O observador

Quem fala pouco, escuta muito,

Quem escuto muito, guarda mais,

Olhos sempre atentos,  padrões e(m) ambientes,

mudanças acontecem, pessoas são repetitivas ou

surpresa…

mundo de suspeitas, de ideações, a quase paranoia, algumas vezes vem ela inteira,

como a amante ciumenta e seus cigarros cheirando a sexo,

guarda o importante, tem uma prateleira, um relatório sobre cada um, sobre cada átomo humano,

o atomizado,

analisa e observa,

algumas vezes interfere,

querem conselhos mas também  o querem calado,

para que possa escutar sobre suas vidas, que voce já conhece,

não existem decepções,

mas elas surgem, como a onda que acompanha a lua em sua gravidez,

mais e mais atento, memória de desencantos,

é do papel em branco,

ou o cinza de tédio,

o mundo que voce quer pintar,

que os outros enxergam com as cores dos outros,

o cachorro que persegue a bola,

tu que persegues a febre da vida, a paralisa em tua visão, ao tempo em lentidão,

lentilhas sem gosto, verdes cheirando a espreita,

visão muito aguçada, preguiça desenfreada, mundo de gente atrasada,

e voce, que está sem pressa alguma,

mas o tempo te come, te estupra, a morte sua não lhe importas,

o que te sobra**

fofocar mentalmente tal como o huno que conta as suas vítimas,

Observar e anotar em um papel que se queimará,

o dna de informações essenciais, saber sabendo que se esvairá pelo ar,

sem destino certo, a alma do observador, a alma vagando, morto em vida,

frio mas sanguíneo, colérico mas calmo,

sem abóboras para enfeitar, teus sorrisos não valem nada,

mas sorri a positividade de buscar, sem ter qualquer transcendencia, seu ato sempre é o de estar fora dali,

a teia da aranha- alienação, e tu o que fazes,

o que vosmecieur fará**

Ver teus amigos, amores e parentes serem devorados pela alucinação da segurança,

mas o que o passivo frio poderia fazer,

se ele é o observador,

apenas observará,

e lamentará mas gostando de estar em sua pele translúcida,

o véu e a penumbra, o momento de susto a aquele que sonha sem precisão,

Observa e já sabe,

brinca de emoções, que são suas concubinas sem pudores,

jacobina é a sua inércia, o seu ato mais condizente,

sorrisos ardentes, a epístola do transcendente,

que também queimará,

que Deus o que!*!

eu quero a Fenix, a me levar….

 

 

 

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