida. Também é verdade que ainda existe muito preconceito negativo por exemplo quando uma mulher ocupa um cargo de liderança. Mas isso não prova que os gêneros não  se difiram em termos de personalidade e cognição, ainda que essas diferenças sejam causadas pelos processos de seleção natural que continuam a operar dentro dos ambientes antropomorfizados. Muitas mulheres brilhantes tem dado as suas contribuições à sociedade, das mais diversas maneiras. E não é necessário ter um intelecto portentoso para fazê-lo visto que em comunidades das redes sociais que são especializadas no cuidado com os animais não-humanos de tez doméstica,  há um predomínio significativo de mulheres cognitivamente medianas que dedicam parte de suas vidas na mitigação do sofrimento desnecessário de animais não-humanos indefesos rente à anomalia humana.
Como eu sempre falo aqui, ”menos emoção irracional, mais razão e ponderação” na hora de se falar sobre esses assuntos. Nenhum grupo de seres humanos será infinitamente superior ao outro, todos, de todas as naturezas, apresentarão forças e fraquezas, serão imperfeitos.

Homens também serão mais propensos a terem rostos mais largos e robustos do que as mulheres. São médias, lembre-se sempre disso. E eu também estou usando em excesso os termos ”tendem”, por alguma razão…

Mesmo que a primeira imagem esteja mostrando um homem de rosto relativamente menos masculino, ainda se pode notar com grande consistencia as diferenças marcantes dos rostos mais comuns em mulheres e os mais comuns em homens (que serão relativamente raros de serem encontrados no sexo oposto).

Combo de ideias sobre criatividade

1- A hipótese do perfil cognitivo potencialmente assimétrico das pessoas criativas.

Novamente a minha ideia de que a paixão esteja intrinsecamente relacionada com o tipo de perfil cognitivo assimétrico.

Pessoas que tem um perfil (predominantemente) simétrico de inteligencia, de qualquer camada de pontuação em qi ou em qualquer outra forma de avaliação cognitiva, serão mais propensas a não serem criativas e a serem mais socialmente (contextualmente) equilibradas.

Ainda que, talentos específicos possam ser herdados em combinação com inteligencia geral mais simétrica, a regra, na minha opinião, será a de que a assimetria em habilidades  possa ter um papel causal na ”paixão” e especialização porque pela lógica intuitiva, quando se é muito bom em algumas perspectivas cognitivas e ao mesmo tempo muito ruim em outra(s)… Pessoas de perfil simétrico seriam menos propensas a super-especialização, proxy para criatividade, que exige aprofundamento (incomum ou convergente).

Motiva a ação, quando a paixão é dominante, quando tu és seu próprio amante, 

tua força está toda concentrada, teu genio vem ao natural, é normal, não é forçado, a inspiração é divina e Deus mora em ti,

quando tua força é narcisista, adora se olhar no espelho, nua em pelos, perfumada com seu cheiro,

é dominante, tal como a sua amada, uma mulher de fibra, que come e que não é comida, que se parece com Lady Godiva,

seu amor, sua ira, 

nada pode mudar teu foco, porque só existe um caminho a ser seguido, ora amante de símbolos de quantidade, ora amante dos verbos de vaidade, 

não pode evitar, tal como o ar que invade teu peito e te faz viver,

tal como as cócegas azucrinantes que sentes, quando não é sua mente a lhe fazer,

é uma assimetria donde a energia se concentra, não é perfeita, é até perigosa, mas sadia para incitar corações, ter devaneios sóbrios, 

Seu distribuir de pensamentos não é igual, é hierárquico, é desigual, é subdesenvolvido, é um castelo de castas, é como o paraíso high tech no meio do deserto, 

Mas é justamente deste destempero, que se pode voar mais alto, 

que seu déficit é seu escravo, que trabalha junto com sua força,

teu trabalho é o de se ausentar, de ser consumido pela prepotencia de sua luz mais brilhante,

ele é um proletário e ela é uma rainha,

de seus desejos, de suas motivações, de seus pensamentos, ela também te escraviza, estão todos a seus pés, até a sua razão,

a luta entre a paixão e o pensar, entre sentimentos de reação e o conhecimento da reflexão,

a sabedoria contra o instinto, 

a serenidade contra o extremo,

a resposta elaborada e harmonica contra a reação instantanea, 

Em seu espírito, é assim, não mora a harmonia, mas é de sua inconstancia constante, que se pode produzi-la,

saúde, ora fraca, ora excepcional,

nada é equilíbrio, mas desta loucura interna, se produz caráter e novos desafios… e se vive a vida.

2- O genio criativo é alguém dotado de grande singularidade em seu perfil cognitivo (interação entre cognição e personalidade)

Se a assimetria já não pode ser considerada como singular, então imaginemos o que mais que poderia ser, para caracterizar o genio criativo… a sim, a personalidade.

Perfis assimétricos de cognição podem ser no mínimo fortemente correlativos com perfis singulares de personalidade.

3- A misantropia do sábio. O paradoxo de quem pode demonstrar seu amor de maneira literal (com base em ações) mas que odeia a humanidade.

Sim, os homens que estão mais pertos de Deus, olham com tristeza e desprezo para a ignomínia humana, mas quem muito odeia, pode estar apenas expressando o seu amor, que não visa apenas a aceitação, mas a melhoria. E para melhorar, ao nível de uma grande evolução, deve-se odiar e apontar todos os defeitos.

4- Mais pensamentos sobre a intuição.

Genios criativos ”não pensam” sobre suas ideias, porque eles as tem de maneira internalizada, é o produto de seus instintos não-sociais.

O pensamento internalizado, a empatia cognitiva, o ato de amar a sua cognição, é o verdadeiro pensamento que é fértil na produção de insights criativos. Originalidade significa expressar o seu instinto de uma maneira não-habitual, ou seja, que não é social.

A naturalidade intelectual e egocentrica dos genios criativos.

5- A diferença entre o criativo (potencialmente) bem sucedido e o criativo mal sucedido, o hábito de anotar as ideias quando elas veem intuitivamente.

O cérebro criativo é inconstante e muitas vezes as melhores ideias aparecerão em momentos incomuns. Por isso é sempre bom anotá-las. As ideias mais raras podem ser perdidas por excesso de confiança na própria memória.

Em um mundo ideal, os criativos bem sucedidos serão aqueles que capturarão as suas melhores e mais raras ideias, enquanto que os criativos mal sucedidos serão aqueles que não reconhecerão o valor delas ou que se esquecerão de anotá-las. Em um mundo ideal, diga-se…

6- A capacidade de julgar precisamente os próprios pensamentos. O processo de produção intuitiva, captura e seleção das ideias, novamente a internalização intelectual.

7- Personalidades extremas, personalidades singulares ( o princípio da criatividade, expressar aquilo que é) e personalidades comuns ou remediadas.

Somente aquele com circunstancias neurológicas extremas que poderá produzir trabalhos de genio e isso prova a relação umbilical entre genio e psicopatologia.

 A desordem organica ainda serve como maneira de produzir a motivação intrínseca não-reprodutiva, fazendo com que os genios ”se tornem” mais predispostos a dedicar suas vidas em relação aos seus trabalhos de transcendencia pessoal do que pela reprodução e sucesso evolutivo, esta que predomina na metade da vida de boa parte da população.
 No momento de maior vigor intelectual, boa parte gastará a sua energia a mando da mãe natureza, ou seja, em busca da reprodução.

”Comendo o abacaxi” chamado educação, parte 87

Professores americanos tendem a pontuar em torno de 110 em testes de qi, especialmente aqueles que pertencem as raças branca e leste asiática. Já os professores das minorias cognitivas menos coletivamente ”inteligentes”, tendem a pontuar mais baixo, mas (quase) sempre em torno de 5-10 pontos acima da média do seu grupo (parece ser um padrão universal). Testes de qi são relativamente bons, em termos qualitativos (e predominantemente bons, em termos quantitativos) na mensuração dos neurotípicos e quanto mais distante da ”normalidade neurológica”, menor será a relação entre pontuações de qi e ”tamanho quantitativo” da inteligência. Como eu sempre falo aqui, não é nem 8 nem 80. Não é ”qi não mede inteligência”… ou ”qi mede totalmente a inteligência”. As melhores e mais corretas das conclusões geralmente se localizarão no meio de um espectro de  respostas possíveis ”e” lógicas.

Esta discrepância psicométrica entre a inteligência técnico-escolástica dos professores e de seus alunos ( que geralmente pontuarão na média de seus grupos estatísticos mais caracteristicos) nos quer indicar alguma coisa, não??

Será que a suposta transferência de conhecimento dos professores para os seus alunos, os farão tão inteligentes quanto eles??

A resposta mais coerente, madura e lógica é um NÃO, porque a inteligência, independente de sua dimensão ( escolástica, intelectual, sinestésica…), é

-genética e hereditária em sua origem,

-e individualmente limitada.

A confusão entre causalidade e correlação

 

É o acesso à educação que aumenta a inteligência das pessoas?  Ou são as pessoas mais escolasticamente inteligentes que tiram melhor proveito dos anos escolares??

O ”combo” bom sistema educacional + uma população com potencial coletivo cognitivo igualmente bom, é muito provável de resultar em um país desenvolvido.

As diferenças  dos sistemas educacionais ao redor do mundo não são significativas. Os melhores sistemas educacionais tendem a ter menor número de alunos por classe, maior acesso à tecnologia,  melhor infraestrutura,  professores ”mais preparados” ( e mais inteligentes, em média, também…ou…  são os Professores mais inteligentes e conscienciosos QUE são melhores pra lecionar**). Todos estes fatores fazem um bom sistema de ensino.

Mas são apenas resultados de sociedades que conseguem prover maior segurança e funcionalidade a longo prazo aos seus habitantes. Como eu já falei uma vez aqui, em uma sociedade onde que as pessoas são mais ou menos responsáveis por suas ações, pode-se mensurar com base em simples panaceia de observações, o quão inteligente eles serão, em média, coletivamente falando. Portanto, se voce tem uma população pequena e que é fortemente dependente do estado para gerir as suas vidas, pode ser menos provável de se observar esta correlação entre comportamento inteligente e inteligencia.

