Archive | julho 2015

O terceiro olho da intuição e do instinto

O instinto fareja presas e predadores,
A intuição presenteia seus donos de 3 sabores,
O terceiro olho, abre-te e olhe sem olhar, olhos da percepçao, vê-se pelos sentidos, pelo corpo inteiro, é a intuição,
Sente antes de racionalizar,
Porque o sentimento é o tom desta música a soar,
São os olhos da sabedoria, de águia de presa fria, ser o próprio dono, de ser o seu destino,
Que as fofocas da gentalha são irrelevantes, eu não vejo apenas um país ou rio, porque eu vejo o mundo inteiro, até o inferno de Dantes,
Que do alto desta cordilheira, eu posso encontrar padrões na terra que incendeia,
Fogos de paixão sem controle, que selvagem, só encontra a razão pela domesticação,
Adultos crianças e crianças adultas,
Meu cérebro é grande e minhas mãos são de anjo, eu tenho sonhos pueris mas minha barba é de marmanjo,
Eu escrevo sobre a menina loura de Arcangel,
Mas eu prefiro continuar neste vôo rasante, em busca de amantes e de porquês,
Porque vivemos de perguntas, nos alegramos pela mentira e brigamos pela verdade,
Que Deus é o pai vigoroso, que nos esconde torpes porosos,
Mas o sagaz satanás nos brinda com a liberdade, de sermos muleques de pés descalços e sem responsabilidade,
Me chamam de louco porque eu só vejo a verdade,
Mas projetam suas gêmeas personalidades, com tuas mesmas faces mas diferentes vontades, uma quer a destruição, a outra, a seguridade,
Eu quero apenas a compreensão.

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Como dar início a eugenia*** Esterilize as pessoas que odeiam animais não-humanos…

Vamos selecionar as pessoas ”de” maior qi**

Vamos selecionar as pessoas mais altas** Vamos selecionar os mais extrovertidos**

Eh complicado sugerir quais que seriam as ‘melhores’ características pra serem selecionadas em um hipotético futuro eugenico. Mas parece ser fácil e polemico sugerir quais os traços que ”poderíamos” des-selecionar.

Eu sempre busco pela objetividade para lidar com qualquer assunto e ser objetivo e prático, no meu caso, geralmente significará ser empaticamente preciso.

Evoluímos em grupos sociais, não somos predadores solitários, precisamos uns dos outros para sobreviver. Então precisamos encontrar uma maneira de melhorar continuamente a nossa convivencia.

Racionalidade e empatia ou potencial para ação altruísta são duas das mais indispensáveis características que fazem uma sociedade saudável e em constante evolução. Quer comparar Finlandia com Haiti** Não fixe seu olhar comparativo as diferenças coletivas e portanto medianas de inteligencia, olhe também para a empatia e para a racionalidade.

Alguns grupos de seres humanos parecem ser homogeneamente ruins, de baixa qualidade. Por exemplo, eu tenho notado que a média de inteligencia pura ou de percepção entre os ”homofóbicos”, me parece muito baixa, se assemelhando as médias de qi dos pedófilos. Argumentos extremamente ruins, sem qualquer naco de racionalidade e empatia para sustentarem seus pressupostos. Esta é a paisagem comum.

Mas nada se assemelha em termos de déficit de racionalidade empática do que os onívoros que além de comerem os cadáveres de animais não-humanos a uma base diária ainda os odeiam e os maltratam.

Estes sim, são a pior classe de ser humano que existe!!

Em uma eugenia baseada em idade mental realmente adulta, este tipo desapareceria da superfície terrestre, que tal uma viagem só de ida pra Marte**

HBD e psicopatia

Agora, será que os ”sistemizadores” (em sua maioria) de qualquer departamento de antropologia, biologia, genética ou dentro da hbdosfera, olham pra empatia como um importante fator a ser considerado para a eugenia**

Eu tenho a ”leve” impressão de que não…

A empatia extrema seria ”patológica” pra eles. Claro, porque provavelmente não compreendem qual que seria o verdadeiro significado desta palavra, desta expressão semantica de um conjunto real de características, a cooperação e o respeito a existencia alheia.

A partir daí que apareceu uma nova ideia sobre este assunto, sobre aqueles que sistemizam e aqueles que empatizam.

Empatia como a busca por similaridades visando a união, a sistematização como a busca por diferenças visando a categorização e divisão.

O sentir é pela semelhança, é ver a ti nos olhos de uma criança ou de um ancião, é a de buscar similaridades, chamar pelo Deus que mora em outra cidade ou vizinhança,

Categoria é sempre a diferença, se existem grupos, é porque existem incongruencias,

A continuidade de similaridades se dissipa, quando cruza o pequeno e leitoso rio, as cores mudam, as árvores são diferentes, o mato é mais verde, os pássaros tem outras asas, outros bicos, outras certezas,

tudo igual é ruim, empatia é um exercício e não um fato dado,

sistemas são importantes, os padrões, a realidade a lhe contar,

a sabedoria sempre se baseia na união, de dois amantes em abstração,

a união categorizada, o filosofar em prática,

produzir harmonias e melhorar nossos ambientes,

sofisticar e precisar nossa auto existencia, auto reconhecível, crível, e não apenas crer,

quem odeia anjos sem asas, não deves mais aqui estar,

porque problemas já temos muitos, como nossa angústia de pensar,

que estes seres moribundos, involuam ao passado e não mais no presente,

onde empatia e precisão, andarão nuas, de mãos dadas, a se entender e de repente, dar-nos um eterno presente, o bem viver… a tudo, a todos, a todo o ser.

O passado é a vida?

A morte é o futuro que se acabou??
A poesia é a canção de lamento por esta angústia imensa,
O disco quebrado, o espaço de cronos destinado, porque estamos enclausurados, no corpo da matéria, e no corpo do tempo, no pergaminho que se desdobra, no bolor de células porosas,
Somos uma nova sopa primordial,
Morremos quando o futuro chega, nascemos quando o passado volta, revolução é a vida, será que está presa nesta realidade cronológica percebida?? Será que quando morre, renasce na mesma sala, na mesma hora,  3 ou às 4, os mesmos pais, o mesmo dna?? Viver novamente?? Mas e o calvário da doença?? Será o mesmo pela eternidade?? Ou a combinação não será única?? !! Seremos nós mesmos, mas menos o que somos hoje, menos o que fomos ontem, mais do que seremos amanhã,
O Sol sempre nasce, o ciclo é perfeito, uma máquina impressionante, o mecanismo e suas roldanas, há tanto espaço!! O que há de baixo daquela saia preta?? De xiita religiosa, de velha rabugenta e preconceituosa?? Que hipócrita, serve aos deuses da idolatria, que com sua calda grande, invade o chão encerado, o que há de baixo daquela saia? Das estrelas?? Matéria pesada, tecido bruto, que a gravidade não aguenta manter  ao ar, cai ao solo e se espalha, ao buraco negro, a tudo sugar, escuro e misterioso, enquanto que a tsunami de concreto de estrelas, ligeiramente ossificada, está logo ali, no mar de espaço sideral, o ar aqui nos convida para uma dança de Dante, do inferno quente de vulcões, nossos pais naturais, que nos salvam com seus bafos de calor de vida, se tudo é tão frio e brutal, se o espaço esmigalha seus próprios filhos, o núcleo esquenta e nos dá um pouco de brio, de Deus. A nuvem, o vidro embaçado de chuva, e os pingos que dão liga.
O passado é a vida, a morte é o fim do disco e o início das mesmas canções, mas cada nova velha canção, se sentirá diferente, que antes se sentira ardente, agora se escuta condescendente. A vida que passou e a morte que chega é o repetir de uma mesma cascata de dejavus impercetíveis, as boas  lembranças são as melhores alegrias, ao nascermos, não lembraremos daquilo que vivemos, mas podemos pressentir semelhanças e causar calafrios, a sensação de já ter vivido, porque já foi sentido. Será?? Presos sem ter consciência, em um mesmo espaço de tempo, mas nascidos com uma nova pele, que modifica pouco, que sorte, ainda seremos nós, mas menos aquilo que somos agora e mais aquilo que seremos amanhã. Nossa razão fundamental de viver, estará em outra latitude do que agora, um outro epicentro de degeneração, consumir a alma por um grito de tom mais distinto. Será??

