Diferenças qualitativas de inteligencia entre as ”frações inteligentes” das raças humanas (europeus e leste asiáticos) e o porque dos HBD’s acreditarem que os leste asiáticos sejam um dos grupos raciais mais inteligentes

Apesar (ou, ”apesar”) ‘do’ qi maior ”dos” leste asiáticos, mediante algumas poucas e tendenciosas comparações, suas nações parecem estar aquém do esperado (especialmente para os fetichistas de qi) em relação as suas supostas maiores capacidades cognitivas coletivas. Se são tão inteligentes assim, então, mediante a ideia de multidimensionalidade do intelecto humano, deveríamos estar experimentando uma espécie de renascença oriental, em tecnologia, cultura, ciencia e filosofia. Ainda que o Japão, sempre tenha de estar em destaque quanto a sua excepcionalidade, contextual, cognitiva e ambiental (uma sociedade menos autoritária que a de seus vizinhos e portanto mais ambientalmente apta para inovação) e portanto, demonstre apenas uma parcial negabilidade quanto a esta realidade, as demais nações da Asia Oriental, não parecem estar correspondendo naturalmente as expectativas da maior parte dos hbds, até mesmo como comprovação da linearidade recíproca ou causal entre ”qi” e ”inteligencia”, isto é, que corresponderia a todo guarda chuva espectral de definições e de tipos.

Em um mundo em que o ”homem branco”, mostra-se extremamente combalido por causa de uma grande quantidade de graves problemas que o assola, tal como a demografia suicida a que boa parte de sua população cognitivamente produtiva está inserida (desde a um bom tempo), qualquer tipo de comparação entre leste asiáticos e caucasóides europeus, ainda será injusta, especialmente, mediante as diferenças de contexto social, onde que enquanto que no Japão, a cultura prevalente é a nacional e não existem lutas internas, nem qualquer grande stress com populações de repartições étnicas distintas, ou conflitos que são provocados por agitadores profissionais, em países como a França ou a Grã Bretanha, o cenário de relativa paz interna que os japoneses experimentam ainda nos dias de hoje, já não é a realidade cotidiana desde os anos 90.

Ainda assim, parece ser possível especular o porque do relativo fracasso asiático em inovação, sem a necessidade de copiar modelos inteiros de inovação do Ocidente, por exemplo, ao ocidentalizarem a própria cultura, derrubarem seus tesouros históricos em prol de prédios modernos, envidraçados, cinzas e sem graça ou de copiarem cada passo da revolução industrial, que polui o ar, destrói o meio ambiente e provoca graves problemas estruturais tal como o deslocamento maciço de pessoas do meio rural para a zona urbana (mas quem ficará no meio rural para produzir o alimento que será consumido pela população das cidades**)

Este texto que postei, sobre as diferenças entre os tipos de ”superdotados”, pode servir muito bem para explicar o porque deste paradoxo. Apesar (supõe-se) da maior inteligencia técnico-quantitativa dos leste asiáticos, suas realizações cognitivas em geral, ou seja, que abarcam cada parametro cognitivo, que necessite usar o intelecto para a construção e externalização destes feitos, tem sido comparativamente menores em comparação aos caucasóides europeus. Por exemplo, apesar da maior fração inteligente (proporção estatística de pessoas ”com” qi acima de 105), os leste asiáticos não estão conseguindo produzir nações mais desenvolvidas que aquelas que os caucasóides já conseguiram fazer. Na verdade, em palavras mais diretas, os leste asiáticos ”apenas” produziram cópias das sociedades ocidentais, que ainda não conseguiram superar o modelo original em qualidade e esta superação só se daria por meio da inovação.

O diferencial do ”homem branco” quanto a capacidade de inovação e portanto de criatividade, se daria justamente pelo fato de ter uma maior proporção de superdotados (genuínos) e de criativos entre as populações europeias do que em comparação as populações leste asiáticas. Nestas populações aliás, predominaria em suas respectivas frações inteligentes, o tipo de ”alto empreendedor” de ”superdotados”.

Parece fazer muito sentido que a maior parte dos leste asiáticos mais inteligentes, pertençam a categoria de ”alto empreendedor”, o tipo socialmente perfeito, que se esforça para aprender o máximo possível (escolasticamente possível) de um determinado ou de um conjunto de informações, que se interessa por suas notas na escola e avaliações positivas em suas áreas de atuação, o tipo ”burocrático”, só que é cognitivamente ”superior” ao tipo comum da mesma ”espécie”.

Isso explicaria o porque de serem bons a excelentes copiadores ou replicadores convergentes, mas de terem graves problemas de inovação independente e localmente condizente com as suas necessidades culturais específicas. O leste asiático superdotado mais comum, seria justamente como os seus homólogos ocidentais, o tipo mais comum de ”altamente inteligente” que podemos encontrar, com um déficit em qualidade e em quantidade dos outros dois tipos. Ao lerem o texto que deixei disponível, sobre as diferenças entre os 3 tipos de ”superdotados”, voces entenderão perfeitamente o que estou querendo dizer.

