Múltiplas inteligencias, judeus asquenazes e caucasianos europeus parte 3

Continuando (e terminando) a série sobre diferenças raciais qualitativas de inteligencia por meio da teoria das múltiplas inteligencias de Howard Gardner assim como também a reutilização da metáfora da vespa parasita e da aranha.

Os caucasóides europeus são o grupo racial mais fenotipicamente diverso (especialmente no que diz respeito a coloração da pele, cabelos e olhos) dentre todas as variedades humanas. Na verdade, as múltiplas perspectivas bem como a relatividade taxionomica, aparecem aí como uma boa maneira de se buscar entender o porque desta diversidade. Por exemplo, muitos raciologistas dividem as populações mongolóides em ”leste asiáticos” (chineses, japoneses e coreanos) e ”sudeste asiáticos” (filipinos, indonésios, tailandeses, malaios…). A explicação para esta divisão se dá justamente pelo fato dos primeiros serem mais racialmente decantados (”puros” no jargão pseudo-científico mais perto de voce) enquanto que os segundos são mais racialmente mestiços. Entenda da seguinte maneira, enquanto que os japoneses são 95% geneticamente mongolóides, os filipinos seriam em média 80% ”mongolóides”. Eu não sei quanto seria a proporção racial mais precisa que essas populações apresentam (especialmente a segunda), mas me parece um exemplo elucidativo. As populações caucasóides mais racialmente decantadas seriam justamente, usando a mesma analogia, aquelas que se localizam no noroeste e no norte da Europa. Poderíamos imaginar Vietnã e Laos tal como Itália e Grécia, em termos genéticos, comportamentais e fenotípicos, isto é, no meio do caminho entre a depuração máxima já estabelecida (Japão, Suécia**) até o limite de miscigenação em que apesar da mescla, ocorre alguma preservação de fenótipo proto-caucasóide (Indonésia, Arábia Saudita**) . Portanto, em resumo desta parte quase-inútil do texto, vamos considerar todos os europeus de descendencia predominantemente nativa (no mínimo de 95%) como brancos, independente de seu fenótipo ou inteligencia mas mantendo o apreço pelas diferenças qualitativas e de grupos.

Dentre os caucasóides, destacam-se os judeus, especialmente aqueles que (também) são de linhagem europeia. Estes são genericamente denominados como ”ashkenazim” ou asquenazes. Na verdade, muitos asquenazes, especialmente aqueles que tem descendencia na Europa Ocidental, podem  ter sangue sefardita, a população judia de origem ibérica, que se dispersou e se misturou depois de sua expulsão e conversão em massa na Espanha e em Portugal. O mais importante no entanto, de se ter em mente, é que esta população apresenta particularidades genéticas que obviamente reverberarão em todos os outros aspectos biológicos.

Em termos cognitivos, temos aprendido parcialmente e até confusamente por meio da comunidade hbd que os judeus asquenazes apresentam elevada inteligencia verbal, isto é, cristalizada, combinada como inteligencia visuo-espacial mediana. Também aprendemos que os brancos caucasóides tendem a apresentar uma inteligencia (qi, ou inteligencia técnico-quantitativa) mais baixa em comparação aos leste asiáticos assim como também aos próprios judeus e sem grandes discrepancias internas de pontuação em testes de qi. No entanto, eu tenho quase a plena certeza de que os ”brancos caucasóides” são muito mais variáveis, também neste aspecto, e que não se poderia estabelecer de maneira precoce que ”seriam” ”menos inteligentes” apenas por estes resultados em testes cognitivos. Como eu gosto de dizer, quanto maior a capacidade, mais subjetivo e relativo será o julgamento e a comparação. Quem é mais inteligente, um genio filosófico ou um genio matemático***

Muitos poderiam sugerir que o matemático seja o mais inteligente, mas será mesmo* Na verdade, é complicado estabelecer quem seria o mais inteligente, primeiro porque as diferenças quantitativas entre os dois não são tão significativas e segundo que justamente por causa das diferenças qualitativas, que qualquer julgamento tendencioso para um dos lados, já poderá ser considerado como injusto. Esta comparação serve de entrada para a metáfora que melhor explica os intelectos da dupla ”do barulho” na espécie humana, os caucasóides judeus e os caucasóides europeus.

A primeira imagem do post nos mostra uma relação parasitária entre a vespa e a aranha. A vespa, minúscula porém evolutivamente complexa e ”inteligente”, se agarra a primeira aranha que encontrar e parte para uma luta inicial para atingir a mente de sua potencial presa. A partir do momento em que a vespa consegue o domínio ao introduzir-lhe substancias químicas que hipnotizam a mente da aranha, a relação parasitária estará estabelecida.