Empatia é o agora e A natureza de uma cobra cega

Empatia é o agora

Empatia é o viver agora,
É o presente de cuidados e zelos,
É a prevenção para não remediar,
É o amar hoje, pra não lamentar amanhã,
Porque o lamento significa uma vida em vão,
É a paralisia das ações egoístas, o corpo precisa evoluir com o ambiente, o progresso sem respeito, é o mesmo que o concreto sem coração,
 Coroemos as boas ações, mas especialmente aquelas, que advogam pela razão,
Que amor de mãe não tem limites, mas que ”o juízo do pai” precisa ter seus trâmites,
Sem a metade da outra moeda, não haverá sabedoria,
Ser bom não é ser fraco,
A Fortaleza do caráter que define a beleza da verdade, que em prática se traduz em harmonia bem fundada,
Que o detalhe vos abilite, que cada pequena ação é um açude, a encher-se de água para sanar a sede, daqueles que clamam por uma mão.

A natureza de uma cobra cega

Ingenuo é aquele que não pode ver maldade,

cego é aquele que não pode ver o que há em sua frente,
uma cobra nunca é ingenua, ela vive de instinto e veneno,
que algumas não são venenosas, mas atacam rente ao vento,
a esquerda, vive o bom pensador,
mas que pensa sem temor, de ignorar as duras verdades,
que o chão não é um algodão, é tão concreto quanto a realidade,
vive em um mundo de abstrações e de achismos cheios de certezas,
que não podem construir uma narrativa derradeira, vivem de frases soltas pelo ar,
cabeça aberta, a lógica sai voando, o prédio de tijolos se desconstroi, 
tudo o que existe se distorce, e tudo onde reside maturidade é apedrejado,
cobras cegas seguem seu instinto, de atacar com seu ferrão venenoso, sem olhar,
porque confundem a dor com carícia, com prazer,
porque confundem tudo, sem saber,
mas sabendo…
a lógica se faz pela memória objetiva,
que emotiva, se busca pela sabedoria,
300 mapas de alegorias, onde que a abstração complementa a razão,
onde a sabedoria popular complementa a sua irmã filosofia, mais sofisticada,
onde não existem classes sociais de pensamento,
a percepção de criança daquele que usa mão para o sustento,
daquela que nasceu aprendendo que sua vida seria de trabalho e salário lazarento,
o garoto esperto que aponta para o rei nu,
para abstrações sem sentido, que entende política só de ver,
não é apenas intuição, é instinto,
tudo o que não existe, existe, 
mas para uma cobra cega, o olhar sábio é inútil e intermitente,
tal como o apendice que mais parece um rabo de antes,
quando ”éramos” todos macacos,
mas nunca fomos, não somos Matusalém, 
a natureza do veneno as cegas,
que semeia a destruição e confusão, mas pensa que está fertilizando amor e compreensão,
que somos todos crianças,
mas algumas são estúpidas e destemperantes,
e os poucos adultos neste mundo de rótulos vazios,
sabem reconhecer essas diferenças,
que a cegueira não significa ingenuidade, mas um profundo amor pela bondade,
que cega mesmo se podendo ver,
que muitos são ingenuos, até sábios nazarenos,
mas que alguns são mais como cobras cegas e venenosas,
que atacam e amam sem perceber,
que a justiça pode ver, porque a neutralidade não é para quem tem faixas nos olhos, mas faíscas de precisão,
e a visão deficiente de um ”bom pensador”, se dá justamente por causa de sua confusão,
ataca o certo, ama o errado,
te acusa de louco, mas é o mais lunático,
pobre cobra, pobre de nós.

