Hipótese para explicar a relação entre exposição excessiva de testosterona e superdotação

Partindo da ideia de que a concepção (quando o espermatozoide acasala com o óvulo) possa ser o efeito fundador fundamental para a produção do perfil genético dos seres humanos e que os efeitos intrauterinos subsequentes possam ser apenas a manifestação de vulnerabilidades mutacionais anteriores, oriundas ou produzidas justamente a partir da concepção anterior, então  iniciarei uma breve demonstração hipotética quanto aos possíveis perfis desta interação entre testosterona materno e suscetibilidades produzidas pela concepção.  Eu acredito que podemos ter vários subtipos de construção de superdotados, bem como de todos os outros tipos cognitivos e muito superficialmente falando, demonstrarei quais que poderiam ser.

Alta exposição de testosterona materno + baixa suscetibilidade ou sensibilidade

Alta exposição de testosterona materno + média suscetibilidade ou sensibilidade

Alta exposição de testosterona materno + alta suscetibilidade ou sensibilidade ( mais alta carga mutacional e randomização de resultados)

Média exposição de testosterona materno + baixa suscetibilidade ou sensibilidade

Média exposição de testosterona materno + média suscetibilidade ou sensibilidade

Média exposição de testosterona materno + alta suscetibilidade ou sensibilidade

Baixa exposição de testosterona materno + baixa suscetibilidade ou sensibilidade ( mais baixa carga mutacional, porém que não está equilibrada)

Baixa exposição de testosterona materno + média suscetibilidade ou sensibilidade

Baixa exposição de testosterona materno + alta suscetibilidade ou sensibilidade

Portanto, podemos ter pessoas (e especificamente de homens) que apresentam baixa circulação de testosterona no sangue, mas que por causa de suscetibilidades para o desenvolvimento incomum do sistema de lateralização cérebro-corpo, nasceram tal como  Bernard Marx, personagem do mundialmente famoso romance proto-distópico Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, com ”algo a mais” que o faz um ser humano mais mentalmente independente do que em comparação aos demais, mais cientes de sua individualidade.

Portanto, esta parece ser uma explicação plausível para esta panaceia de cenários que produzem a diversidade comportamental e cognitiva de superdotados, mas também de toda população.

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