O mundo ocidental até os anos 50, era vigoroso, 25% da população mundial era de origem europeia. As maiores potencias do mundo eram quase todas europeias ou de extração europeia. O total domínio mundial que os europeus e seus descendentes conseguiram estabelecer até aquela época, não se compara aos dias atuais, em que a demografia destas populações está a morrer incessantemente. Além desta dramática e cada vez mais notável fragilidade, imigrações em massa aumentam ainda mais o que de fato se consiste em um genocídio sofisticado e programado, visando limpar da superfície terrestre, boa parte das populações europeias e de descendencia. Para aqueles que argumentam tolamente que o tal ”genocídio branco” não passa de mais uma teoria de conspiração, então basta visitar o cenário cultural, demográfico e político da pequena e distante Nova Zelandia, de paisagens naturais deslumbrantes. Por que diabos alguém se preocuparia em ”brasilizar” um país distante e ”irrelevante” como a Nova Zelandia**

Pergunte ”ao” judeu. Os judeus parecem ser o exato oposto do homem branco em muitos aspectos. Se o homem branco se olhasse no espelho, talvez visse um homem pálido com barba por fazer (ou por manter) e um kippah adornando o ”cocuruto”. Se a cultura tem um papel muito importante nos processos seletivos, ao propiciar o ostracismos dos dissidentes fenotípicos e favorecimento proto-nepotista daqueles que estão em conluio com as regras sócio-cognitivas estabelecidas, por auto ajustamento (adaptação) ou simplesmente por encaixe perfeito (por exemplo, o homem predominantemente conservador em uma sociedade de igual natureza), então poderíamos imaginar o que dois livros ”sagrados” podem ter em comum.

A bíblia prega a rendição divina e a bondade cega enquanto que o talmud judeu prega o exato oposto, a malandragem como regra de ouro, especialmente em relação aos goys tolos (além de crueldade de tratamento).

Pessoas inteligentes e empáticas quase sempre buscarão de uma maneira ou de outra, torta ou correta, a igualdade de condições assim como também a justiça. Uma grande proporção de pessoas inteligentes é o pesadelo de qualquer parasita humana com pretensões de dominação, e quão mais espertas elas se tornarem, mais perceptivas serão e mais difícil ficará o jogo do parasita para cultivar escravos.

A disgenia funciona como uma maneira preventiva de se evitar que a classe de escravos se torne suficientemente inteligente para impor um equilíbrio as regras do jogo e até mesmo a extinção dessas diferenças.

Mas como o psicopata é ”fominha” e não pode evitar o parasitismo inconsequente, acabará por depredar o ambiente que construiu para ser o rei, justamente porque não pode controlar a sua ganancia. Eh uma crescente entrópica que terminará em ruínas e destruição. A mentalidade talmúdica do mundo moderno e talvez de sempre, de que os menos inteligentes sejam mais fáceis de serem escravizados, não se sustenta a partir do momento em que não existe uma classe-tampão, que separe a elite psicótica, da subclasse, igualmente psicótica. Se só existir a elite e outra classe, de subjugados, os riscos de um ”aristocracídio” serão muito maiores. As massas que lambem os pés enrugados da rainha Elizabeth, são brancas e nativas. O imigrante trabalhador, de classe baixa, pouco se importa para com estes tipos de convenções hierárquicas ainda que tenha predisposições parecidas de respeito a autoridade.

Múltiplas inteligencias, judeus e brancos

Como pouco se sabe até agora sobre a real natureza do judeu médio em termos comportamentais, psicológicos e cognitivos (obrigado hbd!!) bem como pela distribuição destas características fundamentais que os tornam únicos (em suas próprias perspectivas mas também mediante tamanho impacto que tem produzido em todo mundo via ”ocidente”), então, não se poderá afirmar absolutamente nada ainda que minhas observações sempre sejam capturadas por intermédio da ”lógica intuitiva”.

Com relação aos brancos europeus, ainda haverá a necessidade de detalhar as muitas diferenças de cada população, por exemplo, entre italianos e finlandeses. No entanto, para não nos perdermos dentro desta diversidade, eu vou usar alguns exemplos mais gerais ao invés de estabelecer um conjunto de características para cada povo.