Quantos professores que voce conhece que são polímatas***

 

Poucos, muito poucos. A maioria dos professores são especializados em sua área e tem um conhecimento invariavelmente razoável em outras áreas. Quem sabe muito de portugues, saberá um pouco (ou muito) menos de matemática, claro que com as suas devidas exceções exaltadas. No mais, esta mais parece ser uma característica de pessoas com inteligencia geral acima da média, em termos de qi, 5 a 10 pontos acima da média (100) que tendem a ter.

Os próprios professores, aplicam, separadamente, um conjunto de conhecimentos variados e ascendentemente complexos ( que aumentam de dificuldade ao longo dos anos), que eles mesmos ”não conseguem” aprender, de maneira uniforme, depois de anos na escola (e muitas vezes de especialização no ensino superior). A proporção de conhecimento adquirido pelos próprios professores  durante os anos escolares não deve ser mais do que 50%, em relação a todas as matérias e maior para a sua própria matéria de especialização, é claro. E seus alunos, que tendem a ter inteligencia média, especialmente se for em escolas públicas comuns, e abaixo da média, em escolas públicas de bairros pobres, terão internalizado entre 10 e 30%, em média, do conhecimento passado em maçantes 16 anos de escola.

Resumindo o dramalhão sem sentido da escola

”Os professores, em média, tentam forçar os seus alunos a aprender de maneira mais ou menos uniforme, um conjunto muito variado e discrepante de conhecimentos, que eles mesmos não conseguiram aprender desta maneira e nesta quantidade. Eles aplicam aos seus alunos, critérios quase impossíveis de ”aprendizado ascendente, acumulativo e uniforme” dos mesmos conhecimentos que eles mesmos não conseguiram aprender.

O cérebro é um músculo mas nem todo mundo, aliás, a maioria, não terá motivação intrínseca ou energia natural para usá-lo com menor parcimônia do que  habitualmente se faz entre as massas.  Mas o professor médio não está preocupado com essas ”idiossincrasias”, porque ele realmente acredita que sejamos todos iguais ou que apesar das claras diferenças de capacidade entre os seus alunos, todos, se forem suficientemente motivados, serão capazes de ”aprender” e no mesmo ritmo e nível . Aprender o quê?? 30% ”de” matemática, 40% ”de” português, 10% ”de” inglês, 10% ”de” ciências biológicas??? Além do valor quantitativo, será que internalizarão estes conhecimentos e saberão demonstrar que tem domínio sobre eles por meio de exemplificaçoes, analogias e/ou metáforas no mundo real??? A resposta vocês já sabem! O professor não é auxiliado por conhecimento em comportamento humano, que o setor do RH, de qualquer empresa, costuma ter.

Tipos de personalidade??

Não.

Tipos de. inteligência??

Não.

Motivações pessoais dos alunos??

Não.

Vamos ser sinceros aqui. Você joga o seu filho em um ambiente potencialmente hostil, especialmente se ele for especial ( virtuoso),  para fingir que ele irá conseguir memorizar E aprender ao menos metade daquilo que ”estudou” e que estar[a sob a tutela de um tolo irresponsável que não é auxiliado por conhecimento prático e legítimo em psicologia, mas por ideologias ultrapassadas ( aliás, que nunca foram atuais, porque sempre estiveram equivocadas… e sempre ressaltando as exceções de professores astutos e aqueles que estão abertos a aprender com os próprios erros).

Por favor não culpe os professores. Em quase todas as profissões nós iremos nos deparar com  situações semelhantes. O sistema não quer qualidade quantitativa, ele quer quantidade qualitativa. Quer muitos especialistas técnicos que irão repassar as suas diretrizes.
A escola parece ter várias funções, além daquela que fomos manipulados para acreditar que fosse a fundamental.

Inculcar ideologias, manter uma das  frações não produtivas das nações ocupada enquanto que seus pais estão no trabalho e servir de pretexto para manipular a maioria da população sobre a suposta igualdade cognitiva dos seres humanos.
viu só?? Seu filho é um ”’rato de laboratório” e você acredita que a escola seja uma coisa boa pra ele.

Então temos professores que tem médias de inteligência técnico-quantitativa, acima da média ( não tanto porque muitos acabam bancando o tolo ”idealista” ), que acreditam que possam transformar o seu filho, mais ou menos naquilo que eles mesmos são, em uma pessoa com inteligência acima da média. Se seu filho for acima da média, não será muito difícil de ”ensiná-lo”, ainda que motivações pessoais, personalidade e estilos cognitivos sejam muito influentes no desempenho de crianças, adolescentes e adultos nestes tipos de funções técnico-repetitivas.
A maioria dos professores exigem que os seus alunos aprendam uniformemente e com excelência aquilo que passaram no quadro negro, mas nem o próprio professor é capaz de atender as exigências que impõe aos seus pupilos. Enquanto que infligem sofrimento intelectual ao pessoal do fundo da sala, que geralmente, terão motivações consistentemente discrepantes em relação a ”prestar atenção nas aulas” e/ou que serão menos inteligentes, os professores ainda por cima serão suscetíveis de agirem como doces tiranos em relação aos estudantes mais inteligentes e questionadores. Não tente questionar professores, eles não costumam gostar deste tipo de atitude.

Para passar de ano, sem qualquer ajuda extra ( isto é, empurrão), você precisa ”ter” um qi médio ( que geralmente acompanhará a média Nacional), no mínimo. Nos EUA, por exemplo, a média necessária para passar no Colégio público, deve se situar em torno de 100. Apesar disso, sabemos que sempre se desenvolvem maneiras de se ”burlar” esses imperativos, até porque muitas pessoas não serão capazes de passar de ano na escola. Assim como acontece no Brasil, há um excesso de aprovações ou boas notas no boletim, que em circunstâncias ( pseudo)  meritocráticas, seria reduzido de maneira significativa.  Eu por exemplo, que suspeito que tenha grande discrepância entre a minha inteligência geral e os tipos mais especializados, especialmente a inteligência verbal, sempre tive muita dificuldade nas matérias de exatas, matemática, física, química. E até em biologia. Motivações intrínsecas distintas ( ou mente ”independente”), perfil e estilo cognitivo, me desfavoreceram na hora de acompanhar a turma nessas matérias.
Se partindo da ideia de que a média necessária para não entrar em recuperação ou mesmo repetir de ano,  possa ser equivalente a uma média de qi 89, no Brasil, ou um pouco mais que isso, se pontuações em comportamento  costumam inflar de maneira não-cognitiva as notas, então as minhas habilidades matemáticas, é provavel, de que serão muito baixas ou ao menos, bem abaixo da média ”universal” ( padrão britânico)  de qi. Minha capacidade  cognitiva ( técnica)  em ”exatas” ( e de lambuja, em química), devem estar bem abaixo da média, talvez tão baixas quanto 80 ( mas o mais provável é que ”se situe” em torno  de 90).
E se não fosse pela facilidade de se passar na recuperação, em escolas públicas brasileiras, talvez eu tivesse ficado preso na escola por mais uns 3 anos.
Tal como foi encontrado neste estudo com crianças prodígio, discrepâncias em pontuações psicométricas, parecem ser muito comuns em tipos talentosos. E como eu ja pincelei aqui, a motivação intrínseca intensa e naturalmente motivada pode ser explicada, em partes ( ou fundamentalmente ) com base nestes perfis cognitivos muito especializados e mais fracos em ”g” ( psicometrico ).

 

Mas nem tudo esta perdido no reino da educação

 

Minhas críticas à educação costumam ser muito ácidas, talvez para você meu caro leitor, mas são necessárias, porque o modelo de escola que temos não é apenas ultrapassado, porque não seria tão ruim se fosse ”só” isso (ultrapassado porém bom), porque é completamente equivocado. Parte-se de premissas essencialmente erradas e provoca muito sofrimento, psicológico e cognitivo a milhões de seres humanos.
Mas nem tudo está perdido, porque pelo que parece, a escola se faz fundamental em muitos aspectos cognitivos não é porque é fraca em muitas perspectivas que será uma negação completa. Um outro exemplo pessoal, prático e simples. Se não fosse pela escola, eu, provavelmente, não teria aprendido tabuada. A escola, em condições ideais, serviria para transmitir o conhecimento humano milenar acumulado de geração em geração. No entanto, os seres humanos são cognitivamente diversos e esta transmissão serão muito variável, tanto em termos quantitativos, quanto em termos qualitativos. O método é imperfeito porque tem de se desprezado com veemência a diversidade cognitiva que impera entre os seres humanos. Portanto, ainda há salvação no Reino da educação, mas se ignora imperativamente necessário reforma-lo, porque já passou a muito da hora de fazê-lo.

A escola consegue reunir um conjunto variado de conhecimentos que tem sido acumulados desde a milenios, infelizmente, menos aqueles de natureza prática, para nos fazer mais inteligentes em nossas atitudes do que em nossas ideias, se as ideias tem como finalidade as ações. No entanto, o ser humano não é extremamente sensível a ”intervenções ambientais”. A interação entre genes (nós) e ambiente(s) se dá de duas maneiras

  • negociação
  • reciprocidade

Quando internalizamos uma ideia, boa, neutra ou ruim, caminharemos para sermos ”empaticamente” recíprocos a ela. ”Quando o santo bate”. Nossa personalidade ”e” cognição aceitam ou entendem uma ideia, como jogar lixo no lixo ou parar de comer carne. Isso é reciprocidade, entre um ser de carne e osso (ou seja, voce e eu), e uma abstração, que é um prelúdio a ação.  No entanto, nós também podemos negociar. Tal como acontece na cidade de Singapura, onde que, neste caso em específico, não houve exatamente (pelo que parece) uma negociação, mas foi determinado pelo bem geral da micro-nação endinheirada, que mascar chicletes, poderá se dar apenas com autorização médica e com ressalvas que parecem ser muito duras para o padrão ocidental, porque se for pego emporcalhando as ruas, então terá de se submeter a uma série de procedimentos tais como a exposição pública (leia-se, humilhação) e pagar alguma multa de valor astronomico ”para” tal ato. Pode parecer um exagero, mas a tolerancia zero é que a tende a ser mais efetiva na inibição de certo comportamento, abrangendo uma boa parcela da população, desde aqueles que estão mais propensos a acatá-la, até aqueles que só o fazem na base da chantagem. Portanto, a ”negociação”, como o sistema escolar, podem servir de incentivo. Outro exemplo, absurdo e inútil, a partir do momento que continua a cometer os mesmos erros e a negar a diversidade cognitiva natural, porém menos capenga que a crença esquerdista em igualdade. Dar dinheiro as crianças e adolescentes, para ”incentivá-los” a estudar. Se tem um recompensa, a maioria irá se esforçar um pouco mais. Mas como eu já falei aqui, se não é natural, este esforço terá grandes chances de ser em vão.

