Princípio filosófico-naturalista da auto conservação

Somos intrinsecamente motivados para preferir por nossas forças como técnica de sobrevivência. Isto se consiste no princípio da autoconservação.

Nascemos com fortes inclinações psico-cognitivas inatas. Apresentamos uma limitação de capacidade, tanto por níveis quanto por qualidade. Não é que as pessoas ”nasçam sabendo” mais sobre certa particularidade intelectual ou técnica, mas que, ao longo do tempo, os seus cérebros vão se desdobrando tal como um pergaminho, ou seja, vão amadurecendo até o seu ápice em idade jovem. O processo de amadurecimento do cérebro é como o planejamento e posterior construção de uma casa. Cérebros ”saudáveis’ tendem a serem planejadamente  esculpidos pela areia do tempo sem grandes erros na estrutura enquanto que os outros cérebros, menos saudáveis, tenderão a apresentarem ‘problemas” das mais diversas ordens e níveis que afetarão o seu funcionamento e poderão contribuir para o brilho do genio ou ao menos de alguém que está constituído por uma unicidade individual, uma pedra extremamente rara que não é facilmente compactada as massas de proto-zumbis humanos uniformes, até todos os tipos predominantemente degenerados, em um sentido objetivamente moral a cognitivo. O ”desvio” da naturalidade evolutiva-reprodutiva, não é apenas uma sina, mas também pode significar uma grande e inata janela de oportunidade para o desenvolvimento individual que tenderá a ter como resultados, o genio, o sábio dentre muitos outros tipos intimamente transcendentais.

 

Diversidade cognitiva

 

Nascemos fortemente predispostos para favorecer pela enfatização existencial cotidiana de nossas forças. Se as forças estão muito aparentes e dominantes, então a motivação intrínseca tenderá a ser muito forte e a dirigir a vida de maneira ”autoritária”. Para o savant e para todos os outros tipos correlacionados, a vida se desdobrará desta maneira.

Mas não será apenas com base na resposta instintiva imediata porque o ser humano tem a capacidade (obviamente que estará distribuída em níveis) de dar simbolismos ou alegorias a sua vivencia. Nós precisamos reter nossas percepções por meio da memória de longo prazo e da criatividade primitiva, instintiva, para elaborar um mundo próprio (forte ou fracamente original ou independente) e preencher o vazio da dúvida existencial que a autoconsciencia nos lega incessantemente, tão implacável quanto as batidas de nossos corações. A depressão provocada pela autoconsciencia em estado selvagem, é como alimentar esta dúvida.

 

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