O crepúsculo do Brasil. Como a forte disgenia cognitiva está transformando um país ”abençoado por Deus” em um inferno tropical de criminalidade e corrupção

Era uma vez…

Nos anos 50, a maior parte dos brasileiros eram pobres. Havia muita fome, principalmente nas regiões mais carentes. As doenças infecciosas, típicas de uma nação subdesenvolvida, eram endemicas e uma importante parcela da população era composta por analfabetos. Elementar que um país, que estava apenas adentrando em sua segunda infancia de auto soberania (pressupõe-se), ainda apresentasse tais problemas. Mas tudo indicava que de acordo com o desejo politicamente incorreto de Monteiro Lobato, nossa população continuaria o seu processo de embranquecimento, e em um futuro próximo, mostraríamos um orgulho semelhante ao de nossos vizinhos portenhos . No entanto, o contrário aconteceu. Ao invés de nos tornarmos mais como o colonizador, nos tornamos mais como as massas de colonizados mestiços que desde a um bom tempo, já povoavam esta parte do continente americano.

No meu blogue eu tenho mostrado a voces uma série de particularidades ”politicamente incorretas” e extremamente necessárias sobre a biodiversidade humana. Também tenho mostrado que apesar da aparencia, tudo pode ser resolvido se a sabedoria, a ponderação e a criatividade, forem exemplarmente acionadas. Ainda que vivamos em um mundo de possibilidades, nós vivemos especialmente no presente, no aqui e no agora. Portanto, aquilo que temos, parece ser mais imprescindível do que aquilo que podemos ter. O Brasil atraiu mais de 5 milhões de imigrantes estrangeiros, em sua maioria de europeus e em todos os lugares em que estes grupos se assentaram, houve um bom a excelente desenvolvimento da sociedade. No mundo esquerdopático em que vivemos, onde o ”homem branco” é a reencarnação do próprio diabo, não se pode dizer que o colosso da pauliceia desvairada, por exemplo, não foi obra das levas relativamente recentes de imigrantes nordestinos, ainda que, muitos deles tenham e estejam ainda dando as suas contribuições (individualmente falando, muitos de fato, dão suas contribuições enquanto que outros, dão prejuízos, incalculáveis para muitas vidas humanas perdidas). Não podemos, supostamente, dar o merecido valor ao trabalho suado de milhões de imigrantes, principalmente de italianos, que levantaram os prédios grandiosos da Nova Iorque tupiniquim. Manipular a história para que possa entrar nos conformes de mentes distorcidas, não é algo inteligente a se fazer. Se sente que algo está errado, pode ser possível que esteja certo.

O Brasil pobre dos anos 50, ainda assim, parecia melhor em muitos aspectos e principalmente, nas regiões meridionais, do que hoje em dia. Não há comparação entre a São Paulo dos anos 50, em comparação a São Paulo de hoje em dia, de 2015. A ideia de que o aumento demográfico  que foi o responsável pelo aumento dos problemas sociais na cidade, é apenas mais uma resposta sofisticada que se desvia do elefante ”branco” no meio da sala. São Paulo está mais violenta porque a população de menor capacidade cognitiva e predominantemente mestiça, aumentou muito mais os seus números do que a velha classe média de descendentes de imigrantes europeus e asiáticos, que predominou em gerações anteriores nesta cidade. A mesma situação está se desenrolando em cidades como Estocolmo, Malmo, Hamburgo, Lisboa, Buenos Aires. Evidente que existem algumas forças ambientais ou geopolíticas que contribuem para nos dar uma visão mais abrangente do assunto. Mas não restam dúvidas que a ideia-mãe, hierarquicamente superior, de que houve uma mudança étnico-demográfica no perfil do paulistano e sua correlação com a maior criminalidade, se encontra mais correta do que apenas mudanças estruturais. Ninguém poderia suspeitar que a gigante capital japonesa, que em sua conurbação, chega a ter mais de 30 milhões de habitantes, poderia ser muitíssimo mais pacífica que São Paulo. Eh elementar, visto que Tóquio está povoado por japoneses. Claro, existem japoneses que são propensos a criminalidade, a Yakuza que não me deixa mentir. Mas PROPORCIONALMENTE falando, a maior parte dos japoneses serão pacíficos, mesmo em condições mais precárias de qualidade de vida. Sim, em períodos de guerra, a violencia organizada de muitas populações de maior inteligencia coletiva (média) nos mostra que ” situações extremas, ‘exigem’ medidas extremas”. Mas em períodos de paz, não restam dúvidas de que Tóquio pareça muito mais simpática do que São Paulo.