Se não fosse pela escola, talvez, eu não tivesse aprendido tabuada. Portanto, ainda existe um saída para a mesma, que será de evoluir, finalmente!!

A escola, em condições ideais, é o local onde que parte de todo tesouro de conhecimento humano acumulado estará sendo transmitido ou na tentativa de faze-lo. Mas  há de se entender como que funciona os seres humanos em todas as suas pluralidades individuais e de se jogar no lixo ideologias que desprezam o indivíduo em prol de abstrações vagas.

A psicologia, a neurociencia, a filosofia, sabedoria e a criatividade estão aí.

Regressão à média, as metáforas das zonas de impacto de uma bomba, das células e da hierarquia das cidades

Regressão à média e a metáfora das zonas de impacto de uma bomba e continuidade geográfica de propagação de similaridades fenotipicas…

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Uma bomba atomica cai, hipoteticamente (pelo amor que voce tenha a Deus), em uma área de planície e sem vegetação. Sua área de impacto, vista do alto, nos mostra onde foi o seu centro de difusão (de destruição) e o seu alcance. Qualquer quantidade geograficamente organizada, apresentará um centro, uma área de borda entre o centro e a ”fronteira”, e a fronteira, que se delimita com a área que não sofreu qualquer impacto. O mesmo, por que não, poderia ser aplicado as quantificações demográficas, de todas as naturezas. O estereótipo vive no centro, o ”average joey”, de Lagos, Tóquio, Maputo ou Paris (de preferencia, antes da invasão alógena por razões políticas heterogeneas). O estereótipo de uma célula é o seu núcleo, assim como acontece com a Terra e qualquer planeta.

Assim como também  acontece conosco, todos nós temos nossos próprios estereótipos. O estereótipo que é o conjunto limitado de características que nos definem de imediato (ou quase, se voce não for prendado a contar mentiras sobre si), nossa personalidade, nosso(s) instinto(s). Por exemplo, nós temos todas as nossas características fisiológicas. No entanto, é provável que algumas sejam mais evidentes do que outras, como um nariz grande, ou bonito, ou torto ou que apresenta um formato diferente. Quando um caricaturista talentoso exagera nossas protuberancias mais idiossincráticas em um desenho, podemos ver com maior detalhismo as regiões de nosso corpo que chamam mais a atenção das outras pessoas e de nós mesmos. Exatamente o mesmo pode ser aplicado as nossas personalidades.

Eh a estrutura que sustenta qualquer aglomeração quantitativa de natureza sistemica ou internamente dinamica (que é por si mesma uma forma primordial de abstração ou agrupamento de indivíduos) como acontece com ”populações”. A prevalencia demográfica se localiza no centro ou pode ser entendida como tal.

A regressão a média (em termos de inteligencia e comportamento) será uma tendencia, especialmente, para as pessoas que apresentarem uma grande heterogeneidade cognitiva, e principalmente quando tiverem muitos parentes que personificam o ”cara das ruas” de sua raça, etnia, povo, grupo ideológico ou máfia. A regressão a média é aplicável a todas as populações indivíduos que apresentam uma longa dinamica interna de acasalamentos sem estratificação social demarcada (que possa manter certos grupos, relativamente separados dos outros), sem diferenciações internas, porque sem esta aglomeração diferencial de características hereditárias, o compartilhamento de genes será maior, reduzindo as chances de passar as próprias características (que são mais bio-estatisticamente raras) para os filhos.

Todos nós temos as nossas próprias ”médias estatísticas”, para todos os tipos de comportamento, como a ‘cognição’, o componente técnico que produz a inteligencia humana. Portanto, quando viemos de famílias com longo histórico de diferenciação fenotípica (em algum aspecto, e neste caso, especificamente, algumas dimensões da inteligencia e ou da cognição), haverão maiores chances de passarmos adiante as nossas próprias médias ou que se aproximam delas, sem ter de haver o fenomeno da regressão a média. Por exemplo, as chances para que um libanes cristão mais inteligente possa regredir a média libanesa, que é calculada a partir de todas as populações que vivem no Líbano, incluindo a maioria muçulmana, será bem menor do que em relação a um libanes muçulmano, de mesmo nível psicometricamente quantitativo de inteligencia, por causa do diferencial fenotípico endogamico que a família do primeiro tem gerado entre si e transmitido a gerações de maneira sucessiva, em comparação ao libanes muçulmano, que tem sido englobado dentro de um contexto seletivo maior e menos vantajoso. Mesmo que a tendencia muçulmana de endogamia (excessiva e sem qualquer critério seletivo mais significativo para ”inteligencia”) tenda a renegar a ideia de compartilhamento de genes entre as famílias e a redução do diferencial fenotípico, isso não significa então que a média muçulmana será melhor, se parece notório que isto não se consiste na verdade dos fatos. A endogamia, que será muitas vezes excessiva, entre eles, contribui para diminuir as suas médias de capacidade cognitiva (e talvez também em relação a flexibilidade comportamental) enquanto que a manutenção destas médias, funciona como um mecanismo de retroalimentação, mantendo o mesmo cenário cognitivo que parece já se arrastar por séculos entre estas populações.

Vamos continuar tentando entender como que funcionaria este sistema. O núcleo, a área mais densa e fundamental de uma célula, ou a zona central de impacto de uma bomba atomica, ou a métropole mais importante, que influencia todas as outras áreas, são outras duas metáforas que nos ajudam a entender o mecanismo a regressão a média só que desta vez ‘visto de cima’ ( o diferencial deste texto). Ambos apresentam uma hierarquia de atração, onde que o mais denso e central ou o mais populoso, irá atrair os menos, respectivamente, densos e populosos. São Paulo atrai Campinas, Santo André, Carapicuiba, Itu (cidades do interior do estado de São Paulo). E dentro deste sistema hierárquico, evidentemente que teremos as subdivisões de atração, onde que o São Paulo atrai Campinas que por sua vez atrai Itu, do maior para o menor, de maneira gradual. O mesmo princípio, talvez, possa ser aplicado a hierarquia hereditária coletiva, onde que os tipos mais preponderantes (os ”average joey’s”), atrairão os tipos menos preponderantes que por sua vez atrairão os tipos mais raros.

Isso pode nos ajudar a explicar o porque da regressão a média ser uma tendencia mais forte para os negros americanos mas não para alguns grupos de africanos, como os igbos, em termos de inteligencia, visto que o primeiro se caracterizaria por sua raridade estatística que não é o resultado de seleção diferenciativa para esta finalidade, ou seja, é apenas parte, mais extrema, de uma variação maior do mesmo conjunto de características que englobam a sua população. Em compensação, no caso Igbo, nós temos os resultados esperados de uma enfase seletiva. Se a média de qi dos Igbos for em torno de 100, por exemplo, uma média de qi 120, não será assim tão distante da média, quanto a mesma média para uma população onde que a maioria pontua em torno de 89. O mesmo pode ser demonstrado, por exemplo, no caso de um pigmeu com 1,80 cm de altura, se a média de altura do seu grupo gira em torno de 1,40-1,50 cm.

As maiores metrópoles costumam ter grande influencia sobre as cidades de menor porte porque terã maior maior população e maior economia. A preponderancia demográfica de certos tipos, também age da mesma maneira em relação aos grupos menores, especialmente se estes não forem seletivamente coesos. O núcleo mais denso onde se concentram as pessoas ”medianas”, seja para qualquer traço, será, em condições normais, de maior atração. No mercado de acasalamento, e onde não existe qualquer tipo de ”especiação” ou ao menos de diferenciação fenotípica por  endogamia (dependendo do tamanho desta população), a regressão a média, especificamente em relação a inteligencia (que é o exemplo mais importante neste texto), será uma forte tendencia, porque as pessoas que nascem mais ”espertas” que as demais, carregarão uma grande proporção de genes do seus parentes mais medianos. Em outras palavras, eles são os sortudos, que ”pegaram os palitos maiores” no mercado dos melhores genes da família, mas apresentam grandes semelhanças genéticas com os seus parentes, irmãos, tios, pais, que geralmente não tiveram a mesma ”sorte”. O resultado portanto será que esta raridade estatística seja pouco provável de ser passada as outras gerações, aos filhos. Podemos comparar também com um balde de tinta azul em que voce joga um pouco de tinta amarela. A cor que jogou não irá modificar a mais predominante, mas poderá aparecer a superfície, diluída, quando voce for misturando as duas.

Repare que nesta bolha maior, pequenas bolhas apareceram dentro de sua estrutura. O processo de diferenciação fenotípica, pode ser metaforicamente representada desta forma, em que temos pequenas bolhas aparecendo paralelas a bolha maior. Por exemplo, os libaneses católicos, que segundo as ”más línguas”, seriam mais cognitivamente prodigiosos que os seus vizinhos muçulmanos, são um exemplo de uma pequena população que por causa do diferencial religioso no padrão de acasalamento, evoluíram de maneira relativamente distinta, especialmente quanto a cognição, em comparação as populações vizinhas.  Pode-se, no entanto, dizer que seja comum que ocorram ”corredores” de acasalamento, seja por  meio da conversão de indivíduos de fora do grupo, seja por causa da secularização de certos grupos de dentro da população, que são mais relaxadas quanto as origens étnicas e culturais de seus potenciais conjuges de acasalamento.

Todas as populações tem os seus ”average joey”, o núcleo mais denso ou a predominancia fenotípica.

Na minha ”tentativa de desenho” mais acima deste post, eu tentei mais ou menos demonstrar como que se daria a atração em direção ao núcleo, a média de uma população. Percebam que haverão casos e casos, tanto a nível familiar, quanto a nível populacional, em que aqueles que são mais suscetíveis de ”sofrerem” de regressão a média em seus filhos, de fato, serão mais heterogeneos em seus arcabolsos genéticos, os famosos casos de pessoas inteligentes que nascem de parentes menos capazes. Neste caso, a inteligencia será mais epigenética ou indireta e complexamente hereditária ( que depende de um maior conjunto de variáveis para produzí-la) do que no caso de um casal inteligente que apresenta diferencial fenotípico em comparação a população que o encapsula, de menor capacidade cognitiva, em média, é claro, e que portanto, será mais predisposto a transmitir sua inteligencia para os seus filhos, sem vivenciar a regressão a média.

