Arquivo | março 2015

Em um mundo de cegos, não há limite para a estupidez

Sem regras, sem régua, sem limite, não há delimitações em um mundo de cegos. Cegos por suas arrogancias reais, cegos por suas carencias latejantes, cegos por suas pequenezas de alma, cegos porque não nasceram iluminados. Se cegam pela luz do fim do túnel porque eles não tem olhos adaptados.

Não há limite para a estupidez em um mundo onde os espelhos não refletem. E o reflexo de si mesmo é a sua própria reflexão d’alma, é a sua própria expiação, porque em um mundo sem espelhos realistas, todos se pintam perfeitos em telas sem nenhuma cor, cor de inércia total, cor de inexistencia.

Onde há niilismo, não há cultura. Não há transcendencia, não há um porque. Só existe o ato de viver superficialmente, de entregar a vida aos caprichos da matéria rebuscada por mãos humanas, pelo amor as joias deStonehenge, pela perdição de ser fraco e de amar a sua fraqueza. Pelo amor ao vício e confundi-lo com felicidade.

A harmonia e o ato de harmonizar ou de filosofar objetivamente, é o ato da verdadeira felicidade. O ato de melhorar a vida em volta, a si próprio. O ato de viver dentro de sua imaginação mas de estar com os pés fincados no chão. O ato de se ver no espelho, de se gostar e de se detestar. O ato de ser a tempestade e a calma que o vento traz depois da tormenta. O ato de dualizar-se, de sempre buscar pelo caminho do meio, pela mais alta montanha, aquela de onde tudo se ve, tudo se entende, onde todas as correntes passam, todos os aromas e todas as espécies.

Em um mundo de igualdade forçada, por uma gente primitiva e problemática, todos se veem como iguais, todos prometem dar o seu melhor, mesmo onde sabem que não poderão faze-lo. A informação-mantra que a mídia totalitária impõe, funciona como o escudo de papel em um mundo sem armas pontiagudas.

O estúpido está livre pra dizer o que quiser, mas o estúpido nunca é livre e usa as frases de efeito mais insossas para propagar o seu ego, enraivecido e confuso.

As pseudo religiões nunca morrerão** Sempre nascerá uma nova peste para dragar a razão** Para usar o nome de Deus em vão*

O ser humano nunca foi tão exaltado!!! Seu centrismo desalmado, mesmo o assassino frio, é humanizável, é superficializável, tratável como a um Deus em um mundo de iguais. Todos são deuses, mas não são, porque deuses não existem. Universo não é Deus e é mais humilde, é da simplicidade que tiramos as mais poderosas respostas.

Mas sem a verdade como a maior de todas as humildades, continuaremos a ver ouro onde só se ve um rosto.

O observador

Quem fala pouco, escuta muito,

Quem escuto muito, guarda mais,

Olhos sempre atentos,  padrões e(m) ambientes,

mudanças acontecem, pessoas são repetitivas ou

surpresa…

mundo de suspeitas, de ideações, a quase paranoia, algumas vezes vem ela inteira,

como a amante ciumenta e seus cigarros cheirando a sexo,

guarda o importante, tem uma prateleira, um relatório sobre cada um, sobre cada átomo humano,

o atomizado,

analisa e observa,

algumas vezes interfere,

querem conselhos mas também  o querem calado,

para que possa escutar sobre suas vidas, que voce já conhece,

não existem decepções,

mas elas surgem, como a onda que acompanha a lua em sua gravidez,

mais e mais atento, memória de desencantos,

é do papel em branco,

ou o cinza de tédio,

o mundo que voce quer pintar,

que os outros enxergam com as cores dos outros,

o cachorro que persegue a bola,

tu que persegues a febre da vida, a paralisa em tua visão, ao tempo em lentidão,

lentilhas sem gosto, verdes cheirando a espreita,

visão muito aguçada, preguiça desenfreada, mundo de gente atrasada,

e voce, que está sem pressa alguma,

mas o tempo te come, te estupra, a morte sua não lhe importas,

o que te sobra**

fofocar mentalmente tal como o huno que conta as suas vítimas,

Observar e anotar em um papel que se queimará,

o dna de informações essenciais, saber sabendo que se esvairá pelo ar,

sem destino certo, a alma do observador, a alma vagando, morto em vida,

frio mas sanguíneo, colérico mas calmo,

sem abóboras para enfeitar, teus sorrisos não valem nada,

mas sorri a positividade de buscar, sem ter qualquer transcendencia, seu ato sempre é o de estar fora dali,

a teia da aranha- alienação, e tu o que fazes,

o que vosmecieur fará**

Ver teus amigos, amores e parentes serem devorados pela alucinação da segurança,

mas o que o passivo frio poderia fazer,

se ele é o observador,

apenas observará,

e lamentará mas gostando de estar em sua pele translúcida,

o véu e a penumbra, o momento de susto a aquele que sonha sem precisão,

Observa e já sabe,

brinca de emoções, que são suas concubinas sem pudores,

jacobina é a sua inércia, o seu ato mais condizente,

sorrisos ardentes, a epístola do transcendente,

que também queimará,

que Deus o que!*!

eu quero a Fenix, a me levar….

 

 

 

Como a motivação intrínseca, obsessiva e específica produz o pensamento intuitivo

Qual é o mecanismo mental que produz a intuição isto é, qual é o tipo de pensamento ou de atividade mental constante que desembocará em um momento de insights** Nada mais conveniente e coerente que uma pessoa criativa possa vos explicar (isso se muito de voces, meus caros e prezados leitores, também não pertencerem a este grupo de lunáticos racionais =)

Uma das características cognitivas (e ”psicológicas”) mais importantes dos criativos é o chamado ”hiperfoco”, que eu tenho denominado como ‘‘motivação intrínseca”. Mas como todas as pessoas apresentam motivações intrínsecas e extrínsecas, então eu terei de especializar este termo. Motivação intelectual intrínseca. O adjetivo ”intelectual”, servirá neste caso (e talvez em outros também no blogue) como um guarda chuva conceitual tanto para a criatividade, que não deixa de ser uma forma de expressão intelectual (do intelecto), quanto para o pensamento científico-analítico, que também pode ser identificado como uma forma de pensamento intelectual.

Por que eu tenho insights***

Dizem que o pensamento intuitivo é produzido de maneira ”inconsciente” pelo cérebro, tal como se agisse livremente, sem nossa pseudo-aprovação.O mecanismo que produz a intuição parece se assemelhar ao mecanismo que desregula a percepção dos esquizofrenicos e os fazem ver padrões que não existem (de maneira igualmente ”inconsciente”). O cérebro esquizofrenico, desregulado, selvagem, produz percepções que não existem, enquanto que nossos cérebros mais saudáveis, produzem as percepções em tempo real, sem a descompartimentação entre a nossa percepção diretamente centralizada e a percepção excessiva. Por exemplo, ao vermos um vulto, nossos olhos capturam um falso padrão e como nosso cérebro é lógico (nós é que não somos), então encontrará a informação mais pertinente que possa explicar a sombra que supostamente passou ao lado do nosso corpo e nos fez ter calafrios. Em um questão de milésimos de segundos, uma suposta sombra, será entendida pelo cérebro como ”um corpo” (uma pessoa** um ser**) e como não sabemos o que isto se consiste, o sinal de perigo será acendido e imediatamente nosso organismo responderá a este evento muito comum e ”sobrenatural” tal como se estivéssemos em qualquer outra situação de risco.

A paranoia, que é muito comum entre os esquizofrenicos e talvez seja universal entre eles, se consiste na idealização ou mentalização excessiva de padrões. Ao invés de capturarmos os padrões lógicos, também vemos padrões ilógicos e que serão muito relevantes aos esquizofrenicos (de maneira potencialmente negativa) assim como também aos tipos criativos. A intuição poderia ser entendida como uma manifestação branda da captura desequilibrada e excessiva de padrões que é a regra sintomatológica entre os esquizofrenicos.

O controle cognitivo é fundamental neste sentido. A piora dos sintomas no esquizofrenico seria análoga ao período de maior criatividade entre os genios. A esquizofrenia se caracteriza pela perda deste controle cognitivo, enquanto que a criatividade, apesar de sua relação umbilical com o transtorno, se caracteriza justamente pelo oposto. Sem o controle cognitivo, não haverá criatividade, mas ”bizarrices sistemicas”.

O esquizofrenico está sempre alerta, idealizando perseguições ou qualquer outro tipo de padrão erroneo da realidade perceptiva. Esta constancia problemática comportamental do esquizofrenico pode ser entendida como a sua motivação intrínseca. Intrínseca que quer indicar o mesmo que inato ou sem qualquer ”livre arbítrio”.

Vamos imaginar uma situação metafórica para representar o cérebro com alta inibição latente, o de baixa inibição latente e o de nenhuma inibição latente ou o cérebro esquizofrenico. O primeiro cérebro, o cérebro ”normal”, seria como um país que controla as suas fronteiras e impede a entrada de um número muito elevado de estrangeiros. O segundo cérebro, o cérebro com baixa inibição latente, que vamos chamar de ”potencialmente criativo”, seria como um país que tem uma política de fronteiras mais frouxa e recebe mais estrangeiros, inclusive aqueles que não foram convidados, rs. O terceiro cérebro, que chamaremos de ” esquizofrenico”, seria como os últimos anos da Roma Antiga ou o estágio atual de países como a França ou a Grã Bretanha, com pouco a nenhum controle de suas fronteiras e com uma grande e crescente população de estrangeiros (especialmente em um sentido etno-cultural). Voltando aos cérebros, o primeiro captura poucas percepções ou padrões, que serão lógico-racionais (de acordo com a capacidade de cada um, individualmente falando), o segundo captura muitas percepções, que no entanto, ainda apresentam algum controlo importante para decantar este ”excesso” enquanto que o terceiro cérebro, captura todos os tipos de percepções sem qualquer controle, causando ilusões, falsas percepções e idealizações ‘bizarras”.

