Múltiplas inteligencias, judeus asquenazes e caucasianos europeus ”continuação da parte 3”

A hierarquia das múltiplas inteligencias entre os caucasianos europeus

Fechando com chave de ouro esta minha tentativa de unir duas teorias que ao longo destas últimas duas décadas, tem sido usadas justamente como argumentos opostos, de competição e conflito, eu redijo o texto sobre como se daria a distribuição hierárquica das ”múltiplas” inteligencias entre os caucasianos europeus.

Como ”a” raça mais diversificada da humanidade em praticamente todos os aspectos palatáveis, os caucasianos, que eu estou preferindo denominar de ”caucasóides” (em uniformidade com os mongolóides e os negróides ou seria melhor, africanóides), tem se destacado assombrosamente desde a muito tempo. Não se sabe o tamanho real de contribuições criativas que os povos brancos da Europa bem como do Oriente Médio e Africa do norte tem legado ao mundo. O que se tem conhecimento até agora é a de que tem sido muito grande. Mesmo os judeus asquenazes que eu falei no texto anterior, são parte deste grande ramo racial humano.

A comunidade hbd, preferindo por uma estranha humildade, tem nos contado sobre as proezas de leste asiáticos e de judeus asquenazes, sobre a sombra dos caucasóides europeus. Graças aos testes cognitivos, foi criado o mito de inferioridade cognitiva branca em comparação a estes dois grupos, mas não parece fazer muito sentido, especialmente, olhando para o espetáculo de dor e beleza que tem se constituído a civilização ocidental.

Primeiro, os brancos são tão diversificados que não dá para julgarmos como se fossem todos similares. Mas se pode fazer isso com certa cautela em relação aos leste asiáticos por exemplo.

Segundo, como eu tenho sempre falado, os testes cognitivos não podem substituir o conceito perceptualmente holístico de inteligencia que a psicologia tem desenvolvido. Sim, existe uma clara correlação entre qi e inteligencia, mas, não são a mesma coisa.

Terceiro, mesmo as comparações de notas escolares (como o teste PISA) ou testes cognitivos, não parecem corroborar para uma visualização realista da inteligencia dos muitos povos europeus em comparação por exemplo, as populações leste asiáticas ou aos asquenazes. E mesmo estas comparações, tem se mostrado falhas, se os finlandeses, em ambientes escolares menos exigentes, tem conseguido excelentes resultados, que se assemelham aos resultados dos leste asiáticos, em ambientes escolares e familiares hiper competitivos e de grande cobrança. A menina loura finlandesa que passa o dia brincando com seus amigos e que estuda uma hora por dia em comparação a menina sul coreana que passa 8 horas massacrantes em frente a livros e cadernos…. **** (Talvez os asiáticos melhorem ao longo do tempo neste quesito, se é verdade que tendem a amadurecer mais lentamente em comparação aos europeus)

O intelecto humano, não restam dúvidas, será mais complexo e por mais neutras e abrangentes que possam ser estes tipos de avaliações comparativas, estas não estão conseguindo desenvolver uma análise completa de todos estes quebra cabeças e não devemos nos contentar apenas com elas. Isso sem levar em conta possíveis manipulações de resultados, será possível que mesmo para o PISA possam praticar estes atos infantis****

As denominações de comportamento das chamadas ”subraças europeias” por intermédio dos velhos antropologistas, pode ser uma boa maneira de tentar compreender em como se dariam tais diferenças internas.

No mais, vou eu, tentar sozinho, estabelecer esta hierarquia cognitiva com base em minha lógica intuitiva.

Hierarquia****

Parece surpreendente pensar que não  exista uma hierarquia cognitiva entre os europeus. E talvez, este equilíbrio possa ser a chave para o sucesso ”do” grupo no estabelecimento de civilizações bem como pelo seu predomínio substancialmente significativo até esta data.

Portanto, nós temos os leste asiáticos, com maiores habilidades de memorização e de inteligencia não-verbal. Temos os asquenazes, com maiores habilidades verbais, intrapessoais e interpessoais e temos os africanóides subsaarianos, com maiores habilidades sinestésico-corporal e interpessoal. O outlier cognitivo são os povos brancos, que parecem ser mais ou menos equilibrados em todos os tipos de inteligencia que foram delineadas por Howard Gardner. Não apenas isso, visto que genios de todos os tipos cognitivos tem aparecido nas sociedades europeias.

Tal como eu disse no texto anterior, mesmo as diferenças quantitativas de inteligencia entre as populações humanas ainda não estão plenamente bem estabelecidas, se crianças finlandesas podem se sair tão bem no teste internacional de educação quanto as coreanas, fazendo metade do esforço em comparação as orientais.

A Coreia do Sul ainda conseguiu se sair melhor que a Finlandia em alguns aspectos economicos, mas muitos fatores geográficos (como tamanho da população) e circunstanciais devem ser levados em conta.

Portanto, em termos de inteligencia linguístico-verbal e lógico-matemática, os caucasóides europeus, como um grupo, não parecem se sair tão mal assim em relação aos leste asiáticos, como alguns gostam de imaginar. E na verdade, talvez essas possíveis diferenças estatísticas, não resplandeçam de maneira correta a realidade que podemos tocar. Alguns dos maiores escritores de todos os tempos, foram de brancos (assim como também de mestiços, vide os mestres das literaturas francesa e russa, respectivamente). O genio europeu produziu a revolução industrial e boa parte da revolução tecnológica subsequente como a invenção da eletricidade, do telefone, da televisão e do computador. Parece haver uma grande e diversificada proporção de pessoas talentosas entre os europeus, que infelizmente não está sendo possível de se analisar, por causa dos muitos problemas de ordem disgenica que parecem estar afetando as populações brancas como a imigração em massa e a reprodução desequilibrada de estúpidos ao invés de indivíduos mais talentosos.

O provável equilíbrio de perfis cognitivos, pode indicar uma tendencia de seleção igualitária ou então pode ser uma herança muito antiga em comum de talentos que podem ter sido direcionados por eventos seletivos ao longo dos séculos. Se a psicognomia estiver correta, então a maior quantidade de mutações fisiológicas como mudanças na cor dos cabelos, podem estar tendo algum papel mutacional na cognição europeia. Uma maior variedade de fenótipos fisiológicos poderia reverberar em uma maior variedade comportamental, psicológica e cognitiva*** Quem sabe…

Pode ser possível que a real diversidade fenotípica do ”homem branco” possa ter um grande efeito em sua capacidade coletiva de produzir e sustentar civilizações avançadas assim como também a nível individual. Enquanto que parece existir pouca diversidade comportamental entre os leste asiáticos, entre os caucasóides, muitos subgrupos poderão ser encontrados. Talvez possamos ver alguma relevancia científica nos infernais filmes de ”besteirol americano” que pincelaram nossas sessões da tarde. E pode legitimar parcialmente alguns populares estereótipos, como a ideia de uniformidade oriental.

Para todos os tipos de inteligencia que se relacionam mais intimamente com a criatividade como a visual-espacial (criatividade convergente), a existencial e a intrapessoal (autoconhecimento e uso deste  para a autoexpressão, presume-se que a maior parte dos genios criativos, se não todos eles, sejam fortemente propensos ao autoconhecimento e que este fator incida diretamente em suas capacidades criativas) parecem estar muito bem desenvolvidas entre as elites cognitivas  europeias (isto é, aqueles com as maiores capacidades inatas em cada tipo) ou de descendencia. O talento criativo europeu talvez seja o maior diferencial deste grupo em relação ao resto assim como também o seu tremendo sucesso civilizacional.

Vale ressaltar que para que uma civilização possa florescer completamente, é necessário que muitos fatores circunstanciais ou ambientais, assim como também momentos de sorte, estejam em conluio para com este tipo de macro-transcendencia coletiva. Sabe-se que muitas vezes, a civilização europeia esteve a beira de sua extinção, durante a expansão dos impérios mongol e otomano …  e como por exemplo mais realista, nos dias modernos, em que estamos vivendo.

Talvez não precise me alongar mais neste texto, se o x da questão eu já consegui encontrar. Sim, a inteligencia coletiva dos povos europeus se destaca por causa de sua tendencia para o equilíbrio e com uma grande presença de talentosos e genios em todas as categorias cognitivas, mas talvez eu ainda tenha de delinear com mais precisão (pedante) o porque desta minha impressão.

Apesar das realizações já estabelecidas e conhecidas, as populações nórdicas parecem ter produzido menos do que comparado a outros povos europeus (não em termos per capita, mas ainda assim, não muito impressionante). Em termos artísticos e por exemplo, arquitetonicos, nada se compara ao genios italianos da renascença, estes que também se destacaram  maravilhosamente pelo talento nas artes. Este período de esplendor criativo europeu, pode ser melhor explicado por fatores ambientais positivos e com uma pequena porém importante participação genética. Sim, é possível que a tensão intra-racial existente no norte e centro italianos (mistura de subraças europeias como os nórdicos, dináricos, mediterraneos e alpinos), possam ter reverberado nesta potencialidade criativa, que com uma grande quantidade de fatores ambientais favoráveis, tornou possível a emergencia para fama, de muitos mestres das artes, da filosofia e da ciencia. Um bom ambiente não pode modificar os genes das pessoas e faze-las mais espertas, mas pode ser útil para encontrar e catapultar o genio. Também pode ser útil para fazer o genio se concentrar em suas habilidades mais inflamadas.