Vale ressaltar que a exogamia também pode produzir (obviamente) diferenciação fenotípica de natureza cognitiva. Na verdade, é o que mais parece acontecer em países como o Brasil. Se não se casa dentro da família pra manter os ”mesmos” genes, então se pode casar partindo-se de outros critérios como classe social, tipos de personalidade e de cognição (parte técnica da inteligencia). Pessoas que trabalham nas mesmas profissões, tem níveis educacionais e de renda mais parecidas, e que também tendem a compartilhar muitas similaridades de comportamento, crenças e nível de cognição, são mais propensas a se casarem entre si. Esta realidade também pode ser muito boa para evitar a ”regressão a média”, mas a diversidade ou a heterogeneidade de possíveis combinações, serão maiores, porque apesar das extratificações sociais (que tendem a ser marcantes e estáveis), muitas pessoas que conseguem ascender socialmente, tenderão a vir ”de baixo”, da hierarquia piramidal.

Novo (velho) combo de ideias

1- Inteligencia como cognição + personalidade e definição mais literal desta segunda.

A inteligencia é a interação entre cognição e personalidade, enquanto que aquilo que entendemos como inteligencia, na verdade, se consiste apenas na cognição, o componente técnico. E o componente intelectual seria a junção da personalidade e da cognição, a inteligencia per si.

E a personalidade**

A personalidade é a extensão da cognição, como moduladora de nossas técnicas espectralmente habituais de interação e de auto-consciencia ou o reconhecimento direto de si mesmo, claro que neste caso, o termo auto consciencia se relacionará com o básico da mesma, a autoconsciencia primitiva, que a maioria dos seres humanos estão mais ou menos dotados.

A personalidade é o reconhecimento do próprio conjunto de intempéries biológicas (hormonais, físicas, neuroquímicas e … pedagógicas).

2- ”Idade mental final” via desenvolvimento assíncrono universal (e não apenas para superdotados).

No texto ”Entendendo esquerdismo”, eu comentei sobre a possível idade mental (que não é a mesma que a cronológica) dos esquerdistas médios, que seria em torno dos 18 anos (mas cá pra nós, talvez eu esteja exagerando e a idade mental média deste grupo possa ser rebaixada para uns 16 anos. Pode parecer pouco, mas esta diferença de dois anos faz muita diferença no comportamento das pessoas), em comparação a idade mental média do brasileiro (médio, o famoso BM), que se situaria em torno dos 13 anos.

Nós nascemos, crescemos, chegamos ao ápice (para a reprodução), envelhecemos e morremos.

Nossa idade mental acompanha o desenvolvimento de nossa inteligencia. Quando chegamos ao ápice de nosso desenvolvimento biológico, este também será o nosso máximo, na maioria dos casos (imagino), em relação a capacidade cognitiva. No entanto, as pessoas são diferentes e apresentam diferentes ápices cronológicos ou etários e cognitivos.

Talvez, o sábio fenotípico (ou sábio prodígio), que é aquele que está sempre aprendendo e que é precoce em sua capacidade de autoconsciencia, possa apresentar uma de-sincronicidade entre o  seu ápice cognitivo e o seu ápice biológico. O início da juventude será geralmente o ápice do ser humano médio, em que todo o seu vigor jovem irá se manifestar. O ápice biológico em neurotípicos, também poderá significar o fim do seu desenvolvimento cerebral ou plasticidade e a partir disso, ele poderá utilizar a sua capacidade no seu máximo.

O desenvolvimento do cérebro tem sido, na minha opinião, erroneamente chamado de ”período de plasticidade”. Parece mas pode não ser isso. O cérebro humano é maior que de nossos primos evolutivos, sem falar na maior encefalização em relação ao tamanho do corpo e em sua maior complexidade. Nossas experimentações são únicas, mas nosso desenvolvimento talvez não será assim tão distinto. Sim, voce pode ser uma ótima pessoa, mas pode acabar matando alguém por legítima defesa nos seus 15 anos de idade. A discussão sobre a exposição a ambientes favoráveis também não está terminada e eu sou do palpite que haverá uma diversidade quanto a necessidade destas intervenções para o estímulo cerebral, talvez, metaforicamente falando, os mais inteligentes e especialmente os mais geniais, sejam aqueles que estimulem mais os seus músculos cerebrais, de maneira natural, uma motivação intrínseca, tal como acontece com os halterofilistas, ainda que saibamos que ”mesmo” entre eles, haverão potencialidades diversas e limitadas. Da mesma maneira que temos uma minoria de pessoas que são extremamente engajadas na musculação, não parece equivocado concluir que também teremos uma parca quantidade de pessoas que serão naturalmente engajadas em atividades mentais.

Pelo que parece, nós temos um contínuo de intensidade na motivação intrínseca intelectual, em que alguns serão fortemente (e naturalmente) motivados para  a enfase em atividades intelectuais (das mais diversas naturezas), a maioria com motivação de intensidade média (a maioria da população), e aqueles com pouca a nenhuma motivação (os elásticos que são menos plásticos ou mais duros, que não dá pra expandir muito). Isso validaria as suspeitas dos filósofos do século XIX sobre a genialidade como uma irritação cerebral que provoca profunda motivação intelectual.

O fim do desenvolvimento cerebral (que alguns chamam de plasticidade), que se dará de maneira diversa, resultará no estabelecimento final da idade mental.

Ainda sobre estimativas coletivas de idade mental

O conservador médio, o religioso literal, teria uma idade mental média de 13,14 anos (claro, atenham-se a palavra ”média”) enquanto que a elite cognitiva conservadora teria idade mental média de 20,24 anos.

A sabedoria, que se baseia na rejeição

  • do pensamento binário,
  • da confusão entre abstrato e literal,
  • da confusão entre causalidade e correlação.

… teria como limite mínimo de idade mental, na casa dos 30 anos, enquanto que o sábio fenotípico teria uma média de idade mental na casa dos 40 anos, o dobro (ou a soma) dos esquerdistas e dos conservadores mais cognitivamente avançados, se realmente podemos dizer que ambos ”tenham” essas médias.

Portanto, temos o desenvolvimento assíncrono ou não-linear, em média, de nossos cérebros, que resultam nas maiores flutuações comportamentais, especialmente durante a adolescencia e que cessarão ou diminuirão quando o período de maturação cerebral terminar, perfazendo nossos perfis  maduros de personalidade e cognição. O baixo desenvolvimento da capacidade empática, por exemplo, em comparação a um grande desenvolvimento na capacidade verbal, irá resultar em um perfil cognitivo e de personalidade (inteligencia) final onde que estas discrepancias estarão presentes e mais constantes, depois da explosão hormonal da adolescencia. O fim do desenvolvimento assíncrono, resulta na construção final da personalidade, internamente variável, discrepante.

Idade mental talvez possa ser descompactada da idade cognitiva, que os testes cognitivos, medem e que durante um século, tem sido tratada como ”mental”. Ainda que aja uma correlação positiva entre maior inteligencia escolástica ou técnica e comportamento maduro, isso não significará que a maioria dos mais inteligentes, a partir desta perspectiva, serão de sábios, como temos observado arduamente.

Pela lógica )abstrata), que pensei, os sábios seriam como uma junção de conservadores e esquerdistas, que poderiam entender um mundo em múltiplas perspectivas, ao passo que os dois tipos dogmáticos, apenas entenderiam ”o seu lado”. Avatares perceptivos*

3- Esquerdismo é a estratégia evolutiva para aumentar mutações ou ”diversidade” enquanto que o conservadorismo é a estratégia evolutiva para manter a paisagem genética predominante.

Porque os esquerdistas são mais mutantes que os conservadores, menos parecidos com seus pais e com tipos de personalidade mais incomuns, menos ”tradicionais”. Tendem a ser mais neuróticos (a partir de diferentes perspectivas de personalidade), sofrem com maiores incidencias com distúrbio de humor, são mais geneticamente discrepantes do fenótipo nacional…

4- Estamos todos diversos, heterossexuais também são sexualmente diversos entre si.

A diversidade sexual não se aplica apenas as minorias, mas também a maioria heterossexual e me ajuda a mostrar que existe uma continuidade de traços para que existam homossexuais masculinos e femininos, nada novo no reino da biodiversidade humana.

5- Diferenças étnicas de mes (estação) predominante de nascimentos***

Será que os negros são mais propensos a nascerem na primavera e no verão** E os brancos europeus** E os judeus** e os árabes** E os leste asiáticos*….

6- ”Cada um tem a ‘doença mental” que merece”….

Brancos europeus = um misto de esquizofrenia (papai noel, coelhinho páscoa, jesuiss, criatividade, pensar no impossível, 50 tons de fanatismo) com autismo (tecnologia, ciencia, artes, filosofia, pensamento literal…. que quando se mistura com a kizumba do pensamento mágico ou ”over”-idealizado, sai de perto!!!),

Leste asiáticos = autismo ou espectro maior da faculdade de engenharia, kkkkkk,

Judeus = psicopatia e tdah, enérgicos, manipulativos, criativos e astutos (o lado obscuro da sabedoria),

Negros = esquizofrenia e tdah, também com tendencias para o pensamento mágico (porém, menos sofisticado que aquele que os brancos europeus produzem) e várias características que costumam ser mais comuns entre os tdahs.

7- Novamente a métafora de ”Laputa” e ”Lagado”, do clássico da literatura mundial, ”As Viagens de Gulliver”, de Jonathan Swift.

Todo mundo tem o seu pólo magnético!!

uns olham pro lado direito, outros pro esquerdo, outros pra cima, alienação natural de personalidade (perspectiva existencial, ainda vou falar sobre isso!!)

8- Melancolia e neuroticismo.