Portanto, mais informações, ”relevantes” (diretas) e ”não-relevantes” (indiretas) são guardadas por cérebros com baixa inibição latente. Voi lá. A salada de pensamentos e ideias para a produção de insights já está quase pronta!! Este ”lixo” de percepções, poderão ser fundamentais para a intuição.

O criativo é focado, o esquizofrenico muitas vezes, por que tende a ser uma pessoa com inteligencia normal e com problemas mentais, não é

Criativos (os savants cognitivamente plásticos) tendem a nascer com motivações intrínsecas intelectuais que encapsularão suas atenções ao longo de suas vidas. O hiper foco produzirá profundidade que por sua vez produzirá super especialização. E esta super especialização será produzida principalmente pela intuição aflorada do criativo, especialmente aquele que for do tipo filosófico ou científico.

O esquizofrenico médio seria como uma pessoa normal mas com enorme dificuldade de ajustamento da realidade perceptual direta. Quase todos os genios criativos serão acima da média em inteligencia, que poderá ou não, ser capturada por testes cognitivos, dependerá de como os seus cérebros incomuns estarão configurados. Mesmo o criativo médio, ainda tenderá a ser mais inteligente que a média neurocomum ou neurotípica.

Portanto, a criatividade como um produto exterior, físico ou intelectual, da mente humana, é o resultado de intenso e relativamente caótico hiper foco. O criativo captura a quantidade necessária de percepções para ter insights intuitivos enquanto que o esquizofrenico captura um excesso de percepções que os levarão para caminhos tortuosos.

Então, agora eu vou lhes explicar como os meus momentos de ”eureka!” são produzidos, quais são as suas muito prováveis causas…

Minha motivação intrínseca que é embebecida por minha curiosidade incessante assim como também por minha capacidade objetiva, de ver combinações que os outros não podem ver de imediato ou por conta própria,  me fazem focalizar boa parte de minha energia mental, aquilo que meu cérebro deseja se alimentar, a papinha mental, nas ideias e nos pensamentos que estão relacionados com minhas áreas de interesse.

A enfatização neuro-cultural. Meu cérebro, que deve ser mais simétrico que os cérebros ”comuns”, além de ver sua energia ser distribuída mais igualitariamente pelos hemisférios, também pode ser provável de ve-la se concentrar mais no lado direito, que eu uso para escrever com a mão esquerda. Isso explicaria a minha ”maior” capacidade de pensamento metafórico. Se eu uso mais o lado direito do cérebro, então além de produzir metáforas, eu também poderei estar mais suscetível de ter insights criativos, se as metáforas nada mais seriam do que a construção consciente da intuição.

Portanto, enquanto que a maioria das pessoas gastam suas energias mentais para socializar, os criativos as usam em suas motivações intrínsecas mais importantes. O que me difere de um jovem popular e esportista, é a motivação intrínseca. E eu tenho poucas motivações extrínsecas. Alguns poderiam entende-las como ”sacrifícios”, onde ”os fins justificam os meios”. Para pessoas como eu, e não sei se boa parte dos criativos serão assim, os fins não justificam os meios. Ao menos para mentes objetivas e criativas, isso é uma tonica fundamental de nossas transcendencias existenciais pessoais.

Quem se conhece muito, tem poucas motivações extrínsecas porque tem uma força interior muito poderosa e contextualmente exaustiva nas sociedade burocráticas em que vivemos.

Então, eu tenho interesses ”restritos”, que encapsulam meu modo de vida ou cultura neurológica e por exemplo, me fazem redigir este texto. As minhas motivações intrínsecas são predominantes porque eu tenho elevado autoconhecimento e portanto, eu ”escolho” o alimento mental que minha persona principal mais sente fome. Eu sou o meu gerenciador, ainda que em um mundo de constantes atritos e arranhões na minha superfície de alma.

Um excesso constante de ideias e pensamentos retidos de interesses restritos que são embaralhados por meu cérebro, produzem insights em momentos incomuns como no meio da noite. As ideações fundamentais do criativo se baseiam em suas áreas de interesse, enquanto que as ideações ”primitivo-sociais”, serão predominantes entre os ”neurocomuns”.

O foco do meu pensamento constante, mesmo aquele que  está em vigília, tenderá a se concentrar em meus interesses.

A intuição como o pensamento ”inconsciente”**

Finalizando este texto, eu não sei como explicar diretamente como os meus insights criativos (se são criativos) se dão. Eu acredito que uma predominancia de ativação cerebral no lado direito do cérebro, combinado com um cérebro mais simétrico (e simetria cerebral tende a se relacionar consideravelmente com a predominancia hemisférica ”anomala”) podem ser uma boa explicação neurocientífica para a ocorrencia de tal fenomeno.

O mecanismo neuro-cultural intrínseco de hiper foco (provocado também por fatores biológicos tal como que o meu cérebro está configurado) que faz com que concentre boa parte de minha energia mental (ideações em estado de vigília e em estado não-ordinário de funcionamento cerebral) em meus ”interesses específicos inatos”, me tornará um especialista nestes assuntos intrínsecos. Combinado com grande predominancia de motivações intrínsecas, onde os fins não justificam os meios, porque se justificam por si mesmos.

Talvez ( e é provável que seja o caso), as características de funcionamento do hemisfério direito do cérebro, sejam as grandes responsáveis pela produção de metáforas e do pensamento intuitivo, se a teoria de divisão rígida de trabalho entre os hemisférios não estiver totalmente equivocada, e na verdade, parece que não está, então o caos organizado ou integrativo do lado direito do cérebro, pode ter um papel muito importante para este tipo fundamental de criatividade.

O hemisfério direito trabalharia de maneira independente de nossa percepção, tal como acontece com as funções organicas vitais de nosso corpo como os batimentos cardíacos.

O acesso mais alargado desta parte de nosso cérebro, combinado com recursos cognitivos mais complementares, como uma maior capacidade enérgica mental que reverbera na superdotação, podem propiciar ao portador deste fenótipo, uma maior chama de criatividade do que em comparação aos outros, que estão destituídos destas idiossincrasias.

Portanto, como conclusão, um acúmulo de percepções, que não são muito excessivas, nem escassas, são o mecanismo inicial para a intuição. Percepções comuns ou parecidas, não produzirão metáforas nem insights intuitivos.

Múltiplas inteligencias, judeus asquenazes e caucasianos europeus ”continuação da parte 3”

A hierarquia das múltiplas inteligencias entre os caucasianos europeus

Fechando com chave de ouro esta minha tentativa de unir duas teorias que ao longo destas últimas duas décadas, tem sido usadas justamente como argumentos opostos, de competição e conflito, eu redijo o texto sobre como se daria a distribuição hierárquica das ”múltiplas” inteligencias entre os caucasianos europeus.

Como ”a” raça mais diversificada da humanidade em praticamente todos os aspectos palatáveis, os caucasianos, que eu estou preferindo denominar de ”caucasóides” (em uniformidade com os mongolóides e os negróides ou seria melhor, africanóides), tem se destacado assombrosamente desde a muito tempo. Não se sabe o tamanho real de contribuições criativas que os povos brancos da Europa bem como do Oriente Médio e Africa do norte tem legado ao mundo. O que se tem conhecimento até agora é a de que tem sido muito grande. Mesmo os judeus asquenazes que eu falei no texto anterior, são parte deste grande ramo racial humano.

A comunidade hbd, preferindo por uma estranha humildade, tem nos contado sobre as proezas de leste asiáticos e de judeus asquenazes, sobre a sombra dos caucasóides europeus. Graças aos testes cognitivos, foi criado o mito de inferioridade cognitiva branca em comparação a estes dois grupos, mas não parece fazer muito sentido, especialmente, olhando para o espetáculo de dor e beleza que tem se constituído a civilização ocidental.

Primeiro, os brancos são tão diversificados que não dá para julgarmos como se fossem todos similares. Mas se pode fazer isso com certa cautela em relação aos leste asiáticos por exemplo.

Segundo, como eu tenho sempre falado, os testes cognitivos não podem substituir o conceito perceptualmente holístico de inteligencia que a psicologia tem desenvolvido. Sim, existe uma clara correlação entre qi e inteligencia, mas, não são a mesma coisa.

Terceiro, mesmo as comparações de notas escolares (como o teste PISA) ou testes cognitivos, não parecem corroborar para uma visualização realista da inteligencia dos muitos povos europeus em comparação por exemplo, as populações leste asiáticas ou aos asquenazes. E mesmo estas comparações, tem se mostrado falhas, se os finlandeses, em ambientes escolares menos exigentes, tem conseguido excelentes resultados, que se assemelham aos resultados dos leste asiáticos, em ambientes escolares e familiares hiper competitivos e de grande cobrança. A menina loura finlandesa que passa o dia brincando com seus amigos e que estuda uma hora por dia em comparação a menina sul coreana que passa 8 horas massacrantes em frente a livros e cadernos…. **** (Talvez os asiáticos melhorem ao longo do tempo neste quesito, se é verdade que tendem a amadurecer mais lentamente em comparação aos europeus)

O intelecto humano, não restam dúvidas, será mais complexo e por mais neutras e abrangentes que possam ser estes tipos de avaliações comparativas, estas não estão conseguindo desenvolver uma análise completa de todos estes quebra cabeças e não devemos nos contentar apenas com elas. Isso sem levar em conta possíveis manipulações de resultados, será possível que mesmo para o PISA possam praticar estes atos infantis****

As denominações de comportamento das chamadas ”subraças europeias” por intermédio dos velhos antropologistas, pode ser uma boa maneira de tentar compreender em como se dariam tais diferenças internas.

