Complemento a teoria da bio-diversidade natural da sexualidade humana

Primeiro, antes de tudo. Um dos maiores especialistas em ”canhotismo” em todo mundo, o britanico Chris McManus, já foi ridicularizado por ter desenvolvido um trabalho que se baseou na busca pela relação entre dominancia dos testículos, isso mesmo, dos testículos, com a dominancia do resto do corpo, como as mãos, por exemplo. Em outras palavras, o lado em que os seus testículos, se for homem (ou…), estiverem mais tombados, pode também se relacionar com a sua dominancia cerebral, por exemplo, se é canhoto, destro ou ambidestro.

Engraçado que a maioria dessas mesmas pessoas tenham achado graça nesta hipótese, mas não nas pseudo teorias tendenciosamente (tribal) políticas como a inexistencia das raças humanas. Engraçado, voces não acham** Eu não.

E é provável que ele esteja certo, porque ao menos no meu caso, existe sim uma correlação. E parece fazer todo sentido.

Saindo um pouco daquilo que parece nojento para alguns, que ainda acham graça da sexualidade humana, tal como nas aulas de biologia da oitava série (idade mental, não se esqueçam…), para aquilo que muitos outros, talvez, acharão ainda mais nojento de ser analisado. Mas eu conclui que vale apena correr este risco.

Um de meus assuntos de especialização amadora, é a homossexualidade, por razões pessoais mas também porque acho muito relevante que uma das ”condições” humanas (dentro de uma maior multidimensionalidade de identidade existencial)  mais polemicas mereça grande destaque, não apenas por causa do excesso de discussões vãs que desencadeia mas também por causa das conclusões quase sempre equivocadas que são retidas a partir delas.

Então vamos aos trabalhos…

Como complemento a teoria unilateral e potencialmente conflituosa que foi desenvolvida pelo cientista judeu-americano Gregory Cochran, sobre as causas para a existencia da ”homossexualidade masculina exclusiva”, resolvi desenvolver a minha teoria da bio-diversidade sexual humana, em que, ao contrário do que flamou este homem (e adestrados), a homossexualidade não se consiste apenas na interação de patógenos que provocam a mudança de comportamento.

Primeiro, eu questionei sobre a possibilidade de provar esta teoria, por exemplo, como que se poderia saber se a homossexualidade se daria por meio de uma infecção patogenica durante a infancia**

Segundo, eu questionei sobre a estúpida crença dele bem como de muitos outros ”hb”d”s, em relação a fiabilidade dos resultados de pesquisas sobre a demografia das ”preferencias’ sexuais. A tendencia de desonestidade ou auto engano por parte de muitos homens (especialmente) e de mulheres quanto as suas reais naturezas sexuais, os fazem mentir com frequencia sobre suas preferencias em pesquisas sociológicas como estas. Outra possibilidade é a de que muitas vezes, se façam perguntas diretas demais em que as pessoas se vejam forçadas a escolher ou a opção A ou a opção B. Eu duvido que apenas 4% da população americana seja composta por homossexuais. No mínimo, o dobro deste valor será a proporção estatística mais esperada. Mesmo que ‘apenas’ 4% da população fosse constituído por este tipo, isso ainda nos sugere que exista uma variação natural, uma continuidade ou variação de um mesmo traço e não uma ruptura entre o ”não-patogenico” e o ”patogenico”.

Terceiro, como desdobramento de minhas investigações sobre o tema, eu interpelei pela relação que parece óbvia entre a variação de lateralidade e da sexualidade. Se existem canhotos fortes, canhotos fracos, ambidestros, destros fracos e destros fortes, isso, apenas levando-se em consideração a lateralidade das mãos, então não parece imprudente sugerir que o mesmo aconteça com praticamente todos os traços humanos, como a sexualidade.