Neuroticismo ou estado emocional negativo. Para que se possa desenvolver análises negativas sobre a realidade, é necessário ser um pouco neurótico não**

 9- Energia cerebral do gênio ou ”doença mental”. Ter o controle ou não ser controlado pelo conflito interno ou doença mental, o avatar. Naruto, a raposa de 7 (+2;) caudas.
Naruto, avatares..
A domesticação se consiste na neutralização ou redução não-qualitativa do instinto com base na neotenia parcial (retenção de características infantis e posterior redução do cérebro). Se Lombroso estiver correto e genios e criminosos serem bio-produtos de eventos epigenéticos (complexamente herdados) muito similares, então o seu atavismo  poderia então ser interpretado como a manifestação parcial do primata selvagem (enquanto que o criminoso seria a manifestação predominante do mesmo), que está, metaforicamente falando, preso dentro de nossos corpos, neutralizado por mecanismos de neotenia parcial ou domesticação, a qual nossos antepassados tem sido submetidos e nós somos os bio-produtos desses processos sucessivos. Isso poderia ajudar a explicar o porque da maior inteligencia (a nível coletivo) dos leste asiáticos e a menor porcentagem de criatividade (a cepa ”tdah”**) entre eles.
O genio muitas vezes, parece que será como uma forma singular e poderosa de adaptação.
Talvez todos nós tenhamos este potencial, só que muito improvável de ser ”conquistado”, tal como eu determinei de acordo com a minha metáfora das piscinas e do peso dos objetos para explicar os graus de hereditariedade comportamental, se nossas diferenças se deem com base em níveis e não em grandezas. Mas em alguns poucos, esta predisposição estará naturalmente aflorada. Para alguns, as maçãs serão fáceis de serem pegas na árvore enquanto que para outros, haverá um grande esforço, muitas vezes que será provável de ser exaustivo, e que poderá ter graves efeitos colaterais.

Novamente a teoria da metáfora dos elásticos para explicar sobre o aprendizado e com um novo complemente igualmente metafórico

Só de olhar isso, já me embrulha o estomago e minhas mãos começam a suar…

Teve uma vez na faculdade que eu caí em uma enrascada. Acho que já contei essa história pra voces mas vamos recapitular porque já faz tempo. Então, resolvi me matricular em uma matéria só para ganhar créditos extras, só que eu não sabia que o professor (diga-se, um esquerdo..ista nervoso, ainda que simpático quando não está sofrendo de algum rompante psicótico de natureza política) a trataria de maneira séria visto que não é obrigatória no currículo (enfim, mentalidade de escola, na faculdade, pragmático e preguiçoso). Resultado parcial. Tirei uma nota super baixa na primeira prova. Me encontrei em uma situação embaraçosa, repetir nesta matéria que não é obrigatória. Eu nem me lembro direito do que se tratava o seu conteúdo (kkkkkkkk, pra voces verem que quando não gostamos de uma coisa, é muito pouco provável de conseguir desenvolver empatia por ela). Só sei que resolvi me esforçar, decorando nomes e até esquemas hierárquicos, de um assunto do qual não tenho qualquer interesse. Na segunda prova eu tirei uma das notas mais altas. Até pensei de início que ele poderia ter ajudado ”pro meu lado” mas depois que peguei a prova corrigida, minhas dúvidas de favorecimento por pena (sic!) se dissiparam. Eu mereci por mérito aquela nota (na primeira prova eu tirei 5 valendo 100 e na outra 80, também valendo 100). Será que eu me tornei mais inteligente depois disso** A resposta óbvia é um não, a princípio, porque é necessário analisar as pessoas a longo prazo. Casos como este devem abundar no mundo escolar e academico, mas pode significar nada sobre a essencia cognitiva das pessoas.

Este é um exemplo de que nossas capacidades cognitivas não são essencialmente moduladas por fatores ambientais como ir para uma escola melhor, porque a inteligencia não se aplica apenas nas notas escolares ou de conseguir um emprego bem remunerado, a inteligencia se aplica a tudo, em tudo.

Desde quando acordamos, até quando vamos nos deitar, um dia apenas e voce terá usado a sua inteligencia, de diversas maneiras, a toda hora, solucionando um problema, consciente ou inconsciente disso.

O medo ou fobia de altura, é uma tendencia particularmente comum entre nós. Eu mesmo a tenho e quer indicar que eu ”também’ tenha baixa tolerabilidade (habilidade de ser tolerante) a lugares muito altos. Algo parecido acontece comigo quando me deparo com um típico problema de matemática, claro que sem os efeitos mais fisiologicamente contundentes tal como acontece com a fobia a altura. Outra coisa, eu também tenho invariavelmente, fobia social. Já foi pior, hoje em dia está bem menos, mas de vez em quando volta. Ainda que menos aparente, os efeitos de intolerancia a matemática, também são sentidos a nível físico, o cansaço quase que imediato, a ansiedade para tentar solucionar. Eh como se estivesse tentando esticar o máximo possível um elástico mais duro, que se expande menos. O esforço é muito grande, é transpiração demais e 0% de inspiração. A inspiração vem antes da transpiração.

Eu nunca me senti inspirado para gostar de matemática e a de estudá-l. Desde criança que apresento de maneira marcante algumas características cognitivas que se assemelham ao quadro ”sintomatológico” do autismo, como a tendencia de ficar obcecado por um assunto específico, estudá-lo e me tornar um quase especialista nele.

O limite de tolerabilidade permeia todos os aspectos de nossas personalidades e de nossas cognições. Estes limites (metaforicamente, os elásticos) nos mostram nossos potenciais e nossas fraquezas, nossas técnicas de autoconservação.

Por exemplo, o meu limite de tolerancia a atitudes mesquinhas tende a ser baixo. Esta comunhão de limites de tolerabilidades, constroem aquilo que somos. Algumas pessoas são altamente sensíveis a certas ideias, enquanto que outras serão completamente tolerantes as essas mesmas ideias. Brancos nacionalistas versus esquerdistas sobre as diferenças de inteligencia entre as raças humanas***

Voce pode ser fóbico em relação a alguns aspectos da interação humana e ser completamente tolerante a outras e isso também se aplica a nossa cognição, se nossa personalidade nada mais seria do que uma extensão de nossa capacidade intelectual.

Quando existe um grande esforço, maior do que inspiração, então isso pode estar querendo dizer que esteja despejando a sua energia em algo que não é muito natural de seu ser. Claro que existirão certas habilidades que serão mais simples de serem aprendidas e até mesmo melhoradas. Por exemplo, em relação a dança. Quase todo mundo que não tenha uma deficiencia, motora ou visual, pode aprender a dançar e até a melhorar esta habilidade. Mas quanto mais talentoso for o indivíduo, mais natural será o seu talento. Alguns dos melhores dançarinos do mundo tem um corpo perfeito para a dança e talvez até tenham outras características como consciencia corporal, que os façam mais naturalmente habilidosos.

 

Não restam dúvidas que para ser um bom jogador de Basquete, seja necessário ser muito alto (mas nem tanto) e com capacidade de explosão muscular. Os esportes nos mostram que as pessoas que os praticam tendem a comungar com muitas semelhanças biológicas entre si. Até poderia sugerir que cada esporte tenda a agregar um cluster genético e quanto mais especializado, mais geneticamente homogeneo tenderá a se tornar.

Por que que não poderíamos fazer a mesma analogia em relação a panaceia humana de capacidades cognitivas*** Alguns serão como Michael Jordan na filosofia, na matemática, no planejamento social (que também pode se relacionar com a filosofia), nas ciencias (e sabemos que os polímatas costumam ser muito talentosos em várias áreas)…

Michael Jordan nasceu com a altura e a capacidade muscular (dentre outros aspectos biológicos) perfeitas  para o basquete. E claro que sua genialidade sinestésica não pode ser explicada apenas por ”transpiração”.

Seu elástico ou limite de tolerabilidade para a prática deste esporte se mostrou espetacularmente alto e flexível. Pode-se dizer que exista ”um” grau, tanto de hereditariedade quanto de reciprocidade biológica entre ambos, Jordan e o Basquete. Mas também é errado sugerir que exista hereditariedade para o basquete, se o mesmo é apenas um esporte recreativo. A hereditariedade se dá principalmente para a execução de tarefas objetivas, das mais diversas naturezas. Eh errado, mas também pode estar certo sugerir este tipo de coisa, mas com o peso certo, a abordagem certa.

”Podemos transpirar mais” para conquistar nossos objetivos (ou, ter intuições como os genios, a diferença entre talento e genialidade). Mas mesmo este hiper foco, é muito provável de ser causado por predisposições biológicas, isto quer indicar que ninguém faz nada sem que tenha um desejo, evidente, provável de ser expressado ou mesmo, pouco provável, que se relacione com a sua biologia comportamental. Portanto, mesmo alguns milagres como se tornar muito bom em algo que não era antes, não pode estar totalmente dissociado da genética. Novamente a teoria da piscina para explicar os graus de hereditariedade comportamental. Mas é provável que qualquer talento mais expansivo, seja obra de predisposições genéticas, nenhum elástico pode se tornar mais plásticos, mais expansivo, apenas por esforço, tem de ter uma maleabilidade natural. Quem muito sabe de um assunto, é porque gosta do assunto (empatia cognitiva, diferente do modelo de empatia cognitiva que a psicologia tem conceituado) e ve naturalidade em se debruçar na prática de esmiuçá-lo.

Entendendo o esquerdismo

Entendendo (ou, tentando entender) o esquerdismo:

Esquerdistas ou ( socialmente)  liberais são mais propensos a serem
ansiosos,

depressivos ( homens  fortemente conservadores também reportaram maior incidência de depressão mas bem menos que entre os fortemente esquerdistas ),

a sofrerem de fadiga crônica

a terem transtorno bipolar e transtorno sazonal de humor,

a terem sono mais instável e a terem maior frequência de sonhos com temática homossexual.

Por que os esquerdistas insistem sobre a supostamente ”enorme” influência de ”fatores ambientais” para explicar o comportamento humano ao invés da genética??

Boa parte dos argumentos feitos pelas pessoas, mesmo as de maior inteligência, em conversas e debates televisivos ou no cotidiano, são baseados em auto-projeção. Quando defendemos qualquer ideia, é muito provável de estarmos defendendo a nós mesmos. Não é um debate de ideias neutras retidas de uma apanhado de hipóteses racionais, mas sim de teor ideológico, e isto quer indicar, dualista ou extremista, tribalista e pessoal. Os socialmente conservadores não escolheram a sua ”ideologia de vida”, eles SÃO conservadores, em algum grau importante e difícil de ser mudado ou que  se relaciona umbilicalmente com a sua essência existencial ( reprodução e/ou sobrevivência) . As pessoas que sao mais emocionalmente instáveis podem de fato serem mais influenciadas pelas intempéries ambientais do que em relação aquelas que são mais emocionalmente controladas. Portanto, pode-se dizer que especialmente para os socialmente liberais ou esquerdistas, os ”fatores ambientais” ou ”não-genéticos” podem ter um maior impacto em suas respostas reativas de curto e longo prazo  do que por  exemplo, em relação aos conservadores ou a pessoas mais emocionalmente maduras. Quando nega qualquer participação genética no comportamento humano, o esquerdista médio está apenas fazendo auto projeção, que não seria muito diferente do que dizer ”Eu sou mais influenciado pelo que acontece de curto a longo prazo comigo… e isso deve acontecer com todo mundo”.
Claro que a conhecida ignorância esquerdista em relação a lógica ou coerência mental e ciência, especialmente  a biológica, também interfere no produto final ou  suas argumentações coletivamente uníssonas e holisticamente equivocadas.
No entanto, algo mais profundo do que apenas ”estupidez”, deve ter maior importância  na deflagração das crenças esquerdistas sobre behaviourismo. Da mesma maneira que a explicação para o comportamento habitual de conservadores médios, fervorosamente religiosos, perpassa as crenças filosóficas no livre arbítrio (autisticamente literalizado), que chamamos de predisposição genética, o mesmo acontecerá com qualquer grupo ou mesmo a nível de  indivíduo. Eu não duvidaria que as pessoas que são mais emocionalmente instáveis fossem também mais propensas a acreditar que seu comportamento fosse fundamentalmente modulado pelo ambiente e não a partir da atuação em conjunto  das intempéries ambientais e  de fatores genéticos ou nós mesmos, tal como que é compreendido por boa parte dos cientistas da área. O esquerdismo também parece se relacionar de maneira distinta com o narcisismo em comparação ao conservadorismo. Narcisistas em média são mais propensos a fazer considerações retidas de suas próprias opiniões. Não é errado fazer isso, eu mesmo uso a todo momento esta técnica aqui no blogue, o problema se dá  quando fazemos generalizações ilógicas ou inferências equivocadas, o famoso exemplo

‘eu não concordo que os negros sejam menos inteligentes, porque eu mesmo conheço muitos que são muito mais inteligentes que muito branco”.

Os esquerdistas também podem ser mais propensos a sofrerem de transtorno pós traumático. A hiper sensibilidade emocional que no passado era denominada como histeria, pode ter um papel para as constantes atitudes de extrema intolerância por parte deles quando se deparam com opiniões que destoem das suas. A incoerência mental é uma característica marcante entre muitos esquerdistas. A partir daí abrem-se brechas para muitas especulações.

A hipótese ”inteligente mas nem tanto”, se daria pela possibilidade de que o esquerdista médio seja a representação média das pessoas de inteligência (técnica ou cognição) razoavelmente-alta, de nível de estudante a professor universitário, principalmente das humanidades. Que não é uma assumidade cognitiva mas também não é um ‘‘average Joey”. Quando comparamos esquerdistas e conservadores clássicos, vemos diferenças pronunciadas entre suas capacidades médias, apenas pelo que  suas ideologias dizem. Por exemplo, o esquerdista médio tende a ser ateu e a duvidar da narrativa bíblica ou de qualquer outra religião, ainda que ensaie alguma tolerância superficial para a pluralidade religiosa ( menos o cristianismo porque seus Mestres lhe ordenaram que fosse assim ).  Em compensação, o conservador médio, em média ( e bota média nisso),  tende a acreditar literalmente nestas estorinhas de início de civilização. O pensamento mágico é uma característica importante em sociedades pré-civilizadas e uma boa parte dos conservadores por acreditarem nestes papos de igreja, são mais prováveis de serem mentalmente ”primitivos”.

O esquerdista médio e as cepas mais evoluídas de conservadores se assemelham mais entre si no sentido de que são menos propensos a terem crenças baseadas em pensamento mágico ou que não pode ser comprovado. Neste aspecto, o esquerdista será em média, superior ao conservador médio ou clássico. Mas uma boa parte das crenças que os esquerdistas dizem seguir não estão enraizadas nem na lógica intuitiva nem em lógica empírica. Por exemplo, a maioria dos ateus, que dizem acreditar e entender a teoria da seleção natural de Charles Darwin, também tendem a se definirem vagamente  como ”anti racistas”. O ateu médio adora postar em redes sociais que ”somos todos iguais” ou que ”os cérebros das raças são os mesmos”. O ateu médio que tem boas chances de ser mais voltado pra esquerda no espectro ideológico / político, é mais esperto ao renegar que as metáforas milenares da bíblia sejam factuais mas entra em coma racional ao entrar no coro dos behaviouristas comportamentais ao negar qualquer participação genética no comportamento humano.

Darwin é melhor que Jesus, mas Lamarck ganhou de Darwin???  quando o conservador médio, o religioso literal, se depara com o básico da ciência, sua cabeça tende a entrar em pane. Já o esquerdista, ainda terá alguma tolerância com a ciência, mas sabemos que é  muito baixa e não é suficiente para torná-lo incrivelmente inteligente ou ao menos predominantemente racional.

A hipótese ”estúpidos no poder” e ”senso comum” 

Se baseia no fato de que existe um trabalho por de trás do palco em que se almeja colocar esquerdistas em posições de poder. Se sabemos que eles costumam ser péssimos governantes, então uma explicação plausível para fazerem isso é a de que estes agentes secretos ( ou nem tanto)  desejam  sabotar nações, especialmente as ocidentais, com outras finalidades em vista. Os esquerdistas aparecem perfeitos para a função porque seus líderes costumam ser de psicopatas ( dos conservadores também ) enquanto que os seus seguidores  costumam ser de pessoas muito ingênuas ( e estúpidas, ingenuidade extrema é uma forma de estupidez) . Isso sem falar no braço eleitoral demograficamente relevante, que é composto por dependentes ‘pobres’. É por isso que dizem que o esquerdismo se consiste em um regime facistóide com um sorriso no rosto. Nas sociedades hierárquicas e primitivas dos seres humanos, aqueles que detém o poder, são os que ditam as regras de convívio e as crenças que vão predominar. Sim, racionalidade, empatia, inteligência, criatividade, sabedoria, são palavras ideais para mundos ideais, na realidade humana, ganha quem é mais forte.

O famoso ”consenso popular”.

Portanto, se os esquerdistas dizem que os homossexuais são extremamente superiores aos heterosexuais, então com base em chantagem e repetição constante nos meios de comunicação, este exagero se tornará a mais pura verdade. E o esquerdista médio se tornará convencido de que as suas ideias estão corretas se celebridades e pseudo-cientistas carreiristas lhes disserem que o que acredita esta correto.

A hipótese  ” Born that’way”

Acreditamos ou somos forçados a acreditar que inteligência seja sinônimo  de racionalidade. Mas a inteligência é um termo muito vago e racionalidade, segundo muita gente, se baseia no ”senso comum” e não naquilo que é, na verdadeira causalidade conceitual e literal!! Portanto, ser cognitivamente inteligente, não será um salvo conduto para ser tambem mais racional, e o fenomeno do esquerdismo nas frações inteligentes nos mostram que esta realidade está parcialmente correta.  O pensamento lógico racional é oriundo de duas variáveis essenciais da vida, sobrevivência e reprodução. Estamos a todo momento pensando numa maneira de mitigar potenciais riscos de morte.

Outra teoria, complementar as outras é claro, é a de que o aumento da complexidade mental tenda a resultar em perfis cognitivos ”aberrantes”, tal como eu sugeri no texto ”pai yuppie, filho hippie”. E que o esquerdismo possa ser tal como um perfil intelectual intermediário (novamente, pegando a ideia de que algumas características sejam intermediárias). Interessante que quando eu tinha 18 anos de idade, fui solapado por ideias claramente esquerdistas. Por exemplo, eu me lembro que quando comecei a estudar demografia mais a fundo, fiquei muito feliz com o multiculturalismo na Itália (mais especificamente) e me encontrava ansioso por mudanças demográficas, isto é, que a população italiana se tornasse mais e mais ”diversa” e ”menos branca”. Sim, eu tinha 18,19 anos, um ano depois de ter entrado na faculdade. Será que em termos de idade mental, o esquerdista médio poderia ter parado na casa dos 18 anos**** Faz até um certo sentido visto que apesar dos claros déficits cognitivos holísticos (ou morais), eles tendem a ser mais preocupados com situações que denota maior amadurecimento. O caráter intermediário do esquerdista médio nos mostraria que ele se encontraria entre um conservador clássico ou médio, que tem poucas certezas sobre a sociedade (capitalista) em que vive e entre intelectuais de grande capacidade. Meio filósofos que acabam morrendo no meio de uma lagoa, chamado esquerdismo. Será**

Um estudo recente onde que foram produzidos ratos de laboratório mais inteligentes, descobriu-se que além da  maior capacidade (óbvia) de aprendizado ( e adestramento??), estes ratos geneticamente modificados também se tornaram  menos alertas a perigos iminentes de vida, como por exemplo em relação à presença de gatos, seu predador habitual, no mesmo ambiente em que se encontram. Menores níveis de ansiedade podem ser bons para o aumento da capacidade cognitiva ( aprendizado ou adestramento**) , mas também podem resultar na redução da capacidade de vigília, de sobrevivência.

Alguma semelhança com os esquerdistas???

Sabe-se que o parasita toxoplasma quando infecta o cérebro de ratos, provoca a indução do comportamento suicida, que faz com que o rato afetado sinta uma mórbida atração pelo gato, seu maior e mais conhecido predador.

E imaginem que o mesmo parasita parece estar relacionado com o comportamento suicida entre os seres humanos. (e eu fico imaginando, cá com meus botões, se eu não tenho esta galerinha em minha cachola). Claro que todo ser humano tem microorganismos em seu corpo, e como eu já falei algumas vezes aqui, existe uma diversidade de tipos e funções. Sem falar que nossos genes, de acordo com a minha hipótese, seriam relíquias coevolutivas dos primeiros microorganismos, das primeiras formas de vida, e nós seríamos como os seus bolores.

Alguma semelhança com os esquerdistas e sua conduta com criminosos violentos** (ou predadores humanos).

O esquerdismo ideológico pende neurologicamente para a dominância ”anomala” do lado direito do cérebro, que explicaria a ocorrência mais elevada de disturbios de humor entre eles como ansiedade e depressão.

Hipótese, esquerdismo como déficit na capacidade de reconhecimento holístico de padrões (aquilo que realmente importa, reprodução-sobrevivencia) .