O superdotado mais popularmente conhecido, é o nerd bonzinho, conformista e que tira notas altas na escola, mas o superdotado original ou genuíno, é justamente aquele que tende a questionar todos os alicerces que as sociedades humanas estão repousadas. E os tipos criativos, também fariam parte da ala mais ”radical” de superdotados. O excesso de inconformistas, poderá produzir desde os genios criativos, até os acéfalos neodogmáticos de mattoides em seu estado mais puro de putrefação degenerativa. Isso explica o sucesso ocidental assim como também a sua atual psicose coletiva por meio da ”polícia orwelliana de pensamento”.

Por que os professores só reconhecem o ”alto empreendedor” como ”o mais inteligente”*** 

Engenheiros definem a inteligencia de acordo com os seus próprios parametros neurologicamente culturais. Médicos tendem a definir a inteligencia, também de acordo com a sua perspectiva bio-perceptiva. Em outras palavras, mais diretas, médicos, engenheiros, professores… voce e eu, tendemos a definir o conceito de inteligencia, de acordo com nossas respectivas perspectivas neuro-culturais. Mas isso não significa que todas as perspectivas estejam hierarquicamente iguais em suas descrições conceituais e em importancia. Além de não negar a diversidade cognitiva (ao contrário, eu a defendo) eu também estabeleci uma hierarquia conceitual baseado em uma perspectiva neutra, de lógica intuitiva, que faça sentido, independente do contexto ocupacional. Portanto, para o médico,  para o professor ou para o engenheiro, desprezando as suas particularidades cognitivas, todos estarão sob as mesmas regras gerais, para o conceito e a prática da inteligencia, como quando toda a multidimensionalidade da mesma for acionada adequadamente em qualquer contexto.

Tal como o professor que tem uma grande tendencia para buscar em seus alunos, tipos cognitivamente iguais a si, me parece que situação parecida acontece dentro da comunidade hbd.

Se para os hbds, a inteligencia pode ser perfeitamente expressada por meio dos resultados em testes cognitivos ou de qi, assim como também de realizações escolares, então eles tenderão a buscar ”os seus” tipos de ”mais inteligentes” que estejam condizentes para com as suas próprias perspectivas neuro-culturais, ou seja, que expressem o que são em termos cognitivos. Portanto, se eu fosse um alto empreendedor, socialmente ajustado ”e de alto qi”, eu buscaria ”genios” que se assemelhassem com a minha própria condição cognitiva, da mesma maneira que o professor, o engenheiro ou o artista fazem. Impor suas próprias condições cognitivas como parametro de inteligencia.

Esta auto projeção, além de não ser genuinamente empática e eu já expliquei o porque (auto projeção não é empatia), também desprezará a diversidade cognitiva, onde todas as perspectivas neuro-culturais específicas estão corretas, se forem avaliadas mediante as suas próprias perspectivas (como não haveria de ser), mas que necessita de uma hierarquia geral, que abarque todas elas. E eu também já mostrei que a sabedoria (a verdadeira sabedoria e não apenas aquela palavra tão entoada mas pouco conceitualizada) parece ser perfeita como a englobadora-mor de todos os aspectos cognitivos mais especificados, por se basear em um tipo mais ”atávico” e global de capacidade cognitiva, o princípio da auto conservação ou da sobrevivencia. Inteligencia, tal como a conhecemos e valorizamos, se relaciona com adaptação contextual enquanto que a sabedoria se relaciona com a capacidade de sobrevivencia, e portanto, de adaptação não-contextual.

Portanto, a insistencia hbd em relação ao determinismo do qi, talvez possa ser explicada por meio desta tendencia de enfatização neuro-cultural que todos nós apresentamos, inclusive, para conceituar a inteligencia. E as diferenças entre os 3 tipos básicos de ”superdotados” ou de ”intelecto superior”, parecem ser perfeitas para desvendar parte do paradoxo (ou pseudo paradoxo) sobre a realização ”abaixo do esperado” para as populações leste asiáticas, que seriam supostamente, providas de maior inteligencia quantitativa, coletiva. Um excesso de ”alto empreendedores”, convergentemente brilhantes mas de pouca capacidade criativa e marcados por características da personalidade conformista, o oposto daquelas que tendem a predominar entre os genios criativos.

O excesso de alto empreendedores os fazem aptos para o conhecimento convergente, mas o possível (muito possível) déficit em superdotados (”genuínos”) e de criativos, apareça como explicação ideal para completar o quebra cabeças deste (provável) paradoxo.

Anúncios

Tags:, , , , ,

About santoculto

Email ataudecinzento@gmail.com

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

renanbarreto88

Just another WordPress.com site

Castro456's Blog

O medo do nada

Delusions of Adequacy

And You Thought You Might Have Had Delusions of Grandeur

PARTO DE IDÉIAS

"Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância." Sócrates.

Pshelinha

Um pouco de mim..

Pensar Novo

"Saber que você precisa mudar não é suficiente. Você precisa ter a coragem de fazer esta mudança." Robert Kyosaki

Mind Hacks

Neuroscience and psychology news and views.

Inside Perspectives

of Asperger Syndrome and the Neurodiversity Spectrum

Agoraphobia Subliminal Hypnosis

Come out of the woods, the dark, come into the light. As a recovered agoraphobic, I've designed these audios over many years in order to help you. Charles K. Bunch, Ph.D.

Antimidia

Textos sem sentido, para leituras sem atenção, direcionados às pessoas sem nada para fazer.

%d blogueiros gostam disto: