”Tradições” conservadoras

No meu blogue não existem ”amigos dos amigos” porque todos estão passíveis de crítica. Muitos, ao adentrarem neste universo de ignomínia do qual vive este ser que vos digita (e vegeta) podem pensar que eu seja um conservador. Eh o pensamento dualista, monocromático, vigoroso e ”saudável” da espécie humana que predomina. Portanto, não haveria de ser diferente que muitas pessoas que ainda não viram a luz do sol porque estão entretidas pelas sombras de dentro da caverna, concluam ao visitar-me que eu seja parte da resistencia conservadora quanto aos desmandos dos descompensados do lado esquerdo da força. Porque eu tento entender com requintes de detalhes o que os tótens estupidificantes da vida ”moderna” realmente significam. Porque eu fico realmente injuriado ao ver pessoas inteligentes protegendo bandidos e fazendo confusão quanto ao básico das estatísticas, muitos devem imaginar que ”sou como eles”, como os ”reacionários”. Ainda que possa ser como ‘eles’, mediante certa particularidade angular de minha personalidade ou dimensão dela, eu consegui construir um sistema de percepções que renega qualquer lado, dando por conseguinte, primazia apenas ou especialmente ao meio, partindo da ideia de que de todo meio, nascerão as forças que produzem os organismos vivos e que portanto, há de se manter sempre nele, para que se possa ter um panorama mais abrangente, que contribua para que nenhuma injustiça seja cometida.

Dentre a variedade de tipos bio-culturais humanos que se encontrarão do lado direito do cabo de força que as sombras produziram, eu vou me concentrar fundamentalmente no conjunto de características do estereótipo generalizado, que une todos eles.

A terra de Shakeaspeare, de tantos genios da humanidade, a velha Albion, como é comumente denominada por muitos direitistas, ainda se presta a reverencia em relação a uma tal ”família real”. Se endogamia fosse sinal de qualquer prestígio natural, então teríamos uma constelação de nomes de genios, frutos destas ”famílias”. Mas na realidade o que temos é uma organização criminosa e parasitária que encontrou maneiras astutas de ludibriar os seus servos, alimentando as suas crenças enfadonhas sobre o mundo real. Os mais psicologicamente astutos, usam suas armas mais aberrantes para parasitar em cima das formigas operárias humanas, que constituem boa parte da humanidade. Aceitar a existencia de ”famílias reais” de ”sangue azul”, que além de não fazerem nada de útil para sociedade, ainda a negativizam por meio de suas ações entrópicas como abraçar as ideias tóxicas da modernidade, não é primar pela sabedoria como regente cultural, transcendental e espiritual fundamentais na organização social e economica ou produtiva, mas o completo oposto.

Enquanto que muitos esquerdistas se indignam pela continuação ridícula destes tipos parasitários, a maioria dos conservadores, primitivamente, os veem como representantes carnais de ”suas” velhas tradições. O estrabismo metafórico humano, piora a sua incapacidade de ver o mundo de maneira coesa e com as cores certas, porque enquanto que aqueles que apresentam potencial para acabar com esta bobagem, ou seja, os esquerdistas, estão muito engajados na destruição das forças que poderiam destituir as vossas excelencias de seus tronos de papel higienico, nossos amados direitistas, que raramente compram o pacote de extremismos não-sábios da nova esquerda, defendem os seus algozes, ou seja, contribuindo para manter o espetáculo que enoja qualquer um com real inteligencia ou sabedoria. Algo de muito errado acontece com ”nossa” humanidade e não é a primeira vez que eu lamento sobre esta situação.

Eu espezinho os niilistas esquerdistas que desprezam vidas em prol de sua dogmalogia, mas por outro lado, não posso deixar de espezinhar no mesmo nível, todo o primitivismo que predomina em mentes conservadoras. E talvez, as estruturas de poder desigual, piramidal, que os conservadores sustentam e nomeiam de ”meritocracia”, possam ser uma das causas fundamentais para a sua própria queda enquanto um grupo de poder e coesão, com a paralela ascensão, tanto do esquerdismo, quanto das outras sombras que o construíram.

O esquerdista é o agente que inova na capacidade de ventriloquismo coletivo que faz a humanidade refém de si mesma e de sua inferioridade cognitiva enquanto que o conservador é aquele que sustenta as modas antigas inventadas por seus ‘inimigos’.

O conservador é o primeiro a defender os seus algozes. Eles defendem Churchill, Hitler ou Bush, que mataram milhões de seus compatriotas, inclusive muitos conservadores, se a maioria dos soldados assim o são. Ainda estão na inanição do pensamento em espiral, da sabedoria, da curiosidade intelectual, estão completamente chafurdados na escuridão alegórica da caverna de Sócrates. São ainda piores que os esquerdistas a partir dessas perspectivas. Os vemos sempre a defenderem suas condições de servos ”hereditários” enquanto que os esquerdistas ao menos, pensam mesmo que por alguns instantes, com lampejos de claridade, quanto a esta panaceia de injustiças, ainda que com resultados sofríveis oriundos destas parcas reflexões. O esquerdista questiona e tende a não ter capacidade holística e sábia o suficiente para desenvolver um sistema moral e existencial ou filosófico que possa desconstruir totalmente as idiotices primitivas e poderosas que sustentam o regime moderno-escravocrata piramidal humano. No entanto, o direitista, especialmente o clássico, sequer questionará o sistema que o mantém como um operário, para sustentar uma minoria cheia de privilégios injustos ou exagerados.

Podemos resumir o ”jogo das elites carniceiras”, das mãos que manipulam o boneco, como uma rinha de estúpidos, atiçar as suas fraquezas e jogá-los uns contra os outros. A tal democracia parece vir desta maneira, onde que o poder do povo, não é possível de ser feito com base na sabedoria mas pela incapacidade do ”povo” em entender o mundo e o desenrolar das teias de desarmonia que continuam a depredar o sagrado solo deste planeta azul. A democracia é o regime do estúpido bem como dos ”jogadores carniceiros” que se aproveitam em tom de deboche, do estado de inanição mental que se encontra uma boa parte da população humana.

 

Caça a raposa, mais uma estúpida ”tradição” conservadora da velha Albion

 

No mesmo país em que tantos genios nasceram, além da ”tradição” de subserviencia a uma gangue milenar de parasitas, também se mantém ”tradições” tipicamente conservadoras, como a caça a raposa. Sim, meus amigos, ao invés do ser humano usar seu cérebro para produzir um mundo melhor, para harmonizar, para vivenciar experiencias enriquecedoras, para realizar descobertas fantásticas, ”ele” prefere sentenciar a vida de seres indefesos para celebrar a carnificina que chama de ”tradição”. Aliás, ”adoramos” sangue e carnes como oferendas alegóricas de celebração de nossa condição de predadores insaciáveis. Sacrifícios são métodos universais para celebrar a humanidade, que com certeza é uma demonstração cabal de sua imbecilidade coletiva.

 

As pseudo-religiões 

 

Esquerdistas tendem a buscarem por respostas lógicas em relação ao mundo em que vivem. Na maioria das vezes, eles não conseguirão chegar em tempo recorde as fontes de discórdia e desarmonia que resultam nas paisagens desoladoras dos ambientes antropomorfizados, em todas as suas esferas, em todos os seus níveis, do nano ao macro. O fracasso esquerdista que como resultado caminhará para uma interpretação erronea, predominantemente equivocada (mas não totalmente), ainda será melhor, mediante esta perspectiva de consideração, do que em relação a completa inércia conservadora. Soldados, em sua maioria de vigorosos animais humanóides, musculosos, conservadores e cheios de energia para dilapidarem homens, mulheres, crianças e vidas não-humanas das quais nunca viram antes. Cheios de energia para descontarem as suas irracionalidades primitivas bem adaptadas, sem ao menos se questionarem se tudo isso vale apena.

O conservador é o mais cego e mais ludibriado dentre aqueles que permanecem na escuridão da caverna. E uma das razões para esta situação se dá justamente porque este mundo de hierarquias desiguais ou injustas e de ”tradições” estúpidas é o mundo que melhor se comunica com suas mentes, seus tipos de cérebros. Uma combinação de déficits em percepção holística em conluio com vários outros traços de personalidade, os fazem aceitar um mundo onde que alguns ganham muitos milhões em recursos para adaptação e segurança (leia-se, dinheiro) enquanto que a grande maioria ganha uma miséria comparativa. E a esperança, falsa esperança de que mais cedo ou mais tarde, seus esforços serão recompensados, não é apenas triste de se ver mas também espumoso, tal como a boca de um cachorro raivoso.

Os conservadores geralmente não terão o ímpeto da proto-pseudo-novidade que os esquerdistas abraçam cegamente. Em outras palavras, nem mesmos os tipos menos aberrantes de criatividade, os conservadores médios caminharão para se engajar, visto que são obsessivos-compulsivos com as regras sócio-culturais que melhor se casam com suas naturezas extremamente estáveis.

Enquanto que o esquerdista caminhará para ver raios de sol e notar que vivem em um mundo de ilusões, o conservador se encontrará no interior da caverna, completamente cego e fascinado pelo mundo-faz-de-conta que foi criado pra si, para ser controlado. As fazendas carniceiras foram criadas para os animais não-humanos tal como as ”civilizações” foram produzidas para os animais humanos.

Por meio das pseudo-religiões, os conservadores aplicarão as suas regras morais hiper-dualistas, hiper-monocromáticas como julgamento cotidiano e serão particularmente cruéis com aqueles que estarão em total discordancia em relação aos ”seus” sistemas pseudo ou unilateral-perceptivos. Um mundo sem criatividade, sem experimentações, sem desafios naturais, com a mitigação profunda e carrancuda da instabilidade existencial. Um mundo em preto e branco, que cultua velhas ”tradições”, muitas delas que serão inúteis, grotescas, ridículas… a escolher o elogio.

O conservador de fato conserva-a-dor em prol de uma perfeita fantasia, visto que suas mentes estão em contato mais íntimo com o mundo inconsciente do instinto animal (não-humano), ao passo que as mentes dos esquerdistas e dos tipos virtuosos, tenderão a estarem mais distantes da alvorada mental humana. Evolução é correr mais riscos, errar mais, mas também, ter mais chances para encontrar a verdade em todas as suas nuances.

 

Um mundo onde a moralidade subjetiva predomina

 

A objetividade prima sempre por aquilo que é irrefutável, por fatos. Por meio da subjetividade que serão produzidas sociedades desiguais, culturalmente unilaterais e como resultado, toda a sorte de cadeias desarmonicas existenciais. A imensa maioria dos conservadores seguem, legitimam e se tivessem poder, imporiam por si próprios as culturas dogmáticas ou pseudo religiões que fazem parte de seus modos culturalmente interativos de vida. Quem segue bíblia, alcorão ou qualquer outra porcaria sem pensar por conta própria e evitar as literalizações das abobrinhas alegóricas que estão escritas nestes livros ”sagrados”, não pensa por conta própria e não sabe como faze-lo. Devem existir minorias de pessoas que foram mergulhadas dentro deste mundo de sombras enquanto crianças e que acordam cedo ou ‘tarde’ para rejeitar a hipocrisia selvagem que delineia cada parágrafo destes museus verborrágicos.