JUDEUS ASQUENAZES 

Como eu disse acima, sabemos por agora, que os judeus asquenazes tendem a apresentar uma elevada ou maior inteligencia verbal, que pode ser acessada com certa fiabilidade, por meio de testes de qi, em combinação epistática com inteligencia não-verbal ou visuo-espacial deprimida. Quase todos os estudos com uma boa amostra representativa, encontraram uma média de qi verbal entre os judeus asquenazes, variando de 107 até 111 e um qi visuo-espacial em torno de 98. Se a média de qi verbal do americano europeu nativo, por exemplo, for mesmo de 103, com pouca variação nas pontuações mediante uma perspectiva coletiva, então a vantagem judia poderá não ser tão alta assim como imaginávamos.

Eu nunca entendi o porque de darem tanta enfase na inteligencia verbal judia, enquanto que para os leste asiáticos por exemplo, quase sempre se usou o parametro de ”qi performance” ou ”qi geral” para comparar as suas médias de qi. Seria mais justo se para todos os grupos, fossem usados os mesmos critérios. Então, como uma espécie de ”artifício estatístico”, os judeus asquenazes ”são mais” inteligentes, por causa do qi verbal maior. No entanto, os leste asiáticos tem qi visuo-espacial maior (só que com uma combinação epistática diferente em comparação aos europeus ou a maioria dos europeus com maior inteligencia espacial) e os europeus são muito variados e com vantagens que não estão presentes nem nos leste asiáticos, nem nos judeus asquenazes. Afirmar que os judeus sejam mais mais inteligentes é um equívoco, mas negá-lo também será. Justamente por isso que nós temos as múltiplas perspectivas para serem usadas como bússola de julgamento e detecção de erros e acertos. Mais a frente por meio da metáfora da aranha e da vespa parasita, eu vou mostrar-lhes porque este concurso de quem é o povo mais inteligente, especialmente nos mais altos níveis de inteligencia, se consiste em uma relativa perda de tempo.

Em relação a inteligencia ”lógico-matemática”, justamente por serem parte da chamada inteligencia cristalizada, isso sem levar em conta que existe a necessidade de ser bom com números para ser um bom comerciante, não parecem restar dúvidas quanto a maior habilidade judaica neste quesito, mas que sem características psicopáticas de personalidade, não costumam ser muito boas para o sucesso financeiro, vide aqueles com maior inteligencia matemática e características comportamentais mais autistas. A combinação epistática de personalidade cognitiva (o modelo integrada de inteligencia) que parece ser a mais comum entre os judeus é justamente aquela em que habilidades matemáticas encontram-se em harmonia com capacidade de manipulação, tanto para abstração quanto para as relações interpessoais. O fenótipo cognitivo e ocupacional do comerciante, bom em números e na lábia, parece fazer muito sentido aqui.

Portanto, com relação a certos atributos de inteligencia cristalizada, ou seja, verbal-linguística e lógico-matemática, tudo leva a crer que os judeus asquenazes sejam cognitivamente superiores em comparação as outras populações.

A comunidade hbd nos faz acreditar que a maior inteligencia cristalizada dos judeus asquenazes seja a principal razão para o seu estrondoso sucesso nas sociedades ocidentais. No entanto, eles parecem estar se esquecendo do grande talento judeu para a mímica comportamental bem como pela capacidade psicopática e sábia de entender a alma humana, especialmente a ocidental. A hierarquia de inteligencias desta população não terá como principal ”prata da casa” a inteligencia verbal (incluindo aí a matemática) mas sim, a inteligencia interpessoal. Repito que sem o talento de manipulação perceptual, os judeus asquenazes seriam tão bem sucedidos quanto os nerds matemáticos com déficits em inteligencia interpessoal, ou seja, provavelmente muito menos do que conseguiram até agora (e pelo que parece, isso já aconteceu outras vezes). O paradoxo da sabedoria (e da psicopatia) se aplica perfeitamente ao judeu.

A inteligencia intrapessoal também parece ser uma qualidade bem desenvolvida entre os asquenazes, porque geralmente, para ser um bom manipulador, voce precisa ter autoconhecimento, porque o processo de manipulação se dá por comparação interpessoal, ou seja, observar aquilo que a sua presa ou o seu amigo é bom, que é ruim,  daquilo que gosta e do que não gosta, desenvolvendo para si um grande arcabouço de autopercepções para serem usadas no jogo social.

A inteligencia musical também parece relativamente bem desenvolvida entre os judeus asquenazes, claro, entre a sua classe criativa principalmente. Observa-se no entanto que existem diferenças culturais marcantes entre o modelo de alta, média e baixa cultura musical europeia e o modelo asquenaze. A cultura neurológica judaica parece se diferenciar em comparação a europeia por causa de uma maior variedade bem como também de combinação de misturas incomuns de ritmos e estilos, mas talvez essas diferenças não sejam assim tão significativas e o talento europeu seja até superior. O judeu não parece ter problemas para mesclar ritmos africanos com ópera. No entanto, não duvido que os ouvidos europeus, especialmente os mais especializados, possam ver este tipo de criatividade, como abusiva e grosseira.

A baixa inteligencia visuo-espacial dos judeus nos ajuda a explicar a baixa presença de talentos nesta área cognitiva, especialmente em relação ao talento artístico para pintura. Não precisamos pensar muito quanto a isso, se eu apenas lhes disser que foram os judeus que inventaram a obtusa ”arte abstrata”.

A super talentosa pintora convergente clássica, Akiane Kramarik, americana de ascendencia lituana, que eu já comentei aqui, parece ser o oposto em personalidade em comparação a ”menina judia média”. Ao invés do narcisismo e do talento verbal e de manipulação, voce tem uma jovem de grande inteligencia visuo-espacial e com espiritualidade aflorada.

A inteligencia naturalista, que eu defini como uma espécie de inteligencia instintiva-analítica, ou seja, uma sofisticação mental de nosso instinto de sobrevivencia, só que de longo prazo, também parece ser bem desenvolvida entre os asquenazes. A inteligencia naturalista tende a se conectar não-linearmente com as inteligencias interpessoal e intrapessoal e talvez possa até ser uma espécie de comunhão das duas.

Mas muitas especulações quanto a moderna inteligencia judia, devem ou deveriam ser feitas e infelizmente, eu não tenho encontrado esta ávida investigação dentro da hbdosfera.  Por exemplo, muitos dizem que antes das leis napoleonicas sobre a ”emancipação judaica”, os judeus deram poucas contribuições intelectuais, seja na filosofia, nas artes ou nas ciencias. Desprezando-se a grande participação ”deste” povo (isto é, de grupos de indivíduos, geralmente de homens, que já morreram) na conquista e colonização das Américas e posteriormente de outros continentes, pouco se sabe sobre as suas reais contribuições (positivas ou negativas, que já não seriam contribuições) antes da revolução francesa.

Os judeus mais decantados, ou seja, os ortodoxos, não parecem ser muito inteligentes, mas principalmente por causa dos padrões de casamentos endogamicos, isto é, consanguíneos, que geralmente reduzirão a plasticidade comportamental e consequente especialização diversificada de funções que dela derivará. Se o marcador ”realizações intelectuais, artísticas, tecnológicas ou científicas” pode ser uma boa maneira de se analisar a inteligencia de uma população, então os judeus de antes da ”emancipação” promovida por Napoleão, em nada se parecerão com os judeus modernos, que batem quase todos os recordes em ”contribuições” ou ao menos em externalizações intelectuais, artísticas, políticas, culturais, tecnológicas e científicas. Muitas possibilidades de explicações. A proibição dos judeus para o exercimento de cargos em alguma área que exige elevada inteligencia, podem ter contribuído para esta provável ou aparente discrepancia de realizações. A pobreza de boa parte do população, que não é o caso, especialmente dos judeus ocidentais, ou o nepotismo das classes europeias mais ricas na ocupação de cargos que exigem elevada inteligencia, que também não parece ser o caso.

Fatores ambientais sozinhos não podem explicar totalmente o vazio de contribuições positivas dos judeus europeus ou asquenazes antes da revolução francesa. Bíblia** Alcorão** Bem, talvez se possa dizer que as religiões monoteístas que substituíram o panteão de deuses originais indo-arianos, tenham sido ”contribuições”. Também se poderia dizer que graças a fé cristã, derivada do judaísmo (mas completamente diferente dele, em muitos aspectos importantes), a população europeia se tornou mais ”inteligente”, resultando em uma sociedade mais cívica e civilizada. Será**

A contribuição judaica por meio do islamismo, tem ceifado por séculos qualquer tipo de florescimento civilizacional duradouro e impactante no Oriente Médio. A religião hindu não foi um empecilho para que muitas das mais fundamentais descobertas em matemática por exemplo, fossem feitas no subcontinente indiano. A Grécia clássica politeísta também foi uma grandiosa potencia intelectual e científica. Portanto, agradecer ”aos” judeus (isto é, a um grupo remoto e já falecido de indivíduos de origem judia) pela fé cristã em que um homem judeu é louvado e tratado como o salvador e que agora está sendo usada para promover o próprio genocídio da população europeia, não parece ser a coisa certa, inteligente e holística de se fazer.

A mistura intra-racial com gentios europeus, poderia ser uma explicação para o repentino aumento da inteligencia judaica, se todos os judeus de antes da emancipação cívica tivessem sido como os ortodoxos atuais, ultra religiosos, fanáticos e levando um estilo de vida perto da idade da pedra, se comparado com os dias modernos ou com momentos de iluminação de genios individuais em algum momento da história humana. Ao contrário da ideia de eugenia por séculos, que não pode explicar a (provável) falta de realizações significativas dos judeus durante a renascença ou a partir da dominação mundial europeia. Será que se os amish passassem a se casar fora, ou parte desta população e a praticar eugenia, isto é, promovendo o aumento da inteligencia da população, nós teremos uma versão germanica de vespas parasitas humanas**

Em conluio com a hipótese da miscigenação racial recente com os gentios, os judeus asquenazes também podem ter criado um braço secular de contato com o mundo exterior por meio da endogamia (casamento fora), resultado de acasalamentos com parentes de outras famílias judaicas mas principalmente com pessoas de fora da comunidade, porque se for verdade que os asquenazes são muito próximos em termos de genética, então a melhor maneira para endogamizar uma parte da população, será criando ”mestiços inteligentes” e este pode ter sido o caso. Combinado com todas essas possibilidades genéticas ou biológicas, que fogem ao discurso padrão atual, que corrobora em direção a teoria de Gregory Cochran,  fatores ambientais poderosos como a lenta porém constante dominação de judeus ricos em relação a toda a sociedade ocidental, transformando o ocidente no playground de seus filhos, é muito provável que tenham tido grande impacto na maneira como os judeus são percebidos assim como eles mesmos promovem esta percepção ultra-mega-master positiva, tal como se tivessem descido das nuvens para nos iluminar. O excesso de judeus no mundo do cinema se deve ao talento inato judeu, ou é apenas mais um produto de intenso nepotismo, provocado pela dominação judaica nos cargos mais influentes da sociedade****

Em termos de esportes bem como de talento ”físico”, a impressão que se tem é a de que enquanto que muitos judeus serão o tipo oposto do esportista, o famoso nerd americano, moreno, de olhos castanhos, óculos e narizes grandes a tiracolo, corpo débil, fraco, magro e pálido, outros serão justamente do tipo mais talentoso para práticas físicas recreativas (que nossa sociedade de retardados ”paga uma grana”, não sei porque causa, motivo, razão ou circunstancia… talvez porque sejamos todos retardados, muitos mais que os outros). Os judeus parecem ser muito variados em diversos aspectos, mas até onde vai esta variação e até onde a psicopatia ou atributos relacionados, se distribui entre eles, ainda é um grande mistério.

A inteligencia existencial poderia ser entendida como o ultimato de desenvolvimento da inteligencia emocional e o judeu médio parecer ser muito deprimido neste aspecto também. Ainda que muitas das ações que eles já reivindicaram pioneiramente como a luta pelos direitos civis de negros, pelo respeito a diversidade sexual, sejam em suas respectivas superfícies, algo muito belo de ser feito, o percurso de suas ações não estão a nos levar a um mundo melhor, mas a um mundo brutal, de divisões e de estupidez. Será que isso foi planejado também**

Os direitos civis dos negros americanos na verdade foi planejado para faze-los se misturar a população branca (e eliminar esta última via miscigenação) mas não para melhorar suas vidas e dar-lhe mais dignidade** Os efeitos das práticas, ditas, ”socialistas”, não tem sido muito boas e na verdade, poderia-se dizer que estão tendo um efeito devastador na vida de muitas famílias afroamericanas nos EUA.

Para um povo, que pode estar em sua maioria, apoiando as modernas políticas genocidas e injustas contra os caucasóides europeus, isso sem levar em conta a Palestina, nas guerras de desestabilização no Oriente Médio, o que parece mais faltar é justamente a tal inteligencia emocional, que em seus níveis mais profundos, nos levará a um novo mundo, da hiperrealidade, de dúvidas, de humildade e de sabedoria, a verdadeira sabedoria, onde todos esses conflitos tolos, são vistos exatamente como eles são, infantis. E para um povo que se pinta de cores brilhantes, justamente a mais poderosa e imponente de todos os tipos de inteligencia, mais parece lhes faltar. Talvez eu possa estar sendo injusto em relação aos judeus que lutam contra este atual estado lamentável e primitivo de coisas. Talvez não, se boa parte destes judeus dissonantes não tiverem em mente, segundas e terceiras intenções.

Como o texto ficou muito longo, a minha análise para os caucasóides europeus e seus descendentes, ficará para o próximo post.

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