No mais, vou eu, tentar sozinho, estabelecer esta hierarquia cognitiva com base em minha lógica intuitiva.

Hierarquia****

Parece surpreendente pensar que não  exista uma hierarquia cognitiva entre os europeus. E talvez, este equilíbrio possa ser a chave para o sucesso ”do” grupo no estabelecimento de civilizações bem como pelo seu predomínio substancialmente significativo até esta data.

Portanto, nós temos os leste asiáticos, com maiores habilidades de memorização e de inteligencia não-verbal. Temos os asquenazes, com maiores habilidades verbais, intrapessoais e interpessoais e temos os africanóides subsaarianos, com maiores habilidades sinestésico-corporal e interpessoal. O outlier cognitivo são os povos brancos, que parecem ser mais ou menos equilibrados em todos os tipos de inteligencia que foram delineadas por Howard Gardner. Não apenas isso, visto que genios de todos os tipos cognitivos tem aparecido nas sociedades europeias.

Tal como eu disse no texto anterior, mesmo as diferenças quantitativas de inteligencia entre as populações humanas ainda não estão plenamente bem estabelecidas, se crianças finlandesas podem se sair tão bem no teste internacional de educação quanto as coreanas, fazendo metade do esforço em comparação as orientais.

A Coreia do Sul ainda conseguiu se sair melhor que a Finlandia em alguns aspectos economicos, mas muitos fatores geográficos (como tamanho da população) e circunstanciais devem ser levados em conta.

Portanto, em termos de inteligencia linguístico-verbal e lógico-matemática, os caucasóides europeus, como um grupo, não parecem se sair tão mal assim em relação aos leste asiáticos, como alguns gostam de imaginar. E na verdade, talvez essas possíveis diferenças estatísticas, não resplandeçam de maneira correta a realidade que podemos tocar. Alguns dos maiores escritores de todos os tempos, foram de brancos (assim como também de mestiços, vide os mestres das literaturas francesa e russa, respectivamente). O genio europeu produziu a revolução industrial e boa parte da revolução tecnológica subsequente como a invenção da eletricidade, do telefone, da televisão e do computador. Parece haver uma grande e diversificada proporção de pessoas talentosas entre os europeus, que infelizmente não está sendo possível de se analisar, por causa dos muitos problemas de ordem disgenica que parecem estar afetando as populações brancas como a imigração em massa e a reprodução desequilibrada de estúpidos ao invés de indivíduos mais talentosos.

O provável equilíbrio de perfis cognitivos, pode indicar uma tendencia de seleção igualitária ou então pode ser uma herança muito antiga em comum de talentos que podem ter sido direcionados por eventos seletivos ao longo dos séculos. Se a psicognomia estiver correta, então a maior quantidade de mutações fisiológicas como mudanças na cor dos cabelos, podem estar tendo algum papel mutacional na cognição europeia. Uma maior variedade de fenótipos fisiológicos poderia reverberar em uma maior variedade comportamental, psicológica e cognitiva*** Quem sabe…

Pode ser possível que a real diversidade fenotípica do ”homem branco” possa ter um grande efeito em sua capacidade coletiva de produzir e sustentar civilizações avançadas assim como também a nível individual. Enquanto que parece existir pouca diversidade comportamental entre os leste asiáticos, entre os caucasóides, muitos subgrupos poderão ser encontrados. Talvez possamos ver alguma relevancia científica nos infernais filmes de ”besteirol americano” que pincelaram nossas sessões da tarde. E pode legitimar parcialmente alguns populares estereótipos, como a ideia de uniformidade oriental.

Para todos os tipos de inteligencia que se relacionam mais intimamente com a criatividade como a visual-espacial (criatividade convergente), a existencial e a intrapessoal (autoconhecimento e uso deste  para a autoexpressão, presume-se que a maior parte dos genios criativos, se não todos eles, sejam fortemente propensos ao autoconhecimento e que este fator incida diretamente em suas capacidades criativas) parecem estar muito bem desenvolvidas entre as elites cognitivas  europeias (isto é, aqueles com as maiores capacidades inatas em cada tipo) ou de descendencia. O talento criativo europeu talvez seja o maior diferencial deste grupo em relação ao resto assim como também o seu tremendo sucesso civilizacional.

Vale ressaltar que para que uma civilização possa florescer completamente, é necessário que muitos fatores circunstanciais ou ambientais, assim como também momentos de sorte, estejam em conluio para com este tipo de macro-transcendencia coletiva. Sabe-se que muitas vezes, a civilização europeia esteve a beira de sua extinção, durante a expansão dos impérios mongol e otomano …  e como por exemplo mais realista, nos dias modernos, em que estamos vivendo.

Talvez não precise me alongar mais neste texto, se o x da questão eu já consegui encontrar. Sim, a inteligencia coletiva dos povos europeus se destaca por causa de sua tendencia para o equilíbrio e com uma grande presença de talentosos e genios em todas as categorias cognitivas, mas talvez eu ainda tenha de delinear com mais precisão (pedante) o porque desta minha impressão.

Apesar das realizações já estabelecidas e conhecidas, as populações nórdicas parecem ter produzido menos do que comparado a outros povos europeus (não em termos per capita, mas ainda assim, não muito impressionante). Em termos artísticos e por exemplo, arquitetonicos, nada se compara ao genios italianos da renascença, estes que também se destacaram  maravilhosamente pelo talento nas artes. Este período de esplendor criativo europeu, pode ser melhor explicado por fatores ambientais positivos e com uma pequena porém importante participação genética. Sim, é possível que a tensão intra-racial existente no norte e centro italianos (mistura de subraças europeias como os nórdicos, dináricos, mediterraneos e alpinos), possam ter reverberado nesta potencialidade criativa, que com uma grande quantidade de fatores ambientais favoráveis, tornou possível a emergencia para fama, de muitos mestres das artes, da filosofia e da ciencia. Um bom ambiente não pode modificar os genes das pessoas e faze-las mais espertas, mas pode ser útil para encontrar e catapultar o genio. Também pode ser útil para fazer o genio se concentrar em suas habilidades mais inflamadas.

A capacidade corporal-sinestésica também está equilibradamente bem distribuída entre os europeus e seus descendentes, sem falar nas olimpíadas e nos muitos esportes inventados pelo genio europeu.

O componente nórdico, especialmente em mescla com outras subraças europeias, parece ser o toque de mestre na produção de genios criativos europeus. Mas não bastam por si só, porque o aparecimento de indivíduos geniais depende de muitos fatores, biológicos (para a produção de genios biológicos, que todos eles são) e ambientais (fatores circunstanciais favoráveis para o desenvolvimento, externalização e uso do talento dos genios). O fenótipo raro do genio, especialmente o criativo e o científico, costumam depende de muitos fatores biológicos de natureza epigenética como a idade mais avançada dos pais, uma predisposição para psicopatologias, dentre outros. O aparecimento do genio equivaleria a um milagre ou sorte, como quando um conjunto de condições de diversas naturezas se combinam para produzi-lo.

A inteligencia existencial parece estar muito bem desenvolvida entre as classes filosóficas europeias, isto é, aqueles que realmente podem ter o direito de se auto denominarem filósofos, onde se exclui qualquer um que ao invés de usar a sua capacidade analítica e perceptual muito alargada como senha para pertencer a este grupo, mascará a sua vigarice por de trás de papéis estéreis como ”diploma de filosofia”. Não se fazem filósofos, nunca se fazem seres humanos, se fazem condições ideais para que os seres humanos possam expressar as suas culturas neurológicas, inatas, específicas e limitadamente plásticas.

Sendo o europeu muito diverso, deve-se sempre especificar sobre quais tipos cognitivos e comportamentais a que estaremos falando.

A inteligencia naturalista europeia também está muito bem desenvolvida em suas classes cognitivas de especialização, vide o potencial científico de muitos europeus. Nesta grande diversidade, os tipos mais estúpidos assim como também, diversos tipos de estúpidos, também serão mais comuns de serem notados. Ao contrário do leste asiático, que parece mais ponderado mesmo no erro, os mais estúpidos também tenderão a nascer entre os europeus.

Mas qual seria então os pontos fracos dos europeus*** O calcanhar de aquiles que os tornam tão vulneráveis a manipulação de grupos estrangeiros**

A inteligencia interpessoal europeia também é equilibrada e com a sua respectiva classe de genios sociais, mas com relação a inteligencia intrapessoal, eu vejo talvez a mais contundente e menos equilibrada entre todos os tipos. E pasmem, se estiver correto, então a mais equilibrada e engenhosa das variedades humanas, serão mais deficientes, justamente em um dos mais importantes aspectos cognitivos humanos, a capacidade para o autoconhecimento. Paradoxal pensar que nas populações com a maior proporção de genios, seja desprovida desta capacidade.

E se o asquenaze judeu é realmente muito inteligente neste aspecto, então pode ser possível que tenhamos encontrado a substancia química judia que altera a mente coletiva europeia, a deficiencia na capacidade de autoconhecimento. Esta forma de estupidez abre espaço para todos os problemas europeus como a tendencia de impressionamento e posterior hipnose, a capacidade de aceitar inconscientemente, diferentes tipos de realidades.

A relação entre este déficit e a potencialidade europeia para o genio, parece ser menos linear do que imaginamos. No mais, encerro esta série de textos, por enquanto…

Múltiplas inteligencias, judeus asquenazes e caucasianos europeus parte 3

Continuando (e terminando) a série sobre diferenças raciais qualitativas de inteligencia por meio da teoria das múltiplas inteligencias de Howard Gardner assim como também a reutilização da metáfora da vespa parasita e da aranha.

