Preconceito linguístico e a necessidade de se aceitar a diversidade cognitiva

Somos todos iguais porém diferentes**** As múltiplas perspectivas te explicam, he!!

Muitas pessoas escrevem errado. Eu mesmo sou uma delas. Minha maior fraqueza linguística se chama concordancia verbal e voces já devem ter notado. Eu não consigo acertar e talvez nunca consiga. Se eu me concentrasse apenas nisso, talvez, mas deixaria de lado as minhas paixões habituais como biologia e psicologia e acabaria me defasando nelas. A que preço** Para escrever super certinho***

O preconceito linguístico é um daqueles tipos de pré julgamentos, totalmente baseados em dogmas irracionalmente sofisticados como educação e livre arbítrio, que não são tão importantes para os zumbis do politicamente correto, que vivem a jogar pedras nos outros que saem deste cerco totalitário.

Eles evitam dizer que os menos inteligentes tendem a ter piores vocabulários ou mesmo, que tendem a ser menos inteligentes. Por outro lado, os acusam de preguiça mental por não conseguirem chegar ao mesmo nível que eles. Alguém pode com isso***

O tamanho do vocabulário bem como por outras idiossincrasias cognitivas, é um bom modo de medir inteligencia VERBAL. Ainda  não significará que todo aquele com vocabulário perfeito será mais inteligente. Algumas questões em relação a estas competições de inteligencia que a psicologia mainstream promove tais como, qual seria a relevancia disto*** Inflar os egos de alguns e murchar o de outros*** Criar um novo status social**

Ainda que medir e hierarquizar seja importante, cria-se uma arena emocional embutida, que na minha opinião é completamente desnecessária.

O caso do preconceito linguístico é uma demonstração clara da estupidez de muitos dos auto declarados ”mais inteligentes”, que fingem ser bonzinhos respeitando a psicose do politicamente correto, mas que escondem um deplorável elitismo pedante e enfadonho.

Se apresentamos diferentes tipos de inteligencia, diferentes tipos de personalidade, diferentes níveis para diferentes atributos cognitivos, então será elementar concluir que haverá uma variação no nível do vocabulário também. Culpar uma pessoa por seu vocabulário ruim é cruel. Na maior parte das vezes, especialmente em adultos, a expressão cotidiana do vocabulário, será o máximo de nível que uma pessoa poderá atingir. Mas como vivemos na psicose do ”somos todos iguais”, então, é necessário fazer daqueles que são menos verbalmente inteligentes, de palhaços de circo, para deboche da ”classe educada”. Em outras palavras, o trabalhador que sua todos os dias para fazer algo de mais útil do que, perder tempo em universidades, apoiando ideologias genocidas e analfabetas ou de fazer trabalhinhos toscos, brincando de ”pesquisar”, sem propor nenhuma solução decente, interessante e criativa para população (pode apostar que no mínimo, uns 60% de ”nossa elite cognitiva” se encaixará nesta categoria), é menosprezado por estas abominações da esquerda, como também muitos dos da direita, ainda que no mundo de hoje, não restam dúvidas aos sapientes quanto a periculosidade destes auto declarados anjinhos perfeitos e niilistas. Se tem um cérebro mais complexo, mas não tem capacidade, sabedoria, de fazer um proveito dele e em prol da sociedade que está sendo sustentado, então é um grandioso inútil.

Vale ressaltar que ter um vocabulário ruim necessariamente não significará ser mal educado e vomitar palavrões a gosto e a desgosto.

Voltamos a velha discussão que propus neste blogue, a de que a educação se encontra fundamentalmente equivocada e que suas boas intenções, forçam  diferentes tipos de pessoas, com diferentes níveis e tipos de inteligencias, para se adequarem a uma suposta norma intelectual igualitária, que segundo o evangelho do educador, da qual todos poderão alcançar um dia. Isso não acontece e já passou da hora de pararmos com essas tentativas estúpidas de forçar as pessoas a serem iguais, quando ve-se com clareza que não são.

Voce que não tem um bom vocabulário ou que escorrega na concordancia verbal como eu, não se sinta menor, inferior  em relação aquele que tem. Voce não tem a necessidade de provar a ninguém que é melhor, ninguém tem. Se não está fazendo as merdas que estes altos qis verbais estão, fazendo o nosso único mundo, um lugar pior, então não se acanhe. A adaptabilidade da criatividade ou da sabedoria são medidas muito interessantes. Se a flor é de plástico e feia, de-lhe um aspecto mais bonito. Não é uma questão de disfarçar, mas de mostrar a si mesmo que tem valor, sem a necessidade de buscá-lo por meio dos valores arbitrários que são impostos pelos sistemas de controle social.

E a mais importante, a empatia, que é completamente desprezada ou grosseiramente acoplada a inteligencia, por supostas correlações estatísticas. Onde, em qual lugar dentro da blogosfera especializada em psicologia cognitiva (hbd**) que a empatia é tratada como um traço a ser fundamentalmente considerado, exaltado, querido, necessário******

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