O amigo que eu desprezei

Naquela tarde quente,
Naquela caminhada de sempre, o ausente se fazia notar,
Até que um amigo paralelo à minha marcha, pôs-se a me fitar,
Suas quatro patas, sua sabedoria extrema, seus olhos doces, seu rabo a balançar,
Sua beleza em convite de um novo compartilhar,
Amizades e alegrias, tristezas e ousadias, ao horizonte se desvendar,
Mas a frieza desta alma, que com sua destreza em precisar,
Calculou que a vontade não pode ser no impulso, mesmo que o amigo mereça este pulso, este calor de aconchego,
Que solto às ruas, vulnerável aos perigos, esta criança merecia ajuda,
Mas minhas mãos estavam desnudas, nada posso, apenas me congelar,
Entrego mais um necessitado à própria sorte e me vejo novamente na mesma sina,
A de conter minha solidária solidão, quando colide com o frio chão,
De concreto e de pesar,
A balança da razão que muitas vezes nos puxa de um turbilhão de emoções genuínas, de não ser apenas potencial mas ação, de ser legítimo, de oferecer o pão,
Mas a grande força e vontade que estou a alimentar, é irmã siamesa de minha fraqueza, enquanto que faz acontecer, aconteça só, dentro de minhas fronteiras e meu mundo é um berço pequeno, que não pode ser, não pode se expandir por causa de sua complexidade e pouco faço para abraçar estas pessoas e seres que também precisam ser legítimos em sua vida, porque só é realmente vivida em sua plenitude, e seu maior desenvolvimento, se dá em um invólucro de atitudes, serenas e corretas.
Fim da reta, a caminhada acabou, a muitos anos, este meu amigo não mais fitou meus passos,
Continuo a caminhar só para luz, mas os outros continuam parados em sua agonia, de pisarem uns nos outros, sem sentir, que a verdadeira penitência é de desprezar a ajuda de um faquir, coloque seus pés em cima dos meus, para que possamos passar por este mar de espinhos, mas meus sapatos são vagabundos, a vontade é muita, a possibilidade ( ainda)  é pouca, minha solidariedade é rouca, eu mesmo não posso ouvir. Quero falar e transformar palavras em vidas de afeto, mas se eu deixo este mundo de pensar, eu enlouqueço, preciso me adaptar deste meu único jeito, para que nunca mais faça, poemas de um lamentar.

Noites claras de nuvens carregadas…

Céu nublado no breu da noite,
Sangue dourado no véu da noiva,
Noites em claro, mas não é insone,
Silencio de vozes humanas, a orquestra de criaturas cânones,
Sagrado à meia noite, profano ao amanhecer,
A noite é uma criança, seus segredos a escurecer,
Que o pecado espreita pela sombra de corpos, que o frio do sereno, aumenta o tormento,
Que a faca é mais doce, sem o Sol grudento,
Que o sexo é mais forte, pelo tato e sem visão,
Que amantes com sorte, podem banhar-se pela luz da escuridão,
Lua cheia ou Marte, o universo conspira,
Penumbra ou obra de arte, que o inferno grita,
O gozo da vida, que o céu criminaliza,
Que o sábio racional confraterniza,
A balança de paixões e passos firmes no chão,
Sonhamos o nada, quando olhamos para o céu escuro,
Lamentamos vidas amadas e suas mortes amargas,
Brincamos com as estrelas e confiamos confissões,
Um dia serei como tu que está aí a brilhar de coração,
Mas agora eu brilho o meu brio de consolação,
Que eu posso sentir o frio desta celebração,
À vida, à noite, à serenidade, ao pecado sem corte profundo na pele, eu quero violinos alegres e não um dramalhão,
Celebro tudo antes que tudo acabe pra mim,
Celebro as pequenas certezas antes que a grande dúvida me consuma em estupro,
A morte é o coito sem consentimento, é a dor sem ser marquês,
Tola a mente do pequeno burguês,
Meço frases como um freguês,
Sempre derrotado por todos vocês,
Meu drama não é superlativo,
Noite, minha confidente, escuro braço da razão, meu camarada e amigo,
Eu só quero celebrar, mas sarcástico eu ei de estar,
Porque regozijo meu eclipse auto destrutivo, meu kamikaze em câmera lenta,
E lamento pelo aborto precoce desta explosão,
Um universo que de tão quente, esfriou cedo,
Penitencia e uma vida indecente é o que me espera,
Meu juízo é o observador que nunca age, minha astúcia é tão precisa que isto arde, de ternura, de incompreensão, eu não sei quem sou apesar de minha sensatez,
Porque mergulhos profundos tiram o ar, morremos afogados e não podemos mais voltar,
Mergulhei em minha’lma e cá estou, sou meu feto morto deslumbrando o próprio umbigo,
Sou ninguém para todos e supremo pra mim,
Noite sabe do meu pranto sem lágrimas,
Dos meus momentos mais angelicais e de minhas maldades que não ultrapassam a fronteira do pensar,
Porque pensar não mata ninguém mas quem dera se..

Corpo frio, cabeça quente

Que a alma está viva, a lamentar por esta vida, a vive-la sob uma catártica alegria,
Que o corpo em espiral, torto e inútil, serve como a carcaça de um moribundo, que está suspenso em energia artificial,
Que minha mente é totalitária, parasita minha energia vital,
Uma criança mimada a gritar atenção,
Pulso gélido e angelical,
Vento cortante derruba o fraco calor do meu corpo,
Que se esquenta por poesias que o meu sol produz,
Numa constância e  nunca em um esperado frenesi,
Palavras inúteis para maioria, de formigas atômicas em suas tarefas coloquiais,
Essenciais para quem só tem quentura por suas formosas curvas existenciais,
Palavras suas, ou minhas,
O que importa é trabalhar,
Minhas asas estão em minha cabeça,
Meu vigor é indiferente aos músculos não esculpidos,
Está latente e sussurrando aos meus ouvidos,
O ato de tudo dar um toque de alegria em seu brilho,
E de julgar torpes sem sentido,
Mas disto eu preciso,
Porque basta-me o instinto,
Que a intuição eu ei de amar,
Ao natural, ao verdadeiro, corpo frio exposto ao Sol, cabeça quente mesmo na manhã mais fria,
Dia e noite, noite e dia,
A bailarina em seu pivô eterno, o tempo passa mas fica, se arrasta e modifica, acumula mil fantasias e realizações,

Realiza, reza a missa e eu rezo o meu terço de poesias.
Realiza, reza a missa e eu rezo o meu terço de poesias.

Sonho um sonho

O mundo lá fora é a peste, a gangrena da pele, a pústula do sofrimento desnecessário, são todos lobos, e eu um bebê de cabeça grande,
Eu quero a rede a balançar, vento tranquilo da tarde a cheirar, enquanto ouvia a música de suaves momentos, alguém que gostou de mim sem esperar, morria e deixava meu mundo mais melancólico, meu subdesenvolvido quintal de roupas familiares, meu escudo, a minha alegria, o meu sonho, o Sol é negro e tudo está decompondo, mas o meu mundo é risonho, simples e doce como algodão de nuvens,
Eu sonho um sonho, me transporto para o meu país, a minha mente, translúcido e reluzente, onde tudo é bom, honesto, divertido, sem leis tolas, sem frescura, a verdadeira, tudo é perfeito, tudo é sábio, todo dia é dia de aprender, ai de mim se não fosse meio louco, minha imaginação é minha heroína, minha santa, minha luz de alegrias em uma tempestade cinza de maldade e estupidez, meu guarda chuva que me mantém no chão rente ao furacão, o mais pessimista à superfície, é o mais otimista à essência e à sua própria razão, porque não há nada de belo para festejar do lado de fora, mas já está tudo certo aqui dentro, onde toca meu coração descompensado, gaitas de fole, minha vela de sabedoria, que está sempre queimando e se reduzindo a uma escultura sem forma conhecida, e que está sempre esquentando a mesa e iluminando meu espírito, eu sou iluminado, choro raiva e rabugice de fora, grito sem os pés no chão cá dentro:
“- Eu sou alado”.
Eu não te perdoo Deus, porque esta beleza eu não posso compartilhar. Cada face é uma possibilidade, uma amizade, mas a realidade a estalar, cada rosto que precisa e cada lamento sem ação, é uma demonstração de fraqueza, sou tão frágil às vezes que mal posso me sustentar, meus pés pequenos não aguentam meu corpo estranho, não me sinto mais levitando, é a dureza que vem depois do sonhar, mas eu continuo firme a gravitar, entre o meu mundo perfeito e o dos homens, quem sabe um dia eu possa transformar??