Os caucasóides europeus são o grupo racial mais fenotipicamente diverso (especialmente no que diz respeito a coloração da pele, cabelos e olhos) dentre todas as variedades humanas. Na verdade, as múltiplas perspectivas bem como a relatividade taxionomica, aparecem aí como uma boa maneira de se buscar entender o porque desta diversidade. Por exemplo, muitos raciologistas dividem as populações mongolóides em ”leste asiáticos” (chineses, japoneses e coreanos) e ”sudeste asiáticos” (filipinos, indonésios, tailandeses, malaios…). A explicação para esta divisão se dá justamente pelo fato dos primeiros serem mais racialmente decantados (”puros” no jargão pseudo-científico mais perto de voce) enquanto que os segundos são mais racialmente mestiços. Entenda da seguinte maneira, enquanto que os japoneses são 95% geneticamente mongolóides, os filipinos seriam em média 80% ”mongolóides”. Eu não sei quanto seria a proporção racial mais precisa que essas populações apresentam (especialmente a segunda), mas me parece um exemplo elucidativo. As populações caucasóides mais racialmente decantadas seriam justamente, usando a mesma analogia, aquelas que se localizam no noroeste e no norte da Europa. Poderíamos imaginar Vietnã e Laos tal como Itália e Grécia, em termos genéticos, comportamentais e fenotípicos, isto é, no meio do caminho entre a depuração máxima já estabelecida (Japão, Suécia**) até o limite de miscigenação em que apesar da mescla, ocorre alguma preservação de fenótipo proto-caucasóide (Indonésia, Arábia Saudita**) . Portanto, em resumo desta parte quase-inútil do texto, vamos considerar todos os europeus de descendencia predominantemente nativa (no mínimo de 95%) como brancos, independente de seu fenótipo ou inteligencia mas mantendo o apreço pelas diferenças qualitativas e de grupos.

Dentre os caucasóides, destacam-se os judeus, especialmente aqueles que (também) são de linhagem europeia. Estes são genericamente denominados como ”ashkenazim” ou asquenazes. Na verdade, muitos asquenazes, especialmente aqueles que tem descendencia na Europa Ocidental, podem  ter sangue sefardita, a população judia de origem ibérica, que se dispersou e se misturou depois de sua expulsão e conversão em massa na Espanha e em Portugal. O mais importante no entanto, de se ter em mente, é que esta população apresenta particularidades genéticas que obviamente reverberarão em todos os outros aspectos biológicos.

Em termos cognitivos, temos aprendido parcialmente e até confusamente por meio da comunidade hbd que os judeus asquenazes apresentam elevada inteligencia verbal, isto é, cristalizada, combinada como inteligencia visuo-espacial mediana. Também aprendemos que os brancos caucasóides tendem a apresentar uma inteligencia (qi, ou inteligencia técnico-quantitativa) mais baixa em comparação aos leste asiáticos assim como também aos próprios judeus e sem grandes discrepancias internas de pontuação em testes de qi. No entanto, eu tenho quase a plena certeza de que os ”brancos caucasóides” são muito mais variáveis, também neste aspecto, e que não se poderia estabelecer de maneira precoce que ”seriam” ”menos inteligentes” apenas por estes resultados em testes cognitivos. Como eu gosto de dizer, quanto maior a capacidade, mais subjetivo e relativo será o julgamento e a comparação. Quem é mais inteligente, um genio filosófico ou um genio matemático***

Muitos poderiam sugerir que o matemático seja o mais inteligente, mas será mesmo* Na verdade, é complicado estabelecer quem seria o mais inteligente, primeiro porque as diferenças quantitativas entre os dois não são tão significativas e segundo que justamente por causa das diferenças qualitativas, que qualquer julgamento tendencioso para um dos lados, já poderá ser considerado como injusto. Esta comparação serve de entrada para a metáfora que melhor explica os intelectos da dupla ”do barulho” na espécie humana, os caucasóides judeus e os caucasóides europeus.

A primeira imagem do post nos mostra uma relação parasitária entre a vespa e a aranha. A vespa, minúscula porém evolutivamente complexa e ”inteligente”, se agarra a primeira aranha que encontrar e parte para uma luta inicial para atingir a mente de sua potencial presa. A partir do momento em que a vespa consegue o domínio ao introduzir-lhe substancias químicas que hipnotizam a mente da aranha, a relação parasitária estará estabelecida.

O mundo ocidental até os anos 50, era vigoroso, 25% da população mundial era de origem europeia. As maiores potencias do mundo eram quase todas europeias ou de extração europeia. O total domínio mundial que os europeus e seus descendentes conseguiram estabelecer até aquela época, não se compara aos dias atuais, em que a demografia destas populações está a morrer incessantemente. Além desta dramática e cada vez mais notável fragilidade, imigrações em massa aumentam ainda mais o que de fato se consiste em um genocídio sofisticado e programado, visando limpar da superfície terrestre, boa parte das populações europeias e de descendencia. Para aqueles que argumentam tolamente que o tal ”genocídio branco” não passa de mais uma teoria de conspiração, então basta visitar o cenário cultural, demográfico e político da pequena e distante Nova Zelandia, de paisagens naturais deslumbrantes. Por que diabos alguém se preocuparia em ”brasilizar” um país distante e ”irrelevante” como a Nova Zelandia**

Pergunte ”ao” judeu. Os judeus parecem ser o exato oposto do homem branco em muitos aspectos. Se o homem branco se olhasse no espelho, talvez visse um homem pálido com barba por fazer (ou por manter) e um kippah adornando o ”cocuruto”. Se a cultura tem um papel muito importante nos processos seletivos, ao propiciar o ostracismos dos dissidentes fenotípicos e favorecimento proto-nepotista daqueles que estão em conluio com as regras sócio-cognitivas estabelecidas, por auto ajustamento (adaptação) ou simplesmente por encaixe perfeito (por exemplo, o homem predominantemente conservador em uma sociedade de igual natureza), então poderíamos imaginar o que dois livros ”sagrados” podem ter em comum.

A bíblia prega a rendição divina e a bondade cega enquanto que o talmud judeu prega o exato oposto, a malandragem como regra de ouro, especialmente em relação aos goys tolos (além de crueldade de tratamento).

Pessoas inteligentes e empáticas quase sempre buscarão de uma maneira ou de outra, torta ou correta, a igualdade de condições assim como também a justiça. Uma grande proporção de pessoas inteligentes é o pesadelo de qualquer parasita humana com pretensões de dominação, e quão mais espertas elas se tornarem, mais perceptivas serão e mais difícil ficará o jogo do parasita para cultivar escravos.

A disgenia funciona como uma maneira preventiva de se evitar que a classe de escravos se torne suficientemente inteligente para impor um equilíbrio as regras do jogo e até mesmo a extinção dessas diferenças.

Mas como o psicopata é ”fominha” e não pode evitar o parasitismo inconsequente, acabará por depredar o ambiente que construiu para ser o rei, justamente porque não pode controlar a sua ganancia. Eh uma crescente entrópica que terminará em ruínas e destruição. A mentalidade talmúdica do mundo moderno e talvez de sempre, de que os menos inteligentes sejam mais fáceis de serem escravizados, não se sustenta a partir do momento em que não existe uma classe-tampão, que separe a elite psicótica, da subclasse, igualmente psicótica. Se só existir a elite e outra classe, de subjugados, os riscos de um ”aristocracídio” serão muito maiores. As massas que lambem os pés enrugados da rainha Elizabeth, são brancas e nativas. O imigrante trabalhador, de classe baixa, pouco se importa para com estes tipos de convenções hierárquicas ainda que tenha predisposições parecidas de respeito a autoridade.

Múltiplas inteligencias, judeus e brancos

Como pouco se sabe até agora sobre a real natureza do judeu médio em termos comportamentais, psicológicos e cognitivos (obrigado hbd!!) bem como pela distribuição destas características fundamentais que os tornam únicos (em suas próprias perspectivas mas também mediante tamanho impacto que tem produzido em todo mundo via ”ocidente”), então, não se poderá afirmar absolutamente nada ainda que minhas observações sempre sejam capturadas por intermédio da ”lógica intuitiva”.

Com relação aos brancos europeus, ainda haverá a necessidade de detalhar as muitas diferenças de cada população, por exemplo, entre italianos e finlandeses. No entanto, para não nos perdermos dentro desta diversidade, eu vou usar alguns exemplos mais gerais ao invés de estabelecer um conjunto de características para cada povo.

JUDEUS ASQUENAZES 

Como eu disse acima, sabemos por agora, que os judeus asquenazes tendem a apresentar uma elevada ou maior inteligencia verbal, que pode ser acessada com certa fiabilidade, por meio de testes de qi, em combinação epistática com inteligencia não-verbal ou visuo-espacial deprimida. Quase todos os estudos com uma boa amostra representativa, encontraram uma média de qi verbal entre os judeus asquenazes, variando de 107 até 111 e um qi visuo-espacial em torno de 98. Se a média de qi verbal do americano europeu nativo, por exemplo, for mesmo de 103, com pouca variação nas pontuações mediante uma perspectiva coletiva, então a vantagem judia poderá não ser tão alta assim como imaginávamos.

Eu nunca entendi o porque de darem tanta enfase na inteligencia verbal judia, enquanto que para os leste asiáticos por exemplo, quase sempre se usou o parametro de ”qi performance” ou ”qi geral” para comparar as suas médias de qi. Seria mais justo se para todos os grupos, fossem usados os mesmos critérios. Então, como uma espécie de ”artifício estatístico”, os judeus asquenazes ”são mais” inteligentes, por causa do qi verbal maior. No entanto, os leste asiáticos tem qi visuo-espacial maior (só que com uma combinação epistática diferente em comparação aos europeus ou a maioria dos europeus com maior inteligencia espacial) e os europeus são muito variados e com vantagens que não estão presentes nem nos leste asiáticos, nem nos judeus asquenazes. Afirmar que os judeus sejam mais mais inteligentes é um equívoco, mas negá-lo também será. Justamente por isso que nós temos as múltiplas perspectivas para serem usadas como bússola de julgamento e detecção de erros e acertos. Mais a frente por meio da metáfora da aranha e da vespa parasita, eu vou mostrar-lhes porque este concurso de quem é o povo mais inteligente, especialmente nos mais altos níveis de inteligencia, se consiste em uma relativa perda de tempo.

Em relação a inteligencia ”lógico-matemática”, justamente por serem parte da chamada inteligencia cristalizada, isso sem levar em conta que existe a necessidade de ser bom com números para ser um bom comerciante, não parecem restar dúvidas quanto a maior habilidade judaica neste quesito, mas que sem características psicopáticas de personalidade, não costumam ser muito boas para o sucesso financeiro, vide aqueles com maior inteligencia matemática e características comportamentais mais autistas. A combinação epistática de personalidade cognitiva (o modelo integrada de inteligencia) que parece ser a mais comum entre os judeus é justamente aquela em que habilidades matemáticas encontram-se em harmonia com capacidade de manipulação, tanto para abstração quanto para as relações interpessoais. O fenótipo cognitivo e ocupacional do comerciante, bom em números e na lábia, parece fazer muito sentido aqui.

Portanto, com relação a certos atributos de inteligencia cristalizada, ou seja, verbal-linguística e lógico-matemática, tudo leva a crer que os judeus asquenazes sejam cognitivamente superiores em comparação as outras populações.

A comunidade hbd nos faz acreditar que a maior inteligencia cristalizada dos judeus asquenazes seja a principal razão para o seu estrondoso sucesso nas sociedades ocidentais. No entanto, eles parecem estar se esquecendo do grande talento judeu para a mímica comportamental bem como pela capacidade psicopática e sábia de entender a alma humana, especialmente a ocidental. A hierarquia de inteligencias desta população não terá como principal ”prata da casa” a inteligencia verbal (incluindo aí a matemática) mas sim, a inteligencia interpessoal. Repito que sem o talento de manipulação perceptual, os judeus asquenazes seriam tão bem sucedidos quanto os nerds matemáticos com déficits em inteligencia interpessoal, ou seja, provavelmente muito menos do que conseguiram até agora (e pelo que parece, isso já aconteceu outras vezes). O paradoxo da sabedoria (e da psicopatia) se aplica perfeitamente ao judeu.

A inteligencia intrapessoal também parece ser uma qualidade bem desenvolvida entre os asquenazes, porque geralmente, para ser um bom manipulador, voce precisa ter autoconhecimento, porque o processo de manipulação se dá por comparação interpessoal, ou seja, observar aquilo que a sua presa ou o seu amigo é bom, que é ruim,  daquilo que gosta e do que não gosta, desenvolvendo para si um grande arcabouço de autopercepções para serem usadas no jogo social.

A inteligencia musical também parece relativamente bem desenvolvida entre os judeus asquenazes, claro, entre a sua classe criativa principalmente. Observa-se no entanto que existem diferenças culturais marcantes entre o modelo de alta, média e baixa cultura musical europeia e o modelo asquenaze. A cultura neurológica judaica parece se diferenciar em comparação a europeia por causa de uma maior variedade bem como também de combinação de misturas incomuns de ritmos e estilos, mas talvez essas diferenças não sejam assim tão significativas e o talento europeu seja até superior. O judeu não parece ter problemas para mesclar ritmos africanos com ópera. No entanto, não duvido que os ouvidos europeus, especialmente os mais especializados, possam ver este tipo de criatividade, como abusiva e grosseira.

A baixa inteligencia visuo-espacial dos judeus nos ajuda a explicar a baixa presença de talentos nesta área cognitiva, especialmente em relação ao talento artístico para pintura. Não precisamos pensar muito quanto a isso, se eu apenas lhes disser que foram os judeus que inventaram a obtusa ”arte abstrata”.

A super talentosa pintora convergente clássica, Akiane Kramarik, americana de ascendencia lituana, que eu já comentei aqui, parece ser o oposto em personalidade em comparação a ”menina judia média”. Ao invés do narcisismo e do talento verbal e de manipulação, voce tem uma jovem de grande inteligencia visuo-espacial e com espiritualidade aflorada.

A inteligencia naturalista, que eu defini como uma espécie de inteligencia instintiva-analítica, ou seja, uma sofisticação mental de nosso instinto de sobrevivencia, só que de longo prazo, também parece ser bem desenvolvida entre os asquenazes. A inteligencia naturalista tende a se conectar não-linearmente com as inteligencias interpessoal e intrapessoal e talvez possa até ser uma espécie de comunhão das duas.

Mas muitas especulações quanto a moderna inteligencia judia, devem ou deveriam ser feitas e infelizmente, eu não tenho encontrado esta ávida investigação dentro da hbdosfera.  Por exemplo, muitos dizem que antes das leis napoleonicas sobre a ”emancipação judaica”, os judeus deram poucas contribuições intelectuais, seja na filosofia, nas artes ou nas ciencias. Desprezando-se a grande participação ”deste” povo (isto é, de grupos de indivíduos, geralmente de homens, que já morreram) na conquista e colonização das Américas e posteriormente de outros continentes, pouco se sabe sobre as suas reais contribuições (positivas ou negativas, que já não seriam contribuições) antes da revolução francesa.

Os judeus mais decantados, ou seja, os ortodoxos, não parecem ser muito inteligentes, mas principalmente por causa dos padrões de casamentos endogamicos, isto é, consanguíneos, que geralmente reduzirão a plasticidade comportamental e consequente especialização diversificada de funções que dela derivará. Se o marcador ”realizações intelectuais, artísticas, tecnológicas ou científicas” pode ser uma boa maneira de se analisar a inteligencia de uma população, então os judeus de antes da ”emancipação” promovida por Napoleão, em nada se parecerão com os judeus modernos, que batem quase todos os recordes em ”contribuições” ou ao menos em externalizações intelectuais, artísticas, políticas, culturais, tecnológicas e científicas. Muitas possibilidades de explicações. A proibição dos judeus para o exercimento de cargos em alguma área que exige elevada inteligencia, podem ter contribuído para esta provável ou aparente discrepancia de realizações. A pobreza de boa parte do população, que não é o caso, especialmente dos judeus ocidentais, ou o nepotismo das classes europeias mais ricas na ocupação de cargos que exigem elevada inteligencia, que também não parece ser o caso.

Fatores ambientais sozinhos não podem explicar totalmente o vazio de contribuições positivas dos judeus europeus ou asquenazes antes da revolução francesa. Bíblia** Alcorão** Bem, talvez se possa dizer que as religiões monoteístas que substituíram o panteão de deuses originais indo-arianos, tenham sido ”contribuições”. Também se poderia dizer que graças a fé cristã, derivada do judaísmo (mas completamente diferente dele, em muitos aspectos importantes), a população europeia se tornou mais ”inteligente”, resultando em uma sociedade mais cívica e civilizada. Será**

A contribuição judaica por meio do islamismo, tem ceifado por séculos qualquer tipo de florescimento civilizacional duradouro e impactante no Oriente Médio. A religião hindu não foi um empecilho para que muitas das mais fundamentais descobertas em matemática por exemplo, fossem feitas no subcontinente indiano. A Grécia clássica politeísta também foi uma grandiosa potencia intelectual e científica. Portanto, agradecer ”aos” judeus (isto é, a um grupo remoto e já falecido de indivíduos de origem judia) pela fé cristã em que um homem judeu é louvado e tratado como o salvador e que agora está sendo usada para promover o próprio genocídio da população europeia, não parece ser a coisa certa, inteligente e holística de se fazer.

A mistura intra-racial com gentios europeus, poderia ser uma explicação para o repentino aumento da inteligencia judaica, se todos os judeus de antes da emancipação cívica tivessem sido como os ortodoxos atuais, ultra religiosos, fanáticos e levando um estilo de vida perto da idade da pedra, se comparado com os dias modernos ou com momentos de iluminação de genios individuais em algum momento da história humana. Ao contrário da ideia de eugenia por séculos, que não pode explicar a (provável) falta de realizações significativas dos judeus durante a renascença ou a partir da dominação mundial europeia. Será que se os amish passassem a se casar fora, ou parte desta população e a praticar eugenia, isto é, promovendo o aumento da inteligencia da população, nós teremos uma versão germanica de vespas parasitas humanas**

Em conluio com a hipótese da miscigenação racial recente com os gentios, os judeus asquenazes também podem ter criado um braço secular de contato com o mundo exterior por meio da endogamia (casamento fora), resultado de acasalamentos com parentes de outras famílias judaicas mas principalmente com pessoas de fora da comunidade, porque se for verdade que os asquenazes são muito próximos em termos de genética, então a melhor maneira para endogamizar uma parte da população, será criando ”mestiços inteligentes” e este pode ter sido o caso. Combinado com todas essas possibilidades genéticas ou biológicas, que fogem ao discurso padrão atual, que corrobora em direção a teoria de Gregory Cochran,  fatores ambientais poderosos como a lenta porém constante dominação de judeus ricos em relação a toda a sociedade ocidental, transformando o ocidente no playground de seus filhos, é muito provável que tenham tido grande impacto na maneira como os judeus são percebidos assim como eles mesmos promovem esta percepção ultra-mega-master positiva, tal como se tivessem descido das nuvens para nos iluminar. O excesso de judeus no mundo do cinema se deve ao talento inato judeu, ou é apenas mais um produto de intenso nepotismo, provocado pela dominação judaica nos cargos mais influentes da sociedade****

Em termos de esportes bem como de talento ”físico”, a impressão que se tem é a de que enquanto que muitos judeus serão o tipo oposto do esportista, o famoso nerd americano, moreno, de olhos castanhos, óculos e narizes grandes a tiracolo, corpo débil, fraco, magro e pálido, outros serão justamente do tipo mais talentoso para práticas físicas recreativas (que nossa sociedade de retardados ”paga uma grana”, não sei porque causa, motivo, razão ou circunstancia… talvez porque sejamos todos retardados, muitos mais que os outros). Os judeus parecem ser muito variados em diversos aspectos, mas até onde vai esta variação e até onde a psicopatia ou atributos relacionados, se distribui entre eles, ainda é um grande mistério.