Uma recente pesquisa encontrou que enquanto que os conservadores tendem a ser de pensadores holísticos, os esquerdistas tendem a ser de pensadores analíticos. Um pouco complicado resumir uma possível complexidade correlativa apenas desta maneira, mas parece fazer sentido, conceitualmente falando, que os conservadores sejam mais atentos com a imagem maior, ainda que de maneira pleistocenica, enquanto que os esquerdistas sejam mais propensos no pensamento analítico ou que busca detalhes dentro desta imagem maior.

Influencias ambientais seriam encapsuladas por interações genéticas entre os seres envolvidos e em relação ao meio em que vivem**

O fator genético no comportamento humano parece, conceitualmente falando, mais relacionado com uma suposição de natureza holística enquanto que o fator ambiental ou circunstancial se assemelha com uma suposição de natureza analítica.

Parece evidente que o esquerdista médio tenha uma tendencia para ter déficits na capacidade de pensamentos de natureza holística, de capturar a imagem maior. Sua ingenuidade, em partes, pode ser explicada justamente por este déficit.

Animais domesticados são socializáveis e treináveis. Conservadores também seriam mais como animais domesticados, mas de uma cepa mais antiga.

Hipótese” todas as alternativas anteriores, tudo junto e mischturado”

O mais provável de ser,

o esquerdismo é uma predisposição comportamental inata, lembrem-se da minha metáfora da piscina para explicar a hereditariedade e expressão de comportamentos , que tende a ”acometer” uma importante parcela das pessoas que ”pertencem” ou podem ser alocadas dentro da ”elite cognitiva”, que em jargão unilateral psicométrico, quer dizer, que ou aquele que pontua acima de 120 em testes de qi e que também tende a ser mais comum em pessoas com nível (de estudante) universitário de capacidade (técnica ou) cognitiva. Existe um complo(t) conspiracionista que tem como uma de suas estratégias, usar pessoas (relativamente) inteligentes e muito ingenuas como pelotão de apaziguamento reativo, isto é, aqueles jovens mais artísticos que gostam de chamá-lo de ”racista, homofóbico, misógino” (e em parte eles tem razão, a verdade está em todo lugar) assim como também o grupo de carreiristas oportunistas (em jargão psiquiátrico, psicopatas de alto funcionamento), mentirosos profissionais, que se utilizam de toda a sorte de chantagem emocional, pseudo-científica e ou semantica para manter o trem suicida chamado ”Ocidente” no caminho em que está trilhando.

”Racismo”, ”homofobia” (apesar de aspeá-los, isso não quer indicar que esteja desmerecendo as suas existencias negativas dentro das interações humanas), ”misoginia”, são usados como armas verbal-semanticas e emocionais para calar a dissidencia mas também como distrações, além de toda a sorte de indústria recreativa, inclusive e talvez especialmente a cultural, para  as massas  de todas as cepas cognitivas em relação ”aquilo que realmente importa”, ainda que, o bom e civilizado tratamento a todos os tipos neutros e virtuosos (especialmente) de seres humanos também seja algo que importe e muito. No entanto, estas expressões vagas de ordem não tem como intuito ”fazer o bem”, mas fazer o mal disfarçado de bem, ” os fins justificam os meios”, dizem. Os esquerdistas, como eu vou falar em outro texto, parecem ser mais geneticamente mutantes que os conservadores, em alguns aspectos, por exemplo, na grande proporção de homossexuais dentre outros tipos de sexualmente fluidos, de maior incidencia de distúrbios de humor etc…

Ingenuos, menos tribalistas (porque tendem a serem menos parecidos com os seus pais e parentes***), menos sexualmente dimórficos, mais criativos, mais intelectualmente orientados, sendo selecionados para ocupar posições de poder…. e também com déficits em pensamento holístico**

Qi ‘não é” inteligencia parte 127…. e a sabedoria como o hiper desenvolvimento (de natureza inata) de habilidades cognitivas essenciais (reconhecimento de padrões)

Qi não é inteligencia, qi se correlaciona com inteligencia # (traduzindo= hashtag)

Tal como eu já falei sobre as possivelmente verídicas diferenças entre as inteligencias de predador e a de neotenico, a escola assim como também a psicometria, visam conceituar unilateralmente apenas um tipo de inteligencia, aquela que melhor se adere as necessidades do sistema. Poder-se-ia dizer ainda que quase todos os modelos psicológicos de comportamento, usados para categorizar os tipos de personalidade e julgar atitudes, sejam baseados em um contexto social particular, o ocidente urbano e moderno, e isto também quer indicar um viés (preconceito potencialmene negativo) político.

Os cachorros (domésticos) mais inteligentes, são aqueles que aprendem com maior facilidade os comandos de seu ”dono”. Isso é ser mais inteligente**

Para um cachorro domesticado, sim. Mas não será para ser realmente inteligente. O inteligente absoluto ou o sábio, mais do que qualquer outro, sempre se questiona em relação as verdades absolutas (de momento e milenares) que estão sendo socializadas em seu ambiente.

Por que existem reis e rainhas** Por que algumas pessoas ganham muito mais do que as outras sendo que fazem muito menos para merecer** Por que muitos retardados mentais se tornam ”famosos” e também entram na folha de pagamento da classe parasita e inútil da nação** Por que eu tenho de fazer um exame público, generalista, disputar vagas de emprego com outras trocentas pessoas** Por que não pode ter emprego pra todos** Por que pessoas ricas falam em ”igualdade”, se elas mesmas são ricas e portanto, desiguais em relação aos outros** Por que as pessoas, em média, ”preferem” acreditar em ideias equivocadas (envernizadas de ”fatos”) do que de tirar as suas próprias conclusões** (ainda que estejam apenas parcialmente corretas) . Por que existem guerras*** Por que dizem uma coisa mas fazem outra** Por que poucos são coerentes a longo prazo com os seus pensamentos e ações***

Se voce pontuar 230 em um teste de qi e for uma pessoa politicamente acrítica e intelectualmente raquítica, ainda assim, uma multidão de losers, que eu chamo delicadamente de ”iqtards”, irão te louvar como o mais novo ”genio” da paróqia.

Agora, se voce pontuar 105 em um teste de qi mas for o tipo de pessoa que está sempre se questionando sobre o porque das coisas serem assim e não assado, pode esquecer, a maioria, e nós sabemos, que maiorias humanas costumam ser diversificadamente medíocres, um arco íris de vergonhas alheias coletivas, nem dará atenção pra voce, porque afinal de contas, ”o genio é aquele que pontua muito alto em testes de qi”. Quem sempre reclama (daquilo que merece ser criticado, pelo bem da inteligencia, sabedoria, empatia… virtuosidades) é um ”recalcado”, porque tem ”inveja”, é o novo ”argumento” dos humanos super domesticados que chamamos de ”esquerdistas” (não ”todos”, é claro).

Eh interessante perceber que ”até mesmo” alguns ‘mensaleiros”, admitem que seus resultados em testes cognitivos não são atestados de genialidade, talvez de grande inteligencia convergente. Genialidade é diferente de inteligencia escolástica, podem se correlacionar, mas não são sinonimos, de ser um produto do outro.

A ”educação” pode ser resumida da seguinte maneira

Avaliação de longo prazo sobre a capacidade dos semi-escravos para aprenderem um conjunto superficial de habilidades cognitivas que são ideais para sustentar o maquinário sócio-hierárquico do sistema piramidal vigente.

A educação também parece servir como uma maneira de

  • inculcar a ideologia dominante desde cedo nas cabeças de intelecto mediano ou com qualquer outra fraqueza (contextual porém decisiva) psicológica,
  • manter os filhos dos trabalhadores sob o cuidado do estado, para que os pais possam trabalhar como quase-escravos em tempo integral e encher os cofres de uma ínfima parcela demográfica

O ser humano, em um ambiente culturalmente carregado, precisa (precisa mas não tem, por razões genéticas ) ser provido de razoável a grande capacidade no reconhecimento de padrões, tanto de buscar a imagem maior, quanto de ser bom para o pensamento analítico ou detalhista. Percebam que o cenário cultural em que se está inserido é de fundamental importancia para que  se possa modular a capacidade individual (e coletiva) de se responder apropriadamente a cada uma das múltiplas interações que participamos a nível diário, de curto a longo prazo. A inteligencia bruta ou sabedoria se encontra dentro do conceito de Geografia, é a técnica de interação entre o homem e o seu meio, sempre buscando pela conservação, de si, mas também do ambiente em que se encontra, porque dependemos da saúde do mesmo para que possamos sobreviver em segurança.

Analisamos a inteligencia dos animais ”selvagens” ou que não foram domesticados, por meio de seu comportamento no meio em que vive. Os animais não-humanos mais inteligentes são aqueles que melhor se adaptam ao ambiente. Existe um espectro (sempre existe) entre o grau de preponderancia na seleção dos mais adaptados pelo ambiente e do próprio ser, isto é, manipulando o ambiente, ao invés de ser manipulado por ele. Sabe-se que os mais adaptados tendem a ser os mais inteligentes, ainda que o fator contexto, também seja de grande relevancia. Então, nós temos uma variação de uma determinada espécie, que está adaptada, sobre certas circunstancias, mas que não estará adaptada sobre circunstancias discrepantes. Nós temos dois vencedores para contextos ambientais distintos. O ser humano tem uma janela evolutiva de oportunidade para selecionar o seu tipo mais talentoso nesta tarefa, o criativo objetivo ou prático. A criatividade é o próprio livre arbítrio. A partir do momento em que podemos modificar uma resposta reativa instintiva por outra, isso já pode ser considerado como uma capacidade criativa, de não usar sempre as mesmas respostas e também como uma capacidade de escolha, ainda que como eu sempre digo, seja limitada.

 

 

Em matemática, para aprender um idioma, para entender as leis da física ou para criá-las, para entender filosofia, para amarrar o cadarço dos seus sapatos, para fazer sexo, em tudo, reside aquilo que os psicometristas cunharam de ”fator g” ou capacidade para reconhecer padrões. Esta é a base da inteligencia, da cognição e todos os seres vivos apresentam esta capacidade, se consiste no próprio ato de viver. A fiação neurológica que se ramifica como galhos de árvore por nosso corpo, também se fará presente e influente em quase todos os animais e explica o porque de ”quando se tem asas, elas devam ser usadas para alguma coisa”. Claro que a partir daí, nós vamos ter desde as águias, que são prodigiosas nesta capacidade, até as galinhas e os pinguins, mas as asas também podem servir pra nadar, emulando a função de remos em uma canoa, e as aves predominantemente aquáticas ”sabem” (organicamente, consciencia corporal, a consciencia da clausura) disso.