A capacidade corporal-sinestésica também está equilibradamente bem distribuída entre os europeus e seus descendentes, sem falar nas olimpíadas e nos muitos esportes inventados pelo genio europeu.

O componente nórdico, especialmente em mescla com outras subraças europeias, parece ser o toque de mestre na produção de genios criativos europeus. Mas não bastam por si só, porque o aparecimento de indivíduos geniais depende de muitos fatores, biológicos (para a produção de genios biológicos, que todos eles são) e ambientais (fatores circunstanciais favoráveis para o desenvolvimento, externalização e uso do talento dos genios). O fenótipo raro do genio, especialmente o criativo e o científico, costumam depende de muitos fatores biológicos de natureza epigenética como a idade mais avançada dos pais, uma predisposição para psicopatologias, dentre outros. O aparecimento do genio equivaleria a um milagre ou sorte, como quando um conjunto de condições de diversas naturezas se combinam para produzi-lo.

A inteligencia existencial parece estar muito bem desenvolvida entre as classes filosóficas europeias, isto é, aqueles que realmente podem ter o direito de se auto denominarem filósofos, onde se exclui qualquer um que ao invés de usar a sua capacidade analítica e perceptual muito alargada como senha para pertencer a este grupo, mascará a sua vigarice por de trás de papéis estéreis como ”diploma de filosofia”. Não se fazem filósofos, nunca se fazem seres humanos, se fazem condições ideais para que os seres humanos possam expressar as suas culturas neurológicas, inatas, específicas e limitadamente plásticas.

Sendo o europeu muito diverso, deve-se sempre especificar sobre quais tipos cognitivos e comportamentais a que estaremos falando.

A inteligencia naturalista europeia também está muito bem desenvolvida em suas classes cognitivas de especialização, vide o potencial científico de muitos europeus. Nesta grande diversidade, os tipos mais estúpidos assim como também, diversos tipos de estúpidos, também serão mais comuns de serem notados. Ao contrário do leste asiático, que parece mais ponderado mesmo no erro, os mais estúpidos também tenderão a nascer entre os europeus.

Mas qual seria então os pontos fracos dos europeus*** O calcanhar de aquiles que os tornam tão vulneráveis a manipulação de grupos estrangeiros**

A inteligencia interpessoal europeia também é equilibrada e com a sua respectiva classe de genios sociais, mas com relação a inteligencia intrapessoal, eu vejo talvez a mais contundente e menos equilibrada entre todos os tipos. E pasmem, se estiver correto, então a mais equilibrada e engenhosa das variedades humanas, serão mais deficientes, justamente em um dos mais importantes aspectos cognitivos humanos, a capacidade para o autoconhecimento. Paradoxal pensar que nas populações com a maior proporção de genios, seja desprovida desta capacidade.

E se o asquenaze judeu é realmente muito inteligente neste aspecto, então pode ser possível que tenhamos encontrado a substancia química judia que altera a mente coletiva europeia, a deficiencia na capacidade de autoconhecimento. Esta forma de estupidez abre espaço para todos os problemas europeus como a tendencia de impressionamento e posterior hipnose, a capacidade de aceitar inconscientemente, diferentes tipos de realidades.

A relação entre este déficit e a potencialidade europeia para o genio, parece ser menos linear do que imaginamos. No mais, encerro esta série de textos, por enquanto…

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One response to “Múltiplas inteligencias, judeus asquenazes e caucasianos europeus ”continuação da parte 3””

  1. Santoculto says :

    Olá amigo,
    seu comentário não irá aparecer porque eu não posso mais entrar no blogue para aprová-lo. Houve uma mudança no número do telefone aqui na minha região e acho que em todo o país, resultando nesta situação.

    Eu criei um novo blogue, http://sabedoriaeoutrosconchavos.blogspot.com.br/

    Respondendo a sua pergunta.

    Eu realmente não sei, já pensei na ideia do branco se tornar mais como o judeu, perseguido, porém unido em pequeno grupo e aumentando a sua inteligência com base na eugenia, uma espécie de gargalo genético.

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