Mas a maior parte dos conservadores mal podem piscar as pálpebras para ao menos questionar com racionalidade as inúmeras contradições de quem prega o amor incondicional juntamente com preconceitos generalizadores, o preconceito retido de moral subjetiva. Prega o amor e o ódio ao mesmo tempo, a compreensão ou tentativa de faze-lo e a ignorancia… Parece extremamente fácil entender isso, mas por incrível que pareça, a força das trevas da estupidez humana sempre são mais fortes para frentes fracas.

Eu não sou um ateu que nega a Deus, porque eu nem sei o que esta palavra significa e mediante a imensidão do ou dos universos, talvez, de fato, exista ”um” Deus. O ateu médio é um mal negociador porque permuta o conforto da certeza com a ‘certeza’ dolorosa da existencia ”sem sentido”, afinal, existimos para morrer* Vivemos tão pouco e depois de nossas mortes, nada mais acontecerá** Ninguém sabe dizer, mas tanto os ateus, a maioria deles, quanto os dogmálogos pseudo-religiosos, acreditam ter todas as respostas para voce. E te acusará de proferir verdades absolutas, quando vc os refutar.

Portanto, o duplo padrão de pensamento que tantos conservadores detestam em outros povos, como os judeus, também fazem parte de seus modos condicionados de pensamento, mostrando incongruencia em seus axiomas assim como também uma grande hipocrisia.

 

Materialismo e a empatia parcial predominante em conservadores

 

Eu já comentei aqui que a verdadeira empatia se consistiria não apenas na auto projeção mas também no diálogo de mentes, na tentativa de entender a mente do outro, de ser como o outro e não apenas de estar no mesmo lugar em que ele se encontra. As pessoas poderão ter maiores chances de sucesso na análise e posterior mitigação de conflitos a partir desta nova e completa abordagem.

A empatia parcial é uma constante na espécie humana e não seria problemático atestar que será muito mais comum que se manifeste em conservadores, que são o grosso da demografia bio-político-cultural de nossa espécie. Em um mundo de desmandos esquerdistas, os conservadores tem se pintado de vítimas, tal como se antes no passado em que dominavam a cena, o mundo fosse completamente perfeito. O mundo conservador ocidental de nossos pais e avós, raramente nutriu qualquer cadeia harmonica e empática que pudesse melhorar o entendimento e a vivencia experiencialista humana. E o esquerdismo, desprezando a realidade lamentável dos fatos quanto a sua real utilidade para aqueles que os impuseram desde a revolução sexual dos anos 60 (o avanço da agenda sionista), apareceu como a antítese em relação a um mundo de obrigações, de hierarquia sem questionamentos, de enorme discriminação, generalizada e injusta, em relação a toda a sorte de ‘desvio’, especificamente os tipos neutros de desvio, um mundo onde a sinceridade do mundo evolutivo, tal como a beleza de uma rosa, era enfaticamente gritado, mantendo muitos inocentes, muitos tipos virtuosos, presos em seus mundos defasados pelas pedras exteriores da multidão de zumbis afora.

Uma das maneiras mais elucidativas para entender como funciona a psique média conservadora, se dá por meio de nossos pais e seus respectivos comportamentos em relação (projeção) aos seus filhos. Como eu já falei antes, os pais socialmente liberais, parecem ser melhores que os pais conservadores, porque há menos cobrança e maior aceitação quanto a natureza de seus filhos. Os pais conservadores não veem os seus filhos apenas como indivíduos dos quais mantém grande afinidade natural e que mereça o respeito quanto a sua individualidade, porque eles os veem como réplicas de si próprios. Há um bocado de ego inflado nos corações destes pais. E como resultado, os pais conservadores costumam cobrar muito mais do que entender, aceitar e ajudar seus filhos, afinal de contas, eles não querem que suas quase-réplicas passem vergonha diante de sua comunidade. Eles se preocupam muito mais com aparencia do que a essencia. E esta sombria perspectiva da mente conservadora mais secular de nossos dias (assim como de outros dias também), pode ser vislumbrada por meio de suas roupas, seus cortes de cabelo, seus gostos culturais. Definitivamente, individualidade não é uma tendencia nem uma necessidade para os conservadores. O individualismo é que predominará. Eh paradoxal mas completamente entendível mediante a ideia essencial do dualismo ou da dualidade na natureza, que o conservador seja predisposto ao individualismo visando a competição, mas que seja também coletivista visando a sua perfeita adaptação a sociedade em que vive.