 

De 94 a 87

 

Nos textos que eu produzi sobre as estimativas de inteligencia técnica quantitativa ou qi para as regiões brasileiras, baseado em uma série de evidencias das mais diversas ordens, por simples observação ou lógica intuitiva, por trabalhos psicométricos anteriores, etc…., foi demonstrado que a maior pobreza na região Nordeste bem como a maior riqueza e qualidade de vida no Centro- Sul, são causadas principalmente por diferenças nas médias de inteligencia de suas respectivas populações. Eh o povo que faz um lugar e se o povo não for muito inteligente, ele não poderá produzir uma Copenhague, a menos que pessoas inteligentes os dirijam.

Neste texto eu sugeri que o Brasil tem passado por uma grande redução em suas médias de inteligencia, uma realidade que parece ser universal para os países ocidentais. A educação e a introdução da mulher no mercado de trabalho, foram os principais responsáveis pela queda da fecundidade nas frações inteligentes de grande parte dos países industrializados. A educação funciona como uma retenção da fecundidade em prol de mais anos de especialização técnica. Sabe-se que o mercado, em condições normais, valoriza mais aqueles que tenham um currículo mais recheado do que aqueles que tenham ”apenas” o ensino fundamental. A entrada da mulher no mercado de trabalho e a revolução sexual também foram importantes componentes para a redução da fecundidade, porque geralmente serão as mulheres mais inteligentes que buscarão pelo aprimoramento técnico bem como por uma carreira mais sólida. Esta busca na maioria das vezes terá como resultado o adiamento do casamento bem como da gravidez.

O Brasil de 1940,1950, foi o produto das políticas demográficas anteriores, isto é, uma nação com mais da metade de sua população composta por brancos ou fenotipicamente brancos e uma importante parcela de descendentes e  de imigrantes europeus, do Oriente Médio e da Asia Oriental. Eu estimo que este Brasil foi mais inteligente, apesar dos problemas estruturais, do que o Brasil moderno e isto é paradoxal, porque hoje em dia, a maior parte dos brasileiros tem ao menos o ensino fundamental completo. A urbanização e o aumento da população ”educada” não resultou em um aumento real de inteligencia. A inteligencia genotípica, é aquela que está cravada em nossos genes, é nossa essencia cognitiva. Independente se estamos em um ambiente que disponibiliza ou não o acesso ao conhecimento, esta inteligencia não reagirá a nenhum estímulo ambiental não-biológico. Isto é, não adianta expor uma criança com deficiencia mental a estímulos ambientais cognitivos. A mudança real sempre se dá por dentro e portanto, isto quer indicar, predisposições genéticas favoráveis a mudança.

Segundo uma série de diversos estudos já realizados em todo mundo, em média, os brancos tendem a se saírem melhores em tarefas cognitivas do que os negros. O mesmo acontece com os leste asiáticos, que por sua vez, tendem a se saírem melhores que os brancos. Claro que dentro dos 3 grupos raciais, existe muita diversidade e portanto de diferentes tipos e níveis de inteligencia. Partindo-se desta premissa, pode-se dizer então que uma população com uma maior proporção, aleatoriamente selecionada, de europeus e leste asiáticos, tenderá a ser mais inteligente do que uma população, aleatoriamente selecionada, de negros. A exceção prova a regra e a regra prova a exceção. Essas diferenças são maleáveis, mas por exemplo, é possível que seja mais fácil produzir eugenia cognitiva em um população branca do que em uma população negra, ainda que nada seja impossível. A inteligencia é um atributo universal e é por isso que tende a se manifestar em todos os grupos humanos, de diferentes maneiras. A elevada inteligencia é uma evolução deste atributo e é mais rara, mesmo nas populações mais inteligentes. Ainda assim, uma maior proporção de ”mais inteligentes”, significará uma série de vantagens, especialmente no que diz respeito as sociedades modernas. As pessoas inteligentes, de diversos tipos, não são perfeitas e na verdade, estou para lhes dizer que apenas os superdotados e os criativos que são realmente capazes de mudar as sociedades de maneira significativa e para melhor. A empatia também é um atributo fundamentalmente importante na construção de sociedades saudáveis.

Portanto não é apenas a inteligencia que se perde quando ocorrem processos disgenicos, mas também a empatia. Não é surpreendente que os mais inteligentes, de acordo com critérios de qi, tenham menores tendencias para a criminalidade. Tirando os idealistas dogmáticos da esquerda, qualquer um que visite uma favela, notará um ar de hostilidade por parte da maior parte dos moradores. Pessoas que são muito diferentes deles tenderão a serem discriminadas. Alguém muito branco, um albino, um homossexual. O mundo cor de rosa e estúpido que os esquerdistas pintaram e tentam nos forçar a acreditar, se desmonta com facilidade ao colocarmos apenas um pé em alguma ”comunidade”. Eh elementar que, se a falta de educação, de bons modos, de empatia, seja uma tendencia significativa entre a classe média brasileira (e também entre as elites estúpidas), então, nada nos impede de constatar que entre as classes mais baixas, a mesma situação se sucederá e com agravantes. E de fato isso acontece.

A inteligencia genotípica brasileira parece ter se reduzido de uma média de qi de 94 para 89-87. A redução de apenas um ponto de qi já pode aumentar significativamente os problemas sociais de uma nação.

Eu parto de uma série de possíveis correlações. Uma maior proporção de brancos, asiáticos, povos do oriente médio bem como de tipos mestiços mais inteligentes, especialmente no centro-sul, para chegar ao valor de 94 como qi médio da população brasileira dos anos 50. E as médias atuais são baseadas em estudos psicométricos recentes assim como também por pura observação e analogia.

Alguns parametros culturais são interessantes como a análise desta possível tendencia histórico-cognitiva.

A degeneração do gosto musical do brasileiro como parametro investigativo em relação a redução da inteligencia quantitativa da população.

 

Dizem que o mercado cultural patrocinado pelo capitalismo se adere aos gostos da população predominante. Se isso é realmente verdade, então a música pode servir como um interessante método de avaliação de inteligencia média das populações humanas. Se o percentual de amantes de música clássica aumentasse em um país hipotético então isso poderia indicar um aumento da inteligencia média*** Muito provável que sim.

Existe uma tendencia para  acreditarmos que as gerações se difiram exclusivamente por causa do ambiente cultural a que foram expostas e não por causa de si próprias, individualmente falando. Mais uma vez, a filosofia da pedra humana, do ”blank slatismo”, predomina entre a classe ”educada”. Então, eu que nasci no final dos anos 80 e posso ser identificado como ”’da geração 90”, se tivesse nascido 10 anos depois, teria desenvolvido um gosto musical completamente diferente, porque o cenário cultural a que fui exposto durante a minha infancia e adolescencia foram outros, mas isso não procede, porque mesmo durante os anos 90, eu não ouvi aquilo que todos ouviam, mas aquilo que os meus ouvidos gostaram de ouvir. Isso é muito importante. Os mais inteligentes assim como também os mais inconformistas, são mais propensos para uma maior independencia quanto as suas escolhas culturais. Portanto, pode ser verdade que as pessoas mais medianas sejam mais propensas a aderirem a gostos musicais momentaneos da maioria, mas mesmo entre eles, existe claramente um limite de tolerancia. Isso explica o porque das populações menos inteligentes de serem menos aptas para gostarem de música clássica. Claro que o fator personalidade também conta.

Não seria surpreendente constatar que a geração que nasceu nos anos 50 e 60, tivessem sido as mais inteligentes que este país já teve até agora e que suas maiores médias de inteligencia possam ser observadas por meio de seus gostos bem mais refinados do que os de agora. As gerações futuras de brasileiros serão cada vez mais mestiças e negras. A maior parte da população negra  é em média, menos tecnicamente inteligente do que as populações brancas ou asiáticas. No entanto, um indivíduo mais sociável pode se auto modular para novos ambientes culturais, ainda que, sempre existirão limites de tolerancia, isso sem falar na hipocrisia do humano extremamente pró social, que pode esconder suas reais predileções culturais.

Aquele que prefere ouvir Chico Buarque do que funk tenderá a ser mais inteligente**

Portanto, a música comercial lixo de hoje em dia, pode nos mostrar uma real tendencia para redução bruta da inteligencia do brasileiro médio.

Quem foi adolescente no início da década de 90 no Brasil, foi muito provável de ter sido fã da banda Legião Urbana. Isso nos mostra dois fenomenos, a última geração de brasileiros de classe média e de famílias numerosas chegando na adolescencia bem como pela tendencia dos ”pró-sociais conformistas” em aderirem a qualquer moda e a popularizarem determinadas bandas de música. Uma maior proporção de pessoas ”com” ”qi” de 3 dígitos, aqueles que nasceram a partir da metade da década de 70. E foram justamente na geração de ”cara pintadas” que a fecundidade da fração inteligente brasileira começou a minguar.

 

Urbanização e miscigenação

 

A miscigenação no Brasil teve dois períodos históricos, até agora, de preponderancia pronunciada, a época colonial e a atualidade. A grande imigração predominantemente europeia, esbranquiçou a população e contribuiu para o desenvolvimento industrial do centro sul. Tal como milhões de negros sulistas americanos migraram para os estados do nordeste dos EUA, milhões de nordestinos brasileiros, principalmente, deixaram suas terras em busca de uma melhor qualidade de vida, de oportunidades, nas metrópoles nascentes do ”sul” a partir dos anos 60. O crescimento desordenado das grandes cidades brasileiras, se deu justamente pelo aumento constante de suas populações, sem uma melhoria substancial e abrangente dos serviços públicos. Mas não devemos ignorar que, se a migração, fosse composta por populações com médias de inteligencia mais elevadas, o caos inicial, teria muito provavelmente se assentado.

O que difere o ”inteligente” do ”estúpido”, em termos financeiros, é que o primeiro constrói a estabilidade economica para depois ter filhos, enquanto que o segundo faz o exato oposto, tem os filhos antes da conquista de uma estabilidade economica. Metaforicamente falando, pensem no pássaro que constrói o ninho para chocar os ovos depois e do pássaro que só tenta construir o ninho quando os filhotes já nasceram. As despesas de uma criança já serão muito altas em nossas sociedades modernas. Agora pensem se ao invés de uma, voce tiver tres crianças***** E sem estabilidade financeira** Corda bamba**

A ideia de que a urbanização seja sinal de progresso está acoplado em nossas mentes impressionáveis. Ainda que não se possa negar que o conforto do asfalto seja maior do que da terra e do mato, não será sempre assim. No entanto, como não vivemos no mundo do ”poderia ser”, então temos de aceitar ao menos por agora, que é melhor viver em uma cidade, do que no meio da natureza.

A urbanização brasileira, resultado direto das transformações estruturais da economia nacional, foi a principal responsável pelas migrações de milhões de brasileiros de uma região para a outra. E em ambientes cosmopolitas, a mistura de pessoas de diferentes ambientes tende a ser uma forte tendencia. Existe uma auto seleção de pessoas com personalidades mais ambiciosas para as grandes cidades. Além da ambição, essas pessoas também tendem a ser mais inteligentes do que aquelas que preferem permanecer no campo. Existe uma clara relação entre inteligencia técnica quantitativa (qi) e busca por sensações. Ainda que a relação entre maior inteligencia e miscigenação não seja linear, esperar-se-á que as pessoas ”mais inteligentes”  (com qi médio de professor ou de estudante universitário) tenham uma tendencia pra serem mais tolerantes e menos tribalistas.

A melhoria da qualidade de vida de boa parte da população ao longo da segunda metade do século XX, também significou a redução das disparidades na mortalidade infantil entre as classes sociais. Mudanças culturais que tiveram início nos principais centros capitalistas de poder ocidentais, ou seja, Europa Ocidental e EUA, também afetaram consideravelmente as classes médias urbanas brasileiras, dando início a liberação sexual e ao controle da fecundidade. A liberação sexual veio acompanhada pela diminuição do papel da igreja como principal promotora das interações sociais. A secularização das classes médias urbanas, que já estavam mais predispostas para acatar essas mudanças, contribuiu para a redução da fecundidade.

Enquanto que a velha classe média urbana do centro sul, assim como também das outras regiões, começaram a reduzir o número de filhos que tinham, as populações dos extratos sociais mais baixos, por meio da melhoria do padrão de vida, por causa do avanço da medicina e da redução da pobreza extrema, começaram a ter mais filhos. Enquanto que o mais inteligente dentre os brasileiros, passou a se preocupar mais com sua instrução educacional e como consequencia a adiar a constituição de família, o menos inteligente, que já tinha muitos filhos porém com uma alta taxa de mortalidade infantil, passou a ter mais filhos que chegavam a vida adulta, aptos para a procriação. Nos anos 80, aquele com diploma universitário, em média, teria o seu primeiro filho (e muitas vezes o único), na idade de 26 anos, enquanto que aquele com o mínimo de instrução, o teria a partir dos 20 anos. E essas diferenças apenas aumentaram desde a revolução sexual até os dias de hoje. A São Paulo italiana, com cheiro de pizza e uma pitada de sushi , foi se transformando em uma São Paulo menos ”estrangeira” e mais ”brasileira”, mais nordestina, mineira, mas também, menos capaz de se produzir como uma cidade predominantemente funcional.

 

Degeneração do vocabulário como cognitometro para disgenia brasileira

 

O vocabulário cotidiano do brasileiro só tem piorado de uns anos pra cá. Apesar de não ser totalmente linear, esperar-se-á que os mais inteligentes terão uma tendencia para desenvolverem vocabulários mais amplos e sofisticados e que portanto, refugarão mais o uso de palavras de baixo calão. O tipo de personalidade também é importante, afinal, não existe inteligencia humana sem a personalidade. Eu não sei se a velhice provoca isso, mas a maioria das pessoas idosas que conhecemos, parecem ser providas de um vocabulário mais limpo e menos mal educado do que das gerações atuais. A imposição de uma cultura rígida, o papel da igreja para coibir o uso de palavras chulas, que quase sempre remetem a alguma particularidade sexual, com certeza que tiveram um papel muito importante. Também vale ressaltar que como somos seres comportamentalmente plásticos (ainda que esta plasticidade não seja infinita) podemos mudar parte de nosso comportamento para aderir a certas convenções, mas isso não muda a essencia, somos como uma onda que pode estar mais para a esquerda ou para a direita, só que dentro de um compartimento. No meu caso, ainda que tenha incorporado parcialmente, algumas palavras chulas, ”de minha idade”, eu as uso de maneira esporádica. Não se pode julgar as tendencias cognitivas apenas pela frequencia cotidiana do uso de palavras chulas, especialmente quando se é jovem e se vive em uma sociedade que não apenas tolera mas incentiva este tipo de comunicação. No entanto, pode-se julgar a inteligencia bem como pela personalidade, pelo excesso de palavrões e de gírias. Quem usa muito tanto as gírias quanto os palavrões, estará mais propenso a ser menos tecnicamente inteligente do que aquele que usa menos. Por este paramentro, pode-se inferir que o excesso de palavras chulas no linguajar cotidiano do brasileiro, não apenas nos mostra os resultados das mudanças culturais dos últimos 60 anos, como também pela redução da inteligencia média do brasileiro. Ainda que seja um cognitometro menos preciso tal como é o gosto musical, ainda será útil. Além da redução da inteligencia, parece que com a disgenia, também aumentou a frequencia de personalidade psicopática (que necessariamente não quer indicar indicar psicopatia por si própria) na população. Portanto, seria interessante se pudessemos avaliar a correlação entre esta variável e tendencias para comportamento não-empático bem como para diferentes tipos de estupidez.

A miscigenação racial também teve e está tendo um efeito para a disgenia brasileira. O problema nem seria a miscigenação apenas, mas a não-decantação posterior dela. A miscigenação, metaforicamente falando, é como a tempestade, a comunhão de elementos díspares que produzem o atrito, onde a vida teria igual formatação. Do caos a calmaria. Populações miscigenadas são instáveis, especialmente se não existem quaisquer critérios seletivos de seleção, especialmente a cognitiva. O que diferencia as raças decantadas das raças miscigenadas é o grau de instabilidade ou estabilidade a que estão biologicamente inseridas. Existem ainda aqueles que afirmam que por meio da miscigenação racial podem emergir traços ancestrais da população anterior que aos dois ramos raciais posteriores, mas não existem provas conclusivas sobre isso.

No mais, se voce tem uma população com média de qi 96 e uma população com média de qi 85 e se não há nenhum critério seletivo forte, ao longo do tempo, a média de inteligencia da nova população, híbrida das duas anteriores, será reduzida pela metade. E é o que provavelmente aconteceu com o intelecto do brasileiro de uns tempos pra cá. O percentual de brasileiros que são de ”brancos decantados”, é de apenas 11% da população total. O percentual de leste asiáticos decantados também é muito baixo e para os próximos anos, a maior parte deles serão de mestiços, se as novas gerações já não forem. A elevada inteligencia, sendo poligenica e recessiva, precisa de uma forte seleção para que possa ser espalhada por toda a população e se torne comum dentro da piscina genética da mesma.

Portanto, a redução da fecundidade das frações inteligentes de brasileiros (isto é, aqueles que pontuarão acima de 100 em testes de inteligencia quantitativa e técnica) ocasionado por fatores culturais e estruturais, combinado com a diminuição da mortalidade infantil das populações mais pobres ( com médias de qi mais baixas) resultou na disgenia brasileira, onde um número cada vez maior de pessoas de baixa inteligencia estão a procriar e um número cada vez maior de pessoas inteligentes estão reduzindo suas fecundidades ou mesmo, nem filhos estão tendo. Esta tendencia é mundial porque quando providos pela possibilidade de se ”especializarem” em alguma área academica, as pessoas, especialmente as mais inteligentes, tendem a adiar a constituição de família.

O aumento do número de pessoas que são incapazes de se sustentarem a longo prazo em uma sociedade moderna como o Brasil tem resultado no aumento da criminalidade, de conflitos interpessoais assim como também pela degradação da cultura, onde, por meio de uma lógica pragmática e capitalista, o mercado se adapta a nova maioria, de inteligencia mais baixa e portanto, com gostos mais nauseantes para pessoas que leem este blogue. E se não fossem por essas pessoas, não haveria por exemplo o computador, para que pudéssemos nos comunicar com o mundo e nos manter constantemente informados sobre o que acontece em lugares tão distantes como o Japão. Portanto, a maior inteligencia é sim um parametro para todos os aspectos que permeiam a vida social de uma nação, não apenas por causa de uma grande tendencia para a qualidade que a maioria dos mais inteligentes estão predispostos a considerar e a enfatizar mas também porque a inteligencia humana, real, palatável, prima sempre pela harmonização do ambiente em que se vive.

Portanto, se sem uma ”cultura eugenica”, brancos europeus e amarelos leste asiáticos, pontuarão alto em testes de inteligencia quantitativa (portanto, serão em média mais inteligentes) e isso pode ser observado, quando voce tem uma boa estrutura sócio-economica em conluio com o potencial cognitivo coletivo, e as populações de ascendencia africana pontuarão baixo, claro, em média, então não precisa ser muito esperto para concluir que, uma cidade menos branca, se parecerá menos com Buenos Aires, Madri ou com Berlim e mais com as cidades que apresentam a mesma preponderancia racial.

O aumento do número de pessoas que são incapazes de pensar a longo prazo terá como resultado um aumento da dependencia destas pessoas em relação ao estado e como eu nunca vi um estado perfeito, isso poderá sem sombra de dúvidas, atiçar as tendencias psicopáticas de muitos (des)governantes. E é exatamente o que está acontecendo no Brasil.

Futuro incerto e preocupante

 

A redução do percentual de pessoas realmente inteligentes (e empáticas) significará o aumento da violencia, de conflitos e a redução cada vez maior da qualidade da ”elite cognitiva”, como vemos agora, com o aumento de pessoas muito estúpidas nos empurrando ideologias ultrapassadas, erroneas e que já ceifaram a vida de milhões. A degeneração espiritual, moral, social, intelectual e cultural a olhos vistos. Em um país cada vez mais inseguro, o que restará de sua fração inteligente, escolherá cada vez mais pela opção da emigração, tal como foi profetizado por Richard Lynn, quando falou sobre os futuros refugiados cognitivos.

 

Ditadura e o avanço da religião evangélica

 

O percentual de evangélicos cresce a olhos vistos. Enquanto que a igreja católica permanece (estranhamente) fraca, a igreja evangélica ganha cada vez mais força. E sua força vem principalmente por razões demográficas. Então nós temos uma elite administrativa da igreja evangélica, de genios maquiavélicos, que foram os responsáveis pelo sucesso cada vez maior desta religião de consumo e uma massa crescente de pessoas predominantemente ”estúpidas”, dando dinheiro para o pastor e acreditando em bizarrices folclóricas, ”dos tempos” de ”Jesus”.  Em várias pesquisas, constatou-se que aqueles que se definem como ateus e agnósticos, tendem a ser mais inteligentes, sob todas as perspectivas psicométricas e psicológicas, do que aqueles que se definem como ”crentes literais”. O cinturão bíblico americano tem produzido 0 de realizações científicas realmente palatáveis enquanto que as cidades com mais ”liberais” ou esquerdistas ateus nos EUA, tem produzido a maior quantidade de patentes bem como de premios Nobel. Claro, isso não significa que não existam pessoas inteligentes e religiosas, mas é deveras complexo definir este adjetivo, sem uma análise por ressonancia magnética que seja capaz de provar que a crença de fulano se baseie fundamentalmente em suas predisposições biológicas e menos em uma escolha racional, crer para evitar a insegurança da descrença. Ainda que, como sabemos, a inteligencia se constitua em uma série variada de fenótipos, mesmo nos mais altos níveis, apesar do sentido lógico de que aquele que cre menos em mitologia dificilmente comprovável seja mais propenso a ser mais inteligente do que aquele que o faz. Aos níveis moderados de crença, creio eu, haverá uma tendencia de maior equidade cognitiva ao passo que entre os extremos, a descrença e também a total crença religiosa, haverão tendencias mais uniformes, seja para uma maior inteligencia ou para menor.

O avanço do número absoluto e proporcional de evangélicos na população brasileira pode também ser usado como um cognitometro, capaz de revelar o declínio cognitivo severo que podemos estar passando. Se fosse o contrário, ou seja, um aumento da inteligencia, então deveríamos esperar um aumento no número de críticos desta religião de consumo ao invés do contrário. No entanto, o ateísmo parece se relacionar bem mais com estilos específicos (e mais autistas) de personalidade do que com inteligencia, ainda que para esta segunda, também será significativa.

O crepúsculo do Brasil assim como de qualquer nação, se dá quando aqueles que são capazes de sustentar e de melhorar a sociedade, param de se reproduzir (replicar). A disgenia cognitiva explicaria a queda de praticamente todos os impérios que o homem já criou. Tivemos a oportunidade de desenvolvimento pleno de nossa sociedade, mas fomos envenenados pelo marxismo cultural, assim como também, ”estamos” a cair por nossas próprias pernas, pelo fato de termos classes médias educadas, que ao invés de repelirem o simplismo ideológico destas doutrinas totalitárias em prol de um consenso que possa ser diplomático e coeso, as abraçam sem nenhum pingo de responsabilidade ou mesmo de consciencia quanto as consequencias a longo prazo destas escolhas. Esta realidade não é apenas deste país, mas é uma tendencia em todas as nações avançadas, mesmo em países tão distantes como a China. O aumento da inteligencia humana significa o aumento da complexidade cerebral bem como pelo aumento de ”erros” contextuais. A partir disso, veremos a existencia de muitas pessoas com intelectos muito assimétricos e que produzem uma visão distorcida, ingenua e romantica do mundo. As razões para o declínio da inteligencia são principalmente cognitivas, obviamente, mas existe uma forte e fundamental base racial para este fenomeno dramática da cena tupiniquim no século XXI.

 

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