Quarto, anterior aos posteriores desdobramentos, eu questionei sobre a possibilidade de se explicar a variação natural da sexualidade por meio da variação natural das cores dos olhos humanos, que terminou por se consistir em minha teoria ‘oficial’. Eu pensei na possibilidade de que, se as cores mais claras dos olhos humanos foram inicialmente uma variação feminina e que mais tarde foi sendo passado para os homens, por mutação e processos seletivos, então, o mesmo poderia ter se dado em relação a preferencias sexuais de genero, em que o desejo sexual por um genero foi sendo passado até atingir ao cruzamento destas preferencias, resultando tanto na homossexualidade masculina quanto na feminina (assim como também aos desvios naturais de identidade sexual como os transgeneros).

Quinto, talvez um pouco antes de finalizar a minha teoria, eu encontrei um artigo, que perdi e não encontrei novamente mesmo depois de alguma procura, em que se especulava sobre a possibilidade da natureza sexual humana ser em sua essencia, patogenica. A ideia desta teoria, parte de uma tentativa de se explicar como se daria o ímpeto sexual e que o mesmo poderia se dar por intermédio de patógenos ancestrais que evoluíram com a nossa espécie. Para explicar aquilo que não está ”inteiramente” sob nosso controle, o uso da hipótese de interação patogenica ancestral, pode ter um papel, que pode ser decisivo nesta tarefa. A questão fundamental sobre a sexualidade humana é a de que a sua necessidade não é autoconsciente mas programada. A ideia da universal natureza patogenica da sexualidade humana parece ser muito pertinente e aparece como mais um fato negativo a teoria de Cochran, mas que não se dará por razões usuais. A hipótese de Cochran é unilateral ao dar enfase a possível natureza patogenica da homossexualidade, desprezando que esta realidade não está concentrada apenas nesta parte do espectro sexual humano, ainda que possa concordar que possa haver uma maior concentração de patógenos na mesma.

A teoria de Cochran despreza toda a complexidade que este tema exige, por se basear no mal uso da navalha de Occam, onde ao invés da busca por uma sinteticidade de variáveis, busca-se o simplismo, por meio da eliminação destas variáveis ou da estrutura interativa de variáveis a que o tema se encontra sustentado.

Então, como complemento a minha teoria, eu vou me concentrar, como sempre, que se dará de maneira superficial, em relação a este tema que parece nojento a priori.

 

Zonas erógenas masculinas, variação de sensibilidade destas zonas e fiação neurológica do sistema nervoso central até o sistema nervoso periférico, como explicação para a concentração erógena do desejo sexual em partes pouco usuais como o anus

((Se o cérebro não sente a dor, então não haverá dor**))

 

Eu não sei quanto a esta demografia, mas acredito que a maior parte dos homens heterossexuais sintam desejo quando tocados, de preferencia de primeira ordem, por alguém que não seja do mesmo sexo e que seja atraente, em sua região anal. Esta é uma das piadas prontas mais populares em sites de ciencia ”popular”. Os machões triviais podem sentir desejos incomuns justamente na retaguarda. Deve haver, obviamente, alguma relação entre a fiação neurológica, talvez entre o penis e o anus (**) ou de outra parte, que produza esta associação mental de toque e de prazer.

Deve haver, com quase absoluta certeza, uma variação quanto a sensibilidade em cada zona erógena, do homem e da mulher. Se os homossexuais são fortemente inclinados ao prazer anal, então talvez eles estejam mais sensíveis ao toque em associação prazerosa, do que os outros, nesta parte do corpo. Nossa mente interpreta a fenomenologia e parte para a ação mais pertinente como maneira de satisfaze-la.

Homens homossexuais tendem a apresentar diferenças anatomicas na região entre o saco escrotal e o anus, em comparação aos heterossexuais, que também é conhecida como períneo. Esta região tende a ser mais áspera, mais contundente a epiderme, nesta população do que em relação aos heterossexuais e pode sugerir alguma exacerbação neurológica que pode produzir uma associação mais intensa entre o prazer masculino primordial, ou o domínio do penis e a região anal. Podemos fazer uma analogia em relação a protuberancia de muitas testas humanas, mais neandertais em seu aspecto. Este aspecto mais grosso, pode sugerir que internamente, haja um maior uso ou ”irritação” nesta área.