O caminho da luz…

Eu amaldiçoo a humanidade,
Por sua condição singular-mente perigosa,
Que mil dilúvios afoguem estas bestas,

mas que salvem suas riquezas,

que ondas gigantes de lágrimas matem uma boa parte,

virtuosos, aproximai,

merecem herdar a terra por direito,

apontar a seta do respeito,

porque vidas valorosas merecem zelo,

que o caminho é de luz e não de fé,

milagres sao o produto da esperança,

mas ambos são impossíveis,

estas crianças,

que concretam sonhos de fada de literatura juvenil,
A sabedoria terá lugar finalmente,

porque aos sábios tem se direitos direitos,

à inteligência, faz se o trabalho do escravo,

dever sem questionar, abaixar a cabeça e rezar pelo Deus de pedra que não existe,

é pela ação que se sobrevive e que se produz a perfeição,
A luz que ilumina o céu de estrelas,

que faz nítido o caminho de espinhos e nos faz evitá-los,

lindo o prumo deste ritmo,

quando a verdadeira evolução recomeçar,
Porque deixamos de evoluir,

quando Reis começaram a mandar,

mas o progresso há de vir,

quando começarmos a mudar,

sabedoria, a anciã do firmamento, a emulação do universo, a busca pela harmonia, por verdades profundas, mesmo em poças d’água,
O mito poético da mitologia se fará novamente necessário,

sem grito ou horror da violência de generalizações,
Os filhos mais parecidos com Deus governarão, com base na humildade da razão e do amor,
Porque o calor do coração, precisa da frieza da maquinação, para que não se consuma no ato do fogo, para que emule como comparação, o planeta azul onde vivem e morrerão.

O estrábico olho da razão

Eu vejo sem ver,

eu vejo com os olhos que não existem,

eu vejo quando se somam estes dois que todos temos,

quando forço o centro da testa, tudo se atesta,

até o testamento sem cláusulas, a clausura da mente,

onde vive o anjo e a serpente,

ou onde depois da soma,

se transformam em razão ardente,

a paixão do auto conhecer,

mais narciso não há de ser,
Eu posso sentir minha mente,

e por isso que posso entendê-la, a empatia,
Que o escravo não se conhece,

ri de direitos e valoriza seus afazeres,

não tem paixão por si mesmo,

tem sentimentos confusos e rasos,

enfadonho são seus pensamentos,

infantis na seriedade, adultos em condicionamentos,

nasceu pra ser cavalgado,

triste é o cavalo que sente falta da sela e nada da vida interpela,

feliz aquele que crina o vento com ousadia, que rasga o Verde manto das florestas frias do Norte,

que orgulhoso, ama a si, seu porte,

poente é o Sol do Oriente,

mas a bússola nos engana para outra direção,

de pólo induzido a ser o próprio Centro,

alguns são escravos de seu brilho,

que cegos, se rendem porque não tem pavio,

outros são deuses de sua própria tormenta, não abaixa a cabeça, a aguenta,

porque usa a sua visão sem olhos, os olhos da razão,

o terceiro que divide a mente e que conquista montanhas de compreensão,

que não é um trem sem governo, é um novo mundo a girar na própria órbita, que sempre conversa consigo mesmo,

um debate pomposo de cavalheiros ou uma fanfarra de frases vulgares do pulgueiro,

o cortiço ou o salão,

porque este é o princípio da criação,

dualidade é um deus de sapiência e adoração.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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