O esquerdista, especialmente o ”idiota útil” ou esquerdista-de-coração, dentre muitos outros tipos de virtuosos ou de outsiders (outsiders virtuosos), tenderão a serem menos competitivos do que os conservadores. Pregam mais a individualidade do que o individualismo, porque tendem a acreditar mais na essencia do indivíduo, do que na aparencia e também como maneira de mitigação de conflitos. Percebam que quanto maior a quantidade de seres individuais e únicos, menor será a competição. A competição se dá de maneira intensa entre tipos iguais. Matemáticos competem com outros matemáticos, professores com outros professores, cientistas com outros cientistas. Mas se tivermos um matemático, um cientista, por exemplo, um biólogo e um professor de história, a competição tenderá logicamente a ser reduzida. Tipos iguais tem interesses parecidos e competirão por recursos parecidos.

Para aqueles que pregam tanto a moralidade subjetiva que encontra-se presente em livros ”sagrados” das pseudo-religiões, os conservadores não parecem ter qualquer rubor quando o assunto é dinheiro ou recurso fundamental para adaptação primitivo-evolutiva nas sociedades humanas.

Se o dinheiro é extremamente importante para o sucesso na adaptação e na competição, então os conservadores não medirão esforços para se adaptarem bem dentro dos sistemas sociais assim como também para espezinhar, na maioria das vezes, sem o requinte de detalhes e portanto, julgamento holístico (justo) e educado que é necessário, aqueles que não conseguiram se adaptar a sociedade. O conservador equivale a suposta multidão judia que arremessou pedras em direção a ”Jesus”.

Conservadores seculares, isto é, que ainda mantém algum resquício de religiosidade (ou fantasia dogmática), tenderão a serem muito materialistas, claro, graças a Deus!! O famoso discurso hipócrita de agradecimento a Deus pelo dinheiro que tem e pela tendencia a falta de curiosidade e de pensamento crítico em relação ao mundo, afinal, os conservadores são individualistas, mas não ‘são’ (não tendem a ”ser) indivíduos. Os conservadores são favoráveis ao livre comércio, leia-se, pirataria moderna e a partir disto, se dizem a favor do indivíduo, mas não poupam julgamentos preconceituosos para com aqueles que são reais indivíduos, justamente porque abraçam a sua individualidade.

A mentalidade dualista abre pouco espaço para mudanças no script de suas culturas neurológicas, mais uma vez, as metáforas da luta de telequete ou a peça de teatro. Para a mente conservadora, mediante uma ”lógica racional”, todos devem seguir, acatar seus papéis dentro das sociedades humanas, de acordo com suas predisposições. Como a verdade encontra-se espalhada por todos os níveis de todos os espectros de comportamento da espécie humana, então haverá nexo neste tipo de pensamento, que no entanto, estará incompleto, unilateral e potencialmente conflitivo.

Acredita-se que ao agradar alguns, inevitavelmente, se desagradará a outros. Eu não acredito nesta premissa e acho que apenas com base na sabedoria que poderemos fincar a bandeira da justiça e de fato, fazer-nos sagrados, mesmo mediante uma perspectiva fantasiosa-dogmática. Pois se queremos ser como Deus, então devemos sempre primar pela perfeição.

Estas são algumas das muitas ”tradições” que a maioria dos conservadores ”teimam” em sustentar e esta é uma das razões para que não me alie a eles, nem a nenhum lado que não veja o outro e busque a harmonização, a filosofia prática.

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