Recentemente, como complemento sobre a naturalidade da ”homossexualidade masculina exclusiva” (isto é, de homens que tenham preferencia predominante por outros homens), eu sugeri sobre uma possível relação entre a esquizofrenia, que segundo muitos cientistas, é uma característica unicamente presente na espécie humana (bem como a imaginação**) e este tipo de homossexualidade.

Portanto, se existe uma maior sensibilidade nesta zona erógena, pode ser possível então que muitos homens se vejam mais afoitos para ter este tipo de experimentação sexual recreativa específica do que outros, se para a maioria dos heterossexuais, o toque nesta área, já será considerada como prazerosa.

Muitos homossexuais não são afeminados, porque não existe apenas um tipo de ”gay” mas vários tipos, da mesma maneira que existem vários tipos de ”héteros” bem como de bissexuais. Bissexuais puros parecem ser tão raros quanto ambidestros puros. A maior parte dos bissexuais ou são mais para um lado do espectro da sexualidade ou para o outro lado.

Pelo que parece, o primeiro passo para a variação sexual anormativa, se dá justamente pelo desejo sexual, que depois será seguida por uma tendencia para a androginia e no final se constituirá na reversão da identidade sexual. O desejo sexual é secundário, a identidade sexual ou de genero é primário em termos de importancia na construção da personalidade.

 

Homens ”gays” tendem a ter cérebros mais femininos do que os ”héteros”

 

Se a variação da lateralidade é natural então porque não pensar que o mesmo poderia se dar em relação a sexualidade** Parece tão óbvio que me sinto um retardado de dizer isso. Mesmo!! No entanto, é necessário explicar o óbvio a pessoas tendenciosas. Para explicar para os cristãos tontos (nem todos eles serão) que a homossexualidade não é um pecado, mas um desvio natural, para explicar aos anti-racistas todas as suas contradições latentes, para explicar aos ateus fanáticos que não tem como provar a existencia ou não de ”Deus”, e apenas a morte nos dará essas respostas tão extremamente profundas… enfim, para explicar a todos estes dogmáticos com retardo mental não detectável a curto prazo, vc precisa se rebaixar ao nível deles e explicar o simples.

A homossexualidade não se restringe apenas a presença de um patógeno que muda o comportamento do seu hospedeiro, mas talvez seja mais verossímil de ser encontrado tal perfil em homens com o mínimo de androginia fisiológica e mental.

Se os homossexuais tendem a ter cérebros mais femininos, então em isso explicaria parcialmente o porque de boa parte de seu comportamento bem como de suas preferencias, assim como também em relação aos tipos mais afeminados, onde que não apenas o cérebro se veria mais próximo da média feminina, mas também todo o organismo, corpo, características faciais.

Segundo a teoria que tenta explicar o porque da paleta diferenciada de cores da pele, olhos e cabelos, entre os europeus, homens brancos de cabelos e olhos mais claros, tenderiam a olhar mais feminino do que os homens brancos morenos, isto é, com cabelos e olhos castanhos. Parece evidente que as características mais leves de pele, cabelo e olhos sejam um recurso essencialmente feminino, que depois de ser tão selecionado entre os mulheres começou a ser passado também para os homens. Situação parecida pode ser aplicada ao comportamento sexual e vejam que até existe uma relação entre as características físicas e faciais e as preferencias inatas de sexualidade, onde que os homens homossexuais tendem a olhar mais feminino do que os heterossexuais e especialmente em relação aos ”heterossexuais puros”. Em todas as populações humanas, as mulheres tendem a ser mais brancas ou claras na cor da pele do que os homens.

Escrever

 

A homossexualidade não é hereditária, mito

 

A (suposta) maior inteligencia baseada em testes de qi  raramente será hereditária. Um casal com qi médio 160, tem poucas chances de ter uma criança com qi igual ou maior. O fenomeno da regressão a média é o mais esperado de acontecer. O mesmo não poderia ser pensado em relação a homossexualidade*

Ao invés de uma tendencia para regressão a média (estatística), a hereditariedade para este espectro de combinações fenotípicas sexuais, se daria com base na tendencia para a regressão a média heterossexual ou normativo-potencialmente reprodutiva.

Assim como a criatividade ”corre” dentro das famílias, de maneira não-linear, dependendo de caso pra caso, o mesmo pode ser aplicado a homossexualidade. E percebam que não parece incomum que ambas as predisposições corram juntas dentro da mesma família.

Jayman, um dos mais importantes blogueiros hbd, gemeos identicos não são iguais. Portanto, é perfeitamente possível conceber que talvez, os resultados de hereditariedade por meio da análise destes grupos, não sejam assim tão pontuais como imaginava.

Muitas famílias, como a minha, nós teremos casos de homossexualidade, assim como também não é nem um pouco surpreendente que em muitos casos, a homossexualidade não se manifeste como compartilhamento entre alguns parentes.

As duas principais razões destes perpetuadores desta teoria unilateral da patogenia da homossexualidade masculina exclusiva, são

suposta inexistencia de hereditariedade da homossexualidade (superdotação, lateralidade esquerda e criatividade então também seriam causadas por patógenos** será**)

e

pequena população, partindo da ideia de que haja uma descontinuidade espectral entre os homossexuais, especialmente deste grupo e o restante da população.

Eu estou cá no Brasil sem ter trabalho e estes energúmenos estão na toda poderosa Murrica, produzindo esta pobreza de percepções científicas. Eh mole!*!

Fenótipos polimórficos são herdados de maneira não-linear.

 

Variação da população de ovelhas versus a variação da população humana

 

Comparar ovelhas e humanos não me parece algo muito inteligente a se fazer. Ok, este grupo apareceu como ideal para comparação porque supostamente, são um dos únicos que apresentam a manifestação de homossexualidade masculina exclusiva. Mas se esta população de ovelhas não for muito variável ou de pequeno tamanho, então não poderemos comparar uma população tão grande e diversa como a humana com as ovelhas. Estou lendo o livro de Charles Darwin, Seleção Natural, e segundo o super famoso genio que redigiu esta obra prima assim como também a maioria dos hbds, as populações pequenas apresentam pouca chance de variação por causa de seu tamanho demográfico. Pouca variação significará pequena incidencia de mutações, benéficas, prejudiciais e neutras. Os detalhes são importantes para que se possa construir todas as peças do quebra cabeças.

Apenas com a constatação de que TODO o fenomeno da sexualidade ou da reprodução sexuada se de com base nesta interação ancestral patogenica benéfica, da mesma maneira que temos muitos outros ”patógenos” dentro de nosso corpo, nos ajudando a realizar funções essenciais do nosso corpo (somos como nações, habitadas por muitos indivíduos), já poderíamos dar um novo ar a esta teoria.

Voltando a minha ideia que fez com que produzisse este texto. Deve existir uma variação demográfica quanto a distribuição de sensibilidade erógena pelo corpo, tanto do homem quanto da mulher, onde que alguns serão mais sensíveis e ”irritados” em determinadas partes do corpo, produzindo o seu desejo sexual, por causa da fiação neurológica. Existem evidencias morfológicas ou fisiológicas quanto as estas diferenças como o períneo, que se encontrará diferenciada em homossexuais, talvez para a maioria.

Não existe uma descontinuidade espectral da variação sexual, mas uma continuidade em que as diferenças entre heterossexuais e homossexuais serão com base em níveis e não em grandezas. Em outras palavras, eles não são espécies diferentes onde que os homossexuais serão a versão patogenica se toda o espectro da sexualidade apresenta esta mesma natureza.

Em um próximo texto eu vou falar sobre o mito do desejo reprodutivo e pelo realismo quanto ao desejo sexual, de satisfação.

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