A inteligencia existencial poderia ser entendida como o ultimato de desenvolvimento da inteligencia emocional e o judeu médio parecer ser muito deprimido neste aspecto também. Ainda que muitas das ações que eles já reivindicaram pioneiramente como a luta pelos direitos civis de negros, pelo respeito a diversidade sexual, sejam em suas respectivas superfícies, algo muito belo de ser feito, o percurso de suas ações não estão a nos levar a um mundo melhor, mas a um mundo brutal, de divisões e de estupidez. Será que isso foi planejado também**

Os direitos civis dos negros americanos na verdade foi planejado para faze-los se misturar a população branca (e eliminar esta última via miscigenação) mas não para melhorar suas vidas e dar-lhe mais dignidade** Os efeitos das práticas, ditas, ”socialistas”, não tem sido muito boas e na verdade, poderia-se dizer que estão tendo um efeito devastador na vida de muitas famílias afroamericanas nos EUA.

Para um povo, que pode estar em sua maioria, apoiando as modernas políticas genocidas e injustas contra os caucasóides europeus, isso sem levar em conta a Palestina, nas guerras de desestabilização no Oriente Médio, o que parece mais faltar é justamente a tal inteligencia emocional, que em seus níveis mais profundos, nos levará a um novo mundo, da hiperrealidade, de dúvidas, de humildade e de sabedoria, a verdadeira sabedoria, onde todos esses conflitos tolos, são vistos exatamente como eles são, infantis. E para um povo que se pinta de cores brilhantes, justamente a mais poderosa e imponente de todos os tipos de inteligencia, mais parece lhes faltar. Talvez eu possa estar sendo injusto em relação aos judeus que lutam contra este atual estado lamentável e primitivo de coisas. Talvez não, se boa parte destes judeus dissonantes não tiverem em mente, segundas e terceiras intenções.

Como o texto ficou muito longo, a minha análise para os caucasóides europeus e seus descendentes, ficará para o próximo post.

O problema de interação social dos sábios

O problema de estar quase sempre certo

 

Sabedoria e alienação social

 

O sábio nunca discute sobre aquilo que não sabe e é justamente por isso que quase sempre se torna persona non-grata em qualquer ”debate democrático”. Neste tipo de brincadeirinha, a maior parte das pessoas acreditam que qualquer opinião é válida porque é pessoal. Em partes, isso é verdade, mas mediante a lógica das múltiplas perspectivas, as opiniões mais racionais, coerentes e completas, é que serão as melhores e portanto, mais válidas. O sábio sempre está certo e justamente por isso que é odiado.

O sábio se difere do trivialmente inteligente, pelo fato de VIVER a inteligencia e não apenas de usá-la para proveito mundano próprio. A cultura neurológica do sábio é a inteligencia enquanto que para o trivialmente inteligente (alto qi ou inteligencia técnico-quantitativa, neurologicamente comum), a sua cultura neurológica será uma mescla entre a inteligencia, especialmente em seu componente técnico e a conveniencia primitiva das necessidades sociais-instintivas.

 

O neurocomum gosta de jogar ‘conversa fiada’

 

Voce é do tipo que só sai de casa quando tem uma motivação objetiva*

Se sim, então parabéns e bem-vindo ao clube, porque eu também sou assim.

Eh por meio dessas sutilezas comportamentais que se pode traçar com certa fiabilidade muitos perfis de personalidade. Será que aquele que só sai de casa para fazer alguma atividade objetiva, também primará pela objetividade em qualquer outra tarefa, mesmo as do tipo recreativo, como debater**

Eu tenho a impressão de que para uma boa parte dos casos, a resposta será positiva.

O que difere o sábio dos demais é que enquanto que tornou-se (ou sempre foi) costume debater, jogando conversa fiada, debater por debater, o sábio SEMPRE buscará pela objetividade porque é o mais racional a se fazer. Portanto, da mesma maneira que deixamos nossos recantos de conforto para fazer algo produtivo ou objetivo na rua, também primamos sempre pela resolução de problemas e não para brincar de debater papo de adulto.

Em cada particularidade da psique humana, vemos a palavra ”infancia” entoar cada vez mais alto.

A maioria é de adultescentes porque continuam a dar um valor objetivo a subjetividade.

Outra diferença fundamental entre o sábio e os demais, é o que o primeiro não está preocupado em fazer discursos ou redigir textos agridoces, visando agradar a plateia. Ele só está preocupado em dizer a verdade dos fatos.

Podemos descrever resumida e sintetizadamente o sábio como alguém provido de racionalidade, pensamento holístico, autoconhecimento pronunciado e certas características psicopáticas como a capacidade de entender as outras pessoas bem como de se antecipar a elas, tanto como abordagem agressiva interativa quanto para abordagem pacífica ou positiva interativa.

O neanderthal introvertido**

De todas as variedades humanas, a mais extrovertida é a raça negra subsaariana. Em qualquer ambiente em que uma população negra aleatoriamente selecionada estiver assentada, haverá grande probabilidade de apresentarem comportamento predominantemente  extrovertido, isto é, de ter uma elevada proporção de indivíduos extrovertidos. Nos EUA, alguns estudos sobre personalidade, encontraram que apenas 30% dos americanos são introvertidos. Na verdade, é um pouco mais complexo, porque a maioria tenderá mais para ambiversão parcial do que para extroversão ou introversão completas. No entanto, ainda se nota que a maioria se encontrará mais próxima de um dos extremos do espectro. Portanto, o correto a dizer é, ‘predominantemente extrovertidos’ para os casos de ambiversão parcial. A população multirracial da superpotencia atual, pode contribuir para elevar o percentual de extrovertidos, se levarmos em conta os imigrantes hispanicos, assim como também poderá reduzi-la se levarmos em conta os imigrantes oriundos da Asia oriental.

Recentemente foi encontrado que os leste asiáticos, isto é, japoneses, chineses e coreanos, apresentam um maior percentual de ”genes oriundos dos neanderthais” do que a população branca analisada. Tal como eu sugeri em um texto anterior, os leste asiáticos parecem ter herdado uma maior porcentagem quantitativa dos genes desta variedade humana extinta enquanto que os europeus podem ter herdado uma maior proporção qualitativa, isto é, de ”genes úteis”.

A descoberta de fluxo genico neanderthal entre os seres humanos modernos acabou com a teoria anterior em que se dizia que não houve mistura entre eles e os seres humanos ”modernos”. Na verdade, talvez se possa dizer que o neanderthal tenha sido um dos responsáveis pela construção dos seres humanos modernos.

Além desta descoberta também foi observado que apenas os negros subsaarianos puros que não apresentaram qualquer vestígio palatável de mistura neanderthal. As misturas encontradas datam de eventos muito mais recentes do que na época em que o neanderthal humanóide caminhava sobre a terra e portanto, constata-se que foram introduzidas na região por meio de mistura com invasores caucasianos como os árabes e os europeus.

Se fossemos medir o grau de extroversão no mundo, e especialmente os tipos de extroversão pura, não parecem haver dúvidas de que a Africa subsaariana registraria as maiores proporções enquanto que a Asia Oriental e a Escandinávia registrariam as menores proporções de indivíduos extrovertidos.

Este espectro de personalidade parece se ser um bom marcador sobre mistura neanderthal, se aqueles que não tem qualquer vestígio de infusão genica desta população, tendem a ser os mais extrovertidos, e se aqueles com as maiores proporções de genes tendem a ser os mais introvertidos.

Faz sentido que uma população que se ”especializou” em regiões de clima frio, tenham selecionado um perfil de personalidade mais introvertida, se a introversão se relaciona com menor tomada de risco e portanto de maior controle de impulsos. Em regiões de clima inóspito, menos é mais. Mais chances de sobreviver. Nestes ambientes, as idiossincrasias da teia social, são substituídas por relações mais diretas, cooperativas e francas.

Não podemos afirmar que a mistura neanderthal explicará sozinha o comportamento asiático moderno, nem o comportamento europeu nem o comportamento africano subsaariano (em média, é claro), até porque muitos eventos e mudanças seletivas tem acontecido desde que esta mistura aconteceu. Mas talvez, possamos ver a introversão e especialmente a introspecção como um legado neanderthal, se ela é tão rara entre aqueles que não tem qualquer grande vestígio de infusão genica desta população, ou seja, os negros subsaarianos e se é bem mais comum entre aqueles que herdaram maiores montantes qualitativos e quantitativos.

Teimosia e arrogancia compartilhadas. Por que as famílias das pessoas criativas tendem a ser tão problemáticas**

Certa vez, eu li que uma das possíveis razões (ambientais) para a criatividade, seria por causa dos constantes conflitos entre as pessoas criativas e seus familiares. Uma espécie de válvula de escape. Talvez possa ser verdade que este tipo de problema possa contribuir para a mente criativa, mas não a produzirá visto que tendencias criativas são predominantemente genéticas. Percepções sobre problemas interpessoais e especialmente, que estão a se desdobrar dentro da própria família, podem ser fonte importante para o desenvolvimento criativo, seja na literatura ou nas artes, mas para o criativo, qualquer percepção cotidiana, aquilo que seus olhos estão observando, poderá ser útil para o seu trabalho.

Mais um caso de correlação do que causalidade direta. As pessoas criativas podem ser mais propensas de nascerem em famílias com uma maior carga mutacional que predispõe a transtornos de personalidade. Tal como as próprias pessoas criativas, que no mínimo, tenderão a excentricidade ou raridade comportamental.

Duas características parecem ser marcadores importantes para a personalidade criativa, são eles a arrogancia e a teimosia.

Parece até ter sido feito por encomenda. O criativo precisa ser teimoso para lutar contra a maré de idiotas vesgos que não podem entender seus insights e que muitas vezes, lutarão tolamente contra ele.

E precisa ser arrogante para refutar teorias e ideias anteriores, que estão embalsamadas pelos ”mantenedores técnicos”. A grande maioria das pessoas, inclusive os criativos, preferem a segurança ao risco. Mas o criativo estará mais tolerante ao segundo, principalmente porque se engajará mais nestes tipos de empreendimentos de alto risco.

Estes traços comportamentais potencialmente negativos não se encontrarão apenas no criativo mas também em seus familiares e se ser arrogante e teimoso é fundamental no engajamento criativo, parecerá excessivo em pessoas que não tem este tipo de potencial ou que se manifesta de maneira menos intensa, tal como acontece com muitos parentes próximos, que comungam com as mesmas fontes de loucura, genialidade e instabilidade emocional.

Talvez a teimosia e a arrogancia dos próprios familiares (lembrando que se consiste em uma tendencia e que é evidente que também existirão famílias mais emocionalmente estáveis de pessoas criativas) se consistirão no primeiro e grande desafio do genio criativo, o de se desvencilhar desta teia perigosa que se encontra dentro de sua própria família.

Portanto, a genialidade criativa, que se concentra em poucos indivíduos, pode ver parte de suas características, positivas e negativas, espalhadas em seus familiares mais próximos, incluindo aí, o arrogante e o teimoso.

Pai yuppie, filho hippie

Eu tenho a impressão de que seja muito comum que um casal de ”yuppies” ou de tipos semelhantes, ‘de’ alto qi  (elevada inteligência técnico-quantitativa) mais algumas características de personalidade condizentes com o perfil, possam estar mais predispostos para produzir uma prole de potenciais ”hippies” ou ao menos de filhos que não herdarão a mesma predisposição comportamental para aquisição de dinheiro (estabilidade financeira). Esta possível tendência parece se relacionar com as diferenças entre os intelectualmente obsessivos e os intelectualmente interessados.

Também parece se relacionar com as diferenças entre os tipos de altamente inteligentes e criativos, em que a maior parte dos yuppies, seriam de alto empreendedores, enquanto que muitos de seus filhos, seriam de superdotados e de criativos. Mediante às características dos 3 tipos, parece fazer sentido que pais yuppies, possam ter forte predisposição para gerarem filhos ”hippies”. Eh a evolução.

O aumento da complexidade cerebral e o declínio da adaptabilidade contextualmente ‘primitiva’

As características dos intelectualmente interessados, que geralmente serão de pessoas com inteligência técnico-quantitativa (qi) acima da média e de neurologicamente comuns, são uma das principais razões para o  seu sucesso adaptativo nas sociedades complexas humanas. Até um determinado limite, o aumento da complexidade cognitiva, será uma forte vantagem de sobrevivência, adaptação e sucesso reprodutivo. A partir deste limite, quando o interesse intelectual se transforma em obsessão, esta multifuncionalidade vantajosa  dará lugar às desvantagens contextuais causadas pelo aumento ”excessivo” da complexidade cognitiva. E quanto mais complexa for a máquina, maiores serão as chances de ”erros” mas também de acertos raros e poderosos.

Tal como mostra este excelente texto que postei, os gênios geralmente costumam vir de famílias com um excesso de sucesso empresarial e reprodutivo e portanto, de elevado fitness para adaptabilidade contextual. No entanto, tem sido observado que muitos dos gênios historicamente reconhecidos vieram de  famílias que já se encontravam em franco declínio financeiro. Sabe-se que o acúmulo de dinheiro é fundamental para a a construção de um ambiente estável e posteriormente para a constituição familiar. Os yuppies, que seriam praticamente como ”adoradores de dinheiro”, parecem ser uma espécie de evolução primitiva da inteligência humana como adaptação aos ambientes alargados, competitivos mas também cooperativos que se consistem a maior parte das sociedades ”modernas”.

A energia dos pais ”alto empreendedores” que encontrar-se-á bem distribuída nos ‘meios’ social, intelectual, cognitivo e financeiro, produzindo os tipos perfeitos de seres humanos, a evolução final da bio-cultura, quando os fenótipos vão se adaptando por seleção às culturas dominantes,  em seus filhos, tenderá a se concentrar principalmente em motivações intrinsecamente intelectuais ou artísticas, podendo produzir  desde os tipos à la São Francisco de Assis, até aqueles que só serão bem menos interessados na ”dobradinha evolutiva e adaptativa” de seus pais, estabilidade ambiental (financeira) e constituição de famílias,  ou seja, sem transcendências extremas.

O maior pesadelo de qualquer dinastia financeira é a de que seus filhos ou a maioria deles, nasçam com um excesso de complexidade mental, que já está presente em doses homeopáticos nos pais e provavelmente, este cenário parece ser muito comum de acontecer em famílias de altamente inteligentes, onde o bio-fogo do testosterona, poderá produzir desde o magnata do mercado financeiro até o mártir filosófico e espiritual.

Mãe verbal, pai não-verbal**

Famílias muito bem sucedidas financeiramente ou com potencial, parecem ser fruto de um modelo sexual-cognitivo clássico, onde o pai apresentará um tipo de inteligência mais masculina ou seja, não-verbal e portanto mais hábil para com os números, enquanto que a mãe tenderá a demonstrar grandes habilidades verbais. Se a inteligência verbal é uma herança principalmente da mulher, ou que é transmitida via matrilinear, então parece haver a necessidade de que a mãe seja uma mulher muito verbalmente inteligente além de apresentar outros aspectos positivos de personalidade para que possa passá-lo para os seus filhos. O pai com uma inteligência geral alta mas principalmente com uma maior habilidade na parte não-verbal, tipicamente masculina, pode contribuir para a conformação de um modelo mental e comportamental ideal para o sucesso financeiro e reprodutivo. É claro que os cenários são variáveis e vou lhes contar um segredo: meus pais são assim, 😉

Mas isso faz muito sentido. O homem inteligente e que é potencialmente hábil para ganhar boas somas de dinheiro, que é a ‘técnica’ mais importante para a adaptação humana em sociedades complexas, provido por um tipo ideal de personalidade, sexual e comportamental, que se casa com uma mulher femininamente inteligente, isto é, com grandes habilidades verbais, o acoplamento clássico, onde já pode haver um excesso de mutações incomuns que os produzem e resultar em proles mentalmente complexas. Mas claro que uma pitada de predisposições incomuns e heterozigotas tais como o histórico de transtornos mentais, são muito importantes para dar o toque de chefe nesta culinária evolutiva.

Pais conformistas, culturalmente proles e tecnicamente inteligentes (muitos destes, que serão de alto empreendedores) apresentam forte tendencia para produzirem crias de artistas, inconformistas, filósofos (ou candidatos em potencial), genios, assim como também toda a sorte de tipos ”degenerados” como os esquerdistas.

A evolução (natural) cognitiva humana é a sua complexidade

Eu tenho observado que em muitas famílias de alto empreendedores, incluindo a minha,  a individualidade parece ser a característica fundamental que unem seus filhos. Na minha família, eu sou completamente diferente dos meus outros dois irmãos, um deles que é um esquerdista, digamos, beirando ao fanatismo ideológico. O outro, é do tipo ateu super masculino, o geek sem personalidade rotulável pré-definida.

O gráfico acima, de Paul Cooijmans, mostra que o aumento da complexidade mental humana inevitavelmente caminhará para produzir tipos raros de perfis de personalidade cognitiva (isto é, inteligencia per si). A minha ideia de ”antropomorfia” ou individualização humana, provocada pelo aumento da complexidade mental, resultado direto da evolução da percepção cognitiva, tornando-se mais e mais intensa e realista. No entanto, como o ser humano se apresenta bastante diverso em sua cognição comportamental e intelectual, este aumento de intensidade perceptual não se fará plenamente uniforme em todos os indivíduos providos de um maior intelecto pelo fato de haver uma universalidade quanto ao desenvolvimento assíncrono das características cognitivas e comportamentais.

Além das diferenças qualitativas, o aumento da complexidade mental em indivíduos neurocomuns (neuroatípicos também) pode resultar no comportamento hardcore esquerdista. Pense em um homem com um corpanzil de gorila e uma fraqueza de desnutrido. Agora vamos acoplar esta analogia ao esquerdista que está bio-cognitivamente equipado com uma ”motivação intrínseca” para idealizar e enfatizar abstrações, mas SEM a capacidade de entende-las. Existem pessoas que são cognitivamente inteligentes mas que não são intrinsecamente motivadas para a cultura neurológica da mesma, isto é, estudar e debater ideias, conceitos, matemáticos ou filosóficos, etc… Da mesma maneira que também existem pessoas que não são cognitivamente inteligentes mas que são intrinsecamente motivadas. O esquerdista médio parece pertencer a esta segunda categoria.

O soldado estúpido cheio de energia pra disparar, quer dizer, pra dar, que Napoleão tanto desprezava. O esquerdista mediano seria mais ou menos como o pior soldado dos exércitos revolucionários, que ou aquele que está cheio de energia mental, mas que não tem capacidade de direcioná-la de maneira objetiva, realista e eficiente, se perde no mundo das abstrações, a famosa prisão abstrata que eu já descrevi.