No entanto, muitos ou a maioria dos psicometristas, também acreditam que os testes cognitivos possam analisar com grande eficiencia o fator g. Talvez isso seja verdade para a capacidade de adaptação dentro do contexto escolástico, fordista, da sociedade em que vivemos. Mas não parece ser positivamente correlativo para o verdadeiro fator g, a base da inteligencia que entendemos como reconhecimento de padrão. Aí reside a diferença da ”inteligencia do animal domesticado” ou neotenico, em comparação ao ”animal selvagem” ou ”não-domesticado”.

Os cachorros  mais inteligentes são aqueles que são mais rápidos e eficientes na memorização de comandos repetidos por seus ”donos”. O trabalho semi-escravo nas ”civilizações” se baseia no mesmo tipo de adestramento que fazemos com os outros animais, se chama gratificação psicológica”. Nos mandam fazer uma tarefa, geralmente que será de natureza técnica e repetitiva e nos dão ”dinheiro” ou o biscoitinho como recompensa. O politicamente correto é como ”se fingir de morto”. Eh uma orquestra onde que as pessoas são convencidas a cooperar com o sistema, de alguma forma.

A análise cognitiva dos lobos, se dá com base em sua capacidade de adaptação no ambiente e isto se relaciona com a ”base da inteligencia”, que a sustenta, a capacidade de reconhecimento de padrões, detalhistas e globais ou ”imagem maior”.

A maioria dos tipos de inteligentes nas sociedades ”modernas”, estão parcial a predominantemente desprovidos desta capacidade, a inteligencia bruta ou ”espectro cognitivo da sabedoria” e é justamente por isso que os tipos de psicopatas de alto funcionamento são tão bons para conquistar o poder e ditar regras totalitárias, oriundas de sua mente megalomaníaca. Porque o psicopata de alto funcionamento é um tipo negativo de sábio, que pode entender todos os padrões de funcionamento do ambiente em que vive e adaptá-los a si próprio. Ele pode não ser um exímio poeta ou um compositor espetacular, um matemático genial, mas será excelente na sua capacidade de ver a realidade bruta por de trás de toda a complexidade de símbolos, alegorias e crendices que permeiam a vida humana, os auto enganos que são tão importantes para o animal com lampejos constantes porém imprecisos de autoconsciencia. ”Precisamos” das muitas ilusões das quais acatamos porque se não teríamos uma grande incidencia de suicídios por causa de uma provável epidemia de depressão existencial. Precisamos ter uma razão para existir, isso é poderoso, raro porém bastante angustiante. E a religião aparece para preencher esta lacuna, não apenas a religião clássica, mas qualquer tipo de idelogia. Precisamos de um caminho para transcender e de ter certezas, mesmo que sejam certezas negativas como a de que o Brasil jamais será um país desenvolvido ou de que o ”mal sempre vence”.

O sábio genuíno, a versão positiva do psicopata, que também é muito prodigioso para entender a realidade, poderia então ser caracterizado cognitivamente como o super desenvolvimento das habilidades intelectuais mais puras, que como eu já disse aqui mais de uma vez, se consiste na base da inteligencia.

Em minha constante e ascendente empreitada na tentativa de desligar a bomba relógio cognitiva da modernidade, a crença dogmática ou dogmalogia na psicometria cognitiva como espetacularmente precisa na medição da ”inteligencia” (provavelmente no plural), faço como conclusão deste texto, uma nova afirmação retida de minhas observações sobre o assunto em pauta, a de que os testes cognitivos meçam habilidades cognitivas que se correlacionam com certas dimensões da inteligencia, mas que por se basearem apenas na analise cognitiva, em um hipotético cenário culturalmente neutro, não pode ser considerado como abrangente. Em outras e distintas porém convergentes considerações, os testes cognitivos se assemelham ao adestramento de animais domesticados e não em relação a toda a multidimensionalidade da inteligencia, esta por sua vez, que tem como base a capacidade holística e detalhista de reconhecer padrões (assim como também de manipulá-los ou produzir novos padrões), o espectro da sabedoria cognitiva.

 

Mito sobre a enorme influencia da educação familiar na formação do caráter dos filhos

”Um estudo realizado pela Universidade de Massssasshushetz descobriu que ler para os filhos pode aumentar as suas inteligencias’.

Quem nunca leu uma notícia dessas** Mais uma vez, nos encontramos diante de mais um caso de correlação do que de causalidade.

Darwin ”venceu”, mas Lamarck continua a predominar… Vamos fazer uma auto-análise, vou mostrar a voces que apenas um indivíduo, pode comprovar ainda que não ”empiricamente” que influencias ambientais não podem alterar aquilo que temos em nosso interior, nossa essencia. Meus pais nunca foram aqueles de pegar um livrinho e ler junto com o filho antes de dormir. Desde cedo que eu demonstrei interesse pela leitura (especificamente de livros didáticos e de geografia, de início) independente de qualquer influencia, constante ou pontual de meus pais. Eu posso dizer sem dificuldades que minha curiosidade intelectual brotou naturalmente de minha pessoa e não sofreu qualquer influencia por parte do mundo exterior, pelo contrário, porque sempre tive incentivos para me socializar. Eu sou responsável por todas as minhas ações. Para que QUALQUER achismo behaviourista ou que despreze veementemente a genética, possa estar correto, existe a lógica necessidade de

  • homogeneidade de resultados
  • e que sejam de longo prazo

Portanto, usando este exemplo, se todos as crianças, aleatoriamente selecionadas, de um hipotético estudo, que foram expostas a leitura por seus pais de maneira constante, se tornarem ávidas leitoras, escritoras e com bom vocabulário, quando adultas, eu ”jogo a toalha”. Mas é muito pouco provável que isso vá acontecer.

A causalidade (muito mais ) mais  provável de ser para este caso é a seguinte

”Os pais que leem mais para os seus filhos, são mais propensos a serem conscienciosos e inteligentes do que aqueles que não leem…. e filho de peixe inteligente, peixinho inteligente tenderá a ser”. 

Mesmo que fosse comprovado que a exposição precoce a leitura tivesse um impacto na inteligencia verbal das pessoas, ainda não se poderia concluir muita coisa a favor das teorias ”ambientalistas” rivais.

Muitas mães e pais se torturam, lamarckianamente falando, porque acreditam que não ”regaram direitinho” os seus filhos para que pudessem crescer fortes e (mentalmente) saudáveis. Se culpam porque acreditam que não deram o melhor de si na hora de educá-los (especialmente quando ”se tornam” adultos de caráter duvidoso). Este tipo de narrativa parece servir como maneira de se retirar a responsabilidade das pessoas em relação as suas próprias ações. Em partes é verdade que não sejamos assim tão racionais, lógicos e empáticos como imaginamos. Mas esta idealização exagerada, que eu denomino de supremacia antropocentrica, não é uma prova de que não somos influenciados por todas as variáveis biológicas que nos compõe, que compõe nossos corpos, nossos neuronios, nossos cérebros. Não restam dúvidas de que sejamos mais plásticos em termos de comportamento em comparação aos outros animais, mas também não significa que sejamos infinitamente plásticos, porque é claro que isso não é verdade e a todo momento nós estamos  comprovando esta realidade factual, tendo consciencia ou não disso. A capacidade criativa, que está muito bem desenvolvida, especialmente a criatividade prática, em uma pequena parcela da população, em temos de potencial e não de adaptação contextual (isto é, aquele que está adaptado sem fazer qualquer esforço concentrado para esta tarefa, porque o contexto o faz ser mais adaptado, tal como acontece na seleção natural), é uma prova de que podemos interferir no curso de nossas interações. Muitos animais não-humanos também podem fazer isso, mas nossa capacidade ou potencial para mudar nossas atitudes visando a adaptação, é muito mais desenvolvida do que em relação as outras espécies.

Eu não duvido que para algumas pessoas, a memória emotiva de seus pais lendo pra elas quando eram crianças, possa ter tido algum efeito em suas atitudes, mas lembrem-se da minha metáfora dos elásticos. Quando eu me uso como exemplo para explicar o comportamento humano, talvez possa estar sendo relativamente falho, se não sou como o ”average joey” para que possa espelhar como que se daria o comportamento médio da maioria. Alguns potenciais individuais para ”o amor a leitura”,  talvez necessitem de algum incentivo ambiental, para que possam ser desenvolvidos. Mas todo potencial terá o seu limite, senão seria infinito, mesmo os ”elásticos de genio” ainda terão o seu teto máximo e talvez, o genio seja justamente isso, o uso constante do teto máximo de seu elástico de maior potencial para ser alargado.

Portanto, quando papi e mami se acasalam e produzem o primeiro esboço de sua pessoa durante a concepção, isso significa que uma boa parte de sua personalidade, já terá sido determinada.

Roubando esta foto do Blog do Mister X… A maioria das pessoas acreditam que quando dizemos que a genética tem um papel mais importante do que o ambiente, isso quer indicar que não tenhamos livre arbítrio, de que seríamos todos como robos. No entanto, como mostra a foto, a preponderancia genética mais se parece com a imagem dos garotos de cima, individuais, únicos, que são donos (mais ou menos conscientes) de si mesmo quando estão sob as mesmas influencias ambientais, enquanto que, segundo um cientista social mais próximo de voce, por meio das ”intervenções ambientais corretas”, todos poderão se tornar iguais, tal como as crianças abaixo. A individualidade humana não é uma construção social apenas ou fundamentalmente, mas sim a resposta de longo prazo, constante e relativamente plástica (dentro de uma concordancia espectral de comportamento e personalidade, como no caso do tempo sendo modulado pelo clima) de nós mesmos em relação as interações ambientais. A enfase dos behavioristas uber-especailistas, está equivocada, porque despreza o indivíduo em favor do ambiente que o encapsula, enquanto que o mais correto é centralizarmos, principalmente em relação ao indivíduo e em sua resposta ao ambiente. Nossa reação é mais importante do que a ação de terceiros, humanos, abstratos ou inanimados.

Se seu filho é mal caráter e voce é uma pessoa boa, busque fazer uma análise neutra, racional de como que se portou com ele durante a infancia e por agora, mesmo que tivesse sido negligente, abundam casos de filhos maduros com pais problemáticos. A genética tem um papel mais importante para modular nosso comportamento, porque quando falamos de genes estamos falando de nós mesmos.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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