Mas talvez eu esteja sendo muito carrancudo para com nossos amigos de vocabulário acima da média, mas de pobreza em pensamento abstrato-perceptual, e na verdade, eles só sejam um dos resultados da individualização da mente humana, por meio do aumento de sua complexidade. E sabemos que o incremento da complexidade em máquinas, as torna mais vulneráveis a ”erros”.

Pais ”conservados” podem produzir filhos ”degenerados”

O termo conservadorismo, se oriunda da palavra ”conservação”. E esta ideia parece se relacionar justamente com as fortes predisposições neuro-culturais dos seres humanos mais conservadores. O princípio da conservação como método de auto-replicação  por meio da reprodução. Aqueles que estão no oposto político-cultural dos conservadores ou conservados, seriam os esquerdistas ou ”liberais”, uma terminologia muito mais condizente para com suas culturas neurológicas. O princípio da ‘liberdade’ tende a produzir a degeneração ou a decomposição, porque enquanto que o conservador equivaleria ao fogo que conservado ou concentrado, se torna suficientemente forte para se espalhar (replicar), a liberdade por sua vez, se basearia na decomposição, enfraquecimento do próprio fogo, porque ao contrário do sacrifício em prol da auto replicação genética, o liberal se sacrificaria em prol de si mesmo, como a chama que se apaga, justamente por causa do excesso de auto-uso. O narcisista liberal e o preconceituoso conservador. O conservador que precisa discriminar os ”degenerados”, auto-decompositores (auto-centrados) por aqueles que comunguem com as mesmas predisposições de auto-conservação. E o liberal narcisista, que não pode aceitar a ideia de deveres acima dos direitos ou como um meio para se adquiri-los, visto que só pode viver para si mesmo. O fogo que se apaga e o fogo que se expande.

Criatividade e a incapacidade abençoada de filtrar as informações ambientais. Um relato pessoal e santo.

 

Um jovem de 26 anos de idade que acabou de formar na faculdade agora, deveria estar estudando para concursos públicos. Se este jovem fosse um neurologicamente comum, intelectualmente interessado e de perfil de inteligencia predominantemente técnica, ele teria mais chances de se dedicar aos estudos e de passar nos concursos dos quais  está pleiteando. No entanto, este jovem, que sou eu, tem baixa inibição latente.

A vontade e capacidade de concentração em interesses extrínsecos é baixa o suficiente para que não esteja me dedicando nem 20% de minhas energias neste empreendimento pessoal de longo prazo, ter um emprego público estável, com um bom salário. Ainda que possa faze-lo no futuro, este tipo de comportamento não se dá de maneira natural em mim. Me lembro quando fiz uma matéria no meu curso da faculdade, daquelas que não são obrigatórias para constar no currículo. Me lembro que o assunto desta matéria não me interessou e da nota baixa na primeira prova como resultado deste desinteresse. Também me lembro do meu empenho (alimentado pelo medo de não conseguir passar na matéria, que seria uma grande estupidez de ser feita na faculdade) e minha nota alta na prova final, que foi além do suficiente para que pudesse passar na matéria. A personalidade, que na minha concepção, não é ”algo” que está separado da inteligencia, parece ter um papel muito importante em nossos perfis cognitivos e em nossas culturas neurológicas. A minha grande tendencia para ”distração”, ocasionada por causa da baixa inibição latente, parece estar diretamente associada a minha intensa motivação intrínseca, que me torna um intolerante em relação aquilo que não me interessa. Eu me tornei um expert autodidata em psicologia, mas não consigo sentar a bunda na cadeira e dedicar duas horas por dia, no mínimo, para estudar sobre assuntos dos quais não me interessam intrinsecamente, mas que serão úteis no dia da prova.

O criativo (especialmente do tipo não-savant) é aquele que já nasce com uma natural conexão (ou motivação intrínseca) por aquilo que mais gosta de fazer. Em outras palavras, ele já nasce sabendo de suas forças e fraquezas e como consequencia, se dedicará muito mais em suas forças e desde a tenra idade. Além de não desenvolver (por ser incapaz) o hábito de estudar tudo aquilo que a escola exige em seu currículo, ele também caminhará para se super especializar em suas ”paixões mentais”. E onde ‘todos são iguais’ e  ‘todos tem a mesma condição para alcançar a felicidade mundana e tecnocrática’, leia-se, ‘educação’, o criativo se encontrará perdido em um mundo onde não haverá o mínimo de respeito por suas naturais idiossincrasias cognitivo-comportamentais. Justamente a ‘educação’ que a grande maioria louva como a pedra filosofal do sucesso individual e coletivo, que é uma das grandes responsáveis pela desigualdade social assim como também pelas muitas injustiças que vemos dentro de sistemas pretensamente meritocráticos.

A incapacidade de filtrar informações ”irrelevantes” da mente criativa, e no meu caso, faz com que o tempo seja percebido, não como uma passagem progressiva e coerente de eventos, mas exatamente da maneira como é, ou seja, relativo e sem uma sequencia coesa. Os tipos mais criativos percebem o mundo ao seu redor de maneira muito mais intensa e completa do que aqueles que não são constituídos do mesmo teor bio-cognitivo. Portanto, enquanto que apenas uma hora de viagem de ônibus, geralmente não significará nada de especial para o neurocomum, para o criativo, este pequeno trajeto pode ter um profundo significado tanto para a sua memória quanto para a construção de percepções incomuns do cotidiano. Nada é irrelevante pra nós. A sensação de profunda conectividade com o ambiente é uma forte causa para a hiper sensibilidade emotiva do genio criativo. Se tudo é relevante, tudo é importante, tudo se conecta, então será deveras problemático para o genio, conseguir aceitar e conviver em ambientes de extrema desarmonia, tal como é a regra nas sociedades humanas.

Quando eu começo a estudar as matérias de um concurso público qualquer, a minha mente parece estar interessada em tudo o que está acontecendo ao meu redor, menos no caderno e no livro que estão na minha frente. Quando nos sentimos obrigados a fazer aquilo que não queremos, o sofrimento de se desconectar das ideias que rotineiramente estão a bailar por nossas mentes, será muito maior. É como tentar se passar por outra pessoa, de maneira organica.

Esta ”opressão burocrática”, pode e não duvido que já tenha produzido vidas não-realizadas de muitos ‘potenciais’ genios criativos no mundo moderno. Eu também acredito que o excesso de informações assim como também a velocidade de como essas informações são processadas, por causa da sofisticação dos meios de comunicação, também estejam causando muitos problemas à mentes hiperativas. Portanto, paradoxalmente, as inovações tecnológicas, que são produtos de genio, podem estar provocando problemas de concentração para muitos tipos criativos, de igual natureza cognitiva.

O criativo quer fazer muitas coisas ao mesmo tempo ou no mesmo dia, como ver um filme do Ingmar Bergman, escrever textos para o seu blogue ou caminhar. Talvez, todas as pessoas sejam assim. O grande diferencial parece se dar na intensidade direcionada a cada atividade. Ver um filme profundamente intelectual, pode ter um grande impacto em mentes criativas. Escrever textos também podem custar um pouco de suas energias transbordantes. Caminhadas nunca são apenas caminhadas, porque enquanto que as pessoas neurocomuns passeiam nas ruas sem se preocupar muito com  o que está acontecendo ao redor, os criativos quase sempre estarão interessados em tudo, em como está o céu, se está nublado ou ensolarado, no rosto das pessoas, se as pessoas estão retribuindo o olhar, isso sem contar nas ideias internas. A mente superativa nunca se cansa. E tudo isso caminhará para colidir com o mundo exterior onde boa parte dos criativos estão inseridos. Um mundo chato, burocrático, com um excesso de regras, uma perda de tempo em subjetividades, um mundo de pessoas que captam pouco o que acontece ao redor, sem empatia verdadeira e hipócrita. Somos nós que temos baixa inibição latente ou seriam os neurocomuns que apresentam déficits mentais** Talvez os dois estejam certos, mediante as suas respectivas perspectivas.

A epistasia cognitiva em mentes predominantemente criativas funciona de tal maneira que tenderá a neutralizar a capacidade cognitiva plena, de memorização, aprendizado mecanico e sequencial POR interesses extrínsecos.

Para o criativo (especialmente do tipo super empático), os fins não justificam os meios. Mentes objetivas desprezam aquilo que é subjetivo. Somos um pouco mais savants na criação original do que os demais e desprezamos naturalmente o mundo da repetição de conhecimento que se consiste a burocrática educação.

 Pessoas muito criativas e inteligentes são extremamente mal compreendidas e isso talvez não seja apenas uma tendencia pós-moderna. Esta incompreensão, apesar de parecer lógica, onde mentes simples não podem alcançar a velocidade e a abrangência holística e objetiva de mentes muito complexas, na verdade parece se basear justamente no contrário, onde as mentes simples tendem a se perder em um mundo complexo enquanto que as mentes mais brilhantes tenderão a sintetizar melhor esta complexidade. Portanto, não é a capacidade de ver o complexo, mas de ver simplicidade no complexo.

Eu percebo que é muito, muito comum que as pessoas neurocomuns literalizem o abstrato assim como também façam o inverso, abstratizar o literal. A metáfora do estrabismo mental que predomina na humanidade.

Portanto a mente criativa precisa ser reconhecida, compreendida e colocada em seu ambiente profissional de criação, não apenas no mundo das artes e da cultura, mas também em todas as outras esferas de influência da sociedade. A ausência de criativos (e especialmente dos gênios criativos, e não de mattóides) em lugares como a política, é uma das principais causas para o estado escatológico a que sempre se encontrou.

 

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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